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Edição: Mai 2016
Nº Páginas: 288
Sinopse:
A Europa está a enfrentar uma vasa de imigração sem precedentes desde a Segunda Grande Guerra, e ninguém expôs a realidade desta crise de forma tão profunda e detalhada como o correspondente do The Guardian, Patrick Kingsley. Durante 2015, Kingsley viajou por 17 países pertencentes à rota destes movimentos migratórios, travando conhecimento com centenas de refugiados e testemunhando as suas odisseias por desertos, mares e montanhas para tentarem desesperadamente alcançar o coração da Europa.
Nº Páginas: 288
Sinopse:
A Europa está a enfrentar uma vasa de imigração sem precedentes desde a Segunda Grande Guerra, e ninguém expôs a realidade desta crise de forma tão profunda e detalhada como o correspondente do The Guardian, Patrick Kingsley. Durante 2015, Kingsley viajou por 17 países pertencentes à rota destes movimentos migratórios, travando conhecimento com centenas de refugiados e testemunhando as suas odisseias por desertos, mares e montanhas para tentarem desesperadamente alcançar o coração da Europa.
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Edição: Ago 2016
Nº Páginas: 336
Sinopse:
A escrita de Durrell está ligada à experiência do Mediterrâneo, em especial às Ilhas Gregas. Este texto, criado originalmente como um álbum fotográfico, foi agora recriado para o formato de livro. Nele encontramos descrições evocativas, histórias e mitos (entre eles alguns sobre flores e festivais). É por isso que nenhum viajante da Grécia ou admirador do génio de Durrell deve perder este livro.
Nº Páginas: 336
Sinopse:
A escrita de Durrell está ligada à experiência do Mediterrâneo, em especial às Ilhas Gregas. Este texto, criado originalmente como um álbum fotográfico, foi agora recriado para o formato de livro. Nele encontramos descrições evocativas, histórias e mitos (entre eles alguns sobre flores e festivais). É por isso que nenhum viajante da Grécia ou admirador do génio de Durrell deve perder este livro.
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Edição: Abr 2003
Nº Páginas: 544
Sinopse:
A edição de "Em Busca do Tempo Perdido", traduzido pelo poeta Pedro Tamen, é, sem dúvida, um dos acontecimentos editoriais do ano. Prossegue agora com o segundo volume, "À Sombra das Raparigas em Flor" (Prémio Goncourt). Combray e a infância ficaram para trás. E Gilberte também. O narrador segue agora pelas reminiscências da adolescência, e visita a estância de Balbec, com a avó. Surgem Albertine, rodeada pelas amigas, e o pintor Elstir, com os seus quadros de marinhas. "Através desta tradução, sente-se a presença de um poeta e de um profundo conhecedor da literatura portuguesa. No texto, ecoa a memória do mais parisiense dos nossos escritores - Eça de Queirós - que semeia os seus romances de expressões francesas. Pedro Tamen oscila entre a tradução de topónimos e a sua manutenção na língua de partida, seguindo de perto as hesitações de "A Cidade e as Serras", criando uma atmosfera próxima e distante, como se estivéssemos ainda nos finais do século XIX ou, talvez, no início do século XX. Conserva, na língua original, os nomes das personagens, mesmo quando seria possível traduzi-los, fiel a um autor que acredita no poder de nomear. Faz nascer o desejo de leitura, como se agora Marcel Proust começasse a ser, de uma outra forma, a sua própria tradução." Teresa Almeida, "Expresso, Actual" 12/07/03
Nº Páginas: 544
Sinopse:
A edição de "Em Busca do Tempo Perdido", traduzido pelo poeta Pedro Tamen, é, sem dúvida, um dos acontecimentos editoriais do ano. Prossegue agora com o segundo volume, "À Sombra das Raparigas em Flor" (Prémio Goncourt). Combray e a infância ficaram para trás. E Gilberte também. O narrador segue agora pelas reminiscências da adolescência, e visita a estância de Balbec, com a avó. Surgem Albertine, rodeada pelas amigas, e o pintor Elstir, com os seus quadros de marinhas. "Através desta tradução, sente-se a presença de um poeta e de um profundo conhecedor da literatura portuguesa. No texto, ecoa a memória do mais parisiense dos nossos escritores - Eça de Queirós - que semeia os seus romances de expressões francesas. Pedro Tamen oscila entre a tradução de topónimos e a sua manutenção na língua de partida, seguindo de perto as hesitações de "A Cidade e as Serras", criando uma atmosfera próxima e distante, como se estivéssemos ainda nos finais do século XIX ou, talvez, no início do século XX. Conserva, na língua original, os nomes das personagens, mesmo quando seria possível traduzi-los, fiel a um autor que acredita no poder de nomear. Faz nascer o desejo de leitura, como se agora Marcel Proust começasse a ser, de uma outra forma, a sua própria tradução." Teresa Almeida, "Expresso, Actual" 12/07/03
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Edição: Jul 1993
Nº Páginas: 270
Sinopse:
A cozinha portuguesa encontrou-se com a Especiaria nos séculos XV e XVI, e então perfumou-se como uma grande cortesã, cobriu-se de canelas, pimentas e frutas tropicais. No século XVIII, antes de o terramoto ter acabado com o optimismo, a cozinha lisboeta foi uma cozinha abundante e ilustre. Conheceu os maiores requintes, que são os que aqui se pormenorizam. (...) Os gastrónomos portugueses sempre pretenderam que fosse concedido aos linguados lisboetas a primazia sobre todos os linguados de todos os mares do Mundo. Uno a minha voz à deles. São uns linguados que ultrapassaram essa cortês secura do linguado, como se a sua carne ficasse entremeada de manteiga, de uma manteiga perfumada de recônditos aromas marinhos. Há um molho lisboeta para o linguado com salsa, pão ralado, patas de caranguejo e um cálice de vinho do Porto. Em Setúbal fazem-no maravilhosamente, e na Trafaria...
