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Edição: Out 2013
Nº Páginas: 704
Sinopse:
Numa linguagem fluente, com ritmo de policial, este romance de Lídia Jorge prende o leitor da primeira à última página, enredando-o no mistério que envolve as principais personagens desta obra. Através de Osvaldo Campos, um psicanalista cuja vida vai sofrer uma imensa alteração, penetramos nos meandros da alma humana e no mundo do crime, e é estabelecida a ligação entre as diversas personagens que se nos deparam e as suas respectivas histórias. Ao relacionar-se com uma misteriosa mulher que surge no prédio do seu consultório, e através de uma paciente sua, cujos sonhos com paquetes e obras de arte, são mais do que isso, Osvaldo Campos vêse detentor de vários elementos que apontam para uma muito bem organizada rede de tráfico que envolve várias personalidades públicas. Ao pretender denunciá-la envolve-se numa saga pessoal que na sua sombra esconde um terrível rasto de veracidade. Neste seu nono romance, Lídia Jorge explora a alma humana e presenteia-nos com um variado grupo de personagens que encerram em si mistérios que vão para além dos da psique. Assustadoramente actual, quase premonitório, este é um daqueles livros que não nos abandonará nunca mais.
Nº Páginas: 704
Sinopse:
Numa linguagem fluente, com ritmo de policial, este romance de Lídia Jorge prende o leitor da primeira à última página, enredando-o no mistério que envolve as principais personagens desta obra. Através de Osvaldo Campos, um psicanalista cuja vida vai sofrer uma imensa alteração, penetramos nos meandros da alma humana e no mundo do crime, e é estabelecida a ligação entre as diversas personagens que se nos deparam e as suas respectivas histórias. Ao relacionar-se com uma misteriosa mulher que surge no prédio do seu consultório, e através de uma paciente sua, cujos sonhos com paquetes e obras de arte, são mais do que isso, Osvaldo Campos vêse detentor de vários elementos que apontam para uma muito bem organizada rede de tráfico que envolve várias personalidades públicas. Ao pretender denunciá-la envolve-se numa saga pessoal que na sua sombra esconde um terrível rasto de veracidade. Neste seu nono romance, Lídia Jorge explora a alma humana e presenteia-nos com um variado grupo de personagens que encerram em si mistérios que vão para além dos da psique. Assustadoramente actual, quase premonitório, este é um daqueles livros que não nos abandonará nunca mais.
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Edição: Jul 2015
Nº Páginas: 336
Sinopse:
Milo tem nove anos e é praticamente cego - é como se visse tudo pelo buraco de uma agulha. Felizmente a bisavó, de 92 anos, ensina-o a olhar para o mundo de uma maneira diferente: se ele prestar mesmo muita atenção, conseguirá ver coisas que mais ninguém vê.E o que ele vê não é bonito. Desde que o pai se foi embora de casa, "com a sua Galdéria para Abu Dhabi", a mãe anda triste, sempre com o mesmo vestido de folhos, e a queixar-se de falta de dinheiro. Resta-lhe apenas o consolo de Hamlet, o seu porquinho de estimação, e as conversas com a bisavó sobre tempos idos.Um dia, porém, a bisavó quase incendeia a casa e é enviada para um lar de terceira idade. Milo fica destroçado. Ainda por cima ele vê no lar coisas que mais ninguém vê. Por trás da fachada imaculada do edifício, os idosos vivem aterrorizados pela diretora, a sinistra Enfermeira Thornhill. Milo tem agora uma missão quase impossível."Com os Olhos do Coração" é a epopeia heróica de um rapaz que não se conforma em perder a bisavó e que tudo fará para a resgatar.Obra de culto de Virginia MacGregor, traduzida em mais de vinte países, Com os Olhos do Coração dá-nos a conhecer uma inesquecível personagem e, através dela, a insensatez do mundo em que vivemos.
Nº Páginas: 336
Sinopse:
Milo tem nove anos e é praticamente cego - é como se visse tudo pelo buraco de uma agulha. Felizmente a bisavó, de 92 anos, ensina-o a olhar para o mundo de uma maneira diferente: se ele prestar mesmo muita atenção, conseguirá ver coisas que mais ninguém vê.E o que ele vê não é bonito. Desde que o pai se foi embora de casa, "com a sua Galdéria para Abu Dhabi", a mãe anda triste, sempre com o mesmo vestido de folhos, e a queixar-se de falta de dinheiro. Resta-lhe apenas o consolo de Hamlet, o seu porquinho de estimação, e as conversas com a bisavó sobre tempos idos.Um dia, porém, a bisavó quase incendeia a casa e é enviada para um lar de terceira idade. Milo fica destroçado. Ainda por cima ele vê no lar coisas que mais ninguém vê. Por trás da fachada imaculada do edifício, os idosos vivem aterrorizados pela diretora, a sinistra Enfermeira Thornhill. Milo tem agora uma missão quase impossível."Com os Olhos do Coração" é a epopeia heróica de um rapaz que não se conforma em perder a bisavó e que tudo fará para a resgatar.Obra de culto de Virginia MacGregor, traduzida em mais de vinte países, Com os Olhos do Coração dá-nos a conhecer uma inesquecível personagem e, através dela, a insensatez do mundo em que vivemos.
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Edição: Out 2016
Nº Páginas: 352
Sinopse:
Ricardo Araújo Pereira, Herman José, Nuno Markl, Bruno Nogueira, João Quadros, Salvador Martinha, Nilton e muitos outros humoristas (incluindo os mais destacados da novíssima geração) levam-nos, neste livro, até ao fascinante centro do mundo da comédia portuguesa, revelando os seus mecanismos, fronteiras e polémicas. Repleto de histórias pessoais sobre o percurso, as técnicas e o pensamento dos principais comediantes portugueses, este livro desvenda as ferramentas fundamentais para a escrita humorística e aborda com absoluta frontalidade as problemáticas mais importantes para a criação de uma piada. Através de conversas com os comediantes, Nelson Nunes, jornalista e escritor, dá-nos a conhecer as suas carreiras - os passos em falso, os momentos de sorte, os grandes êxitos, as rivalidades, o que os une e os afasta - e revela tudo o que pensam sobre a arte de fazer rir os outros e as dúvidas que o humor pode suscitar: Como se pode e deve fazer uma piada? Quais são as técnicas mais importantes? Porque existem tão poucas mulheres humoristas? As piadas só funcionam se tiverem um alvo? Há limites para o humor? O que é o humor negro? Roubo de piadas: facto ou ficção? Um retrato completo do humor português contemporâneo, obrigatório para quem gosta de boa comédia e para quem dela vive. Prefácio de Filipe Homem Fonseca
Nº Páginas: 352
Sinopse:
Ricardo Araújo Pereira, Herman José, Nuno Markl, Bruno Nogueira, João Quadros, Salvador Martinha, Nilton e muitos outros humoristas (incluindo os mais destacados da novíssima geração) levam-nos, neste livro, até ao fascinante centro do mundo da comédia portuguesa, revelando os seus mecanismos, fronteiras e polémicas. Repleto de histórias pessoais sobre o percurso, as técnicas e o pensamento dos principais comediantes portugueses, este livro desvenda as ferramentas fundamentais para a escrita humorística e aborda com absoluta frontalidade as problemáticas mais importantes para a criação de uma piada. Através de conversas com os comediantes, Nelson Nunes, jornalista e escritor, dá-nos a conhecer as suas carreiras - os passos em falso, os momentos de sorte, os grandes êxitos, as rivalidades, o que os une e os afasta - e revela tudo o que pensam sobre a arte de fazer rir os outros e as dúvidas que o humor pode suscitar: Como se pode e deve fazer uma piada? Quais são as técnicas mais importantes? Porque existem tão poucas mulheres humoristas? As piadas só funcionam se tiverem um alvo? Há limites para o humor? O que é o humor negro? Roubo de piadas: facto ou ficção? Um retrato completo do humor português contemporâneo, obrigatório para quem gosta de boa comédia e para quem dela vive. Prefácio de Filipe Homem Fonseca
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Edição: Nov 2018
Nº Páginas: 512
Sinopse:
Jesse Ward está de volta neste quarto romance da série este homem e, com ele, a sensualidade, o amor e os jogos perversos. A história começa doze anos após o casamento de Jesse e Ava. A vida é boa para Jesse, o Senhor Ward. Perfeita, na verdade. Ainda tem charme, encontra-se em ótima forma física, e continua a transformar a mulher, Ava, num poço de desejo com um simples olhar. Excerce um controlo e um domínio totais, tal como gosta. Contudo, o mundo perfeito de Jesse desmorona quando um terrível acidente envia Ava para o hospital com um ferimento crítico na cabeça que a deixa em perigo de vida. Devastado e enraivecido, sente-se como se todo a sua existência estivesse presa por um fio. Não é capaz de sobreviver sem o amor da mulher. Por isso, quando ela recupera a consciência, o seu mundo abalado começa a equilibrar-se. No entanto, o pesadelo não termina. Na verdade, mal começou. Isto porque Ava não se recorda dos últimos dezasseis anos da sua vida. O que implica tudo. Toda a vida de ambos em comum. Ele é um estranho para ela. Agora Jesse tem de fazer tudo o que for preciso para recuperar as memórias da mulher...e ajudá-la a apaixonar-se outra vez louca e perdidamente. Este livro faz parte da série "Este Homem" a mais vendida em Portugal da autora.
