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Edição: Nov 2013
Nº Páginas: 360
Sinopse:
Duas mortes ocorrem simultaneamente em lugares junto ao mar - uma em São Miguel, nos Açores; outra em Finisterra, num promontório do litoral galego. O que a princípio parece ser um conjunto de coincidências infelizes acaba por ser um enredo que uma investigação policial sui generis desmonta como uma história de vingança e ressentimento.Em "As Duas Águas do Mar", Francisco José Viegas constrói uma narrativa emocionante, em que nos confrontamos com os caminhos da paixão, da melancolia e da morte.Os investigadores Jaime Ramos e Filipe Castanheira tentam encontrar respostas para solucionar dois casos semelhantes e atrozes: os assassinatos de Rui Pedro Martim da Luz e de Rita Calado Gomes. Um crime motivado por inveja e amizade; outro, em nome do amor e da doença da paixão, sempre cruel e desconcertante.Depois de uma busca que leva a investigação pelas estradas da Galiza e pelas falésias abandonadas dos Açores, tudo termina como numa cerimónia de redenção em nome de todos os amores prometidos e de todas as vidas por cumprir.Sobre este romance, que na época confirmou Francisco José Viegas como uma das vozes mais originais da moderna ficção portuguesa, escreveu o diário francês "Le Monde": "A sua meteorologia atormentada transforma-se numa metáfora do destino humano."
Nº Páginas: 360
Sinopse:
Duas mortes ocorrem simultaneamente em lugares junto ao mar - uma em São Miguel, nos Açores; outra em Finisterra, num promontório do litoral galego. O que a princípio parece ser um conjunto de coincidências infelizes acaba por ser um enredo que uma investigação policial sui generis desmonta como uma história de vingança e ressentimento.Em "As Duas Águas do Mar", Francisco José Viegas constrói uma narrativa emocionante, em que nos confrontamos com os caminhos da paixão, da melancolia e da morte.Os investigadores Jaime Ramos e Filipe Castanheira tentam encontrar respostas para solucionar dois casos semelhantes e atrozes: os assassinatos de Rui Pedro Martim da Luz e de Rita Calado Gomes. Um crime motivado por inveja e amizade; outro, em nome do amor e da doença da paixão, sempre cruel e desconcertante.Depois de uma busca que leva a investigação pelas estradas da Galiza e pelas falésias abandonadas dos Açores, tudo termina como numa cerimónia de redenção em nome de todos os amores prometidos e de todas as vidas por cumprir.Sobre este romance, que na época confirmou Francisco José Viegas como uma das vozes mais originais da moderna ficção portuguesa, escreveu o diário francês "Le Monde": "A sua meteorologia atormentada transforma-se numa metáfora do destino humano."
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Edição: Ago 2021
Nº Páginas: 416
Sinopse:
Artémis é a Deusa da Caça e a Deusa da Lua. Armada de arco e flechas, ou a segurar um archote que tudo ilumina, é uma mulher imune à paixão. Simboliza o espírito independente no feminino, não precisa de um homem para ser completa: ao contrário de Hera, a Deusa do Casamento e arquétipo da esposa. Atena, tal como o pai Zeus, é estratega por natureza, enquanto Afrodite, a Deusa do Amor, representa a amante apaixonada. E se todas elas são diferentes entre si, as sete deusas de que fala este livro coexistem em cada mulher. Jean Shinoda Bolen, psiquiatra junguiana e professora universitária, descobriu na mitologia grega uma ponte para melhor chegar ao coração das suas pacientes. Nas suas consultas, apercebeu-se de que as histórias que ouvia já tinham sido vividas pelas divindades. E compreendeu também que, ao invocar as deusas, conseguia mais facilmente passar a mensagem de que dentro de cada mulher existem forças poderosas e adormecidas. Uma mulher pode realizar-se como mãe, filha, cuidadora, artista, empreendedora ou guerreira. Mas como? No percurso das deusas as leitoras encontrarão um caminho para a sua verdade interior. "As Deusas em Cada Mulher" é uma das mais influentes obras da psicologia feminina escritas até hoje. Dá-nos a conhecer as divindades gregas, os seus traços de personalidade, rituais e relações. E mostra-nos como convocar a força das deusas que habitam em cada mulher.
Nº Páginas: 416
Sinopse:
Artémis é a Deusa da Caça e a Deusa da Lua. Armada de arco e flechas, ou a segurar um archote que tudo ilumina, é uma mulher imune à paixão. Simboliza o espírito independente no feminino, não precisa de um homem para ser completa: ao contrário de Hera, a Deusa do Casamento e arquétipo da esposa. Atena, tal como o pai Zeus, é estratega por natureza, enquanto Afrodite, a Deusa do Amor, representa a amante apaixonada. E se todas elas são diferentes entre si, as sete deusas de que fala este livro coexistem em cada mulher. Jean Shinoda Bolen, psiquiatra junguiana e professora universitária, descobriu na mitologia grega uma ponte para melhor chegar ao coração das suas pacientes. Nas suas consultas, apercebeu-se de que as histórias que ouvia já tinham sido vividas pelas divindades. E compreendeu também que, ao invocar as deusas, conseguia mais facilmente passar a mensagem de que dentro de cada mulher existem forças poderosas e adormecidas. Uma mulher pode realizar-se como mãe, filha, cuidadora, artista, empreendedora ou guerreira. Mas como? No percurso das deusas as leitoras encontrarão um caminho para a sua verdade interior. "As Deusas em Cada Mulher" é uma das mais influentes obras da psicologia feminina escritas até hoje. Dá-nos a conhecer as divindades gregas, os seus traços de personalidade, rituais e relações. E mostra-nos como convocar a força das deusas que habitam em cada mulher.
