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Edição: Ago 2016
Nº Páginas: 448
Sinopse:
"O romance conta a jornada de uma jovem de vinte anos para o autoconhecimento e maturidade intelectual e sentimental, através de discussões instrutivas, da (circunscrita) variedade das relações pessoais e experiências vividas."Do Posfácio
Nº Páginas: 448
Sinopse:
"O romance conta a jornada de uma jovem de vinte anos para o autoconhecimento e maturidade intelectual e sentimental, através de discussões instrutivas, da (circunscrita) variedade das relações pessoais e experiências vividas."Do Posfácio
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Edição: Mai 2017
Nº Páginas: 376
Sinopse:
Vive em direto as emoções deste talentoso grupo de jovens! O programa televisivo Rock War é agora o mais visto em horário nobre e ainda vai a meio! Jay, Summer, Dylan e as respetivas bandas passaram pela famosa Academia e os seis finalistas vão agora lutar por um lugar na final, na véspera de Natal. Mas nem tudo é cantiga. Summer foi atropelada por uma mota no final da Academia. O irmão de Jay, Theo, só se mete em sarilhos. E Dylan, o eterno rebelde, descobre que o concurso talvez não seja tão sério assim… A parada está muito alta, por isso… escolhe a tua banda, sente o ritmo, vive a aventura. O terceiro livro - e também o mais dramático - desta espetacular nova coleção do autor bestseller de CHERUB.
Nº Páginas: 376
Sinopse:
Vive em direto as emoções deste talentoso grupo de jovens! O programa televisivo Rock War é agora o mais visto em horário nobre e ainda vai a meio! Jay, Summer, Dylan e as respetivas bandas passaram pela famosa Academia e os seis finalistas vão agora lutar por um lugar na final, na véspera de Natal. Mas nem tudo é cantiga. Summer foi atropelada por uma mota no final da Academia. O irmão de Jay, Theo, só se mete em sarilhos. E Dylan, o eterno rebelde, descobre que o concurso talvez não seja tão sério assim… A parada está muito alta, por isso… escolhe a tua banda, sente o ritmo, vive a aventura. O terceiro livro - e também o mais dramático - desta espetacular nova coleção do autor bestseller de CHERUB.
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Edição: Abr 2003
Nº Páginas: 544
Sinopse:
Em 1908, Marcel Proust começa a escrever "Contre Sainte-Beuve", uma obra hesitando entre o ensaio e o romance, amálgama de fragmentos de estética literária, cenas, diálogos e personagens, alguns deles retomados mais tarde. No entanto, alguma coisa do que faria a originalidade de "Em Busca do Tempo Perdido", surge já na importância atribuída à recordação involuntária suscitada pelo pão mergulhado no chá, ou por um pátio irregular, arrancando ao esquecimento "essa pura substância de nós que é uma impressão passada". Mas entre a recusa do manuscrito de "Contre Sainte-Beuve" em meados de 1909 e a publicação de "Do Lado de Swann" quatro anos mais tarde, algo de fundamental se passa. Em finais de 1909, Proust retira-se da vida social, a sua caligrafia transforma-se, enovelando-se em correcções sucessivas, os cadernos acumulam-se, e ele próprio sente que está a criar um grande romance que vai disputar à morte, que chegaria em Novembro de 1922. O resultado são os sucessivos volumes de "Em Busca do Tempo Perdido", agora em português numa tradução do poeta Pedro Tamen.
Nº Páginas: 544
Sinopse:
Em 1908, Marcel Proust começa a escrever "Contre Sainte-Beuve", uma obra hesitando entre o ensaio e o romance, amálgama de fragmentos de estética literária, cenas, diálogos e personagens, alguns deles retomados mais tarde. No entanto, alguma coisa do que faria a originalidade de "Em Busca do Tempo Perdido", surge já na importância atribuída à recordação involuntária suscitada pelo pão mergulhado no chá, ou por um pátio irregular, arrancando ao esquecimento "essa pura substância de nós que é uma impressão passada". Mas entre a recusa do manuscrito de "Contre Sainte-Beuve" em meados de 1909 e a publicação de "Do Lado de Swann" quatro anos mais tarde, algo de fundamental se passa. Em finais de 1909, Proust retira-se da vida social, a sua caligrafia transforma-se, enovelando-se em correcções sucessivas, os cadernos acumulam-se, e ele próprio sente que está a criar um grande romance que vai disputar à morte, que chegaria em Novembro de 1922. O resultado são os sucessivos volumes de "Em Busca do Tempo Perdido", agora em português numa tradução do poeta Pedro Tamen.
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Edição: Abr 2003
Nº Páginas: 608
Sinopse:
Neste terceiro volume de "Em Busca do Tempo Perdido", o narrador conhece o fascínio e a desilusão pelos Guermantes. Volta a encontrar Albertine, uma das raparigas em flor, que se transformou em mulher. Estabelece relação com o desconcertante barão Charlus, que há-de reaparecer em "Sodoma e Gomorra".
Nº Páginas: 608
Sinopse:
Neste terceiro volume de "Em Busca do Tempo Perdido", o narrador conhece o fascínio e a desilusão pelos Guermantes. Volta a encontrar Albertine, uma das raparigas em flor, que se transformou em mulher. Estabelece relação com o desconcertante barão Charlus, que há-de reaparecer em "Sodoma e Gomorra".
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Edição: Nov 2016
Nº Páginas: 328
Sinopse:
Em Busca do Tempo Perdido é um livro que tem, nas palavras do seu autor, "a forma do tempo". E, na verdade, o que distingue este romance é o reforço da sua concepção da memória como recriadora do passado. É isso que permite o misterioso encanto da narrativa e o tom de dolorosa nostalgia em que o passado envolve o presente. Mas o recurso à memória involuntária faz com que Proust nunca transmita uma realidade de que a sua imaginação esteja ausente. Ainda muito jovem, conhecia de cor todos os pormenores da vida das damas que tinham frequentado os salões de Paris desde o século xvii, como Madame La Sablière ou Madame de Staël. E foi precisamente a sensação da decepção em relação ao imaginado que ele sentiu nesses salões parisienses onde foi buscar muitos dos personagens que povoam o seu universo ficcional. É dessa desilusão, vivida nos salões de Madame Aubernon, Madame Arman de Caillavet ou da Condessa de Grefulhe, que nascem os personagens que frequentam os da senhora Verdurin e dos Guermantes de Em Busca do Tempo Perdido.
