8964 produtos
Ordenar por:
8964 produtos
Edição: Mai 2017
Nº Páginas: 400
Sinopse:
Relatório Minoritário e Outros Contos é uma seleção das doze histórias mais importantes de Philip K. Dick. O conjunto é representativo de toda a sua obra, e revela-nos um autor em pleno domínio das suas capacidades narrativas.
Nº Páginas: 400
Sinopse:
Relatório Minoritário e Outros Contos é uma seleção das doze histórias mais importantes de Philip K. Dick. O conjunto é representativo de toda a sua obra, e revela-nos um autor em pleno domínio das suas capacidades narrativas.
{
Alpine.store('xUpdateVariantQuanity').updateQuantity('template--27869115384074__product-grid', '/products/relatorio-minoritario-de-philip-k-dick-6462589');
});">
Edição: Mar 2015
Nº Páginas: 152
Sinopse:
Raymond Carver, com a sua escrita sucinta e coloquial, aliada a uma percepção perspicaz do modo como as pessoas comunicam, fez com que esta colecção de contos se tornasse uma das mais influentes da moderna literatura.
Nº Páginas: 152
Sinopse:
Raymond Carver, com a sua escrita sucinta e coloquial, aliada a uma percepção perspicaz do modo como as pessoas comunicam, fez com que esta colecção de contos se tornasse uma das mais influentes da moderna literatura.
{
Alpine.store('xUpdateVariantQuanity').updateQuantity('template--27869115384074__product-grid', '/products/de-que-falamos-quando-falamos-de-amor-de-raymond-carver-5537651');
});">
Edição: Mai 2015
Nº Páginas: 360
Sinopse:
Rachel Kushner escreveu um romance cuja acção decorre na comunidade americana de Cuba, durante os anos que levaram à revolução de Fidel Castro. "Telex de Cuba" é o primeiro romance a contar a história dos americanos que foram expulsos da ilha em 1958.
Nº Páginas: 360
Sinopse:
Rachel Kushner escreveu um romance cuja acção decorre na comunidade americana de Cuba, durante os anos que levaram à revolução de Fidel Castro. "Telex de Cuba" é o primeiro romance a contar a história dos americanos que foram expulsos da ilha em 1958.
{
Alpine.store('xUpdateVariantQuanity').updateQuantity('template--27869115384074__product-grid', '/products/telex-de-cuba-de-rachel-kushner-5594681');
});">
Edição: Abr 2000
Nº Páginas: 194
Sinopse:
Quatro contos da autora de "O Rosto de Deus" que, como Carla, a personagem de "Anamnese", o primeiro conto, ao ver "a casa", temos a "impressão de reconhecer", de ter estado ali antes. Como se regressássemos às leituras mágicas da infância e nos embrenhássemos de tal modo nas histórias como se nada mais existisse. Porque esta é uma escrita quase hipnótica, que nos seduz e à qual não resistimos (é bastante difícil parar de ler), que vem "do fundo dos tempos, do fundo da terra, do fundo do sangue". Uma teia onde temos vontade de afundar-nos, bela e terrível, como Tom. Excerto da Obra "Inclinou-se para ela e beijou-a nos lábios. - Adoro-te, Patrícia. Deitaram-se na erva os dois e Tom falou-lhe lentamente do vale, como se contasse uma história, este lugar é a prisão dos pássaros e dos anjos, a prisão das estrelas, vou ensinar-te o nome das estrelas e poderás chamá-las uma por uma, e contar as portas de onde nascem, este lugar é o depósito do granizo e do vento, da névoa e das nuvens, do orvalho, as águas que estão sobre o céu são do sexo masculino, as águas que estão debaixo da terra são do sexo feminino, e quando as águas se misturarem... - Quando as águas se misturarem - disse Patrícia baixinho. Ele puxou-a para si e beijou-a de novo. - Será a altura de engendrarmos feras e pássaros. Os seus corpos juntos, era quase insuportável, ela sentiu vontade de gritar que não queria esperar mais, que não tinha medo. Mas ele afastou-se um pouco e focou a olhar para o céu, imóvel, como esquecido da sua presença. Patrícia encostou-se suavemente ao seu braço e fechou os olhos. A presença dele, o som da cascata, eram tão intensos que a levaram para longe, para dentro de si, adormeceu."
Nº Páginas: 194
Sinopse:
Quatro contos da autora de "O Rosto de Deus" que, como Carla, a personagem de "Anamnese", o primeiro conto, ao ver "a casa", temos a "impressão de reconhecer", de ter estado ali antes. Como se regressássemos às leituras mágicas da infância e nos embrenhássemos de tal modo nas histórias como se nada mais existisse. Porque esta é uma escrita quase hipnótica, que nos seduz e à qual não resistimos (é bastante difícil parar de ler), que vem "do fundo dos tempos, do fundo da terra, do fundo do sangue". Uma teia onde temos vontade de afundar-nos, bela e terrível, como Tom. Excerto da Obra "Inclinou-se para ela e beijou-a nos lábios. - Adoro-te, Patrícia. Deitaram-se na erva os dois e Tom falou-lhe lentamente do vale, como se contasse uma história, este lugar é a prisão dos pássaros e dos anjos, a prisão das estrelas, vou ensinar-te o nome das estrelas e poderás chamá-las uma por uma, e contar as portas de onde nascem, este lugar é o depósito do granizo e do vento, da névoa e das nuvens, do orvalho, as águas que estão sobre o céu são do sexo masculino, as águas que estão debaixo da terra são do sexo feminino, e quando as águas se misturarem... - Quando as águas se misturarem - disse Patrícia baixinho. Ele puxou-a para si e beijou-a de novo. - Será a altura de engendrarmos feras e pássaros. Os seus corpos juntos, era quase insuportável, ela sentiu vontade de gritar que não queria esperar mais, que não tinha medo. Mas ele afastou-se um pouco e focou a olhar para o céu, imóvel, como esquecido da sua presença. Patrícia encostou-se suavemente ao seu braço e fechou os olhos. A presença dele, o som da cascata, eram tão intensos que a levaram para longe, para dentro de si, adormeceu."