Nº Páginas: 270
Sinopse:
A cozinha portuguesa encontrou-se com a Especiaria nos séculos XV e XVI, e então perfumou-se como uma grande cortesã, cobriu-se de canelas, pimentas e frutas tropicais. No século XVIII, antes de o terramoto ter acabado com o optimismo, a cozinha lisboeta foi uma cozinha abundante e ilustre. Conheceu os maiores requintes, que são os que aqui se pormenorizam. (...) Os gastrónomos portugueses sempre pretenderam que fosse concedido aos linguados lisboetas a primazia sobre todos os linguados de todos os mares do Mundo. Uno a minha voz à deles. São uns linguados que ultrapassaram essa cortês secura do linguado, como se a sua carne ficasse entremeada de manteiga, de uma manteiga perfumada de recônditos aromas marinhos. Há um molho lisboeta para o linguado com salsa, pão ralado, patas de caranguejo e um cálice de vinho do Porto. Em Setúbal fazem-no maravilhosamente, e na Trafaria...
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Edição: Nov 2017
Nº Páginas: 168
Sinopse:
A ciência e a política são duas vocações divergentes. A primeira exige modéstia, rigor e disponibilidade intelectual. Por sua vez, a política, dilacerada entre a ética da convicção e a ética da responsabilidade, padece de uma contradição que lhe proíbe a certeza científica e a procura da verdade.
Nº Páginas: 168
Sinopse:
A ciência e a política são duas vocações divergentes. A primeira exige modéstia, rigor e disponibilidade intelectual. Por sua vez, a política, dilacerada entre a ética da convicção e a ética da responsabilidade, padece de uma contradição que lhe proíbe a certeza científica e a procura da verdade.
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Edição: Out 2012
Nº Páginas: 352
Sinopse:
A chegada de vários jovens marca uma profunda transformação na vida de uma família de classe média rural, os Bennets, e em particular na das suas filhas. Um desses jovens é Darcy, membro da alta sociedade que se distingue pelo seu orgulho. Desenvolve-se uma série de desafios, de equívocos, de julgamentos apressados, que conduzem à mágoa e ao escândalo, mas também ao auto-conhecimento e amor.
Nº Páginas: 352
Sinopse:
A chegada de vários jovens marca uma profunda transformação na vida de uma família de classe média rural, os Bennets, e em particular na das suas filhas. Um desses jovens é Darcy, membro da alta sociedade que se distingue pelo seu orgulho. Desenvolve-se uma série de desafios, de equívocos, de julgamentos apressados, que conduzem à mágoa e ao escândalo, mas também ao auto-conhecimento e amor.
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Edição: Set 2016
Nº Páginas: 432
Sinopse:
A autora fala-nos de uma subcultura cujos protagonistas são muitas vezes pessoas complexas e politicamente sofisticadas. O livro examina também os principais episódios da história dos Anonymous, analisa aspetos pouco conhecidos da cultura da Internet e relata o destino, muitas vezes complicado, dos elementos mais relevantes do movimento.
Nº Páginas: 432
Sinopse:
A autora fala-nos de uma subcultura cujos protagonistas são muitas vezes pessoas complexas e politicamente sofisticadas. O livro examina também os principais episódios da história dos Anonymous, analisa aspetos pouco conhecidos da cultura da Internet e relata o destino, muitas vezes complicado, dos elementos mais relevantes do movimento.
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Edição: Dez 2011
Nº Páginas: 144
Sinopse:
A atriz Jane envolve-se com Tom, seu encenador, de forma aniquiladora, e a criatura transforma-se em personagem, e vice-versa.
Nº Páginas: 144
Sinopse:
A atriz Jane envolve-se com Tom, seu encenador, de forma aniquiladora, e a criatura transforma-se em personagem, e vice-versa.
