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Edição: Set 2005
Nº Páginas: 224
Sinopse:
A crise financeira portuguesa não é só de agora. Já nos séculos XIX e XX era uma dor de cabeça para os políticos nacionais. Descubra as histórias do banco britânico Barings que impediu que Portugal entrasse na bancarrota. "O empréstimo faz-se ou não se faz?" Eça de Queiroz colocou ironicamente a questão que atormentou Portugal nos dois últimos séculos no seu livro "Os Maias". A realidade é que cada vez que o país espirrava, o Barings acudia, para salvar a situação catastrófica das finanças portuguesas. Portugal era um problema para o banco britânico. Normalmente pagava tarde, mas era um bom cliente. O Barings foi responsável pela primeira emissão de obrigações portuguesas no exterior, em 1802. E esteve ligado a grandes negociações com o Governo português, como o monopólio dos tabacos ou o empréstimo que se tentou sob o auspício da Sociedade das Nações após o 28 de Maio de 1926. A vida da instituição financeira britânica confunde-se, muitas vezes, com a história das finanças portuguesas. Os arquivos do banco, hoje integrados no grupo bancário holandês ING, em Londres, mostram como o Barings foi o banqueiro de Portugal.
Nº Páginas: 224
Sinopse:
A crise financeira portuguesa não é só de agora. Já nos séculos XIX e XX era uma dor de cabeça para os políticos nacionais. Descubra as histórias do banco britânico Barings que impediu que Portugal entrasse na bancarrota. "O empréstimo faz-se ou não se faz?" Eça de Queiroz colocou ironicamente a questão que atormentou Portugal nos dois últimos séculos no seu livro "Os Maias". A realidade é que cada vez que o país espirrava, o Barings acudia, para salvar a situação catastrófica das finanças portuguesas. Portugal era um problema para o banco britânico. Normalmente pagava tarde, mas era um bom cliente. O Barings foi responsável pela primeira emissão de obrigações portuguesas no exterior, em 1802. E esteve ligado a grandes negociações com o Governo português, como o monopólio dos tabacos ou o empréstimo que se tentou sob o auspício da Sociedade das Nações após o 28 de Maio de 1926. A vida da instituição financeira britânica confunde-se, muitas vezes, com a história das finanças portuguesas. Os arquivos do banco, hoje integrados no grupo bancário holandês ING, em Londres, mostram como o Barings foi o banqueiro de Portugal.
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Edição: Mar 2019
Nº Páginas: 464
Sinopse:
Em "Bárbaros e Iluminados", Jaime Nogueira Pinto descreve a crise profunda que afecta o mundo liberal globalizado e analisa as razões da crescente rebelião dos povos contra a elite internacional no poder. E recorrendo à História e à história do pensamento político, traça o perfil e o percurso da ideologia hegemonizante dos "iluminados" que nos têm governado e dos "bárbaros" que se lhe têm vindo a opor.
Nº Páginas: 464
Sinopse:
Em "Bárbaros e Iluminados", Jaime Nogueira Pinto descreve a crise profunda que afecta o mundo liberal globalizado e analisa as razões da crescente rebelião dos povos contra a elite internacional no poder. E recorrendo à História e à história do pensamento político, traça o perfil e o percurso da ideologia hegemonizante dos "iluminados" que nos têm governado e dos "bárbaros" que se lhe têm vindo a opor.
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Edição: Fev 2020
Nº Páginas: 376
Sinopse:
Ele poderá ser a ruína dela…. Hugh Redvers deveria estar morto. Por isso, quando o vê, Lady Daphne Davenport fica profundamente perturbada… Primeiro, porque a beleza daquele homem bronzeado - mesmo incluindo a pala de pirata! - é absolutamente estonteante; e depois porque a bela viúva é responsável por se ter apoderado indevidamente do seu título, das suas terras e da sua fortuna… Ela poderá ser a salvação dele… É difícil resistir à beleza intocável (e ao corpo apetecível) de Daphne Redvers. Para Hugh, esta poderá ser a mulher que o fará esquecer todas as outras. O único desafio? Descobrir o inimigo que a ameaça… bem como os segredos por detrás daqueles olhos azuis inescrutáveis… Depois do sucesso da sua estreia como romancista com "Perigoso", Minerva Spencer volta a encantar-nos com o sensualíssimo "Bárbaro"….
Nº Páginas: 376
Sinopse:
Ele poderá ser a ruína dela…. Hugh Redvers deveria estar morto. Por isso, quando o vê, Lady Daphne Davenport fica profundamente perturbada… Primeiro, porque a beleza daquele homem bronzeado - mesmo incluindo a pala de pirata! - é absolutamente estonteante; e depois porque a bela viúva é responsável por se ter apoderado indevidamente do seu título, das suas terras e da sua fortuna… Ela poderá ser a salvação dele… É difícil resistir à beleza intocável (e ao corpo apetecível) de Daphne Redvers. Para Hugh, esta poderá ser a mulher que o fará esquecer todas as outras. O único desafio? Descobrir o inimigo que a ameaça… bem como os segredos por detrás daqueles olhos azuis inescrutáveis… Depois do sucesso da sua estreia como romancista com "Perigoso", Minerva Spencer volta a encantar-nos com o sensualíssimo "Bárbaro"….
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Edição: Jun 2025
Nº Páginas: 432
Sinopse:
"Amazônia Centro do Mundo é uma ideia viva e, portanto, livre. A experiência de viver na —— e com a —— floresta mudou radicalmente meu corpo e a experiência de corpo. E esta sou apenas eu. Amazônia Centro do Mundo é movimento poderoso, é ideia que age." Num tom literário inconfundível, Eliane Brum cruza narrativa pessoal e investigação jornalística, oferecendo-nos um livro de histórias da Amazónia: histórias de denúncia de atrocidades, da malha de ligações da natureza e seus povos, e do combate pela sobrevivência. Vivendo há anos nas margens do Rio Xingu, a escritora propõe "amazonizar-se": mergulha na grande floresta tropical e tece relações com os seus seres humanos e mais-que-humanos. Narrativa de destruição e resistência, de corrupção e cicatrizes, mas também de encontro e transformação, este livro defende uma mudança matricial face ao colapso climático e ao magnetismo de forças políticas e económicas que antagonizam a Amazónia e tudo o que este organismo vivo representa. Ao deslocar para aqui o centro do mundo, Eliane Brum funda uma nova linguagem, para que esta narrativa possa ir ao encontro de si mesma —- do banzeiro, lugar onde o rio se transforma em vórtice assustador, ao òkòtó, palavra iorubá que designa uma concha de espiral infinita. Ao buscar respostas sem se esquivar às questões incómodas, este é um livro feroz e inquietante, terno e inesquecível.
