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Edição: Nov 2015
Nº Páginas: 320
Sinopse:
Celebre as alegrias da gravidez e da maternidade. Com uma abordagem visualmente apelativa, em páginas duplas, os pais podem consultar a secção que mais lhes interessa no momento: da concepção aos três trimestres da gravidez, do parto aos cuidados com o recém-nascido, da amamentação à introdução de alimentos sólidos, até aos 3 anos. Inclui também um capítulo sobre o aumento da família.
Nº Páginas: 320
Sinopse:
Celebre as alegrias da gravidez e da maternidade. Com uma abordagem visualmente apelativa, em páginas duplas, os pais podem consultar a secção que mais lhes interessa no momento: da concepção aos três trimestres da gravidez, do parto aos cuidados com o recém-nascido, da amamentação à introdução de alimentos sólidos, até aos 3 anos. Inclui também um capítulo sobre o aumento da família.
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Edição: Nov 2021
Nº Páginas: 352
Sinopse:
O que torna algo uma obra de arte? De que modo os antigos gregos deram forma ao ideal de beleza? Será que a cor exerce uma influência direta na alma? Este livro analisa estas e outras questões, explorando os principais movimentos, temas e estilos da história da arte através de mais de duzentas obras de uma ampla variedade de meios de comunicação. Escrito numa linguagem simples, "O Livro da Arte" traduz o jargão da história e teoria da arte e está repleto de imagens das grandes obras de arte mundiais e de infográficos engenhosos que exploram as ideias por detrás delas. Das imagens pré-históricas que simbolizam a fertilidade às videoinstalações contemporâneas, este é o livro perfeito para a introdução ao mundo da arte.
Nº Páginas: 352
Sinopse:
O que torna algo uma obra de arte? De que modo os antigos gregos deram forma ao ideal de beleza? Será que a cor exerce uma influência direta na alma? Este livro analisa estas e outras questões, explorando os principais movimentos, temas e estilos da história da arte através de mais de duzentas obras de uma ampla variedade de meios de comunicação. Escrito numa linguagem simples, "O Livro da Arte" traduz o jargão da história e teoria da arte e está repleto de imagens das grandes obras de arte mundiais e de infográficos engenhosos que exploram as ideias por detrás delas. Das imagens pré-históricas que simbolizam a fertilidade às videoinstalações contemporâneas, este é o livro perfeito para a introdução ao mundo da arte.
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Edição: Nov 2016
Nº Páginas: 848
Sinopse:
Na Barcelona de fins dos anos de 1950, Daniel Sempere já não é aquele menino que descobriu um livro que havia de lhe mudar a vida entre os corredores do Cemitério dos Livros Esquecidos. O mistério da morte da mãe, Isabella, abriu-lhe um abismo na alma, do qual a mulher Bea e o fiel amigo Fermín tentam salvá-lo. Quando Daniel acredita que está a um passo de resolver o enigma, uma conjura muito mais profunda e obscura do que jamais poderia imaginar planta a sua rede das entranhas do Regime. É quando aparece Alicia Gris, uma alma nascida das sombras da guerra, para os conduzir ao coração das trevas e revelar a história secreta da família… embora a um preço terrível.
Nº Páginas: 848
Sinopse:
Na Barcelona de fins dos anos de 1950, Daniel Sempere já não é aquele menino que descobriu um livro que havia de lhe mudar a vida entre os corredores do Cemitério dos Livros Esquecidos. O mistério da morte da mãe, Isabella, abriu-lhe um abismo na alma, do qual a mulher Bea e o fiel amigo Fermín tentam salvá-lo. Quando Daniel acredita que está a um passo de resolver o enigma, uma conjura muito mais profunda e obscura do que jamais poderia imaginar planta a sua rede das entranhas do Regime. É quando aparece Alicia Gris, uma alma nascida das sombras da guerra, para os conduzir ao coração das trevas e revelar a história secreta da família… embora a um preço terrível.
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Edição: Abr 2008
Nº Páginas: 632
Sinopse:
O amor turbulento de Oliveira e da "Maga", os amigos do Clube da Serpente, as caminhadas por Paris em busca do Céu e do Inferno, têm o seu outro lado na aventura simétrica de Oliveira, Talita e Traveler, numa Buenos Aires refém da memória. A publicação de "O jogo do mundo" (Rayuela) em 1963 foi uma verdadeira revolução no romance mundial: pela primeira vez, um escritor levava até às últimas consequências a vontade de transgredir a ordem tradicional de uma história e a linguagem usada para a contar. O resultado é este livro único, cheio de humor, de risco e de uma originalidade sem precedentes. Considerado o romance que melhor retrata as inquietudes e melhor resume o Século XX na visão latino-americana do mundo, desde a sua publicação, gerações de escritores são, de uma maneira ou de outra, devedoras de "O jogo do mundo".
Nº Páginas: 632
Sinopse:
O amor turbulento de Oliveira e da "Maga", os amigos do Clube da Serpente, as caminhadas por Paris em busca do Céu e do Inferno, têm o seu outro lado na aventura simétrica de Oliveira, Talita e Traveler, numa Buenos Aires refém da memória. A publicação de "O jogo do mundo" (Rayuela) em 1963 foi uma verdadeira revolução no romance mundial: pela primeira vez, um escritor levava até às últimas consequências a vontade de transgredir a ordem tradicional de uma história e a linguagem usada para a contar. O resultado é este livro único, cheio de humor, de risco e de uma originalidade sem precedentes. Considerado o romance que melhor retrata as inquietudes e melhor resume o Século XX na visão latino-americana do mundo, desde a sua publicação, gerações de escritores são, de uma maneira ou de outra, devedoras de "O jogo do mundo".
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Edição: Abr 2008
Nº Páginas: 840
Sinopse:
Esta é uma obra singular e única no panorama da ficção do século XX. Mais do que um romance, "O Homem sem Qualidades"" "é o maior projecto romanesco, deliberada e quase necessariamente inconcluso e inconclusivo, da literatura do século passado. Um rio sem limites nem margens, que não desagua em nenhum mar conhecido, objecto inclassificável, para lá do "literário" e da ficção. No momento da morte inesperada de Musil em 15 de Abril de 1942, no exílio de Genebra, "O Homem sem Qualidades"" "é verdadeiramente o "livro por vir", aquele cuja essência - no seu protagonista acentrado, no processo da sua génese, no cerne do seu pensamento - é a de um laboratório de possibilidades que o transformarão na obra aberta por excelência e na "tarefa criadora [mais] desmedida" da história da literatura moderna. "O Homem sem Qualidades"" "será, durante mais de duas décadas, a obra em processo de criação e transformação que se autonomiza e se impõe de forma obsessiva e implacável ao próprio criador, aprendiz de feiticeiro que a controla cada vez menos à medida que ela se vai transformando numa rede rizomática de possibilidades de crescimento e de perspectivas de finalização sempre adiada, que parece querer reflectir o próprio feixe aleatório de possibilidades que é aquilo a que chamamos "realidade". Se a ironia é neste livro, como diz Blanchot, "um dom poético e um princípio de método" que modula, não apenas a palavra mas também a própria composição romanesca, na oposição contrapontística permanente e irresolvida entre "a exactidão e a alma", a reflexão e os sentimentos, o indivíduo em busca de si e o mundo dos factos (nas vésperas da Primeira Grande Guerra), essa mesma ironia haveria de determinar todo o acidentado e contraditório processo de génese e de publicação deste objecto literário esquivo que, ao contrario do que frequentemente se tem dito, será mais um não-romance do que um anti-romance.