Nº Páginas: 512
Sinopse:
Jesse Ward está de volta neste quarto romance da série este homem e, com ele, a sensualidade, o amor e os jogos perversos. A história começa doze anos após o casamento de Jesse e Ava. A vida é boa para Jesse, o Senhor Ward. Perfeita, na verdade. Ainda tem charme, encontra-se em ótima forma física, e continua a transformar a mulher, Ava, num poço de desejo com um simples olhar. Excerce um controlo e um domínio totais, tal como gosta. Contudo, o mundo perfeito de Jesse desmorona quando um terrível acidente envia Ava para o hospital com um ferimento crítico na cabeça que a deixa em perigo de vida. Devastado e enraivecido, sente-se como se todo a sua existência estivesse presa por um fio. Não é capaz de sobreviver sem o amor da mulher. Por isso, quando ela recupera a consciência, o seu mundo abalado começa a equilibrar-se. No entanto, o pesadelo não termina. Na verdade, mal começou. Isto porque Ava não se recorda dos últimos dezasseis anos da sua vida. O que implica tudo. Toda a vida de ambos em comum. Ele é um estranho para ela. Agora Jesse tem de fazer tudo o que for preciso para recuperar as memórias da mulher...e ajudá-la a apaixonar-se outra vez louca e perdidamente. Este livro faz parte da série "Este Homem" a mais vendida em Portugal da autora.
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Edição: Jun 2024
Nº Páginas: 432
Sinopse:
Num inexpugnável castelo gótico, no topo de uma colina no coração da Alemanha nazi, um bando improvável de oficiais britânicos passou a Segunda Guerra Mundial a planear fugas ousadas dos seus captores alemães. É assim que a lenda de Colditz é contada, sem contestação, há 70 anos. Mas esse relato contém apenas parte da verdade. A verdadeira história, finalmente contada neste livro pelo célebre historiador Ben Macintyre, mostra o caráter indomável do espírito humano, capaz de sobreviver às mais adversas circunstâncias, além de integrar choques de personalidades, perseguição e espionagem, loucura e farsa. Revelando um notável elenco de personagens, desde oficiais superiores e seus sofridos ajudantes de campo até um médico indiano que faz greves de fome e uma dona de casa polaca que se torna agente secreta, Macintyre traça um novo e vívido retrato dos prisioneiros e dos seus captores alemães, que viveram lado a lado durante anos num épico jogo do gato e do rato. Profundamente investigado e repleto de histórias incríveis de heróis que também tinham um lado bem humano, este é o livro definitivo sobre Colditz - e um clássico Ben Macintyre.
Nº Páginas: 432
Sinopse:
Num inexpugnável castelo gótico, no topo de uma colina no coração da Alemanha nazi, um bando improvável de oficiais britânicos passou a Segunda Guerra Mundial a planear fugas ousadas dos seus captores alemães. É assim que a lenda de Colditz é contada, sem contestação, há 70 anos. Mas esse relato contém apenas parte da verdade. A verdadeira história, finalmente contada neste livro pelo célebre historiador Ben Macintyre, mostra o caráter indomável do espírito humano, capaz de sobreviver às mais adversas circunstâncias, além de integrar choques de personalidades, perseguição e espionagem, loucura e farsa. Revelando um notável elenco de personagens, desde oficiais superiores e seus sofridos ajudantes de campo até um médico indiano que faz greves de fome e uma dona de casa polaca que se torna agente secreta, Macintyre traça um novo e vívido retrato dos prisioneiros e dos seus captores alemães, que viveram lado a lado durante anos num épico jogo do gato e do rato. Profundamente investigado e repleto de histórias incríveis de heróis que também tinham um lado bem humano, este é o livro definitivo sobre Colditz - e um clássico Ben Macintyre.
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Edição: Set 2013
Nº Páginas: 96
Sinopse:
A homenagem poética de Manuel Alegre à cidade onde viveu e que tanto marcou a sua escrita. A ponte sobre o i , Quarteto do Mondego, Arco de Almedina, Torre de Anto ,Jardim Botânico, Poema das altas torres, Mosteiro de Santa Clara-a-Velha, Quinta das Lágrimas (contra-romance de Inês e Pedro), O dia em que Delgado entrou em Coimbra, Balada do Bentes, Miguel Torga no Largo da Portagem, Paulo Quintela, O Formidável, Artur Paredes, António Portugal, Balada de Outono para Zeca Afonso, e Adriano são os títulos de alguns dos poemas que compõem este belo livro.
Nº Páginas: 96
Sinopse:
A homenagem poética de Manuel Alegre à cidade onde viveu e que tanto marcou a sua escrita. A ponte sobre o i , Quarteto do Mondego, Arco de Almedina, Torre de Anto ,Jardim Botânico, Poema das altas torres, Mosteiro de Santa Clara-a-Velha, Quinta das Lágrimas (contra-romance de Inês e Pedro), O dia em que Delgado entrou em Coimbra, Balada do Bentes, Miguel Torga no Largo da Portagem, Paulo Quintela, O Formidável, Artur Paredes, António Portugal, Balada de Outono para Zeca Afonso, e Adriano são os títulos de alguns dos poemas que compõem este belo livro.
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Edição: Nov 2021
Nº Páginas: 144
Sinopse:
Um século depois da primeira edição, "Clepsydra", de Camilo Pessanha, obra marcante do simbolismo português e fonte de inspiração para a geração de "Orpheu", ganha, nesta edição, um retorno à intenção de organização do autor, baseada numa lista, inédita, com a caligrafia de Pessanha que ordenaria a edição dos seus poemas. Esses poemas circularam em manuscrito entre os amigos e eram "muito conhecidos, e invariavelmente admirados, por toda Lisboa", como escreveu Pessoa. A publicação teve lugar em 1920, revelando, como jurou Jorge de Sena, "um dos mais extraordinários artistas que em nossa língua haja escrito". Da sua poesia, prossegue Sena, deve realçar-se "a natureza reticente e delicadíssima" ou "a transposição quase mallarmeana dos factos, aliada a uma quebrada melancolia do dizer, que só tem paralelo em Verlaine". Liberta de falsas emoções, ciente da passagem do tempo, aceitando lucidamente a realidade da vida e da morte, esquiva a todo o sentimentalismo, a sua poesia é, diz Sena, "um puro milagre de murmúrio rigorosamente verbal, cuja alada forma a língua portuguesa nunca tivera e não tornou ainda a ter".