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Edição: Mar 2013
Nº Páginas: 216
Sinopse:
A acção do livro decorre na Berlim dos agitados anos 30.Albinus é um homem casado, rico e influente crítico de arte. Apaixona-se por uma jovem que procura sair de uma vida remediada experimentando vários empregos, entre os quais o de modelo num atelier de pintura. Apesar de se tratar de uma mulher de gostos vulgares, Albinus é atraído pela sua elegância e juventude. Por ela abandona a mulher, esquece a filha e altera as suas relações sociais.Mas como não podia deixar de ser, Margot tem um passado amoroso.
Nº Páginas: 216
Sinopse:
A acção do livro decorre na Berlim dos agitados anos 30.Albinus é um homem casado, rico e influente crítico de arte. Apaixona-se por uma jovem que procura sair de uma vida remediada experimentando vários empregos, entre os quais o de modelo num atelier de pintura. Apesar de se tratar de uma mulher de gostos vulgares, Albinus é atraído pela sua elegância e juventude. Por ela abandona a mulher, esquece a filha e altera as suas relações sociais.Mas como não podia deixar de ser, Margot tem um passado amoroso.
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Edição: Fev 2014
Nº Páginas: 352
Sinopse:
A acção deste romance de Jhumpa Lahiri decorre entre a Índia e os EUA. É a história de dois irmãos ligados pela tragédia, de uma mulher brilhante perseguida pelo seu passado, de um país destruído pela revolução, e de um amor que sobreviveu à morte."A Planície" foi finalista do National Book Award e esteve na shortlist do Man Booker Prize 2013.
Nº Páginas: 352
Sinopse:
A acção deste romance de Jhumpa Lahiri decorre entre a Índia e os EUA. É a história de dois irmãos ligados pela tragédia, de uma mulher brilhante perseguida pelo seu passado, de um país destruído pela revolução, e de um amor que sobreviveu à morte."A Planície" foi finalista do National Book Award e esteve na shortlist do Man Booker Prize 2013.
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Edição: Abr 2016
Nº Páginas: 464
Sinopse:
A acção de Norte e Sul decorre em meados do séc. XIX, narrando o percurso da protagonista desde o ambiente tranquilo mas decadente de uma Inglaterra sulista, até um norte vigoroso mas turbulento.Neste romance, Elizabeth Gaskell mostra como a vida pessoal e pública se entrelaçavam numa sociedade recentemente industrializada.
Nº Páginas: 464
Sinopse:
A acção de Norte e Sul decorre em meados do séc. XIX, narrando o percurso da protagonista desde o ambiente tranquilo mas decadente de uma Inglaterra sulista, até um norte vigoroso mas turbulento.Neste romance, Elizabeth Gaskell mostra como a vida pessoal e pública se entrelaçavam numa sociedade recentemente industrializada.
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Edição: Out 2017
Nº Páginas: 112
Sinopse:
A ação decorre em 1930, numa base militar no sul dos EUA. Reflexos num Olho Dourado conta-nos a história de Penderton, um capitão bissexual. Este fica profundamente transtornado com a chegada do major Langdon, que tem um caso amoroso com Leonora, a sua esposa.
Nº Páginas: 112
Sinopse:
A ação decorre em 1930, numa base militar no sul dos EUA. Reflexos num Olho Dourado conta-nos a história de Penderton, um capitão bissexual. Este fica profundamente transtornado com a chegada do major Langdon, que tem um caso amoroso com Leonora, a sua esposa.
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Edição: Mar 2016
Nº Páginas: 72
Sinopse:
A 27 de agosto de 1909, Freud desembarca nos Estados Unidos. É a primeira e última vez que pisa solo americano.As cinco conferências decorrem em setembro, em alemão e de improviso.
Nº Páginas: 72
Sinopse:
A 27 de agosto de 1909, Freud desembarca nos Estados Unidos. É a primeira e última vez que pisa solo americano.As cinco conferências decorrem em setembro, em alemão e de improviso.