Nº Páginas: 840
Sinopse:
Esta é uma obra singular e única no panorama da ficção do século XX. Mais do que um romance, "O Homem sem Qualidades"" "é o maior projecto romanesco, deliberada e quase necessariamente inconcluso e inconclusivo, da literatura do século passado. Um rio sem limites nem margens, que não desagua em nenhum mar conhecido, objecto inclassificável, para lá do "literário" e da ficção. No momento da morte inesperada de Musil em 15 de Abril de 1942, no exílio de Genebra, "O Homem sem Qualidades"" "é verdadeiramente o "livro por vir", aquele cuja essência - no seu protagonista acentrado, no processo da sua génese, no cerne do seu pensamento - é a de um laboratório de possibilidades que o transformarão na obra aberta por excelência e na "tarefa criadora [mais] desmedida" da história da literatura moderna. "O Homem sem Qualidades"" "será, durante mais de duas décadas, a obra em processo de criação e transformação que se autonomiza e se impõe de forma obsessiva e implacável ao próprio criador, aprendiz de feiticeiro que a controla cada vez menos à medida que ela se vai transformando numa rede rizomática de possibilidades de crescimento e de perspectivas de finalização sempre adiada, que parece querer reflectir o próprio feixe aleatório de possibilidades que é aquilo a que chamamos "realidade". Se a ironia é neste livro, como diz Blanchot, "um dom poético e um princípio de método" que modula, não apenas a palavra mas também a própria composição romanesca, na oposição contrapontística permanente e irresolvida entre "a exactidão e a alma", a reflexão e os sentimentos, o indivíduo em busca de si e o mundo dos factos (nas vésperas da Primeira Grande Guerra), essa mesma ironia haveria de determinar todo o acidentado e contraditório processo de génese e de publicação deste objecto literário esquivo que, ao contrario do que frequentemente se tem dito, será mais um não-romance do que um anti-romance.
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Edição: Nov 2011
Nº Páginas: 800
Sinopse:
Os evangelistas da evolução humana encontram a sua oposição na épica análise Mathew White dos 100 acontecimentos mais violentos da história, ou, nas palavras do autor, "os números que as pessoas desejam debater". Recuando até à II Guerra Pérsia, em 480 a.C., o autor avança cronologicamente pela história até à guerra do Congo neste século, dedicando capítulos a cada acontecimento, onde junta os factos (tempo e local) a apartes sucintos (quem é normalmente culpado?) e a vívidas histórias militares, sociais e políticas. Com o olhar de um experiente estatístico, O autor atribui a cada entrada uma posição de acordo com a contagem de mortos, e, ao fazê-lo, dá voz ao sofrimento das pessoas comuns que, inexoravelmente, definiram cada época histórica. Jocoso, perspicaz e claro, este livro oferece aos leitores a oportunidade de tirar as suas próprias conclusões, ao mesmo tempo que providencia uma severa lembrança da escuridão do coração humano.
Nº Páginas: 800
Sinopse:
Os evangelistas da evolução humana encontram a sua oposição na épica análise Mathew White dos 100 acontecimentos mais violentos da história, ou, nas palavras do autor, "os números que as pessoas desejam debater". Recuando até à II Guerra Pérsia, em 480 a.C., o autor avança cronologicamente pela história até à guerra do Congo neste século, dedicando capítulos a cada acontecimento, onde junta os factos (tempo e local) a apartes sucintos (quem é normalmente culpado?) e a vívidas histórias militares, sociais e políticas. Com o olhar de um experiente estatístico, O autor atribui a cada entrada uma posição de acordo com a contagem de mortos, e, ao fazê-lo, dá voz ao sofrimento das pessoas comuns que, inexoravelmente, definiram cada época histórica. Jocoso, perspicaz e claro, este livro oferece aos leitores a oportunidade de tirar as suas próprias conclusões, ao mesmo tempo que providencia uma severa lembrança da escuridão do coração humano.
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Edição: Out 2019
Nº Páginas: 456
Sinopse:
Este livro traça dois cenários para o futuro das profissões. Ambos se baseiam na tecnologia. Um é semelhante ao que agora vivemos: trata-se de uma versão mais eficiente do que temos hoje em dia. o segundo é transformacional: uma substituição gradual dos profissionais por sistemas cada vez mais eficientes. Baseado na investigação aturada dos autores sobre mais de dez profissões, e ilustrado com numerosos exemplos de cada uma delas, este sucesso de vendas internacional é o primeiro livro a avaliar a questão da importância das profissões no século XXI e o desafio que a tecnologia coloca aos postos de trabalho.
Nº Páginas: 456
Sinopse:
Este livro traça dois cenários para o futuro das profissões. Ambos se baseiam na tecnologia. Um é semelhante ao que agora vivemos: trata-se de uma versão mais eficiente do que temos hoje em dia. o segundo é transformacional: uma substituição gradual dos profissionais por sistemas cada vez mais eficientes. Baseado na investigação aturada dos autores sobre mais de dez profissões, e ilustrado com numerosos exemplos de cada uma delas, este sucesso de vendas internacional é o primeiro livro a avaliar a questão da importância das profissões no século XXI e o desafio que a tecnologia coloca aos postos de trabalho.
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Edição: Jun 2018
Nº Páginas: 722
Sinopse:
NOVO ENSAIO DE RU I TAVARES, um dos mais originais e sagazes historiadores portugueses. Como trabalhavam os censores portugueses? Que conclusões retiravam da leitura dos seus contemporâneos? Porque se viam como guardiões das "Luzes" e da "dignidade da luz pública"? E que impacto tiveram na preparação da chegada da modernidade? Estas são algumas das perguntas a que Rui Tavares procura responder no muito aguardado ensaio O Censor Iluminado. Mergulhando no pombalismo, o historiador analisa mais de 1500 relatórios de censura guardados na Torre do Tombo, bem como os livros que lhes deram origem. Há 250 anos, o Marquês de Pombal iniciou a revolução cultural que projectara para o reino de Portugal com a fundação de uma especialíssima instituição de censura: a Real Mesa Censória. Por decreto de Dom José I, foram nomeados intelectuais, autores e letrados para ler, interpretar e censurar todos os livros que fossem publicados, incluindo peças de teatro, dissertações académicas, e até os cartazes impressos e os cardápios dos restaurantes. Este livro segue a trajectória de vida e os interesses desses censores, interpreta as suas ideias dentro do grande movimento iluminista, e estabelece comparações entre "as ideias sobre as ideias" do presente e do passado em várias épocas distintas, conferindo um contexto de época mas também uma visão intemporal ao acto de censurar.
