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Edição: Out 2019
Nº Páginas: 344
Sinopse:
"O Portal dos Obeliscos" é o segundo livro da série "Terra Fraturada". O primeiro volume, "Quinta Estação", venceu também o Hugo Award, em 2016. O terceiro livro, "The Stone Sky", publicado em agosto de 2017, venceu o Hugo Award 2018 e o Nebula Award 2018 na categoria de melhor romance. A estação dos fins cresce na escuridão, à medida que a civilização desaparece na noite longa e fria. Essun — outrora Damaya, antes Syenite, e agora vingadora — encontrou abrigo. Alabaster Tenring, destruidor dos mundos, tem um pedido. Mas se Essun faz o que ele pede, poderia pôr em causa o destino de Sossego. Longe de tudo isto, a sua filha, Nassun, torna-se mais poderosa a cada dia. E, assim, as suas decisões podem significar a destruição deste mundo magnífico.
Nº Páginas: 344
Sinopse:
"O Portal dos Obeliscos" é o segundo livro da série "Terra Fraturada". O primeiro volume, "Quinta Estação", venceu também o Hugo Award, em 2016. O terceiro livro, "The Stone Sky", publicado em agosto de 2017, venceu o Hugo Award 2018 e o Nebula Award 2018 na categoria de melhor romance. A estação dos fins cresce na escuridão, à medida que a civilização desaparece na noite longa e fria. Essun — outrora Damaya, antes Syenite, e agora vingadora — encontrou abrigo. Alabaster Tenring, destruidor dos mundos, tem um pedido. Mas se Essun faz o que ele pede, poderia pôr em causa o destino de Sossego. Longe de tudo isto, a sua filha, Nassun, torna-se mais poderosa a cada dia. E, assim, as suas decisões podem significar a destruição deste mundo magnífico.
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Edição: Out 2018
Nº Páginas: 144
Sinopse:
"O plano desse primeiro livro de Gonçalo M. Tavares (…) tem a ver com o que ele parece desenvolver como política de escrita: a literatura como um corpo-dançarino que oscila entre a ficção, o ensaio e a anotação e, principalmente, como um pensamento sucessivo que vem de um passado reminiscente e se lança no presente. Um método de escavação arqueológica do texto que se dá através de repetições incessantes, de ideias sobre o corpo e de resistências no mundo agora - quando a literatura também vem como um movimento arqueológico de colisão com o espaço." Júlia Studart
Nº Páginas: 144
Sinopse:
"O plano desse primeiro livro de Gonçalo M. Tavares (…) tem a ver com o que ele parece desenvolver como política de escrita: a literatura como um corpo-dançarino que oscila entre a ficção, o ensaio e a anotação e, principalmente, como um pensamento sucessivo que vem de um passado reminiscente e se lança no presente. Um método de escavação arqueológica do texto que se dá através de repetições incessantes, de ideias sobre o corpo e de resistências no mundo agora - quando a literatura também vem como um movimento arqueológico de colisão com o espaço." Júlia Studart
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Edição: Jan 2013
Nº Páginas: 160
Sinopse:
"O novo livro de Junot Díaz, "É Assim que a Perdes", é um conjunto de narrativas ligadas entre si sobre o amor — amor apaixonado, amor ilícito, amor em extinção, amor maternal — e contadas através da vida dos habitantes de New Jersey oriundos da República Dominicana e da sua luta para encontrar um ponto de encontro entre os seus dois mundos."
Nº Páginas: 160
Sinopse:
"O novo livro de Junot Díaz, "É Assim que a Perdes", é um conjunto de narrativas ligadas entre si sobre o amor — amor apaixonado, amor ilícito, amor em extinção, amor maternal — e contadas através da vida dos habitantes de New Jersey oriundos da República Dominicana e da sua luta para encontrar um ponto de encontro entre os seus dois mundos."
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Edição: Jun 2015
Nº Páginas: 304
Sinopse:
"O mundo das repartições e dos arquivos, dos gabinetes e dos quartos escuros, bafientos e degradados, é o mundo de Kafka. (…) "O Processo" deixa-nos perceber que o procedimento judicial que é levantado contra o réu não lhe deixa, regra geral, qualquer esperança, inclusivamente nos casos em que poderia subsistir a esperança da absolvição. Ora, talvez seja precisamente esse desespero que transforma os réus nas únicas personagens belas no universo kafkiano."Do Posfácio de Walter Benjamin
Nº Páginas: 304
Sinopse:
"O mundo das repartições e dos arquivos, dos gabinetes e dos quartos escuros, bafientos e degradados, é o mundo de Kafka. (…) "O Processo" deixa-nos perceber que o procedimento judicial que é levantado contra o réu não lhe deixa, regra geral, qualquer esperança, inclusivamente nos casos em que poderia subsistir a esperança da absolvição. Ora, talvez seja precisamente esse desespero que transforma os réus nas únicas personagens belas no universo kafkiano."Do Posfácio de Walter Benjamin
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Edição: Jul 2014
Nº Páginas: 296
Sinopse:
"O meu pai morreu há um ano. Não acredito na teoria segundo a qual só nos tornamos realmente adultos com a morte dos nossos pais; nunca nos tornamos realmente adultos. Diante do caixão do velho, ocorreram-me pensamentos desagradáveis. O sacana tinha aproveitado bem a vida; safara-se à grande. "Fizeste filhos, meu cretino…", disse vivamente para comigo; "enfiaste a tua piça grossa na rata da minha mãe." A verdade é que estava um bocado tenso; não é todos os dias que temos um morto na família. Recusei-me a ver o cadáver. Tenho quarenta anos, já tive várias oportunidades de ver cadáveres; neste momento, prefiro evitar. É isso que me tem impedido de comprar um animal doméstico."
