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Edição: Fev 2019
Nº Páginas: 328
Sinopse:
Kit Owens tinha ambições modestas. Até ao momento em que a misteriosa Diane Fleming se inscreveu na mesma escola e chegou à sua aula de Química. A partir daí, o brilhantismo académico de Diane estimulou Kit, e as duas desenvolveram uma amizade fora do comum. Mas essa amizade durou apenas até ao momento em que Diane partilhou um segredo que alterou tudo. Mais de uma década depois, quando julgava ter esquecido Diane, Kit começa a concretizar os sonhos científicos que a amiga despertara nela. Mas o passado persegue-a, quando tem conhecimento de que Diane é a competidora principal para um lugar que ambas pretendem.
Nº Páginas: 328
Sinopse:
Kit Owens tinha ambições modestas. Até ao momento em que a misteriosa Diane Fleming se inscreveu na mesma escola e chegou à sua aula de Química. A partir daí, o brilhantismo académico de Diane estimulou Kit, e as duas desenvolveram uma amizade fora do comum. Mas essa amizade durou apenas até ao momento em que Diane partilhou um segredo que alterou tudo. Mais de uma década depois, quando julgava ter esquecido Diane, Kit começa a concretizar os sonhos científicos que a amiga despertara nela. Mas o passado persegue-a, quando tem conhecimento de que Diane é a competidora principal para um lugar que ambas pretendem.
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Edição: Nov 2021
Nº Páginas: 320
Sinopse:
"Fiz este livro com a ternura do quanto aprendi com os que amei. A dignidade da criança terá de ser o voto de vida em cada hoje da nossa existência. O meu desejo, quiçá desafio, é que cada leitor deste livro possa traduzir em Dignidade o Afecto que cada criança merece. É por tudo isto que entendo ser este livro uma reflexão a ser partilhada por todos, desde o bebé, à criança, ao jovem, aos pais, aos avós e a todos os profissionais que acrescentam paixão a cada sortilégio infantil." - João Gomes-Pedro
Nº Páginas: 320
Sinopse:
"Fiz este livro com a ternura do quanto aprendi com os que amei. A dignidade da criança terá de ser o voto de vida em cada hoje da nossa existência. O meu desejo, quiçá desafio, é que cada leitor deste livro possa traduzir em Dignidade o Afecto que cada criança merece. É por tudo isto que entendo ser este livro uma reflexão a ser partilhada por todos, desde o bebé, à criança, ao jovem, aos pais, aos avós e a todos os profissionais que acrescentam paixão a cada sortilégio infantil." - João Gomes-Pedro
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Edição: Out 2014
Nº Páginas: 248
Sinopse:
Publicado pela primeira vez em 1978, a edição que agora se apresenta foi profundamente revista e conta com um prefácio de Jorge Fernandes da Silveira. "Os livros de amor são escritos com uma exterioridade absoluta. Partilham a surpreendente resposta do vegetal à respiração que aflore, ao acto do derrame de águas, indirecto. População de agrários hortícolas e floreiros, há que aguardar aqui com a gentileza tersa do felino que caça levitando sobre folhas, a ameaça tão leve."
Nº Páginas: 248
Sinopse:
Publicado pela primeira vez em 1978, a edição que agora se apresenta foi profundamente revista e conta com um prefácio de Jorge Fernandes da Silveira. "Os livros de amor são escritos com uma exterioridade absoluta. Partilham a surpreendente resposta do vegetal à respiração que aflore, ao acto do derrame de águas, indirecto. População de agrários hortícolas e floreiros, há que aguardar aqui com a gentileza tersa do felino que caça levitando sobre folhas, a ameaça tão leve."
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Edição: Mar 2015
Nº Páginas: 416
Sinopse:
O poema filosófico "Da Natureza das Coisas" ("De Verum Natura"), escrito por volta do ano 50 a.C., pelo romano Tito Lucrécio Caro, é uma das mais importantes obras da Antiguidade Clássica. A grandeza poética do livro foi reconhecida de modo quase imediato. Ovídio escreveu que "os versos do sublime Lucrécio" iriam perdurar enquanto o mundo existisse. Cícero desclarou que o poema era "não apenas rico em brilhante engenhosidade, como artisticamente elevado". E Virgílio, que segundo algumas crónicas praticou o ritual romano de passagem à idade adulta no mesmo dia em que Lucrécio faleceu, prestou-lhe homenagem, dizendo que era o homem que conseguiu "encontrar a causa das coisas e que tinha espezinhado todos os temores".
Nº Páginas: 416
Sinopse:
O poema filosófico "Da Natureza das Coisas" ("De Verum Natura"), escrito por volta do ano 50 a.C., pelo romano Tito Lucrécio Caro, é uma das mais importantes obras da Antiguidade Clássica. A grandeza poética do livro foi reconhecida de modo quase imediato. Ovídio escreveu que "os versos do sublime Lucrécio" iriam perdurar enquanto o mundo existisse. Cícero desclarou que o poema era "não apenas rico em brilhante engenhosidade, como artisticamente elevado". E Virgílio, que segundo algumas crónicas praticou o ritual romano de passagem à idade adulta no mesmo dia em que Lucrécio faleceu, prestou-lhe homenagem, dizendo que era o homem que conseguiu "encontrar a causa das coisas e que tinha espezinhado todos os temores".
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Edição: Jun 2020
Nº Páginas: 376
Sinopse:
Qualquer criação humana começa com um pensamento, seja ela uma sinfonia, uma receita ou um foguetão. Assim que manifestamos uma intenção, desencadeamos uma complexa cadeia de eventos no nosso cérebro. Os pensamentos tornam-se impulsos que, ao percorrerem os caminhos neuronais, geram campos eletromagnéticos. É um processo invisível, mas que determina o modo como as nossas moléculas se organizam. Ou seja, a energia (neste caso a mente) transforma a matéria. v Em "Da Mente à Matéria", o premiado investigador Dawson explica-nos a ciência desse processo. Os pensamentos que cultivamos condicionam os átomos e as moléculas que nos rodeiam. Muitas pessoas conseguiram dominar esse poder mental com resultados extraordinários. Dawson Church prova-nos que essas experiências não são apenas coincidências felizes. Neurocientistas descobriram que há um determinado comprimento de onda cerebral que se manifesta em nós através do "estado de fluxo" - ou seja, a energia flui com uma naturalidade espantosa. Os estudos mais recentes da epigenética, neurociência, psicologia, eletromagnetismo e física quântica ajudam-nos a perceber como podemos entrar no "estado de fluxo" - e assim alinharmo-nos com a energia que nos circunda para podermos tirar, finalmente, todo o partido da nossa força mental.
