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Edição: Abr 2026
Nº Páginas: 430
Sinopse: Nascida em dezembro de 1958 e autodeclarada extinta em maio de 2018, a Euskadi Ta Askatasuna (ETA Pátria Basca e Liberdade) foi a organização terrorista mais longeva na História da Europa e a segunda mais duradoura em todo o mundo. Ao longo de quase meio século, representou a mais séria ameaça à Segurança Nacional do Reino de Espanha e teve impactes em França e Portugal. Deixou um trágico e negro rasto de 858 vítimas mortais, cerca de três mil feridos, milhares de órfãos e famílias destroçadas, em resultado de 3517 atentados terroristas, cometidos entre 1968 e 2010. Esta narrativa cronologicamente organizada, incide sobre as origens do separatismo basco e apresenta uma sequência dos mais significativos ataques terroristas da ETA. O ensaio é também uma modesta e singela homenagem às vítimas diretas e indiretas do terrorismo da ETA. Que a memória perdure, para que a história não se repita.
Nº Páginas: 392
Sinopse:
Num dos seus cadernos de notas Wittgenstein escreveu: "Penso ter resumido a minha atitude relativamente à filosofia quando disse: a filosofia só deveria poder ser poesia". E uns anos mais tarde acrescentou: "A estranha semelhança entre uma investigação filosófica (talvez especialmente na matemática) e uma investigação estética". Estas afirmações não significam a fusão da filosofia com a poesia ou com a estética, mas sim tomar a poesia como matriz e método filosóficos. Uma proximidade assente em três aspectos fundamentais: a filosofia, como a poesia, implica um modo de composição, uma disciplina da observação e da atenção e uma forma de leitura. Não se trata de transformar o filósofo num poeta, mas faz o filósofo partilhar com o poeta uma relação de tensão relativamente à linguagem, ao modo como se observa o mundo, os outros e a si próprio e, depois, omodo como torna o que vê, compreende e experimenta, acessível, representável e público.
Nº Páginas: 220
Sinopse:
Esta obra fala da adolescência no espaço escolar. Professores, estudantes e pais percorrem as suas páginas, em momentos da vida da escola, desde as aulas aos tempos livres e aos debates sobre temas diversos. Discutem-se estratégias para lidar com situações problemáticas, como a indisciplina e o suicídio, e conversa-se sobre o presente e o futuro da escola. São feitas propostas para melhorar o clima escolar e divulgam-se os resultados preliminares de um vasto inquérito realizado a estudantes do 3.º Ciclo do Ensino Básico e Secundário.
Nº Páginas: 160
Sinopse:
Duas dezenas de académicos reunidos em Lisboa em Outubro de 1990 quiseram alterar o destino de um idioma falado por 250 milhões de pessoas: assim nasceu o chamado Acordo Ortográfico da Língua Portuguesa. Impondo frases absurdas, como "o correu [co-réu] correu para a audiência" ou "ninguém para [pára]o Benfica". Contestado por vozes autorizadas de diversos quadrantes, quase sem ninguém a defendê-lo, mesmo assim foi adoptado pelo Estado português. À revelia das normas jurídicas, dos pareceres de muitos especialistas e do mais elementar bom senso. Em 2008, ao ser aprovado no Parlamento, só quatro deputados votaram contra. Hoje, vários outros não escondem críticas. O Presidente da República ratificou-o, mas admite que em casa continua a escrever como aprendeu na escola. O ministro da Educação confessa: "Eu não gosto de mudar a maneira de escrever." Valerá a pena manter algo que quase ninguém quer? Este é o livro politicamente incorrecto, sem deixar cair o c, que prova que não.
Nº Páginas: 206
Sinopse:
"Vivemos Livres Numa Prisão" é uma obra que nos fala de duas problemáticas particularmente pertinentes. A primeira parte aprofunda o problema da adolescência no espaço escolar e as estratégias para se lidar com situações problemáticas. A segunda parte debruça-se sobre a Anorexia Nervosa, nomeadamente o diagnóstico, as causas, a avaliação e o tratamento, o internamento e a prevenção desta doença. Uma obra útil e oportuna para adolescentes, pais, professores e especialistas desta área da saúde.
