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Edição: Mai 2018
Nº Páginas: 280
Sinopse:
"Ousado sem ser original, José detesta compromissos, cedências, afasta os aliados, seduz os adversários. Não é essencialmente um governante, nem um tribuno, é alguém que carrega uma angústia, que se sente culpado sem ter feito nada de mal, que vê os obstáculos como castigos." Do Prefácio de Pedro Mexia
Nº Páginas: 280
Sinopse:
"Ousado sem ser original, José detesta compromissos, cedências, afasta os aliados, seduz os adversários. Não é essencialmente um governante, nem um tribuno, é alguém que carrega uma angústia, que se sente culpado sem ter feito nada de mal, que vê os obstáculos como castigos." Do Prefácio de Pedro Mexia
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Edição: Jul 2016
Nº Páginas: 280
Sinopse:
"Oscilando entre a angústia da fugacidade do tempo e a tragédia da repetição, as personagens de Céu em Fogo abismam-se fatalmente no tédio e, numa luta penosa — que é também um confronto fascinado com a morte —, tentam inventar maneiras de o vencer.Do Prefácio de Maria Antónia Oliveira
Nº Páginas: 280
Sinopse:
"Oscilando entre a angústia da fugacidade do tempo e a tragédia da repetição, as personagens de Céu em Fogo abismam-se fatalmente no tédio e, numa luta penosa — que é também um confronto fascinado com a morte —, tentam inventar maneiras de o vencer.Do Prefácio de Maria Antónia Oliveira
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Edição: Abr 1998
Nº Páginas: 294
Sinopse:
"Oscilando entre a angústia da fugacidade do tempo e a tragédia da repetição, as personagens de Céu em Fogo abismam-se fatalmente no tédio e, numa luta penosa — que é também um confronto fascinado com a morte —, tentam inventar maneiras de o vencer. É esta a tarefa fantástica que vai empreender o Fixador de Instantes. Tomado por um "tédio mortal"no momento em que constata a inevitabilidade da sua morte, acaba por realizar no crime a sua obsessão de posse total. Também na novela "A Grande Sombra", que diríamos o diário de um psicopata dos tempos modernos, o protagonista renasce "outra vida" após o assassínio violento de uma rapariga que acaba de conhecer, com quem se envolve sexualmente. Este crime acorda-o da sonolência monótona em que vivia até aí, e tem o efeito imediato de "parar os instantes", de suspender o tempo, e, paralelamente, eliminar a angústia da morte que o vinha deprimindo. O suicídio final, para o qual se encaminha em euforia louca, está para além do remorso: é o culminar triunfal da sua busca do mistério e do desconhecido. O crime e o suicídio, tão presentes nestas novelas, são as duas faces da mesma moeda, aquela com que ilusoriamente se quer pagar o preço da modernidade, na sua paixão pelo Novo: a morte é a única região inexplorada, não há novidade senão na morte. Para estes heróis de tragédia moderna, o suicídio não é um puro acto de desespero, mas a única forma de heroísmo, a última procura que vale a pena — um acto estético, ou uma deserção." - Do Prefácio de Maria Antónia Oliveira
Nº Páginas: 294
Sinopse:
"Oscilando entre a angústia da fugacidade do tempo e a tragédia da repetição, as personagens de Céu em Fogo abismam-se fatalmente no tédio e, numa luta penosa — que é também um confronto fascinado com a morte —, tentam inventar maneiras de o vencer. É esta a tarefa fantástica que vai empreender o Fixador de Instantes. Tomado por um "tédio mortal"no momento em que constata a inevitabilidade da sua morte, acaba por realizar no crime a sua obsessão de posse total. Também na novela "A Grande Sombra", que diríamos o diário de um psicopata dos tempos modernos, o protagonista renasce "outra vida" após o assassínio violento de uma rapariga que acaba de conhecer, com quem se envolve sexualmente. Este crime acorda-o da sonolência monótona em que vivia até aí, e tem o efeito imediato de "parar os instantes", de suspender o tempo, e, paralelamente, eliminar a angústia da morte que o vinha deprimindo. O suicídio final, para o qual se encaminha em euforia louca, está para além do remorso: é o culminar triunfal da sua busca do mistério e do desconhecido. O crime e o suicídio, tão presentes nestas novelas, são as duas faces da mesma moeda, aquela com que ilusoriamente se quer pagar o preço da modernidade, na sua paixão pelo Novo: a morte é a única região inexplorada, não há novidade senão na morte. Para estes heróis de tragédia moderna, o suicídio não é um puro acto de desespero, mas a única forma de heroísmo, a última procura que vale a pena — um acto estético, ou uma deserção." - Do Prefácio de Maria Antónia Oliveira
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Edição: Out 2009
Nº Páginas: 208
Sinopse:
"Os textos poéticos que contituem esta antologia percorrem uma latitude cronológica de cerca de quatrocentos anos de produção literária, dos séculos I a.C. a III da nossa era, e ilustram, de acordo com a época e o género a que pertencem, o modo de a antiga Roma declinar o amor, a paixão ou a mera lascívia. Foi, com efeito, a temática a consubstanciar o critério de selecção. Os poetas escolhidos não se cingem ao cânone da ideia de outro, associada ao período augustano. Assim, além de Catulo, Virgílio, Horácio, Ovídio, Tibulo ou Propércio, porventura mais conhecidos dos leitores não especializados, considerou-se uma mais valia divulgar autores até há alguns anos menos estudados — Calpúrnio Sículo —, ou cuja produção seja um caso singular, como Sulpícia, poetas tardios como Floro, Tiberiano, Nemesiano, Modestino, Pentádio e Reposiano, considerados menores pela tradição, e ainda algumas peças anómimas que raro — ou nunca — tinham merecido tradução no nosso país. Pelo mesmo motivo, tendo em atenção o esforço editorial mais recente, procurou-se evitar obras há pouco editadas como a Arte de Amar de Ovídio ou os Epigramas de Marcial, cujos excertos seriam pertinentes neste conjunto." [De "Palavras Prévias"]
Nº Páginas: 208
Sinopse:
"Os textos poéticos que contituem esta antologia percorrem uma latitude cronológica de cerca de quatrocentos anos de produção literária, dos séculos I a.C. a III da nossa era, e ilustram, de acordo com a época e o género a que pertencem, o modo de a antiga Roma declinar o amor, a paixão ou a mera lascívia. Foi, com efeito, a temática a consubstanciar o critério de selecção. Os poetas escolhidos não se cingem ao cânone da ideia de outro, associada ao período augustano. Assim, além de Catulo, Virgílio, Horácio, Ovídio, Tibulo ou Propércio, porventura mais conhecidos dos leitores não especializados, considerou-se uma mais valia divulgar autores até há alguns anos menos estudados — Calpúrnio Sículo —, ou cuja produção seja um caso singular, como Sulpícia, poetas tardios como Floro, Tiberiano, Nemesiano, Modestino, Pentádio e Reposiano, considerados menores pela tradição, e ainda algumas peças anómimas que raro — ou nunca — tinham merecido tradução no nosso país. Pelo mesmo motivo, tendo em atenção o esforço editorial mais recente, procurou-se evitar obras há pouco editadas como a Arte de Amar de Ovídio ou os Epigramas de Marcial, cujos excertos seriam pertinentes neste conjunto." [De "Palavras Prévias"]
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Edição: Ago 2021
Nº Páginas: 172
Sinopse:
"Os temas desatualizam-se, as tendências literárias saem de moda, os interesses dos leitores mudam, o mundo em que José Cardoso Pires viveu e escreveu já não é o nosso. O brilho da sua prosa, esse, mantém-se intacto. Graças a esse brilho, as personagens inteiras que criou (ele que muito escreveu sobre amputados, físicos e espirituais) — veja-se João Portela e o tio Aníbal que, daqui a umas páginas, há de o leitor encontrar a calcorrearem os caminhos secos e amaldiçoados do Alentejo — continuam vivas e a iluminar-nos." Do Prefácio de Bruno Vieira Amaral
Nº Páginas: 172
Sinopse:
"Os temas desatualizam-se, as tendências literárias saem de moda, os interesses dos leitores mudam, o mundo em que José Cardoso Pires viveu e escreveu já não é o nosso. O brilho da sua prosa, esse, mantém-se intacto. Graças a esse brilho, as personagens inteiras que criou (ele que muito escreveu sobre amputados, físicos e espirituais) — veja-se João Portela e o tio Aníbal que, daqui a umas páginas, há de o leitor encontrar a calcorrearem os caminhos secos e amaldiçoados do Alentejo — continuam vivas e a iluminar-nos." Do Prefácio de Bruno Vieira Amaral
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Edição: Set 2012
Nº Páginas: 208
Sinopse:
"Os Cães e os Lobos", publicado em 1940, tem nítidas relações com a história pessoal de Irène Némirovsky, romancista influenciada pela cultura judaica, francesa e eslava. Nascida no seio da grande burguesia ucraniana, Irène Némirovsky e a família abandonaram Kiev depois da Revolução de Outubro de 1917, acabando por encontrar refúgio em França. No centro deste romance está o amor insensato de Ada, uma judia pobre, por Harry, filho de um rico banqueiro judeu. Ada apaixona-se quando é uma criança (viria a tornar-se uma pintora original e revoltada). Atraídos um pelo outro, nada os reúne excepto o sentimento da sua perda inevitável. "Os Cães e os Lobos" é um texto marcado pela melancolia, um romance sobre a infância e a inocência perdida, uma obra-prima indiscutível da literatura do século xx.
Nº Páginas: 208
Sinopse:
"Os Cães e os Lobos", publicado em 1940, tem nítidas relações com a história pessoal de Irène Némirovsky, romancista influenciada pela cultura judaica, francesa e eslava. Nascida no seio da grande burguesia ucraniana, Irène Némirovsky e a família abandonaram Kiev depois da Revolução de Outubro de 1917, acabando por encontrar refúgio em França. No centro deste romance está o amor insensato de Ada, uma judia pobre, por Harry, filho de um rico banqueiro judeu. Ada apaixona-se quando é uma criança (viria a tornar-se uma pintora original e revoltada). Atraídos um pelo outro, nada os reúne excepto o sentimento da sua perda inevitável. "Os Cães e os Lobos" é um texto marcado pela melancolia, um romance sobre a infância e a inocência perdida, uma obra-prima indiscutível da literatura do século xx.