Nº Páginas: 328
Sinopse:
Em Busca do Tempo Perdido é um livro que tem, nas palavras do seu autor, "a forma do tempo". E, na verdade, o que distingue este romance é o reforço da sua concepção da memória como recriadora do passado. É isso que permite o misterioso encanto da narrativa e o tom de dolorosa nostalgia em que o passado envolve o presente. Mas o recurso à memória involuntária faz com que Proust nunca transmita uma realidade de que a sua imaginação esteja ausente. Ainda muito jovem, conhecia de cor todos os pormenores da vida das damas que tinham frequentado os salões de Paris desde o século xvii, como Madame La Sablière ou Madame de Staël. E foi precisamente a sensação da decepção em relação ao imaginado que ele sentiu nesses salões parisienses onde foi buscar muitos dos personagens que povoam o seu universo ficcional. É dessa desilusão, vivida nos salões de Madame Aubernon, Madame Arman de Caillavet ou da Condessa de Grefulhe, que nascem os personagens que frequentam os da senhora Verdurin e dos Guermantes de Em Busca do Tempo Perdido.
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Edição: Mai 2005
Nº Páginas: 384
Sinopse:
Em 1908, Marcel Proust começa a escrever "Contre Sainte-Beuve", uma obra hesitando entre o ensaio e o romance, amálgama de fragmentos de estética literária, cenas, diálogos e personagens, alguns deles retomados mais tarde. No entanto, alguma coisa do que faria a originalidade de "Em Busca do Tempo Perdido", surge já na importância atribuída à recordação involuntária suscitada pelo pão mergulhado no chá, ou por um pátio irregular, arrancando ao esquecimento "essa pura substância de nós que é uma impressão passada". Mas entre a recusa do manuscrito de "Contre Sainte-Beuve" em meados de 1909 e a publicação de "Do Lado de Swann" quatro anos mais tarde, algo de fundamental se passa. Em finais de 1909, Proust retira-se da vida social, a sua caligrafia transforma-se, enovelando-se em correcções sucessivas, os cadernos acumulam-se, e ele próprio sente que está a criar um grande romance que vai disputar à morte, que chegaria em Novembro de 1922. O resultado são os sucessivos volumes de "Em Busca do Tempo Perdido", agora em português numa tradução do poeta Pedro Tamen.
Nº Páginas: 384
Sinopse:
Em 1908, Marcel Proust começa a escrever "Contre Sainte-Beuve", uma obra hesitando entre o ensaio e o romance, amálgama de fragmentos de estética literária, cenas, diálogos e personagens, alguns deles retomados mais tarde. No entanto, alguma coisa do que faria a originalidade de "Em Busca do Tempo Perdido", surge já na importância atribuída à recordação involuntária suscitada pelo pão mergulhado no chá, ou por um pátio irregular, arrancando ao esquecimento "essa pura substância de nós que é uma impressão passada". Mas entre a recusa do manuscrito de "Contre Sainte-Beuve" em meados de 1909 e a publicação de "Do Lado de Swann" quatro anos mais tarde, algo de fundamental se passa. Em finais de 1909, Proust retira-se da vida social, a sua caligrafia transforma-se, enovelando-se em correcções sucessivas, os cadernos acumulam-se, e ele próprio sente que está a criar um grande romance que vai disputar à morte, que chegaria em Novembro de 1922. O resultado são os sucessivos volumes de "Em Busca do Tempo Perdido", agora em português numa tradução do poeta Pedro Tamen.
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Edição: Abr 2003
Nº Páginas: 447
Sinopse:
A tradução de "Em Busca do Tempo Perdido" por Pedro Tamen era uma das mais aguardadas dos últimos tempos. E os leitores não ficarão, decerto, desiludidos. Pelo contrário. Mesmo quem já conhecia o original, lê, fascinado, e até ao fim, esta tradução. Aqueles que não o conhecem, mas certamente dele já ouviram falar ("Em Busca do Tempo Perdido" é uma das obras-primas da literatura do século XX, ao lado de "Ulisses" de Joyce, do "Livro do Desassossego" de Pessoa, e poucos outros) não podem perder esta edição. Acaba de sair o primeiro volume, "Do Lado de Swann", o segundo sairá ainda este Verão, e os outros até ao final do primeiro semestre de 2004. Como afirmou o poeta e tradutor Pedro Tamen em entrevista a Maria da Conceição Caleiro ("Público, Mil Folhas", 21/06/03), "não é possível contar ["Em Busca do Tempo Perdido"] a ninguém, não existe como história, há meia dúzia de peripécias, de personagens... Ao nível das peripécias há muitas coisas apaixonantes. As mutações quase rocambolescas das personagens, o que era Odette e o que Odette vai sendo ao longo das 3000 páginas... Mas não é isso que interessa. O que interessa é o que isso significa, é o facto de a vida, o mundo, o tempo correr mais depressa do que nós, e no fundo só podermos descobrir o sentido disso quando o tornamos arte, quando o concretizamos em literatura. (...) ["Em Busca do Tempo Perdido"] é a criação de um universo, no sentido mais universal que a palavra possa conter, através da linguagem." "["Em Busca do Tempo Perdido" tem] múltiplas personagens e peripécias, que se encaixam, que se ramificam como num tema musical e as suas variações, que voltam as mesmas e sempre já outras, ou melhor, um ciclo na arquitectura, montando pedra a pedra, uma catedral incompleta. Embora se possa, naturalmente, dizer que se trata da lenta preparação do narrador, desde criança, para se tornar o escritor da obra que nos é dada. Mas no nosso quotidiano íntimo ou mundano, o que quer que seja que nos aconteça, há sempre um nome que pode vir de Proust, uma situação marcada por um 'antes' familiar, um já escrito: quem não cruzou um Legrandin na sua vida? Ou sorriu enternecido para o acompanhamento, que uma Madame de Cambremer faz de uma melodia em desuso? Quem não inscreveu o nome de alguém amantíssimo numa frase musical, antes de a imaterializar e expandir o efeito possível da música na percepção do mundo? Quem não conheceu Sras Verdurins que lá bem no fundo querem devir Guermantes." Maria da Conceição Caleiro, "Público, Mil Folhas", 21/06/03
Nº Páginas: 447
Sinopse:
A tradução de "Em Busca do Tempo Perdido" por Pedro Tamen era uma das mais aguardadas dos últimos tempos. E os leitores não ficarão, decerto, desiludidos. Pelo contrário. Mesmo quem já conhecia o original, lê, fascinado, e até ao fim, esta tradução. Aqueles que não o conhecem, mas certamente dele já ouviram falar ("Em Busca do Tempo Perdido" é uma das obras-primas da literatura do século XX, ao lado de "Ulisses" de Joyce, do "Livro do Desassossego" de Pessoa, e poucos outros) não podem perder esta edição. Acaba de sair o primeiro volume, "Do Lado de Swann", o segundo sairá ainda este Verão, e os outros até ao final do primeiro semestre de 2004. Como afirmou o poeta e tradutor Pedro Tamen em entrevista a Maria da Conceição Caleiro ("Público, Mil Folhas", 21/06/03), "não é possível contar ["Em Busca do Tempo Perdido"] a ninguém, não existe como história, há meia dúzia de peripécias, de personagens... Ao nível das peripécias há muitas coisas apaixonantes. As mutações quase rocambolescas das personagens, o que era Odette e o que Odette vai sendo ao longo das 3000 páginas... Mas não é isso que interessa. O que interessa é o que isso significa, é o facto de a vida, o mundo, o tempo correr mais depressa do que nós, e no fundo só podermos descobrir o sentido disso quando o tornamos arte, quando o concretizamos em literatura. (...) ["Em Busca do Tempo Perdido"] é a criação de um universo, no sentido mais universal que a palavra possa conter, através da linguagem." "["Em Busca do Tempo Perdido" tem] múltiplas personagens e peripécias, que se encaixam, que se ramificam como num tema musical e as suas variações, que voltam as mesmas e sempre já outras, ou melhor, um ciclo na arquitectura, montando pedra a pedra, uma catedral incompleta. Embora se possa, naturalmente, dizer que se trata da lenta preparação do narrador, desde criança, para se tornar o escritor da obra que nos é dada. Mas no nosso quotidiano íntimo ou mundano, o que quer que seja que nos aconteça, há sempre um nome que pode vir de Proust, uma situação marcada por um 'antes' familiar, um já escrito: quem não cruzou um Legrandin na sua vida? Ou sorriu enternecido para o acompanhamento, que uma Madame de Cambremer faz de uma melodia em desuso? Quem não inscreveu o nome de alguém amantíssimo numa frase musical, antes de a imaterializar e expandir o efeito possível da música na percepção do mundo? Quem não conheceu Sras Verdurins que lá bem no fundo querem devir Guermantes." Maria da Conceição Caleiro, "Público, Mil Folhas", 21/06/03
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Edição: Set 2016
Nº Páginas: 536
Sinopse:
Em Busca do Tempo Perdido é um livro que tem, nas palavras do seu autor, "a forma do tempo". E, na verdade, o que distingue este romance é o reforço da sua concepção da memória como recriadora do passado. É isso que permite o misterioso encanto da narrativa e o tom de dolorosa nostalgia em que o passado envolve o presente. Mas o recurso à memória involuntária faz com que Proust nunca transmita uma realidade de que a sua imaginação esteja ausente. Ainda muito jovem, conhecia de cor todos os pormenores da vida das damas que tinham frequentado os salões de Paris desde o século XVII, como Madame La Sablière ou Madame de Staël. E foi precisamente a sensação da decepção em relação ao imaginado que ele sentiu nesses salões parisienses onde foi buscar muitos dos personagens que povoam o seu universo ficcional. É dessa desilusão, vivida nos salões de Madame Aubernon, Madame Arman de Caillavet ou da Condessa de Grefulhe, que nascem os personagens que frequentam os da senhora Verdurin e dos Guermantes de Em Busca do Tempo Perdido.
Nº Páginas: 536
Sinopse:
Em Busca do Tempo Perdido é um livro que tem, nas palavras do seu autor, "a forma do tempo". E, na verdade, o que distingue este romance é o reforço da sua concepção da memória como recriadora do passado. É isso que permite o misterioso encanto da narrativa e o tom de dolorosa nostalgia em que o passado envolve o presente. Mas o recurso à memória involuntária faz com que Proust nunca transmita uma realidade de que a sua imaginação esteja ausente. Ainda muito jovem, conhecia de cor todos os pormenores da vida das damas que tinham frequentado os salões de Paris desde o século XVII, como Madame La Sablière ou Madame de Staël. E foi precisamente a sensação da decepção em relação ao imaginado que ele sentiu nesses salões parisienses onde foi buscar muitos dos personagens que povoam o seu universo ficcional. É dessa desilusão, vivida nos salões de Madame Aubernon, Madame Arman de Caillavet ou da Condessa de Grefulhe, que nascem os personagens que frequentam os da senhora Verdurin e dos Guermantes de Em Busca do Tempo Perdido.
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Edição: Mai 2016
Nº Páginas: 392
Sinopse:
Em Busca do Tempo Perdido é um livro que tem, nas palavras do seu autor, "a forma do tempo". E, na verdade, o que distingue este romance é o reforço da sua concepção da memória como recriadora do passado. É isso que permite o misterioso encanto da narrativa e o tom de dolorosa nostalgia em que o passado envolve o presente. Mas o recurso à memória involuntária faz com que Proust nunca transmita uma realidade de que a sua imaginação esteja ausente. Ainda muito jovem, conhecia de cor todos os pormenores da vida das damas que tinham frequentado os salões de Paris desde o século xvii, como Madame La Sablière ou Madame de Staël. E foi precisamente a sensação da decepção em relação ao imaginado que ele sentiu nesses salões parisienses onde foi buscar muitos dos personagens que povoam o seu universo ficcional. É dessa desilusão, vivida nos salões de Madame Aubernon, Madame Arman de Caillavet ou da Condessa de Grefulhe, que nascem os personagens que frequentam os da senhora Verdurin e dos Guermantes de Em Busca do Tempo Perdido.
Nº Páginas: 392
Sinopse:
Em Busca do Tempo Perdido é um livro que tem, nas palavras do seu autor, "a forma do tempo". E, na verdade, o que distingue este romance é o reforço da sua concepção da memória como recriadora do passado. É isso que permite o misterioso encanto da narrativa e o tom de dolorosa nostalgia em que o passado envolve o presente. Mas o recurso à memória involuntária faz com que Proust nunca transmita uma realidade de que a sua imaginação esteja ausente. Ainda muito jovem, conhecia de cor todos os pormenores da vida das damas que tinham frequentado os salões de Paris desde o século xvii, como Madame La Sablière ou Madame de Staël. E foi precisamente a sensação da decepção em relação ao imaginado que ele sentiu nesses salões parisienses onde foi buscar muitos dos personagens que povoam o seu universo ficcional. É dessa desilusão, vivida nos salões de Madame Aubernon, Madame Arman de Caillavet ou da Condessa de Grefulhe, que nascem os personagens que frequentam os da senhora Verdurin e dos Guermantes de Em Busca do Tempo Perdido.
