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Edição: Mar 2012
Nº Páginas: 480
Sinopse:
"A Colômbia, como Portugal, é um país de poetas. Esta não é uma antologia crítica nem exaustiva. A ter sido crítica teria contido menos autores, a ter sido exaustiva teria necessariamente que incluir muitos mais. O meu objetivo foi desde o princípio reunir num só volume aquelas que considero as mais belas poesias colombianas. Esta é, assim, uma antologia de poemas e não de poetas. Estão aqui reunidos trabalhos de autores muito díspares entre si, grandes poetas e poetas menores, poetas cultíssimos e poetas populares. Nos seus versos encontra-se representada boa parte da memória lírica do meu país." LAUREN MENDINUETA
Nº Páginas: 480
Sinopse:
"A Colômbia, como Portugal, é um país de poetas. Esta não é uma antologia crítica nem exaustiva. A ter sido crítica teria contido menos autores, a ter sido exaustiva teria necessariamente que incluir muitos mais. O meu objetivo foi desde o princípio reunir num só volume aquelas que considero as mais belas poesias colombianas. Esta é, assim, uma antologia de poemas e não de poetas. Estão aqui reunidos trabalhos de autores muito díspares entre si, grandes poetas e poetas menores, poetas cultíssimos e poetas populares. Nos seus versos encontra-se representada boa parte da memória lírica do meu país." LAUREN MENDINUETA
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Edição: Out 2010
Nº Páginas: 176
Sinopse:
"Preocupo-me com os deuses. O meu tridente não enxerga divindades. Mesmo no céu, no último reduto que julgava possível eles já o abandonaram. É novo mistério para explicar, para filósofos e religiosos penetrarem no poder das cogitações. Emigrados na terra, sem mar e sem espaço os deuses ficam mais limpos, mais puros, apeados da parafernália dos domingos e feriados." Ruben A.
Nº Páginas: 176
Sinopse:
"Preocupo-me com os deuses. O meu tridente não enxerga divindades. Mesmo no céu, no último reduto que julgava possível eles já o abandonaram. É novo mistério para explicar, para filósofos e religiosos penetrarem no poder das cogitações. Emigrados na terra, sem mar e sem espaço os deuses ficam mais limpos, mais puros, apeados da parafernália dos domingos e feriados." Ruben A.
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Edição: Mai 2018
Nº Páginas: 72
Sinopse:
Neste livro, o primeiro da autora a ser publicado pela Assírio & Alvim, Rosa Alice Branco fala-nos de lugares e de afectos, de memórias e de objectos, de amor e de design. A temperatura das flores é uma coisa que só neste frio nos vem à cabeça. O frio nem sempre é dele. Às vezes pertence à cidade desagasalhada, tão agora como antes. Mais do que as coisas mal ditas são as coisas por dizer na opacidade dos olhos. As janelas da cidade como se tivessem as persianas caídas pelo passeio. O menor dos males era a aceitação destes delírios improváveis. O pior era caminhar às cegas pelas ruas sem um fio de luz a crescer na infância. […]
Nº Páginas: 72
Sinopse:
Neste livro, o primeiro da autora a ser publicado pela Assírio & Alvim, Rosa Alice Branco fala-nos de lugares e de afectos, de memórias e de objectos, de amor e de design. A temperatura das flores é uma coisa que só neste frio nos vem à cabeça. O frio nem sempre é dele. Às vezes pertence à cidade desagasalhada, tão agora como antes. Mais do que as coisas mal ditas são as coisas por dizer na opacidade dos olhos. As janelas da cidade como se tivessem as persianas caídas pelo passeio. O menor dos males era a aceitação destes delírios improváveis. O pior era caminhar às cegas pelas ruas sem um fio de luz a crescer na infância. […]
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Edição: Set 2018
Nº Páginas: 136
Sinopse:
"[…] ao lado de alguns dos mais belos poemas de amor do nosso tempo, em Manuel Alegre encontramos frequentemente profundas meditações sobre o sentido da vida, do destino e da morte, a fragilidade e a precariedade da existência, as vivências dramáticas do exílio e da saudade, a emigração intelectual na linha da Lusitânia do Bairro Latino de António Nobre... Mas não esqueçamos também os poemas em que a caça e/ou a pesca são tantas outras metáforas da realização do trabalho poético e da busca do lugar para a palavra poética no seu entrosamento com a vida e a natureza. Nas suas prosódias de subtis variações rítmicas e rimáticas, de vasto fôlego ou de delicada inspiração, recordarei ainda, muito rapidamente, as inflexões dramáticas que Manuel Alegre recupera da grande poesia grega de Homero a Kavafis, as inflexões épicas e líricas que permitem a recuperação de tantos acentos genuinamente camonianos na sua poesia de amor, as saborosas combinações de poesia cultivada e de poesia popular que encontramos nas redondilhas de muitas das suas trovas." "Vasco Graça Moura, (in texto de apresentação de A Sombra)"
Nº Páginas: 136
Sinopse:
"[…] ao lado de alguns dos mais belos poemas de amor do nosso tempo, em Manuel Alegre encontramos frequentemente profundas meditações sobre o sentido da vida, do destino e da morte, a fragilidade e a precariedade da existência, as vivências dramáticas do exílio e da saudade, a emigração intelectual na linha da Lusitânia do Bairro Latino de António Nobre... Mas não esqueçamos também os poemas em que a caça e/ou a pesca são tantas outras metáforas da realização do trabalho poético e da busca do lugar para a palavra poética no seu entrosamento com a vida e a natureza. Nas suas prosódias de subtis variações rítmicas e rimáticas, de vasto fôlego ou de delicada inspiração, recordarei ainda, muito rapidamente, as inflexões dramáticas que Manuel Alegre recupera da grande poesia grega de Homero a Kavafis, as inflexões épicas e líricas que permitem a recuperação de tantos acentos genuinamente camonianos na sua poesia de amor, as saborosas combinações de poesia cultivada e de poesia popular que encontramos nas redondilhas de muitas das suas trovas." "Vasco Graça Moura, (in texto de apresentação de A Sombra)"
