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Edição: Nov 2020
Nº Páginas: 180
Sinopse:
Fomos todos apanhados pelo vírus. Não apenas os infectados com o SARS-CoV-2, mas também a multidão que viu o seu quotidiano virado do avesso de um dia para o outro. Muito se disse e desdisse. As próprias autoridades de saúde, que inicialmente desaconselharam o uso de máscaras, pouco depois tornaram-nas obrigatórias. Os teóricos da conspiração fizeram prova de vida, espalhando os mais incríveis disparates, como a associação do vírus às radiações 5G. À pandemia da COVID-19 juntou-se uma infodemia: ficámos inundados de desinformação. A primeira parte deste livro expõe resumidamente não só o que realmente já se sabe, à luz da ciência, mas também as dúvidas que ainda persistem. Na segunda contradizem-se ideias erradas que têm circulado acerca do novo coronavírus - algumas mais absurdas do que outras. Na última encontra-se um "guia" para acompanhar a ciência em directo, pois as dúvidas e o debate dos cientistas no espaço público poderão causar alguma confusão ao público. O livro termina com a palavra esperança.
Nº Páginas: 180
Sinopse:
Fomos todos apanhados pelo vírus. Não apenas os infectados com o SARS-CoV-2, mas também a multidão que viu o seu quotidiano virado do avesso de um dia para o outro. Muito se disse e desdisse. As próprias autoridades de saúde, que inicialmente desaconselharam o uso de máscaras, pouco depois tornaram-nas obrigatórias. Os teóricos da conspiração fizeram prova de vida, espalhando os mais incríveis disparates, como a associação do vírus às radiações 5G. À pandemia da COVID-19 juntou-se uma infodemia: ficámos inundados de desinformação. A primeira parte deste livro expõe resumidamente não só o que realmente já se sabe, à luz da ciência, mas também as dúvidas que ainda persistem. Na segunda contradizem-se ideias erradas que têm circulado acerca do novo coronavírus - algumas mais absurdas do que outras. Na última encontra-se um "guia" para acompanhar a ciência em directo, pois as dúvidas e o debate dos cientistas no espaço público poderão causar alguma confusão ao público. O livro termina com a palavra esperança.
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Edição: Abr 2008
Nº Páginas: 256
Sinopse:
O Novo Romance do Autor de "Rosa Brava". A magnífica embaixada de D. Manuel I ao Papa Leão X. Os pecados que o Império não conseguiu esconder. Uma história de amor que venceu a fé dos homens. 1514. Na época áurea dos Descobrimentos Portugueses, D. Manuel I toma a decisão de enviar ao Papa Leão X uma grande embaixada, demonstração viva do seu poderio temporal. D. Diogo Pacheco, fidalgo da corte, amigo pessoal do Rei Venturoso, é encarregado pelo monarca de compor e proferir a Oração de Obediência ao Sumo Pontífice, o momento alto da embaixada. A comitiva parte de Lisboa em cinco embarcações com um tesouro valiosíssimo e animais exóticos trazidos de África e da Índia. Após conturbada viagem o cortejo chega a Roma, onde o Papa preparara uma sumptuosa recepção com a presença das mais altas figuras profanas e religiosas da época. No meio do fausto da corte portuguesa e da Cúria dos Medici, contrastante com a dor e a miséria do povo sofredor, ascende à figura de símbolo o amor regenerador de D. Diogo pela bela judia, Raquel Aboab, a quem aquele salvara da fogueira e da sanha intolerante do antijudaísmo reinante. A época de ouro da história do mundo esconde segredos e pecados inconfessáveis das grandes figuras que comandam os destinos do mundo. Entre a fé e a cegueira do poder, a aparência e a essência da condição humana, o sentido de missão e a vaidade só o amor poderá ser redentor. Aos olhos de Deus as personalidades da história não ficarão impunes. E Deus não jogará aos dados.
Nº Páginas: 256
Sinopse:
O Novo Romance do Autor de "Rosa Brava". A magnífica embaixada de D. Manuel I ao Papa Leão X. Os pecados que o Império não conseguiu esconder. Uma história de amor que venceu a fé dos homens. 1514. Na época áurea dos Descobrimentos Portugueses, D. Manuel I toma a decisão de enviar ao Papa Leão X uma grande embaixada, demonstração viva do seu poderio temporal. D. Diogo Pacheco, fidalgo da corte, amigo pessoal do Rei Venturoso, é encarregado pelo monarca de compor e proferir a Oração de Obediência ao Sumo Pontífice, o momento alto da embaixada. A comitiva parte de Lisboa em cinco embarcações com um tesouro valiosíssimo e animais exóticos trazidos de África e da Índia. Após conturbada viagem o cortejo chega a Roma, onde o Papa preparara uma sumptuosa recepção com a presença das mais altas figuras profanas e religiosas da época. No meio do fausto da corte portuguesa e da Cúria dos Medici, contrastante com a dor e a miséria do povo sofredor, ascende à figura de símbolo o amor regenerador de D. Diogo pela bela judia, Raquel Aboab, a quem aquele salvara da fogueira e da sanha intolerante do antijudaísmo reinante. A época de ouro da história do mundo esconde segredos e pecados inconfessáveis das grandes figuras que comandam os destinos do mundo. Entre a fé e a cegueira do poder, a aparência e a essência da condição humana, o sentido de missão e a vaidade só o amor poderá ser redentor. Aos olhos de Deus as personalidades da história não ficarão impunes. E Deus não jogará aos dados.
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Edição: Nov 2015
Nº Páginas: 176
Sinopse:
Ler a Rita é criar nitidez, terminar o impreciso, o indefinido, sobretudo da vontade.Há um sol de uma galáxia interior que se pôs no centro deste livro. Caminhamos na pura luz. A cada texto transparecemos.
Nº Páginas: 176
Sinopse:
Ler a Rita é criar nitidez, terminar o impreciso, o indefinido, sobretudo da vontade.Há um sol de uma galáxia interior que se pôs no centro deste livro. Caminhamos na pura luz. A cada texto transparecemos.
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Edição: Mar 2016
Nº Páginas: 176
Sinopse:
O século XX viu nascer pedagogias que, reconhecendo a competência e os direitos das crianças, afirmaram e desenvolveram o Direito da Criança à Participação. A Coleção Infância visa apoiar a concretização desta imagem de criança, constituindo-se em suporte à formação de profissionais, à intervenção educativa e comunitária e à pesquisa. A Coleção Infância organiza-se em quatro séries: • Investigação e Formação • Infâncias, Contextos, Diversidades • Educação de Infância (em creche e jardim de infância) • Infância, Família e Comunidade Investigação e FormaçãoA importância da frequência da educação de infância para o sucesso na escola, na profissão e na vida tem vindo a ser cada vez mais evidenciada pela investigação. Esta comprovação coloca na agenda política e na responsabilidade das instituições de formação a reconceptualização de modos formativos democráticos e eficazes, atentos à relevância de uma formação prática de natureza transformadora. A série da Coleção Infância - Formação e Investigação visa dar conta destas preocupações sobre a formação e sua relação com a aprendizagem das crianças, bem como apresentar a investigação em educação de infância que tem vindo a ser feita em Portugal e no estrangeiro. Aonde pensas tu que vais?A investigação com carácter qualitativo tornou-se decisiva para entender os processos educativos na sua dimensão mais profunda. A mudança não se faz [apenas] com base nas estatísticas. Este livro aprofunda aquilo a que comummente chamamos "trabalho etnográfico e estudos de caso", não deixando de abordar o mais recente paradigma da investigação com crianças. Destina-se a investigadores e àqueles que querem aprender a fazer investigação naturalista mas, não menos, a qualquer profissional de educação que esteja interessado no "porquê" do ato pedagógico e nas perspetivas dos diferentes "atores" acerca dos contextos em que vivem.