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Edição: Mai 2019
Nº Páginas: 224
Sinopse:
M. é uma criança habituada a ser usada e devolvida por famílias sucessivas como um produto que não satisfaz o cliente. Cresce numa instituição de acolhimento, onde vai descobrindo o poder da amizade e as armadilhas do desejo e da paixão. Esta é a sua história até chegar à idade adulta, atravessando um processo de invisibilidade, no qual a dor se confunde com a esperança de encontrar uma vida a que possa chamar sua. Ao seu lado existem outras crianças e ainda Conceição, a assistente social que escolhe amar M. incondicionalmente. "As Crianças Invisíveis" é um romance que alia um exercício literário ímpar com um profundo trabalho de investigação sobre abandono, maus-tratos e adopção. Construindo toda a narrativa de uma maneira muito original, sem identificar o sexo das crianças, e a partir do olhar delas, a escrita límpida, poderosa e cirúrgica de Patrícia Reis conduz-nos, neste romance avassalador, através dos sonhos, do medo e da intimidade de um conjunto de personagens que percorrem a infância e a adolescência sem pai, nem mãe, nem identidade
Nº Páginas: 224
Sinopse:
M. é uma criança habituada a ser usada e devolvida por famílias sucessivas como um produto que não satisfaz o cliente. Cresce numa instituição de acolhimento, onde vai descobrindo o poder da amizade e as armadilhas do desejo e da paixão. Esta é a sua história até chegar à idade adulta, atravessando um processo de invisibilidade, no qual a dor se confunde com a esperança de encontrar uma vida a que possa chamar sua. Ao seu lado existem outras crianças e ainda Conceição, a assistente social que escolhe amar M. incondicionalmente. "As Crianças Invisíveis" é um romance que alia um exercício literário ímpar com um profundo trabalho de investigação sobre abandono, maus-tratos e adopção. Construindo toda a narrativa de uma maneira muito original, sem identificar o sexo das crianças, e a partir do olhar delas, a escrita límpida, poderosa e cirúrgica de Patrícia Reis conduz-nos, neste romance avassalador, através dos sonhos, do medo e da intimidade de um conjunto de personagens que percorrem a infância e a adolescência sem pai, nem mãe, nem identidade
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Edição: Mai 2021
Nº Páginas: 384
Sinopse:
Chomsky e Waterstone mostram-nos o caminho para uma sociedade mais justa e sustentável. Um guia essencial sobre capitalismo, política e - como funciona o mundo. «A Covid-19 revelou falhas gritantes e brutalidades monstruosas no sistema capitalista atual. Representa tanto uma crise como uma oportunidade. Tudo depende das ações que as pessoas decidirem empreender.» Haverá uma alternativa ao capitalismo? Como é que a política molda o nosso mundo, as nossas vidas e as nossas perceções? Em que medida o senso comum será realmente orientado pelas necessidades e pelos interesses das classes dirigentes? E como podemos desafiar as estruturas capitalistas que ameaçam, hoje, toda a vida do planeta? As Consequências do Capitalismo expõe as relações profundas, geralmente ocultas, entre o senso comum neoliberal e o poder estrutural. Ao estabelecer estas relações, vemos como a hegemonia atual mantém os movimentos de justiça social divididos e marginalizados. E, ainda mais importante, vemos como podemos lutar para superar estas divisões.
Nº Páginas: 384
Sinopse:
Chomsky e Waterstone mostram-nos o caminho para uma sociedade mais justa e sustentável. Um guia essencial sobre capitalismo, política e - como funciona o mundo. «A Covid-19 revelou falhas gritantes e brutalidades monstruosas no sistema capitalista atual. Representa tanto uma crise como uma oportunidade. Tudo depende das ações que as pessoas decidirem empreender.» Haverá uma alternativa ao capitalismo? Como é que a política molda o nosso mundo, as nossas vidas e as nossas perceções? Em que medida o senso comum será realmente orientado pelas necessidades e pelos interesses das classes dirigentes? E como podemos desafiar as estruturas capitalistas que ameaçam, hoje, toda a vida do planeta? As Consequências do Capitalismo expõe as relações profundas, geralmente ocultas, entre o senso comum neoliberal e o poder estrutural. Ao estabelecer estas relações, vemos como a hegemonia atual mantém os movimentos de justiça social divididos e marginalizados. E, ainda mais importante, vemos como podemos lutar para superar estas divisões.
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Edição: Mai 2017
Nº Páginas: 208
Sinopse:
A sua escrita tem sido comparada à de um Poe do século XXI, à de Roberto Bolaño e à de Cortázar. Com estes partilha temas e, sobretudo, universos inquietantes, sombrios, em que o leitor perde rapidamente o pé e é arrastado para regiões malévolas, incontroláveis (da mente humana, do dia-a-dia) que o vão assombrar, insidiosamente, durante muito tempo. Certo é que Mariana Enríquez, que prepara já o seu próximo romance, cruza magistralmente a grande tradição latino-americana com uma voz muito própria, a sua: e que é feroz, visceral, feminista, política e humorística.
Nº Páginas: 208
Sinopse:
A sua escrita tem sido comparada à de um Poe do século XXI, à de Roberto Bolaño e à de Cortázar. Com estes partilha temas e, sobretudo, universos inquietantes, sombrios, em que o leitor perde rapidamente o pé e é arrastado para regiões malévolas, incontroláveis (da mente humana, do dia-a-dia) que o vão assombrar, insidiosamente, durante muito tempo. Certo é que Mariana Enríquez, que prepara já o seu próximo romance, cruza magistralmente a grande tradição latino-americana com uma voz muito própria, a sua: e que é feroz, visceral, feminista, política e humorística.
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Edição: Out 2018
Nº Páginas: 192
Sinopse:
"As Coisas da Alma" - agora profundamente revisto e reescrito com vista ao apuro definitivo da linguagem, uma das preocupações do autor, e aumentado com três novos contos que o complementam - apresenta ao leitor um estilo poético e singular, e um imaginário repleto de personagens sensíveis e violentamente humanas. Autor de referência deste género literário, os contos de João de Melo são invariavelmente poderosos retratos da condição humana, repletos de sentimentos, desejos, imaginação e mistério.
Nº Páginas: 192
Sinopse:
"As Coisas da Alma" - agora profundamente revisto e reescrito com vista ao apuro definitivo da linguagem, uma das preocupações do autor, e aumentado com três novos contos que o complementam - apresenta ao leitor um estilo poético e singular, e um imaginário repleto de personagens sensíveis e violentamente humanas. Autor de referência deste género literário, os contos de João de Melo são invariavelmente poderosos retratos da condição humana, repletos de sentimentos, desejos, imaginação e mistério.
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Edição: Jan 2024
Nº Páginas: 304
Sinopse:
Millicent Watts-Cohen tem uma missão, e quando prometeu à sua melhor amiga, uma idosa com quase cem anos, que a reuniria com a mulher por quem se apaixonou há quase oitenta anos, nunca imaginou que isso significaria viajar de Washington DC para Key West com três colheres de sopa dos restos mortais da Sra. Nash. Mas Millie está determinada a dar à amiga um "felizes para sempre" simbólico, antes que seja (realmente) tarde demais - e espera, também, assegurar-se, no processo, do poder duradouro do amor. Só não esperava ter um companheiro de viagem vivo. Quando uma falha no sistema informático cancela todos os voos, Millie é forçada a ir à boleia com Hollis Hollenbeck, um conhecido dos tempos de faculdade do seu ex. À medida que vão sendo confrontados com pousadas peculiares, festivais absurdos em cidades pequenas e um veado com um desejo de morte, Millie começa a suspeitar de que o seu relutante companheiro de viagem pode gostar mais da sua companhia do que deixa transparecer. E quanto mais perto chegam do seu destino, mais Millie tem de admitir que, afinal, talvez esta viagem não seja apenas sobre a história de amor da Sra. Nash - talvez seja também sobre a sua própria história de amor.
