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Edição: Abr 1999
Nº Páginas: 268
Sinopse:
"Para Além do Bem e do Mal" (1886), de Friedrich Nietzsche, é uma obra fundamental que critica radicalmente a moralidade ocidental e a filosofia tradicional, propondo uma inversão de valores. Nietzsche desafia a dicotomia rígida entre bem e mal, argumentando que a moralidade cristã enfraquece a humanidade e defende a criação de valores próprios baseados na vontade de poder e no perspectivismo.
Nº Páginas: 268
Sinopse:
"Para Além do Bem e do Mal" (1886), de Friedrich Nietzsche, é uma obra fundamental que critica radicalmente a moralidade ocidental e a filosofia tradicional, propondo uma inversão de valores. Nietzsche desafia a dicotomia rígida entre bem e mal, argumentando que a moralidade cristã enfraquece a humanidade e defende a criação de valores próprios baseados na vontade de poder e no perspectivismo.
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Edição: Jul 1999
Nº Páginas: 206
Sinopse:
"Nevermind", dos Nirvana, foi o mais importante álbum de rock do princípio dos anos 90. No entanto, o seu criador, Kurt Cobain, suicidou-se três anos após o seu lançamento. Foi o acontecimento mais singular e trágico que ocorreu no mundo do rock mais recente. "Nirvana & o Som de Seattle", publicado originalmente em 1993, e agora numa nova edição, dá-nos conta dos elementos que conduziram à tragédia. O sucesso dos Nirvana atraiu as atenções para a cidade natal dos seus membros, Seattle - a base de uma geração de bandas influenciadas pelas tendências mais antigas do rock e que foi invadida pela atenção mundial dos meios de comunicação. Como é que Kurt Cobain, Chris Novosalic e David Grohl se libertaram do gueto indie (de música independente) e conquistaram o mundo? Porque razão punks conservadores os consideram uma fraude colectiva? Há alguma filosofia que una os novos ídolos de Seattle, dos Soundgarden e Pearl Jam aos Mudhoney e Hole? O grunge provocou uma revolução sexual? Como é que Seattle se tornou na nova capital do rock do mundo? E porque é que Kurt Cobain se suicidou? Algumas respostas estão neste livro, que percorre o declínio e a queda dos Nirvana e explica como o pequeno cenário do rock alternativo deu origem a bandas sonoras de filmes de Hollywood e a fantasias de adolescentes por todo o mundo.
Nº Páginas: 206
Sinopse:
"Nevermind", dos Nirvana, foi o mais importante álbum de rock do princípio dos anos 90. No entanto, o seu criador, Kurt Cobain, suicidou-se três anos após o seu lançamento. Foi o acontecimento mais singular e trágico que ocorreu no mundo do rock mais recente. "Nirvana & o Som de Seattle", publicado originalmente em 1993, e agora numa nova edição, dá-nos conta dos elementos que conduziram à tragédia. O sucesso dos Nirvana atraiu as atenções para a cidade natal dos seus membros, Seattle - a base de uma geração de bandas influenciadas pelas tendências mais antigas do rock e que foi invadida pela atenção mundial dos meios de comunicação. Como é que Kurt Cobain, Chris Novosalic e David Grohl se libertaram do gueto indie (de música independente) e conquistaram o mundo? Porque razão punks conservadores os consideram uma fraude colectiva? Há alguma filosofia que una os novos ídolos de Seattle, dos Soundgarden e Pearl Jam aos Mudhoney e Hole? O grunge provocou uma revolução sexual? Como é que Seattle se tornou na nova capital do rock do mundo? E porque é que Kurt Cobain se suicidou? Algumas respostas estão neste livro, que percorre o declínio e a queda dos Nirvana e explica como o pequeno cenário do rock alternativo deu origem a bandas sonoras de filmes de Hollywood e a fantasias de adolescentes por todo o mundo.
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Edição: Jan 2007
Nº Páginas: 462
Sinopse:
A Antologia Poética de Pablo Neruda é uma seleção abrangente da obra do Prémio Nobel chileno, reunindo poemas desde Crepusculario (1923) até fases posteriores. A obra destaca a versatilidade do autor, cobrindo temáticas amorosas, melancolia, natureza e compromisso político, refletindo a intensidade e a sensibilidade do autor.
Nº Páginas: 462
Sinopse:
A Antologia Poética de Pablo Neruda é uma seleção abrangente da obra do Prémio Nobel chileno, reunindo poemas desde Crepusculario (1923) até fases posteriores. A obra destaca a versatilidade do autor, cobrindo temáticas amorosas, melancolia, natureza e compromisso político, refletindo a intensidade e a sensibilidade do autor.
