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Edição: Jan 2019
Nº Páginas: 200
Sinopse:
Este livro é um guia prático que o apoia em todas as vertentes no caminho para a independência financeira e, porque não, no seu plano de reforma, desde o diagnóstico das suas finanças pessoais, passando por um conjunto de estratégias para adaptar o seu orçamento mensal ao objetivo da poupança e, finalmente, como acelerar o seu crescimento através do investimento. O objetivo é que estas páginas sejam também um contributo para uma melhor perceção do papel essencial que o investimento desempenha nas nossas poupanças, desmistificar alguns conceitos e mitos, bem como despertar a consciência para uma gestão criteriosa das nossas despesas.
Nº Páginas: 200
Sinopse:
Este livro é um guia prático que o apoia em todas as vertentes no caminho para a independência financeira e, porque não, no seu plano de reforma, desde o diagnóstico das suas finanças pessoais, passando por um conjunto de estratégias para adaptar o seu orçamento mensal ao objetivo da poupança e, finalmente, como acelerar o seu crescimento através do investimento. O objetivo é que estas páginas sejam também um contributo para uma melhor perceção do papel essencial que o investimento desempenha nas nossas poupanças, desmistificar alguns conceitos e mitos, bem como despertar a consciência para uma gestão criteriosa das nossas despesas.
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Edição: Abr 2013
Nº Páginas: 280
Sinopse:
A Máfia é a mais antiga empresa em funcionamento no mundo. Conhecida pelas suas práticas imorais e cruéis, os seus membros mais bem-sucedidos são reconhecidos como sendo inteligentes homens de negócios. É o caso de Louis Ferrante, ex-membro da família Gambino, responsável pelos maiores assaltos na história dos Estados Unidos que cedo revelou um talento natural para a gestão. Neste livro, Ferrante revela as suas surpreendentes, mas muito efetivas 88 técnicas de gestão e explica como aplicá-las - de forma legal - a negócios legítimos: - As paredes têm ouvidos: nunca fale mal do patrão. - O banco de favores paga os melhores juros. - Três conseguem manter um segredo, quando dois estão mortos: confiança. - A Máfia não tira apontamentos: aguça a tua memória. - É salutar ir a funerais, desde que não seja o nosso: o poder dos contactos. - Não mate uma estrela em ascensão: neutralizar os seus concorrentes. Depois de passar oito anos e meio na prisão, Louis Ferrante decidiu mudar de vida. Ficou surpreendido com o que encontrou fora das quatro paredes. No mundo legítimo, nos bancos, no mundo dos negócios, nas empresas de crédito, encontrou gente bem mais mafiosa que os seus antigos companheiros da Máfia. Baseado na vida que vivera, que o ensinou a defender-se dos predadores, a farejar um aldrabão, a ser autossuficiente, a pensar em grande e acreditar em si mesmo, Ferrante criou estas lições práticas para os empregados, quadros médios de empresas e para os patrões. Um verdadeiro manual prático de gestão. Porque a vida real (e legal), muitas vezes é bem mais difícil e menos honesta que a vida da Máfia…
Nº Páginas: 280
Sinopse:
A Máfia é a mais antiga empresa em funcionamento no mundo. Conhecida pelas suas práticas imorais e cruéis, os seus membros mais bem-sucedidos são reconhecidos como sendo inteligentes homens de negócios. É o caso de Louis Ferrante, ex-membro da família Gambino, responsável pelos maiores assaltos na história dos Estados Unidos que cedo revelou um talento natural para a gestão. Neste livro, Ferrante revela as suas surpreendentes, mas muito efetivas 88 técnicas de gestão e explica como aplicá-las - de forma legal - a negócios legítimos: - As paredes têm ouvidos: nunca fale mal do patrão. - O banco de favores paga os melhores juros. - Três conseguem manter um segredo, quando dois estão mortos: confiança. - A Máfia não tira apontamentos: aguça a tua memória. - É salutar ir a funerais, desde que não seja o nosso: o poder dos contactos. - Não mate uma estrela em ascensão: neutralizar os seus concorrentes. Depois de passar oito anos e meio na prisão, Louis Ferrante decidiu mudar de vida. Ficou surpreendido com o que encontrou fora das quatro paredes. No mundo legítimo, nos bancos, no mundo dos negócios, nas empresas de crédito, encontrou gente bem mais mafiosa que os seus antigos companheiros da Máfia. Baseado na vida que vivera, que o ensinou a defender-se dos predadores, a farejar um aldrabão, a ser autossuficiente, a pensar em grande e acreditar em si mesmo, Ferrante criou estas lições práticas para os empregados, quadros médios de empresas e para os patrões. Um verdadeiro manual prático de gestão. Porque a vida real (e legal), muitas vezes é bem mais difícil e menos honesta que a vida da Máfia…
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Edição: Ago 2021
Nº Páginas: 272
Sinopse:
Todos queremos ser felizes, mas por que razão resistimos tanto à mudança? Será apenas falta de força de vontade? De acordo com a ciência, a resposta é NÃO. O «ingrediente secreto» que está a faltar é a prática da autocompaixão. Independentemente das nossas circunstâncias, todos lutamos contra o autojulgamento e a autocrítica — aquele sentimento subjacente de «eu não sou bom o suficiente». A Dra. Shauna Shapiro explica-nos como esta propensão para a negatividade condiciona a nossa experiência de vida e como a vergonha desliga os centros do cérebro responsáveis pela aprendizagem e pelo crescimento pessoal. Shauna Shapiro presenteia-nos com um método muito bem fundamentado para alcançar paz e alegria nas nossas vidas.» — Daniel Goleman, autor bestseller de Inteligência Emocional e Foco. As práticas contidas neste livro irão ensiná-lo a focar a sua atenção e a ativar as ligações cerebrais capazes de o ajudar a desenvolver uma atitude gentil e compassiva, a fomentar o perdão, a resiliência e a alegria, dia após dia. Um livro claro e acessível sobre a forma como podemos usar o mindfulness e a autocompaixão para sermos mais felizes e alcançarmos a paz interior. INCLUI EXERCÍCIOS PRÁTICOS.
Nº Páginas: 272
Sinopse:
Todos queremos ser felizes, mas por que razão resistimos tanto à mudança? Será apenas falta de força de vontade? De acordo com a ciência, a resposta é NÃO. O «ingrediente secreto» que está a faltar é a prática da autocompaixão. Independentemente das nossas circunstâncias, todos lutamos contra o autojulgamento e a autocrítica — aquele sentimento subjacente de «eu não sou bom o suficiente». A Dra. Shauna Shapiro explica-nos como esta propensão para a negatividade condiciona a nossa experiência de vida e como a vergonha desliga os centros do cérebro responsáveis pela aprendizagem e pelo crescimento pessoal. Shauna Shapiro presenteia-nos com um método muito bem fundamentado para alcançar paz e alegria nas nossas vidas.» — Daniel Goleman, autor bestseller de Inteligência Emocional e Foco. As práticas contidas neste livro irão ensiná-lo a focar a sua atenção e a ativar as ligações cerebrais capazes de o ajudar a desenvolver uma atitude gentil e compassiva, a fomentar o perdão, a resiliência e a alegria, dia após dia. Um livro claro e acessível sobre a forma como podemos usar o mindfulness e a autocompaixão para sermos mais felizes e alcançarmos a paz interior. INCLUI EXERCÍCIOS PRÁTICOS.