Nº Páginas: 296
Sinopse:
"O meu pai morreu há um ano. Não acredito na teoria segundo a qual só nos tornamos realmente adultos com a morte dos nossos pais; nunca nos tornamos realmente adultos. Diante do caixão do velho, ocorreram-me pensamentos desagradáveis. O sacana tinha aproveitado bem a vida; safara-se à grande. "Fizeste filhos, meu cretino…", disse vivamente para comigo; "enfiaste a tua piça grossa na rata da minha mãe." A verdade é que estava um bocado tenso; não é todos os dias que temos um morto na família. Recusei-me a ver o cadáver. Tenho quarenta anos, já tive várias oportunidades de ver cadáveres; neste momento, prefiro evitar. É isso que me tem impedido de comprar um animal doméstico."
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Edição: Nov 2008
Nº Páginas: 172
Sinopse:
"O Mal-Estar na Civilização" é a obra em que Sigmund Freud (1856-1939) analisa o modo como a espécie humana sacrificou a vida instintiva e reprimiu a espontaneidade para permitir o progresso social e cultural. É também este o livro em que Freud analisa a origem dos sentimentos de culpa e, de um modo geral, procede à mais completa exposição das suas ideias sobre a história da humanidade. O livro integra também o ensaio Reflexões em Tempos de Guerra e de Morte.
Nº Páginas: 172
Sinopse:
"O Mal-Estar na Civilização" é a obra em que Sigmund Freud (1856-1939) analisa o modo como a espécie humana sacrificou a vida instintiva e reprimiu a espontaneidade para permitir o progresso social e cultural. É também este o livro em que Freud analisa a origem dos sentimentos de culpa e, de um modo geral, procede à mais completa exposição das suas ideias sobre a história da humanidade. O livro integra também o ensaio Reflexões em Tempos de Guerra e de Morte.
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Edição: Abr 2002
Nº Páginas: 500
Sinopse:
"O livro mais falado desde Geração X... No Logo é uma descrição inteligente e magnificamente apresentada de uma cultura que se deslocou da venda de produtos para a caça às marcas." - The Guardian
Nº Páginas: 500
Sinopse:
"O livro mais falado desde Geração X... No Logo é uma descrição inteligente e magnificamente apresentada de uma cultura que se deslocou da venda de produtos para a caça às marcas." - The Guardian
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Edição: Mar 2016
Nº Páginas: 240
Sinopse:
"O livro começa com a frase "Quem tivesse visto Catherine Morland em criança nunca poderia supor que nascera para heroína", e ela é certamente uma heroína muito invulgar para um romance de Jane Austen."Do Posfácio
Nº Páginas: 240
Sinopse:
"O livro começa com a frase "Quem tivesse visto Catherine Morland em criança nunca poderia supor que nascera para heroína", e ela é certamente uma heroína muito invulgar para um romance de Jane Austen."Do Posfácio
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Edição: Jul 1994
Nº Páginas: 354
Sinopse:
"O Homem e o Divino" é o mais importante livro de María Zambrano, pois como ela própria afirma poderia ser esse o título de tudo o que escreveu. E, como sempre acontece, são as obras escritas com menos preocupação de actualidade as que melhor permitem explicar os fenómenos actuais.
Nº Páginas: 354
Sinopse:
"O Homem e o Divino" é o mais importante livro de María Zambrano, pois como ela própria afirma poderia ser esse o título de tudo o que escreveu. E, como sempre acontece, são as obras escritas com menos preocupação de actualidade as que melhor permitem explicar os fenómenos actuais.