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Edição: Abr 2009
Nº Páginas: 896
Sinopse:
Plano Nacional de Leitura Livro recomendado para o Ensino Secundário como sugestão de leitura. Esta edição segue o estabelecimento de texto efectuado por Gastão Cruz e Teresa Belo, passando o presente volume a constituir a edição de referência da poesia de Ruy Belo. Respeitou-se o critério de iniciais maiúsculas e minúsculas usado nas últimas edições de cada livro publicadas em vida do autor. EPÍGRAFE PARA A NOSSA SOLIDÃO Cruzámos os nossos olhos em alguma esquina Demos civicamente os bons dias: Chamar-nos-ão vais ver contemporâneos
Nº Páginas: 896
Sinopse:
Plano Nacional de Leitura Livro recomendado para o Ensino Secundário como sugestão de leitura. Esta edição segue o estabelecimento de texto efectuado por Gastão Cruz e Teresa Belo, passando o presente volume a constituir a edição de referência da poesia de Ruy Belo. Respeitou-se o critério de iniciais maiúsculas e minúsculas usado nas últimas edições de cada livro publicadas em vida do autor. EPÍGRAFE PARA A NOSSA SOLIDÃO Cruzámos os nossos olhos em alguma esquina Demos civicamente os bons dias: Chamar-nos-ão vais ver contemporâneos
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Edição: Out 2004
Nº Páginas: 272
Sinopse:
O volume "Todos os Poemas", editado em 2000 (Assírio & Alvim) e há muito esgotado, é agora reeditado em três volumes, respeitando a organização que o autor tinha originalmente concebido. Esta edição segue o estabelecimento de texto efectuado por Gastão Cruz e Teresa Belo. A revisão do texto agora concluída obedece às normas ortográficas vigentes, excepto nos casos em que as opções do autor são um desvio intencional a essas normas, passando o presente volume a constituir a edição de referência da poesia de Ruy Belo.
Nº Páginas: 272
Sinopse:
O volume "Todos os Poemas", editado em 2000 (Assírio & Alvim) e há muito esgotado, é agora reeditado em três volumes, respeitando a organização que o autor tinha originalmente concebido. Esta edição segue o estabelecimento de texto efectuado por Gastão Cruz e Teresa Belo. A revisão do texto agora concluída obedece às normas ortográficas vigentes, excepto nos casos em que as opções do autor são um desvio intencional a essas normas, passando o presente volume a constituir a edição de referência da poesia de Ruy Belo.
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Edição: Out 2004
Nº Páginas: 280
Sinopse:
O volume "Todos os Poemas", editado em 2000 (Assírio & Alvim) e há muito esgotado, é agora reeditado em três volumes, respeitando a organização que o autor tinha originalmente concebido. Esta edição segue o estabelecimento de texto efectuado por Gastão Cruz e Teresa Belo. A revisão do texto agora concluída obedece às normas ortográficas vigentes, excepto nos casos em que as opções do autor são um desvio intencional a essas normas, passando o presente volume a constituir a edição de referência da poesia de Ruy Belo.
Nº Páginas: 280
Sinopse:
O volume "Todos os Poemas", editado em 2000 (Assírio & Alvim) e há muito esgotado, é agora reeditado em três volumes, respeitando a organização que o autor tinha originalmente concebido. Esta edição segue o estabelecimento de texto efectuado por Gastão Cruz e Teresa Belo. A revisão do texto agora concluída obedece às normas ortográficas vigentes, excepto nos casos em que as opções do autor são um desvio intencional a essas normas, passando o presente volume a constituir a edição de referência da poesia de Ruy Belo.
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Edição: Out 2023
Nº Páginas: 192
Sinopse:
"Todos os Nomes São Sobre Amor" é uma obra poética e encantadora que nos leva a uma viagem através das palavras e da essência dos nomes próprios. Escrito pela autora Filipa do Canto Araújo, este é o livro há muito esperado, que transforma os nomes de cada um de nós em autênticas manifestações de emoções e sonhos. Filipa do Canto Araújo conquistou o coração de muitos de nós nas redes sociais, onde se tornou conhecida por partilhar os seus textos sobre amor. com uma escrita envolvente e sensível, a autora dá vida a cada nome, revelando as profundezas da identidade e do amor. Nas páginas de "Todos os Nomes São Sobre Amor", encontramos definições que transcendem e nos falam de conceitos como Liberdade, Coragem ou Família. Cada nome próprio é uma história, uma experiência, um sentimento. Um nome é luz que nos aquece, é esperança, é emoção e lembrança de dias bonitos. Este livro é uma jornada literária que o levará a redescobrir a beleza e a profundidade das palavras, e que celebra o Amor.
Nº Páginas: 192
Sinopse:
"Todos os Nomes São Sobre Amor" é uma obra poética e encantadora que nos leva a uma viagem através das palavras e da essência dos nomes próprios. Escrito pela autora Filipa do Canto Araújo, este é o livro há muito esperado, que transforma os nomes de cada um de nós em autênticas manifestações de emoções e sonhos. Filipa do Canto Araújo conquistou o coração de muitos de nós nas redes sociais, onde se tornou conhecida por partilhar os seus textos sobre amor. com uma escrita envolvente e sensível, a autora dá vida a cada nome, revelando as profundezas da identidade e do amor. Nas páginas de "Todos os Nomes São Sobre Amor", encontramos definições que transcendem e nos falam de conceitos como Liberdade, Coragem ou Família. Cada nome próprio é uma história, uma experiência, um sentimento. Um nome é luz que nos aquece, é esperança, é emoção e lembrança de dias bonitos. Este livro é uma jornada literária que o levará a redescobrir a beleza e a profundidade das palavras, e que celebra o Amor.