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Edição: Mar 2020
Nº Páginas: 288
Sinopse:
Um relato pessoal sobre as Testemunhas de Jeová escrito por um ex-membro da organização que a acusa de ser uma "seita destrutiva". As regras e mentiras contadas por um homem que durante mais de 30 anos pertenceu às Testemunhas de Jeová. António Madaleno tinha cerca de um ano de idade quando as Testemunhas de Jeová bateram à porta dos seus pais. A partir daí, foi educado segundo as doutrinas e normas da organização Torre de Vigia. Não celebrava o Natal nem aniversários, não cantava o hino nacional na escola, andou de porta em porta a espalhar a mensagem apocalíptica da Torre de Vigia, subiu na hierarquia da organização e chegou a ancião. Até que um dia começou a questionar tudo. Primeiro foi a questão da proibição de transfusões de sangue em membros das Testemunhas de Jeová. Depois, muitas outras questões surgiram. Quanto mais investigava, mais incrédulo ficava em relação às doutrinas da religião. Após uma crise de consciência decidiu deixar tudo para trás, tornando-se desde então um activista contra as seitas destrutivas e grupos de alto controlo.
Nº Páginas: 288
Sinopse:
Um relato pessoal sobre as Testemunhas de Jeová escrito por um ex-membro da organização que a acusa de ser uma "seita destrutiva". As regras e mentiras contadas por um homem que durante mais de 30 anos pertenceu às Testemunhas de Jeová. António Madaleno tinha cerca de um ano de idade quando as Testemunhas de Jeová bateram à porta dos seus pais. A partir daí, foi educado segundo as doutrinas e normas da organização Torre de Vigia. Não celebrava o Natal nem aniversários, não cantava o hino nacional na escola, andou de porta em porta a espalhar a mensagem apocalíptica da Torre de Vigia, subiu na hierarquia da organização e chegou a ancião. Até que um dia começou a questionar tudo. Primeiro foi a questão da proibição de transfusões de sangue em membros das Testemunhas de Jeová. Depois, muitas outras questões surgiram. Quanto mais investigava, mais incrédulo ficava em relação às doutrinas da religião. Após uma crise de consciência decidiu deixar tudo para trás, tornando-se desde então um activista contra as seitas destrutivas e grupos de alto controlo.
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Edição: Jun 2015
Nº Páginas: 360
Sinopse:
Quando foi publicada a primeira edição deste livro, em 1964, "Apocalípticos e Integrados" era apenas um título algo insólito.Desde então tornou-se uma expressão de uso corrente, uma oposição muitas vezes usada para caracterizar a relação que se tem com os media. No início dos anos 60, era quase escandaloso aplicar os instrumentos de uma investigação rigorosa às canções, às narrativas populares e à televisão. Hoje já ninguém duvida de que a enorme difusão dos meios de comunicação de massas transformou a nossa sociedade e que os termos "apocalíptico" e "integrado", que usamos em relação a eles, fazem parte do pensamento e da linguagem quotidianos. Muitas das ideias expressas por Umberto Eco nesta obra, mesmo que impregnadas pelo ambiente da época, fazem agora parte das aquisições do pensamento contemporâneo.
Nº Páginas: 360
Sinopse:
Quando foi publicada a primeira edição deste livro, em 1964, "Apocalípticos e Integrados" era apenas um título algo insólito.Desde então tornou-se uma expressão de uso corrente, uma oposição muitas vezes usada para caracterizar a relação que se tem com os media. No início dos anos 60, era quase escandaloso aplicar os instrumentos de uma investigação rigorosa às canções, às narrativas populares e à televisão. Hoje já ninguém duvida de que a enorme difusão dos meios de comunicação de massas transformou a nossa sociedade e que os termos "apocalíptico" e "integrado", que usamos em relação a eles, fazem parte do pensamento e da linguagem quotidianos. Muitas das ideias expressas por Umberto Eco nesta obra, mesmo que impregnadas pelo ambiente da época, fazem agora parte das aquisições do pensamento contemporâneo.
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Edição: Abr 2021
Nº Páginas: 264
Sinopse:
Ao longo da história, e inclusive antes da sua fundação, Portugal foi por inúmeras vezes atormentado pelas angústias dos «fins do mundo» que as crendices e superstições populares desde sempre associaram a calamidades de diversa ordem. De epidemias a secas e terramotos que provocaram maior ou menor grau de destruição no país, fenómenos astronómicos como passagens de cometas perto da Terra ou eclipses, ou mesmo acontecimentos imaginários como o desembarque de marcianos de que muitos ainda se recordam, foram muitos os momentos do "Juízo Final" que espalharam o terror pela população. Com base numa pesquisa exaustiva de fontes diversas das épocas abrangidas, Joaquim Fernandes reúne neste seu mais recente trabalho alguns desses "apocalipses" e "fins do mundo". Momentos dramáticos como os vividos no seguimento do terramoto de 1755 ou durante a epidemia de gripe espanhola que dizimou dezenas de milhares de pessoas são aqui abordados. Mas também não faltam profetas e seitas, tenebrosas chuvas de "sangue", cometas em rota de colisão e até uma invasão extraterrestre que tantas dores de cabeça provocou à PIDE.
Nº Páginas: 264
Sinopse:
Ao longo da história, e inclusive antes da sua fundação, Portugal foi por inúmeras vezes atormentado pelas angústias dos «fins do mundo» que as crendices e superstições populares desde sempre associaram a calamidades de diversa ordem. De epidemias a secas e terramotos que provocaram maior ou menor grau de destruição no país, fenómenos astronómicos como passagens de cometas perto da Terra ou eclipses, ou mesmo acontecimentos imaginários como o desembarque de marcianos de que muitos ainda se recordam, foram muitos os momentos do "Juízo Final" que espalharam o terror pela população. Com base numa pesquisa exaustiva de fontes diversas das épocas abrangidas, Joaquim Fernandes reúne neste seu mais recente trabalho alguns desses "apocalipses" e "fins do mundo". Momentos dramáticos como os vividos no seguimento do terramoto de 1755 ou durante a epidemia de gripe espanhola que dizimou dezenas de milhares de pessoas são aqui abordados. Mas também não faltam profetas e seitas, tenebrosas chuvas de "sangue", cometas em rota de colisão e até uma invasão extraterrestre que tantas dores de cabeça provocou à PIDE.
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Edição: Abr 2017
Nº Páginas: 296
Sinopse:
Jesus Cristo, resplandecente, em toda a sua glória: é com essa visão, literária, que este livro começa. Aqui, neste Livro do Apocalipse, inaugura-se um género novo, como com a Ilíada se inaugurou o poema épico. que género é este? Apocalíptico, como diz Helder Guégués no breve ensaio que justifica terem-se juntado, neste livro, o texto que o apóstolo João (foi ele?) terá escrito em Patmos e o texto que sobre esse texto escreveu D.H. Lawrence?
Nº Páginas: 296
Sinopse:
Jesus Cristo, resplandecente, em toda a sua glória: é com essa visão, literária, que este livro começa. Aqui, neste Livro do Apocalipse, inaugura-se um género novo, como com a Ilíada se inaugurou o poema épico. que género é este? Apocalíptico, como diz Helder Guégués no breve ensaio que justifica terem-se juntado, neste livro, o texto que o apóstolo João (foi ele?) terá escrito em Patmos e o texto que sobre esse texto escreveu D.H. Lawrence?