{
Alpine.store('xUpdateVariantQuanity').updateQuantity('template--27869115384074__product-grid', '/products/se-eu-morrer-antes-de-acordar-de-ana-teresa-pereira-4844138');
});">
Edição: Abr 2002
Nº Páginas: 412
Sinopse:
Quase 20 anos passados sobre a publicação de Adeus, Princesa (talvez o maior êxito de Clara Pinto Correia, e que Jorge Paixão da Costa transpôs para o cinema), a autora transportou para os arredores de Lisboa nos dias de hoje os protagonistas daquele livro, as personagens de Bárbara Emília, Joaquim Peixoto e Sebastião Curto. O novo livro da escritora (e bióloga, e professora universitária, e colaboradora da revista Visão, e autora de programas televisivos), o 34º na sua bibliografia, passa-se nos subúrbios de uma cidade que cresceu de forma desordenada, cheia de prédios que mais parecem caixotes ou jaulas a que se regressa após um dia de trabalho, para passar a noite a olhar para outro caixote, a televisão, numa sociedade em que as pessoas não conseguem ser felizes nem sequer já têm o sonho da felicidade, e se viram para os medicamentos como escape mais fácil de uma vida que não sabem, ou não podem, construir. Como disse CPC em entrevista ao JL (6.3.02): “Se com o ‘Adeus, Princesa’ o pano social de fundo era o princípio do esfarelar do sonho comunista no Alentejo, agora será a degradação da qualidade de vida das pessoas e a degeneração completa dos sentidos todos.” E acrescenta: “ (Espero com este meu livro) pôr as pessoas a pensar em coisas sobre as quais elas tendem a andar distraídas.” A “Arma dos Juízes” é ao mesmo tempo um thriller policial, onde corre uma investigação, onde se fala da corrupção e do tráfico de influências, escrito num tom vivo e coloquial.
Nº Páginas: 412
Sinopse:
Quase 20 anos passados sobre a publicação de Adeus, Princesa (talvez o maior êxito de Clara Pinto Correia, e que Jorge Paixão da Costa transpôs para o cinema), a autora transportou para os arredores de Lisboa nos dias de hoje os protagonistas daquele livro, as personagens de Bárbara Emília, Joaquim Peixoto e Sebastião Curto. O novo livro da escritora (e bióloga, e professora universitária, e colaboradora da revista Visão, e autora de programas televisivos), o 34º na sua bibliografia, passa-se nos subúrbios de uma cidade que cresceu de forma desordenada, cheia de prédios que mais parecem caixotes ou jaulas a que se regressa após um dia de trabalho, para passar a noite a olhar para outro caixote, a televisão, numa sociedade em que as pessoas não conseguem ser felizes nem sequer já têm o sonho da felicidade, e se viram para os medicamentos como escape mais fácil de uma vida que não sabem, ou não podem, construir. Como disse CPC em entrevista ao JL (6.3.02): “Se com o ‘Adeus, Princesa’ o pano social de fundo era o princípio do esfarelar do sonho comunista no Alentejo, agora será a degradação da qualidade de vida das pessoas e a degeneração completa dos sentidos todos.” E acrescenta: “ (Espero com este meu livro) pôr as pessoas a pensar em coisas sobre as quais elas tendem a andar distraídas.” A “Arma dos Juízes” é ao mesmo tempo um thriller policial, onde corre uma investigação, onde se fala da corrupção e do tráfico de influências, escrito num tom vivo e coloquial.
{
Alpine.store('xUpdateVariantQuanity').updateQuantity('template--27869115384074__product-grid', '/products/a-arma-dos-juizes-de-clara-pinto-correia-2605013');
});">
Edição: Jan 2019
Nº Páginas: 440
Sinopse:
Quando Tess Durbeyfield, instigada pela pobreza, se dirige à abastada família D’Urbervilles, o encontro com o seu "primo" Alec revela-se um momento perigoso. Um homem, Angel Clare, oferece-lhe o que parece ser amor e salvação, e Tess tem de decidir se revela o seu passado ou se mantém o silêncio, na esperança de um futuro melhor. Tendo como personagem uma Tess crítica e vítima das convenções sociais, este é um dos romances mais comoventes de Thomas Hardy.
Nº Páginas: 440
Sinopse:
Quando Tess Durbeyfield, instigada pela pobreza, se dirige à abastada família D’Urbervilles, o encontro com o seu "primo" Alec revela-se um momento perigoso. Um homem, Angel Clare, oferece-lhe o que parece ser amor e salvação, e Tess tem de decidir se revela o seu passado ou se mantém o silêncio, na esperança de um futuro melhor. Tendo como personagem uma Tess crítica e vítima das convenções sociais, este é um dos romances mais comoventes de Thomas Hardy.
{
Alpine.store('xUpdateVariantQuanity').updateQuantity('template--27869115384074__product-grid', '/products/tess-dos-d-urbervilles-de-thomas-hardy-6864193');
});">
Edição: Jun 2011
Nº Páginas: 352
Sinopse:
Quando Tchékhov, então um jovem médico, partiu para a ilha de Sacalina em Abril de 1890, ninguém compreendeu as suas motivações. Ele próprio, incapaz de se explicar, falou de "mania sacalina". Nabokov fez-se eco dessa perplexidade: "Normalmente, os críticos que escrevem sobre Tchékhov repetem que acham de todo incompreensível o facto de, em 1890, o escritor ter empreendido uma viagem perigosa e fatigante à ilha de Sacalina para estudar a vida dos condenados aos trabalhos forçados." Trata-se, de qualquer modo, do episódio mais estranho da vida de Tchékhov. Tendo decidido investigar aquele lugar maldito, pôs-se a caminho, em condições mais do que precárias. Decidira não se apresentar como jornalista e não possuía qualquer carta de recomendação ou documento oficial. Após dois meses e meio de viagem extenuante, o mais provável era ser obrigado a regressar. Enfrentou o frio, a chuva, as inundações e os incêndios, e finalmente lá estava, ao largo da Sibéria, a ilha de Sacalina: "Em redor o mar, no meio o inferno."
