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Edição: Jun 2022
Nº Páginas: 320
Sinopse:
Quando as mulheres são criadas para o prazer dos homens, a beleza é o primeiro dever de cada rapariga. Num mundo em que as raparigas já não nascem de forma natural, são criadas em escolas, treinadas nas artes de agradar aos homens até que estejam preparadas para o mundo exterior. Quando terminam a formação, as raparigas com a melhor pontuação tornam-se «companheiras», autorizadas a viver com um marido e a gerar filhos rapazes até que deixem de ser úteis. Para as raparigas deixadas para trás, o futuro — como concubina ou professora — é sombrio. As melhores amigas freida e isabel têm a certeza de que serão escolhidas como companheiras, até porque estão entre as melhores e mais bem avaliadas. Mas, à medida que a intensidade do último ano começa a aumentar, isabel faz o impensável e deixa de se preocupar com o aspeto físico até ficar… gorda. É neste ambiente feminino fechado, de tensão e competitividade, que chegam os rapazes, ansiosos por escolher uma noiva. E freida tem de lutar pelo futuro, mesmo que isso signifique trair a única amiga, o único amor que alguma vez conheceu. Numa escrita compulsiva e mordaz, Louise O’Neill faz uma crítica à sociedade atual, onde a beleza se tornou uma obsessão e as raparigas são, desde muito novas, cada vez mais sexualizadas e julgadas pelo aspeto físico.
Nº Páginas: 320
Sinopse:
Quando as mulheres são criadas para o prazer dos homens, a beleza é o primeiro dever de cada rapariga. Num mundo em que as raparigas já não nascem de forma natural, são criadas em escolas, treinadas nas artes de agradar aos homens até que estejam preparadas para o mundo exterior. Quando terminam a formação, as raparigas com a melhor pontuação tornam-se «companheiras», autorizadas a viver com um marido e a gerar filhos rapazes até que deixem de ser úteis. Para as raparigas deixadas para trás, o futuro — como concubina ou professora — é sombrio. As melhores amigas freida e isabel têm a certeza de que serão escolhidas como companheiras, até porque estão entre as melhores e mais bem avaliadas. Mas, à medida que a intensidade do último ano começa a aumentar, isabel faz o impensável e deixa de se preocupar com o aspeto físico até ficar… gorda. É neste ambiente feminino fechado, de tensão e competitividade, que chegam os rapazes, ansiosos por escolher uma noiva. E freida tem de lutar pelo futuro, mesmo que isso signifique trair a única amiga, o único amor que alguma vez conheceu. Numa escrita compulsiva e mordaz, Louise O’Neill faz uma crítica à sociedade atual, onde a beleza se tornou uma obsessão e as raparigas são, desde muito novas, cada vez mais sexualizadas e julgadas pelo aspeto físico.
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Edição: Nov 2016
Nº Páginas: 272
Sinopse:
Califórnia. Verão de 1969. Evie, uma adolescente insegura e solitária, avista um grupo de raparigas no parque e fica fascinada com a aura de abandono que as envolve: vestem-se de forma descuidada, andam descalças e parecem levar uma existência feliz à margem das convenções. Dias depois, Suzanne, uma das raparigas, convida Evie a acompanhá-la até às montanhas, ao rancho isolado onde vive numa comunidade organizada em torno de Russell, músico frustrado e líder carismático. Desesperada por ser aceite, Evie mergulha numa espiral de drogas e amor livre. Porém, à medida que se vai afastando da mãe e das rotinas da vida, e à medida que a sua obsessão por Suzanne se intensifica, Evie não se apercebe de que está a um passo de uma violência inimaginável, a caminho daquele momento na vida de uma rapariga em que uma simples escolha pode determinar o futuro. Um retrato excecional da fragilidade adolescente, uma reflexão sobre as decisões que nos marcarão toda a vida e uma evocação daqueles anos de paz e amor em que germinava um lado obscuro…
Nº Páginas: 272
Sinopse:
Califórnia. Verão de 1969. Evie, uma adolescente insegura e solitária, avista um grupo de raparigas no parque e fica fascinada com a aura de abandono que as envolve: vestem-se de forma descuidada, andam descalças e parecem levar uma existência feliz à margem das convenções. Dias depois, Suzanne, uma das raparigas, convida Evie a acompanhá-la até às montanhas, ao rancho isolado onde vive numa comunidade organizada em torno de Russell, músico frustrado e líder carismático. Desesperada por ser aceite, Evie mergulha numa espiral de drogas e amor livre. Porém, à medida que se vai afastando da mãe e das rotinas da vida, e à medida que a sua obsessão por Suzanne se intensifica, Evie não se apercebe de que está a um passo de uma violência inimaginável, a caminho daquele momento na vida de uma rapariga em que uma simples escolha pode determinar o futuro. Um retrato excecional da fragilidade adolescente, uma reflexão sobre as decisões que nos marcarão toda a vida e uma evocação daqueles anos de paz e amor em que germinava um lado obscuro…
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Edição: Jan 2017
Nº Páginas: 368
Sinopse:
Um dos romances mais conhecidos da literatura portuguesa. Daniel, um jovem médico petulante, regressa à aldeia onde nasceu, depois de se ter formado. Margarida, amiga de infância, ali se manteve, ansiando pelo seu regresso. Mas Daniel já não é o mesmo. Esqueceu-se da vida passada. Urbanizou-se. Haverá um reencontro? É bucólico, é inocente, é admirável. Leia-o! Inclui as mais de 70 aguarelas do pintor Roque Gameiro.
Nº Páginas: 368
Sinopse:
Um dos romances mais conhecidos da literatura portuguesa. Daniel, um jovem médico petulante, regressa à aldeia onde nasceu, depois de se ter formado. Margarida, amiga de infância, ali se manteve, ansiando pelo seu regresso. Mas Daniel já não é o mesmo. Esqueceu-se da vida passada. Urbanizou-se. Haverá um reencontro? É bucólico, é inocente, é admirável. Leia-o! Inclui as mais de 70 aguarelas do pintor Roque Gameiro.
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Edição: Nov 2015
Nº Páginas: 176
Sinopse:
Despojadas mas profundamente sentidas, estas histórias despertam a cada passo a nossa compaixão e as nossas emoções. Nelas vemos também sinais precoces do génio de Capote para criar personagens inesquecíveis, feitas de complexidade e ânsia. Mulheres jovens experimentam as alegrias e as dores de um novo amor. Gente urbana e sofisticada é dominada pelo cinismo. Crianças e igualmente adultos procuram a compreensão num mundo traiçoeiro. Há histórias de crime e violência; de racismo e injustiça; de pobreza e desespero. E há histórias de generosidade e ternura; compaixão e afinidade; espírito e prodígio. Há sobretudo a evolução da voz de um escritor nascido no Sul profundo que beberá nessa tradição e acabará por romper com ela para se tornar uma figura literária como nenhuma outra. Este volume de contos é essencial para compreender como um rapaz de Monroeville, no Alabama, se tornou uma lenda na literatura americana.