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Edição: Ago 2021
Nº Páginas: 760
Sinopse:
"Orwell combateu as formas dominantes da mentira política contemporânea: a propaganda, da qual nunca nos libertámos, e a novilíngua, a que hoje sucumbimos. Por isso, o maior dos seus ensaios talvez seja "A Política e a Língua Inglesa" (1946). A intui-ção de que a decadência da linguagem e a decadência da política estão ligadas uma à outra é fácil de acompanhar; difícil era de-monstrar, exemplificando, o que estava errado na política daquele tempo, em particular a política da esquerda daquele tempo, tra-zendo à luz as frases feitas, a sintaxe tortuosa, as metáforas mortas, os eufemismos desonestos. Consciente de que a malea-bilidade da língua inglesa a predispõe para o sofisticado e o quo-tidiano, para a poesia e as manchetes de jornal, Orwell defendeu uma linguagem, quer dizer, uma política, de concisão e clareza, de palavras concretas e comuns. Ao contrário do que diziam os detractores, ele não "fazia o jogo" do inimigo: a linguagem de al-guns amigos é que era o seu inimigo." Do Prefácio
Nº Páginas: 760
Sinopse:
"Orwell combateu as formas dominantes da mentira política contemporânea: a propaganda, da qual nunca nos libertámos, e a novilíngua, a que hoje sucumbimos. Por isso, o maior dos seus ensaios talvez seja "A Política e a Língua Inglesa" (1946). A intui-ção de que a decadência da linguagem e a decadência da política estão ligadas uma à outra é fácil de acompanhar; difícil era de-monstrar, exemplificando, o que estava errado na política daquele tempo, em particular a política da esquerda daquele tempo, tra-zendo à luz as frases feitas, a sintaxe tortuosa, as metáforas mortas, os eufemismos desonestos. Consciente de que a malea-bilidade da língua inglesa a predispõe para o sofisticado e o quo-tidiano, para a poesia e as manchetes de jornal, Orwell defendeu uma linguagem, quer dizer, uma política, de concisão e clareza, de palavras concretas e comuns. Ao contrário do que diziam os detractores, ele não "fazia o jogo" do inimigo: a linguagem de al-guns amigos é que era o seu inimigo." Do Prefácio
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Edição: Jul 2003
Nº Páginas: 150
Sinopse:
"Ora aqui está. Uma rapariga de dezassete anos. Com o aspecto de uma Vénus de Milo com braços — talvez não gostem da ideia, mas então é porque também não gostam de certeza de uma bela égua bem lançada —, uma rapariga com umas coxas, uns seios e um corpo como não há por aí às dúzias, e uma bela cabeça de eslava, um pouco achatada, com olhos oblíquos e cabelo loiro todo ondulado. E uma rapariga que, além disso, tem de seu. Tem dezassete anos; é assim e deixa-se injectar com morfina por um tipo que parece um chulo de baixa categoria…, e que, ainda por cima, tem maquilhagem. Juro-lhes que elas não percebem nada. Agarro nela e ponho-a de pé. — Vamos lá, minha lorpa — digo-lhe eu. Estou-me nas tintas para a hipótese de alguém entrar. Não se esqueçam de que estou vestido de mulher… e nada tem de chocante ver uma velha amiga meter na cama outra velha amiga que se meteu um pouco nos copos."
Nº Páginas: 150
Sinopse:
"Ora aqui está. Uma rapariga de dezassete anos. Com o aspecto de uma Vénus de Milo com braços — talvez não gostem da ideia, mas então é porque também não gostam de certeza de uma bela égua bem lançada —, uma rapariga com umas coxas, uns seios e um corpo como não há por aí às dúzias, e uma bela cabeça de eslava, um pouco achatada, com olhos oblíquos e cabelo loiro todo ondulado. E uma rapariga que, além disso, tem de seu. Tem dezassete anos; é assim e deixa-se injectar com morfina por um tipo que parece um chulo de baixa categoria…, e que, ainda por cima, tem maquilhagem. Juro-lhes que elas não percebem nada. Agarro nela e ponho-a de pé. — Vamos lá, minha lorpa — digo-lhe eu. Estou-me nas tintas para a hipótese de alguém entrar. Não se esqueçam de que estou vestido de mulher… e nada tem de chocante ver uma velha amiga meter na cama outra velha amiga que se meteu um pouco nos copos."
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Edição: Fev 2011
Nº Páginas: 344
Sinopse:
"On the Road" relata a viagem pelos Estados Unidos de carro, por Sal Paradise e Dean Moriarty, repleta de sexo, drogas, álcool e liberdade. É considerado a obra-prima de Kerouac, um dos principais expoentes da geração beat dos Estados Unidos, sendo uma grande influência para os jovens no contexto da contracultura dos anos 60. Foi lançado pela primeira vez em 1957.
Nº Páginas: 344
Sinopse:
"On the Road" relata a viagem pelos Estados Unidos de carro, por Sal Paradise e Dean Moriarty, repleta de sexo, drogas, álcool e liberdade. É considerado a obra-prima de Kerouac, um dos principais expoentes da geração beat dos Estados Unidos, sendo uma grande influência para os jovens no contexto da contracultura dos anos 60. Foi lançado pela primeira vez em 1957.
