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Edição: Ago 2021
Nº Páginas: 208
Sinopse:
Haverá pior escritor do que Charles Bukowski para escrever sobre o amor? E, em simultâneo, haverá melhor escritor para o fazer? Nestas páginas vemos o poeta debater-se com as complicações e complexidades do amor, o sentimento que a todos toca. Alternando entre a amargura e a ternura, o romantismo e o desbragamento, Bukowski expõe as várias faces do amor, em todo o seu espectro de sentimentos e manifestações: a entrega e o egoísmo, a abnegação e o narcisismo, a miséria e a redenção, acima de tudo o seu mistério. Compilados por Abel Debritto, biógrafo do autor, estes poemas revelam um Bukowski brilhante, mordaz, brincalhão, metafísico, até sentimental. O amor é o prisma pelo qual o grande poeta americano observa o mundo e o partilha connosco: uma observação por vezes doce, por vezes ácida, sobre esse sentimento tão inescapável quanto fugidio, tão belo quanto cruel.
Nº Páginas: 208
Sinopse:
Haverá pior escritor do que Charles Bukowski para escrever sobre o amor? E, em simultâneo, haverá melhor escritor para o fazer? Nestas páginas vemos o poeta debater-se com as complicações e complexidades do amor, o sentimento que a todos toca. Alternando entre a amargura e a ternura, o romantismo e o desbragamento, Bukowski expõe as várias faces do amor, em todo o seu espectro de sentimentos e manifestações: a entrega e o egoísmo, a abnegação e o narcisismo, a miséria e a redenção, acima de tudo o seu mistério. Compilados por Abel Debritto, biógrafo do autor, estes poemas revelam um Bukowski brilhante, mordaz, brincalhão, metafísico, até sentimental. O amor é o prisma pelo qual o grande poeta americano observa o mundo e o partilha connosco: uma observação por vezes doce, por vezes ácida, sobre esse sentimento tão inescapável quanto fugidio, tão belo quanto cruel.
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Edição: Abr 2016
Nº Páginas: 192
Sinopse:
Subitamente, e contrariando todas as afrontas da velhice e da "finitude", quase tudo parece tornar-se, de novo, possível: cartas de amor, monólogos, dramas ciumentos, cantos do cisne, sátiras sociais e instantes de felicidade sucedem-se no papel. Subitamente, a prosa breve e ritmada encontra um eco polifónico numa épica sucessão de poemas exuberantes ou concisos e surpreendentes. Subitamente, assistimos a um alegre desdobrar de sentidos e narrativas que o desenhador completa ou complementa.Só um artista amadurecido, que repetidamente escapou à morte, pode abordar estes temas de forma tão triste e astuta, tão sábia e sensata, sem nunca abdicar da sua combativa vitalidade.Grass oferece-nos aqui um comovente conjunto de pequenas narrativas cristalizadas em miniaturas artísticas que se manifestam no presente. Em Sobre a Finitude o Prémio Nobel da Literatura cria, através de uma fascinante e recíproca dinâmica entre poesia, prosa e ilustração, a sua derradeira obra de arte.
Nº Páginas: 192
Sinopse:
Subitamente, e contrariando todas as afrontas da velhice e da "finitude", quase tudo parece tornar-se, de novo, possível: cartas de amor, monólogos, dramas ciumentos, cantos do cisne, sátiras sociais e instantes de felicidade sucedem-se no papel. Subitamente, a prosa breve e ritmada encontra um eco polifónico numa épica sucessão de poemas exuberantes ou concisos e surpreendentes. Subitamente, assistimos a um alegre desdobrar de sentidos e narrativas que o desenhador completa ou complementa.Só um artista amadurecido, que repetidamente escapou à morte, pode abordar estes temas de forma tão triste e astuta, tão sábia e sensata, sem nunca abdicar da sua combativa vitalidade.Grass oferece-nos aqui um comovente conjunto de pequenas narrativas cristalizadas em miniaturas artísticas que se manifestam no presente. Em Sobre a Finitude o Prémio Nobel da Literatura cria, através de uma fascinante e recíproca dinâmica entre poesia, prosa e ilustração, a sua derradeira obra de arte.