Nº Páginas: 376
Sinopse:
Qualquer criação humana começa com um pensamento, seja ela uma sinfonia, uma receita ou um foguetão. Assim que manifestamos uma intenção, desencadeamos uma complexa cadeia de eventos no nosso cérebro. Os pensamentos tornam-se impulsos que, ao percorrerem os caminhos neuronais, geram campos eletromagnéticos. É um processo invisível, mas que determina o modo como as nossas moléculas se organizam. Ou seja, a energia (neste caso a mente) transforma a matéria. v Em "Da Mente à Matéria", o premiado investigador Dawson explica-nos a ciência desse processo. Os pensamentos que cultivamos condicionam os átomos e as moléculas que nos rodeiam. Muitas pessoas conseguiram dominar esse poder mental com resultados extraordinários. Dawson Church prova-nos que essas experiências não são apenas coincidências felizes. Neurocientistas descobriram que há um determinado comprimento de onda cerebral que se manifesta em nós através do "estado de fluxo" - ou seja, a energia flui com uma naturalidade espantosa. Os estudos mais recentes da epigenética, neurociência, psicologia, eletromagnetismo e física quântica ajudam-nos a perceber como podemos entrar no "estado de fluxo" - e assim alinharmo-nos com a energia que nos circunda para podermos tirar, finalmente, todo o partido da nossa força mental.
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Edição: Nov 2017
Nº Páginas: 472
Sinopse:
Dividido em dez partes, representativas das dez fases da nossa evolução política, este livro acompanha o desenvolvimento de Portugal de condado a nação e a país integrante da União Europeia, da OTAN e da ONU. Escrita num tom acessível e direto e filtrada pelo olhar singular e pela experiência incomparável de Diogo Freitas do Amaral, esta obra é essencial para quem quer conhecer o passado de Portugal e entender os porquês políticos e estratégicos das decisões que mudaram o nosso país.
Nº Páginas: 472
Sinopse:
Dividido em dez partes, representativas das dez fases da nossa evolução política, este livro acompanha o desenvolvimento de Portugal de condado a nação e a país integrante da União Europeia, da OTAN e da ONU. Escrita num tom acessível e direto e filtrada pelo olhar singular e pela experiência incomparável de Diogo Freitas do Amaral, esta obra é essencial para quem quer conhecer o passado de Portugal e entender os porquês políticos e estratégicos das decisões que mudaram o nosso país.
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Edição: Abr 2021
Nº Páginas: 192
Sinopse:
Susana Ribeiro de Andrade é uma locutora de rádio a tentar sobreviver à perda súbita do marido, vítima de Covid-19. Rui Vieira, jornalista na mesma estação de rádio, debate-se com as consequências de um acidente que veio expor as fragilidades da sua vida familiar e amorosa. Ambos vão encontrar um novo alento para reconstruir as suas vidas no programa de rádio das madrugadas, e aquelas horas mortas, da meia noite às seis, serão uma alternativa ao oxigénio, não só para eles, como para os seus ouvintes. Escrita num registo de intimidade que nos envolve, esta narrativa segue a vida, presente e passada, de personagens que se cruzam e cujas opções de vida reflectem o que é prioritário em tempos de pandemia. "Da Meia-Noite às Seis" é o regresso de Patrícia Reis ao espaço literário que define a singularidade, a subtileza e a sabedoria da sua voz: o território da complexidade das relações humanas e da busca de identidade.
Nº Páginas: 192
Sinopse:
Susana Ribeiro de Andrade é uma locutora de rádio a tentar sobreviver à perda súbita do marido, vítima de Covid-19. Rui Vieira, jornalista na mesma estação de rádio, debate-se com as consequências de um acidente que veio expor as fragilidades da sua vida familiar e amorosa. Ambos vão encontrar um novo alento para reconstruir as suas vidas no programa de rádio das madrugadas, e aquelas horas mortas, da meia noite às seis, serão uma alternativa ao oxigénio, não só para eles, como para os seus ouvintes. Escrita num registo de intimidade que nos envolve, esta narrativa segue a vida, presente e passada, de personagens que se cruzam e cujas opções de vida reflectem o que é prioritário em tempos de pandemia. "Da Meia-Noite às Seis" é o regresso de Patrícia Reis ao espaço literário que define a singularidade, a subtileza e a sabedoria da sua voz: o território da complexidade das relações humanas e da busca de identidade.
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Edição: Mar 2009
Nº Páginas: 112
Sinopse:
A narrativa autobiográfica que compõe este volume conta-nos a história do jovem escritor Paul Auster. Num tom profundamente intimista e revelador, o autor abre-nos a porta para os anos da sua entrada na literatura e na vida, quando o que a mão escrevia servia para alimentar a boca. O relato comovente e divertido dessa época é assim, também, uma lúcida reflexão sobre o dinheiro e sobre o que significa não o ter. Dinheiro era o que Auster pretendia ao escrever, na época, textos tão diversos como peças de teatro, romances policiais e, até, um jogo de cartas baseado no baseball. Mais de uma década após a primeira edição de em Portugal, a ASA orgulha-se de (re)apresentar aos leitores portugueses um livro que é já uma referência canónica para todos os admiradores de um dos grandes nomes da literatura norte-americana.
Nº Páginas: 112
Sinopse:
A narrativa autobiográfica que compõe este volume conta-nos a história do jovem escritor Paul Auster. Num tom profundamente intimista e revelador, o autor abre-nos a porta para os anos da sua entrada na literatura e na vida, quando o que a mão escrevia servia para alimentar a boca. O relato comovente e divertido dessa época é assim, também, uma lúcida reflexão sobre o dinheiro e sobre o que significa não o ter. Dinheiro era o que Auster pretendia ao escrever, na época, textos tão diversos como peças de teatro, romances policiais e, até, um jogo de cartas baseado no baseball. Mais de uma década após a primeira edição de em Portugal, a ASA orgulha-se de (re)apresentar aos leitores portugueses um livro que é já uma referência canónica para todos os admiradores de um dos grandes nomes da literatura norte-americana.
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Edição: Mai 2012
Nº Páginas: 248
Sinopse:
"Da Índia, com amor" dá-nos as cores, formas, luz e sombras das figuras, ambientes e emoções de um vasto painel da presença dos portugueses em Goa, na época da sua afirmação no Oriente. Com Joana e Violante, órfãs d’el-rei, viajamos na Carreira da Índia. Joana nos fará testemunhas da sua viagem in-terior, por dentro da saudade, amor e aventuras, dúvidas de si e da sua fé, abalada pelo confronto com outra cultura, até ao momento em que, naufragada, despojada, perdida em terras de cafres, ouvimos as últimas palavras da sua narrativa: sei quem sou. A narração do futuro caberá a outros.
Nº Páginas: 248
Sinopse:
"Da Índia, com amor" dá-nos as cores, formas, luz e sombras das figuras, ambientes e emoções de um vasto painel da presença dos portugueses em Goa, na época da sua afirmação no Oriente. Com Joana e Violante, órfãs d’el-rei, viajamos na Carreira da Índia. Joana nos fará testemunhas da sua viagem in-terior, por dentro da saudade, amor e aventuras, dúvidas de si e da sua fé, abalada pelo confronto com outra cultura, até ao momento em que, naufragada, despojada, perdida em terras de cafres, ouvimos as últimas palavras da sua narrativa: sei quem sou. A narração do futuro caberá a outros.
