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Edição: Jun 2006
Nº Páginas: 284
Sinopse:
De que falam os artistas quando se sentam à mesa de um restaurante? Que ambiente escolhe um político para partilhar estratégias com um colega parlamentar? O que move dois casais de amigos a irem jantar fora, o prazer da gastronomia ou o sentido da amizade? E o que procuramos nós, leitores, comuns mortais, quando decidimos ir jantar ou almoçar fora? O ambiente? A agitação da moda? A calma de uma refeição à luz das velas? O deleite com a paisagem? Um bom petisco? A presença de caras conhecidas? O entusiasmo de um primeiro encontro a dois, ou simplesmente a conversa da mesa do lado? Todos os segredos são-nos revelados nestas pequenas histórias que acontecem à mesa dos mais variados restaurantes, de norte a sul do país, na praia ou na cidade, no Alentejo profundo ou junto ao rio Tejo. Ponha a sua capacidade de análise em dia e com a ajuda dos nossos devaneios gastronómicos descubra os verdadeiros cenários de cada uma das histórias. Se conseguir acertar em todos é com certeza bom gourmet e melhor observador da vida e dos tipos sociais portugueses. Bom apetite!
Nº Páginas: 284
Sinopse:
De que falam os artistas quando se sentam à mesa de um restaurante? Que ambiente escolhe um político para partilhar estratégias com um colega parlamentar? O que move dois casais de amigos a irem jantar fora, o prazer da gastronomia ou o sentido da amizade? E o que procuramos nós, leitores, comuns mortais, quando decidimos ir jantar ou almoçar fora? O ambiente? A agitação da moda? A calma de uma refeição à luz das velas? O deleite com a paisagem? Um bom petisco? A presença de caras conhecidas? O entusiasmo de um primeiro encontro a dois, ou simplesmente a conversa da mesa do lado? Todos os segredos são-nos revelados nestas pequenas histórias que acontecem à mesa dos mais variados restaurantes, de norte a sul do país, na praia ou na cidade, no Alentejo profundo ou junto ao rio Tejo. Ponha a sua capacidade de análise em dia e com a ajuda dos nossos devaneios gastronómicos descubra os verdadeiros cenários de cada uma das histórias. Se conseguir acertar em todos é com certeza bom gourmet e melhor observador da vida e dos tipos sociais portugueses. Bom apetite!
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Edição: Out 2017
Nº Páginas: 180
Sinopse:
Há livros que são para sempre. "Bom Dia, Tristeza" é um deles. Romance de formação, publicado no inicio dos anos 50 em França por uma menina de 19 anos, tornou-se um dos maiores best seller mundiais. Com várias edições em Portugal, estava, no entanto, há mais de 10 anos fora das livrarias. A Casa dos Ceifeiros tem o prazer de o reeditar, com os desenhos da primeira edição portuguesa de Mily Possoz e a tradução excelente de Isabel St. Aubyn.
Nº Páginas: 180
Sinopse:
Há livros que são para sempre. "Bom Dia, Tristeza" é um deles. Romance de formação, publicado no inicio dos anos 50 em França por uma menina de 19 anos, tornou-se um dos maiores best seller mundiais. Com várias edições em Portugal, estava, no entanto, há mais de 10 anos fora das livrarias. A Casa dos Ceifeiros tem o prazer de o reeditar, com os desenhos da primeira edição portuguesa de Mily Possoz e a tradução excelente de Isabel St. Aubyn.
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Edição: Mar 2018
Nº Páginas: 160
Sinopse:
O romance que o Brasil recebeu com escândalo. Uma história de amor entre dois homens: Amaro - o Bom Crioulo - e Aleixo. Um marinheiro negro sente-se atraído por um jovem grumete branco. Na trama, surge ainda D. Carolina, ou melhor, Carola Bunda, portuguesa e ex-prostituta, desejosa de entregar o seu corpo maduro a um amante jovem como Aleixo. Assim se constitui um triângulo amoroso fatal.Uma singular e improvável história de amor entre dois homens, a que não falta a traição, a diferença de idades, a culpa, o medo. Eis uma situação que pode sair fora do controlo: se uma paixão violenta causa cegueira, será inevitável um final trágico? Adolfo Caminha, duramente atacado pela crítica, ficou para a História como um autor "maldito". Votado ao esquecimento na primeira metade do século xx, "Bom Crioulo" é hoje traduzido em todo o mundo, e é considerado o primeiro romance da literatura em língua portuguesa a abordar a homos-sexualidade e logo numa relação inter-racial. Esta edição inclui: - Nota introdutória - "Um artigo condenado", por Adolfo Caminha - Glossário de termos náuticos - Lista de personagens
Nº Páginas: 160
Sinopse:
O romance que o Brasil recebeu com escândalo. Uma história de amor entre dois homens: Amaro - o Bom Crioulo - e Aleixo. Um marinheiro negro sente-se atraído por um jovem grumete branco. Na trama, surge ainda D. Carolina, ou melhor, Carola Bunda, portuguesa e ex-prostituta, desejosa de entregar o seu corpo maduro a um amante jovem como Aleixo. Assim se constitui um triângulo amoroso fatal.Uma singular e improvável história de amor entre dois homens, a que não falta a traição, a diferença de idades, a culpa, o medo. Eis uma situação que pode sair fora do controlo: se uma paixão violenta causa cegueira, será inevitável um final trágico? Adolfo Caminha, duramente atacado pela crítica, ficou para a História como um autor "maldito". Votado ao esquecimento na primeira metade do século xx, "Bom Crioulo" é hoje traduzido em todo o mundo, e é considerado o primeiro romance da literatura em língua portuguesa a abordar a homos-sexualidade e logo numa relação inter-racial. Esta edição inclui: - Nota introdutória - "Um artigo condenado", por Adolfo Caminha - Glossário de termos náuticos - Lista de personagens
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Edição: Out 2016
Nº Páginas: 296
Sinopse:
Finda a Guerra Civil Americana, a família March prepara o casamento de Meg. Passaram três anos desde que se fechou a cortina sobre Mulherzinhas, as irmãs Meg, Jo, Beth e Amy estão mais crescidas e o pai regressou a casa, tornando-se pastor numa paróquia. As irmãs March enfrentam agora a vida adulta, trilham os seus próprios caminhos, longe da casa dos pais, e lutam pelos seus sonhos, numa viagem de autodescoberta. Em "Boas Esposas", acompanhamos os bons e maus momentos desta etapa de crescimento, os problemas, as provações, as aprendizagens. Meg lida com os desafios da vida de casada, Jo procura vingar como escritora, Beth luta contra a doença, Amy viaja.
Nº Páginas: 296
Sinopse:
Finda a Guerra Civil Americana, a família March prepara o casamento de Meg. Passaram três anos desde que se fechou a cortina sobre Mulherzinhas, as irmãs Meg, Jo, Beth e Amy estão mais crescidas e o pai regressou a casa, tornando-se pastor numa paróquia. As irmãs March enfrentam agora a vida adulta, trilham os seus próprios caminhos, longe da casa dos pais, e lutam pelos seus sonhos, numa viagem de autodescoberta. Em "Boas Esposas", acompanhamos os bons e maus momentos desta etapa de crescimento, os problemas, as provações, as aprendizagens. Meg lida com os desafios da vida de casada, Jo procura vingar como escritora, Beth luta contra a doença, Amy viaja.