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Edição: Jan 2011
Nº Páginas: 192
Sinopse:
Leitura recomendada para o 11.º ano de escolaridade. Publicado em Paris, em abril de 1892, na casa Léon Vanier, Só surpreenderá os leitores e críticos nacionais com o carácter inesperado dos temas e com a novidade das opções formais e estilísticas. Integrado na geração de poetas da década de 90, Nobre revela o desejo de renovação da linguagem poética próprio de uma estética finissecular, integrando temas e registos de língua cujo acesso à expressão poética estivera outrora vedado. Em termos temáticos, destaca-se o pessimismo profundo da sua visão do mundo; em termos formais, a presença da linguagem popular e a utilização expressiva das marcas da coloquialidade.
Nº Páginas: 192
Sinopse:
Leitura recomendada para o 11.º ano de escolaridade. Publicado em Paris, em abril de 1892, na casa Léon Vanier, Só surpreenderá os leitores e críticos nacionais com o carácter inesperado dos temas e com a novidade das opções formais e estilísticas. Integrado na geração de poetas da década de 90, Nobre revela o desejo de renovação da linguagem poética próprio de uma estética finissecular, integrando temas e registos de língua cujo acesso à expressão poética estivera outrora vedado. Em termos temáticos, destaca-se o pessimismo profundo da sua visão do mundo; em termos formais, a presença da linguagem popular e a utilização expressiva das marcas da coloquialidade.
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Edição: Nov 2009
Nº Páginas: 184
Sinopse:
Só (Paris, 1892), a principal obra de António Nobre, é marcada pela lamentação e nostalgia, suavizadas pela presença de uma fina auto-ironia e pela ruptura com a estrutura formal do género poético em que se insere. Essa ruptura traduz-se na utilização do discurso coloquial e na diversificação das estrofes e ritmos dos poemas.
Nº Páginas: 184
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Só (Paris, 1892), a principal obra de António Nobre, é marcada pela lamentação e nostalgia, suavizadas pela presença de uma fina auto-ironia e pela ruptura com a estrutura formal do género poético em que se insere. Essa ruptura traduz-se na utilização do discurso coloquial e na diversificação das estrofes e ritmos dos poemas.
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Edição: Mar 2011
Nº Páginas: 272
Sinopse:
Quando escreves com uma das mãos prendes o papel, que a outra vai lavrando, semeando a palavra e a turbação no impulso que excede a força que as unifica e as separa, sob a luz a prometer que teu ardor ausculta um chão ávido e volátil. Tua destra segue o coração, prolonga-o; a outra, mais perto dele um infindo nada, nunca se distancia nem alheia da matéria da fala que, em tenso adágio ou numa tempestade, de teu sangue transbordam, incorporam desejo e posse, ruína e despedida.
Nº Páginas: 272
Sinopse:
Quando escreves com uma das mãos prendes o papel, que a outra vai lavrando, semeando a palavra e a turbação no impulso que excede a força que as unifica e as separa, sob a luz a prometer que teu ardor ausculta um chão ávido e volátil. Tua destra segue o coração, prolonga-o; a outra, mais perto dele um infindo nada, nunca se distancia nem alheia da matéria da fala que, em tenso adágio ou numa tempestade, de teu sangue transbordam, incorporam desejo e posse, ruína e despedida.
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Edição: Nov 2017
Nº Páginas: 82
Sinopse:
"Silêncio" é feito de histórias e aventuras em terras desconhecidas, uma narrativa visual e musical, um livro/cd com música dentro das páginas habitadas por imagens. Livro com textos de Pedro Oliveira (co-fundador e vocalista dos Sétima Legião) e António Mega Ferreira, e fotografias de João Francisco Vilhena (autor de LANZAROTE - a JANELA de SARAMAGO). Inclui CD com músicas originais de Pedro Oliveira
Nº Páginas: 82
Sinopse:
"Silêncio" é feito de histórias e aventuras em terras desconhecidas, uma narrativa visual e musical, um livro/cd com música dentro das páginas habitadas por imagens. Livro com textos de Pedro Oliveira (co-fundador e vocalista dos Sétima Legião) e António Mega Ferreira, e fotografias de João Francisco Vilhena (autor de LANZAROTE - a JANELA de SARAMAGO). Inclui CD com músicas originais de Pedro Oliveira
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Edição: Nov 2018
Nº Páginas: 56
Sinopse:
Depois da publicação de O Quotidiano a Secar em Verso, livro que o poeta e crítico José Mário Silva saudou como "um meteorito que cruzou o céu da poesia portuguesa", este novo livro de Eugénia de Vasconcellos é uma delicada interrogação do ofício poético e da linguagem amorosa, da sua decepção e cinzas. No posfácio, o poeta e escritor brasileiro Marco Lucchesi chama a Sete Degraus sempre a Descer, "alta poesia", uma "poesia sísmica, de larga magnitude", aproximando-a da "noite dos sentidos", de Al Berto, e João da Cruz, de Teresa de Ávila e de Adélia Prado. Sete Degraus sempre a Descer oferece à poesia portuguesa vivências amorosas com que a nossa língua teme conviver ou que se envergonha de tocar: a humildade dos objectos e das coisas, uma faca, laranjas, lençóis e cama, a ardente relação com as pulsões e sentimentos, o beijo, o desejo, a carne e o espírito.
