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Edição: Fev 2016
Nº Páginas: 272
Sinopse:
Casados há vários anos, Chessy e Tate parecem ter tudo.E assim foi durante muito tempo. Uma relação fogosa e avassaladora, na qual Chessy ofereceu a Tate a sua submissão, e o marido a acarinhou e protegeu. Mas as pressões do dia a dia não dão tréguas, e Tate parece estar agora completamente absorvido pelos negócios. Chessy quer apenas reacender a paixão, o desejo e a segurança que ambos partilharam. Sabe que algo tem de mudar para que a relação sobreviva.Pressentindo a frustração da mulher, Tate decide preparar-lhe uma surpresa: uma noite especial que irá reavivar a chama de outrora. Mas um telefonema de trabalho no momento errado deita tudo a perder - a segurança de Chessy, a sua fé inabalável no marido, e o seu amor. O mal está feito e o pior aconteceu. Tate prepara-se agora para enfrentar o maior desafio da sua vida: a reconquista da mulher. Mas não será já demasiado tarde?O terceiro e último volume da Trilogia SURRENDER.
Nº Páginas: 272
Sinopse:
Casados há vários anos, Chessy e Tate parecem ter tudo.E assim foi durante muito tempo. Uma relação fogosa e avassaladora, na qual Chessy ofereceu a Tate a sua submissão, e o marido a acarinhou e protegeu. Mas as pressões do dia a dia não dão tréguas, e Tate parece estar agora completamente absorvido pelos negócios. Chessy quer apenas reacender a paixão, o desejo e a segurança que ambos partilharam. Sabe que algo tem de mudar para que a relação sobreviva.Pressentindo a frustração da mulher, Tate decide preparar-lhe uma surpresa: uma noite especial que irá reavivar a chama de outrora. Mas um telefonema de trabalho no momento errado deita tudo a perder - a segurança de Chessy, a sua fé inabalável no marido, e o seu amor. O mal está feito e o pior aconteceu. Tate prepara-se agora para enfrentar o maior desafio da sua vida: a reconquista da mulher. Mas não será já demasiado tarde?O terceiro e último volume da Trilogia SURRENDER.
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Edição: Abr 2004
Nº Páginas: 250
Sinopse:
Durante uma viagem de carro realizada no final das férias de Verão, o médico psiquiatra, que viaja sozinho, ocupa o tempo que medeia entre a partida de Albufeira e a chegada à Praia das Maçãs (uma tarde e parte de uma noite) na observação do espaço percorrido, em considerações sobre a sua vida presente, e na rememoração de momentos marcantes da sua existência. Apresentando-se inicialmente como um longo monólogo interior (numa oscilação constante entre a primeira e terceira pessoas gramaticais), ganha contornos de diálogo quando o narrador enceta uma conversa fantasmática com a sua filha Joana.
Nº Páginas: 250
Sinopse:
Durante uma viagem de carro realizada no final das férias de Verão, o médico psiquiatra, que viaja sozinho, ocupa o tempo que medeia entre a partida de Albufeira e a chegada à Praia das Maçãs (uma tarde e parte de uma noite) na observação do espaço percorrido, em considerações sobre a sua vida presente, e na rememoração de momentos marcantes da sua existência. Apresentando-se inicialmente como um longo monólogo interior (numa oscilação constante entre a primeira e terceira pessoas gramaticais), ganha contornos de diálogo quando o narrador enceta uma conversa fantasmática com a sua filha Joana.
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Edição: Set 2021
Nº Páginas: 320
Sinopse:
Yoel Raviv, agente da Mossad, acaba de ficar viúvo e decide abandonar a profissão e alugar uma casa nos arredores de Telavive, onde pode começar uma nova vida com a sua filha, a mãe e a sogra. Mas esse período de paz torna-se um caminho difícil para Yoel, que descobre que, na verdade, não sabia nada sobre a sua mulher. Talvez, porém, o mais importante seja que tem de aceitar que nunca realmente deu ouvidos a nenhuma mulher da sua família. Depois de uma vida inteira descobrindo os segredos dos outros, vê-se forçado a olhar para trás, para as mentiras que ele próprio disse, para o enigma sombrio da vida e morte da mulher, para os seus anos ao serviço do Estado. E o mistério do comportamento da filha.
Nº Páginas: 320
Sinopse:
Yoel Raviv, agente da Mossad, acaba de ficar viúvo e decide abandonar a profissão e alugar uma casa nos arredores de Telavive, onde pode começar uma nova vida com a sua filha, a mãe e a sogra. Mas esse período de paz torna-se um caminho difícil para Yoel, que descobre que, na verdade, não sabia nada sobre a sua mulher. Talvez, porém, o mais importante seja que tem de aceitar que nunca realmente deu ouvidos a nenhuma mulher da sua família. Depois de uma vida inteira descobrindo os segredos dos outros, vê-se forçado a olhar para trás, para as mentiras que ele próprio disse, para o enigma sombrio da vida e morte da mulher, para os seus anos ao serviço do Estado. E o mistério do comportamento da filha.
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Edição: Out 2023
Nº Páginas: 312
Sinopse:
Cientistas, filósofos, historiadores, escritores e outros intelectuais reputados, alguns deles vencedores dos prémios Pulitzer e Templeton, debatem as grandes questões: quem somos, a natureza da realidade, a ciência e a religião, a consciência e o materialismo, a inteligência artificial e os mistérios do tempo. Em conversas que contribuem para reduzir a separação entre a ciência e as humanidades, mostram porque é necessária a cooperação intelectual para modelar o nosso futuro coletivo.
Nº Páginas: 312
Sinopse:
Cientistas, filósofos, historiadores, escritores e outros intelectuais reputados, alguns deles vencedores dos prémios Pulitzer e Templeton, debatem as grandes questões: quem somos, a natureza da realidade, a ciência e a religião, a consciência e o materialismo, a inteligência artificial e os mistérios do tempo. Em conversas que contribuem para reduzir a separação entre a ciência e as humanidades, mostram porque é necessária a cooperação intelectual para modelar o nosso futuro coletivo.
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Edição: Jan 2022
Nº Páginas: 464
Sinopse:
Nell chegou aos quarenta e nada na vida lhe correu como planeado: o seu café-livraria faliu e o noivo trocou-a por uma mulher mais nova. É então que regressa a Londres determinada a esquecer a vida na Califórnia e a recomeçar de novo. Mas tudo mudou nos últimos dez anos: as rendas aumentaram, os amigos casaram e têm filhos, e Cricket, a sua nova melhor amiga, é uma viúva octogenária. Num mundo de vidas perfeitas partilhadas no Instagram, Nell sente-se mesmo uma quarentona na m*rda, mas é uma mulher determinada e não se deixa abater. Com a ajuda de Cricket, ela acredita que consegue dar uma volta radical à sua vida e que as coisas serão diferentes no ano seguinte. Mas, primeiro, ela tem uma confissão a fazer..
