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Edição: Abr 2017
Nº Páginas: 848
Sinopse:
Relatório de Combate resulta do percurso de Alberto João Jardim de quatro décadas de poder. Conta as suas memórias políticas, esclarece aspectos da sua governação, partilha reflexões, e lança pistas para o futuro da Região e do País. No seu estilo directo e franco começa por contar o seu trajecto político, desde a madrugada do 25 de Abril, e conduz-nos por entre os corredores do poder até à actualidade. Percorre todas as fases por que o regime português passou - o PREC, os primeiros Governos constitucionais, a estabilização do Regime, a entrada para a Comunidade Europeia e enfim a maturidade democrática. E partilha connosco o que esta cronologia de acontecimentos significou para a luta pela Autonomia da Madeira, bem como definiu a sua acção política.
Nº Páginas: 848
Sinopse:
Relatório de Combate resulta do percurso de Alberto João Jardim de quatro décadas de poder. Conta as suas memórias políticas, esclarece aspectos da sua governação, partilha reflexões, e lança pistas para o futuro da Região e do País. No seu estilo directo e franco começa por contar o seu trajecto político, desde a madrugada do 25 de Abril, e conduz-nos por entre os corredores do poder até à actualidade. Percorre todas as fases por que o regime português passou - o PREC, os primeiros Governos constitucionais, a estabilização do Regime, a entrada para a Comunidade Europeia e enfim a maturidade democrática. E partilha connosco o que esta cronologia de acontecimentos significou para a luta pela Autonomia da Madeira, bem como definiu a sua acção política.
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Edição: Jul 2022
Nº Páginas: 240
Sinopse:
Para si que que aprecia uma boa refeição e procura alternativas vegetarianas todos os dias, ou pontualmente, este é o livro de cozinha que precisa de ter lá em casa. Se optou por reduzir o consumo de carne e peixe na totalidade ou parcialmente, aqui vai descobrir ideias de receitas vegetarianas repletas de sabor. Vamos enriquecer os menus aí de casa com refeições deliciosas e completas em termos nutricionais, incorporando boas práticas de sustentabilidade, dando preferência aos ingredientes de época e locais e à diminuição do desperdício. Receitas para toda a família que vão passar a fazer parte da ementa do dia a dia. Bom flexitarianismo para todos!
Nº Páginas: 240
Sinopse:
Para si que que aprecia uma boa refeição e procura alternativas vegetarianas todos os dias, ou pontualmente, este é o livro de cozinha que precisa de ter lá em casa. Se optou por reduzir o consumo de carne e peixe na totalidade ou parcialmente, aqui vai descobrir ideias de receitas vegetarianas repletas de sabor. Vamos enriquecer os menus aí de casa com refeições deliciosas e completas em termos nutricionais, incorporando boas práticas de sustentabilidade, dando preferência aos ingredientes de época e locais e à diminuição do desperdício. Receitas para toda a família que vão passar a fazer parte da ementa do dia a dia. Bom flexitarianismo para todos!
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Edição: Nov 2022
Nº Páginas: 240
Sinopse:
Com o reinado mais longo da história britânica, a Rainha Isabel II esteve no centro da vida britânica durante quase um século. Teve uma existência muito mediática, vista por milhões através de fotografias, filmes e séries de televisão, desde o seu nascimento até aos últimos anos do seu reinado. Para muitos, ela foi a personificação da Grã-Bretanha: uma presença constante e informada na política e cultura britânicas desde que subiu ao trono, em 1952. Este livro oficial da "BBC" celebra a vida da Rainha Isabel II através de fotografias e imagens televisivas extraídas em grande parte dos arquivos da "BBC", uma organização que recebeu a sua carta real apenas um ano após o seu nascimento. Desde a sua infância e primeiros momentos de vida pública ao seu Jubileu de Platina e aos casamentos dos seus filhos e netos, este é um tributo sumptuoso à mais mediática dos monarcas, uma figura icónica nos corações e mentes de milhões de pessoas em todo o mundo.
Nº Páginas: 240
Sinopse:
Com o reinado mais longo da história britânica, a Rainha Isabel II esteve no centro da vida britânica durante quase um século. Teve uma existência muito mediática, vista por milhões através de fotografias, filmes e séries de televisão, desde o seu nascimento até aos últimos anos do seu reinado. Para muitos, ela foi a personificação da Grã-Bretanha: uma presença constante e informada na política e cultura britânicas desde que subiu ao trono, em 1952. Este livro oficial da "BBC" celebra a vida da Rainha Isabel II através de fotografias e imagens televisivas extraídas em grande parte dos arquivos da "BBC", uma organização que recebeu a sua carta real apenas um ano após o seu nascimento. Desde a sua infância e primeiros momentos de vida pública ao seu Jubileu de Platina e aos casamentos dos seus filhos e netos, este é um tributo sumptuoso à mais mediática dos monarcas, uma figura icónica nos corações e mentes de milhões de pessoas em todo o mundo.
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Edição: Set 2015
Nº Páginas: 704
Sinopse:
A jovem Pip Tyler não sabe quem é. Sabe que o seu nome verdadeiro é Purity, que tem às costas um empréstimo de cento e trinta mil dólares contraído para poder tirar um curso, que vive numa casa ocupada com anarquistas de Oakland, e que a sua relação com a mãe - a única família que tem - é tempestuosa. Mas não faz a mínima ideia de quem é o pai, da razão que levou a mãe a viver isolada do mundo com um nome inventado, nem de como alguma vez irá ter uma vida normal. Entram em cena os alemães. Um breve encontro com uma pacifista alemã leva Pip a um estágio na América do Sul, no Projecto Luz Solar, organização que trafica todos os segredos do mundo - incluindo, espera Pip, o segredo das suas origens pessoais. O PLS nasceu da ideia de Andreas Wolf, um provocador carismático que alcançou a fama no caos que se seguiu à queda do Muro de Berlim. Agora foragido na Bolívia, Andreas sente-se atraído por Pip por razões que ela não compreende, e a intensidade com que lhe corresponde arrasa as suas ideias convencionais sobre o certo e o errado. "Purity" é uma fascinante história de idealismo juvenil, fidelidade extrema e assassínio. O autor de "Correcções" e "Liberdade" imaginou um mundo de personagens brilhantemente originais - californianos e alemães de leste, bons progenitores e maus progenitores, jornalistas e denunciantes - e segue-lhes as pistas entretecidas por paisagens tão contemporâneas como a omnipresente Internet, e tão antigas como a guerra entre os sexos. "Purity" é o livro mais ousado e penetrante até hoje escrito por um dos mais importantes autores da actualidade.