Nº Páginas: 722
Sinopse:
NOVO ENSAIO DE RU I TAVARES, um dos mais originais e sagazes historiadores portugueses. Como trabalhavam os censores portugueses? Que conclusões retiravam da leitura dos seus contemporâneos? Porque se viam como guardiões das "Luzes" e da "dignidade da luz pública"? E que impacto tiveram na preparação da chegada da modernidade? Estas são algumas das perguntas a que Rui Tavares procura responder no muito aguardado ensaio O Censor Iluminado. Mergulhando no pombalismo, o historiador analisa mais de 1500 relatórios de censura guardados na Torre do Tombo, bem como os livros que lhes deram origem. Há 250 anos, o Marquês de Pombal iniciou a revolução cultural que projectara para o reino de Portugal com a fundação de uma especialíssima instituição de censura: a Real Mesa Censória. Por decreto de Dom José I, foram nomeados intelectuais, autores e letrados para ler, interpretar e censurar todos os livros que fossem publicados, incluindo peças de teatro, dissertações académicas, e até os cartazes impressos e os cardápios dos restaurantes. Este livro segue a trajectória de vida e os interesses desses censores, interpreta as suas ideias dentro do grande movimento iluminista, e estabelece comparações entre "as ideias sobre as ideias" do presente e do passado em várias épocas distintas, conferindo um contexto de época mas também uma visão intemporal ao acto de censurar.
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Edição: Out 2015
Nº Páginas: 736
Sinopse:
O "Livro de Horas V", que se insere na série dos livros já editados com o mesmo título, resultantes da transcrição dos cadernos manuscritos inéditos de M. G. Llansol, reveste-se de um interesse particular, uma vez que, continuando a respeitar a ordem cronológica dos manuscritos, como em livros anteriores, este volume se orienta para a construção de uma figura maior na obra de Llansol – a figura de Aossê ou AOSSEP, anagrama de Pessoa, que resulta da leitura e escrita que Llansol fez do poeta Fernando Pessoa na sua obra, ao longo de toda a sua vida literária. São cerca de trinta anos de escrita, muitas vezes diária, com vista à transformação e reconstrução da figura do poeta Fernando Pessoa, figura maior da cultura portuguesa, e aquela que mais tempo convive com Llansol. Projectada em muitas centenas de páginas manuscritas, a figura de Pessoa-Aossê, presente em metade dos livros publicados de Llansol (em 12 dos 24 publicados), continua, assim, ainda hoje largamente desconhecida no que se refere ao amplo "projecto pessoano" de M. G. Llansol. Este "Livro de Horas V" resulta do levantamento exaustivo, selecção, ordenação cronológica e transcrição da totalidade dos manuscritos que, não tendo entrado em livro, permanecem ainda inéditos. A edição deste volume é de grande relevância não só pelo que acrescenta e clarifica da obra de Llansol, mas também pelo que pode acrescentar e trazer de novo ao universo dos estudos pessoanos. E parece particularmente pertinente publicá-lo neste ano de 2015, ano das comemorações dos 100 anos de "Orpheu" e também dos 80 anos da morte de Fernando Pessoa. A edição inclui ainda um estudo introdutório de Maria Etelvina Santos, que contextualiza a leitura/escrita que M. G. Llansol faz do poeta Fernando Pessoa.
Nº Páginas: 736
Sinopse:
O "Livro de Horas V", que se insere na série dos livros já editados com o mesmo título, resultantes da transcrição dos cadernos manuscritos inéditos de M. G. Llansol, reveste-se de um interesse particular, uma vez que, continuando a respeitar a ordem cronológica dos manuscritos, como em livros anteriores, este volume se orienta para a construção de uma figura maior na obra de Llansol – a figura de Aossê ou AOSSEP, anagrama de Pessoa, que resulta da leitura e escrita que Llansol fez do poeta Fernando Pessoa na sua obra, ao longo de toda a sua vida literária. São cerca de trinta anos de escrita, muitas vezes diária, com vista à transformação e reconstrução da figura do poeta Fernando Pessoa, figura maior da cultura portuguesa, e aquela que mais tempo convive com Llansol. Projectada em muitas centenas de páginas manuscritas, a figura de Pessoa-Aossê, presente em metade dos livros publicados de Llansol (em 12 dos 24 publicados), continua, assim, ainda hoje largamente desconhecida no que se refere ao amplo "projecto pessoano" de M. G. Llansol. Este "Livro de Horas V" resulta do levantamento exaustivo, selecção, ordenação cronológica e transcrição da totalidade dos manuscritos que, não tendo entrado em livro, permanecem ainda inéditos. A edição deste volume é de grande relevância não só pelo que acrescenta e clarifica da obra de Llansol, mas também pelo que pode acrescentar e trazer de novo ao universo dos estudos pessoanos. E parece particularmente pertinente publicá-lo neste ano de 2015, ano das comemorações dos 100 anos de "Orpheu" e também dos 80 anos da morte de Fernando Pessoa. A edição inclui ainda um estudo introdutório de Maria Etelvina Santos, que contextualiza a leitura/escrita que M. G. Llansol faz do poeta Fernando Pessoa.
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Edição: Mar 2008
Nº Páginas: 1969
Sinopse:
Dois volumes da mais completa obra, que juntamente com o Novo Dicionário da Língua Portuguesa constituem uma iniciativa num tempo de mudança e unidade da língua portuguesa.
Nº Páginas: 1969
Sinopse:
Dois volumes da mais completa obra, que juntamente com o Novo Dicionário da Língua Portuguesa constituem uma iniciativa num tempo de mudança e unidade da língua portuguesa.
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Edição: Mar 2008
Nº Páginas: 1653
Sinopse:
Este Dicionário constitui uma obra pioneira e indispensável num tempo de mudança e unidade da língua portuguesa, determinado pela entrada em vigor do novo Acordo Ortográfico da Língua Portuguesa.
Nº Páginas: 1653
Sinopse:
Este Dicionário constitui uma obra pioneira e indispensável num tempo de mudança e unidade da língua portuguesa, determinado pela entrada em vigor do novo Acordo Ortográfico da Língua Portuguesa.
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Edição: Fev 2018
Nº Páginas: 864
Sinopse:
Este volume reúne os escritos de Victor Cunha Rego: os textos reunidos no volume Liberdade do qual consta o essencial da sua vasta colaboração na imprensa brasileira (1958-73), as crónicas Os Dias do Amanhã, publicadas diariamente, a partir de 1991 no Diário de Notícias, e o período intermédio durante o qual ele exerceu considerável papel na conquista, por vezes a pulso, de uma efetiva liberdade de imprensa, primeiro como diretor do estatizado Diário de Notícias e depois como fundador, inspirador e diretor de A Tarde e, sobretudo, do Semanário, durante oito anos decisivos, entre a lenta ressaca do PREC, a segunda revisão constitucional de 1989 e a iminente entrada na CEE, em 1992.
Nº Páginas: 864
Sinopse:
Este volume reúne os escritos de Victor Cunha Rego: os textos reunidos no volume Liberdade do qual consta o essencial da sua vasta colaboração na imprensa brasileira (1958-73), as crónicas Os Dias do Amanhã, publicadas diariamente, a partir de 1991 no Diário de Notícias, e o período intermédio durante o qual ele exerceu considerável papel na conquista, por vezes a pulso, de uma efetiva liberdade de imprensa, primeiro como diretor do estatizado Diário de Notícias e depois como fundador, inspirador e diretor de A Tarde e, sobretudo, do Semanário, durante oito anos decisivos, entre a lenta ressaca do PREC, a segunda revisão constitucional de 1989 e a iminente entrada na CEE, em 1992.