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Edição: Dez 2018
Nº Páginas: 592
Sinopse:
"O tema deste vasto romance não nos é ocultado. Broch tem o cuidado de pôr em destaque os pensamentos teóricos que de outro modo procuraríamos no interior das suas histórias. Os títulos já dizem tudo: "Pasenow ou O Romantismo", 1888; "Esch ou A Anarquia", 1903; "Huguenau ou O Realismo", 1918; e, acima destes três nomes, a palavra nocturna que aqui nem sequer é uma imagem, mas um diagnóstico: "Sonâmbulos"." Maurice Blanchot
Nº Páginas: 592
Sinopse:
"O tema deste vasto romance não nos é ocultado. Broch tem o cuidado de pôr em destaque os pensamentos teóricos que de outro modo procuraríamos no interior das suas histórias. Os títulos já dizem tudo: "Pasenow ou O Romantismo", 1888; "Esch ou A Anarquia", 1903; "Huguenau ou O Realismo", 1918; e, acima destes três nomes, a palavra nocturna que aqui nem sequer é uma imagem, mas um diagnóstico: "Sonâmbulos"." Maurice Blanchot
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Edição: Ago 2016
Nº Páginas: 448
Sinopse:
"O romance conta a jornada de uma jovem de vinte anos para o autoconhecimento e maturidade intelectual e sentimental, através de discussões instrutivas, da (circunscrita) variedade das relações pessoais e experiências vividas."Do Posfácio
Nº Páginas: 448
Sinopse:
"O romance conta a jornada de uma jovem de vinte anos para o autoconhecimento e maturidade intelectual e sentimental, através de discussões instrutivas, da (circunscrita) variedade das relações pessoais e experiências vividas."Do Posfácio
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Edição: Jun 2016
Nº Páginas: 240
Sinopse:
"O Retrato de Dorian Gray" foi publicado em 1890 e depressa se tornou a obra mais conhecida de Oscar Wilde. O romance celebra o esteticismo, assume os seus riscos e aborda pela primeira vez o tema da homossexualidade na literatura inglesa.Oscar Wilde afirmaria que "Basil Hallward é aquilo que eu penso de mim; Lord Henry, o que o mundo pensa de mim; e Dorian é o que eu gostaria de ser noutra época, talvez".
Nº Páginas: 240
Sinopse:
"O Retrato de Dorian Gray" foi publicado em 1890 e depressa se tornou a obra mais conhecida de Oscar Wilde. O romance celebra o esteticismo, assume os seus riscos e aborda pela primeira vez o tema da homossexualidade na literatura inglesa.Oscar Wilde afirmaria que "Basil Hallward é aquilo que eu penso de mim; Lord Henry, o que o mundo pensa de mim; e Dorian é o que eu gostaria de ser noutra época, talvez".
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Edição: Abr 2018
Nº Páginas: 520
Sinopse:
"O reino de Dickens é o realismo mágico. Reino de atração infinita, reino muito difícil de governar. Kafka tinha um assim; mas a risada de Dickens torna o seu mundo mais belo." "Giuseppe Tomasi di Lampedusa"
Nº Páginas: 520
Sinopse:
"O reino de Dickens é o realismo mágico. Reino de atração infinita, reino muito difícil de governar. Kafka tinha um assim; mas a risada de Dickens torna o seu mundo mais belo." "Giuseppe Tomasi di Lampedusa"
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Edição: Jul 2017
Nº Páginas: 268
Sinopse:
"O que Sibila e sua descendência significam não precisa de ser sublinhado por contraste. Mas esse mundo romanesco, pelo seu simples aparecimento, deslocou o centro da atenção literária." Eduardo Lourenço
Nº Páginas: 268
Sinopse:
"O que Sibila e sua descendência significam não precisa de ser sublinhado por contraste. Mas esse mundo romanesco, pelo seu simples aparecimento, deslocou o centro da atenção literária." Eduardo Lourenço
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Edição: Abr 2018
Nº Páginas: 736
Sinopse:
"O que nos diz o Diário da pessoa de Virginia Woolf que nos permita conhecê-la melhor? O aspecto mais impressionante, creio ser a evidência de uma mulher extremamente contraditória. Desde logo, as alterações radicais dos estados de espírito, a dramática inconstância dos terrores e euforias vivenciais, de um dia "tão divinamente feliz" e de outro exausta e deprimida." [Do Prefácio]
Nº Páginas: 736
Sinopse:
"O que nos diz o Diário da pessoa de Virginia Woolf que nos permita conhecê-la melhor? O aspecto mais impressionante, creio ser a evidência de uma mulher extremamente contraditória. Desde logo, as alterações radicais dos estados de espírito, a dramática inconstância dos terrores e euforias vivenciais, de um dia "tão divinamente feliz" e de outro exausta e deprimida." [Do Prefácio]
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Edição: Nov 2017
Nº Páginas: 288
Sinopse:
"O que estás a tentar fazer nem sempre tem bons resultados. Deita fora essa proximidade contigo, põe de lado esse feitiço da rememoração a quente. Põe o lamento na boca de outrem. Desfaz essa amizade com o teu próprio lamento. "
Nº Páginas: 288
Sinopse:
"O que estás a tentar fazer nem sempre tem bons resultados. Deita fora essa proximidade contigo, põe de lado esse feitiço da rememoração a quente. Põe o lamento na boca de outrem. Desfaz essa amizade com o teu próprio lamento. "
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Edição: Mar 2021
Nº Páginas: 192
Sinopse:
"O Príncipe" foi escrito em 1513, tendo tido a sua primeira edição póstuma em 1532. Como escreveu Antonio Gramsci, o aspeto mais original do livro, que se tornaria a obra italiana mais conhecida em todo o mundo, é não ser um tratado sistemático, mas "um livro vivo em que a ideologia e a ciência política se misturam na forma dramática de mito". Num momento conturbado da história do que é hoje a Itália, em que as potências estrangeiras ameaçavam os prósperos mas frágeis estados regionais, Maquiavel, já afastado da política ativa, concentrou nesta obra a experiência adquirida em catorze anos de administração na República Florentina. É uma obra amarga e desencantada, em que traçou o perfil do príncipe ideal, analisou os motivos da ação humana e, separando a política da moral, abriu caminho ao moderno pensamento político.