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Edição: Mai 2016
Nº Páginas: 470
Sinopse:
Em Busca do Tempo Perdido é um livro que tem, nas palavras do seu autor, "a forma do tempo". E, na verdade, o que distingue este romance é o reforço da sua concepção da memória como recriadora do passado. É isso que permite o misterioso encanto da narrativa e o tom de dolorosa nostalgia em que o passado envolve o presente. Mas o recurso à memória involuntária faz com que Proust nunca transmita uma realidade de que a sua imaginação esteja ausente. Ainda muito jovem, conhecia de cor todos os pormenores da vida das damas que tinham frequentado os salões de Paris desde o século xvii, como Madame La Sablière ou Madame de Staël. E foi precisamente a sensação da decepção em relação ao imaginado que ele sentiu nesses salões parisienses onde foi buscar muitos dos personagens que povoam o seu universo ficcional. É dessa desilusão, vivida nos salões de Madame Aubernon, Madame Arman de Caillavet ou da Condessa de Grefulhe, que nascem os personagens que frequentam os da senhora Verdurin e dos Guermantes de Em Busca do Tempo Perdido.
Nº Páginas: 470
Sinopse:
Em Busca do Tempo Perdido é um livro que tem, nas palavras do seu autor, "a forma do tempo". E, na verdade, o que distingue este romance é o reforço da sua concepção da memória como recriadora do passado. É isso que permite o misterioso encanto da narrativa e o tom de dolorosa nostalgia em que o passado envolve o presente. Mas o recurso à memória involuntária faz com que Proust nunca transmita uma realidade de que a sua imaginação esteja ausente. Ainda muito jovem, conhecia de cor todos os pormenores da vida das damas que tinham frequentado os salões de Paris desde o século xvii, como Madame La Sablière ou Madame de Staël. E foi precisamente a sensação da decepção em relação ao imaginado que ele sentiu nesses salões parisienses onde foi buscar muitos dos personagens que povoam o seu universo ficcional. É dessa desilusão, vivida nos salões de Madame Aubernon, Madame Arman de Caillavet ou da Condessa de Grefulhe, que nascem os personagens que frequentam os da senhora Verdurin e dos Guermantes de Em Busca do Tempo Perdido.
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Edição: Abr 2003
Nº Páginas: 544
Sinopse:
A edição de "Em Busca do Tempo Perdido", traduzido pelo poeta Pedro Tamen, é, sem dúvida, um dos acontecimentos editoriais do ano. Prossegue agora com o segundo volume, "À Sombra das Raparigas em Flor" (Prémio Goncourt). Combray e a infância ficaram para trás. E Gilberte também. O narrador segue agora pelas reminiscências da adolescência, e visita a estância de Balbec, com a avó. Surgem Albertine, rodeada pelas amigas, e o pintor Elstir, com os seus quadros de marinhas. "Através desta tradução, sente-se a presença de um poeta e de um profundo conhecedor da literatura portuguesa. No texto, ecoa a memória do mais parisiense dos nossos escritores - Eça de Queirós - que semeia os seus romances de expressões francesas. Pedro Tamen oscila entre a tradução de topónimos e a sua manutenção na língua de partida, seguindo de perto as hesitações de "A Cidade e as Serras", criando uma atmosfera próxima e distante, como se estivéssemos ainda nos finais do século XIX ou, talvez, no início do século XX. Conserva, na língua original, os nomes das personagens, mesmo quando seria possível traduzi-los, fiel a um autor que acredita no poder de nomear. Faz nascer o desejo de leitura, como se agora Marcel Proust começasse a ser, de uma outra forma, a sua própria tradução." Teresa Almeida, "Expresso, Actual" 12/07/03
Nº Páginas: 544
Sinopse:
A edição de "Em Busca do Tempo Perdido", traduzido pelo poeta Pedro Tamen, é, sem dúvida, um dos acontecimentos editoriais do ano. Prossegue agora com o segundo volume, "À Sombra das Raparigas em Flor" (Prémio Goncourt). Combray e a infância ficaram para trás. E Gilberte também. O narrador segue agora pelas reminiscências da adolescência, e visita a estância de Balbec, com a avó. Surgem Albertine, rodeada pelas amigas, e o pintor Elstir, com os seus quadros de marinhas. "Através desta tradução, sente-se a presença de um poeta e de um profundo conhecedor da literatura portuguesa. No texto, ecoa a memória do mais parisiense dos nossos escritores - Eça de Queirós - que semeia os seus romances de expressões francesas. Pedro Tamen oscila entre a tradução de topónimos e a sua manutenção na língua de partida, seguindo de perto as hesitações de "A Cidade e as Serras", criando uma atmosfera próxima e distante, como se estivéssemos ainda nos finais do século XIX ou, talvez, no início do século XX. Conserva, na língua original, os nomes das personagens, mesmo quando seria possível traduzi-los, fiel a um autor que acredita no poder de nomear. Faz nascer o desejo de leitura, como se agora Marcel Proust começasse a ser, de uma outra forma, a sua própria tradução." Teresa Almeida, "Expresso, Actual" 12/07/03
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Edição: Nov 2016
Nº Páginas: 360
Sinopse:
Em Busca do Tempo Perdido é um livro que tem, nas palavras do seu autor, "a forma do tempo". E, na verdade, o que distingue este romance é o reforço da sua concepção da memória como recriadora do passado. É isso que permite o misterioso encanto da narrativa e o tom de dolorosa nostalgia em que o passado envolve o presente. Mas o recurso à memória involuntária faz com que Proust nunca transmita uma realidade de que a sua imaginação esteja ausente. Ainda muito jovem, conhecia de cor todos os pormenores da vida das damas que tinham frequentado os salões de Paris desde o século xvii, como Madame La Sablière ou Madame de Staël. E foi precisamente a sensação da decepção em relação ao imaginado que ele sentiu nesses salões parisienses onde foi buscar muitos dos personagens que povoam o seu universo ficcional. É dessa desilusão, vivida nos salões de Madame Aubernon, Madame Arman de Caillavet ou da Condessa de Grefulhe, que nascem os personagens que frequentam os da senhora Verdurin e dos Guermantes de Em Busca do Tempo Perdido.