Nº Páginas: 704
Sinopse:
A jovem Pip Tyler não sabe quem é. Sabe que o seu nome verdadeiro é Purity, que tem às costas um empréstimo de cento e trinta mil dólares contraído para poder tirar um curso, que vive numa casa ocupada com anarquistas de Oakland, e que a sua relação com a mãe - a única família que tem - é tempestuosa. Mas não faz a mínima ideia de quem é o pai, da razão que levou a mãe a viver isolada do mundo com um nome inventado, nem de como alguma vez irá ter uma vida normal. Entram em cena os alemães. Um breve encontro com uma pacifista alemã leva Pip a um estágio na América do Sul, no Projecto Luz Solar, organização que trafica todos os segredos do mundo - incluindo, espera Pip, o segredo das suas origens pessoais. O PLS nasceu da ideia de Andreas Wolf, um provocador carismático que alcançou a fama no caos que se seguiu à queda do Muro de Berlim. Agora foragido na Bolívia, Andreas sente-se atraído por Pip por razões que ela não compreende, e a intensidade com que lhe corresponde arrasa as suas ideias convencionais sobre o certo e o errado. "Purity" é uma fascinante história de idealismo juvenil, fidelidade extrema e assassínio. O autor de "Correcções" e "Liberdade" imaginou um mundo de personagens brilhantemente originais - californianos e alemães de leste, bons progenitores e maus progenitores, jornalistas e denunciantes - e segue-lhes as pistas entretecidas por paisagens tão contemporâneas como a omnipresente Internet, e tão antigas como a guerra entre os sexos. "Purity" é o livro mais ousado e penetrante até hoje escrito por um dos mais importantes autores da actualidade.
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Edição: Fev 2010
Nº Páginas: 240
Sinopse:
Projecto composto pelos seguintes elementos:- Livro com a história, composto por três partes (Estrutura Narrativa e Coerência Estrutural, Processo e Complexidade Narrativa, Conteúdo e Multiplicidade Narrativa), serve de suporte às várias acções e estratégias terapêuticas ou de promoção da produção narrativa como um todo (utilizando-se o livro no seu todo) ou ao nível das subdimensões (podendo utilizar-se cada uma das partes de forma relativamente autónoma).- Cartolinas, no final do livro, incluem A Roda dos Temas, A Roda dos Acontecimentos, A Roda dos Cenários e A Roda das Personagens.- Autocolantes, dividem-se em quatro grupos: autocolantes de Temas, autocolantes de Acontecimentos, autocolantes de Cenários e autocolantes de Personagens.- Cartazes (Tabela das Pistas, Tabela do Vamos Pintar Sem Pincel, Tabela da Diversidade, Tabela do Clube dos Pintores Sem Pincel), peças integradoras dos vários elementos que compõem o projecto.
Nº Páginas: 240
Sinopse:
Projecto composto pelos seguintes elementos:- Livro com a história, composto por três partes (Estrutura Narrativa e Coerência Estrutural, Processo e Complexidade Narrativa, Conteúdo e Multiplicidade Narrativa), serve de suporte às várias acções e estratégias terapêuticas ou de promoção da produção narrativa como um todo (utilizando-se o livro no seu todo) ou ao nível das subdimensões (podendo utilizar-se cada uma das partes de forma relativamente autónoma).- Cartolinas, no final do livro, incluem A Roda dos Temas, A Roda dos Acontecimentos, A Roda dos Cenários e A Roda das Personagens.- Autocolantes, dividem-se em quatro grupos: autocolantes de Temas, autocolantes de Acontecimentos, autocolantes de Cenários e autocolantes de Personagens.- Cartazes (Tabela das Pistas, Tabela do Vamos Pintar Sem Pincel, Tabela da Diversidade, Tabela do Clube dos Pintores Sem Pincel), peças integradoras dos vários elementos que compõem o projecto.
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Edição: Set 2019
Nº Páginas: 640
Sinopse:
"Princípios", escrito por Ray Dalio (considerado uma das pessoas mais ricas do mundo pela revista Forbes em 2018) partilha os princípios não convencionais de vida e do trabalho que transformaram um miúdo comum numa das pessoas mais bem-sucedidas do nosso tempo, e que podem ser utilizados por qualquer pessoa para atingir os seus próprios objetivos.
Nº Páginas: 640
Sinopse:
"Princípios", escrito por Ray Dalio (considerado uma das pessoas mais ricas do mundo pela revista Forbes em 2018) partilha os princípios não convencionais de vida e do trabalho que transformaram um miúdo comum numa das pessoas mais bem-sucedidas do nosso tempo, e que podem ser utilizados por qualquer pessoa para atingir os seus próprios objetivos.
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Edição: Fev 2023
Nº Páginas: 256
Sinopse:
Em 1975, Ray Dalio fundou a Bridgewater Associates no seu apartamento de dois quartos, na cidade de Nova Iorque. Quarenta anos mais tarde, a Bridgewater tornou-se na quinta empresa privada mais importante dos EUA (segundo a Fortune) e tem gerado mais capital para os investidores do que qualquer outro fundo de investimento da história (Bloomberg). Em 2017, publicou o livro "Princípios: Vida & Trabalho", descrevendo o conjunto inconvencional de princípios por detrás do seu sucesso, que a maioria das pessoas pode aplicar independentemente do que procura alcançar. Agora, no quinto aniversário da publicação de Princípios, Dalio criou este journal interativo para ajudar os leitores a criarem os seus próprios princípios. Através de uma série de exercícios, o autor guiá-lo-á para uma compreensão mais profunda de como é e do que deseja, levando-o a refletir sobre as suas próprias realidades, e ajudando-o a definir os seus próprios princípios para obter o que deseja da vida.
Nº Páginas: 256
Sinopse:
Em 1975, Ray Dalio fundou a Bridgewater Associates no seu apartamento de dois quartos, na cidade de Nova Iorque. Quarenta anos mais tarde, a Bridgewater tornou-se na quinta empresa privada mais importante dos EUA (segundo a Fortune) e tem gerado mais capital para os investidores do que qualquer outro fundo de investimento da história (Bloomberg). Em 2017, publicou o livro "Princípios: Vida & Trabalho", descrevendo o conjunto inconvencional de princípios por detrás do seu sucesso, que a maioria das pessoas pode aplicar independentemente do que procura alcançar. Agora, no quinto aniversário da publicação de Princípios, Dalio criou este journal interativo para ajudar os leitores a criarem os seus próprios princípios. Através de uma série de exercícios, o autor guiá-lo-á para uma compreensão mais profunda de como é e do que deseja, levando-o a refletir sobre as suas próprias realidades, e ajudando-o a definir os seus próprios princípios para obter o que deseja da vida.
No interior, irá aprender a:
- Identificar as suas forças e as suas fraquezas;
- Desenvolver princípios para alcançar o que quer da vida;
- Maximizar as suas aprendizagens com os erros;
- Perceber em que ponto está na sua vida, e o que virá a seguir.