Nº Páginas: 296
Sinopse:
Os segredos do amor costumavam ser interpretados quase sempre a partir dos campos da moral ou da literatura. "O amor é cego", dizia-se. Hoje, porém, começamos a perceber que ele se move por razões evolutivas e biológicas extremamente precisas. A revolução tecnológica, pela primeira vez na história da evolução, tem permitido à ciência abordar os segredos do amor. Na verdade, nós é que éramos cegos. Como é que os nossos antepassados conseguiram sobreviver, amando ou desprezando os outros, sem saberem o que acontecia dentro de si próprios? É possível falar de uma existência feliz sem ter em conta o que significa o amor? Passo a passo, num estilo ao alcance de todos os leitores, "Viagem ao Amor" faz-nos uma série de revelações fundamentais sobre esta emoção. Com a sua habitual mestria e saber que o converteu num fenómeno da divulgação científica, Eduardo Punset explica-nos o mistério do amor: vendo-o como o mais primordial dos instintos de sobrevivência; analisando as formas por que ele se expressa, como a beleza, a química e a imaginação; explicando porque é que o cérebro tem sexo, bem como as razões evolutivas da vida em casal… O capítulo final propõe a fórmula do amor e apresenta, pela primeira vez, um questionário para descobrirmos a nossa capacidade de amar, ferramenta indispensável para uma vida plena e feliz.
Nº Páginas: 264
Sinopse:
Carlos Moedas apresenta as grandes questões Europeias, abrindo-as ao debate público, numa linguagem clara e sem os habituais eufemismos políticos. "Vento Suão, Portugal e a Europa" é também uma forma de levar o leitor a partilhar o dia a dia da Comissão Europeia, a experiência ao vivo do projecto europeu em que os portugueses acreditam. Um livro no olho do furacão que foram os últimos anos, cinco anos em que a Europa enfrentou o Brexit, a crise dos refugiados, o terrorismo, as dificuldades na Grécia, populismos de diversos tipos e geografias e um crescimento do eurocepticismo. E numa nota pessoal, Carlos Moedas diz que chamou "Vento Suão" a este seu livro "em homenagem ao meu pai, um homem que durante toda a vida lutou pela liberdade e que por muitos anos assinou uma coluna no Diário do Alentejo com o mesmo nome. Essa brisa quente e suave vinda do Sul era para ele um convite a uma salutar inquietude, um sinal que nos lembra que na vida nada pode ser dado como certo. Esta menção não poderia estar mais ajustada à União Europeia."
Nº Páginas: 248
Sinopse:
Errar faz parte da vida. Conseguimos lidar bem com alguns dos erros que cometemos, mas outros levam-nos a bater com a mão na testa ou mesmo a querer bater com a cabeça na parede. Por vezes parece que está na nossa natureza cometer certas asneiras. Apesar de só termos ido ao ginásio duas vezes nos últimos seis meses, voltamos a inscrever-nos e acreditamos que é desta que passaremos a ir todas as semanas. Fazemos empréstimos que depois não conseguimos pagar. Mantemo-nos numa relação amorosa que quase só nos traz sofrimento. Deixamos para amanhã o que devia ser feito hoje. Ao longo da nossa vida cometemos pequenos e grandes erros no amor, no trabalho, na saúde e nessa demanda caótica que é a busca da felicidade. O estudo dos nossos aspectos menos perfeitos e das nossas más decisões tem sido alvo de interesse de cientistas das mais diversas áreas. Economistas, psicólogos, biólogos, neurologistas e muitos outros têm procurado entender quais são os nossos erros mais comuns e porque os cometemos. Este livro fala-nos dessas investigações. E fala-nos também de monges apressados, gorilas invisíveis, memórias falsas, oráculos errados e formas cientificamente testadas de sermos mais felizes. Com a ajuda da ciência, da cultura popular e do humor, Ups! Já fiz asneira outra vez permite-nos conhecer melhor a nossa natureza, para aprendermos a errar menos.