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Edição: Fev 2013
Nº Páginas: 240
Sinopse:
Da Horta para a Mesa - Boa Comida, Boa Vida é uma iniciação ao prazer de cultivar, colher e cozinhar os nossos próprios legumes. Um livro que nos aproxima da terra e da natureza e que nos mostra como os ingredientes naturais requerem pouco esforço para serem transformados em pratos frescos, saborosos e autênticos. Encontramos aqui dicas de como cultivar uma horta biológica de verão, ideias para tirar o máximo partido dos legumes, receitas simples, leves e deliciosas preparadas com os produtos da estação e perfeitas para os dias mais quentes.
Nº Páginas: 240
Sinopse:
Da Horta para a Mesa - Boa Comida, Boa Vida é uma iniciação ao prazer de cultivar, colher e cozinhar os nossos próprios legumes. Um livro que nos aproxima da terra e da natureza e que nos mostra como os ingredientes naturais requerem pouco esforço para serem transformados em pratos frescos, saborosos e autênticos. Encontramos aqui dicas de como cultivar uma horta biológica de verão, ideias para tirar o máximo partido dos legumes, receitas simples, leves e deliciosas preparadas com os produtos da estação e perfeitas para os dias mais quentes.
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Edição: Dez 2007
Nº Páginas: 192
Sinopse:
"Da Gestão de Crise ao Marketing de Crise" o guia mais actualizado disponível no mercado sobre esta nova ferramenta de gestão, revela como obter o aproveitamento máximo das novas janelas de oportunidades que se abrem para uma empresa sempre que esta se vê confrontada com uma situação de crise. Neste novo livro, J. Martins Lampreia, um dos mais reputados especialistas portugueses na área da Comunicação e do Marketing, aborda as duas grandes temáticas envolvidas numa crise institucional: a gestão pré e pós-crise e o respectivo marketing a ser desenvolvido.
Nº Páginas: 192
Sinopse:
"Da Gestão de Crise ao Marketing de Crise" o guia mais actualizado disponível no mercado sobre esta nova ferramenta de gestão, revela como obter o aproveitamento máximo das novas janelas de oportunidades que se abrem para uma empresa sempre que esta se vê confrontada com uma situação de crise. Neste novo livro, J. Martins Lampreia, um dos mais reputados especialistas portugueses na área da Comunicação e do Marketing, aborda as duas grandes temáticas envolvidas numa crise institucional: a gestão pré e pós-crise e o respectivo marketing a ser desenvolvido.
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Edição: Jul 2011
Nº Páginas: 176
Sinopse:
Este livro contém uma seleção das crónicas publicadas na revista Pública, do jornal Público, nos anos de 2010 e 2011. Foram divididas por quatro capítulos: Da Família, Da Escola, Da família e da Escola e Compromisso. A publicação destes textos deve-se ao interesse dos seus habituais leitores no jornal, que manifestaram gosto em conservar algumas das ideias expressas na coluna semanal de Daniel Sampaio. "Defendo a necessidade de nos preocuparmos com o que nos rodeia, com especial atenção para os que estão próximos, sobretudo se forem mais vulneráveis. E acredito na possibilidade de conseguirmos melhorar as famílias e as escolas se nos dedicarmos de facto à sua transformação quotidiana." Daniel Sampaio
Nº Páginas: 176
Sinopse:
Este livro contém uma seleção das crónicas publicadas na revista Pública, do jornal Público, nos anos de 2010 e 2011. Foram divididas por quatro capítulos: Da Família, Da Escola, Da família e da Escola e Compromisso. A publicação destes textos deve-se ao interesse dos seus habituais leitores no jornal, que manifestaram gosto em conservar algumas das ideias expressas na coluna semanal de Daniel Sampaio. "Defendo a necessidade de nos preocuparmos com o que nos rodeia, com especial atenção para os que estão próximos, sobretudo se forem mais vulneráveis. E acredito na possibilidade de conseguirmos melhorar as famílias e as escolas se nos dedicarmos de facto à sua transformação quotidiana." Daniel Sampaio
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Edição: Dez 2015
Nº Páginas: 144
Sinopse:
Da Ditadura à Democracia é um guia prático para a luta não violenta. Originalmente publicado em 1994, tem inspirado dissidentes políticos de todo o mundo e já foi traduzido em mais de trinta línguas. Este livro de Gene Sharp desempenhou um papel central na Primavera Árabe, e tornou-se a principal referência para os revolucionários não violentos do século XXI.
Nº Páginas: 144
Sinopse:
Da Ditadura à Democracia é um guia prático para a luta não violenta. Originalmente publicado em 1994, tem inspirado dissidentes políticos de todo o mundo e já foi traduzido em mais de trinta línguas. Este livro de Gene Sharp desempenhou um papel central na Primavera Árabe, e tornou-se a principal referência para os revolucionários não violentos do século XXI.
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Edição: Nov 2016
Nº Páginas: 384
Sinopse:
Começando por retratar a cultura de direita portuguesa dos anos 80 aos nossos dias, o autor debruça-se sobre os grandes pontos de clivagem que, pelo menos à superfície, continuam a dividir as culturas de esquerda e de direita em Portugal. Percorrendo diversas tendências contemporâneas como a proliferação do lifestyle e do trendy, a revisitação light do salazarismo, os livros de auto-ajuda e outras taras actuais, a sociedade portuguesa é apresentada como adversa a extremismos, realçando-se as muitas afinidades ocultas entre direita e esquerda - mais numerosas e profundas do que costumamos julgar.
Nº Páginas: 384
Sinopse:
Começando por retratar a cultura de direita portuguesa dos anos 80 aos nossos dias, o autor debruça-se sobre os grandes pontos de clivagem que, pelo menos à superfície, continuam a dividir as culturas de esquerda e de direita em Portugal. Percorrendo diversas tendências contemporâneas como a proliferação do lifestyle e do trendy, a revisitação light do salazarismo, os livros de auto-ajuda e outras taras actuais, a sociedade portuguesa é apresentada como adversa a extremismos, realçando-se as muitas afinidades ocultas entre direita e esquerda - mais numerosas e profundas do que costumamos julgar.
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Edição: Jul 2019
Nº Páginas: 256
Sinopse:
Gramática Prática de Português, propondo variadas e sugestivas atividades de aplicação e de produção, correspondentes aos diferentes aspetos do funcionamento da língua explicitados na Gramática.
Nº Páginas: 256
Sinopse:
Gramática Prática de Português, propondo variadas e sugestivas atividades de aplicação e de produção, correspondentes aos diferentes aspetos do funcionamento da língua explicitados na Gramática.