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Edição: Nov 2018
Nº Páginas: 160
Sinopse:
Newt, Tina, Queenie e Jacob, os simpáticos heróis de "Monstros Fantásticos e Onde Encontrá-los", voltaram! No "Arquivo da Magia", um emocionante livro colorido, complemento de "Monstros Fantásticos: Os crimes de Grindelwald", os leitores são transportados para os bastidores do Mundo Mágico de J.K. Rowling para se reencontrarem com uma visão encantadora e próxima de Newt Scamander e dos seus companheiros — animais e feiticeiros por igual —, além de nomes conhecidos do universo de Harry Potter, incluindo Albus Dumbledore e Nicolas Flamel, enquanto enfrentam as forças do mal de Gellert Grindelwald, um dos mais poderosos feiticeiros das trevas do mundo. Repleto de segredos de produção, fotografias dos bastidores e histórias do elenco e da equipa técnica e artística, esta magnífica antologia inclui várias reproduções removíveis de adereços e outros materiais do filme, além de alguns efeitos muito especiais para uma experiência verdadeiramente fantástica. Licenciado oficialmente pela Warner Bros. Consumer Products e projetado por MinaLima — a força criativa responsável pelos efeitos gráficos e muitos dos adereços do primeiro filme Monstros fantásticos, tal como dos filmes de Harry Potter —, este volume autorizado é uma leitura obrigatória para os fãs do Mundo Mágico e espetadores de todas as idades.
Nº Páginas: 160
Sinopse:
Newt, Tina, Queenie e Jacob, os simpáticos heróis de "Monstros Fantásticos e Onde Encontrá-los", voltaram! No "Arquivo da Magia", um emocionante livro colorido, complemento de "Monstros Fantásticos: Os crimes de Grindelwald", os leitores são transportados para os bastidores do Mundo Mágico de J.K. Rowling para se reencontrarem com uma visão encantadora e próxima de Newt Scamander e dos seus companheiros — animais e feiticeiros por igual —, além de nomes conhecidos do universo de Harry Potter, incluindo Albus Dumbledore e Nicolas Flamel, enquanto enfrentam as forças do mal de Gellert Grindelwald, um dos mais poderosos feiticeiros das trevas do mundo. Repleto de segredos de produção, fotografias dos bastidores e histórias do elenco e da equipa técnica e artística, esta magnífica antologia inclui várias reproduções removíveis de adereços e outros materiais do filme, além de alguns efeitos muito especiais para uma experiência verdadeiramente fantástica. Licenciado oficialmente pela Warner Bros. Consumer Products e projetado por MinaLima — a força criativa responsável pelos efeitos gráficos e muitos dos adereços do primeiro filme Monstros fantásticos, tal como dos filmes de Harry Potter —, este volume autorizado é uma leitura obrigatória para os fãs do Mundo Mágico e espetadores de todas as idades.
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Edição: Abr 2017
Nº Páginas: 704
Sinopse:
Moby-Dick, obra prima de Melville, o mais experimental dos romances, é a história de um louco e da sua vingança. Depois de ter sido mutilado por uma baleia, o capitão Ahab procura vingar-se. A baleia é Moby Dick, um ser gigantesco, o terror dos baleeiros. Pequod é o navio, em que Ahab instala um poder tirânico com o único propósito de abater o monstro dos mares, objecto de toda a sua raiva. Melville leva-nos por uma viagem inolvidável, uma rota orientada pelo desespero, a loucura e a crueldade. Este livro é hubris pura: conflito, confronto, ressentimento e ódio. É a aventura e o romance convertidos em mito. Um dos livros mais importantes jamais escritos. Entre as tábuas do Pequod, concentra-se toda a humanidade. A beleza e a tragédia do ser humano, cercado por um impiedoso oceano e dominado pelo turbilhão de uma vingança sem sentido. A luta do homem contra o homem, a luta do homem contra a natureza. No fim, a inevitável derrota. Um livro para ler e reler, que inclui ainda um ensaio de D.H. Lawrence sobre Moby-Dick.
Nº Páginas: 704
Sinopse:
Moby-Dick, obra prima de Melville, o mais experimental dos romances, é a história de um louco e da sua vingança. Depois de ter sido mutilado por uma baleia, o capitão Ahab procura vingar-se. A baleia é Moby Dick, um ser gigantesco, o terror dos baleeiros. Pequod é o navio, em que Ahab instala um poder tirânico com o único propósito de abater o monstro dos mares, objecto de toda a sua raiva. Melville leva-nos por uma viagem inolvidável, uma rota orientada pelo desespero, a loucura e a crueldade. Este livro é hubris pura: conflito, confronto, ressentimento e ódio. É a aventura e o romance convertidos em mito. Um dos livros mais importantes jamais escritos. Entre as tábuas do Pequod, concentra-se toda a humanidade. A beleza e a tragédia do ser humano, cercado por um impiedoso oceano e dominado pelo turbilhão de uma vingança sem sentido. A luta do homem contra o homem, a luta do homem contra a natureza. No fim, a inevitável derrota. Um livro para ler e reler, que inclui ainda um ensaio de D.H. Lawrence sobre Moby-Dick.
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Edição: Out 2015
Nº Páginas: 168
Sinopse:
Um livro que irrompe em papel de jornal, colados à mão, reúne os textos de Pessoa & heterónimos sobre as mulheres, o casamento, o amor e o desejo. Inspirados num verso do autor, o livro chama-se "Minha Mulher, a Solidão". Mas vamos também chamar-lhe, Conselhos a Casadas, Malcasadas e algumas Solteiras.
Nº Páginas: 168
Sinopse:
Um livro que irrompe em papel de jornal, colados à mão, reúne os textos de Pessoa & heterónimos sobre as mulheres, o casamento, o amor e o desejo. Inspirados num verso do autor, o livro chama-se "Minha Mulher, a Solidão". Mas vamos também chamar-lhe, Conselhos a Casadas, Malcasadas e algumas Solteiras.
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Edição: Nov 2020
Nº Páginas: 416
Sinopse:
Ao desejo pessoano de "construir, pelo simples poder do sonho, uma pátria desde sempre perdida", junta-se esta que é até hoje a mais completa edição crítica da mensagem, esse mito que "é o nada que é tudo". Além dos poemas, a edição de Jerónimo Pizarro não esquece a importância do contexto e inclui testemunhos desconhecidos, ligeiras alterações ao cânone textual, datação e quatro posfácios que ajudam a iluminar uma obra que dificilmente revela de imediato os seus múltiplos sentidos e que, por mais que se analise, vai permanecendo uma aventura em aberto para todos os corajosos leitores-argonautas. Inclui textos de António Cirurgião, Onésimo Teotónio Almeida, Helder Macedo e José Barreto
Nº Páginas: 416
Sinopse:
Ao desejo pessoano de "construir, pelo simples poder do sonho, uma pátria desde sempre perdida", junta-se esta que é até hoje a mais completa edição crítica da mensagem, esse mito que "é o nada que é tudo". Além dos poemas, a edição de Jerónimo Pizarro não esquece a importância do contexto e inclui testemunhos desconhecidos, ligeiras alterações ao cânone textual, datação e quatro posfácios que ajudam a iluminar uma obra que dificilmente revela de imediato os seus múltiplos sentidos e que, por mais que se analise, vai permanecendo uma aventura em aberto para todos os corajosos leitores-argonautas. Inclui textos de António Cirurgião, Onésimo Teotónio Almeida, Helder Macedo e José Barreto
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Edição: Fev 2018
Nº Páginas: 768
Sinopse:
Este livro retrata a vida e obra de um dos grandes pensadores do século XX. Através das suas memórias, Raymond Aron proporciona ao leitor uma extraordinária reflexão política sobre um século de grandes mudanças, onde se analisam aspectos como a ascensão do nazismo na Alemanha, a crítica ao comunismo e às suas ideologias, a análise sobre a Guerra Fria, as guerras do Vietname e da Argélia, a descolonização francesa e a excessiva valorização do Maio de 1968. São também examinadas, de modo genuíno, as ideias maiores do seu tempo: o marxismo, o existencialismo, o liberalismo. Essa análise é tão habilitada quanto Aron conheceu de perto algumas das mais importantes figuras da sua época, como Charles de Gaulle, André Malraux, Henry Kissinger ou Giscard D’Estaing. Os retratos que faz destes homens são ao mesmo tempo isentos de contemplações e de malícia. Um livro essencial para quem se interessa pelas ideias e políticas que fizeram o século XX, que é também um poderoso testemunho de alguém que se interroga sobre si próprio e sobre a sua obra, sobre as pessoas e sobre a vida e o mundo em geral, numa tentativa de perceber como esse influencia o seu sentir e, sobretudo, o seu pensar.
