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Edição: Nov 2012
Nº Páginas: 312
Sinopse:
A vida de D. Manuel II, o último rei de Portugal, suscita um enorme interesse É a vida de um rei cuja figura ficou marcada por um rasto de saudade, quase um mito para monárquicos e nostálgicos, e por um profundo desconhecimento, especialmente dos anos do seu prolongado e frustrante exílio em Inglaterra. Um homem que morreu cedo de mais, em 1932, de forma inesperada, e sem deixar filhos como garante essencial da continuidade dinástica da histórica Casa de Bragança. Chorado por muitos, esquecido e até desprezado por outros, poucos dos seus biógrafos, que em geral se detêm na sua intensa atividade política dentro e fora de Portugal, olharam com detalhe a sua vida no exílio Viajamos no tempo desde a triste queda da monarquia portuguesa nos últimos anos da dourada Belle Époque até à crise económica e política que levou à Segunda Guerra Mundial. Descobrimos o vínculo forte que o unia à sua mãe, a rainha D. Amélia, a sua relação com a pátria que o acolheu, Inglaterra, e o seu amor profundo por Portugal, um país, um trono a que tentou regressar, mas a que nunca retornaria. Conhecemos grandes personagens como o rei Jorge V, seu primo e apoio fundamental, Alfonso XIII de Espanha, outro primo que lhe desperta os receios frente às ambições expansionistas, Guillermo II da Alemanha, a sua amada atriz Gaby Deslys, os amigos de diversão na noite londrina, e outras distintas princesas que poderiam ter-se tornado rainhas de Portugal. A sorte coube à princesa Augusta Vitória de Hohenzollern, leal companheira, ela própria uma figura desconhecida e contestada numa Inglaterra em guerra com a Alemanha. Infértil, talvez devido a uma doença venérea do seu marido, depois da morte deste refaz a sua vida como condessa do desaparecido império alemão.
Nº Páginas: 312
Sinopse:
A vida de D. Manuel II, o último rei de Portugal, suscita um enorme interesse É a vida de um rei cuja figura ficou marcada por um rasto de saudade, quase um mito para monárquicos e nostálgicos, e por um profundo desconhecimento, especialmente dos anos do seu prolongado e frustrante exílio em Inglaterra. Um homem que morreu cedo de mais, em 1932, de forma inesperada, e sem deixar filhos como garante essencial da continuidade dinástica da histórica Casa de Bragança. Chorado por muitos, esquecido e até desprezado por outros, poucos dos seus biógrafos, que em geral se detêm na sua intensa atividade política dentro e fora de Portugal, olharam com detalhe a sua vida no exílio Viajamos no tempo desde a triste queda da monarquia portuguesa nos últimos anos da dourada Belle Époque até à crise económica e política que levou à Segunda Guerra Mundial. Descobrimos o vínculo forte que o unia à sua mãe, a rainha D. Amélia, a sua relação com a pátria que o acolheu, Inglaterra, e o seu amor profundo por Portugal, um país, um trono a que tentou regressar, mas a que nunca retornaria. Conhecemos grandes personagens como o rei Jorge V, seu primo e apoio fundamental, Alfonso XIII de Espanha, outro primo que lhe desperta os receios frente às ambições expansionistas, Guillermo II da Alemanha, a sua amada atriz Gaby Deslys, os amigos de diversão na noite londrina, e outras distintas princesas que poderiam ter-se tornado rainhas de Portugal. A sorte coube à princesa Augusta Vitória de Hohenzollern, leal companheira, ela própria uma figura desconhecida e contestada numa Inglaterra em guerra com a Alemanha. Infértil, talvez devido a uma doença venérea do seu marido, depois da morte deste refaz a sua vida como condessa do desaparecido império alemão.
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Edição: Nov 2020
Nº Páginas: 640
Sinopse:
CARTA AO VIAJANTE - Nem imagina a alegria que tenho em partilhar consigo estes lugares de D. Manuel I e das suas duas mulheres, irmãs, filhas dos poderosos reis de Castela e Aragão, no desejo de que exerçam sobre si a mesma magia que tiveram para mim. A força da personalidade de D. Manuel e o seu desejo de legitimar a sua improvável subida ao trono fizeram com que deixasse a sua marca bem visível e indelével de norte a sul de Portugal, quase como pistas de um desafio que tinha a esperança de que, muitos séculos depois, os portugueses ainda quisessem seguir. E queremos. Seguir-lhe os passos tanto deste lado da fronteira como do outro, em que reinavam os seus sogros, Isabel, a Católica , e o seu marido, Fernando, o rei soldado. Os passos dele e os das suas duas mulheres, primeiro D. Isabel e depois D. Maria, rainhas de Portugal, que nos levam obrigatoriamente até Granada, o último reduto mouro na Península Ibérica, que a sua mãe conquistou. Os lugares deste roteiro são uma escolha pessoal e podem ser visitados integrados num percurso - como muitas vezes os fiz - ou em momentos separados, mas o essencial é que antes de partir já tenha lido o livro. Não o digo por um desejo de o "obrigar" a fazer os TPC, mas sim porque sei a diferença que faz olhar um castelo, um palácio, uma cama, uma tapeçaria ou o teto de uma igreja conhecendo o que ali se viveu, trazendo à memória não só os factos mas também a emoção que os acompanhou. A minha sugestão é que desenhe um roteiro personalizado, definido por região geográfica, seguindo a linha cronológica dos acontecimentos, ou procurando reviver uma viagem, como, por exemplo, a partida de D. Manuel ainda criança para a corte castelhana, o casamento com D. Isabel em Valência de Alcântara, ou a grande viagem que os reis fizeram até Toledo, onde foram jurados herdeiros de Castela. Ou tudo isto e muito mais, porque as conjugações são infindáveis. O que me parece fundamental é que reserve sempre vários dias para estes passeios, porque permitem tornar a demanda mais intensa e profunda, desligando do presente e mergulhando na cabeça, no coração e no tempo destes protagonistas. E, claro, leve debaixo do braço o livro, para revisitar as diferentes passagens no local onde aconteceram. Boa viagem! Isabel Stilwell
Nº Páginas: 640
Sinopse:
CARTA AO VIAJANTE - Nem imagina a alegria que tenho em partilhar consigo estes lugares de D. Manuel I e das suas duas mulheres, irmãs, filhas dos poderosos reis de Castela e Aragão, no desejo de que exerçam sobre si a mesma magia que tiveram para mim. A força da personalidade de D. Manuel e o seu desejo de legitimar a sua improvável subida ao trono fizeram com que deixasse a sua marca bem visível e indelével de norte a sul de Portugal, quase como pistas de um desafio que tinha a esperança de que, muitos séculos depois, os portugueses ainda quisessem seguir. E queremos. Seguir-lhe os passos tanto deste lado da fronteira como do outro, em que reinavam os seus sogros, Isabel, a Católica , e o seu marido, Fernando, o rei soldado. Os passos dele e os das suas duas mulheres, primeiro D. Isabel e depois D. Maria, rainhas de Portugal, que nos levam obrigatoriamente até Granada, o último reduto mouro na Península Ibérica, que a sua mãe conquistou. Os lugares deste roteiro são uma escolha pessoal e podem ser visitados integrados num percurso - como muitas vezes os fiz - ou em momentos separados, mas o essencial é que antes de partir já tenha lido o livro. Não o digo por um desejo de o "obrigar" a fazer os TPC, mas sim porque sei a diferença que faz olhar um castelo, um palácio, uma cama, uma tapeçaria ou o teto de uma igreja conhecendo o que ali se viveu, trazendo à memória não só os factos mas também a emoção que os acompanhou. A minha sugestão é que desenhe um roteiro personalizado, definido por região geográfica, seguindo a linha cronológica dos acontecimentos, ou procurando reviver uma viagem, como, por exemplo, a partida de D. Manuel ainda criança para a corte castelhana, o casamento com D. Isabel em Valência de Alcântara, ou a grande viagem que os reis fizeram até Toledo, onde foram jurados herdeiros de Castela. Ou tudo isto e muito mais, porque as conjugações são infindáveis. O que me parece fundamental é que reserve sempre vários dias para estes passeios, porque permitem tornar a demanda mais intensa e profunda, desligando do presente e mergulhando na cabeça, no coração e no tempo destes protagonistas. E, claro, leve debaixo do braço o livro, para revisitar as diferentes passagens no local onde aconteceram. Boa viagem! Isabel Stilwell
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Edição: Out 2009
Nº Páginas: 384
Sinopse:
D. Luís, um rei de convicções cujo momento da morte coincidiu com um momento de viragem na história da monarquia constitucional.