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Edição: Mai 2018
Nº Páginas: 160
Sinopse:
"Apreciei muito ler este livro que, de forma simples e direta, põe em relevo muitos aspetos do vasto tema dos ‘Valores Universais’ no mundo inquieto do século xxi [...]." Fernando Lopes da Silva, Professor Emérito da Universidade de Amesterdão "[…] A verdade flui por entrelinhas como um horizonte legível a prazo mais ou menos curto, mas sem que se dispense o consciente risco da caminhada, ou a paixão serena da descoberta […]." Mário Cláudio, Escritor "[…] Bem estruturado, cuidadoso na sua temeridade e coerente no seu conteúdo, […] este livro, no seu cerne, propõe uma sabedoria, uma busca de ser, uma prática de salvação […]." Rui Mota Cardoso, Professor da Faculdade de Medicina da Universidade do Porto "[…] Desta vez Luís Portela foi mais longe... entrou, em grande, pela espiritualidade superlativa!… É um livro para ‘alunos avançados’!… Não só está muito bem escrito e argumentado, como também é um livro NECESSÁRIO aos tempos correntes e futuros." Mário Simões, Professor da Faculdade de Medicina da Universidade de Lisboa
Nº Páginas: 160
Sinopse:
"Apreciei muito ler este livro que, de forma simples e direta, põe em relevo muitos aspetos do vasto tema dos ‘Valores Universais’ no mundo inquieto do século xxi [...]." Fernando Lopes da Silva, Professor Emérito da Universidade de Amesterdão "[…] A verdade flui por entrelinhas como um horizonte legível a prazo mais ou menos curto, mas sem que se dispense o consciente risco da caminhada, ou a paixão serena da descoberta […]." Mário Cláudio, Escritor "[…] Bem estruturado, cuidadoso na sua temeridade e coerente no seu conteúdo, […] este livro, no seu cerne, propõe uma sabedoria, uma busca de ser, uma prática de salvação […]." Rui Mota Cardoso, Professor da Faculdade de Medicina da Universidade do Porto "[…] Desta vez Luís Portela foi mais longe... entrou, em grande, pela espiritualidade superlativa!… É um livro para ‘alunos avançados’!… Não só está muito bem escrito e argumentado, como também é um livro NECESSÁRIO aos tempos correntes e futuros." Mário Simões, Professor da Faculdade de Medicina da Universidade de Lisboa
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Edição: Out 2020
Nº Páginas: 48
Sinopse:
Como é que o leite que bebes de manhã foi parar ao pacote? E como terá sido feito o copo de vidro com o qual bebes o teu sumo preferido? Neste livro, vais encontrar as respostas a estas perguntas e muitas outras curiosidades sobre objetos do dia a dia que usas. Dos telemóveis à comida, ao lixo e à eletricidade, cada percurso é explicado passo a passo desde a sua origem até chegarem a ti. No fim, partilha com a tua família e os teus amigos as coisas surpreendentes que descobriste! Ilustrações muito divertidas e apelativas. Um livro transversal que irá agradar a pais e filhos, com textos concisos e muito fáceis de seguir que explicam todo o percurso de produção, passo a passo.
Nº Páginas: 48
Sinopse:
Como é que o leite que bebes de manhã foi parar ao pacote? E como terá sido feito o copo de vidro com o qual bebes o teu sumo preferido? Neste livro, vais encontrar as respostas a estas perguntas e muitas outras curiosidades sobre objetos do dia a dia que usas. Dos telemóveis à comida, ao lixo e à eletricidade, cada percurso é explicado passo a passo desde a sua origem até chegarem a ti. No fim, partilha com a tua família e os teus amigos as coisas surpreendentes que descobriste! Ilustrações muito divertidas e apelativas. Um livro transversal que irá agradar a pais e filhos, com textos concisos e muito fáceis de seguir que explicam todo o percurso de produção, passo a passo.
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Edição: Mai 2017
Nº Páginas: 312
Sinopse:
Da Amazónia às Malvinas resgata do esquecimento uma grande viagem que Beatriz Sarlo fez na juventude, nas décadas de 60 e 70, atravessando uma América Latina pulsando de ímpeto revolucionário. Viagens de barco, caminhadas pelas montanhas e pela selva, o clima e a geografia como protagonistas de aventuras que lembram Joseph Conrad e Jack London. Este périplo latino-americano é também a biografia itinerante de uma jovem mulher que encontrou pessoas, lugares e situações extraordinárias, que superam todas as expectativas. Uma escrita íntima sobre o poder da memória e a recriação fervilhante de um continente mítico. Talvez nunca cheguemos a compreender por inteiro a motivação que levou uma rapariga argentina a empreender, enquanto jovem maoísta, algumas das "viagens ideológicas" aqui descritas. [...] Beatriz Sarlo faz um inteligente e corajoso exercício de autocrítica, reinterpretando vivências "que não são simples recordações, porque lhes pertenço de uma maneira radical". À luz deste outro tempo, é-lhe agora possível constatar que, em viagem como na vida, só encontramos aquilo de que vamos à procura. —Carlos Vaz Marques, Prefácio
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Sinopse:
Da Amazónia às Malvinas resgata do esquecimento uma grande viagem que Beatriz Sarlo fez na juventude, nas décadas de 60 e 70, atravessando uma América Latina pulsando de ímpeto revolucionário. Viagens de barco, caminhadas pelas montanhas e pela selva, o clima e a geografia como protagonistas de aventuras que lembram Joseph Conrad e Jack London. Este périplo latino-americano é também a biografia itinerante de uma jovem mulher que encontrou pessoas, lugares e situações extraordinárias, que superam todas as expectativas. Uma escrita íntima sobre o poder da memória e a recriação fervilhante de um continente mítico. Talvez nunca cheguemos a compreender por inteiro a motivação que levou uma rapariga argentina a empreender, enquanto jovem maoísta, algumas das "viagens ideológicas" aqui descritas. [...] Beatriz Sarlo faz um inteligente e corajoso exercício de autocrítica, reinterpretando vivências "que não são simples recordações, porque lhes pertenço de uma maneira radical". À luz deste outro tempo, é-lhe agora possível constatar que, em viagem como na vida, só encontramos aquilo de que vamos à procura. —Carlos Vaz Marques, Prefácio
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Edição: Jun 2013
Nº Páginas: 304
Sinopse:
Quando Lisboa tremeu por debaixo dos seus pés, D. Teresa de Távora recordou cada uma das palavras premonitórias que o padre Malagrida lhe escrevera. Cada grito desesperado que ouvia nas ruas destruídas da cidade eram a prova de que era ela a causadora de toda aquela desgraça. Os seus atos pecaminosos. A sua beleza, a sua sensualidade, o adultério vergonhoso que envolvia a sua relação amorosa com o rei de Portugal… Depois do sucesso de D. Estefânia, Um trágico amor, Sara Rodi regressa à escrita para nos contar a extraordinária história de D. Teresa de Távora a amante do rei D. José I. Narrado na primeira pessoa e baseado numa minuciosa pesquisa, somos levados a conhecer a vida desta mulher que viveu no século XVIII. Um século marcado pelo trágico terramoto de Lisboa, a ascensão ao poder de Sebastião José de Carvalho e Melo, o Marquês de Pombal, e o sangrento processo dos Távora. Nesse fatídico dia de 13 de janeiro de 1759, D. Teresa viu morrer no cadafalso o seu marido Luís Bernardo, o irmão, o sogro, a sogra D. Leonor, cunhados e sobrinhos. Perdeu o nome Távora, arrancado da toponímia e dos brasões, manchado pela vergonha para todo o sempre, e perdeu a liberdade por que tanto havia lutado. D. Teresa de Távora não foi casta. Não praticou grandes obras. Não foi uma esposa fiel. Foi apenas mulher. E esta é a sua história.