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Edição: Jul 2020
Nº Páginas: 192
Sinopse:
Tendo em vista o progresso na aprendizagem da língua espanhola e a motivação para o trabalho autónomo, às explicações apresentadas em português seguem-se exercícios com grau de dificuldade crescente, cujas soluções se encontram no fim do livro.
Nº Páginas: 192
Sinopse:
Tendo em vista o progresso na aprendizagem da língua espanhola e a motivação para o trabalho autónomo, às explicações apresentadas em português seguem-se exercícios com grau de dificuldade crescente, cujas soluções se encontram no fim do livro.
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Edição: Jun 2011
Nº Páginas: 344
Sinopse:
Este é o primeiro livro de Patti Smith em prosa. É um livro de memórias - que começa no Verão em que Coltrane morreu, do Verão do amor livre e de todos os motins, do Verão em que conheceu a figura central deste livro - o lendário fotógrafo americano Robert Mapplethorpe. Mas é também um retrato de época - dos dias do Chelsea Hotel e de Nova Iorque no fim dos anos 1960 - e uma comovente história de juventude e amizade. "Just Kids" é uma fábula em que encontramos poesia, rock’n’roll, sexo e arte que começa numa história de amor e acaba numa elegia. LIVROS QUE SÃO MELHORES COM MÚSICA Descubra a banda sonora perfeita para este livro. Ouça aqui!
Nº Páginas: 344
Sinopse:
Este é o primeiro livro de Patti Smith em prosa. É um livro de memórias - que começa no Verão em que Coltrane morreu, do Verão do amor livre e de todos os motins, do Verão em que conheceu a figura central deste livro - o lendário fotógrafo americano Robert Mapplethorpe. Mas é também um retrato de época - dos dias do Chelsea Hotel e de Nova Iorque no fim dos anos 1960 - e uma comovente história de juventude e amizade. "Just Kids" é uma fábula em que encontramos poesia, rock’n’roll, sexo e arte que começa numa história de amor e acaba numa elegia. LIVROS QUE SÃO MELHORES COM MÚSICA Descubra a banda sonora perfeita para este livro. Ouça aqui!
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Edição: Mai 2021
Nº Páginas: 496
Sinopse:
Rammi Elhanan e Bassam Aramin moram perto um do outro – contudo, habitam mundos completamente diferentes. Rami é israelita. Bassam é palestiniano. A matrícula de Rami é amarela. A matrícula de Bassam é verde. Rami demora 15 minutos até à Margem Ocidental. Bassam demora uma hora e meia a fazer o mesmo percurso. Aqui, a geografia é tudo. Ambos perderam as suas filhas. Smadar, filha de Rami, de 13 anos, foi morta por um bombista suicida. Abir, filha de Bassam, de 10, foi atingida por um membro da polícia fronteiriça, junto à escola. Trazia um doce no bolso que ainda não tinha tido tempo de comer. Rami e Bassam tornam-se melhores amigos. Neste romance épico – que se apresenta com o mesmo nome da forma geométrica com um número contavelmente infinito de lados – Colum McCann atravessa séculos e continentes, entrelaçando tempo, arte, história, natureza e política numa tapeçaria de amizade, amor, perda e pertença. Musical, forte, delicado e ambicioso, este é um livro para os nossos tempos, por um escritor no auge dos seus poderes.
Nº Páginas: 496
Sinopse:
Rammi Elhanan e Bassam Aramin moram perto um do outro – contudo, habitam mundos completamente diferentes. Rami é israelita. Bassam é palestiniano. A matrícula de Rami é amarela. A matrícula de Bassam é verde. Rami demora 15 minutos até à Margem Ocidental. Bassam demora uma hora e meia a fazer o mesmo percurso. Aqui, a geografia é tudo. Ambos perderam as suas filhas. Smadar, filha de Rami, de 13 anos, foi morta por um bombista suicida. Abir, filha de Bassam, de 10, foi atingida por um membro da polícia fronteiriça, junto à escola. Trazia um doce no bolso que ainda não tinha tido tempo de comer. Rami e Bassam tornam-se melhores amigos. Neste romance épico – que se apresenta com o mesmo nome da forma geométrica com um número contavelmente infinito de lados – Colum McCann atravessa séculos e continentes, entrelaçando tempo, arte, história, natureza e política numa tapeçaria de amizade, amor, perda e pertença. Musical, forte, delicado e ambicioso, este é um livro para os nossos tempos, por um escritor no auge dos seus poderes.
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Edição: Jan 2016
Nº Páginas: 248
Sinopse:
Reedição de um dos livros mais emblemáticos da obra vergiliana. Alberto Soares, a personagem central, rememora o ano em que deu aulas em Évora. E as pessoas que conheceu e que, de alguma maneira, contribuíram para a consolidação das suas teorias sobre a existência: Sofia, como quem manteve uma relação erótica tumultuosa, e as suas irmãs, Ana e Cristina. Carolino que, por ciúmes, tenta matar Alberto, mas acaba matando Sofia. Cristina, a irmã-criança de Sofia, também morre.
Nº Páginas: 248
Sinopse:
Reedição de um dos livros mais emblemáticos da obra vergiliana. Alberto Soares, a personagem central, rememora o ano em que deu aulas em Évora. E as pessoas que conheceu e que, de alguma maneira, contribuíram para a consolidação das suas teorias sobre a existência: Sofia, como quem manteve uma relação erótica tumultuosa, e as suas irmãs, Ana e Cristina. Carolino que, por ciúmes, tenta matar Alberto, mas acaba matando Sofia. Cristina, a irmã-criança de Sofia, também morre.
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Edição: Nov 2020
Nº Páginas: 180
Sinopse:
Fomos todos apanhados pelo vírus. Não apenas os infectados com o SARS-CoV-2, mas também a multidão que viu o seu quotidiano virado do avesso de um dia para o outro. Muito se disse e desdisse. As próprias autoridades de saúde, que inicialmente desaconselharam o uso de máscaras, pouco depois tornaram-nas obrigatórias. Os teóricos da conspiração fizeram prova de vida, espalhando os mais incríveis disparates, como a associação do vírus às radiações 5G. À pandemia da COVID-19 juntou-se uma infodemia: ficámos inundados de desinformação. A primeira parte deste livro expõe resumidamente não só o que realmente já se sabe, à luz da ciência, mas também as dúvidas que ainda persistem. Na segunda contradizem-se ideias erradas que têm circulado acerca do novo coronavírus - algumas mais absurdas do que outras. Na última encontra-se um "guia" para acompanhar a ciência em directo, pois as dúvidas e o debate dos cientistas no espaço público poderão causar alguma confusão ao público. O livro termina com a palavra esperança.