Nº Páginas: 272
Sinopse:
"Universo Humano" aborda algumas das maiores questões colocadas pelo Homem quando tenta compreender a sua própria natureza e o Universo onde vive. Através dos intermináveis avanços da mente humana, Brian Cox e Andrew Cohen exploram o nosso conhecimento atual e até onde a nossa curiosidade nos pode levar no futuro. Com uma visão inovadora e um discurso acessível, Universo Humano revela como o tempo, a física e a química se uniram para criar uma criatura (nós!) que consegue admirar a sua própria existência e é abençoada com uma sede insaciável por descobrir as respostas às maiores questões alguma vez colocadas: Quem somos? Onde estamos? Porque estamos aqui? Estamos sozinhos? E para onde vamos?
Nº Páginas: 144
Sinopse:
Quem somos, o que somos nós, o que é o cérebro e as suas funções?Uma reflexão sobre o órgão que tem a qualidadede nos fazer reflectir sobre nós próprios e sobre o mundo que nos rodeia. Infelizmente, faz também outras coisas que melhor seria que não fizesse...
Nº Páginas: 224
Sinopse:
Porque é o mundo como é? E como chegámos aqui? Será que tudo acontece por uma razão ou algumas coisas são fruto do acaso? Há milénios que filósofos e teólogos discutem estas questões, mas as descobertas científicas mais recentes revelam que vivemos num mundo criado pela aleatoriedade. Uma Série de Felizes Coincidências mostra-nos o incrível poder do acaso e de como este está na origem de toda a beleza e diversidade do mundo vivo. Tal como todas as outras espécies, os humanos estão aqui por acidente. Mas é chocante perceber a quantidade de fatores que tiveram de acontecer para que qualquer um de nós exista. Desde um impacto de asteroide extremamente improvável às oscilações alucinantes da Idade do Gelo ou aos acidentes invisíveis nas gónadas dos nossos pais, existimos apenas devido a uma extraordinária série de felizes coincidências. E é o acaso que continua a reinar todos os dias sobre a fina linha que separa a vida e a morte. Este é um livro relativamente pequeno acerca de uma grande ideia. Mas é também uma história animada. Inspirada em Monty Python, Kurt Vonnegut e em outros grandes pensadores, e escrita por um dos cientistas e divulgadores de ciência mais talentosos da atualidade, Uma Série de Felizes Coincidências é uma narrativa irresistivelmente divertida sobre um dos mais importantes mas menos valorizados factos da vida.
Nº Páginas: 504
Sinopse:
Ao longo de milhares de anos, filósofos e cientistas procuraram compreender o modo como opera o cérebro. Porém, apesar das espantosas descobertas da ciência, o nosso conhecimento deste órgão continua a ser bastante vago. Neste livro, o cientista e historiador Matthew Cobb descreve como a nossa conceção do cérebro evoluiu ao longo dos séculos. Mais do que uma narrativa da progressão do conhecimento biológico, mostra-nos como as nossas ideias sobre o cérebro foram modeladas pelas tecnologias mais importantes de cada época. Como veremos o cérebro no futuro, com o aparecimento de novas tecnologias? O resultado é uma leitura essencial para todos os que se interessam pelos processos complexos que fazem avançar a ciência e pelas forças que moldaram o nosso maravilhoso cérebro.
Nº Páginas: 352
Sinopse:
Esta história é sobre si. Sim, sobre si. É a história de quem é e de como se tornou quem é. É única para si, bem como para os 100 mil milhões de humanos que já viveram. Mas é também a nossa história coletiva, porque em cada um dos nossos genomas transportamos a história da nossa espécie - nascimentos, mortes, doença, guerra, fome, migração e sexo, muito sexo. Nesta viagem cativante através da expansão da genética, Adam Rutherford revela o que nos dizem os nossos genes sobre a história humana e o que a história nos pode dizer sobre os nossos genes. Dos Neandertais ao homicídio, dos ruivos à raça, dos reis às pragas, da evolução à epigenética, este é um retrato desmistificador e esclarecedor de quem somos e de como nos tornámos no que somos.