Nº Páginas: 176
Sinopse:
Despojadas mas profundamente sentidas, estas histórias despertam a cada passo a nossa compaixão e as nossas emoções. Nelas vemos também sinais precoces do génio de Capote para criar personagens inesquecíveis, feitas de complexidade e ânsia. Mulheres jovens experimentam as alegrias e as dores de um novo amor. Gente urbana e sofisticada é dominada pelo cinismo. Crianças e igualmente adultos procuram a compreensão num mundo traiçoeiro. Há histórias de crime e violência; de racismo e injustiça; de pobreza e desespero. E há histórias de generosidade e ternura; compaixão e afinidade; espírito e prodígio. Há sobretudo a evolução da voz de um escritor nascido no Sul profundo que beberá nessa tradição e acabará por romper com ela para se tornar uma figura literária como nenhuma outra. Este volume de contos é essencial para compreender como um rapaz de Monroeville, no Alabama, se tornou uma lenda na literatura americana.
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Edição: Out 2013
Nº Páginas: 312
Sinopse:
Prémio Literário José Saramago 2015Prémio Literário Fernando Namora 2013Prémio PEN Clube Narrativa 2013Livro do Ano 2013 | Revista Time OutPrémio Novos 2013 | Categoria Literatura Quem matou Joãozinho Treme-Treme no terreno perto do depósito da água? O que aconteceu à virginal Vera, desaparecida de casa dos pais a dois meses de completar os dezasseis anos? Quem foi o homem que, a exemplo do velho Abel, encontrou a paz sob o céu pacífico de Port of Spain? Porque é que os habitantes do Bairro Amélia nunca esquecerão o Carnaval de 1989? Quem é que poderá saber o nome das três crianças mortas por asfixia no interior de uma arca? Onde teria chegado Beto com o seu maravilhoso pé esquerdo se não fosse aquela noite aziaga de setembro? Quantos anos irá durar o enguiço de Laura? De que mundo vêm as sombras de Ernesto, fabuloso empregado de mesa, Fernando T., assassinado a 26 de dezembro de 1999, Jaime Lopes, fumador de SG Ventil, Hortênsia, que viveu e morreu com medo de tudo? Quando é que Roberto, anjo exterminador, chegará ao bairro para consumar a sua vingança? Memórias, embustes, traições, homicídios, sermões de pastores evangélicos, crónicas de futebol, gastronomia, um inventário de sons, uma viagem de autocarro, as manhãs de Domingo, meteorologia, o Apocalipse, a Grande Pintura de 1990, o inferno, os pretos, os ciganos, os brancos das barracas, os retornados: a Humanidade inteira arde no Bairro Amélia.
Nº Páginas: 312
Sinopse:
Prémio Literário José Saramago 2015Prémio Literário Fernando Namora 2013Prémio PEN Clube Narrativa 2013Livro do Ano 2013 | Revista Time OutPrémio Novos 2013 | Categoria Literatura Quem matou Joãozinho Treme-Treme no terreno perto do depósito da água? O que aconteceu à virginal Vera, desaparecida de casa dos pais a dois meses de completar os dezasseis anos? Quem foi o homem que, a exemplo do velho Abel, encontrou a paz sob o céu pacífico de Port of Spain? Porque é que os habitantes do Bairro Amélia nunca esquecerão o Carnaval de 1989? Quem é que poderá saber o nome das três crianças mortas por asfixia no interior de uma arca? Onde teria chegado Beto com o seu maravilhoso pé esquerdo se não fosse aquela noite aziaga de setembro? Quantos anos irá durar o enguiço de Laura? De que mundo vêm as sombras de Ernesto, fabuloso empregado de mesa, Fernando T., assassinado a 26 de dezembro de 1999, Jaime Lopes, fumador de SG Ventil, Hortênsia, que viveu e morreu com medo de tudo? Quando é que Roberto, anjo exterminador, chegará ao bairro para consumar a sua vingança? Memórias, embustes, traições, homicídios, sermões de pastores evangélicos, crónicas de futebol, gastronomia, um inventário de sons, uma viagem de autocarro, as manhãs de Domingo, meteorologia, o Apocalipse, a Grande Pintura de 1990, o inferno, os pretos, os ciganos, os brancos das barracas, os retornados: a Humanidade inteira arde no Bairro Amélia.
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Edição: Mai 2014
Nº Páginas: 208
Sinopse:
O romance que conquistou mais de 150.000 leitores em França.Depois da morte do marido e da filha num brutal acidente de automóvel, Diane fecha-se em casa durante um ano, imersa em recordações, incapaz de reagir. Mas, quando já nada parece poder mudar, é precisamente uma dessas recordações que a faz escolher Mulranny, uma pequeníssima aldeia na Irlanda, como destino.Instalada numa casa em frente ao mar, Diane é gentilmente recebida por todos os habitantes - todos menos um. Será Edward, o bruto e antipático vizinho, a resgatar Diane da apatia em que parece estar novamente a mergulhar. Primeiro, pela ira e pelo ódio. Mas depois, contra todas as expectativas, pela atracção. Como enfrentar este turbilhão de sentimentos? O que fazer com eles?
Nº Páginas: 208
Sinopse:
O romance que conquistou mais de 150.000 leitores em França.Depois da morte do marido e da filha num brutal acidente de automóvel, Diane fecha-se em casa durante um ano, imersa em recordações, incapaz de reagir. Mas, quando já nada parece poder mudar, é precisamente uma dessas recordações que a faz escolher Mulranny, uma pequeníssima aldeia na Irlanda, como destino.Instalada numa casa em frente ao mar, Diane é gentilmente recebida por todos os habitantes - todos menos um. Será Edward, o bruto e antipático vizinho, a resgatar Diane da apatia em que parece estar novamente a mergulhar. Primeiro, pela ira e pelo ódio. Mas depois, contra todas as expectativas, pela atracção. Como enfrentar este turbilhão de sentimentos? O que fazer com eles?
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Edição: Mai 2005
Nº Páginas: 220
Sinopse:
Robert Musil, um dos nomes do "quarteto revolucionário" na prosa das primeiras décadas do século XX - Proust, Joyce, Kafka, Musil -, é um autor sem biografia, como dirá Hermann Broch, seu contemporâneo e compatriota: "Nenhum de nós tem propriamente uma biografia: vivemos e escrevemos, e é tudo". Musil legou-nos alguns dos mais significativos fragmentos de literatura do século, cujos traços mais salientes são a complexidade dos seus perfis anímicos e o rigor da observação, da análise e da reflexão - uma obra que se orienta pelos princípios, contidos na fórmula lapidar que ele próprio cunhou, da exactidão e da alma. "João Barrento"
Nº Páginas: 220
Sinopse:
Robert Musil, um dos nomes do "quarteto revolucionário" na prosa das primeiras décadas do século XX - Proust, Joyce, Kafka, Musil -, é um autor sem biografia, como dirá Hermann Broch, seu contemporâneo e compatriota: "Nenhum de nós tem propriamente uma biografia: vivemos e escrevemos, e é tudo". Musil legou-nos alguns dos mais significativos fragmentos de literatura do século, cujos traços mais salientes são a complexidade dos seus perfis anímicos e o rigor da observação, da análise e da reflexão - uma obra que se orienta pelos princípios, contidos na fórmula lapidar que ele próprio cunhou, da exactidão e da alma. "João Barrento"
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Edição: Mai 2014
Nº Páginas: 136
Sinopse:
As Pequenas Memórias é um livro de recordações que abrange o período entre os quatro e os quinze anos da vida de José Saramago: "Queria que os leitores soubessem de onde saiu o homem que sou". Caligrafia da capa por GONÇALO M. TAVARES
Nº Páginas: 136
Sinopse:
As Pequenas Memórias é um livro de recordações que abrange o período entre os quatro e os quinze anos da vida de José Saramago: "Queria que os leitores soubessem de onde saiu o homem que sou". Caligrafia da capa por GONÇALO M. TAVARES
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Edição: Jun 2018
Nº Páginas: 240
Sinopse:
Reúnem-se nestas páginas as "pequenas histórias" saídas da pena de alguns dos mais influentes escritores de língua espanhola - muitos deles ainda inéditos em Portugal -, cuja importante obra traça, de modo panorâmico, as linhas mestras de uma das mais singulares visões literárias do mundo. Nesta, tanto a indagação dos limites da realidade de um Lugones se pode aliar ao jogo de realidade e aparência de um Bioy Casares, como o visionarismo urbano de um Arlt pode contrastar com os ambientes naturalistas da selva de um Horacio Quiroga, ou a crítica mordaz à corrupção da classe política de Juan Jamón Ribeyro e José Donoso pode dar lugar à poética contemporânea de Ana María Moix. O resultado é um volume de descoberta literária, onde novos autores se encontram com novos leitores.