Nº Páginas: 352
Sinopse:
Quando Tchékhov, então um jovem médico, partiu para a ilha de Sacalina em Abril de 1890, ninguém compreendeu as suas motivações. Ele próprio, incapaz de se explicar, falou de "mania sacalina". Nabokov fez-se eco dessa perplexidade: "Normalmente, os críticos que escrevem sobre Tchékhov repetem que acham de todo incompreensível o facto de, em 1890, o escritor ter empreendido uma viagem perigosa e fatigante à ilha de Sacalina para estudar a vida dos condenados aos trabalhos forçados." Trata-se, de qualquer modo, do episódio mais estranho da vida de Tchékhov. Tendo decidido investigar aquele lugar maldito, pôs-se a caminho, em condições mais do que precárias. Decidira não se apresentar como jornalista e não possuía qualquer carta de recomendação ou documento oficial. Após dois meses e meio de viagem extenuante, o mais provável era ser obrigado a regressar. Enfrentou o frio, a chuva, as inundações e os incêndios, e finalmente lá estava, ao largo da Sibéria, a ilha de Sacalina: "Em redor o mar, no meio o inferno."
{
Alpine.store('xUpdateVariantQuanity').updateQuantity('template--27869115384074__product-grid', '/products/a-ilha-de-sacalina-de-anton-tchekhov-4844871');
});">
Edição: Mar 2020
Nº Páginas: 240
Sinopse:
Quando os espetaculares avanços tecnológicos dos nossos dias nos facilitaram o acesso ao conhecimento como nunca antes, quando vivemos mais e melhor, quando o "terceiro mundo" se desenvolve... Quando, pela primeira vez, se poderia conduzir a humanidade a uma era de liberdade e progresso, o mundo parece seguir na direção oposta, rumo à destruição de tudo o que foi alcançado. Como chegámos aqui? Há alguns anos, Amin Maalouf disse que as nossas civilizações estão esgotadas e forneceu os motivos: desconfiança em relação ao "Outro", xenofobia, intolerância política e religiosa, populismo, individualismo e a insularidade do nacionalismo, racismo... Hoje em dia fala diretamente de "naufrágio iminente". Não há desejo de um passado melhor nas suas palavras, ele está apenas preocupado com o futuro desta "era desconcertante", o futuro das novas gerações, que possa desaparecer o que deu sentido à aventura humana. Tão-pouco se deixa levar pelo pessimismo ou prega o desânimo, apenas faz um apelo lúcido à responsabilidade coletiva, deixando a porta da esperança entreaberta para o mundo se reorientar, pois como escreveu: "Melhor enganar-se na esperança do que acertar no desespero". A América, embora ainda seja a única superpotência, está a perder toda a credibilidade moral. A Europa, que ofereceu ao seu povo e ao resto da humanidade o projeto mais ambicioso e mais reconfortante do nosso tempo, está a fragmentar-se. O mundo árabe-muçulmano atravessa uma profunda crise que mergulha o seu povo no desespero e tem repercussões calamitosas em todo o mundo. Grandes nações "emergentes" ou "renascentes", como a China, a Índia ou a Rússia estão a surgir no cenário mundial num ambiente deletério, onde reina o cada um por si e a lei do mais forte. Uma nova corrida ao armamento parece inevitável. Sem mencionar as sérias ameaças (clima, meio ambiente, saúde) que estão a pesar no planeta e que só poderíamos enfrentar com uma solidariedade global que precisamente nos falta. Há mais de meio século que o autor observa o mundo e o percorre. Estava em Saigão no final da Guerra do Vietname, em Teerão durante o advento da República Islâmica. Neste livro poderoso e abrangente, faz de espectador engajado e pensador, misturando histórias e reflexões, às vezes contando grandes eventos de que foi uma das poucas testemunhas oculares, e depois elevando-se ao papel de historiador acima da sua própria experiência para nos explicar por que sucessivos desvios a humanidade passou para se encontrar assim no limiar do naufrágio.
Nº Páginas: 240
Sinopse:
Quando os espetaculares avanços tecnológicos dos nossos dias nos facilitaram o acesso ao conhecimento como nunca antes, quando vivemos mais e melhor, quando o "terceiro mundo" se desenvolve... Quando, pela primeira vez, se poderia conduzir a humanidade a uma era de liberdade e progresso, o mundo parece seguir na direção oposta, rumo à destruição de tudo o que foi alcançado. Como chegámos aqui? Há alguns anos, Amin Maalouf disse que as nossas civilizações estão esgotadas e forneceu os motivos: desconfiança em relação ao "Outro", xenofobia, intolerância política e religiosa, populismo, individualismo e a insularidade do nacionalismo, racismo... Hoje em dia fala diretamente de "naufrágio iminente". Não há desejo de um passado melhor nas suas palavras, ele está apenas preocupado com o futuro desta "era desconcertante", o futuro das novas gerações, que possa desaparecer o que deu sentido à aventura humana. Tão-pouco se deixa levar pelo pessimismo ou prega o desânimo, apenas faz um apelo lúcido à responsabilidade coletiva, deixando a porta da esperança entreaberta para o mundo se reorientar, pois como escreveu: "Melhor enganar-se na esperança do que acertar no desespero". A América, embora ainda seja a única superpotência, está a perder toda a credibilidade moral. A Europa, que ofereceu ao seu povo e ao resto da humanidade o projeto mais ambicioso e mais reconfortante do nosso tempo, está a fragmentar-se. O mundo árabe-muçulmano atravessa uma profunda crise que mergulha o seu povo no desespero e tem repercussões calamitosas em todo o mundo. Grandes nações "emergentes" ou "renascentes", como a China, a Índia ou a Rússia estão a surgir no cenário mundial num ambiente deletério, onde reina o cada um por si e a lei do mais forte. Uma nova corrida ao armamento parece inevitável. Sem mencionar as sérias ameaças (clima, meio ambiente, saúde) que estão a pesar no planeta e que só poderíamos enfrentar com uma solidariedade global que precisamente nos falta. Há mais de meio século que o autor observa o mundo e o percorre. Estava em Saigão no final da Guerra do Vietname, em Teerão durante o advento da República Islâmica. Neste livro poderoso e abrangente, faz de espectador engajado e pensador, misturando histórias e reflexões, às vezes contando grandes eventos de que foi uma das poucas testemunhas oculares, e depois elevando-se ao papel de historiador acima da sua própria experiência para nos explicar por que sucessivos desvios a humanidade passou para se encontrar assim no limiar do naufrágio.