Nº Páginas: 304
Sinopse:
Quando Lisboa tremeu por debaixo dos seus pés, D. Teresa de Távora recordou cada uma das palavras premonitórias que o padre Malagrida lhe escrevera. Cada grito desesperado que ouvia nas ruas destruídas da cidade eram a prova de que era ela a causadora de toda aquela desgraça. Os seus atos pecaminosos. A sua beleza, a sua sensualidade, o adultério vergonhoso que envolvia a sua relação amorosa com o rei de Portugal… Depois do sucesso de D. Estefânia, Um trágico amor, Sara Rodi regressa à escrita para nos contar a extraordinária história de D. Teresa de Távora a amante do rei D. José I. Narrado na primeira pessoa e baseado numa minuciosa pesquisa, somos levados a conhecer a vida desta mulher que viveu no século XVIII. Um século marcado pelo trágico terramoto de Lisboa, a ascensão ao poder de Sebastião José de Carvalho e Melo, o Marquês de Pombal, e o sangrento processo dos Távora. Nesse fatídico dia de 13 de janeiro de 1759, D. Teresa viu morrer no cadafalso o seu marido Luís Bernardo, o irmão, o sogro, a sogra D. Leonor, cunhados e sobrinhos. Perdeu o nome Távora, arrancado da toponímia e dos brasões, manchado pela vergonha para todo o sempre, e perdeu a liberdade por que tanto havia lutado. D. Teresa de Távora não foi casta. Não praticou grandes obras. Não foi uma esposa fiel. Foi apenas mulher. E esta é a sua história.
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Edição: Mai 2015
Nº Páginas: 250
Sinopse:
D. Teresa de Portugal, mãe de D. Afonso Henriques, é uma personagem fundamental da História portuguesa. No entanto a sua vida é pouco conhecida. E o que se sabe tem sido distorcido por interesses políticos e por preconceitos ancestrais. Descendente de nobres portucalenses, entre outros a poderosa Mumadona de Guimarães, ao casar-se com Henrique de Borgonha, seu pai, o rei D. Afonso VI de Castela e Leão, deu-lhe em dote os ricos e estratégicos territórios a sul do Minho que constituíram a origem do Portugal actual. Viúva aos vinte e cinco anos com três filhos pequenos, durante dez anos de governo autónomo e proveitoso, soube ganhar o apoio dos colaboradores do seu marido, como Egas Moniz, repelir os ataques muçulmanos a Coimbra e vencer mais de uma vez, pela astúcia ou pelas armas, a sua meia-irmã, a rainha Urraca de Castela. Caso único da História ocidental, uma mulher pode assim colocar-se à cabeça de um regnum até então inexistente e exercer o poder com o mesmo desembaraço que os homens. Em 1116, o Papa Pascoal II reconheceu-lhe o título de Rainha de Portugal. A sua relação política e sentimental com o conde Fernando Pérez de Trava desencadeou a rejeição daqueles que, baseados numa tradição milenar, consideravam que o governo nas mãos de uma mulher era algo perigoso ou, até mesmo, diabólico. Um confronto que acabaria em 1128 com a lendária batalha de São Mamede em que D. Teresa foi derrotada pelas forças partidárias do seu filho e herdeiro. Primeira narrativa da extraordinária vida de uma das governantes mais originais, inteligentes e empenhadas da Idade Média.
Nº Páginas: 250
Sinopse:
D. Teresa de Portugal, mãe de D. Afonso Henriques, é uma personagem fundamental da História portuguesa. No entanto a sua vida é pouco conhecida. E o que se sabe tem sido distorcido por interesses políticos e por preconceitos ancestrais. Descendente de nobres portucalenses, entre outros a poderosa Mumadona de Guimarães, ao casar-se com Henrique de Borgonha, seu pai, o rei D. Afonso VI de Castela e Leão, deu-lhe em dote os ricos e estratégicos territórios a sul do Minho que constituíram a origem do Portugal actual. Viúva aos vinte e cinco anos com três filhos pequenos, durante dez anos de governo autónomo e proveitoso, soube ganhar o apoio dos colaboradores do seu marido, como Egas Moniz, repelir os ataques muçulmanos a Coimbra e vencer mais de uma vez, pela astúcia ou pelas armas, a sua meia-irmã, a rainha Urraca de Castela. Caso único da História ocidental, uma mulher pode assim colocar-se à cabeça de um regnum até então inexistente e exercer o poder com o mesmo desembaraço que os homens. Em 1116, o Papa Pascoal II reconheceu-lhe o título de Rainha de Portugal. A sua relação política e sentimental com o conde Fernando Pérez de Trava desencadeou a rejeição daqueles que, baseados numa tradição milenar, consideravam que o governo nas mãos de uma mulher era algo perigoso ou, até mesmo, diabólico. Um confronto que acabaria em 1128 com a lendária batalha de São Mamede em que D. Teresa foi derrotada pelas forças partidárias do seu filho e herdeiro. Primeira narrativa da extraordinária vida de uma das governantes mais originais, inteligentes e empenhadas da Idade Média.
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Edição: Mar 2021
Nº Páginas: 600
Sinopse:
O seu destino estava marcado por uma palavra mágica e poderosa, gritada ao vento e escrita num pergaminho virgem, com pena de pato macho: anisisapta. Esta é a sua história. A história de Teresa, filha de Ximena Moniz do Bierzo e de Afonso VI de Leão e Castela. Filha de um imperador, dele herdou o feitio temperamental e a paixão pelo poder. Viúva aos vinte e cinco anos do conde D. Henrique de Borgonha, regeu com pulso de ferro o que era seu por direito. Em 1116, o papa Pascoal II chamava-lhe rainha. Uma mulher de armas, à frente do seu tempo, que governou num mundo de homens e de conspirações. Pelo seu Condado Portucalense confrontou a meia-irmã e rival rainha Urraca de Castela, o pai, a Igreja Católica, os nobres portucalenses e até mesmo o próprio filho D. Afonso Henriques. A cavalo, de espada em riste, enfrentou-o na lendária Batalha de São Mamede, em 1128. Trinta e três anos depois de ter chegado ao condado com tanta esperança, tantos sonhos, via-se obrigada a fugir, derrotada pelo seu próprio sangue, traída…O seu único consolo era ter ao lado o seu amor Fernão Peres de Trava e a certeza de que em Sahagún, Alberto, fiel amigo, escreveria com verdade a sua história. Imortalizada.