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Edição: Abr 1998
Nº Páginas: 360
Sinopse:
"A Paixão do Jovem Werther" (1774), de Johann Wolfgang Goethe, é um romance epistolar fundamental do Romantismo alemão, retratando o amor trágico e obsessivo de Werther por Charlotte, uma mulher noiva. Através de cartas ao amigo Wilhelm, Werther descreve o seu declínio emocional, culminando num desfecho trágico devido à impossibilidade amorosa
Nº Páginas: 360
Sinopse:
"A Paixão do Jovem Werther" (1774), de Johann Wolfgang Goethe, é um romance epistolar fundamental do Romantismo alemão, retratando o amor trágico e obsessivo de Werther por Charlotte, uma mulher noiva. Através de cartas ao amigo Wilhelm, Werther descreve o seu declínio emocional, culminando num desfecho trágico devido à impossibilidade amorosa
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Edição: Abr 1998
Nº Páginas: 270
Sinopse:
"O Retrato de Dorian Gray" (1890), único romance de Oscar Wilde, é uma obra de terror gótico e filosófico sobre hedonismo e vaidade. Narra a história de um jovem belo que, influenciado por Lorde Henry, vende a alma para que um retrato seu envelheça enquanto ele permanece jovem, resultando na sua deterioração moral e física oculta na pintura
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Sinopse:
"O Retrato de Dorian Gray" (1890), único romance de Oscar Wilde, é uma obra de terror gótico e filosófico sobre hedonismo e vaidade. Narra a história de um jovem belo que, influenciado por Lorde Henry, vende a alma para que um retrato seu envelheça enquanto ele permanece jovem, resultando na sua deterioração moral e física oculta na pintura
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Edição: Jan 2007
Nº Páginas: 178
Sinopse:
“A pequena Marta viveu na grande casa de família como se estivesse em permanente exílio, como se do quarto de sua mãe a tivessem levado para longínquos quartos e não soubesse a razão e o tempo da mudança. Também a pequena alma de Marta, à força da crueldade mortal desses corredores e quartos, se exilava a pouco e pouco na Natureza viva. O testemunho dessa entrega, muito variado e longo, desde os cuidados dispensados aos pequenos coelhos nas luras, esfregando as mãos com funcho para que a mãe não os enjeitasse, até à contemplação imóvel de qualquer das árvores ou ervas é, em parte, este relato.”
Nº Páginas: 178
Sinopse:
“A pequena Marta viveu na grande casa de família como se estivesse em permanente exílio, como se do quarto de sua mãe a tivessem levado para longínquos quartos e não soubesse a razão e o tempo da mudança. Também a pequena alma de Marta, à força da crueldade mortal desses corredores e quartos, se exilava a pouco e pouco na Natureza viva. O testemunho dessa entrega, muito variado e longo, desde os cuidados dispensados aos pequenos coelhos nas luras, esfregando as mãos com funcho para que a mãe não os enjeitasse, até à contemplação imóvel de qualquer das árvores ou ervas é, em parte, este relato.”
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Edição: Jul 1995
Nº Páginas: 182
Sinopse:
A 'A Música das Esferas' reúne, prefaciados e revistos pela autora, três livros anteriormente publicados nas 'Edições Rolim': 'Um Esquema', 'O Príncipe Imperfeito', e 'Campos de Morangos para Sempre'.
Nº Páginas: 182
Sinopse:
A 'A Música das Esferas' reúne, prefaciados e revistos pela autora, três livros anteriormente publicados nas 'Edições Rolim': 'Um Esquema', 'O Príncipe Imperfeito', e 'Campos de Morangos para Sempre'.
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Edição: Abr 1998
Nº Páginas: 384
Sinopse:
Assim Falava Zaratustra (1883-1885), de Friedrich Nietzsche, é uma obra filosófica fundamental escrita em estilo poético e aforístico. Narra a jornada do profeta Zaratustra, que desce da montanha para ensinar a superação do homem, a morte de Deus, o eterno retorno e a vontade de poder, propondo o Übermensch (Super-homem) como sentido da terra.
Nº Páginas: 384
Sinopse:
Assim Falava Zaratustra (1883-1885), de Friedrich Nietzsche, é uma obra filosófica fundamental escrita em estilo poético e aforístico. Narra a jornada do profeta Zaratustra, que desce da montanha para ensinar a superação do homem, a morte de Deus, o eterno retorno e a vontade de poder, propondo o Übermensch (Super-homem) como sentido da terra.
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Edição: Abr 1997
Nº Páginas: 260
Sinopse:
“neste O Amor É, com o imprescindível suporte da comunicadora Inês Meneses, o médico psiquiatra Júlio Machado Vaz, o grande desconstrutor dos tabus em torno da sexualidade em Portugal, conduz o leitor pelos temas que a todos nos interessam e apaixonam: as paixões adolescentes, os amores adiados, os eficazes e os impossíveis, o alargamento da adolescência, a nostalgia da paixão, a inversão dos estereótipos culturais, a obsessão pela infância e pela morte, a omnipotência do teclado, as coisas das quais queremos livrar-nos porque nos trazem recordações amargas, a culpa judaico-cristã dos que querem partir mas ficam, os homens sós que antes não cozinhavam e hoje cozinham, a apologia do engate, a monogamia, as implicações da internet nas relações amorosas, as pessoas certas e as pessoas erradas (que por vezes se buscam), as separações e os divórcios, a ligação com os filhos, as compensações, os equilíbrios e as asneiras, a maturidade sexual dos homens, a disfunção eréctil, o pecado de ser mulher, a homossexualidade hoje e na Roma Antiga, a coabitação que não garante o amor, a casa própria que não o nega, os lutos das relações passadas, entre muitos outros. Um livro imperdível, sobre muito do que o amor é.”