Nº Páginas: 304
Sinopse:
Millicent Watts-Cohen tem uma missão, e quando prometeu à sua melhor amiga, uma idosa com quase cem anos, que a reuniria com a mulher por quem se apaixonou há quase oitenta anos, nunca imaginou que isso significaria viajar de Washington DC para Key West com três colheres de sopa dos restos mortais da Sra. Nash. Mas Millie está determinada a dar à amiga um "felizes para sempre" simbólico, antes que seja (realmente) tarde demais - e espera, também, assegurar-se, no processo, do poder duradouro do amor. Só não esperava ter um companheiro de viagem vivo. Quando uma falha no sistema informático cancela todos os voos, Millie é forçada a ir à boleia com Hollis Hollenbeck, um conhecido dos tempos de faculdade do seu ex. À medida que vão sendo confrontados com pousadas peculiares, festivais absurdos em cidades pequenas e um veado com um desejo de morte, Millie começa a suspeitar de que o seu relutante companheiro de viagem pode gostar mais da sua companhia do que deixa transparecer. E quanto mais perto chegam do seu destino, mais Millie tem de admitir que, afinal, talvez esta viagem não seja apenas sobre a história de amor da Sra. Nash - talvez seja também sobre a sua própria história de amor.
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Edição: Out 2012
Nº Páginas: 576
Sinopse:
Perseguida pelos negros segredos que atormentam Christian Grey, Anastasia Steele separa-se dele, e começa uma carreira numa prestigiada editora de Seattle.Mas por mais que tente, Anastasia não o consegue esquecer - ele continua a dominar-lhe todos os pensamentos. E quando Christian lhe propõe reatarem a relação com um novo e diferente acordo, ela não consegue resistir. Aos poucos, uma a uma, começam a revelar-se as Cinquenta Sombras que torturam o seu autoritário e dominador amante. Enquanto Grey se debate com os seus demónios, e revela a Anastasia um lado inesperadamente romântico, ela vê-se obrigada a tomar a mais importante decisão da sua vida. Uma escolha que só ela pode fazer…
Nº Páginas: 576
Sinopse:
Perseguida pelos negros segredos que atormentam Christian Grey, Anastasia Steele separa-se dele, e começa uma carreira numa prestigiada editora de Seattle.Mas por mais que tente, Anastasia não o consegue esquecer - ele continua a dominar-lhe todos os pensamentos. E quando Christian lhe propõe reatarem a relação com um novo e diferente acordo, ela não consegue resistir. Aos poucos, uma a uma, começam a revelar-se as Cinquenta Sombras que torturam o seu autoritário e dominador amante. Enquanto Grey se debate com os seus demónios, e revela a Anastasia um lado inesperadamente romântico, ela vê-se obrigada a tomar a mais importante decisão da sua vida. Uma escolha que só ela pode fazer…
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Edição: Abr 2019
Nº Páginas: 496
Sinopse:
É impossível compreender um país sem pensar nas suas revoluções. Este livro vai mais longe e apresenta, pela primeira vez, uma história comparada das várias revoluções em Portugal, explicando as suas origens e consequências para compreendermos melhor a democracia portuguesa contemporânea. Foi 1383-1385 uma escaramuça entre nobres ou uma primeira manifestação das ambições políticas da burguesia, motivada pelo desenvolvimento económico da navegação? A revolta de 1640 impôs uma identidade nacional ou não passou de uma mudança dinástica desencadeada por uma aristocracia com medo de uma verdadeira revolução? As revoluções liberais de 1820 deram início à era democrática ou foram uma briga entre militares que desembocou num regime conservador manipulado por dois partidos elitistas? Foi a República de 1910 um reforçar da democracia ou uma derivação anticlerical e violenta que criou as condições para o aparecimento do Estado Novo? O 25 de Abril foi a tão esperada madrugada da Democracia ou um golpe militar motivado por razões de classe… e que pouco mudou as tendências ancestrais da sociedade portuguesa? Do século XIV ao século XX, a História de Portugal é uma sucessão de falsas partidas. A luta pelos direitos políticos acabou quase sempre manipulada por uma elite, garantindo a continuidade entre regimes económicos e políticos, mitigando a violência e fazendo de Portugal um oásis de pacifismo, mas também um país brando, apático e dos mais pobres da Europa.
Nº Páginas: 496
Sinopse:
É impossível compreender um país sem pensar nas suas revoluções. Este livro vai mais longe e apresenta, pela primeira vez, uma história comparada das várias revoluções em Portugal, explicando as suas origens e consequências para compreendermos melhor a democracia portuguesa contemporânea. Foi 1383-1385 uma escaramuça entre nobres ou uma primeira manifestação das ambições políticas da burguesia, motivada pelo desenvolvimento económico da navegação? A revolta de 1640 impôs uma identidade nacional ou não passou de uma mudança dinástica desencadeada por uma aristocracia com medo de uma verdadeira revolução? As revoluções liberais de 1820 deram início à era democrática ou foram uma briga entre militares que desembocou num regime conservador manipulado por dois partidos elitistas? Foi a República de 1910 um reforçar da democracia ou uma derivação anticlerical e violenta que criou as condições para o aparecimento do Estado Novo? O 25 de Abril foi a tão esperada madrugada da Democracia ou um golpe militar motivado por razões de classe… e que pouco mudou as tendências ancestrais da sociedade portuguesa? Do século XIV ao século XX, a História de Portugal é uma sucessão de falsas partidas. A luta pelos direitos políticos acabou quase sempre manipulada por uma elite, garantindo a continuidade entre regimes económicos e políticos, mitigando a violência e fazendo de Portugal um oásis de pacifismo, mas também um país brando, apático e dos mais pobres da Europa.
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Edição: Mar 2015
Nº Páginas: 176
Sinopse:
"As Cidades Invisíveis apresenta-se como uma série de relatos de viagem que Marco Polo faz a Kublai Kan, imperador dos tártaros. [...] A este imperador melancólico, que percebeu que o seu poder ilimitado conta pouco num mundo que caminha em direção à ruína, um viajante visionário fala de cidades impossíveis, por exemplo, uma cidade microscópica que se expande, se expande até que termina formada por muitas cidades concêntricas em expansão, uma cidade teia de aranha suspensa sobre um abismo, ou uma cidade bidimensional como Moriana. [...] Creio que o livro não evoca apenas uma ideia atemporal de cidade, mas que desenvolve, ora implícita ora explicitamente, uma discussão sobre a cidade moderna. [...] Penso ter escrito algo como um último poema de amor às cidades, quando é cada vez mais difícil vivê-las como cidades."Italo Calvino
Nº Páginas: 176
Sinopse:
"As Cidades Invisíveis apresenta-se como uma série de relatos de viagem que Marco Polo faz a Kublai Kan, imperador dos tártaros. [...] A este imperador melancólico, que percebeu que o seu poder ilimitado conta pouco num mundo que caminha em direção à ruína, um viajante visionário fala de cidades impossíveis, por exemplo, uma cidade microscópica que se expande, se expande até que termina formada por muitas cidades concêntricas em expansão, uma cidade teia de aranha suspensa sobre um abismo, ou uma cidade bidimensional como Moriana. [...] Creio que o livro não evoca apenas uma ideia atemporal de cidade, mas que desenvolve, ora implícita ora explicitamente, uma discussão sobre a cidade moderna. [...] Penso ter escrito algo como um último poema de amor às cidades, quando é cada vez mais difícil vivê-las como cidades."Italo Calvino
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Edição: Mar 2012
Nº Páginas: 360
Sinopse:
Aclamado como obra-prima aquando da sua publicação em Itália, "Às Cegas" é um romance de grande originalidade e intensidade poética. A sua forma inovadora - um caudal, uma torrente, um oceano de palavras que fluem livremente - serve na perfeição a narrativa de um louco sobre a sua viagem no tempo e no espaço, e que se polariza nas duas categorias antagónicas dos que fazem a revolução e dos seus perseguidores. Claudio Magris trabalha aqui também motivos recorrentes na sua obra: o das vidas afundadas - que é preciso "resgatar para a literatura"; ou o da figura de proa que, à imagem do Homem, tendo perdido o rumo, continua a desbravar os mares, às cegas, num ato único de esperança. "Às Cegas", de Claudio Magris é uma miríade de lugares, situações, símbolos, coincidências e reflexos, que atravessam continentes e séculos - e um retrato da falência da ideologia e do indivíduo à deriva.