Nº Páginas: 176
Sinopse:
O século XX viu nascer pedagogias que, reconhecendo a competência e os direitos das crianças, afirmaram e desenvolveram o Direito da Criança à Participação. A Coleção Infância visa apoiar a concretização desta imagem de criança, constituindo-se em suporte à formação de profissionais, à intervenção educativa e comunitária e à pesquisa. A Coleção Infância organiza-se em quatro séries: • Investigação e Formação • Infâncias, Contextos, Diversidades • Educação de Infância (em creche e jardim de infância) • Infância, Família e Comunidade Investigação e FormaçãoA importância da frequência da educação de infância para o sucesso na escola, na profissão e na vida tem vindo a ser cada vez mais evidenciada pela investigação. Esta comprovação coloca na agenda política e na responsabilidade das instituições de formação a reconceptualização de modos formativos democráticos e eficazes, atentos à relevância de uma formação prática de natureza transformadora. A série da Coleção Infância - Formação e Investigação visa dar conta destas preocupações sobre a formação e sua relação com a aprendizagem das crianças, bem como apresentar a investigação em educação de infância que tem vindo a ser feita em Portugal e no estrangeiro. Aonde pensas tu que vais?A investigação com carácter qualitativo tornou-se decisiva para entender os processos educativos na sua dimensão mais profunda. A mudança não se faz [apenas] com base nas estatísticas. Este livro aprofunda aquilo a que comummente chamamos "trabalho etnográfico e estudos de caso", não deixando de abordar o mais recente paradigma da investigação com crianças. Destina-se a investigadores e àqueles que querem aprender a fazer investigação naturalista mas, não menos, a qualquer profissional de educação que esteja interessado no "porquê" do ato pedagógico e nas perspetivas dos diferentes "atores" acerca dos contextos em que vivem.
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Edição: Abr 1999
Nº Páginas: 250
Sinopse:
"A disciplina de arquitectura será, entre as diversas artes, uma das mais populares e compartilhadas. Todas as pessoas arranjam e decoram quartos e casas, todas têm ideias sobre a cidade, melhoramentos possíveis para a cidade, todas se entusiasmam com o mobiliário e com o desenho de objectos de uso doméstico." "Razão talvez pela qual os temas de arquitectura, urbanismo ou design, ganhem uma relativa audiência em meios não especializados como os jornais, a televisão ou a rádio." "Propus à direcção da TSF, a elaboração de um programa (...) abordando, através de entrevistas (um arquitecto diferente por programa), temáticas da arquitectura, diferenciadas ao sabor de uma viagem de automóvel, de um bairro, de uma vila ou, em limite, pelo meio de uma auto-estrada." É desta forma que o arquitecto Manuel Graça Dias começa por explicar aquilo que esteve na génese deste livro que reúne a primeira série de conversas que manteve ao longo de vários meses na TSF, com alguns dos mais importantes arquitectos portugueses: Manuel Vicente, Souto Moura, Siza Vieira, Fernando Távora, Carrilho da Graça, Alexandre Alves Costa, Carlos Duarte, Maria Manuel Godinho de Almeida, Sérgio Fernandez, Pancho Guedes. As conversas decorrem soltas, ao volante e à volta dos temas que as "viagens" iam sugerindo. A vivacidade da rádio é aqui compensada com fotografias dos locais visitados, da autoria de Abílio Leitão. Antes das entrevistas há sempre uma pequena nota biográfica e curricular do "arquitecto entrevistado". Indicam-se ainda os temas musicais que acompanhavam as conversas. Um livro que nos ajuda a reflectir sobre o espaço que habitamos, nos interroga, dá pistas, critica ou aprova, sempre em diálogos bem humorados, que tornam a sua leitura um prazer.
Nº Páginas: 250
Sinopse:
"A disciplina de arquitectura será, entre as diversas artes, uma das mais populares e compartilhadas. Todas as pessoas arranjam e decoram quartos e casas, todas têm ideias sobre a cidade, melhoramentos possíveis para a cidade, todas se entusiasmam com o mobiliário e com o desenho de objectos de uso doméstico." "Razão talvez pela qual os temas de arquitectura, urbanismo ou design, ganhem uma relativa audiência em meios não especializados como os jornais, a televisão ou a rádio." "Propus à direcção da TSF, a elaboração de um programa (...) abordando, através de entrevistas (um arquitecto diferente por programa), temáticas da arquitectura, diferenciadas ao sabor de uma viagem de automóvel, de um bairro, de uma vila ou, em limite, pelo meio de uma auto-estrada." É desta forma que o arquitecto Manuel Graça Dias começa por explicar aquilo que esteve na génese deste livro que reúne a primeira série de conversas que manteve ao longo de vários meses na TSF, com alguns dos mais importantes arquitectos portugueses: Manuel Vicente, Souto Moura, Siza Vieira, Fernando Távora, Carrilho da Graça, Alexandre Alves Costa, Carlos Duarte, Maria Manuel Godinho de Almeida, Sérgio Fernandez, Pancho Guedes. As conversas decorrem soltas, ao volante e à volta dos temas que as "viagens" iam sugerindo. A vivacidade da rádio é aqui compensada com fotografias dos locais visitados, da autoria de Abílio Leitão. Antes das entrevistas há sempre uma pequena nota biográfica e curricular do "arquitecto entrevistado". Indicam-se ainda os temas musicais que acompanhavam as conversas. Um livro que nos ajuda a reflectir sobre o espaço que habitamos, nos interroga, dá pistas, critica ou aprova, sempre em diálogos bem humorados, que tornam a sua leitura um prazer.
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Edição: Out 2018
Nº Páginas: 296
Sinopse:
Em 2016, Jorge Silva Carvalho, ex-diretor do Serviço de Informações Estratégicas de Defesa (SIED), o serviço português de inteligência externa, foi condenado em tribunal por violação de segredo de Estado, acesso a dados pessoais e devassa da vida privada. Na altura, como até hoje, contestou essa sentença - e, dois anos depois, quebra o silêncio com um livro que não se limita a abordar "o seu caso", mas que é, também, uma viagem à história e à vida recente dos serviços secretos portugueses. Nele, responde a questões que interessam a todos nós: como se organizam os serviços de informação? Quais são os limites e o alcance do trabalho dos "espiões portugueses"? É possível manter um serviço de inteligência sem atravessar as fronteiras da legalidade? Numa linguagem viva e direta, resultado de longas conversas, Jorge Silva Carvalho começa por recordar as acusações durante a última sessão do seu julgamento, recua aos tempos da formação no SIS, à especialização em contraespionagem, à formação da "Casa da Rússia", a atividade dos serviços em alguns casos de vigilância e contrainformação, e mostra — pela primeira vez — como decorrem essas operações em Portugal e no estrangeiro.