Nº Páginas: 432
Sinopse:
"Amazônia Centro do Mundo é uma ideia viva e, portanto, livre. A experiência de viver na —— e com a —— floresta mudou radicalmente meu corpo e a experiência de corpo. E esta sou apenas eu. Amazônia Centro do Mundo é movimento poderoso, é ideia que age." Num tom literário inconfundível, Eliane Brum cruza narrativa pessoal e investigação jornalística, oferecendo-nos um livro de histórias da Amazónia: histórias de denúncia de atrocidades, da malha de ligações da natureza e seus povos, e do combate pela sobrevivência. Vivendo há anos nas margens do Rio Xingu, a escritora propõe "amazonizar-se": mergulha na grande floresta tropical e tece relações com os seus seres humanos e mais-que-humanos. Narrativa de destruição e resistência, de corrupção e cicatrizes, mas também de encontro e transformação, este livro defende uma mudança matricial face ao colapso climático e ao magnetismo de forças políticas e económicas que antagonizam a Amazónia e tudo o que este organismo vivo representa. Ao deslocar para aqui o centro do mundo, Eliane Brum funda uma nova linguagem, para que esta narrativa possa ir ao encontro de si mesma —- do banzeiro, lugar onde o rio se transforma em vórtice assustador, ao òkòtó, palavra iorubá que designa uma concha de espiral infinita. Ao buscar respostas sem se esquivar às questões incómodas, este é um livro feroz e inquietante, terno e inesquecível.
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Edição: Mai 2019
Nº Páginas: 472
Sinopse:
Sob a égide de Cormac McCarthy e Flannery O’Connor, e do cinema de Quentin Tarantino ou dos irmãos Cohen, Banquete no Paraíso cruza, nos idos de 1917, os caminhos de duas famílias marcadas pela violência e pela infâmia, os Jewett e os Fiddler. Lá longe, na fronteira que separa a Geórgia do Alabama, gargalhadas impuras sobrevoam um western anacrónico em tempos de depressão económica. E o leitor não consegue parar de ler.
Nº Páginas: 472
Sinopse:
Sob a égide de Cormac McCarthy e Flannery O’Connor, e do cinema de Quentin Tarantino ou dos irmãos Cohen, Banquete no Paraíso cruza, nos idos de 1917, os caminhos de duas famílias marcadas pela violência e pela infâmia, os Jewett e os Fiddler. Lá longe, na fronteira que separa a Geórgia do Alabama, gargalhadas impuras sobrevoam um western anacrónico em tempos de depressão económica. E o leitor não consegue parar de ler.
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Edição: Jun 2016
Nº Páginas: 200
Sinopse:
Este livro apresenta um conto de Fernando Pessoa em confronto com um manifesto de Oscar Wilde.É um livro atravessado por duas ideias de anarquismo. No conto de Fernando Pessoa, o anarquismo é o espantalho que um banqueiro atira ao ar e volta a apanhar. No manifesto de Oscar Wilde, o anarquismo é a nuvem de harmonia que conduz ao Individualismo no qual o homem atinge a perfeição.
Nº Páginas: 200
Sinopse:
Este livro apresenta um conto de Fernando Pessoa em confronto com um manifesto de Oscar Wilde.É um livro atravessado por duas ideias de anarquismo. No conto de Fernando Pessoa, o anarquismo é o espantalho que um banqueiro atira ao ar e volta a apanhar. No manifesto de Oscar Wilde, o anarquismo é a nuvem de harmonia que conduz ao Individualismo no qual o homem atinge a perfeição.
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Edição: Fev 2015
Nº Páginas: 216
Sinopse:
Por que é tão difícil a reforma do sistema financeiro? É esta a questão central deste livro. O mundo mudou a 15 de setembro de 2008, com o colapso do banco Lehman Brothers. Desde esse momento, os governos, os reguladores, bem como os meios financeiros, repetem como um mantra: "Nunca mais". As autoridades dispõem agora de mecanismos para descobrir e punir os abusos. Pelo menos do exterior. Porque no fundo, muito poucas coisas mudaram. Continuamos a caminhar sobre um vulcão que pode entrar de novo em erupção apesar das medidas para o impedir. Marc Roche, jornalista de economia na City em Londres, conversou com alguns dos grandes responsáveis económicos mundiais. À primeira vista, pareciam conscientes e preocupados em moralizar o mundo financeiro. Mas a ausência de sentido das responsabilidades é chocante. Alguns dos grandes banqueiros assumiram riscos insensatos ao perseguir o seu interesse pessoal em vez do interesse do seu empregador, para não falar do interesse da sociedade. Um grande número de banksters continua onde sempre esteve: na cúpula. E aparentemente não manifesta nenhum remorso. Depois do bestseller O Banco, Como o Goldman Sachs Dirige o Mundo, com mais de 10 mil exemplares vendidos, Marc Roche traz-nos um livro revelador que responde a questões fundamentais e que até hoje têm ficado sem resposta: - Como se passaram realmente as coisas? - Como se pôde chegar aqui? - Por que razão a desregulamentação, que foi excelente num primeiro momento, pôde transformar-se numa engrenagem assustadora? Ao identificar os principais intervenientes e as suas motivações, os factos e especialmente os erros, Marc Roche atribui rostos a acontecimentos e momentos decisivos, analisando o jogo perigoso em que o mundo financeiro se tornou, um autêntico casino onde os jogadores podem levar um banco à falência a qualquer momento.
Nº Páginas: 216
Sinopse:
Por que é tão difícil a reforma do sistema financeiro? É esta a questão central deste livro. O mundo mudou a 15 de setembro de 2008, com o colapso do banco Lehman Brothers. Desde esse momento, os governos, os reguladores, bem como os meios financeiros, repetem como um mantra: "Nunca mais". As autoridades dispõem agora de mecanismos para descobrir e punir os abusos. Pelo menos do exterior. Porque no fundo, muito poucas coisas mudaram. Continuamos a caminhar sobre um vulcão que pode entrar de novo em erupção apesar das medidas para o impedir. Marc Roche, jornalista de economia na City em Londres, conversou com alguns dos grandes responsáveis económicos mundiais. À primeira vista, pareciam conscientes e preocupados em moralizar o mundo financeiro. Mas a ausência de sentido das responsabilidades é chocante. Alguns dos grandes banqueiros assumiram riscos insensatos ao perseguir o seu interesse pessoal em vez do interesse do seu empregador, para não falar do interesse da sociedade. Um grande número de banksters continua onde sempre esteve: na cúpula. E aparentemente não manifesta nenhum remorso. Depois do bestseller O Banco, Como o Goldman Sachs Dirige o Mundo, com mais de 10 mil exemplares vendidos, Marc Roche traz-nos um livro revelador que responde a questões fundamentais e que até hoje têm ficado sem resposta: - Como se passaram realmente as coisas? - Como se pôde chegar aqui? - Por que razão a desregulamentação, que foi excelente num primeiro momento, pôde transformar-se numa engrenagem assustadora? Ao identificar os principais intervenientes e as suas motivações, os factos e especialmente os erros, Marc Roche atribui rostos a acontecimentos e momentos decisivos, analisando o jogo perigoso em que o mundo financeiro se tornou, um autêntico casino onde os jogadores podem levar um banco à falência a qualquer momento.
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Edição: Fev 2018
Nº Páginas: 168
Sinopse:
Numa escrita cadenciada ao ritmo dos silêncios, um homem invariavelmente só, como a casa branca que se ergue sempre no cimo de uma colina, tudo espiando. As mulheres, as de toda a vida, e as outras, incapazes de preencher um vazio que se preenche a si mesmo, num mosaico de histórias densas, concisas e intensas, de um escritor que prefere desarticular a realidade, dizendo menos e sugerindo mais. Nelas se vê a clara influência do universo literário latino-americano, a única e verdadeira geografia de Eric Nepomuceno.