Nº Páginas: 144
Sinopse:
Um século depois da primeira edição, "Clepsydra", de Camilo Pessanha, obra marcante do simbolismo português e fonte de inspiração para a geração de "Orpheu", ganha, nesta edição, um retorno à intenção de organização do autor, baseada numa lista, inédita, com a caligrafia de Pessanha que ordenaria a edição dos seus poemas. Esses poemas circularam em manuscrito entre os amigos e eram "muito conhecidos, e invariavelmente admirados, por toda Lisboa", como escreveu Pessoa. A publicação teve lugar em 1920, revelando, como jurou Jorge de Sena, "um dos mais extraordinários artistas que em nossa língua haja escrito". Da sua poesia, prossegue Sena, deve realçar-se "a natureza reticente e delicadíssima" ou "a transposição quase mallarmeana dos factos, aliada a uma quebrada melancolia do dizer, que só tem paralelo em Verlaine". Liberta de falsas emoções, ciente da passagem do tempo, aceitando lucidamente a realidade da vida e da morte, esquiva a todo o sentimentalismo, a sua poesia é, diz Sena, "um puro milagre de murmúrio rigorosamente verbal, cuja alada forma a língua portuguesa nunca tivera e não tornou ainda a ter".
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Edição: Ago 2024
Nº Páginas: 416
Sinopse:
Nova Iorque está a escapar por entre os dedos de Cleo, que fugiu de Inglaterra em busca do seu lugar na cidade que nunca dorme. Apesar de andar de festa em festa todas as noites, quase não conhece ninguém. O seu visto de estudante está a terminar quando conhece Frank, vinte anos mais velho, com uma vida cheia de sucesso e todos os excessos que faltam a Cleo. Ele oferece-lhe a oportunidade de ser feliz, a liberdade para pintar e a possibilidade de se candidatar a um visto de residente. Ela oferece-lhe uma vida imbuída de beleza, arte e, talvez, uma razão para reduzir o seu consumo de álcool. Ele é tudo o que ela precisa neste momento. Cleo e Frank casam impulsivamente sem prever que isso irá mudar irreversivelmente tanto as suas vidas, como as de todos em seu redor, seja a do melhor amigo de Cleo a tentar compreender a sua identidade de género, seja a da irmã financeiramente dependente de Frank que começa a sair com homens mais velhos quando fica sem dinheiro, ou mesmo as de Cleo e Frank, que estão a descobrir as provações do casamento e da doença mental. Cleópatra E Frankenstein é um romance de estreia surpreendente e dolorosamente tocante sobre as decisões espontâneas que moldam a nossa vida e as relações imperfeitas que nascem em noites inesperadamente perfeitas.
Nº Páginas: 416
Sinopse:
Nova Iorque está a escapar por entre os dedos de Cleo, que fugiu de Inglaterra em busca do seu lugar na cidade que nunca dorme. Apesar de andar de festa em festa todas as noites, quase não conhece ninguém. O seu visto de estudante está a terminar quando conhece Frank, vinte anos mais velho, com uma vida cheia de sucesso e todos os excessos que faltam a Cleo. Ele oferece-lhe a oportunidade de ser feliz, a liberdade para pintar e a possibilidade de se candidatar a um visto de residente. Ela oferece-lhe uma vida imbuída de beleza, arte e, talvez, uma razão para reduzir o seu consumo de álcool. Ele é tudo o que ela precisa neste momento. Cleo e Frank casam impulsivamente sem prever que isso irá mudar irreversivelmente tanto as suas vidas, como as de todos em seu redor, seja a do melhor amigo de Cleo a tentar compreender a sua identidade de género, seja a da irmã financeiramente dependente de Frank que começa a sair com homens mais velhos quando fica sem dinheiro, ou mesmo as de Cleo e Frank, que estão a descobrir as provações do casamento e da doença mental. Cleópatra E Frankenstein é um romance de estreia surpreendente e dolorosamente tocante sobre as decisões espontâneas que moldam a nossa vida e as relações imperfeitas que nascem em noites inesperadamente perfeitas.
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Edição: Jun 2014
Nº Páginas: 224
Sinopse:
Cláudio e Constantino é uma novela rústica em paradoxos* - tem família em Voltaire e na Condessa de Ségur, mas também em Sterne, em Proust, na tradição romântica, nas Mil e Uma Noites… É um texto que usa um dispositivo ficcional paródico e humorístico para apresentar e brincar com alguns dos paradoxos clássicos da História da Filosofia. Dito assim, parece um romance filosófico, mas não… É sobretudo uma ficção que propõe um universo utópico, afectuoso e leve onde dois irmãos se deparam a cada momento com as grandes e pequenas questões que o conhecimento do mundo permanentemente lhes coloca.*Paradoxo: Contradição ou conceito que desafia a lógica, pelo menos aparentemente.
Nº Páginas: 224
Sinopse:
Cláudio e Constantino é uma novela rústica em paradoxos* - tem família em Voltaire e na Condessa de Ségur, mas também em Sterne, em Proust, na tradição romântica, nas Mil e Uma Noites… É um texto que usa um dispositivo ficcional paródico e humorístico para apresentar e brincar com alguns dos paradoxos clássicos da História da Filosofia. Dito assim, parece um romance filosófico, mas não… É sobretudo uma ficção que propõe um universo utópico, afectuoso e leve onde dois irmãos se deparam a cada momento com as grandes e pequenas questões que o conhecimento do mundo permanentemente lhes coloca.*Paradoxo: Contradição ou conceito que desafia a lógica, pelo menos aparentemente.
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Edição: Jun 2017
Nº Páginas: 328
Sinopse:
""Claraboia" é a história de um prédio com seis inquilinos sucessivamente envolvidos num enredo. Acho que o livro não está mal construído. Enfim, é um livro também ingénuo, mas que, tanto quanto me recordo, tem coisas que já têm que ver com o meu modo de ser." José Saramago "Claraboia", cuja redação José Saramago terminou a 5 de janeiro de 1953, consiste num datiloscrito de 319 páginas, assinado com o pseudónimo de "Honorato". Caligrafia da capa por GUILHERME d'OLIVEIRA MARTINS
Nº Páginas: 328
Sinopse:
""Claraboia" é a história de um prédio com seis inquilinos sucessivamente envolvidos num enredo. Acho que o livro não está mal construído. Enfim, é um livro também ingénuo, mas que, tanto quanto me recordo, tem coisas que já têm que ver com o meu modo de ser." José Saramago "Claraboia", cuja redação José Saramago terminou a 5 de janeiro de 1953, consiste num datiloscrito de 319 páginas, assinado com o pseudónimo de "Honorato". Caligrafia da capa por GUILHERME d'OLIVEIRA MARTINS
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Edição: Nov 2010
Nº Páginas: 256
Sinopse:
António Vieira (1608-1697) foi um grande pensador e visionário, actual na forma como nos mostra o mundo e nos ensina, numa escrita sedutora de grandes efeitos, a reconhecermos a nossa parcialidade e cegueira na relação que mantemos com a realidade e os vícios pelos quais nos deixamos enredar e conduzir por ela. A partir de uma vasta obra de mais de duzentos sermões, setecentas e cinquenta cartas e muitos outros escritos, este livro apresenta os textos chave de Pe. António Vieira e que permitem ao leitor usufruir do melhor de uma sabedoria acessível a todos, pertinente como nunca, num caminho de maior desprendimento do acessório da vida e a concentração no seu essencial - viver.
