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Edição: Abr 2019
Nº Páginas: 168
Sinopse:
"Por mim, o gran finale desta viagem pelo arquipélago dos Açores poderia ocorrer com o observador confortavelmente sentado, e por fim serenado, na esplanada exterior do hotel Azoris Faial Garden, na Horta, tendo a piscina suspensa à sua frente e contemplando, no dia que lentamente se extingue, a montanha do Pico para lá do canal, deixando-se fundir com o ocaso solar e aspirando os matizes de luz e cor reflectidos na encosta, enquanto a constante dança das nuvens molda uma e outra e outra vez o maciço rochoso, num movimento incessante de ocultamento e desvelamento da própria montanha, até que a noite caia. (…) [A]percebe-se da suspensão do tempo, a imobilidade eterniza-se, a emoção irrompe, tudo ao mesmo tempo, num turbilhão perturbador e único. Enquanto isso, o Sol desce para o ocaso, lá longe na imensidão do mar das Flores, e as luzes vibrantes do dia prestes a terminar ajudam a instalar um estado de excepção, que é a expressão sublime da transcendência na vida, descobrindo, possivelmente pela primeira vez, que só assim ela vale a pena ser vivida."
Nº Páginas: 168
Sinopse:
"Por mim, o gran finale desta viagem pelo arquipélago dos Açores poderia ocorrer com o observador confortavelmente sentado, e por fim serenado, na esplanada exterior do hotel Azoris Faial Garden, na Horta, tendo a piscina suspensa à sua frente e contemplando, no dia que lentamente se extingue, a montanha do Pico para lá do canal, deixando-se fundir com o ocaso solar e aspirando os matizes de luz e cor reflectidos na encosta, enquanto a constante dança das nuvens molda uma e outra e outra vez o maciço rochoso, num movimento incessante de ocultamento e desvelamento da própria montanha, até que a noite caia. (…) [A]percebe-se da suspensão do tempo, a imobilidade eterniza-se, a emoção irrompe, tudo ao mesmo tempo, num turbilhão perturbador e único. Enquanto isso, o Sol desce para o ocaso, lá longe na imensidão do mar das Flores, e as luzes vibrantes do dia prestes a terminar ajudam a instalar um estado de excepção, que é a expressão sublime da transcendência na vida, descobrindo, possivelmente pela primeira vez, que só assim ela vale a pena ser vivida."
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Edição: Fev 2014
Nº Páginas: 368
Sinopse:
"Políticas radicais, arte de vanguarda e corridas de motos — todos estes elementos ganham vida no fulgurante romance de Rachel Kushner passado em 1970, quando uma jovem mulher se muda para Nova Iorque para se tornar artista, acabando por se envolver no movimento revolucionário de protesto que abalou a Itália nesses anos."["The 10 Best Books of 2013", "The New York Times"]
Nº Páginas: 368
Sinopse:
"Políticas radicais, arte de vanguarda e corridas de motos — todos estes elementos ganham vida no fulgurante romance de Rachel Kushner passado em 1970, quando uma jovem mulher se muda para Nova Iorque para se tornar artista, acabando por se envolver no movimento revolucionário de protesto que abalou a Itália nesses anos."["The 10 Best Books of 2013", "The New York Times"]
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Edição: Ago 1999
Nº Páginas: 426
Sinopse:
"Poemas e Canções" é a mais vasta antologia de Leonard Cohen até hoje publicada. Escolhida com a participação do próprio autor, e integrando vários poemas inéditos, reúne os principais textos - se exceptuarmos os romances - da sua produção literária e musical. No seu conjunto é uma viagem imaginária através da beleza, do horror, dos extremos do amor e do desespero.
Nº Páginas: 426
Sinopse:
"Poemas e Canções" é a mais vasta antologia de Leonard Cohen até hoje publicada. Escolhida com a participação do próprio autor, e integrando vários poemas inéditos, reúne os principais textos - se exceptuarmos os romances - da sua produção literária e musical. No seu conjunto é uma viagem imaginária através da beleza, do horror, dos extremos do amor e do desespero.