Nº Páginas: 168
Sinopse:
Numa escrita cadenciada ao ritmo dos silêncios, um homem invariavelmente só, como a casa branca que se ergue sempre no cimo de uma colina, tudo espiando. As mulheres, as de toda a vida, e as outras, incapazes de preencher um vazio que se preenche a si mesmo, num mosaico de histórias densas, concisas e intensas, de um escritor que prefere desarticular a realidade, dizendo menos e sugerindo mais. Nelas se vê a clara influência do universo literário latino-americano, a única e verdadeira geografia de Eric Nepomuceno.
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Edição: Out 2016
Nº Páginas: 240
Sinopse:
Aranhas, árvores, gatos, biografia, memórias. Não necessariamente por esta ordem. "Bandolim" é o mais recente livro de Adília Lopes, de que aqui deixamos um poema: < MODUS OPERANDI Nunca consegui escrever nada com projectos, planos, programas, esquemas, prazos. Grão a grão, verso a verso, enche a galinha o papo. Pôr o carro à frente dos bois. Assim é que funcionou para mim.
Nº Páginas: 240
Sinopse:
Aranhas, árvores, gatos, biografia, memórias. Não necessariamente por esta ordem. "Bandolim" é o mais recente livro de Adília Lopes, de que aqui deixamos um poema: < MODUS OPERANDI Nunca consegui escrever nada com projectos, planos, programas, esquemas, prazos. Grão a grão, verso a verso, enche a galinha o papo. Pôr o carro à frente dos bois. Assim é que funcionou para mim.
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Edição: Mai 2010
Nº Páginas: 80
Sinopse:
" Julgo que não é inexacto afirmarmos que a poesia portuguesa tem dado a conhecer regularmente autores mais jovens que prolongam sem dificuldade o nível de qualidade a que anteriores gerações nos haviam habituado. Um deles é simultaneamente um ensaísta e crítico, um tradutor e um poeta notável: José Tolentino Mendonça. " Eduardo Prado Coelho escrevia estas linhas no jornal "Público" (19.09.98) aquando da publicação de "A Que Distância Deixaste o Coração", anterior livro de poesia de J.T. Mendonça, cujos poemas estão incluídos nesta edição de "Baldios", embora sem as fotografias de Vicente Moreira Rato que os acompanhavam. "Baldios" vem confirmar estas palavras e revelou-se como um dos grandes livros de poesia publicados em 1999. Uma poesia feita de alegrias e tristezas, comunhão e abandono, segredos, viagens, errâncias, atenta ao que a rodeia, tensa e de simplicidade extrema, ao mesmo tempo íntima e exterior. Fica-lhe aqui o poema "Duas cidades, S. Paulo", cortesia do editor.
Nº Páginas: 80
Sinopse:
" Julgo que não é inexacto afirmarmos que a poesia portuguesa tem dado a conhecer regularmente autores mais jovens que prolongam sem dificuldade o nível de qualidade a que anteriores gerações nos haviam habituado. Um deles é simultaneamente um ensaísta e crítico, um tradutor e um poeta notável: José Tolentino Mendonça. " Eduardo Prado Coelho escrevia estas linhas no jornal "Público" (19.09.98) aquando da publicação de "A Que Distância Deixaste o Coração", anterior livro de poesia de J.T. Mendonça, cujos poemas estão incluídos nesta edição de "Baldios", embora sem as fotografias de Vicente Moreira Rato que os acompanhavam. "Baldios" vem confirmar estas palavras e revelou-se como um dos grandes livros de poesia publicados em 1999. Uma poesia feita de alegrias e tristezas, comunhão e abandono, segredos, viagens, errâncias, atenta ao que a rodeia, tensa e de simplicidade extrema, ao mesmo tempo íntima e exterior. Fica-lhe aqui o poema "Duas cidades, S. Paulo", cortesia do editor.
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Edição: Ago 2016
Nº Páginas: 176
Sinopse:
Sarnau e Mwando protagonizam esta estória de amor. Da juventude à idade madura, com eles percorremos os dias, os meses, os anos, os encontros e os desencontros, a dolorosa separação, o desespero, o sofrimento e a alegria, as lágrimas e os sorrisos.
Nº Páginas: 176
Sinopse:
Sarnau e Mwando protagonizam esta estória de amor. Da juventude à idade madura, com eles percorremos os dias, os meses, os anos, os encontros e os desencontros, a dolorosa separação, o desespero, o sofrimento e a alegria, as lágrimas e os sorrisos.
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Edição: Mai 2021
Nº Páginas: 320
Sinopse:
Ao longo dos anos, crise após crise, tem-se tentado contrariar a evidente falta de crescimento económico em Portugal através da aplicação invariável de uma fórmula que já demonstrou ser caduca, quer por assentar num modelo centralista, que gira em torno de uma só região e se alheia do País real, quer por estar viciada em “grandes projetos” de ganhos duvidosos para o todo nacional. Não se espere encontrar neste livro uma qualquer solução única e perfeita, ao estilo one size fits all, para o problema da falta de crescimento. O que aqui se partilham são as análises e as ideias de três autores que se assumem como naturalmente imbuídos de um olhar de “média virtude”. A partir delas pretende-se demonstrar a necessidade de construirmos um País mais organizado, que cresça com base nas capacidades atuais e potenciais de cada uma das suas regiões — incluindo, obviamente, a da capital. A defesa, pois, de uma mudança imperiosa na nossa vida coletiva.
Nº Páginas: 320
Sinopse:
Ao longo dos anos, crise após crise, tem-se tentado contrariar a evidente falta de crescimento económico em Portugal através da aplicação invariável de uma fórmula que já demonstrou ser caduca, quer por assentar num modelo centralista, que gira em torno de uma só região e se alheia do País real, quer por estar viciada em “grandes projetos” de ganhos duvidosos para o todo nacional. Não se espere encontrar neste livro uma qualquer solução única e perfeita, ao estilo one size fits all, para o problema da falta de crescimento. O que aqui se partilham são as análises e as ideias de três autores que se assumem como naturalmente imbuídos de um olhar de “média virtude”. A partir delas pretende-se demonstrar a necessidade de construirmos um País mais organizado, que cresça com base nas capacidades atuais e potenciais de cada uma das suas regiões — incluindo, obviamente, a da capital. A defesa, pois, de uma mudança imperiosa na nossa vida coletiva.
