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Edição: Abr 2022
Nº Páginas: 632
Sinopse: «Os interessados em história da arquitetura, profissionais ou amadores, alunos ou professores, não possuíam à sua disposição uma síntese substancial apta a ser consultada para a recolha de informação essencial e até para conhecer problemáticas pendentes neste domínio.
Edição: Mar 2022
Nº Páginas: 352
Sinopse: Era uma vez um jovem empresário português que estava à beira da falência. Decidiu sentar-se diante da sua máquina de escrever a fim de engendrar um crime impossível. Às 23h30 finalizou as quatro páginas do documento que faria dele, no prazo de um ano, o homem mais rico de Portugal. Tinha, então, 28 anos de idade. UM DOS EPISÓDIOS MAIS ROCAMBOLESCOS E EXTRAORDINÁRIOS DE SEMPRE DA HISTÓRIA DE PORTUGAL Em novembro de 1924, Artur Virgílio Alves Reis, ou Alves dos Reis, como era mais conhecido, provocou o maior crime financeiro da História de Portugal. Sem recursos, exceto ousadia e audácia, adquiriu o poder de imprimir o dinheiro do seu país.
Edição: Mar 2022
Nº Páginas: 128
Sinopse: Cem anos depois da sua fundação, para onde caminha o PCP? Mais de um século após a Revolução Russa, qual o futuro do ideal comunista? Após um século de barbárie e esperança, de luta e derrota, será que o amanhã voltará a cantar? Domingos Lopes, comunista que abandonou o partido ao fim de 40 anos, espírito lúcido e combativo, analisa o percurso e o funcionamento pouco democrático do PCP, o último grande partido marxista-leninista da Europa. E fá-lo com conhecimento de causa, depois de décadas como dirigente do partido, conhecendo-o por dentro como poucos. Numa prosa incisiva e clara, percorre os grandes acontecimentos do movimento comunista internacional, as intervenções da União Soviética, a repressão, os privilégios dos funcionários. E fala de como o PCP viu tudo isso, olhando para o lado, e da ação de Álvaro Cunhal, cuja sombra ainda paira sobre partido, impedindo-o de avançar. Este é um texto de combate por um comunismo do futuro.
Edição: Dez 2021
Nº Páginas: 416
Sinopse: Uma narrativa arrebatadora do percurso da Europa Ocidental na sequência do colapso do Império Romano, produzindo ideias, livros, edifícios, obras de arte, gerando os grandes criadores e personagens marcantes da civilização europeia e, por
Edição: Out 2021
Nº Páginas: 176
Sinopse: Autos-de-fé propõe um exercício prático: ver como livros essenciais para estabelecer a verdade foram torpedeados para evitar que as suas mensagens, verdadeiras, não chegassem ao seu destino. Pelos seus danos? Pela sua perigosidade? Pela s Autos-de-fé propõe um exercício prático: ver como livros essenciais para estabelecer a verdade foram torpedeados para evitar que as suas mensagens, verdadeiras, não chegassem ao seu destino. Pelos seus danos? Pela sua perigosidade? Pela sua toxicidade? Pela sua ameaça? Foram muitos os livros que se propuseram destruir as mitologias do momento. Mas é sabido: o primeiro a dizer a verdade tem de ser executado. Autos-de-fé é um livro que chama os bois pelos nomes: contra o decolonialismo, o neofeminismo, o racialismo, a teoria do género, o comunitarismo, que estão a formar um verdadeiro neofascismo de esquerda, com a cumplicidade activa de muitos intelectuais e universitários.
Edição: Nov 2025
Nº Páginas: 288
Sinopse: A Construção da Democracia Portuguesa Muito se tem escrito sobre o 25 de Abril de 1974 e o nascimento da democracia portuguesa. No entanto, passados 50 anos, a memória da Revolução continua a suscitar debates intensos, entre celebrações entusiásticas, leituras críticas e até condenatórias, como o demonstra a recente controvérsia em torno do 25 de Novembro. Neste contexto, torna-se imperioso regressar à história, compreender o papel dos militares, dos políticos e da sociedade civil e revisitar as escolhas, os dilemas e as esperanças de um tempo decisivo. Este livro oferece ao leitor uma perspetiva rigorosa e acessível, revelando a complexidade do processo revolucionário e a riqueza de um legado que continua a marcar a vida democrática em Portugal.