Nº Páginas: 384
Sinopse:
D. Luís, um rei de convicções cujo momento da morte coincidiu com um momento de viragem na história da monarquia constitucional.
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Edição: Jan 2010
Nº Páginas: 384
Sinopse:
D. Henrique: um monarca incompetente e incapaz, "que deixou em testamento Portugal aos castelhanos", ou um homem rigoroso, que procurou pela via jurídica e pela negociação dinástica a solução para um problema sucessório de extrema complexidade? Oitavo filho da vasta prole de D. Manuel, nasceu a 31 de Janeiro de 1512 e morreu no mesmo dia e mês do ano de 1580 como 17.º rei de Portugal e último representante da dinastia de Avis. Votado à carreira sacerdotal, não só alcança posições cimeiras na hierarquia da Igreja, como ascende à realeza. Morto D. João III, assume, após D. Catarina, a regência do reino na menoridade de D. Sebastião, a quem sucede como monarca, suportando os destinos políticos de uma sociedade em crise. Rei por incongruência do destino, D. Henrique sobraçou as sequelas imediatas do desastre de Alcácer Quibir e foi alvo de juízos severos, que em muito têm minimizado a sua actuação histórica.
Nº Páginas: 384
Sinopse:
D. Henrique: um monarca incompetente e incapaz, "que deixou em testamento Portugal aos castelhanos", ou um homem rigoroso, que procurou pela via jurídica e pela negociação dinástica a solução para um problema sucessório de extrema complexidade? Oitavo filho da vasta prole de D. Manuel, nasceu a 31 de Janeiro de 1512 e morreu no mesmo dia e mês do ano de 1580 como 17.º rei de Portugal e último representante da dinastia de Avis. Votado à carreira sacerdotal, não só alcança posições cimeiras na hierarquia da Igreja, como ascende à realeza. Morto D. João III, assume, após D. Catarina, a regência do reino na menoridade de D. Sebastião, a quem sucede como monarca, suportando os destinos políticos de uma sociedade em crise. Rei por incongruência do destino, D. Henrique sobraçou as sequelas imediatas do desastre de Alcácer Quibir e foi alvo de juízos severos, que em muito têm minimizado a sua actuação histórica.
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Edição: Abr 2008
Nº Páginas: 448
Sinopse:
D. FIlipe III de Portugal nasceu em Valhadolid em 8 de Abril de 1605. Ascendeu ao trono da monarquia Católica, à qual portugal se encontrava unido desde 1580, em 31 de março de 1621. Ao assumir a realeaza, o jovem Filipe IV de espanha, III de Portugal, recebeu uma pesada herança e um projecto político de relançamento de poderio da monarquia- sustentado pelo seu valido, o conde-duque de Olivares-, que acabará por esgotá-la ao longo de guerras intermináveis. As rebeliões da catalunha e de Portugal pioraram a situação. A notícia da vitória portuguesa em montes Claros terá apressado a morte do rei, em 17 de julho de 1665. Pessoa sensível, com gosto pelas artes e letras, não foi feliz quanto aos projectos políticos que o governo lhe foi apresentado. Respeitador das decisões dos conselhos e imbuído de uma fé religiosa que o levava a aceitar as vitórias e as derrotas como desígnios de deus, « foi praia de resignação constante perante o embate das ondas». Contudo, não é verdade que não tenha feito todos os esforços para recuperar a importante parte da Monarquia Católica que Portugal constítuia. Uma revolução preparada em segredo havia tomado o poder em Lisboa, no Primeiro de Dezembro de 1640, entregando-o a quem o havia prometido. Os sinais múltiplos que anunciavam o divórcio da união política, incentivado pelas provocações de uma das partes, não haviam sido captadas com sabedoria.
Nº Páginas: 448
Sinopse:
D. FIlipe III de Portugal nasceu em Valhadolid em 8 de Abril de 1605. Ascendeu ao trono da monarquia Católica, à qual portugal se encontrava unido desde 1580, em 31 de março de 1621. Ao assumir a realeaza, o jovem Filipe IV de espanha, III de Portugal, recebeu uma pesada herança e um projecto político de relançamento de poderio da monarquia- sustentado pelo seu valido, o conde-duque de Olivares-, que acabará por esgotá-la ao longo de guerras intermináveis. As rebeliões da catalunha e de Portugal pioraram a situação. A notícia da vitória portuguesa em montes Claros terá apressado a morte do rei, em 17 de julho de 1665. Pessoa sensível, com gosto pelas artes e letras, não foi feliz quanto aos projectos políticos que o governo lhe foi apresentado. Respeitador das decisões dos conselhos e imbuído de uma fé religiosa que o levava a aceitar as vitórias e as derrotas como desígnios de deus, « foi praia de resignação constante perante o embate das ondas». Contudo, não é verdade que não tenha feito todos os esforços para recuperar a importante parte da Monarquia Católica que Portugal constítuia. Uma revolução preparada em segredo havia tomado o poder em Lisboa, no Primeiro de Dezembro de 1640, entregando-o a quem o havia prometido. Os sinais múltiplos que anunciavam o divórcio da união política, incentivado pelas provocações de uma das partes, não haviam sido captadas com sabedoria.
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Edição: Mar 2008
Nº Páginas: 384
Sinopse:
Nesta biografia de Filipe II de Portugal (1578-1621) procura-se deslindar as principais etapas da vida deste monarca, sem esquecer o seu contexto de governante da Monarquia Católica. Quarto príncipe jurado em vida de seu pai, doentio na infância e adolescência, marcado por um pai dominador e pouco crente no filho, são tudo aspectos que a partida não seriam de esperar no sucessor da mais poderosa monarquia do seu tempo. Apesar das promessas, D. Filipe em Portugal só apareceu de visita durante alguns meses de 1619. Fez entradas régias em várias localidades que tiveram marcas de singularidade em relação ao que a tradição ditava. Que traços singularizaram de facto este soberano, em particular na sua qualidade de rei de Portugal? Como se diferenciou de outros governantes contemporâneos? Por que motivos? Eis as difíceis perguntas a que este livro procura responder.
Nº Páginas: 384
Sinopse:
Nesta biografia de Filipe II de Portugal (1578-1621) procura-se deslindar as principais etapas da vida deste monarca, sem esquecer o seu contexto de governante da Monarquia Católica. Quarto príncipe jurado em vida de seu pai, doentio na infância e adolescência, marcado por um pai dominador e pouco crente no filho, são tudo aspectos que a partida não seriam de esperar no sucessor da mais poderosa monarquia do seu tempo. Apesar das promessas, D. Filipe em Portugal só apareceu de visita durante alguns meses de 1619. Fez entradas régias em várias localidades que tiveram marcas de singularidade em relação ao que a tradição ditava. Que traços singularizaram de facto este soberano, em particular na sua qualidade de rei de Portugal? Como se diferenciou de outros governantes contemporâneos? Por que motivos? Eis as difíceis perguntas a que este livro procura responder.
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Edição: Mar 2019
Nº Páginas: 304
Sinopse:
Banida, a família real foi proibida de entrar em Portugal. Mesmo assim, a infanta D. Filipa de Bragança - neta do rei absolutista D. Miguel - conseguiu, com a anuência de Oliveira Salazar, vir a Portugal em 1938 para conhecer a terra de onde os seus antepassados tinham sido expulsos. Seguiram-se outras visitas até que, em 1946, a infanta se instalou definitivamente no país, numa casa em Serpins, na Lousã. Uma vez em Portugal, a infanta empenhou-se pessoalmente em que a monarquia fosse restabelecida - o seu irmão D. Duarte Nuno, era o herdeiro da coroa portuguesa. Para isso, aproximou-se de Salazar: a correspondência entre os dois era frequente, assim como as suas visitas a São Bento e a Santa Comba Dão. Haveria uma intenção dissimulada na aproximação a Salazar? Houve algo mais do que uma forte amizade entre a intempestiva princesa e o presidente do Conselho? Paulo Drumond Braga analisou de perto as cartas da infanta para o ditador e traz-nos a biografia desta figura fascinante da História de Portugal, que sempre esteve na sombra.