Nº Páginas: 384
Sinopse:
"Aquilo é aqui. É a nossa casa. Somos nós. Toda a gente que alguma vez amou, alguma vez conheceu ou acerca de quem ouviu falar, todo o ser humano que alguma vez existiu viveu a sua vida neste ponto". A 14 de fevereiro de 1990 a nave espacial Voyager 1 tirou uma fotografia da Terra a 5,9 mil milhões de quilómetros de distância. Esta fotografia icónica, onde a Terra é apenas um ponto de luz, um pixel solitário, inspirou o título desta obra, que conquistou milhões de leitores em todo o mundo. Carl Sagan, um dos grandes astrónomos e divulgadores científicos do século XX, traz-nos neste livro uma visão extraordinária do universo, revelando como a ciência e as suas descobertas alteraram a nossa compreensão sobre quem somos, e o lugar que ocupamos no universo. Nesta obra atual aos dias de hoje, Carl Sagan continua a sua revolucionária investigação sobre o tempo e o espaço e traça a fascinante história de como o Homem se lançou no cosmos e avança que a exploração e eventual colonização de outros mundos não é uma fantasia, nem um luxo, mas sim uma condição necessária para a sobrevivência da raça humana. Um clássico da astronomia com milhões de exemplares vendidos em todo o mundo.
Nº Páginas: 176
Sinopse:
Os vírus dominam o planeta e transformam as nossas vidas. Estamos mais familiarizados com o vírus da gripe, e agora com o responsável pela COVID-19, mas os vírus são responsáveis por muitas outras doenças. Estão presentes na nossa vida há tanto tempo que, neste momento, o genoma humano contém mais ADN de vírus do que dos nossos próprios genes. Para onde quer que olhem, os cientistas descobrem novos vírus: no solo, no oceano, e até em grutas a quilómetros de profundidade. "Um Planeta de Vírus" desvenda o mundo escondido dos vírus, incluindo o responsável pela disseminação da COVID-19. Apresenta as últimas investigações sobre como os vírus dominam a nossa vida e a nossa biosfera, como estão a produzir novas doenças, como podemos aproveitá-los para nosso benefício e como irão continuar a controlar o nosso destino durante séculos. Uma viagem fascinante a um mundo que todos devemos compreender melhor.
Nº Páginas: 336
Sinopse:
As máquinas vão acabar com milhões de empregos, bem mais cedo do que imagina. Que impacto isso terá nas nossas vidas? O progresso sempre criou nos humanos o receio de serem prescindíveis, e durante séculos esse medo revelou-se infundado. Daniel Susskind - conceituado economista e investigador de Oxford - defende que, desta vez, com o advento da inteligência artificial, a tecnologia vai mesmo mudar o mundo laboral e haverá cada vez menos emprego remunerado. Mas isso não terá de ser necessariamente mau. E se esse progresso nos trouxer uma vida livre da obrigação de trabalhar para receber um ordenado ao fim do mês, permitindo mais qualidade de vida e verdadeira liberdade pessoal? Profundamente humano, inteligente e pragmático, "Um mundo sem trabalho" explora um tema que vai abalar as bases da nossa sociedade e da nossa economia, dando-nos pistas sobre como podemos tirar o melhor partido da situação.
Nº Páginas: 464
Sinopse:
Numa era de profunda incerteza e desumanização que transforma cidadãos em clientes, que reduz os seres humanos à sua funcionalidade económica e em que os trabalhadores são meros "recursos humanos", como preservamos aquilo que faz de nós humanos? Será que nos tornámos meros consumidores movidos pelas forças de mercado? Ou uma simples sequência aleatória de ADN? Estará a nossa humanidade em risco de ser suplantada, porventura anulada, por algoritmos e inteligência artificial? Como chegámos aqui e o que fazemos, agora que aqui estamos? Queremos ser controlados? Ou queremos algo melhor? Em "Um futuro livre e radioso", Paul Mason, uma das vozes internacionais mais críticas do sistema capitalista neoliberal, dá conta dos processos de desintegração intelectual, política e económica a que assistimos um pouco por todo o Ocidente. No olho do furacão desta crise está um perigoso recuo no humanismo que devemos, a todo o custo, travar. Nesta defesa radical e incontida do ser humano, dos nossos direitos universais e liberdades fundamentais, Masonapela ao nosso inquestionável poder para mudar o mundo em que vivemos. Através das nossas capacidades linguísticas, de inovação e de cooperação, é possível projectarum futuro mais livre e promissor do que aquele em que vivemos hoje.