{
Alpine.store('xUpdateVariantQuanity').updateQuantity('template--27869115384074__product-grid', '/products/o-naufragio-das-civilizacoes-de-amin-maalouf-7126543');
});">
Edição: Jan 2016
Nº Páginas: 252
Sinopse:
Quando Henrietta, com apenas onze anos, chega a Paris, para viver com os Fishers, pouco sabe acerca dos fascinantes segredos que envolvem a casa. Henrietta descobre depois que a sua visita coincide com a de Leopold, um jovem que veio a Paris para ser apresentado à mãe que nunca conheceu.
Nº Páginas: 252
Sinopse:
Quando Henrietta, com apenas onze anos, chega a Paris, para viver com os Fishers, pouco sabe acerca dos fascinantes segredos que envolvem a casa. Henrietta descobre depois que a sua visita coincide com a de Leopold, um jovem que veio a Paris para ser apresentado à mãe que nunca conheceu.
{
Alpine.store('xUpdateVariantQuanity').updateQuantity('template--27869115384074__product-grid', '/products/a-casa-em-paris-de-elizabeth-bowen-5790463');
});">
Edição: Jun 2015
Nº Páginas: 360
Sinopse:
Quando foi publicada a primeira edição deste livro, em 1964, "Apocalípticos e Integrados" era apenas um título algo insólito.Desde então tornou-se uma expressão de uso corrente, uma oposição muitas vezes usada para caracterizar a relação que se tem com os media. No início dos anos 60, era quase escandaloso aplicar os instrumentos de uma investigação rigorosa às canções, às narrativas populares e à televisão. Hoje já ninguém duvida de que a enorme difusão dos meios de comunicação de massas transformou a nossa sociedade e que os termos "apocalíptico" e "integrado", que usamos em relação a eles, fazem parte do pensamento e da linguagem quotidianos. Muitas das ideias expressas por Umberto Eco nesta obra, mesmo que impregnadas pelo ambiente da época, fazem agora parte das aquisições do pensamento contemporâneo.
Nº Páginas: 360
Sinopse:
Quando foi publicada a primeira edição deste livro, em 1964, "Apocalípticos e Integrados" era apenas um título algo insólito.Desde então tornou-se uma expressão de uso corrente, uma oposição muitas vezes usada para caracterizar a relação que se tem com os media. No início dos anos 60, era quase escandaloso aplicar os instrumentos de uma investigação rigorosa às canções, às narrativas populares e à televisão. Hoje já ninguém duvida de que a enorme difusão dos meios de comunicação de massas transformou a nossa sociedade e que os termos "apocalíptico" e "integrado", que usamos em relação a eles, fazem parte do pensamento e da linguagem quotidianos. Muitas das ideias expressas por Umberto Eco nesta obra, mesmo que impregnadas pelo ambiente da época, fazem agora parte das aquisições do pensamento contemporâneo.
{
Alpine.store('xUpdateVariantQuanity').updateQuantity('template--27869115384074__product-grid', '/products/apocaliticos-e-integrados-de-umberto-eco-5607752');
});">
Edição: Set 2015
Nº Páginas: 264
Sinopse:
Publicado pela primeira vez em 1917, Húmus, de Raul Brandão, apresenta-se sob a forma de um diário fragmentário e elíptico, cujo narrador descreve o quotidiano dos habitantes de uma vila, que intercala com as suas reflexões pessoais."Na visão de Raul Brandão, a dor é o fundamento da criação e o elo invisível que une cada ser ao universo. Por tudo isto, Húmus é um romance poético. É-o, também, por ter sido escrito à revelia de qualquer género." Da Introdução de Maria João Reynaud.
Nº Páginas: 264
Sinopse:
Publicado pela primeira vez em 1917, Húmus, de Raul Brandão, apresenta-se sob a forma de um diário fragmentário e elíptico, cujo narrador descreve o quotidiano dos habitantes de uma vila, que intercala com as suas reflexões pessoais."Na visão de Raul Brandão, a dor é o fundamento da criação e o elo invisível que une cada ser ao universo. Por tudo isto, Húmus é um romance poético. É-o, também, por ter sido escrito à revelia de qualquer género." Da Introdução de Maria João Reynaud.
{
Alpine.store('xUpdateVariantQuanity').updateQuantity('template--27869115384074__product-grid', '/products/humus-de-raul-brandao-5656330');
});">
Edição: Jan 2018
Nº Páginas: 184
Sinopse:
Publicado em 1925, Mrs. Dalloway é o primeiro dos romances de Virginia Woolf que subverte a narrativa tradicional. O título inicial do livro era As Horas, uma referência ao tempo em que a acção decorre. A I Grande Guerra terminou, o calor do Verão invade Londres e Clarissa, Mrs. Dalloway, prepara-se para dar uma das suas festas. Mas quando a noite se aproxima, a chegada de Peter Walsh, o seu primeiro amor regressado da Índia, vai despertar o passado, trazendo-lhe à memória os sonhos adolescentes e a discussão que muitos anos antes a precipitou num casamento sem fulgor. De súbito, Clarissa tem consciência da força da vida em seu redor, de Peter inalterado e contudo diverso, e da sua filha Elizabeth que se está a tornar uma mulher. Virginia Woolf expõe assim diferentes modos de sentir, evocando, mais que o espírito do tempo, o espírito da própria vida no olhar de cada personagem. Mas a originalidade maior do livro vem dessa espécie de duplo de Mrs. Dalloway, Septimus Warren Smith, enlouquecendo em silêncio com o trauma da guerra e com quem Clarissa parece partilhar uma mesma consciência.