Nº Páginas: 304
Sinopse:
Banida, a família real foi proibida de entrar em Portugal. Mesmo assim, a infanta D. Filipa de Bragança - neta do rei absolutista D. Miguel - conseguiu, com a anuência de Oliveira Salazar, vir a Portugal em 1938 para conhecer a terra de onde os seus antepassados tinham sido expulsos. Seguiram-se outras visitas até que, em 1946, a infanta se instalou definitivamente no país, numa casa em Serpins, na Lousã. Uma vez em Portugal, a infanta empenhou-se pessoalmente em que a monarquia fosse restabelecida - o seu irmão D. Duarte Nuno, era o herdeiro da coroa portuguesa. Para isso, aproximou-se de Salazar: a correspondência entre os dois era frequente, assim como as suas visitas a São Bento e a Santa Comba Dão. Haveria uma intenção dissimulada na aproximação a Salazar? Houve algo mais do que uma forte amizade entre a intempestiva princesa e o presidente do Conselho? Paulo Drumond Braga analisou de perto as cartas da infanta para o ditador e traz-nos a biografia desta figura fascinante da História de Portugal, que sempre esteve na sombra.
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Edição: Out 2016
Nº Páginas: 464
Sinopse:
Fernando de Saxe-Coburgo-Gotha nasceu em Viena, em 1816, no seio de uma família saxo-austro-húngara. Pelo seu casamento em 1836 com a rainha D. Maria II, tornou-se príncipe português e no ano seguinte, com o nascimento de um herdeiro, rei consorte de Portugal. Sem se omitir o protagonismo político de D. Fernando, incluindo a sua recusa em ser rei da Grécia e rei de Espanha (talvez lhe devamos a independência), salienta-se a sua vida privada, aquela que este homem culto e sociável, orgulhoso e egocêntrico, mas dotado de uma alegria inata e de um personalidade cativante, verdadeiramente apreciava. Foi, aliás, o seu comportamento a nível familiar que provocou as duas grandes polémicas da sua vida: em 1869, ao casar por amor com uma antiga cantora e, quando morreu, ao saber-se que lhe deixara o Palácio e Jardins da Pena. Porque agrada mais à sensibilidade atual, o segundo casamento tem feito esquecer o primeiro, uma união feliz que a morte da rainha desfez em 1853 e deixou o viúvo destroçado.
Nº Páginas: 464
Sinopse:
Fernando de Saxe-Coburgo-Gotha nasceu em Viena, em 1816, no seio de uma família saxo-austro-húngara. Pelo seu casamento em 1836 com a rainha D. Maria II, tornou-se príncipe português e no ano seguinte, com o nascimento de um herdeiro, rei consorte de Portugal. Sem se omitir o protagonismo político de D. Fernando, incluindo a sua recusa em ser rei da Grécia e rei de Espanha (talvez lhe devamos a independência), salienta-se a sua vida privada, aquela que este homem culto e sociável, orgulhoso e egocêntrico, mas dotado de uma alegria inata e de um personalidade cativante, verdadeiramente apreciava. Foi, aliás, o seu comportamento a nível familiar que provocou as duas grandes polémicas da sua vida: em 1869, ao casar por amor com uma antiga cantora e, quando morreu, ao saber-se que lhe deixara o Palácio e Jardins da Pena. Porque agrada mais à sensibilidade atual, o segundo casamento tem feito esquecer o primeiro, uma união feliz que a morte da rainha desfez em 1853 e deixou o viúvo destroçado.
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Edição: Mar 2009
Nº Páginas: 384
Sinopse:
Este livro procura narrar a vida de D. Fernando, rei de Portugal entre 1367 e 1383, explorando as ligações entre vários tempos históricos. Não se considera, apenas, o tempo curto das vivências pessoais de D. Fernando, desde o seu nascimento em 1345. Mas também se descreve como este tempo individual estava ligado aos tempos colectivos da pequena comunidade humana, envolvendo várias gerações, constituída pela sua entourage mais próxima e pela corte que o rodeou. A figura do rei D. Fernando foi longamente obscurecida pela presença preponderante, na crónica e na lenda, de sua esposa Leonor Teles de Meneses. Este livro contribui para um novo olhar crítico sobre esse obscurecimento através da pesquisa histórica, apresentando ao leitor uma figura do rei iluminada pelos conhecimentos mais actuais sobre o homem e a sua época.
Nº Páginas: 384
Sinopse:
Este livro procura narrar a vida de D. Fernando, rei de Portugal entre 1367 e 1383, explorando as ligações entre vários tempos históricos. Não se considera, apenas, o tempo curto das vivências pessoais de D. Fernando, desde o seu nascimento em 1345. Mas também se descreve como este tempo individual estava ligado aos tempos colectivos da pequena comunidade humana, envolvendo várias gerações, constituída pela sua entourage mais próxima e pela corte que o rodeou. A figura do rei D. Fernando foi longamente obscurecida pela presença preponderante, na crónica e na lenda, de sua esposa Leonor Teles de Meneses. Este livro contribui para um novo olhar crítico sobre esse obscurecimento através da pesquisa histórica, apresentando ao leitor uma figura do rei iluminada pelos conhecimentos mais actuais sobre o homem e a sua época.
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Edição: Set 2018
Nº Páginas: 184
Sinopse:
D. Dinis foi um rei exemplar. Poeta de génio e político brilhante, lançou as fundações de muito do que se tornaria Portugal. Desde a Marinha portuguesa, que daria novos mundos ao mundo, à instituição do português como língua oficial, passando pela delimitação definitiva da fronteira nacional. D. Dinis marcou a história portuguesa, num reinado de mais de quarenta anos. Além da poesia, tornaram-se famosas as suas escapadelas amorosas, bem como as difíceis relações com a rainha Santa Isabel ou a sua grande paixão pela caça. Foi também lavrador e plantou o Pinhal de Leiria. Teve inimigos, muitos, como o irmão e o próprio filho, contra quem combateu em sangrentas guerras civis. José Jorge Letria, um dos grandes escritores portugueses contemporâneos, traça a biografia deste rei, com grande rigor histórico, numa prosa de enorme qualidade. Uma leitura essencial para os amantes de história e de literatura.
Nº Páginas: 184
Sinopse:
D. Dinis foi um rei exemplar. Poeta de génio e político brilhante, lançou as fundações de muito do que se tornaria Portugal. Desde a Marinha portuguesa, que daria novos mundos ao mundo, à instituição do português como língua oficial, passando pela delimitação definitiva da fronteira nacional. D. Dinis marcou a história portuguesa, num reinado de mais de quarenta anos. Além da poesia, tornaram-se famosas as suas escapadelas amorosas, bem como as difíceis relações com a rainha Santa Isabel ou a sua grande paixão pela caça. Foi também lavrador e plantou o Pinhal de Leiria. Teve inimigos, muitos, como o irmão e o próprio filho, contra quem combateu em sangrentas guerras civis. José Jorge Letria, um dos grandes escritores portugueses contemporâneos, traça a biografia deste rei, com grande rigor histórico, numa prosa de enorme qualidade. Uma leitura essencial para os amantes de história e de literatura.
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Edição: Out 2022
Nº Páginas: 384
Sinopse:
D. Dinis nasceu em Lisboa, a 9 de Outubro de 1261, e iniciou em 1279 um longo reinado de quase 46 anos, vindo a falecer em Santarém, a 7 de Janeiro de 1325. Os primeiros anos do reinado ficaram marcados pela vontade do jovem monarca em se afirmar, quer no plano externo, onde se destaca a aliança com o reino de Aragão, selada em 1281 com o casamento de D. Dinis com D. Isabel de Aragão, a Rainha Santa, quer no plano interno, recusando a interferência da sua mãe na governação, reprimindo as exaltações e desmandos do seu irmão D. Afonso, e dando os primeiros passos na orientação política que norteou todo o seu reinado: a afirmação do poder régio. Na verdade, a maior parte dos seus actos governativos foi dirigida para reforçar o poder do rei face aos poderes privados, pela reorganização do exército e da marinha de guerra, pela libertação das ordens militares de tutelas exteriores ao reino, pela adopção da língua portuguesa nos documentos oficiais e pela fundação da universidade. Vencedor em Alcañices, onde se definiu a fronteira política mais antiga e estável da Europa, e prestigiado internacionalmente, os últimos anos de reinado ficaram ensombrados pela guerra civil que opôs o monarca ao seu filho e herdeiro, mas parece que as cedências então obtidas pelo futuro D. Afonso IV não chegaram para empalidecer o impacto das medidas políticas levadas a cabo por D. Dinis, um dos monarcas que mais influenciou toda a história de Portugal.