Nº Páginas: 240
Sinopse:
Reúnem-se nestas páginas as "pequenas histórias" saídas da pena de alguns dos mais influentes escritores de língua espanhola - muitos deles ainda inéditos em Portugal -, cuja importante obra traça, de modo panorâmico, as linhas mestras de uma das mais singulares visões literárias do mundo. Nesta, tanto a indagação dos limites da realidade de um Lugones se pode aliar ao jogo de realidade e aparência de um Bioy Casares, como o visionarismo urbano de um Arlt pode contrastar com os ambientes naturalistas da selva de um Horacio Quiroga, ou a crítica mordaz à corrupção da classe política de Juan Jamón Ribeyro e José Donoso pode dar lugar à poética contemporânea de Ana María Moix. O resultado é um volume de descoberta literária, onde novos autores se encontram com novos leitores.
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Edição: Abr 2019
Nº Páginas: 1040
Sinopse:
Há grandes livros que nunca chegaram a sê-lo propriamente, obras que vivem do inconcluso e do fragmentário, como o Livro do Desassossego ou O Homem sem Qualidades. As Passagens de Paris fazem parte dessa constelação do inacabamento, apesar de terem ocupado intensamente o seu autor durante treze anos, entre 1927 e 1940, e gerado alguns dos grandes ensaios de Walter Benjamin sobre Baudelaire, a arte e a fotografia. Trata-se de um projecto ambicioso, que propõe uma original leitura histórico-filosófica do século XIX, tomando como referências a evolução histórica e civilizacional de Paris e a obra de Baudelaire como grande paradigma poético desse processo. Em última análise, o projecto das Passagens de Paris acabaria por resultar num grande mar de reflexões e materiais fragmentários por onde navega já o que seria a proto-história do nosso próprio tempo.
Nº Páginas: 1040
Sinopse:
Há grandes livros que nunca chegaram a sê-lo propriamente, obras que vivem do inconcluso e do fragmentário, como o Livro do Desassossego ou O Homem sem Qualidades. As Passagens de Paris fazem parte dessa constelação do inacabamento, apesar de terem ocupado intensamente o seu autor durante treze anos, entre 1927 e 1940, e gerado alguns dos grandes ensaios de Walter Benjamin sobre Baudelaire, a arte e a fotografia. Trata-se de um projecto ambicioso, que propõe uma original leitura histórico-filosófica do século XIX, tomando como referências a evolução histórica e civilizacional de Paris e a obra de Baudelaire como grande paradigma poético desse processo. Em última análise, o projecto das Passagens de Paris acabaria por resultar num grande mar de reflexões e materiais fragmentários por onde navega já o que seria a proto-história do nosso próprio tempo.
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Edição: Set 2014
Nº Páginas: 216
Sinopse:
Olhar para trás, para os anos mais importantes das nossas vidas - aqueles que nos tornaram o que hoje somos - nem sempre se revela tarefa fácil; mas o narrador deste romance terno e deslumbrante tem, desde pequeno, um companheiro inseparável que, até certo ponto, facilita as coisas: um caderno de papel pardo com linhas, comprado, ainda nos anos 1960, em Moçâmedes, no qual foi registando - com palavras, desenhos, fios de cabelo, pétalas, sangue, sémen - os episódios que marcaram decisivamente a sua história. Da aprendizagem dos números com a fita métrica da São modista à consciência dos traumas da Guerra Colonial, da iniciação sexual com uma rapariga indiferente a tudo menos aos limões ao preconceito impiedoso dos meios pequenos, da paixão nunca consumada por uma actriz de cinema ao poder cego da censura, da descoberta salvífica dos livros à morte de uma paisagem amigável, as folhas desse caderno abrem-se agora generosamente para nós, e as suas palavras guiar-nos-ão pelos fios de uma narrativa que, sendo a de um só homem, é também a de um Portugal que já desapareceu. Com uma simplicidade invejável e, ao mesmo tempo, parecendo ter uma biblioteca dentro, "As Palavras Que Me Deverão Guiar Um Dia", finalista do Prémio LeYa em 2013, é um romance de formação tão enternecedor como Cinema Paraíso, só que com livros em vez de filmes.
Nº Páginas: 216
Sinopse:
Olhar para trás, para os anos mais importantes das nossas vidas - aqueles que nos tornaram o que hoje somos - nem sempre se revela tarefa fácil; mas o narrador deste romance terno e deslumbrante tem, desde pequeno, um companheiro inseparável que, até certo ponto, facilita as coisas: um caderno de papel pardo com linhas, comprado, ainda nos anos 1960, em Moçâmedes, no qual foi registando - com palavras, desenhos, fios de cabelo, pétalas, sangue, sémen - os episódios que marcaram decisivamente a sua história. Da aprendizagem dos números com a fita métrica da São modista à consciência dos traumas da Guerra Colonial, da iniciação sexual com uma rapariga indiferente a tudo menos aos limões ao preconceito impiedoso dos meios pequenos, da paixão nunca consumada por uma actriz de cinema ao poder cego da censura, da descoberta salvífica dos livros à morte de uma paisagem amigável, as folhas desse caderno abrem-se agora generosamente para nós, e as suas palavras guiar-nos-ão pelos fios de uma narrativa que, sendo a de um só homem, é também a de um Portugal que já desapareceu. Com uma simplicidade invejável e, ao mesmo tempo, parecendo ter uma biblioteca dentro, "As Palavras Que Me Deverão Guiar Um Dia", finalista do Prémio LeYa em 2013, é um romance de formação tão enternecedor como Cinema Paraíso, só que com livros em vez de filmes.
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Edição: Out 2012
Nº Páginas: 72
Sinopse:
O presente volume prossegue a publicação da obra canónica de Eugénio de Andrade, tal como o poeta a estabeleceu em vida. Integra os livros "As Palavras Interditas", publicado pela primeira vez em 1951, e "Até Amanhã", de 1956. Como diz Nuno Júdice no seu prefácio, ""As Palavras Interditas" e "Até Amanhã" são livros em que se encontra, praticamente em cada poema, aquilo que fez, e faz, de Eugénio de Andrade o mais luminoso e claro dos nossos poetas do século XX." "Nada podeis contra o amor. Contra a cor da folhagem, contra a carícia da espuma, contra a luz, nada podeis. Podeis dar-nos a morte, a mais vil, isso podeis - e é tão pouco."