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Edição: Dez 1997
Nº Páginas: 160
Sinopse:
"O Grande Gatsby talvez seja, como já alguém afirmou, o único romance perfeito. Ao relê?lo, ficamos sempre espantados com a sua brevidade: não é muito mais longo que um conto de Henry James. T. S. Eliot considerou?o como o único progresso significativo do romance americano desde a morte de James. Não gerou, porém, uma tradição americana. A narrativa de grande sucesso, frouxamente planeada e recheada de calão, é vista com acerto como o típico contributo americano para a arte do romance. Os leitores americanos do Saturday Evening Post, que admiravam os contos de Fitzgerald sobre a era do jazz, não o sabiam autor de um grande livro. A popularidade de Fitzgerald depois de morto baseou?se mais na vida que na obra — o "colapso nervoso", o alcoolismo, a loucura de Zelda, sua mulher. A sua arte era demasiado requintada e a sua ironia demasiado subtil para o grande público. E no entanto, um editorial do New York Times, publicado após a sua morte, dizia que "ele era melhor do que pensava, pois foi, quer no plano dos factos quer no plano literário, o inventor de uma "geração"". - Anthony Burguess
Nº Páginas: 160
Sinopse:
"O Grande Gatsby talvez seja, como já alguém afirmou, o único romance perfeito. Ao relê?lo, ficamos sempre espantados com a sua brevidade: não é muito mais longo que um conto de Henry James. T. S. Eliot considerou?o como o único progresso significativo do romance americano desde a morte de James. Não gerou, porém, uma tradição americana. A narrativa de grande sucesso, frouxamente planeada e recheada de calão, é vista com acerto como o típico contributo americano para a arte do romance. Os leitores americanos do Saturday Evening Post, que admiravam os contos de Fitzgerald sobre a era do jazz, não o sabiam autor de um grande livro. A popularidade de Fitzgerald depois de morto baseou?se mais na vida que na obra — o "colapso nervoso", o alcoolismo, a loucura de Zelda, sua mulher. A sua arte era demasiado requintada e a sua ironia demasiado subtil para o grande público. E no entanto, um editorial do New York Times, publicado após a sua morte, dizia que "ele era melhor do que pensava, pois foi, quer no plano dos factos quer no plano literário, o inventor de uma "geração"". - Anthony Burguess
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Edição: Dez 2020
Nº Páginas: 1104
Sinopse:
"O Fim" é o último volume da saga "A Minha Luta", e nele torna-se evidente o alcance do projecto de Karl Ove Knausgård. Enfrentando directamente as consequências da transgressão perante a vida pública e privada, subvertendo os seus limites, este sexto volume da sua principal obra dá-nos uma visão perturbadora e apaixonante da mente de um dos escritores mais conceituados da sua geração.
Nº Páginas: 1104
Sinopse:
"O Fim" é o último volume da saga "A Minha Luta", e nele torna-se evidente o alcance do projecto de Karl Ove Knausgård. Enfrentando directamente as consequências da transgressão perante a vida pública e privada, subvertendo os seus limites, este sexto volume da sua principal obra dá-nos uma visão perturbadora e apaixonante da mente de um dos escritores mais conceituados da sua geração.
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Edição: Set 2021
Nº Páginas: 192
Sinopse:
"O Eterno Marido" foi escrito por Dostoievski durante o período que viveu em Dresden. O romance seria publicado em 1870 na revista Zarya. Aleksei Ivánovitch Veltchanínov, preocupado com uma questão jurídica, é assediado pela presença de um estranho homem que usa um fumo de luto no seu chapéu e se cruza várias vezes com ele. Este estranho personagem acaba por lhe bater à porta a meio da noite e Veltchanínov reconhece o marido de uma antiga amante. A mulher já morreu, mas o marido não conseguiu desfazer-se do fascínio que sente pelo ex-amante. É a partir deste enredo que Dostoievski constrói uma narrativa sobre a fatalidade das relações humanas, uma sinistra história de adultério e reencontro, constatando a tendência para a reprodução de comportamentos de humilhação e fracasso.
Nº Páginas: 192
Sinopse:
"O Eterno Marido" foi escrito por Dostoievski durante o período que viveu em Dresden. O romance seria publicado em 1870 na revista Zarya. Aleksei Ivánovitch Veltchanínov, preocupado com uma questão jurídica, é assediado pela presença de um estranho homem que usa um fumo de luto no seu chapéu e se cruza várias vezes com ele. Este estranho personagem acaba por lhe bater à porta a meio da noite e Veltchanínov reconhece o marido de uma antiga amante. A mulher já morreu, mas o marido não conseguiu desfazer-se do fascínio que sente pelo ex-amante. É a partir deste enredo que Dostoievski constrói uma narrativa sobre a fatalidade das relações humanas, uma sinistra história de adultério e reencontro, constatando a tendência para a reprodução de comportamentos de humilhação e fracasso.
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Edição: Mar 2009
Nº Páginas: 110
Sinopse:
"O Corvo" de Edgar Allan Poe (1809-1849) foi publicado pela primeira vez em livro em 1845, pela editora norte-americana Lorimer Graham, numa versão que integrava correcções do autor. Poucos anos depois era já um dos mais conhecidos poemas da literatura norte-americana, sendo considerado um desafio por diversos tradutores, entre os quais se contaram Charles Baudelaire e, no caso da língua portuguesa, Fernando Pessoa e Machado de Assis. Um dos problemas específicos do texto está no facto de o corvo, que certa noite visita o narrador mergulhado em livros de um "saber esquecido", emitir apenas a palavra "Nevermore", que é enunciada no final de cada estrofe adquirindo de cada vez um sentido diverso.