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Edição: Nov 2019
Nº Páginas: 280
Sinopse:
"Todo Amor" reúne cartas, crónicas, poemas e letras de canções de um dos grandes poetas da nossa língua, compondo um painel admirável e emocionante, onde cabem a alegria, a tristeza, o ciúme, a devoção absoluta, o arrebatamento e o arrependimento, o perdão e a traição, a ameaça do fim e a ética de um sentimento que inclui toda a Humanidade. Aqui está o Vinicius de sempre, como nunca o vimos. Aqui está o amor de sempre com uma nova intensidade.
Nº Páginas: 280
Sinopse:
"Todo Amor" reúne cartas, crónicas, poemas e letras de canções de um dos grandes poetas da nossa língua, compondo um painel admirável e emocionante, onde cabem a alegria, a tristeza, o ciúme, a devoção absoluta, o arrebatamento e o arrependimento, o perdão e a traição, a ameaça do fim e a ética de um sentimento que inclui toda a Humanidade. Aqui está o Vinicius de sempre, como nunca o vimos. Aqui está o amor de sempre com uma nova intensidade.
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Edição: Mai 2012
Nº Páginas: 400
Sinopse:
Plano Nacional de Leitura Livro recomendado para o Ensino Secundário como sugestão de leitura. Corria o ano de 2001 quando a Assírio & Alvim publicou a primeira edição da Poesia Reunida de Manuel António Pina. Pouco depois escrevia Eduardo Prado Coelho no Público: "Talvez agora, no momento em que a Assírio & Alvim publica a Poesia Reunida de Manuel António Pina, estejamos em condições de poder afirmar que nos encontramos perante um dos grandes nomes da poesia portuguesa actual. Uma extrema delicadeza pessoal, uma discrição obsessiva, uma cultura ziguezagueante e desconcertante, mas sempre subtil e envolvente, um sentido profundo da complexidade da literatura, e também, sobretudo, da complexidade da vida, têm talvez impedido a descoberta plena e mediática deste jornalista e homem de letras também voltado para os jogos mais leves e embaladores da literatura infantil. Contudo, torna-se imperioso dizê-lo agora: este tom deliberadamente menor sustenta uma obra maior da literatura portuguesa". A edição que agora se apresenta, numa belíssima edição encadernada e substancialmente ampliada, inclui todo o trabalho poético do autor de 1974 a 2011. Todas as Palavras de Manuel António Pina
Nº Páginas: 400
Sinopse:
Plano Nacional de Leitura Livro recomendado para o Ensino Secundário como sugestão de leitura. Corria o ano de 2001 quando a Assírio & Alvim publicou a primeira edição da Poesia Reunida de Manuel António Pina. Pouco depois escrevia Eduardo Prado Coelho no Público: "Talvez agora, no momento em que a Assírio & Alvim publica a Poesia Reunida de Manuel António Pina, estejamos em condições de poder afirmar que nos encontramos perante um dos grandes nomes da poesia portuguesa actual. Uma extrema delicadeza pessoal, uma discrição obsessiva, uma cultura ziguezagueante e desconcertante, mas sempre subtil e envolvente, um sentido profundo da complexidade da literatura, e também, sobretudo, da complexidade da vida, têm talvez impedido a descoberta plena e mediática deste jornalista e homem de letras também voltado para os jogos mais leves e embaladores da literatura infantil. Contudo, torna-se imperioso dizê-lo agora: este tom deliberadamente menor sustenta uma obra maior da literatura portuguesa". A edição que agora se apresenta, numa belíssima edição encadernada e substancialmente ampliada, inclui todo o trabalho poético do autor de 1974 a 2011. Todas as Palavras de Manuel António Pina
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Edição: Dez 1994
Nº Páginas: 128
Sinopse:
Titânia, diz a mitologia, é a rainha dos fogos, esposa de Oberon que, enfeitiçada e seduzida pelo tecelão da cabeça de burro, descobre em Sonho de uma Noite de Verão a humildade do amor. Neste livro, o princípio era o verso a fazer-se carne e esta ascende na actual versão, e na parte final, à mais sábia literatura. Assim, toda a linguagem em Titânia progride conforme as leis e os desejos do corpo, sobe da rua ao céu com inesperada facilidade, recolhe fragmentos do chão e frases de palácio, «imita o movimento das marés», convive com os deuses e os passageiros sempre com uma visão superior de seres que voam ou que «eram belos demais para ficarem à porta do destino.»
Nº Páginas: 128
Sinopse:
Titânia, diz a mitologia, é a rainha dos fogos, esposa de Oberon que, enfeitiçada e seduzida pelo tecelão da cabeça de burro, descobre em Sonho de uma Noite de Verão a humildade do amor. Neste livro, o princípio era o verso a fazer-se carne e esta ascende na actual versão, e na parte final, à mais sábia literatura. Assim, toda a linguagem em Titânia progride conforme as leis e os desejos do corpo, sobe da rua ao céu com inesperada facilidade, recolhe fragmentos do chão e frases de palácio, «imita o movimento das marés», convive com os deuses e os passageiros sempre com uma visão superior de seres que voam ou que «eram belos demais para ficarem à porta do destino.»