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Edição: Abr 2005
Nº Páginas: 350
Sinopse:
«Tais pessoas eram capazes de sonhar, mas incapazes de governar. Destruíam as suas vidas e as dos outros. Eram tolas, fracas, fúteis, histéricas; mas, por trás de tudo isto, ouve-se a voz de Tchékhov: abençoado o país que soube gerar este tipo humano. Eles deixavam escapar as ocasiões, evitavam agir, não dormiam à noite inventando mundos que não sabiam construir; mas a própria existência dessas pessoas cheias de uma abnegação apaixonada e fervorosa, de pureza espiritual, de elevação moral, o simples facto de essas pessoas terem vivido e talvez ainda viverem hoje, algures, na implacável e reles Rússia actual é uma promessa de futuro melhor, para todo o mundo, porque, de todas as leis da natureza, a mais maravilhosa, é talvez a da sobrevivência dos mais fracos.» Do Prefácio de Vladimir Nabokov no Vol. I
Nº Páginas: 350
Sinopse:
«Tais pessoas eram capazes de sonhar, mas incapazes de governar. Destruíam as suas vidas e as dos outros. Eram tolas, fracas, fúteis, histéricas; mas, por trás de tudo isto, ouve-se a voz de Tchékhov: abençoado o país que soube gerar este tipo humano. Eles deixavam escapar as ocasiões, evitavam agir, não dormiam à noite inventando mundos que não sabiam construir; mas a própria existência dessas pessoas cheias de uma abnegação apaixonada e fervorosa, de pureza espiritual, de elevação moral, o simples facto de essas pessoas terem vivido e talvez ainda viverem hoje, algures, na implacável e reles Rússia actual é uma promessa de futuro melhor, para todo o mundo, porque, de todas as leis da natureza, a mais maravilhosa, é talvez a da sobrevivência dos mais fracos.» Do Prefácio de Vladimir Nabokov no Vol. I
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Edição: Jul 2013
Nº Páginas: 144
Sinopse:
«Gonçalo M. Tavares é um escritor diferente de tudo o que lemos até hoje. Ele tem o dom — como Flann O’Brien, Kafka ou Beckett — de mostrar a forma como a lógica pode servir eficazmente tanto a loucura como a razão.» [The New Yorker]
Nº Páginas: 144
Sinopse:
«Gonçalo M. Tavares é um escritor diferente de tudo o que lemos até hoje. Ele tem o dom — como Flann O’Brien, Kafka ou Beckett — de mostrar a forma como a lógica pode servir eficazmente tanto a loucura como a razão.» [The New Yorker]
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Edição: Nov 2005
Nº Páginas: 86
Sinopse:
«E entre palavras delicadas e graças espirituosas, Sócrates ensinava a Fedro o desejo e a virtude. Falou-lhe do temor ardente que acomete o homem sensível quando os seus olhos vislumbram uma semelhança do belo eterno: falou-lhe da avidez do homem ímpio e vil, incapaz de pensar o belo ao ver a sua imagem, incapaz de veneração; falou do medo sagrado que invade o homem nobre quando contempla uma face divina, um corpo perfeito - como então estremece e sai fora de si, mal ousando olhar, e como venera aquele que é belo, sim, como se ofereceria em sacrifício a este ídolo, se não receasse parecer ridículo aos olhos dos homens.»
Nº Páginas: 86
Sinopse:
«E entre palavras delicadas e graças espirituosas, Sócrates ensinava a Fedro o desejo e a virtude. Falou-lhe do temor ardente que acomete o homem sensível quando os seus olhos vislumbram uma semelhança do belo eterno: falou-lhe da avidez do homem ímpio e vil, incapaz de pensar o belo ao ver a sua imagem, incapaz de veneração; falou do medo sagrado que invade o homem nobre quando contempla uma face divina, um corpo perfeito - como então estremece e sai fora de si, mal ousando olhar, e como venera aquele que é belo, sim, como se ofereceria em sacrifício a este ídolo, se não receasse parecer ridículo aos olhos dos homens.»
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Edição: Nov 2012
Nº Páginas: 160
Sinopse:
¿A Polaquinha é o único romance de Dalton Trevisan. E, tal como sucede a muitos outros contistas, de Tchékhov a William Trevor, o seu romance pode ser lido como uma série de contos ligados entre si. "E para nos dar esta Curitiba povoada por estes curitibanos tragicómicos, a um pelo do pícaro, Dalton Trevisan foi-se à eloquência e cravou-lhe a faca. Ironia, elipse, nenhuma cedência ao romantismo nem ao realismo mágico, aí estão outras armas brancas do escritor, afiadas à secretária-mesa-de-cela-monacal." Fernando Assis Pacheco, Prefácio a Cemitério de Elefantes, 1984 "Provavelmente o maior contista brasileiro do século xx." Abel Barros Baptista "Dalton Trevisan (…) pertence ao movimento de total renovação que transformou a literatura latino-americana, até recentemente considerada marginal e provinciana, numa das mais experimentais da atualidade. Meticuloso, um tanto obsessivo, Dalton Trevisan persegue as sujas pegadas das suas personagens. As suas histórias (como certas narrativas de Melville e Kafka na interpretação de Borges) apresentam "fantasias de conduta"." E. Rodríguez Monegal, The New York Times Book Review "… as suas curtas e irónicas epifanias atingem a revelação das elípticas personagens de Maupassant e Tchékhov." Bruce Allen, Library Journal "Existe forte veio de erotismo nestas histórias. Não é exibicionista, mas funcional para as intenções do autor. É mesmo o símbolo absurdo da cidade, dos seus estreitos e confinados horizontes." Thomas Lask, The New York Times "A reação que se tem ao ler Trevisan é uma espécie de raiva. Raiva da perfeição da discrição do autor, da sua absoluta invisibilidade moral, quando sabemos que ele deve estar à espreita, escondido atrás do seu estilo." Michael Wood, The New York Times Book Review