Nº Páginas: 72
Sinopse:
O presente volume prossegue a publicação da obra canónica de Eugénio de Andrade, tal como o poeta a estabeleceu em vida. Integra os livros "As Palavras Interditas", publicado pela primeira vez em 1951, e "Até Amanhã", de 1956. Como diz Nuno Júdice no seu prefácio, ""As Palavras Interditas" e "Até Amanhã" são livros em que se encontra, praticamente em cada poema, aquilo que fez, e faz, de Eugénio de Andrade o mais luminoso e claro dos nossos poetas do século XX." "Nada podeis contra o amor. Contra a cor da folhagem, contra a carícia da espuma, contra a luz, nada podeis. Podeis dar-nos a morte, a mais vil, isso podeis - e é tão pouco."
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Edição: Fev 2012
Nº Páginas: 296
Sinopse:
Neste livro, "As Palavras do Corpo", Maria Teresa Horta reúne toda a sua poesia erótica.Uma obra ousada e corajosa que nos dá a ver a libertação do corpo das mulheres: o seu gosto, o seu prazer, o seu modo de amar.Uma ode aos sentidos.
Nº Páginas: 296
Sinopse:
Neste livro, "As Palavras do Corpo", Maria Teresa Horta reúne toda a sua poesia erótica.Uma obra ousada e corajosa que nos dá a ver a libertação do corpo das mulheres: o seu gosto, o seu prazer, o seu modo de amar.Uma ode aos sentidos.
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Edição: Jan 2019
Nº Páginas: 288
Sinopse:
Julia Lambert está no auge do sucesso: é considerada a maior atriz inglesa do seu tempo. No palco, domina totalmente as emoções e as suas atuações são arrebatadoras. Na vida real, está cansada do marido e é bastante menos disciplinada. Quando um jovem fã a cobre de atenções, Julia fica inicialmente divertida; mais tarde, entusiasmada pela sua persistência; e, por fim, louca e perigosamente apaixonada. A sua vida, aparentemente perfeita e imperturbável, vai sofrer uma viragem irreversível. De execução magistral, "As Paixões de Julia" retrata as tensões e os triunfos das artes performativas: quer em palco, quer fora dele. Foi adaptado ao cinema, com Annette Bening e Jeremy Irons nos principais papéis.
Nº Páginas: 288
Sinopse:
Julia Lambert está no auge do sucesso: é considerada a maior atriz inglesa do seu tempo. No palco, domina totalmente as emoções e as suas atuações são arrebatadoras. Na vida real, está cansada do marido e é bastante menos disciplinada. Quando um jovem fã a cobre de atenções, Julia fica inicialmente divertida; mais tarde, entusiasmada pela sua persistência; e, por fim, louca e perigosamente apaixonada. A sua vida, aparentemente perfeita e imperturbável, vai sofrer uma viragem irreversível. De execução magistral, "As Paixões de Julia" retrata as tensões e os triunfos das artes performativas: quer em palco, quer fora dele. Foi adaptado ao cinema, com Annette Bening e Jeremy Irons nos principais papéis.
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Edição: Mai 2012
Nº Páginas: 744
Sinopse:
O mais recente livro de Fukuyama é uma viagem à história da humanidade, analisando as primeiras formas de Estado e as suas interpretações mais recentes. Reportando um vasto leque de conhecimentos - desde a história até à biologia evolutiva, passando pela arqueologia e a economia - este autor americano escreveu um livro brilhante e provocador, que propõe novas interpretações para a origem das sociedades democráticas, colocando questões essenciais sobre a natureza da política e o descontentamento que tem provocado.
Nº Páginas: 744
Sinopse:
O mais recente livro de Fukuyama é uma viagem à história da humanidade, analisando as primeiras formas de Estado e as suas interpretações mais recentes. Reportando um vasto leque de conhecimentos - desde a história até à biologia evolutiva, passando pela arqueologia e a economia - este autor americano escreveu um livro brilhante e provocador, que propõe novas interpretações para a origem das sociedades democráticas, colocando questões essenciais sobre a natureza da política e o descontentamento que tem provocado.
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Edição: Ago 2018
Nº Páginas: 520
Sinopse:
Ilha da Jamaica, 1753. Deirdre, filha da inglesa Nora Fortnam e do escravo Akwasi, leva uma vida protegida na plantação da mãe e do pai adotivo, Doug, que a acolheu como se fosse sua. Apesar das origens pouco claras da menina, os rapazes da ilha nunca a largam. Deirdre, no entanto, não sente o menor interesse por nenhum deles até que o jovem médico Victor Dufresne pede a sua mão. Depois de uma esplêndida cerimónia de casamento, o casal recémcasado zarpa para Saint-Domingue, na parte francesa de Hispaniola. Os eventos que ali têm lugar vão transformar completamente as suas vidas...
Nº Páginas: 520
Sinopse:
Ilha da Jamaica, 1753. Deirdre, filha da inglesa Nora Fortnam e do escravo Akwasi, leva uma vida protegida na plantação da mãe e do pai adotivo, Doug, que a acolheu como se fosse sua. Apesar das origens pouco claras da menina, os rapazes da ilha nunca a largam. Deirdre, no entanto, não sente o menor interesse por nenhum deles até que o jovem médico Victor Dufresne pede a sua mão. Depois de uma esplêndida cerimónia de casamento, o casal recémcasado zarpa para Saint-Domingue, na parte francesa de Hispaniola. Os eventos que ali têm lugar vão transformar completamente as suas vidas...
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Edição: Abr 2017
Nº Páginas: 224
Sinopse:
Pietro é um rapazinho da cidade, solitário e pouco sociável. Os seus pais estão ligados pela paixão da montanha que os uniu desde sempre, mesmo na tragédia, e o horizonte linear de Milão enche-os agora de saudade e nostalgia. Quando descobrem a aldeia de Grana, no sopé do Monte Rosa, sentem ter encontrado o lugar certo: Pietro passará ali todos os verões onde, à sua espera, está Bruno. São da mesma idade mas, em vez de estar de férias escolares, ocupa-se a pastar vacas. Têm assim início verões de explorações e descobertas, entre as casas abandonadas, o moinho e os carreiros mais íngremes. São também os anos em que Pietro descobre que a montanha é um saber, um verdadeiro e adequado modo de respirar. E descobre também que o pai lhe deixa o legado mais verdadeiro: "Ali estava a minha herança: uma parede de rocha, neve, um montão de pedras em quadrado, um pinheiro." Uma herança que passados muitos anos o reaproximará de Bruno. "As Oito Montanhas" é um livro magnético e adulto, que explora ligações acidentadas mas graníticas, a possibilidade de aprender e a procura do nosso lugar no mundo. Maravilhoso, literário, intenso e lírico, invade-nos com o ar puro e a luz da natureza e com as cores e os cheiros das estações.
Nº Páginas: 224
Sinopse:
Pietro é um rapazinho da cidade, solitário e pouco sociável. Os seus pais estão ligados pela paixão da montanha que os uniu desde sempre, mesmo na tragédia, e o horizonte linear de Milão enche-os agora de saudade e nostalgia. Quando descobrem a aldeia de Grana, no sopé do Monte Rosa, sentem ter encontrado o lugar certo: Pietro passará ali todos os verões onde, à sua espera, está Bruno. São da mesma idade mas, em vez de estar de férias escolares, ocupa-se a pastar vacas. Têm assim início verões de explorações e descobertas, entre as casas abandonadas, o moinho e os carreiros mais íngremes. São também os anos em que Pietro descobre que a montanha é um saber, um verdadeiro e adequado modo de respirar. E descobre também que o pai lhe deixa o legado mais verdadeiro: "Ali estava a minha herança: uma parede de rocha, neve, um montão de pedras em quadrado, um pinheiro." Uma herança que passados muitos anos o reaproximará de Bruno. "As Oito Montanhas" é um livro magnético e adulto, que explora ligações acidentadas mas graníticas, a possibilidade de aprender e a procura do nosso lugar no mundo. Maravilhoso, literário, intenso e lírico, invade-nos com o ar puro e a luz da natureza e com as cores e os cheiros das estações.