Nº Páginas: 600
Sinopse:
O seu destino estava marcado por uma palavra mágica e poderosa, gritada ao vento e escrita num pergaminho virgem, com pena de pato macho: anisisapta. Esta é a sua história. A história de Teresa, filha de Ximena Moniz do Bierzo e de Afonso VI de Leão e Castela. Filha de um imperador, dele herdou o feitio temperamental e a paixão pelo poder. Viúva aos vinte e cinco anos do conde D. Henrique de Borgonha, regeu com pulso de ferro o que era seu por direito. Em 1116, o papa Pascoal II chamava-lhe rainha. Uma mulher de armas, à frente do seu tempo, que governou num mundo de homens e de conspirações. Pelo seu Condado Portucalense confrontou a meia-irmã e rival rainha Urraca de Castela, o pai, a Igreja Católica, os nobres portucalenses e até mesmo o próprio filho D. Afonso Henriques. A cavalo, de espada em riste, enfrentou-o na lendária Batalha de São Mamede, em 1128. Trinta e três anos depois de ter chegado ao condado com tanta esperança, tantos sonhos, via-se obrigada a fugir, derrotada pelo seu próprio sangue, traída…O seu único consolo era ter ao lado o seu amor Fernão Peres de Trava e a certeza de que em Sahagún, Alberto, fiel amigo, escreveria com verdade a sua história. Imortalizada.
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Edição: Nov 2016
Nº Páginas: 32
Sinopse:
Esta é a história de um Infante muito desejado que se tornou rei quando ainda era muito pequeno e que um dia desapareceu numa grande batalha para defender o reino. Mas há quem diga que vai voltar numa manhã de nevoeiro...
Nº Páginas: 32
Sinopse:
Esta é a história de um Infante muito desejado que se tornou rei quando ainda era muito pequeno e que um dia desapareceu numa grande batalha para defender o reino. Mas há quem diga que vai voltar numa manhã de nevoeiro...
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Edição: Mar 2016
Nº Páginas: 692
Sinopse:
"D. Sebastião e o Vidente" narra a história do décimo sexto rei de Portugal, o Desejado, desde o seu nascimento, em 1554, até ao seu fulgurante ocaso, nas planícies de Alcácer Quibir, em 1578.Encarnando as esperanças da nação, D. Sebastião é, todavia, um órfão privado de afectos, criado e educado por velhos, como a avó, a rainha D. Catarina, e o tio, o cardeal D. Henrique.Aclamado rei aos três anos, vai crescer, caprichoso e atormentado pelos seus traumas e complexos de adolescente, sublimados nos sonhos de glória de mancebo visionário.Senhor de um poder absoluto (alimentado pela corrupção dos cortesãos e dos políticos), assume-se como o Capitão de Deus, numa cruzada contra os mouros, que vai conduzir Portugal ao desastre, profetizado pelas visões de Miguel Leitão de Andrada, um fidalgo de Pedrógão Grande, com fumos de vidente, cuja vida se entrelaça com a do rei, num binómio de idealismo-materialismo posteriormente imortalizado em D. Quixote e Sancho Pança.O Desejado, graças à sua personalidade problemática e fascinante, fez-se mito (o Sebastianismo), amado e odiado ao longo dos séculos, tendo o desastre de Alcácer Quibir deixado no esquecimento a melhor parte do seu reinado: as reformas políticas, administrativas e militares.
Nº Páginas: 692
Sinopse:
"D. Sebastião e o Vidente" narra a história do décimo sexto rei de Portugal, o Desejado, desde o seu nascimento, em 1554, até ao seu fulgurante ocaso, nas planícies de Alcácer Quibir, em 1578.Encarnando as esperanças da nação, D. Sebastião é, todavia, um órfão privado de afectos, criado e educado por velhos, como a avó, a rainha D. Catarina, e o tio, o cardeal D. Henrique.Aclamado rei aos três anos, vai crescer, caprichoso e atormentado pelos seus traumas e complexos de adolescente, sublimados nos sonhos de glória de mancebo visionário.Senhor de um poder absoluto (alimentado pela corrupção dos cortesãos e dos políticos), assume-se como o Capitão de Deus, numa cruzada contra os mouros, que vai conduzir Portugal ao desastre, profetizado pelas visões de Miguel Leitão de Andrada, um fidalgo de Pedrógão Grande, com fumos de vidente, cuja vida se entrelaça com a do rei, num binómio de idealismo-materialismo posteriormente imortalizado em D. Quixote e Sancho Pança.O Desejado, graças à sua personalidade problemática e fascinante, fez-se mito (o Sebastianismo), amado e odiado ao longo dos séculos, tendo o desastre de Alcácer Quibir deixado no esquecimento a melhor parte do seu reinado: as reformas políticas, administrativas e militares.
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Edição: Mar 2010
Nº Páginas: 416
Sinopse:
Nenhum rei, na história portuguesa dos primeiros séculos, deixou de si mesmo tão escassos sinais como Sancho II. Morto em Toledo, no Inverno de 1248, sem filhos, legítimos ou bastardos, caso único na dinastia borgonhesa, é um irmão, Afonso, conde de Bolonha, que lhe sucede, facto que poderá não ser alheio à erosão da sua memória. Apertado no complicado xadrez político em que se jogam as aspirações de Afonso IX de Leão, a crescente hegemonia castelhana e os planos do papado, Sancho herda todos os problemas que o pai, D. Afonso II, deixara em aberto, mas nenhuma da sua reconhecida habilidade para, ileso, neles se movimentar. Durante anos, a relativa consistência de um reduzido grupo de personagens junto de si, em que toma relevo a brilhante figura de Mestre Vicente, irá redimi-lo de tudo, inclusive da ineficácia militar. Porém, em breve se adensam os indícios de uma anarquia que consumirá a sua autoridade e causará a sua deposição.
Nº Páginas: 416
Sinopse:
Nenhum rei, na história portuguesa dos primeiros séculos, deixou de si mesmo tão escassos sinais como Sancho II. Morto em Toledo, no Inverno de 1248, sem filhos, legítimos ou bastardos, caso único na dinastia borgonhesa, é um irmão, Afonso, conde de Bolonha, que lhe sucede, facto que poderá não ser alheio à erosão da sua memória. Apertado no complicado xadrez político em que se jogam as aspirações de Afonso IX de Leão, a crescente hegemonia castelhana e os planos do papado, Sancho herda todos os problemas que o pai, D. Afonso II, deixara em aberto, mas nenhuma da sua reconhecida habilidade para, ileso, neles se movimentar. Durante anos, a relativa consistência de um reduzido grupo de personagens junto de si, em que toma relevo a brilhante figura de Mestre Vicente, irá redimi-lo de tudo, inclusive da ineficácia militar. Porém, em breve se adensam os indícios de uma anarquia que consumirá a sua autoridade e causará a sua deposição.
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Edição: Jun 2007
Nº Páginas: 552
Sinopse:
O D. Quixote é a obra principal de Miguel de Cervantes (1547-1616). É também um dos livros fundamentais da cultura universal e um dos romances em que a narrativa moderna mergulha as suas raízes.
