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Edição: Nov 2022
Nº Páginas: 144
Sinopse: Com o seu estilo franco e certeiro, Ruth Manus mostra que expandir a conversa sobre o machismo, chamando ao debate quem ainda não têm familiaridade com o assunto, é mais do que necessário: é urgente.
Edição: Nov 2022
Nº Páginas: 328
Sinopse: As crónicas de O Independente nunca publicadas em livro. Com prefácio de Paulo Portas e posfácio de MEC. Como sobreviveram as ideias veiculadas por MEC, há mais de 30 anos, nas suas muito aguardadas crónicas no semanário O Independente? O autor está hoje perto dos 70 anos, mas, naquela altura, antecipava que, à conta de perdas de tempo, chegaria aos 60 vivendo apenas 30. E, embora já fizesse previsões e promessas, também já dizia que o que lhe valia eram os restaurantes e o amor. O que terá dito MEC, em 1989, sobre a fatwa decretada pelo Ayatollah Khomeini contra Salman Rushdie? E como terá sido a carta que dedicou a Álvaro Cunhal, dois anos depois, que começa com «Meu caro camarada» e termina com «um abraço, do seu admirador e amigo Miguel»? Sabia que, nesse mesmo ano de 1991, «o ano da depressão», Miguel Esteves Cardoso sonhou com a prisão de Paco Bandeira, 21 anos antes de este ter sido condenado por violência doméstica? E o que sabe de geografia?
Edição: Nov 2022
Nº Páginas: 728
Sinopse: Durante séculos ouvimos uma história bem conhecida sobre as origens das sociedades humanas e das desigualdades sociais: os seres humanos viveram a maior parte da sua existência na Terra em pequenos clãs de caçadores-recoletores. Depois, veio a agricultura, e com ela surgiu a propriedade privada. Por fim, criaram-se as cidades, e com elas nasceram as civilizações e as guerras, a burocracia, o patriarcado e a escravatura. Mas esta narrativa tem um problema: é falsa. Assente em investigações inovadoras, este bestseller internacional traz-nos uma perspetiva radicalmente diferente acerca da história da humanidade, questionando os nossos pressupostos fundamentais sobre a evolução social desde o desenvolvimento da agricultura e das cidades às origens do Estado, da democracia e da desigualdade , e abrindo os nossos horizontes, ao mostrar que é sempre possível reinventar as nossas liberdades e os nossos modos de organização social.
Edição: Out 2022
Nº Páginas: 320
Sinopse: São poucas as palavras tão utilizadas e que, ao mesmo tempo, abarcam uma tão ampla quantidade de significados como «Fascismo». O termo evoca opressão e injustiça, pode referir-se a regimes com tendência para o autoritarismo ou o desrespeito pelas liberdades individuais e, numa aceção mais restrita, ser atribuído a regimes ditatoriais. Mas o que é este fenómeno político tão específico que marcou o século XX? Com base numa extensa investigação, Carlos Martins apresenta a evolução de partidos fascistas de oito países que estiveram ativos no período entre guerras.
Edição: Set 2022
Nº Páginas: 208
Sinopse: O Brasil não foi descoberto, ocupado ou colonizado, mas sim conquistado num século de violentas lutas. Com base em documentos originais e em relatos de jesuítas e viajantes, e numa linguagem clara, o autor parte da épica aventura de Portugal pelo Mar Tenebroso para descrever a violenta ocupação das terras até então incógnitas do Novo Mundo. A Conquista do Brasilrevê os grandes acontecimentos da história da fundação do país, desfazendo mitos e ideias feitas, através das suas principais personagens. Entre elas estão João Ramalho, o desterrado português que se misturou com os índios e fundou uma dinastia de mestiços caçadores de escravos; os jesuítas, que aplicaram as implacáveis leis da Inquisição contra uma coligação de «hereges»; os franceses protestantes e os líderes da resistência indígena, como Cunhambebe, o «cacique imortal», que devorava os seus inimigos dizendo que era um «jaguar». UMA OBRA FUNDAMENTAL, DE LEITURA IMPRESCINDÍVEL, PARA
Edição: Set 2022
Nº Páginas: 248
Sinopse: Com Henrique Cymerman o risco é estarmos sempre no olho do furacão. Este livro é uma viagem excitante: ao Médio Oriente, claro, num retrato único de conflitos e de personagens, com Arafat e com chefes árabes, misteriosas madrugadas dentro. Mas não só. Este livro é um turbulento registo na primeira pessoa: o premiado jornalista Henrique Cymerman leva-nos a dar um passeio pela história da sua vida. E não esconde nada. Do Porto a Abu Dhabi via Telavive, o autor fala-nos da infância, da decisão de emigrar para Israel, até às surpreendentes conversas com o Papa Francisco, que o nomeou «Anjo da Paz»: está aqui a límpida amizade e o riso franco dos dois. Este é um livro em que se arrisca a morte, em que se insinuam «segredos de Estado» ou as mais intrincadas conspirações internacionais e em que tudo se resolve com uma arma, a do diálogo e da diplomacia.