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Edição: Abr 2003
Nº Páginas: 576
Sinopse:
Décimo quinto romance de António Lobo Antunes, que acaba de vencer o prestigiado prémio União Latina para a literatura, e a primeira das suas edições ne varietur (uma disposição jurídica que permite a um autor que um texto seu só possa ser de futuro citado, editado, traduzido, etc., sob a forma em que o publica com essa designação. Lobo Antunes chegou à conclusão que havia várias adulterações nas suas obras, desde gralhas a outras incorrecções, e a partir de agora todas elas serão publicadas em edições ne varietur, fixadas por uma equipa orientada por Maria Alzira Seixo, à medida que os antigos títulos se vão esgotando). Neste livro, Lobo Antunes regressa a Angola, lugar essencial da sua obra romanesca, agora em época pós-descolonização. Um agente dos Serviços viaja à antiga colónia portuguesa incumbido de tarefa arriscada. Mas não volta. E logo outro o substitui, e depois outro, como na arena os touros se vão s eguindo uns aos outros, para a lide. E nós leitores embrenhando-nos na leitura, como se de uma floresta se tratasse. É também um livro onde o autor de "Que Farei quando Tudo Arde?" questiona a linguagem, o valor da palavra ("Será que remendo isto com palavras ou falo do que aconteceu de facto?", dizem algumas personagens), como o realça Agripina Vieira em crítica no JL (15/10/03), numa escrita que se vai depurando cada vez mais (apesar das 574 páginas do romance).
Nº Páginas: 576
Sinopse:
Décimo quinto romance de António Lobo Antunes, que acaba de vencer o prestigiado prémio União Latina para a literatura, e a primeira das suas edições ne varietur (uma disposição jurídica que permite a um autor que um texto seu só possa ser de futuro citado, editado, traduzido, etc., sob a forma em que o publica com essa designação. Lobo Antunes chegou à conclusão que havia várias adulterações nas suas obras, desde gralhas a outras incorrecções, e a partir de agora todas elas serão publicadas em edições ne varietur, fixadas por uma equipa orientada por Maria Alzira Seixo, à medida que os antigos títulos se vão esgotando). Neste livro, Lobo Antunes regressa a Angola, lugar essencial da sua obra romanesca, agora em época pós-descolonização. Um agente dos Serviços viaja à antiga colónia portuguesa incumbido de tarefa arriscada. Mas não volta. E logo outro o substitui, e depois outro, como na arena os touros se vão s eguindo uns aos outros, para a lide. E nós leitores embrenhando-nos na leitura, como se de uma floresta se tratasse. É também um livro onde o autor de "Que Farei quando Tudo Arde?" questiona a linguagem, o valor da palavra ("Será que remendo isto com palavras ou falo do que aconteceu de facto?", dizem algumas personagens), como o realça Agripina Vieira em crítica no JL (15/10/03), numa escrita que se vai depurando cada vez mais (apesar das 574 páginas do romance).
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Edição: Nov 2009
Nº Páginas: 64
Sinopse:
"Os metafísicos de Tlön não buscam a verdade nem sequer a verosimilhança: buscam o assombro", in Ficções, Jorge Luis Borges, 1944. Juntamente com Albert Camus, cuja A Queda assume neste Blackpot o papel de insuspeitado mote, Borges era um dos autores preferidos de Dinis Machado. Tanto que a sua personagem Peter Maynard, assassino profissional com preocupações éticas e estéticas, figura central de Mão Direita do Diabo, Requiem para D. Quixote e Mulher e Arma com Guitarra Espanhola, não é mais do que a americanização de Pierre Menard, personagem kafkiana de um conto borgeano que teimosamente se entretém a reescrever o Quixote, palavra a palavra, letra a letra, vírgula a vírgula. Foi com esse espírito que Dinis Machado escreveu de um fôlego, como era seu hábito, este visceral Blackpot. Esteve para lhe chamar Gulliver contra Gulliver, título talvez com mais ressonância literária, sobretudo se aceitarmos a opinião de André Breton segundo a qual foi Swift quem inventou o humor negro. Embora, convenhamos, com muito menos swing. Escreveu-o à máquina algures entre 1983 e 85, meteu-o na gaveta da memória e lá o esqueceu inédito até hoje. Guardado a sete chaves e mais uma, a da sombra libertária do olvido, só voltaria a recuperá- lo quando, ainda em vida, se preparava a reedição dos supracitados McShades. Uma coisa levou à outra e ele concluiu que o Blackpot tinha tudo a ver com este seu alter ego literário com vagas maneiras de camóne e muitas leituras na consciência, de seu nome completo Dennis McShade. Pois, como diria Peter Maynard, seja feita a sua vontade. "Pode-se vomitar tudo menos o medo e a solidão. Esta frase idiota fora-lhe dita, uma vez, por um médico que morrera atropelado por um camião. Continuou a olhar para o espelho e tentou sorrir da ideia. Mas não sorriu."
Nº Páginas: 64
Sinopse:
"Os metafísicos de Tlön não buscam a verdade nem sequer a verosimilhança: buscam o assombro", in Ficções, Jorge Luis Borges, 1944. Juntamente com Albert Camus, cuja A Queda assume neste Blackpot o papel de insuspeitado mote, Borges era um dos autores preferidos de Dinis Machado. Tanto que a sua personagem Peter Maynard, assassino profissional com preocupações éticas e estéticas, figura central de Mão Direita do Diabo, Requiem para D. Quixote e Mulher e Arma com Guitarra Espanhola, não é mais do que a americanização de Pierre Menard, personagem kafkiana de um conto borgeano que teimosamente se entretém a reescrever o Quixote, palavra a palavra, letra a letra, vírgula a vírgula. Foi com esse espírito que Dinis Machado escreveu de um fôlego, como era seu hábito, este visceral Blackpot. Esteve para lhe chamar Gulliver contra Gulliver, título talvez com mais ressonância literária, sobretudo se aceitarmos a opinião de André Breton segundo a qual foi Swift quem inventou o humor negro. Embora, convenhamos, com muito menos swing. Escreveu-o à máquina algures entre 1983 e 85, meteu-o na gaveta da memória e lá o esqueceu inédito até hoje. Guardado a sete chaves e mais uma, a da sombra libertária do olvido, só voltaria a recuperá- lo quando, ainda em vida, se preparava a reedição dos supracitados McShades. Uma coisa levou à outra e ele concluiu que o Blackpot tinha tudo a ver com este seu alter ego literário com vagas maneiras de camóne e muitas leituras na consciência, de seu nome completo Dennis McShade. Pois, como diria Peter Maynard, seja feita a sua vontade. "Pode-se vomitar tudo menos o medo e a solidão. Esta frase idiota fora-lhe dita, uma vez, por um médico que morrera atropelado por um camião. Continuou a olhar para o espelho e tentou sorrir da ideia. Mas não sorriu."
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Edição: Abr 2016
Nº Páginas: 136
Sinopse:
"Bisonte" procura acolher uma poética de largo espectro, orçando grandes espaços, ruminando o horizonte, tratando de grandes pinceladas rítmicas. Estilisticamente livre, coopta várias dimensões líricas, formalmente múltiplas, com um certo apetite por poemas longos e 'paisagistas', discursivos e de fundo fôlego. O poema mimetiza o grande quadrúpede e a sua estepe. Subitamente, o grande páramo é engolido no vórtice de uma miniatura, como a flor para o bisonte. É deste modo uma poética de escalas e, se aproximadamente interpretável, trataria do problema da anulação, de um tipo de olhar romântico, natural, pulverizado por blocos colectivos e grandes agremiações unitárias militando contra o individual. Se o poema é um animal não pode dizer nada e a poesia nada diz. E, contudo, é loquaz, um torrencial e irreprimível movimento altíssono condenado paradoxalmente a desaguar num mar tonitruante que estrangula o dito na sua câmara de gritos. Ameaçado de extinção, o poema é o bisonte. E a extinção é, de certo modo, a negação da história.