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Edição: Jul 2020
Nº Páginas: 288
Sinopse:
Exercícios com orientação de elaboração de respostas com a integração de documentos de diferentes tipologias. Conjunto de exercícios propostos, distribuídos por fichas de trabalho. Glossário de conceitos e vocabulário específico da disciplina. Testes de Avaliação. Critérios de correção dos Exercícios e dos Testes.
Nº Páginas: 288
Sinopse:
Exercícios com orientação de elaboração de respostas com a integração de documentos de diferentes tipologias. Conjunto de exercícios propostos, distribuídos por fichas de trabalho. Glossário de conceitos e vocabulário específico da disciplina. Testes de Avaliação. Critérios de correção dos Exercícios e dos Testes.
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Edição: Nov 2019
Nº Páginas: 192
Sinopse:
Mais do que um livro de retratos, este trabalho é, em si mesmo, um retrato da Mulher enquanto elemento essencial na criação de um Portugal melhor. Em "Portuguesas", Veríssimo Dias regista em foto 150 mulheres notáveis e inspiradoras - porque um livro precisa de um limite de páginas - que, sendo ou não figuras públicas, são marcos nos respetivos campos de atuação. Assim se elogia a igualdade de género e se regista o agradecimento pelo papel de cada uma destas pessoas na construção do nosso país.
Nº Páginas: 192
Sinopse:
Mais do que um livro de retratos, este trabalho é, em si mesmo, um retrato da Mulher enquanto elemento essencial na criação de um Portugal melhor. Em "Portuguesas", Veríssimo Dias regista em foto 150 mulheres notáveis e inspiradoras - porque um livro precisa de um limite de páginas - que, sendo ou não figuras públicas, são marcos nos respetivos campos de atuação. Assim se elogia a igualdade de género e se regista o agradecimento pelo papel de cada uma destas pessoas na construção do nosso país.
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Edição: Nov 2017
Nº Páginas: 848
Sinopse:
"A presente obra não visa constituir mais uma contribuição erudita ou edificante de retrospetiva histórica; pretende, antes, traduzir-se num fundamentado quadro da condição atual do catolicismo em Portugal. Tem, pois, por intuito primordial pôr em evidência, com visão realista dos sinais de vitalidade e das limitações, as múltiplas facetas e as dinâmicas contemporâneas da comunidade católica nos vários domínios da vida da sociedade portuguesa. Enfim, trata-se de fazer o ponto da situação das presenças e ausências, dos acertos e desacertos, das forças e fraquezas das perspetivas cristãs, através de um discurso de rigor e numa escrita capaz de chegar a um vasto público de leitores católicos e não católicos, de vários estratos socioculturais. Graças a colaboração de dezenas de autores, vindos de diferentes gerações e sectores, com distintas formações e opções entre os leigos, com várias sensibilidades espirituais entre os consagrados, esta obra constitui-se em polifonia sobre as mais representativas faces do catolicismo em Portugal no século XXI - vozes condensadas na dicção de duas centenas de textos breves, intercalados com larga componente imagética."
Nº Páginas: 848
Sinopse:
"A presente obra não visa constituir mais uma contribuição erudita ou edificante de retrospetiva histórica; pretende, antes, traduzir-se num fundamentado quadro da condição atual do catolicismo em Portugal. Tem, pois, por intuito primordial pôr em evidência, com visão realista dos sinais de vitalidade e das limitações, as múltiplas facetas e as dinâmicas contemporâneas da comunidade católica nos vários domínios da vida da sociedade portuguesa. Enfim, trata-se de fazer o ponto da situação das presenças e ausências, dos acertos e desacertos, das forças e fraquezas das perspetivas cristãs, através de um discurso de rigor e numa escrita capaz de chegar a um vasto público de leitores católicos e não católicos, de vários estratos socioculturais. Graças a colaboração de dezenas de autores, vindos de diferentes gerações e sectores, com distintas formações e opções entre os leigos, com várias sensibilidades espirituais entre os consagrados, esta obra constitui-se em polifonia sobre as mais representativas faces do catolicismo em Portugal no século XXI - vozes condensadas na dicção de duas centenas de textos breves, intercalados com larga componente imagética."
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Edição: Jan 2012
Nº Páginas: 192
Sinopse:
Durante a minha vida de viajante pelas cinco partes do mundo, devo ter provado o peixe e o marisco de todos os oceanos, de todas as costas, de muitos lagos e muitos rios. E tenho, para mim, a convicção íntima e segura de que, jamais, em lado algum, encontrei a qualidade, o sabor e a frescura que rivalizem com o "meu" peixe de Portugal. Prevejo alguns sorrisos condescendentes quando faço esta afirmação. E, contudo, para além das questões científicas que provam ter as nossas costas as condições ideais para a vida biológica destas espécies, dezenas de grandes e famosos Cozinheiros, da Europa à Ásia, dos Estados Unidos ao Japão, reconhecem o nosso peixe como o melhor do mundo, tal como os próprios testemunhos de alguns que aqui registamos. Mas, se este livro é uma homenagem ao nosso peixe e ao nosso marisco, ele constitui também e calorosamente uma homenagem a todos os nossos generosos pescadores que, hoje e ao longo dos séculos, andam diariamente na faina, arrostando com tantos perigos para nos proporcionarem à mesa este delicioso e abençoado produto.
Nº Páginas: 192
Sinopse:
Durante a minha vida de viajante pelas cinco partes do mundo, devo ter provado o peixe e o marisco de todos os oceanos, de todas as costas, de muitos lagos e muitos rios. E tenho, para mim, a convicção íntima e segura de que, jamais, em lado algum, encontrei a qualidade, o sabor e a frescura que rivalizem com o "meu" peixe de Portugal. Prevejo alguns sorrisos condescendentes quando faço esta afirmação. E, contudo, para além das questões científicas que provam ter as nossas costas as condições ideais para a vida biológica destas espécies, dezenas de grandes e famosos Cozinheiros, da Europa à Ásia, dos Estados Unidos ao Japão, reconhecem o nosso peixe como o melhor do mundo, tal como os próprios testemunhos de alguns que aqui registamos. Mas, se este livro é uma homenagem ao nosso peixe e ao nosso marisco, ele constitui também e calorosamente uma homenagem a todos os nossos generosos pescadores que, hoje e ao longo dos séculos, andam diariamente na faina, arrostando com tantos perigos para nos proporcionarem à mesa este delicioso e abençoado produto.
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Edição: Jun 2003
Nº Páginas: 176
Sinopse:
Elaborada no âmbito do Porto 2001 - Capital Europeia da Cultura, a obra Porto Monumental e Artístico - Património da Humanidade destina-se a todos os que se interessam pelo património monumental e artístico portuense e, desta forma, pela história da cidade, das suas gentes e do seu legado.
Nº Páginas: 176
Sinopse:
Elaborada no âmbito do Porto 2001 - Capital Europeia da Cultura, a obra Porto Monumental e Artístico - Património da Humanidade destina-se a todos os que se interessam pelo património monumental e artístico portuense e, desta forma, pela história da cidade, das suas gentes e do seu legado.