Nº Páginas: 192
Sinopse:
"O Príncipe" foi escrito em 1513, tendo tido a sua primeira edição póstuma em 1532. Como escreveu Antonio Gramsci, o aspeto mais original do livro, que se tornaria a obra italiana mais conhecida em todo o mundo, é não ser um tratado sistemático, mas "um livro vivo em que a ideologia e a ciência política se misturam na forma dramática de mito". Num momento conturbado da história do que é hoje a Itália, em que as potências estrangeiras ameaçavam os prósperos mas frágeis estados regionais, Maquiavel, já afastado da política ativa, concentrou nesta obra a experiência adquirida em catorze anos de administração na República Florentina. É uma obra amarga e desencantada, em que traçou o perfil do príncipe ideal, analisou os motivos da ação humana e, separando a política da moral, abriu caminho ao moderno pensamento político.
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Edição: Out 2019
Nº Páginas: 344
Sinopse:
"O Portal dos Obeliscos" é o segundo livro da série "Terra Fraturada". O primeiro volume, "Quinta Estação", venceu também o Hugo Award, em 2016. O terceiro livro, "The Stone Sky", publicado em agosto de 2017, venceu o Hugo Award 2018 e o Nebula Award 2018 na categoria de melhor romance. A estação dos fins cresce na escuridão, à medida que a civilização desaparece na noite longa e fria. Essun — outrora Damaya, antes Syenite, e agora vingadora — encontrou abrigo. Alabaster Tenring, destruidor dos mundos, tem um pedido. Mas se Essun faz o que ele pede, poderia pôr em causa o destino de Sossego. Longe de tudo isto, a sua filha, Nassun, torna-se mais poderosa a cada dia. E, assim, as suas decisões podem significar a destruição deste mundo magnífico.
Nº Páginas: 344
Sinopse:
"O Portal dos Obeliscos" é o segundo livro da série "Terra Fraturada". O primeiro volume, "Quinta Estação", venceu também o Hugo Award, em 2016. O terceiro livro, "The Stone Sky", publicado em agosto de 2017, venceu o Hugo Award 2018 e o Nebula Award 2018 na categoria de melhor romance. A estação dos fins cresce na escuridão, à medida que a civilização desaparece na noite longa e fria. Essun — outrora Damaya, antes Syenite, e agora vingadora — encontrou abrigo. Alabaster Tenring, destruidor dos mundos, tem um pedido. Mas se Essun faz o que ele pede, poderia pôr em causa o destino de Sossego. Longe de tudo isto, a sua filha, Nassun, torna-se mais poderosa a cada dia. E, assim, as suas decisões podem significar a destruição deste mundo magnífico.
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Edição: Out 2018
Nº Páginas: 144
Sinopse:
"O plano desse primeiro livro de Gonçalo M. Tavares (…) tem a ver com o que ele parece desenvolver como política de escrita: a literatura como um corpo-dançarino que oscila entre a ficção, o ensaio e a anotação e, principalmente, como um pensamento sucessivo que vem de um passado reminiscente e se lança no presente. Um método de escavação arqueológica do texto que se dá através de repetições incessantes, de ideias sobre o corpo e de resistências no mundo agora - quando a literatura também vem como um movimento arqueológico de colisão com o espaço." Júlia Studart
Nº Páginas: 144
Sinopse:
"O plano desse primeiro livro de Gonçalo M. Tavares (…) tem a ver com o que ele parece desenvolver como política de escrita: a literatura como um corpo-dançarino que oscila entre a ficção, o ensaio e a anotação e, principalmente, como um pensamento sucessivo que vem de um passado reminiscente e se lança no presente. Um método de escavação arqueológica do texto que se dá através de repetições incessantes, de ideias sobre o corpo e de resistências no mundo agora - quando a literatura também vem como um movimento arqueológico de colisão com o espaço." Júlia Studart
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Edição: Jan 2013
Nº Páginas: 160
Sinopse:
"O novo livro de Junot Díaz, "É Assim que a Perdes", é um conjunto de narrativas ligadas entre si sobre o amor — amor apaixonado, amor ilícito, amor em extinção, amor maternal — e contadas através da vida dos habitantes de New Jersey oriundos da República Dominicana e da sua luta para encontrar um ponto de encontro entre os seus dois mundos."