Nº Páginas: 360
Sinopse:
Em Busca do Tempo Perdido é um livro que tem, nas palavras do seu autor, "a forma do tempo". E, na verdade, o que distingue este romance é o reforço da sua concepção da memória como recriadora do passado. É isso que permite o misterioso encanto da narrativa e o tom de dolorosa nostalgia em que o passado envolve o presente. Mas o recurso à memória involuntária faz com que Proust nunca transmita uma realidade de que a sua imaginação esteja ausente. Ainda muito jovem, conhecia de cor todos os pormenores da vida das damas que tinham frequentado os salões de Paris desde o século xvii, como Madame La Sablière ou Madame de Staël. E foi precisamente a sensação da decepção em relação ao imaginado que ele sentiu nesses salões parisienses onde foi buscar muitos dos personagens que povoam o seu universo ficcional. É dessa desilusão, vivida nos salões de Madame Aubernon, Madame Arman de Caillavet ou da Condessa de Grefulhe, que nascem os personagens que frequentam os da senhora Verdurin e dos Guermantes de Em Busca do Tempo Perdido.
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Edição: Nov 2008
Nº Páginas: 414
Sinopse:
Em 1908, Marcel Proust começa a escrever "Contre Sainte-Beuve", uma obra hesitando entre o ensaio e o romance, amálgama de fragmentos de estética literária, cenas, diálogos e personagens, alguns deles retomados mais tarde. No entanto, alguma coisa do que faria a originalidade de "Em Busca do Tempo Perdido", surge já na importância atribuída à recordação involuntária suscitada pelo pão mergulhado no chá, ou por um pátio irregular, arrancando ao esquecimento "essa pura substância de nós que é uma impressão passada". Mas entre a recusa do manuscrito de "Contre Sainte-Beuve" em meados de 1909 e a publicação de "Do Lado de Swann" quatro anos mais tarde, algo de fundamental se passa. Em finais de 1909, Proust retira-se da vida social, a sua caligrafia transforma-se, enovelando-se em correcções sucessivas, os cadernos acumulam-se, e ele próprio sente que está a criar um grande romance que vai disputar à morte, que chegaria em Novembro de 1922. O resultado são os sucessivos volumes de "Em Busca do Tempo Perdido", agora em português numa tradução do poeta Pedro Tamen.
Nº Páginas: 414
Sinopse:
Em 1908, Marcel Proust começa a escrever "Contre Sainte-Beuve", uma obra hesitando entre o ensaio e o romance, amálgama de fragmentos de estética literária, cenas, diálogos e personagens, alguns deles retomados mais tarde. No entanto, alguma coisa do que faria a originalidade de "Em Busca do Tempo Perdido", surge já na importância atribuída à recordação involuntária suscitada pelo pão mergulhado no chá, ou por um pátio irregular, arrancando ao esquecimento "essa pura substância de nós que é uma impressão passada". Mas entre a recusa do manuscrito de "Contre Sainte-Beuve" em meados de 1909 e a publicação de "Do Lado de Swann" quatro anos mais tarde, algo de fundamental se passa. Em finais de 1909, Proust retira-se da vida social, a sua caligrafia transforma-se, enovelando-se em correcções sucessivas, os cadernos acumulam-se, e ele próprio sente que está a criar um grande romance que vai disputar à morte, que chegaria em Novembro de 1922. O resultado são os sucessivos volumes de "Em Busca do Tempo Perdido", agora em português numa tradução do poeta Pedro Tamen.
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Edição: Nov 2016
Nº Páginas: 256
Sinopse:
Em Busca do Tempo Perdido é um livro que tem, nas palavras do seu autor, "a forma do tempo". E, na verdade, o que distingue este romance é o reforço da sua concepção da memória como recriadora do passado. É isso que permite o misterioso encanto da narrativa e o tom de dolorosa nostalgia em que o passado envolve o presente.
Nº Páginas: 256
Sinopse:
Em Busca do Tempo Perdido é um livro que tem, nas palavras do seu autor, "a forma do tempo". E, na verdade, o que distingue este romance é o reforço da sua concepção da memória como recriadora do passado. É isso que permite o misterioso encanto da narrativa e o tom de dolorosa nostalgia em que o passado envolve o presente.
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Edição: Abr 2004
Nº Páginas: 288
Sinopse:
Em 1908, Marcel Proust começa a escrever "Contre Sainte-Beuve", uma obra hesitando entre o ensaio e o romance, amálgama de fragmentos de estética literária, cenas, diálogos e personagens, alguns deles retomados mais tarde. No entanto, alguma coisa do que faria a originalidade de "Em Busca do Tempo Perdido", surge já na importância atribuída à recordação involuntária suscitada pelo pão mergulhado no chá, ou por um pátio irregular, arrancando ao esquecimento "essa pura substância de nós que é uma impressão passada". Mas entre a recusa do manuscrito de "Contre Sainte-Beuve" em meados de 1909 e a publicação de "Do Lado de Swann" quatro anos mais tarde, algo de fundamental se passa. Em finais de 1909, Proust retira-se da vida social, a sua caligrafia transforma-se, enovelando-se em correcções sucessivas, os cadernos acumulam-se, e ele próprio sente que está a criar um grande romance que vai disputar à morte, que chegaria em Novembro de 1922. O resultado são os sucessivos volumes de "Em Busca do Tempo Perdido", agora em português numa tradução do poeta Pedro Tamen.
Nº Páginas: 288
Sinopse:
Em 1908, Marcel Proust começa a escrever "Contre Sainte-Beuve", uma obra hesitando entre o ensaio e o romance, amálgama de fragmentos de estética literária, cenas, diálogos e personagens, alguns deles retomados mais tarde. No entanto, alguma coisa do que faria a originalidade de "Em Busca do Tempo Perdido", surge já na importância atribuída à recordação involuntária suscitada pelo pão mergulhado no chá, ou por um pátio irregular, arrancando ao esquecimento "essa pura substância de nós que é uma impressão passada". Mas entre a recusa do manuscrito de "Contre Sainte-Beuve" em meados de 1909 e a publicação de "Do Lado de Swann" quatro anos mais tarde, algo de fundamental se passa. Em finais de 1909, Proust retira-se da vida social, a sua caligrafia transforma-se, enovelando-se em correcções sucessivas, os cadernos acumulam-se, e ele próprio sente que está a criar um grande romance que vai disputar à morte, que chegaria em Novembro de 1922. O resultado são os sucessivos volumes de "Em Busca do Tempo Perdido", agora em português numa tradução do poeta Pedro Tamen.