Nº Páginas: 160
Sinopse:
¿A Polaquinha é o único romance de Dalton Trevisan. E, tal como sucede a muitos outros contistas, de Tchékhov a William Trevor, o seu romance pode ser lido como uma série de contos ligados entre si. "E para nos dar esta Curitiba povoada por estes curitibanos tragicómicos, a um pelo do pícaro, Dalton Trevisan foi-se à eloquência e cravou-lhe a faca. Ironia, elipse, nenhuma cedência ao romantismo nem ao realismo mágico, aí estão outras armas brancas do escritor, afiadas à secretária-mesa-de-cela-monacal." Fernando Assis Pacheco, Prefácio a Cemitério de Elefantes, 1984 "Provavelmente o maior contista brasileiro do século xx." Abel Barros Baptista "Dalton Trevisan (…) pertence ao movimento de total renovação que transformou a literatura latino-americana, até recentemente considerada marginal e provinciana, numa das mais experimentais da atualidade. Meticuloso, um tanto obsessivo, Dalton Trevisan persegue as sujas pegadas das suas personagens. As suas histórias (como certas narrativas de Melville e Kafka na interpretação de Borges) apresentam "fantasias de conduta"." E. Rodríguez Monegal, The New York Times Book Review "… as suas curtas e irónicas epifanias atingem a revelação das elípticas personagens de Maupassant e Tchékhov." Bruce Allen, Library Journal "Existe forte veio de erotismo nestas histórias. Não é exibicionista, mas funcional para as intenções do autor. É mesmo o símbolo absurdo da cidade, dos seus estreitos e confinados horizontes." Thomas Lask, The New York Times "A reação que se tem ao ler Trevisan é uma espécie de raiva. Raiva da perfeição da discrição do autor, da sua absoluta invisibilidade moral, quando sabemos que ele deve estar à espreita, escondido atrás do seu estilo." Michael Wood, The New York Times Book Review
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Edição: Abr 1998
Nº Páginas: 150
Sinopse:
(…) seguido de Um Estudo de V. Nabokov.
Nº Páginas: 150
Sinopse:
(…) seguido de Um Estudo de V. Nabokov.
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Edição: Jul 2014
Nº Páginas: 264
Sinopse:
"Vou contar o que se passou porque será uma boa maneira de apresentar o meu irmão. Chama-se Simon. Acho que vão gostar dele. Eu gosto, a sério. Mas daqui a duas páginas ele estará morto. E, depois disso, o Simon nunca mais foi o mesmo." "Um romance deslumbrante. Repleto de ambição e de uma escrita requintada, é também chocante, pungente e comovedor. A escrita é tão bem conseguida que se torna complicado acreditar que é uma estreia - é claramente o trabalho de um grande novo talento." S. J. Watson "Uma envolvente história sobre mágoa, loucura e perda. Filer tem um talento para escrever sobre a comédia negra da vida, e Matthew é uma carismática personagem que nos arrasta para o seu mundo mesmo quando este se desmorona." Observer Magazine
Nº Páginas: 264
Sinopse:
"Vou contar o que se passou porque será uma boa maneira de apresentar o meu irmão. Chama-se Simon. Acho que vão gostar dele. Eu gosto, a sério. Mas daqui a duas páginas ele estará morto. E, depois disso, o Simon nunca mais foi o mesmo." "Um romance deslumbrante. Repleto de ambição e de uma escrita requintada, é também chocante, pungente e comovedor. A escrita é tão bem conseguida que se torna complicado acreditar que é uma estreia - é claramente o trabalho de um grande novo talento." S. J. Watson "Uma envolvente história sobre mágoa, loucura e perda. Filer tem um talento para escrever sobre a comédia negra da vida, e Matthew é uma carismática personagem que nos arrasta para o seu mundo mesmo quando este se desmorona." Observer Magazine
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Edição: Jan 2006
Nº Páginas: 220
Sinopse:
"Veremos através de que métodos o Yoga julga alcançar estes surpreendentes resultados. Mas não podemos deixar de ter em conta uma das maiores descobertas da Índia: a da consciência desvinculada das suas estrutura psicofisiológicas e do seu condicionamento temporal, a conciência do "libertado", isto é, daquele que conseguiu desligar-se da temporalidade e conhece, portanto, a verdadeira e inefável liberdade. A conquista dessa liberdade absoluta constitui o objectivo de todas as filosofias e técnicas místicas indianas, mas foi sobretudo através do Yoga, através de uma das múltiplas formas de Yoga, que a Índia acreditou poder assegurá-la".
Nº Páginas: 220
Sinopse:
"Veremos através de que métodos o Yoga julga alcançar estes surpreendentes resultados. Mas não podemos deixar de ter em conta uma das maiores descobertas da Índia: a da consciência desvinculada das suas estrutura psicofisiológicas e do seu condicionamento temporal, a conciência do "libertado", isto é, daquele que conseguiu desligar-se da temporalidade e conhece, portanto, a verdadeira e inefável liberdade. A conquista dessa liberdade absoluta constitui o objectivo de todas as filosofias e técnicas místicas indianas, mas foi sobretudo através do Yoga, através de uma das múltiplas formas de Yoga, que a Índia acreditou poder assegurá-la".
