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Edição: Mai 2014
Nº Páginas: 136
Sinopse:
As Pequenas Memórias é um livro de recordações que abrange o período entre os quatro e os quinze anos da vida de José Saramago: "Queria que os leitores soubessem de onde saiu o homem que sou". Caligrafia da capa por GONÇALO M. TAVARES
Nº Páginas: 136
Sinopse:
As Pequenas Memórias é um livro de recordações que abrange o período entre os quatro e os quinze anos da vida de José Saramago: "Queria que os leitores soubessem de onde saiu o homem que sou". Caligrafia da capa por GONÇALO M. TAVARES
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Edição: Jun 2018
Nº Páginas: 240
Sinopse:
Reúnem-se nestas páginas as "pequenas histórias" saídas da pena de alguns dos mais influentes escritores de língua espanhola - muitos deles ainda inéditos em Portugal -, cuja importante obra traça, de modo panorâmico, as linhas mestras de uma das mais singulares visões literárias do mundo. Nesta, tanto a indagação dos limites da realidade de um Lugones se pode aliar ao jogo de realidade e aparência de um Bioy Casares, como o visionarismo urbano de um Arlt pode contrastar com os ambientes naturalistas da selva de um Horacio Quiroga, ou a crítica mordaz à corrupção da classe política de Juan Jamón Ribeyro e José Donoso pode dar lugar à poética contemporânea de Ana María Moix. O resultado é um volume de descoberta literária, onde novos autores se encontram com novos leitores.
Nº Páginas: 240
Sinopse:
Reúnem-se nestas páginas as "pequenas histórias" saídas da pena de alguns dos mais influentes escritores de língua espanhola - muitos deles ainda inéditos em Portugal -, cuja importante obra traça, de modo panorâmico, as linhas mestras de uma das mais singulares visões literárias do mundo. Nesta, tanto a indagação dos limites da realidade de um Lugones se pode aliar ao jogo de realidade e aparência de um Bioy Casares, como o visionarismo urbano de um Arlt pode contrastar com os ambientes naturalistas da selva de um Horacio Quiroga, ou a crítica mordaz à corrupção da classe política de Juan Jamón Ribeyro e José Donoso pode dar lugar à poética contemporânea de Ana María Moix. O resultado é um volume de descoberta literária, onde novos autores se encontram com novos leitores.
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Edição: Abr 2019
Nº Páginas: 1040
Sinopse:
Há grandes livros que nunca chegaram a sê-lo propriamente, obras que vivem do inconcluso e do fragmentário, como o Livro do Desassossego ou O Homem sem Qualidades. As Passagens de Paris fazem parte dessa constelação do inacabamento, apesar de terem ocupado intensamente o seu autor durante treze anos, entre 1927 e 1940, e gerado alguns dos grandes ensaios de Walter Benjamin sobre Baudelaire, a arte e a fotografia. Trata-se de um projecto ambicioso, que propõe uma original leitura histórico-filosófica do século XIX, tomando como referências a evolução histórica e civilizacional de Paris e a obra de Baudelaire como grande paradigma poético desse processo. Em última análise, o projecto das Passagens de Paris acabaria por resultar num grande mar de reflexões e materiais fragmentários por onde navega já o que seria a proto-história do nosso próprio tempo.
Nº Páginas: 1040
Sinopse:
Há grandes livros que nunca chegaram a sê-lo propriamente, obras que vivem do inconcluso e do fragmentário, como o Livro do Desassossego ou O Homem sem Qualidades. As Passagens de Paris fazem parte dessa constelação do inacabamento, apesar de terem ocupado intensamente o seu autor durante treze anos, entre 1927 e 1940, e gerado alguns dos grandes ensaios de Walter Benjamin sobre Baudelaire, a arte e a fotografia. Trata-se de um projecto ambicioso, que propõe uma original leitura histórico-filosófica do século XIX, tomando como referências a evolução histórica e civilizacional de Paris e a obra de Baudelaire como grande paradigma poético desse processo. Em última análise, o projecto das Passagens de Paris acabaria por resultar num grande mar de reflexões e materiais fragmentários por onde navega já o que seria a proto-história do nosso próprio tempo.
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Edição: Set 2014
Nº Páginas: 216
Sinopse:
Olhar para trás, para os anos mais importantes das nossas vidas - aqueles que nos tornaram o que hoje somos - nem sempre se revela tarefa fácil; mas o narrador deste romance terno e deslumbrante tem, desde pequeno, um companheiro inseparável que, até certo ponto, facilita as coisas: um caderno de papel pardo com linhas, comprado, ainda nos anos 1960, em Moçâmedes, no qual foi registando - com palavras, desenhos, fios de cabelo, pétalas, sangue, sémen - os episódios que marcaram decisivamente a sua história. Da aprendizagem dos números com a fita métrica da São modista à consciência dos traumas da Guerra Colonial, da iniciação sexual com uma rapariga indiferente a tudo menos aos limões ao preconceito impiedoso dos meios pequenos, da paixão nunca consumada por uma actriz de cinema ao poder cego da censura, da descoberta salvífica dos livros à morte de uma paisagem amigável, as folhas desse caderno abrem-se agora generosamente para nós, e as suas palavras guiar-nos-ão pelos fios de uma narrativa que, sendo a de um só homem, é também a de um Portugal que já desapareceu. Com uma simplicidade invejável e, ao mesmo tempo, parecendo ter uma biblioteca dentro, "As Palavras Que Me Deverão Guiar Um Dia", finalista do Prémio LeYa em 2013, é um romance de formação tão enternecedor como Cinema Paraíso, só que com livros em vez de filmes.
Nº Páginas: 216
Sinopse:
Olhar para trás, para os anos mais importantes das nossas vidas - aqueles que nos tornaram o que hoje somos - nem sempre se revela tarefa fácil; mas o narrador deste romance terno e deslumbrante tem, desde pequeno, um companheiro inseparável que, até certo ponto, facilita as coisas: um caderno de papel pardo com linhas, comprado, ainda nos anos 1960, em Moçâmedes, no qual foi registando - com palavras, desenhos, fios de cabelo, pétalas, sangue, sémen - os episódios que marcaram decisivamente a sua história. Da aprendizagem dos números com a fita métrica da São modista à consciência dos traumas da Guerra Colonial, da iniciação sexual com uma rapariga indiferente a tudo menos aos limões ao preconceito impiedoso dos meios pequenos, da paixão nunca consumada por uma actriz de cinema ao poder cego da censura, da descoberta salvífica dos livros à morte de uma paisagem amigável, as folhas desse caderno abrem-se agora generosamente para nós, e as suas palavras guiar-nos-ão pelos fios de uma narrativa que, sendo a de um só homem, é também a de um Portugal que já desapareceu. Com uma simplicidade invejável e, ao mesmo tempo, parecendo ter uma biblioteca dentro, "As Palavras Que Me Deverão Guiar Um Dia", finalista do Prémio LeYa em 2013, é um romance de formação tão enternecedor como Cinema Paraíso, só que com livros em vez de filmes.