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Edição: Set 2019
Nº Páginas: 80
Sinopse:
Neste poema autobiográfico (e de balanço de vida) escrito por altura do seu sexagésimo aniversário à maneira de um testamento, Vasco Graça Moura vai buscar inspiração à matriz de François Villon, poeta maldito da Idade Média francesa, mais concretamente ao seu poema "Le testament". Inicia-se este (de 1461) com a referência de Villon ao seu trigésimo aniversário ("en l’an de mon trentième âge"). Graça Moura replica-o (dobrando o número de anos) no primeiro verso deste livro, em que se lê "no ano em que sou duplo trintão". Estas baladas cantam os amores, trabalhos, filhos, amigos, inimigos, a cidade natal, o ofício literário, a paixão pela pintura e a sua natureza mais íntima. No ano em que se completam cinco anos desde a morte de Vasco Graça Moura, e no ano em que completaria 77 anos, a Quetzal recupera este extraordinário poema cheio de humor, autoironia e ternura.
Nº Páginas: 80
Sinopse:
Neste poema autobiográfico (e de balanço de vida) escrito por altura do seu sexagésimo aniversário à maneira de um testamento, Vasco Graça Moura vai buscar inspiração à matriz de François Villon, poeta maldito da Idade Média francesa, mais concretamente ao seu poema "Le testament". Inicia-se este (de 1461) com a referência de Villon ao seu trigésimo aniversário ("en l’an de mon trentième âge"). Graça Moura replica-o (dobrando o número de anos) no primeiro verso deste livro, em que se lê "no ano em que sou duplo trintão". Estas baladas cantam os amores, trabalhos, filhos, amigos, inimigos, a cidade natal, o ofício literário, a paixão pela pintura e a sua natureza mais íntima. No ano em que se completam cinco anos desde a morte de Vasco Graça Moura, e no ano em que completaria 77 anos, a Quetzal recupera este extraordinário poema cheio de humor, autoironia e ternura.
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Edição: Nov 2015
Nº Páginas: 160
Sinopse:
Teresa Rita Lopes é uma das pessoanas que animam o nosso meio académico e ensaístico e procurou sempre formas criativas e inovadoras de manter intenso e renovado o interesse dos leitores pela obra múltipla deste génio que foi muitos sendo apenas um.
Nº Páginas: 160
Sinopse:
Teresa Rita Lopes é uma das pessoanas que animam o nosso meio académico e ensaístico e procurou sempre formas criativas e inovadoras de manter intenso e renovado o interesse dos leitores pela obra múltipla deste génio que foi muitos sendo apenas um.
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Edição: Mai 2017
Nº Páginas: 80
Sinopse:
A primeira parte do novo livro de poesia de José Tolentino Mendonça abre com esta epígrafe de Gloria Anzaldúa: "Penso na fronteira como o único ponto da terra que contém todos os outros lugares dentro de si". Mote para uma poderosa reflexão sobre o amplo significado da palavra fronteira, nas suas múltiplas dimensões e como metáfora emblemática da humanidade, ontem como hoje. Ponto de partida para viagens por terras e cidades, por tempos passados e presentes, peregrinando pelos lugares da amizade, pela solidão, pelo silêncio, pelo corpo. MÃOS VAZIAS Mãos vazias são salva-vidas para tempos difíceis uma afeição a salvo dos especuladores o seu vazio é uma pedra e se observares bem ela flutua as mãos vazias são selvagens na sua beleza duras mesmo se vulneráveis são o esconderijo ideal para guardares relâmpagos e verdades ferozmente concisas as mãos vazias esperam não o fim mas a fresta alagadas na ferrugem e preferem enlouquecer a acreditar que a realidade é só aquilo que se vê
Nº Páginas: 80
Sinopse:
A primeira parte do novo livro de poesia de José Tolentino Mendonça abre com esta epígrafe de Gloria Anzaldúa: "Penso na fronteira como o único ponto da terra que contém todos os outros lugares dentro de si". Mote para uma poderosa reflexão sobre o amplo significado da palavra fronteira, nas suas múltiplas dimensões e como metáfora emblemática da humanidade, ontem como hoje. Ponto de partida para viagens por terras e cidades, por tempos passados e presentes, peregrinando pelos lugares da amizade, pela solidão, pelo silêncio, pelo corpo. MÃOS VAZIAS Mãos vazias são salva-vidas para tempos difíceis uma afeição a salvo dos especuladores o seu vazio é uma pedra e se observares bem ela flutua as mãos vazias são selvagens na sua beleza duras mesmo se vulneráveis são o esconderijo ideal para guardares relâmpagos e verdades ferozmente concisas as mãos vazias esperam não o fim mas a fresta alagadas na ferrugem e preferem enlouquecer a acreditar que a realidade é só aquilo que se vê
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Edição: Mar 2017
Nº Páginas: 112
Sinopse:
NOVO TÍTULO DA COLECÇÃO DE POESIA DIRIGIDA POR PEDRO MEXIA. Rosa Oliveira venceu o Prémio Pen Clube Primeira Obra com o livro Cinza, publicado em 2013 pela Tinta-da-china. "Nunca a poesia de Rosa Oliveira se desliga da prosa do mundo, por mais que ouse alguns flirts com algo que a supera. Ela pratica, de certo modo, uma arte do recuo, traça com grande racionalidade os seus territórios, acaba por ser uma elegia da própria poesia, quase um túmulo do poeta que se vê obrigado a declinar os seus tempos sombrios como "uma longa marcha para a mediania"." -António Guerreiro, Público. "Rosa Oliveira usa a alusão, a colagem, a sabotagem semântica e o sarcasmo para descrever mudanças, instantes, hiatos irrecuperáveis, tempos perdidos, maravilhas banais da nossa idade." -Pedro Mexia Rosa Oliveira venceu o Prémio Pen Clube Primeira Obra com o livro Cinza, publicado em 2013 pela Tinta-da-china.