Nº Páginas: 56
Sinopse:
Depois da publicação de O Quotidiano a Secar em Verso, livro que o poeta e crítico José Mário Silva saudou como "um meteorito que cruzou o céu da poesia portuguesa", este novo livro de Eugénia de Vasconcellos é uma delicada interrogação do ofício poético e da linguagem amorosa, da sua decepção e cinzas. No posfácio, o poeta e escritor brasileiro Marco Lucchesi chama a Sete Degraus sempre a Descer, "alta poesia", uma "poesia sísmica, de larga magnitude", aproximando-a da "noite dos sentidos", de Al Berto, e João da Cruz, de Teresa de Ávila e de Adélia Prado. Sete Degraus sempre a Descer oferece à poesia portuguesa vivências amorosas com que a nossa língua teme conviver ou que se envergonha de tocar: a humildade dos objectos e das coisas, uma faca, laranjas, lençóis e cama, a ardente relação com as pulsões e sentimentos, o beijo, o desejo, a carne e o espírito.
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Edição: Dez 2010
Nº Páginas: 144
Sinopse:
A personalidade de Santa Teresa de Jesus tinha duas faces, que se uniam para formar o seu rosto único: uma nascida da oração e da contemplação (a que correspondem os poemas de arrebatado misticismo), e a que se foi moldando nos tormentosos caminhos dos homens, onde se lançou por amor dos outros, sem o qual aquela oração e aquela contemplação nada seriam (que deu os poemas humildes escritos para servir os seus conventos). Se lembrarmos isto, ficaremos certos que ler os seus poemas não é vão, pois tudo o que é obra de um espírito como o da extraordinária carmelita participa da sua grandeza.
Nº Páginas: 144
Sinopse:
A personalidade de Santa Teresa de Jesus tinha duas faces, que se uniam para formar o seu rosto único: uma nascida da oração e da contemplação (a que correspondem os poemas de arrebatado misticismo), e a que se foi moldando nos tormentosos caminhos dos homens, onde se lançou por amor dos outros, sem o qual aquela oração e aquela contemplação nada seriam (que deu os poemas humildes escritos para servir os seus conventos). Se lembrarmos isto, ficaremos certos que ler os seus poemas não é vão, pois tudo o que é obra de um espírito como o da extraordinária carmelita participa da sua grandeza.
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Edição: Set 2019
Nº Páginas: 184
Sinopse:
chegava-se ao clarão / do dia revelado / percorrendo as nervuras /do abismo, tudo começava ainda / a meias com a escuridão / tacteando entre o céu e o mundo / contornando as esquinas da sombra/ não havia uma ordem/ para as epifanias,/ os talhões de luz, o suor,/ a exasperação dos gados,/ o repouso das mãos,/ se vinham por uma ordem,/ era arbitrário o modo como/ se retiravam, ou vice-versa.
Nº Páginas: 184
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chegava-se ao clarão / do dia revelado / percorrendo as nervuras /do abismo, tudo começava ainda / a meias com a escuridão / tacteando entre o céu e o mundo / contornando as esquinas da sombra/ não havia uma ordem/ para as epifanias,/ os talhões de luz, o suor,/ a exasperação dos gados,/ o repouso das mãos,/ se vinham por uma ordem,/ era arbitrário o modo como/ se retiravam, ou vice-versa.