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Edição: Fev 2012
Nº Páginas: 176
Sinopse:
Em 2003, regressando do Afeganistão, tive de parar em Baku, no Azerbaijão. Fiquei num hotel chamado Apcheron, nome da península sobre a qual a cidade foi construída. Escrevia na altura Suite no Hotel Crystal, um livro composto por umas quarenta histórias passadas em quartos de hotel do mundo inteiro. O nome Apcheron, tão próximo do do rio dos mortos grego, sugeriu-me a ideia de aí encenar o meu próprio suicídio. A nota biográfica na capa do livro viria a mencionar a minha data de nascimento e de morte: Boulogne-Billancourt, 1947 - Baku, 2009. A partir de 2004, eu tinha pois morrido em Baku em 2009, no quarto 1123 do Hotel Apcheron. À medida que esse fatídico ano de 2009 se ia aproximando, as recomendações dos amigos tornavam-se mais insistentes: se fores convidado para ir a Baku em 2009, não vás! Estes alertas fizeram naturalmente nascer em mim a ideia de que, pelo contrário, devia mesmo ir a Baku, para honrar uma espécie de promessa e aí permanecer o tempo suficiente para dar à ficção da minha morte à beira do Cáspio uma razoável hipótese de se concretizar. Este livro é, em certa medida, o diário da minha estada na cidade onde era suposto morrer. Retratos, coisas vistas, sonhos, leituras, notas de viagem, evocação de figuras do passado, etc. Claro que se tratava de um jogo, iniciado por um jogo de palavras, mas esse jogo dava um certo colorido aos meus pensamentos, orientava até certo ponto as minhas imaginações e mesmo os meus olhares.
Nº Páginas: 176
Sinopse:
Em 2003, regressando do Afeganistão, tive de parar em Baku, no Azerbaijão. Fiquei num hotel chamado Apcheron, nome da península sobre a qual a cidade foi construída. Escrevia na altura Suite no Hotel Crystal, um livro composto por umas quarenta histórias passadas em quartos de hotel do mundo inteiro. O nome Apcheron, tão próximo do do rio dos mortos grego, sugeriu-me a ideia de aí encenar o meu próprio suicídio. A nota biográfica na capa do livro viria a mencionar a minha data de nascimento e de morte: Boulogne-Billancourt, 1947 - Baku, 2009. A partir de 2004, eu tinha pois morrido em Baku em 2009, no quarto 1123 do Hotel Apcheron. À medida que esse fatídico ano de 2009 se ia aproximando, as recomendações dos amigos tornavam-se mais insistentes: se fores convidado para ir a Baku em 2009, não vás! Estes alertas fizeram naturalmente nascer em mim a ideia de que, pelo contrário, devia mesmo ir a Baku, para honrar uma espécie de promessa e aí permanecer o tempo suficiente para dar à ficção da minha morte à beira do Cáspio uma razoável hipótese de se concretizar. Este livro é, em certa medida, o diário da minha estada na cidade onde era suposto morrer. Retratos, coisas vistas, sonhos, leituras, notas de viagem, evocação de figuras do passado, etc. Claro que se tratava de um jogo, iniciado por um jogo de palavras, mas esse jogo dava um certo colorido aos meus pensamentos, orientava até certo ponto as minhas imaginações e mesmo os meus olhares.
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Edição: Mai 2021
Nº Páginas: 208
Sinopse:
A acção situa-se no Bairro mais clandestino da Europa durante os anos 70 e 80: a Brandoa e é narrada por Rogério Paulo, nascido durante o terramoto de 28 de Fevereiro de 1969. O narrador cresce marcado pela morte do seu primo Fernando dois dias antes de nascer, acompanhado pelas personagens fantásticas do Bairro sem Saída: o seu amigo e Mário, diabético que vai desaparecendo; a cigana Zíngara e suas maldições; o monstruoso ser de duas cabeças que lhe ensombra a infância; a Noiva de Branco, que se atira da janela do quarto andar. Um livro com os batimentos rápidos do heavy metal e a melancolia escura do gótico, sem esquecer uma boa dose de humor, apresentando a eterna guerra entre ricos e pobres. Este é o primeiro romance de Fernando Ribeiro, que aqui apresenta a sua outra voz, tão forte e ousada como na sua banda, mas, agora, traduzida nas palavras de um livro que grita, emociona, entretém e encanta.
Nº Páginas: 208
Sinopse:
A acção situa-se no Bairro mais clandestino da Europa durante os anos 70 e 80: a Brandoa e é narrada por Rogério Paulo, nascido durante o terramoto de 28 de Fevereiro de 1969. O narrador cresce marcado pela morte do seu primo Fernando dois dias antes de nascer, acompanhado pelas personagens fantásticas do Bairro sem Saída: o seu amigo e Mário, diabético que vai desaparecendo; a cigana Zíngara e suas maldições; o monstruoso ser de duas cabeças que lhe ensombra a infância; a Noiva de Branco, que se atira da janela do quarto andar. Um livro com os batimentos rápidos do heavy metal e a melancolia escura do gótico, sem esquecer uma boa dose de humor, apresentando a eterna guerra entre ricos e pobres. Este é o primeiro romance de Fernando Ribeiro, que aqui apresenta a sua outra voz, tão forte e ousada como na sua banda, mas, agora, traduzida nas palavras de um livro que grita, emociona, entretém e encanta.
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Edição: Mai 2015
Nº Páginas: 56
Sinopse:
No ano em que celebram os 50 anos daquele que é provavelmente o livro de poesia mais lido e cantado, Praça da Canção, Manuel Alegre publica um novo livro de poesia que é um Praça da Canção dos nossos dias. Uma voz de protesto e de indignação, um retrato inconformado da Pátria e das ditaduras que nos governam, nomeadamente a dos mercados, são temas presentes neste poderoso Bairro Ocidental. Como se pode ler neste poema, "Pátria Minha":Entre nós e o futuro há arame farpadolevaram o que se via além de nósnão resta mais que a ponta do narizcomo esperar agora o inesperado?Somos do Sul e o saldo somos nóscontra o bezerro de oiro o teu quadradoo poema tem de ser o teu país.Entre nós e amanhã há uma taxa de jurouma empresa de rating Bruxelas Berlimentre hoje e o futuro há outra vez um muroresgate é a palavra que nos diztens de explodir o não dentro do simnão te feches em torres de marfimo poema tem de ser o teu país.
Nº Páginas: 56
Sinopse:
No ano em que celebram os 50 anos daquele que é provavelmente o livro de poesia mais lido e cantado, Praça da Canção, Manuel Alegre publica um novo livro de poesia que é um Praça da Canção dos nossos dias. Uma voz de protesto e de indignação, um retrato inconformado da Pátria e das ditaduras que nos governam, nomeadamente a dos mercados, são temas presentes neste poderoso Bairro Ocidental. Como se pode ler neste poema, "Pátria Minha":Entre nós e o futuro há arame farpadolevaram o que se via além de nósnão resta mais que a ponta do narizcomo esperar agora o inesperado?Somos do Sul e o saldo somos nóscontra o bezerro de oiro o teu quadradoo poema tem de ser o teu país.Entre nós e amanhã há uma taxa de jurouma empresa de rating Bruxelas Berlimentre hoje e o futuro há outra vez um muroresgate é a palavra que nos diztens de explodir o não dentro do simnão te feches em torres de marfimo poema tem de ser o teu país.
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Edição: Abr 2017
Nº Páginas: 168
Sinopse:
Cannery Row, em Monterey, na Califórnia, é um pobre bairro costeiro, de poucos quarteirões, onde se acumulam fábricas de enlatar sardinhas, restaurantes de má qualidade, bordéis e mercearias atravancadas. Os seus habitantes, dependendo da frincha pela qual se espreita, são prostitutas e batoteiros, mártires e homens bons, cujas histórias encerram lições de sobrevivência. É entre eles que se encontra o jovem biólogo marinho que todos tratam por Doutor, que aí conjuga o trabalho de recolha e análise dos animais da baía com o melancólico acompanhamento das almas infelizes - e que inesperadamente acabará por encontrar a verdadeira felicidade. Publicado pela primeira vez em 1945 e inspirado pelos habitantes reais de Monterey, "Bairro da Lata" é um romance onde John Steinbeck recupera o cenário do seu primeiro grande êxito, "O Milagre de São Francisco", escrevendo com um misto de humor e comoção sobre a aceitação da vida como ela é, no seu jogo entre um sentido de comunidade e a solidão da existência, entre a tragédia e a generosidade.