Nº Páginas: 112
Sinopse:
NOVO TÍTULO DA COLECÇÃO DE POESIA DIRIGIDA POR PEDRO MEXIA. Rosa Oliveira venceu o Prémio Pen Clube Primeira Obra com o livro Cinza, publicado em 2013 pela Tinta-da-china. "Nunca a poesia de Rosa Oliveira se desliga da prosa do mundo, por mais que ouse alguns flirts com algo que a supera. Ela pratica, de certo modo, uma arte do recuo, traça com grande racionalidade os seus territórios, acaba por ser uma elegia da própria poesia, quase um túmulo do poeta que se vê obrigado a declinar os seus tempos sombrios como "uma longa marcha para a mediania"." -António Guerreiro, Público. "Rosa Oliveira usa a alusão, a colagem, a sabotagem semântica e o sarcasmo para descrever mudanças, instantes, hiatos irrecuperáveis, tempos perdidos, maravilhas banais da nossa idade." -Pedro Mexia Rosa Oliveira venceu o Prémio Pen Clube Primeira Obra com o livro Cinza, publicado em 2013 pela Tinta-da-china.
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Edição: Out 2016
Nº Páginas: 344
Sinopse:
Os cento e cinquenta e quatro (154) sonetos de William Shakespeare na sua versão integral traduzidos pelo poeta, ensaísta e grande tradutor dos clássicos Vasco Graça Moura. "Nos Sonetos, o tempo trai a beleza e as pompas, a velhice trai a juventude, o amigo trai o amigo, o homem trai a mulher, a mulher trai o homem, a tristeza e o desânimo traem a alegria, a decadência trai a pujança, a escassez trai a abundância, os sentimentos são traídos... Todas essas situações de falha e de carência são regeneradas pelo estro poético, erguido contra tudo e contra todos, contra o Tempo, contra a sociedade, contra o próprio eu que anima estes poemas nos vários subciclos que integram a série. "toda a panóplia maneirista se encontra presente, nos adereços, como o espelho, o relógio, o instrumento musical, no sentimento da voracidade do Tempo e na sensação de efemeridade e decadência de tudo, na melancolia humoral, na falta angustiada vivida pela ausência ou distância do ser amado, na presença da morte a recortar-se, nas alusões à doença e à sepultura, no dilaceramento de raiz misógina que não impede uma relação erótica fortíssima com a Dark Lady, na dialéctica entre verdadeiro e falso, fidelidade e perjúrio, beleza e fealdade, nas próprias variações e transições temáticas de uns sonetos para os outros. Esses tópicos combinam-se com uma textura muito rica do real, pelas comparações e metáforas, pelas notações concretas, pelo surpreender de um gesto, de um movimento, de uma atitude, e recorrem a um vocabulário ligado constantemente a experiência da vida, seja ele de matriz legal, contratual, económica, militar, arquitectónica, marítima, astronómica, mitológica, doméstica, artesanal, palaciana, etc., etc.?
Nº Páginas: 344
Sinopse:
Os cento e cinquenta e quatro (154) sonetos de William Shakespeare na sua versão integral traduzidos pelo poeta, ensaísta e grande tradutor dos clássicos Vasco Graça Moura. "Nos Sonetos, o tempo trai a beleza e as pompas, a velhice trai a juventude, o amigo trai o amigo, o homem trai a mulher, a mulher trai o homem, a tristeza e o desânimo traem a alegria, a decadência trai a pujança, a escassez trai a abundância, os sentimentos são traídos... Todas essas situações de falha e de carência são regeneradas pelo estro poético, erguido contra tudo e contra todos, contra o Tempo, contra a sociedade, contra o próprio eu que anima estes poemas nos vários subciclos que integram a série. "toda a panóplia maneirista se encontra presente, nos adereços, como o espelho, o relógio, o instrumento musical, no sentimento da voracidade do Tempo e na sensação de efemeridade e decadência de tudo, na melancolia humoral, na falta angustiada vivida pela ausência ou distância do ser amado, na presença da morte a recortar-se, nas alusões à doença e à sepultura, no dilaceramento de raiz misógina que não impede uma relação erótica fortíssima com a Dark Lady, na dialéctica entre verdadeiro e falso, fidelidade e perjúrio, beleza e fealdade, nas próprias variações e transições temáticas de uns sonetos para os outros. Esses tópicos combinam-se com uma textura muito rica do real, pelas comparações e metáforas, pelas notações concretas, pelo surpreender de um gesto, de um movimento, de uma atitude, e recorrem a um vocabulário ligado constantemente a experiência da vida, seja ele de matriz legal, contratual, económica, militar, arquitectónica, marítima, astronómica, mitológica, doméstica, artesanal, palaciana, etc., etc.?
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Edição: Ago 2021
Nº Páginas: 192
Sinopse:
Escritos nas primeiras décadas do século XX, os sonetos de Florbela são a expressão poética da paixão sensual e da confissão feminina. Simultaneamente pujante e frágil, a poetisa revela, por vezes de forma egocêntrica e narcisista, uma feminilidade intranquila e insatisfeita, imersa na Dor e no Amor. Influenciada por poetas como António Nobre ou Antero de Quental, Florbela revelou-se pouco permeável aos grupos e movimentos literários da época e construiu uma estética própria, pautada por um discurso poético veemente, descomplexado e livre de constrições sociais.
Nº Páginas: 192
Sinopse:
Escritos nas primeiras décadas do século XX, os sonetos de Florbela são a expressão poética da paixão sensual e da confissão feminina. Simultaneamente pujante e frágil, a poetisa revela, por vezes de forma egocêntrica e narcisista, uma feminilidade intranquila e insatisfeita, imersa na Dor e no Amor. Influenciada por poetas como António Nobre ou Antero de Quental, Florbela revelou-se pouco permeável aos grupos e movimentos literários da época e construiu uma estética própria, pautada por um discurso poético veemente, descomplexado e livre de constrições sociais.