Nº Páginas: 110
Sinopse:
"O Corvo" de Edgar Allan Poe (1809-1849) foi publicado pela primeira vez em livro em 1845, pela editora norte-americana Lorimer Graham, numa versão que integrava correcções do autor. Poucos anos depois era já um dos mais conhecidos poemas da literatura norte-americana, sendo considerado um desafio por diversos tradutores, entre os quais se contaram Charles Baudelaire e, no caso da língua portuguesa, Fernando Pessoa e Machado de Assis. Um dos problemas específicos do texto está no facto de o corvo, que certa noite visita o narrador mergulhado em livros de um "saber esquecido", emitir apenas a palavra "Nevermore", que é enunciada no final de cada estrofe adquirindo de cada vez um sentido diverso.
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Edição: Mai 2017
Nº Páginas: 80
Sinopse:
"O Conto do Pedrito Coelho" é talvez o mais famoso de Beatrix Potter. O texto é publicado na íntegra com as ilustrações originais. Tal como os outros contos de Beatrix Potter, tem como cenário locais, pessoas e animais que a autora conheceu pessoalmente.
Nº Páginas: 80
Sinopse:
"O Conto do Pedrito Coelho" é talvez o mais famoso de Beatrix Potter. O texto é publicado na íntegra com as ilustrações originais. Tal como os outros contos de Beatrix Potter, tem como cenário locais, pessoas e animais que a autora conheceu pessoalmente.
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Edição: Fev 2008
Nº Páginas: 96
Sinopse:
"O chá japonês, servido invariamente sem leite e sem açúcar, que lhe prejudicariam o aroma, é a bebida mais suavemente agradável que possa oferecer-se ao nosso paladar (não de todos porém, mas um paladar sentimental, um tanto sonhador… que nisto dos nossos órgãos de sentir há temperamentos, aptidões afectivas características.. .). 0 guyokuró, por exemplo, que é o mais celebrado chá de Uji e de todo o Japão, instila tais subtilezas balsâmicas de sabor, que mais parece um perfume; poderia dizer-se que uma maravilhosa alquimia conseguiu liquefazer os aromas das flores — flores dos jardins, flores silvestres —, transferindo do olfacto ao paladar a impressão do gozo." E deste modo que Wenceslau de Moraes fala desta bebida japonesa em "0 Culto do Chá", a que se acrescentam neste volume dois outros textos seus, "Uji —A Terra do Chá" e "Vestígios da Passagem", dos Portugueses no Japão.
Nº Páginas: 96
Sinopse:
"O chá japonês, servido invariamente sem leite e sem açúcar, que lhe prejudicariam o aroma, é a bebida mais suavemente agradável que possa oferecer-se ao nosso paladar (não de todos porém, mas um paladar sentimental, um tanto sonhador… que nisto dos nossos órgãos de sentir há temperamentos, aptidões afectivas características.. .). 0 guyokuró, por exemplo, que é o mais celebrado chá de Uji e de todo o Japão, instila tais subtilezas balsâmicas de sabor, que mais parece um perfume; poderia dizer-se que uma maravilhosa alquimia conseguiu liquefazer os aromas das flores — flores dos jardins, flores silvestres —, transferindo do olfacto ao paladar a impressão do gozo." E deste modo que Wenceslau de Moraes fala desta bebida japonesa em "0 Culto do Chá", a que se acrescentam neste volume dois outros textos seus, "Uji —A Terra do Chá" e "Vestígios da Passagem", dos Portugueses no Japão.
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Edição: Fev 2012
Nº Páginas: 152
Sinopse:
"Nunca vi um verão assim. Um calor sufocante desde meados de maio. Uma pesada nuvem de vapor cobre, o dia inteiro, as ruas e as praças. Só o crepúsculo reconforta um pouco o ânimo. Acabo de regressar do passeio vespertino que faço quase todos os dias, depois de visitar os meus doentes, que não são agora, no verão, demasiado numerosos. Uma brisa fresca e constante sopra de leste, a vaga de calor desprende-se do solo e desloca-se lentamente, transformando-se num grande véu de pano vermelho, que se afasta para oeste. Cessa o ruído dos solavancos das carroças; de quando em quando, ouve- -se somente um fiacre ou a campainha de uma carruagem que passa nos seus trilhos. Percorro vagarosamente as ruas. Aqui e ali, encontro um conhecido, e por um momento paramos os dois à esquina a conversar. Mas porque será que tenho de encontrar, uma vez mais, o pastor Gregorius atravessando o meu caminho? Sempre que o vejo, torna-me à memória uma anedota que, um dia, ouvi contar acerca de Schopenhauer. Uma tarde, quando o austero filósofo estava sentado a um canto do seu café habitual, solitário como de costume, a porta abre-se e ele vê entrar um homem com um semblante desagradável. Schopenhauer observa-o de relance, contrai o rosto num esgar de susto e repulsa, levanta-se e ataca à bengalada a cabeça do intruso. Devido, simplesmente, ao seu aspeto desagradável."