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Edição: Jun 2009
Nº Páginas: 64
Sinopse:
José Gil prossegue neste livro a sua investigação sobre os processos individuais e colectivos de subjectivação em Portugal. Quais são esses processos neste período marcado pela globalização, a crise económica e a hegemonia política do PS? Que formas assume essa subjectivação quando "a falha de sentido que as promessas por cumprir do 25 de Abril não conseguiram colmatar" foi suprida por antigos hábitos e "mentalidades"? Reinventando conceitos de Ferenczi e Foucault no sentido de uma abordagem original, José Gil mostra como os portugueses tentaram conquistar "formas de subjectivação individuais em desfasamento ou inadequação aos quadros de vida colectiva que se iam edificando progressivamente". O autor de "Portugal Hoje: O Medo de Existir" considera que "fizemos da identidade o território da sujectividade" e "esforçamo-nos por resistir ao "fora" que aí vem, do exterior ou do interior, que ameaça destruir as nossas velhas subjectividades". Em sua opinião, a única maneira de remover o obstáculo da "identidade" é "deixarmos de ser primeiro portugueses para poder existir primeiro como homens". É à luz dessa preocupação que se analisa o discurso dos actuais governantes que consideram que Portugal entrou "num processo irreversível de modernização", um discurso "anti-ideológico e de via única" em que a avaliação "surge como método universal de formação de identidades". José Gil aborda em particular o "chico-espertismo" enquanto fenómeno que atravessa todo o "tipo de subjectividade da nossa sociedade, sendo transversal a todas as classes, grupos, géneros e gerações".
Nº Páginas: 64
Sinopse:
José Gil prossegue neste livro a sua investigação sobre os processos individuais e colectivos de subjectivação em Portugal. Quais são esses processos neste período marcado pela globalização, a crise económica e a hegemonia política do PS? Que formas assume essa subjectivação quando "a falha de sentido que as promessas por cumprir do 25 de Abril não conseguiram colmatar" foi suprida por antigos hábitos e "mentalidades"? Reinventando conceitos de Ferenczi e Foucault no sentido de uma abordagem original, José Gil mostra como os portugueses tentaram conquistar "formas de subjectivação individuais em desfasamento ou inadequação aos quadros de vida colectiva que se iam edificando progressivamente". O autor de "Portugal Hoje: O Medo de Existir" considera que "fizemos da identidade o território da sujectividade" e "esforçamo-nos por resistir ao "fora" que aí vem, do exterior ou do interior, que ameaça destruir as nossas velhas subjectividades". Em sua opinião, a única maneira de remover o obstáculo da "identidade" é "deixarmos de ser primeiro portugueses para poder existir primeiro como homens". É à luz dessa preocupação que se analisa o discurso dos actuais governantes que consideram que Portugal entrou "num processo irreversível de modernização", um discurso "anti-ideológico e de via única" em que a avaliação "surge como método universal de formação de identidades". José Gil aborda em particular o "chico-espertismo" enquanto fenómeno que atravessa todo o "tipo de subjectividade da nossa sociedade, sendo transversal a todas as classes, grupos, géneros e gerações".
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Edição: Mar 2016
Nº Páginas: 80
Sinopse:
Para os Ocidentais, o mais importante aliado da beleza foi sempre a luz, a ausência de sombras. Para a estética tradicional japonesa, do rosto das mulheres às salas dos templos, o essencial está na sombra e nos seus efeitos.
Nº Páginas: 80
Sinopse:
Para os Ocidentais, o mais importante aliado da beleza foi sempre a luz, a ausência de sombras. Para a estética tradicional japonesa, do rosto das mulheres às salas dos templos, o essencial está na sombra e nos seus efeitos.
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Edição: Dez 2008
Nº Páginas: 110
Sinopse:
" "Elogio da Sombra" é uma das principais obras de Tanizaki (1886-1965) e um dos mais fascinantes ensaios sobre as diferenças entre o Ocidente e o Oriente. Para os ocidentais, o mais importante aliado da beleza foi sempre a luz, a ausência de sombras. Para a estética tradicional japonesa, do rosto das mulheres às salas dos templos, o essencial está na sombra e nos seus efeitos. Neste ensaio de 1933, Tanizaki fala-nos da cor das lacas, dos actores de nô, das paredes dos corredores, dos beirais das casas, da luz que há na sombra, para nos prevenir contra tudo o que brilha. Revela-nos o que sentia ao olhar o papel dos shôji, a visão de um universo ambíguo onde luz e sombra se confundem numa impressão de eternidade. "
Nº Páginas: 110
Sinopse:
" "Elogio da Sombra" é uma das principais obras de Tanizaki (1886-1965) e um dos mais fascinantes ensaios sobre as diferenças entre o Ocidente e o Oriente. Para os ocidentais, o mais importante aliado da beleza foi sempre a luz, a ausência de sombras. Para a estética tradicional japonesa, do rosto das mulheres às salas dos templos, o essencial está na sombra e nos seus efeitos. Neste ensaio de 1933, Tanizaki fala-nos da cor das lacas, dos actores de nô, das paredes dos corredores, dos beirais das casas, da luz que há na sombra, para nos prevenir contra tudo o que brilha. Revela-nos o que sentia ao olhar o papel dos shôji, a visão de um universo ambíguo onde luz e sombra se confundem numa impressão de eternidade. "
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Edição: Mar 2023
Nº Páginas: 364
Sinopse:
Quando Clitemnestra se casa com Agamémnon ignora os sussurros insidiosos sobre a linhagem familiar do marido, a Casa de Atreu. Em Troia, a princesa Cassandra tem o dom da profecia, mas carrega uma maldição. Electra, a filha mais nova de Clitemnestra e de Agamémnon, quer apenas que o seu amado pai regresse da guerra. Mas poderá escapar à história sangrenta da família ou estará o seu destino também ligado à violência?
Nº Páginas: 364
Sinopse:
Quando Clitemnestra se casa com Agamémnon ignora os sussurros insidiosos sobre a linhagem familiar do marido, a Casa de Atreu. Em Troia, a princesa Cassandra tem o dom da profecia, mas carrega uma maldição. Electra, a filha mais nova de Clitemnestra e de Agamémnon, quer apenas que o seu amado pai regresse da guerra. Mas poderá escapar à história sangrenta da família ou estará o seu destino também ligado à violência?
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Edição: Jul 2003
Nº Páginas: 150
Sinopse:
"Ora aqui está. Uma rapariga de dezassete anos. Com o aspecto de uma Vénus de Milo com braços — talvez não gostem da ideia, mas então é porque também não gostam de certeza de uma bela égua bem lançada —, uma rapariga com umas coxas, uns seios e um corpo como não há por aí às dúzias, e uma bela cabeça de eslava, um pouco achatada, com olhos oblíquos e cabelo loiro todo ondulado. E uma rapariga que, além disso, tem de seu. Tem dezassete anos; é assim e deixa-se injectar com morfina por um tipo que parece um chulo de baixa categoria…, e que, ainda por cima, tem maquilhagem. Juro-lhes que elas não percebem nada. Agarro nela e ponho-a de pé. — Vamos lá, minha lorpa — digo-lhe eu. Estou-me nas tintas para a hipótese de alguém entrar. Não se esqueçam de que estou vestido de mulher… e nada tem de chocante ver uma velha amiga meter na cama outra velha amiga que se meteu um pouco nos copos."