Nº Páginas: 168
Sinopse:
Cannery Row, em Monterey, na Califórnia, é um pobre bairro costeiro, de poucos quarteirões, onde se acumulam fábricas de enlatar sardinhas, restaurantes de má qualidade, bordéis e mercearias atravancadas. Os seus habitantes, dependendo da frincha pela qual se espreita, são prostitutas e batoteiros, mártires e homens bons, cujas histórias encerram lições de sobrevivência. É entre eles que se encontra o jovem biólogo marinho que todos tratam por Doutor, que aí conjuga o trabalho de recolha e análise dos animais da baía com o melancólico acompanhamento das almas infelizes - e que inesperadamente acabará por encontrar a verdadeira felicidade. Publicado pela primeira vez em 1945 e inspirado pelos habitantes reais de Monterey, "Bairro da Lata" é um romance onde John Steinbeck recupera o cenário do seu primeiro grande êxito, "O Milagre de São Francisco", escrevendo com um misto de humor e comoção sobre a aceitação da vida como ela é, no seu jogo entre um sentido de comunidade e a solidão da existência, entre a tragédia e a generosidade.
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Edição: Out 2008
Nº Páginas: 328
Sinopse:
1805. revelações intensas da vida e dos ambientes da corte de D. João, Príncipe regente, sob ameaça das invasões napoleónicas. Portugal, 1805. O general Junot chega à corte portuguesa com instruções claras de Napoleão: vedar o porto de Lisboa aos ingleses, sob pena de ser declarada guerra ao reino de Portugal. Num país que permanece sob constante ameaça, o tenente Vicente Gonzaga envolve-se em missões secretas na corte de Madrid, frequenta bailes em Queluz, luta contra as tropas francesas e apaixona-se por uma misteriosa mulher. Baile de Máscaras reúne personagens ficcionadas e figuras históricas, como o infeliz príncipe regente D. João, o talentoso pintor Domingos Sequeira, o inconstante General Junot ou o astuto ministro Araújo de Azevedo. Um quadro da época que recria a atmosfera de um período fascinante, onde convivem emoções intensas e contraditórias, próprias dos grandes romances, da vida... e do amor.
Nº Páginas: 328
Sinopse:
1805. revelações intensas da vida e dos ambientes da corte de D. João, Príncipe regente, sob ameaça das invasões napoleónicas. Portugal, 1805. O general Junot chega à corte portuguesa com instruções claras de Napoleão: vedar o porto de Lisboa aos ingleses, sob pena de ser declarada guerra ao reino de Portugal. Num país que permanece sob constante ameaça, o tenente Vicente Gonzaga envolve-se em missões secretas na corte de Madrid, frequenta bailes em Queluz, luta contra as tropas francesas e apaixona-se por uma misteriosa mulher. Baile de Máscaras reúne personagens ficcionadas e figuras históricas, como o infeliz príncipe regente D. João, o talentoso pintor Domingos Sequeira, o inconstante General Junot ou o astuto ministro Araújo de Azevedo. Um quadro da época que recria a atmosfera de um período fascinante, onde convivem emoções intensas e contraditórias, próprias dos grandes romances, da vida... e do amor.
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Edição: Mai 2010
Nº Páginas: 400
Sinopse:
Pedro Rosa Mendes, repórter galardoado do "Público", partiu em Junho de 1997, com uma bolsa de criação literária do Centro Nacional de Cultura, mochila às costas, máquina fotográfica e gravador, para uma viagem de Namibe, ao sul de Angola, onde se situa a Baía dos Tigres, a Quelimane, Moçambique, atravessando o continente Africano de costa a costa, à semelhança de Hermenegildo Capelo e Roberto Ivens, por picadas, rios e caminhos de ferro. Regressaria três meses e meio depois desta viagem, carregado de histórias bastantes diferentes das que aqueles exploradores certamente encontraram. Histórias de ódio e de horror, de crueldade, num continente onde uma guerra sem fim à vista, tem vindo a aniquilar cada vez mais gente. Em mais de quatrocentas páginas, "Baía dos Tigres" é um relato dessas histórias, como diz Alexandra Lucas Coelho no suplemento Leituras, do "Público", "barroco, denso, infernal. Fino, claro, transparente. Como acontece aos homens ser."
Nº Páginas: 400
Sinopse:
Pedro Rosa Mendes, repórter galardoado do "Público", partiu em Junho de 1997, com uma bolsa de criação literária do Centro Nacional de Cultura, mochila às costas, máquina fotográfica e gravador, para uma viagem de Namibe, ao sul de Angola, onde se situa a Baía dos Tigres, a Quelimane, Moçambique, atravessando o continente Africano de costa a costa, à semelhança de Hermenegildo Capelo e Roberto Ivens, por picadas, rios e caminhos de ferro. Regressaria três meses e meio depois desta viagem, carregado de histórias bastantes diferentes das que aqueles exploradores certamente encontraram. Histórias de ódio e de horror, de crueldade, num continente onde uma guerra sem fim à vista, tem vindo a aniquilar cada vez mais gente. Em mais de quatrocentas páginas, "Baía dos Tigres" é um relato dessas histórias, como diz Alexandra Lucas Coelho no suplemento Leituras, do "Público", "barroco, denso, infernal. Fino, claro, transparente. Como acontece aos homens ser."
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Edição: Set 2014
Nº Páginas: 160
Sinopse:
Este é um livro sobre Bach, assente em catorze tentativas de aproximação à sua música. Uma carta de Anna Magdalena, uma cena de montagem de um filme, as conversas de técnicos de som em Nova Iorque, os pensamentos de Etty a caminho do campo de concentração, o silêncio. Intérpretes, biógrafos, romancistas, ouvintes - regra geral, nunca se encontraram e apenas a presença da música, em séculos diferentes, os aproxima, e a eles de nós. Mas qual música, qual linguagem, beleza, angústia e desespero, se ela é a pesquisa para o intérprete, pretexto para o guerreiro, última companhia para aqueles que vão morrer? "Os apartamentos parecem maiores, agora. Os cravos, a espineta, o alaúde já não estão connosco, nem os violinos e as violas da gamba: o meu falecido esposo ofereceu três instrumentos de tecla a Johann Christian, que os levou; quanto aos restantes instrumentos, foram partilhados pelos irmãos, logo depois de se lavrar o inventário. Um dia vieram dois homens buscar a espineta, e na parede onde ela esteve encostada tantos anos ficou uma sombra mais clara, por o sol nunca bater ali, e um risco de tinta vermelha, raspada na parede. Sigo o risco vermelho com os dedos, esforço-me por me lembrar do som."