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Edição: Nov 2018
Nº Páginas: 64
Sinopse:
O dicionário é a casa onde moram palavras. As que limpam as janelas, as que gostam de beber café, as que trazem correntes de ar, as que fazem de lanterna no escuro, as que têm os pés pequenos, as que frequentam as árvores, as que pulam como sapos. Entre as finas paredes do dicionário podemos admirá-las. Investigar o que fazem elas da vida. Alfabeticamente deitadas. Cada uma no seu quarto. Enquanto repousam do atarefado trabalho de andar de boca em boca, de cabeça em cabeça, de livro em livro. Podemos contemplá-las a todas. Menos às que decidiram fugir. Há palavras que nasceram para ser pássaro. Este livro vai atrás dessas que nunca se deixam apanhar. Não para as prender. (Como se isso fosse possível?) Somente para lhes tirar um retrato.
Nº Páginas: 64
Sinopse:
O dicionário é a casa onde moram palavras. As que limpam as janelas, as que gostam de beber café, as que trazem correntes de ar, as que fazem de lanterna no escuro, as que têm os pés pequenos, as que frequentam as árvores, as que pulam como sapos. Entre as finas paredes do dicionário podemos admirá-las. Investigar o que fazem elas da vida. Alfabeticamente deitadas. Cada uma no seu quarto. Enquanto repousam do atarefado trabalho de andar de boca em boca, de cabeça em cabeça, de livro em livro. Podemos contemplá-las a todas. Menos às que decidiram fugir. Há palavras que nasceram para ser pássaro. Este livro vai atrás dessas que nunca se deixam apanhar. Não para as prender. (Como se isso fosse possível?) Somente para lhes tirar um retrato.
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Edição: Jan 2019
Nº Páginas: 18
Sinopse:
Pequenos Livros, Grandes Descobertas Para dar primeiros passos no maravilhoso mundo das formas, das cores e das palavras!
Nº Páginas: 18
Sinopse:
Pequenos Livros, Grandes Descobertas Para dar primeiros passos no maravilhoso mundo das formas, das cores e das palavras!
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Edição: Out 2012
Nº Páginas: 72
Sinopse:
O presente volume prossegue a publicação da obra canónica de Eugénio de Andrade, tal como o poeta a estabeleceu em vida. Integra os livros "As Palavras Interditas", publicado pela primeira vez em 1951, e "Até Amanhã", de 1956. Como diz Nuno Júdice no seu prefácio, ""As Palavras Interditas" e "Até Amanhã" são livros em que se encontra, praticamente em cada poema, aquilo que fez, e faz, de Eugénio de Andrade o mais luminoso e claro dos nossos poetas do século XX." "Nada podeis contra o amor. Contra a cor da folhagem, contra a carícia da espuma, contra a luz, nada podeis. Podeis dar-nos a morte, a mais vil, isso podeis - e é tão pouco."
Nº Páginas: 72
Sinopse:
O presente volume prossegue a publicação da obra canónica de Eugénio de Andrade, tal como o poeta a estabeleceu em vida. Integra os livros "As Palavras Interditas", publicado pela primeira vez em 1951, e "Até Amanhã", de 1956. Como diz Nuno Júdice no seu prefácio, ""As Palavras Interditas" e "Até Amanhã" são livros em que se encontra, praticamente em cada poema, aquilo que fez, e faz, de Eugénio de Andrade o mais luminoso e claro dos nossos poetas do século XX." "Nada podeis contra o amor. Contra a cor da folhagem, contra a carícia da espuma, contra a luz, nada podeis. Podeis dar-nos a morte, a mais vil, isso podeis - e é tão pouco."
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Edição: Fev 2012
Nº Páginas: 296
Sinopse:
Neste livro, "As Palavras do Corpo", Maria Teresa Horta reúne toda a sua poesia erótica.Uma obra ousada e corajosa que nos dá a ver a libertação do corpo das mulheres: o seu gosto, o seu prazer, o seu modo de amar.Uma ode aos sentidos.
Nº Páginas: 296
Sinopse:
Neste livro, "As Palavras do Corpo", Maria Teresa Horta reúne toda a sua poesia erótica.Uma obra ousada e corajosa que nos dá a ver a libertação do corpo das mulheres: o seu gosto, o seu prazer, o seu modo de amar.Uma ode aos sentidos.
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Edição: Mai 2012
Nº Páginas: 744
Sinopse:
O mais recente livro de Fukuyama é uma viagem à história da humanidade, analisando as primeiras formas de Estado e as suas interpretações mais recentes. Reportando um vasto leque de conhecimentos - desde a história até à biologia evolutiva, passando pela arqueologia e a economia - este autor americano escreveu um livro brilhante e provocador, que propõe novas interpretações para a origem das sociedades democráticas, colocando questões essenciais sobre a natureza da política e o descontentamento que tem provocado.
Nº Páginas: 744
Sinopse:
O mais recente livro de Fukuyama é uma viagem à história da humanidade, analisando as primeiras formas de Estado e as suas interpretações mais recentes. Reportando um vasto leque de conhecimentos - desde a história até à biologia evolutiva, passando pela arqueologia e a economia - este autor americano escreveu um livro brilhante e provocador, que propõe novas interpretações para a origem das sociedades democráticas, colocando questões essenciais sobre a natureza da política e o descontentamento que tem provocado.
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Edição: Jan 2019
Nº Páginas: 288
Sinopse:
Julia Lambert está no auge do sucesso: é considerada a maior atriz inglesa do seu tempo. No palco, domina totalmente as emoções e as suas atuações são arrebatadoras. Na vida real, está cansada do marido e é bastante menos disciplinada. Quando um jovem fã a cobre de atenções, Julia fica inicialmente divertida; mais tarde, entusiasmada pela sua persistência; e, por fim, louca e perigosamente apaixonada. A sua vida, aparentemente perfeita e imperturbável, vai sofrer uma viragem irreversível. De execução magistral, "As Paixões de Julia" retrata as tensões e os triunfos das artes performativas: quer em palco, quer fora dele. Foi adaptado ao cinema, com Annette Bening e Jeremy Irons nos principais papéis.