Edição: Ago 2022
Nº Páginas: 392
Sinopse: Salazar demite-se e Carmona entra em pânico. Logo no dia seguinte, vai de manhã ao hospital onde Salazar se encontra internado e tem uma longa conversa a sós com ele. À saída leva a promessa de que este continuará no seu posto se o chefe do Governo sair. Tendo de optar entre o ministro das Finanças e o militar que chefia o Ministério, o Presidente da República escolhe manter o primeiro e dispensar o segundo. Este é o momento decisivo da Revolução Nacional. Na prática, Carmona dizia: Salazar é inamovível. Haja o que houver, não o podemos dispensar. Mesmo que esteja em causa um militar prestigiado ou um Governo inteiro, o ministro das Finanças tem de ficar. E isso dá a Salazar daqui para a frente um enorme poder.
Edição: Jun 2022
Nº Páginas: 352
Sinopse: Foram publicados muitos livros sobre a extrema-direita. Este, porém, é único e será, sem dúvida, a obra definitiva sobre este tema.
Edição: Mai 2022
Nº Páginas: 368
Sinopse: Duarte Pacheco mete-se no Coimbra no dia 22 de Abril.Procura Salazar e encontra-o na missa, na igreja do Colégio Rápido da manhã para Novo. À saída interpela-o e falam. Pacheco expõe-lhe os argumentos que impõem a sua aceitação da pasta das Finanças. Mas Salazar resiste. Se a missão o atrai, tudo o que isso implica lhe mete medo: o adeus a Coimbra, a mudança para Lisboa, a turbulência política na capital, o facto de o poder estar entregue à tropa. Para aceitar, impõe condições draconianas: controlo total sobre todas as despesas. Mesmo assim, reserva a sua posição para o dia seguinte. Informado por Duarte Pacheco sobre as condições exigidas por Salazar, o Presidente Carmona reúne de imediato o Conselho de Ministros para analisar a questão. E o resultado será concludente: - Sim senhor, plenos poderes, totais, absolutos, direito de veto, o que quiser, contanto que venha! É resignado e com espírito de missão, como quem foi mobilizado para a tropa, que Salazar desembarca no Rossio no dia 25
Edição: Abr 2022
Nº Páginas: 288
Sinopse: A posição geográfica de Portugal proporcionou as condições ideais para que se tornasse uma potência marítima
Edição: Fev 2022
Nº Páginas: 176
Sinopse: Conhecemos as pirâmides, os hieróglifos e os faraós, mas o que sabemos sobre a vida social, cultural ou política do Antigo Egipto? Este atlas, com mais de 70 mapas e documentos, revela a história fascinante de trinta dinastias, desde 3000 a. C. até à conquista de Alexandre, em 332 a. C.
Edição: Dez 2021
Nº Páginas: 288
Sinopse: A expansão portuguesa constituiu um fenómeno histórico de grande diversidade e de muito maior heterogeneidade do que a espanhola. Teve lugar à escala de três oceanos e três continentes, onde as condições geográficas, sociais, económicas
Edição: Out 2021
Nº Páginas: 408
Sinopse: A Noite dos Assassinos é a história real e explosiva da missão secreta nazi para matar Roosevelt, Churchill e Stalin e de como um homem enfrentou o desafio e evitou uma catástrofe mundial.