Nº Páginas: 260
Sinopse:
“neste O Amor É, com o imprescindível suporte da comunicadora Inês Meneses, o médico psiquiatra Júlio Machado Vaz, o grande desconstrutor dos tabus em torno da sexualidade em Portugal, conduz o leitor pelos temas que a todos nos interessam e apaixonam: as paixões adolescentes, os amores adiados, os eficazes e os impossíveis, o alargamento da adolescência, a nostalgia da paixão, a inversão dos estereótipos culturais, a obsessão pela infância e pela morte, a omnipotência do teclado, as coisas das quais queremos livrar-nos porque nos trazem recordações amargas, a culpa judaico-cristã dos que querem partir mas ficam, os homens sós que antes não cozinhavam e hoje cozinham, a apologia do engate, a monogamia, as implicações da internet nas relações amorosas, as pessoas certas e as pessoas erradas (que por vezes se buscam), as separações e os divórcios, a ligação com os filhos, as compensações, os equilíbrios e as asneiras, a maturidade sexual dos homens, a disfunção eréctil, o pecado de ser mulher, a homossexualidade hoje e na Roma Antiga, a coabitação que não garante o amor, a casa própria que não o nega, os lutos das relações passadas, entre muitos outros. Um livro imperdível, sobre muito do que o amor é.”
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Edição: Jul 1996
Nº Páginas: 229
Sinopse:
Folhetim saído semanalmente no Diário de Notícias entre Outubro e Maio de 1986, em colaboração com a escritora Clara Pinto Correia. Cada capítulo foi escrito por um dos autores sem prévia consulta ao outro. Os capítulos terminam deixando as personagens numa situação embaraçosa. História mirabolante que percorre territórios e tempos de fantasia que fazem lembrar os dias de hoje.
Nº Páginas: 229
Sinopse:
Folhetim saído semanalmente no Diário de Notícias entre Outubro e Maio de 1986, em colaboração com a escritora Clara Pinto Correia. Cada capítulo foi escrito por um dos autores sem prévia consulta ao outro. Os capítulos terminam deixando as personagens numa situação embaraçosa. História mirabolante que percorre territórios e tempos de fantasia que fazem lembrar os dias de hoje.
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Edição: Abr 1997
Nº Páginas: 135
Sinopse:
O Número dos Vivos (1982), considerado o primeiro romance da autora, sendo as restantes obras usualmente consideradas novelas, situa-se mais uma vez num contexto de província, sendo as personagens principais mulheres, das quais se destacam Romana e Maria Emília, que parecem formar um binómio. Maria Emília recebe de presente da madrinha um espelho aos dezasseis anos, objecto simbólico – «foi aquele pequeno espelho que lhe abriu o destino» (p. 23) – que parece, primeiro, conferir uma nova identidade à jovem, que abandona a vida pobre no campo para passar a viver com uma família em Sangréus, como acompanhante de Romana, a única filha do casal. Maria Emília vai ganhando posição dentro da casa, enquanto que Romana acaba por desaparecer com um grupo de ciganos. Mais tarde, casa-se com Henrique e aos elementos neo-fantásticos do romance alia-se o que pode ser uma reescrita paródica de Madame Bovary. Maria Emília parece condensar em si certos traços de vampira, o que pode ser uma forma de evidenciar a vampirização social que realiza, ao ascender de posição. Entretanto, numa atitude de revolta para com aquele mundo de pequena burguesia em que se vê encurralada, entre a sogra e o marido, envolve-se com o sogro, e é também nessa relação incestuosa que parece recuperar do desprezo a que se sentia votada pelo marido, enquanto que o sogro vai definhando. Maria do Rosário, a filha ilegítima, nasce muda, o que Maria Emília acredita ser punição divina, e acaba por enlouquecer – «riso ácido dos loucos» (p. 177) – enquanto crê ser visitada por Romana em visões e aparições. Romana aparece aliás, por diversas vezes, descrita de forma ambígua, como uma presença fantasmática: «Tinha o rosto marmóreo e os olhos parados, muito claros e lisos, como que desprovidos de toda a consistência.» (p. 71); «Por onde ela passava, os móveis, os objectos, os quadros das paredes resplandeciam num luar de fósforo.» (p. 78).