Edição: Nov 2025
Nº Páginas: 152
Sinopse: Sobre o sórdido caso Pelicot: uma reflexão urgente, perturbante e corajosa a que é impossível ficar indiferente. No Outono de 2024, meia centena de homens foram julgados num tribunal do sul de França por um crime que chocou a opinião pública. Gisèle Pelicot fora repetidamente sedada pelo marido ao longo de uma década e oferecida a desconhecidos recrutados na internet para a violarem. A filósofa Manon Garcia, evocando a memória de Hannah Arendt no julgamento de Eichmann, assistiu presencialmente às audiências em tribunal. Atormentada pelo caso, relata o processo e constata que ele revela, na tolerância com que pôde prolongar-se durante tanto tempo, um profundo problema masculino um profundo problema social.
Edição: Out 2025
Nº Páginas: 432
Sinopse: Autor de 0 Mestre da Fuga Quando o mundo inteiro está a mentir, alguém tem de dizer a verdade. O Círculo dos Traidores de Hitler conta a história verdadeira, mas praticamente desconhecida, de um grupo secreto de rebeldes que se uniram contra Hitler. Oriundos da alta sociedade de Berlim, o grupo incluía oficiais do Exército, funcionários do Governo, duas condessas, a viúva de um embaixador e uma ex-modelo, reunindo-se nas sombras, escondendo e resgatando judeus ou conspirando por uma Alemanha libertada do regime nazi. Um dia, em setembro de 1943, reúnem-se para um faustoso lanche à inglesa, sem saberem que um deles está prestes a traí-los a todos e a entregá-los à Gestapo. Mas quem é o traidor do círculo que um dos regimes mais cruéis da história designaria como «dos traidores»? Em mais uma obra de não ficção que se lê como um thriller, Jonathan Freedland, aclamado autor de O Mestre da Fuga, lança luz sobre um dos episódios mais dramáticos da Segunda Guerra Mundial, contando uma história de coragem, resistência e traição que tem profunda ressonância moral com o nosso tempo, «Neste excelente novo livro, Jonathan Freedland conta uma história emocionante, mas também faz uma pergunta oportuna: por que razão algumas pessoas colaboram com os regimes autocráticos? Por que motivo outras lutam contra os tiranos? O Círculo dos Traidores de Hitler é história e parábola, leitura perfeita para estes tempos.» Anne Applebaum, autora de Autocracia Inc. «O Círculo de Traidores de Hitler não é apenas um relato emocionante, humano e profundamente comovente de heroísmo, espionagem e traição no Terceiro Reich é o melhor tipo de história, cujos ricos personagens dão vida e perspetiva à nossa circunstância atual. Assombroso e imperdível.» David McCloskey, autor bestseller do Sunday Times de O Sétimo Andar
Edição: Out 2025
Nº Páginas: 256
Sinopse: Para compreender melhor quem somos hoje, é essencial olharmos para a nossa História com espírito crítico e os olhos bem abertos, sobretudo numa época em que os debates públicos são muitas vezes superficiais ou ideologicamente enviesados. É este o desafio de Henrique Monteiro e Lourenço Pereira Coutinho, autores do podcast do Expresso que dá título a este livro: A História Repete-Se. A partir de vinte temas fundamentais, os autores traçam uma viagem esclarecedora pela História de Portugal, desde o tempo dos lusitanos até ao Portugal democrático do século XX. Cruzando conhecimento histórico com uma análise independente, nesta obra, os autores desmontam mitos e abordam com rigor e clareza momentos da História que continuam a ter reflexo na atualidade. O PASSADO É IMUTÁVEL, MAS A HISTÓRIA ESTÁ EM CONSTANTE MUDANÇA.