Edição: Out 2021
Nº Páginas: 304
Sinopse: dez mapas que explicam as estratégias geopolíticas das potências mundiais e o seu significado para o futuro a geografia é um fator-chave na limitação do que a humanidade pode ou não fazer.a política tem importância, mas a geografia é ainda
Edição: Nov 2025
Nº Páginas: 528
Sinopse: Como conectar pessoas, empresas e organizações com impacto Este livro nasce da convicção profunda de que a comunicação ¿ pessoal ou organizacional ¿ não é apenas um instrumento, mas antes uma competência crítica, um ato com consequências estratégicas e, muitas vezes, um reflexo direto da cultura e da liderança de pessoas e organizações. Depois de obras que deram voz a Portugal, à Liderança, à Saúde, à Inteligência Artificial, à Sustentabilidade, à Economia e Crescimento, à Internacionalização ou à Literacia Financeira, chegou o tempo de dar palco à Comunicação. E estamos a fazê-lo da forma que acreditamos ser a que tem mais impacto: escutando muitos, escutando quem pensa, quem pratica, quem erra e quem aprende ¿ e, claro está, quem decide.
Edição: Nov 2025
Nº Páginas: 288
Sinopse: Basta sairmos de casa, darmos uns passos e logo surge uma placa toponímica num suporte de pedra, num muro ou na parede de um prédio. Os nomes das ruas fazem parte do nosso dia a dia, mas será que sabemos a quem se referem e porquê, ou que acontecimentos históricos ali ocorreram? Os nomes das ruas têm importância ¿ falam da nossa geografia e destacam certos factos ou figuras da nossa História política, militar, religiosa e social. Cada nome de rua guarda histórias antigas e resulta de escolhas políticas que ainda hoje moldam a nossa memória coletiva. Baseado numa investigação histórica, Rui Passos Rocha convida-nos a viajar pelos largos, travessas, praças e r,uas de Portugal. Nesta viagem vamos encontrar muitos nomes alusivos à geografia ¿ a fontes, fauna e flora ¿, a variados escritores, cientistas, desportistas; exaltam-se políticos, navegantes e militares de outros tempos; celebram-se umas revoluções em detrimento de outras e, claro, não faltam ruas com
Edição: Out 2025
Nº Páginas: 248
Sinopse: «Sou das pessoas que esteve no Largo Primeiro de Maio em Luanda na noite histórica de 11 de Novembro de 1975, quando o Presidente Agostinho Neto proclamou a independência de Angola. Nessa noite única, sentimos que naquela praça, cheia de entusiasmo e alegria, desaguavam os sonhos e as lutas de gerações e gerações de angolanos que tinham lutado contra o regime colonial pela independência.» Em Angola aos Despedaços: 50 Anos Depois, Que Futuro?, António Costa Silva evoca o sonho de construir um país livre, capaz de criar riqueza e lutar contra a pobreza ¿ e confronta-o com a realidade 50 anos depois. O balanço é negativo: a guerra ocupou 26 desses 50 anos. Um pesadelo autofágico que deixou um rastro de miséria e ceifou milhares de vidas. Analisando as causas do fracasso, a armadilha da guerra; a má governação; a terrível corrupção; o abandono da educação, da saúde e do bem-estar social; a canibalização da economia pelo petróleo, António Costa Silva
Edição: Set 2025
Nº Páginas: 208
Sinopse: Com o olhar de quem viveu, acompanhou e reflectiu sobre a Revolução Portuguesa de 1974-75, retoma-se também nesta obra a análise da Comuna de Paris, da Revolução Russa e da Revolução Alemã, numa tentativa de entender os elementos que afastam ou aproximam estes grandes momentos históricos.
Edição: Fev 2025
Nº Páginas: 232
Sinopse: O nome de Herodes faz-nos pensar num tirano cujo governo sangrento deixou um rasto de sofrimento na história. Tanto judeus como cristãos criaram mitos sobre a sua crueldade e imprudência: na tradição bíblica ficou conhecido como o rei que ordenou o Massacre dos Inocentes; no Talmude surge como um perseguidor de rabinos. Mas quem foi, afinal, Herodes? Martin Goodman oferece-nos uma visão nova e multifacetada sobre esta personagem histórica, situando-a no seu tempo e no seu espaço: contemporâneo de Júlio César, Augusto, Marco António e Cleópatra, Herodes não foi apenas um déspota. Foi também um político astuto que governou a Judeia no tumultuoso contexto da República Romana e dos inícios do Império. Os abundantes dados literários e arqueológicos disponíveis sobre Herodes permitem que Martin Goodman nos proporcione um relato vívido do rei e da sua ação: as suas origens idumeias, a nomeação por Roma como rei da Judeia, a amizade com influentes personalidades romanas, os grandiosos projetos arquitetónicos e a imagem que quis dar de si próprio como judeu, principalmente através da reconstrução do Templo de Jerusalém. Estas páginas revelam um homem complexo e mostram-nos o seu brilhantismo político e o seu impacto duradouro na região que é hoje Israel.