Nº Páginas: 288
Sinopse:
Julia Lambert está no auge do sucesso: é considerada a maior atriz inglesa do seu tempo. No palco, domina totalmente as emoções e as suas atuações são arrebatadoras. Na vida real, está cansada do marido e é bastante menos disciplinada. Quando um jovem fã a cobre de atenções, Julia fica inicialmente divertida; mais tarde, entusiasmada pela sua persistência; e, por fim, louca e perigosamente apaixonada. A sua vida, aparentemente perfeita e imperturbável, vai sofrer uma viragem irreversível. De execução magistral, "As Paixões de Julia" retrata as tensões e os triunfos das artes performativas: quer em palco, quer fora dele. Foi adaptado ao cinema, com Annette Bening e Jeremy Irons nos principais papéis.
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Edição: Nov 2011
Nº Páginas: 224
Sinopse:
A Casa Pia viu destruída uma imagem enraizada desde 1780. Aqueles que foram considerados suspeitos de pedofilia nunca mais refizeram as suas vidas. As alegadas vítimas procuraram um recomeço, dentro ou fora do país. Mas nenhuma destas pessoas voltou a ser a mesma — e todas elas têm família e amigos que sofreram com o que estava a acontecer. Neste livro pretende-se tornar público o sofrimento vivido ao longo destes oito anos pelas pessoas ligadas a Carlos Cruz, um dos principais arguidos do processo Casa Pia, pelo simples facto de fazerem parte da sua vida e de nunca terem deixado de acreditar na sua inocência."(Esta) obra é um quadro pintado com cores fortes, verdadeiras, sem meias-tintas, onde se lê, em cada pincelada, uma emoção, 0um sentimento, um manual de valores de um conjunto de personagens vivas, sérias, lutadoras, conscientes, intocáveis pela mentira, incorruptíveis pela propaganda. E isso transforma este livro num exemplo. [...]Este não é um livro de ficção. As personagens são pessoas reais. Exprimem sentimentos reais. Revelam emoções reais. Essa é uma das suas riquezas. E aqui ficam escritas, arquivadas, as palavras, filhas do que é sentido e humano, para uma verdadeira memória futura, que bem necessária será um dia.""in" prefácio de Carlos Cruz
Nº Páginas: 224
Sinopse:
A Casa Pia viu destruída uma imagem enraizada desde 1780. Aqueles que foram considerados suspeitos de pedofilia nunca mais refizeram as suas vidas. As alegadas vítimas procuraram um recomeço, dentro ou fora do país. Mas nenhuma destas pessoas voltou a ser a mesma — e todas elas têm família e amigos que sofreram com o que estava a acontecer. Neste livro pretende-se tornar público o sofrimento vivido ao longo destes oito anos pelas pessoas ligadas a Carlos Cruz, um dos principais arguidos do processo Casa Pia, pelo simples facto de fazerem parte da sua vida e de nunca terem deixado de acreditar na sua inocência."(Esta) obra é um quadro pintado com cores fortes, verdadeiras, sem meias-tintas, onde se lê, em cada pincelada, uma emoção, 0um sentimento, um manual de valores de um conjunto de personagens vivas, sérias, lutadoras, conscientes, intocáveis pela mentira, incorruptíveis pela propaganda. E isso transforma este livro num exemplo. [...]Este não é um livro de ficção. As personagens são pessoas reais. Exprimem sentimentos reais. Revelam emoções reais. Essa é uma das suas riquezas. E aqui ficam escritas, arquivadas, as palavras, filhas do que é sentido e humano, para uma verdadeira memória futura, que bem necessária será um dia.""in" prefácio de Carlos Cruz
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Edição: Ago 2018
Nº Páginas: 520
Sinopse:
Ilha da Jamaica, 1753. Deirdre, filha da inglesa Nora Fortnam e do escravo Akwasi, leva uma vida protegida na plantação da mãe e do pai adotivo, Doug, que a acolheu como se fosse sua. Apesar das origens pouco claras da menina, os rapazes da ilha nunca a largam. Deirdre, no entanto, não sente o menor interesse por nenhum deles até que o jovem médico Victor Dufresne pede a sua mão. Depois de uma esplêndida cerimónia de casamento, o casal recémcasado zarpa para Saint-Domingue, na parte francesa de Hispaniola. Os eventos que ali têm lugar vão transformar completamente as suas vidas...
Nº Páginas: 520
Sinopse:
Ilha da Jamaica, 1753. Deirdre, filha da inglesa Nora Fortnam e do escravo Akwasi, leva uma vida protegida na plantação da mãe e do pai adotivo, Doug, que a acolheu como se fosse sua. Apesar das origens pouco claras da menina, os rapazes da ilha nunca a largam. Deirdre, no entanto, não sente o menor interesse por nenhum deles até que o jovem médico Victor Dufresne pede a sua mão. Depois de uma esplêndida cerimónia de casamento, o casal recémcasado zarpa para Saint-Domingue, na parte francesa de Hispaniola. Os eventos que ali têm lugar vão transformar completamente as suas vidas...
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Edição: Mai 2015
Nº Páginas: 216
Sinopse:
"As Ondas" é considerado o mais radical romance de Virginia Woolf — um desses raros escritores que nasceu no "instante em que uma estrela se pôs a pensar". Marguerite Yourcenar, sua tradutora francesa, descreveu-o assim: ""As Ondas" é um livro com seis personagens, ou melhor, seis instrumentos musicais, pois consiste unicamente em monólogos interiores, cujas curvas se sucedem e entrecruzam com uma segurança que lembra a "Arte da Fuga" de Bach. Nesta narrativa musical, os breves pensamentos de infância, as rápidas reflexões sobre os momentos de juventude e de confiante camaradagem desempenham o mesmo papel dos allegri nas sinfonias de Mozart, abrindo espaço para os lentos andantes dos imensos solilóquios sobre a experiência, a solidão e a maturidade. Tanto como uma meditação sobre a vida, "As Ondas" é um ensaio sobre a solidão. Trata-se de seis crianças, três raparigas, Rhoda, Jinny e Susan; e de três rapazes, Louis, Neville e Bernard, que vemos crescer, diferenciarem-se e envelhecer. Uma sétima criança, que nunca toma a palavra e que só conhecemos através das outras, é o centro do livro, ou melhor, o seu coração."