Nº Páginas: 256
Sinopse:
António Vieira (1608-1697) foi um grande pensador e visionário, actual na forma como nos mostra o mundo e nos ensina, numa escrita sedutora de grandes efeitos, a reconhecermos a nossa parcialidade e cegueira na relação que mantemos com a realidade e os vícios pelos quais nos deixamos enredar e conduzir por ela. A partir de uma vasta obra de mais de duzentos sermões, setecentas e cinquenta cartas e muitos outros escritos, este livro apresenta os textos chave de Pe. António Vieira e que permitem ao leitor usufruir do melhor de uma sabedoria acessível a todos, pertinente como nunca, num caminho de maior desprendimento do acessório da vida e a concentração no seu essencial - viver.
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Edição: Out 2011
Nº Páginas: 240
Sinopse:
Bocage foi o grande mestre da expressividade poética, construindo uma obra onde coloca a fluência e a clareza da prosa ao serviço da poesia. Poeta de grandes explosões e convulsões, consegue como nenhum outro a perfeita ressonância dos sentimentos num harmonioso equilíbrio de escrita, resultando em expressões dramaticamente apaixonadas e um espírito sempre no limite da emoção. Possuidor de um verdadeiro segredo do encantamento, Bocage animava ou petrificava auditórios inteiros. Um espírito exaltado e conturbado, impaciente por natureza, os seus escritos são marcados pelos rasgos inspirados das suas explosões, numa pureza de entusiasmo que revela o quase impossível de traduzir das profundezas dos estados de alma, nas suas situações limite e mesmo nas situações mais comuns. As citações, os textos temáticos e os sonetos reunidos neste livro traduzem os muitos momentos expressivos deste grande poeta.
Nº Páginas: 240
Sinopse:
Bocage foi o grande mestre da expressividade poética, construindo uma obra onde coloca a fluência e a clareza da prosa ao serviço da poesia. Poeta de grandes explosões e convulsões, consegue como nenhum outro a perfeita ressonância dos sentimentos num harmonioso equilíbrio de escrita, resultando em expressões dramaticamente apaixonadas e um espírito sempre no limite da emoção. Possuidor de um verdadeiro segredo do encantamento, Bocage animava ou petrificava auditórios inteiros. Um espírito exaltado e conturbado, impaciente por natureza, os seus escritos são marcados pelos rasgos inspirados das suas explosões, numa pureza de entusiasmo que revela o quase impossível de traduzir das profundezas dos estados de alma, nas suas situações limite e mesmo nas situações mais comuns. As citações, os textos temáticos e os sonetos reunidos neste livro traduzem os muitos momentos expressivos deste grande poeta.
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Edição: Ago 2009
Nº Páginas: 172
Sinopse:
Depois do sucesso do livro sobre Fernando Pessoa, lançamos agora na mesma linha, uma compilação única do pensamento de Nietzsche. Polémico, por vezes chocante, mas sempre objectivo, a sabedoria de Nietzsche dá sempre novas perspectivas ao pensamento de cada um. 400 citações, 125 excertos, distribuídos por mais de 180 temas. "A minha ambição é dizer em dez frases o que outros grandes autores não dizem nem num livro inteiro." F.Nietzsche
Nº Páginas: 172
Sinopse:
Depois do sucesso do livro sobre Fernando Pessoa, lançamos agora na mesma linha, uma compilação única do pensamento de Nietzsche. Polémico, por vezes chocante, mas sempre objectivo, a sabedoria de Nietzsche dá sempre novas perspectivas ao pensamento de cada um. 400 citações, 125 excertos, distribuídos por mais de 180 temas. "A minha ambição é dizer em dez frases o que outros grandes autores não dizem nem num livro inteiro." F.Nietzsche
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Edição: Fev 2011
Nº Páginas: 212
Sinopse:
Florbela Espanca (1894-1930) é uma das maiores poetisas portuguesas de todos os tempos. Perseguidora do ideal do amor acima de todos os outros aspectos da vida, transportou como ninguém todos os sentimentos que viveu para a poesia, com uma intensidade autobiográfica que expõe genialmente os mais obscuros recantos do interior do seu ser, glorificando em tons de angústia e ansiedade a sede infinita de um amor que está para lá do que é humano. Além da poesia, o conjunto dos seus escritos oferece uma perspectiva completa da exaltação e angústia de vários amores idealizados e sofridos, sempre em busca do verdadeiro Amor.
Nº Páginas: 212
Sinopse:
Florbela Espanca (1894-1930) é uma das maiores poetisas portuguesas de todos os tempos. Perseguidora do ideal do amor acima de todos os outros aspectos da vida, transportou como ninguém todos os sentimentos que viveu para a poesia, com uma intensidade autobiográfica que expõe genialmente os mais obscuros recantos do interior do seu ser, glorificando em tons de angústia e ansiedade a sede infinita de um amor que está para lá do que é humano. Além da poesia, o conjunto dos seus escritos oferece uma perspectiva completa da exaltação e angústia de vários amores idealizados e sofridos, sempre em busca do verdadeiro Amor.
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Edição: Abr 2010
Nº Páginas: 230
Sinopse:
Eça de Queirós foi um dos maiores escritores portugueses e simultaneamente um dos maiores pensadores. Retratou como ninguém a sociedade e a psicologia dos portugueses, num estilo irónico e humorístico único, presente nos seus romances, crónicas e correspondência. Mais radical nos seus primeiros escritos, mais conservador nos últimos, em todos grassa uma actualidade e uma acutilância que continua a surpreender passados mais de cem anos sobre a sua morte. A visão e crítica de Eça de Queirós sobre os costumes em geral, e os portugueses em particular, continua surpreendentemente válida nos dias de hoje, provando que a evolução é pouco mais que um conjunto de progressos técnicos, e que as características do povo português, em todos os aspectos da sociedade, se mantêm praticamente iguais. Em 320 citações e 120 textos, complementados com excertos capitais dos seus principais romances, a sabedoria de Eça de Queirós encontra-se condensada neste livro para usufruto por si própria ou como incentivo a leituras mais aprofundadas da sua obra.
Nº Páginas: 230
Sinopse:
Eça de Queirós foi um dos maiores escritores portugueses e simultaneamente um dos maiores pensadores. Retratou como ninguém a sociedade e a psicologia dos portugueses, num estilo irónico e humorístico único, presente nos seus romances, crónicas e correspondência. Mais radical nos seus primeiros escritos, mais conservador nos últimos, em todos grassa uma actualidade e uma acutilância que continua a surpreender passados mais de cem anos sobre a sua morte. A visão e crítica de Eça de Queirós sobre os costumes em geral, e os portugueses em particular, continua surpreendentemente válida nos dias de hoje, provando que a evolução é pouco mais que um conjunto de progressos técnicos, e que as características do povo português, em todos os aspectos da sociedade, se mantêm praticamente iguais. Em 320 citações e 120 textos, complementados com excertos capitais dos seus principais romances, a sabedoria de Eça de Queirós encontra-se condensada neste livro para usufruto por si própria ou como incentivo a leituras mais aprofundadas da sua obra.