Nº Páginas: 135
Sinopse:
O Número dos Vivos (1982), considerado o primeiro romance da autora, sendo as restantes obras usualmente consideradas novelas, situa-se mais uma vez num contexto de província, sendo as personagens principais mulheres, das quais se destacam Romana e Maria Emília, que parecem formar um binómio. Maria Emília recebe de presente da madrinha um espelho aos dezasseis anos, objecto simbólico – «foi aquele pequeno espelho que lhe abriu o destino» (p. 23) – que parece, primeiro, conferir uma nova identidade à jovem, que abandona a vida pobre no campo para passar a viver com uma família em Sangréus, como acompanhante de Romana, a única filha do casal. Maria Emília vai ganhando posição dentro da casa, enquanto que Romana acaba por desaparecer com um grupo de ciganos. Mais tarde, casa-se com Henrique e aos elementos neo-fantásticos do romance alia-se o que pode ser uma reescrita paródica de Madame Bovary. Maria Emília parece condensar em si certos traços de vampira, o que pode ser uma forma de evidenciar a vampirização social que realiza, ao ascender de posição. Entretanto, numa atitude de revolta para com aquele mundo de pequena burguesia em que se vê encurralada, entre a sogra e o marido, envolve-se com o sogro, e é também nessa relação incestuosa que parece recuperar do desprezo a que se sentia votada pelo marido, enquanto que o sogro vai definhando. Maria do Rosário, a filha ilegítima, nasce muda, o que Maria Emília acredita ser punição divina, e acaba por enlouquecer – «riso ácido dos loucos» (p. 177) – enquanto crê ser visitada por Romana em visões e aparições. Romana aparece aliás, por diversas vezes, descrita de forma ambígua, como uma presença fantasmática: «Tinha o rosto marmóreo e os olhos parados, muito claros e lisos, como que desprovidos de toda a consistência.» (p. 71); «Por onde ela passava, os móveis, os objectos, os quadros das paredes resplandeciam num luar de fósforo.» (p. 78).
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Edição: Abr 1993
Nº Páginas: 230
Sinopse:
E de súbiro, nas noites da rádio, um programa falou de sexualidade de um modo terno e audacioso, rigoroso e divertido. E isso aconteceu tanto a propósito de um filme, da carta de um ouvinte, de um poema de Eugénio de Andrade ou de um romance de Kundera. Este livro recolhe uma série desses programas, acompanhada de novos textos do autor. Júlio Machado Vaz é psiquiatra e responsável pelo programa televisivo «Sexualidades».
Nº Páginas: 230
Sinopse:
E de súbiro, nas noites da rádio, um programa falou de sexualidade de um modo terno e audacioso, rigoroso e divertido. E isso aconteceu tanto a propósito de um filme, da carta de um ouvinte, de um poema de Eugénio de Andrade ou de um romance de Kundera. Este livro recolhe uma série desses programas, acompanhada de novos textos do autor. Júlio Machado Vaz é psiquiatra e responsável pelo programa televisivo «Sexualidades».
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Edição: Set 2017
Nº Páginas: 360
Sinopse:
Žižek aborda temas como as migrações em massa, as tensões geopolíticas criadas pelo terrorismo, o islamismo, o incremento do populismo e o capitalismo autoritário chinês — todos eles exprimindo, em sua opinião, os impasses do capitalismo global. Aborda também de modo inovador as questões de sexualidade e os movimentos feministas, antirracistas e LGBT+ e a eleição de Trump.
Nº Páginas: 360
Sinopse:
Žižek aborda temas como as migrações em massa, as tensões geopolíticas criadas pelo terrorismo, o islamismo, o incremento do populismo e o capitalismo autoritário chinês — todos eles exprimindo, em sua opinião, os impasses do capitalismo global. Aborda também de modo inovador as questões de sexualidade e os movimentos feministas, antirracistas e LGBT+ e a eleição de Trump.
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Edição: Abr 1997
Nº Páginas: 340
Sinopse:
Vidas. Emoções. Dias que se resolvem, noites que se atrapalham de incertezas. Júlio Machado Vaz, conhecido psiquiatra, especialista em sexologia, experimenta desta feita os domínios da ficção. Uma ficção inundada dos muitos rostos e pessoas que conheceu no trabalho e fora dele. Sem compartimentos estanques, extravasa, a cada página, a sensibilidade de quem sabe ouvir.
Nº Páginas: 340
Sinopse:
Vidas. Emoções. Dias que se resolvem, noites que se atrapalham de incertezas. Júlio Machado Vaz, conhecido psiquiatra, especialista em sexologia, experimenta desta feita os domínios da ficção. Uma ficção inundada dos muitos rostos e pessoas que conheceu no trabalho e fora dele. Sem compartimentos estanques, extravasa, a cada página, a sensibilidade de quem sabe ouvir.
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Edição: Abr 2010
Nº Páginas: 624
Sinopse:
Verkhovenski e Stavróguin são os líderes de uma célula revolucionária russa. O seu objectivo é derrubar o governo, destruir a sociedade e tomar o poder. Mas quando o grupo está prestes a ser descoberto uma questão se coloca. Estarão os seus elementos dispostos a matar-se uns aos outros para encobrir o seu rasto? O romance baseia-se, em parte, na história de um estudante assassinado pelos seus colegas revolucionários. Mas é também uma descrição da Rússia do século XIX e uma acusação contra os que usam a violência em nome dos seus princípios. Tolerado por Lenine, banido por Estaline, cujo regime parece ter antecipadamente previsto, Dostoievski só seria redescoberto na URSS a partir dos anos 60 do século XX. É que a extrema atenção com que o autor de "Os Demónios" seguia os acontecimentos da sua época permitiu-lhe prever os excessos e sofrimentos para que o seu país caminhava. "Os romances de Dostoievski representam graus sucessivos de uma busca da existência de Deus; neles é elaborada uma profunda e radical filosofia da acção humana. Os heróis de Dostoievski estão embriagados de ideias e consomem-se no fogo da linguagem."