Nº Páginas: 296
Sinopse:
Em 2016, Jorge Silva Carvalho, ex-diretor do Serviço de Informações Estratégicas de Defesa (SIED), o serviço português de inteligência externa, foi condenado em tribunal por violação de segredo de Estado, acesso a dados pessoais e devassa da vida privada. Na altura, como até hoje, contestou essa sentença - e, dois anos depois, quebra o silêncio com um livro que não se limita a abordar "o seu caso", mas que é, também, uma viagem à história e à vida recente dos serviços secretos portugueses. Nele, responde a questões que interessam a todos nós: como se organizam os serviços de informação? Quais são os limites e o alcance do trabalho dos "espiões portugueses"? É possível manter um serviço de inteligência sem atravessar as fronteiras da legalidade? Numa linguagem viva e direta, resultado de longas conversas, Jorge Silva Carvalho começa por recordar as acusações durante a última sessão do seu julgamento, recua aos tempos da formação no SIS, à especialização em contraespionagem, à formação da "Casa da Rússia", a atividade dos serviços em alguns casos de vigilância e contrainformação, e mostra — pela primeira vez — como decorrem essas operações em Portugal e no estrangeiro.
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Edição: Set 1997
Nº Páginas: 272
Sinopse:
Ao Redor da Mesa Grande Usando abordagens de pesquisa etnográficas e biográficas, apresenta-se um estudo da prática educativa de Ana, uma educadora de infância a exercer funções num jardim de infância da rede pública de educação pré-escolar. A prática educativa de Ana é enquadrada pelos princípios, filosofia e instrumentos do Movimento da Escola Moderna (MEM), mas transcende-o. É única, situada, contextualizada, é a prática educativa de Ana.Este estudo em profundidade demonstra que a Ana vai construindo, dia após dia, em redor da Mesa Grande, uma comunidade participativa de crianças que discutem, conversam, interpelam-se umas às outras, resolvem problemas, aprendem práticas de cidadania e, por causa do espírito criado no grupo, se desenvolvem sob o ponto de vista humano, social e intelectual.O cerne da prática educativa de Ana é o seu "eu moral", um "eu moral", orientado por uma ética centrada na solicitude, eivado de um profundo respeito pelas crianças e suas famílias. Da prática educativa de Ana emerge um currículo que é fenomenológico, construtivista, policentrado, social e intelectualmente orientado, profundamente contextualizado. Só a Ana é autora da sua própria prática educativa. A investigadora devolve, em espelho, filtrada pelo seu próprio olhar, a prática educativa de Ana.Colecção InfânciaAlguns chamaram ao século XX o século da infância.De facto, ele viu nascer investigação significativa sobre a criança. Assistiu também ao desenvolvimento da educação pré-escolar.A Colecção Infância, lançada no final do século da criança, visa contribuir para a qualidade da educação de infância vista como a primeira etapa da educação básica.
Nº Páginas: 272
Sinopse:
Ao Redor da Mesa Grande Usando abordagens de pesquisa etnográficas e biográficas, apresenta-se um estudo da prática educativa de Ana, uma educadora de infância a exercer funções num jardim de infância da rede pública de educação pré-escolar. A prática educativa de Ana é enquadrada pelos princípios, filosofia e instrumentos do Movimento da Escola Moderna (MEM), mas transcende-o. É única, situada, contextualizada, é a prática educativa de Ana.Este estudo em profundidade demonstra que a Ana vai construindo, dia após dia, em redor da Mesa Grande, uma comunidade participativa de crianças que discutem, conversam, interpelam-se umas às outras, resolvem problemas, aprendem práticas de cidadania e, por causa do espírito criado no grupo, se desenvolvem sob o ponto de vista humano, social e intelectual.O cerne da prática educativa de Ana é o seu "eu moral", um "eu moral", orientado por uma ética centrada na solicitude, eivado de um profundo respeito pelas crianças e suas famílias. Da prática educativa de Ana emerge um currículo que é fenomenológico, construtivista, policentrado, social e intelectualmente orientado, profundamente contextualizado. Só a Ana é autora da sua própria prática educativa. A investigadora devolve, em espelho, filtrada pelo seu próprio olhar, a prática educativa de Ana.Colecção InfânciaAlguns chamaram ao século XX o século da infância.De facto, ele viu nascer investigação significativa sobre a criança. Assistiu também ao desenvolvimento da educação pré-escolar.A Colecção Infância, lançada no final do século da criança, visa contribuir para a qualidade da educação de infância vista como a primeira etapa da educação básica.
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Edição: Jul 2020
Nº Páginas: 416
Sinopse:
Sloan Reynolds tem uma vida pacata numa pequena vila na Flórida. Abandonada trinta anos antes pelo pai e pela irmã, o seu mundo não podia ser mais diferente do glamour de Palm Beach, de onde agora lhe enviam um inesperado convite para se juntar a eles. Embora se sinta inclinada a recusar, Sloan percebe que está na hora de conhecer verdadeiramente a família, para o melhor e o pior… Tudo corre na perfeição até ao momento em que conhece o sedutor Noah Maitland e fica pela primeira vez dividida entre desejo e dever. Mas os seus problemas estão apenas a começar. Quando é confrontada com uma acusação infame, Sloan terá de recorrer a todas as suas forças para conseguir descobrir a verdade e salvar o seu coração… Com um enredo empolgante e pleno de suspense e paixão, "Ao Cair da Noite" consolida o estatuto de Judith McNaught como uma das melhores contadoras de histórias dos nossos dias.
Nº Páginas: 416
Sinopse:
Sloan Reynolds tem uma vida pacata numa pequena vila na Flórida. Abandonada trinta anos antes pelo pai e pela irmã, o seu mundo não podia ser mais diferente do glamour de Palm Beach, de onde agora lhe enviam um inesperado convite para se juntar a eles. Embora se sinta inclinada a recusar, Sloan percebe que está na hora de conhecer verdadeiramente a família, para o melhor e o pior… Tudo corre na perfeição até ao momento em que conhece o sedutor Noah Maitland e fica pela primeira vez dividida entre desejo e dever. Mas os seus problemas estão apenas a começar. Quando é confrontada com uma acusação infame, Sloan terá de recorrer a todas as suas forças para conseguir descobrir a verdade e salvar o seu coração… Com um enredo empolgante e pleno de suspense e paixão, "Ao Cair da Noite" consolida o estatuto de Judith McNaught como uma das melhores contadoras de histórias dos nossos dias.