Nº Páginas: 136
Sinopse:
"Bisonte" procura acolher uma poética de largo espectro, orçando grandes espaços, ruminando o horizonte, tratando de grandes pinceladas rítmicas. Estilisticamente livre, coopta várias dimensões líricas, formalmente múltiplas, com um certo apetite por poemas longos e 'paisagistas', discursivos e de fundo fôlego. O poema mimetiza o grande quadrúpede e a sua estepe. Subitamente, o grande páramo é engolido no vórtice de uma miniatura, como a flor para o bisonte. É deste modo uma poética de escalas e, se aproximadamente interpretável, trataria do problema da anulação, de um tipo de olhar romântico, natural, pulverizado por blocos colectivos e grandes agremiações unitárias militando contra o individual. Se o poema é um animal não pode dizer nada e a poesia nada diz. E, contudo, é loquaz, um torrencial e irreprimível movimento altíssono condenado paradoxalmente a desaguar num mar tonitruante que estrangula o dito na sua câmara de gritos. Ameaçado de extinção, o poema é o bisonte. E a extinção é, de certo modo, a negação da história.
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Edição: Abr 2014
Nº Páginas: 424
Sinopse:
Numa estrada adormecida da Galiza, dois homens atropelam um javali. A visão do animal morto na estrada levará um deles — Saldaña Paris, um jovem poeta mexicano de olhos azuis inquietos — a puxar o primeiro fio do novelo da sua vida. Instigado pelas confissões desconjuntadas do poeta, o seu companheiro de viagem — um professor universitário divorciado — irá tentar descobrir o que está por trás da persistente melancolia de Saldaña Paris. A viagem de descoberta começa com a leitura de um manuscrito da autoria da ex-mulher do mexicano, Teresa, que morreu há pouco tempo e marcou a vida do poeta como um ferro em brasa. O narrador não poderia adivinhar (porque nunca podemos saber as verdadeiras consequências dos nossos actos) que a leitura desse manuscrito teria o mesmo efeito sobre a sua vida. As páginas escritas por Teresa revelam a sua adolescência no seio de uma família portuguesa contaminada pela desilusão: um pai ausente e alcoólico, um tio aventureiro e misterioso, uma mãe demasiado protectora. Mas o que ressalta com maior vivacidade daquelas páginas é o relato enternecedor do seu primeiro amor, ao mesmo tempo que começam a insinuar-se na sua vida realidades grotescas e brutais. Confrontado pela primeira vez com a suspeita dessa terrível possibilidade, Saldaña Paris mergulha numa depressão profunda. Determinado em libertar o amigo do poder corrosivo do mal, o nosso narrador compõe então, peça a peça, a biografia involuntária dos dois amantes. Uma biografia que passa pelo desvelar do passado, para que este não contamine irremediavelmente o futuro.
Nº Páginas: 424
Sinopse:
Numa estrada adormecida da Galiza, dois homens atropelam um javali. A visão do animal morto na estrada levará um deles — Saldaña Paris, um jovem poeta mexicano de olhos azuis inquietos — a puxar o primeiro fio do novelo da sua vida. Instigado pelas confissões desconjuntadas do poeta, o seu companheiro de viagem — um professor universitário divorciado — irá tentar descobrir o que está por trás da persistente melancolia de Saldaña Paris. A viagem de descoberta começa com a leitura de um manuscrito da autoria da ex-mulher do mexicano, Teresa, que morreu há pouco tempo e marcou a vida do poeta como um ferro em brasa. O narrador não poderia adivinhar (porque nunca podemos saber as verdadeiras consequências dos nossos actos) que a leitura desse manuscrito teria o mesmo efeito sobre a sua vida. As páginas escritas por Teresa revelam a sua adolescência no seio de uma família portuguesa contaminada pela desilusão: um pai ausente e alcoólico, um tio aventureiro e misterioso, uma mãe demasiado protectora. Mas o que ressalta com maior vivacidade daquelas páginas é o relato enternecedor do seu primeiro amor, ao mesmo tempo que começam a insinuar-se na sua vida realidades grotescas e brutais. Confrontado pela primeira vez com a suspeita dessa terrível possibilidade, Saldaña Paris mergulha numa depressão profunda. Determinado em libertar o amigo do poder corrosivo do mal, o nosso narrador compõe então, peça a peça, a biografia involuntária dos dois amantes. Uma biografia que passa pelo desvelar do passado, para que este não contamine irremediavelmente o futuro.
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Edição: Nov 2015
Nº Páginas: 312
Sinopse:
Vencedor do Prémio PEN de Narrativa 2016 O narrador deste romance é um condenado à morte a quem é concedido um último desejo; e o que escolhe é contar uma história, mais precisamente a da vida do Língua, um escravo que falou aos sete meses de idade e teve direito a biografia encomendada pelo rei de Portugal. Dá-se então um verdadeiro milagre: não só a história parece não ter fim, porque a vida do Língua está recheada de episódios em que os detalhes são de extrema importância, como começa a juntar-se cada vez mais gente para a ouvir - são às centenas os que todos os dias chegam à falésia de armas e bagagens, filhos, mulas, araras e macaquinhos, dispostos a fazer do lugar a sua casa só para não perderem pitada do relato. E, enquanto o narrador vai ganhando anos no cadafalso parindo magia, é toda uma comunidade que se vai criando em torno da maravilha de contar histórias, passando a língua a ordenar o tempo em vez do relógio.Inspirado na vida de um homem, talvez o único que viveu o colonialismo, a abolição da escravatura, a guerra da independência, a independência, a ocupação, o capitalismo, o imperialismo e o comunismo, sucessivamente e num mesmo lugar, "Biografia do Língua" é uma homenagem às pequenas histórias que nos salvam da penosa realidade.
Nº Páginas: 312
Sinopse:
Vencedor do Prémio PEN de Narrativa 2016 O narrador deste romance é um condenado à morte a quem é concedido um último desejo; e o que escolhe é contar uma história, mais precisamente a da vida do Língua, um escravo que falou aos sete meses de idade e teve direito a biografia encomendada pelo rei de Portugal. Dá-se então um verdadeiro milagre: não só a história parece não ter fim, porque a vida do Língua está recheada de episódios em que os detalhes são de extrema importância, como começa a juntar-se cada vez mais gente para a ouvir - são às centenas os que todos os dias chegam à falésia de armas e bagagens, filhos, mulas, araras e macaquinhos, dispostos a fazer do lugar a sua casa só para não perderem pitada do relato. E, enquanto o narrador vai ganhando anos no cadafalso parindo magia, é toda uma comunidade que se vai criando em torno da maravilha de contar histórias, passando a língua a ordenar o tempo em vez do relógio.Inspirado na vida de um homem, talvez o único que viveu o colonialismo, a abolição da escravatura, a guerra da independência, a independência, a ocupação, o capitalismo, o imperialismo e o comunismo, sucessivamente e num mesmo lugar, "Biografia do Língua" é uma homenagem às pequenas histórias que nos salvam da penosa realidade.
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Edição: Set 2011
Nº Páginas: 524
Sinopse:
A história de uma cidade tem gente, tem cheiros, tem comércio, tem cercos e pestes, revoluções e invasões, batalhas, conquistas e derrotas, casas e mosteiros, evolução urbanística, higiene, limpeza, saúde pública, transportes, ruas, lendas, mistérios, momentos de lazer e desporto, cafés, festas urbanas e tradições, alegrias e sofrimento. Tal como num ser vivo, tudo isto cabe na vida, na história, na biografia de Lisboa. A historiadora Magda Pinheiro, especialista em História Urbana, traz-lhe uma obra absolutamente original, baseada numa profunda investigação de vários anos e consulta de várias fontes e arquivos. Ao longo destas páginas, percorremos a história de Lisboa, cidade capital, metrópole cosmopolita, cabeça do reino, desde a lenda de Ulisses até aos dias de hoje passando por momentos que marcaram a vida da metrópole, como a conquista de Lisboa, a saída da Corte para o Brasil, os Descobrimentos, o grande terramoto, as Revoltas Liberais, a Pneumónica, a chegada da Liberdade ou a Expo’98. Recheado de episódios que marcam a história do próprio país, de histórias do quotidiano da cidade, curiosidades sobre os bairros típico como Alfama ou Santos e as ruas onde passeamos, e onde podemos descobrir vestígios do passado, este livro, amplamente ilustrado, torna viva a cidade de Lisboa.