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Edição: Jan 2019
Nº Páginas: 248
Sinopse:
"Uma das obras mais notáveis de Agustina Bessa-Luís, o Susto é um roman à clef, um romance cujas personagens são modeladas em pessoas reais. o protagonista, José Midões, é o poeta Teixeira de Pascoaes. Agustina Bessa-Luís descreve-o como uma figura excepcional, acima de todos os contemporâneos, e não esconde o fascínio que Pascoaes lhe inspira. (...) Se todos os livros têm o seu destino, o deste romance é duplo. a sua recepção por leitores e pares, e as consequências dessa acidentada recepção, tiveram efeitos consideráveis na carreira da autora, que merecem ser descritos. Quanto ao romance em si mesmo, a descrição que nele é feita da relação entre Teixeira de Pascoaes e Fernando Pessoa, crucial para ambos, em particular para o segundo, que aparece no romance como personagem nada fugaz (Álvaro Carmo), parece ter passado inapercebida pela generalidade da crítica, não obstante ser a mais arguta análise dessa relação alguma vez publicada." [Do Prefácio de António Feijó]
Nº Páginas: 248
Sinopse:
"Uma das obras mais notáveis de Agustina Bessa-Luís, o Susto é um roman à clef, um romance cujas personagens são modeladas em pessoas reais. o protagonista, José Midões, é o poeta Teixeira de Pascoaes. Agustina Bessa-Luís descreve-o como uma figura excepcional, acima de todos os contemporâneos, e não esconde o fascínio que Pascoaes lhe inspira. (...) Se todos os livros têm o seu destino, o deste romance é duplo. a sua recepção por leitores e pares, e as consequências dessa acidentada recepção, tiveram efeitos consideráveis na carreira da autora, que merecem ser descritos. Quanto ao romance em si mesmo, a descrição que nele é feita da relação entre Teixeira de Pascoaes e Fernando Pessoa, crucial para ambos, em particular para o segundo, que aparece no romance como personagem nada fugaz (Álvaro Carmo), parece ter passado inapercebida pela generalidade da crítica, não obstante ser a mais arguta análise dessa relação alguma vez publicada." [Do Prefácio de António Feijó]
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Edição: Ago 2014
Nº Páginas: 688
Sinopse:
"Um dos mais impressivos e estimulantes estudos jamais feito acerca deste período."Max Hastings, "Sunday Times" "Os argumentos de Clark sobre as causas da Primeira Grande Guerra são de tal forma convincentes que colocam os antigos consensos históricos numa gaveta… Uma obra-prima. Não é todos os dias que temos o privilégio de ler um livro que restrutura o nosso entendimento de um dos principais acontecimentos da história mundial."Simon Griffith, "Daily Mail"
Nº Páginas: 688
Sinopse:
"Um dos mais impressivos e estimulantes estudos jamais feito acerca deste período."Max Hastings, "Sunday Times" "Os argumentos de Clark sobre as causas da Primeira Grande Guerra são de tal forma convincentes que colocam os antigos consensos históricos numa gaveta… Uma obra-prima. Não é todos os dias que temos o privilégio de ler um livro que restrutura o nosso entendimento de um dos principais acontecimentos da história mundial."Simon Griffith, "Daily Mail"
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Edição: Mar 2021
Nº Páginas: 400
Sinopse:
"Trilogia da Cidade de K." foi o título que, por sugestão do tradutor, Agota Kristof aconselhou para a edição da obra em Portugal, que reúne, num só volume, três romances ("O Caderno Grande", "A Prova", "A Terceira Mentira"). Agota Kristof nasceu na Hungria, mas em 1956 fugiu do seu país, invadido por tropas soviéticas, para se fixar na Suíça. A trilogia conta a história de dois gémeos, que a guerra leva a que sejam enviados da sua cidade natal para o campo, ao cuidado de uma avó que os trata com particular dureza. Para sobreviverem, criam um mundo próprio e estranho em que os acontecimentos são registados num "grande caderno". Agota Kristof fala-nos de uma Europa que, na época, estava dividida, mas também do desenraizamento, da separação e da perda de identidade criados pelas sociedades autoritárias do passado e do presente.
Nº Páginas: 400
Sinopse:
"Trilogia da Cidade de K." foi o título que, por sugestão do tradutor, Agota Kristof aconselhou para a edição da obra em Portugal, que reúne, num só volume, três romances ("O Caderno Grande", "A Prova", "A Terceira Mentira"). Agota Kristof nasceu na Hungria, mas em 1956 fugiu do seu país, invadido por tropas soviéticas, para se fixar na Suíça. A trilogia conta a história de dois gémeos, que a guerra leva a que sejam enviados da sua cidade natal para o campo, ao cuidado de uma avó que os trata com particular dureza. Para sobreviverem, criam um mundo próprio e estranho em que os acontecimentos são registados num "grande caderno". Agota Kristof fala-nos de uma Europa que, na época, estava dividida, mas também do desenraizamento, da separação e da perda de identidade criados pelas sociedades autoritárias do passado e do presente.