Nº Páginas: 160
Sinopse:
Este é um livro sobre Bach, assente em catorze tentativas de aproximação à sua música. Uma carta de Anna Magdalena, uma cena de montagem de um filme, as conversas de técnicos de som em Nova Iorque, os pensamentos de Etty a caminho do campo de concentração, o silêncio. Intérpretes, biógrafos, romancistas, ouvintes - regra geral, nunca se encontraram e apenas a presença da música, em séculos diferentes, os aproxima, e a eles de nós. Mas qual música, qual linguagem, beleza, angústia e desespero, se ela é a pesquisa para o intérprete, pretexto para o guerreiro, última companhia para aqueles que vão morrer? "Os apartamentos parecem maiores, agora. Os cravos, a espineta, o alaúde já não estão connosco, nem os violinos e as violas da gamba: o meu falecido esposo ofereceu três instrumentos de tecla a Johann Christian, que os levou; quanto aos restantes instrumentos, foram partilhados pelos irmãos, logo depois de se lavrar o inventário. Um dia vieram dois homens buscar a espineta, e na parede onde ela esteve encostada tantos anos ficou uma sombra mais clara, por o sol nunca bater ali, e um risco de tinta vermelha, raspada na parede. Sigo o risco vermelho com os dedos, esforço-me por me lembrar do som."
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Edição: Nov 2020
Nº Páginas: 176
Sinopse:
"A porta é preta, a retrete é preta, o tampo é preto, o papel higiénico é preto." É este o cenário do romance de uma noite de reencontros, surpresas inóspitas, acidentes sulfúricos e de memórias revisitadas. Numa Lisboa fora de horas e fora de sítio, entre a arte e a vida, o tempo e a memória, a porta abre-se e, na casa de banho preta, entram e ajoelham-se modelos de vestido preto e justo, poetas, dealers, criativos, gestores, artistas, até um padre. Figuras reais da noite de Lisboa. Roman à clef? Também. Mas Azulejos Pretos espelha e reinventa, sobretudo, um vivo e excitado universo politicamente incorrecto de decepção, frustração e raiva: vidas pelo cano abaixo. Pode, esta Lisboa a roçar-se pela tragédia, ter ainda a esperança de uma redenção?
Nº Páginas: 176
Sinopse:
"A porta é preta, a retrete é preta, o tampo é preto, o papel higiénico é preto." É este o cenário do romance de uma noite de reencontros, surpresas inóspitas, acidentes sulfúricos e de memórias revisitadas. Numa Lisboa fora de horas e fora de sítio, entre a arte e a vida, o tempo e a memória, a porta abre-se e, na casa de banho preta, entram e ajoelham-se modelos de vestido preto e justo, poetas, dealers, criativos, gestores, artistas, até um padre. Figuras reais da noite de Lisboa. Roman à clef? Também. Mas Azulejos Pretos espelha e reinventa, sobretudo, um vivo e excitado universo politicamente incorrecto de decepção, frustração e raiva: vidas pelo cano abaixo. Pode, esta Lisboa a roçar-se pela tragédia, ter ainda a esperança de uma redenção?
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Edição: Set 2012
Nº Páginas: 144
Sinopse:
Eu ainda não sabia o seu nome, que depois descobri ser Maria Pia. Ela já estava sentada quando vi os seus braços, braços finos, que para o meu bisavô não causariam o menor interesse, ele provavelmente os acharia feios. Além do mais, Maria Pia usava uma manga cavada e os braços estavam totalmente desnudos. Meu bisavô gostaria que ela usasse mangas curtas meio palmo abaixo do ombro e que seus braços fossem cheios, do jeito que Machado de Assis descreve no conto "Uns braços". Maria Pia era fina, toda ela, eu sabia, desde o início, vendo-lhe apenas os braços. E quando ela deu-lhes movimento, pude ver parte da sua axila. "A sua escrita faz milagres, é misteriosa. Cada livro seu não é só uma viagem que vale a pena, é uma viagem de algum modo necessária." Thomas Pynchon, autor de "Gravity's Rainbow"
Nº Páginas: 144
Sinopse:
Eu ainda não sabia o seu nome, que depois descobri ser Maria Pia. Ela já estava sentada quando vi os seus braços, braços finos, que para o meu bisavô não causariam o menor interesse, ele provavelmente os acharia feios. Além do mais, Maria Pia usava uma manga cavada e os braços estavam totalmente desnudos. Meu bisavô gostaria que ela usasse mangas curtas meio palmo abaixo do ombro e que seus braços fossem cheios, do jeito que Machado de Assis descreve no conto "Uns braços". Maria Pia era fina, toda ela, eu sabia, desde o início, vendo-lhe apenas os braços. E quando ela deu-lhes movimento, pude ver parte da sua axila. "A sua escrita faz milagres, é misteriosa. Cada livro seu não é só uma viagem que vale a pena, é uma viagem de algum modo necessária." Thomas Pynchon, autor de "Gravity's Rainbow"
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Edição: Jul 2016
Nº Páginas: 200
Sinopse:
Naquela noite de 28 de dezembro de 1964 um forte feixe luminoso irrompeu pelo cockpit do avião do tenente-coronel Carlos Marques Pereira, cegando-o. A 2 de novembro de 1982, pela manhã, três pilotos da Força Aérea Portuguesa descolaram da base da Ota para um voo de treino e foram surpreendidos por uma estranha "bolha de mercúrio com dois hemisférios e mais de dois metros de comprimento". Portugal tem sido cenário de diversos fenómenos envolvendo Objectos Voadores Não Identificados (OVNI), e estes são apenas dois dos vários episódios presentes neste livro sobre situações fascinantes em que aeronaves e outras formas de origem desconhecida sobrevoaram o território português. Os relatos, feitos na primeira pessoa, mostram o quão inesperado, avassalador e transformador um acontecimento como este pode ser na vida de quem o observa, seja alguém sozinho ou mesmo uma comunidade inteira, tal como aconteceu em 2004. Esse foi o ano em que se registou o maior avistamento coletivo de sempre em Portugal. Foi testemunhado por milhares de pessoas de Norte a Sul e registado pelos radares da Força Aérea Portuguesa. Nestas páginas sucedem-se vários casos de OVNI que nos dão que pensar. Porque a verdade é que, apesar dos extraordinários avanços da ciência nas últimas décadas, continuamos sem resposta para uma das questões fundamentais da nossa existência: estaremos sozinhos no Universo? Para os protagonistas dos episódios aqui descritos, a resposta tornou-se evidente de um momento para o outro.