Nº Páginas: 152
Sinopse:
"Nunca vi um verão assim. Um calor sufocante desde meados de maio. Uma pesada nuvem de vapor cobre, o dia inteiro, as ruas e as praças. Só o crepúsculo reconforta um pouco o ânimo. Acabo de regressar do passeio vespertino que faço quase todos os dias, depois de visitar os meus doentes, que não são agora, no verão, demasiado numerosos. Uma brisa fresca e constante sopra de leste, a vaga de calor desprende-se do solo e desloca-se lentamente, transformando-se num grande véu de pano vermelho, que se afasta para oeste. Cessa o ruído dos solavancos das carroças; de quando em quando, ouve- -se somente um fiacre ou a campainha de uma carruagem que passa nos seus trilhos. Percorro vagarosamente as ruas. Aqui e ali, encontro um conhecido, e por um momento paramos os dois à esquina a conversar. Mas porque será que tenho de encontrar, uma vez mais, o pastor Gregorius atravessando o meu caminho? Sempre que o vejo, torna-me à memória uma anedota que, um dia, ouvi contar acerca de Schopenhauer. Uma tarde, quando o austero filósofo estava sentado a um canto do seu café habitual, solitário como de costume, a porta abre-se e ele vê entrar um homem com um semblante desagradável. Schopenhauer observa-o de relance, contrai o rosto num esgar de susto e repulsa, levanta-se e ataca à bengalada a cabeça do intruso. Devido, simplesmente, ao seu aspeto desagradável."
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Edição: Set 2018
Nº Páginas: 280
Sinopse:
"Nunca abusa no gosto pelo detalhe pitoresco ou prelecção erudita. Percebemos como a escritora evita obsessivamente os estilos de guia turístico ou de reportagem, bem como o pretexto dos monumentos e das paisagens para a revelação confessional ou reflexões de natureza histórica ou política. Trata-se, nas suas próprias palavras, de mostrar "todos os traços da passagem de uma mente pelo mundo"." da Introdução de Jorge Vaz de Carvalho
Nº Páginas: 280
Sinopse:
"Nunca abusa no gosto pelo detalhe pitoresco ou prelecção erudita. Percebemos como a escritora evita obsessivamente os estilos de guia turístico ou de reportagem, bem como o pretexto dos monumentos e das paisagens para a revelação confessional ou reflexões de natureza histórica ou política. Trata-se, nas suas próprias palavras, de mostrar "todos os traços da passagem de uma mente pelo mundo"." da Introdução de Jorge Vaz de Carvalho
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Edição: Mar 2019
Nº Páginas: 312
Sinopse:
"Noutros tempos, todos os caminhos iam dar a Roma. Atualmente, vão todos dar a Pequim." Aquando da sua publicação em 2015, As Rotas da Seda tornou-se de imediato um clássico, uma reinterpretação da história do mundo, que nos levou a olhar para o passado sob uma perspetiva diferente. As Novas Rotas da Seda atualiza esta história, tendo em conta um mundo que muda com cada vez maior rapidez.Seguindo as Rotas da Seda para leste da Europa e até à China, atravessando a Rússia e o Médio Oriente, As Novas Rotas da Seda lembra-nos que vivemos num mundo profundamente interligado. Na era do Brexit e de Donald Trump, os temas como o isolamento e a fragmentação assombram o Ocidente e criam um contraste profundo com o que acontece nas Rotas da Seda, onde as relações e a cooperação mútua se intensificam cada vez mais.Com profundo conhecimento da matéria, Peter Frankopan revela-nos o seu olhar sobre esta complexa rede de ligações, avaliando as consequências globais da constante mudança do centro do poder.Este livro compele-nos a refletir sobre quem somos e onde estamos no mundo, de modo que entendamos os temas dos quais as nossas vidas dependem.
Nº Páginas: 312
Sinopse:
"Noutros tempos, todos os caminhos iam dar a Roma. Atualmente, vão todos dar a Pequim." Aquando da sua publicação em 2015, As Rotas da Seda tornou-se de imediato um clássico, uma reinterpretação da história do mundo, que nos levou a olhar para o passado sob uma perspetiva diferente. As Novas Rotas da Seda atualiza esta história, tendo em conta um mundo que muda com cada vez maior rapidez.Seguindo as Rotas da Seda para leste da Europa e até à China, atravessando a Rússia e o Médio Oriente, As Novas Rotas da Seda lembra-nos que vivemos num mundo profundamente interligado. Na era do Brexit e de Donald Trump, os temas como o isolamento e a fragmentação assombram o Ocidente e criam um contraste profundo com o que acontece nas Rotas da Seda, onde as relações e a cooperação mútua se intensificam cada vez mais.Com profundo conhecimento da matéria, Peter Frankopan revela-nos o seu olhar sobre esta complexa rede de ligações, avaliando as consequências globais da constante mudança do centro do poder.Este livro compele-nos a refletir sobre quem somos e onde estamos no mundo, de modo que entendamos os temas dos quais as nossas vidas dependem.