Nº Páginas: 524
Sinopse:
A história de uma cidade tem gente, tem cheiros, tem comércio, tem cercos e pestes, revoluções e invasões, batalhas, conquistas e derrotas, casas e mosteiros, evolução urbanística, higiene, limpeza, saúde pública, transportes, ruas, lendas, mistérios, momentos de lazer e desporto, cafés, festas urbanas e tradições, alegrias e sofrimento. Tal como num ser vivo, tudo isto cabe na vida, na história, na biografia de Lisboa. A historiadora Magda Pinheiro, especialista em História Urbana, traz-lhe uma obra absolutamente original, baseada numa profunda investigação de vários anos e consulta de várias fontes e arquivos. Ao longo destas páginas, percorremos a história de Lisboa, cidade capital, metrópole cosmopolita, cabeça do reino, desde a lenda de Ulisses até aos dias de hoje passando por momentos que marcaram a vida da metrópole, como a conquista de Lisboa, a saída da Corte para o Brasil, os Descobrimentos, o grande terramoto, as Revoltas Liberais, a Pneumónica, a chegada da Liberdade ou a Expo’98. Recheado de episódios que marcam a história do próprio país, de histórias do quotidiano da cidade, curiosidades sobre os bairros típico como Alfama ou Santos e as ruas onde passeamos, e onde podemos descobrir vestígios do passado, este livro, amplamente ilustrado, torna viva a cidade de Lisboa.
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Edição: Abr 2015
Nº Páginas: 128
Sinopse:
Incluído no Plano Nacional de Leitura, "Bichos" é um dos mais lidos e famosos livros de Miguel Torga. A respeito desta obra dirigia-se ao leitor com as seguintes palavras: "São horas de te receber no portaló da minha pequena Arca de Noé. Tens sido de uma constância tão espontânea e tão pura a visitá-la, que é preciso que me liberte do medo de parecer ufano da obra, e venha delicadamente cumprimentar-te uma vez ao menos. Não se pagam gentilezas com descortesias, e eu sou instintivamente grato e correcto. Este livro teve a boa fortuna de te agradar, e isso encheu-me sempre de júbilo. […] És, pois, dono como eu deste livro, e, ao cumprimentar-te à entrada dele, nem pretendo sugerir-te que o leias com a luz da imaginação acesa, nem atrair o teu olhar para a penumbra da sua simbologia. Isso não é comigo, porque nenhuma árvore explica os seus frutos, embora goste que lhos comam. Saúdo-te apenas nesta alegria natural, contente por ter construído uma barcaça onde a nossa condição se encontrou, e onde poderemos um dia, se quiseres, atravessar juntos o Letes […]."
Nº Páginas: 128
Sinopse:
Incluído no Plano Nacional de Leitura, "Bichos" é um dos mais lidos e famosos livros de Miguel Torga. A respeito desta obra dirigia-se ao leitor com as seguintes palavras: "São horas de te receber no portaló da minha pequena Arca de Noé. Tens sido de uma constância tão espontânea e tão pura a visitá-la, que é preciso que me liberte do medo de parecer ufano da obra, e venha delicadamente cumprimentar-te uma vez ao menos. Não se pagam gentilezas com descortesias, e eu sou instintivamente grato e correcto. Este livro teve a boa fortuna de te agradar, e isso encheu-me sempre de júbilo. […] És, pois, dono como eu deste livro, e, ao cumprimentar-te à entrada dele, nem pretendo sugerir-te que o leias com a luz da imaginação acesa, nem atrair o teu olhar para a penumbra da sua simbologia. Isso não é comigo, porque nenhuma árvore explica os seus frutos, embora goste que lhos comam. Saúdo-te apenas nesta alegria natural, contente por ter construído uma barcaça onde a nossa condição se encontrou, e onde poderemos um dia, se quiseres, atravessar juntos o Letes […]."
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Edição: Jun 2009
Nº Páginas: 256
Sinopse:
"A minha infância foi uma velha máquina de escrever, onde tentei juntar letras, fazer palavras, e que bonito era aquele som!", escreveu algures Alice Vieira. Em "Bica Escaldada", um conjunto de crónicas publicadas no Diário de Notícias, Jornal de Notícias, Tempo Livre e Activa, sentimos que a infância de Alice foi algo mais que uma simples maquina de escrever. Foi vivida com uma doçura muito própria, escondida, por vezes, em rituais familiares severos e marcantes. Foi vivida, também, com magia e, mesmo nos momentos mais dramáticos, como a morte, não falta o gesto reconfortante e inspirador. Foi uma infância muito especial, povoada de personagens incríveis, que facilmente se apercebe ter sido o véu inspirador da nossa maior escritora infanto-juvenil. São crónicas breves que, por outro lado, nos fazem recordar um tempo onde a infância e a juventude tinham, de facto, um outro sabor.
Nº Páginas: 256
Sinopse:
"A minha infância foi uma velha máquina de escrever, onde tentei juntar letras, fazer palavras, e que bonito era aquele som!", escreveu algures Alice Vieira. Em "Bica Escaldada", um conjunto de crónicas publicadas no Diário de Notícias, Jornal de Notícias, Tempo Livre e Activa, sentimos que a infância de Alice foi algo mais que uma simples maquina de escrever. Foi vivida com uma doçura muito própria, escondida, por vezes, em rituais familiares severos e marcantes. Foi vivida, também, com magia e, mesmo nos momentos mais dramáticos, como a morte, não falta o gesto reconfortante e inspirador. Foi uma infância muito especial, povoada de personagens incríveis, que facilmente se apercebe ter sido o véu inspirador da nossa maior escritora infanto-juvenil. São crónicas breves que, por outro lado, nos fazem recordar um tempo onde a infância e a juventude tinham, de facto, um outro sabor.
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Edição: Nov 2015
Nº Páginas: 256
Sinopse:
Que livros compõem a biblioteca de Pedro Mexia? Através de uma selecção dos seus melhores textos sobre livros portugueses e estrangeiros, antigos e contemporâneos — de Aristóteles a Pessoa, de Dostoiévski a Houellebecq —, ficamos a conhecer a perspectiva única de um dos grandes intelectuais portugueses sobre nomes maiores da literatura, dos mais consagrados até aos imerecidamente obscuros.
Nº Páginas: 256
Sinopse:
Que livros compõem a biblioteca de Pedro Mexia? Através de uma selecção dos seus melhores textos sobre livros portugueses e estrangeiros, antigos e contemporâneos — de Aristóteles a Pessoa, de Dostoiévski a Houellebecq —, ficamos a conhecer a perspectiva única de um dos grandes intelectuais portugueses sobre nomes maiores da literatura, dos mais consagrados até aos imerecidamente obscuros.