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Edição: Fev 2025
Nº Páginas: 240
Sinopse:
Entre os jogos de palavras que lhe renderam fãs nas redes sociais e as reflexões francas sobre o amor-próprio e a autodescoberta, a poesia de Liana Ferraz circula, crescendo, caudalosa. E inspira uma nascente no coração de quem lê: um córrego em cujas margens recordamos as mulheres que nos trouxeram ao mundo, as mulheres que nos sucederão, as mulheres que somos. Seja com uma chávena de chá, de café ou com uma taça de vinho, a sede dos poemas deste livro é uma só — compreender-se para melhor se amar, beber sem medo a própria essência.
Nº Páginas: 240
Sinopse:
Entre os jogos de palavras que lhe renderam fãs nas redes sociais e as reflexões francas sobre o amor-próprio e a autodescoberta, a poesia de Liana Ferraz circula, crescendo, caudalosa. E inspira uma nascente no coração de quem lê: um córrego em cujas margens recordamos as mulheres que nos trouxeram ao mundo, as mulheres que nos sucederão, as mulheres que somos. Seja com uma chávena de chá, de café ou com uma taça de vinho, a sede dos poemas deste livro é uma só — compreender-se para melhor se amar, beber sem medo a própria essência.
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Edição: Fev 2019
Nº Páginas: 72
Sinopse:
Um livro magnético, denso e inquietante, Se me Empurrares eu Vou é o livro de estreia de Maria Quintans no catálogo da Assírio & Alvim. o homem dorme. o homem sabe escrever um livro na pressa da morte. uma estrada invisível de um lugar de nada. o homem fecha a janela. o livro. um segundo de silêncio em quatro patas gigantes. o amor e a morte na exaltação de um pulmão completamente cheio de oxigénio. o homem não gosta de casas pequenas.
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Sinopse:
Um livro magnético, denso e inquietante, Se me Empurrares eu Vou é o livro de estreia de Maria Quintans no catálogo da Assírio & Alvim. o homem dorme. o homem sabe escrever um livro na pressa da morte. uma estrada invisível de um lugar de nada. o homem fecha a janela. o livro. um segundo de silêncio em quatro patas gigantes. o amor e a morte na exaltação de um pulmão completamente cheio de oxigénio. o homem não gosta de casas pequenas.
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Edição: Mai 2010
Nº Páginas: 62
Sinopse:
Este é o primeiro livro de POESIA de Frederico Lourenço. Uma belíssima apresentação do autor ao público pela "mão" da Caminho.
Nº Páginas: 62
Sinopse:
Este é o primeiro livro de POESIA de Frederico Lourenço. Uma belíssima apresentação do autor ao público pela "mão" da Caminho.
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Edição: Mar 2015
Nº Páginas: 224
Sinopse:
"[…] O desvelamento da natureza e do valor de todos estes encontros, a que poderiam ainda juntar-se os encontros plásticos e sobretudo os musicais, reveste-se de particular importância ao longo dos textos que compõem "Rosto Precário", porque é justamente nesta composição e recomposição de vozes vindas das tradições literária e filosófica […] que se vai desenhando e descobrindo esse rosto próprio que, na origem, se quer precário na medida em que o pseudónimo do autor desempenha uma função de "ocultação" que visa suscitar um contraponto com o "desnudamento" que a poesia pressupõe. Isto porque, para Eugénio, antibiografista e fingidor, o poeta "nega onde outros afirmam, desoculta o que outros escondem", e é nesta medida que a escrita representa "uma forma de encontro com o próprio rosto". "Ecce Poeta", parece dizer cada texto. Eis o Poeta: fiel ao Homem, à Terra, à Palavra e ao seu Rosto. Nada efémero, nada precário." Joana Matos Frias, no Prefácio a esta edição
Nº Páginas: 224
Sinopse:
"[…] O desvelamento da natureza e do valor de todos estes encontros, a que poderiam ainda juntar-se os encontros plásticos e sobretudo os musicais, reveste-se de particular importância ao longo dos textos que compõem "Rosto Precário", porque é justamente nesta composição e recomposição de vozes vindas das tradições literária e filosófica […] que se vai desenhando e descobrindo esse rosto próprio que, na origem, se quer precário na medida em que o pseudónimo do autor desempenha uma função de "ocultação" que visa suscitar um contraponto com o "desnudamento" que a poesia pressupõe. Isto porque, para Eugénio, antibiografista e fingidor, o poeta "nega onde outros afirmam, desoculta o que outros escondem", e é nesta medida que a escrita representa "uma forma de encontro com o próprio rosto". "Ecce Poeta", parece dizer cada texto. Eis o Poeta: fiel ao Homem, à Terra, à Palavra e ao seu Rosto. Nada efémero, nada precário." Joana Matos Frias, no Prefácio a esta edição