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Edição: Nov 2017
Nº Páginas: 776
Sinopse:
Trata-se, quanto a mim, de um dos mais importantes factos editoriais deste ano, a par das edições de Eugénio de Andrade e de Ruy Cinatti, também com a mesma chancela editorial. Mas essa importância deve-se ao rasgo de genialidade do nosso maior surrealista que, na verdade, transcende a mera etiqueta periodológica em que, ao longo das décadas, foi sendo posto. Cesariny, também artista plástico, merece ser lido para além desse rótulo. António Carlos Cortez, JL «Mário Cesariny é, indubitavelmente, o surrealista português que mais profundamente cravou o seu nome na investida portuguesa pelo movimento, fruto de uma natural sintonia entre a sua personalidade e os pressupostos estéticos desta corrente. Uma reunião de livros com a poesia de Cesariny num único volume é uma dádiva editorial a saudar, efusivamente.» João Morales, Time Out lisboa (5 *****)
Nº Páginas: 776
Sinopse:
Trata-se, quanto a mim, de um dos mais importantes factos editoriais deste ano, a par das edições de Eugénio de Andrade e de Ruy Cinatti, também com a mesma chancela editorial. Mas essa importância deve-se ao rasgo de genialidade do nosso maior surrealista que, na verdade, transcende a mera etiqueta periodológica em que, ao longo das décadas, foi sendo posto. Cesariny, também artista plástico, merece ser lido para além desse rótulo. António Carlos Cortez, JL «Mário Cesariny é, indubitavelmente, o surrealista português que mais profundamente cravou o seu nome na investida portuguesa pelo movimento, fruto de uma natural sintonia entre a sua personalidade e os pressupostos estéticos desta corrente. Uma reunião de livros com a poesia de Cesariny num único volume é uma dádiva editorial a saudar, efusivamente.» João Morales, Time Out lisboa (5 *****)
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Edição: Nov 2018
Nº Páginas: 816
Sinopse:
Encontra-se reunida, neste volume, toda a poesia de António Botto — não só as célebres Canções (um conjunto de quinze livros) mas também outros sete livros, sendo um deles a sequência de poemas em prosa Cartas Que Me Foram Devolvidas. Eduardo Pitta é o responsável pela edição, que inclui uma extensa cronologia da vida de Botto, de cuja poesia Fernando Cabral Martins disse: "É preciso hoje ir ler os seus poemas, sobretudo, sem excessivo apelo ao seu ademane de personagem pública. E descobrir neles uma das irrupções mais nítidas de uma estranha qualidade de música ligeira: a que é capaz de cantar a pele e os seus arrepios de desejo, a pequena experiência de esquina do corpo casual, estilhaçando desde o primeiro sopro de voz o etéreo desinteresse pela sexualidade que o lirismo português vinha afectando, de Patrício a Pascoaes, de Pessoa a Pessanha, de Nobre a Roberto de Mesquita, de Antero a João de Deus. […] A poesia de António Botto é água transparente onde os outros destilam os seus álcoois, é um passeio embalado pelos bairros da noite onde os outros nos propõem um passo no abismo ou a dobra alucinada do mundo."
Nº Páginas: 816
Sinopse:
Encontra-se reunida, neste volume, toda a poesia de António Botto — não só as célebres Canções (um conjunto de quinze livros) mas também outros sete livros, sendo um deles a sequência de poemas em prosa Cartas Que Me Foram Devolvidas. Eduardo Pitta é o responsável pela edição, que inclui uma extensa cronologia da vida de Botto, de cuja poesia Fernando Cabral Martins disse: "É preciso hoje ir ler os seus poemas, sobretudo, sem excessivo apelo ao seu ademane de personagem pública. E descobrir neles uma das irrupções mais nítidas de uma estranha qualidade de música ligeira: a que é capaz de cantar a pele e os seus arrepios de desejo, a pequena experiência de esquina do corpo casual, estilhaçando desde o primeiro sopro de voz o etéreo desinteresse pela sexualidade que o lirismo português vinha afectando, de Patrício a Pascoaes, de Pessoa a Pessanha, de Nobre a Roberto de Mesquita, de Antero a João de Deus. […] A poesia de António Botto é água transparente onde os outros destilam os seus álcoois, é um passeio embalado pelos bairros da noite onde os outros nos propõem um passo no abismo ou a dobra alucinada do mundo."
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Edição: Abr 2017
Nº Páginas: 696
Sinopse:
FINALMENTE, A EDIÇÃO DE REFERÊNCIA DA POESIA COMPLETA DE MÁRIO DE SÁ-CARNEIRO. Primeira edição crítica e anotada da obra de um dos maiores vultos a literatura portuguesa, desde a juvenília até à obra adulta. Cem anos passados sobre a morte do escritor, Poesia Completa de Mário de Sá-Carneiro reúne pela primeira vez toda a sua obra poética. Inclui: A juvenília poética, com os poemas escritos entre 1902 e 1913; A obra entre 1913 e 1916, data da sua morte; Um apreciável conjunto de fac-símiles a cores, muitos deles inéditos; Cartas inéditas (de autoria diversa) enviadas a Fernando Pessoa depois da morte de Sá-Carneiro, revelando novos dados sobre os poemas encontrados no quarto de Paris. "Quem nunca se sentiu um "dúbio mascarado", ou nunca temeu passar "na vida incógnito", que atire a Sá-Carneiro a primeira pedra, ou aproveite a sua ajuda para se sentir mais humano." Ricardo Vasconcelos, Apresentação.
Nº Páginas: 696
Sinopse:
FINALMENTE, A EDIÇÃO DE REFERÊNCIA DA POESIA COMPLETA DE MÁRIO DE SÁ-CARNEIRO. Primeira edição crítica e anotada da obra de um dos maiores vultos a literatura portuguesa, desde a juvenília até à obra adulta. Cem anos passados sobre a morte do escritor, Poesia Completa de Mário de Sá-Carneiro reúne pela primeira vez toda a sua obra poética. Inclui: A juvenília poética, com os poemas escritos entre 1902 e 1913; A obra entre 1913 e 1916, data da sua morte; Um apreciável conjunto de fac-símiles a cores, muitos deles inéditos; Cartas inéditas (de autoria diversa) enviadas a Fernando Pessoa depois da morte de Sá-Carneiro, revelando novos dados sobre os poemas encontrados no quarto de Paris. "Quem nunca se sentiu um "dúbio mascarado", ou nunca temeu passar "na vida incógnito", que atire a Sá-Carneiro a primeira pedra, ou aproveite a sua ajuda para se sentir mais humano." Ricardo Vasconcelos, Apresentação.