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Edição: Mai 2013
Nº Páginas: 216
Sinopse:
"As Novas Mil e Uma Noites" é um livro de histórias. Nem outra coisa poderia ser, já que tal título — "New Arabian Nights", no original inglês — nos remete directa e imediatamente para a fabulosa e famosíssima colectânea das "Mil e Uma Noites".Xerazade, tal como o ignorado árabe que escreveu as histórias que ela contou, era senhora dos recônditos segredos dessa arte por tantos praticada e por tão poucos conseguida. Também assim aconteceu com Robert Louis Stevenson, que, após a conclusão de cada uma das histórias que coligiu sob os títulos de "O Clube dos Suicidas" e "O Diamante do Rajá", nos faz saber que delas teve conhecimento por intermédio de um suposto manuscrito redigido por um misterioso autor árabe.Com estas discretas alusões, Stevenson não nos revela apenas a sua admiração pelas histórias das "Mil e Uma Noites". Diz-nos também que o seu objectivo, ao escrever umas "Novas Mil e Uma Noites", era idêntico ao de Xerazade; ou seja, o Escocês das Arábias — chamemos-lhe assim — pretende apenas que quem o leia possa passar o tempo sem se dar conta de que o tempo voa, tal como aconteceu com o príncipe árabe, aquele que julgava ser o dono e o senhor de Xerazade. A publicação deste segundo volume encerra a publicação desta obra admirável na Assírio & Alvim.
Nº Páginas: 216
Sinopse:
"As Novas Mil e Uma Noites" é um livro de histórias. Nem outra coisa poderia ser, já que tal título — "New Arabian Nights", no original inglês — nos remete directa e imediatamente para a fabulosa e famosíssima colectânea das "Mil e Uma Noites".Xerazade, tal como o ignorado árabe que escreveu as histórias que ela contou, era senhora dos recônditos segredos dessa arte por tantos praticada e por tão poucos conseguida. Também assim aconteceu com Robert Louis Stevenson, que, após a conclusão de cada uma das histórias que coligiu sob os títulos de "O Clube dos Suicidas" e "O Diamante do Rajá", nos faz saber que delas teve conhecimento por intermédio de um suposto manuscrito redigido por um misterioso autor árabe.Com estas discretas alusões, Stevenson não nos revela apenas a sua admiração pelas histórias das "Mil e Uma Noites". Diz-nos também que o seu objectivo, ao escrever umas "Novas Mil e Uma Noites", era idêntico ao de Xerazade; ou seja, o Escocês das Arábias — chamemos-lhe assim — pretende apenas que quem o leia possa passar o tempo sem se dar conta de que o tempo voa, tal como aconteceu com o príncipe árabe, aquele que julgava ser o dono e o senhor de Xerazade. A publicação deste segundo volume encerra a publicação desta obra admirável na Assírio & Alvim.
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Edição: Out 2013
Nº Páginas: 240
Sinopse:
"As Novas Mil e Uma Noites" é um livro de histórias. Nem outra coisa poderia ser, já que tal título— New Arabian Nights, no original inglês—nos remete directa e imediatamente para a fabulosa e famosíssima colectânea das "Mil e Uma Noites". Xerazade, tal como o ignorado árabe que escreveu as histórias que ela contou, era senhora dos recônditos segredos dessa arte por tantos praticada e por tão poucos conseguida.Também assim aconteceu com Robert Louis Stevenson, que, após a conclusão de cada uma das histórias que coligiu sob os títulos de O Clube dos Suicidas e O Diamante do Rajá, nos faz saber que delas teve conhecimento por intermédio de umsupostomanuscrito redigido por ummisterioso autor árabe.Comestas discretas alusões, Stevenson não nos revela apenas a sua admiração pelas histórias dasMil e Uma Noites. Diz-nos também que o seu objectivo, ao escrever umasNovasMil eUmaNoites, era idêntico ao de Xerazade; ou seja, o Escocês das Arábias— chamemos-lhe assim—pretende apenas que quem o leia possa passar o tempo sem se dar conta de que o tempo voa, tal como aconteceu como príncipe árabe, aquele que julgava ser o dono e o senhor de Xerazade.
Nº Páginas: 240
Sinopse:
"As Novas Mil e Uma Noites" é um livro de histórias. Nem outra coisa poderia ser, já que tal título— New Arabian Nights, no original inglês—nos remete directa e imediatamente para a fabulosa e famosíssima colectânea das "Mil e Uma Noites". Xerazade, tal como o ignorado árabe que escreveu as histórias que ela contou, era senhora dos recônditos segredos dessa arte por tantos praticada e por tão poucos conseguida.Também assim aconteceu com Robert Louis Stevenson, que, após a conclusão de cada uma das histórias que coligiu sob os títulos de O Clube dos Suicidas e O Diamante do Rajá, nos faz saber que delas teve conhecimento por intermédio de umsupostomanuscrito redigido por ummisterioso autor árabe.Comestas discretas alusões, Stevenson não nos revela apenas a sua admiração pelas histórias dasMil e Uma Noites. Diz-nos também que o seu objectivo, ao escrever umasNovasMil eUmaNoites, era idêntico ao de Xerazade; ou seja, o Escocês das Arábias— chamemos-lhe assim—pretende apenas que quem o leia possa passar o tempo sem se dar conta de que o tempo voa, tal como aconteceu como príncipe árabe, aquele que julgava ser o dono e o senhor de Xerazade.
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Edição: Out 2014
Nº Páginas: 272
Sinopse:
Raramente pensamos no impacto que as notícias têm nas nossas vidas. Neste livro esplêndido, Alain de Botton submete vinte e cinco notícias-padrão - desde um acidente aéreo a um assassinato, passando por uma entrevista a uma celebridade e por um escândalo político - ao pouco habitual intenso escrutínio da análise.
Nº Páginas: 272
Sinopse:
Raramente pensamos no impacto que as notícias têm nas nossas vidas. Neste livro esplêndido, Alain de Botton submete vinte e cinco notícias-padrão - desde um acidente aéreo a um assassinato, passando por uma entrevista a uma celebridade e por um escândalo político - ao pouco habitual intenso escrutínio da análise.