Nº Páginas: 624
Sinopse:
Verkhovenski e Stavróguin são os líderes de uma célula revolucionária russa. O seu objectivo é derrubar o governo, destruir a sociedade e tomar o poder. Mas quando o grupo está prestes a ser descoberto uma questão se coloca. Estarão os seus elementos dispostos a matar-se uns aos outros para encobrir o seu rasto? O romance baseia-se, em parte, na história de um estudante assassinado pelos seus colegas revolucionários. Mas é também uma descrição da Rússia do século XIX e uma acusação contra os que usam a violência em nome dos seus princípios. Tolerado por Lenine, banido por Estaline, cujo regime parece ter antecipadamente previsto, Dostoievski só seria redescoberto na URSS a partir dos anos 60 do século XX. É que a extrema atenção com que o autor de "Os Demónios" seguia os acontecimentos da sua época permitiu-lhe prever os excessos e sofrimentos para que o seu país caminhava. "Os romances de Dostoievski representam graus sucessivos de uma busca da existência de Deus; neles é elaborada uma profunda e radical filosofia da acção humana. Os heróis de Dostoievski estão embriagados de ideias e consomem-se no fogo da linguagem."
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Edição: Nov 2016
Nº Páginas: 688
Sinopse:
VENCEDOR DO MAN BOOKER PRIZE 2015 "UM DOS MELHORES LIVROS DO ANO" EM 23 LISTAS (INCLUINDO NEW YORK TIMES, TIME E AMAZON) Jamaica, 3 de Dezembro de 1976. Sete assassinos de metralhadoras em riste entram de rompante na casa de Bob Marley. Apesar de ferido no peito, o cantor de reggae sobrevive. Os homens nunca foram descobertos. Mais de oitenta mil pessoas assistem ao concerto que Marley dá dois dias depois. "Uma Breve História de Sete Assassinatos" é um livro que revela um poder narrativo ímpar para explorar este evento quase mítico. Com uma ação que atravessa três décadas e vários continentes, narra as vidas de vários personagens inesquecíveis — miúdos da favela, engates de uma noite, barões da droga, namoradas, assassinos, políticos, jornalistas, e mesmo agentes da CIA. "Uma Breve História de Sete Assassinatos" foi considerado um dos melhores e mais extraordinários romances do século XX, abordando as questões do poder, do dinheiro, do racismo e da violência.
Nº Páginas: 688
Sinopse:
VENCEDOR DO MAN BOOKER PRIZE 2015 "UM DOS MELHORES LIVROS DO ANO" EM 23 LISTAS (INCLUINDO NEW YORK TIMES, TIME E AMAZON) Jamaica, 3 de Dezembro de 1976. Sete assassinos de metralhadoras em riste entram de rompante na casa de Bob Marley. Apesar de ferido no peito, o cantor de reggae sobrevive. Os homens nunca foram descobertos. Mais de oitenta mil pessoas assistem ao concerto que Marley dá dois dias depois. "Uma Breve História de Sete Assassinatos" é um livro que revela um poder narrativo ímpar para explorar este evento quase mítico. Com uma ação que atravessa três décadas e vários continentes, narra as vidas de vários personagens inesquecíveis — miúdos da favela, engates de uma noite, barões da droga, namoradas, assassinos, políticos, jornalistas, e mesmo agentes da CIA. "Uma Breve História de Sete Assassinatos" foi considerado um dos melhores e mais extraordinários romances do século XX, abordando as questões do poder, do dinheiro, do racismo e da violência.