Nº Páginas: 464
Sinopse:
Nell chegou aos quarenta e nada na vida lhe correu como planeado: o seu café-livraria faliu e o noivo trocou-a por uma mulher mais nova. É então que regressa a Londres determinada a esquecer a vida na Califórnia e a recomeçar de novo. Mas tudo mudou nos últimos dez anos: as rendas aumentaram, os amigos casaram e têm filhos, e Cricket, a sua nova melhor amiga, é uma viúva octogenária. Num mundo de vidas perfeitas partilhadas no Instagram, Nell sente-se mesmo uma quarentona na m*rda, mas é uma mulher determinada e não se deixa abater. Com a ajuda de Cricket, ela acredita que consegue dar uma volta radical à sua vida e que as coisas serão diferentes no ano seguinte. Mas, primeiro, ela tem uma confissão a fazer..
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Edição: Jan 2018
Nº Páginas: 144
Sinopse:
"Matei e, mesmo assim, considero-me um bom homem." Sentado ao balcão de um restaurante, ponto de encontro de emigrantes e exilados russos em Paris, Golubchik, antigo agente da Okhrana, a temível polícia secreta do Czar, entrega- -se finalmente ao relato sofrido da sua vida. À medida que avança, copo após copo, noite dentro, os poucos clientes presentes veem-se embrenhados no fascinante percurso deste homem, desde a sua tentativa em reclamar o nome nobre do seu pai, ao encontro com uma personagem misteriosa que ensombrará para sempre o seu futuro, passando pela sua destrutiva história de amor com uma mulher e pelo seu ódio ao meio-irmão, o Príncipe. Confissão de um Assassino, romance até hoje inédito em Portugal, é, ao estilo dos grandes romances russos, simultaneamente uma poderosa análise da natureza humana e do poder hipnótico do Mal e um retrato vívido e agitado dos modos e dos acontecimentos mais marcantes de uma época, da Revolução bolchevique ao ambiente de Paris que antecede a Primeira Guerra Mundial.
Nº Páginas: 144
Sinopse:
"Matei e, mesmo assim, considero-me um bom homem." Sentado ao balcão de um restaurante, ponto de encontro de emigrantes e exilados russos em Paris, Golubchik, antigo agente da Okhrana, a temível polícia secreta do Czar, entrega- -se finalmente ao relato sofrido da sua vida. À medida que avança, copo após copo, noite dentro, os poucos clientes presentes veem-se embrenhados no fascinante percurso deste homem, desde a sua tentativa em reclamar o nome nobre do seu pai, ao encontro com uma personagem misteriosa que ensombrará para sempre o seu futuro, passando pela sua destrutiva história de amor com uma mulher e pelo seu ódio ao meio-irmão, o Príncipe. Confissão de um Assassino, romance até hoje inédito em Portugal, é, ao estilo dos grandes romances russos, simultaneamente uma poderosa análise da natureza humana e do poder hipnótico do Mal e um retrato vívido e agitado dos modos e dos acontecimentos mais marcantes de uma época, da Revolução bolchevique ao ambiente de Paris que antecede a Primeira Guerra Mundial.
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Edição: Set 2014
Nº Páginas: 246
Sinopse:
"Condor" é um tributo à memória das vítimas da Operação Condor, um plano militar secreto instituído em 1975 por seis países latino-americanos, governados por ditaduras militares de extrema-direita, para eliminar a oposição política. Esta operação resultou na morte de cerca de 60 mil pessoas. Durante aproximadamente uma década, João Pina viajou de forma extensiva pela Argentina, Brasil, Bolívia, Chile, Paraguai e Uruguai para documentar o que restou da época do Condor.
Nº Páginas: 246
Sinopse:
"Condor" é um tributo à memória das vítimas da Operação Condor, um plano militar secreto instituído em 1975 por seis países latino-americanos, governados por ditaduras militares de extrema-direita, para eliminar a oposição política. Esta operação resultou na morte de cerca de 60 mil pessoas. Durante aproximadamente uma década, João Pina viajou de forma extensiva pela Argentina, Brasil, Bolívia, Chile, Paraguai e Uruguai para documentar o que restou da época do Condor.
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Edição: Set 2021
Nº Páginas: 560
Sinopse:
Considerando o annus horribilis de 2020 numa perspetiva histórica, Niall Ferguson explica o porquê da experiência não nos ter preparado melhor para enfrentar as catástrofes. As catástrofes são difíceis de prever. As pandemias, tal como terremotos, incêndios, crises financeiras e guerras, não se distribuem de modo racional; não existe um ciclo da história que nos permita antecipar a próxima catástrofe. Porém, quando a catástrofe se abate, deveríamos estar mais bem preparados do que os romanos quando o Vesúvio entrou em erupção ou do que os europeus medievais quando a Peste Negra espalhou a morte. Afinal, temos a ciência do nosso lado.
Nº Páginas: 560
Sinopse:
Considerando o annus horribilis de 2020 numa perspetiva histórica, Niall Ferguson explica o porquê da experiência não nos ter preparado melhor para enfrentar as catástrofes. As catástrofes são difíceis de prever. As pandemias, tal como terremotos, incêndios, crises financeiras e guerras, não se distribuem de modo racional; não existe um ciclo da história que nos permita antecipar a próxima catástrofe. Porém, quando a catástrofe se abate, deveríamos estar mais bem preparados do que os romanos quando o Vesúvio entrou em erupção ou do que os europeus medievais quando a Peste Negra espalhou a morte. Afinal, temos a ciência do nosso lado.