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Edição: Fev 2020
Nº Páginas: 352
Sinopse:
David é o rei de Israel, ungido por Deus para ter uma dinastia eterna. Um dia, avista do seu terraço a jovem Betsabé a banhar-se no pátio exterior da casa dela e fica enfeitiçado pela sua beleza. Obriga-a então a ir ao seu encontro e força-a a envolver-se com ele. Ao saber que Betsabé está grávida, e para que ela não seja acusada de adultério, um crime punível com a morte, David é obrigado a arquitetar a morte do marido dela, um soldado leal que se encontra a combater pelo exército do rei, recrutando depois Betsabé para o seu harém. É então que um profeta visita o soberano e, na presença de toda a corte, informa-o de que Deus está irado com as injustiças que ele cometeu, profetizando que uma maldição se abaterá sobre a casa de David. Por detrás da sua aparente fragilidade e da sua beleza amaldiçoada, Betsabé esconde uma força inabalável, e tudo fará para proteger o filho dos efeitos da terrível maldição que se abateu sobre a casa do rei.
Nº Páginas: 352
Sinopse:
David é o rei de Israel, ungido por Deus para ter uma dinastia eterna. Um dia, avista do seu terraço a jovem Betsabé a banhar-se no pátio exterior da casa dela e fica enfeitiçado pela sua beleza. Obriga-a então a ir ao seu encontro e força-a a envolver-se com ele. Ao saber que Betsabé está grávida, e para que ela não seja acusada de adultério, um crime punível com a morte, David é obrigado a arquitetar a morte do marido dela, um soldado leal que se encontra a combater pelo exército do rei, recrutando depois Betsabé para o seu harém. É então que um profeta visita o soberano e, na presença de toda a corte, informa-o de que Deus está irado com as injustiças que ele cometeu, profetizando que uma maldição se abaterá sobre a casa de David. Por detrás da sua aparente fragilidade e da sua beleza amaldiçoada, Betsabé esconde uma força inabalável, e tudo fará para proteger o filho dos efeitos da terrível maldição que se abateu sobre a casa do rei.
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Edição: Out 2018
Nº Páginas: 496
Sinopse:
Berta Isla é a história de uma mulher que espera e se transforma. A história de um amor imperfeito, como o são todos.
Nº Páginas: 496
Sinopse:
Berta Isla é a história de uma mulher que espera e se transforma. A história de um amor imperfeito, como o são todos.
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Edição: Abr 2010
Nº Páginas: 592
Sinopse:
"Berlim Alexanderplatz", a obra-prima de Alfred Döblin, é porventura o mais importante contributo alemão para o "romance da grande cidade", palco das vivências típicas das sociedades industrializadas do século XX. E é, além disso, uma referência fundamental para os admiradores do romance modernista, situando-se ao nível de um "Manhattan Transfer", de John dos Passos, ou de um "Ulisses" de James Joyce.
Nº Páginas: 592
Sinopse:
"Berlim Alexanderplatz", a obra-prima de Alfred Döblin, é porventura o mais importante contributo alemão para o "romance da grande cidade", palco das vivências típicas das sociedades industrializadas do século XX. E é, além disso, uma referência fundamental para os admiradores do romance modernista, situando-se ao nível de um "Manhattan Transfer", de John dos Passos, ou de um "Ulisses" de James Joyce.
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Edição: Jul 2017
Nº Páginas: 144
Sinopse:
Numa narrativa de suspense constante, com múltiplas perspectivas e camadas, imbuída do lirismo que lhe é característico, Chico Buarque conduz o leitor a uma experiência vertiginosa. Um romance fortíssimo e tumultuoso, justamente elogiado pela crítica como um dos mais originais textos da literatura brasileira contemporânea.
Nº Páginas: 144
Sinopse:
Numa narrativa de suspense constante, com múltiplas perspectivas e camadas, imbuída do lirismo que lhe é característico, Chico Buarque conduz o leitor a uma experiência vertiginosa. Um romance fortíssimo e tumultuoso, justamente elogiado pela crítica como um dos mais originais textos da literatura brasileira contemporânea.
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Edição: Fev 2019
Nº Páginas: 320
Sinopse:
Devin Jones, estudante universitário, aceitou o trabalho de verão em Joyland na esperança de esquecer a rapariga que lhe partiu o coração. Mas acaba por se deparar com algo muito mais terrível: o legado de um homicídio perverso, o destino de uma criança moribunda e verdades obscuras acerca da vida, e do que se lhe segue, que irão mudar para sempre a sua vida. Uma história intensa de amor e perda, acerca de crescer e de envelhecer - e daqueles que não chegam a ter tempo para uma coisa nem para outra por serem ceifados pela morte antes disso. Com todo o impacto emocional das grandes obras de Stephen King, Bem-vindos a Joyland ao mesmo tempo um policial, uma história de terror e um romance de formação que deixará o leitor profundamente comovido.
Nº Páginas: 320
Sinopse:
Devin Jones, estudante universitário, aceitou o trabalho de verão em Joyland na esperança de esquecer a rapariga que lhe partiu o coração. Mas acaba por se deparar com algo muito mais terrível: o legado de um homicídio perverso, o destino de uma criança moribunda e verdades obscuras acerca da vida, e do que se lhe segue, que irão mudar para sempre a sua vida. Uma história intensa de amor e perda, acerca de crescer e de envelhecer - e daqueles que não chegam a ter tempo para uma coisa nem para outra por serem ceifados pela morte antes disso. Com todo o impacto emocional das grandes obras de Stephen King, Bem-vindos a Joyland ao mesmo tempo um policial, uma história de terror e um romance de formação que deixará o leitor profundamente comovido.
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Edição: Set 2020
Nº Páginas: 472
Sinopse:
Silvia, Rosa e Elisa não tiveram muita sorte no amor. Por diferentes razões, as três acabaram as suas vidas amorosas supostamente felizes e adotaram o estado civil de solteiras ou divorciadas. E, também há Venecia. Solteira e sem filhos, que, tal como as suas amigas, e depois do seu último fracasso amoroso, se apercebe que o amor, além de caduco, é uma porcaria.
Nº Páginas: 472
Sinopse:
Silvia, Rosa e Elisa não tiveram muita sorte no amor. Por diferentes razões, as três acabaram as suas vidas amorosas supostamente felizes e adotaram o estado civil de solteiras ou divorciadas. E, também há Venecia. Solteira e sem filhos, que, tal como as suas amigas, e depois do seu último fracasso amoroso, se apercebe que o amor, além de caduco, é uma porcaria.
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Edição: Out 2019
Nº Páginas: 200
Sinopse:
Berlin descreve os lugares onde viveu e as pessoas com quem se cruzou com a vivacidade, a candura e o sentido de humor que fizeram dela uma autora de culto um pouco por todo o mundo. Antes de morrer, Lucia Berlin estava a trabalhar num livro de textos autobiográficos a que tinha chamado Bem-vinda a casa. Para compor o volume inacabado, Jeff Berlin, filho da escritora, junta aos seus textos um conjunto de fotografias e cartas da sua vida preenchida, trágica e romântica.
Nº Páginas: 200
Sinopse:
Berlin descreve os lugares onde viveu e as pessoas com quem se cruzou com a vivacidade, a candura e o sentido de humor que fizeram dela uma autora de culto um pouco por todo o mundo. Antes de morrer, Lucia Berlin estava a trabalhar num livro de textos autobiográficos a que tinha chamado Bem-vinda a casa. Para compor o volume inacabado, Jeff Berlin, filho da escritora, junta aos seus textos um conjunto de fotografias e cartas da sua vida preenchida, trágica e romântica.