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Edição: Mai 2016
Nº Páginas: 320
Sinopse:
A apaixonante relação de Maria com o anjo Gabriel num romance em verso. Rendido à beleza de Maria, o arcanjo Gabriel, esquece a mensagem que tinha por missão anunciar-lhe. E uma tumultuada relação amorosa ganha corpo entre os dois. Anunciações, o romance, desenrola-se ao longo de 280 poemas e 14 estações (tantas quantas as da paixão e morte de Cristo), até à gestação do filho de ambos, Joshua. Tudo por entre os medos e a contrição do anjo, e a determinação e revolta de uma Maria dessacralizada, emergindo na dignidade da sua condição humana.
Nº Páginas: 320
Sinopse:
A apaixonante relação de Maria com o anjo Gabriel num romance em verso. Rendido à beleza de Maria, o arcanjo Gabriel, esquece a mensagem que tinha por missão anunciar-lhe. E uma tumultuada relação amorosa ganha corpo entre os dois. Anunciações, o romance, desenrola-se ao longo de 280 poemas e 14 estações (tantas quantas as da paixão e morte de Cristo), até à gestação do filho de ambos, Joshua. Tudo por entre os medos e a contrição do anjo, e a determinação e revolta de uma Maria dessacralizada, emergindo na dignidade da sua condição humana.
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Edição: Out 2013
Nº Páginas: 72
Sinopse:
Junta-te aos teus heróis favoritos da Disney neste magnífico livro. Vais encontrar histórias, jogos, atividades, quebra-cabeças e muitas mais surpresas. O presente perfeito para todos os fãs do mundo Disney.
Nº Páginas: 72
Sinopse:
Junta-te aos teus heróis favoritos da Disney neste magnífico livro. Vais encontrar histórias, jogos, atividades, quebra-cabeças e muitas mais surpresas. O presente perfeito para todos os fãs do mundo Disney.
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Edição: Nov 2016
Nº Páginas: 204
Sinopse:
Este livro conta o nascimento, desenvolvimento e concretização de um sonho. Foram muitos dias a colecionar histórias, imagens e peripécias da vida de dois tipos normais que nasceram com talentos indescritíveis. Miguel Araújo e António Zambujo merecem tudo o que lhes está a acontecer, assim como o público que lhes enche os concertos merece saber mais sobre eles.
Nº Páginas: 204
Sinopse:
Este livro conta o nascimento, desenvolvimento e concretização de um sonho. Foram muitos dias a colecionar histórias, imagens e peripécias da vida de dois tipos normais que nasceram com talentos indescritíveis. Miguel Araújo e António Zambujo merecem tudo o que lhes está a acontecer, assim como o público que lhes enche os concertos merece saber mais sobre eles.
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Edição: Mai 2016
Nº Páginas: 184
Sinopse:
António-Pedro Vasconcelos é um intelectual português, professor, crítico literário e cinematográfico, cronista, comentador televisivo, com forte intervenção cívica. Mas António-Pedro Vasconcelos é, acima de tudo, um cineasta, figura fundadora do cinema novo português, criou personagens, contou histórias, pôs o quotidiano nos filmes, pôs os filmes mais próximos do público português.
Nº Páginas: 184
Sinopse:
António-Pedro Vasconcelos é um intelectual português, professor, crítico literário e cinematográfico, cronista, comentador televisivo, com forte intervenção cívica. Mas António-Pedro Vasconcelos é, acima de tudo, um cineasta, figura fundadora do cinema novo português, criou personagens, contou histórias, pôs o quotidiano nos filmes, pôs os filmes mais próximos do público português.
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Edição: Set 2020
Nº Páginas: 152
Sinopse:
Diz-se que António Variações era um artista à frente do seu tempo. Que era talvez demasiado moderno para um Portugal ainda tão cinzento e conservador, um país cujas aldeias perdidas no interior tinham parado no tempo e não tinham espaço para espíritos inquietos como o de António Joaquim Rodrigues Ribeiro. Variações, que assim decidiu chamar-se, fez-se sozinho. E quando conseguiu aquilo que sempre sonhou, quando todos na rua o cumprimentavam, quando a sua música explodiu nas rádios, morreu. Demasiado cedo, dizemos todos. Mas mesmo com pouco tempo de vida e música, deixou-nos a todos um legado único e extraordinário que ainda hoje inspira tantos músicos e artistas portugueses. Este livro é resultado dessa inspiração e também uma homenagem a um homem que nos deu tudo o que tinha para dar."Viveu sozinho, à sua maneira, muito incompreendido, se é que ele próprio se compreendeu. Exigente e dono da razão, exótico, louco, apontado, foi até ao fim o mesmo miúdo que chegou a Lisboa sem nada, que falava baixinho e tinha vergonha e por isso desejou tantas vezes regressar à origem: "Adeus que me embora vou/ Vou daqui prà minha terra/ Que eu desta terranão sou."
Nº Páginas: 152
Sinopse:
Diz-se que António Variações era um artista à frente do seu tempo. Que era talvez demasiado moderno para um Portugal ainda tão cinzento e conservador, um país cujas aldeias perdidas no interior tinham parado no tempo e não tinham espaço para espíritos inquietos como o de António Joaquim Rodrigues Ribeiro. Variações, que assim decidiu chamar-se, fez-se sozinho. E quando conseguiu aquilo que sempre sonhou, quando todos na rua o cumprimentavam, quando a sua música explodiu nas rádios, morreu. Demasiado cedo, dizemos todos. Mas mesmo com pouco tempo de vida e música, deixou-nos a todos um legado único e extraordinário que ainda hoje inspira tantos músicos e artistas portugueses. Este livro é resultado dessa inspiração e também uma homenagem a um homem que nos deu tudo o que tinha para dar."Viveu sozinho, à sua maneira, muito incompreendido, se é que ele próprio se compreendeu. Exigente e dono da razão, exótico, louco, apontado, foi até ao fim o mesmo miúdo que chegou a Lisboa sem nada, que falava baixinho e tinha vergonha e por isso desejou tantas vezes regressar à origem: "Adeus que me embora vou/ Vou daqui prà minha terra/ Que eu desta terranão sou."
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Edição: Mar 2015
Nº Páginas: 128
Sinopse:
De menino-prodígio a figura da cultura portuguesa com décadas de criatividade em domínios tão diversos como a música, o cinema, a literatura ou a televisão, António Victorino d’Almeida revela-se sem reservas numa grande entrevista a José Jorge Letria.O livro em que António Victorino d’Almeida nos diz que vive como um leopardo que desce de um ramo alto para caçar e depois fica em paz enquanto a comunidade que dirige tem com que se alimentar.
Nº Páginas: 128
Sinopse:
De menino-prodígio a figura da cultura portuguesa com décadas de criatividade em domínios tão diversos como a música, o cinema, a literatura ou a televisão, António Victorino d’Almeida revela-se sem reservas numa grande entrevista a José Jorge Letria.O livro em que António Victorino d’Almeida nos diz que vive como um leopardo que desce de um ramo alto para caçar e depois fica em paz enquanto a comunidade que dirige tem com que se alimentar.