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Edição: Set 2019
Nº Páginas: 192
Sinopse:
Existiu um movimento concelhio peninsular, não no sentido de política administrativa ou de organização do território impulsionada de cima por monarcas e senhores mas no de forças sociais e políticas organizadas de baixo e por fim vitoriosas? Estaria a resposta nos forais, esses "livros de linhagens" da liberdade popular? A quem a iniciativa destes monumentos jurídicos? À aristocracia senhorial? Visariam os forais fins exclusivamente económicos, fiscais e administrativos, na intenção expressa de povoar e defender o território, ou resultariam, tácita ou abertamente, desse movimento que irrompe de baixo? Isto é, o movimento concelhio impôs-se ou não com o impacto e as armas de uma verdadeira revolução? Não é o que inculcam as transformações sociais que se escondem por trás do formulário jurídico? Mas acaso os concelhos teriam alcançado a força de órgãos do poder político? Constituiriam verdadeiras comunas? O que se entende por comuna? De que classe ou classes serão então estas comunas ou concelhos o instrumento? Mas haveria mesmo classes sociais ou apenas ordens? Constituiriam comunas todos os concelhos? Que acontecimentos são marcados pela mesma força? Por exemplo, que relações tem o movimento concelhio com os episódios da Reconquista? Que esclarecem eles sobre o povoar e o ermar?
Nº Páginas: 192
Sinopse:
Existiu um movimento concelhio peninsular, não no sentido de política administrativa ou de organização do território impulsionada de cima por monarcas e senhores mas no de forças sociais e políticas organizadas de baixo e por fim vitoriosas? Estaria a resposta nos forais, esses "livros de linhagens" da liberdade popular? A quem a iniciativa destes monumentos jurídicos? À aristocracia senhorial? Visariam os forais fins exclusivamente económicos, fiscais e administrativos, na intenção expressa de povoar e defender o território, ou resultariam, tácita ou abertamente, desse movimento que irrompe de baixo? Isto é, o movimento concelhio impôs-se ou não com o impacto e as armas de uma verdadeira revolução? Não é o que inculcam as transformações sociais que se escondem por trás do formulário jurídico? Mas acaso os concelhos teriam alcançado a força de órgãos do poder político? Constituiriam verdadeiras comunas? O que se entende por comuna? De que classe ou classes serão então estas comunas ou concelhos o instrumento? Mas haveria mesmo classes sociais ou apenas ordens? Constituiriam comunas todos os concelhos? Que acontecimentos são marcados pela mesma força? Por exemplo, que relações tem o movimento concelhio com os episódios da Reconquista? Que esclarecem eles sobre o povoar e o ermar?
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Edição: Mai 2013
Nº Páginas: 72
Sinopse:
Subiu dez andares para assim nos poder olhar de frente. Não lhe interessa o que dizem os dissidentes da ditadura. Mas confessa que gostava dos chocolates Toblerone que a sua tia lhe trazia no Natal. Colecciona cabelos nas folhas de um herbário sentimental. Escreve a palavra vazio depois da palavra espera. É como a Salomé — dizem — pede cabeças mas só lhe entregam pizzas. Perdeu a fé num ataque de riso. Exige agora silêncio e um copo de tinto, enquanto apresenta em directo a autópsia da sua glória.
Nº Páginas: 72
Sinopse:
Subiu dez andares para assim nos poder olhar de frente. Não lhe interessa o que dizem os dissidentes da ditadura. Mas confessa que gostava dos chocolates Toblerone que a sua tia lhe trazia no Natal. Colecciona cabelos nas folhas de um herbário sentimental. Escreve a palavra vazio depois da palavra espera. É como a Salomé — dizem — pede cabeças mas só lhe entregam pizzas. Perdeu a fé num ataque de riso. Exige agora silêncio e um copo de tinto, enquanto apresenta em directo a autópsia da sua glória.
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Edição: Abr 2013
Nº Páginas: 232
Sinopse:
Este livro vem contribuir para o debate sobre Segurança Nacional, entendida como a garantia da salvaguarda de pessoas e bens, assegurando a soberania, independência e unidade, integridade do território, desenvolvimento normal das funções do Estado, liberdade da ação política dos órgãos de soberania e pleno funcionamento das instituições democráticas. Depois do 11 de Setembro de 2001 e das pequenas ou grandes tragédias e riscos que assolam as nossas sociedades humanas, é facilmente entendível que a segurança humana é um bem que importa preservar. Esta obra responde a uma pergunta simples: Como tornar Portugal um País mais seguro?
Nº Páginas: 232
Sinopse:
Este livro vem contribuir para o debate sobre Segurança Nacional, entendida como a garantia da salvaguarda de pessoas e bens, assegurando a soberania, independência e unidade, integridade do território, desenvolvimento normal das funções do Estado, liberdade da ação política dos órgãos de soberania e pleno funcionamento das instituições democráticas. Depois do 11 de Setembro de 2001 e das pequenas ou grandes tragédias e riscos que assolam as nossas sociedades humanas, é facilmente entendível que a segurança humana é um bem que importa preservar. Esta obra responde a uma pergunta simples: Como tornar Portugal um País mais seguro?
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Edição: Out 2017
Nº Páginas: 304
Sinopse:
Romance-espelho que interliga dois mundos, Como Ser Uma e Outra é um e dois romances em simultâneo. De um lado, George, uma rapariga de 16 anos a viver em Cambridge, apaixonada pelos frescos que adornam a Sala dos Meses do Palácio Schifanoia, em Ferrara, a braços com o mistério da morte da sua mãe, uma ativista política incómoda. Do outro, a história de uma rapariga que, em plena Ferrara de Quatrocentos, é o alter ego do célebre pintor Francesco del Cossa, autor dos mesmos frescos. Inventivo e lúcido, Como Ser Uma e Outra é uma reflexão moderna sobre género, arte e poder, e o ato de olhar, que reafirma a força de uma das vozes mais originais da ficção atual.
Nº Páginas: 304
Sinopse:
Romance-espelho que interliga dois mundos, Como Ser Uma e Outra é um e dois romances em simultâneo. De um lado, George, uma rapariga de 16 anos a viver em Cambridge, apaixonada pelos frescos que adornam a Sala dos Meses do Palácio Schifanoia, em Ferrara, a braços com o mistério da morte da sua mãe, uma ativista política incómoda. Do outro, a história de uma rapariga que, em plena Ferrara de Quatrocentos, é o alter ego do célebre pintor Francesco del Cossa, autor dos mesmos frescos. Inventivo e lúcido, Como Ser Uma e Outra é uma reflexão moderna sobre género, arte e poder, e o ato de olhar, que reafirma a força de uma das vozes mais originais da ficção atual.
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Edição: Out 2019
Nº Páginas: 512
Sinopse:
Jared Diamond transformou o nosso entendimento das causas da ascensão e queda das civilizações. Neste livro revela como as nações bem-sucedidas recuperam das crises quando adotam mudanças seletivas. Adicionando uma dimensão psicológica à profunda análise histórica, geográfica, biológica e antropológica que caracteriza todos os livros de Diamond, a presente obra revela os fatores que influenciam a maneira como tanto as nações como os indivíduos reagem aos grandes desafios. O resultado é um livro de um fôlego gigantesco, mas também o mais pessoal que o autor escreveu até hoje.