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Edição: Jun 2020
Nº Páginas: 480
Sinopse:
A enorme reputação de Maria Alberta Menéres como autora infantojuvenil silenciou, de certa maneira, a sua produção poética. É esse esquecimento injusto que agora se pretende corrigir. Publicam-se, assim, pela primeira vez, não só os seus livros de poemas, Intervalo, Cântico de Barro, A Palavra Impercetível, Água-Memória, O Robot Sensível, A Pegada do Yeti, Os Mosquitos de Suburna e O Jogo dos Silêncios, como ainda textos e poemas dispersos publicados e inéditos. E se, ainda assim, este exemplo de vastíssima erudição não bastar, que se leiam as lúcidas palavras de E. M. de Melo e Castro, posfaciador desta edição: "O melhor é ler e reler, quantas vezes for necessário..."
Nº Páginas: 480
Sinopse:
A enorme reputação de Maria Alberta Menéres como autora infantojuvenil silenciou, de certa maneira, a sua produção poética. É esse esquecimento injusto que agora se pretende corrigir. Publicam-se, assim, pela primeira vez, não só os seus livros de poemas, Intervalo, Cântico de Barro, A Palavra Impercetível, Água-Memória, O Robot Sensível, A Pegada do Yeti, Os Mosquitos de Suburna e O Jogo dos Silêncios, como ainda textos e poemas dispersos publicados e inéditos. E se, ainda assim, este exemplo de vastíssima erudição não bastar, que se leiam as lúcidas palavras de E. M. de Melo e Castro, posfaciador desta edição: "O melhor é ler e reler, quantas vezes for necessário..."
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Edição: Set 2006
Nº Páginas: 656
Sinopse:
Reúnem-se neste terceiro volume os poemas em português, datados entre 1931 e 1935, bem como poemas não datados, não atribuídos por Fernando Pessoa a nenhum dos seus heterónimos ou personalidades literárias. À semelhança do que acontece com os dois anteriores, este volume de poesia ortónima pessoana inclui poemas publicados em vida pelo autor e poemas que foram sendo dados a conhecer postumamente pelos mais diversos editores, para além de 123 poemas inéditos.
Nº Páginas: 656
Sinopse:
Reúnem-se neste terceiro volume os poemas em português, datados entre 1931 e 1935, bem como poemas não datados, não atribuídos por Fernando Pessoa a nenhum dos seus heterónimos ou personalidades literárias. À semelhança do que acontece com os dois anteriores, este volume de poesia ortónima pessoana inclui poemas publicados em vida pelo autor e poemas que foram sendo dados a conhecer postumamente pelos mais diversos editores, para além de 123 poemas inéditos.
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Edição: Dez 2005
Nº Páginas: 504
Sinopse:
Este é o primeiro de três volumes em que se reúnem os poemas, datados entre 1902 e 1917, não atribuídos por Fernando Pessoa a nenhum dos seus heterónimos ou personalidades literárias.Esta edição da poesia ortónima pessoana inclui os poemas publicados em vida pelo autor e os que foram sendo dados a conhecer pelos mais diversos editores, desde a sua morte até ao corrente ano de 2005. Da revisão e refixação destes poemas, a partir dos manuscritos autógrafos existentes no Espólio da Biblioteca Nacional de Lisboa, resultaram, inevitavelmente, diferentes lições do texto e algumas divergências na atribuição de autoria ortónima. Mas resultou também a verificação de que muitos proto-poemas, isto é, poemas fragmentários ou em estado de esboço, cujos versos lacunares e estrofes inacabadas tornam quase impraticável uma compreensão global, tendo sido publicados, muito justamente, no âmbito de uma edição crítica, não teriam justificação aqui. A esses, certamente, Pessoa teria dado uma forma outra, reescrevendo-os, refundindo-os, corrigindo-os, completando-os, se os viesse a publicar. Por isso, optámos por não os incluir nesta edição que, pretendendo-se embora rigorosa e criteriosa, é dirigida a um público comum e heterogéneo, não necessariamente iniciado em questões de crítica genética.
Nº Páginas: 504
Sinopse:
Este é o primeiro de três volumes em que se reúnem os poemas, datados entre 1902 e 1917, não atribuídos por Fernando Pessoa a nenhum dos seus heterónimos ou personalidades literárias.Esta edição da poesia ortónima pessoana inclui os poemas publicados em vida pelo autor e os que foram sendo dados a conhecer pelos mais diversos editores, desde a sua morte até ao corrente ano de 2005. Da revisão e refixação destes poemas, a partir dos manuscritos autógrafos existentes no Espólio da Biblioteca Nacional de Lisboa, resultaram, inevitavelmente, diferentes lições do texto e algumas divergências na atribuição de autoria ortónima. Mas resultou também a verificação de que muitos proto-poemas, isto é, poemas fragmentários ou em estado de esboço, cujos versos lacunares e estrofes inacabadas tornam quase impraticável uma compreensão global, tendo sido publicados, muito justamente, no âmbito de uma edição crítica, não teriam justificação aqui. A esses, certamente, Pessoa teria dado uma forma outra, reescrevendo-os, refundindo-os, corrigindo-os, completando-os, se os viesse a publicar. Por isso, optámos por não os incluir nesta edição que, pretendendo-se embora rigorosa e criteriosa, é dirigida a um público comum e heterogéneo, não necessariamente iniciado em questões de crítica genética.
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Edição: Fev 2018
Nº Páginas: 816
Sinopse:
Apresenta-se neste livro a poesia completa de Luís Filipe Castro Mendes revisitada pelo autor, que suprimiu alguns poemas e trabalhou outros. O prefácio é de Nuno Júdice e nele podemos ler que "Embora tendo publicado poemas desde os anos sessenta, é nos anos 80 do século passado que a obra de Luís Filipe Castro Mendes é assumida pelo autor como adquirindo plena identidade pessoal, sendo as "Seis elegias" (1985) o primeiro momento dessa afirmação. Original, desde logo, por surgir num momento da poesia portuguesa em que, longe das questões teóricas e formais que dominavam a poesia de 1970 em que, cronologicamente, se inscrevia, ele surge como um dos que prescrevem o que se pode chamar regresso a uma expressão mais pura do lirismo, de que a elegia é um dos modelos, remetendo quer para as Elegias de Rilke quer para um imaginário associado a uma vivência do mundo que é marcada pela dupla experiência do amor e da morte, reunindo esses contrários num conflito essencial que faz explodir dramaticamente o poema."