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Edição: Set 2016
Nº Páginas: 192
Sinopse:
Em imaginoso encontro de tempos e espaços, figuras diversas da História e da Literatura portuguesas (sobretudo dos séculos XVI e XVII), a par de um casal anónimo vindo da Guiné e de algumas figuras estrangeiras de renome, encontram-se em Lisboa na situação de retornados no pós-25 de Abril de 1974. Subvertendo as histórias individuais dessas diferentes personalidades - Pedro Álvares Cabral, Luís de Camões, Francisco Xavier, Diogo Cão, Manuel de Sousa de Sepúlveda, Vasco da Gama, Fernão Mendes Pinto - conta-se das suas vidas em terras africanas, diferentes das que a História consagrou como tendo sido o seu percurso, e de como na sua maior parte se ocupam, após o regresso à metrópole, de actividades menos dignificantes que vão do proxenetismo de Francisco Xavier e Fernão Mendes Pinto à exploração de boîtes e bares manhosos por Manoel de Sousa de Sepúlveda e à batota no jogo da sueca de Vasco da Gama. Projectando nos vultos históricos de navegadores, escritores, heróis e missionários a inditosa aventura de retorno dos colonos no pós-25 de Abril de 1974, multiplicando neles as marcas do descalabro e da irrisão (físicas e morais), recorrendo a efeitos de burlesco, de sátira e de rebaixamento carnavalescos, inverte António Lobo Antunes o assaz mitificado e glorioso sentido dos descobrimentos portugueses, reescrevendo assim "Os Lusíadas" em modo paródico.
Nº Páginas: 192
Sinopse:
Em imaginoso encontro de tempos e espaços, figuras diversas da História e da Literatura portuguesas (sobretudo dos séculos XVI e XVII), a par de um casal anónimo vindo da Guiné e de algumas figuras estrangeiras de renome, encontram-se em Lisboa na situação de retornados no pós-25 de Abril de 1974. Subvertendo as histórias individuais dessas diferentes personalidades - Pedro Álvares Cabral, Luís de Camões, Francisco Xavier, Diogo Cão, Manuel de Sousa de Sepúlveda, Vasco da Gama, Fernão Mendes Pinto - conta-se das suas vidas em terras africanas, diferentes das que a História consagrou como tendo sido o seu percurso, e de como na sua maior parte se ocupam, após o regresso à metrópole, de actividades menos dignificantes que vão do proxenetismo de Francisco Xavier e Fernão Mendes Pinto à exploração de boîtes e bares manhosos por Manoel de Sousa de Sepúlveda e à batota no jogo da sueca de Vasco da Gama. Projectando nos vultos históricos de navegadores, escritores, heróis e missionários a inditosa aventura de retorno dos colonos no pós-25 de Abril de 1974, multiplicando neles as marcas do descalabro e da irrisão (físicas e morais), recorrendo a efeitos de burlesco, de sátira e de rebaixamento carnavalescos, inverte António Lobo Antunes o assaz mitificado e glorioso sentido dos descobrimentos portugueses, reescrevendo assim "Os Lusíadas" em modo paródico.
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Edição: Mai 2018
Nº Páginas: 192
Sinopse:
Em imaginoso encontro de tempos e espaços, figuras diversas da História e da Literatura portuguesas (sobretudo dos séculos XVI e XVII), a par de um casal anónimo vindo da Guiné e de algumas figuras estrangeiras de renome, encontram-se em Lisboa na situação de retornados no pós-25 de Abril de 1974. Subvertendo as histórias individuais dessas diferentes personalidades - Pedro Álvares Cabral, Luís de Camões, Francisco Xavier, Diogo Cão, Manuel de Sousa de Sepúlveda, Vasco da Gama, Fernão Mendes Pinto - conta-se das suas vidas em terras africanas, diferentes das que a História consagrou como tendo sido o seu percurso, e de como na sua maior parte se ocupam, após o regresso à metrópole, de actividades menos dignificantes que vão do proxenetismo de Francisco Xavier e Fernão Mendes Pinto à exploração de boîtes e bares manhosos por Manoel de Sousa de Sepúlveda e à batota no jogo da sueca de Vasco da Gama. Projectando nos vultos históricos de navegadores, escritores, heróis e missionários a inditosa aventura de retorno dos colonos no pós-25 de Abril de 1974, multiplicando neles as marcas do descalabro e da irrisão (físicas e morais), recorrendo a efeitos de burlesco, de sátira e de rebaixamento carnavalescos, inverte António Lobo Antunes o assaz mitificado e glorioso sentido dos descobrimentos portugueses, reescrevendo assim "Os Lusíadas" em modo paródico.
Nº Páginas: 192
Sinopse:
Em imaginoso encontro de tempos e espaços, figuras diversas da História e da Literatura portuguesas (sobretudo dos séculos XVI e XVII), a par de um casal anónimo vindo da Guiné e de algumas figuras estrangeiras de renome, encontram-se em Lisboa na situação de retornados no pós-25 de Abril de 1974. Subvertendo as histórias individuais dessas diferentes personalidades - Pedro Álvares Cabral, Luís de Camões, Francisco Xavier, Diogo Cão, Manuel de Sousa de Sepúlveda, Vasco da Gama, Fernão Mendes Pinto - conta-se das suas vidas em terras africanas, diferentes das que a História consagrou como tendo sido o seu percurso, e de como na sua maior parte se ocupam, após o regresso à metrópole, de actividades menos dignificantes que vão do proxenetismo de Francisco Xavier e Fernão Mendes Pinto à exploração de boîtes e bares manhosos por Manoel de Sousa de Sepúlveda e à batota no jogo da sueca de Vasco da Gama. Projectando nos vultos históricos de navegadores, escritores, heróis e missionários a inditosa aventura de retorno dos colonos no pós-25 de Abril de 1974, multiplicando neles as marcas do descalabro e da irrisão (físicas e morais), recorrendo a efeitos de burlesco, de sátira e de rebaixamento carnavalescos, inverte António Lobo Antunes o assaz mitificado e glorioso sentido dos descobrimentos portugueses, reescrevendo assim "Os Lusíadas" em modo paródico.
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Edição: Fev 2015
Nº Páginas: 384
Sinopse:
Rezaram e fizeram promessas por eles. Escreveram-lhes centenas de aerogramas, adiando o amor, às vezes sem volta. Tornaram-se madrinhas de guerra de homens que nem sequer conheciam. Foram com eles para o território desconhecido de África, que amaram ou odiaram, ou resignaram-se a esperar por eles, com filhos nos braços. Voaram para os resgatar do mato, onde chegaram mesmo a morrer por eles, e organizaram-se, com maior ou menor cunho ideológico, para lhes aliviar a saudade, enquanto apoiavam as suas famílias. Arriscaram por eles, protegendo-lhes a retaguarda, contestando a guerra, desertando sem saberem quando voltariam ao seu país, mergulhando na clandestinidade e aderindo à luta armada, sujeitas às sevícias da polícia política e perdendo a juventude nas masmorras da prisão. Trataram deles quando voltaram, mutilados e traumatizados, e habituaram-se a amar homens diferentes daqueles com quem haviam casado. Cada uma à sua maneira, as protagonistas deste livro foram pioneiras, desbravando caminhos outrora vedados às mulheres. Mães, irmãs, filhas, amantes, companheiras, amigas, muitas mulheres viveram a guerra colonial como se também elas tivessem sido mobilizadas. Depois da guerra, também para elas nada foi como dantes.
Nº Páginas: 384
Sinopse:
Rezaram e fizeram promessas por eles. Escreveram-lhes centenas de aerogramas, adiando o amor, às vezes sem volta. Tornaram-se madrinhas de guerra de homens que nem sequer conheciam. Foram com eles para o território desconhecido de África, que amaram ou odiaram, ou resignaram-se a esperar por eles, com filhos nos braços. Voaram para os resgatar do mato, onde chegaram mesmo a morrer por eles, e organizaram-se, com maior ou menor cunho ideológico, para lhes aliviar a saudade, enquanto apoiavam as suas famílias. Arriscaram por eles, protegendo-lhes a retaguarda, contestando a guerra, desertando sem saberem quando voltariam ao seu país, mergulhando na clandestinidade e aderindo à luta armada, sujeitas às sevícias da polícia política e perdendo a juventude nas masmorras da prisão. Trataram deles quando voltaram, mutilados e traumatizados, e habituaram-se a amar homens diferentes daqueles com quem haviam casado. Cada uma à sua maneira, as protagonistas deste livro foram pioneiras, desbravando caminhos outrora vedados às mulheres. Mães, irmãs, filhas, amantes, companheiras, amigas, muitas mulheres viveram a guerra colonial como se também elas tivessem sido mobilizadas. Depois da guerra, também para elas nada foi como dantes.