Nº Páginas: 160
Sinopse:
"O novo livro de Junot Díaz, "É Assim que a Perdes", é um conjunto de narrativas ligadas entre si sobre o amor — amor apaixonado, amor ilícito, amor em extinção, amor maternal — e contadas através da vida dos habitantes de New Jersey oriundos da República Dominicana e da sua luta para encontrar um ponto de encontro entre os seus dois mundos."
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Edição: Jun 2015
Nº Páginas: 304
Sinopse:
"O mundo das repartições e dos arquivos, dos gabinetes e dos quartos escuros, bafientos e degradados, é o mundo de Kafka. (…) "O Processo" deixa-nos perceber que o procedimento judicial que é levantado contra o réu não lhe deixa, regra geral, qualquer esperança, inclusivamente nos casos em que poderia subsistir a esperança da absolvição. Ora, talvez seja precisamente esse desespero que transforma os réus nas únicas personagens belas no universo kafkiano."Do Posfácio de Walter Benjamin
Nº Páginas: 304
Sinopse:
"O mundo das repartições e dos arquivos, dos gabinetes e dos quartos escuros, bafientos e degradados, é o mundo de Kafka. (…) "O Processo" deixa-nos perceber que o procedimento judicial que é levantado contra o réu não lhe deixa, regra geral, qualquer esperança, inclusivamente nos casos em que poderia subsistir a esperança da absolvição. Ora, talvez seja precisamente esse desespero que transforma os réus nas únicas personagens belas no universo kafkiano."Do Posfácio de Walter Benjamin
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Edição: Jul 2014
Nº Páginas: 296
Sinopse:
"O meu pai morreu há um ano. Não acredito na teoria segundo a qual só nos tornamos realmente adultos com a morte dos nossos pais; nunca nos tornamos realmente adultos. Diante do caixão do velho, ocorreram-me pensamentos desagradáveis. O sacana tinha aproveitado bem a vida; safara-se à grande. "Fizeste filhos, meu cretino…", disse vivamente para comigo; "enfiaste a tua piça grossa na rata da minha mãe." A verdade é que estava um bocado tenso; não é todos os dias que temos um morto na família. Recusei-me a ver o cadáver. Tenho quarenta anos, já tive várias oportunidades de ver cadáveres; neste momento, prefiro evitar. É isso que me tem impedido de comprar um animal doméstico."
Nº Páginas: 296
Sinopse:
"O meu pai morreu há um ano. Não acredito na teoria segundo a qual só nos tornamos realmente adultos com a morte dos nossos pais; nunca nos tornamos realmente adultos. Diante do caixão do velho, ocorreram-me pensamentos desagradáveis. O sacana tinha aproveitado bem a vida; safara-se à grande. "Fizeste filhos, meu cretino…", disse vivamente para comigo; "enfiaste a tua piça grossa na rata da minha mãe." A verdade é que estava um bocado tenso; não é todos os dias que temos um morto na família. Recusei-me a ver o cadáver. Tenho quarenta anos, já tive várias oportunidades de ver cadáveres; neste momento, prefiro evitar. É isso que me tem impedido de comprar um animal doméstico."
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Edição: Abr 2002
Nº Páginas: 500
Sinopse:
"O livro mais falado desde Geração X... No Logo é uma descrição inteligente e magnificamente apresentada de uma cultura que se deslocou da venda de produtos para a caça às marcas." - The Guardian
Nº Páginas: 500
Sinopse:
"O livro mais falado desde Geração X... No Logo é uma descrição inteligente e magnificamente apresentada de uma cultura que se deslocou da venda de produtos para a caça às marcas." - The Guardian
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Edição: Mar 2016
Nº Páginas: 240
Sinopse:
"O livro começa com a frase "Quem tivesse visto Catherine Morland em criança nunca poderia supor que nascera para heroína", e ela é certamente uma heroína muito invulgar para um romance de Jane Austen."Do Posfácio
Nº Páginas: 240
Sinopse:
"O livro começa com a frase "Quem tivesse visto Catherine Morland em criança nunca poderia supor que nascera para heroína", e ela é certamente uma heroína muito invulgar para um romance de Jane Austen."Do Posfácio
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Edição: Dez 1997
Nº Páginas: 160
Sinopse:
"O Grande Gatsby talvez seja, como já alguém afirmou, o único romance perfeito. Ao relê?lo, ficamos sempre espantados com a sua brevidade: não é muito mais longo que um conto de Henry James. T. S. Eliot considerou?o como o único progresso significativo do romance americano desde a morte de James. Não gerou, porém, uma tradição americana. A narrativa de grande sucesso, frouxamente planeada e recheada de calão, é vista com acerto como o típico contributo americano para a arte do romance. Os leitores americanos do Saturday Evening Post, que admiravam os contos de Fitzgerald sobre a era do jazz, não o sabiam autor de um grande livro. A popularidade de Fitzgerald depois de morto baseou?se mais na vida que na obra — o "colapso nervoso", o alcoolismo, a loucura de Zelda, sua mulher. A sua arte era demasiado requintada e a sua ironia demasiado subtil para o grande público. E no entanto, um editorial do New York Times, publicado após a sua morte, dizia que "ele era melhor do que pensava, pois foi, quer no plano dos factos quer no plano literário, o inventor de uma "geração"". - Anthony Burguess
Nº Páginas: 160