Nº Páginas: 136
Sinopse:
Este texto constitui a versão alargada da Lição de Jubilação ("Última Lição"), proferida pelo Professor Daniel Sampaio na Faculdade de Medicina da Universidade de Lisboa, em 26 de outubro de 2016. "O júbilo que sinto fica ajustado ao momento da jubilação. Esta é a lição de jubilação, como alguns preferem designar, onde se faz um balanço de uma vida de docente e se deixam funções na academia. Prefiro chamar mesmo "última lição", porque as aulas que porventura ainda venha a dar serão sempre complementos do que foi conseguido durante a fase plena do meu exercício profissional." Daniel Sampaio
Nº Páginas: 208
Sinopse:
As transições entre ciclos educativos são vitais no percurso da educação básica: da casa à escola, da família ao centro educativo, da creche ao jardim de infância, do jardim de infância ao ensino básico. O modo como estas sucessivas transições são vividas pelas crianças e pelas famílias influencia simultaneamente o seu bem-estar e a sua aprendizagem. Este livro apresenta os resultados de vários estudos de caso em torno das diferentes transições e mostra-nos a importância para a criança de as viver em companhia.
Nº Páginas: 392
Sinopse:
As novas regras determinam quem tem maior probabilidade de se tornar um profissional excelente. E, independentemente da área em que estejamos a trabalhar no momento, medem as características que são cruciais para o valor da nossa candidatura a empregos futuros. Essas regras pouco têm a ver com aquilo que na escola nos disseram que era importante; as habilitações académicas, pouca importância têm neste padrão; em vez disso, centram-se em qualidades pessoais como a iniciativa e a empatia, a adaptabilidade e a capacidade de persuasão. Numa época em que não existem garantias de segurança no emprego, em que o próprio conceito de "emprego" está a ser substituído pelo de «perícias portáteis», estas são as qualidades fundamentais que nos tornam e nos conservam empregáveis. Mencionadas ao longo de décadas com diversos nomes vagos, desde "carácter" e "personalidade" até "qualidades pessoais" e "competência", há finalmente uma compreensão mais precisa destes talentos humanos e um novo nome para eles: inteligência emocional.
Nº Páginas: 208
Sinopse:
Albert Einstein só aprendeu a ler aos sete anos. A sua professora classificou-o como "lerdo de morte". Só à custa de muito sangue, suor e lágrimas conseguiu entrar na escola politécnica. Depois de terminar o curso, a sua tese de doutoramento não causou o menor impacto no júri que a avaliou; na verdade considerou-a "bastante medíocre". Apesar disso, Einstein acabou por se revelar um dos cientistas mais genais do mundo. O que se passou com ele não foi caso único; o mesmo aconteceu com Thomas Alva Edison, Michael Jordan, Graham Bell, Stanley Kubrick, Federico García Lorca… A lista de génios que foram maus alunos é, de facto, extensa. Em Todas as Crianças Podem Ser Einstein encontrará soluções (apresentadas de forma prática) para orientar os filhos no sentido de tirarem o máximo partido das suas capacidades; a motivação adequada que possa fazer de casa criança, com utilização das capacidades intelectuais e das qualidades, um ser único e genial, que contribua para o progresso da sociedade em que vive, que seja feliz e faça felizes os que o rodeiam. Se o seu filho tem de saber pensar, primeiro tem de ser ensinado a fazê-lo; se tem de resolver problemas, precisa de conseguir aptidões para os resolver; se tem de usar o cérebro de modo criativo, precisa de praticar a criatividade intelectual. E, para tudo isto, necessita de suficiente motivação e confiança em si mesmo.