Nº Páginas: 200
Sinopse:
Naquela noite de 28 de dezembro de 1964 um forte feixe luminoso irrompeu pelo cockpit do avião do tenente-coronel Carlos Marques Pereira, cegando-o. A 2 de novembro de 1982, pela manhã, três pilotos da Força Aérea Portuguesa descolaram da base da Ota para um voo de treino e foram surpreendidos por uma estranha "bolha de mercúrio com dois hemisférios e mais de dois metros de comprimento". Portugal tem sido cenário de diversos fenómenos envolvendo Objectos Voadores Não Identificados (OVNI), e estes são apenas dois dos vários episódios presentes neste livro sobre situações fascinantes em que aeronaves e outras formas de origem desconhecida sobrevoaram o território português. Os relatos, feitos na primeira pessoa, mostram o quão inesperado, avassalador e transformador um acontecimento como este pode ser na vida de quem o observa, seja alguém sozinho ou mesmo uma comunidade inteira, tal como aconteceu em 2004. Esse foi o ano em que se registou o maior avistamento coletivo de sempre em Portugal. Foi testemunhado por milhares de pessoas de Norte a Sul e registado pelos radares da Força Aérea Portuguesa. Nestas páginas sucedem-se vários casos de OVNI que nos dão que pensar. Porque a verdade é que, apesar dos extraordinários avanços da ciência nas últimas décadas, continuamos sem resposta para uma das questões fundamentais da nossa existência: estaremos sozinhos no Universo? Para os protagonistas dos episódios aqui descritos, a resposta tornou-se evidente de um momento para o outro.
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Edição: Jun 2016
Nº Páginas: 224
Sinopse:
O autor do "Dicionário de Insultos", num registo leve e irónico (e ao mesmo tempo rigoroso e pormenorizado) dá-nos a conhecer factos desconhecidos, personagens míticas e aventuras absolutamente fascinantes da época da Expansão Portuguesa que nem sempre correram bem. São 30 histórias personificadas por reis e rainhas, descobridores/navegadores, espiões, exploradores, mas também gente do povo, anónimos e até animais.
Nº Páginas: 224
Sinopse:
O autor do "Dicionário de Insultos", num registo leve e irónico (e ao mesmo tempo rigoroso e pormenorizado) dá-nos a conhecer factos desconhecidos, personagens míticas e aventuras absolutamente fascinantes da época da Expansão Portuguesa que nem sempre correram bem. São 30 histórias personificadas por reis e rainhas, descobridores/navegadores, espiões, exploradores, mas também gente do povo, anónimos e até animais.
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Edição: Nov 2009
Nº Páginas: 192
Sinopse:
Em 1982, ao mesmo tempo que abandonava o lugar à frente dos destinos do clube de jazz e que tomava a decisão de se dedicar à escrita, Haruki Murakami começava a correr. No ano seguinte, abalançou-se a percorrer sozinho o trajecto que separa Atenas da cidade de Maratona. Depois de participar em dezenas de provas de longa distância e em triatlos, o romancista reflecte neste livro sobre o que significa para ele correr e como a corrida se reflectiu na sua maneira de escrever. Os treinos diários, a sua paixão pela música, a consciência da passagem do tempo, os lugares por onde viaja acompanham-no ao longo de um relato em que escrever e correr se traduzem numa forma de estar na vida. Diário, ensaio autobiográfico, elogio da corrida, de tudo um pouco podemos encontrar aqui. Haruki Murakami abre o livro das confidências (e a sua alma) e dá a ler aos seus fiéis leitores uma meditação luminosa sobre esse ser bípede em permanente busca de verdade que é o homem
Nº Páginas: 192
Sinopse:
Em 1982, ao mesmo tempo que abandonava o lugar à frente dos destinos do clube de jazz e que tomava a decisão de se dedicar à escrita, Haruki Murakami começava a correr. No ano seguinte, abalançou-se a percorrer sozinho o trajecto que separa Atenas da cidade de Maratona. Depois de participar em dezenas de provas de longa distância e em triatlos, o romancista reflecte neste livro sobre o que significa para ele correr e como a corrida se reflectiu na sua maneira de escrever. Os treinos diários, a sua paixão pela música, a consciência da passagem do tempo, os lugares por onde viaja acompanham-no ao longo de um relato em que escrever e correr se traduzem numa forma de estar na vida. Diário, ensaio autobiográfico, elogio da corrida, de tudo um pouco podemos encontrar aqui. Haruki Murakami abre o livro das confidências (e a sua alma) e dá a ler aos seus fiéis leitores uma meditação luminosa sobre esse ser bípede em permanente busca de verdade que é o homem
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Edição: Fev 2017
Nº Páginas: 352
Sinopse:
"Autópsia de Um Mar de Ruínas", romance singular pela dupla perspectiva da guerra colonial que nos apresenta, comporta duas narrativas paralelas: uma centrada na acção dos militares portugueses no Norte de Angola, outra num quotidiano de medo e miséria, na revolta silenciosa e fria, na vitimização de duas sanzalas. Eis, pois, um romance construído sobre duas linguagens, dois pontos de vista, duas razões sociais, duas histórias dentro da História contemporânea do colonialismo e da guerra - a realidade adversa de dois universos humanos em situação de emergência. Se o assunto e a narrativa alternam ao longo do romance, é contudo na dupla linguagem do autor que se centra a diferença desses dois mundos em guerra, sob a vertigem do mal e através da criação de vozes e de narradores distintos, no fulgor de uma escrita literária em sintonia com a experiência do vivido. Este foi o mundo que o autor conheceu em Angola, ao longo de mais de dois anos de comissão, como enfermeiro militar, entre centenas de homens, mulheres e crianças, por conta das suas dores de alma, das suas doenças, dos males de viver e morrer numa emboscada, em hora de combate, na explosão das minas, num acidente com arma de fogo ou numa flagelação à distância.
Nº Páginas: 352
Sinopse:
"Autópsia de Um Mar de Ruínas", romance singular pela dupla perspectiva da guerra colonial que nos apresenta, comporta duas narrativas paralelas: uma centrada na acção dos militares portugueses no Norte de Angola, outra num quotidiano de medo e miséria, na revolta silenciosa e fria, na vitimização de duas sanzalas. Eis, pois, um romance construído sobre duas linguagens, dois pontos de vista, duas razões sociais, duas histórias dentro da História contemporânea do colonialismo e da guerra - a realidade adversa de dois universos humanos em situação de emergência. Se o assunto e a narrativa alternam ao longo do romance, é contudo na dupla linguagem do autor que se centra a diferença desses dois mundos em guerra, sob a vertigem do mal e através da criação de vozes e de narradores distintos, no fulgor de uma escrita literária em sintonia com a experiência do vivido. Este foi o mundo que o autor conheceu em Angola, ao longo de mais de dois anos de comissão, como enfermeiro militar, entre centenas de homens, mulheres e crianças, por conta das suas dores de alma, das suas doenças, dos males de viver e morrer numa emboscada, em hora de combate, na explosão das minas, num acidente com arma de fogo ou numa flagelação à distância.
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Edição: Set 2019
Nº Páginas: 240
Sinopse:
E se a catástrofe ambiental acontecer mesmo? Autópsia, o romance da catástrofe anunciada, conta-nos o que vai ser o mundo num futuro que pode não estar distante. O romance de João Nuno Azambuja é uma arrepiante distopia, retrato de uma humanidade náufraga. De um gigantesco cataclismo resulta a submersão da maioria do solo terrestre e o globo volta a ser constituído por um enorme oceano pantalássico com raras ilhas à superfície. Autópsia é a ilha que concentra em 220 km² os vícios e a perversão de 11 milhões de habitantes, uns desesperados face aos constantes aluimentos e a perspetiva de afundamento da ilha, outros alienados com os novos "ópios do povo". Um dia, chega a Autópsia, vindo de uma outra ilha - feliz e estável -, um jovem estrangeiro que se fez ao mar para descobrir a origem da mensagem que encontrou numa garrafa.