Nº Páginas: 184
Sinopse:
Publicado em 1925, Mrs. Dalloway é o primeiro dos romances de Virginia Woolf que subverte a narrativa tradicional. O título inicial do livro era As Horas, uma referência ao tempo em que a acção decorre. A I Grande Guerra terminou, o calor do Verão invade Londres e Clarissa, Mrs. Dalloway, prepara-se para dar uma das suas festas. Mas quando a noite se aproxima, a chegada de Peter Walsh, o seu primeiro amor regressado da Índia, vai despertar o passado, trazendo-lhe à memória os sonhos adolescentes e a discussão que muitos anos antes a precipitou num casamento sem fulgor. De súbito, Clarissa tem consciência da força da vida em seu redor, de Peter inalterado e contudo diverso, e da sua filha Elizabeth que se está a tornar uma mulher. Virginia Woolf expõe assim diferentes modos de sentir, evocando, mais que o espírito do tempo, o espírito da própria vida no olhar de cada personagem. Mas a originalidade maior do livro vem dessa espécie de duplo de Mrs. Dalloway, Septimus Warren Smith, enlouquecendo em silêncio com o trauma da guerra e com quem Clarissa parece partilhar uma mesma consciência.
{
Alpine.store('xUpdateVariantQuanity').updateQuantity('template--27869115384074__product-grid', '/products/mrs-dalloway-de-virginia-woolf-6472483');
});">
Edição: Abr 1997
Nº Páginas: 132
Sinopse:
Publicado em 1922, "O Banqueiro Anarquista" é uma espécie de «sátira dialéctica» ou «conto do raciocínio», como a ele se referia o próprio Pessoa.
Nº Páginas: 132
Sinopse:
Publicado em 1922, "O Banqueiro Anarquista" é uma espécie de «sátira dialéctica» ou «conto do raciocínio», como a ele se referia o próprio Pessoa.
{
Alpine.store('xUpdateVariantQuanity').updateQuantity('template--27869115384074__product-grid', '/products/o-banqueiro-anarquista-de-fernando-pessoa-2228083');
});">
Edição: Fev 2024
Nº Páginas: 384
Sinopse:
Publicado em 1878, "O Primo Basílio" tem como tema uma família de classe média lisboeta. Jorge é um engenheiro de sentido prático e vida monótona, casado com Luísa, que, apesar do bem-estar material, sonha com uma vida mais romântica ou, pelo menos, mais variada. A oportunidade para realizar os seus sonhos surge-lhe na figura do primo Basílio, um antigo namorado, agora com a auréola mundana de uma vida parisiense. A paixão de Luísa depressa se torna intensa, embora não tenha qualquer correspondência da parte do pedante e cínico Basílio. O talento de Eça revela-se também na composição de algumas personagens secundárias, como a de Sebastião, amigo de Jorge, e sobretudo de Juliana, empregada infeliz, vingativa e ambiciosa, que estará na origem do drama que se vai desenvolver. O romance foi inovador na sua época, ao abordar aspectos do erotismo entre os dois amantes e o tema da homossexualidade feminina.
Nº Páginas: 384
Sinopse:
Publicado em 1878, "O Primo Basílio" tem como tema uma família de classe média lisboeta. Jorge é um engenheiro de sentido prático e vida monótona, casado com Luísa, que, apesar do bem-estar material, sonha com uma vida mais romântica ou, pelo menos, mais variada. A oportunidade para realizar os seus sonhos surge-lhe na figura do primo Basílio, um antigo namorado, agora com a auréola mundana de uma vida parisiense. A paixão de Luísa depressa se torna intensa, embora não tenha qualquer correspondência da parte do pedante e cínico Basílio. O talento de Eça revela-se também na composição de algumas personagens secundárias, como a de Sebastião, amigo de Jorge, e sobretudo de Juliana, empregada infeliz, vingativa e ambiciosa, que estará na origem do drama que se vai desenvolver. O romance foi inovador na sua época, ao abordar aspectos do erotismo entre os dois amantes e o tema da homossexualidade feminina.
{
Alpine.store('xUpdateVariantQuanity').updateQuantity('template--27869115384074__product-grid', '/products/o-primo-basilio-de-eca-de-queiroz-7998577');
});">
Edição: Mai 2017
Nº Páginas: 680
Sinopse:
Publicado em 1862, Os Miseráveis permanece, ao longo de mais de um século e meio, um dos romances mais importantes e populares de toda a literatura. A obra teve cerca de 65 versões cinematográficas, a primeira delas em 1909. Victor Hugo terminou de escrever Os Miseráveis quando contava sessenta anos. Através da personagem de Jean Valjean, o autor empreendeu uma vasta acusação sobre as desigualdades sociais da sua época. Os Miseráveis não é apenas a narrativa de desgraça e reabilitação de um forçado às galés, vítima da sociedade, mas antes de tudo uma história do povo de Paris. A vida de Jean Valjean e a ligação que tem com Cosette é o fio condutor da narrativa. Através das suas vidas e encontros, desenha-se um fresco social variado, uma imagem de uma humanidade miserável, mas capaz de todas as grandezas. Homem do povo, esmagado por sucessivas humilhações, Jean Valjean assume as expiações dos pecados do mundo e, num esforço para se resgatar, assume o destino trágico da humanidade em busca de um mundo melhor.
Nº Páginas: 680
Sinopse:
Publicado em 1862, Os Miseráveis permanece, ao longo de mais de um século e meio, um dos romances mais importantes e populares de toda a literatura. A obra teve cerca de 65 versões cinematográficas, a primeira delas em 1909. Victor Hugo terminou de escrever Os Miseráveis quando contava sessenta anos. Através da personagem de Jean Valjean, o autor empreendeu uma vasta acusação sobre as desigualdades sociais da sua época. Os Miseráveis não é apenas a narrativa de desgraça e reabilitação de um forçado às galés, vítima da sociedade, mas antes de tudo uma história do povo de Paris. A vida de Jean Valjean e a ligação que tem com Cosette é o fio condutor da narrativa. Através das suas vidas e encontros, desenha-se um fresco social variado, uma imagem de uma humanidade miserável, mas capaz de todas as grandezas. Homem do povo, esmagado por sucessivas humilhações, Jean Valjean assume as expiações dos pecados do mundo e, num esforço para se resgatar, assume o destino trágico da humanidade em busca de um mundo melhor.