Nº Páginas: 402
Sinopse:
Um quadro claro da história humana baseado nas melhores fontes, brilhante e sobretudo estimulante Este ensaio baseia-se em factores indiscutíveis, a geografia física, hoje muitas vezes desconhecida, mas não se limita a isso. Depois de uma discrição do planeta Terra, esta obra aborda pormenorizadamente todos os aspectos: países, continentes, oceanos, etc. Cada país, cada Estado - e são mais de duzentos - é descrito não por ordem alfabética ou de grandeza, mas no seu lugar (a Suiça com a montanha ou a Mauritânea com o deserto...). Na geografia humana (e os estados são realidades de geografia humana) os factos podem ser objecto de diversas interpretações e a liberdade destas impõe-se. Os autores deste livro têm opiniões, como os viajantes de outrora as tinham, exprimem-nas não é obrigado a aderir a elas. Como os bons jornalistas, com os quais os autores têm numerosos pontos em comum, separam a exposição dos dados reais dos seus comentários. O leitor encontrará nesta geografia do mundo muita história. Fisicamente, o mundo mudou pouco desde o fim da última era glaciar, há quinze mil anos, porque a geografia física, à escala da nossa vida, tem qualquer coisa de imutável. Mas, uma vez que se fala de Estados e de Nações que são instituições humanas, é impossível separar os factos da sua história, pois condicionam o seu aspecto actual. "Toda a Geografia do Mundo" é uma obra indispensável para todos os estudiosos e leitores interessados em conhecer o nosso planeta.
Nº Páginas: 1008
Sinopse:
O processo terapêutico não para a sua marcha; o público exige a separação entre o trigo e o joio com clareza científica; a escalada do preço dos medicamentos obriga a distinguir entre o fundamental e o secundário, orientando para decisões terapêuticas racionais e eficazes. Justifica-se assim, plenamente, esta nova edição do livro Terapêutica medicamentosa e suas bases farmacológicas, uma obra que comemora 30 anos de existência - uma longevidade que constitui um fenómeno raro, senão único, na literatura científica portuguesa.
Nº Páginas: 344
Sinopse:
Numa obra lúcida, a ensaísta Helen Pluckrose e o matemático James Lindsay demonstram que os estudos activistas e radicais, com a sua cultura de guerra e de cancelamento, fazem mais mal do que bem às comunidades minoritárias que juram defender. "Teorias Cínicas" expõe os dogmas em que assentam aquelas ideias, desde as origens no pós-modernismo francês ao seu actual refinamento por académicos activistas. Teorias Cínicas analisa e opõe-se a teorias tão absurdas como estes: o conhecimento é uma construção social; a ciência e a razão são ferramentas de opressão; todas as interacções humanas são fontes do exercício opressor do poder. "Teorias Cínicas" desmonta com racionalidade a inconsistência das teorias identitárias, racializadas e de género que pretendem impor-nos uma nova Inquisição, ameaçando a democracia liberal.
Nº Páginas: 128
Sinopse:
"O primeiro grande fator de relevância deste livro situa-se justamente em ampliar - para depois recentrar - estes conceitos [supervisão e colaboração] para além do uso específico que deles se faz na educação. Supervisão e colaboração constituem-se como instrumentos de pensamento e práxis em diversos campos sociais e económicos, entre os quais a educação, sem prejuízo de aqui assumirem significados próprios, como os autores documentam de forma clara.[…]Neste trabalho, suportado na clarificação e debate de conceitos, apraz-me sublinhar algumas dimensões da maior utilidade para a prática profissional e organizacional, quer na educação quer noutros contextos.[…]Outro elemento que sobressai no plano epistemológico é o facto de este livro documentar uma construção em espiral de novo conhecimento, assente sobre percursos teóricos anteriores, que são revisitados e ampliados com manifesto enriquecimento do campo.[…]Um grande aliciante da leitura é o modo límpido como os autores vão induzindo a reflexão dos leitores sobre os conceitos trabalhados, colocando, de tempos a tempos, atividades/questões que, fazendo parte do texto sem o interromper, não conduzem a mudança de registo, antes envolvem o leitor numa reflexão acrescida e saborosa, convocadora de auto e heteroanálises questionantes."(Do prefácio de Maria do Céu Roldão)Coleção NOVA CIDInEEsta coleção, sucedânea da anterior Coleção CIDInE, visa disponibilizar textos que, pelas suas características de conhecimento aplicado, possam ser estruturantes de condições de formação, individual ou acompanhada, em contextos diversificados.