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Edição: Jun 2013
Nº Páginas: 280
Sinopse:
Uma poeta, na sua primeira festa literária em território inóspito, é resgatada por um colunista de jornal, acabando por partir numa incursão pelo continente que a leva a um inesperado encontro. Um jovem soldado, ao regressar da Segunda Guerra Mundial para os braços da sua noiva, sai na estação de comboio anterior à sua, encontrando numa quinta uma mulher com quem começa nova vida. Uma jovem mantém um caso com um advogado casado, contratado pelo seu pai para gerir os seus bens. Quando é descoberta, encontra uma forma surpreendente de lidar com a chantagista. Uma rapariga que sofre de insónias imagina, noite após noite, que assassina a irmã mais nova. Uma mãe resgata a sua filha no exacto momento em que uma mulher tresloucada invade o seu quintal. "Quem é capaz de dizer a um poeta a coisa perfeita acerca da sua poesia? E sem uma palavra a mais ou a menos, apenas o suficiente." Alice Munro, "Dolly", in "Amada Vida"
Nº Páginas: 280
Sinopse:
Uma poeta, na sua primeira festa literária em território inóspito, é resgatada por um colunista de jornal, acabando por partir numa incursão pelo continente que a leva a um inesperado encontro. Um jovem soldado, ao regressar da Segunda Guerra Mundial para os braços da sua noiva, sai na estação de comboio anterior à sua, encontrando numa quinta uma mulher com quem começa nova vida. Uma jovem mantém um caso com um advogado casado, contratado pelo seu pai para gerir os seus bens. Quando é descoberta, encontra uma forma surpreendente de lidar com a chantagista. Uma rapariga que sofre de insónias imagina, noite após noite, que assassina a irmã mais nova. Uma mãe resgata a sua filha no exacto momento em que uma mulher tresloucada invade o seu quintal. "Quem é capaz de dizer a um poeta a coisa perfeita acerca da sua poesia? E sem uma palavra a mais ou a menos, apenas o suficiente." Alice Munro, "Dolly", in "Amada Vida"
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Edição: Abr 2019
Nº Páginas: 192
Sinopse:
Uma mulher num avião escuta o desconhecido sentado a seu lado que lhe revela a história da sua vida: o seu emprego, o casamento e a angustiante noite que acabara de passar a enterrar o cão da família. Esta mulher é Faye, que está a caminho da Europa para promover o seu livro, acabado de publicar. Assim que aterra, as conversas que tem com as pessoas que conhece — sobre arte, família, política, amor, tristeza e alegria, justiça e injustiça — suscitam as perguntas mais abrangentes que o ser humano pode fazer. Estas conversas, sendo a última com o seu filho, levam Faye a uma conclusão bela mas dramática. "Kudos" completa de uma forma exuberante a trilogia de Rachel Cusk, iniciada com "A Contraluz" e "Trânsito".
Nº Páginas: 192
Sinopse:
Uma mulher num avião escuta o desconhecido sentado a seu lado que lhe revela a história da sua vida: o seu emprego, o casamento e a angustiante noite que acabara de passar a enterrar o cão da família. Esta mulher é Faye, que está a caminho da Europa para promover o seu livro, acabado de publicar. Assim que aterra, as conversas que tem com as pessoas que conhece — sobre arte, família, política, amor, tristeza e alegria, justiça e injustiça — suscitam as perguntas mais abrangentes que o ser humano pode fazer. Estas conversas, sendo a última com o seu filho, levam Faye a uma conclusão bela mas dramática. "Kudos" completa de uma forma exuberante a trilogia de Rachel Cusk, iniciada com "A Contraluz" e "Trânsito".
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Edição: Mar 2009
Nº Páginas: 88
Sinopse:
Uma jovem, Mary Cecilia Rogers, é assassinada nos arredores de Nova Iorque. Apesar dessa morte ter despertado um intenso e persistente interesse, o seu mistério ainda não fora resolvido quando Edgar Allan Poe escreve esta novela em Outubro de 1842. Deslocando o cenário do crime, Edgar Allan Poe procura descobrir o que se passou naquele dia em Nova Iorque, recorrendo apenas aos jornais que pode obter. Muito depois de "O Mistério de Maria Roget" ser escrito, as confissões de dois dos personagens envolvidos no crime de Cecília Rogers confirmariam a conclusão geral a que Poe chegara e até os seus principais detalhes hipotéticos. "O Barril de Amontillado" é um conto publicado pela primeira vez em Novembro de 1846 na Godey’s Lady’s Book. A história decorre numa cidade italiana, provavelmente no século XVIII, e conta a vingança do narrador sobre o amigo Fortunato que se teria atrevido a insultá-lo. "Eu seria vingado na devida altura; era este um ponto definitivamente assente - mas o carácter por completo definitivo com que fora determinado excluía a ideia de risco."
Nº Páginas: 88
Sinopse:
Uma jovem, Mary Cecilia Rogers, é assassinada nos arredores de Nova Iorque. Apesar dessa morte ter despertado um intenso e persistente interesse, o seu mistério ainda não fora resolvido quando Edgar Allan Poe escreve esta novela em Outubro de 1842. Deslocando o cenário do crime, Edgar Allan Poe procura descobrir o que se passou naquele dia em Nova Iorque, recorrendo apenas aos jornais que pode obter. Muito depois de "O Mistério de Maria Roget" ser escrito, as confissões de dois dos personagens envolvidos no crime de Cecília Rogers confirmariam a conclusão geral a que Poe chegara e até os seus principais detalhes hipotéticos. "O Barril de Amontillado" é um conto publicado pela primeira vez em Novembro de 1846 na Godey’s Lady’s Book. A história decorre numa cidade italiana, provavelmente no século XVIII, e conta a vingança do narrador sobre o amigo Fortunato que se teria atrevido a insultá-lo. "Eu seria vingado na devida altura; era este um ponto definitivamente assente - mas o carácter por completo definitivo com que fora determinado excluía a ideia de risco."