{
Alpine.store('xUpdateVariantQuanity').updateQuantity('template--27869115384074__product-grid', '/products/os-miseraveis-i-de-victor-hugo-6462529');
});">
Edição: Mai 2017
Nº Páginas: 664
Sinopse:
Publicado em 1862, Os Miseráveis permanece, ao longo de mais de um século e meio, um dos romances mais importantes e populares de toda a literatura. A obra teve cerca de 65 versões cinematográficas, a primeira delas em 1909. Victor Hugo terminou de escrever Os Miseráveis quando contava sessenta anos. Através da personagem de Jean Valjean, o autor empreendeu uma vasta acusação sobre as desigualdades sociais da sua época. Os Miseráveis não é apenas a narrativa de desgraça e reabilitação de um forçado às galés, vítima da sociedade, mas antes de tudo uma história do povo de Paris. A vida de Jean Valjean e a ligação que tem com Cosette é o fio condutor da narrativa. Através das suas vidas e encontros, desenha-se um fresco social variado, uma imagem de uma humanidade miserável, mas capaz de todas as grandezas. Homem do povo, esmagado por sucessivas humilhações, Jean Valjean assume as expiações dos pecados do mundo e, num esforço para se resgatar, assume o destino trágico da humanidade em busca de um mundo melhor.
Nº Páginas: 664
Sinopse:
Publicado em 1862, Os Miseráveis permanece, ao longo de mais de um século e meio, um dos romances mais importantes e populares de toda a literatura. A obra teve cerca de 65 versões cinematográficas, a primeira delas em 1909. Victor Hugo terminou de escrever Os Miseráveis quando contava sessenta anos. Através da personagem de Jean Valjean, o autor empreendeu uma vasta acusação sobre as desigualdades sociais da sua época. Os Miseráveis não é apenas a narrativa de desgraça e reabilitação de um forçado às galés, vítima da sociedade, mas antes de tudo uma história do povo de Paris. A vida de Jean Valjean e a ligação que tem com Cosette é o fio condutor da narrativa. Através das suas vidas e encontros, desenha-se um fresco social variado, uma imagem de uma humanidade miserável, mas capaz de todas as grandezas. Homem do povo, esmagado por sucessivas humilhações, Jean Valjean assume as expiações dos pecados do mundo e, num esforço para se resgatar, assume o destino trágico da humanidade em busca de um mundo melhor.
{
Alpine.store('xUpdateVariantQuanity').updateQuantity('template--27869115384074__product-grid', '/products/os-miseraveis-ii-de-victor-hugo-6462523');
});">
Edição: Fev 2026
Nº Páginas: 336
Sinopse:
Primeiro romance do moçambicano Mia Couto, já bem conhecido e apreciado pelo público português, "Terra Sonâmbula" tem como pano de fundo os tempos da guerra em Moçambique, da qual traça um quadro de um realismo forte e brutal. Dentro deste cenário de pesadelo movimentam-se personagens de uma profunda humanidade, por vezes com uma dimensão mágica e mítica, todos vagueando pela terra destroçada, entre o desespero mais pungente uma esperança que se recusa a morrer. "Terra Sonâmbula" é um romance admirável, sem dúvida uma das melhores obras literárias que nos últimos anos se escreveram em português. Foi considerado um dos melhores livros africanos do século XX.
Nº Páginas: 336
Sinopse:
Primeiro romance do moçambicano Mia Couto, já bem conhecido e apreciado pelo público português, "Terra Sonâmbula" tem como pano de fundo os tempos da guerra em Moçambique, da qual traça um quadro de um realismo forte e brutal. Dentro deste cenário de pesadelo movimentam-se personagens de uma profunda humanidade, por vezes com uma dimensão mágica e mítica, todos vagueando pela terra destroçada, entre o desespero mais pungente uma esperança que se recusa a morrer. "Terra Sonâmbula" é um romance admirável, sem dúvida uma das melhores obras literárias que nos últimos anos se escreveram em português. Foi considerado um dos melhores livros africanos do século XX.
{
Alpine.store('xUpdateVariantQuanity').updateQuantity('template--27869115384074__product-grid', '/products/terra-sonambula-de-mia-couto-8743457');
});">
Edição: Jun 2009
Nº Páginas: 112
Sinopse:
Presa Branca Presa Branca não conta apenas a história de um cão-lobo selvagem. Mas mostra como as mudanças dramáticas no seu comportamento vão evoluindo em relação com as mudanças no seu ambiente social e natural. O livro explora, assim, de modo indirecto, questões sociológicas sobre o comportamento humano - o que é que leva as pessoas a agirem de forma selvagem ou civilizada? Em Presa Branca , Jack London mostra como a civilização é uma força tão poderosa quanto a natureza em termos de comportamento individual.
Nº Páginas: 112
Sinopse:
Presa Branca Presa Branca não conta apenas a história de um cão-lobo selvagem. Mas mostra como as mudanças dramáticas no seu comportamento vão evoluindo em relação com as mudanças no seu ambiente social e natural. O livro explora, assim, de modo indirecto, questões sociológicas sobre o comportamento humano - o que é que leva as pessoas a agirem de forma selvagem ou civilizada? Em Presa Branca , Jack London mostra como a civilização é uma força tão poderosa quanto a natureza em termos de comportamento individual.
{
Alpine.store('xUpdateVariantQuanity').updateQuantity('template--27869115384074__product-grid', '/products/presa-branca-de-jack-london-4844351');
});">
Edição: Jan 2016
Nº Páginas: 432
Sinopse:
Prémio Livro do Ano Bertrand 2016 Deixando o marido em Florença, Elena volta a Nápoles para viver com Nino Sarratore, esperando que este se separe da mulher. É agora uma escritora reconhecida e procura escapar ao ambiente conflituoso do bairro onde cresceu e a sua família continua a viver. Evita encontrar Lila. Mas as duas amigas de infância não conseguem manter-se distantes e acabam mesmo por engravidar ao mesmo tempo, o que lhes permite reencontrar, por algum tempo, a passada cumplicidade.