Nº Páginas: 180
Sinopse:
Fomos todos apanhados pelo vírus. Não apenas os infectados com o SARS-CoV-2, mas também a multidão que viu o seu quotidiano virado do avesso de um dia para o outro. Muito se disse e desdisse. As próprias autoridades de saúde, que inicialmente desaconselharam o uso de máscaras, pouco depois tornaram-nas obrigatórias. Os teóricos da conspiração fizeram prova de vida, espalhando os mais incríveis disparates, como a associação do vírus às radiações 5G. À pandemia da COVID-19 juntou-se uma infodemia: ficámos inundados de desinformação. A primeira parte deste livro expõe resumidamente não só o que realmente já se sabe, à luz da ciência, mas também as dúvidas que ainda persistem. Na segunda contradizem-se ideias erradas que têm circulado acerca do novo coronavírus - algumas mais absurdas do que outras. Na última encontra-se um "guia" para acompanhar a ciência em directo, pois as dúvidas e o debate dos cientistas no espaço público poderão causar alguma confusão ao público. O livro termina com a palavra esperança.
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Edição: Abr 2008
Nº Páginas: 256
Sinopse:
O Novo Romance do Autor de "Rosa Brava". A magnífica embaixada de D. Manuel I ao Papa Leão X. Os pecados que o Império não conseguiu esconder. Uma história de amor que venceu a fé dos homens. 1514. Na época áurea dos Descobrimentos Portugueses, D. Manuel I toma a decisão de enviar ao Papa Leão X uma grande embaixada, demonstração viva do seu poderio temporal. D. Diogo Pacheco, fidalgo da corte, amigo pessoal do Rei Venturoso, é encarregado pelo monarca de compor e proferir a Oração de Obediência ao Sumo Pontífice, o momento alto da embaixada. A comitiva parte de Lisboa em cinco embarcações com um tesouro valiosíssimo e animais exóticos trazidos de África e da Índia. Após conturbada viagem o cortejo chega a Roma, onde o Papa preparara uma sumptuosa recepção com a presença das mais altas figuras profanas e religiosas da época. No meio do fausto da corte portuguesa e da Cúria dos Medici, contrastante com a dor e a miséria do povo sofredor, ascende à figura de símbolo o amor regenerador de D. Diogo pela bela judia, Raquel Aboab, a quem aquele salvara da fogueira e da sanha intolerante do antijudaísmo reinante. A época de ouro da história do mundo esconde segredos e pecados inconfessáveis das grandes figuras que comandam os destinos do mundo. Entre a fé e a cegueira do poder, a aparência e a essência da condição humana, o sentido de missão e a vaidade só o amor poderá ser redentor. Aos olhos de Deus as personalidades da história não ficarão impunes. E Deus não jogará aos dados.
Nº Páginas: 256
Sinopse:
O Novo Romance do Autor de "Rosa Brava". A magnífica embaixada de D. Manuel I ao Papa Leão X. Os pecados que o Império não conseguiu esconder. Uma história de amor que venceu a fé dos homens. 1514. Na época áurea dos Descobrimentos Portugueses, D. Manuel I toma a decisão de enviar ao Papa Leão X uma grande embaixada, demonstração viva do seu poderio temporal. D. Diogo Pacheco, fidalgo da corte, amigo pessoal do Rei Venturoso, é encarregado pelo monarca de compor e proferir a Oração de Obediência ao Sumo Pontífice, o momento alto da embaixada. A comitiva parte de Lisboa em cinco embarcações com um tesouro valiosíssimo e animais exóticos trazidos de África e da Índia. Após conturbada viagem o cortejo chega a Roma, onde o Papa preparara uma sumptuosa recepção com a presença das mais altas figuras profanas e religiosas da época. No meio do fausto da corte portuguesa e da Cúria dos Medici, contrastante com a dor e a miséria do povo sofredor, ascende à figura de símbolo o amor regenerador de D. Diogo pela bela judia, Raquel Aboab, a quem aquele salvara da fogueira e da sanha intolerante do antijudaísmo reinante. A época de ouro da história do mundo esconde segredos e pecados inconfessáveis das grandes figuras que comandam os destinos do mundo. Entre a fé e a cegueira do poder, a aparência e a essência da condição humana, o sentido de missão e a vaidade só o amor poderá ser redentor. Aos olhos de Deus as personalidades da história não ficarão impunes. E Deus não jogará aos dados.
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Edição: Nov 2015
Nº Páginas: 176
Sinopse:
Ler a Rita é criar nitidez, terminar o impreciso, o indefinido, sobretudo da vontade.Há um sol de uma galáxia interior que se pôs no centro deste livro. Caminhamos na pura luz. A cada texto transparecemos.
Nº Páginas: 176
Sinopse:
Ler a Rita é criar nitidez, terminar o impreciso, o indefinido, sobretudo da vontade.Há um sol de uma galáxia interior que se pôs no centro deste livro. Caminhamos na pura luz. A cada texto transparecemos.
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Edição: Mar 2016
Nº Páginas: 176
Sinopse:
O século XX viu nascer pedagogias que, reconhecendo a competência e os direitos das crianças, afirmaram e desenvolveram o Direito da Criança à Participação. A Coleção Infância visa apoiar a concretização desta imagem de criança, constituindo-se em suporte à formação de profissionais, à intervenção educativa e comunitária e à pesquisa. A Coleção Infância organiza-se em quatro séries: • Investigação e Formação • Infâncias, Contextos, Diversidades • Educação de Infância (em creche e jardim de infância) • Infância, Família e Comunidade Investigação e FormaçãoA importância da frequência da educação de infância para o sucesso na escola, na profissão e na vida tem vindo a ser cada vez mais evidenciada pela investigação. Esta comprovação coloca na agenda política e na responsabilidade das instituições de formação a reconceptualização de modos formativos democráticos e eficazes, atentos à relevância de uma formação prática de natureza transformadora. A série da Coleção Infância - Formação e Investigação visa dar conta destas preocupações sobre a formação e sua relação com a aprendizagem das crianças, bem como apresentar a investigação em educação de infância que tem vindo a ser feita em Portugal e no estrangeiro. Aonde pensas tu que vais?A investigação com carácter qualitativo tornou-se decisiva para entender os processos educativos na sua dimensão mais profunda. A mudança não se faz [apenas] com base nas estatísticas. Este livro aprofunda aquilo a que comummente chamamos "trabalho etnográfico e estudos de caso", não deixando de abordar o mais recente paradigma da investigação com crianças. Destina-se a investigadores e àqueles que querem aprender a fazer investigação naturalista mas, não menos, a qualquer profissional de educação que esteja interessado no "porquê" do ato pedagógico e nas perspetivas dos diferentes "atores" acerca dos contextos em que vivem.
Nº Páginas: 176
Sinopse:
O século XX viu nascer pedagogias que, reconhecendo a competência e os direitos das crianças, afirmaram e desenvolveram o Direito da Criança à Participação. A Coleção Infância visa apoiar a concretização desta imagem de criança, constituindo-se em suporte à formação de profissionais, à intervenção educativa e comunitária e à pesquisa. A Coleção Infância organiza-se em quatro séries: • Investigação e Formação • Infâncias, Contextos, Diversidades • Educação de Infância (em creche e jardim de infância) • Infância, Família e Comunidade Investigação e FormaçãoA importância da frequência da educação de infância para o sucesso na escola, na profissão e na vida tem vindo a ser cada vez mais evidenciada pela investigação. Esta comprovação coloca na agenda política e na responsabilidade das instituições de formação a reconceptualização de modos formativos democráticos e eficazes, atentos à relevância de uma formação prática de natureza transformadora. A série da Coleção Infância - Formação e Investigação visa dar conta destas preocupações sobre a formação e sua relação com a aprendizagem das crianças, bem como apresentar a investigação em educação de infância que tem vindo a ser feita em Portugal e no estrangeiro. Aonde pensas tu que vais?A investigação com carácter qualitativo tornou-se decisiva para entender os processos educativos na sua dimensão mais profunda. A mudança não se faz [apenas] com base nas estatísticas. Este livro aprofunda aquilo a que comummente chamamos "trabalho etnográfico e estudos de caso", não deixando de abordar o mais recente paradigma da investigação com crianças. Destina-se a investigadores e àqueles que querem aprender a fazer investigação naturalista mas, não menos, a qualquer profissional de educação que esteja interessado no "porquê" do ato pedagógico e nas perspetivas dos diferentes "atores" acerca dos contextos em que vivem.