Nº Páginas: 216
Sinopse:
"As Ondas" é considerado o mais radical romance de Virginia Woolf — um desses raros escritores que nasceu no "instante em que uma estrela se pôs a pensar". Marguerite Yourcenar, sua tradutora francesa, descreveu-o assim: ""As Ondas" é um livro com seis personagens, ou melhor, seis instrumentos musicais, pois consiste unicamente em monólogos interiores, cujas curvas se sucedem e entrecruzam com uma segurança que lembra a "Arte da Fuga" de Bach. Nesta narrativa musical, os breves pensamentos de infância, as rápidas reflexões sobre os momentos de juventude e de confiante camaradagem desempenham o mesmo papel dos allegri nas sinfonias de Mozart, abrindo espaço para os lentos andantes dos imensos solilóquios sobre a experiência, a solidão e a maturidade. Tanto como uma meditação sobre a vida, "As Ondas" é um ensaio sobre a solidão. Trata-se de seis crianças, três raparigas, Rhoda, Jinny e Susan; e de três rapazes, Louis, Neville e Bernard, que vemos crescer, diferenciarem-se e envelhecer. Uma sétima criança, que nunca toma a palavra e que só conhecemos através das outras, é o centro do livro, ou melhor, o seu coração."
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Edição: Abr 2012
Nº Páginas: 48
Sinopse:
Segue a história do maior acontecimento mundial, desde 776 a.C. até à actualidade. Conhece os atletas da Grécia Antiga, acompanha os jogos de cidade em cidade, testemunha triunfos desportivos e protestos políticos e vê recordes a serem batidos. Fica a saber o desempenho de alguns atletas portugueses.
Nº Páginas: 48
Sinopse:
Segue a história do maior acontecimento mundial, desde 776 a.C. até à actualidade. Conhece os atletas da Grécia Antiga, acompanha os jogos de cidade em cidade, testemunha triunfos desportivos e protestos políticos e vê recordes a serem batidos. Fica a saber o desempenho de alguns atletas portugueses.
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Edição: Abr 2017
Nº Páginas: 224
Sinopse:
Pietro é um rapazinho da cidade, solitário e pouco sociável. Os seus pais estão ligados pela paixão da montanha que os uniu desde sempre, mesmo na tragédia, e o horizonte linear de Milão enche-os agora de saudade e nostalgia. Quando descobrem a aldeia de Grana, no sopé do Monte Rosa, sentem ter encontrado o lugar certo: Pietro passará ali todos os verões onde, à sua espera, está Bruno. São da mesma idade mas, em vez de estar de férias escolares, ocupa-se a pastar vacas. Têm assim início verões de explorações e descobertas, entre as casas abandonadas, o moinho e os carreiros mais íngremes. São também os anos em que Pietro descobre que a montanha é um saber, um verdadeiro e adequado modo de respirar. E descobre também que o pai lhe deixa o legado mais verdadeiro: "Ali estava a minha herança: uma parede de rocha, neve, um montão de pedras em quadrado, um pinheiro." Uma herança que passados muitos anos o reaproximará de Bruno. "As Oito Montanhas" é um livro magnético e adulto, que explora ligações acidentadas mas graníticas, a possibilidade de aprender e a procura do nosso lugar no mundo. Maravilhoso, literário, intenso e lírico, invade-nos com o ar puro e a luz da natureza e com as cores e os cheiros das estações.
Nº Páginas: 224
Sinopse:
Pietro é um rapazinho da cidade, solitário e pouco sociável. Os seus pais estão ligados pela paixão da montanha que os uniu desde sempre, mesmo na tragédia, e o horizonte linear de Milão enche-os agora de saudade e nostalgia. Quando descobrem a aldeia de Grana, no sopé do Monte Rosa, sentem ter encontrado o lugar certo: Pietro passará ali todos os verões onde, à sua espera, está Bruno. São da mesma idade mas, em vez de estar de férias escolares, ocupa-se a pastar vacas. Têm assim início verões de explorações e descobertas, entre as casas abandonadas, o moinho e os carreiros mais íngremes. São também os anos em que Pietro descobre que a montanha é um saber, um verdadeiro e adequado modo de respirar. E descobre também que o pai lhe deixa o legado mais verdadeiro: "Ali estava a minha herança: uma parede de rocha, neve, um montão de pedras em quadrado, um pinheiro." Uma herança que passados muitos anos o reaproximará de Bruno. "As Oito Montanhas" é um livro magnético e adulto, que explora ligações acidentadas mas graníticas, a possibilidade de aprender e a procura do nosso lugar no mundo. Maravilhoso, literário, intenso e lírico, invade-nos com o ar puro e a luz da natureza e com as cores e os cheiros das estações.
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Edição: Jun 2019
Nº Páginas: 224
Sinopse:
Reflexões para uma vida mais verdadeira e feliz. Um olhar mais demorado e atento permite verificar que este livro é muito mais do que uma mera e aleatória compilação de crónicas. Com o amor e as suas múltiplas obras como ponto de partida, este tocante conjunto de reflexões afirma-se como fundamental no necessário diálogo que o leitor deverá manter entre a razão e o coração, o que lhe permite encontrar o genuíno caminho para a felicidade. José Luís Nunes Martins partilha estes seus pensamentos de forma simples, numa linguagem acessível a todos e sem recorrer a qualquer tipo de autoridade. No fundo, argumenta com o essencial: apenas e só a razão. Porque, como escreve: "A verdade vale por si mesma, não se torna mais pura ou impura porque um sábio ou um tolo a expressam."
Nº Páginas: 224
Sinopse:
Reflexões para uma vida mais verdadeira e feliz. Um olhar mais demorado e atento permite verificar que este livro é muito mais do que uma mera e aleatória compilação de crónicas. Com o amor e as suas múltiplas obras como ponto de partida, este tocante conjunto de reflexões afirma-se como fundamental no necessário diálogo que o leitor deverá manter entre a razão e o coração, o que lhe permite encontrar o genuíno caminho para a felicidade. José Luís Nunes Martins partilha estes seus pensamentos de forma simples, numa linguagem acessível a todos e sem recorrer a qualquer tipo de autoridade. No fundo, argumenta com o essencial: apenas e só a razão. Porque, como escreve: "A verdade vale por si mesma, não se torna mais pura ou impura porque um sábio ou um tolo a expressam."
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Edição: Abr 2015
Nº Páginas: 32
Sinopse:
As nuvens têm tanta imaginação! Fazem parte da nossa vida. E também dos nossos sonhos. É por isso que há alturas em que nós estamos nas nuvens, como certamente já ouviste dizer.Abre este livro, apanha uma nuvem e viaja com ela.
Nº Páginas: 32
Sinopse:
As nuvens têm tanta imaginação! Fazem parte da nossa vida. E também dos nossos sonhos. É por isso que há alturas em que nós estamos nas nuvens, como certamente já ouviste dizer.Abre este livro, apanha uma nuvem e viaja com ela.