Nº Páginas: 384
Sinopse:
D. Dinis nasceu em Lisboa, a 9 de Outubro de 1261, e iniciou em 1279 um longo reinado de quase 46 anos, vindo a falecer em Santarém, a 7 de Janeiro de 1325. Os primeiros anos do reinado ficaram marcados pela vontade do jovem monarca em se afirmar, quer no plano externo, onde se destaca a aliança com o reino de Aragão, selada em 1281 com o casamento de D. Dinis com D. Isabel de Aragão, a Rainha Santa, quer no plano interno, recusando a interferência da sua mãe na governação, reprimindo as exaltações e desmandos do seu irmão D. Afonso, e dando os primeiros passos na orientação política que norteou todo o seu reinado: a afirmação do poder régio. Na verdade, a maior parte dos seus actos governativos foi dirigida para reforçar o poder do rei face aos poderes privados, pela reorganização do exército e da marinha de guerra, pela libertação das ordens militares de tutelas exteriores ao reino, pela adopção da língua portuguesa nos documentos oficiais e pela fundação da universidade. Vencedor em Alcañices, onde se definiu a fronteira política mais antiga e estável da Europa, e prestigiado internacionalmente, os últimos anos de reinado ficaram ensombrados pela guerra civil que opôs o monarca ao seu filho e herdeiro, mas parece que as cedências então obtidas pelo futuro D. Afonso IV não chegaram para empalidecer o impacto das medidas políticas levadas a cabo por D. Dinis, um dos monarcas que mais influenciou toda a história de Portugal.
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Edição: Nov 2020
Nº Páginas: 512
Sinopse:
D. Carlos I (1863-1908) foi um dos mais inteligentes e capazes reis do seu tempo, quando a Europa era ainda, com excepção da França e da Suíça, um conjunto de monarquias. D. Carlos correspondia bem, pelas suas ideias e interesses, ao tipo do fidalgo liberal, o equivalente português da aristocracia whig inglesa. Tinha 26 anos quando foi aclamado rei, a 19 de Outubro de 1889, e apenas 44 quando foi assassinado a 1 de Fevereiro de 1908. Como já acontecera a seu pai, teve de viver com um movimento político entre os seus súbditos que se propunha abertamente destruir a monarquia. Nos seus últimos dias, porém, julgou que estava no caminho certo para assegurar a continuidade da monarquia constitucional, através de uma renovação das lideranças partidárias e de uma reafirmação dos princípios do liberalismo, sinceramente por si partilhados. Independente, sensato e corajoso, conseguia suportar grandes pressões e tomar decisões arriscadas quando se impunham. Morreu por causa das suas qualidades, não por causa dos seus defeitos.
Nº Páginas: 512
Sinopse:
D. Carlos I (1863-1908) foi um dos mais inteligentes e capazes reis do seu tempo, quando a Europa era ainda, com excepção da França e da Suíça, um conjunto de monarquias. D. Carlos correspondia bem, pelas suas ideias e interesses, ao tipo do fidalgo liberal, o equivalente português da aristocracia whig inglesa. Tinha 26 anos quando foi aclamado rei, a 19 de Outubro de 1889, e apenas 44 quando foi assassinado a 1 de Fevereiro de 1908. Como já acontecera a seu pai, teve de viver com um movimento político entre os seus súbditos que se propunha abertamente destruir a monarquia. Nos seus últimos dias, porém, julgou que estava no caminho certo para assegurar a continuidade da monarquia constitucional, através de uma renovação das lideranças partidárias e de uma reafirmação dos princípios do liberalismo, sinceramente por si partilhados. Independente, sensato e corajoso, conseguia suportar grandes pressões e tomar decisões arriscadas quando se impunham. Morreu por causa das suas qualidades, não por causa dos seus defeitos.
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Edição: Fev 2016
Nº Páginas: 592
Sinopse:
Última rainha de Portugal, D. Amélia viveu durante 24 anos num país que amou como seu, apesar de nele ter deixado enterrados uma filha prematura que morreu à nascença, o seu primogénito D. Luís Filipe, herdeiro do trono, e o marido D. Carlos assassinados em pleno Terreiro do Paço a tiro de carabina e pistola.
Nº Páginas: 592
Sinopse:
Última rainha de Portugal, D. Amélia viveu durante 24 anos num país que amou como seu, apesar de nele ter deixado enterrados uma filha prematura que morreu à nascença, o seu primogénito D. Luís Filipe, herdeiro do trono, e o marido D. Carlos assassinados em pleno Terreiro do Paço a tiro de carabina e pistola.
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Edição: Jun 2021
Nº Páginas: 96
Sinopse:
Amélia de Orleães era bisneta do rei de França, e filha do pretendente ao trono. A família vivia em Londres, no exílio, e só por isso é que ela não nasceu em Paris, onde deviam nascer todos os príncipes de França. Aos cinco anos, quase a fazer seis, chegou a notícia de que poderiam regressar à sua pátria. A princesa e os irmãos viveram, então, num palácio na Normandia, e Amélia cresceu e cresceu e ficou muito alta. Quando era mais velha apaixonou-se por Carlos, herdeiro do trono de Portugal que até fazia anos no mesmo dia que ela - só podia ser um bom sinal! O dia 22 de maio de 1886, quando casaram em Lisboa, foi o mais feliz da sua vida. Estava longe de adivinhar as dificuldades que viveria enquanto Rainha de Portugal.
Nº Páginas: 96
Sinopse:
Amélia de Orleães era bisneta do rei de França, e filha do pretendente ao trono. A família vivia em Londres, no exílio, e só por isso é que ela não nasceu em Paris, onde deviam nascer todos os príncipes de França. Aos cinco anos, quase a fazer seis, chegou a notícia de que poderiam regressar à sua pátria. A princesa e os irmãos viveram, então, num palácio na Normandia, e Amélia cresceu e cresceu e ficou muito alta. Quando era mais velha apaixonou-se por Carlos, herdeiro do trono de Portugal que até fazia anos no mesmo dia que ela - só podia ser um bom sinal! O dia 22 de maio de 1886, quando casaram em Lisboa, foi o mais feliz da sua vida. Estava longe de adivinhar as dificuldades que viveria enquanto Rainha de Portugal.
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Edição: Nov 2008
Nº Páginas: 416
Sinopse:
O reinado durante o qual se venceram as mais importantes batalhas com a monarquia hispânica. Nascido em Lisboa, em 1643, e falecido em Sintra, em 1683, D. Afonso VI recebeu o cognome de "Vitorioso" por ter sido durante o seu reinado que se venceram as batalhas mais importantes da guerra que opôs o reino de Portugal à Monarquia Hispânica desde o movimento separatista de 1640. Contudo, na memória colectiva a sua reputação é bem menos elogiosa, sendo lembrado, sobretudo, pela sua alegada incapacidade em gerar filhos, pela sua menoridade intelectual e pelo desregramento comportamental. Entre memória e história, a sua vida decorreu num período conturbado do passado europeu, no qual não só externamente mas também internamente se configuravam variadas alternativas para os destinos da monarquia portuguesa. Primando pelo excesso de presença ou por uma avassaladora ausência, o rei D. Afonso não deixou de participar em nenhum destes cenários, a ele associando a figura emblemática do conde de Castelo Melhor, Luís de Vasconcelos e Sousa, da enigmática Maria Francisca Isabel de Sabóia, mas também do seu ambivalente irmão D. Pedro e do incontornável padre António Vieira. OU ainda, a maior distância, de Luís XIV e de Carlos II de Inglaterra.