Nº Páginas: 512
Sinopse:
Jared Diamond transformou o nosso entendimento das causas da ascensão e queda das civilizações. Neste livro revela como as nações bem-sucedidas recuperam das crises quando adotam mudanças seletivas. Adicionando uma dimensão psicológica à profunda análise histórica, geográfica, biológica e antropológica que caracteriza todos os livros de Diamond, a presente obra revela os fatores que influenciam a maneira como tanto as nações como os indivíduos reagem aos grandes desafios. O resultado é um livro de um fôlego gigantesco, mas também o mais pessoal que o autor escreveu até hoje.
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Edição: Mar 2015
Nº Páginas: 96
Sinopse:
Esboços de uma autobiografia, cogitações, homenagens, sobressaltos, leituras. "Como se nada Fosse" é o mais recente livro de poesia de José Alberto Oliveira e nele encontramos alguns dos mais belos poemas da sua obra. SEM TÍTULO Quando percebemos que a vida é um calafrio na imensa aspirexia que a rodeia — quinze lustros graças à higiene e à penicilina (e ninguém assegura tratar-nos a febre) temos de reconhecer como é grande a nossa malícia — exigir a cada dia que outro lhe suceda e agradecer o mal que nos atinge e a desdita que nos ampara, acordar sem jeito e adormecer sem mágoa, como se nada fosse.
Nº Páginas: 96
Sinopse:
Esboços de uma autobiografia, cogitações, homenagens, sobressaltos, leituras. "Como se nada Fosse" é o mais recente livro de poesia de José Alberto Oliveira e nele encontramos alguns dos mais belos poemas da sua obra. SEM TÍTULO Quando percebemos que a vida é um calafrio na imensa aspirexia que a rodeia — quinze lustros graças à higiene e à penicilina (e ninguém assegura tratar-nos a febre) temos de reconhecer como é grande a nossa malícia — exigir a cada dia que outro lhe suceda e agradecer o mal que nos atinge e a desdita que nos ampara, acordar sem jeito e adormecer sem mágoa, como se nada fosse.
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Edição: Nov 2011
Nº Páginas: 56
Sinopse:
Como se Desenha uma Casa é o último livro de poemas inéditos de Manuel António Pina, galardoado com o Prémio Camões 2011. A este livro foi atribuído, já a título póstumo, o Prémio de Poesia Teixeira de Pascoaes.
Nº Páginas: 56
Sinopse:
Como se Desenha uma Casa é o último livro de poemas inéditos de Manuel António Pina, galardoado com o Prémio Camões 2011. A este livro foi atribuído, já a título póstumo, o Prémio de Poesia Teixeira de Pascoaes.
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Edição: Out 2015
Nº Páginas: 152
Sinopse:
Em todas as vidas há um hiato. A vida do autor parou numa terça-feira como as outras, com um diagnóstico: POSITIVO. Quando a vida pára, o mundo divide-se entre os cépticos, que acreditam no acaso, e os que acreditam que os acontecimentos detêm um segredo profundo. Procurar esse segredo não é tarefa fácil. Implica silêncio, um ritmo lento e viajar pela Perda.
Nº Páginas: 152
Sinopse:
Em todas as vidas há um hiato. A vida do autor parou numa terça-feira como as outras, com um diagnóstico: POSITIVO. Quando a vida pára, o mundo divide-se entre os cépticos, que acreditam no acaso, e os que acreditam que os acontecimentos detêm um segredo profundo. Procurar esse segredo não é tarefa fácil. Implica silêncio, um ritmo lento e viajar pela Perda.
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Edição: Set 2018
Nº Páginas: 320
Sinopse:
O livro a ler sobre o atual estado da política norte-americana. Um olhar revelador sobre o fim das democracias em todo o mundo — e um guia para as resgatar.
Nº Páginas: 320
Sinopse:
O livro a ler sobre o atual estado da política norte-americana. Um olhar revelador sobre o fim das democracias em todo o mundo — e um guia para as resgatar.
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Edição: Jun 2019
Nº Páginas: 208
Sinopse:
Em anos recentes, a curiosidade quanto ao termo fascismo transformou-se num fenómeno mundial. Mas o que levou a isso? Jason Stanley, filho de refugiados da Segunda Guerra Mundial, explica fenómenos como a presidência de Trump, o Brexit, o movimento italiano Cinco Estrelas e a liderança autoritária de Erdogan, entre outros - dando a conhecer os 10 pilares fundamentais do fascismo, entre os quais a ideia de reviver um passado mítico e glorioso; a política da lei e da ordem baseada na ideia de grupos minoritários criminosos; e a valorização do "trabalho duro" em prejuízo de sistemas de bem-estar social. Toda uma linguagem e crenças que separam as pessoas entre "nós" e "eles". Refletindo sobre história, filosofia, sociologia e teoria crítica da raça, este é um livro pertinente e atual que expõe como Estados democráticos estão a sucumbir a discursos populistas. A história mostra-nos o imenso perigo de subestimar o poder cumulativo das táticas fascistas, que deixam a sociedade cada vez mais vulnerável aos apelos da liderança autoritária. E somente quando as identificamos é que podemos resistir aos seus efeitos mais danosos e regressar aos ideais democráticos. O fascismo não é coisa do passado. Infiltrou-se no presente. E pode ser o futuro se nada fizermos para o impedir.
Nº Páginas: 208
Sinopse:
Em anos recentes, a curiosidade quanto ao termo fascismo transformou-se num fenómeno mundial. Mas o que levou a isso? Jason Stanley, filho de refugiados da Segunda Guerra Mundial, explica fenómenos como a presidência de Trump, o Brexit, o movimento italiano Cinco Estrelas e a liderança autoritária de Erdogan, entre outros - dando a conhecer os 10 pilares fundamentais do fascismo, entre os quais a ideia de reviver um passado mítico e glorioso; a política da lei e da ordem baseada na ideia de grupos minoritários criminosos; e a valorização do "trabalho duro" em prejuízo de sistemas de bem-estar social. Toda uma linguagem e crenças que separam as pessoas entre "nós" e "eles". Refletindo sobre história, filosofia, sociologia e teoria crítica da raça, este é um livro pertinente e atual que expõe como Estados democráticos estão a sucumbir a discursos populistas. A história mostra-nos o imenso perigo de subestimar o poder cumulativo das táticas fascistas, que deixam a sociedade cada vez mais vulnerável aos apelos da liderança autoritária. E somente quando as identificamos é que podemos resistir aos seus efeitos mais danosos e regressar aos ideais democráticos. O fascismo não é coisa do passado. Infiltrou-se no presente. E pode ser o futuro se nada fizermos para o impedir.