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Edição: Mar 2019
Nº Páginas: 312
Sinopse:
"Noutros tempos, todos os caminhos iam dar a Roma. Atualmente, vão todos dar a Pequim." Aquando da sua publicação em 2015, As Rotas da Seda tornou-se de imediato um clássico, uma reinterpretação da história do mundo, que nos levou a olhar para o passado sob uma perspetiva diferente. As Novas Rotas da Seda atualiza esta história, tendo em conta um mundo que muda com cada vez maior rapidez.Seguindo as Rotas da Seda para leste da Europa e até à China, atravessando a Rússia e o Médio Oriente, As Novas Rotas da Seda lembra-nos que vivemos num mundo profundamente interligado. Na era do Brexit e de Donald Trump, os temas como o isolamento e a fragmentação assombram o Ocidente e criam um contraste profundo com o que acontece nas Rotas da Seda, onde as relações e a cooperação mútua se intensificam cada vez mais.Com profundo conhecimento da matéria, Peter Frankopan revela-nos o seu olhar sobre esta complexa rede de ligações, avaliando as consequências globais da constante mudança do centro do poder.Este livro compele-nos a refletir sobre quem somos e onde estamos no mundo, de modo que entendamos os temas dos quais as nossas vidas dependem.
Nº Páginas: 312
Sinopse:
"Noutros tempos, todos os caminhos iam dar a Roma. Atualmente, vão todos dar a Pequim." Aquando da sua publicação em 2015, As Rotas da Seda tornou-se de imediato um clássico, uma reinterpretação da história do mundo, que nos levou a olhar para o passado sob uma perspetiva diferente. As Novas Rotas da Seda atualiza esta história, tendo em conta um mundo que muda com cada vez maior rapidez.Seguindo as Rotas da Seda para leste da Europa e até à China, atravessando a Rússia e o Médio Oriente, As Novas Rotas da Seda lembra-nos que vivemos num mundo profundamente interligado. Na era do Brexit e de Donald Trump, os temas como o isolamento e a fragmentação assombram o Ocidente e criam um contraste profundo com o que acontece nas Rotas da Seda, onde as relações e a cooperação mútua se intensificam cada vez mais.Com profundo conhecimento da matéria, Peter Frankopan revela-nos o seu olhar sobre esta complexa rede de ligações, avaliando as consequências globais da constante mudança do centro do poder.Este livro compele-nos a refletir sobre quem somos e onde estamos no mundo, de modo que entendamos os temas dos quais as nossas vidas dependem.
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Edição: Mai 2013
Nº Páginas: 216
Sinopse:
"As Novas Mil e Uma Noites" é um livro de histórias. Nem outra coisa poderia ser, já que tal título — "New Arabian Nights", no original inglês — nos remete directa e imediatamente para a fabulosa e famosíssima colectânea das "Mil e Uma Noites".Xerazade, tal como o ignorado árabe que escreveu as histórias que ela contou, era senhora dos recônditos segredos dessa arte por tantos praticada e por tão poucos conseguida. Também assim aconteceu com Robert Louis Stevenson, que, após a conclusão de cada uma das histórias que coligiu sob os títulos de "O Clube dos Suicidas" e "O Diamante do Rajá", nos faz saber que delas teve conhecimento por intermédio de um suposto manuscrito redigido por um misterioso autor árabe.Com estas discretas alusões, Stevenson não nos revela apenas a sua admiração pelas histórias das "Mil e Uma Noites". Diz-nos também que o seu objectivo, ao escrever umas "Novas Mil e Uma Noites", era idêntico ao de Xerazade; ou seja, o Escocês das Arábias — chamemos-lhe assim — pretende apenas que quem o leia possa passar o tempo sem se dar conta de que o tempo voa, tal como aconteceu com o príncipe árabe, aquele que julgava ser o dono e o senhor de Xerazade. A publicação deste segundo volume encerra a publicação desta obra admirável na Assírio & Alvim.
Nº Páginas: 216
Sinopse:
"As Novas Mil e Uma Noites" é um livro de histórias. Nem outra coisa poderia ser, já que tal título — "New Arabian Nights", no original inglês — nos remete directa e imediatamente para a fabulosa e famosíssima colectânea das "Mil e Uma Noites".Xerazade, tal como o ignorado árabe que escreveu as histórias que ela contou, era senhora dos recônditos segredos dessa arte por tantos praticada e por tão poucos conseguida. Também assim aconteceu com Robert Louis Stevenson, que, após a conclusão de cada uma das histórias que coligiu sob os títulos de "O Clube dos Suicidas" e "O Diamante do Rajá", nos faz saber que delas teve conhecimento por intermédio de um suposto manuscrito redigido por um misterioso autor árabe.Com estas discretas alusões, Stevenson não nos revela apenas a sua admiração pelas histórias das "Mil e Uma Noites". Diz-nos também que o seu objectivo, ao escrever umas "Novas Mil e Uma Noites", era idêntico ao de Xerazade; ou seja, o Escocês das Arábias — chamemos-lhe assim — pretende apenas que quem o leia possa passar o tempo sem se dar conta de que o tempo voa, tal como aconteceu com o príncipe árabe, aquele que julgava ser o dono e o senhor de Xerazade. A publicação deste segundo volume encerra a publicação desta obra admirável na Assírio & Alvim.
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Edição: Out 2013
Nº Páginas: 240
Sinopse:
"As Novas Mil e Uma Noites" é um livro de histórias. Nem outra coisa poderia ser, já que tal título— New Arabian Nights, no original inglês—nos remete directa e imediatamente para a fabulosa e famosíssima colectânea das "Mil e Uma Noites". Xerazade, tal como o ignorado árabe que escreveu as histórias que ela contou, era senhora dos recônditos segredos dessa arte por tantos praticada e por tão poucos conseguida.Também assim aconteceu com Robert Louis Stevenson, que, após a conclusão de cada uma das histórias que coligiu sob os títulos de O Clube dos Suicidas e O Diamante do Rajá, nos faz saber que delas teve conhecimento por intermédio de umsupostomanuscrito redigido por ummisterioso autor árabe.Comestas discretas alusões, Stevenson não nos revela apenas a sua admiração pelas histórias dasMil e Uma Noites. Diz-nos também que o seu objectivo, ao escrever umasNovasMil eUmaNoites, era idêntico ao de Xerazade; ou seja, o Escocês das Arábias— chamemos-lhe assim—pretende apenas que quem o leia possa passar o tempo sem se dar conta de que o tempo voa, tal como aconteceu como príncipe árabe, aquele que julgava ser o dono e o senhor de Xerazade.