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Edição: Jul 2007
Nº Páginas: 324
Sinopse:
"Peter Kramer é um estudioso de excepcional sensibilidade e discernimento. Ler a sua prosa sobre qualquer assunto é ser provocado, seduzido e iluminado." "Joyce Carol Oates" "Em Contra a Depressão, Peter Kramer abre-nos novamente os olhos para um inovador e importante entendimento da condição humana. O seu audacioso pensamento sobre esse estado interior a que chamamos "depressão" dá-nos uma visão clara que nos pode libertar do poder dessa doença dolorosa." "Daniel Goleman, autor de Emotional Intelligence" "O nosso estimado sentido do eu é frequentemente questionado pela neurociência — como incluir o "Eu" entre neurónios, sinapses e neurotransmissores? Ninguém escreveu sobre estas questões de forma tão sensível, estimulante e acessível, e chegou a tanta gente ao longo do processo como Peter Kramer." "Robert Sapolsky, Professor de Ciências Biológicas, Stanford University" "Sofrer de depressão não tem nada de romântico. Kramer revela-nos a terrível realidade desta doença, afastando mitos que marcam a cultura popular. Este livro deverá inaugurar uma era em que a química desregrada do cérebro é encarada com a mesma preocupação e o mesmo cuidado que marcam o tratamento de qualquer doença." "Jerome Groopman, Professor de Medicina, Harvard University e autor de The Anatomy of Hope"
Nº Páginas: 324
Sinopse:
"Peter Kramer é um estudioso de excepcional sensibilidade e discernimento. Ler a sua prosa sobre qualquer assunto é ser provocado, seduzido e iluminado." "Joyce Carol Oates" "Em Contra a Depressão, Peter Kramer abre-nos novamente os olhos para um inovador e importante entendimento da condição humana. O seu audacioso pensamento sobre esse estado interior a que chamamos "depressão" dá-nos uma visão clara que nos pode libertar do poder dessa doença dolorosa." "Daniel Goleman, autor de Emotional Intelligence" "O nosso estimado sentido do eu é frequentemente questionado pela neurociência — como incluir o "Eu" entre neurónios, sinapses e neurotransmissores? Ninguém escreveu sobre estas questões de forma tão sensível, estimulante e acessível, e chegou a tanta gente ao longo do processo como Peter Kramer." "Robert Sapolsky, Professor de Ciências Biológicas, Stanford University" "Sofrer de depressão não tem nada de romântico. Kramer revela-nos a terrível realidade desta doença, afastando mitos que marcam a cultura popular. Este livro deverá inaugurar uma era em que a química desregrada do cérebro é encarada com a mesma preocupação e o mesmo cuidado que marcam o tratamento de qualquer doença." "Jerome Groopman, Professor de Medicina, Harvard University e autor de The Anatomy of Hope"
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Edição: Set 2018
Nº Páginas: 120
Sinopse:
"Pesados como pedras, no entanto velozes como pedras, eles caminham, os últimos errantes, uns poucos dias mais adiante, os poucos dias que os separam da música dos ossos. Eles caminham, os últimos errantes, embatendo uns nos outros, repelindo, à força de olhos e de cotovelos, à força daquele ronco que lhes bate, mais do que o coração, dentro do peito, repelindo e chamando, concentrados na marcação das cenas animais, na coreografia da matilha. Pois tudo aquilo que séculos, milénios, foram acumulando, abstracções, certa elegância na sobrevivência, as leis cujo poder suspende a faca e faz descer a faca, tudo era fácil de rasgar, tudo era um mero adorno, um véu de rapariga, algo que não resiste à impiedade."
Nº Páginas: 120
Sinopse:
"Pesados como pedras, no entanto velozes como pedras, eles caminham, os últimos errantes, uns poucos dias mais adiante, os poucos dias que os separam da música dos ossos. Eles caminham, os últimos errantes, embatendo uns nos outros, repelindo, à força de olhos e de cotovelos, à força daquele ronco que lhes bate, mais do que o coração, dentro do peito, repelindo e chamando, concentrados na marcação das cenas animais, na coreografia da matilha. Pois tudo aquilo que séculos, milénios, foram acumulando, abstracções, certa elegância na sobrevivência, as leis cujo poder suspende a faca e faz descer a faca, tudo era fácil de rasgar, tudo era um mero adorno, um véu de rapariga, algo que não resiste à impiedade."
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Edição: Fev 2019
Nº Páginas: 328
Sinopse:
"Passam sete minutos das nove horas, e olho rigorosamente para a mesma paisagem de ontem à tarde. A cor do céu, azul-pálido, quase branco, azul-acinzentado mais acima, é a mesma, as cores das árvores, dos arbustos e da erva são as mesmas, do verde-escuro das árvores do cemitério até ao verde-claro e mate do salgueiro, e a luz do Sol declinante, acinzentada perto do solo, dourada na copa das árvores, é a mesma. A única diferença é que o vento de leste é mais fraco e os movimentos nas árvores são menores. Adoro repetições." Este é um fragmento do quarto volume escrito por Karl Ove Knausgård sobre as estações do ano, uma série de ensaios breves, destinados a uma filha recém-nascida. O autor fala de modo intenso e pessoal de aspersores, castanhas, calções, gatos, caracóis, bétulas, groselhas, e tudo aquilo que faz do verão a melhor das estações, as suas tardes, noites, e até as chuvas. Knausgård oferece assim à filha e aos leitores um mundo muito diferente daquele que ele próprio teve na infância, marcado pela relação difícil com o pai. Oferece-nos a paisagem de uma vida familiar numa Suécia rural com as suas alegrias e tristezas, onde nada é indiferente e os objetos e os seres estão repletos de significado.
Nº Páginas: 328
Sinopse:
"Passam sete minutos das nove horas, e olho rigorosamente para a mesma paisagem de ontem à tarde. A cor do céu, azul-pálido, quase branco, azul-acinzentado mais acima, é a mesma, as cores das árvores, dos arbustos e da erva são as mesmas, do verde-escuro das árvores do cemitério até ao verde-claro e mate do salgueiro, e a luz do Sol declinante, acinzentada perto do solo, dourada na copa das árvores, é a mesma. A única diferença é que o vento de leste é mais fraco e os movimentos nas árvores são menores. Adoro repetições." Este é um fragmento do quarto volume escrito por Karl Ove Knausgård sobre as estações do ano, uma série de ensaios breves, destinados a uma filha recém-nascida. O autor fala de modo intenso e pessoal de aspersores, castanhas, calções, gatos, caracóis, bétulas, groselhas, e tudo aquilo que faz do verão a melhor das estações, as suas tardes, noites, e até as chuvas. Knausgård oferece assim à filha e aos leitores um mundo muito diferente daquele que ele próprio teve na infância, marcado pela relação difícil com o pai. Oferece-nos a paisagem de uma vida familiar numa Suécia rural com as suas alegrias e tristezas, onde nada é indiferente e os objetos e os seres estão repletos de significado.