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Edição: Jul 2013
Nº Páginas: 528
Sinopse:
As mulheres, amantes, mães, irmãs e filhas dos Césares têm sido popularmente caracterizadas como assassinas cruéis, adúlteras sem vergonha e interventoras políticas coniventes nos grandes dramas da corte romana. Desde 30 a. C., quando Cleópatra, Octávia e Lívia surgem no auge da mudança de Roma de república para autocracia, até ao século v, com Gala Placídia aprisionada por invasores godos, a autora traça um retrato das vidas das mulheres que ascenderam ao poder nestes cinco séculos. A política de Roma é revelada também através das histórias de Júlia, uma filha que desgraçou o pai embriagando-se no Fórum romano e praticando sexo com estranhos; Popeia, uma amante fútil que persuadiu o imperador a matar a mãe para que pudessem casar; Domícia, uma esposa que teve um caso com um ator antes de conspirar para o assassínio do marido; e Fausta, uma madrasta que tentou seduzir o próprio enteado e engendrou de seguida a sua execução, sendo depois atirada para água a ferver como castigo.
Nº Páginas: 528
Sinopse:
As mulheres, amantes, mães, irmãs e filhas dos Césares têm sido popularmente caracterizadas como assassinas cruéis, adúlteras sem vergonha e interventoras políticas coniventes nos grandes dramas da corte romana. Desde 30 a. C., quando Cleópatra, Octávia e Lívia surgem no auge da mudança de Roma de república para autocracia, até ao século v, com Gala Placídia aprisionada por invasores godos, a autora traça um retrato das vidas das mulheres que ascenderam ao poder nestes cinco séculos. A política de Roma é revelada também através das histórias de Júlia, uma filha que desgraçou o pai embriagando-se no Fórum romano e praticando sexo com estranhos; Popeia, uma amante fútil que persuadiu o imperador a matar a mãe para que pudessem casar; Domícia, uma esposa que teve um caso com um ator antes de conspirar para o assassínio do marido; e Fausta, uma madrasta que tentou seduzir o próprio enteado e engendrou de seguida a sua execução, sendo depois atirada para água a ferver como castigo.
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Edição: Fev 2014
Nº Páginas: 160
Sinopse:
Por detrás de um grande homem de Estado como Sebastião José de Carvalho e Melo não está uma grande mulher, mas sim várias. Umas unidas por laços de sangue, como a sua mãe Maria Teresa Luiza de Mendonça e Melo, outras por laços afetivos como as suas duas esposas. A primeira, dez anos mais velha que o jovem Sebastião, foi a viúva Teresa de Mendonça e Almada. O namoro não foi bem aceite, mas Sebastião José não hesitou, raptou a noiva e casou em segredo, escandalizando tudo e todos. Amor ou ambição por um casamento com uma mulher de uma classe superior à sua? O casamento foi curto, a mulher morreu de doença enquanto o jovem ascendia na carreira diplomática. Primeiro Londres, depois Viena. Foi aqui que conheceu a sua segunda mulher, companheira de uma vida e mãe dos seus quatro filhos, Maria Leonor Ernestina Daun. Mas Sebastião José era um homem inteligente, frio, mais dado às suas ambições políticas que às artes do coração. Há uma mulher que fica na história como a grande protetora e responsável pela sua ascensão ao poder: a rainha Maria Ana de Áustria que o colocou ao lado de D. João V e depois do filho D. José I. Mas também foram as mulheres as responsáveis pela sua queda. O seu confronto com a Marquesa de Távora, D. Leonor, o processo sangrento daquela família e o desafeto de D. Maria I por este homem levaram-no à desgraça. A autora bestseller María Pilar Queralt del Hierro traz-nos a história destas mulheres que, de uma forma ou de outra, estiveram presentes na vida do Marquês de Pombal, o estadista ilustrado que soube fazer com que Lisboa renascesse das cinzas em 1755. Viajamos pela sua escrita através do século XVIII, pelos palácios reais, pelas intrigas da corte, pelos salões onde se reuniam escritores, artistas, políticos unidos pelos ventos do Iluminismo, é aqui neste ambiente que conhecemos Teresa Margarida da Silva ou Leonor de Almeida Lorena, Marquesa de Alorna.
Nº Páginas: 160
Sinopse:
Por detrás de um grande homem de Estado como Sebastião José de Carvalho e Melo não está uma grande mulher, mas sim várias. Umas unidas por laços de sangue, como a sua mãe Maria Teresa Luiza de Mendonça e Melo, outras por laços afetivos como as suas duas esposas. A primeira, dez anos mais velha que o jovem Sebastião, foi a viúva Teresa de Mendonça e Almada. O namoro não foi bem aceite, mas Sebastião José não hesitou, raptou a noiva e casou em segredo, escandalizando tudo e todos. Amor ou ambição por um casamento com uma mulher de uma classe superior à sua? O casamento foi curto, a mulher morreu de doença enquanto o jovem ascendia na carreira diplomática. Primeiro Londres, depois Viena. Foi aqui que conheceu a sua segunda mulher, companheira de uma vida e mãe dos seus quatro filhos, Maria Leonor Ernestina Daun. Mas Sebastião José era um homem inteligente, frio, mais dado às suas ambições políticas que às artes do coração. Há uma mulher que fica na história como a grande protetora e responsável pela sua ascensão ao poder: a rainha Maria Ana de Áustria que o colocou ao lado de D. João V e depois do filho D. José I. Mas também foram as mulheres as responsáveis pela sua queda. O seu confronto com a Marquesa de Távora, D. Leonor, o processo sangrento daquela família e o desafeto de D. Maria I por este homem levaram-no à desgraça. A autora bestseller María Pilar Queralt del Hierro traz-nos a história destas mulheres que, de uma forma ou de outra, estiveram presentes na vida do Marquês de Pombal, o estadista ilustrado que soube fazer com que Lisboa renascesse das cinzas em 1755. Viajamos pela sua escrita através do século XVIII, pelos palácios reais, pelas intrigas da corte, pelos salões onde se reuniam escritores, artistas, políticos unidos pelos ventos do Iluminismo, é aqui neste ambiente que conhecemos Teresa Margarida da Silva ou Leonor de Almeida Lorena, Marquesa de Alorna.
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Edição: Mar 2020
Nº Páginas: 736
Sinopse:
Numa Berlim dominada por Hitler e o seu Partido Nazi, Mildred e os amigos decidem resistir. Uma história fascinante inspirada em acontecimentos reais, sobre a coragem de pessoas normais.
Nº Páginas: 736
Sinopse:
Numa Berlim dominada por Hitler e o seu Partido Nazi, Mildred e os amigos decidem resistir. Uma história fascinante inspirada em acontecimentos reais, sobre a coragem de pessoas normais.