Nº Páginas: 768
Sinopse:
Este livro retrata a vida e obra de um dos grandes pensadores do século XX. Através das suas memórias, Raymond Aron proporciona ao leitor uma extraordinária reflexão política sobre um século de grandes mudanças, onde se analisam aspectos como a ascensão do nazismo na Alemanha, a crítica ao comunismo e às suas ideologias, a análise sobre a Guerra Fria, as guerras do Vietname e da Argélia, a descolonização francesa e a excessiva valorização do Maio de 1968. São também examinadas, de modo genuíno, as ideias maiores do seu tempo: o marxismo, o existencialismo, o liberalismo. Essa análise é tão habilitada quanto Aron conheceu de perto algumas das mais importantes figuras da sua época, como Charles de Gaulle, André Malraux, Henry Kissinger ou Giscard D’Estaing. Os retratos que faz destes homens são ao mesmo tempo isentos de contemplações e de malícia. Um livro essencial para quem se interessa pelas ideias e políticas que fizeram o século XX, que é também um poderoso testemunho de alguém que se interroga sobre si próprio e sobre a sua obra, sobre as pessoas e sobre a vida e o mundo em geral, numa tentativa de perceber como esse influencia o seu sentir e, sobretudo, o seu pensar.
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Edição: Fev 2016
Nº Páginas: 488
Sinopse:
O fim do livro proibido. Este livro, mal escrito, de teses abomináveis, foi a bíblia de um movimento, o nazismo, que dilacerou a Europa, primeiro, e o mundo a seguir. Um documento com esta natureza deve ser conhecido e deve ser publicado: a democracia deve conhecer os seus inimigos. Esta edição da Guerra e Paz inclui a versão integral do texto. Mas antes, o leitor vai encontrar 90 páginas de análise da barbárie nazi e da história da ascensão, poder e crime do nazismo, por Manuel S. Fonseca: a violência da eliminação das forças democráticas alemãs; a emergência do ódio rácico de que um ultra-exacerbado anti-semitismo é o cume; a estarrecedora criação da solução final, com os campos de concentração e dos crematórios do Holocausto.
Nº Páginas: 488
Sinopse:
O fim do livro proibido. Este livro, mal escrito, de teses abomináveis, foi a bíblia de um movimento, o nazismo, que dilacerou a Europa, primeiro, e o mundo a seguir. Um documento com esta natureza deve ser conhecido e deve ser publicado: a democracia deve conhecer os seus inimigos. Esta edição da Guerra e Paz inclui a versão integral do texto. Mas antes, o leitor vai encontrar 90 páginas de análise da barbárie nazi e da história da ascensão, poder e crime do nazismo, por Manuel S. Fonseca: a violência da eliminação das forças democráticas alemãs; a emergência do ódio rácico de que um ultra-exacerbado anti-semitismo é o cume; a estarrecedora criação da solução final, com os campos de concentração e dos crematórios do Holocausto.
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Edição: Nov 2017
Nº Páginas: 216
Sinopse:
Na actuação destas máscaras - a dança e o conjunto de elementos observáveis, com significados próprios e identificáveis -, estão sempre presentes uma linguagem manifesta e mensagens latentes resultantes das interpretações do bailarino, bem como do próprio público. Por mais estruturados que sejam os padrões de movimento, este público tem sempre a liberdade de (re)interpretar a performance e de produzir narrativas sobre ela, a partir da articulação de todas as componentes que reconhecem.
Nº Páginas: 216
Sinopse:
Na actuação destas máscaras - a dança e o conjunto de elementos observáveis, com significados próprios e identificáveis -, estão sempre presentes uma linguagem manifesta e mensagens latentes resultantes das interpretações do bailarino, bem como do próprio público. Por mais estruturados que sejam os padrões de movimento, este público tem sempre a liberdade de (re)interpretar a performance e de produzir narrativas sobre ela, a partir da articulação de todas as componentes que reconhecem.
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Edição: Fev 2013
Nº Páginas: 864
Sinopse:
A carreira política de Mário Soares não se compara, na realidade, com a de nenhum outro português. No seu currículo conta com 70 anos de vida política ativa. Durante este período foi: cabeça de lista ou em nome individual, disputou 10 atos eleitorais, dos quais venceu seis (constituintes de 1975, legislativas de 1976 e 1983, presidenciais de 1986 e 1991 e europeias de 1999) e perdeu quatro (legislativas de 1969, 1979 e 1980 e presidenciais de 2006). Não admira, por isso que Mário Soares seja considerado um nome maior do século XX português e o pai da democracia portuguesa. Hoje, aos 88 anos, continua a ser uma voz ativa na política, considerada pela sociedade civil. Um verdadeiro senador. A apetência pelo poder nasceu cedo, estimulada por uma educação de príncipe que parecia programá-lo para o destino que viria a ter. Mas o seu período de formação decorreu contudo em ambiente hostil, no qual teve de enfrentar a cadeia por 12 vezes. Teria sido mais fácil abandonar os desígnios políticos e enveredar por uma carreira profissional estável e próspera como advogado. Resistiu. Ganhou fibra, a mesma que viria a manifestar em diferentes situações ao longo da vida, como, por exemplo, na rutura com os comunistas, no lançamento de um movimento social-democrata em plena ditadura, no patrocínio jurídico à causa da família do assassinado general Humberto Delgado, na teimosa opção por uma candidatura separada do resto da oposição em 1969, na fundação do Partido Socialista, na liderança do movimento contra a radicalização no período revolucionário, na defesa da integração europeia de Portugal, na rutura com António Ramalho Eanes, ou nas opções para a revisão constitucional de 1982. Soares mostrou-se sempre à frente do seu tempo. Para os portugueses sempre foi o "Bochechas". O homem que todos gritavam na rua "Soares é fixe". Afinal, Soares não se portava como um político remetido ao seu Olimpo, mas como um português comum, com as suas dúvidas e hesitações, baralhando números e menosprezando estudos, capaz de dialogar de igual para igual tanto com príncipes como com plebeus, relevando da mesma maneira as cerimónias oficiais e os contactos de rua, sorrindo até nas mais adversas circunstâncias, bonacheirão, atencioso, incapaz de dispensar os melhores confortos, um bom almoço ou uma sesta retemperadora. Sempre foi o presidente de todos os portugueses. O jornalista Joaquim Vieira, depois de vários anos de investigação, e de entrevistas ao próprio biografado, a amigos e inimigos, traça-nos a história de uma vida complexa, com algumas sombras por revelar, como o caso do fax de Macau.Um livro fundamental não só para perceber o homem, mas também a História recente de Portugal.