Nº Páginas: 360
Sinopse:
Aclamado como obra-prima aquando da sua publicação em Itália, "Às Cegas" é um romance de grande originalidade e intensidade poética. A sua forma inovadora - um caudal, uma torrente, um oceano de palavras que fluem livremente - serve na perfeição a narrativa de um louco sobre a sua viagem no tempo e no espaço, e que se polariza nas duas categorias antagónicas dos que fazem a revolução e dos seus perseguidores. Claudio Magris trabalha aqui também motivos recorrentes na sua obra: o das vidas afundadas - que é preciso "resgatar para a literatura"; ou o da figura de proa que, à imagem do Homem, tendo perdido o rumo, continua a desbravar os mares, às cegas, num ato único de esperança. "Às Cegas", de Claudio Magris é uma miríade de lugares, situações, símbolos, coincidências e reflexos, que atravessam continentes e séculos - e um retrato da falência da ideologia e do indivíduo à deriva.
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Edição: Fev 2020
Nº Páginas: 336
Sinopse:
Poderá o amor iluminar os tempos mais sombrios? Pouco depois da queda do Muro de Berlim, em 1989, Miriam regressa a casa para cuidar do pai em estado terminal. Quando se apercebe dos números tatuados no pulso de Henryk, escondidos pela bracelete do relógio, Miriam descobre que o pai fora prisioneiro de Auschwitz. Como poderá esta parte da sua vida ter ficado escondida durante tantos anos? E quem é Frieda, por quem Henryk tanto chama? Ao procurar mais pistas sobre o passado da família, Miriam encontra entre os pertences da mãe um uniforme de uma prisioneira de Ravensbrück, um campo de concentração feminino na Alemanha. Escondidas nas bainhas do vestido estão dezenas de cartas de Frieda para Henryk, que, além dos seus relatos pessoais, narram a perturbadora história das "Coelhas", mulheres usadas como cobaias em experiências médicas. Intrigada por um passado que lhe foi ocultado e desesperada por fugir aos seus próprios demónios, Miriam decide descobrir a verdade sobre a sua família. Porém, ao reconstituir uma história de amor escondida durante décadas, depara-se com uma realidade de sofrimento e de perda. São as vozes das mulheres narradas nas cartas, a sua coragem e resiliência, que a inspiram a recuperar as rédeas da sua vida.
Nº Páginas: 336
Sinopse:
Poderá o amor iluminar os tempos mais sombrios? Pouco depois da queda do Muro de Berlim, em 1989, Miriam regressa a casa para cuidar do pai em estado terminal. Quando se apercebe dos números tatuados no pulso de Henryk, escondidos pela bracelete do relógio, Miriam descobre que o pai fora prisioneiro de Auschwitz. Como poderá esta parte da sua vida ter ficado escondida durante tantos anos? E quem é Frieda, por quem Henryk tanto chama? Ao procurar mais pistas sobre o passado da família, Miriam encontra entre os pertences da mãe um uniforme de uma prisioneira de Ravensbrück, um campo de concentração feminino na Alemanha. Escondidas nas bainhas do vestido estão dezenas de cartas de Frieda para Henryk, que, além dos seus relatos pessoais, narram a perturbadora história das "Coelhas", mulheres usadas como cobaias em experiências médicas. Intrigada por um passado que lhe foi ocultado e desesperada por fugir aos seus próprios demónios, Miriam decide descobrir a verdade sobre a sua família. Porém, ao reconstituir uma história de amor escondida durante décadas, depara-se com uma realidade de sofrimento e de perda. São as vozes das mulheres narradas nas cartas, a sua coragem e resiliência, que a inspiram a recuperar as rédeas da sua vida.
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Edição: Set 2018
Nº Páginas: 344
Sinopse:
Nasce-se na máfia ou casa-se com a máfia. A lealdade é absoluta, o derramamento de sangue é reverenciado, e mata-se ou morre-se sem se trair a família. A máfia calabresa, conhecida como ‘Ndrangheta, é uma das organizações criminosas mais ricas e cruéis do mundo, com ramificações que se estendem à América e à Austrália. Controla 70% do tráfico de cocaína e heroína na Europa, gere redes de extorsão, distribui armas ilegais e rouba fundos do Estado italiano e da União Europeia. O seu poder assenta num código de silêncio, aplicado por uma hierarquia familiar claustrofóbica e por um sexismo assassino. Quem governa são os rapazes e os homens. As raparigas são usadas em casamentos para fortalecer alianças. Os espancamentos são a rotina. Uma mulher que seja "infiel", mesmo que a um marido morto, pode ser morta pelo filho, irmão ou pai, para lavar a honra da família. Quando Lea Garofalo desaparece, em 2009, depois de testemunhar contra o marido mafioso, a procuradora Alessandra Cerreti dá-se conta de que a intolerância da ‘Ndrangheta pode ser a sua maior fraqueza. E de que a chave para derrubar este império criminoso reside na libertação das suas mulheres. Na luta pela sobrevivência, nem todos sairão ilesos.
Nº Páginas: 344
Sinopse:
Nasce-se na máfia ou casa-se com a máfia. A lealdade é absoluta, o derramamento de sangue é reverenciado, e mata-se ou morre-se sem se trair a família. A máfia calabresa, conhecida como ‘Ndrangheta, é uma das organizações criminosas mais ricas e cruéis do mundo, com ramificações que se estendem à América e à Austrália. Controla 70% do tráfico de cocaína e heroína na Europa, gere redes de extorsão, distribui armas ilegais e rouba fundos do Estado italiano e da União Europeia. O seu poder assenta num código de silêncio, aplicado por uma hierarquia familiar claustrofóbica e por um sexismo assassino. Quem governa são os rapazes e os homens. As raparigas são usadas em casamentos para fortalecer alianças. Os espancamentos são a rotina. Uma mulher que seja "infiel", mesmo que a um marido morto, pode ser morta pelo filho, irmão ou pai, para lavar a honra da família. Quando Lea Garofalo desaparece, em 2009, depois de testemunhar contra o marido mafioso, a procuradora Alessandra Cerreti dá-se conta de que a intolerância da ‘Ndrangheta pode ser a sua maior fraqueza. E de que a chave para derrubar este império criminoso reside na libertação das suas mulheres. Na luta pela sobrevivência, nem todos sairão ilesos.