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Edição: Abr 2019
Nº Páginas: 88
Sinopse:
Tatiana Ivanovna dedicou a sua vida aos Karine, que ajudou a nascer e a criar na opulência e no luxo ao longo de duas gerações. Agora que a Revolução Russa triunfou, é ainda a velha serva que continua até ao último momento a defender a propriedade da família e a velar sozinha pelo que resta dos seus bens. Até que o dever mais uma vez lhe impõe que atravesse a pé o país e se junte aos seus amos em fuga. No pequeno e escuro apartamento de Paris onde agora vivem, os Karine partilham o destino de tantos outros nobres exilados russos que procuram adaptar-se à sua nova vida e sobreviver por todos os meios possíveis, exaustos e confusos como moscas de Outono. Só Tatiana, demasiado velha para mudar, está determinada a não querer esquecer o passado... Publicado originalmente em 1931, quando Irène Némirovsky contava apenas 28 anos, "As Moscas de Outono" vem contribuir decisivamente para o aumento do seu prestígio enquanto autora, referida pelo "New York Times" como "sucessora de Dostoiévski" pela sua capacidade para refletir sobre a moralidade e as contradições da vida.
Nº Páginas: 88
Sinopse:
Tatiana Ivanovna dedicou a sua vida aos Karine, que ajudou a nascer e a criar na opulência e no luxo ao longo de duas gerações. Agora que a Revolução Russa triunfou, é ainda a velha serva que continua até ao último momento a defender a propriedade da família e a velar sozinha pelo que resta dos seus bens. Até que o dever mais uma vez lhe impõe que atravesse a pé o país e se junte aos seus amos em fuga. No pequeno e escuro apartamento de Paris onde agora vivem, os Karine partilham o destino de tantos outros nobres exilados russos que procuram adaptar-se à sua nova vida e sobreviver por todos os meios possíveis, exaustos e confusos como moscas de Outono. Só Tatiana, demasiado velha para mudar, está determinada a não querer esquecer o passado... Publicado originalmente em 1931, quando Irène Némirovsky contava apenas 28 anos, "As Moscas de Outono" vem contribuir decisivamente para o aumento do seu prestígio enquanto autora, referida pelo "New York Times" como "sucessora de Dostoiévski" pela sua capacidade para refletir sobre a moralidade e as contradições da vida.
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Edição: Out 2019
Nº Páginas: 240
Sinopse:
Vertido para língua portuguesa em 1891, este romance de Rider Haggard tornou-se, de algum modo, um clássico da nossa literatura. Sob a graça e a magia da prosa de Eça de Queiroz, As Minas de Salomão ganham novos motivos de interesse e de atractivo. Eça de Queiroz imprimia sempre a cada uma das suas páginas um carácter inconfundivelmente original. As Minas de Salomão não escapa a essa regra. O seu êxito, por isso mesmo, ultrapassou o tempo em que surgiu. Enganar-se-ia quem imaginasse que Eça de Queiroz se limitou a traduzir Rider Haggard. Mais do que uma tradução, Eça efetuou uma verdadeira transposição em que a sua liberdade resultou numa criação original que encanta e seduz. Deste modo, pela pena de uma grande escritor, Rider Haggard alcançou entre nós uma notoriedade que de outro modo só dificilmente alcançaria.
Nº Páginas: 240
Sinopse:
Vertido para língua portuguesa em 1891, este romance de Rider Haggard tornou-se, de algum modo, um clássico da nossa literatura. Sob a graça e a magia da prosa de Eça de Queiroz, As Minas de Salomão ganham novos motivos de interesse e de atractivo. Eça de Queiroz imprimia sempre a cada uma das suas páginas um carácter inconfundivelmente original. As Minas de Salomão não escapa a essa regra. O seu êxito, por isso mesmo, ultrapassou o tempo em que surgiu. Enganar-se-ia quem imaginasse que Eça de Queiroz se limitou a traduzir Rider Haggard. Mais do que uma tradução, Eça efetuou uma verdadeira transposição em que a sua liberdade resultou numa criação original que encanta e seduz. Deste modo, pela pena de uma grande escritor, Rider Haggard alcançou entre nós uma notoriedade que de outro modo só dificilmente alcançaria.
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Edição: Abr 2022
Nº Páginas: 152
Sinopse:
Nas vésperas da independência de Angola, os sete sonhos de Hermes Sussumuku revelam um futuro de horrores em que, regressado do exílio da luta de libertação, o irmão de Hermes se recusa a acreditar, escandalizado. "As Metamorfoses do Elefante" começa com a propagação de uma estranha pandemia: um surto de riso a que as autoridades chamam surriso. Em simultâneo com essa insólita pandemia, o autor, José Luís Mendonça, oferece-nos uma prodigiosa efabulação da história da Angola pós-colonial. Por essa história, deambula um bestiário magnífico de camaleões, hienas, uma vaca de fogo preto, cabras voadoras, um falcãos redondas e um elefante que, com rostos diferentes, representa o poder, num país moldado pela vendeta do 27 de Maio de 1977, cuja herança maior é uma repressão política desumana.
Nº Páginas: 152
Sinopse:
Nas vésperas da independência de Angola, os sete sonhos de Hermes Sussumuku revelam um futuro de horrores em que, regressado do exílio da luta de libertação, o irmão de Hermes se recusa a acreditar, escandalizado. "As Metamorfoses do Elefante" começa com a propagação de uma estranha pandemia: um surto de riso a que as autoridades chamam surriso. Em simultâneo com essa insólita pandemia, o autor, José Luís Mendonça, oferece-nos uma prodigiosa efabulação da história da Angola pós-colonial. Por essa história, deambula um bestiário magnífico de camaleões, hienas, uma vaca de fogo preto, cabras voadoras, um falcãos redondas e um elefante que, com rostos diferentes, representa o poder, num país moldado pela vendeta do 27 de Maio de 1977, cuja herança maior é uma repressão política desumana.
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Edição: Set 2016
Nº Páginas: 200
Sinopse:
Quantas vezes você mente por dia? Calma, não precisa responder agora. Também não é sempre que você diz uma mentira, só de vez em quando. Na verdade, quando você mente, é porque precisa. Para proteger o outro — e, de preferência, a outra. Foi assim com a mãe, a namorada, a mulher, a sogra. Tudo pelo bom convívio social, pela harmonia dentro de casa, para uma noite mais agradável com os amigos. Você só mente, no fundo, para poupar as pessoas e, sobretudo, para o bem das mulheres. Luis Fernando Verissimo, este observador bem-humorado do quotidiano brasileiro, reúne em As Mentiras Que os Homens Contam um repertório divertido de histórias assim — tão indispensáveis que, de repente, se tornam até verdades. Depende de quem ouve. Depende de quem conta.
Nº Páginas: 200
Sinopse:
Quantas vezes você mente por dia? Calma, não precisa responder agora. Também não é sempre que você diz uma mentira, só de vez em quando. Na verdade, quando você mente, é porque precisa. Para proteger o outro — e, de preferência, a outra. Foi assim com a mãe, a namorada, a mulher, a sogra. Tudo pelo bom convívio social, pela harmonia dentro de casa, para uma noite mais agradável com os amigos. Você só mente, no fundo, para poupar as pessoas e, sobretudo, para o bem das mulheres. Luis Fernando Verissimo, este observador bem-humorado do quotidiano brasileiro, reúne em As Mentiras Que os Homens Contam um repertório divertido de histórias assim — tão indispensáveis que, de repente, se tornam até verdades. Depende de quem ouve. Depende de quem conta.
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