Nº Páginas: 552
Sinopse:
O D. Quixote é a obra principal de Miguel de Cervantes (1547-1616). É também um dos livros fundamentais da cultura universal e um dos romances em que a narrativa moderna mergulha as suas raízes.
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Edição: Out 2007
Nº Páginas: 384
Sinopse:
Lindo, fúnebre e solitário, D. Pedro V foi um cometa que iluminou a quarta dinastia. Filho de D. Maria II de Bragança e de D. Fernando de Saxe Coburgo, nasceu em Lisboa, no Palácio das Necessidades, a 16 de Setembro de 1837. Foi uma criança prodígio, mais afeiçoada aos estudos do que aos brinquedos. Após a morte de sua mãe, e por ter de esperar dois anos até atingir a maioridade, viajou pela Europa. Seria coroado a 16 de Setembro de 1855. Três anos depois, casava-se com um membro da casa real da Prússia, D. Estefânia de Hohenzollern Sigmaringen, com quem manteve uma relação platónica. Morreu aos 24 anos, a 11 de Novembro de 1861. Existiam, na sua natureza, contrastes surpreendentes. Era severo e gentil; modesto e sarcástico; tinha carências afectivas e era de uma frieza que podia ferir. Para o bem e para o mal, não teve tempo de mostrar aquilo de que era capaz. Morreu, como afirmou desejar, na flor da idade. Passou à história sob o cognome de o Esperançoso.
Nº Páginas: 384
Sinopse:
Lindo, fúnebre e solitário, D. Pedro V foi um cometa que iluminou a quarta dinastia. Filho de D. Maria II de Bragança e de D. Fernando de Saxe Coburgo, nasceu em Lisboa, no Palácio das Necessidades, a 16 de Setembro de 1837. Foi uma criança prodígio, mais afeiçoada aos estudos do que aos brinquedos. Após a morte de sua mãe, e por ter de esperar dois anos até atingir a maioridade, viajou pela Europa. Seria coroado a 16 de Setembro de 1855. Três anos depois, casava-se com um membro da casa real da Prússia, D. Estefânia de Hohenzollern Sigmaringen, com quem manteve uma relação platónica. Morreu aos 24 anos, a 11 de Novembro de 1861. Existiam, na sua natureza, contrastes surpreendentes. Era severo e gentil; modesto e sarcástico; tinha carências afectivas e era de uma frieza que podia ferir. Para o bem e para o mal, não teve tempo de mostrar aquilo de que era capaz. Morreu, como afirmou desejar, na flor da idade. Passou à história sob o cognome de o Esperançoso.
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Edição: Jun 2016
Nº Páginas: 464
Sinopse:
Ao morrer, D. Pedro IV deixou para as gerações futuras uma difícil tarefa: entender as muitas contradições da sua vida e extrair das suas memórias uma imagem fiel da sua personalidade, das suas ideias, angústias e ambições. Até hoje, esta tarefa não tinha sido cumprida. No meio de um emaranhado de especulações e distorções históricas, ficava a interrogação: quem foi D. Pedro? Para responder a esta pergunta Paulo Rezzutti recorreu a uma ampla gama de fontes primárias e documentos originais que revelam uma miríade de facetas desconhecidas de D Pedro e que dão acesso à história não contada do monarca.
Nº Páginas: 464
Sinopse:
Ao morrer, D. Pedro IV deixou para as gerações futuras uma difícil tarefa: entender as muitas contradições da sua vida e extrair das suas memórias uma imagem fiel da sua personalidade, das suas ideias, angústias e ambições. Até hoje, esta tarefa não tinha sido cumprida. No meio de um emaranhado de especulações e distorções históricas, ficava a interrogação: quem foi D. Pedro? Para responder a esta pergunta Paulo Rezzutti recorreu a uma ampla gama de fontes primárias e documentos originais que revelam uma miríade de facetas desconhecidas de D Pedro e que dão acesso à história não contada do monarca.
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Edição: Mai 2010
Nº Páginas: 416
Sinopse:
D. Pedro II nasceu em Lisboa, em 1648, e faleceu na mesma cidade, em 1706. Apesar da relevância do período em que viveu, D. Pedro permaneceu, na historiografia portuguesa, aprisionado entre as contingências fatídicas da governação do Vitorioso e a magnificência do reinado de D. João V. Defraudado por uns e glorificado por outros, D. Pedro II continuou a ser o eterno esquecido, votado, salvo raras excepções, a um verdadeiro ostracismo historiográfico. Afigura-se quase inexplicável este "abandono" se pensarmos que entre a regência (1668-1683) e o reinado de D. Pedro (1683-1706) decorreram trinta e oito anos, correspondendo, por um lado, a um dos períodos decisórios no quadro da política externa, com o final das Guerras da Restauração e o início da guerra da sucessão de Espanha e, por outro, a uma fase de crescente acalmia entre grupos de poder desavindos, que permitiu o reforço da monarquia absoluta e a consolidação da dinastia de Bragança. Procura-se, ao longo deste livro, desmistificar a imagem do Pacífico, tentando reconstruir, na possibilidade da escrita efémera do historiador, o quotidiano de D. Pedro II, que, tendo vivido em tempos de controvérsia, soube pacificar uma nação.
Nº Páginas: 416
Sinopse:
D. Pedro II nasceu em Lisboa, em 1648, e faleceu na mesma cidade, em 1706. Apesar da relevância do período em que viveu, D. Pedro permaneceu, na historiografia portuguesa, aprisionado entre as contingências fatídicas da governação do Vitorioso e a magnificência do reinado de D. João V. Defraudado por uns e glorificado por outros, D. Pedro II continuou a ser o eterno esquecido, votado, salvo raras excepções, a um verdadeiro ostracismo historiográfico. Afigura-se quase inexplicável este "abandono" se pensarmos que entre a regência (1668-1683) e o reinado de D. Pedro (1683-1706) decorreram trinta e oito anos, correspondendo, por um lado, a um dos períodos decisórios no quadro da política externa, com o final das Guerras da Restauração e o início da guerra da sucessão de Espanha e, por outro, a uma fase de crescente acalmia entre grupos de poder desavindos, que permitiu o reforço da monarquia absoluta e a consolidação da dinastia de Bragança. Procura-se, ao longo deste livro, desmistificar a imagem do Pacífico, tentando reconstruir, na possibilidade da escrita efémera do historiador, o quotidiano de D. Pedro II, que, tendo vivido em tempos de controvérsia, soube pacificar uma nação.