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Edição: Mar 2017
Nº Páginas: 536
Sinopse:
"Parte da grandeza das Vinte Mil Léguas (…) reside numa criação em que reminiscências mito-lógicas se conjugam com influências literárias. O próprio nome do capitão Nemo ("Ninguém" em latim) surge como um duplo do divino Ulisses tal como ele se apresenta, na Odisseia."
Nº Páginas: 536
Sinopse:
"Parte da grandeza das Vinte Mil Léguas (…) reside numa criação em que reminiscências mito-lógicas se conjugam com influências literárias. O próprio nome do capitão Nemo ("Ninguém" em latim) surge como um duplo do divino Ulisses tal como ele se apresenta, na Odisseia."
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Edição: Dez 2017
Nº Páginas: 304
Sinopse:
"Para os Nabasco, A Ronda da Noite acaba por funcionar como um espelho onde se refletem todas as suas aspirações, diversas consoante os que nele se vêem retratados ou simplesmente sugeridos." Do Prefácio de António Mega Ferreira
Nº Páginas: 304
Sinopse:
"Para os Nabasco, A Ronda da Noite acaba por funcionar como um espelho onde se refletem todas as suas aspirações, diversas consoante os que nele se vêem retratados ou simplesmente sugeridos." Do Prefácio de António Mega Ferreira
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Edição: Dez 2020
Nº Páginas: 120
Sinopse:
"Para mim, era só mais um homem a destacar-se do fundo prateado. Aceitei o bilhete azul e rasguei-o em dois. Não olhei para o rosto dele; nunca olho para os rostos deles. Fato cinzento, camisa cinzenta. Camisa limpa. Foi o meu corpo que o sentiu primeiro. A mão na cintura, a mão que segurava a minha, eram firmes mas não insistentes. Sentia o cheiro dele, uma água-de-colónia fresca e cigarros. Alguns meses antes, gastara o ordenado de uma semana na compra de um pequeno frasco de perfume: jasmim-branco. Não era o meu género; gosto do aroma de pétalas, de flores de cerejeira. Mas queria um perfume intenso, para me proteger do cheiro deles. Não deu resultado. Por algum motivo, o meu corpo aceitava as mãos dele, o hálito dele, e os meus mamilos estavam duros. Talvez nem se notasse através do vestido de noite preto, mas detestei a ideia."
Nº Páginas: 120
Sinopse:
"Para mim, era só mais um homem a destacar-se do fundo prateado. Aceitei o bilhete azul e rasguei-o em dois. Não olhei para o rosto dele; nunca olho para os rostos deles. Fato cinzento, camisa cinzenta. Camisa limpa. Foi o meu corpo que o sentiu primeiro. A mão na cintura, a mão que segurava a minha, eram firmes mas não insistentes. Sentia o cheiro dele, uma água-de-colónia fresca e cigarros. Alguns meses antes, gastara o ordenado de uma semana na compra de um pequeno frasco de perfume: jasmim-branco. Não era o meu género; gosto do aroma de pétalas, de flores de cerejeira. Mas queria um perfume intenso, para me proteger do cheiro deles. Não deu resultado. Por algum motivo, o meu corpo aceitava as mãos dele, o hálito dele, e os meus mamilos estavam duros. Talvez nem se notasse através do vestido de noite preto, mas detestei a ideia."
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Edição: Abr 1997
Nº Páginas: 302
Sinopse:
"Para compreender melhor estas teses, devemos aperceber-nos como a moral aparece sempre ligada à origem de uma comunidade e à incorporação das leis que esta instituiu para se perservar. A parte mais importante do "Humano Demasiado Humano" dedica-se à análise deste lento processo comum a todas as culturas, aparentemente contraditório, mas apenas em aparência. Ninguém poderá ficar indiferente às descrições que o "Humano Demasiado Humano" nos oferece desse processo, certamente de imenso valor sociológico e psicológico." Do préfacio de António Marques
Nº Páginas: 302
Sinopse:
"Para compreender melhor estas teses, devemos aperceber-nos como a moral aparece sempre ligada à origem de uma comunidade e à incorporação das leis que esta instituiu para se perservar. A parte mais importante do "Humano Demasiado Humano" dedica-se à análise deste lento processo comum a todas as culturas, aparentemente contraditório, mas apenas em aparência. Ninguém poderá ficar indiferente às descrições que o "Humano Demasiado Humano" nos oferece desse processo, certamente de imenso valor sociológico e psicológico." Do préfacio de António Marques
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Edição: Mar 2015
Nº Páginas: 112
Sinopse:
"Para as companhias de navegação aérea tratava-se duma lata de velocidade com os outros meios de transporte. (...) Gosto do primeiro livro de Saint-Exupéry, mas deste gosto mais. Em "Correio do Sul", às recordações do aviador, registadas com uma precisão surpreendente, misturava-se uma intriga sentimental que aproximava de nós o herói. Tão faminto de ternura, como o sentíamos humano, vulnerável! O heróis de "Voo Nocturno", conquanto não desumanizado, eleva-se até uma virtude sobre-humana. Creio que o que me agrada mais nesta narrativa vibrante é a sua nobreza. As fraquezas, os abandonos, as quedas do homem, conhecemo-las sobejamente, e a literatura dos nossos dias é por demais hábil a denunciá-las; mas é sobretudo desta superação de si que a vontade tensa obtém que temos necessidade que nos mostrem. (...) O que conta, Saint-Exupéry conta-o "com conhecimento de causa". O afrontamento pessoal dum perigo frequente dá ao seu livro um sabor autêntico inimitável." Do Prefácio de André Gide
Nº Páginas: 112
Sinopse:
"Para as companhias de navegação aérea tratava-se duma lata de velocidade com os outros meios de transporte. (...) Gosto do primeiro livro de Saint-Exupéry, mas deste gosto mais. Em "Correio do Sul", às recordações do aviador, registadas com uma precisão surpreendente, misturava-se uma intriga sentimental que aproximava de nós o herói. Tão faminto de ternura, como o sentíamos humano, vulnerável! O heróis de "Voo Nocturno", conquanto não desumanizado, eleva-se até uma virtude sobre-humana. Creio que o que me agrada mais nesta narrativa vibrante é a sua nobreza. As fraquezas, os abandonos, as quedas do homem, conhecemo-las sobejamente, e a literatura dos nossos dias é por demais hábil a denunciá-las; mas é sobretudo desta superação de si que a vontade tensa obtém que temos necessidade que nos mostrem. (...) O que conta, Saint-Exupéry conta-o "com conhecimento de causa". O afrontamento pessoal dum perigo frequente dá ao seu livro um sabor autêntico inimitável." Do Prefácio de André Gide
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Edição: Mai 2018
Nº Páginas: 280
Sinopse:
"Ousado sem ser original, José detesta compromissos, cedências, afasta os aliados, seduz os adversários. Não é essencialmente um governante, nem um tribuno, é alguém que carrega uma angústia, que se sente culpado sem ter feito nada de mal, que vê os obstáculos como castigos." Do Prefácio de Pedro Mexia
Nº Páginas: 280
Sinopse:
"Ousado sem ser original, José detesta compromissos, cedências, afasta os aliados, seduz os adversários. Não é essencialmente um governante, nem um tribuno, é alguém que carrega uma angústia, que se sente culpado sem ter feito nada de mal, que vê os obstáculos como castigos." Do Prefácio de Pedro Mexia
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Edição: Jul 2016
Nº Páginas: 280
Sinopse:
"Oscilando entre a angústia da fugacidade do tempo e a tragédia da repetição, as personagens de Céu em Fogo abismam-se fatalmente no tédio e, numa luta penosa — que é também um confronto fascinado com a morte —, tentam inventar maneiras de o vencer.Do Prefácio de Maria Antónia Oliveira
Nº Páginas: 280
Sinopse:
"Oscilando entre a angústia da fugacidade do tempo e a tragédia da repetição, as personagens de Céu em Fogo abismam-se fatalmente no tédio e, numa luta penosa — que é também um confronto fascinado com a morte —, tentam inventar maneiras de o vencer.Do Prefácio de Maria Antónia Oliveira
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Edição: Abr 1998
Nº Páginas: 294
Sinopse:
"Oscilando entre a angústia da fugacidade do tempo e a tragédia da repetição, as personagens de Céu em Fogo abismam-se fatalmente no tédio e, numa luta penosa — que é também um confronto fascinado com a morte —, tentam inventar maneiras de o vencer. É esta a tarefa fantástica que vai empreender o Fixador de Instantes. Tomado por um "tédio mortal"no momento em que constata a inevitabilidade da sua morte, acaba por realizar no crime a sua obsessão de posse total. Também na novela "A Grande Sombra", que diríamos o diário de um psicopata dos tempos modernos, o protagonista renasce "outra vida" após o assassínio violento de uma rapariga que acaba de conhecer, com quem se envolve sexualmente. Este crime acorda-o da sonolência monótona em que vivia até aí, e tem o efeito imediato de "parar os instantes", de suspender o tempo, e, paralelamente, eliminar a angústia da morte que o vinha deprimindo. O suicídio final, para o qual se encaminha em euforia louca, está para além do remorso: é o culminar triunfal da sua busca do mistério e do desconhecido. O crime e o suicídio, tão presentes nestas novelas, são as duas faces da mesma moeda, aquela com que ilusoriamente se quer pagar o preço da modernidade, na sua paixão pelo Novo: a morte é a única região inexplorada, não há novidade senão na morte. Para estes heróis de tragédia moderna, o suicídio não é um puro acto de desespero, mas a única forma de heroísmo, a última procura que vale a pena — um acto estético, ou uma deserção." - Do Prefácio de Maria Antónia Oliveira
Nº Páginas: 294
Sinopse:
"Oscilando entre a angústia da fugacidade do tempo e a tragédia da repetição, as personagens de Céu em Fogo abismam-se fatalmente no tédio e, numa luta penosa — que é também um confronto fascinado com a morte —, tentam inventar maneiras de o vencer. É esta a tarefa fantástica que vai empreender o Fixador de Instantes. Tomado por um "tédio mortal"no momento em que constata a inevitabilidade da sua morte, acaba por realizar no crime a sua obsessão de posse total. Também na novela "A Grande Sombra", que diríamos o diário de um psicopata dos tempos modernos, o protagonista renasce "outra vida" após o assassínio violento de uma rapariga que acaba de conhecer, com quem se envolve sexualmente. Este crime acorda-o da sonolência monótona em que vivia até aí, e tem o efeito imediato de "parar os instantes", de suspender o tempo, e, paralelamente, eliminar a angústia da morte que o vinha deprimindo. O suicídio final, para o qual se encaminha em euforia louca, está para além do remorso: é o culminar triunfal da sua busca do mistério e do desconhecido. O crime e o suicídio, tão presentes nestas novelas, são as duas faces da mesma moeda, aquela com que ilusoriamente se quer pagar o preço da modernidade, na sua paixão pelo Novo: a morte é a única região inexplorada, não há novidade senão na morte. Para estes heróis de tragédia moderna, o suicídio não é um puro acto de desespero, mas a única forma de heroísmo, a última procura que vale a pena — um acto estético, ou uma deserção." - Do Prefácio de Maria Antónia Oliveira