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Edição: Fev 2017
Nº Páginas: 296
Sinopse:
Da obra genial de Fernando Pessoa, centenas de páginas permanecem inéditas. Com investigação meticulosa, Jerónimo Pizarro e Carlos Pittella resgatam da obscuridade textos - poemas, cartas, anotações, listas, artigos de imprensa - e desenhos - esquemas, caricaturas, cartas astrológicas - que dão testemunho de como a literatura pode mudar as nossas vidas. Uma edição que permite conhecer melhor o pensamento e a obra do escritor.
Nº Páginas: 296
Sinopse:
Da obra genial de Fernando Pessoa, centenas de páginas permanecem inéditas. Com investigação meticulosa, Jerónimo Pizarro e Carlos Pittella resgatam da obscuridade textos - poemas, cartas, anotações, listas, artigos de imprensa - e desenhos - esquemas, caricaturas, cartas astrológicas - que dão testemunho de como a literatura pode mudar as nossas vidas. Uma edição que permite conhecer melhor o pensamento e a obra do escritor.
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Edição: Out 2020
Nº Páginas: 260
Sinopse:
"Estas tuas crónicas já me haviam passado pela vida quando estiveram nos jornais, depois, mais ainda quando saíram coligidas. Voltar a elas é começar por voltar à tua história com a Maria João. A primeira página deste livro, saberás bem, é da craveira de um mestre, não se lhe pode apontar sequer um esmorecimento no ímpeto, no génio. É uma página perfeita e condensa tudo quanto te define: a graça brava mesmo perante o que nos emudece. O pensamento desconcertante porque sincero, em todo o esplendor da fúria e da vulnerabilidade, como se deveria escrever cada palavra quando se quer Literatura. Não é de coisas poucas que se faz a tua atenção. Estiveste sempre ocupado com uma desarmante crítica do lugar-comum. Fizeste invariavelmente caminho pelo sulco da ferida mais genuína, sem medo de dizer. O teu medo foi apenas o de não haver saída. Para dizer, nunca te faltou coragem. Maravilhei-me mil vezes contigo. Fui mil vezes mais motivado perante tantas agruras por te ler. Quis mil vezes não morrer por fazeres com que valesse a pena mais um risco no amor e mais um sorriso. Estou tão à-vontade para dizer isto. Não me deves nada, não esperas nada de mim. (…) E eu nunca esperei de ti senão um novo livro, uma nova crónica, quem sabe o regresso à direcção de uma revista? (…) Foste incrivelmente mais importante para mil rapazes e mil raparigas como eu do que imaginas. És incrivelmente mais importante do que imaginas." Do prefácio de Valter Hugo Mãe
Nº Páginas: 260
Sinopse:
"Estas tuas crónicas já me haviam passado pela vida quando estiveram nos jornais, depois, mais ainda quando saíram coligidas. Voltar a elas é começar por voltar à tua história com a Maria João. A primeira página deste livro, saberás bem, é da craveira de um mestre, não se lhe pode apontar sequer um esmorecimento no ímpeto, no génio. É uma página perfeita e condensa tudo quanto te define: a graça brava mesmo perante o que nos emudece. O pensamento desconcertante porque sincero, em todo o esplendor da fúria e da vulnerabilidade, como se deveria escrever cada palavra quando se quer Literatura. Não é de coisas poucas que se faz a tua atenção. Estiveste sempre ocupado com uma desarmante crítica do lugar-comum. Fizeste invariavelmente caminho pelo sulco da ferida mais genuína, sem medo de dizer. O teu medo foi apenas o de não haver saída. Para dizer, nunca te faltou coragem. Maravilhei-me mil vezes contigo. Fui mil vezes mais motivado perante tantas agruras por te ler. Quis mil vezes não morrer por fazeres com que valesse a pena mais um risco no amor e mais um sorriso. Estou tão à-vontade para dizer isto. Não me deves nada, não esperas nada de mim. (…) E eu nunca esperei de ti senão um novo livro, uma nova crónica, quem sabe o regresso à direcção de uma revista? (…) Foste incrivelmente mais importante para mil rapazes e mil raparigas como eu do que imaginas. És incrivelmente mais importante do que imaginas." Do prefácio de Valter Hugo Mãe
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Edição: Jun 2018
Nº Páginas: 432
Sinopse:
Em vinte e um anos, a cena literária portuguesa renovou-se com uma geração de incríveis novos autores que trouxeram consigo um novo fôlego de qualidade e criatividade, uma promessa de algo nunca feito, tanto na prosa como na poesia. Em vinte e um anos, jovens promessas fizeram-se escritores. João Tordo, José Luís Peixoto, Margarida Vale de Gato, Valério Romão, Bruno Vieira Amaral, Ondjaki, Rui Costa são apenas alguns dos nomes distinguidos pelo prémio Jovens Criadores, e que hoje comemoramos com a publicação desta colectânea de prosa e poesia.
Nº Páginas: 432
Sinopse:
Em vinte e um anos, a cena literária portuguesa renovou-se com uma geração de incríveis novos autores que trouxeram consigo um novo fôlego de qualidade e criatividade, uma promessa de algo nunca feito, tanto na prosa como na poesia. Em vinte e um anos, jovens promessas fizeram-se escritores. João Tordo, José Luís Peixoto, Margarida Vale de Gato, Valério Romão, Bruno Vieira Amaral, Ondjaki, Rui Costa são apenas alguns dos nomes distinguidos pelo prémio Jovens Criadores, e que hoje comemoramos com a publicação desta colectânea de prosa e poesia.