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Edição: Dez 2007
Nº Páginas: 896
Sinopse:
"As Benevolentes" é uma epopeia de um ser arrastado pelo seu próprio percurso e pela História. "As Benevolentes" são as memórias de Maximilien Aue, um ex-oficial nazi, alemão de origens francesas que participa em momentos sombrios da recente história mundial: a execução dos judeus, as batalhas na frente de Estalinegrado, a organização dos campos de concentração, até a derrocada final da Alemanha. Uma confissão sem arrependimento das desumanidades cometidas durante a Segunda Guerra Mundial, que provoca uma reflexão original e desafiadora das razões que levam o homem a cometer o mal. Este romance vai buscar o título à mitologia grega - as Erínias, deusas perseguidoras, vingadoras e secretas, também conhecidas por Eumênides ou Benevolentes.
Nº Páginas: 896
Sinopse:
"As Benevolentes" é uma epopeia de um ser arrastado pelo seu próprio percurso e pela História. "As Benevolentes" são as memórias de Maximilien Aue, um ex-oficial nazi, alemão de origens francesas que participa em momentos sombrios da recente história mundial: a execução dos judeus, as batalhas na frente de Estalinegrado, a organização dos campos de concentração, até a derrocada final da Alemanha. Uma confissão sem arrependimento das desumanidades cometidas durante a Segunda Guerra Mundial, que provoca uma reflexão original e desafiadora das razões que levam o homem a cometer o mal. Este romance vai buscar o título à mitologia grega - as Erínias, deusas perseguidoras, vingadoras e secretas, também conhecidas por Eumênides ou Benevolentes.
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Edição: Jul 2014
Nº Páginas: 200
Sinopse:
"Mas qual o segredo das muitas vitórias militares dos Portugueses? A inferioridade numérica era frequente e as condições do terreno jogavam muitas vezes contra eles. Uma vontade de ferro unia estes homens. Uma vontade que os fazia avançar mesmo quando a razão os mandava para a retaguarda. Uma vontade conduzida por líderes experientes, ferozes e temidos pelo inimigo." São Mamede | Ourique | Aljubarrota | Ceuta | Diu | Goa | Alcácer Quibir | Alcântara | Montes Claros | Buçaco | Porto | Incursões Monárquicas | La Lys | Tridente
Nº Páginas: 200
Sinopse:
"Mas qual o segredo das muitas vitórias militares dos Portugueses? A inferioridade numérica era frequente e as condições do terreno jogavam muitas vezes contra eles. Uma vontade de ferro unia estes homens. Uma vontade que os fazia avançar mesmo quando a razão os mandava para a retaguarda. Uma vontade conduzida por líderes experientes, ferozes e temidos pelo inimigo." São Mamede | Ourique | Aljubarrota | Ceuta | Diu | Goa | Alcácer Quibir | Alcântara | Montes Claros | Buçaco | Porto | Incursões Monárquicas | La Lys | Tridente
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Edição: Jan 2020
Nº Páginas: 184
Sinopse:
Um homem vagueia pelas noites insones, revisitando o passado e a culpa que lhe vai consumindo os dias. A mulher trocou-o por outro e levou consigo a sua única filha, ainda pequena. Na semana de férias em que finalmente pode estar com ela, sofrem um acidente de viação que resulta na morte da filha. A culpa e o passado cruzam-se neste romance feito de gente que vive no escuro, como o taxista que várias vezes apanha este pai e o transporta pela cidade silenciosa, e os dois companheiros com quem desde a morte da filha partilha o espaço. Vencedor do Prémio Revelação Agustina Bessa-Luís 2015, Ricardo Fonseca Mota regressa à ficção com "As aves não têm céu," um romance lírico que vem dar voz às sombras que se escondem nos recantos mais obscuros da alma humana.
Nº Páginas: 184
Sinopse:
Um homem vagueia pelas noites insones, revisitando o passado e a culpa que lhe vai consumindo os dias. A mulher trocou-o por outro e levou consigo a sua única filha, ainda pequena. Na semana de férias em que finalmente pode estar com ela, sofrem um acidente de viação que resulta na morte da filha. A culpa e o passado cruzam-se neste romance feito de gente que vive no escuro, como o taxista que várias vezes apanha este pai e o transporta pela cidade silenciosa, e os dois companheiros com quem desde a morte da filha partilha o espaço. Vencedor do Prémio Revelação Agustina Bessa-Luís 2015, Ricardo Fonseca Mota regressa à ficção com "As aves não têm céu," um romance lírico que vem dar voz às sombras que se escondem nos recantos mais obscuros da alma humana.
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Edição: Abr 2017
Nº Páginas: 272
Sinopse:
A maioria das aventuras descritas neste livro aconteceu realmente. Huck Finn é baseado na vida real. Tom Sawyer também, mas não num indivíduo — é uma combinação das características de três rapazes que conheci, e portanto pertence à ordem compósita da arquitectura. Inocência e infância em estado puro. Rapaz traquinas, Tom Sawyer adora meter-se em problemas. com o seu grupo de amigos, e pelos belos olhos da pequena Becky, ele inventa mil e uma tropelias, que o levam a outras tantas aventuras, por vezes perigosas, mas sempre divertidas.
Nº Páginas: 272
Sinopse:
A maioria das aventuras descritas neste livro aconteceu realmente. Huck Finn é baseado na vida real. Tom Sawyer também, mas não num indivíduo — é uma combinação das características de três rapazes que conheci, e portanto pertence à ordem compósita da arquitectura. Inocência e infância em estado puro. Rapaz traquinas, Tom Sawyer adora meter-se em problemas. com o seu grupo de amigos, e pelos belos olhos da pequena Becky, ele inventa mil e uma tropelias, que o levam a outras tantas aventuras, por vezes perigosas, mas sempre divertidas.
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Edição: Jul 2018
Nº Páginas: 408
Sinopse:
Nos tempos escuros do reinado de Henrique II, no século XII, abate-se sobre as populações do condado de Nottingham a violência e a arbitrariedade de um xerife despótico. Robin dos Bosques encabeça uma revolta de camponeses que vivem refugiados na floresta de Sherwood e que levam a cabo uma luta pela justiça e pela redistribuição das riquezas a favor dos mais pobres. No reinado de Ricardo Coração de Leão, Robin e o seu grupo são finalmente perdoados pelo rei e renunciam à vida marginal que levavam. Acompanham Robin, nestas aventuras, as famosas personagens de João Pequeno, Will Escarlate, Frei Tuck, Allan de Dale e outras, cuja audácia e alegria fizeram as delícias de todo o mundo leitor. É um dos livros mais adaptados da história do cinema.
Nº Páginas: 408
Sinopse:
Nos tempos escuros do reinado de Henrique II, no século XII, abate-se sobre as populações do condado de Nottingham a violência e a arbitrariedade de um xerife despótico. Robin dos Bosques encabeça uma revolta de camponeses que vivem refugiados na floresta de Sherwood e que levam a cabo uma luta pela justiça e pela redistribuição das riquezas a favor dos mais pobres. No reinado de Ricardo Coração de Leão, Robin e o seu grupo são finalmente perdoados pelo rei e renunciam à vida marginal que levavam. Acompanham Robin, nestas aventuras, as famosas personagens de João Pequeno, Will Escarlate, Frei Tuck, Allan de Dale e outras, cuja audácia e alegria fizeram as delícias de todo o mundo leitor. É um dos livros mais adaptados da história do cinema.