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Edição: Jun 2018
Nº Páginas: 320
Sinopse:
António Joaquim Ribeiro, mais conhecido por António Variações, foi um dos músicos e cantores mais emblemáticos dos anos 80 e mudou o panorama musical português de forma incontornável, integrando referências europeias e nacionais e galgando géneros musicais e artísticos.
Nº Páginas: 320
Sinopse:
António Joaquim Ribeiro, mais conhecido por António Variações, foi um dos músicos e cantores mais emblemáticos dos anos 80 e mudou o panorama musical português de forma incontornável, integrando referências europeias e nacionais e galgando géneros musicais e artísticos.
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Edição: Set 2016
Nº Páginas: 248
Sinopse:
Contemporânea e clássica, certamente multímoda, a obra de António Lobo Antunes é aquela que pretende "mudar a arte da escrita". Em António Lobo Antunes: As Formas Mudadas, título que retoma uma das obras que mais tem influenciado a cultura ocidental, as Metamorfoses de Ovídio, percorremos os caminhos da obra que nunca se fixa, que se constrói em avatares constantes, seja nas várias tendências estéticas, nos temas, na mundividência, na sensibilidade, na concepção e/ou composição da escrita, em suma, na sua "poética" (a importância do lateral, dos interstícios, da transfiguração verbal, do indecidível, do fragmentário, do suspenso, da metaficção). Em António Lobo Antunes: As Formas Mudadas verificamos que a obra de António Lobo Antunes é aquela que se adianta ao seu próprio tempo, mas é, de igual modo, aquela que não desdenha a herança dos clássicos, com os quais contacta em permanência, para "sobreviver ao tempo, ao ferro e ao fogo". Nenhum ensaio estabelece interpretações definitivas - muito menos em literatura. António Lobo Antunes: As Formas Mudadas, volume 7 da Colecção António Lobo Antunes-Ensaio, pretende tão-só interrogar-se sobre os sentidos da arte e, com ela, da vida. Afinal, e parafraseando o próprio António Lobo Antunes, "Como se pode agarrar, digam-me lá, o que constantemente muda?"
Nº Páginas: 248
Sinopse:
Contemporânea e clássica, certamente multímoda, a obra de António Lobo Antunes é aquela que pretende "mudar a arte da escrita". Em António Lobo Antunes: As Formas Mudadas, título que retoma uma das obras que mais tem influenciado a cultura ocidental, as Metamorfoses de Ovídio, percorremos os caminhos da obra que nunca se fixa, que se constrói em avatares constantes, seja nas várias tendências estéticas, nos temas, na mundividência, na sensibilidade, na concepção e/ou composição da escrita, em suma, na sua "poética" (a importância do lateral, dos interstícios, da transfiguração verbal, do indecidível, do fragmentário, do suspenso, da metaficção). Em António Lobo Antunes: As Formas Mudadas verificamos que a obra de António Lobo Antunes é aquela que se adianta ao seu próprio tempo, mas é, de igual modo, aquela que não desdenha a herança dos clássicos, com os quais contacta em permanência, para "sobreviver ao tempo, ao ferro e ao fogo". Nenhum ensaio estabelece interpretações definitivas - muito menos em literatura. António Lobo Antunes: As Formas Mudadas, volume 7 da Colecção António Lobo Antunes-Ensaio, pretende tão-só interrogar-se sobre os sentidos da arte e, com ela, da vida. Afinal, e parafraseando o próprio António Lobo Antunes, "Como se pode agarrar, digam-me lá, o que constantemente muda?"
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Edição: Fev 2016
Nº Páginas: 224
Sinopse:
O papel de António Ferro nos movimentos artísticos dos anos 30 e 40 do século XX: as Artes Plásticas, o Cinema, o Bailado, a Literatura e as grandes Exposições como A Exposição do Mundo Português. António Ferro, foi uma figura incontornável nas primeiras décadas do Estado Novo e o seu contributo tem sido recentemente avaliado e objeto de vários estudos, de que este livro dá testemunho através das actas do Congresso "António Ferro: 120 anos", realizado em 2015.
Nº Páginas: 224
Sinopse:
O papel de António Ferro nos movimentos artísticos dos anos 30 e 40 do século XX: as Artes Plásticas, o Cinema, o Bailado, a Literatura e as grandes Exposições como A Exposição do Mundo Português. António Ferro, foi uma figura incontornável nas primeiras décadas do Estado Novo e o seu contributo tem sido recentemente avaliado e objeto de vários estudos, de que este livro dá testemunho através das actas do Congresso "António Ferro: 120 anos", realizado em 2015.
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Edição: Nov 2016
Nº Páginas: 544
Sinopse:
António Ferro, extraordinária e controversa personalidade do século XX português, morre um ano depois de a neta Rita nascer. Todavia, a mancha matizada que lhe sobrevém quando o evoca, gerada por tudo o que foi ouvindo e conjecturando ao longo de décadas dentro da família, bastaria para que alguém na sua circunstância - romancista, descendente directa e utilizadora privilegiada do espólio da família - se sentisse mais do que tentada a concorrer com a sua própria ideia do Avô, acrescentando outro frescor e outra vivacidade aos vastos e especulativos estudos, quase todos politizados, que têm sido publicados, traçando uma perspectiva do seu lado mais íntimo e humano, a ideia de que ninguém é todo bom ou todo mau, como na má literatura. Não se trata de uma biografia e menos ainda de um romance histórico, embora a narrativa não deixe de seguir os cânones de uma história, a tensão de uma novela e a imprevisibilidade de um romance. Bem-humorado, carinhoso, imprevisível e indiscreto - mas não inocente - este livro, em que os anacronismos são deliberados é composto por um conjunto de frescos avulsos sobre o lado menos público de António Ferro, inspirados em factos reais, terminando com um lote de correspondência inédita.
Nº Páginas: 544
Sinopse:
António Ferro, extraordinária e controversa personalidade do século XX português, morre um ano depois de a neta Rita nascer. Todavia, a mancha matizada que lhe sobrevém quando o evoca, gerada por tudo o que foi ouvindo e conjecturando ao longo de décadas dentro da família, bastaria para que alguém na sua circunstância - romancista, descendente directa e utilizadora privilegiada do espólio da família - se sentisse mais do que tentada a concorrer com a sua própria ideia do Avô, acrescentando outro frescor e outra vivacidade aos vastos e especulativos estudos, quase todos politizados, que têm sido publicados, traçando uma perspectiva do seu lado mais íntimo e humano, a ideia de que ninguém é todo bom ou todo mau, como na má literatura. Não se trata de uma biografia e menos ainda de um romance histórico, embora a narrativa não deixe de seguir os cânones de uma história, a tensão de uma novela e a imprevisibilidade de um romance. Bem-humorado, carinhoso, imprevisível e indiscreto - mas não inocente - este livro, em que os anacronismos são deliberados é composto por um conjunto de frescos avulsos sobre o lado menos público de António Ferro, inspirados em factos reais, terminando com um lote de correspondência inédita.