Nº Páginas: 416
Sinopse:
O reinado durante o qual se venceram as mais importantes batalhas com a monarquia hispânica. Nascido em Lisboa, em 1643, e falecido em Sintra, em 1683, D. Afonso VI recebeu o cognome de "Vitorioso" por ter sido durante o seu reinado que se venceram as batalhas mais importantes da guerra que opôs o reino de Portugal à Monarquia Hispânica desde o movimento separatista de 1640. Contudo, na memória colectiva a sua reputação é bem menos elogiosa, sendo lembrado, sobretudo, pela sua alegada incapacidade em gerar filhos, pela sua menoridade intelectual e pelo desregramento comportamental. Entre memória e história, a sua vida decorreu num período conturbado do passado europeu, no qual não só externamente mas também internamente se configuravam variadas alternativas para os destinos da monarquia portuguesa. Primando pelo excesso de presença ou por uma avassaladora ausência, o rei D. Afonso não deixou de participar em nenhum destes cenários, a ele associando a figura emblemática do conde de Castelo Melhor, Luís de Vasconcelos e Sousa, da enigmática Maria Francisca Isabel de Sabóia, mas também do seu ambivalente irmão D. Pedro e do incontornável padre António Vieira. OU ainda, a maior distância, de Luís XIV e de Carlos II de Inglaterra.
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Edição: Nov 2009
Nº Páginas: 384
Sinopse:
Filho dos reis D. Dinis e D. Isabel, Afonso IV (1291-1357) subiu ao trono em 1325, dando início a um longo reinado de trinta e dois anos. Apesar disso, D. Afonso IV é, talvez, um dos monarcas menos conhecidos da primeira dinastia portuguesa. A vida de D. Afonso foi muito preenchida e agitada, com uma juventude e um início de idade adulta de grande irrequietude e rebeldia. Das guerras com Castela ao confronto com o Islão na batalha do Salado (1340), das expedições às Canárias à reivindicação da soberania sobre as ilhas, dos efeitos da crise social e económica agravados pela Peste Negra de 1348 à guerra civil provocada pela execução de Inês de Castro, a vida de Afonso IV confunde-se, inevitavelmente, com a história do próprio reino.Ver e agir no reino com determinação, mas ver e agir também para além dele - olhando sobretudo para Castela, mas olhando igualmente para o mar oceano - a nada se furtou Afonso IV.
Nº Páginas: 384
Sinopse:
Filho dos reis D. Dinis e D. Isabel, Afonso IV (1291-1357) subiu ao trono em 1325, dando início a um longo reinado de trinta e dois anos. Apesar disso, D. Afonso IV é, talvez, um dos monarcas menos conhecidos da primeira dinastia portuguesa. A vida de D. Afonso foi muito preenchida e agitada, com uma juventude e um início de idade adulta de grande irrequietude e rebeldia. Das guerras com Castela ao confronto com o Islão na batalha do Salado (1340), das expedições às Canárias à reivindicação da soberania sobre as ilhas, dos efeitos da crise social e económica agravados pela Peste Negra de 1348 à guerra civil provocada pela execução de Inês de Castro, a vida de Afonso IV confunde-se, inevitavelmente, com a história do próprio reino.Ver e agir no reino com determinação, mas ver e agir também para além dele - olhando sobretudo para Castela, mas olhando igualmente para o mar oceano - a nada se furtou Afonso IV.
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Edição: Out 2015
Nº Páginas: 216
Sinopse:
Um grande Homem de Estado (1212-1279) Uma análise minuciosa e inovadora sobre o quinto rei de Portugal, D. Afonso III, o Bolonhês, que em 1248 sucedeu ao seu irmão D. Sancho II e que Freitas do Amaral considera um dos principais monarcas da História de Portugal. Um estudo que acompanha o percurso de vida de D. Afonso III, desde a sua educação em França até ao seu reinado em Portugal, sublinhando e tentando interpretar a importância de um monarca que cunha de forma indelével a vida nacional. Freitas do Amaral destaca os pontos que considera mais marcantes no exercício do poder de D. Afonso III, sem esquecer que o Bolonhês foi o monarca que pela primeira vez convocou as Cortes - assembleia geral do reino - com representantes de toda a sociedade, que definiu Lisboa como capital do reino e que definiu o território continental sensivelmente com as mesmas fronteiras que tem hoje.
Nº Páginas: 216
Sinopse:
Um grande Homem de Estado (1212-1279) Uma análise minuciosa e inovadora sobre o quinto rei de Portugal, D. Afonso III, o Bolonhês, que em 1248 sucedeu ao seu irmão D. Sancho II e que Freitas do Amaral considera um dos principais monarcas da História de Portugal. Um estudo que acompanha o percurso de vida de D. Afonso III, desde a sua educação em França até ao seu reinado em Portugal, sublinhando e tentando interpretar a importância de um monarca que cunha de forma indelével a vida nacional. Freitas do Amaral destaca os pontos que considera mais marcantes no exercício do poder de D. Afonso III, sem esquecer que o Bolonhês foi o monarca que pela primeira vez convocou as Cortes - assembleia geral do reino - com representantes de toda a sociedade, que definiu Lisboa como capital do reino e que definiu o território continental sensivelmente com as mesmas fronteiras que tem hoje.
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Edição: Fev 2016
Nº Páginas: 320
Sinopse:
Afonso Henriques nasce com uma perna enferma, imprestável, e é entregue aos Moniz, que o levam da corte para as terras dos de Ribadouro. Cresce sagaz e escorreito, por intervenção divina ou por engenho. Quando conhece a mãe tem 16 anos, porte sem defeito e poderoso; os traços são duros, algo rurais, mas temperados pelos olhos de um azul intenso e profundo. D. Teresa impressiona-se e confirma-o herdeiro do trono do Condado. Mas é nessa noite que Afonso comprova que os irmãos estrangeiros Peres de Trava estão mais próximos dela do que ele. Querem o Condado, e sabem como a conduzir, onde preciso for - e nos lençóis que foram do pai dele. E ali dá o primeiro dos passos há muito desenhados. E outros se seguem. Primeiro contra os estrangeiros que nestas terras mandavam, depois perante a Galiza, Leão e Castela. Até tomar Lisboa, elevando-a a centro de uma identidade nacional que a Santa Sé reconhece, como Reino soberano de Portugal, e a D. Afonso Henriques como seu Rei.
Nº Páginas: 320
Sinopse:
Afonso Henriques nasce com uma perna enferma, imprestável, e é entregue aos Moniz, que o levam da corte para as terras dos de Ribadouro. Cresce sagaz e escorreito, por intervenção divina ou por engenho. Quando conhece a mãe tem 16 anos, porte sem defeito e poderoso; os traços são duros, algo rurais, mas temperados pelos olhos de um azul intenso e profundo. D. Teresa impressiona-se e confirma-o herdeiro do trono do Condado. Mas é nessa noite que Afonso comprova que os irmãos estrangeiros Peres de Trava estão mais próximos dela do que ele. Querem o Condado, e sabem como a conduzir, onde preciso for - e nos lençóis que foram do pai dele. E ali dá o primeiro dos passos há muito desenhados. E outros se seguem. Primeiro contra os estrangeiros que nestas terras mandavam, depois perante a Galiza, Leão e Castela. Até tomar Lisboa, elevando-a a centro de uma identidade nacional que a Santa Sé reconhece, como Reino soberano de Portugal, e a D. Afonso Henriques como seu Rei.
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Edição: Abr 2020
Nº Páginas: 216
Sinopse:
Um Plano de 21 Dias. O que a medicina é para o corpo, a meditação e a mindfulness são para a mente. A meditação não exige horas de prática nem tempo extra no seu dia ocupado. Este curso de 21 dias, com uma estrutura prática e acessível, vai ajudá-lo a experienciar um novo tipo de exercício - para todo o seu ser, para a sua mente e para a consciência. Um curso que o ajudará a redescobrir a alegria, a tranquilidade e a descontração.
Nº Páginas: 216
Sinopse:
Um Plano de 21 Dias. O que a medicina é para o corpo, a meditação e a mindfulness são para a mente. A meditação não exige horas de prática nem tempo extra no seu dia ocupado. Este curso de 21 dias, com uma estrutura prática e acessível, vai ajudá-lo a experienciar um novo tipo de exercício - para todo o seu ser, para a sua mente e para a consciência. Um curso que o ajudará a redescobrir a alegria, a tranquilidade e a descontração.