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Edição: Mar 2020
Nº Páginas: 72
Sinopse:
«Volto às palavras iniciais: este é o mais fascinante livro da nossa poesia, a suprema festa da língua. E não apenas isso: estão aqui alguns dos raros versos — como dizer? — que participam da respiração do mundo e da pulsação das estrelas. Temos de pensar em nomes máximos, Virgílio, Dante, Shakespeare, S. João da Cruz, para encontrar igual esplendor. Igual, não maior. E não são exageros nacionalistas, que nunca tive, nem creio que venha a ter.» [Eugénio de Andrade]
Nº Páginas: 72
Sinopse:
«Volto às palavras iniciais: este é o mais fascinante livro da nossa poesia, a suprema festa da língua. E não apenas isso: estão aqui alguns dos raros versos — como dizer? — que participam da respiração do mundo e da pulsação das estrelas. Temos de pensar em nomes máximos, Virgílio, Dante, Shakespeare, S. João da Cruz, para encontrar igual esplendor. Igual, não maior. E não são exageros nacionalistas, que nunca tive, nem creio que venha a ter.» [Eugénio de Andrade]
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Edição: Mar 2017
Nº Páginas: 96
Sinopse:
"Isto é Grande Poesia, sem uma baixa, uma falha, um tropeço. Um livro em torno da morte da mãe, com um pudor e uma contensão admiráveis. Um Requiem majestoso." "Prefácio de António Lobo Antunes"
Nº Páginas: 96
Sinopse:
"Isto é Grande Poesia, sem uma baixa, uma falha, um tropeço. Um livro em torno da morte da mãe, com um pudor e uma contensão admiráveis. Um Requiem majestoso." "Prefácio de António Lobo Antunes"
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Edição: Nov 2017
Nº Páginas: 208
Sinopse:
POEMAS ESCOLHIDOS DE ADAM ZAGAJEWSKI, UM DOS MAIORES POETAS EUROPEUS DA ACTUALIDADE, NUNCA ANTES PUBLICADO EM PORTUGAL. Prémio Princesa das Astúrias da Literatura 2017. Prémio Griffin de Poesia 2016. Prémio Heinrich Mann 2015. Prémio Internacional Neustadt de Literatura 2004. Tradução de Marco Bruno a partir do polaco, revista por Jorge Sousa Braga. Prefácio de Adam Kirsch. Edição bilingue
Nº Páginas: 208
Sinopse:
POEMAS ESCOLHIDOS DE ADAM ZAGAJEWSKI, UM DOS MAIORES POETAS EUROPEUS DA ACTUALIDADE, NUNCA ANTES PUBLICADO EM PORTUGAL. Prémio Princesa das Astúrias da Literatura 2017. Prémio Griffin de Poesia 2016. Prémio Heinrich Mann 2015. Prémio Internacional Neustadt de Literatura 2004. Tradução de Marco Bruno a partir do polaco, revista por Jorge Sousa Braga. Prefácio de Adam Kirsch. Edição bilingue
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Edição: Ago 2021
Nº Páginas: 208
Sinopse:
Haverá pior escritor do que Charles Bukowski para escrever sobre o amor? E, em simultâneo, haverá melhor escritor para o fazer? Nestas páginas vemos o poeta debater-se com as complicações e complexidades do amor, o sentimento que a todos toca. Alternando entre a amargura e a ternura, o romantismo e o desbragamento, Bukowski expõe as várias faces do amor, em todo o seu espectro de sentimentos e manifestações: a entrega e o egoísmo, a abnegação e o narcisismo, a miséria e a redenção, acima de tudo o seu mistério. Compilados por Abel Debritto, biógrafo do autor, estes poemas revelam um Bukowski brilhante, mordaz, brincalhão, metafísico, até sentimental. O amor é o prisma pelo qual o grande poeta americano observa o mundo e o partilha connosco: uma observação por vezes doce, por vezes ácida, sobre esse sentimento tão inescapável quanto fugidio, tão belo quanto cruel.
Nº Páginas: 208
Sinopse:
Haverá pior escritor do que Charles Bukowski para escrever sobre o amor? E, em simultâneo, haverá melhor escritor para o fazer? Nestas páginas vemos o poeta debater-se com as complicações e complexidades do amor, o sentimento que a todos toca. Alternando entre a amargura e a ternura, o romantismo e o desbragamento, Bukowski expõe as várias faces do amor, em todo o seu espectro de sentimentos e manifestações: a entrega e o egoísmo, a abnegação e o narcisismo, a miséria e a redenção, acima de tudo o seu mistério. Compilados por Abel Debritto, biógrafo do autor, estes poemas revelam um Bukowski brilhante, mordaz, brincalhão, metafísico, até sentimental. O amor é o prisma pelo qual o grande poeta americano observa o mundo e o partilha connosco: uma observação por vezes doce, por vezes ácida, sobre esse sentimento tão inescapável quanto fugidio, tão belo quanto cruel.
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Edição: Abr 2016
Nº Páginas: 192
Sinopse:
Subitamente, e contrariando todas as afrontas da velhice e da "finitude", quase tudo parece tornar-se, de novo, possível: cartas de amor, monólogos, dramas ciumentos, cantos do cisne, sátiras sociais e instantes de felicidade sucedem-se no papel. Subitamente, a prosa breve e ritmada encontra um eco polifónico numa épica sucessão de poemas exuberantes ou concisos e surpreendentes. Subitamente, assistimos a um alegre desdobrar de sentidos e narrativas que o desenhador completa ou complementa.Só um artista amadurecido, que repetidamente escapou à morte, pode abordar estes temas de forma tão triste e astuta, tão sábia e sensata, sem nunca abdicar da sua combativa vitalidade.Grass oferece-nos aqui um comovente conjunto de pequenas narrativas cristalizadas em miniaturas artísticas que se manifestam no presente. Em Sobre a Finitude o Prémio Nobel da Literatura cria, através de uma fascinante e recíproca dinâmica entre poesia, prosa e ilustração, a sua derradeira obra de arte.