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Edição: Out 2020
Nº Páginas: 192
Sinopse:
Esta obra apresenta duas visões: a do deficiente Pereira de Sousa Jr e a do psicólogo Carlos Céu e Silva. São duas perspectivas sobre a vida das pessoas portadoras de deficiência. Por um lado, um olhar sobre uma realidade quotidiana e social mais peculiar; por outro, um olhar mais clínico e técnico no que concerne à psicologia do deficiente. Sem pretensiosismos pedagógicos, pretende-se criar ferramentas para ajudar, mostrar à sociedade que há muito a fazer, alertar, identificar problemas e apresentar soluções, despertar consciências e mudar mentalidades. Um livro para todos os que querem uma sociedade justa, mais solidária, mais inclusiva e menos deficiente…
Nº Páginas: 192
Sinopse:
Esta obra apresenta duas visões: a do deficiente Pereira de Sousa Jr e a do psicólogo Carlos Céu e Silva. São duas perspectivas sobre a vida das pessoas portadoras de deficiência. Por um lado, um olhar sobre uma realidade quotidiana e social mais peculiar; por outro, um olhar mais clínico e técnico no que concerne à psicologia do deficiente. Sem pretensiosismos pedagógicos, pretende-se criar ferramentas para ajudar, mostrar à sociedade que há muito a fazer, alertar, identificar problemas e apresentar soluções, despertar consciências e mudar mentalidades. Um livro para todos os que querem uma sociedade justa, mais solidária, mais inclusiva e menos deficiente…
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Edição: Set 2016
Nº Páginas: 336
Sinopse:
António Costa gosta de puzzles, de preferência com milhares de peças. No xadrez político, e apesar do temperamento irascível, revela igual paciência. Quando no dia 4 de outubro de 2016 perdeu as eleições, já estava preparado, sabia o que tinha a fazer. Passados 54 dias, ao ser nomeado primeiro-ministro, pode ter surpreendido muita gente - mas não quem o conhece de perto. Porque, lá está, Costa é um mestre a montar puzzles. Ou geringonças. Ou o que for necessário para alcançar os objetivos. E o seu desígnio era ser primeiro-ministro. Suspeitava que não iria vencer as eleições, mas só um resultado o impediria de tentar chegar ao poder: a maioria absoluta da direita. Conversou, inquiriu, tomou o pulso aos rivais e aliados. Foi semeando a mensagem: mesmo derrotado, tentaria unir a esquerda em torno do seu governo. Não foi fácil, como mostram Márcia Galrão e Rita Tavares. As jornalistas falaram com quase meia centena de intervenientes diretos e indiretos nestas negociações históricas. E relatam neste livro os principais passos de Costa, apoiado sempre na certeza de que os comunistas - inimigos históricos do PS - estavam disponíveis para negociar. Acompanhamos Costa (e aliados) às salas de hotéis, a São Bento ou ao Largo do Rato. Espreitamos as reuniões do Comité Central. Ficamos a saber do telefonema entre Costa e Francisco Louçã no dia anterior às eleições ou o encontro secreto em casa de Ana Catarina Mendes. E apercebemo-nos de que aqueles dias foram, na verdade, o corolário de um trabalho de décadas. A construir alianças e a sacrificar amigos.
Nº Páginas: 336
Sinopse:
António Costa gosta de puzzles, de preferência com milhares de peças. No xadrez político, e apesar do temperamento irascível, revela igual paciência. Quando no dia 4 de outubro de 2016 perdeu as eleições, já estava preparado, sabia o que tinha a fazer. Passados 54 dias, ao ser nomeado primeiro-ministro, pode ter surpreendido muita gente - mas não quem o conhece de perto. Porque, lá está, Costa é um mestre a montar puzzles. Ou geringonças. Ou o que for necessário para alcançar os objetivos. E o seu desígnio era ser primeiro-ministro. Suspeitava que não iria vencer as eleições, mas só um resultado o impediria de tentar chegar ao poder: a maioria absoluta da direita. Conversou, inquiriu, tomou o pulso aos rivais e aliados. Foi semeando a mensagem: mesmo derrotado, tentaria unir a esquerda em torno do seu governo. Não foi fácil, como mostram Márcia Galrão e Rita Tavares. As jornalistas falaram com quase meia centena de intervenientes diretos e indiretos nestas negociações históricas. E relatam neste livro os principais passos de Costa, apoiado sempre na certeza de que os comunistas - inimigos históricos do PS - estavam disponíveis para negociar. Acompanhamos Costa (e aliados) às salas de hotéis, a São Bento ou ao Largo do Rato. Espreitamos as reuniões do Comité Central. Ficamos a saber do telefonema entre Costa e Francisco Louçã no dia anterior às eleições ou o encontro secreto em casa de Ana Catarina Mendes. E apercebemo-nos de que aqueles dias foram, na verdade, o corolário de um trabalho de décadas. A construir alianças e a sacrificar amigos.
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Edição: Fev 2024
Nº Páginas: 128
Sinopse:
O stress é uma reação normal aos altos e baixos da vida. Não devemos temê-lo nem deixar que nos consuma. Neste livro encontrará dicas para lidar com o stress, para ajudar a identificar os seus gatilhos e notar os primeiros sinais. Tem também soluções práticas e criativas para que o possa ultrapassar.
Nº Páginas: 128
Sinopse:
O stress é uma reação normal aos altos e baixos da vida. Não devemos temê-lo nem deixar que nos consuma. Neste livro encontrará dicas para lidar com o stress, para ajudar a identificar os seus gatilhos e notar os primeiros sinais. Tem também soluções práticas e criativas para que o possa ultrapassar.
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Edição: Abr 2017
Nº Páginas: 132
Sinopse:
Do muito que se escreveu sobre Mário Soares na altura da sua morte, houve alguns textos que não mereciam ficar nos jornais. o que aqui se reúne são esses textos - os melhores. As memórias impressivas de Maria João Avillez, de José Manuel dos Santos, Clara Ferreira Alves, Eduardo Lourenço e António Lobo Antunes, a que se somam os textos lidos pelos filhos na sessão evocativa por altura das cerimónias fúnebres e algumas fotografias, nomeadamente de Alfredo Cunha.
Nº Páginas: 132
Sinopse:
Do muito que se escreveu sobre Mário Soares na altura da sua morte, houve alguns textos que não mereciam ficar nos jornais. o que aqui se reúne são esses textos - os melhores. As memórias impressivas de Maria João Avillez, de José Manuel dos Santos, Clara Ferreira Alves, Eduardo Lourenço e António Lobo Antunes, a que se somam os textos lidos pelos filhos na sessão evocativa por altura das cerimónias fúnebres e algumas fotografias, nomeadamente de Alfredo Cunha.