Nº Páginas: 240
Sinopse:
"As Novas Mil e Uma Noites" é um livro de histórias. Nem outra coisa poderia ser, já que tal título— New Arabian Nights, no original inglês—nos remete directa e imediatamente para a fabulosa e famosíssima colectânea das "Mil e Uma Noites". Xerazade, tal como o ignorado árabe que escreveu as histórias que ela contou, era senhora dos recônditos segredos dessa arte por tantos praticada e por tão poucos conseguida.Também assim aconteceu com Robert Louis Stevenson, que, após a conclusão de cada uma das histórias que coligiu sob os títulos de O Clube dos Suicidas e O Diamante do Rajá, nos faz saber que delas teve conhecimento por intermédio de umsupostomanuscrito redigido por ummisterioso autor árabe.Comestas discretas alusões, Stevenson não nos revela apenas a sua admiração pelas histórias dasMil e Uma Noites. Diz-nos também que o seu objectivo, ao escrever umasNovasMil eUmaNoites, era idêntico ao de Xerazade; ou seja, o Escocês das Arábias— chamemos-lhe assim—pretende apenas que quem o leia possa passar o tempo sem se dar conta de que o tempo voa, tal como aconteceu como príncipe árabe, aquele que julgava ser o dono e o senhor de Xerazade.
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Edição: Fev 2020
Nº Páginas: 60
Sinopse:
Os agentes da Brigada Caimão,do WSIO,têm mãos um caso sério de ameaça à segurança nacional. Pelo meio,todas as componentes que criam um livro imperdível cheio de suspense: crimes sofisticados, acção, pesquisa avançada. Sem esquecer o excelente desenho, essencial numa BD de referência.
Nº Páginas: 60
Sinopse:
Os agentes da Brigada Caimão,do WSIO,têm mãos um caso sério de ameaça à segurança nacional. Pelo meio,todas as componentes que criam um livro imperdível cheio de suspense: crimes sofisticados, acção, pesquisa avançada. Sem esquecer o excelente desenho, essencial numa BD de referência.
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Edição: Out 2014
Nº Páginas: 272
Sinopse:
Raramente pensamos no impacto que as notícias têm nas nossas vidas. Neste livro esplêndido, Alain de Botton submete vinte e cinco notícias-padrão - desde um acidente aéreo a um assassinato, passando por uma entrevista a uma celebridade e por um escândalo político - ao pouco habitual intenso escrutínio da análise.
Nº Páginas: 272
Sinopse:
Raramente pensamos no impacto que as notícias têm nas nossas vidas. Neste livro esplêndido, Alain de Botton submete vinte e cinco notícias-padrão - desde um acidente aéreo a um assassinato, passando por uma entrevista a uma celebridade e por um escândalo político - ao pouco habitual intenso escrutínio da análise.
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Edição: Nov 2020
Nº Páginas: 60
Sinopse:
Um thriller por autores com provas dadas na BD de aventura. A ler por toda a família, para descobrir ou redescobrir! Os agentes da Brigada Caimão, do WSIO, têm em mãos um caso sério de ameaça à segurança nacional. Pelo meio, todas as componentes que criam um imperdível livro cheio de suspense: crimes sofisticados, acção, pesquisa avançada. Sem esquecer o excelente desenho, essencial numa BD de referência.
Nº Páginas: 60
Sinopse:
Um thriller por autores com provas dadas na BD de aventura. A ler por toda a família, para descobrir ou redescobrir! Os agentes da Brigada Caimão, do WSIO, têm em mãos um caso sério de ameaça à segurança nacional. Pelo meio, todas as componentes que criam um imperdível livro cheio de suspense: crimes sofisticados, acção, pesquisa avançada. Sem esquecer o excelente desenho, essencial numa BD de referência.
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Edição: Set 2016
Nº Páginas: 192
Sinopse:
Em imaginoso encontro de tempos e espaços, figuras diversas da História e da Literatura portuguesas (sobretudo dos séculos XVI e XVII), a par de um casal anónimo vindo da Guiné e de algumas figuras estrangeiras de renome, encontram-se em Lisboa na situação de retornados no pós-25 de Abril de 1974. Subvertendo as histórias individuais dessas diferentes personalidades - Pedro Álvares Cabral, Luís de Camões, Francisco Xavier, Diogo Cão, Manuel de Sousa de Sepúlveda, Vasco da Gama, Fernão Mendes Pinto - conta-se das suas vidas em terras africanas, diferentes das que a História consagrou como tendo sido o seu percurso, e de como na sua maior parte se ocupam, após o regresso à metrópole, de actividades menos dignificantes que vão do proxenetismo de Francisco Xavier e Fernão Mendes Pinto à exploração de boîtes e bares manhosos por Manoel de Sousa de Sepúlveda e à batota no jogo da sueca de Vasco da Gama. Projectando nos vultos históricos de navegadores, escritores, heróis e missionários a inditosa aventura de retorno dos colonos no pós-25 de Abril de 1974, multiplicando neles as marcas do descalabro e da irrisão (físicas e morais), recorrendo a efeitos de burlesco, de sátira e de rebaixamento carnavalescos, inverte António Lobo Antunes o assaz mitificado e glorioso sentido dos descobrimentos portugueses, reescrevendo assim "Os Lusíadas" em modo paródico.
Nº Páginas: 192
Sinopse:
Em imaginoso encontro de tempos e espaços, figuras diversas da História e da Literatura portuguesas (sobretudo dos séculos XVI e XVII), a par de um casal anónimo vindo da Guiné e de algumas figuras estrangeiras de renome, encontram-se em Lisboa na situação de retornados no pós-25 de Abril de 1974. Subvertendo as histórias individuais dessas diferentes personalidades - Pedro Álvares Cabral, Luís de Camões, Francisco Xavier, Diogo Cão, Manuel de Sousa de Sepúlveda, Vasco da Gama, Fernão Mendes Pinto - conta-se das suas vidas em terras africanas, diferentes das que a História consagrou como tendo sido o seu percurso, e de como na sua maior parte se ocupam, após o regresso à metrópole, de actividades menos dignificantes que vão do proxenetismo de Francisco Xavier e Fernão Mendes Pinto à exploração de boîtes e bares manhosos por Manoel de Sousa de Sepúlveda e à batota no jogo da sueca de Vasco da Gama. Projectando nos vultos históricos de navegadores, escritores, heróis e missionários a inditosa aventura de retorno dos colonos no pós-25 de Abril de 1974, multiplicando neles as marcas do descalabro e da irrisão (físicas e morais), recorrendo a efeitos de burlesco, de sátira e de rebaixamento carnavalescos, inverte António Lobo Antunes o assaz mitificado e glorioso sentido dos descobrimentos portugueses, reescrevendo assim "Os Lusíadas" em modo paródico.
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Edição: Dez 2017
Nº Páginas: 272
Sinopse:
Este ano, o Natal não será o mesmo para Meg, Jo, Beth e Amy. O seu pai está a longe, a combater e a família passa por tempos difíceis. Mas apesar de serem pobres, a vida das quatro irmãs March é repleta de acontecimentos. Fazem jogos, encenam peças, estabelecem amizades, discutem, lutam contra os seus vícios, aprendem com os erros, ajudam-se em momentos de doença e decepção e envolvem-se em todo o tipo de sarilhos.