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Edição: Abr 1999
Nº Páginas: 250
Sinopse:
"A disciplina de arquitectura será, entre as diversas artes, uma das mais populares e compartilhadas. Todas as pessoas arranjam e decoram quartos e casas, todas têm ideias sobre a cidade, melhoramentos possíveis para a cidade, todas se entusiasmam com o mobiliário e com o desenho de objectos de uso doméstico." "Razão talvez pela qual os temas de arquitectura, urbanismo ou design, ganhem uma relativa audiência em meios não especializados como os jornais, a televisão ou a rádio." "Propus à direcção da TSF, a elaboração de um programa (...) abordando, através de entrevistas (um arquitecto diferente por programa), temáticas da arquitectura, diferenciadas ao sabor de uma viagem de automóvel, de um bairro, de uma vila ou, em limite, pelo meio de uma auto-estrada." É desta forma que o arquitecto Manuel Graça Dias começa por explicar aquilo que esteve na génese deste livro que reúne a primeira série de conversas que manteve ao longo de vários meses na TSF, com alguns dos mais importantes arquitectos portugueses: Manuel Vicente, Souto Moura, Siza Vieira, Fernando Távora, Carrilho da Graça, Alexandre Alves Costa, Carlos Duarte, Maria Manuel Godinho de Almeida, Sérgio Fernandez, Pancho Guedes. As conversas decorrem soltas, ao volante e à volta dos temas que as "viagens" iam sugerindo. A vivacidade da rádio é aqui compensada com fotografias dos locais visitados, da autoria de Abílio Leitão. Antes das entrevistas há sempre uma pequena nota biográfica e curricular do "arquitecto entrevistado". Indicam-se ainda os temas musicais que acompanhavam as conversas. Um livro que nos ajuda a reflectir sobre o espaço que habitamos, nos interroga, dá pistas, critica ou aprova, sempre em diálogos bem humorados, que tornam a sua leitura um prazer.
Nº Páginas: 250
Sinopse:
"A disciplina de arquitectura será, entre as diversas artes, uma das mais populares e compartilhadas. Todas as pessoas arranjam e decoram quartos e casas, todas têm ideias sobre a cidade, melhoramentos possíveis para a cidade, todas se entusiasmam com o mobiliário e com o desenho de objectos de uso doméstico." "Razão talvez pela qual os temas de arquitectura, urbanismo ou design, ganhem uma relativa audiência em meios não especializados como os jornais, a televisão ou a rádio." "Propus à direcção da TSF, a elaboração de um programa (...) abordando, através de entrevistas (um arquitecto diferente por programa), temáticas da arquitectura, diferenciadas ao sabor de uma viagem de automóvel, de um bairro, de uma vila ou, em limite, pelo meio de uma auto-estrada." É desta forma que o arquitecto Manuel Graça Dias começa por explicar aquilo que esteve na génese deste livro que reúne a primeira série de conversas que manteve ao longo de vários meses na TSF, com alguns dos mais importantes arquitectos portugueses: Manuel Vicente, Souto Moura, Siza Vieira, Fernando Távora, Carrilho da Graça, Alexandre Alves Costa, Carlos Duarte, Maria Manuel Godinho de Almeida, Sérgio Fernandez, Pancho Guedes. As conversas decorrem soltas, ao volante e à volta dos temas que as "viagens" iam sugerindo. A vivacidade da rádio é aqui compensada com fotografias dos locais visitados, da autoria de Abílio Leitão. Antes das entrevistas há sempre uma pequena nota biográfica e curricular do "arquitecto entrevistado". Indicam-se ainda os temas musicais que acompanhavam as conversas. Um livro que nos ajuda a reflectir sobre o espaço que habitamos, nos interroga, dá pistas, critica ou aprova, sempre em diálogos bem humorados, que tornam a sua leitura um prazer.
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Edição: Out 2018
Nº Páginas: 296
Sinopse:
Em 2016, Jorge Silva Carvalho, ex-diretor do Serviço de Informações Estratégicas de Defesa (SIED), o serviço português de inteligência externa, foi condenado em tribunal por violação de segredo de Estado, acesso a dados pessoais e devassa da vida privada. Na altura, como até hoje, contestou essa sentença - e, dois anos depois, quebra o silêncio com um livro que não se limita a abordar "o seu caso", mas que é, também, uma viagem à história e à vida recente dos serviços secretos portugueses. Nele, responde a questões que interessam a todos nós: como se organizam os serviços de informação? Quais são os limites e o alcance do trabalho dos "espiões portugueses"? É possível manter um serviço de inteligência sem atravessar as fronteiras da legalidade? Numa linguagem viva e direta, resultado de longas conversas, Jorge Silva Carvalho começa por recordar as acusações durante a última sessão do seu julgamento, recua aos tempos da formação no SIS, à especialização em contraespionagem, à formação da "Casa da Rússia", a atividade dos serviços em alguns casos de vigilância e contrainformação, e mostra — pela primeira vez — como decorrem essas operações em Portugal e no estrangeiro.
Nº Páginas: 296
Sinopse:
Em 2016, Jorge Silva Carvalho, ex-diretor do Serviço de Informações Estratégicas de Defesa (SIED), o serviço português de inteligência externa, foi condenado em tribunal por violação de segredo de Estado, acesso a dados pessoais e devassa da vida privada. Na altura, como até hoje, contestou essa sentença - e, dois anos depois, quebra o silêncio com um livro que não se limita a abordar "o seu caso", mas que é, também, uma viagem à história e à vida recente dos serviços secretos portugueses. Nele, responde a questões que interessam a todos nós: como se organizam os serviços de informação? Quais são os limites e o alcance do trabalho dos "espiões portugueses"? É possível manter um serviço de inteligência sem atravessar as fronteiras da legalidade? Numa linguagem viva e direta, resultado de longas conversas, Jorge Silva Carvalho começa por recordar as acusações durante a última sessão do seu julgamento, recua aos tempos da formação no SIS, à especialização em contraespionagem, à formação da "Casa da Rússia", a atividade dos serviços em alguns casos de vigilância e contrainformação, e mostra — pela primeira vez — como decorrem essas operações em Portugal e no estrangeiro.