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Edição: Mar 2020
Nº Páginas:
Sinopse:
"Trata-se de uma história em que o criminoso não confessa a sua culpa e não é castigado. Os seus motivos, embora os possamos adivinhar, não são esmiuçados. Em bom rigor, não chegamos a ter a certeza absoluta da identidade do criminoso, nem sequer da natureza do crime cometido. O mal, em certa medida, triunfa. Não é feita justiça. Chesterton disse que este foi o primeiro romance policial. Talvez, mas, a ser assim, O Mistério de Edwin Drood é também o supremo romance policial." [Do Prefácio de Paulo Faria]
Nº Páginas:
Sinopse:
"Trata-se de uma história em que o criminoso não confessa a sua culpa e não é castigado. Os seus motivos, embora os possamos adivinhar, não são esmiuçados. Em bom rigor, não chegamos a ter a certeza absoluta da identidade do criminoso, nem sequer da natureza do crime cometido. O mal, em certa medida, triunfa. Não é feita justiça. Chesterton disse que este foi o primeiro romance policial. Talvez, mas, a ser assim, O Mistério de Edwin Drood é também o supremo romance policial." [Do Prefácio de Paulo Faria]
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Edição: Mai 1996
Nº Páginas: 370
Sinopse:
"Trainspotting" fala-nos de um grupo de jovens da Edimburgo dos anos noventa, tão desesperadamente realistas que para eles o futuro é inconcebível. Ao contrário dos que procuram o dinheiro ou o êxito, eles frequentam o lado obscuro da vida, buscam as sensações intensas e o prazer imediato na heroína, no sexo e no rock-and-roll. Irvine Welsh conseguiu fazer literatura da áspera linguagem dos seus personagens, semelhante à que podemos encontrar em ruas de qualquer cidade europeia. "Trainspotting" tornou-se um dos acontecimentos culturais da última década na Grã-Bretanha, foi adaptado ao teatro e agora ao cinema por Danny Boyle. "Merece vender mais exemplares que a Bíblia", afirmou em jeito provocador a revista "Rebel Inc". "O Celine escocês dos noventa", entusiasmou-se o "The Guardian". "É um romance sobre a falta de esperança… mas graças ao humor de Welsh e ao seu virtuosismo com a linguagem, é também um livro de incontível vitalidade", escreveu o "Sunday Times". Nascido em 1958 em Leith, Irvine Welsh frequentou a escola nos arredores de Edimburgo, deixando-a aos 16 anos para ser reparador de televisores, "punk", drogado e músico falhado, antes de voltar a estudar na Universidade de Herriot-Watt e se tornar romancista. Em entrevista recente definiu assim as suas influências: "Não tenho heróis literários. Não vou buscar as minhas referências aos outros escritores, mas às letras das canções, aos vídeos e "sitcoms"… cheguei a Burroughs via Lou Reed ou Iggy Pop; a Brendan Behan e Dermot Bolger através das palavras de Shane McGowan dos Pogues."
Nº Páginas: 370
Sinopse:
"Trainspotting" fala-nos de um grupo de jovens da Edimburgo dos anos noventa, tão desesperadamente realistas que para eles o futuro é inconcebível. Ao contrário dos que procuram o dinheiro ou o êxito, eles frequentam o lado obscuro da vida, buscam as sensações intensas e o prazer imediato na heroína, no sexo e no rock-and-roll. Irvine Welsh conseguiu fazer literatura da áspera linguagem dos seus personagens, semelhante à que podemos encontrar em ruas de qualquer cidade europeia. "Trainspotting" tornou-se um dos acontecimentos culturais da última década na Grã-Bretanha, foi adaptado ao teatro e agora ao cinema por Danny Boyle. "Merece vender mais exemplares que a Bíblia", afirmou em jeito provocador a revista "Rebel Inc". "O Celine escocês dos noventa", entusiasmou-se o "The Guardian". "É um romance sobre a falta de esperança… mas graças ao humor de Welsh e ao seu virtuosismo com a linguagem, é também um livro de incontível vitalidade", escreveu o "Sunday Times". Nascido em 1958 em Leith, Irvine Welsh frequentou a escola nos arredores de Edimburgo, deixando-a aos 16 anos para ser reparador de televisores, "punk", drogado e músico falhado, antes de voltar a estudar na Universidade de Herriot-Watt e se tornar romancista. Em entrevista recente definiu assim as suas influências: "Não tenho heróis literários. Não vou buscar as minhas referências aos outros escritores, mas às letras das canções, aos vídeos e "sitcoms"… cheguei a Burroughs via Lou Reed ou Iggy Pop; a Brendan Behan e Dermot Bolger através das palavras de Shane McGowan dos Pogues."