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Edição: Mar 2015
Nº Páginas: 392
Sinopse:
É impossível entender o salazarismo em toda a sua extensão sem conhecer a figura singular de António Ferro. A originalidade do regime autoritário português, envolto numa cortina de brandos costumes habilmente tecida, é, de resto, uma resultante directa da sua intervenção; e a sua essência não pode, por isso, ser dissociada das manobras e expedientes que usou para construir a imagem política do ditador. Ao leme do aparelho de propaganda, foi a proa e o mastro do regime pró-fascista, manipulando os órgãos de Comunicação, perseguindo e excluindo adversários, falsificando hábitos e costumes e inventando tradições que nunca existiram - do Galo de Barcelos às Marchas Populares de Lisboa. Usando (e abusando) do poder que lhe foi criteriosamente entregue, sentou à mesa do orçamento intelectuais e artistas, arquitectando com eles a figura de um ditador messiânico num país pobre que dança o vira e o fandango. Levou a farsa panfletária ao ponto de comparar Salazar a "uma máquina de raciocinar", vergado ao "espectáculo" da sua inteligência. Verdadeiro "workaholic" - sempre solícito, venerando e obrigado -, manteve com o ditador uma intimidade única, testemunhando conversas privadas que nunca chegou a contar. Desassossegado, ambicioso e extremamente culto e criativo, foi o homem certo no lado errado da História. Orlando Raimundo traça-lhe nesta obra um retrato fiel.
Nº Páginas: 392
Sinopse:
É impossível entender o salazarismo em toda a sua extensão sem conhecer a figura singular de António Ferro. A originalidade do regime autoritário português, envolto numa cortina de brandos costumes habilmente tecida, é, de resto, uma resultante directa da sua intervenção; e a sua essência não pode, por isso, ser dissociada das manobras e expedientes que usou para construir a imagem política do ditador. Ao leme do aparelho de propaganda, foi a proa e o mastro do regime pró-fascista, manipulando os órgãos de Comunicação, perseguindo e excluindo adversários, falsificando hábitos e costumes e inventando tradições que nunca existiram - do Galo de Barcelos às Marchas Populares de Lisboa. Usando (e abusando) do poder que lhe foi criteriosamente entregue, sentou à mesa do orçamento intelectuais e artistas, arquitectando com eles a figura de um ditador messiânico num país pobre que dança o vira e o fandango. Levou a farsa panfletária ao ponto de comparar Salazar a "uma máquina de raciocinar", vergado ao "espectáculo" da sua inteligência. Verdadeiro "workaholic" - sempre solícito, venerando e obrigado -, manteve com o ditador uma intimidade única, testemunhando conversas privadas que nunca chegou a contar. Desassossegado, ambicioso e extremamente culto e criativo, foi o homem certo no lado errado da História. Orlando Raimundo traça-lhe nesta obra um retrato fiel.
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Edição: Nov 2020
Nº Páginas: 292
Sinopse:
"Eu tinha 22 anos quando Salazar abandonou o governo, em 27 de Setembro de 1968, e 24 quando ele morreu, em 27 de Julho de 1970. (…) Na memória tenho aquela voz característica, com convicção mas ainda clerical e guardando sempre um fundo de pronúncia beirã." Durante 40 anos, António de Oliveira Salazar comandou os destinos de Portugal. Mais de três décadas após a sua morte, o seu nome continua a suscitar polémica. Defendido por uns, acusado por outros. Idolatrado ou odiado, símbolo de uma época de ouro recordada com saudade ou da estagnação e do "atraso português"? Jaime Nogueira Pinto apresenta-nos o outro retrato de António de Oliveira Salazar, pensador, político e homem de Estado. Restaurou as Finanças Públicas, substituiu a Ditadura Militar por um Estado constitucional autoritário, disciplinou os seus "amigos" e aliados de direita e conduziu uma arrojada e bem sucedida política externa na década de grandes conflitos europeus. Para Jaime Nogueira Pinto, quando Salazar abandona o poder, deixa um país mais desenvolvido, material e espiritualmente, do que aquele que encontrou em 1928.
Nº Páginas: 292
Sinopse:
"Eu tinha 22 anos quando Salazar abandonou o governo, em 27 de Setembro de 1968, e 24 quando ele morreu, em 27 de Julho de 1970. (…) Na memória tenho aquela voz característica, com convicção mas ainda clerical e guardando sempre um fundo de pronúncia beirã." Durante 40 anos, António de Oliveira Salazar comandou os destinos de Portugal. Mais de três décadas após a sua morte, o seu nome continua a suscitar polémica. Defendido por uns, acusado por outros. Idolatrado ou odiado, símbolo de uma época de ouro recordada com saudade ou da estagnação e do "atraso português"? Jaime Nogueira Pinto apresenta-nos o outro retrato de António de Oliveira Salazar, pensador, político e homem de Estado. Restaurou as Finanças Públicas, substituiu a Ditadura Militar por um Estado constitucional autoritário, disciplinou os seus "amigos" e aliados de direita e conduziu uma arrojada e bem sucedida política externa na década de grandes conflitos europeus. Para Jaime Nogueira Pinto, quando Salazar abandona o poder, deixa um país mais desenvolvido, material e espiritualmente, do que aquele que encontrou em 1928.
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Edição: Nov 2020
Nº Páginas: 400
Sinopse:
À data da sua morte, em 2004, António Champalimaud construíra uma fortuna incomparável entre os mais ricos de Portugal. Aos 19 anos pegara nos negócios do pai e multiplicara o seu valor várias vezes com apostas bem-sucedidas na banca, cimentos e seguros. A sua vida foi, no entanto, muito mais do que gerir negócios e acumular riqueza. Tinha uma personalidade forte e carismática que marcou familiares e amigos e lhe deu visibilidade na sociedade portuguesa. Um temperamento apaixonado, que se comprazia com a natureza africana e o mato brasileiro. Uma curiosidade intelectual grande, que o fez ter interesses variados e aprofundar gostos. Sempre, uma vontade de deixar marca para a posteridade, que o levou a entregar-se de corpo e alma a tudo o que fez, e a enveredar no final da vida pela filantropia. Ninguém melhor do que Jaime Nogueira Pinto para retratar esta personalidade fascinante, seu percurso, obra e legado. Tendo privado com António Champalimaud e conhecendo muitos dos seus familiares, amigos e colaboradores chegados, Jaime Nogueira Pinto escreveu este "Olhar" para dar a conhecer histórias desconhecidas e fotografias nunca antes vistas de um dos portugueses que mais marcou a sociedade e a economia do século XX português.