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Edição: Out 2012
Nº Páginas: 264
Sinopse:
Camilo Castelo Branco (1825-1890) é um nome incontornável da história da literatura portuguesa, autor de uma obra colossal de mais de cento e trinta títulos, além das suas participações regulares na imprensa e da sua vasta correspondência. Visceral e impulsivo, retratador acutilante e eloquente dos costumes da sociedade e dos meandros das almas, polemista massacrador sem adversários à altura, Camilo viveu também os seus amores ao extremo, ao ponto de ter sido preso por duas vezes em virtude da loucura e insensatez dos seus envolvimentos amorosos. Da vasta obra de Camilo ressaltam centenas e centenas de pequenas frases e textos, que exalam a sabedoria de uma autêntica experiência e lição de vida, que, muito para além da observação lúcida e da análise do sentimento que podem estar associadas a uma época, tornam-se um autêntico compêndio das aventuras e desventuras daquilo a que se chama viver. Permanece actual pela intemporalidade com que se revestem os instantâneos do espírito tão bem dissecados e magistralmente descritos pela pena de Camilo, mergulhando fundo nos sentimentos, nobres ou reprováveis, que movem os indivíduos e a humanidade em geral desde os primórdios da História.
Nº Páginas: 264
Sinopse:
Camilo Castelo Branco (1825-1890) é um nome incontornável da história da literatura portuguesa, autor de uma obra colossal de mais de cento e trinta títulos, além das suas participações regulares na imprensa e da sua vasta correspondência. Visceral e impulsivo, retratador acutilante e eloquente dos costumes da sociedade e dos meandros das almas, polemista massacrador sem adversários à altura, Camilo viveu também os seus amores ao extremo, ao ponto de ter sido preso por duas vezes em virtude da loucura e insensatez dos seus envolvimentos amorosos. Da vasta obra de Camilo ressaltam centenas e centenas de pequenas frases e textos, que exalam a sabedoria de uma autêntica experiência e lição de vida, que, muito para além da observação lúcida e da análise do sentimento que podem estar associadas a uma época, tornam-se um autêntico compêndio das aventuras e desventuras daquilo a que se chama viver. Permanece actual pela intemporalidade com que se revestem os instantâneos do espírito tão bem dissecados e magistralmente descritos pela pena de Camilo, mergulhando fundo nos sentimentos, nobres ou reprováveis, que movem os indivíduos e a humanidade em geral desde os primórdios da História.
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Edição: Fev 2013
Nº Páginas: 208
Sinopse:
António de Oliveira Salazar, personalidade que marcou a História portuguesa do século XX, liderando uma ditadura durante várias décadas, continua a ser, muitos anos passados sobre o seu falecimento, odiado ou idolatrado por grande parte dos portugueses, sendo raro quem não tenha uma opinião forte e emotiva sobre a doutrina e obra de Salazar. Surgido num tempo de instabilidade política nacional, Salazar conseguiu impor as suas ideias nacionalistas, ajudado pela reputação que granjeou ao resolver a crise financeira, criando um pacto de consenso de governo nacional reunindo diferentes facções incluindo monárquicos, católicos, republicanos e maçons. Afirmando que não defendia nenhum sistema político, e menos ainda a democracia, pelo efeito nefasto que afirmava que tinha o jogo de interesses privados e ideologias rígidas que orientavam os partidos políticos, atalhou caminho para um governo estável da nação proibindo estes e ainda a liberdade de imprensa, em nome do que considerava ser a paz social. Não tendo deixado obra escrita, foram no entanto inúmeras as suas intervenções, artigos de imprensa, participação em conferências, entrevistas e discursos, deixando as suas ideias expressas, antes e durante o seu governo, em milhares e milhares de páginas.
Nº Páginas: 208
Sinopse:
António de Oliveira Salazar, personalidade que marcou a História portuguesa do século XX, liderando uma ditadura durante várias décadas, continua a ser, muitos anos passados sobre o seu falecimento, odiado ou idolatrado por grande parte dos portugueses, sendo raro quem não tenha uma opinião forte e emotiva sobre a doutrina e obra de Salazar. Surgido num tempo de instabilidade política nacional, Salazar conseguiu impor as suas ideias nacionalistas, ajudado pela reputação que granjeou ao resolver a crise financeira, criando um pacto de consenso de governo nacional reunindo diferentes facções incluindo monárquicos, católicos, republicanos e maçons. Afirmando que não defendia nenhum sistema político, e menos ainda a democracia, pelo efeito nefasto que afirmava que tinha o jogo de interesses privados e ideologias rígidas que orientavam os partidos políticos, atalhou caminho para um governo estável da nação proibindo estes e ainda a liberdade de imprensa, em nome do que considerava ser a paz social. Não tendo deixado obra escrita, foram no entanto inúmeras as suas intervenções, artigos de imprensa, participação em conferências, entrevistas e discursos, deixando as suas ideias expressas, antes e durante o seu governo, em milhares e milhares de páginas.
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Edição: Fev 2019
Nº Páginas: 192
Sinopse:
Que pensava Adolf Hitler? Era a favor do capitalismo ou era anticapitalista? Era cristão ou era anticristão? Se quis ser pintor, porque é que odiava tanto a arte contemporânea, em particular Picasso? Citações de Adolf Hitler reúne tudo o que Hitler pensava sobre a burguesia, o comunismo, a democracia, o marxismo, o nacional-socialismo. Entre o ódio aos judeus e aos negros, haveria espaço para o amor? E como é que um dos maiores monstros de sempre via a mulher, a prostituição, o sacrifício ou o dinheiro? Estas foram as ideias que levaram ao Holocausto. É melhor sabermos quais são, para não as repetirmos. Às citações, juntam-se ainda listas dos gostos e ódios de Hitler, as mulheres com quem viveu, mentores, ídolos, livros e filmes favoritos, datas marcantes e muitos outros factos.
Nº Páginas: 192
Sinopse:
Que pensava Adolf Hitler? Era a favor do capitalismo ou era anticapitalista? Era cristão ou era anticristão? Se quis ser pintor, porque é que odiava tanto a arte contemporânea, em particular Picasso? Citações de Adolf Hitler reúne tudo o que Hitler pensava sobre a burguesia, o comunismo, a democracia, o marxismo, o nacional-socialismo. Entre o ódio aos judeus e aos negros, haveria espaço para o amor? E como é que um dos maiores monstros de sempre via a mulher, a prostituição, o sacrifício ou o dinheiro? Estas foram as ideias que levaram ao Holocausto. É melhor sabermos quais são, para não as repetirmos. Às citações, juntam-se ainda listas dos gostos e ódios de Hitler, as mulheres com quem viveu, mentores, ídolos, livros e filmes favoritos, datas marcantes e muitos outros factos.
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Edição: Jun 2009
Nº Páginas: 536
Sinopse:
Jung Chang decidiu escrever a história da sua família como parte da história da própria China. Começou com a avó, Yu Fang, que aos 15 anos de idade, em 1924, foi obrigada por seu pai a casar-se com um general que já tinha três outras mulheres. Esse era um tempo em que as mulheres ainda eram obrigadas a esmagar e manter amarradas as articulações dos pés, para que seu andar fosse tão gracioso como o movimento dos cisnes nas águas de um lago tranquilo. O resultado é "Cisnes Selvagens", um romance fascinante e poderoso, que atravessa três gerações de mulheres de uma família que viveu o entusiasmo, a repressão, a violência e a degradação do regime chinês e do maoísmo. Tendo vendido mais de 80 000 exemplares em Portugal, a Quetzal orgulha-se de relançar esta obra fundamental para compreender a Revolução Cultural chinesa e o regime violento e opressivo que não sobreviveu a Mao Tse Tung, de que Jung Chang também escreveu uma biografia inovadora e polémica.