Nº Páginas: 432
Sinopse:
Prémio Livro do Ano Bertrand 2016 Deixando o marido em Florença, Elena volta a Nápoles para viver com Nino Sarratore, esperando que este se separe da mulher. É agora uma escritora reconhecida e procura escapar ao ambiente conflituoso do bairro onde cresceu e a sua família continua a viver. Evita encontrar Lila. Mas as duas amigas de infância não conseguem manter-se distantes e acabam mesmo por engravidar ao mesmo tempo, o que lhes permite reencontrar, por algum tempo, a passada cumplicidade.
{
Alpine.store('xUpdateVariantQuanity').updateQuantity('template--27869115384074__product-grid', '/products/a-amiga-genial-historia-da-menina-perdida-quarto-volume-de-elena-ferrante-5770886');
});">
Edição: Ago 2020
Nº Páginas: 352
Sinopse:
Porque estamos aqui?O que ocorre após a morte? Por que razão alguns indivíduos sofrem mais do que outros durante a vida? Milhares de milhões de pessoas em todo o mundo encontram respostas a essas perguntas na religião. Mas quais são as ideias que sustentam tais convicções e como se desenvolveram ao longo dos séculos?Numa linguagem simples e acessível, "O Livro das Religiões" traz explicações breves mas precisas sobre os diversos tipos de fé, esquemas que explicam conceitos essenciais e ilustrações espirituosas que desafiam a nossa compreensão sobre o tema. Seja qual for o seu entendimento sobre a diversidade das religiões e das noções que as unem, neste livro encontrará informações intrigantes que esclarecerão as suas dúvidas mais profundas.
Nº Páginas: 352
Sinopse:
Porque estamos aqui?O que ocorre após a morte? Por que razão alguns indivíduos sofrem mais do que outros durante a vida? Milhares de milhões de pessoas em todo o mundo encontram respostas a essas perguntas na religião. Mas quais são as ideias que sustentam tais convicções e como se desenvolveram ao longo dos séculos?Numa linguagem simples e acessível, "O Livro das Religiões" traz explicações breves mas precisas sobre os diversos tipos de fé, esquemas que explicam conceitos essenciais e ilustrações espirituosas que desafiam a nossa compreensão sobre o tema. Seja qual for o seu entendimento sobre a diversidade das religiões e das noções que as unem, neste livro encontrará informações intrigantes que esclarecerão as suas dúvidas mais profundas.
{
Alpine.store('xUpdateVariantQuanity').updateQuantity('template--27869115384074__product-grid', '/products/o-livro-das-religioes-7221340');
});">
Edição: Abr 2000
Nº Páginas: 280
Sinopse:
Poderá um enfarte do miocárdio seguido de paragem cardíaca e intervenção cirúrgica de urgência, ser narrado, ao mesmo tempo, com objectividade médica e na perspectiva intimista do doente, conservando ainda espaço para uma descrição irónica das atribulações passadas nos serviços de saúde? Escrita por um médico, "Coração Independente" é uma absorvente crónica de um ataque cardíaco, narrada na primeira pessoa e iluminada pela celebração da vida que a doença pode revelar. Nascido no Porto em 1953, Pedro Serrano é médico, especialista em Saúde Pública, área em que tem publicado vários trabalhos de investigação, alguns dos quais premiados. Na Relógio D’Água (colecção Ciência) publicou, em 1996, "Redacção e Apresentação de Trabalhos Científicos", livro adoptado desde então como texto de referência por várias instituições universitárias e de formação pós-graduada. Em 1997 a Sociedade Portuguesa de Escritores e Artistas Médicos atribuiu-lhe o prémio "Revelação Ficção" pelo livro Discreta Serenata Rural. Em 1998 a sua colectânea de poemas Por Atalho Foi-se recebeu o prémio "Revelação Poesia" da mesma Sociedade.
Nº Páginas: 280
Sinopse:
Poderá um enfarte do miocárdio seguido de paragem cardíaca e intervenção cirúrgica de urgência, ser narrado, ao mesmo tempo, com objectividade médica e na perspectiva intimista do doente, conservando ainda espaço para uma descrição irónica das atribulações passadas nos serviços de saúde? Escrita por um médico, "Coração Independente" é uma absorvente crónica de um ataque cardíaco, narrada na primeira pessoa e iluminada pela celebração da vida que a doença pode revelar. Nascido no Porto em 1953, Pedro Serrano é médico, especialista em Saúde Pública, área em que tem publicado vários trabalhos de investigação, alguns dos quais premiados. Na Relógio D’Água (colecção Ciência) publicou, em 1996, "Redacção e Apresentação de Trabalhos Científicos", livro adoptado desde então como texto de referência por várias instituições universitárias e de formação pós-graduada. Em 1997 a Sociedade Portuguesa de Escritores e Artistas Médicos atribuiu-lhe o prémio "Revelação Ficção" pelo livro Discreta Serenata Rural. Em 1998 a sua colectânea de poemas Por Atalho Foi-se recebeu o prémio "Revelação Poesia" da mesma Sociedade.
{
Alpine.store('xUpdateVariantQuanity').updateQuantity('template--27869115384074__product-grid', '/products/coracao-independente-de-pedro-serrano-2524853');
});">
Edição: Out 2017
Nº Páginas: 304
Sinopse:
Phileas Fogg, um gentleman inglês, aposta com os membros do seu clube, o Reform Club, que será capaz de dar a volta à Terra em 80 dias. Decidido a vencer a aposta, parte imediatamente com o seu criado Jean, um desenvolto parisiense conhecido por Passepartout.
Nº Páginas: 304
Sinopse:
Phileas Fogg, um gentleman inglês, aposta com os membros do seu clube, o Reform Club, que será capaz de dar a volta à Terra em 80 dias. Decidido a vencer a aposta, parte imediatamente com o seu criado Jean, um desenvolto parisiense conhecido por Passepartout.