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Edição: Nov 2016
Nº Páginas: 160
Sinopse:
Uma ilha deserta no sul do Alasca, a que só se consegue chegar de barco ou de hidroavião, repleta de florestas e montanhas escarpadas. Este é o cenário que Jim escolhe para desenvolver em novas bases a relação com o filho Roy, de 13 anos, que mal conhece. Doze meses numa cabana isolada do resto do mundo, colaborando para enfrentar uma natureza rude. Parece uma boa oportunidade para recuperar o tempo perdido. Mas as difíceis condições de sobrevivência e a tensão emocional a que se veem sujeitos rapidamente transformam esta estada num pesadelo asfixiante, tornando a situação incontrolável. A Ilha de Sukkwan é uma história de um suspense avassalador. Com esta narrativa, que nos leva às profundezas da alma humana, David Vann afirmou-se como um dos escritores norte-americanos de primeiro plano.
Nº Páginas: 160
Sinopse:
Uma ilha deserta no sul do Alasca, a que só se consegue chegar de barco ou de hidroavião, repleta de florestas e montanhas escarpadas. Este é o cenário que Jim escolhe para desenvolver em novas bases a relação com o filho Roy, de 13 anos, que mal conhece. Doze meses numa cabana isolada do resto do mundo, colaborando para enfrentar uma natureza rude. Parece uma boa oportunidade para recuperar o tempo perdido. Mas as difíceis condições de sobrevivência e a tensão emocional a que se veem sujeitos rapidamente transformam esta estada num pesadelo asfixiante, tornando a situação incontrolável. A Ilha de Sukkwan é uma história de um suspense avassalador. Com esta narrativa, que nos leva às profundezas da alma humana, David Vann afirmou-se como um dos escritores norte-americanos de primeiro plano.
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Edição: Set 2017
Nº Páginas: 80
Sinopse:
Uma História de Xadrez é a única obra em que Zweig aborda a questão do nazismo. O narrador viaja de navio de Nova Iorque para Buenos Aires e toma conhecimento de que a bordo segue também o arrogante campeão mundial de xadrez Mirko Czentovic.
Nº Páginas: 80
Sinopse:
Uma História de Xadrez é a única obra em que Zweig aborda a questão do nazismo. O narrador viaja de navio de Nova Iorque para Buenos Aires e toma conhecimento de que a bordo segue também o arrogante campeão mundial de xadrez Mirko Czentovic.
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Edição: Abr 1998
Nº Páginas: 150
Sinopse:
Uma explicitação possível . A primeira história conta que, desde sempre, Teresa Martin quis entrar no Carmelo de Lisieux. Que, aos quinze anos, de facto, entrou, e aí morrerá aos vinte e quatro anos, de tuberculose. É a primeira história — a súmula biográfica. A segunda história chamou-lhe Teresinha do Menino Jesus, colocou-lhe um ramo de rosas nas mãos, uma coroa de rosas na cabeça, canonizou-a e, há meses, fez dela Doutora da Igreja — a terceira, depois de Catarina de Sena e de Teresa de Ávila. Esta é a história institucional, a grande, e a sua súmula heróica. A terceira história contou-a ela. Em vários poemas, peças de teatro conventuais e textos autobiográficos. Sobretudo no manuscrito C, como é conhecido. (…) Este livro é a quarta história. Conhece a biografia, e passa adiante. Sabe da heroína, e não lhe interessa. Admira a crente sem desposar o seu movimento. Confronta a arte de viver da amorosa com a exigência da ressurreição dos corpos, última e definitiva aspiração do texto ardente. Subjacente ao Deus sive natura que o move, o texto afirma que há um Amor sive legens para o entender. O percurso de um corpo como súmula da sua potência de agir. Maria Gabriela Llansol
Nº Páginas: 150
Sinopse:
Uma explicitação possível . A primeira história conta que, desde sempre, Teresa Martin quis entrar no Carmelo de Lisieux. Que, aos quinze anos, de facto, entrou, e aí morrerá aos vinte e quatro anos, de tuberculose. É a primeira história — a súmula biográfica. A segunda história chamou-lhe Teresinha do Menino Jesus, colocou-lhe um ramo de rosas nas mãos, uma coroa de rosas na cabeça, canonizou-a e, há meses, fez dela Doutora da Igreja — a terceira, depois de Catarina de Sena e de Teresa de Ávila. Esta é a história institucional, a grande, e a sua súmula heróica. A terceira história contou-a ela. Em vários poemas, peças de teatro conventuais e textos autobiográficos. Sobretudo no manuscrito C, como é conhecido. (…) Este livro é a quarta história. Conhece a biografia, e passa adiante. Sabe da heroína, e não lhe interessa. Admira a crente sem desposar o seu movimento. Confronta a arte de viver da amorosa com a exigência da ressurreição dos corpos, última e definitiva aspiração do texto ardente. Subjacente ao Deus sive natura que o move, o texto afirma que há um Amor sive legens para o entender. O percurso de um corpo como súmula da sua potência de agir. Maria Gabriela Llansol