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Edição: Out 2009
Nº Páginas: 208
Sinopse:
"Os textos poéticos que contituem esta antologia percorrem uma latitude cronológica de cerca de quatrocentos anos de produção literária, dos séculos I a.C. a III da nossa era, e ilustram, de acordo com a época e o género a que pertencem, o modo de a antiga Roma declinar o amor, a paixão ou a mera lascívia. Foi, com efeito, a temática a consubstanciar o critério de selecção. Os poetas escolhidos não se cingem ao cânone da ideia de outro, associada ao período augustano. Assim, além de Catulo, Virgílio, Horácio, Ovídio, Tibulo ou Propércio, porventura mais conhecidos dos leitores não especializados, considerou-se uma mais valia divulgar autores até há alguns anos menos estudados — Calpúrnio Sículo —, ou cuja produção seja um caso singular, como Sulpícia, poetas tardios como Floro, Tiberiano, Nemesiano, Modestino, Pentádio e Reposiano, considerados menores pela tradição, e ainda algumas peças anómimas que raro — ou nunca — tinham merecido tradução no nosso país. Pelo mesmo motivo, tendo em atenção o esforço editorial mais recente, procurou-se evitar obras há pouco editadas como a Arte de Amar de Ovídio ou os Epigramas de Marcial, cujos excertos seriam pertinentes neste conjunto." [De "Palavras Prévias"]
Nº Páginas: 208
Sinopse:
"Os textos poéticos que contituem esta antologia percorrem uma latitude cronológica de cerca de quatrocentos anos de produção literária, dos séculos I a.C. a III da nossa era, e ilustram, de acordo com a época e o género a que pertencem, o modo de a antiga Roma declinar o amor, a paixão ou a mera lascívia. Foi, com efeito, a temática a consubstanciar o critério de selecção. Os poetas escolhidos não se cingem ao cânone da ideia de outro, associada ao período augustano. Assim, além de Catulo, Virgílio, Horácio, Ovídio, Tibulo ou Propércio, porventura mais conhecidos dos leitores não especializados, considerou-se uma mais valia divulgar autores até há alguns anos menos estudados — Calpúrnio Sículo —, ou cuja produção seja um caso singular, como Sulpícia, poetas tardios como Floro, Tiberiano, Nemesiano, Modestino, Pentádio e Reposiano, considerados menores pela tradição, e ainda algumas peças anómimas que raro — ou nunca — tinham merecido tradução no nosso país. Pelo mesmo motivo, tendo em atenção o esforço editorial mais recente, procurou-se evitar obras há pouco editadas como a Arte de Amar de Ovídio ou os Epigramas de Marcial, cujos excertos seriam pertinentes neste conjunto." [De "Palavras Prévias"]
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Edição: Ago 2021
Nº Páginas: 172
Sinopse:
"Os temas desatualizam-se, as tendências literárias saem de moda, os interesses dos leitores mudam, o mundo em que José Cardoso Pires viveu e escreveu já não é o nosso. O brilho da sua prosa, esse, mantém-se intacto. Graças a esse brilho, as personagens inteiras que criou (ele que muito escreveu sobre amputados, físicos e espirituais) — veja-se João Portela e o tio Aníbal que, daqui a umas páginas, há de o leitor encontrar a calcorrearem os caminhos secos e amaldiçoados do Alentejo — continuam vivas e a iluminar-nos." Do Prefácio de Bruno Vieira Amaral
Nº Páginas: 172
Sinopse:
"Os temas desatualizam-se, as tendências literárias saem de moda, os interesses dos leitores mudam, o mundo em que José Cardoso Pires viveu e escreveu já não é o nosso. O brilho da sua prosa, esse, mantém-se intacto. Graças a esse brilho, as personagens inteiras que criou (ele que muito escreveu sobre amputados, físicos e espirituais) — veja-se João Portela e o tio Aníbal que, daqui a umas páginas, há de o leitor encontrar a calcorrearem os caminhos secos e amaldiçoados do Alentejo — continuam vivas e a iluminar-nos." Do Prefácio de Bruno Vieira Amaral
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Edição: Dez 2001
Nº Páginas: 242
Sinopse:
"Os dois temas principais que dão o nome a esta pequena obra, o totem e o tabu, não são tratados aqui de igual modo. A análise do tabu apresenta-se como uma tentativa de solução do problema, inteiramente segura e exaustiva. O estudo sobre o totemismo limita-se a declarar que o referido aqui é, tão-só, a contribuição que a observação psicanalítica pode dar, actualmente, para o esclarecimento dos problemas do totem. Esta disparidade resulta do facto de o tabu continuar, na realidade, a existir entre nós. Conquanto seja encarado de forma negativa e aplicado a outros objectos, dada a sua natureza psicológica não é senão o "imperativo categórico" de Kant, que pretende actuar compulsivamente e rejeita toda e qualquer motivação consciente. O totemismo, em contrapartida, é inteiramente estranho ao nosso modo actual de sentir, é uma instituição que, na realidade, foi já há muito abandonada e substituída por formas religiosas e sociais mais modernas." Do Prefácio
Nº Páginas: 242
Sinopse:
"Os dois temas principais que dão o nome a esta pequena obra, o totem e o tabu, não são tratados aqui de igual modo. A análise do tabu apresenta-se como uma tentativa de solução do problema, inteiramente segura e exaustiva. O estudo sobre o totemismo limita-se a declarar que o referido aqui é, tão-só, a contribuição que a observação psicanalítica pode dar, actualmente, para o esclarecimento dos problemas do totem. Esta disparidade resulta do facto de o tabu continuar, na realidade, a existir entre nós. Conquanto seja encarado de forma negativa e aplicado a outros objectos, dada a sua natureza psicológica não é senão o "imperativo categórico" de Kant, que pretende actuar compulsivamente e rejeita toda e qualquer motivação consciente. O totemismo, em contrapartida, é inteiramente estranho ao nosso modo actual de sentir, é uma instituição que, na realidade, foi já há muito abandonada e substituída por formas religiosas e sociais mais modernas." Do Prefácio
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Edição: Set 2012
Nº Páginas: 208
Sinopse:
"Os Cães e os Lobos", publicado em 1940, tem nítidas relações com a história pessoal de Irène Némirovsky, romancista influenciada pela cultura judaica, francesa e eslava. Nascida no seio da grande burguesia ucraniana, Irène Némirovsky e a família abandonaram Kiev depois da Revolução de Outubro de 1917, acabando por encontrar refúgio em França. No centro deste romance está o amor insensato de Ada, uma judia pobre, por Harry, filho de um rico banqueiro judeu. Ada apaixona-se quando é uma criança (viria a tornar-se uma pintora original e revoltada). Atraídos um pelo outro, nada os reúne excepto o sentimento da sua perda inevitável. "Os Cães e os Lobos" é um texto marcado pela melancolia, um romance sobre a infância e a inocência perdida, uma obra-prima indiscutível da literatura do século xx.
Nº Páginas: 208
Sinopse:
"Os Cães e os Lobos", publicado em 1940, tem nítidas relações com a história pessoal de Irène Némirovsky, romancista influenciada pela cultura judaica, francesa e eslava. Nascida no seio da grande burguesia ucraniana, Irène Némirovsky e a família abandonaram Kiev depois da Revolução de Outubro de 1917, acabando por encontrar refúgio em França. No centro deste romance está o amor insensato de Ada, uma judia pobre, por Harry, filho de um rico banqueiro judeu. Ada apaixona-se quando é uma criança (viria a tornar-se uma pintora original e revoltada). Atraídos um pelo outro, nada os reúne excepto o sentimento da sua perda inevitável. "Os Cães e os Lobos" é um texto marcado pela melancolia, um romance sobre a infância e a inocência perdida, uma obra-prima indiscutível da literatura do século xx.
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Edição: Ago 2021
Nº Páginas: 760
Sinopse:
"Orwell combateu as formas dominantes da mentira política contemporânea: a propaganda, da qual nunca nos libertámos, e a novilíngua, a que hoje sucumbimos. Por isso, o maior dos seus ensaios talvez seja "A Política e a Língua Inglesa" (1946). A intui-ção de que a decadência da linguagem e a decadência da política estão ligadas uma à outra é fácil de acompanhar; difícil era de-monstrar, exemplificando, o que estava errado na política daquele tempo, em particular a política da esquerda daquele tempo, tra-zendo à luz as frases feitas, a sintaxe tortuosa, as metáforas mortas, os eufemismos desonestos. Consciente de que a malea-bilidade da língua inglesa a predispõe para o sofisticado e o quo-tidiano, para a poesia e as manchetes de jornal, Orwell defendeu uma linguagem, quer dizer, uma política, de concisão e clareza, de palavras concretas e comuns. Ao contrário do que diziam os detractores, ele não "fazia o jogo" do inimigo: a linguagem de al-guns amigos é que era o seu inimigo." Do Prefácio
Nº Páginas: 760
Sinopse:
"Orwell combateu as formas dominantes da mentira política contemporânea: a propaganda, da qual nunca nos libertámos, e a novilíngua, a que hoje sucumbimos. Por isso, o maior dos seus ensaios talvez seja "A Política e a Língua Inglesa" (1946). A intui-ção de que a decadência da linguagem e a decadência da política estão ligadas uma à outra é fácil de acompanhar; difícil era de-monstrar, exemplificando, o que estava errado na política daquele tempo, em particular a política da esquerda daquele tempo, tra-zendo à luz as frases feitas, a sintaxe tortuosa, as metáforas mortas, os eufemismos desonestos. Consciente de que a malea-bilidade da língua inglesa a predispõe para o sofisticado e o quo-tidiano, para a poesia e as manchetes de jornal, Orwell defendeu uma linguagem, quer dizer, uma política, de concisão e clareza, de palavras concretas e comuns. Ao contrário do que diziam os detractores, ele não "fazia o jogo" do inimigo: a linguagem de al-guns amigos é que era o seu inimigo." Do Prefácio
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Edição: Jul 2003
Nº Páginas: 150
Sinopse:
"Ora aqui está. Uma rapariga de dezassete anos. Com o aspecto de uma Vénus de Milo com braços — talvez não gostem da ideia, mas então é porque também não gostam de certeza de uma bela égua bem lançada —, uma rapariga com umas coxas, uns seios e um corpo como não há por aí às dúzias, e uma bela cabeça de eslava, um pouco achatada, com olhos oblíquos e cabelo loiro todo ondulado. E uma rapariga que, além disso, tem de seu. Tem dezassete anos; é assim e deixa-se injectar com morfina por um tipo que parece um chulo de baixa categoria…, e que, ainda por cima, tem maquilhagem. Juro-lhes que elas não percebem nada. Agarro nela e ponho-a de pé. — Vamos lá, minha lorpa — digo-lhe eu. Estou-me nas tintas para a hipótese de alguém entrar. Não se esqueçam de que estou vestido de mulher… e nada tem de chocante ver uma velha amiga meter na cama outra velha amiga que se meteu um pouco nos copos."