Nº Páginas: 536
Sinopse:
Jung Chang decidiu escrever a história da sua família como parte da história da própria China. Começou com a avó, Yu Fang, que aos 15 anos de idade, em 1924, foi obrigada por seu pai a casar-se com um general que já tinha três outras mulheres. Esse era um tempo em que as mulheres ainda eram obrigadas a esmagar e manter amarradas as articulações dos pés, para que seu andar fosse tão gracioso como o movimento dos cisnes nas águas de um lago tranquilo. O resultado é "Cisnes Selvagens", um romance fascinante e poderoso, que atravessa três gerações de mulheres de uma família que viveu o entusiasmo, a repressão, a violência e a degradação do regime chinês e do maoísmo. Tendo vendido mais de 80 000 exemplares em Portugal, a Quetzal orgulha-se de relançar esta obra fundamental para compreender a Revolução Cultural chinesa e o regime violento e opressivo que não sobreviveu a Mao Tse Tung, de que Jung Chang também escreveu uma biografia inovadora e polémica.
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Edição: Jun 2013
Nº Páginas: 104
Sinopse:
Com este aspecto esplêndido diz ele que vou pela rua principal as casas resplandecem onde menos se espera na encruzilhada uma delas espreita e diz aqui estou eu sentada abrem-se armários há estolas de raposa cor de rosa velho atentas, vigiando há décadas vestidos negro azeviche brilhante prontos a serem transportados para alguma cidade desfiada e gélida varandas triangulares apontam para o centro do inverno na cauda da cidade um descampado aguarda os cães da tarde perdido em casebres de papel pintado o cheiro a brócolos nas escadas exemplo do pôr-do-sol aqui pousado eternamente.
Nº Páginas: 104
Sinopse:
Com este aspecto esplêndido diz ele que vou pela rua principal as casas resplandecem onde menos se espera na encruzilhada uma delas espreita e diz aqui estou eu sentada abrem-se armários há estolas de raposa cor de rosa velho atentas, vigiando há décadas vestidos negro azeviche brilhante prontos a serem transportados para alguma cidade desfiada e gélida varandas triangulares apontam para o centro do inverno na cauda da cidade um descampado aguarda os cães da tarde perdido em casebres de papel pintado o cheiro a brócolos nas escadas exemplo do pôr-do-sol aqui pousado eternamente.
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Edição: Jun 2013
Nº Páginas: 232
Sinopse:
Um aprendiz de alfaiate tornado ensaísta de reduzida fama e menor proveito: Harry Heels. "Ao contrário de Conradin, nenhuma força externa veio em seu auxílio. A sua divindade, a identidade de Harry Heels, criara-a ele sozinho, Heels pela alcunha que lhe tinham posto na escola - tinha o tique de estar a sempre a bater com o calcanhar no chão durante as aulas, impaciente - e Harry, por lhe achar uma certa graça masculina." Dois irmãos, gémeos idênticos, enlutados e enfadados: "No Verão, viajavam com os pais: a Lisboa, onde conheceram Dinis Machado; a Bruxelas (…); ao Norte de Inglaterra, onde fumaram uma ganza nas traseiras de um pub, não muito longe da casa de W.G. Sebald, com cuja viúva os pais se encontraram. Depois, sem estação definida, começaram a viajar sozinhos." Três assassinos que atravessam fronteiras sem nunca deixarem de regressar a casa: "(da última vez que atravessaram a fronteira, ao chegarem à outra Lima, Bruno observou o céu carregado, considerando-o auspicioso, e ele e Luis concordaram; colheram dessa vez oito vidas, como se os favorecesse a fúria dos elementos)." De uma maturidade literária verdadeiramente excecional, Cinerama Peruana desenvolve e articula estes três universos através de um tema comum: o do discípulo que ultrapassa o mestre. Uma voz nova e surpreendente no panorama ficcional português.
Nº Páginas: 232
Sinopse:
Um aprendiz de alfaiate tornado ensaísta de reduzida fama e menor proveito: Harry Heels. "Ao contrário de Conradin, nenhuma força externa veio em seu auxílio. A sua divindade, a identidade de Harry Heels, criara-a ele sozinho, Heels pela alcunha que lhe tinham posto na escola - tinha o tique de estar a sempre a bater com o calcanhar no chão durante as aulas, impaciente - e Harry, por lhe achar uma certa graça masculina." Dois irmãos, gémeos idênticos, enlutados e enfadados: "No Verão, viajavam com os pais: a Lisboa, onde conheceram Dinis Machado; a Bruxelas (…); ao Norte de Inglaterra, onde fumaram uma ganza nas traseiras de um pub, não muito longe da casa de W.G. Sebald, com cuja viúva os pais se encontraram. Depois, sem estação definida, começaram a viajar sozinhos." Três assassinos que atravessam fronteiras sem nunca deixarem de regressar a casa: "(da última vez que atravessaram a fronteira, ao chegarem à outra Lima, Bruno observou o céu carregado, considerando-o auspicioso, e ele e Luis concordaram; colheram dessa vez oito vidas, como se os favorecesse a fúria dos elementos)." De uma maturidade literária verdadeiramente excecional, Cinerama Peruana desenvolve e articula estes três universos através de um tema comum: o do discípulo que ultrapassa o mestre. Uma voz nova e surpreendente no panorama ficcional português.
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Edição: Nov 2019
Nº Páginas: 272
Sinopse:
"Cinco Voltas na Bahia e um Beijo para Caetano Veloso", de Alexandra Lucas Coelho, é a resposta a um desafio que a autora recebeu do músico e cantor Caetano Veloso: dedicar um livro inteiro à Bahia, o estado, a cidade de Salvador, o Recôncavo baiano, tendo, lá ao fundo, a terra de Caetano, Santo Amaro da Purificação. Mas também a Barra, a praia de Itapuã, o Rio Vermelho, num relato que começa em Porto Seguro e Santa Cruz Cabrália, onde chegou Pedro Álvares Cabral e o marinheiro Nicolau, que acaba por ter um papel inesperado e significativo. O livro é pois uma apresentação, pela mão de uma portuguesa, desse mundo mágico de Jorge Amado, de Caetano, de Maria Bethânia, de João Gilberto, dos terreiros, das mães de santo, do candomblé. Enfim, uma evocação de nomes e lugares que povoam a nossa memória quando evocamos o Brasil. "Cinco Voltas na Bahia e um Beijo para Caetano Veloso" é o último volume de uma trilogia, sendo os dos outros "Vai, Brasil" (1) e "Deus-dará" (2).
Nº Páginas: 272
Sinopse:
"Cinco Voltas na Bahia e um Beijo para Caetano Veloso", de Alexandra Lucas Coelho, é a resposta a um desafio que a autora recebeu do músico e cantor Caetano Veloso: dedicar um livro inteiro à Bahia, o estado, a cidade de Salvador, o Recôncavo baiano, tendo, lá ao fundo, a terra de Caetano, Santo Amaro da Purificação. Mas também a Barra, a praia de Itapuã, o Rio Vermelho, num relato que começa em Porto Seguro e Santa Cruz Cabrália, onde chegou Pedro Álvares Cabral e o marinheiro Nicolau, que acaba por ter um papel inesperado e significativo. O livro é pois uma apresentação, pela mão de uma portuguesa, desse mundo mágico de Jorge Amado, de Caetano, de Maria Bethânia, de João Gilberto, dos terreiros, das mães de santo, do candomblé. Enfim, uma evocação de nomes e lugares que povoam a nossa memória quando evocamos o Brasil. "Cinco Voltas na Bahia e um Beijo para Caetano Veloso" é o último volume de uma trilogia, sendo os dos outros "Vai, Brasil" (1) e "Deus-dará" (2).