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Edição: Mar 2020
Nº Páginas: 128
Sinopse:
Não tem tempo para aprender Espanhol? Então esta é a sua oportunidade, com o "Curso de Espanhol para Preguiçosos"! Isto diz-lhe alguma coisa? O seu dia a dia já está demasiado ocupado. Gostaria de aprender uma língua de uma maneira diferente e mais descontraída. Então o "Curso de Espanhol para Preguiçosos" é precisamente o livro indicado para si. Contém histórias divertidas e bizarras, exercícios variados e emocionantes e faixas de áudio disponíveis para auxiliar na aprendizagem. Menos é mais! É assim que aprendem os preguiçosos de hoje!
Nº Páginas: 128
Sinopse:
Não tem tempo para aprender Espanhol? Então esta é a sua oportunidade, com o "Curso de Espanhol para Preguiçosos"! Isto diz-lhe alguma coisa? O seu dia a dia já está demasiado ocupado. Gostaria de aprender uma língua de uma maneira diferente e mais descontraída. Então o "Curso de Espanhol para Preguiçosos" é precisamente o livro indicado para si. Contém histórias divertidas e bizarras, exercícios variados e emocionantes e faixas de áudio disponíveis para auxiliar na aprendizagem. Menos é mais! É assim que aprendem os preguiçosos de hoje!
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Edição: Jun 2008
Nº Páginas: 112
Sinopse:
Sente que há outras vozes a falar dentro de si? Precisa urgentemente de lhes dar vida, densidade, um lugar no mundo? Só tem de ter presente que as personagens são "tão naturais como uma árvore, um parlamento ou uma biblioteca" (parafraseando Álvaro de Campos). E, depois, é só exalar o sopro vital!Organizado entre "perigos" (as nossas formas de prender personagens) e "estratégias" (para as libertarmos), este curso assenta em teoria, prática, exercícios e exemplos; e vem acompanhado de um breve capítulo extra para poder escrever as suas personagens em formato de conto ou romance."O Curso de Escrita Criativa II - Uma Costela de Quem?" pretende libertar todos os Adões e Evas das suas costelas, para gerar personagens fortes, porque autonómicas do criador, e representantes das aspirações e sonhos de cada um.No fundo, este livro pretende libertar a nossa força criativa em seres que falem profundamente de nós. Porque é uma bomba de humanidade. Pedro Sena-Lino é também autor do outro livro da coleção: "Curso de Escrita Criativa I - Criative-se: usar em caso de escrita." http://escritacriativa.portoeditora.pt
Nº Páginas: 112
Sinopse:
Sente que há outras vozes a falar dentro de si? Precisa urgentemente de lhes dar vida, densidade, um lugar no mundo? Só tem de ter presente que as personagens são "tão naturais como uma árvore, um parlamento ou uma biblioteca" (parafraseando Álvaro de Campos). E, depois, é só exalar o sopro vital!Organizado entre "perigos" (as nossas formas de prender personagens) e "estratégias" (para as libertarmos), este curso assenta em teoria, prática, exercícios e exemplos; e vem acompanhado de um breve capítulo extra para poder escrever as suas personagens em formato de conto ou romance."O Curso de Escrita Criativa II - Uma Costela de Quem?" pretende libertar todos os Adões e Evas das suas costelas, para gerar personagens fortes, porque autonómicas do criador, e representantes das aspirações e sonhos de cada um.No fundo, este livro pretende libertar a nossa força criativa em seres que falem profundamente de nós. Porque é uma bomba de humanidade. Pedro Sena-Lino é também autor do outro livro da coleção: "Curso de Escrita Criativa I - Criative-se: usar em caso de escrita." http://escritacriativa.portoeditora.pt
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Edição: Jun 2015
Nº Páginas: 40
Sinopse:
As bactérias andam por aí: umas são boas, outras más, outras assim-assim.Quando o Afonso, o primo da Maria, adoece, o médico vai procurar pistas que levem à descoberta do verdadeiro responsável por aquela doença. A verdade vai surpreender os dois primos.A Maria sugere fazerem um dos cursos do Jardim Zoológico, onde os animais vão ensinar-lhes um conjunto de regras importantes para se defenderem das bactérias más.Junta-te à Maria e ao Afonso nesta divertida história, onde podes aprender tudo aquilo de que precisas para levar uma vida ainda mais saudável e segura.
Nº Páginas: 40
Sinopse:
As bactérias andam por aí: umas são boas, outras más, outras assim-assim.Quando o Afonso, o primo da Maria, adoece, o médico vai procurar pistas que levem à descoberta do verdadeiro responsável por aquela doença. A verdade vai surpreender os dois primos.A Maria sugere fazerem um dos cursos do Jardim Zoológico, onde os animais vão ensinar-lhes um conjunto de regras importantes para se defenderem das bactérias más.Junta-te à Maria e ao Afonso nesta divertida história, onde podes aprender tudo aquilo de que precisas para levar uma vida ainda mais saudável e segura.
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Edição: Jun 2015
Nº Páginas: 40
Sinopse:
O dinheiro não cresce nas árvores e, se comprares tudo o que te apetece, depressa desaparece.Quando a Maria recebe cinco notas como prenda de aniversário, e não sabe bem o que fazer com elas, pede ajuda à sábia coruja, que rapidamente põe os amigos animais em ação.Os primos Maria e Afonso são convidados para mais um dos cursos do Zoo, onde vão conhecer um conjunto de regras importantes para gerirem o seu dinheiro.Junta-te a eles nesta divertida história, onde também podes aprender tudo aquilo que precisas para gerires melhor a tua mesada ou semanada.
Nº Páginas: 40
Sinopse:
O dinheiro não cresce nas árvores e, se comprares tudo o que te apetece, depressa desaparece.Quando a Maria recebe cinco notas como prenda de aniversário, e não sabe bem o que fazer com elas, pede ajuda à sábia coruja, que rapidamente põe os amigos animais em ação.Os primos Maria e Afonso são convidados para mais um dos cursos do Zoo, onde vão conhecer um conjunto de regras importantes para gerirem o seu dinheiro.Junta-te a eles nesta divertida história, onde também podes aprender tudo aquilo que precisas para gerires melhor a tua mesada ou semanada.
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Edição: Ago 2020
Nº Páginas: 448
Sinopse:
Quem detiver a Espada do Poder será o verdadeiro rei. Mas, e se a Espada escolher uma rainha? Temida pela sua ligação à magia negra, Nimue cresceu marginalizada pela sua aldeia druida e desespera por fugir... Mas quando toda a aldeia é massacrada pelos Paladinos Vermelhos, o destino de Nimue muda para sempre. Às portas da morte, a sua mãe incumbe-a de reunir uma espada anciã e um lendário feiticeiro. A sua missão deixa pouco espaço para vingança, mas o poder que cresce dentro de si não lhe permite pensar noutra coisa. Nimue junta-se a um charmoso mercenário chamado Arthur e a refugiados do Povo Fey de toda a Inglaterra, carregando uma espada destinada ao verdadeiro soberano e combatendo paladinos e exércitos de um rei corrupto. Nimue luta para unir o seu povo, vingar a sua família e descobrir a verdade sobre o seu destino. Mas talvez a única coisa que pode mudar o próprio destino possa ser encontrada na ponta de uma lâmina.
Nº Páginas: 448
Sinopse:
Quem detiver a Espada do Poder será o verdadeiro rei. Mas, e se a Espada escolher uma rainha? Temida pela sua ligação à magia negra, Nimue cresceu marginalizada pela sua aldeia druida e desespera por fugir... Mas quando toda a aldeia é massacrada pelos Paladinos Vermelhos, o destino de Nimue muda para sempre. Às portas da morte, a sua mãe incumbe-a de reunir uma espada anciã e um lendário feiticeiro. A sua missão deixa pouco espaço para vingança, mas o poder que cresce dentro de si não lhe permite pensar noutra coisa. Nimue junta-se a um charmoso mercenário chamado Arthur e a refugiados do Povo Fey de toda a Inglaterra, carregando uma espada destinada ao verdadeiro soberano e combatendo paladinos e exércitos de um rei corrupto. Nimue luta para unir o seu povo, vingar a sua família e descobrir a verdade sobre o seu destino. Mas talvez a única coisa que pode mudar o próprio destino possa ser encontrada na ponta de uma lâmina.