Nº Páginas: 150
Sinopse:
"Ora aqui está. Uma rapariga de dezassete anos. Com o aspecto de uma Vénus de Milo com braços — talvez não gostem da ideia, mas então é porque também não gostam de certeza de uma bela égua bem lançada —, uma rapariga com umas coxas, uns seios e um corpo como não há por aí às dúzias, e uma bela cabeça de eslava, um pouco achatada, com olhos oblíquos e cabelo loiro todo ondulado. E uma rapariga que, além disso, tem de seu. Tem dezassete anos; é assim e deixa-se injectar com morfina por um tipo que parece um chulo de baixa categoria…, e que, ainda por cima, tem maquilhagem. Juro-lhes que elas não percebem nada. Agarro nela e ponho-a de pé. — Vamos lá, minha lorpa — digo-lhe eu. Estou-me nas tintas para a hipótese de alguém entrar. Não se esqueçam de que estou vestido de mulher… e nada tem de chocante ver uma velha amiga meter na cama outra velha amiga que se meteu um pouco nos copos."
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Edição: Fev 2011
Nº Páginas: 344
Sinopse:
"On the Road" relata a viagem pelos Estados Unidos de carro, por Sal Paradise e Dean Moriarty, repleta de sexo, drogas, álcool e liberdade. É considerado a obra-prima de Kerouac, um dos principais expoentes da geração beat dos Estados Unidos, sendo uma grande influência para os jovens no contexto da contracultura dos anos 60. Foi lançado pela primeira vez em 1957.
Nº Páginas: 344
Sinopse:
"On the Road" relata a viagem pelos Estados Unidos de carro, por Sal Paradise e Dean Moriarty, repleta de sexo, drogas, álcool e liberdade. É considerado a obra-prima de Kerouac, um dos principais expoentes da geração beat dos Estados Unidos, sendo uma grande influência para os jovens no contexto da contracultura dos anos 60. Foi lançado pela primeira vez em 1957.
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Edição: Dez 2018
Nº Páginas: 592
Sinopse:
"O tema deste vasto romance não nos é ocultado. Broch tem o cuidado de pôr em destaque os pensamentos teóricos que de outro modo procuraríamos no interior das suas histórias. Os títulos já dizem tudo: "Pasenow ou O Romantismo", 1888; "Esch ou A Anarquia", 1903; "Huguenau ou O Realismo", 1918; e, acima destes três nomes, a palavra nocturna que aqui nem sequer é uma imagem, mas um diagnóstico: "Sonâmbulos"." Maurice Blanchot
Nº Páginas: 592
Sinopse:
"O tema deste vasto romance não nos é ocultado. Broch tem o cuidado de pôr em destaque os pensamentos teóricos que de outro modo procuraríamos no interior das suas histórias. Os títulos já dizem tudo: "Pasenow ou O Romantismo", 1888; "Esch ou A Anarquia", 1903; "Huguenau ou O Realismo", 1918; e, acima destes três nomes, a palavra nocturna que aqui nem sequer é uma imagem, mas um diagnóstico: "Sonâmbulos"." Maurice Blanchot
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Edição: Ago 2016
Nº Páginas: 448
Sinopse:
"O romance conta a jornada de uma jovem de vinte anos para o autoconhecimento e maturidade intelectual e sentimental, através de discussões instrutivas, da (circunscrita) variedade das relações pessoais e experiências vividas."Do Posfácio
Nº Páginas: 448
Sinopse:
"O romance conta a jornada de uma jovem de vinte anos para o autoconhecimento e maturidade intelectual e sentimental, através de discussões instrutivas, da (circunscrita) variedade das relações pessoais e experiências vividas."Do Posfácio
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Edição: Jun 2016
Nº Páginas: 240
Sinopse:
"O Retrato de Dorian Gray" foi publicado em 1890 e depressa se tornou a obra mais conhecida de Oscar Wilde. O romance celebra o esteticismo, assume os seus riscos e aborda pela primeira vez o tema da homossexualidade na literatura inglesa.Oscar Wilde afirmaria que "Basil Hallward é aquilo que eu penso de mim; Lord Henry, o que o mundo pensa de mim; e Dorian é o que eu gostaria de ser noutra época, talvez".
Nº Páginas: 240
Sinopse:
"O Retrato de Dorian Gray" foi publicado em 1890 e depressa se tornou a obra mais conhecida de Oscar Wilde. O romance celebra o esteticismo, assume os seus riscos e aborda pela primeira vez o tema da homossexualidade na literatura inglesa.Oscar Wilde afirmaria que "Basil Hallward é aquilo que eu penso de mim; Lord Henry, o que o mundo pensa de mim; e Dorian é o que eu gostaria de ser noutra época, talvez".