Edição: Abr 2025
Nº Páginas: 272
Sinopse: Em 2009, a ex-professora de Harvard e Oxford C. L. Skach viajou para o Iraque para colaborar na revisão da constituição do país. Sobreviveu a um ataque de mísseis na Zona Verde um episódio que se revelou um ponto de rutura no pensamento sobre constituições. Em suma: na prática as constituições não funcionam. Na presente obra, Skach apela a que avancemos para além das constituições. Defende que, tal como os sistemas naturais complexos geram espontaneamente ordem, também nós o podemos fazer. Recorrendo a exemplos como o dos jardins de infância da cidade italiana de Reggio-Emilia, ela propõe não a governação pela força, mas uma sociedade que seja local, cultivada e verdadeira. Baseando-se em seis princípios tão simples como passar tempo num banco de jardim, este livro mostra como os espaços comunitários, a educação e os mercados podem ser remodelados para alimentar a cooperação e promover a prosperidade. Pessoal, filosófico e prático em partes iguais, Como Exercer a Cidadania convida-nos a ver a sociedade não como algo imposto pela lei, mas antes como algo que criamos em conjunto.
Edição: Nov 2024
Nº Páginas: 288
Sinopse: Quem foram os outros Jesus da História? Contrariamente aos atuais ensinamentos da Igreja, nos primeiros séculos do Cristianismo não existia consenso sobre quem era Jesus ou porque era tão importante. Pelo contrário, existiam muitos Jesus diferentes, entre eles o Jesus agressivo que desprezou os seus pais e matou aqueles que se lhe opunham, o Jesus que vendeu o seu gémeo como escravo e o Jesus que crucifi cou alguém no seu lugar. Porque é que sabemos tão pouco sobre estas versões primitivas de Cristo? Porque, desde o século IV, a forma ortodoxa de Cristianismo que se destacou dedicou-se a erradicar sistematicamente todas as outras variações, denunciando os seus evangelhos como apócrifos e os seus seguidores como hereges. Estes desafortunados cristãos perderam os seus direitos, as suas propriedades e as suas igrejas e, em alguns casos, até as suas vidas. Heresia desvenda as diferentes versões de Cristo que existiram nas mentes dos primeiros cristãos e o processo de evolução e de eliminação através do qual Jesus se tornou na figura singular que conhecemos atualmente.
Edição: Nov 2024
Nº Páginas: 200
Sinopse: Quando a minha filha mais velha fez 18 anos, escrevi-lhe uma carta. Voltei a fazê-lo três anos depois, para o meu segundo filho. A ideia não foi dar lições de vida nem doutrinar: quis simplesmente partilhar experiências, perplexidades, falhanços e algumas, poucas, conclusões. Se há privilégio que vem com a idade é o de saber questionar mais e concluir menos. Pretendi também registar o ar dos tempos, refletir sobre o que andamos por estes dias aqui a fazer e como podemos ser pessoas melhores e mais felizes. Esbocei um pequeno manual sobre como não ser um imbecil. Tive uma ideia aglutinadora em mente: a decência. É que sempre que penso naquilo a que aspiro para os meus filhos, costumo dizer que quero sobretudo que sejam «seres humanos decentes». Este é um conceito volátil, que a Internet e as suas bolhas ajudaram, nos últimos anos, a relativizar. As redes sociais sem rostos, sem moderação e sem pudor são o faroeste da indecência. Para um jovem que nasceu ou cresceu neste milénio, com o mundo envolto numa bruma que mistura medo, ressentimento e estupidez, estão reunidas as condições para que tudo possa ser muito confuso. Este livro parte desta ideia e amplia-a. É um modestíssimo contributo para a (re)construção de uma ideia de decência, a pensar sobretudo nos jovens, mas também nos pais, avós, educadores, e em todos os que se interessam pela vida pública. E inclui também no prefácio as lições de vida de vinte notáveis portugueses. Escrevi-o como se fosse para os meus filhos. E por isso uma bizarria em tempos de ódio está também carregado de amor.