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Edição: Set 1997
Nº Páginas: 272
Sinopse:
Ao Redor da Mesa Grande Usando abordagens de pesquisa etnográficas e biográficas, apresenta-se um estudo da prática educativa de Ana, uma educadora de infância a exercer funções num jardim de infância da rede pública de educação pré-escolar. A prática educativa de Ana é enquadrada pelos princípios, filosofia e instrumentos do Movimento da Escola Moderna (MEM), mas transcende-o. É única, situada, contextualizada, é a prática educativa de Ana.Este estudo em profundidade demonstra que a Ana vai construindo, dia após dia, em redor da Mesa Grande, uma comunidade participativa de crianças que discutem, conversam, interpelam-se umas às outras, resolvem problemas, aprendem práticas de cidadania e, por causa do espírito criado no grupo, se desenvolvem sob o ponto de vista humano, social e intelectual.O cerne da prática educativa de Ana é o seu "eu moral", um "eu moral", orientado por uma ética centrada na solicitude, eivado de um profundo respeito pelas crianças e suas famílias. Da prática educativa de Ana emerge um currículo que é fenomenológico, construtivista, policentrado, social e intelectualmente orientado, profundamente contextualizado. Só a Ana é autora da sua própria prática educativa. A investigadora devolve, em espelho, filtrada pelo seu próprio olhar, a prática educativa de Ana.Colecção InfânciaAlguns chamaram ao século XX o século da infância.De facto, ele viu nascer investigação significativa sobre a criança. Assistiu também ao desenvolvimento da educação pré-escolar.A Colecção Infância, lançada no final do século da criança, visa contribuir para a qualidade da educação de infância vista como a primeira etapa da educação básica.
Nº Páginas: 272
Sinopse:
Ao Redor da Mesa Grande Usando abordagens de pesquisa etnográficas e biográficas, apresenta-se um estudo da prática educativa de Ana, uma educadora de infância a exercer funções num jardim de infância da rede pública de educação pré-escolar. A prática educativa de Ana é enquadrada pelos princípios, filosofia e instrumentos do Movimento da Escola Moderna (MEM), mas transcende-o. É única, situada, contextualizada, é a prática educativa de Ana.Este estudo em profundidade demonstra que a Ana vai construindo, dia após dia, em redor da Mesa Grande, uma comunidade participativa de crianças que discutem, conversam, interpelam-se umas às outras, resolvem problemas, aprendem práticas de cidadania e, por causa do espírito criado no grupo, se desenvolvem sob o ponto de vista humano, social e intelectual.O cerne da prática educativa de Ana é o seu "eu moral", um "eu moral", orientado por uma ética centrada na solicitude, eivado de um profundo respeito pelas crianças e suas famílias. Da prática educativa de Ana emerge um currículo que é fenomenológico, construtivista, policentrado, social e intelectualmente orientado, profundamente contextualizado. Só a Ana é autora da sua própria prática educativa. A investigadora devolve, em espelho, filtrada pelo seu próprio olhar, a prática educativa de Ana.Colecção InfânciaAlguns chamaram ao século XX o século da infância.De facto, ele viu nascer investigação significativa sobre a criança. Assistiu também ao desenvolvimento da educação pré-escolar.A Colecção Infância, lançada no final do século da criança, visa contribuir para a qualidade da educação de infância vista como a primeira etapa da educação básica.
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Edição: Jul 2020
Nº Páginas: 416
Sinopse:
Sloan Reynolds tem uma vida pacata numa pequena vila na Flórida. Abandonada trinta anos antes pelo pai e pela irmã, o seu mundo não podia ser mais diferente do glamour de Palm Beach, de onde agora lhe enviam um inesperado convite para se juntar a eles. Embora se sinta inclinada a recusar, Sloan percebe que está na hora de conhecer verdadeiramente a família, para o melhor e o pior… Tudo corre na perfeição até ao momento em que conhece o sedutor Noah Maitland e fica pela primeira vez dividida entre desejo e dever. Mas os seus problemas estão apenas a começar. Quando é confrontada com uma acusação infame, Sloan terá de recorrer a todas as suas forças para conseguir descobrir a verdade e salvar o seu coração… Com um enredo empolgante e pleno de suspense e paixão, "Ao Cair da Noite" consolida o estatuto de Judith McNaught como uma das melhores contadoras de histórias dos nossos dias.
Nº Páginas: 416
Sinopse:
Sloan Reynolds tem uma vida pacata numa pequena vila na Flórida. Abandonada trinta anos antes pelo pai e pela irmã, o seu mundo não podia ser mais diferente do glamour de Palm Beach, de onde agora lhe enviam um inesperado convite para se juntar a eles. Embora se sinta inclinada a recusar, Sloan percebe que está na hora de conhecer verdadeiramente a família, para o melhor e o pior… Tudo corre na perfeição até ao momento em que conhece o sedutor Noah Maitland e fica pela primeira vez dividida entre desejo e dever. Mas os seus problemas estão apenas a começar. Quando é confrontada com uma acusação infame, Sloan terá de recorrer a todas as suas forças para conseguir descobrir a verdade e salvar o seu coração… Com um enredo empolgante e pleno de suspense e paixão, "Ao Cair da Noite" consolida o estatuto de Judith McNaught como uma das melhores contadoras de histórias dos nossos dias.
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Edição: Mai 2016
Nº Páginas: 320
Sinopse:
A apaixonante relação de Maria com o anjo Gabriel num romance em verso. Rendido à beleza de Maria, o arcanjo Gabriel, esquece a mensagem que tinha por missão anunciar-lhe. E uma tumultuada relação amorosa ganha corpo entre os dois. Anunciações, o romance, desenrola-se ao longo de 280 poemas e 14 estações (tantas quantas as da paixão e morte de Cristo), até à gestação do filho de ambos, Joshua. Tudo por entre os medos e a contrição do anjo, e a determinação e revolta de uma Maria dessacralizada, emergindo na dignidade da sua condição humana.
Nº Páginas: 320
Sinopse:
A apaixonante relação de Maria com o anjo Gabriel num romance em verso. Rendido à beleza de Maria, o arcanjo Gabriel, esquece a mensagem que tinha por missão anunciar-lhe. E uma tumultuada relação amorosa ganha corpo entre os dois. Anunciações, o romance, desenrola-se ao longo de 280 poemas e 14 estações (tantas quantas as da paixão e morte de Cristo), até à gestação do filho de ambos, Joshua. Tudo por entre os medos e a contrição do anjo, e a determinação e revolta de uma Maria dessacralizada, emergindo na dignidade da sua condição humana.
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Edição: Out 2013
Nº Páginas: 72
Sinopse:
Junta-te aos teus heróis favoritos da Disney neste magnífico livro. Vais encontrar histórias, jogos, atividades, quebra-cabeças e muitas mais surpresas. O presente perfeito para todos os fãs do mundo Disney.
Nº Páginas: 72
Sinopse:
Junta-te aos teus heróis favoritos da Disney neste magnífico livro. Vais encontrar histórias, jogos, atividades, quebra-cabeças e muitas mais surpresas. O presente perfeito para todos os fãs do mundo Disney.
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Edição: Nov 2016
Nº Páginas: 204
Sinopse:
Este livro conta o nascimento, desenvolvimento e concretização de um sonho. Foram muitos dias a colecionar histórias, imagens e peripécias da vida de dois tipos normais que nasceram com talentos indescritíveis. Miguel Araújo e António Zambujo merecem tudo o que lhes está a acontecer, assim como o público que lhes enche os concertos merece saber mais sobre eles.