Sinopse:
"O Grande Gatsby talvez seja, como já alguém afirmou, o único romance perfeito. Ao relê?lo, ficamos sempre espantados com a sua brevidade: não é muito mais longo que um conto de Henry James. T. S. Eliot considerou?o como o único progresso significativo do romance americano desde a morte de James. Não gerou, porém, uma tradição americana. A narrativa de grande sucesso, frouxamente planeada e recheada de calão, é vista com acerto como o típico contributo americano para a arte do romance. Os leitores americanos do Saturday Evening Post, que admiravam os contos de Fitzgerald sobre a era do jazz, não o sabiam autor de um grande livro. A popularidade de Fitzgerald depois de morto baseou?se mais na vida que na obra — o "colapso nervoso", o alcoolismo, a loucura de Zelda, sua mulher. A sua arte era demasiado requintada e a sua ironia demasiado subtil para o grande público. E no entanto, um editorial do New York Times, publicado após a sua morte, dizia que "ele era melhor do que pensava, pois foi, quer no plano dos factos quer no plano literário, o inventor de uma "geração"". - Anthony Burguess
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Edição: Dez 2020
Nº Páginas: 1104
Sinopse:
"O Fim" é o último volume da saga "A Minha Luta", e nele torna-se evidente o alcance do projecto de Karl Ove Knausgård. Enfrentando directamente as consequências da transgressão perante a vida pública e privada, subvertendo os seus limites, este sexto volume da sua principal obra dá-nos uma visão perturbadora e apaixonante da mente de um dos escritores mais conceituados da sua geração.
Nº Páginas: 1104
Sinopse:
"O Fim" é o último volume da saga "A Minha Luta", e nele torna-se evidente o alcance do projecto de Karl Ove Knausgård. Enfrentando directamente as consequências da transgressão perante a vida pública e privada, subvertendo os seus limites, este sexto volume da sua principal obra dá-nos uma visão perturbadora e apaixonante da mente de um dos escritores mais conceituados da sua geração.
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Edição: Set 2021
Nº Páginas: 192
Sinopse:
"O Eterno Marido" foi escrito por Dostoievski durante o período que viveu em Dresden. O romance seria publicado em 1870 na revista Zarya. Aleksei Ivánovitch Veltchanínov, preocupado com uma questão jurídica, é assediado pela presença de um estranho homem que usa um fumo de luto no seu chapéu e se cruza várias vezes com ele. Este estranho personagem acaba por lhe bater à porta a meio da noite e Veltchanínov reconhece o marido de uma antiga amante. A mulher já morreu, mas o marido não conseguiu desfazer-se do fascínio que sente pelo ex-amante. É a partir deste enredo que Dostoievski constrói uma narrativa sobre a fatalidade das relações humanas, uma sinistra história de adultério e reencontro, constatando a tendência para a reprodução de comportamentos de humilhação e fracasso.
Nº Páginas: 192
Sinopse:
"O Eterno Marido" foi escrito por Dostoievski durante o período que viveu em Dresden. O romance seria publicado em 1870 na revista Zarya. Aleksei Ivánovitch Veltchanínov, preocupado com uma questão jurídica, é assediado pela presença de um estranho homem que usa um fumo de luto no seu chapéu e se cruza várias vezes com ele. Este estranho personagem acaba por lhe bater à porta a meio da noite e Veltchanínov reconhece o marido de uma antiga amante. A mulher já morreu, mas o marido não conseguiu desfazer-se do fascínio que sente pelo ex-amante. É a partir deste enredo que Dostoievski constrói uma narrativa sobre a fatalidade das relações humanas, uma sinistra história de adultério e reencontro, constatando a tendência para a reprodução de comportamentos de humilhação e fracasso.
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Edição: Mar 2009
Nº Páginas: 110
Sinopse:
"O Corvo" de Edgar Allan Poe (1809-1849) foi publicado pela primeira vez em livro em 1845, pela editora norte-americana Lorimer Graham, numa versão que integrava correcções do autor. Poucos anos depois era já um dos mais conhecidos poemas da literatura norte-americana, sendo considerado um desafio por diversos tradutores, entre os quais se contaram Charles Baudelaire e, no caso da língua portuguesa, Fernando Pessoa e Machado de Assis. Um dos problemas específicos do texto está no facto de o corvo, que certa noite visita o narrador mergulhado em livros de um "saber esquecido", emitir apenas a palavra "Nevermore", que é enunciada no final de cada estrofe adquirindo de cada vez um sentido diverso.
Nº Páginas: 110
Sinopse:
"O Corvo" de Edgar Allan Poe (1809-1849) foi publicado pela primeira vez em livro em 1845, pela editora norte-americana Lorimer Graham, numa versão que integrava correcções do autor. Poucos anos depois era já um dos mais conhecidos poemas da literatura norte-americana, sendo considerado um desafio por diversos tradutores, entre os quais se contaram Charles Baudelaire e, no caso da língua portuguesa, Fernando Pessoa e Machado de Assis. Um dos problemas específicos do texto está no facto de o corvo, que certa noite visita o narrador mergulhado em livros de um "saber esquecido", emitir apenas a palavra "Nevermore", que é enunciada no final de cada estrofe adquirindo de cada vez um sentido diverso.