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Edição: Mai 2019
Nº Páginas: 160
Sinopse:
Além dos clássicos italianos primaciais (Dante, Petrarca) e dos dramaturgos franceses do século xvii (Racine, Corneille e Molière), Vasco Graça Moura também se dedicou à tradução de poetas europeus do século xx, como Rainer Maria Rilke ou Federico García Lorca. A presente tradução, que agora se publica em versão bilingue, apresenta duas vertentes da obra poética de Lorca, que se materializam em dois livros: Romanceiro Cigano, de sabor mais popular, em que se cantam o amor, a morte, o dia, a noite e a paisagem, e em que o efeito quase surrealista tem que ver com o recurso a várias tradições líricas; e Pranto por Ignacio Sánchez Mejías, poema fúnebre em memória de um toureiro célebre, com uma composição mais elaborada (em que surge, por exemplo, o decassílabo) e que Vasco Graça Moura elege como um dos grandes poemas trágicos do século xx: "Põe em presença o homem, as suas capacidades de razão, de sensibilidade e de coragem, a enfrentar a fúria bruta da irracionalidade numa coreografia da morte e do destino em quatro andamentos de extraordinária musicalidade."
Nº Páginas: 160
Sinopse:
Além dos clássicos italianos primaciais (Dante, Petrarca) e dos dramaturgos franceses do século xvii (Racine, Corneille e Molière), Vasco Graça Moura também se dedicou à tradução de poetas europeus do século xx, como Rainer Maria Rilke ou Federico García Lorca. A presente tradução, que agora se publica em versão bilingue, apresenta duas vertentes da obra poética de Lorca, que se materializam em dois livros: Romanceiro Cigano, de sabor mais popular, em que se cantam o amor, a morte, o dia, a noite e a paisagem, e em que o efeito quase surrealista tem que ver com o recurso a várias tradições líricas; e Pranto por Ignacio Sánchez Mejías, poema fúnebre em memória de um toureiro célebre, com uma composição mais elaborada (em que surge, por exemplo, o decassílabo) e que Vasco Graça Moura elege como um dos grandes poemas trágicos do século xx: "Põe em presença o homem, as suas capacidades de razão, de sensibilidade e de coragem, a enfrentar a fúria bruta da irracionalidade numa coreografia da morte e do destino em quatro andamentos de extraordinária musicalidade."
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Edição: Mai 2019
Nº Páginas: 120
Sinopse:
Entre o concreto e o imaginado, entre os contos de fadas e as histórias de terror, Retratos com erro desenha muitos mundos que, como espelhos distorcidos, se multiplicam e se deformam. Eucanaã Ferraz descreve com lirismo o amor zeloso e o desejo tórrido, a beleza e a perfeição, mas também o horror, o medo e a loucura. O retrato, aparentemente, nunca está completo. Entre o dito e o não dito, Retratos com Erro traz à baila príncipes, rainhas, ladrões, poetas, assassinos, bêbados e mágicos, numa avalanche de confissões íntimas entrecortadas pelas mais factuais notícias de jornal. Neste turbilhão de personagens reais e inventadas, descrições ora directas ora mirabolantes, um verso sintetiza este livro com limpidez: "só o silêncio que reluz é ouro".
Nº Páginas: 120
Sinopse:
Entre o concreto e o imaginado, entre os contos de fadas e as histórias de terror, Retratos com erro desenha muitos mundos que, como espelhos distorcidos, se multiplicam e se deformam. Eucanaã Ferraz descreve com lirismo o amor zeloso e o desejo tórrido, a beleza e a perfeição, mas também o horror, o medo e a loucura. O retrato, aparentemente, nunca está completo. Entre o dito e o não dito, Retratos com Erro traz à baila príncipes, rainhas, ladrões, poetas, assassinos, bêbados e mágicos, numa avalanche de confissões íntimas entrecortadas pelas mais factuais notícias de jornal. Neste turbilhão de personagens reais e inventadas, descrições ora directas ora mirabolantes, um verso sintetiza este livro com limpidez: "só o silêncio que reluz é ouro".