Nº Páginas: 204
Sinopse:
Este livro conta o nascimento, desenvolvimento e concretização de um sonho. Foram muitos dias a colecionar histórias, imagens e peripécias da vida de dois tipos normais que nasceram com talentos indescritíveis. Miguel Araújo e António Zambujo merecem tudo o que lhes está a acontecer, assim como o público que lhes enche os concertos merece saber mais sobre eles.
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Edição: Mai 2016
Nº Páginas: 184
Sinopse:
António-Pedro Vasconcelos é um intelectual português, professor, crítico literário e cinematográfico, cronista, comentador televisivo, com forte intervenção cívica. Mas António-Pedro Vasconcelos é, acima de tudo, um cineasta, figura fundadora do cinema novo português, criou personagens, contou histórias, pôs o quotidiano nos filmes, pôs os filmes mais próximos do público português.
Nº Páginas: 184
Sinopse:
António-Pedro Vasconcelos é um intelectual português, professor, crítico literário e cinematográfico, cronista, comentador televisivo, com forte intervenção cívica. Mas António-Pedro Vasconcelos é, acima de tudo, um cineasta, figura fundadora do cinema novo português, criou personagens, contou histórias, pôs o quotidiano nos filmes, pôs os filmes mais próximos do público português.
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Edição: Set 2020
Nº Páginas: 152
Sinopse:
Diz-se que António Variações era um artista à frente do seu tempo. Que era talvez demasiado moderno para um Portugal ainda tão cinzento e conservador, um país cujas aldeias perdidas no interior tinham parado no tempo e não tinham espaço para espíritos inquietos como o de António Joaquim Rodrigues Ribeiro. Variações, que assim decidiu chamar-se, fez-se sozinho. E quando conseguiu aquilo que sempre sonhou, quando todos na rua o cumprimentavam, quando a sua música explodiu nas rádios, morreu. Demasiado cedo, dizemos todos. Mas mesmo com pouco tempo de vida e música, deixou-nos a todos um legado único e extraordinário que ainda hoje inspira tantos músicos e artistas portugueses. Este livro é resultado dessa inspiração e também uma homenagem a um homem que nos deu tudo o que tinha para dar."Viveu sozinho, à sua maneira, muito incompreendido, se é que ele próprio se compreendeu. Exigente e dono da razão, exótico, louco, apontado, foi até ao fim o mesmo miúdo que chegou a Lisboa sem nada, que falava baixinho e tinha vergonha e por isso desejou tantas vezes regressar à origem: "Adeus que me embora vou/ Vou daqui prà minha terra/ Que eu desta terranão sou."
Nº Páginas: 152
Sinopse:
Diz-se que António Variações era um artista à frente do seu tempo. Que era talvez demasiado moderno para um Portugal ainda tão cinzento e conservador, um país cujas aldeias perdidas no interior tinham parado no tempo e não tinham espaço para espíritos inquietos como o de António Joaquim Rodrigues Ribeiro. Variações, que assim decidiu chamar-se, fez-se sozinho. E quando conseguiu aquilo que sempre sonhou, quando todos na rua o cumprimentavam, quando a sua música explodiu nas rádios, morreu. Demasiado cedo, dizemos todos. Mas mesmo com pouco tempo de vida e música, deixou-nos a todos um legado único e extraordinário que ainda hoje inspira tantos músicos e artistas portugueses. Este livro é resultado dessa inspiração e também uma homenagem a um homem que nos deu tudo o que tinha para dar."Viveu sozinho, à sua maneira, muito incompreendido, se é que ele próprio se compreendeu. Exigente e dono da razão, exótico, louco, apontado, foi até ao fim o mesmo miúdo que chegou a Lisboa sem nada, que falava baixinho e tinha vergonha e por isso desejou tantas vezes regressar à origem: "Adeus que me embora vou/ Vou daqui prà minha terra/ Que eu desta terranão sou."
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Edição: Mar 2015
Nº Páginas: 128
Sinopse:
De menino-prodígio a figura da cultura portuguesa com décadas de criatividade em domínios tão diversos como a música, o cinema, a literatura ou a televisão, António Victorino d’Almeida revela-se sem reservas numa grande entrevista a José Jorge Letria.O livro em que António Victorino d’Almeida nos diz que vive como um leopardo que desce de um ramo alto para caçar e depois fica em paz enquanto a comunidade que dirige tem com que se alimentar.
Nº Páginas: 128
Sinopse:
De menino-prodígio a figura da cultura portuguesa com décadas de criatividade em domínios tão diversos como a música, o cinema, a literatura ou a televisão, António Victorino d’Almeida revela-se sem reservas numa grande entrevista a José Jorge Letria.O livro em que António Victorino d’Almeida nos diz que vive como um leopardo que desce de um ramo alto para caçar e depois fica em paz enquanto a comunidade que dirige tem com que se alimentar.
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Edição: Jun 2018
Nº Páginas: 320
Sinopse:
António Joaquim Ribeiro, mais conhecido por António Variações, foi um dos músicos e cantores mais emblemáticos dos anos 80 e mudou o panorama musical português de forma incontornável, integrando referências europeias e nacionais e galgando géneros musicais e artísticos.
Nº Páginas: 320
Sinopse:
António Joaquim Ribeiro, mais conhecido por António Variações, foi um dos músicos e cantores mais emblemáticos dos anos 80 e mudou o panorama musical português de forma incontornável, integrando referências europeias e nacionais e galgando géneros musicais e artísticos.
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Edição: Set 2016
Nº Páginas: 248
Sinopse:
Contemporânea e clássica, certamente multímoda, a obra de António Lobo Antunes é aquela que pretende "mudar a arte da escrita". Em António Lobo Antunes: As Formas Mudadas, título que retoma uma das obras que mais tem influenciado a cultura ocidental, as Metamorfoses de Ovídio, percorremos os caminhos da obra que nunca se fixa, que se constrói em avatares constantes, seja nas várias tendências estéticas, nos temas, na mundividência, na sensibilidade, na concepção e/ou composição da escrita, em suma, na sua "poética" (a importância do lateral, dos interstícios, da transfiguração verbal, do indecidível, do fragmentário, do suspenso, da metaficção). Em António Lobo Antunes: As Formas Mudadas verificamos que a obra de António Lobo Antunes é aquela que se adianta ao seu próprio tempo, mas é, de igual modo, aquela que não desdenha a herança dos clássicos, com os quais contacta em permanência, para "sobreviver ao tempo, ao ferro e ao fogo". Nenhum ensaio estabelece interpretações definitivas - muito menos em literatura. António Lobo Antunes: As Formas Mudadas, volume 7 da Colecção António Lobo Antunes-Ensaio, pretende tão-só interrogar-se sobre os sentidos da arte e, com ela, da vida. Afinal, e parafraseando o próprio António Lobo Antunes, "Como se pode agarrar, digam-me lá, o que constantemente muda?"