Nº Páginas: 150
Sinopse:
"Ora aqui está. Uma rapariga de dezassete anos. Com o aspecto de uma Vénus de Milo com braços — talvez não gostem da ideia, mas então é porque também não gostam de certeza de uma bela égua bem lançada —, uma rapariga com umas coxas, uns seios e um corpo como não há por aí às dúzias, e uma bela cabeça de eslava, um pouco achatada, com olhos oblíquos e cabelo loiro todo ondulado. E uma rapariga que, além disso, tem de seu. Tem dezassete anos; é assim e deixa-se injectar com morfina por um tipo que parece um chulo de baixa categoria…, e que, ainda por cima, tem maquilhagem. Juro-lhes que elas não percebem nada. Agarro nela e ponho-a de pé. — Vamos lá, minha lorpa — digo-lhe eu. Estou-me nas tintas para a hipótese de alguém entrar. Não se esqueçam de que estou vestido de mulher… e nada tem de chocante ver uma velha amiga meter na cama outra velha amiga que se meteu um pouco nos copos."
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Edição: Set 2019
Nº Páginas: 160
Sinopse:
Estratégias simples e eficazes, com exemplos práticos e reais, para superar os desafios da educação. Educar pela Positiva é um guia para apoiar pais e educadores na mais exigente e emocionante das missões: educar. Com uma linguagem simples e acessível, o autor desmonta as razões por detrás do mau comportamento, apela à reflexão e apresenta um conjunto de dicas, estratégias e poderosas ferramentas para uma relação mais efetiva (e afetiva) com as crianças. Este livro dá-lhe pistas concretas para ajudar os mais novos a resolverem problemas, a superarem os desafios do crescimento e a desenvolverem autonomia, responsabilidade, cooperação e autoestima - características essenciais para que cresçam felizes e se tornem adultos realizados.
Nº Páginas: 160
Sinopse:
Estratégias simples e eficazes, com exemplos práticos e reais, para superar os desafios da educação. Educar pela Positiva é um guia para apoiar pais e educadores na mais exigente e emocionante das missões: educar. Com uma linguagem simples e acessível, o autor desmonta as razões por detrás do mau comportamento, apela à reflexão e apresenta um conjunto de dicas, estratégias e poderosas ferramentas para uma relação mais efetiva (e afetiva) com as crianças. Este livro dá-lhe pistas concretas para ajudar os mais novos a resolverem problemas, a superarem os desafios do crescimento e a desenvolverem autonomia, responsabilidade, cooperação e autoestima - características essenciais para que cresçam felizes e se tornem adultos realizados.
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Edição: Mai 2024
Nº Páginas: 360
Sinopse:
Sebastião José de Carvalho e Melo nasceu em 1699 e viria a morrer em 1782. O que aconteceu, entre o primeiro e o último dia da sua vida, que fez dele o homem que foi? Uma nova política socioeconómica, com reformas esclarecidas da administração, do ensino, da indústria e do comércio, entre outras, e a magnífica reconstrução da parte baixa de Lisboa após o terramoto de 1755, são elementos de um importante legado. Agora, enquanto surpreendente herói ficcional, este romance desvenda a linha em que se tocam a psicologia individual do homem e o jogo político de alto nível numa das mais importantes épocas da história portuguesa, pois o rei D. José I, como outros, não raras vezes se tornou uma marioneta nas mãos do hábil e narcísico Sebastião José. Começando no dia 1 de Novembro de 1755, "Dia de Todos os Santos em que o demónio saiu a semear o Inferno em Lisboa com tremendos abalos, vastíssimas ondas e intensas labaredas", e discorrendo sobre as memórias e as humilhações de Sebastião José antes e depois da sua ascensão ao poder, a forma como enfrentou os inimigos e os venceu, deixando-os sem terra onde semear mais injúrias, mas também o casamento, o nascimento dos seus filhos, a fortuna do amor - e os gritos suplicantes dos condenados pela ambição ou capricho do Marquês -, El-rei, Nosso Senhor, Sebastião José é uma história de ambição, paixão e traição desde a glória da vitória até à decadência do fim. Alvo de uma pesquisa histórica irrepreensível, a vida deste genial e sofisticado político, mas senhor da brutalidade e da manipulação, implacável ao perseguir os seus interesses, presta-se agora à imaginação de um romance pela mão de mestre de Ana Cristina Silva.
Nº Páginas: 360
Sinopse:
Sebastião José de Carvalho e Melo nasceu em 1699 e viria a morrer em 1782. O que aconteceu, entre o primeiro e o último dia da sua vida, que fez dele o homem que foi? Uma nova política socioeconómica, com reformas esclarecidas da administração, do ensino, da indústria e do comércio, entre outras, e a magnífica reconstrução da parte baixa de Lisboa após o terramoto de 1755, são elementos de um importante legado. Agora, enquanto surpreendente herói ficcional, este romance desvenda a linha em que se tocam a psicologia individual do homem e o jogo político de alto nível numa das mais importantes épocas da história portuguesa, pois o rei D. José I, como outros, não raras vezes se tornou uma marioneta nas mãos do hábil e narcísico Sebastião José. Começando no dia 1 de Novembro de 1755, "Dia de Todos os Santos em que o demónio saiu a semear o Inferno em Lisboa com tremendos abalos, vastíssimas ondas e intensas labaredas", e discorrendo sobre as memórias e as humilhações de Sebastião José antes e depois da sua ascensão ao poder, a forma como enfrentou os inimigos e os venceu, deixando-os sem terra onde semear mais injúrias, mas também o casamento, o nascimento dos seus filhos, a fortuna do amor - e os gritos suplicantes dos condenados pela ambição ou capricho do Marquês -, El-rei, Nosso Senhor, Sebastião José é uma história de ambição, paixão e traição desde a glória da vitória até à decadência do fim. Alvo de uma pesquisa histórica irrepreensível, a vida deste genial e sofisticado político, mas senhor da brutalidade e da manipulação, implacável ao perseguir os seus interesses, presta-se agora à imaginação de um romance pela mão de mestre de Ana Cristina Silva.
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Edição: Jul 1996
Nº Páginas: 229
Sinopse:
Folhetim saído semanalmente no Diário de Notícias entre Outubro e Maio de 1986, em colaboração com a escritora Clara Pinto Correia. Cada capítulo foi escrito por um dos autores sem prévia consulta ao outro. Os capítulos terminam deixando as personagens numa situação embaraçosa. História mirabolante que percorre territórios e tempos de fantasia que fazem lembrar os dias de hoje.