Nº Páginas: 816
Sinopse:
Apresenta-se neste livro a poesia completa de Luís Filipe Castro Mendes revisitada pelo autor, que suprimiu alguns poemas e trabalhou outros. O prefácio é de Nuno Júdice e nele podemos ler que "Embora tendo publicado poemas desde os anos sessenta, é nos anos 80 do século passado que a obra de Luís Filipe Castro Mendes é assumida pelo autor como adquirindo plena identidade pessoal, sendo as "Seis elegias" (1985) o primeiro momento dessa afirmação. Original, desde logo, por surgir num momento da poesia portuguesa em que, longe das questões teóricas e formais que dominavam a poesia de 1970 em que, cronologicamente, se inscrevia, ele surge como um dos que prescrevem o que se pode chamar regresso a uma expressão mais pura do lirismo, de que a elegia é um dos modelos, remetendo quer para as Elegias de Rilke quer para um imaginário associado a uma vivência do mundo que é marcada pela dupla experiência do amor e da morte, reunindo esses contrários num conflito essencial que faz explodir dramaticamente o poema."
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Edição: Dez 2009
Nº Páginas: 2152
Sinopse:
Algo distingue a presente antologia de outras antologias de poesia portuguesa organizadas no passado: esta é a primeira antologia panorâmica que abarca a poesia portuguesa desde os seus alvores, na transição do século XII para o século XIII, cerca de seis décadas após o nascimento do Reino de Portugal, até ao presente, entendendo-se por presente o ano de 2008, data dos poemas mais recentes aqui recolhidos. Em consequência desta novidade, surge uma outra: a de ser esta a primeira vez que todo o arco temporal do século XX é objeto de um projeto antológico não exclusivo, isto é, nem temático, nem tendencioso. Por outras palavras, esta antologia, passe a redundância, começa no começo, e termina na atualidade. O que significa que, pela primeira vez, os leitores de poesia podem eles próprios, a partir de um único livro, produzir uma apreciação quer sobre a poesia escrita na totalidade do século XX, quer sobre as poéticas do século XX em confronto e diálogo entre si e com os diversos momentos da tradição poética portuguesa ao longo de oito séculos (mais em diálogo do que em confronto, assim cremos). Ou simplesmente fruir dos milhares de poemas aqui compilados, saltando de uns séculos para os outros, começando pelo princípio, pelo meio ou pelo fim, organizando um número indefinido de antologias pessoais. Nestas mais de 2000 páginas coexistem, diacronicamente, mais de 800 anos de poesia, desde a "Cantiga de Garvaia" de Pai Soares de Taveirós, datável do primeiro decénio do século XIII, até outubro de 2008, data do mais recente poema aqui incluído, "Rasto", de Luís Quintais. Jorge Reis-Sá e Rui Lage
Nº Páginas: 2152
Sinopse:
Algo distingue a presente antologia de outras antologias de poesia portuguesa organizadas no passado: esta é a primeira antologia panorâmica que abarca a poesia portuguesa desde os seus alvores, na transição do século XII para o século XIII, cerca de seis décadas após o nascimento do Reino de Portugal, até ao presente, entendendo-se por presente o ano de 2008, data dos poemas mais recentes aqui recolhidos. Em consequência desta novidade, surge uma outra: a de ser esta a primeira vez que todo o arco temporal do século XX é objeto de um projeto antológico não exclusivo, isto é, nem temático, nem tendencioso. Por outras palavras, esta antologia, passe a redundância, começa no começo, e termina na atualidade. O que significa que, pela primeira vez, os leitores de poesia podem eles próprios, a partir de um único livro, produzir uma apreciação quer sobre a poesia escrita na totalidade do século XX, quer sobre as poéticas do século XX em confronto e diálogo entre si e com os diversos momentos da tradição poética portuguesa ao longo de oito séculos (mais em diálogo do que em confronto, assim cremos). Ou simplesmente fruir dos milhares de poemas aqui compilados, saltando de uns séculos para os outros, começando pelo princípio, pelo meio ou pelo fim, organizando um número indefinido de antologias pessoais. Nestas mais de 2000 páginas coexistem, diacronicamente, mais de 800 anos de poesia, desde a "Cantiga de Garvaia" de Pai Soares de Taveirós, datável do primeiro decénio do século XIII, até outubro de 2008, data do mais recente poema aqui incluído, "Rasto", de Luís Quintais. Jorge Reis-Sá e Rui Lage
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Edição: Ago 2007
Nº Páginas: 80
Sinopse:
Os 34 poemas aqui ditos por Mário Cesariny foram gravados por Vasco Pimental durante o verão de 2006, mantendo-se propositadamente na versão final todos os comentários de poeta recolhidos ao longo das 3 sessões de gravação. Os poemas foram escolhidos por Mário Cesariny a partir dos livros "A Cidade Queimada", "Pena Capital" e "Manual de Prestidigitação".
Nº Páginas: 80
Sinopse:
Os 34 poemas aqui ditos por Mário Cesariny foram gravados por Vasco Pimental durante o verão de 2006, mantendo-se propositadamente na versão final todos os comentários de poeta recolhidos ao longo das 3 sessões de gravação. Os poemas foram escolhidos por Mário Cesariny a partir dos livros "A Cidade Queimada", "Pena Capital" e "Manual de Prestidigitação".
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Edição: Nov 2014
Nº Páginas: 760
Sinopse:
Plano Nacional de Leitura Livro recomendado para o Ensino Secundário como sugestão de leitura. "Poemas Completos" é o novo título para o livro que passa a reunir a poesia de Herberto Helder. Esta obra segue a fixação empregue na edição anterior, "Ofício Cantante", e inclui já os esgotados "Servidões" - considerado por grande parte da crítica especializada como o livro do ano em 2013 - e "A Morte sem Mestre".
Nº Páginas: 760
Sinopse:
Plano Nacional de Leitura Livro recomendado para o Ensino Secundário como sugestão de leitura. "Poemas Completos" é o novo título para o livro que passa a reunir a poesia de Herberto Helder. Esta obra segue a fixação empregue na edição anterior, "Ofício Cantante", e inclui já os esgotados "Servidões" - considerado por grande parte da crítica especializada como o livro do ano em 2013 - e "A Morte sem Mestre".
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Edição: Fev 2019
Nº Páginas: 0
Sinopse:
Caixa especial fac-similada com todos os números da revista que se dedicou exclusivamente a Fernando Pessoa. Durante quase dez anos, de 1977 a 1985, a Persona foi uma espécie de antecâmara da dimensão nacional e internacional que a obra de Fernando Pessoa viria a ter. Em 12 números, a revista reuniu notícias pessoanas, ensaios, inéditos, acompanhou o complexo processo de edição do Livro do Desassossego e publicou textos de Jorge de Sena, Eduardo Lourenço, Maria de Fátima Marinho, Arnaldo Saraiva, Jacinto do Prado Coelho ou Agustina Bessa-Luís, entre muitos outros. Agora, a Persona volta a estar disponível para os pessoanos amadores ou profissionais de todo o mundo.