Edição: Out 2024
Nº Páginas: 216
Sinopse: O Império Romano sempre foi motivo de fascínio devido à sua espantosa longevidade, tendo perdurado por vários séculos, e pela dimensão do seu território, que se estendia do oceano Atlântico ao rio Eufrates. No entanto, a literatura, as pinturas e os filmes de Hollywood vieram instalar muitos lugares-comuns no nosso imaginário coletivo. Longe da caricatura de imperadores loucos e tirânicos, de soldados ferozes a patrulharem o Império, ou de indivíduos ociosos à espera de pão e de jogos, o segredo do poder de Roma está na adoção do seu modo de vida e da sua cultura por todas as regiões conquistadas. Ao contrário da imagem de uma sociedade cruel e cheia de vícios, Roma baseava-se em rigorosos padrões morais. Mas as questões sobre a sua natureza e os seus limites mantêm-se. Como era afinal o Império? Quais dos lugares-comuns que conhecemos correspondem à realidade? A república era uma democracia? O imperador era todo-poderoso? Nero mandou incendiar Roma? Existiram realmente orgias? As mulheres eram emancipadas? Os romanos foram grandes construtores? Desmistificando algumas ideias-feitas acerca da Antiguidade romana, dando atenção ao império, mas também à vida quotidiana dos seus habitantes, o autor proporciona uma visão e uma compreensão original acerca da vida dos homens e mulheres que viveram num dos mais longos impérios da história da humanidade.
Edição: Set 2024
Nº Páginas: 192
Sinopse: todos temos em mente uma nocão de como é um estado autocrático: há um líder todo-poderoso no topo e esse líder controla a polícia. a polícia ameaca as pessoas com o uso de violência. e inclui colaboradores malignos e talvez alguns dissidentes corajosos. mas, no século xxi, a realidade já não é essa. hoje em dia, as autocracias não são sustentadas por um ditador, mas por redes sofisticadas compostas por estruturas financeiras cleptocráticas, tecnologias de vigilância e propagandistas profissionais, que operam em vários regimes, desde a china à rússia ou ao irão. as empresas corruptas de um país fazem negócios com as empresas corruptas de outro. a polícia de um país pode treinar a polícia de outro e fornecer-lhe armamento. os propagandistas partilham recursos e temas, transmitindo as mesmas mensagens sobre a fraqueza da democracia e os males da américa. a condenacão internacional e as sancões económicas não conseguem afastar os autocratas. mesmo os movimentos populares de oposicão, da venezuela a hong kong e moscovo, não têm qualquer hipótese. os membros da autocracia, inc. não estão ligados por uma ideologia unificadora, mas sim por um desejo comum de poder, riqueza e impunidade. neste tratado urgente, que evoca o ensaio de george kennan apelando à «contencão» da união soviética, anne applebaum lanca um apelo para que as democracias reorientem fundamentalmente as suas políticas para combater este novo tipo de ameaca.
Edição: Set 2024
Nº Páginas: 216
Sinopse: na ucrânia, dois jornalistas viajaram por um país em guerra a recolher testemunhos de quem combateu, sofreu e integrou o grupo wagner, a máquina de guerra de putin. quando rui pedro antunes e joão porfírio estavam prestes a iniciar uma grande reportagem sobre o grupo wagner, o avião onde seguia prighozin explodiu nos ares. a essa hora, estavam em kiev, na mesma sala que volodymyr zelensky, e receberiam a notícia da morte do líder do grupo pouco depois, enquanto atravessavam a praca maidan, local onde a guerra comecou antes de haver guerra. a partir daí, iniciouse a busca que dá origem a este livro, bem como uma viagem de mais de três mil quilómetros por um país em guerra. Percorrendo a Ucrânia, os dois jornalistas procuraram os relatos de quem combateu, sofreu e integrou o diabólico Grupo Wagner. Passaram por Utkin, a terra do homem que deu nome à máquina de guerra de Putin; no Donbass, conheceram num esconderijo o comandante Ahmed, que sonha marchar até Moscovo; Valkyria, enfermeira dos Azov, contoulhes como tenta abstrairse quando tem de tratar um Wagner; Bogdan Zikratiy e Yurii Ruban foram capturados pelo Grupo a caminho de Bakhmut e torturados; Tamara Nesterova fugiu depois de uma bomba destruir o quarto da irmã e refugiouse perto de Kiev, onde Ihor Huskov, exalta patente das secretas ucranianas, promete não dar descanso aos membros do Grupo; e Vladislav Izmailov, que foi um combatente Wagner, partilhou como passou a lutar pela Ucrânia. Agora, Yevgeny Prigozhin pode já estar morto, mas estas histórias, contadas na primeira pessoa, continuam a ressoar. E tanto na Ucrânia como fora dela, ninguém esquece os Wagner.