Nº Páginas: 864
Sinopse:
A carreira política de Mário Soares não se compara, na realidade, com a de nenhum outro português. No seu currículo conta com 70 anos de vida política ativa. Durante este período foi: cabeça de lista ou em nome individual, disputou 10 atos eleitorais, dos quais venceu seis (constituintes de 1975, legislativas de 1976 e 1983, presidenciais de 1986 e 1991 e europeias de 1999) e perdeu quatro (legislativas de 1969, 1979 e 1980 e presidenciais de 2006). Não admira, por isso que Mário Soares seja considerado um nome maior do século XX português e o pai da democracia portuguesa. Hoje, aos 88 anos, continua a ser uma voz ativa na política, considerada pela sociedade civil. Um verdadeiro senador. A apetência pelo poder nasceu cedo, estimulada por uma educação de príncipe que parecia programá-lo para o destino que viria a ter. Mas o seu período de formação decorreu contudo em ambiente hostil, no qual teve de enfrentar a cadeia por 12 vezes. Teria sido mais fácil abandonar os desígnios políticos e enveredar por uma carreira profissional estável e próspera como advogado. Resistiu. Ganhou fibra, a mesma que viria a manifestar em diferentes situações ao longo da vida, como, por exemplo, na rutura com os comunistas, no lançamento de um movimento social-democrata em plena ditadura, no patrocínio jurídico à causa da família do assassinado general Humberto Delgado, na teimosa opção por uma candidatura separada do resto da oposição em 1969, na fundação do Partido Socialista, na liderança do movimento contra a radicalização no período revolucionário, na defesa da integração europeia de Portugal, na rutura com António Ramalho Eanes, ou nas opções para a revisão constitucional de 1982. Soares mostrou-se sempre à frente do seu tempo. Para os portugueses sempre foi o "Bochechas". O homem que todos gritavam na rua "Soares é fixe". Afinal, Soares não se portava como um político remetido ao seu Olimpo, mas como um português comum, com as suas dúvidas e hesitações, baralhando números e menosprezando estudos, capaz de dialogar de igual para igual tanto com príncipes como com plebeus, relevando da mesma maneira as cerimónias oficiais e os contactos de rua, sorrindo até nas mais adversas circunstâncias, bonacheirão, atencioso, incapaz de dispensar os melhores confortos, um bom almoço ou uma sesta retemperadora. Sempre foi o presidente de todos os portugueses. O jornalista Joaquim Vieira, depois de vários anos de investigação, e de entrevistas ao próprio biografado, a amigos e inimigos, traça-nos a história de uma vida complexa, com algumas sombras por revelar, como o caso do fax de Macau.Um livro fundamental não só para perceber o homem, mas também a História recente de Portugal.
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Edição: Out 2019
Nº Páginas: 800
Sinopse:
Educado numa família cristã, e insatisfeito com as respostas que a religião lhe oferecia, Jordan B. Peterson, ainda adolescente, deixou de ir à igreja. Jovem adulto, sentiu-se atormentado com a aparente inevitabilidade dos conflitos, das atrocidades cometidas em nome de ideologias, como o Holocausto, o Gulag ou o genocídio no Ruanda. À procura de respostas, estudou Psicologia. E foi sob a influência de Carl Jung (curiosamente também através de um sonho) que começou a construir o edifício teórico que culminaria, 13 anos mais tarde, na conclusão desta obra seminal: "Mapas do Sentido". Aqui encontraremos muitos dos pensamentos que estão na origem de "12 Regras Para a Vida". Desde logo, a relação dialética entre o caos e a ordem. Na maior parte das sociedades esse confronto é enquadrado em narrativas mitológicas e em diferentes sistemas de crenças que frequentemente se opõem - daí as atrocidades. Na procura de elementos comuns aos diferentes sistemas, o autor socorreu-se da ciência, de narrativas mitológicas e religiosas e da (re)leitura de vários pensadores e escritores. Chegou à conclusão de que para melhor navegar o caos é preciso "mapeá-lo", criar coordenadas claras que permitam ao indivíduo agir não em função dos seus interesses mas do bem comum. Por outras palavras, a "moralidade universal" passa pela demanda desse sentido individual e transpessoal, que neste livro encontra uma arrojada cartografia.
Nº Páginas: 800
Sinopse:
Educado numa família cristã, e insatisfeito com as respostas que a religião lhe oferecia, Jordan B. Peterson, ainda adolescente, deixou de ir à igreja. Jovem adulto, sentiu-se atormentado com a aparente inevitabilidade dos conflitos, das atrocidades cometidas em nome de ideologias, como o Holocausto, o Gulag ou o genocídio no Ruanda. À procura de respostas, estudou Psicologia. E foi sob a influência de Carl Jung (curiosamente também através de um sonho) que começou a construir o edifício teórico que culminaria, 13 anos mais tarde, na conclusão desta obra seminal: "Mapas do Sentido". Aqui encontraremos muitos dos pensamentos que estão na origem de "12 Regras Para a Vida". Desde logo, a relação dialética entre o caos e a ordem. Na maior parte das sociedades esse confronto é enquadrado em narrativas mitológicas e em diferentes sistemas de crenças que frequentemente se opõem - daí as atrocidades. Na procura de elementos comuns aos diferentes sistemas, o autor socorreu-se da ciência, de narrativas mitológicas e religiosas e da (re)leitura de vários pensadores e escritores. Chegou à conclusão de que para melhor navegar o caos é preciso "mapeá-lo", criar coordenadas claras que permitam ao indivíduo agir não em função dos seus interesses mas do bem comum. Por outras palavras, a "moralidade universal" passa pela demanda desse sentido individual e transpessoal, que neste livro encontra uma arrojada cartografia.
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Edição: Out 2014
Nº Páginas: 296
Sinopse:
Os bares das conspirações, os brinquedos da moda, os atentados à bomba e um grande amor proibido. As manifestações, os punks, as drogas, uma estrela de culto desaparecida. A Lisboa dos anos 70 é uma cidade de estreias e de últimas cenas. Pelo meio, uma revolução com nome de flor, que há-de- pôr o país no centro do mundo. Depois de "LX60 - A vida em Lisboa nunca mais foi a mesma", este livro leva-nos aos últimos anos do Estado Novo e ao início de uma nova era, à boleia das memórias de muitos dos seus protagonistas. Uma cápsula do tempo para viajar e não esquecer.
Nº Páginas: 296
Sinopse:
Os bares das conspirações, os brinquedos da moda, os atentados à bomba e um grande amor proibido. As manifestações, os punks, as drogas, uma estrela de culto desaparecida. A Lisboa dos anos 70 é uma cidade de estreias e de últimas cenas. Pelo meio, uma revolução com nome de flor, que há-de- pôr o país no centro do mundo. Depois de "LX60 - A vida em Lisboa nunca mais foi a mesma", este livro leva-nos aos últimos anos do Estado Novo e ao início de uma nova era, à boleia das memórias de muitos dos seus protagonistas. Uma cápsula do tempo para viajar e não esquecer.