Nº Páginas: 0
Sinopse:
Caixa especial fac-similada com todos os números da revista que se dedicou exclusivamente a Fernando Pessoa. Durante quase dez anos, de 1977 a 1985, a Persona foi uma espécie de antecâmara da dimensão nacional e internacional que a obra de Fernando Pessoa viria a ter. Em 12 números, a revista reuniu notícias pessoanas, ensaios, inéditos, acompanhou o complexo processo de edição do Livro do Desassossego e publicou textos de Jorge de Sena, Eduardo Lourenço, Maria de Fátima Marinho, Arnaldo Saraiva, Jacinto do Prado Coelho ou Agustina Bessa-Luís, entre muitos outros. Agora, a Persona volta a estar disponível para os pessoanos amadores ou profissionais de todo o mundo.
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Edição: Ago 2025
Nº Páginas: 128
Sinopse:
Neste segundo volume, Mujica participa em acções de guerrilha urbana, como assaltos a bancos e esquadras e raptos de cidadãos estrangeiros, um tipo de actuação espetacular que contribuiu para a fama internacional dos Tupamaros. Essa luta levou-o várias vezes à prisão. Foi ferido com seis tiros em confrontos armados e preso quatro vezes, conseguindo escapar da prisão de Punta Carretas em duas ocasiões. A primeira, em 1971, em que se escaparam cento e seis Tupamaros e seis presos de delito comum, bateu o "record" da maior fuga de uma prisão permitindo assim a Mujica e aos seus companheiros entrar no Guiness… ao todo, passou quase quinze anos encarcerado. Entre 1972 e 1985, permaneceu preso por treze anos, sendo um dos dirigentes Tupamaros mantidos como reféns pela ditadura militar. Mujica passou mais de uma década em solitária, anos esses que, puseram à prova a sua sanidade mental e capacidade de sobrevivência. Passou mais de um ano sem tomar banho, contou mais tarde, que os seus companheiros eram um sapo e ratos com quem dividia migalhas de pão. Após o fim da ditadura, em 1985, Mujica foi libertado e emergiu como o sábio resistente dos Tupamaros. Manteve a sua convicção de lutar pelo bem comum do povo uruguaio.
Nº Páginas: 128
Sinopse:
Neste segundo volume, Mujica participa em acções de guerrilha urbana, como assaltos a bancos e esquadras e raptos de cidadãos estrangeiros, um tipo de actuação espetacular que contribuiu para a fama internacional dos Tupamaros. Essa luta levou-o várias vezes à prisão. Foi ferido com seis tiros em confrontos armados e preso quatro vezes, conseguindo escapar da prisão de Punta Carretas em duas ocasiões. A primeira, em 1971, em que se escaparam cento e seis Tupamaros e seis presos de delito comum, bateu o "record" da maior fuga de uma prisão permitindo assim a Mujica e aos seus companheiros entrar no Guiness… ao todo, passou quase quinze anos encarcerado. Entre 1972 e 1985, permaneceu preso por treze anos, sendo um dos dirigentes Tupamaros mantidos como reféns pela ditadura militar. Mujica passou mais de uma década em solitária, anos esses que, puseram à prova a sua sanidade mental e capacidade de sobrevivência. Passou mais de um ano sem tomar banho, contou mais tarde, que os seus companheiros eram um sapo e ratos com quem dividia migalhas de pão. Após o fim da ditadura, em 1985, Mujica foi libertado e emergiu como o sábio resistente dos Tupamaros. Manteve a sua convicção de lutar pelo bem comum do povo uruguaio.
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Edição: Ago 2025
Nº Páginas: 144
Sinopse:
José Mujica, mais conhecido por "Pepe Mujica", foi símbolo da esquerda latino-americana foi guerrilheiro, refém, filósofo, Presidente humanista apelidado de "o Presidente mais pobre do Mundo", por ter entregue a quase totalidade dos rendimentos de chefe de Estado a um programa de habitação social, José Mujica fez do Uruguai um Estado pioneiro na adoção de medidas progressistas. O escritor Matías Castro e o ilustrador Leo Trinidad apresentam esta obra como sendo, na opinião de Alfonso Zapico, "Um relato envolvente e construtivo, uma narrativa original e inteligente". Para Paco Roca, a quem os autores agradecem no início do livro, "Esta história é uma complexa teia de perguntas sem resposta, um retrato fiel de Pepe Mujica que também desenha o Uruguai da segunda metade do século XX e esboça o rosto do novo país. Aqui estão os dilemas e as contradições do antigo presidente, mas também a sua grandeza e humanidade."
Nº Páginas: 144
Sinopse:
José Mujica, mais conhecido por "Pepe Mujica", foi símbolo da esquerda latino-americana foi guerrilheiro, refém, filósofo, Presidente humanista apelidado de "o Presidente mais pobre do Mundo", por ter entregue a quase totalidade dos rendimentos de chefe de Estado a um programa de habitação social, José Mujica fez do Uruguai um Estado pioneiro na adoção de medidas progressistas. O escritor Matías Castro e o ilustrador Leo Trinidad apresentam esta obra como sendo, na opinião de Alfonso Zapico, "Um relato envolvente e construtivo, uma narrativa original e inteligente". Para Paco Roca, a quem os autores agradecem no início do livro, "Esta história é uma complexa teia de perguntas sem resposta, um retrato fiel de Pepe Mujica que também desenha o Uruguai da segunda metade do século XX e esboça o rosto do novo país. Aqui estão os dilemas e as contradições do antigo presidente, mas também a sua grandeza e humanidade."
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Edição: Nov 2020
Nº Páginas: 1216
Sinopse:
Subsecretário de Estado, ministro e embaixador de qualidade excecional, Pedro Theotónio Pereira foi um dos vultos maiores do Estado Novo. Conhecer o percurso deste homem e político que atingiu o estatuto de sucessor de Salazar é fundamental para perceber o salazarismo e o contexto internacional português em meados do século xx. Uma biografia notável do governante e diplomata, Pedro Theotónio Pereira - O Outro Delfim de Salazar é uma obra de grande fôlego da autoria do historiador Fernando Martins.
Nº Páginas: 1216
Sinopse:
Subsecretário de Estado, ministro e embaixador de qualidade excecional, Pedro Theotónio Pereira foi um dos vultos maiores do Estado Novo. Conhecer o percurso deste homem e político que atingiu o estatuto de sucessor de Salazar é fundamental para perceber o salazarismo e o contexto internacional português em meados do século xx. Uma biografia notável do governante e diplomata, Pedro Theotónio Pereira - O Outro Delfim de Salazar é uma obra de grande fôlego da autoria do historiador Fernando Martins.