Nº Páginas: 272
Sinopse:
Este ano, o Natal não será o mesmo para Meg, Jo, Beth e Amy. O seu pai está a longe, a combater e a família passa por tempos difíceis. Mas apesar de serem pobres, a vida das quatro irmãs March é repleta de acontecimentos. Fazem jogos, encenam peças, estabelecem amizades, discutem, lutam contra os seus vícios, aprendem com os erros, ajudam-se em momentos de doença e decepção e envolvem-se em todo o tipo de sarilhos.
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Edição: Mai 2018
Nº Páginas: 192
Sinopse:
Em imaginoso encontro de tempos e espaços, figuras diversas da História e da Literatura portuguesas (sobretudo dos séculos XVI e XVII), a par de um casal anónimo vindo da Guiné e de algumas figuras estrangeiras de renome, encontram-se em Lisboa na situação de retornados no pós-25 de Abril de 1974. Subvertendo as histórias individuais dessas diferentes personalidades - Pedro Álvares Cabral, Luís de Camões, Francisco Xavier, Diogo Cão, Manuel de Sousa de Sepúlveda, Vasco da Gama, Fernão Mendes Pinto - conta-se das suas vidas em terras africanas, diferentes das que a História consagrou como tendo sido o seu percurso, e de como na sua maior parte se ocupam, após o regresso à metrópole, de actividades menos dignificantes que vão do proxenetismo de Francisco Xavier e Fernão Mendes Pinto à exploração de boîtes e bares manhosos por Manoel de Sousa de Sepúlveda e à batota no jogo da sueca de Vasco da Gama. Projectando nos vultos históricos de navegadores, escritores, heróis e missionários a inditosa aventura de retorno dos colonos no pós-25 de Abril de 1974, multiplicando neles as marcas do descalabro e da irrisão (físicas e morais), recorrendo a efeitos de burlesco, de sátira e de rebaixamento carnavalescos, inverte António Lobo Antunes o assaz mitificado e glorioso sentido dos descobrimentos portugueses, reescrevendo assim "Os Lusíadas" em modo paródico.
Nº Páginas: 192
Sinopse:
Em imaginoso encontro de tempos e espaços, figuras diversas da História e da Literatura portuguesas (sobretudo dos séculos XVI e XVII), a par de um casal anónimo vindo da Guiné e de algumas figuras estrangeiras de renome, encontram-se em Lisboa na situação de retornados no pós-25 de Abril de 1974. Subvertendo as histórias individuais dessas diferentes personalidades - Pedro Álvares Cabral, Luís de Camões, Francisco Xavier, Diogo Cão, Manuel de Sousa de Sepúlveda, Vasco da Gama, Fernão Mendes Pinto - conta-se das suas vidas em terras africanas, diferentes das que a História consagrou como tendo sido o seu percurso, e de como na sua maior parte se ocupam, após o regresso à metrópole, de actividades menos dignificantes que vão do proxenetismo de Francisco Xavier e Fernão Mendes Pinto à exploração de boîtes e bares manhosos por Manoel de Sousa de Sepúlveda e à batota no jogo da sueca de Vasco da Gama. Projectando nos vultos históricos de navegadores, escritores, heróis e missionários a inditosa aventura de retorno dos colonos no pós-25 de Abril de 1974, multiplicando neles as marcas do descalabro e da irrisão (físicas e morais), recorrendo a efeitos de burlesco, de sátira e de rebaixamento carnavalescos, inverte António Lobo Antunes o assaz mitificado e glorioso sentido dos descobrimentos portugueses, reescrevendo assim "Os Lusíadas" em modo paródico.
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Edição: Set 2014
Nº Páginas: 240
Sinopse:
Este livro é o guia pelo qual todas esperávamos! Bem escrito, fácil de ler, e repleto de informações que permitem a qualquer mulher pôr em prática estes conselhos. As mulheres têm hoje melhores habilitações, melhores empregos, melhores ordenados, maior escolha a nível de parceiros, de carreira… quase tudo mudou. Mas isso não as tornou mais felizes. A maioria das mulheres sente-se stressada, subestimada e não se sente realizada. Este sentimento é transversal, independentemente de terem filhos ou não, de quanto dinheiro ganham e do local onde vivem. Foi-nos ensinado que para sermos bem-sucedidas temos de trabalhar nas nossas fraquezas. Marcus Buckingham apoia uma abordagem completamente oposta: identifiquem os vossos pontos fortes e construam a vossa vida à volta deles. Depois de mais de 15 anos a estudar a temática, Marcus concluiu que só nos sentimos realizadas e felizes quando trabalhamos os nossos pontos fortes, pois isso é que é natural em nós. Neste livro, o autor mostra-nos como as mulheres de sucesso aplicam esta teoria e como isso as tornou mais felizes e bem-sucedidas do que as que continuam a investir nos seus pontos fracos. As Mulheres que Têm Tudo vai ajudar qualquer mulher a conhecer as suas forças, a tirar melhor proveito das suas competências pessoais e a reforçar a sua autoestima. Aprenda a oferecer os seus talentos ao mundo de forma recompensadora.
Nº Páginas: 240
Sinopse:
Este livro é o guia pelo qual todas esperávamos! Bem escrito, fácil de ler, e repleto de informações que permitem a qualquer mulher pôr em prática estes conselhos. As mulheres têm hoje melhores habilitações, melhores empregos, melhores ordenados, maior escolha a nível de parceiros, de carreira… quase tudo mudou. Mas isso não as tornou mais felizes. A maioria das mulheres sente-se stressada, subestimada e não se sente realizada. Este sentimento é transversal, independentemente de terem filhos ou não, de quanto dinheiro ganham e do local onde vivem. Foi-nos ensinado que para sermos bem-sucedidas temos de trabalhar nas nossas fraquezas. Marcus Buckingham apoia uma abordagem completamente oposta: identifiquem os vossos pontos fortes e construam a vossa vida à volta deles. Depois de mais de 15 anos a estudar a temática, Marcus concluiu que só nos sentimos realizadas e felizes quando trabalhamos os nossos pontos fortes, pois isso é que é natural em nós. Neste livro, o autor mostra-nos como as mulheres de sucesso aplicam esta teoria e como isso as tornou mais felizes e bem-sucedidas do que as que continuam a investir nos seus pontos fracos. As Mulheres que Têm Tudo vai ajudar qualquer mulher a conhecer as suas forças, a tirar melhor proveito das suas competências pessoais e a reforçar a sua autoestima. Aprenda a oferecer os seus talentos ao mundo de forma recompensadora.