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Edição: Abr 2014
Nº Páginas: 112
Sinopse:
Escrito em 1972, numa época em que Angola vivia ainda sob o jugo colonial, esta é a história de um jovem guerrilheiro do MPLA de caráter determinado e reto, que se faz homem aprendendo a pensar pela própria cabeça. Uma história pungente e terna que não deixará nenhum leitor indiferente.
Nº Páginas: 112
Sinopse:
Escrito em 1972, numa época em que Angola vivia ainda sob o jugo colonial, esta é a história de um jovem guerrilheiro do MPLA de caráter determinado e reto, que se faz homem aprendendo a pensar pela própria cabeça. Uma história pungente e terna que não deixará nenhum leitor indiferente.
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Edição: Out 2013
Nº Páginas: 176
Sinopse:
João Sem Medo habita na aldeia Chora-Que Logo-Bebes, cujos habitantes vivem presos à tradição de que tanto se orgulham: chorar de manhã à noite. Um dia, o nosso herói decide saltar o Muro que protege a aldeia da Floresta Branca, local onde "os homens, perdidos dos enigmas da infância, haviam estalado uma espécie de Parque de Reserva de Entes Fantásticos". Tem assim início uma viagem surpreendente, na qual João Sem Medo se irá cruzar com bichas de sete cabeças, gigantes de cinco braços, fadas, bruxas, animais que falam, e ainda com o mítico Príncipe das Orelhas de Burro. História fantástica que recorre ao imaginário mágico, por vezes de inspiração surrealista, este romance de José Gomes Ferreira é um prodígio de efabulação e engenho narrativo. Uma obra intemporal que continua a arrebatar tanto adolescentes como adultos.
Nº Páginas: 176
Sinopse:
João Sem Medo habita na aldeia Chora-Que Logo-Bebes, cujos habitantes vivem presos à tradição de que tanto se orgulham: chorar de manhã à noite. Um dia, o nosso herói decide saltar o Muro que protege a aldeia da Floresta Branca, local onde "os homens, perdidos dos enigmas da infância, haviam estalado uma espécie de Parque de Reserva de Entes Fantásticos". Tem assim início uma viagem surpreendente, na qual João Sem Medo se irá cruzar com bichas de sete cabeças, gigantes de cinco braços, fadas, bruxas, animais que falam, e ainda com o mítico Príncipe das Orelhas de Burro. História fantástica que recorre ao imaginário mágico, por vezes de inspiração surrealista, este romance de José Gomes Ferreira é um prodígio de efabulação e engenho narrativo. Uma obra intemporal que continua a arrebatar tanto adolescentes como adultos.
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Edição: Jul 2017
Nº Páginas: 312
Sinopse:
Esta é a obra-prima de Mark Twain, o grande escritor americano. Huckleberry Finn ultrapassa os limites da literatura e é agora um mito, um mito comparável a Ulisses, Fausto, Quixote, Dom Juan, Hamlet, segundo T. S. Eliot. Sozinho, fundou a literatura de um país. É Hemingway a dizê-lo, e acrescenta: é "uma inovação, uma nova descoberta da língua inglesa". É a história de um rapaz e de um rio. De viagens e aventuras. De perseguições e amizade. Mark Twain, com um aprumado sentido do cómico e uma fina ironia, guia-nos numa história eterna, contando as sortes e os azares do jovem Huckleberry e do escravo Jim, dois amigos fugindo da civilização. Numa prosa ágil, precisa e inovadora, aborda-se o racismo, a violência, a liberdade. Huckleberry Finn é, por isso, um livro actual. ESTA EDIÇÃO INCLUI: Nota introdutória - Lista de personagens - Considerações de T. S. Eliot, Norman Mailer e Ernest Hemingway
Nº Páginas: 312
Sinopse:
Esta é a obra-prima de Mark Twain, o grande escritor americano. Huckleberry Finn ultrapassa os limites da literatura e é agora um mito, um mito comparável a Ulisses, Fausto, Quixote, Dom Juan, Hamlet, segundo T. S. Eliot. Sozinho, fundou a literatura de um país. É Hemingway a dizê-lo, e acrescenta: é "uma inovação, uma nova descoberta da língua inglesa". É a história de um rapaz e de um rio. De viagens e aventuras. De perseguições e amizade. Mark Twain, com um aprumado sentido do cómico e uma fina ironia, guia-nos numa história eterna, contando as sortes e os azares do jovem Huckleberry e do escravo Jim, dois amigos fugindo da civilização. Numa prosa ágil, precisa e inovadora, aborda-se o racismo, a violência, a liberdade. Huckleberry Finn é, por isso, um livro actual. ESTA EDIÇÃO INCLUI: Nota introdutória - Lista de personagens - Considerações de T. S. Eliot, Norman Mailer e Ernest Hemingway
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Edição: Nov 2014
Nº Páginas: 104
Sinopse:
Numa pequena aldeia ao lado da floresta de Fontainebleu, em plena Ocupação alemã, juntam-se ao fim de semana alguns personagens inquietantes. Entre eles, o pai do narrador. Quem é esse pai? Um traficante? Um judeu acossado? Que faz ele no meio de tal gente? Até ao fim, o narrador perseguirá, com ternura, esse pai fantasmático.
Nº Páginas: 104
Sinopse:
Numa pequena aldeia ao lado da floresta de Fontainebleu, em plena Ocupação alemã, juntam-se ao fim de semana alguns personagens inquietantes. Entre eles, o pai do narrador. Quem é esse pai? Um traficante? Um judeu acossado? Que faz ele no meio de tal gente? Até ao fim, o narrador perseguirá, com ternura, esse pai fantasmático.
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Edição: Jul 2019
Nº Páginas: 152
Sinopse:
Uma mulher que aceita ir a um funeral representar o papel de mãe do falecido. Um homem perdido entre a realidade e o que vê através de uma bola de cristal. Um saxofonista brilhante a tentar descobrir se consegue viver sem que a sua própria música o consuma. Julio Cortázar, que encontrava nos contos um dos mais perfeitos veículos para a sua prodigiosa imaginação, juntou em Armas Secretas algumas das suas mais importantes criações narrativas. Volume que inclui, entre outros, os célebres contos "As Babas do Diabo", adaptado ao cinema por Michelangelo Antonioni no filme "Blow-up - História de um Fotógrafo", e "O Perseguidor", sobre os derradeiros dias de vida do músico Charlie Parker, que o próprio autor considerou ser um dos momentos de definição da sua carreira.