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Edição: Mar 2020
Nº Páginas: 208
Sinopse:
"Como Água para Chocolate" tem marcado gerações de leitores em todo o mundo desde a sua publicação. Romance mágico e intemporal, conta-nos a história das mulheres da família De La Garza. Tita, a mais nova, está proibida de casar, condenada pela tradição mexicana a cuidar da mãe até ao fim dos seus dias. Mas Tita apaixona-se por Pedro, transformando irremediavelmente a vida de todos. Perante esse amor impossível, Pedro decide casar com Rosaura, a irmã de Tita, pois é a única forma de estar perto da sua amada. E durante vinte e dois anos Tita e Pedro vivem sob o mesmo teto , dominados pela paixão não consumada. Os jovens comunicam e seduzem-se através da comida que Tita prepara com a devoção e a ousadia de uma mulher desesperada. Em volta das suas receitas, une-se a família e também se "cozem" e "temperam" amores e desamores, risos e prantos, e se celebra o triunfo da alegria e da vida sobre a tristeza e a morte. Até ao dia em que a devoção dos amantes é posta à prova e o seu Destino se concretiza por fim. Através dos amores proibidos de Tita e Pedro, Laura Esquivel retrata o México rural dos princípios do século XX e tece um hino inesquecível ao prazer dos sentidos e à liberdade criativa da mulher.
Nº Páginas: 208
Sinopse:
"Como Água para Chocolate" tem marcado gerações de leitores em todo o mundo desde a sua publicação. Romance mágico e intemporal, conta-nos a história das mulheres da família De La Garza. Tita, a mais nova, está proibida de casar, condenada pela tradição mexicana a cuidar da mãe até ao fim dos seus dias. Mas Tita apaixona-se por Pedro, transformando irremediavelmente a vida de todos. Perante esse amor impossível, Pedro decide casar com Rosaura, a irmã de Tita, pois é a única forma de estar perto da sua amada. E durante vinte e dois anos Tita e Pedro vivem sob o mesmo teto , dominados pela paixão não consumada. Os jovens comunicam e seduzem-se através da comida que Tita prepara com a devoção e a ousadia de uma mulher desesperada. Em volta das suas receitas, une-se a família e também se "cozem" e "temperam" amores e desamores, risos e prantos, e se celebra o triunfo da alegria e da vida sobre a tristeza e a morte. Até ao dia em que a devoção dos amantes é posta à prova e o seu Destino se concretiza por fim. Através dos amores proibidos de Tita e Pedro, Laura Esquivel retrata o México rural dos princípios do século XX e tece um hino inesquecível ao prazer dos sentidos e à liberdade criativa da mulher.
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Edição: Nov 2019
Nº Páginas: 216
Sinopse:
Nas décadas posteriores à Segunda Guerra Mundial e sobretudo após a queda do regime soviético, a democracia parecia imparável. A convicção era geral, no final do século XX, de que a democracia era o regime político definitivo, prometendo a prosperidade e a dignidade. Hoje é vista com desconfiança e cepticismo. Porquê? David Runciman, um académico de Cambridge, procura as respostas numa excelente prosa, num tom não académico mas rigoroso e sem alarmismos. Separa o trigo do joio, ao mesmo tempo que olha para algumas alternativas à democracia. Examina as suas debilidades e a História para concluir que devemos evitar a armadilha de estabelecer paralelismos com o passado. As ameaças à democracia são reais, afirma, ainda que também sejam inéditas. Não vem aí nenhum Hitler ou Estaline, há antes uma crise de meia-idade, de expectativas exageradas e o impacto tremendo mas de contornos imprevisíveis do rápido avanço tecnológico sobre as sociedades democráticas.
Nº Páginas: 216
Sinopse:
Nas décadas posteriores à Segunda Guerra Mundial e sobretudo após a queda do regime soviético, a democracia parecia imparável. A convicção era geral, no final do século XX, de que a democracia era o regime político definitivo, prometendo a prosperidade e a dignidade. Hoje é vista com desconfiança e cepticismo. Porquê? David Runciman, um académico de Cambridge, procura as respostas numa excelente prosa, num tom não académico mas rigoroso e sem alarmismos. Separa o trigo do joio, ao mesmo tempo que olha para algumas alternativas à democracia. Examina as suas debilidades e a História para concluir que devemos evitar a armadilha de estabelecer paralelismos com o passado. As ameaças à democracia são reais, afirma, ainda que também sejam inéditas. Não vem aí nenhum Hitler ou Estaline, há antes uma crise de meia-idade, de expectativas exageradas e o impacto tremendo mas de contornos imprevisíveis do rápido avanço tecnológico sobre as sociedades democráticas.
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Edição: Out 2011
Nº Páginas: 328
Sinopse:
"Um doloroso canto de uma mulher torturada" foi o ponto de partida para "Comissão das Lágrimas", o novo livro de António Lobo Antunes. A mulher torturada foi Elvira (conhecida por Virinha), comandante do batalhão feminino do MPLA presa, torturada e morta na sequência dos terríveis acontecimentos de Maio de 1977 em Angola. Mas este é apenas um episódio num livro denso e sombrio sobre Angola depois da independência. António Lobo Antunes não quis fazer um livro documental ou uma reportagem "verídica" sobre o que se passou em Angola, antes usou a sua sensibilidade e o espantoso poder evocativo da sua escrita para falar sobre a culpa, a vingança, a inocência perdida.
Nº Páginas: 328
Sinopse:
"Um doloroso canto de uma mulher torturada" foi o ponto de partida para "Comissão das Lágrimas", o novo livro de António Lobo Antunes. A mulher torturada foi Elvira (conhecida por Virinha), comandante do batalhão feminino do MPLA presa, torturada e morta na sequência dos terríveis acontecimentos de Maio de 1977 em Angola. Mas este é apenas um episódio num livro denso e sombrio sobre Angola depois da independência. António Lobo Antunes não quis fazer um livro documental ou uma reportagem "verídica" sobre o que se passou em Angola, antes usou a sua sensibilidade e o espantoso poder evocativo da sua escrita para falar sobre a culpa, a vingança, a inocência perdida.