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Edição: Jun 2014
Nº Páginas: 160
Sinopse:
Depois de o governo soviético ter confiscado - ou, como Grossman preferia dizer, "prendido" - "Vida e Destino", o autor assumiu a tarefa de rever uma tradução para russo de um extenso romance arménio. O texto era de pouco interesse para ele, mas ficou feliz por ter uma desculpa para viajar para a Arménia. "Bem Hajam!" é o seu relato dos dois meses que lá passou. Escrito em 1962, dois anos antes da morte de Vassili Grossman, esta obra não tem comparação com nenhuma outra do autor. Este é, de longe, o seu livro mais pessoal e intimista, dotado de um ambiente de espontaneidade absoluta, em que Grossman parece estar simplesmente a conversar com o leitor acerca das suas impressões sobre a Arménia - as suas montanhas, igrejas antigas, gentes e costumes -, enquanto, ao mesmo tempo, examina os seus pensamentos e estados de espírito.Relato maravilhosamente humano de uma viagem a um lugar distante, repleto das observações vívidas de um estrangeiro, "Bem Hajam!" é também uma reflexão de Grossman sobre o seu lugar na União Soviética como escritor, a dignidade humana e a sua mortalidade.Este livro é uma coedição com a Fundação Calouste Gulbenkian.
Nº Páginas: 160
Sinopse:
Depois de o governo soviético ter confiscado - ou, como Grossman preferia dizer, "prendido" - "Vida e Destino", o autor assumiu a tarefa de rever uma tradução para russo de um extenso romance arménio. O texto era de pouco interesse para ele, mas ficou feliz por ter uma desculpa para viajar para a Arménia. "Bem Hajam!" é o seu relato dos dois meses que lá passou. Escrito em 1962, dois anos antes da morte de Vassili Grossman, esta obra não tem comparação com nenhuma outra do autor. Este é, de longe, o seu livro mais pessoal e intimista, dotado de um ambiente de espontaneidade absoluta, em que Grossman parece estar simplesmente a conversar com o leitor acerca das suas impressões sobre a Arménia - as suas montanhas, igrejas antigas, gentes e costumes -, enquanto, ao mesmo tempo, examina os seus pensamentos e estados de espírito.Relato maravilhosamente humano de uma viagem a um lugar distante, repleto das observações vívidas de um estrangeiro, "Bem Hajam!" é também uma reflexão de Grossman sobre o seu lugar na União Soviética como escritor, a dignidade humana e a sua mortalidade.Este livro é uma coedição com a Fundação Calouste Gulbenkian.
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Edição: Out 2014
Nº Páginas: 376
Sinopse:
Lisboa aos poucos transformava-se. Na viragem do século, entre 1890 e 1914, a capital portuguesa, impulsionada por uma burguesia cada vez mais endinheirada, vivia fascinada pelo glamour parisiense. Eram os últimos dias de uma Lisboa romântica e o nascer de uma cidade moderna e civilizada, uma transformação feita a conta-gotas e marcada por alguns episódios trágicos. As senhoras vestiam os últimos figurinos da moda francesa, deixavam-se levar pelos cheiros dos perfumes e outros produtos de beleza e higiene chegados de fora. Os modelos das roupas, gestos e comportamentos eram as grandes senhoras da Cidade das Luzes. Os homens enchiam os cafés do Chiado e divertiam-se nos seus teatros, o São Carlos estava sempre esgotado e o serão era feito de copos, guitarras e das animadas largadas de touros. A Avenida da Liberdade era o novo local para esta burguesia culta e abastada ver e ser vista, depois da triste demolição do Passeio Público. Os poucos automóveis que circulavam nas ruas da capital cruzavam-se com os burros e carroças das classes populares famintas e iletradas que viviam nos arredores pobres e sujos. Longe do desenvolvimento das grandes capitais europeias, a cidade iluminava-se com a chegada da eletricidade, nas casas os mais abastados instalavam os primeiros telefones, o animatógrafo era a novidade que todos queriam ver. A caminhar para a modernidade, Lisboa sofria, ao mesmo tempo, com o desaparecimento, de forma trágica, de algumas das ilustres figuras da sua cultura, tentava recuperar a custo das consequências sociais e económicas de um ingrato e humilhante ultimato inglês, e via gorada uma primeira revolta republicana, sendo obrigada a esperar quase vinte anos até assistir à destituição da monarquia. Paula Gomes Magalhães retrata, neste livro amplamente ilustrado, a vida quotidiana de Lisboa, na Belle Époque, uma cidade feita de contrastes. De luzes, boémia, glamour e alguma tristeza.
Nº Páginas: 376
Sinopse:
Lisboa aos poucos transformava-se. Na viragem do século, entre 1890 e 1914, a capital portuguesa, impulsionada por uma burguesia cada vez mais endinheirada, vivia fascinada pelo glamour parisiense. Eram os últimos dias de uma Lisboa romântica e o nascer de uma cidade moderna e civilizada, uma transformação feita a conta-gotas e marcada por alguns episódios trágicos. As senhoras vestiam os últimos figurinos da moda francesa, deixavam-se levar pelos cheiros dos perfumes e outros produtos de beleza e higiene chegados de fora. Os modelos das roupas, gestos e comportamentos eram as grandes senhoras da Cidade das Luzes. Os homens enchiam os cafés do Chiado e divertiam-se nos seus teatros, o São Carlos estava sempre esgotado e o serão era feito de copos, guitarras e das animadas largadas de touros. A Avenida da Liberdade era o novo local para esta burguesia culta e abastada ver e ser vista, depois da triste demolição do Passeio Público. Os poucos automóveis que circulavam nas ruas da capital cruzavam-se com os burros e carroças das classes populares famintas e iletradas que viviam nos arredores pobres e sujos. Longe do desenvolvimento das grandes capitais europeias, a cidade iluminava-se com a chegada da eletricidade, nas casas os mais abastados instalavam os primeiros telefones, o animatógrafo era a novidade que todos queriam ver. A caminhar para a modernidade, Lisboa sofria, ao mesmo tempo, com o desaparecimento, de forma trágica, de algumas das ilustres figuras da sua cultura, tentava recuperar a custo das consequências sociais e económicas de um ingrato e humilhante ultimato inglês, e via gorada uma primeira revolta republicana, sendo obrigada a esperar quase vinte anos até assistir à destituição da monarquia. Paula Gomes Magalhães retrata, neste livro amplamente ilustrado, a vida quotidiana de Lisboa, na Belle Époque, uma cidade feita de contrastes. De luzes, boémia, glamour e alguma tristeza.
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Edição: Set 2018
Nº Páginas: 872
Sinopse:
Passado entre Genebra e França, em 1936, numa época em que o antissemitismo alcança na Alemanha o seu auge, Bela do Senhor relata, com lirismo romântico e uma ironia feroz, a relação impetuosa entre Solal, judeu, alto funcionário da Sociedade das Nações, e Ariane, aristocrata protestante casada com um seu subordinado, desde o primeiro encontro até à agonia final, passando pela conquista, a paixão e a implacável degradação dos sentimentos. Em pano de fundo, um universo ambivalente e estruturado por antagonismos: a gente comum e os novos-ricos, os dominados e os dominantes, a aristocracia e a burguesia, os judeus e os protestantes, o sexismo e a imagem sagrada da mulher. História de amor absoluto, Bela do Senhor, publicado em 1968 e galardoado com o Grande Prémio de Romance da Academia Francesa, é considerado o livro de culto de Albert Cohen, clássico insuperável e intemporal, trazido agora a uma nova geração de leitores.
Nº Páginas: 872
Sinopse:
Passado entre Genebra e França, em 1936, numa época em que o antissemitismo alcança na Alemanha o seu auge, Bela do Senhor relata, com lirismo romântico e uma ironia feroz, a relação impetuosa entre Solal, judeu, alto funcionário da Sociedade das Nações, e Ariane, aristocrata protestante casada com um seu subordinado, desde o primeiro encontro até à agonia final, passando pela conquista, a paixão e a implacável degradação dos sentimentos. Em pano de fundo, um universo ambivalente e estruturado por antagonismos: a gente comum e os novos-ricos, os dominados e os dominantes, a aristocracia e a burguesia, os judeus e os protestantes, o sexismo e a imagem sagrada da mulher. História de amor absoluto, Bela do Senhor, publicado em 1968 e galardoado com o Grande Prémio de Romance da Academia Francesa, é considerado o livro de culto de Albert Cohen, clássico insuperável e intemporal, trazido agora a uma nova geração de leitores.