{
Alpine.store('xUpdateVariantQuanity').updateQuantity('template--27869115384074__product-grid', '/products/a-volta-ao-mundo-em-80-dias-de-jules-verne-6406628');
});">
Edição: Jan 2018
Nº Páginas: 88
Sinopse:
Pelos olhos da jovem Nellie, vemos a vida de Myra, uma lenda da cidade do Sul onde ambas nasceram. Myra trocou o luxo e ostentação em que nasceu pelo amor de Oswald Henshawe, um rapaz pobre com quem fugiu. Vinte e cinco anos mais tarde, Nellie encontra o casal a viver na elegante pobreza de um modesto apartamento, frequentado por cantores, actores e poetas — no coração da comunidade artística de Nova Iorque. Mas esta precária distinção dá lugar a uma pobreza real. Myra hospeda-se num hotel barato na Costa Oeste e o seu objectivo de vida — amar-se a si mesma — acaba por se revelar o seu pior inimigo.
Nº Páginas: 88
Sinopse:
Pelos olhos da jovem Nellie, vemos a vida de Myra, uma lenda da cidade do Sul onde ambas nasceram. Myra trocou o luxo e ostentação em que nasceu pelo amor de Oswald Henshawe, um rapaz pobre com quem fugiu. Vinte e cinco anos mais tarde, Nellie encontra o casal a viver na elegante pobreza de um modesto apartamento, frequentado por cantores, actores e poetas — no coração da comunidade artística de Nova Iorque. Mas esta precária distinção dá lugar a uma pobreza real. Myra hospeda-se num hotel barato na Costa Oeste e o seu objectivo de vida — amar-se a si mesma — acaba por se revelar o seu pior inimigo.
{
Alpine.store('xUpdateVariantQuanity').updateQuantity('template--27869115384074__product-grid', '/products/o-meu-inimigo-mortal-de-willa-cather-6472493');
});">
Edição: Nov 2018
Nº Páginas: 432
Sinopse:
Pela primeira vez publicam-se integralmente todas as Farpas de Eça de Queiroz, separadas das que foram originalmente escritas e publicadas por Ramalho Ortigão e pelo próprio Eça ao longo dos anos de 1871 e de 1872, e que, até hoje, foram sempre reeditadas em conjunto e sem a identificação das respectivas autorias.
Nº Páginas: 432
Sinopse:
Pela primeira vez publicam-se integralmente todas as Farpas de Eça de Queiroz, separadas das que foram originalmente escritas e publicadas por Ramalho Ortigão e pelo próprio Eça ao longo dos anos de 1871 e de 1872, e que, até hoje, foram sempre reeditadas em conjunto e sem a identificação das respectivas autorias.
{
Alpine.store('xUpdateVariantQuanity').updateQuantity('template--27869115384074__product-grid', '/products/as-farpas-de-eca-de-queiroz-6816982');
});">
Edição: Ago 2016
Nº Páginas: 280
Sinopse:
Passaram-se seis anos desde que Ripley assassinou Dickie Greenleaf e herdou o seu dinheiro. Agora Ripley vive numa bela casa de campo francesa, rodeado de uma magnífica colecção de arte e está casado com a herdeira. Tudo parece sereno no mundo de Ripley até um telefonema vindo de Londres destruir a sua paz.
Nº Páginas: 280
Sinopse:
Passaram-se seis anos desde que Ripley assassinou Dickie Greenleaf e herdou o seu dinheiro. Agora Ripley vive numa bela casa de campo francesa, rodeado de uma magnífica colecção de arte e está casado com a herdeira. Tudo parece sereno no mundo de Ripley até um telefonema vindo de Londres destruir a sua paz.
{
Alpine.store('xUpdateVariantQuanity').updateQuantity('template--27869115384074__product-grid', '/products/a-mascara-de-ripley-de-patricia-highsmith-5961613');
});">
Edição: Set 2012
Nº Páginas: 208
Sinopse:
Passaram-se doze anos desde que o marido deixou Kei só, com uma filha de três anos. O único indício que ele lhe deixou foi a palavra "Manazuru", escrita no diário, o que a leva a dirigir-se regularmente à povoação costeira com esse nome, apesar da relação amorosa que agora tem com um homem casado. Como sempre acontece nos romances de Kawakami, o tempo decorre lentamente e as emoções revelam-se nos pequenos gestos, nos encontros efémeros, na delicadeza das sensações. Mas em "Manazuru" é mais tangível a presença de um mundo invisível que impregna o quotidiano e perturba a geografia sentimental das personagens. Junto ao mar, há o ruído da chuva no céu imenso, as centelhas de um incêndio, o voo das garças sobre as casas em ruína: um instante luminoso entre a aparição e o desaparecimento, os mistérios de ausência e o apelo da vida. "Manazuru" é uma meditação sobre a memória e o futuro, uma delicada exploração das relações entre homens e mulheres e entre pais e filhos no Japão dos nossos dias.
Nº Páginas: 208
Sinopse:
Passaram-se doze anos desde que o marido deixou Kei só, com uma filha de três anos. O único indício que ele lhe deixou foi a palavra "Manazuru", escrita no diário, o que a leva a dirigir-se regularmente à povoação costeira com esse nome, apesar da relação amorosa que agora tem com um homem casado. Como sempre acontece nos romances de Kawakami, o tempo decorre lentamente e as emoções revelam-se nos pequenos gestos, nos encontros efémeros, na delicadeza das sensações. Mas em "Manazuru" é mais tangível a presença de um mundo invisível que impregna o quotidiano e perturba a geografia sentimental das personagens. Junto ao mar, há o ruído da chuva no céu imenso, as centelhas de um incêndio, o voo das garças sobre as casas em ruína: um instante luminoso entre a aparição e o desaparecimento, os mistérios de ausência e o apelo da vida. "Manazuru" é uma meditação sobre a memória e o futuro, uma delicada exploração das relações entre homens e mulheres e entre pais e filhos no Japão dos nossos dias.
{
Alpine.store('xUpdateVariantQuanity').updateQuantity('template--27869115384074__product-grid', '/products/manazuru-de-hiromi-kawakami-4972775');
});">