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Edição: Jul 2007
Nº Páginas: 120
Sinopse:
"Nós não temos uma cultura de mérito porque queremos manter uma coisa extraordinária que se chama auto-estima." "Maria Filomena Mónica" "É muito difícil mudar a política quando um político genuinamente reformista não encontra forças sociais nem movimentos sociais, eleitorais e políticos que suportem esse reformismo." "José Pacheco Pereira" "Chegámos a 1986, quando entrámos para a CEE, sem um projecto nacional de desenvolvimento e pensámos que essa ausência, esse vazio, podia ser preenchida pela incorporação num projecto internacional, que é o projecto europeu." "Boaventura de Sousa Santos" "Este é o primeiro grande problema de Portugal, a fragilidade da sua burguesia. Aliás, se formos ver as estatísticas, os níveis de instrução dos empresários em Portugal são comparáveis ou inferiores aos níveis que têm os próprios trabalhadores por conta de outrem." "Miguel Portas"
Nº Páginas: 120
Sinopse:
"Nós não temos uma cultura de mérito porque queremos manter uma coisa extraordinária que se chama auto-estima." "Maria Filomena Mónica" "É muito difícil mudar a política quando um político genuinamente reformista não encontra forças sociais nem movimentos sociais, eleitorais e políticos que suportem esse reformismo." "José Pacheco Pereira" "Chegámos a 1986, quando entrámos para a CEE, sem um projecto nacional de desenvolvimento e pensámos que essa ausência, esse vazio, podia ser preenchida pela incorporação num projecto internacional, que é o projecto europeu." "Boaventura de Sousa Santos" "Este é o primeiro grande problema de Portugal, a fragilidade da sua burguesia. Aliás, se formos ver as estatísticas, os níveis de instrução dos empresários em Portugal são comparáveis ou inferiores aos níveis que têm os próprios trabalhadores por conta de outrem." "Miguel Portas"
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Edição: Jul 2019
Nº Páginas: 128
Sinopse:
"No Outono de 2017, o Guardian propôs-me que escrevesse para as suas páginas uma coluna semanal. Senti-me lisonjeada e, ao mesmo tempo, assustada. Nunca fizera uma experiência desse género e receava não ser capaz. Depois de muitas hesitações, fiz saber à redacção que aceitaria a proposta se me fosse enviada uma série de perguntas, a cada uma das quais, por sua vez, eu responderia respeitando os limites do espaço que me fosse fixado." [Da Introdução de Elena Ferrante] O resultado deste convite foi "A Invenção Ocasional", uma colecção de cinquenta e um textos, uma polifonia de temas, composta nas variadas dimensões da vida. O livro "começa por acaso no dia 20 de Janeiro de 2018 pela narração sempre incerta de uma primeira vez e termina por acaso no dia 12 de Janeiro de 2019 focando-se sobre uma última vez". Fala-nos de acontecimentos que permaneceram na memória da autora ou que se desenvolvem no presente, episódios, imagens, gestos, intuições, relações e leituras, que no seu conjunto compõem um mosaico em movimento onde o imaginário das mulheres de hoje ocupa um importante lugar. As ilustrações são de Andrea Ucini.
Nº Páginas: 128
Sinopse:
"No Outono de 2017, o Guardian propôs-me que escrevesse para as suas páginas uma coluna semanal. Senti-me lisonjeada e, ao mesmo tempo, assustada. Nunca fizera uma experiência desse género e receava não ser capaz. Depois de muitas hesitações, fiz saber à redacção que aceitaria a proposta se me fosse enviada uma série de perguntas, a cada uma das quais, por sua vez, eu responderia respeitando os limites do espaço que me fosse fixado." [Da Introdução de Elena Ferrante] O resultado deste convite foi "A Invenção Ocasional", uma colecção de cinquenta e um textos, uma polifonia de temas, composta nas variadas dimensões da vida. O livro "começa por acaso no dia 20 de Janeiro de 2018 pela narração sempre incerta de uma primeira vez e termina por acaso no dia 12 de Janeiro de 2019 focando-se sobre uma última vez". Fala-nos de acontecimentos que permaneceram na memória da autora ou que se desenvolvem no presente, episódios, imagens, gestos, intuições, relações e leituras, que no seu conjunto compõem um mosaico em movimento onde o imaginário das mulheres de hoje ocupa um importante lugar. As ilustrações são de Andrea Ucini.