Nº Páginas: 152
Sinopse:
Uma mulher que aceita ir a um funeral representar o papel de mãe do falecido. Um homem perdido entre a realidade e o que vê através de uma bola de cristal. Um saxofonista brilhante a tentar descobrir se consegue viver sem que a sua própria música o consuma. Julio Cortázar, que encontrava nos contos um dos mais perfeitos veículos para a sua prodigiosa imaginação, juntou em Armas Secretas algumas das suas mais importantes criações narrativas. Volume que inclui, entre outros, os célebres contos "As Babas do Diabo", adaptado ao cinema por Michelangelo Antonioni no filme "Blow-up - História de um Fotógrafo", e "O Perseguidor", sobre os derradeiros dias de vida do músico Charlie Parker, que o próprio autor considerou ser um dos momentos de definição da sua carreira.
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Edição: Mar 2013
Nº Páginas: 580
Sinopse:
Conheci de experiência direta - de a escrever, de a fazer, de a imprimir, de a distribuir - a imprensa clandestina radical. O impulso de revolta, os riscos da ilegalidade, a vida escondida, as tensões subjetivas, morais e éticas desses anos, a política no sentido mais lato de ação cívica pelo bem comum têm a ver com dilemas que sempre estiveram associados à ação e ao pensamento. Isso fica sempre. […] O meu gosto pessoal por aquilo que no passado era conhecido como "erudição" levou-me a complicar o meu trabalho, até ao limite da incompletude e do erro. […]. Mas tal é útil para as bibliotecas, os centros de investigação, os arquivos, que pretendem salvar todo este material, muitas vezes raríssimo, e quase sempre perecível. Uma das minhas intenções foi ajudar essa conservação, fornecendo um inventário que permita aferir coleções, e circunscrever as faltas. […]. Neste trabalho são citadas (e foram lidas, com frequência duas ou três vezes) integralmente milhares de publicações, não só as coleções de periódicos, mas também panfletos, brochuras, livros, manuscritos associados com a imprensa radical, para além de uma extensa bibliografia nacional e internacional. E, claro, os processos da PIDE, matéria que exige um peculiar cuidado na interpretação e na utilização dos seus dados. […] Tenho consciência de que a história da imprensa clandestina esquerdista e radical nos últimos quinze anos da ditadura começa aqui, mas não acabará aqui. É o que se pretende.(Da Nota Prévia)
Nº Páginas: 580
Sinopse:
Conheci de experiência direta - de a escrever, de a fazer, de a imprimir, de a distribuir - a imprensa clandestina radical. O impulso de revolta, os riscos da ilegalidade, a vida escondida, as tensões subjetivas, morais e éticas desses anos, a política no sentido mais lato de ação cívica pelo bem comum têm a ver com dilemas que sempre estiveram associados à ação e ao pensamento. Isso fica sempre. […] O meu gosto pessoal por aquilo que no passado era conhecido como "erudição" levou-me a complicar o meu trabalho, até ao limite da incompletude e do erro. […]. Mas tal é útil para as bibliotecas, os centros de investigação, os arquivos, que pretendem salvar todo este material, muitas vezes raríssimo, e quase sempre perecível. Uma das minhas intenções foi ajudar essa conservação, fornecendo um inventário que permita aferir coleções, e circunscrever as faltas. […]. Neste trabalho são citadas (e foram lidas, com frequência duas ou três vezes) integralmente milhares de publicações, não só as coleções de periódicos, mas também panfletos, brochuras, livros, manuscritos associados com a imprensa radical, para além de uma extensa bibliografia nacional e internacional. E, claro, os processos da PIDE, matéria que exige um peculiar cuidado na interpretação e na utilização dos seus dados. […] Tenho consciência de que a história da imprensa clandestina esquerdista e radical nos últimos quinze anos da ditadura começa aqui, mas não acabará aqui. É o que se pretende.(Da Nota Prévia)
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Edição: Out 2015
Nº Páginas: 408
Sinopse:
Mulheres de Cinza é o primeiro livro de uma trilogia sobre os derradeiros dias do chamado Estado de Gaza, o segundo maior império em África dirigido por um africano. Ngungunyane (ou Gungunhane, como ficou conhecido pelos portugueses) foi o último de uma série de imperadores que governou metade do território de Moçambique. Derrotado em 1895 pelas forças portuguesas comandadas por Mouzinho de Albuquerque, Ngungunyane foi deportado para os Açores onde veio a morrer em 1906. Os seus restos mortais terão sido trasladados para Moçambique em 1985.Existem, no entanto, versões que sugerem que não foram as ossadas do imperador que voltaram dentro da urna. Foram torrões de areia. Do grande adversário de Portugal restam areias recolhidas em solo português.Esta narrativa é uma recreação ficcional inspirada em factos e personagens reais.Serviram de fonte de informação uma extensa documentação produzida em Moçambique e em Portugal e, mais importante ainda, diversas entrevistas efectuadas em Maputo e Inhambane.
Nº Páginas: 408
Sinopse:
Mulheres de Cinza é o primeiro livro de uma trilogia sobre os derradeiros dias do chamado Estado de Gaza, o segundo maior império em África dirigido por um africano. Ngungunyane (ou Gungunhane, como ficou conhecido pelos portugueses) foi o último de uma série de imperadores que governou metade do território de Moçambique. Derrotado em 1895 pelas forças portuguesas comandadas por Mouzinho de Albuquerque, Ngungunyane foi deportado para os Açores onde veio a morrer em 1906. Os seus restos mortais terão sido trasladados para Moçambique em 1985.Existem, no entanto, versões que sugerem que não foram as ossadas do imperador que voltaram dentro da urna. Foram torrões de areia. Do grande adversário de Portugal restam areias recolhidas em solo português.Esta narrativa é uma recreação ficcional inspirada em factos e personagens reais.Serviram de fonte de informação uma extensa documentação produzida em Moçambique e em Portugal e, mais importante ainda, diversas entrevistas efectuadas em Maputo e Inhambane.
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Edição: Mai 2012
Nº Páginas: 256
Sinopse:
No âmbito dos estudos etnográficos de Aquilino Ribeiro sobre o Interior português, republica-se agora "Arcas Encoiradas". "Ainda no quintalejo da planície, mormente na casa há mocinha louçã, ver-se-á luzir a de Alexandria, a dália, o crisântemo bastardo, o nome de despedidas do verão; na horta ser além da couve galega, do cebolinho, dos colondros quando muito medram a alosna, o aipo, a arruda, o alecrim, a alfazema, que entram no condimento das mezinhas com que é vezo seu ou era da sua medicar-se. Mas se a árvore de fruto está na do meio da leira porque a sombra prejudica ao cultivo, com razão dobrada não entra ali planta viva apenas para mimo dos olhos. Ama a terra amor entranhadamente egoísta e a ferocidade lobo insatisfeito. Não lhe toquem no talhadoiro águas; cuidado, a charrua do vizinho não desvie o marco um centímetro para a banda; que a cabra pobre não lhe roa as duas fêveras que se inclinam para o baldio; sem licença não pisem o que é e paga boa décima ao "cães da Fazenda"!"