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Edição: Mai 2017
Nº Páginas: 632
Sinopse:
Patrick Monteiro de Barros é um homem invulgar. A sua dedicação e empenho levaram-no aos patamares mais altos da vida empresarial e desportiva. A sua história cruza-se a cada momento com a história de Portugal e do mundo. Na esfera dos negócios, manteve relações com presidentes, primeiros-ministros, reis, sheiks, diplomatas, grandes empresários, agentes secretos e até com mercenários. Depois da Revolução de Abril, foi forçado a sair do País, para não ser preso pelo COPCON. Foi obrigado a começar uma vida nova. Primeiro em França, depois nos Estados Unidos, onde chegou a ser um dos sócios maioritários da maior empresa independente de refinação de petróleo. Em Portugal, foi accionista do grupo de referência do Grupo Espírito Santo, da Petrogal e da Portugal Telecom. No campo desportivo, velejou ao lado dos melhores do mundo. Foi campeão nacional, da Europa e do Mundo em diversas classes na Vela, e conseguiu o apuramento para três edições dos Jogos Olímpicos (México, 1968; Los Angeles, 1984; e Seul, 1988). Prefácio de Jaime Nogueira Pinto
Nº Páginas: 632
Sinopse:
Patrick Monteiro de Barros é um homem invulgar. A sua dedicação e empenho levaram-no aos patamares mais altos da vida empresarial e desportiva. A sua história cruza-se a cada momento com a história de Portugal e do mundo. Na esfera dos negócios, manteve relações com presidentes, primeiros-ministros, reis, sheiks, diplomatas, grandes empresários, agentes secretos e até com mercenários. Depois da Revolução de Abril, foi forçado a sair do País, para não ser preso pelo COPCON. Foi obrigado a começar uma vida nova. Primeiro em França, depois nos Estados Unidos, onde chegou a ser um dos sócios maioritários da maior empresa independente de refinação de petróleo. Em Portugal, foi accionista do grupo de referência do Grupo Espírito Santo, da Petrogal e da Portugal Telecom. No campo desportivo, velejou ao lado dos melhores do mundo. Foi campeão nacional, da Europa e do Mundo em diversas classes na Vela, e conseguiu o apuramento para três edições dos Jogos Olímpicos (México, 1968; Los Angeles, 1984; e Seul, 1988). Prefácio de Jaime Nogueira Pinto
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Edição: Mar 2018
Nº Páginas: 720
Sinopse:
O retábulo definitivo sobre mais de 30 anos da vida no País Basco sob o terrorismo. No dia em que a ETA anuncia o abandono das armas, Bittori dirige-se ao cemitério para, na sepultura do marido, Txato, assassinado pelos terroristas, lhe contar que decidira voltar à casa onde tinham vivido os dois. Mas poderá ela conviver com aqueles que a perseguiram antes e depois do atentado que transtornou a sua vida e a da família? Poderá saber quem foi o encapuzado que num dia chuvoso matou o marido, quando este regressava da sua empresa de transportes? Por mais que chegue às escondidas, a presença de Bittori alterará a falsa tranquilidade da terra, sobretudo a da vizinha Miren, amiga íntima noutros tempos, e mãe de Joxe Mari, um terrorista encarcerado e suspeito dos piores receios de Bittori. O que aconteceu entre essas duas mulheres? O que envenenou a vida dos filhos e dos respetivos maridos, tão unidos no passado? Com lágrimas escondidas e convicções inabaláveis, com feridas e coragem, a história arrebatadora das suas vidas, antes e depois da tormenta que foi a morte de Txato, fala-nos da impossibilidade de esquecer e da necessidade de perdoar numa comunidade fragmentada pelo fanatismo político.
Nº Páginas: 720
Sinopse:
O retábulo definitivo sobre mais de 30 anos da vida no País Basco sob o terrorismo. No dia em que a ETA anuncia o abandono das armas, Bittori dirige-se ao cemitério para, na sepultura do marido, Txato, assassinado pelos terroristas, lhe contar que decidira voltar à casa onde tinham vivido os dois. Mas poderá ela conviver com aqueles que a perseguiram antes e depois do atentado que transtornou a sua vida e a da família? Poderá saber quem foi o encapuzado que num dia chuvoso matou o marido, quando este regressava da sua empresa de transportes? Por mais que chegue às escondidas, a presença de Bittori alterará a falsa tranquilidade da terra, sobretudo a da vizinha Miren, amiga íntima noutros tempos, e mãe de Joxe Mari, um terrorista encarcerado e suspeito dos piores receios de Bittori. O que aconteceu entre essas duas mulheres? O que envenenou a vida dos filhos e dos respetivos maridos, tão unidos no passado? Com lágrimas escondidas e convicções inabaláveis, com feridas e coragem, a história arrebatadora das suas vidas, antes e depois da tormenta que foi a morte de Txato, fala-nos da impossibilidade de esquecer e da necessidade de perdoar numa comunidade fragmentada pelo fanatismo político.
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Edição: Dez 2015
Nº Páginas: 1088
Sinopse:
Durante os 12 anos de cárcere efetivo, José Luandino Vieira coligiu um acervo considerável que agora publicamos, graças ao apoio da Fundação Calouste Gulbenkian e à investigação realizada no Centro de Estudos Sociais, da Universidade de Coimbra, sempre em estreita colaboração com o autor. O processo de escrita destes Papéis tem como termos cronológicos e fronteiras espaciais a entrada do escritor no Pavilhão Prisional da PIDE de São Paulo de Luanda (1961) e a sua saída do Tarrafal (1972). A materialidade destes cadernos é composta por aproximadamente 2000 frágeis folhas manuscritas onde José Luandino Vieira anotou a sua visão do cárcere como observatório excecional da nação angolana, manifestou os seus projetos políticos e literários, evidenciou o projeto comunitário de Angola como o veículo da união e resistência coletiva e expressou as angústias e sonhos pessoais. Os cadernos estão datados e apresentam um assinalável valor humano, literário e político no que diz respeito às lutas de libertação, José Luandino Vieira à nação angolana, ao projeto literário de José Luandino Vieira, a questões de história e literatura angolana.
Nº Páginas: 1088
Sinopse:
Durante os 12 anos de cárcere efetivo, José Luandino Vieira coligiu um acervo considerável que agora publicamos, graças ao apoio da Fundação Calouste Gulbenkian e à investigação realizada no Centro de Estudos Sociais, da Universidade de Coimbra, sempre em estreita colaboração com o autor. O processo de escrita destes Papéis tem como termos cronológicos e fronteiras espaciais a entrada do escritor no Pavilhão Prisional da PIDE de São Paulo de Luanda (1961) e a sua saída do Tarrafal (1972). A materialidade destes cadernos é composta por aproximadamente 2000 frágeis folhas manuscritas onde José Luandino Vieira anotou a sua visão do cárcere como observatório excecional da nação angolana, manifestou os seus projetos políticos e literários, evidenciou o projeto comunitário de Angola como o veículo da união e resistência coletiva e expressou as angústias e sonhos pessoais. Os cadernos estão datados e apresentam um assinalável valor humano, literário e político no que diz respeito às lutas de libertação, José Luandino Vieira à nação angolana, ao projeto literário de José Luandino Vieira, a questões de história e literatura angolana.
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