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Edição: Jun 2015
Nº Páginas: 208
Sinopse:
"No belíssimo romance que é "O Delfim", Cardoso Pires olhou a realidade do seu país como se fosse a trama de uma intriga policial." Antonio Tabucchi "Esse espantoso, acabado, inesgotável "O Delfim", que é até hoje a sua obra-prima." Mário Dionísio "Mas "O Delfim" é também o título de um romance, este romance que o leitor vai ler, e onde se fala da vida, e da proximidade da morte, de Palma Bravo. Talvez seja conveniente começarmos por chamar a atenção para o facto de que também o romance, o livro de Cardoso Pires, foi envolvido nessa atmosfera mítica que parece desprender-se do seu aparente herói, e tem hoje um lugar muito nítido, e obviamente privilegiado, na literatura de ficção do nosso século XX." Eduardo Prado Coelho "Que extraordinário escritor! Que extraordinário escritor é José Cardoso Pires." Do Prefácio de Gonçalo M. Tavares
Nº Páginas: 208
Sinopse:
"No belíssimo romance que é "O Delfim", Cardoso Pires olhou a realidade do seu país como se fosse a trama de uma intriga policial." Antonio Tabucchi "Esse espantoso, acabado, inesgotável "O Delfim", que é até hoje a sua obra-prima." Mário Dionísio "Mas "O Delfim" é também o título de um romance, este romance que o leitor vai ler, e onde se fala da vida, e da proximidade da morte, de Palma Bravo. Talvez seja conveniente começarmos por chamar a atenção para o facto de que também o romance, o livro de Cardoso Pires, foi envolvido nessa atmosfera mítica que parece desprender-se do seu aparente herói, e tem hoje um lugar muito nítido, e obviamente privilegiado, na literatura de ficção do nosso século XX." Eduardo Prado Coelho "Que extraordinário escritor! Que extraordinário escritor é José Cardoso Pires." Do Prefácio de Gonçalo M. Tavares
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Edição: Mai 2020
Nº Páginas: 120
Sinopse:
"Nenhum coronavírus nos pode tirar isto. Há, pois, esperança de que o distanciamento físico venha inclusivamente a reforçar a intensidade do elo que nos liga aos outros. Só agora, que tenho de evitar muitos daqueles que me são próximos, é que sinto plenamente a sua presença, a importância que têm para mim. Aqui chegados, já estou a ouvir uma gargalhada cínica: está bem, talvez experienciemos esses momentos de proximidade espiritual, mas como é que isso nos vai ajudar a lidar com a catástrofe atual? Tiraremos daí alguma lição?" [Da Introdução]
Nº Páginas: 120
Sinopse:
"Nenhum coronavírus nos pode tirar isto. Há, pois, esperança de que o distanciamento físico venha inclusivamente a reforçar a intensidade do elo que nos liga aos outros. Só agora, que tenho de evitar muitos daqueles que me são próximos, é que sinto plenamente a sua presença, a importância que têm para mim. Aqui chegados, já estou a ouvir uma gargalhada cínica: está bem, talvez experienciemos esses momentos de proximidade espiritual, mas como é que isso nos vai ajudar a lidar com a catástrofe atual? Tiraremos daí alguma lição?" [Da Introdução]
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Edição: Set 2015
Nº Páginas: 216
Sinopse:
"Nem aquele que quer umas boas gargalhadas, nem o que anseia por livros "que nos façam pensar" compreenderão de que trata O Capote realmente. Mas deem-me o leitor criativo; este conto é para ele."Vladimir Nabokov
Nº Páginas: 216
Sinopse:
"Nem aquele que quer umas boas gargalhadas, nem o que anseia por livros "que nos façam pensar" compreenderão de que trata O Capote realmente. Mas deem-me o leitor criativo; este conto é para ele."Vladimir Nabokov
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Edição: Dez 2012
Nº Páginas: 168
Sinopse:
"Não sou amigo de anotações em livros, nem de confissões de autor. A poesia deve ir nua pelas ruas, e só se deve cobrir com a multidão da natureza." - Pablo Neruda, da «Pequena História» que apresenta Vinte Poemas de Amor e Uma Canção Desesperada
Nº Páginas: 168
Sinopse:
"Não sou amigo de anotações em livros, nem de confissões de autor. A poesia deve ir nua pelas ruas, e só se deve cobrir com a multidão da natureza." - Pablo Neruda, da «Pequena História» que apresenta Vinte Poemas de Amor e Uma Canção Desesperada
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Edição: Set 2017
Nº Páginas: 200
Sinopse:
"Não significa tal que este livro não arda. O que acontece dentro é um desses fenómenos cuja potência afunda um continente ou levanta das cinzas uma ilha. " Do Prefácio de Hélia Correia
Nº Páginas: 200
Sinopse:
"Não significa tal que este livro não arda. O que acontece dentro é um desses fenómenos cuja potência afunda um continente ou levanta das cinzas uma ilha. " Do Prefácio de Hélia Correia
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Edição: Mai 2018
Nº Páginas: 320
Sinopse:
"Não seria fantástico se Reese Witherspoon lesse o meu livro, comprasse os direitos de adaptação para série e a protagonizasse?", perguntou Celeste Ng ao marido enquanto assistia à série Big Little Lies. e o fantástico aconteceu. "Pequenos Fogos em Todo o Lado" está há 25 semanas no top de vendas do "New York Times", depois de ter sido nomeado livro do ano por vários jornais e revistas norte-americanos, e irá ser adaptado a série televisiva por Reese Witherspoon e Kerry Washington.
Nº Páginas: 320
Sinopse:
"Não seria fantástico se Reese Witherspoon lesse o meu livro, comprasse os direitos de adaptação para série e a protagonizasse?", perguntou Celeste Ng ao marido enquanto assistia à série Big Little Lies. e o fantástico aconteceu. "Pequenos Fogos em Todo o Lado" está há 25 semanas no top de vendas do "New York Times", depois de ter sido nomeado livro do ano por vários jornais e revistas norte-americanos, e irá ser adaptado a série televisiva por Reese Witherspoon e Kerry Washington.