Nº Páginas: 192
Sinopse:
Subitamente, e contrariando todas as afrontas da velhice e da "finitude", quase tudo parece tornar-se, de novo, possível: cartas de amor, monólogos, dramas ciumentos, cantos do cisne, sátiras sociais e instantes de felicidade sucedem-se no papel. Subitamente, a prosa breve e ritmada encontra um eco polifónico numa épica sucessão de poemas exuberantes ou concisos e surpreendentes. Subitamente, assistimos a um alegre desdobrar de sentidos e narrativas que o desenhador completa ou complementa.Só um artista amadurecido, que repetidamente escapou à morte, pode abordar estes temas de forma tão triste e astuta, tão sábia e sensata, sem nunca abdicar da sua combativa vitalidade.Grass oferece-nos aqui um comovente conjunto de pequenas narrativas cristalizadas em miniaturas artísticas que se manifestam no presente. Em Sobre a Finitude o Prémio Nobel da Literatura cria, através de uma fascinante e recíproca dinâmica entre poesia, prosa e ilustração, a sua derradeira obra de arte.
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Edição: Jan 2011
Nº Páginas: 192
Sinopse:
Leitura recomendada para o 11.º ano de escolaridade. Publicado em Paris, em abril de 1892, na casa Léon Vanier, Só surpreenderá os leitores e críticos nacionais com o carácter inesperado dos temas e com a novidade das opções formais e estilísticas. Integrado na geração de poetas da década de 90, Nobre revela o desejo de renovação da linguagem poética próprio de uma estética finissecular, integrando temas e registos de língua cujo acesso à expressão poética estivera outrora vedado. Em termos temáticos, destaca-se o pessimismo profundo da sua visão do mundo; em termos formais, a presença da linguagem popular e a utilização expressiva das marcas da coloquialidade.
Nº Páginas: 192
Sinopse:
Leitura recomendada para o 11.º ano de escolaridade. Publicado em Paris, em abril de 1892, na casa Léon Vanier, Só surpreenderá os leitores e críticos nacionais com o carácter inesperado dos temas e com a novidade das opções formais e estilísticas. Integrado na geração de poetas da década de 90, Nobre revela o desejo de renovação da linguagem poética próprio de uma estética finissecular, integrando temas e registos de língua cujo acesso à expressão poética estivera outrora vedado. Em termos temáticos, destaca-se o pessimismo profundo da sua visão do mundo; em termos formais, a presença da linguagem popular e a utilização expressiva das marcas da coloquialidade.
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Edição: Nov 2009
Nº Páginas: 184
Sinopse:
Só (Paris, 1892), a principal obra de António Nobre, é marcada pela lamentação e nostalgia, suavizadas pela presença de uma fina auto-ironia e pela ruptura com a estrutura formal do género poético em que se insere. Essa ruptura traduz-se na utilização do discurso coloquial e na diversificação das estrofes e ritmos dos poemas.
Nº Páginas: 184
Sinopse:
Só (Paris, 1892), a principal obra de António Nobre, é marcada pela lamentação e nostalgia, suavizadas pela presença de uma fina auto-ironia e pela ruptura com a estrutura formal do género poético em que se insere. Essa ruptura traduz-se na utilização do discurso coloquial e na diversificação das estrofes e ritmos dos poemas.
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Edição: Mar 2011
Nº Páginas: 272
Sinopse:
Quando escreves com uma das mãos prendes o papel, que a outra vai lavrando, semeando a palavra e a turbação no impulso que excede a força que as unifica e as separa, sob a luz a prometer que teu ardor ausculta um chão ávido e volátil. Tua destra segue o coração, prolonga-o; a outra, mais perto dele um infindo nada, nunca se distancia nem alheia da matéria da fala que, em tenso adágio ou numa tempestade, de teu sangue transbordam, incorporam desejo e posse, ruína e despedida.
Nº Páginas: 272
Sinopse:
Quando escreves com uma das mãos prendes o papel, que a outra vai lavrando, semeando a palavra e a turbação no impulso que excede a força que as unifica e as separa, sob a luz a prometer que teu ardor ausculta um chão ávido e volátil. Tua destra segue o coração, prolonga-o; a outra, mais perto dele um infindo nada, nunca se distancia nem alheia da matéria da fala que, em tenso adágio ou numa tempestade, de teu sangue transbordam, incorporam desejo e posse, ruína e despedida.