Nº Páginas: 400
Sinopse:
À data da sua morte, em 2004, António Champalimaud construíra uma fortuna incomparável entre os mais ricos de Portugal. Aos 19 anos pegara nos negócios do pai e multiplicara o seu valor várias vezes com apostas bem-sucedidas na banca, cimentos e seguros. A sua vida foi, no entanto, muito mais do que gerir negócios e acumular riqueza. Tinha uma personalidade forte e carismática que marcou familiares e amigos e lhe deu visibilidade na sociedade portuguesa. Um temperamento apaixonado, que se comprazia com a natureza africana e o mato brasileiro. Uma curiosidade intelectual grande, que o fez ter interesses variados e aprofundar gostos. Sempre, uma vontade de deixar marca para a posteridade, que o levou a entregar-se de corpo e alma a tudo o que fez, e a enveredar no final da vida pela filantropia. Ninguém melhor do que Jaime Nogueira Pinto para retratar esta personalidade fascinante, seu percurso, obra e legado. Tendo privado com António Champalimaud e conhecendo muitos dos seus familiares, amigos e colaboradores chegados, Jaime Nogueira Pinto escreveu este "Olhar" para dar a conhecer histórias desconhecidas e fotografias nunca antes vistas de um dos portugueses que mais marcou a sociedade e a economia do século XX português.
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Edição: Set 2013
Nº Páginas: 336
Sinopse:
"Quando se percorre a poesia escrita por mulheres ao longo do século XX português, o nome de Natália Correia continua a surgir como um dos que causaram uma repercussão mais duradoura, quer pela sua personalidade forte e polémica, quer pelo alcance da sua obra literária", diz Fernando Pinto do Amaral no Prefácio a esta obra. Realizada tendo como base a edição mais recente da "Poesia Completa de Natália Correia" (Dom Quixote, 1999), esta antologia destina-se sobretudo à divulgação do principal da sua obra poética. O critério posto em jogo para seleccionar os poemas pretendeu obedecer a um equilíbrio (naturalmente sempre instável) entre o gosto pessoal do organizador e a representatividade dos diversos períodos da sua escrita. Este é, sem dúvida, um livro que poderá facultar aos leitores do século XXI uma visão de conjunto da grande poetisa Natália Correia.
Nº Páginas: 336
Sinopse:
"Quando se percorre a poesia escrita por mulheres ao longo do século XX português, o nome de Natália Correia continua a surgir como um dos que causaram uma repercussão mais duradoura, quer pela sua personalidade forte e polémica, quer pelo alcance da sua obra literária", diz Fernando Pinto do Amaral no Prefácio a esta obra. Realizada tendo como base a edição mais recente da "Poesia Completa de Natália Correia" (Dom Quixote, 1999), esta antologia destina-se sobretudo à divulgação do principal da sua obra poética. O critério posto em jogo para seleccionar os poemas pretendeu obedecer a um equilíbrio (naturalmente sempre instável) entre o gosto pessoal do organizador e a representatividade dos diversos períodos da sua escrita. Este é, sem dúvida, um livro que poderá facultar aos leitores do século XXI uma visão de conjunto da grande poetisa Natália Correia.
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Edição: Jan 2014
Nº Páginas: 488
Sinopse:
"Querido Leitor: Gostaria de conversar contigo alguns momentos no pórtico desta antologia. Para já, quero que saibas que hesitei muito antes de me decidir a organizá-la. Perguntava a mim mesmo se seria legítimo desirmanar cada um dos poemas que nela agora figuram dos outros com que emparelham em livros entendidos como unidades redondas. Temia, além disso, a precariedade do critério que os escolhesse. Nem sempre um autor é bom juiz em causa própria. (…) Mas como a minha vida é um extenso rol de perplexidades e nunca saí de nenhuma em perfeita paz de espírito, resolvi averbar à conta mais uma parcela e levar a empresa por diante. É que, contra todas as razões, seduzia-me a perspectiva de reviver o longo caminho órfico que iniciei às cegas, calcorreei a tactear e estou em vias de concluir de olhos abertos, no espanto de quem vê finalmente, a plena luz, a fundura dos abismos a que desceu."
Nº Páginas: 488
Sinopse:
"Querido Leitor: Gostaria de conversar contigo alguns momentos no pórtico desta antologia. Para já, quero que saibas que hesitei muito antes de me decidir a organizá-la. Perguntava a mim mesmo se seria legítimo desirmanar cada um dos poemas que nela agora figuram dos outros com que emparelham em livros entendidos como unidades redondas. Temia, além disso, a precariedade do critério que os escolhesse. Nem sempre um autor é bom juiz em causa própria. (…) Mas como a minha vida é um extenso rol de perplexidades e nunca saí de nenhuma em perfeita paz de espírito, resolvi averbar à conta mais uma parcela e levar a empresa por diante. É que, contra todas as razões, seduzia-me a perspectiva de reviver o longo caminho órfico que iniciei às cegas, calcorreei a tactear e estou em vias de concluir de olhos abertos, no espanto de quem vê finalmente, a plena luz, a fundura dos abismos a que desceu."
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Edição: Dez 1993
Nº Páginas: 421
Sinopse:
Federico García Lorca (1898-1936) é um dos poetas decisivos da cultura do século XX. A sua voz pessoal, dotada de uma riqueza de tons e de imagens muito reconhecível, faz com que a mais impressionante agilidade formal se transforme numa profunda reflexão sobre as questões centrais do mundo contemporâneo: a identidade entendida como conflito, o questionamento das ligações entre o indivíduo e a sociedade, as tensões entre a inocência e a lucidez, a dessacralização da realidade, o desenraizamento da vida urbana e os desafios da liberdade amorosa, literária e cívica. O poeta Luis García Montero, responsável por esta antologia, analisa num minucioso prefácio a evolução da obra lorquiana, empenhada numa leitura modernizadora da tradição romântica. Através do simbolismo, da elaboração da poesia popular, do surrealismo e do diálogo com as formas clássicas, García Lorca impõe a sua personalidade num dos momentos mais brilhantes da lírica espanhola e europeia.
Nº Páginas: 421
Sinopse:
Federico García Lorca (1898-1936) é um dos poetas decisivos da cultura do século XX. A sua voz pessoal, dotada de uma riqueza de tons e de imagens muito reconhecível, faz com que a mais impressionante agilidade formal se transforme numa profunda reflexão sobre as questões centrais do mundo contemporâneo: a identidade entendida como conflito, o questionamento das ligações entre o indivíduo e a sociedade, as tensões entre a inocência e a lucidez, a dessacralização da realidade, o desenraizamento da vida urbana e os desafios da liberdade amorosa, literária e cívica. O poeta Luis García Montero, responsável por esta antologia, analisa num minucioso prefácio a evolução da obra lorquiana, empenhada numa leitura modernizadora da tradição romântica. Através do simbolismo, da elaboração da poesia popular, do surrealismo e do diálogo com as formas clássicas, García Lorca impõe a sua personalidade num dos momentos mais brilhantes da lírica espanhola e europeia.
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Edição: Nov 2013
Nº Páginas: 264
Sinopse:
Ao morrer em 30 de Novembro de 1935, Pessoa deixava dispersa uma obra já ampla em poesia e prosa e amigos que reconheciam ou suspeitavam o seu génio por entre o alheamento do público.Foi lentamente que a sua dimensão emergiu da mítica arca que legou à posteridade.Esta Antologia pretende tornar mais acessível a melhor poesia ortónima e heterónima de Pessoa.