Nº Páginas: 240
Sinopse:
E se a catástrofe ambiental acontecer mesmo? Autópsia, o romance da catástrofe anunciada, conta-nos o que vai ser o mundo num futuro que pode não estar distante. O romance de João Nuno Azambuja é uma arrepiante distopia, retrato de uma humanidade náufraga. De um gigantesco cataclismo resulta a submersão da maioria do solo terrestre e o globo volta a ser constituído por um enorme oceano pantalássico com raras ilhas à superfície. Autópsia é a ilha que concentra em 220 km² os vícios e a perversão de 11 milhões de habitantes, uns desesperados face aos constantes aluimentos e a perspetiva de afundamento da ilha, outros alienados com os novos "ópios do povo". Um dia, chega a Autópsia, vindo de uma outra ilha - feliz e estável -, um jovem estrangeiro que se fez ao mar para descobrir a origem da mensagem que encontrou numa garrafa.
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Edição: Out 2015
Nº Páginas: 96
Sinopse:
Os autocolantes são uma das marcas visuais mais impressivas da democracia portuguesa e da liberdade política conquistada em 25 de Abril de 1974. Representam uma manifestação de identidade - eu pertenço a este partido, a este grupo, a esta associação, eu apoio este candidato, eu suporto esta causa. Serviram, na sua época, para financiar e, com o tempo, para coleccionar. Há milhares de autocolantes diferentes. São um retrato do grafismo político na sua versão mais minimalista, mas também mais diversificada. Esta publicação é o primeiro catálogo alguma vez feito dos autocolantes portugueses, inventariando os autocolantes produzidos pelo Partido Popular Democrático (PPD) entre 1974 e 1976, ano em que mudou de nome para Partido Social Democrata (PSD). Como partido nascido da democracia, o PPD teve de escolher o nome, o símbolo e a cor. Os autocolantes contam essa história.
Nº Páginas: 96
Sinopse:
Os autocolantes são uma das marcas visuais mais impressivas da democracia portuguesa e da liberdade política conquistada em 25 de Abril de 1974. Representam uma manifestação de identidade - eu pertenço a este partido, a este grupo, a esta associação, eu apoio este candidato, eu suporto esta causa. Serviram, na sua época, para financiar e, com o tempo, para coleccionar. Há milhares de autocolantes diferentes. São um retrato do grafismo político na sua versão mais minimalista, mas também mais diversificada. Esta publicação é o primeiro catálogo alguma vez feito dos autocolantes portugueses, inventariando os autocolantes produzidos pelo Partido Popular Democrático (PPD) entre 1974 e 1976, ano em que mudou de nome para Partido Social Democrata (PSD). Como partido nascido da democracia, o PPD teve de escolher o nome, o símbolo e a cor. Os autocolantes contam essa história.
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Edição: Abr 2017
Nº Páginas: 136
Sinopse:
Autocolantes da Frente de Unidade Revolucionária: novo livro da Colecção Ephemera, de José Pacheco Pereira. Num período muito turbulento da revolução portuguesa, com alguns dos militares responsáveis pelo 25 de Abril a quererem desviar-se do PREC, nasce, a 25 de Agosto de 1975, a Frente de Unidade Revolucionária (FUR), uma aliança entre diferentes organizações, focada no apoio ao V Governo Provisório. Na sequência da publicação de um primeiro catálogo de autocolantes (do PPD), apresentam-se agora os autocolantes produzidos por estas organizações entre 1974 e 1980, materiais que se integram no seu histórico esforço de propaganda e de manifestações, e que revelam causas tão diversas como a celebração das personalidades revolucionárias latino-americanas (Che Guevara, Fidel Castro, Carlos Marighella) ou ainda o combate ao franquismo em Espanha.
Nº Páginas: 136
Sinopse:
Autocolantes da Frente de Unidade Revolucionária: novo livro da Colecção Ephemera, de José Pacheco Pereira. Num período muito turbulento da revolução portuguesa, com alguns dos militares responsáveis pelo 25 de Abril a quererem desviar-se do PREC, nasce, a 25 de Agosto de 1975, a Frente de Unidade Revolucionária (FUR), uma aliança entre diferentes organizações, focada no apoio ao V Governo Provisório. Na sequência da publicação de um primeiro catálogo de autocolantes (do PPD), apresentam-se agora os autocolantes produzidos por estas organizações entre 1974 e 1980, materiais que se integram no seu histórico esforço de propaganda e de manifestações, e que revelam causas tão diversas como a celebração das personalidades revolucionárias latino-americanas (Che Guevara, Fidel Castro, Carlos Marighella) ou ainda o combate ao franquismo em Espanha.
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Edição: Abr 2018
Nº Páginas: 128
Sinopse:
"Reflexões sobre Requiem", "Afirma Pereira", "O Fio do Horizonte", "Mulher de Porto Pim", "Está a Fazer-se Cada Vez Mais Tarde" até ao texto conclusivo sobre "Autobiografias Alheias". Através destes textos que iluminam um pensamento, uma palavra, uma sugestão dos romances aqui referidos, o leitor pode chegar a novas e estimulantes descobertas ou simplesmente deixar-se conduzir pelo fluxo crítico que em Tabucchi é sempre uma grande torrente narrativa. Um livro empolgante para os leitores mais experientes, um testemunho fundamental para os estudiosos da obra de Tabucchi e, ao mesmo tempo, um livro capaz de conduzir o leitor mais curioso para o âmago do universo literário do mais português dos escritores italianos.
Nº Páginas: 128
Sinopse:
"Reflexões sobre Requiem", "Afirma Pereira", "O Fio do Horizonte", "Mulher de Porto Pim", "Está a Fazer-se Cada Vez Mais Tarde" até ao texto conclusivo sobre "Autobiografias Alheias". Através destes textos que iluminam um pensamento, uma palavra, uma sugestão dos romances aqui referidos, o leitor pode chegar a novas e estimulantes descobertas ou simplesmente deixar-se conduzir pelo fluxo crítico que em Tabucchi é sempre uma grande torrente narrativa. Um livro empolgante para os leitores mais experientes, um testemunho fundamental para os estudiosos da obra de Tabucchi e, ao mesmo tempo, um livro capaz de conduzir o leitor mais curioso para o âmago do universo literário do mais português dos escritores italianos.
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Edição: Jun 2021
Nº Páginas: 232
Sinopse:
Três anos depois de Eliete, finalmente um novo livro de Dulce Maria Cardoso. As muito celebradas crónicas que saíram na Visão são de uma intimidade sem precedentes na obra da autora: pessoais, memorialísticas, transparentes, e tão depuradas que se tornam universais, abrindo lugar para cada um de nós. Como uma poltrona que "é moldada, dia após dia, pelo peso de um corpo, transformando-se no seu ninho".
Nº Páginas: 232
Sinopse:
Três anos depois de Eliete, finalmente um novo livro de Dulce Maria Cardoso. As muito celebradas crónicas que saíram na Visão são de uma intimidade sem precedentes na obra da autora: pessoais, memorialísticas, transparentes, e tão depuradas que se tornam universais, abrindo lugar para cada um de nós. Como uma poltrona que "é moldada, dia após dia, pelo peso de um corpo, transformando-se no seu ninho".
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