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Edição: Out 2012
Nº Páginas: 288
Sinopse:
As primeiras boîtes, os livros proibidos, os concursos de mini-saias e de ié-ié. As vedetas da TV, os bordéis, os mamarrachos, um ditador. A vida na Lisboa dos anos 60 é tudo isto, e muito mais. Baseado em factos históricos e memórias reais, esta cápsula do tempo é um antídoto para o esquecimento. Resgata personagens, cristaliza lugares, recorda escândalos e aventuras. Uma viagem surpreendente a um passado tão recente e já tão desconhecido.
Nº Páginas: 288
Sinopse:
As primeiras boîtes, os livros proibidos, os concursos de mini-saias e de ié-ié. As vedetas da TV, os bordéis, os mamarrachos, um ditador. A vida na Lisboa dos anos 60 é tudo isto, e muito mais. Baseado em factos históricos e memórias reais, esta cápsula do tempo é um antídoto para o esquecimento. Resgata personagens, cristaliza lugares, recorda escândalos e aventuras. Uma viagem surpreendente a um passado tão recente e já tão desconhecido.
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Edição: Mai 2017
Nº Páginas: 1088
Sinopse:
Depois de O Demónio da Depressão (galardoado com o National Book Award), apresentado pelo próprio autor em Lisboa, em 2016, A Quetzal publica agora um livro sobre pais, filhos e a busca da identidade. Um ensaio monumental sobre a diferença e a dificuldade de lidar com ela num âmbito tão estrito e íntimo como a relação parental ou filial. Uma narrativa avassaladora (e profundamente documentada teórica e empiricamente) que explora dez categorias de diversidade e compõe um extraordinário mosaico da experiência de criar filhos não ajustados às definições usuais de "normalidade".
Nº Páginas: 1088
Sinopse:
Depois de O Demónio da Depressão (galardoado com o National Book Award), apresentado pelo próprio autor em Lisboa, em 2016, A Quetzal publica agora um livro sobre pais, filhos e a busca da identidade. Um ensaio monumental sobre a diferença e a dificuldade de lidar com ela num âmbito tão estrito e íntimo como a relação parental ou filial. Uma narrativa avassaladora (e profundamente documentada teórica e empiricamente) que explora dez categorias de diversidade e compõe um extraordinário mosaico da experiência de criar filhos não ajustados às definições usuais de "normalidade".
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Edição: Out 2013
Nº Páginas: 608
Sinopse:
"O Livro do Desassossego" é um dos maiores feitos literários do século XX. Obra-prima póstuma, retrato da cidade de Lisboa e do seu retratista, compõe-se de centenas de fragmentos, oscilando entre diário íntimo, prosa poética e narrativa, num conjunto fundamental para compreender o lugar de Fernando Pessoa na criação da consciência do mundo moderno. Nesta nova edição, Jerónimo Pizarro, reconhecido estudioso pessoano, regressa às fontes dos textos que Fernando Pessoa pretendia incorporar no "Livro do Desassossego". Daí o novo corpus e a nova organização da obra, as melhorias na decifração dequase todos os fragmentos, o respeito pela ortografia original, as notas destinadas a esclarecer referências literárias e decisõeseditoriais e, finalmente, a redefinição do cânone da autoria deste livro imenso.
Nº Páginas: 608
Sinopse:
"O Livro do Desassossego" é um dos maiores feitos literários do século XX. Obra-prima póstuma, retrato da cidade de Lisboa e do seu retratista, compõe-se de centenas de fragmentos, oscilando entre diário íntimo, prosa poética e narrativa, num conjunto fundamental para compreender o lugar de Fernando Pessoa na criação da consciência do mundo moderno. Nesta nova edição, Jerónimo Pizarro, reconhecido estudioso pessoano, regressa às fontes dos textos que Fernando Pessoa pretendia incorporar no "Livro do Desassossego". Daí o novo corpus e a nova organização da obra, as melhorias na decifração dequase todos os fragmentos, o respeito pela ortografia original, as notas destinadas a esclarecer referências literárias e decisõeseditoriais e, finalmente, a redefinição do cânone da autoria deste livro imenso.
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Edição: Nov 2018
Nº Páginas: 304
Sinopse:
Vidas e Vozes do Mar e do Peixe é um enorme tributo a um dos mais importantes patrimónios nacionais: o Mar. Ao longo de milénios, a costa do Algarve foi referência para quem viajava no Mediterrâneo. Para as populações que viveram neste extremo ocidental europeu, ela foi palco de intercâmbio de culturas, de criação de lendas, mas também fonte privilegiada de pescarias, com grande diversidade e qualidade de peixe. Os tempos e as condições geográficas produziram aqui comunidades e homens do mar únicos. Com os seus trabalhos, alegrias e dores, estas populações edificaram modos de vida e de subsistência, desenvolveram práticas de conservação e de preparação culinária do peixe, dando origem a um património gastronómico marítimo de forte identidade territorial. Do contacto com estas populações, nasceu a vontade de conhecer melhor a sua realidade, o seu mar e o seu peixe: as vidas e as vozes deste Algarve inspiraram Maria Manuel Valagão, Nídia Braz e Vasco Célio para que transmitissem todo este vasto conhecimento.
Nº Páginas: 304
Sinopse:
Vidas e Vozes do Mar e do Peixe é um enorme tributo a um dos mais importantes patrimónios nacionais: o Mar. Ao longo de milénios, a costa do Algarve foi referência para quem viajava no Mediterrâneo. Para as populações que viveram neste extremo ocidental europeu, ela foi palco de intercâmbio de culturas, de criação de lendas, mas também fonte privilegiada de pescarias, com grande diversidade e qualidade de peixe. Os tempos e as condições geográficas produziram aqui comunidades e homens do mar únicos. Com os seus trabalhos, alegrias e dores, estas populações edificaram modos de vida e de subsistência, desenvolveram práticas de conservação e de preparação culinária do peixe, dando origem a um património gastronómico marítimo de forte identidade territorial. Do contacto com estas populações, nasceu a vontade de conhecer melhor a sua realidade, o seu mar e o seu peixe: as vidas e as vozes deste Algarve inspiraram Maria Manuel Valagão, Nídia Braz e Vasco Célio para que transmitissem todo este vasto conhecimento.
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Edição: Mai 2018
Nº Páginas: 736
Sinopse:
A mais ambiciosa das antologias em português quer reunir toda a literatura do mundo Literatura-Mundo Comparada: Chegou a segunda parte do projecto, com dois volumes dedicados à Europa Depois dos dois primeiros volumes dedicados à literatura escrita originalmente em língua portuguesa, este ambicioso projecto avança para a segunda parte, composta por dois volumes sobre a literatura europeia - O Mundo Lido: Europa. Abarcando tradições literárias muito diversas, que definem o cânone da literatura universal, os dois novos livros da Literatura-Mundo incluem autores como Dostoievski, Proust, James Joyce, Cervantes, Virginia Woolf, Aristóteles, Baudelaire, Pirandello, Tchekhov, Mary Shelley, Kafka ou Goethe, e textos fundadores como A Bíblia ou a Ilíada, incluindo notas críticas e várias traduções inéditas. Na terceira parte, que chegará mais tarde às livrarias, a Literatura-Mundo encerra com três livros dedicados às restantes tradições literárias mundiais, completando assim o projecto, com um total de sete volumes.