Nº Páginas: 264
Sinopse:
Ao morrer em 30 de Novembro de 1935, Pessoa deixava dispersa uma obra já ampla em poesia e prosa e amigos que reconheciam ou suspeitavam o seu génio por entre o alheamento do público.Foi lentamente que a sua dimensão emergiu da mítica arca que legou à posteridade.Esta Antologia pretende tornar mais acessível a melhor poesia ortónima e heterónima de Pessoa.
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Edição: Out 2017
Nº Páginas: 472
Sinopse:
Numa altura em que se fala tanto na Revolução Russa e na Rússia actual de Putin, José Milhazes e João Domingues propõem a leitura dos excertos mais importantes dos grandes autores do pensamento geopolítico e filosófico daquele país: Lenine, Bakunine, Tolstoi, Estaline, Soljenitsin e muitos outros. Cada autor leva uma pequena biografia e retrato, um texto explicativo da importância da sua obra para a Rússia, e finalmente os textos que escreveu mais importantes. O prefácio é de Jaime Gama.
Nº Páginas: 472
Sinopse:
Numa altura em que se fala tanto na Revolução Russa e na Rússia actual de Putin, José Milhazes e João Domingues propõem a leitura dos excertos mais importantes dos grandes autores do pensamento geopolítico e filosófico daquele país: Lenine, Bakunine, Tolstoi, Estaline, Soljenitsin e muitos outros. Cada autor leva uma pequena biografia e retrato, um texto explicativo da importância da sua obra para a Rússia, e finalmente os textos que escreveu mais importantes. O prefácio é de Jaime Gama.
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Edição: Jan 2007
Nº Páginas: 462
Sinopse:
A Antologia Poética de Pablo Neruda é uma seleção abrangente da obra do Prémio Nobel chileno, reunindo poemas desde Crepusculario (1923) até fases posteriores. A obra destaca a versatilidade do autor, cobrindo temáticas amorosas, melancolia, natureza e compromisso político, refletindo a intensidade e a sensibilidade do autor.
Nº Páginas: 462
Sinopse:
A Antologia Poética de Pablo Neruda é uma seleção abrangente da obra do Prémio Nobel chileno, reunindo poemas desde Crepusculario (1923) até fases posteriores. A obra destaca a versatilidade do autor, cobrindo temáticas amorosas, melancolia, natureza e compromisso político, refletindo a intensidade e a sensibilidade do autor.
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Edição: Abr 2019
Nº Páginas: 272
Sinopse:
Ser um grande poeta da língua de Shakespeare foi a maior ambição de Fernando Pessoa enquanto jovem escritor. Mesmo após o seu regresso da África do Sul para Lisboa, com 17 anos de idade, continuou durante largos anos a escrever muita poesia em inglês, incluindo dezenas de sonetos shakespearianos. Só viria a tornar-se um poeta universal, contudo, graças ao que escreveu em português. Embora não tenha realizado a sua ambição juvenil, deixou-nos alguns grandes poemas em inglês, como "Antinous", o seu mais belo poema de amor. A presente antologia, em versão bilingue, inclui todos os poemas em inglês publicados em vida de Pessoa, bem como uma seleção dos que ficaram para a famosa arca e para nós, seus futuros leitores.
Nº Páginas: 272
Sinopse:
Ser um grande poeta da língua de Shakespeare foi a maior ambição de Fernando Pessoa enquanto jovem escritor. Mesmo após o seu regresso da África do Sul para Lisboa, com 17 anos de idade, continuou durante largos anos a escrever muita poesia em inglês, incluindo dezenas de sonetos shakespearianos. Só viria a tornar-se um poeta universal, contudo, graças ao que escreveu em português. Embora não tenha realizado a sua ambição juvenil, deixou-nos alguns grandes poemas em inglês, como "Antinous", o seu mais belo poema de amor. A presente antologia, em versão bilingue, inclui todos os poemas em inglês publicados em vida de Pessoa, bem como uma seleção dos que ficaram para a famosa arca e para nós, seus futuros leitores.
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Edição: Nov 2017
Nº Páginas: 368
Sinopse:
A MELHOR POESIA ERÓTICA DO BRASIL REUNIDA PELA PRIMEIRA VEZ NUM ÚNICO LIVRO Do vivíssimo Arnaldo Antunes a Carlos Drummond de Andrade, de Gregório de Matos a Hilda Hilst, de Vinícius de Moraes a Ferreira Gullar, sem esquecer os mais incontornáveis dos anónimos, esta Antologia da Poesia Erótica Brasileira apresenta ao leitor as principais figuras da lírica erótica do Brasil desde o século XVII até aos dias de hoje. Figuram neste livro mais de 170 poemas de épocas, estéticas e contextos diversos, alternando entre a sensualidade meramente alusiva e a obscenidade mais provocante.
Nº Páginas: 368
Sinopse:
A MELHOR POESIA ERÓTICA DO BRASIL REUNIDA PELA PRIMEIRA VEZ NUM ÚNICO LIVRO Do vivíssimo Arnaldo Antunes a Carlos Drummond de Andrade, de Gregório de Matos a Hilda Hilst, de Vinícius de Moraes a Ferreira Gullar, sem esquecer os mais incontornáveis dos anónimos, esta Antologia da Poesia Erótica Brasileira apresenta ao leitor as principais figuras da lírica erótica do Brasil desde o século XVII até aos dias de hoje. Figuram neste livro mais de 170 poemas de épocas, estéticas e contextos diversos, alternando entre a sensualidade meramente alusiva e a obscenidade mais provocante.
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Edição: Fev 2009
Nº Páginas: 32
Sinopse:
Cada livro da colecção proporciona uma abrangente introdução a um período fascinante da História, fazendo referência a alimentos e bebidas, à firma de vestir dos povos, aos edifícios que habitavam, às suas crenças e festas, à sua vida familiar e organização social. Entra no mundo dos Antigos Egípcios! Usa um colar de contas, joga senet com um amigo, faz um papiro, aprende a escrever em hieróglifos, mede o tempo com um relógio de água e pinta um faraó em tamanho real. Cada livro da colecção Mãos na História conjuga textos informativos com fantásticos trabalhos manuais que dão vida à História. Para crianças a partir dos 7 anos.
Nº Páginas: 32
Sinopse:
Cada livro da colecção proporciona uma abrangente introdução a um período fascinante da História, fazendo referência a alimentos e bebidas, à firma de vestir dos povos, aos edifícios que habitavam, às suas crenças e festas, à sua vida familiar e organização social. Entra no mundo dos Antigos Egípcios! Usa um colar de contas, joga senet com um amigo, faz um papiro, aprende a escrever em hieróglifos, mede o tempo com um relógio de água e pinta um faraó em tamanho real. Cada livro da colecção Mãos na História conjuga textos informativos com fantásticos trabalhos manuais que dão vida à História. Para crianças a partir dos 7 anos.
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