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Edição: Mai 2014
Nº Páginas: 368
Sinopse:
A 4 de Abril de 1819 nascia no Brasil a princesa D. Maria da Glória, filha de D. Pedro de Bragança herdeiro do trono de Portugal e de D. Leopoldina de Áustria. Com apenas 7 anos foi declarada rainha de Portugal, mas somente aos 15 anos conheceu o país que iria governar. Um reino, bem diferente das terras de Vera Cruz, marcado pela Guerra Peninsular a que se seguiu a guerra civil entre D. Pedro e D. Miguel - liberais contra absolutistas. O seu reinado foi marcado por transformações sociais e económicas e por uma forte instabilidade política, com constantes mudanças de ministros, intensa atividade parlamentar contra ou a favor da Carta Constitucional ou desta ou daquela Constituição e constantes revoltas populares que atingiam a figura da própria rainha. A tudo isto, D. Maria, marcada por uma forte personalidade, respondeu com coragem e determinação. Depois de um casamento não consumado com o seu tio D. Miguel, de ter ficado viúva do seu segundo marido, pouco tempo depois do matrimónio, é nos braços de D. Fernando de Saxe-Coburgo-Gotha que encontra a felicidade e a alegria da maternidade. Dos ministros confiou no muito contestado Bernardo da Costa Cabral que acabou por afastar da governação. Os seus momentos mais felizes passa-os na troca de correspondência com a prima e rainha Vitória de Inglaterra, onde lhe descrevia a felicidade da vida de casada e a maternidade e alguns, poucos, problemas políticos do país. A historiadora Luísa V. de Paiva Boléo, autora de "D. Maria I, a Rainha Louca", leva-nos ao conturbado século XIX português para ficarmos a conhecer a biografia da primeira rainha constitucional, que, apesar da sua inexperiência, enfrentou as contrariedades políticas, marcando a história do país, nomeadamente ao criar o ensino primário gratuito, ao desenvolver vias de comunicação terrestres e fluviais e fundando a Academia de Belas-Artes e o teatro com o seu nome, em Lisboa. No dia 15 de novembro de 1853, ao dar à luz o seu décimo primeiro filho, faleceu, sem sequer ter tempo de se despedir dos filhos e marido. Para trás deixou uma família e um povo consternados e uma estabilidade política que tinha sabido conquistar a pulso.
Nº Páginas: 368
Sinopse:
A 4 de Abril de 1819 nascia no Brasil a princesa D. Maria da Glória, filha de D. Pedro de Bragança herdeiro do trono de Portugal e de D. Leopoldina de Áustria. Com apenas 7 anos foi declarada rainha de Portugal, mas somente aos 15 anos conheceu o país que iria governar. Um reino, bem diferente das terras de Vera Cruz, marcado pela Guerra Peninsular a que se seguiu a guerra civil entre D. Pedro e D. Miguel - liberais contra absolutistas. O seu reinado foi marcado por transformações sociais e económicas e por uma forte instabilidade política, com constantes mudanças de ministros, intensa atividade parlamentar contra ou a favor da Carta Constitucional ou desta ou daquela Constituição e constantes revoltas populares que atingiam a figura da própria rainha. A tudo isto, D. Maria, marcada por uma forte personalidade, respondeu com coragem e determinação. Depois de um casamento não consumado com o seu tio D. Miguel, de ter ficado viúva do seu segundo marido, pouco tempo depois do matrimónio, é nos braços de D. Fernando de Saxe-Coburgo-Gotha que encontra a felicidade e a alegria da maternidade. Dos ministros confiou no muito contestado Bernardo da Costa Cabral que acabou por afastar da governação. Os seus momentos mais felizes passa-os na troca de correspondência com a prima e rainha Vitória de Inglaterra, onde lhe descrevia a felicidade da vida de casada e a maternidade e alguns, poucos, problemas políticos do país. A historiadora Luísa V. de Paiva Boléo, autora de "D. Maria I, a Rainha Louca", leva-nos ao conturbado século XIX português para ficarmos a conhecer a biografia da primeira rainha constitucional, que, apesar da sua inexperiência, enfrentou as contrariedades políticas, marcando a história do país, nomeadamente ao criar o ensino primário gratuito, ao desenvolver vias de comunicação terrestres e fluviais e fundando a Academia de Belas-Artes e o teatro com o seu nome, em Lisboa. No dia 15 de novembro de 1853, ao dar à luz o seu décimo primeiro filho, faleceu, sem sequer ter tempo de se despedir dos filhos e marido. Para trás deixou uma família e um povo consternados e uma estabilidade política que tinha sabido conquistar a pulso.
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Edição: Jul 2020
Nº Páginas: 248
Sinopse:
D. Maria I foi a primeira mulher a governar Portugal e ficou conhecida para a história como a "Rainha Louca". Mãe de D. João VI e avó do primeiro imperador do Brasil, teve um longo reinado de 38 anos - marcado por intensa atividade governativa, pela ação social e pelo desenvolvimento das artes e das ciências - e, no entanto, a sua vida conta com aspetos muito importantes não esclarecidos. Se era mentalmente instável, o que a levou a isso? E seria realmente louca, ou antes incompreendida? Que impacto tiveram nela as mortes do marido e do filho primogénito? A fim de lançar uma nova luz sobre esta figura marcante da história de Portugal, a historiadora Mary del Priore investigou a fundo a sua vida. Neste livro, Del Priore conta a história da monarca de uma perspectiva inédita e intimista, e revela que o seu estado mental era provavelmente fruto das muitas tristezas e contratempos que sofreu ao longo da vida, numa época em que a depressão e a melancolia eram confundidas com insanidade - e até mesmo consideradas obras do demónio. Abordando a vida de D. Maria I desde o seu nascimento em Lisboa, em Dezembro de 1734, até à sua morte no Brasil, para onde foi em 1808, passando pela sua devoção ao catolicismo, a coroação como primeira rainha portuguesa, o conflito com o Marquês de Pombal e o aparecimento dos primeiros sintomas de doença, esta obra faz justiça a uma mulher que conseguiu sobreviver a tempos e circunstâncias que lhe foram muito adversos
Nº Páginas: 248
Sinopse:
D. Maria I foi a primeira mulher a governar Portugal e ficou conhecida para a história como a "Rainha Louca". Mãe de D. João VI e avó do primeiro imperador do Brasil, teve um longo reinado de 38 anos - marcado por intensa atividade governativa, pela ação social e pelo desenvolvimento das artes e das ciências - e, no entanto, a sua vida conta com aspetos muito importantes não esclarecidos. Se era mentalmente instável, o que a levou a isso? E seria realmente louca, ou antes incompreendida? Que impacto tiveram nela as mortes do marido e do filho primogénito? A fim de lançar uma nova luz sobre esta figura marcante da história de Portugal, a historiadora Mary del Priore investigou a fundo a sua vida. Neste livro, Del Priore conta a história da monarca de uma perspectiva inédita e intimista, e revela que o seu estado mental era provavelmente fruto das muitas tristezas e contratempos que sofreu ao longo da vida, numa época em que a depressão e a melancolia eram confundidas com insanidade - e até mesmo consideradas obras do demónio. Abordando a vida de D. Maria I desde o seu nascimento em Lisboa, em Dezembro de 1734, até à sua morte no Brasil, para onde foi em 1808, passando pela sua devoção ao catolicismo, a coroação como primeira rainha portuguesa, o conflito com o Marquês de Pombal e o aparecimento dos primeiros sintomas de doença, esta obra faz justiça a uma mulher que conseguiu sobreviver a tempos e circunstâncias que lhe foram muito adversos
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