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Edição: Fev 2008
Nº Páginas: 96
Sinopse:
"O chá japonês, servido invariamente sem leite e sem açúcar, que lhe prejudicariam o aroma, é a bebida mais suavemente agradável que possa oferecer-se ao nosso paladar (não de todos porém, mas um paladar sentimental, um tanto sonhador… que nisto dos nossos órgãos de sentir há temperamentos, aptidões afectivas características.. .). 0 guyokuró, por exemplo, que é o mais celebrado chá de Uji e de todo o Japão, instila tais subtilezas balsâmicas de sabor, que mais parece um perfume; poderia dizer-se que uma maravilhosa alquimia conseguiu liquefazer os aromas das flores — flores dos jardins, flores silvestres —, transferindo do olfacto ao paladar a impressão do gozo." E deste modo que Wenceslau de Moraes fala desta bebida japonesa em "0 Culto do Chá", a que se acrescentam neste volume dois outros textos seus, "Uji —A Terra do Chá" e "Vestígios da Passagem", dos Portugueses no Japão.
Nº Páginas: 96
Sinopse:
"O chá japonês, servido invariamente sem leite e sem açúcar, que lhe prejudicariam o aroma, é a bebida mais suavemente agradável que possa oferecer-se ao nosso paladar (não de todos porém, mas um paladar sentimental, um tanto sonhador… que nisto dos nossos órgãos de sentir há temperamentos, aptidões afectivas características.. .). 0 guyokuró, por exemplo, que é o mais celebrado chá de Uji e de todo o Japão, instila tais subtilezas balsâmicas de sabor, que mais parece um perfume; poderia dizer-se que uma maravilhosa alquimia conseguiu liquefazer os aromas das flores — flores dos jardins, flores silvestres —, transferindo do olfacto ao paladar a impressão do gozo." E deste modo que Wenceslau de Moraes fala desta bebida japonesa em "0 Culto do Chá", a que se acrescentam neste volume dois outros textos seus, "Uji —A Terra do Chá" e "Vestígios da Passagem", dos Portugueses no Japão.
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Edição: Fev 2012
Nº Páginas: 152
Sinopse:
"Nunca vi um verão assim. Um calor sufocante desde meados de maio. Uma pesada nuvem de vapor cobre, o dia inteiro, as ruas e as praças. Só o crepúsculo reconforta um pouco o ânimo. Acabo de regressar do passeio vespertino que faço quase todos os dias, depois de visitar os meus doentes, que não são agora, no verão, demasiado numerosos. Uma brisa fresca e constante sopra de leste, a vaga de calor desprende-se do solo e desloca-se lentamente, transformando-se num grande véu de pano vermelho, que se afasta para oeste. Cessa o ruído dos solavancos das carroças; de quando em quando, ouve- -se somente um fiacre ou a campainha de uma carruagem que passa nos seus trilhos. Percorro vagarosamente as ruas. Aqui e ali, encontro um conhecido, e por um momento paramos os dois à esquina a conversar. Mas porque será que tenho de encontrar, uma vez mais, o pastor Gregorius atravessando o meu caminho? Sempre que o vejo, torna-me à memória uma anedota que, um dia, ouvi contar acerca de Schopenhauer. Uma tarde, quando o austero filósofo estava sentado a um canto do seu café habitual, solitário como de costume, a porta abre-se e ele vê entrar um homem com um semblante desagradável. Schopenhauer observa-o de relance, contrai o rosto num esgar de susto e repulsa, levanta-se e ataca à bengalada a cabeça do intruso. Devido, simplesmente, ao seu aspeto desagradável."
Nº Páginas: 152
Sinopse:
"Nunca vi um verão assim. Um calor sufocante desde meados de maio. Uma pesada nuvem de vapor cobre, o dia inteiro, as ruas e as praças. Só o crepúsculo reconforta um pouco o ânimo. Acabo de regressar do passeio vespertino que faço quase todos os dias, depois de visitar os meus doentes, que não são agora, no verão, demasiado numerosos. Uma brisa fresca e constante sopra de leste, a vaga de calor desprende-se do solo e desloca-se lentamente, transformando-se num grande véu de pano vermelho, que se afasta para oeste. Cessa o ruído dos solavancos das carroças; de quando em quando, ouve- -se somente um fiacre ou a campainha de uma carruagem que passa nos seus trilhos. Percorro vagarosamente as ruas. Aqui e ali, encontro um conhecido, e por um momento paramos os dois à esquina a conversar. Mas porque será que tenho de encontrar, uma vez mais, o pastor Gregorius atravessando o meu caminho? Sempre que o vejo, torna-me à memória uma anedota que, um dia, ouvi contar acerca de Schopenhauer. Uma tarde, quando o austero filósofo estava sentado a um canto do seu café habitual, solitário como de costume, a porta abre-se e ele vê entrar um homem com um semblante desagradável. Schopenhauer observa-o de relance, contrai o rosto num esgar de susto e repulsa, levanta-se e ataca à bengalada a cabeça do intruso. Devido, simplesmente, ao seu aspeto desagradável."
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