Nº Páginas: 248
Sinopse:
Contemporânea e clássica, certamente multímoda, a obra de António Lobo Antunes é aquela que pretende "mudar a arte da escrita". Em António Lobo Antunes: As Formas Mudadas, título que retoma uma das obras que mais tem influenciado a cultura ocidental, as Metamorfoses de Ovídio, percorremos os caminhos da obra que nunca se fixa, que se constrói em avatares constantes, seja nas várias tendências estéticas, nos temas, na mundividência, na sensibilidade, na concepção e/ou composição da escrita, em suma, na sua "poética" (a importância do lateral, dos interstícios, da transfiguração verbal, do indecidível, do fragmentário, do suspenso, da metaficção). Em António Lobo Antunes: As Formas Mudadas verificamos que a obra de António Lobo Antunes é aquela que se adianta ao seu próprio tempo, mas é, de igual modo, aquela que não desdenha a herança dos clássicos, com os quais contacta em permanência, para "sobreviver ao tempo, ao ferro e ao fogo". Nenhum ensaio estabelece interpretações definitivas - muito menos em literatura. António Lobo Antunes: As Formas Mudadas, volume 7 da Colecção António Lobo Antunes-Ensaio, pretende tão-só interrogar-se sobre os sentidos da arte e, com ela, da vida. Afinal, e parafraseando o próprio António Lobo Antunes, "Como se pode agarrar, digam-me lá, o que constantemente muda?"
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Edição: Fev 2016
Nº Páginas: 224
Sinopse:
O papel de António Ferro nos movimentos artísticos dos anos 30 e 40 do século XX: as Artes Plásticas, o Cinema, o Bailado, a Literatura e as grandes Exposições como A Exposição do Mundo Português. António Ferro, foi uma figura incontornável nas primeiras décadas do Estado Novo e o seu contributo tem sido recentemente avaliado e objeto de vários estudos, de que este livro dá testemunho através das actas do Congresso "António Ferro: 120 anos", realizado em 2015.
Nº Páginas: 224
Sinopse:
O papel de António Ferro nos movimentos artísticos dos anos 30 e 40 do século XX: as Artes Plásticas, o Cinema, o Bailado, a Literatura e as grandes Exposições como A Exposição do Mundo Português. António Ferro, foi uma figura incontornável nas primeiras décadas do Estado Novo e o seu contributo tem sido recentemente avaliado e objeto de vários estudos, de que este livro dá testemunho através das actas do Congresso "António Ferro: 120 anos", realizado em 2015.
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Edição: Nov 2016
Nº Páginas: 544
Sinopse:
António Ferro, extraordinária e controversa personalidade do século XX português, morre um ano depois de a neta Rita nascer. Todavia, a mancha matizada que lhe sobrevém quando o evoca, gerada por tudo o que foi ouvindo e conjecturando ao longo de décadas dentro da família, bastaria para que alguém na sua circunstância - romancista, descendente directa e utilizadora privilegiada do espólio da família - se sentisse mais do que tentada a concorrer com a sua própria ideia do Avô, acrescentando outro frescor e outra vivacidade aos vastos e especulativos estudos, quase todos politizados, que têm sido publicados, traçando uma perspectiva do seu lado mais íntimo e humano, a ideia de que ninguém é todo bom ou todo mau, como na má literatura. Não se trata de uma biografia e menos ainda de um romance histórico, embora a narrativa não deixe de seguir os cânones de uma história, a tensão de uma novela e a imprevisibilidade de um romance. Bem-humorado, carinhoso, imprevisível e indiscreto - mas não inocente - este livro, em que os anacronismos são deliberados é composto por um conjunto de frescos avulsos sobre o lado menos público de António Ferro, inspirados em factos reais, terminando com um lote de correspondência inédita.
Nº Páginas: 544
Sinopse:
António Ferro, extraordinária e controversa personalidade do século XX português, morre um ano depois de a neta Rita nascer. Todavia, a mancha matizada que lhe sobrevém quando o evoca, gerada por tudo o que foi ouvindo e conjecturando ao longo de décadas dentro da família, bastaria para que alguém na sua circunstância - romancista, descendente directa e utilizadora privilegiada do espólio da família - se sentisse mais do que tentada a concorrer com a sua própria ideia do Avô, acrescentando outro frescor e outra vivacidade aos vastos e especulativos estudos, quase todos politizados, que têm sido publicados, traçando uma perspectiva do seu lado mais íntimo e humano, a ideia de que ninguém é todo bom ou todo mau, como na má literatura. Não se trata de uma biografia e menos ainda de um romance histórico, embora a narrativa não deixe de seguir os cânones de uma história, a tensão de uma novela e a imprevisibilidade de um romance. Bem-humorado, carinhoso, imprevisível e indiscreto - mas não inocente - este livro, em que os anacronismos são deliberados é composto por um conjunto de frescos avulsos sobre o lado menos público de António Ferro, inspirados em factos reais, terminando com um lote de correspondência inédita.
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Edição: Mar 2015
Nº Páginas: 392
Sinopse:
É impossível entender o salazarismo em toda a sua extensão sem conhecer a figura singular de António Ferro. A originalidade do regime autoritário português, envolto numa cortina de brandos costumes habilmente tecida, é, de resto, uma resultante directa da sua intervenção; e a sua essência não pode, por isso, ser dissociada das manobras e expedientes que usou para construir a imagem política do ditador. Ao leme do aparelho de propaganda, foi a proa e o mastro do regime pró-fascista, manipulando os órgãos de Comunicação, perseguindo e excluindo adversários, falsificando hábitos e costumes e inventando tradições que nunca existiram - do Galo de Barcelos às Marchas Populares de Lisboa. Usando (e abusando) do poder que lhe foi criteriosamente entregue, sentou à mesa do orçamento intelectuais e artistas, arquitectando com eles a figura de um ditador messiânico num país pobre que dança o vira e o fandango. Levou a farsa panfletária ao ponto de comparar Salazar a "uma máquina de raciocinar", vergado ao "espectáculo" da sua inteligência. Verdadeiro "workaholic" - sempre solícito, venerando e obrigado -, manteve com o ditador uma intimidade única, testemunhando conversas privadas que nunca chegou a contar. Desassossegado, ambicioso e extremamente culto e criativo, foi o homem certo no lado errado da História. Orlando Raimundo traça-lhe nesta obra um retrato fiel.
Nº Páginas: 392
Sinopse:
É impossível entender o salazarismo em toda a sua extensão sem conhecer a figura singular de António Ferro. A originalidade do regime autoritário português, envolto numa cortina de brandos costumes habilmente tecida, é, de resto, uma resultante directa da sua intervenção; e a sua essência não pode, por isso, ser dissociada das manobras e expedientes que usou para construir a imagem política do ditador. Ao leme do aparelho de propaganda, foi a proa e o mastro do regime pró-fascista, manipulando os órgãos de Comunicação, perseguindo e excluindo adversários, falsificando hábitos e costumes e inventando tradições que nunca existiram - do Galo de Barcelos às Marchas Populares de Lisboa. Usando (e abusando) do poder que lhe foi criteriosamente entregue, sentou à mesa do orçamento intelectuais e artistas, arquitectando com eles a figura de um ditador messiânico num país pobre que dança o vira e o fandango. Levou a farsa panfletária ao ponto de comparar Salazar a "uma máquina de raciocinar", vergado ao "espectáculo" da sua inteligência. Verdadeiro "workaholic" - sempre solícito, venerando e obrigado -, manteve com o ditador uma intimidade única, testemunhando conversas privadas que nunca chegou a contar. Desassossegado, ambicioso e extremamente culto e criativo, foi o homem certo no lado errado da História. Orlando Raimundo traça-lhe nesta obra um retrato fiel.
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