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Edição: Fev 2016
Nº Páginas: 184
Sinopse:
As mulheres que influenciaram os papas O interior do Palácio Apostólico O Papa implacável que transformou Roma As forças de segurança do Vaticano Os papas assassinados A história do Conclave E outros temas que apaixonaram os leitores do autor que mostrou o que está para lá dos altos muros do Vaticano.
Nº Páginas: 184
Sinopse:
As mulheres que influenciaram os papas O interior do Palácio Apostólico O Papa implacável que transformou Roma As forças de segurança do Vaticano Os papas assassinados A história do Conclave E outros temas que apaixonaram os leitores do autor que mostrou o que está para lá dos altos muros do Vaticano.
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Edição: Abr 2015
Nº Páginas: 336
Sinopse:
Será que os pensamentos têm mesmo o poder de curar? A resposta, para Joe Dispenza, é um claríssimo sim. A literatura científica prova-o: há numerosos casos de pessoas com artrite, doenças cardíacas ou depressão que se curam graças ao "efeito placebo". Os pacientes tomam um "remédio milagroso", que na verdade é apenas um comprimido sem qualquer efeito, mas como acreditam no tratamento acabam realmente por se curar. Joe Dispenza defende que esse "efeito placebo" pode ser posto em prática por qualquer um de nós, e sem o inútil comprimido. Ou seja, se usarmos as técnicas certas, criaremos o estado mental adequado à cura. O próprio autor, quando tinha 23 anos, testou o efeito placebo. Na altura, foi brutalmente atropelado numa prova de triatlo, mas em vez de se submeter a uma penosa cirurgia, tratou sozinho seis vértebras fraturadas. Entretanto, nos seus "workshops" por todo o mundo, começou a divulgar o seu método, demonstrando aos participantes, com scans cerebrais, as mudanças que se operam quando nos mentalizamos de que a cura é possível. Em "Cure-se a Si Próprio", o autor explica as bases científicas do método e fala das mais recentes pesquisas da neurociência, biologia, psicologia e física quântica. E ensina-nos a pôr esses conhecimentos em prática, expondo os bloqueios mentais que é preciso superar para darmos início a uma verdadeira transformação pessoal.
Nº Páginas: 336
Sinopse:
Será que os pensamentos têm mesmo o poder de curar? A resposta, para Joe Dispenza, é um claríssimo sim. A literatura científica prova-o: há numerosos casos de pessoas com artrite, doenças cardíacas ou depressão que se curam graças ao "efeito placebo". Os pacientes tomam um "remédio milagroso", que na verdade é apenas um comprimido sem qualquer efeito, mas como acreditam no tratamento acabam realmente por se curar. Joe Dispenza defende que esse "efeito placebo" pode ser posto em prática por qualquer um de nós, e sem o inútil comprimido. Ou seja, se usarmos as técnicas certas, criaremos o estado mental adequado à cura. O próprio autor, quando tinha 23 anos, testou o efeito placebo. Na altura, foi brutalmente atropelado numa prova de triatlo, mas em vez de se submeter a uma penosa cirurgia, tratou sozinho seis vértebras fraturadas. Entretanto, nos seus "workshops" por todo o mundo, começou a divulgar o seu método, demonstrando aos participantes, com scans cerebrais, as mudanças que se operam quando nos mentalizamos de que a cura é possível. Em "Cure-se a Si Próprio", o autor explica as bases científicas do método e fala das mais recentes pesquisas da neurociência, biologia, psicologia e física quântica. E ensina-nos a pôr esses conhecimentos em prática, expondo os bloqueios mentais que é preciso superar para darmos início a uma verdadeira transformação pessoal.
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Edição: Jul 2023
Nº Páginas: 280
Sinopse:
Para Hipócrates, o pai da Medicina, toda a doença começa no intestino, e Vera Dias sentiu-o na pele durante anos a fio. Oscilando entre diarreias e obstipação, variações bruscas de peso, inchaço, dores abdominais e cólicas dolorosas, má digestão, refluxo gástrico, humor depressivo e fadiga crónica, tudo o que comia fazia-lhe mal e sentia-se cada vez pior. Até que, por fim, foi diagnosticada com síndrome do Intestino Irritável. No entanto, percebeu que apenas a medicina tradicional não seria suficiente para tratar o seu problema, porque já tinha experimentado de tudo. Cientista de formação, dedicou-se a investigar como poderia melhorar a sua saúde e ganhar qualidade de vida. Chegou, assim, a uma abordagem integrativa que testou nela própria com sucesso e que lhe permitiu viver sem sintomas até hoje. Por esse motivo, afirma com confiança que «se toda a doença começa no intestino, então toda a saúde começa também por lá» e que esta abordagem tem de visar o autoconhecimento não só na alimentação, mas também no estilo de vida. Nos últimos anos, tem-se dedicado a ajudar milhares de pessoas em programas de acompanhamento e nas redes sociais, partilhando, agora, os seus conhecimentos neste livro. Descubra como: • regenerar a sua microbiota intestinal através de uma alimentação natural para diminuir a inflamação e a intolerância a certos alimentos; • tornar a sua digestão mais eficiente, reduzir o desconforto gástrico e aumentar a absorção de nutrientes essenciais para a sua saúde; • resolver questões como a obstipação, diarreia, inchaço abdominal e flatulência excessivas, inclusive em viagens; • gerir melhor os fatores de stresse e estimular o nervo vago, ou eixo intestino-cérebro, com mudanças simples nos seus hábitos diários; •despistar questões relacionadas com desequilíbrios digestivos e intestinais e quais os testes e exames que pode fazer. Inclui ainda receitas fáceis com alimentos, inclusive probióticos, uma meditação que poderá ouvir e exercícios práticos que lhe permitirão reassumir o controlo do seu intestino — e da sua vida!
Nº Páginas: 280
Sinopse:
Para Hipócrates, o pai da Medicina, toda a doença começa no intestino, e Vera Dias sentiu-o na pele durante anos a fio. Oscilando entre diarreias e obstipação, variações bruscas de peso, inchaço, dores abdominais e cólicas dolorosas, má digestão, refluxo gástrico, humor depressivo e fadiga crónica, tudo o que comia fazia-lhe mal e sentia-se cada vez pior. Até que, por fim, foi diagnosticada com síndrome do Intestino Irritável. No entanto, percebeu que apenas a medicina tradicional não seria suficiente para tratar o seu problema, porque já tinha experimentado de tudo. Cientista de formação, dedicou-se a investigar como poderia melhorar a sua saúde e ganhar qualidade de vida. Chegou, assim, a uma abordagem integrativa que testou nela própria com sucesso e que lhe permitiu viver sem sintomas até hoje. Por esse motivo, afirma com confiança que «se toda a doença começa no intestino, então toda a saúde começa também por lá» e que esta abordagem tem de visar o autoconhecimento não só na alimentação, mas também no estilo de vida. Nos últimos anos, tem-se dedicado a ajudar milhares de pessoas em programas de acompanhamento e nas redes sociais, partilhando, agora, os seus conhecimentos neste livro. Descubra como: • regenerar a sua microbiota intestinal através de uma alimentação natural para diminuir a inflamação e a intolerância a certos alimentos; • tornar a sua digestão mais eficiente, reduzir o desconforto gástrico e aumentar a absorção de nutrientes essenciais para a sua saúde; • resolver questões como a obstipação, diarreia, inchaço abdominal e flatulência excessivas, inclusive em viagens; • gerir melhor os fatores de stresse e estimular o nervo vago, ou eixo intestino-cérebro, com mudanças simples nos seus hábitos diários; •despistar questões relacionadas com desequilíbrios digestivos e intestinais e quais os testes e exames que pode fazer. Inclui ainda receitas fáceis com alimentos, inclusive probióticos, uma meditação que poderá ouvir e exercícios práticos que lhe permitirão reassumir o controlo do seu intestino — e da sua vida!