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Edição: Mar 2018
Nº Páginas: 176
Sinopse:
"Não sabes o que é o ar, contudo, respiras. Não sabes o que é o sono, contudo, dormes. Não sabes o que é a noite, contudo, é nela que repousas. Não sabes o que é o coração, contudo, ele bate regularmente no teu peito, noite e dia, noite e dia, noite e dia. Como é o mundo para um recém-nascido? Luminoso e escuro. Frio e quente. Macio e duro."
Nº Páginas: 176
Sinopse:
"Não sabes o que é o ar, contudo, respiras. Não sabes o que é o sono, contudo, dormes. Não sabes o que é a noite, contudo, é nela que repousas. Não sabes o que é o coração, contudo, ele bate regularmente no teu peito, noite e dia, noite e dia, noite e dia. Como é o mundo para um recém-nascido? Luminoso e escuro. Frio e quente. Macio e duro."
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Edição: Jan 2015
Nº Páginas: 280
Sinopse:
"Não Posso nem Quero" é a oitava recolha de contos de Lydia Davis, que podem ter apenas duas linhas como em "Bloomington, ou percorrer várias páginas como em "A Carta à Fundação". Mas todos eles dão uma sensação de descoberta do que é estranho ou inesperado.
Nº Páginas: 280
Sinopse:
"Não Posso nem Quero" é a oitava recolha de contos de Lydia Davis, que podem ter apenas duas linhas como em "Bloomington, ou percorrer várias páginas como em "A Carta à Fundação". Mas todos eles dão uma sensação de descoberta do que é estranho ou inesperado.
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Edição: Dez 2018
Nº Páginas: 328
Sinopse:
"Não fui sempre aquilo que sou hoje." Numa fúria de bêbado, Michael Henchard vende a mulher e a filha recém-nascida por cinco guinéus numa feira. Ao longo dos anos que se seguiram, consegue estabelecer-se como um pilar próspero e respeitado da comunidade de Casterbridge. Mas por trás do seu sucesso e aparência esconde-se o hediondo segredo do passado e uma personalidade dada ao orgulho e de temperamento autodestrutivo. Com o subtítulo "História de Um Homem de Caráter", a poderosa narrativa de Thomas Hardy do heroico mas perverso Henchard é uma obra de um intenso dramatismo.
Nº Páginas: 328
Sinopse:
"Não fui sempre aquilo que sou hoje." Numa fúria de bêbado, Michael Henchard vende a mulher e a filha recém-nascida por cinco guinéus numa feira. Ao longo dos anos que se seguiram, consegue estabelecer-se como um pilar próspero e respeitado da comunidade de Casterbridge. Mas por trás do seu sucesso e aparência esconde-se o hediondo segredo do passado e uma personalidade dada ao orgulho e de temperamento autodestrutivo. Com o subtítulo "História de Um Homem de Caráter", a poderosa narrativa de Thomas Hardy do heroico mas perverso Henchard é uma obra de um intenso dramatismo.
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Edição: Mai 2019
Nº Páginas: 392
Sinopse:
"Nana" é um dos principais romances de Émile Zola. Nascida no meio operário, filha de um pai alcoólico e de uma lavadeira, Nana precisa de dinheiro para criar o filho que teve aos dezasseis anos de um pai desconhecido. Medíocre artista de teatro, prostitui-se para compor o ordenado ao fim do mês. A sua ascensão social começa com o papel de Vénus, que vai interpretar num teatro parisiense. Não sabe cantar, mas as suas roupas impudicas e a sexualidade intensa atraem os homens e permitem-lhe viver num apartamento luxuoso, onde foi instalada por um rico comerciante de Moscovo. Nana vai tornar-se um exemplo de prostituta de luxo, da cortesã francesa do Segundo Império. Alcança a riqueza, afirma-se nos meios da aristocracia e da finança, reinando no seu palacete da avenida de Villiers, assumindo a mais completa liberdade entre móveis de laca branca e perfumes perturbadores. É assim que Nana dissipa heranças e mergulha famílias no desespero, exercendo o seu poder sobre os homens, desferindo golpes devastadores numa sociedade corrupta que despreza e de que acabará por ser vítima.
Nº Páginas: 392
Sinopse:
"Nana" é um dos principais romances de Émile Zola. Nascida no meio operário, filha de um pai alcoólico e de uma lavadeira, Nana precisa de dinheiro para criar o filho que teve aos dezasseis anos de um pai desconhecido. Medíocre artista de teatro, prostitui-se para compor o ordenado ao fim do mês. A sua ascensão social começa com o papel de Vénus, que vai interpretar num teatro parisiense. Não sabe cantar, mas as suas roupas impudicas e a sexualidade intensa atraem os homens e permitem-lhe viver num apartamento luxuoso, onde foi instalada por um rico comerciante de Moscovo. Nana vai tornar-se um exemplo de prostituta de luxo, da cortesã francesa do Segundo Império. Alcança a riqueza, afirma-se nos meios da aristocracia e da finança, reinando no seu palacete da avenida de Villiers, assumindo a mais completa liberdade entre móveis de laca branca e perfumes perturbadores. É assim que Nana dissipa heranças e mergulha famílias no desespero, exercendo o seu poder sobre os homens, desferindo golpes devastadores numa sociedade corrupta que despreza e de que acabará por ser vítima.
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