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Edição: Out 2018
Nº Páginas: 224
Sinopse:
No meio da floresta, cinco meninos perdidos. Ou quatro. Porque a mais pequena das irmãs se perdeu dos que já estavam perdidos. Os meninos encontram um homem de mau olhado, mas ele é bom. Também se cruzam com a Velocidade, que é um elemento perigoso que faz dos homens, loucos . Há um Comboio que não gosta de humanos e um homem que não consegue deixar de ter a boca aberta diante do mundo. Há uma igreja minúscula onde cabe um corpo com dificuldade, mas esse corpo tem espaço para rezar. E há quem saia curado de espaços muito pequenos. Estamos numa narrativa mitológica e as máquinas e os animais há muito deixaram de ser apenas ajudantes ou amigos. Há máquinas bem famintas.
Nº Páginas: 224
Sinopse:
No meio da floresta, cinco meninos perdidos. Ou quatro. Porque a mais pequena das irmãs se perdeu dos que já estavam perdidos. Os meninos encontram um homem de mau olhado, mas ele é bom. Também se cruzam com a Velocidade, que é um elemento perigoso que faz dos homens, loucos . Há um Comboio que não gosta de humanos e um homem que não consegue deixar de ter a boca aberta diante do mundo. Há uma igreja minúscula onde cabe um corpo com dificuldade, mas esse corpo tem espaço para rezar. E há quem saia curado de espaços muito pequenos. Estamos numa narrativa mitológica e as máquinas e os animais há muito deixaram de ser apenas ajudantes ou amigos. Há máquinas bem famintas.
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Edição: Mar 2009
Nº Páginas: 208
Sinopse:
Peter Haskell, presidente de um império da indústria farmacêutica, tem tudo: poder, posição social, uma brilhante carreira e uma família, pela qual teve de fazer enormes sacrifícios. Olivia Thatcher é casada com famoso senador, a quem se dedicou de corpo e alma. Presa numa teia de dever e obrigação a um marido que amou em tempos mas que agora mal conhece, o seu mundo desaba quando o filho morre. Acidentalmente, encontram-se em Paris, no Ritz, numa noite marcada por uma ameaça de bomba. As suas vidas completamente diferentes convergem num momento mágico na Place Vêndome. Num café em Montmartre, os seus corações revelam-se: Peter, outrora cheio de certezas em relação ao seu casamento e à carreira, vê o seu futuro profissional em perigo, e Olívia descobre que não aguenta mais a vida que leva. Quando Olívia desaparece, Peter sabe que não foi um caso passageiro. E o que aconteceria se a encontrasse novamente, se a única coisa que têm são cinco dias em Paris? De regresso às suas vidas separadas, já nada será como dantes. Em casa, ambos terão de prosseguir com as suas vidas, apesar dos desafios e das traições. Tudo aquilo em que acreditam será posto à prova, até perceberem que têm de enfrentar as mudanças de cabeça erguida e assumir o amor um pelo outro.
Nº Páginas: 208
Sinopse:
Peter Haskell, presidente de um império da indústria farmacêutica, tem tudo: poder, posição social, uma brilhante carreira e uma família, pela qual teve de fazer enormes sacrifícios. Olivia Thatcher é casada com famoso senador, a quem se dedicou de corpo e alma. Presa numa teia de dever e obrigação a um marido que amou em tempos mas que agora mal conhece, o seu mundo desaba quando o filho morre. Acidentalmente, encontram-se em Paris, no Ritz, numa noite marcada por uma ameaça de bomba. As suas vidas completamente diferentes convergem num momento mágico na Place Vêndome. Num café em Montmartre, os seus corações revelam-se: Peter, outrora cheio de certezas em relação ao seu casamento e à carreira, vê o seu futuro profissional em perigo, e Olívia descobre que não aguenta mais a vida que leva. Quando Olívia desaparece, Peter sabe que não foi um caso passageiro. E o que aconteceria se a encontrasse novamente, se a única coisa que têm são cinco dias em Paris? De regresso às suas vidas separadas, já nada será como dantes. Em casa, ambos terão de prosseguir com as suas vidas, apesar dos desafios e das traições. Tudo aquilo em que acreditam será posto à prova, até perceberem que têm de enfrentar as mudanças de cabeça erguida e assumir o amor um pelo outro.
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Edição: Mai 2021
Nº Páginas: 272
Sinopse:
A influencer que criou uma cidade imaginária em Jacarta. O escritor de ficção científica da Silicon Valley do Oriente. O nonagenário filipino, nomeado para o Nobel da Literatura, que está a escrever um romance sobre Inteligência Artificial. O outro escritor, em Hong Kong, que imaginou fazer upload da consciência humana para um computador. O casal chinês autor de um livro proibido que vendeu 7 milhões em fotocópias. O homem que liderou a revolta da China rural. O fotógrafo que forçou o governo vietnamita a aprovar a lei sobre o casamento gay. Quem mais nos arriscamos a encontrar numa aventura pelos grandes espaços urbanos da Ásia contemporânea? Não é preciso muito para entrar na alma de Bangalore, Jacarta, Saigão, Manila, Seul, Hong Kong, Macau, Shenzen, Xangai, Pequim, Linquan ou Chongqin: uma mala pequena, duas mudas de roupa, um par de sapatos, uma escova de dentes, caneta e bloco de notas, telemóvel, portátil, passaporte e um pretexto para a viagem: procurar utopias nas cidades do futuro.
Nº Páginas: 272
Sinopse:
A influencer que criou uma cidade imaginária em Jacarta. O escritor de ficção científica da Silicon Valley do Oriente. O nonagenário filipino, nomeado para o Nobel da Literatura, que está a escrever um romance sobre Inteligência Artificial. O outro escritor, em Hong Kong, que imaginou fazer upload da consciência humana para um computador. O casal chinês autor de um livro proibido que vendeu 7 milhões em fotocópias. O homem que liderou a revolta da China rural. O fotógrafo que forçou o governo vietnamita a aprovar a lei sobre o casamento gay. Quem mais nos arriscamos a encontrar numa aventura pelos grandes espaços urbanos da Ásia contemporânea? Não é preciso muito para entrar na alma de Bangalore, Jacarta, Saigão, Manila, Seul, Hong Kong, Macau, Shenzen, Xangai, Pequim, Linquan ou Chongqin: uma mala pequena, duas mudas de roupa, um par de sapatos, uma escova de dentes, caneta e bloco de notas, telemóvel, portátil, passaporte e um pretexto para a viagem: procurar utopias nas cidades do futuro.
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Edição: Ago 2017
Nº Páginas: 656
Sinopse:
"Cidadela", obra póstuma publicada em 1948, constitui a súmula de Saint-Exupéry e das suas meditações de toda uma vida. Narrado na primeira pessoa por um rei de um território onde o deserto se perde de vista, esta é uma conversa consigo mesmo e com o divino, sobre a humanidade, sobre a vida, sobre o amor e a busca do sublime. É simultaneamente um monumental exercício de linguagem, um longo poema em prosa, que Saint-Exupéry começara a escrever em 1936 e que não teve tempo para concluir. Na manhã de 31 de julho de 1944, levantou voo da Córsega e nunca mais voltou à base - terá sido abatido pela "Luftwaffe" perto da região de Grenoble-Annecy. Este é pois um texto incompleto, mas de uma riqueza ímpar, a cuja tradução Ruy Belo dedicou dois anos e sobre o qual escreve: "Não temos rebuço em afirmar que "Cidadela" passará à história, iluminada pelo conjunto da produção de Saint-Exupéry, como uma das obras-primas do nosso tempo."