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Edição: Nov 2017
Nº Páginas: 82
Sinopse:
"Silêncio" é feito de histórias e aventuras em terras desconhecidas, uma narrativa visual e musical, um livro/cd com música dentro das páginas habitadas por imagens. Livro com textos de Pedro Oliveira (co-fundador e vocalista dos Sétima Legião) e António Mega Ferreira, e fotografias de João Francisco Vilhena (autor de LANZAROTE - a JANELA de SARAMAGO). Inclui CD com músicas originais de Pedro Oliveira
Nº Páginas: 82
Sinopse:
"Silêncio" é feito de histórias e aventuras em terras desconhecidas, uma narrativa visual e musical, um livro/cd com música dentro das páginas habitadas por imagens. Livro com textos de Pedro Oliveira (co-fundador e vocalista dos Sétima Legião) e António Mega Ferreira, e fotografias de João Francisco Vilhena (autor de LANZAROTE - a JANELA de SARAMAGO). Inclui CD com músicas originais de Pedro Oliveira
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Edição: Nov 2018
Nº Páginas: 56
Sinopse:
Depois da publicação de O Quotidiano a Secar em Verso, livro que o poeta e crítico José Mário Silva saudou como "um meteorito que cruzou o céu da poesia portuguesa", este novo livro de Eugénia de Vasconcellos é uma delicada interrogação do ofício poético e da linguagem amorosa, da sua decepção e cinzas. No posfácio, o poeta e escritor brasileiro Marco Lucchesi chama a Sete Degraus sempre a Descer, "alta poesia", uma "poesia sísmica, de larga magnitude", aproximando-a da "noite dos sentidos", de Al Berto, e João da Cruz, de Teresa de Ávila e de Adélia Prado. Sete Degraus sempre a Descer oferece à poesia portuguesa vivências amorosas com que a nossa língua teme conviver ou que se envergonha de tocar: a humildade dos objectos e das coisas, uma faca, laranjas, lençóis e cama, a ardente relação com as pulsões e sentimentos, o beijo, o desejo, a carne e o espírito.
Nº Páginas: 56
Sinopse:
Depois da publicação de O Quotidiano a Secar em Verso, livro que o poeta e crítico José Mário Silva saudou como "um meteorito que cruzou o céu da poesia portuguesa", este novo livro de Eugénia de Vasconcellos é uma delicada interrogação do ofício poético e da linguagem amorosa, da sua decepção e cinzas. No posfácio, o poeta e escritor brasileiro Marco Lucchesi chama a Sete Degraus sempre a Descer, "alta poesia", uma "poesia sísmica, de larga magnitude", aproximando-a da "noite dos sentidos", de Al Berto, e João da Cruz, de Teresa de Ávila e de Adélia Prado. Sete Degraus sempre a Descer oferece à poesia portuguesa vivências amorosas com que a nossa língua teme conviver ou que se envergonha de tocar: a humildade dos objectos e das coisas, uma faca, laranjas, lençóis e cama, a ardente relação com as pulsões e sentimentos, o beijo, o desejo, a carne e o espírito.
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Edição: Dez 2010
Nº Páginas: 144
Sinopse:
A personalidade de Santa Teresa de Jesus tinha duas faces, que se uniam para formar o seu rosto único: uma nascida da oração e da contemplação (a que correspondem os poemas de arrebatado misticismo), e a que se foi moldando nos tormentosos caminhos dos homens, onde se lançou por amor dos outros, sem o qual aquela oração e aquela contemplação nada seriam (que deu os poemas humildes escritos para servir os seus conventos). Se lembrarmos isto, ficaremos certos que ler os seus poemas não é vão, pois tudo o que é obra de um espírito como o da extraordinária carmelita participa da sua grandeza.
Nº Páginas: 144
Sinopse:
A personalidade de Santa Teresa de Jesus tinha duas faces, que se uniam para formar o seu rosto único: uma nascida da oração e da contemplação (a que correspondem os poemas de arrebatado misticismo), e a que se foi moldando nos tormentosos caminhos dos homens, onde se lançou por amor dos outros, sem o qual aquela oração e aquela contemplação nada seriam (que deu os poemas humildes escritos para servir os seus conventos). Se lembrarmos isto, ficaremos certos que ler os seus poemas não é vão, pois tudo o que é obra de um espírito como o da extraordinária carmelita participa da sua grandeza.
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Edição: Set 2019
Nº Páginas: 184
Sinopse:
chegava-se ao clarão / do dia revelado / percorrendo as nervuras /do abismo, tudo começava ainda / a meias com a escuridão / tacteando entre o céu e o mundo / contornando as esquinas da sombra/ não havia uma ordem/ para as epifanias,/ os talhões de luz, o suor,/ a exasperação dos gados,/ o repouso das mãos,/ se vinham por uma ordem,/ era arbitrário o modo como/ se retiravam, ou vice-versa.
Nº Páginas: 184
Sinopse:
chegava-se ao clarão / do dia revelado / percorrendo as nervuras /do abismo, tudo começava ainda / a meias com a escuridão / tacteando entre o céu e o mundo / contornando as esquinas da sombra/ não havia uma ordem/ para as epifanias,/ os talhões de luz, o suor,/ a exasperação dos gados,/ o repouso das mãos,/ se vinham por uma ordem,/ era arbitrário o modo como/ se retiravam, ou vice-versa.
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Edição: Fev 2025
Nº Páginas: 240
Sinopse:
Entre os jogos de palavras que lhe renderam fãs nas redes sociais e as reflexões francas sobre o amor-próprio e a autodescoberta, a poesia de Liana Ferraz circula, crescendo, caudalosa. E inspira uma nascente no coração de quem lê: um córrego em cujas margens recordamos as mulheres que nos trouxeram ao mundo, as mulheres que nos sucederão, as mulheres que somos. Seja com uma chávena de chá, de café ou com uma taça de vinho, a sede dos poemas deste livro é uma só — compreender-se para melhor se amar, beber sem medo a própria essência.
Nº Páginas: 240
Sinopse:
Entre os jogos de palavras que lhe renderam fãs nas redes sociais e as reflexões francas sobre o amor-próprio e a autodescoberta, a poesia de Liana Ferraz circula, crescendo, caudalosa. E inspira uma nascente no coração de quem lê: um córrego em cujas margens recordamos as mulheres que nos trouxeram ao mundo, as mulheres que nos sucederão, as mulheres que somos. Seja com uma chávena de chá, de café ou com uma taça de vinho, a sede dos poemas deste livro é uma só — compreender-se para melhor se amar, beber sem medo a própria essência.
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