Nº Páginas: 229
Sinopse:
Folhetim saído semanalmente no Diário de Notícias entre Outubro e Maio de 1986, em colaboração com a escritora Clara Pinto Correia. Cada capítulo foi escrito por um dos autores sem prévia consulta ao outro. Os capítulos terminam deixando as personagens numa situação embaraçosa. História mirabolante que percorre territórios e tempos de fantasia que fazem lembrar os dias de hoje.
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Edição: Abr 1997
Nº Páginas: 262
Sinopse:
«Apenas dois animais entraram no lar humano noutra qualidade que não a de prisioneiros, e foram domesticados por outros meios que não a servidão forçada: são eles o cão e o gato. Ambos partilham duas características, a saber, ambos pertencem à ordem dos carnívoros e ambos servem o homem na sua qualidade de caçadores. Em tudo o resto, e antes de mais na forma como se associam ao homem, eles são tão diferentes um do outro como a noite do dia. Não há animal doméstico que tenha alterado tão radicalmente todo o seu modo de vida, até mesmo toda a sua esfera de interesses, que se tenha tornado doméstico duma forma tão genuína como o cão; e não há animal que, no decurso da sua associação secular com o homem, tenha mudado tão pouco como o gato.»
Nº Páginas: 262
Sinopse:
«Apenas dois animais entraram no lar humano noutra qualidade que não a de prisioneiros, e foram domesticados por outros meios que não a servidão forçada: são eles o cão e o gato. Ambos partilham duas características, a saber, ambos pertencem à ordem dos carnívoros e ambos servem o homem na sua qualidade de caçadores. Em tudo o resto, e antes de mais na forma como se associam ao homem, eles são tão diferentes um do outro como a noite do dia. Não há animal doméstico que tenha alterado tão radicalmente todo o seu modo de vida, até mesmo toda a sua esfera de interesses, que se tenha tornado doméstico duma forma tão genuína como o cão; e não há animal que, no decurso da sua associação secular com o homem, tenha mudado tão pouco como o gato.»
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Edição: Jul 2015
Nº Páginas: 320
Sinopse:
O que há de novo sobre a forma como os jovens comunicam através de plataformas como o Facebook, Twitter ou Instagram? De que modo as redes sociais afectam a sua qualidade de vida?Neste livro a especialista em cultura jovem e tecnologias Danah Boyd desmistifica os principais mitos relativos ao uso das redes sociais pelos jovens.
Nº Páginas: 320
Sinopse:
O que há de novo sobre a forma como os jovens comunicam através de plataformas como o Facebook, Twitter ou Instagram? De que modo as redes sociais afectam a sua qualidade de vida?Neste livro a especialista em cultura jovem e tecnologias Danah Boyd desmistifica os principais mitos relativos ao uso das redes sociais pelos jovens.
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Edição: Jan 2013
Nº Páginas: 160
Sinopse:
"O novo livro de Junot Díaz, "É Assim que a Perdes", é um conjunto de narrativas ligadas entre si sobre o amor — amor apaixonado, amor ilícito, amor em extinção, amor maternal — e contadas através da vida dos habitantes de New Jersey oriundos da República Dominicana e da sua luta para encontrar um ponto de encontro entre os seus dois mundos."
Nº Páginas: 160
Sinopse:
"O novo livro de Junot Díaz, "É Assim que a Perdes", é um conjunto de narrativas ligadas entre si sobre o amor — amor apaixonado, amor ilícito, amor em extinção, amor maternal — e contadas através da vida dos habitantes de New Jersey oriundos da República Dominicana e da sua luta para encontrar um ponto de encontro entre os seus dois mundos."
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Alt.8.5 X Larg.11.5 X Comp.14
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Edição: Nov 2020
Nº Páginas: 632
Sinopse:
Obra-prima de Frank Herbert, Duna decorre no planeta deserto de Arrakis. Narra a história de Paul Atreides, herdeiro de uma família nobre encarregada de governar um mundo inóspito, onde a única coisa de valor é uma especiaria, melange, que é na verdade uma droga capaz de prolongar a vida e expandir a consciência. Cobiçada em todo o universo conhecido, a melange revela-se um tesouro pelo qual as pessoas estão dispostas a matar.
Nº Páginas: 632
Sinopse:
Obra-prima de Frank Herbert, Duna decorre no planeta deserto de Arrakis. Narra a história de Paul Atreides, herdeiro de uma família nobre encarregada de governar um mundo inóspito, onde a única coisa de valor é uma especiaria, melange, que é na verdade uma droga capaz de prolongar a vida e expandir a consciência. Cobiçada em todo o universo conhecido, a melange revela-se um tesouro pelo qual as pessoas estão dispostas a matar.
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Edição: Abr 2012
Nº Páginas: 200
Sinopse:
Aos vinte e cinco anos, Joyce completou "Dublinenses". As frustrações da infância, as desilusões da adolescência e o despertar sexual são narrados com clareza e sensibilidade. No conto mais famoso, "Os Mortos", Joyce descreve uma festa natalícia atravessada por uma tensão oculta e um sentimento de desespero.
Nº Páginas: 200
Sinopse:
Aos vinte e cinco anos, Joyce completou "Dublinenses". As frustrações da infância, as desilusões da adolescência e o despertar sexual são narrados com clareza e sensibilidade. No conto mais famoso, "Os Mortos", Joyce descreve uma festa natalícia atravessada por uma tensão oculta e um sentimento de desespero.
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Edição: Fev 2014
Nº Páginas: 170
Sinopse:
Solomon Northup nasceu em Nova Iorque, em Julho de 1808. Era filho de um escravo liberto, o que o tornava um homem livre por direito.Agricultor e violinista, Solomon possuía uma propriedade em Hebron e tinha três filhos. Em 1841 foi raptado por esclavagistas, que o persuadiram com uma promessa de emprego bem remunerado como violinista em Washington.Em vez disso, Solomon foi drogado e vendido como escravo numa plantação da Luisiana.
Nº Páginas: 170
Sinopse:
Solomon Northup nasceu em Nova Iorque, em Julho de 1808. Era filho de um escravo liberto, o que o tornava um homem livre por direito.Agricultor e violinista, Solomon possuía uma propriedade em Hebron e tinha três filhos. Em 1841 foi raptado por esclavagistas, que o persuadiram com uma promessa de emprego bem remunerado como violinista em Washington.Em vez disso, Solomon foi drogado e vendido como escravo numa plantação da Luisiana.
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