Nº Páginas: 256
Sinopse:
No âmbito dos estudos etnográficos de Aquilino Ribeiro sobre o Interior português, republica-se agora "Arcas Encoiradas". "Ainda no quintalejo da planície, mormente na casa há mocinha louçã, ver-se-á luzir a de Alexandria, a dália, o crisântemo bastardo, o nome de despedidas do verão; na horta ser além da couve galega, do cebolinho, dos colondros quando muito medram a alosna, o aipo, a arruda, o alecrim, a alfazema, que entram no condimento das mezinhas com que é vezo seu ou era da sua medicar-se. Mas se a árvore de fruto está na do meio da leira porque a sombra prejudica ao cultivo, com razão dobrada não entra ali planta viva apenas para mimo dos olhos. Ama a terra amor entranhadamente egoísta e a ferocidade lobo insatisfeito. Não lhe toquem no talhadoiro águas; cuidado, a charrua do vizinho não desvie o marco um centímetro para a banda; que a cabra pobre não lhe roa as duas fêveras que se inclinam para o baldio; sem licença não pisem o que é e paga boa décima ao "cães da Fazenda"!"
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Edição: Abr 2013
Nº Páginas: 168
Sinopse:
São Cadernos espelhados uns nos outros, de algum modo autónomos, embora estejam interligados. Vêm de vários tempos, circunstâncias e lugares (como já acontecia em "CADERNOS I - Os guarda-chuvas cintilantes"), podem encaixar-se como matrioscas ou fugir em todas as direcções como fagulhas. Formarão, eventualmente, no fim, uma constelação? Não tenho nenhuma certeza. Até porque nunca os poderei dar por terminados, serão sempre um contínuo interrompido, folhas de papel à solta, voando ao sabor do vento, que não me obedecem nem se deixam prender por mim. Pedaços de mundo em que tropeço como se tropeçasse em pedras, que não têm outro sentido para além de existirem, puro acontecer, em estado bruto.
Nº Páginas: 168
Sinopse:
São Cadernos espelhados uns nos outros, de algum modo autónomos, embora estejam interligados. Vêm de vários tempos, circunstâncias e lugares (como já acontecia em "CADERNOS I - Os guarda-chuvas cintilantes"), podem encaixar-se como matrioscas ou fugir em todas as direcções como fagulhas. Formarão, eventualmente, no fim, uma constelação? Não tenho nenhuma certeza. Até porque nunca os poderei dar por terminados, serão sempre um contínuo interrompido, folhas de papel à solta, voando ao sabor do vento, que não me obedecem nem se deixam prender por mim. Pedaços de mundo em que tropeço como se tropeçasse em pedras, que não têm outro sentido para além de existirem, puro acontecer, em estado bruto.
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Edição: Out 2020
Nº Páginas: 364
Sinopse:
Miguel Esteves Cardoso publicou mais de 13 mil crónicas. Estas são algumas daquelas que mais vezes foram fotocopiadas e coladas em cadernos ou roupeiros, as que motivaram mais telefonemas, discussões, namoros e até casamentos, as que vezes sem conta foram enviadas por e-mail e partilhadas nas redes sociais, por nos terem feito rir ou chorar - por, ao lê-las, termos sentido, como só MEC nos faz sentir, que "é mesmo isto". Há quatro décadas que MEC escreve sobre ele e sobre todos nós, sobre o que Portugal é ou poderia ser, pondo no papel tanto o que nunca nos passaria pela cabeça, como aquilo que sentimos mas seríamos incapazes de expressar tão bem quanto ele, o nosso melhor cronista e aquele que foi o primeiro influenciador do país, antes mesmo de se falar em influenciadores.
Nº Páginas: 364
Sinopse:
Miguel Esteves Cardoso publicou mais de 13 mil crónicas. Estas são algumas daquelas que mais vezes foram fotocopiadas e coladas em cadernos ou roupeiros, as que motivaram mais telefonemas, discussões, namoros e até casamentos, as que vezes sem conta foram enviadas por e-mail e partilhadas nas redes sociais, por nos terem feito rir ou chorar - por, ao lê-las, termos sentido, como só MEC nos faz sentir, que "é mesmo isto". Há quatro décadas que MEC escreve sobre ele e sobre todos nós, sobre o que Portugal é ou poderia ser, pondo no papel tanto o que nunca nos passaria pela cabeça, como aquilo que sentimos mas seríamos incapazes de expressar tão bem quanto ele, o nosso melhor cronista e aquele que foi o primeiro influenciador do país, antes mesmo de se falar em influenciadores.
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Edição: Nov 2016
Nº Páginas: 304
Sinopse:
Em As 10 Questões do Colapso, o Prof. João César das Neves ajuda-nos a enfrentar o que aí vem, respondendo às seguintes perguntas: O colapso é inevitável? O mundo vive uma mudança de época? Porque temos taxas de juro negativas? Porque se agrava a desigualdade? O extremismo vai vencer? O que se passa no orçamento? Porque está a banca assim? Porque não cresce a economia? Que vai acontecer? Que devemos fazer?
Nº Páginas: 304
Sinopse:
Em As 10 Questões do Colapso, o Prof. João César das Neves ajuda-nos a enfrentar o que aí vem, respondendo às seguintes perguntas: O colapso é inevitável? O mundo vive uma mudança de época? Porque temos taxas de juro negativas? Porque se agrava a desigualdade? O extremismo vai vencer? O que se passa no orçamento? Porque está a banca assim? Porque não cresce a economia? Que vai acontecer? Que devemos fazer?
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Edição: Abr 2004
Nº Páginas: 248
Sinopse:
"Árvore sem Voz", o novo livro de Daniel Sampaio, reúne um conjunto de crónicas e uma peça de teatro, a versão teatral de "Vagabundos de Nós". As crónicas foram publicadas na revista XIS, do jornal Público, entre Abril de 2003 e Julho de 2004. Abordam diversos temas, mas no seu todo traduzem as preocupações do Autor sobre os jovens, a escola e a família. Apesar de diferentes, centram-se na comunicação entre pais, filhos, professores, alunos. Daniel Sampaio recorre a pequenos episódios para demonstrar a importância da ligação entre gerações e para salientar, uma vez mais, como esse vínculo é a influência mais determinante para o futuro dos mais novos. Tudo se processa, afinal, a partir da comunicação familiar. E tal como uma árvore se pode considerar sem voz quando os seus ramos crescem desordenados, também uma família pode não sobreviver se perpetuar o silêncio que a invadiu.
Nº Páginas: 248
Sinopse:
"Árvore sem Voz", o novo livro de Daniel Sampaio, reúne um conjunto de crónicas e uma peça de teatro, a versão teatral de "Vagabundos de Nós". As crónicas foram publicadas na revista XIS, do jornal Público, entre Abril de 2003 e Julho de 2004. Abordam diversos temas, mas no seu todo traduzem as preocupações do Autor sobre os jovens, a escola e a família. Apesar de diferentes, centram-se na comunicação entre pais, filhos, professores, alunos. Daniel Sampaio recorre a pequenos episódios para demonstrar a importância da ligação entre gerações e para salientar, uma vez mais, como esse vínculo é a influência mais determinante para o futuro dos mais novos. Tudo se processa, afinal, a partir da comunicação familiar. E tal como uma árvore se pode considerar sem voz quando os seus ramos crescem desordenados, também uma família pode não sobreviver se perpetuar o silêncio que a invadiu.
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