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Edição: Jun 2017
Nº Páginas: 256
Sinopse:
Curar sem medicamentos... e com responsabilidade "Há muitas patologias, sobretudo as que podem ser mortais, em que a medicina e a farmacologia convencionais continuam a ser uma opção para mim, seja como profissional, como paciente ou como mãe. É também por isso que sigo à risca o plano nacional de vacinação. Mas há uma série de doenças comuns em que os químicos estão longe de constituir as ferramentas mais indicadas para as combater. Quantas vezes é que, ao primeiro sintoma de febre, se medica uma criança com paracetamol ou ibuprofeno quando há outras soluções tão ou mais eficazes e, ainda por cima, sem efeitos secundários a médio e longo prazo? Ou se lhe dá um antibiótico e, passadas algumas semanas, se volta a essa mesma medicação porque a criança tornou a adoecer? Por que razão se toma tantos anti-histamínicos sem ter em conta que a alimentação é absolutamente determinante para prevenir as alergias, nomeadamente se tivermos cuidado com os lacticínios e o glúten? Isto já para não falar das infeções urinárias ou das gastroenterites, que acabam por nos levar a um círculo vicioso de tomas de antibióticos quando isso é perfeitamente evitável? O pêssego, o pepino, os cogumelos, o cravinho, o tomilho, a cera de abelhas, as infusões das mais diversas plantas, entre centenas de outros produtos, têm propriedades medicinais que nos ajudam a prevenir e resolver numerosos problemas de saúde, como rinite, laringite, otite, vários tipos de tosse, eczema, má circulação, obstipação, enjoos, complicações do foro digestivo, etc., etc., etc... Ao longo da minha prática clínica, graças aos meus conhecimentos de Medicina Tradicional Chinesa e Homeopatia, pude comprovar que a maioria dos medicamentos podem ser evitados se optarmos por uma alimentação saudável e se recorremos a soluções cem por cento naturais. É essa experiência que partilho consigo neste livro prático, que poderá consultar para se prevenir, mas também em caso de S.O.S." Tâmara Castelo
Nº Páginas: 256
Sinopse:
Curar sem medicamentos... e com responsabilidade "Há muitas patologias, sobretudo as que podem ser mortais, em que a medicina e a farmacologia convencionais continuam a ser uma opção para mim, seja como profissional, como paciente ou como mãe. É também por isso que sigo à risca o plano nacional de vacinação. Mas há uma série de doenças comuns em que os químicos estão longe de constituir as ferramentas mais indicadas para as combater. Quantas vezes é que, ao primeiro sintoma de febre, se medica uma criança com paracetamol ou ibuprofeno quando há outras soluções tão ou mais eficazes e, ainda por cima, sem efeitos secundários a médio e longo prazo? Ou se lhe dá um antibiótico e, passadas algumas semanas, se volta a essa mesma medicação porque a criança tornou a adoecer? Por que razão se toma tantos anti-histamínicos sem ter em conta que a alimentação é absolutamente determinante para prevenir as alergias, nomeadamente se tivermos cuidado com os lacticínios e o glúten? Isto já para não falar das infeções urinárias ou das gastroenterites, que acabam por nos levar a um círculo vicioso de tomas de antibióticos quando isso é perfeitamente evitável? O pêssego, o pepino, os cogumelos, o cravinho, o tomilho, a cera de abelhas, as infusões das mais diversas plantas, entre centenas de outros produtos, têm propriedades medicinais que nos ajudam a prevenir e resolver numerosos problemas de saúde, como rinite, laringite, otite, vários tipos de tosse, eczema, má circulação, obstipação, enjoos, complicações do foro digestivo, etc., etc., etc... Ao longo da minha prática clínica, graças aos meus conhecimentos de Medicina Tradicional Chinesa e Homeopatia, pude comprovar que a maioria dos medicamentos podem ser evitados se optarmos por uma alimentação saudável e se recorremos a soluções cem por cento naturais. É essa experiência que partilho consigo neste livro prático, que poderá consultar para se prevenir, mas também em caso de S.O.S." Tâmara Castelo
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Edição: Ago 2020
Nº Páginas: 216
Sinopse:
Sente falta de confiança em si próprio? Atravessa um período emocionalmente difícil? Gostava de se sentir mais realizado? "Curar em minutos" vai ajudá-lo a lidar de forma positiva com as suas emoções recorrendo a uma autoterapia fácil de aprender e simples de realizar. Descubra como o "tapping", uma técnica energética de libertação emocional, pode influenciar positivamente o seu dia, melhorar a sua saúde, o seu bem-estar e a sua realização pessoal. Através de um diálogo íntimo e positivo consigo próprio, encontre respostas e soluções para questões fundamentais ao mesmo tempo que promove: A saúde física e mental O equilíbrio emocional A paz interior e qualidade de vida A realização de sonhos Aceda a todo o seu potencial e revolucione a relação consigo mesmo e com o mundo que o rodeia, reivindicando o seu direito a ser feliz e a uma vida melhor. Sinta os primeiros resultados em minutos.
Nº Páginas: 216
Sinopse:
Sente falta de confiança em si próprio? Atravessa um período emocionalmente difícil? Gostava de se sentir mais realizado? "Curar em minutos" vai ajudá-lo a lidar de forma positiva com as suas emoções recorrendo a uma autoterapia fácil de aprender e simples de realizar. Descubra como o "tapping", uma técnica energética de libertação emocional, pode influenciar positivamente o seu dia, melhorar a sua saúde, o seu bem-estar e a sua realização pessoal. Através de um diálogo íntimo e positivo consigo próprio, encontre respostas e soluções para questões fundamentais ao mesmo tempo que promove: A saúde física e mental O equilíbrio emocional A paz interior e qualidade de vida A realização de sonhos Aceda a todo o seu potencial e revolucione a relação consigo mesmo e com o mundo que o rodeia, reivindicando o seu direito a ser feliz e a uma vida melhor. Sinta os primeiros resultados em minutos.
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Edição: Mai 2018
Nº Páginas: 272
Sinopse:
O cérebro é uma fascinante caixinha de surpresas. No seu interior existe uma região, com propriedades únicas, a que podemos chamar "cérebro emocional": controla não só o nosso bem-estar psicológico, como também o funcionamento do coração, as hormonas e até o sistema imunitário. Chegar lá através dos pensamentos ou da linguagem é difícil: não se pode simplesmente ordenar a uma emoção que cresça ou desapareça. E, no entanto, é ali que nasce a ansiedade e o stress. Um acontecimento doloroso pode ficar gravado para sempre na memória e controlar a nossa maneira de pensar, sentir e agir. Em casos graves, como a depressão, os psicoterapeutas tentam resolver o problema reprogramando o cérebro, através de consultas ou medicação - mas ambas as soluções têm um alcance muito limitado. Felizmente existe uma alternativa: utilizar o corpo para curar a mente (afinal, todos nós temos mecanismos de regeneração, basta pensar no modo como a pele cicatriza). David Servan-Schreiber apresenta-nos sete possíveis vias de cura: desde a regulação do ritmo cardíaco para controlar as emoções à sincronização dos relógios biológicos, passando pelas novas técnicas de "comunicação afectiva". São sete opções que dispensam psicoterapia ou fármacos. E cujos resultados poderão ter um enorme impacto positivo na sua vida - desde logo porque deixará de se ver como um estranho.
Nº Páginas: 272
Sinopse:
O cérebro é uma fascinante caixinha de surpresas. No seu interior existe uma região, com propriedades únicas, a que podemos chamar "cérebro emocional": controla não só o nosso bem-estar psicológico, como também o funcionamento do coração, as hormonas e até o sistema imunitário. Chegar lá através dos pensamentos ou da linguagem é difícil: não se pode simplesmente ordenar a uma emoção que cresça ou desapareça. E, no entanto, é ali que nasce a ansiedade e o stress. Um acontecimento doloroso pode ficar gravado para sempre na memória e controlar a nossa maneira de pensar, sentir e agir. Em casos graves, como a depressão, os psicoterapeutas tentam resolver o problema reprogramando o cérebro, através de consultas ou medicação - mas ambas as soluções têm um alcance muito limitado. Felizmente existe uma alternativa: utilizar o corpo para curar a mente (afinal, todos nós temos mecanismos de regeneração, basta pensar no modo como a pele cicatriza). David Servan-Schreiber apresenta-nos sete possíveis vias de cura: desde a regulação do ritmo cardíaco para controlar as emoções à sincronização dos relógios biológicos, passando pelas novas técnicas de "comunicação afectiva". São sete opções que dispensam psicoterapia ou fármacos. E cujos resultados poderão ter um enorme impacto positivo na sua vida - desde logo porque deixará de se ver como um estranho.
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