Nº Páginas: 736
Sinopse:
A mais ambiciosa das antologias em português quer reunir toda a literatura do mundo Literatura-Mundo Comparada: Chegou a segunda parte do projecto, com dois volumes dedicados à Europa Depois dos dois primeiros volumes dedicados à literatura escrita originalmente em língua portuguesa, este ambicioso projecto avança para a segunda parte, composta por dois volumes sobre a literatura europeia - O Mundo Lido: Europa. Abarcando tradições literárias muito diversas, que definem o cânone da literatura universal, os dois novos livros da Literatura-Mundo incluem autores como Dostoievski, Proust, James Joyce, Cervantes, Virginia Woolf, Aristóteles, Baudelaire, Pirandello, Tchekhov, Mary Shelley, Kafka ou Goethe, e textos fundadores como A Bíblia ou a Ilíada, incluindo notas críticas e várias traduções inéditas. Na terceira parte, que chegará mais tarde às livrarias, a Literatura-Mundo encerra com três livros dedicados às restantes tradições literárias mundiais, completando assim o projecto, com um total de sete volumes.
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Edição: Out 2018
Nº Páginas: 372
Sinopse:
Lisboa é conhecida como a Cidade da Luz de Portugal, com os seus magníficos edifícios forrados com azulejos antigos e ruas de calçada portuguesa iluminadas pelos reflexos das águas do rio. É igualmente um dos grandes centros culinários da Europa ainda a ser descoberto. O chef de renome internacional Nuno Mendes é um "lisboeta" que nos convida a descobrir os seus cantos favoritos de Lisboa e a sua cozinha. Partilhando receitas inspiradas nos pratos que adora, Nuno Mendes faz-nos viver um dia típico em Lisboa. Aqui descobrimos os segredos dos mais deliciosos pastéis de nata da cidade e das bolas de Berlim, que se vendem no areal das praias da região. O almoço poderá ter algum sabor a mar, provando umas lulas com alhos e coentros, ou umas sardinhas assadas com salada de pimentos. À medida que a noite se aproxima, Nuno Mendes oferece-nos receitas calorosas e enriquecidas, como a sua versão da chanfana ou da sua carne de porco à alentejana - que poderão ser seguidas de um prego suculento ao fim da noite. Em Lisboeta encontramos os pratos vibrantes, que nos aquecem o coração, típicos de uma cidade dona de um panorama gastronómico moderno e efervescente, mas assente em tradições seculares. A esta viagem dos sabores somam-se os deliciosos retratos delineados pelo autor, que intercalam a sucessão de receitas, dos elementos que caracterizam e definem a cidade de Lisboa: a influência dos Descobrimentos, a cultura dos cafés, as tascas, o Santo António e as sardinhas, as praias e o peixe.
Nº Páginas: 372
Sinopse:
Lisboa é conhecida como a Cidade da Luz de Portugal, com os seus magníficos edifícios forrados com azulejos antigos e ruas de calçada portuguesa iluminadas pelos reflexos das águas do rio. É igualmente um dos grandes centros culinários da Europa ainda a ser descoberto. O chef de renome internacional Nuno Mendes é um "lisboeta" que nos convida a descobrir os seus cantos favoritos de Lisboa e a sua cozinha. Partilhando receitas inspiradas nos pratos que adora, Nuno Mendes faz-nos viver um dia típico em Lisboa. Aqui descobrimos os segredos dos mais deliciosos pastéis de nata da cidade e das bolas de Berlim, que se vendem no areal das praias da região. O almoço poderá ter algum sabor a mar, provando umas lulas com alhos e coentros, ou umas sardinhas assadas com salada de pimentos. À medida que a noite se aproxima, Nuno Mendes oferece-nos receitas calorosas e enriquecidas, como a sua versão da chanfana ou da sua carne de porco à alentejana - que poderão ser seguidas de um prego suculento ao fim da noite. Em Lisboeta encontramos os pratos vibrantes, que nos aquecem o coração, típicos de uma cidade dona de um panorama gastronómico moderno e efervescente, mas assente em tradições seculares. A esta viagem dos sabores somam-se os deliciosos retratos delineados pelo autor, que intercalam a sucessão de receitas, dos elementos que caracterizam e definem a cidade de Lisboa: a influência dos Descobrimentos, a cultura dos cafés, as tascas, o Santo António e as sardinhas, as praias e o peixe.
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Edição: Out 2021
Nº Páginas: 400
Sinopse:
Este livro recorda uma Lisboa em parte desaparecida, que iniciou um movimento de cosmopolização no final dos anos 80. É a Lisboa das tascas e casas de pasto, do fecho dos cinemas históricos, do arranque da vida nocturna no Bairro Alto, da liberdade no mítico Frágil, das bandas rock portuguesas, dos encontros e desencontros na era das cabines telefónicas, do grande incêndio no Chiado, dos últimos alfaiates, das primeiras reconstruções urbanas preservando cirurgicamente as fachadas. Daniel Blaufuks recupera aqui uma Lisboa poética, que manteve sempre na mira da sua câmara, registando-a agora num livro único e irrepetível.
Nº Páginas: 400
Sinopse:
Este livro recorda uma Lisboa em parte desaparecida, que iniciou um movimento de cosmopolização no final dos anos 80. É a Lisboa das tascas e casas de pasto, do fecho dos cinemas históricos, do arranque da vida nocturna no Bairro Alto, da liberdade no mítico Frágil, das bandas rock portuguesas, dos encontros e desencontros na era das cabines telefónicas, do grande incêndio no Chiado, dos últimos alfaiates, das primeiras reconstruções urbanas preservando cirurgicamente as fachadas. Daniel Blaufuks recupera aqui uma Lisboa poética, que manteve sempre na mira da sua câmara, registando-a agora num livro único e irrepetível.
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Edição: Set 2022
Nº Páginas: 656
Sinopse:
Quando o mundo ainda contabilizava os custos da Segunda Guerra Mundial e a Cortina de Ferro se fechou, a vida de Roland Baines, de onze anos, vê-se virada do avesso. A três mil quilómetros do amor protetor da mãe, encerrado num internato, a sua vulnerabilidade atrai a professora de piano Miss Miriam Cornell, deixando marcas, bem como uma memória de amor que nunca se desvanecerá. Agora, quando a sua mulher desaparece, deixando-o sozinho com o filho pequeno, Roland é forçado a confrontar-se com a realidade da sua inquieta existência.
Nº Páginas: 656
Sinopse:
Quando o mundo ainda contabilizava os custos da Segunda Guerra Mundial e a Cortina de Ferro se fechou, a vida de Roland Baines, de onze anos, vê-se virada do avesso. A três mil quilómetros do amor protetor da mãe, encerrado num internato, a sua vulnerabilidade atrai a professora de piano Miss Miriam Cornell, deixando marcas, bem como uma memória de amor que nunca se desvanecerá. Agora, quando a sua mulher desaparece, deixando-o sozinho com o filho pequeno, Roland é forçado a confrontar-se com a realidade da sua inquieta existência.
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