Edição: Ago 2024
Nº Páginas: 256
Sinopse: A história do antigo cozinheiro de Putin que ousou desafiar o Kremlin e do seu bando de mercenários
Edição: Jul 2024
Nº Páginas: 360
Sinopse: diz-se que há um preco a pagar por cada viajante que se aventura nas terras ermas. um preco que vai muito além do custo de um mero bilhete de comboio estamos no final do século xix e o mundo está repleto de maravilhas. mas que segredos se escondem nas terras ermas, essa vasta extensão de território entre moscovo e pequim completamente isolada do resto do mundo? nada se atreve a tocar esta paisagem exceto o grande expresso transiberiano: um comboio impenetrável, construído para transportar mercadorias através dos continentes, e que agora transporta qualquer passageiro que tenha a coragem de subir a bordo. e, embora a travessia tenha fama de ser perigosa, não faltam viajantes, atraídos pelos mistérios e lendas deste território isolado. há rumores preocupantes sobre um acidente durante a última viagem, mas a companhia transiberiana garante-nos máxima seguranca e a próxima partida está aqui para o provar. a bordo, um curioso elenco de passageiros, que se instalam e conhecem uns aos outros. porém, se tudo parece estar a correr tão bem quanto possível, a verdade é que alguns têm razões muito particulares para estarem ali. marya, por exemplo, sente que a verdade sobre a morte do seu pai, pouco depois da última travessia, lhe está a ser ocultada. weiwei, a crianca nascida no comboio, sabe de cor todos os seus cantos e recantos. sem esquecer a misteriosa comandante, cuja discricão se aproxima da invisibilidade assim que o grande expresso transiberiano inicia a sua louca viagem, desenrolam-se acontecimentos que, primeiro, são imprevisíveis, e, depois, rapidamente incontroláveis.
Edição: Jun 2024
Nº Páginas: 152
Sinopse: um dos maiores segredos da expansão marítima «o atual trabalho do dr. manuel rosa resulta de uma profunda e aturada investigacão documental.» antónio m. balcão vicente in prefácio durante séculos, a viagem de colón foi considerada a primeira realizada por europeus ao novo mundo, porém isso não é verdade. os vikings já haviam habitado partes da gronelândia e do canadá, e os portugueses também já teriam visitado o canadá antes de 1424. as provas apresentadas neste livro revelam que os navegadores portugueses já teriam chegado ao brasil antes de 1494, durante o reinado de d. joão ii. essa descoberta rodeada de secretismo teria sido a motivacão principal para a assinatura do tratado de tordesilhas. os navegadores portugueses visitaram o brasil muitos anos antes da sua descoberta oficial por pedro álvares cabral em 1500. no século xv, os exploradores portugueses que navegavam de lisboa até ao brasil enfrentavam incertezas e perigos, sem saber o que encontrariam no mar. muitos nunca regressaram, mas as suas viagens abriram novas rotas e possibilitaram que outros navegadores os seguissem com maior seguranca. a coragem desses pioneiros foi fulcral para desbravar caminhos desconhecidos. este livro procura honrar a sua memória. pelo amor à verdade!
Edição: Mai 2024
Nº Páginas: 368
Sinopse: uma viagem fascinante pelo mundo medieval visto pelos olhos dos viajantes da época da europa ocidental ao extremo oriente, da rota da seda às místicas istambul e jerusalém, anthony bale dá vida à história, convidando o leitor a viajar por um mundo medieval marcado por lugares quase inimagináveis e por incidentes exóticos. prepare-se para caminhar ao lado de peregrinos, comerciantes, aventureiros, espiões e soldados, visitando bordéis, latrinas nauseabundas e locais sumptuosos, onde vai conhecer a verdadeira experiência medieval, sentir os odores, os sabores, e entrar na cabeca e no coracão dos homens e das mulheres da idade média. utilizando relatos inéditos, e criando um atlas vivo que esbate as distincões entre lugares reais e imaginados, o autor oferece-nos uma enciclopédia de histórias e pessoas espantosas, mas igualmente uma compreensão vívida e inesquecível de como as populacões medievais entendiam o seu mundo.