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Edição: Abr 2018
Nº Páginas: 520
Sinopse:
"O reino de Dickens é o realismo mágico. Reino de atração infinita, reino muito difícil de governar. Kafka tinha um assim; mas a risada de Dickens torna o seu mundo mais belo." "Giuseppe Tomasi di Lampedusa"
Nº Páginas: 520
Sinopse:
"O reino de Dickens é o realismo mágico. Reino de atração infinita, reino muito difícil de governar. Kafka tinha um assim; mas a risada de Dickens torna o seu mundo mais belo." "Giuseppe Tomasi di Lampedusa"
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Edição: Jul 2017
Nº Páginas: 268
Sinopse:
"O que Sibila e sua descendência significam não precisa de ser sublinhado por contraste. Mas esse mundo romanesco, pelo seu simples aparecimento, deslocou o centro da atenção literária." Eduardo Lourenço
Nº Páginas: 268
Sinopse:
"O que Sibila e sua descendência significam não precisa de ser sublinhado por contraste. Mas esse mundo romanesco, pelo seu simples aparecimento, deslocou o centro da atenção literária." Eduardo Lourenço
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Edição: Abr 2018
Nº Páginas: 736
Sinopse:
"O que nos diz o Diário da pessoa de Virginia Woolf que nos permita conhecê-la melhor? O aspecto mais impressionante, creio ser a evidência de uma mulher extremamente contraditória. Desde logo, as alterações radicais dos estados de espírito, a dramática inconstância dos terrores e euforias vivenciais, de um dia "tão divinamente feliz" e de outro exausta e deprimida." [Do Prefácio]
Nº Páginas: 736
Sinopse:
"O que nos diz o Diário da pessoa de Virginia Woolf que nos permita conhecê-la melhor? O aspecto mais impressionante, creio ser a evidência de uma mulher extremamente contraditória. Desde logo, as alterações radicais dos estados de espírito, a dramática inconstância dos terrores e euforias vivenciais, de um dia "tão divinamente feliz" e de outro exausta e deprimida." [Do Prefácio]
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Edição: Nov 2017
Nº Páginas: 288
Sinopse:
"O que estás a tentar fazer nem sempre tem bons resultados. Deita fora essa proximidade contigo, põe de lado esse feitiço da rememoração a quente. Põe o lamento na boca de outrem. Desfaz essa amizade com o teu próprio lamento. "
Nº Páginas: 288
Sinopse:
"O que estás a tentar fazer nem sempre tem bons resultados. Deita fora essa proximidade contigo, põe de lado esse feitiço da rememoração a quente. Põe o lamento na boca de outrem. Desfaz essa amizade com o teu próprio lamento. "
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Edição: Set 2008
Nº Páginas: 144
Sinopse:
"O próprio texto tem, aliás, parecenças com esses espectáculos de luz feitos para encantar, esplendorosos, fátuos e um bocadinho assustadores. A sua recepção entre as crianças é um assunto muito delicado. No meu trabalho, comecei por atender aos pedidos das gentes mais sensatas e substituí "A Tempestade" — que, ao que dizem, podia causar estremecimento — por "A Ilha Encantada", pois que é assim referida pelo autor. E, quanto a sensatez, achei bastante." Do Prefácio de Hélia Correia
Nº Páginas: 144
Sinopse:
"O próprio texto tem, aliás, parecenças com esses espectáculos de luz feitos para encantar, esplendorosos, fátuos e um bocadinho assustadores. A sua recepção entre as crianças é um assunto muito delicado. No meu trabalho, comecei por atender aos pedidos das gentes mais sensatas e substituí "A Tempestade" — que, ao que dizem, podia causar estremecimento — por "A Ilha Encantada", pois que é assim referida pelo autor. E, quanto a sensatez, achei bastante." Do Prefácio de Hélia Correia
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Edição: Mar 2021
Nº Páginas: 192
Sinopse:
"O Príncipe" foi escrito em 1513, tendo tido a sua primeira edição póstuma em 1532. Como escreveu Antonio Gramsci, o aspeto mais original do livro, que se tornaria a obra italiana mais conhecida em todo o mundo, é não ser um tratado sistemático, mas "um livro vivo em que a ideologia e a ciência política se misturam na forma dramática de mito". Num momento conturbado da história do que é hoje a Itália, em que as potências estrangeiras ameaçavam os prósperos mas frágeis estados regionais, Maquiavel, já afastado da política ativa, concentrou nesta obra a experiência adquirida em catorze anos de administração na República Florentina. É uma obra amarga e desencantada, em que traçou o perfil do príncipe ideal, analisou os motivos da ação humana e, separando a política da moral, abriu caminho ao moderno pensamento político.
Nº Páginas: 192
Sinopse:
"O Príncipe" foi escrito em 1513, tendo tido a sua primeira edição póstuma em 1532. Como escreveu Antonio Gramsci, o aspeto mais original do livro, que se tornaria a obra italiana mais conhecida em todo o mundo, é não ser um tratado sistemático, mas "um livro vivo em que a ideologia e a ciência política se misturam na forma dramática de mito". Num momento conturbado da história do que é hoje a Itália, em que as potências estrangeiras ameaçavam os prósperos mas frágeis estados regionais, Maquiavel, já afastado da política ativa, concentrou nesta obra a experiência adquirida em catorze anos de administração na República Florentina. É uma obra amarga e desencantada, em que traçou o perfil do príncipe ideal, analisou os motivos da ação humana e, separando a política da moral, abriu caminho ao moderno pensamento político.
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