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Edição: Mar 2019
Nº Páginas: 288
Sinopse:
"Comes e bebes: de que é que estavas à espera? é uma antologia dos melhores textos gastronómicos de Miguel Esteves Cardoso, um dos mais brilhantes jornalistas de Portugal, publicados ao longo de mais de 15 anos no suplemento Fugas do jornal Público. Estas crónicas permitem deambular pelos prazeres da terra, da culinária e do mar deste nosso paraíso particular, Portugal. O livro percorre ainda os prazeres sensoriais que bebidas como os vinhos, as aguardentes ou os deliciosos cocktails podem proporcionar. Os prazeres da vida são efémeros, avisa Miguel Esteves Cardoso. Descubra-os, revisite-os e deixe-se guiar por eles com a escrita irreverente e original do MEC. A vida é curta, o mundo é muito e o prazer é pouco. Miguel Esteves Cardoso in Prefácio"
Nº Páginas: 288
Sinopse:
"Comes e bebes: de que é que estavas à espera? é uma antologia dos melhores textos gastronómicos de Miguel Esteves Cardoso, um dos mais brilhantes jornalistas de Portugal, publicados ao longo de mais de 15 anos no suplemento Fugas do jornal Público. Estas crónicas permitem deambular pelos prazeres da terra, da culinária e do mar deste nosso paraíso particular, Portugal. O livro percorre ainda os prazeres sensoriais que bebidas como os vinhos, as aguardentes ou os deliciosos cocktails podem proporcionar. Os prazeres da vida são efémeros, avisa Miguel Esteves Cardoso. Descubra-os, revisite-os e deixe-se guiar por eles com a escrita irreverente e original do MEC. A vida é curta, o mundo é muito e o prazer é pouco. Miguel Esteves Cardoso in Prefácio"
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Edição: Mar 2013
Nº Páginas: 424
Sinopse:
Fenómeno editorial na Europa, "Comboio Nocturno para Lisboa" vendeu dois milhões e meio de exemplares desde que foi publicado em 2004 na Alemanha, onde ficou três anos na tabela dos livros mais vendidos. O sucesso transformou até o título do livro escrito por Pascal Mercier - pseudónimo literário do filósofo Peter Bieri -, numa expressão idiomática, usada para referir alguém que pretende mudar de vida. São, de resto, muitos os estrangeiros que, nos últimos anos, se deslocam até Lisboa em demanda de Amadeu do Prado. Mas tudo começa numa manhã chuvosa. Uma mulher prepara-se para saltar de uma ponte de Berna. Raimund Gregorius, um banal professor de grego e latim de 57 anos, evita o acto desesperado e fica surpreendido com o som de uma palavra. Português, responde ela, ao ser questionada sobre a língua que fala. Antes de desaparecer da história ainda tem tempo de escrever um número de telefone na testa deste míope professor que descobre, por acaso, um livro de um autor português, Amadeu Inácio de Almeida Prado, intitulado Um Ourives das Palavras. Sem conseguir explicar porquê, entra num comboio para Lisboa atrás deste médico que morreu 30 anos antes, em 1975, pouco depois da Revolução, numa descoberta do outro que acaba por ser uma descoberta de si próprio. Amado pelos pobres que atendia de graça no seu consultório, Amadeu passa a ser rejeitado pelo povo no dia em que aceita tratar o "Carniceiro de Lisboa", assim conhecido por ser chefe da polícia política. Integrará posteriormente a resistência contra o regime de Salazar. Porquê Portugal? Porquê a ditadura de Salazar? Estas são as perguntas mais feitas a um autor que admira Pessoa, "esse gigante da literatura", há mais de 20 anos, e escreve um livro do desassossego com a escrita de Prado a assemelhar-se aos textos do poeta português. Pela sua cultura, pela sua atitude de outros tempos, Raimund precisava de um ambiente de século XIX e Lisboa é a grande cidade europeia que mais se aproxima pelo seu aspecto, pela sua topografia, afirma Pascal Mercier, para quem a principal razão para escolher Lisboa e Portugal prende-se com o pai de Prado, um juiz em funções durante uma ditadura, mas que não trabalharia sob as ordens de Mussolini, Hitler ou Franco. "Salazar era diferente. Era um intelectual brilhante, era muito inteligente, culto, de uma brutalidade mais subtil que poderia seduzir pessoas como o juiz Prado e só nas ditaduras se dão as condições necessárias para tratar os problemas morais no contexto político." O "Comboio Nocturno para Lisboa" é o terceiro romance de Pascal Mercier. Está traduzido em 15 idiomas.
Nº Páginas: 424
Sinopse:
Fenómeno editorial na Europa, "Comboio Nocturno para Lisboa" vendeu dois milhões e meio de exemplares desde que foi publicado em 2004 na Alemanha, onde ficou três anos na tabela dos livros mais vendidos. O sucesso transformou até o título do livro escrito por Pascal Mercier - pseudónimo literário do filósofo Peter Bieri -, numa expressão idiomática, usada para referir alguém que pretende mudar de vida. São, de resto, muitos os estrangeiros que, nos últimos anos, se deslocam até Lisboa em demanda de Amadeu do Prado. Mas tudo começa numa manhã chuvosa. Uma mulher prepara-se para saltar de uma ponte de Berna. Raimund Gregorius, um banal professor de grego e latim de 57 anos, evita o acto desesperado e fica surpreendido com o som de uma palavra. Português, responde ela, ao ser questionada sobre a língua que fala. Antes de desaparecer da história ainda tem tempo de escrever um número de telefone na testa deste míope professor que descobre, por acaso, um livro de um autor português, Amadeu Inácio de Almeida Prado, intitulado Um Ourives das Palavras. Sem conseguir explicar porquê, entra num comboio para Lisboa atrás deste médico que morreu 30 anos antes, em 1975, pouco depois da Revolução, numa descoberta do outro que acaba por ser uma descoberta de si próprio. Amado pelos pobres que atendia de graça no seu consultório, Amadeu passa a ser rejeitado pelo povo no dia em que aceita tratar o "Carniceiro de Lisboa", assim conhecido por ser chefe da polícia política. Integrará posteriormente a resistência contra o regime de Salazar. Porquê Portugal? Porquê a ditadura de Salazar? Estas são as perguntas mais feitas a um autor que admira Pessoa, "esse gigante da literatura", há mais de 20 anos, e escreve um livro do desassossego com a escrita de Prado a assemelhar-se aos textos do poeta português. Pela sua cultura, pela sua atitude de outros tempos, Raimund precisava de um ambiente de século XIX e Lisboa é a grande cidade europeia que mais se aproxima pelo seu aspecto, pela sua topografia, afirma Pascal Mercier, para quem a principal razão para escolher Lisboa e Portugal prende-se com o pai de Prado, um juiz em funções durante uma ditadura, mas que não trabalharia sob as ordens de Mussolini, Hitler ou Franco. "Salazar era diferente. Era um intelectual brilhante, era muito inteligente, culto, de uma brutalidade mais subtil que poderia seduzir pessoas como o juiz Prado e só nas ditaduras se dão as condições necessárias para tratar os problemas morais no contexto político." O "Comboio Nocturno para Lisboa" é o terceiro romance de Pascal Mercier. Está traduzido em 15 idiomas.
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