Edição: Mar 2024
Nº Páginas: 248
Sinopse: Novo volume da colecção «O 25 de Abril visto de fora»: A REVOLUÇÃO PORTUGUESA VISTA PELOS PRINCIPAIS MILITARES DO MFA, UM LEGADO ESSENCIAL DE HISTÓRIA E MEMÓRIA. «Estas entrevistas foram habilmente conduzidas por Paul Manuel em 1991, quando os dias agitados da revolução já tinham passado, mas os acontecimentos ainda eram suficien¬temente vívidos para serem recordados com algum pormenor. As reflexões de 14 dirigentes militares centrais de diferentes patentes e crenças políticas aqui registadas dão nos uma visão clara da espantosa diversidade existente na instituição militar, do desastre que foi evitado e também dos modos de pensar que foram ora penalizadores ora facilitadores de um final feliz. Estas fascinantes entrevistas, a par dos ensaios que as enquadram, oferecem nos uma imagem vívida de alguns dos homens que em última análise determinaram o destino de Portugal. Deveria ser dado um papel mais proeminente aos atores militares na nossa literatura sobre mudanças de regime, e esta deveria ser objeto de uma leitura alargada.» Nancy Bermeo, Preâmbulo Com entrevistas a: Amadeu Garcia dos Santos, António de Spínola, Carlos Fabião, Fisher Lopes Pires, Francisco da Costa Gomes, Jaime Neves, José Manuel da Costa Neves, Luís António Casanova Ferreira, Manuel Monge, Mário Tomé, Otelo Saraiva de Carvalho, Vasco Gonçalves, Vasco Lourenço, Vítor Alves Sinopse curta O quinto volume da colecção «O 25 de Abril visto de fora», uma parceria com a Comissão 50 anos 25 Abril, oferece um testemunho inédito sobre a revolução portuguesa, centrado em entrevistas com os principais militares do MFA.
Edição: Fev 2024
Nº Páginas: 150
Sinopse: Pedro Nuno Santos,o obstinado. Chegou a ser declarado politicamente morto e obrigado a abandonar o Governo. Já antes estivera à beira da demissão quando cometeu o erro político de desautorizar António Costa. Mesmo assim ressuscitou e conseguiu alcançar o lugar com que sonhava há muito. O jovem privilegiado de São João da Madeira sempre se deu mal com essa sensação de privilégio. Terá sido por isso que nunca mostrou aos colegas de Faculdade o jipe que recebeu como prenda de aniversário quando fez 18 anos? Mantém o grupo de amigos com quem ensaiou desde cedo a ideia de uma aliança à esquerda. Embora o primeiro entendimento político que estabeleceu tenha sido à direita.
Edição: Jan 2024
Nº Páginas: 384
Sinopse: nem colombo nem fernão de magalhães se lhe comparam. vasco da gama foi o homem que fez o mundo passar da idade média para a idade moderna. depois de muitas décadas a tentar chegar à índia, após tentativas em que morreram milhares de portugueses e se perderam dezenas de navios, vasco da gama foi o navegador que fez o impossível: uniu, pela primeira vez na história, a europa e a ásia pelo mar. circum-navegar áfrica e o desconhecido foi heroico. enfrentar as tempestades do oceano índico foi lendário. liderar a mais longa viagem marítima de sempre foi incomparável. mas descobrir a rota marítima para as índias e, com isso, aceder às fabulosas riquezas do oriente foi o que verdadeiramente mudou a história do mundo para sempre. a viagem de vasco da gama foi um choque comercial, uma revolucão religiosa, um terramoto cultural. sem o saber, ele foi o primeiro homem a sair da idade média e a entrar na idade moderna.
Edição: Nov 2023
Nº Páginas: 536
Sinopse: «raquel varela(historiadora)e roberto della santa(cientista social)repõem duzentos anos da luta de classes em portugal no seu devido lugar. na melhor tradição da história a partir de baixo, o seu registo abrange desde o início da organização dos trabalhadores, nos primeiros anos do século xix, até à resistência atual à devastação neoliberal. no centro desta história está o momento em que, com a queda da mais longa ditadura, no portugal de abril de 1974, pela primeira vez, desde a espanha de 1936, uma revolução vitoriosa dos trabalhadores surgiu como uma possibilidade real na europa ocidental. quando se comemoram os 50 anos da revolução dos cravos, as lições destes grandes acontecimentos e a posterior derrota dos trabalhadores reverberam nas páginas deste livro. como nos relembram os autores, nunca antes foi tão verdadeiro que é preciso conhecer a própria história para ser parte dela enquanto sujeitos.