Edição: Fev 2025
Nº Páginas: 472
Sinopse: Quando a ciência da evolução chegou, consagrou a seguinte divisão do trabalho: os mamíferos machos evoluíam para competirem por estatuto e parceiras sexuais enquanto as fêmeas existiam apenas para a gestação, a amamentação e os cuidados da prole dos machos dominantes. Porém, baseando-se em décadas de investigação como antropóloga e primatóloga, e também na sua experiência pessoal como mãe e avó, Sarah Blaffer Hrdy demonstra que os homens que mantêm um contacto íntimo prolongado com os bebés apresentam reações quase iguais às que acontecem no corpo e no cérebro das mães. Em busca da explicação para este fenómeno, Hrdy convoca os dados de milhões de anos da evolução de mamíferos, primatas e humanos e incorpora novas descobertas da neurociência, genética, endocrinologia e outros domínios da ciência. O Tempo dos Pais é uma síntese magistral de perspetivas históricas e evolutivas que transformam o significado de ser homem e pai ¿ e trazem uma nova esperança para o futuro da nossa espécie.
Edição: Fev 2025
Nº Páginas: 168
Sinopse: Neste texto de grande sensibilidade e atualidade, somos desde logo confrontados com a nossa postura hipócrita relativamente aos animais: acarinhamos cães e gatos (com o que isso implica de cuidados, conforto e bem-estar dos mesmos) e somos imunes ao sofrimento de um cordeiro ou um porco. Como tantos outros filósofos e pensadores ao longo da História e citados neste livro, Frédéric Lenoir desafia-nos a fazer prova da nossa humanidade, respeitando todos os seres vivos ¿ ainda que alguns venham a ser usados na nossa alimentação: o primeiro direito dos animais deve ser o de uma existência decente, sem sofrimentos atrozes desde que nascem até que morrem, e de acordo com a sua natureza. Lenoir defende que é premente definir uma ética para o modo como tratamos os animais, tendo em conta o seu grau de inteligência e sensibilidade (quanto mais inteligente o animal, maior o seu sofrimento); bem como desenvolver as ações necessárias para criar uma «etiqueta ética animal». Talvez comecemos agora a passar a um estado ético em que o pensamento humanista se emancipe do seu enquadramento exclusivamente antropocêntrico e se estenda a todos os seres sensíveis.
Edição: Fev 2025
Nº Páginas: 312
Sinopse: Esta impressionante exploração do amor e do desgosto amoroso, da autoria da jornalista e colunista da Vogue Annie Lord, é mais do que um livro sobre uma rutura singular. É uma meditação lírica e sincera sobre a alegria e a dor simultâneas de estar apaixonado, que ressoará em qualquer pessoa que já tenha sofrido de um coração partido. É uma obra de memórias sobre o melhor e o pior do amor: o eufórico e o doloroso, o belo e o confuso. Partilhamos a dor de Annie Lord durante a viagem ao passado, juntamo-nos a ela à medida que essa dor começa a sarar, e encolhemo-nos ou rimo-nos enquanto reconhecemos acontecimentos e pensamentos na nossa experiência, do desastroso rebound sex ao imprudente envio de nudes, passando pela perseguição nas redes sociais à nova namorada do ex ou à aguda indignidade de ser ghosted.
Edição: Jan 2025
Nº Páginas: 384
Sinopse: Bennie Salazar, antigo punk rocker, está a envelhecer e é agora um executivo discográfico; Sasha é a sua assistente, uma jovem mulher impetuosa e cleptomaníaca. Apesar de Bennie e Sasha nunca chegarem a descobrir o passado um do outro, o leitor vai conhecê-lo, até ao mais íntimo detalhe, bem como a vida secreta de um variadíssimo leque de personagens, cujos caminhos se cruzam com os deles ao longo de muitos anos e muitos lugares: Nova Iorque, São Francisco, Nápoles e África. A Visita do Brutamontes é um livro sobre a interação do tempo e da música, a capacidade de sobreviver, e as mudanças e transformações, quando inexoravelmente postas em movimento ainda que pelas mais efémeras conjunturas do nosso destino. Numa arrebatadora plêiade de estilos e registos - da tragédia à sátira, passando pelo PowerPoint -, Egan captura a corrente que nos atrai para a autodestruição, à qual sucumbimos se não a soubermos dominar; a fome de redenção de cada homem e mulher; e a tendência universal para alcançar ambas através da ação «condutora» da arte e da música e escapando à impiedosa passagem do tempo. Um livro astuto, surpreendente e hilariante.