Nº Páginas: 320
Sinopse:
Este é um livro sobre um tipo de ansiedade que é raramente mencionado: a ansiedade que sentimos sobre o que os outros pensam de nós; sobre se os outros nos veem como bem-sucedidos ou como falhados, como vencedores ou perdedores. Este livro fala-nos do status ansiedade.
Nº Páginas: 180
Sinopse:
A criminalidade, o crime, o criminoso, a vítima e a segurança; as polícias, o ministério público, os tribunais, as prisões e a reinserção.
Nº Páginas: 115
Sinopse:
Uma sociedade civil robusta é condição essencial para o aprofundamento da democracia. Através de uma reflexão sobre a história europeia, este ensaio mostra como a sociedade civil emergiu a par de Estados fortes, parlamentos poderosos, partidos políticos mobilizadores e em contextos de revolução social democrática. Numa época de corrosão destas instituições pelo mercado desregulado e por organizações tecnocráticas, apenas através da revitalização de uma sociedade civil que dê voz ao cidadão comum e aos grupos com menos recursos será possível defender a democracia.
Nº Páginas: 240
Sinopse:
Manuel Monteiro, autor do aclamado "Por Amor à Língua", vira a sua atenção para um tema que muita tinta tem feito correr nos media e nas redes sociais: o Politicamente Correcto e a linguagem a ele associada. O cuidado e o respeito na forma como nos dirigimos ao outro e descrevemos o que nos rodeia são considerados, pela maioria, formas básicas de educação essenciais à boa convivência. A língua evolui com os tempos e ajusta-se a novas realidades, diferentes formas de olhar o mundo, algo natural no processo de transformação civilizacional e social. Mas deverá este processo ser forçado? Serão todas as suas propostas positivas e igualmente defensáveis? Estará o Politicamente Correcto a impor uma visão do mundo, em vez de nela participar? Será possível — ou desejável — mudar mentalidades por decreto? Argumentos de ambos os lados são pesados com a ponderação e o humor característicos do autor acerca de um assunto mais complexo do que aparenta e que mexe com o mais profundo da identidade de cada um: o modo como nos expressamos.
Nº Páginas: 208
Sinopse:
Atingimos um ponto crítico. O mundo como o conhecemos está a transformar-se depressa demais. Durante o próximo século enfrentaremos riscos existenciais com várias consequências, positivas e negativas. Contudo, a nossa abordagem ao futuro é caracterizada pelo pensamento a curto prazo, debates polarizados, retórica alarmista e pessimismo. Para Martin Rees, é necessária uma abordagem diferente no planeamento a longo prazo. O futuro da Humanidade está ligado ao futuro da ciência e depende do sucesso com que conseguirmos adaptar os avanços tecnológicos aos desafios. Se queremos utilizar a ciência para resolver os problemas enquanto evitamos os seus riscos distópicos, temos de pensar de forma racional, global e otimista a longo prazo. Os avanços na biotecnologia, cibertecnologia, robótica e inteligência artificial, se aplicados de forma sensata, podem ajudar a superar as ameaças que a Humanidade enfrenta na Terra, desde as alterações climáticas à guerra nuclear. Simultaneamente, novos avanços na ciência espacial permitirão ao ser humano explorar o sistema solar e ir mais além. Mas não existe "plano B" para a Terra - não há alternativa viável se não estivermos conscientes de que o planeta é a nossa casa.