Edição: Nov 2023
Nº Páginas: 256
Sinopse: O futuro da Humanidade está no espaço. Os EUA, a China, a UE e muitas outras potências sabem disso, e a corrida acabou de começar Satélites espiões a orbitar na Lua. Metais espaciais que valem mais do que o PIB de muitos países. Humanos a habitar Marte nos próximos dez anos. Isto não é ficção científica. É astropolítica. Estamos a expandir-nos para novos territórios e levamos connosco as nossas lutas de poder. Em breve, o que acontece no espaço vai definir a história humana tal como as montanhas, os rios e os mares fizeram na Terra. Não é coincidência que a Rússia, a China e os EUA liderem o caminho. Os próximos cinquenta anos vão transformar a face da política global. Neste livro cativante, Tim Marshall apresenta as novas realidades geopolíticas, mostrando o caminho percorrido e o que nos espera, desde a nova corrida espacial à grande rivalidade por poder, tecnologia, guerra, e o que tudo isto significa para quem está na Terra.
Edição: Out 2023
Nº Páginas: 208
Sinopse: Uma tragédia pessoal sobre o pano de fundo do trágico conflito israelo-palestiniano. Milad Salama tem cinco anos. Está entusiasmado com a viagem escolar a um parque temático nos arredores de Jerusalém. O autocarro, porém, não chega ao destino. Ao saber do acidente, Abed, pai de Milad, inicia uma via-sacra em busca do filho desaparecido. As crianças acidentadas foram levadas para diferentes hospitais de Jerusalém e da Cisjordânia. Abed, em desespero, vê-se confrontado com um labirinto de obstáculos físicos, emocionais e burocráticos. É palestiniano e está do lado errado do muro que separa dois povos vizinhos e inimigos. O relato detalhado de Nathan Thrall a partir de uma história particular ilustra de forma comovente e perturbante a profunda crueldade do conflito israelo-palestiniano. Um pai em busca de um filho, depois de um terrível acidente, confronta-se com as consequências cruéis de um conflito sem fim à vista.
Edição: Set 2023
Nº Páginas: 352
Sinopse: Quem diria que a História da morte podia ser tão fascinante? Prepare-se para 10.000 anos de surpresas.
Edição: Mai 2023
Nº Páginas: 272
Sinopse: Como a política seria maravilhosa se não existissem políticos
Edição: Abr 2023
Nº Páginas: 496
Sinopse: O exército romano foi a maior máquina de combate do mundo antigo e a maior organização da Antiguidade Ocidental. O Império Romano dependia dos seus soldados não só para ganhar guerras, defender as fronteiras e controlar os mares, mas também para atuar como motor do Estado. Vindos de todas as partes e estratos sociais, estes soldados recolhiam impostos, eram polícias, engenheiros civis, e na reforma, caso sobrevivessem, eram artesãos, políticos e dignatários cívicos. Alguns até chegarama ser imperadores. Em Gladius a palavra latina para designar «espada» Guy de la Bédoyère oferece uma impressionante recriação do que era ser um soldado, entre 264 a.C. e 337 d.C, nesta extraordinária força de combate que construiu o Império Romano. Recorrendo às palavras de famosos historiadores romanos, mas também dos próprios soldados, tal como ficaram registadas nas suas dedicatórias religiosas, lápides e mesmo cartas e grafitos privados - mais do que uma análise
Edição: Fev 2023
Nº Páginas: 432
Sinopse: Nascido em Viseu, em 1391, e falecido em Tomar, em 1438, passou sobretudo à história como corresponsável pelo desastre de Tânger e pelo cativeiro e morte do seu irmão D. Fernando. O cognome de Eloquente ganhou-o talvez por ter escrito o Leal Conselheiro, uma obra que hoje quase ninguém conhece. Não teve, nem de longe, uma reputação semelhante à dos seus irmãos D. Henrique e D. Pedro.
Edição: Jan 2023
Nº Páginas: 304
Sinopse: Como as ideias erradas sobre o passado afetam a perceção da verdade e por que razão isso nos deveria interessar