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Edição: Mai 2014
Nº Páginas: 688
Sinopse:
UMA DAS OBRAS DE REFERÊNCIA SOBRE A 1.ª GUERRA MUNDIALEm 1914, a Europa mergulhava no primeiro ato de autossacrifício do século XX — a Grande Guerra, como ficou conhecida na altura. No seu centenário, Max Hastings explica simultaneamente como se desencadeou o conflito e o que aconteceu a milhões de homens e mulheres durante os primeiros meses da contenda. Desvenda ainda provas esmagadoras de que a Áustria e a Alemanha devem assumir as culpas principais pelo deflagrar da guerra. O que se seguiu foi uma tragédia de grandes proporções, com o autor a argumentar que era vital para a liberdade da Europa que a Alemanha do Kaiser fosse derrotada. A narração das primeiras batalhas irá surpreender aqueles que têm desta guerra uma simples imagem de lama, trincheiras e arame farpado.Hastings descreve em pormenor o dia mais sangrento de toda a guerra ocidental, 22 de agosto de 1914, quando pereceram 27 mil franceses, e relata as lutas brutais na Sérvia e na Prússia Oriental, onde, até ao Natal, alemães, austríacos, russos e sérvios infligiram entre si 3 milhões de baixas.O livro mostra o que aconteceu à Europa em 1914, através da abordagem detalhada mas acessível do historiador, que cruza testemunhos generais e estadistas, camponeses e donas de casa e soldados de sete nações. A sua narrativa desfaz mitos e fornece algumas opiniões surpreendentes e controversas. Um livro multipremiado, presente nas listas dos melhores do ano das mais prestigiadas publicações mundiais.
Nº Páginas: 688
Sinopse:
UMA DAS OBRAS DE REFERÊNCIA SOBRE A 1.ª GUERRA MUNDIALEm 1914, a Europa mergulhava no primeiro ato de autossacrifício do século XX — a Grande Guerra, como ficou conhecida na altura. No seu centenário, Max Hastings explica simultaneamente como se desencadeou o conflito e o que aconteceu a milhões de homens e mulheres durante os primeiros meses da contenda. Desvenda ainda provas esmagadoras de que a Áustria e a Alemanha devem assumir as culpas principais pelo deflagrar da guerra. O que se seguiu foi uma tragédia de grandes proporções, com o autor a argumentar que era vital para a liberdade da Europa que a Alemanha do Kaiser fosse derrotada. A narração das primeiras batalhas irá surpreender aqueles que têm desta guerra uma simples imagem de lama, trincheiras e arame farpado.Hastings descreve em pormenor o dia mais sangrento de toda a guerra ocidental, 22 de agosto de 1914, quando pereceram 27 mil franceses, e relata as lutas brutais na Sérvia e na Prússia Oriental, onde, até ao Natal, alemães, austríacos, russos e sérvios infligiram entre si 3 milhões de baixas.O livro mostra o que aconteceu à Europa em 1914, através da abordagem detalhada mas acessível do historiador, que cruza testemunhos generais e estadistas, camponeses e donas de casa e soldados de sete nações. A sua narrativa desfaz mitos e fornece algumas opiniões surpreendentes e controversas. Um livro multipremiado, presente nas listas dos melhores do ano das mais prestigiadas publicações mundiais.
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Edição: Jul 2019
Nº Páginas: 464
Sinopse:
Uma coletânea que abarca mais de duas décadas de escritos de uma intelectual provocadora. Muitas coisas mudaram desde que Camille Paglia surgiu com o seu inovador "Personas Sexuais". Mas as lúcidas conceções desta grande pensadora norte-americana continuam na vanguarda — não só pela sua capacidade de captar o tom do momento mas também por ser capaz de antecipar tendências sociais e culturais. Com uma introdução em forma de manifesto fervoroso em que Paglia expõe as convicções fundamentais que caracterizam a sua escrita — a liberdade de expressão, a necessidade de investigação audaciosa e um profundo respeito por toda a arte, erudita ou popular —, Provocações reúne um conjunto de textos que faz luz sobre os mais variados temas, dos óscares ao atual presidente dos EUA, passando pelo punk rock.
Nº Páginas: 464
Sinopse:
Uma coletânea que abarca mais de duas décadas de escritos de uma intelectual provocadora. Muitas coisas mudaram desde que Camille Paglia surgiu com o seu inovador "Personas Sexuais". Mas as lúcidas conceções desta grande pensadora norte-americana continuam na vanguarda — não só pela sua capacidade de captar o tom do momento mas também por ser capaz de antecipar tendências sociais e culturais. Com uma introdução em forma de manifesto fervoroso em que Paglia expõe as convicções fundamentais que caracterizam a sua escrita — a liberdade de expressão, a necessidade de investigação audaciosa e um profundo respeito por toda a arte, erudita ou popular —, Provocações reúne um conjunto de textos que faz luz sobre os mais variados temas, dos óscares ao atual presidente dos EUA, passando pelo punk rock.
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