Edição: Set 2024
Nº Páginas: 192
Sinopse: as fotografias tiradas por soldados portugueses em angola, guiné-bissau e mocambique durante a guerra colonial entre 1961 e 1974, milhares de homens mobilizados para angola, guiné¿bissau e mocambique tiraram fotografias daquilo que os rodeava. conservadas para si ou enviadas pelo correio como prova de vida à distância, estas imagens e as histórias que elas escondem foram mantidas durante anos na estreiteza dos seus círculos pessoais. cinquenta anos depois do fim do conflito, este livro, tal como a exposicão homónima no museu do aljube que lhe deu origem, parte da pesquisa etnográfica com ex-combatentes e suas coleccões fotográficas para explorar as ligacões entre fotografia, memória e história da guerra colonial. às imagens juntam-se ainda textos de investigadores e obras de artistas e compositores que, de diversas formas, reflectem sobre o colonialismo, a guerra e o fim do império português. «é cruzando olhares, atravessando campos disciplinares e multiplicando perguntas que poderemos escavar as muitas camadas de sentido contidas nas fotografias e nas histórias pessoais desta guerra.» ¿ maria josé lobo antunes e inês ponte, coordenacão
Edição: Mar 2024
Nº Páginas: 168
Sinopse: festa. este livro festeja os 50 anos do dia que derrubou uma ditadura de 48 anos. o 25 de abril, catarse e delírio, foi uma das mais impressionantes algazarras de liberdade, loucura, e inocente destrambelhamento colectivo que o modesto povo português já viveu. a liberdade chegou como uma inundacão: proliferaram partidos polí¬ticos; levantaram-se do chão incendiários educadores do povo; agitaram¬-se estandartes; colaram-se cartazes; pichagens pintaram paredes; ruas, largos e avenidas entupiram-se com torrentes de gente em loucas manifs. de tudo isso este livro quer ser a mais despretensiosa ¿ e divertida ¿ testemunha. primeiro, num preâmbulo mansinho, nocturno, visitamos e descrevemos, hora a hora, os incidentes e o suspense da noite de 24 de abril, da madrugada e do dia 25 em que os militares de abril derruba¬ram o estado do estado a que isto chegara.
Edição: Fev 2024
Nº Páginas: 432
Sinopse: esta é uma história negligenciada. não é uma história abrangente, definitiva e exaustiva do mundo, mas algo mais silencioso, íntimo e particular. uma viagem única, a partir de 101 objetos, através das fascinantes ¿ e demasiadas vezes esquecidas ¿ histórias de mulheres.ao abrir este gabinete de curiosidades, encontrará objetos que foram muito apreciados ¿ como a tapecaria de bayeux, disputada por várias nacões ¿ e outros que são mais humildes e domésticos. alguns(como o dildo de vidro do século xvi)são objetos de prazer feminino, outros(um esmagador de polegares)de subjugacão feminina. há artefactos de mulheres celebradas pela história e de mulheres injustamente esquecidas por ela; exemplos de rebeldia feminina e de autorrevelacão; objetos que são inspiradores, curiosos ou(como o chocolate de rádio)apenas fundamentalmente mal concebidos. através da variedade e riqueza de todos estes 101 objetos, de uma pesquisa cuidadosa e de uma narrativa
Edição: Jan 2024
Nº Páginas: 248
Sinopse: O Marquês de Pombal é uma chave importante para compreendermos dimensões relevantes do Portugal e do Brasil de hoje e até de outros países que a sua ação política influenciou. A sua política reformista é fundamental para o processo de unificação do Brasil e das condições estruturantes para a futura independência deste que é um dos maiores países do mundo.
Edição: Nov 2023
Nº Páginas: 392
Sinopse: Novo volume da colecção «O 25 de Abril visto de fora»: Colectânea que representa o que de melhor escreveu um conjunto assinalável de académicos que despertaram, com o 25 de Abril, para o estudo do Portugal contemporâneo. Em parceria com a Comissão Comemorativa 50 anos 25 de Abril. «Os artigos desta coletânea, escritos para o colóquio do International Conference Group on Portugal, em Durham, no New Hampshire, em junho de 1979, tentam colocar a revolução de 25 Abril e o seu rescaldo numa perspetiva que combine a análise das condições históricas e sociais internas de Portugal com a dos acontecimentos internacionais de meados da década de 1970.