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Edição: Mai 2014
Nº Páginas: 264
Sinopse:
"Tomando a forma de médico, de estudante, de mestre-escola e de gente de muitos outros ofícios, é este o ser humano que atravessa todos os contos de Tchékhov." Vladimir Nabokov
Nº Páginas: 264
Sinopse:
"Tomando a forma de médico, de estudante, de mestre-escola e de gente de muitos outros ofícios, é este o ser humano que atravessa todos os contos de Tchékhov." Vladimir Nabokov
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Edição: Jun 2015
Nº Páginas: 96
Sinopse:
"Tínhamos acabado de jantar. Defronte de mim o meu amigo, o banqueiro, grande comerciante e açambarcador notável, fumava como quem não pensa. A conversa, que fora amortecendo, jazia morta entre nós. Procurei reanimá-la, ao acaso, servindo me de uma ideia que me passou pela meditação. Voltei me para ele, sorrindo. — É verdade: disseram me há dias que você em tempos foi anarquista…" — Fui, não: fui e sou. Não mudei a esse respeito. Sou anarquista. — Essa é boa! Você anarquista! Em que é que você é anarquista?... Só se você dá à palavra qualquer sentido diferente... — Do vulgar? Não; não dou. Emprego a palavra no sentido vulgar." "O Banqueiro Anarquista" foi publicado no 1.º número da revista "Contemporânea", saído em 1 de Maio, de 1922.
Nº Páginas: 96
Sinopse:
"Tínhamos acabado de jantar. Defronte de mim o meu amigo, o banqueiro, grande comerciante e açambarcador notável, fumava como quem não pensa. A conversa, que fora amortecendo, jazia morta entre nós. Procurei reanimá-la, ao acaso, servindo me de uma ideia que me passou pela meditação. Voltei me para ele, sorrindo. — É verdade: disseram me há dias que você em tempos foi anarquista…" — Fui, não: fui e sou. Não mudei a esse respeito. Sou anarquista. — Essa é boa! Você anarquista! Em que é que você é anarquista?... Só se você dá à palavra qualquer sentido diferente... — Do vulgar? Não; não dou. Emprego a palavra no sentido vulgar." "O Banqueiro Anarquista" foi publicado no 1.º número da revista "Contemporânea", saído em 1 de Maio, de 1922.
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Edição: Mar 2015
Nº Páginas: 160
Sinopse:
"Terra dos Homens" foi publicado em 1939 em França. Saiu nesse mesmo ano nos Estados Unidos, com o título Wind, Sand and Stars, tendo recebido o National Book Award, que era então o mais prestigiado prémio literário norte-americano.
Nº Páginas: 160
Sinopse:
"Terra dos Homens" foi publicado em 1939 em França. Saiu nesse mesmo ano nos Estados Unidos, com o título Wind, Sand and Stars, tendo recebido o National Book Award, que era então o mais prestigiado prémio literário norte-americano.
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Edição: Jun 2020
Nº Páginas: 864
Sinopse:
"Tal como em "A Morte em Veneza", o protagonista de "A Montanha Mágica" empreende uma viagem que acaba por o levar para fora do espaço e do tempo da existência burguesa. Não por acaso, contrariando planos anteriores em que o romance abria com a explanação da biografia de Hans, depois remetida para o segundo capítulo, o primeiro capítulo centra-se na viagem e no primeiro momento de confronto com o mundo fechado do sanatório, o início do longo percurso de iniciação que irá constituir o fulcro da narrativa. O herói do romance, como surge repetidamente sublinhado, nada tem de excepcional, pelo contrário, a própria mediania da personagem constitui uma forma de acentuar de que modo ela representa paradigmaticamente a normalidade social. O fulcro do romance, está, justamente, no facto de essa normalidade ser totalmente posta à prova e problematizada nos seus fundamentos pelo confronto com o microcosmo do sanatório." Do Prefácio
Nº Páginas: 864
Sinopse:
"Tal como em "A Morte em Veneza", o protagonista de "A Montanha Mágica" empreende uma viagem que acaba por o levar para fora do espaço e do tempo da existência burguesa. Não por acaso, contrariando planos anteriores em que o romance abria com a explanação da biografia de Hans, depois remetida para o segundo capítulo, o primeiro capítulo centra-se na viagem e no primeiro momento de confronto com o mundo fechado do sanatório, o início do longo percurso de iniciação que irá constituir o fulcro da narrativa. O herói do romance, como surge repetidamente sublinhado, nada tem de excepcional, pelo contrário, a própria mediania da personagem constitui uma forma de acentuar de que modo ela representa paradigmaticamente a normalidade social. O fulcro do romance, está, justamente, no facto de essa normalidade ser totalmente posta à prova e problematizada nos seus fundamentos pelo confronto com o microcosmo do sanatório." Do Prefácio
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