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Edição: Mai 2024
Nº Páginas: 160
Sinopse:
Dedicado a todas as futuras mamãs, este original diário ilustrado oferece informações úteis para compreender as mudanças do teu corpo e estado de espírito, com dicas sobre alimentação e atividade física, vestuário, técnicas de relaxamento, preparativos para o bebé e diversos outros temas para acompanhar estes 9 mágicos meses. Com espaço para personalizar, preenchendo com reflexões e informações tuas, fotografias e ecografias, entre outros elementos, este livro será também uma recordação preciosa para o teu bebé.
Nº Páginas: 160
Sinopse:
Dedicado a todas as futuras mamãs, este original diário ilustrado oferece informações úteis para compreender as mudanças do teu corpo e estado de espírito, com dicas sobre alimentação e atividade física, vestuário, técnicas de relaxamento, preparativos para o bebé e diversos outros temas para acompanhar estes 9 mágicos meses. Com espaço para personalizar, preenchendo com reflexões e informações tuas, fotografias e ecografias, entre outros elementos, este livro será também uma recordação preciosa para o teu bebé.
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Edição: Nov 2016
Nº Páginas: 536
Sinopse:
Abril de 1204. Constantinopla, a esplêndida capital do Império Bizantino, é saqueada e incendiada pelos cavaleiros da Quarta Cruzada. Entre o caos e a carnificina generalizados, um certo Baudolino salva a vida a um alto funcionário da corte que, fascinado com as habilidades do salvador, lhe pede que conte a sua história de vida. Filho de simples camponeses, Baudolino tem dois talentos principais: um dom inato para aprender línguas e uma inclinação imensa para a invenção. Quando, ainda menino, encontra um comandante militar nos bosques perto da sua aldeia, encanta-o com a sua mente viva e o seu espírito rápido. O comandante - que não é senão o imperador Frederico Barbarroxa - adopta Baudolino e manda-o para a universidade em Paris, onde este faz vários amigos destemidos e aventureiros como ele. Inspirado por mitos e sonhos, este grupo parte em busca do Preste João, um sacerdote-rei lendário que se pensa governar um vasto reino do Oriente - terra fantástica habitada por criaturas estranhas com olhos nos ombros e bocas nas barrigas, eunucos, unicórnios e donzelas adoráveis. O delicioso relato feito por Baudolino é uma narrativa de verdade e ficção - ou de ficção tornada verdadeira, pois as mentiras que urde têm o condão de se tornar História… Com aventuras mirabolantes e hilariantes, um crime impossível, truques extraordinários e viagens fabulosas, a par de reflexões sobre a nossa época pós-moderna, este livro mostra-nos Umberto Eco, o contador de histórias, no seu melhor.
Nº Páginas: 536
Sinopse:
Abril de 1204. Constantinopla, a esplêndida capital do Império Bizantino, é saqueada e incendiada pelos cavaleiros da Quarta Cruzada. Entre o caos e a carnificina generalizados, um certo Baudolino salva a vida a um alto funcionário da corte que, fascinado com as habilidades do salvador, lhe pede que conte a sua história de vida. Filho de simples camponeses, Baudolino tem dois talentos principais: um dom inato para aprender línguas e uma inclinação imensa para a invenção. Quando, ainda menino, encontra um comandante militar nos bosques perto da sua aldeia, encanta-o com a sua mente viva e o seu espírito rápido. O comandante - que não é senão o imperador Frederico Barbarroxa - adopta Baudolino e manda-o para a universidade em Paris, onde este faz vários amigos destemidos e aventureiros como ele. Inspirado por mitos e sonhos, este grupo parte em busca do Preste João, um sacerdote-rei lendário que se pensa governar um vasto reino do Oriente - terra fantástica habitada por criaturas estranhas com olhos nos ombros e bocas nas barrigas, eunucos, unicórnios e donzelas adoráveis. O delicioso relato feito por Baudolino é uma narrativa de verdade e ficção - ou de ficção tornada verdadeira, pois as mentiras que urde têm o condão de se tornar História… Com aventuras mirabolantes e hilariantes, um crime impossível, truques extraordinários e viagens fabulosas, a par de reflexões sobre a nossa época pós-moderna, este livro mostra-nos Umberto Eco, o contador de histórias, no seu melhor.
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Edição: Set 2016
Nº Páginas: 328
Sinopse:
Nos campos de Torgas Valley, na Califórnia, os apanhadores de maçãs estão decididos a pôr fim às práticas gananciosas impostas pelo pequeno grupo de proprietários rurais e a greve é declarada. No meio da insurreição, Jim Nolan, rapaz solitário desesperado por dar um sentido à sua existência, rapidamente se vê à frente das operações. Mas à medida que a luta cresce, a violência impõe-se de um modo implacável e a defesa pelo reconhecimento dos direitos fundamentais dos trabalhadores transforma-se num fanatismo cego, que ameaça esmagar a vida daqueles que se entregaram ao seu serviço. Romance empolgante que é ao mesmo tempo um olhar admirável sobre a agitação social e política e a história comovente de um jovem que procura definir a sua identidade, "Batalha Incerta" foi um dos primeiros títulos escritos por John Steinbeck, lançado em 1936, e desde logo revelador de alguns dos temas que mais marcariam a sua obra: o comportamento de grupo, a luta de classes, a injustiça social e a falta de solidariedade entre os homens.
Nº Páginas: 328
Sinopse:
Nos campos de Torgas Valley, na Califórnia, os apanhadores de maçãs estão decididos a pôr fim às práticas gananciosas impostas pelo pequeno grupo de proprietários rurais e a greve é declarada. No meio da insurreição, Jim Nolan, rapaz solitário desesperado por dar um sentido à sua existência, rapidamente se vê à frente das operações. Mas à medida que a luta cresce, a violência impõe-se de um modo implacável e a defesa pelo reconhecimento dos direitos fundamentais dos trabalhadores transforma-se num fanatismo cego, que ameaça esmagar a vida daqueles que se entregaram ao seu serviço. Romance empolgante que é ao mesmo tempo um olhar admirável sobre a agitação social e política e a história comovente de um jovem que procura definir a sua identidade, "Batalha Incerta" foi um dos primeiros títulos escritos por John Steinbeck, lançado em 1936, e desde logo revelador de alguns dos temas que mais marcariam a sua obra: o comportamento de grupo, a luta de classes, a injustiça social e a falta de solidariedade entre os homens.
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Edição: Mar 2012
Nº Páginas: 272
Sinopse:
Ao longo de quase oitocentos anos, duas mulheres e 32 homens sentaram-se no trono de Portugal. Destes soberanos, apenas seis não tiveram filhos. E dos 26 restantes, só dois não terão tido filhos ilegítimos. Segundo os testemunhos que a História nos deixou, todos os outros foram pais de bastardos. Estes filhos ilegítimos dos reis de Portugal assumiram papéis de relevo e cargos influentes, tanto na corte como no estrangeiro. Desempenharam ofícios importantes e diversos - um foi mordomo mor, outro capitão na conquista de Ceuta, outro ainda foi arcebispo de Braga. Dom João I, sendo bastardo, foi um dos reis mais proeminentes de Portugal. E outros houve, por seu lado, que foram líderes da oposição, criando instabilidade e promovendo a rebeldia do povo contra os seus pais e irmãos no poder. Reconstituindo a vida de todos estes homens e mulheres, "Bastardos Reais" revela-nos uma parte escondida e apaixonante da História de Portugal.