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Edição: Jun 2022
Nº Páginas: 292
Sinopse:
Há mulheres que dão tudo em troca de nada. E são muitas mais do que pensamos. A todas elas Mariela Michelena dedica este livro que, como no caso de Mulheres Mal-Amadas - mais de 25.000 exemplares vendidos na Espanha - e de É Possível Esquecer-te, diz as verdades que não queremos ouvir, mas fá-lo com sensibilidade, tato, sentido de humor e vontade de ajudar. Se ainda te sentes atada ao teu ex; se fazes de mãe do teu parceiro e te empenhas em aperfeiçoá-lo; se deixas a tua vida em pausa para esperar por ele; se parece que só te interessam os homens que te fazem sofrer; sacrificaste-te - e endividaste-te - para depois ser abandonada; sem nenhuma explicação; se estás apaixonada por um ciumento patológico; se perdoaste uma infidelidade, e duas e...
Nº Páginas: 292
Sinopse:
Há mulheres que dão tudo em troca de nada. E são muitas mais do que pensamos. A todas elas Mariela Michelena dedica este livro que, como no caso de Mulheres Mal-Amadas - mais de 25.000 exemplares vendidos na Espanha - e de É Possível Esquecer-te, diz as verdades que não queremos ouvir, mas fá-lo com sensibilidade, tato, sentido de humor e vontade de ajudar. Se ainda te sentes atada ao teu ex; se fazes de mãe do teu parceiro e te empenhas em aperfeiçoá-lo; se deixas a tua vida em pausa para esperar por ele; se parece que só te interessam os homens que te fazem sofrer; sacrificaste-te - e endividaste-te - para depois ser abandonada; sem nenhuma explicação; se estás apaixonada por um ciumento patológico; se perdoaste uma infidelidade, e duas e...
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Edição: Fev 2015
Nº Páginas: 384
Sinopse:
Rezaram e fizeram promessas por eles. Escreveram-lhes centenas de aerogramas, adiando o amor, às vezes sem volta. Tornaram-se madrinhas de guerra de homens que nem sequer conheciam. Foram com eles para o território desconhecido de África, que amaram ou odiaram, ou resignaram-se a esperar por eles, com filhos nos braços. Voaram para os resgatar do mato, onde chegaram mesmo a morrer por eles, e organizaram-se, com maior ou menor cunho ideológico, para lhes aliviar a saudade, enquanto apoiavam as suas famílias. Arriscaram por eles, protegendo-lhes a retaguarda, contestando a guerra, desertando sem saberem quando voltariam ao seu país, mergulhando na clandestinidade e aderindo à luta armada, sujeitas às sevícias da polícia política e perdendo a juventude nas masmorras da prisão. Trataram deles quando voltaram, mutilados e traumatizados, e habituaram-se a amar homens diferentes daqueles com quem haviam casado. Cada uma à sua maneira, as protagonistas deste livro foram pioneiras, desbravando caminhos outrora vedados às mulheres. Mães, irmãs, filhas, amantes, companheiras, amigas, muitas mulheres viveram a guerra colonial como se também elas tivessem sido mobilizadas. Depois da guerra, também para elas nada foi como dantes.
Nº Páginas: 384
Sinopse:
Rezaram e fizeram promessas por eles. Escreveram-lhes centenas de aerogramas, adiando o amor, às vezes sem volta. Tornaram-se madrinhas de guerra de homens que nem sequer conheciam. Foram com eles para o território desconhecido de África, que amaram ou odiaram, ou resignaram-se a esperar por eles, com filhos nos braços. Voaram para os resgatar do mato, onde chegaram mesmo a morrer por eles, e organizaram-se, com maior ou menor cunho ideológico, para lhes aliviar a saudade, enquanto apoiavam as suas famílias. Arriscaram por eles, protegendo-lhes a retaguarda, contestando a guerra, desertando sem saberem quando voltariam ao seu país, mergulhando na clandestinidade e aderindo à luta armada, sujeitas às sevícias da polícia política e perdendo a juventude nas masmorras da prisão. Trataram deles quando voltaram, mutilados e traumatizados, e habituaram-se a amar homens diferentes daqueles com quem haviam casado. Cada uma à sua maneira, as protagonistas deste livro foram pioneiras, desbravando caminhos outrora vedados às mulheres. Mães, irmãs, filhas, amantes, companheiras, amigas, muitas mulheres viveram a guerra colonial como se também elas tivessem sido mobilizadas. Depois da guerra, também para elas nada foi como dantes.
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Edição: Jul 2013
Nº Páginas: 528
Sinopse:
As mulheres, amantes, mães, irmãs e filhas dos Césares têm sido popularmente caracterizadas como assassinas cruéis, adúlteras sem vergonha e interventoras políticas coniventes nos grandes dramas da corte romana. Desde 30 a. C., quando Cleópatra, Octávia e Lívia surgem no auge da mudança de Roma de república para autocracia, até ao século v, com Gala Placídia aprisionada por invasores godos, a autora traça um retrato das vidas das mulheres que ascenderam ao poder nestes cinco séculos. A política de Roma é revelada também através das histórias de Júlia, uma filha que desgraçou o pai embriagando-se no Fórum romano e praticando sexo com estranhos; Popeia, uma amante fútil que persuadiu o imperador a matar a mãe para que pudessem casar; Domícia, uma esposa que teve um caso com um ator antes de conspirar para o assassínio do marido; e Fausta, uma madrasta que tentou seduzir o próprio enteado e engendrou de seguida a sua execução, sendo depois atirada para água a ferver como castigo.
Nº Páginas: 528
Sinopse:
As mulheres, amantes, mães, irmãs e filhas dos Césares têm sido popularmente caracterizadas como assassinas cruéis, adúlteras sem vergonha e interventoras políticas coniventes nos grandes dramas da corte romana. Desde 30 a. C., quando Cleópatra, Octávia e Lívia surgem no auge da mudança de Roma de república para autocracia, até ao século v, com Gala Placídia aprisionada por invasores godos, a autora traça um retrato das vidas das mulheres que ascenderam ao poder nestes cinco séculos. A política de Roma é revelada também através das histórias de Júlia, uma filha que desgraçou o pai embriagando-se no Fórum romano e praticando sexo com estranhos; Popeia, uma amante fútil que persuadiu o imperador a matar a mãe para que pudessem casar; Domícia, uma esposa que teve um caso com um ator antes de conspirar para o assassínio do marido; e Fausta, uma madrasta que tentou seduzir o próprio enteado e engendrou de seguida a sua execução, sendo depois atirada para água a ferver como castigo.
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