Nº Páginas: 656
Sinopse:
"Cidadela", obra póstuma publicada em 1948, constitui a súmula de Saint-Exupéry e das suas meditações de toda uma vida. Narrado na primeira pessoa por um rei de um território onde o deserto se perde de vista, esta é uma conversa consigo mesmo e com o divino, sobre a humanidade, sobre a vida, sobre o amor e a busca do sublime. É simultaneamente um monumental exercício de linguagem, um longo poema em prosa, que Saint-Exupéry começara a escrever em 1936 e que não teve tempo para concluir. Na manhã de 31 de julho de 1944, levantou voo da Córsega e nunca mais voltou à base - terá sido abatido pela "Luftwaffe" perto da região de Grenoble-Annecy. Este é pois um texto incompleto, mas de uma riqueza ímpar, a cuja tradução Ruy Belo dedicou dois anos e sobre o qual escreve: "Não temos rebuço em afirmar que "Cidadela" passará à história, iluminada pelo conjunto da produção de Saint-Exupéry, como uma das obras-primas do nosso tempo."
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Edição: Set 2016
Nº Páginas: 200
Sinopse:
PRIMEIRO VOLUME DA GRANDE COLECÇÃO DEDICADA AO PROJECTO DE HABITAÇÃO SAAL, UMA EXPERIÊNCIA URBANÍSTICA E SOCIAL ÚNICA NO PAÍS Como cantava Zeca Afonso, "Quem aqui vier morar/ Não traga mesa nem cama/ Com sete palmos de terra/ Se constrói uma cabana." A música "Os Índios da Meia Praia" evocava já o espírito do SAAL [Serviço Ambulatório de Apoio Local], um projecto de habitação para populações carenciadas, nascido com o 25 de Abril de 1974 e pioneiro na sua lógica de proximidade e entreajuda. A colecção Cidade Participada: Arquitectura e Democracia, que se inicia com este volume dedicado a Oeiras, regista de forma inédita os processos, as populações envolvidas e as consequências desta experiência urbanística e social única no país, abrindo caminho para um debate mais amplo sobre as formas de pensar a cidade e o direito à habitação.
Nº Páginas: 200
Sinopse:
PRIMEIRO VOLUME DA GRANDE COLECÇÃO DEDICADA AO PROJECTO DE HABITAÇÃO SAAL, UMA EXPERIÊNCIA URBANÍSTICA E SOCIAL ÚNICA NO PAÍS Como cantava Zeca Afonso, "Quem aqui vier morar/ Não traga mesa nem cama/ Com sete palmos de terra/ Se constrói uma cabana." A música "Os Índios da Meia Praia" evocava já o espírito do SAAL [Serviço Ambulatório de Apoio Local], um projecto de habitação para populações carenciadas, nascido com o 25 de Abril de 1974 e pioneiro na sua lógica de proximidade e entreajuda. A colecção Cidade Participada: Arquitectura e Democracia, que se inicia com este volume dedicado a Oeiras, regista de forma inédita os processos, as populações envolvidas e as consequências desta experiência urbanística e social única no país, abrindo caminho para um debate mais amplo sobre as formas de pensar a cidade e o direito à habitação.
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Edição: Fev 2011
Nº Páginas: 120
Sinopse:
Nestes tempos, em que estão em escombros as pequenas pontes do diálogo, esvoaça o colobri demandando novos poleiros. Quando retomar a Avenida Louise, passando o rotineiro abalo, saltitará sobre o lixo do lixo que ainda assim ficou para nos dar provas de que nada chega ao fim; vai fazêlo até chegar à ponte, até a atravessar, até cumprimentar um tenente a quem o escuro buraco de uma certa cana de bambu continua a intrigar, e penetrar enfim, com uma sempre renovada timidez, nas arborizadas alamedas plásticas que enchem de frescura fabricada a Zona Alta.
Nº Páginas: 120
Sinopse:
Nestes tempos, em que estão em escombros as pequenas pontes do diálogo, esvoaça o colobri demandando novos poleiros. Quando retomar a Avenida Louise, passando o rotineiro abalo, saltitará sobre o lixo do lixo que ainda assim ficou para nos dar provas de que nada chega ao fim; vai fazêlo até chegar à ponte, até a atravessar, até cumprimentar um tenente a quem o escuro buraco de uma certa cana de bambu continua a intrigar, e penetrar enfim, com uma sempre renovada timidez, nas arborizadas alamedas plásticas que enchem de frescura fabricada a Zona Alta.
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Edição: Fev 2020
Nº Páginas: 240
Sinopse:
Gabriel decide celebrar o octogésimo aniversário da mãe e, para isso, terá de contactar as irmãs a fim de reunir a família para a feliz ocasião. Todavia, estes telefonemas entre irmãos despertam rancores antigos, relembram erros do passado e põem em confronto diferentes visões do mesmo episódio. Aurora, a discreta mulher de Gabriel, é a confidente pela qual passam todas as histórias que durante anos estiveram guardadas no mais fundo de cada uma das personagens. "Chuva Miúda "é um romance poderoso sobre a família - com os seus segredos e rancores -, mas também sobre a memória e a forma como o mesmo momento é lido e lembrado por todos aqueles que o viveram.
Nº Páginas: 240
Sinopse:
Gabriel decide celebrar o octogésimo aniversário da mãe e, para isso, terá de contactar as irmãs a fim de reunir a família para a feliz ocasião. Todavia, estes telefonemas entre irmãos despertam rancores antigos, relembram erros do passado e põem em confronto diferentes visões do mesmo episódio. Aurora, a discreta mulher de Gabriel, é a confidente pela qual passam todas as histórias que durante anos estiveram guardadas no mais fundo de cada uma das personagens. "Chuva Miúda "é um romance poderoso sobre a família - com os seus segredos e rancores -, mas também sobre a memória e a forma como o mesmo momento é lido e lembrado por todos aqueles que o viveram.
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Edição: Abr 2015
Nº Páginas: 168
Sinopse:
História do reino de um rei branco no vale do Zambeze no século XIX, "Choriro" foi publicado originalmente em Moçambique em 2009 e chega agora a Portugal numa edição revista. Ungulani Ba Ka Khosa, munido de um saber histórico e etnográfico notável, parte para um relato emotivo e orgulhoso, elegia de um tempo feliz e formador da identidade moçambicana moderna. As suas personagens, o rei Nhabezi, aliás Luís António Gregódio, os seus conselheiros, os seus guerreiros, as suas mulheres, são figuras complexas e sensíveis que nos apaixonam com o seu saber ancestral, no momento em que se entrechocam as fortes culturas nativas com o colonialismo mercantil que já desponta. Lá ao fundo, vemos passar Livingstone.
Nº Páginas: 168
Sinopse:
História do reino de um rei branco no vale do Zambeze no século XIX, "Choriro" foi publicado originalmente em Moçambique em 2009 e chega agora a Portugal numa edição revista. Ungulani Ba Ka Khosa, munido de um saber histórico e etnográfico notável, parte para um relato emotivo e orgulhoso, elegia de um tempo feliz e formador da identidade moçambicana moderna. As suas personagens, o rei Nhabezi, aliás Luís António Gregódio, os seus conselheiros, os seus guerreiros, as suas mulheres, são figuras complexas e sensíveis que nos apaixonam com o seu saber ancestral, no momento em que se entrechocam as fortes culturas nativas com o colonialismo mercantil que já desponta. Lá ao fundo, vemos passar Livingstone.
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