Nº Páginas: 272
Sinopse:
Ao longo de quase oitocentos anos, duas mulheres e 32 homens sentaram-se no trono de Portugal. Destes soberanos, apenas seis não tiveram filhos. E dos 26 restantes, só dois não terão tido filhos ilegítimos. Segundo os testemunhos que a História nos deixou, todos os outros foram pais de bastardos. Estes filhos ilegítimos dos reis de Portugal assumiram papéis de relevo e cargos influentes, tanto na corte como no estrangeiro. Desempenharam ofícios importantes e diversos - um foi mordomo mor, outro capitão na conquista de Ceuta, outro ainda foi arcebispo de Braga. Dom João I, sendo bastardo, foi um dos reis mais proeminentes de Portugal. E outros houve, por seu lado, que foram líderes da oposição, criando instabilidade e promovendo a rebeldia do povo contra os seus pais e irmãos no poder. Reconstituindo a vida de todos estes homens e mulheres, "Bastardos Reais" revela-nos uma parte escondida e apaixonante da História de Portugal.
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Edição: Mar 2010
Nº Páginas: 348
Sinopse:
Esta é a história do amor de duas mães pelos seus filhos. O filho de uma morreu para honrar os valores do pai, a outra morreu para que o seu filho pudesse viver. As duas mulheres, uma portuguesa e uma angolana, são a avó e a mãe deste neto, órfão-feiticeiro, que nasceu já com dentes, um sinal que levou a prever que seria dotado de poderes extraordinários. A sua mãe temeu que ele tivesse o destino das kindoki, as crianças-feiticeiras de África, abandonadas pelas famílias que as julgam responsáveis pelas desgraças que caem sobre elas e por isso o defendeu até à morte. A história deste órfão-feiticeiro atravessa o fim do regime de Salazar e da guerra colonial, a independência e a guerra civil de Angola, os prodigiosos anos 80 e 90 em que surgiram os computadores, Portugal aderiu à Comunidade Europeia, aboliu o papel selado e saiu da administração do inqualificável território de Macau, capital mundial do jogo, encerrando o seu ciclo do império. O órfão que nos narra a história através da conversa com o seu tio Ernesto, na varanda de uma casa no bairro Sambizanga, em Luanda, é o neto rejeitado quer pela família da mãe, a poderosa família Gonzaga, uma das grandes famílias crioulas de Angola, quer pela família do pai, um jovem piloto-aviador português, filho de Augusto Torres, um político salazarista. É alguém que, sem merecer o sacrifício dos pais, se furtou a seguir o rasto de muito poder e pouco escrúpulo dos avós, que cumpre a vida como o pagamento de uma promessa feita, não por ele, mas pelos que morreram para ele viver.
Nº Páginas: 348
Sinopse:
Esta é a história do amor de duas mães pelos seus filhos. O filho de uma morreu para honrar os valores do pai, a outra morreu para que o seu filho pudesse viver. As duas mulheres, uma portuguesa e uma angolana, são a avó e a mãe deste neto, órfão-feiticeiro, que nasceu já com dentes, um sinal que levou a prever que seria dotado de poderes extraordinários. A sua mãe temeu que ele tivesse o destino das kindoki, as crianças-feiticeiras de África, abandonadas pelas famílias que as julgam responsáveis pelas desgraças que caem sobre elas e por isso o defendeu até à morte. A história deste órfão-feiticeiro atravessa o fim do regime de Salazar e da guerra colonial, a independência e a guerra civil de Angola, os prodigiosos anos 80 e 90 em que surgiram os computadores, Portugal aderiu à Comunidade Europeia, aboliu o papel selado e saiu da administração do inqualificável território de Macau, capital mundial do jogo, encerrando o seu ciclo do império. O órfão que nos narra a história através da conversa com o seu tio Ernesto, na varanda de uma casa no bairro Sambizanga, em Luanda, é o neto rejeitado quer pela família da mãe, a poderosa família Gonzaga, uma das grandes famílias crioulas de Angola, quer pela família do pai, um jovem piloto-aviador português, filho de Augusto Torres, um político salazarista. É alguém que, sem merecer o sacrifício dos pais, se furtou a seguir o rasto de muito poder e pouco escrúpulo dos avós, que cumpre a vida como o pagamento de uma promessa feita, não por ele, mas pelos que morreram para ele viver.
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Edição: Fev 2011
Nº Páginas: 96
Sinopse:
Que poderia fazer o advogado quando se tornou um dado adquirido que, no seu escritório em Wall Street, albergava "um jovem escrivão pálido", Bartleby, ocupado a copiar ao preço habitual de quatro cents à página, mas que se recusava terminantemente a conferir o trabalho feito e nunca, por motivo algum, aceitava ser enviado para realizar qualquer recado? Herman Melville, neste conto memorável, descreve o comportamento singular de um escrivão que, à medida que o tempo passa, se sente cada vez menos inclinado para cumprir as suas tarefas, respondendo, com uma calma desarmante, "preferia não o fazer".
Nº Páginas: 96
Sinopse:
Que poderia fazer o advogado quando se tornou um dado adquirido que, no seu escritório em Wall Street, albergava "um jovem escrivão pálido", Bartleby, ocupado a copiar ao preço habitual de quatro cents à página, mas que se recusava terminantemente a conferir o trabalho feito e nunca, por motivo algum, aceitava ser enviado para realizar qualquer recado? Herman Melville, neste conto memorável, descreve o comportamento singular de um escrivão que, à medida que o tempo passa, se sente cada vez menos inclinado para cumprir as suas tarefas, respondendo, com uma calma desarmante, "preferia não o fazer".
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Edição: Mar 2018
Nº Páginas: 376
Sinopse:
Barroco Tropical é uma fantasia que trata das mazelas da sociedade de Luanda no ano de 2020. Não fala da fome, nem da má rede pública de saúde ou da má qualidade da educação oferecida pelo Estado - um caos já conhecido hoje. O seu objeto de reflexão são as fraquezas humanas, no centro das quais está o Medo, que permite a violência, a corrupção, a traição, os assassinatos e o interesse por assuntos sobrenaturais que fazem esquecer a realidade. A história - dividida entre África, Europa e América - começa quando uma mulher cai do céu diante de duas testemunhas singulares: o escritor Bartolomeu Falcato e sua amante, a famosa cantora Kianda. Depois aparecem Tata Ambroise, curandeiro que quer ser psiquiatra, Mãe Mocinha, mãe-de-santo baiana, Núbia, ex-Miss Angola, ou o Rato Mickey, sapador de rosto desfigurado.
Nº Páginas: 376
Sinopse:
Barroco Tropical é uma fantasia que trata das mazelas da sociedade de Luanda no ano de 2020. Não fala da fome, nem da má rede pública de saúde ou da má qualidade da educação oferecida pelo Estado - um caos já conhecido hoje. O seu objeto de reflexão são as fraquezas humanas, no centro das quais está o Medo, que permite a violência, a corrupção, a traição, os assassinatos e o interesse por assuntos sobrenaturais que fazem esquecer a realidade. A história - dividida entre África, Europa e América - começa quando uma mulher cai do céu diante de duas testemunhas singulares: o escritor Bartolomeu Falcato e sua amante, a famosa cantora Kianda. Depois aparecem Tata Ambroise, curandeiro que quer ser psiquiatra, Mãe Mocinha, mãe-de-santo baiana, Núbia, ex-Miss Angola, ou o Rato Mickey, sapador de rosto desfigurado.
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