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Edição: Fev 2018
Nº Páginas: 80
Sinopse:
""Rente ao Dizer", que veio à luz em 1992, marca os cinquenta anos de actividade literária do seu autor que escolhe um título marcante para toda a sua obra que, sem cessar, sempre foi, nas palavras do próprio poeta um "fazer rente ao dizer". Já em "Limiar dos Pássaros" encontra-se uma secção, a última, intitulada "Rente à fala". Eugénio, como de costume, mantém dentro do seu cancioneiro laços de mútuas iluminações, versos de poemas que passam a títulos de livros posteriores, autocitações que mostram uma respiração contínua dentro da obra. Aqui a referência marca um aspecto importante, o da contiguidade entre corpo e fala. A tensão do dizer tem uma carga erótica e sensual, de gesto urgente e bem medido." (Do prefácio de Federico Bertolazzi a esta edição)
Nº Páginas: 80
Sinopse:
""Rente ao Dizer", que veio à luz em 1992, marca os cinquenta anos de actividade literária do seu autor que escolhe um título marcante para toda a sua obra que, sem cessar, sempre foi, nas palavras do próprio poeta um "fazer rente ao dizer". Já em "Limiar dos Pássaros" encontra-se uma secção, a última, intitulada "Rente à fala". Eugénio, como de costume, mantém dentro do seu cancioneiro laços de mútuas iluminações, versos de poemas que passam a títulos de livros posteriores, autocitações que mostram uma respiração contínua dentro da obra. Aqui a referência marca um aspecto importante, o da contiguidade entre corpo e fala. A tensão do dizer tem uma carga erótica e sensual, de gesto urgente e bem medido." (Do prefácio de Federico Bertolazzi a esta edição)
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Edição: Ago 2020
Nº Páginas: 120
Sinopse:
O novo livro de José Luís Peixoto fala-nos das quatro paredes de uma casa - e de todas as suas recordações em tempo de pandemia. Evoca a solidão, o isolamento, as portas fechadas, mas também a solidariedade das recordações: a mãe, o pai, os aromas, a família, a aldeia, o amor. Há espaço para a recordação da infância como para a peregrinação pelo mundo inteiro, como um Ulisses em viagem perpétua, rodeado de objetos próximos e voltado para dentro, para o lugar onde se regressa sempre: a casa. "As estantes são ruas. Os livros são casas onde podemos entrar ou que podemos imaginar a partir de fora. Há livros que visitámos e há livros onde vivemos durante certas idades, conhecemos cada uma das suas divisões, trancámo-nos por dentro. Fomos jovens durante tantos capítulos mas, de repente, um dia, apercebemo-nos de que restavam cada vez menos páginas entre o polegar e o indicador."
Nº Páginas: 120
Sinopse:
O novo livro de José Luís Peixoto fala-nos das quatro paredes de uma casa - e de todas as suas recordações em tempo de pandemia. Evoca a solidão, o isolamento, as portas fechadas, mas também a solidariedade das recordações: a mãe, o pai, os aromas, a família, a aldeia, o amor. Há espaço para a recordação da infância como para a peregrinação pelo mundo inteiro, como um Ulisses em viagem perpétua, rodeado de objetos próximos e voltado para dentro, para o lugar onde se regressa sempre: a casa. "As estantes são ruas. Os livros são casas onde podemos entrar ou que podemos imaginar a partir de fora. Há livros que visitámos e há livros onde vivemos durante certas idades, conhecemos cada uma das suas divisões, trancámo-nos por dentro. Fomos jovens durante tantos capítulos mas, de repente, um dia, apercebemo-nos de que restavam cada vez menos páginas entre o polegar e o indicador."
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Edição: Fev 2020
Nº Páginas: 152
Sinopse:
Após a publicação de De Passagem em 2018, considerado por alguns críticos como o melhor livro de poesia publicado nesse ano, Rectificação da Linha Geral é o mais recente livro de José Alberto Oliveira, do qual aqui deixamos um poema: ARCHIE SHEPP Digam o que disserem os pirrónicos, os diletantes, os libertinos, mesmo os ateus, é límpido que a vida tem sentido: ouvir Archie Shepp, beber whisky, fumar cigarros, escrever propostas que não afirmo...
Nº Páginas: 152
Sinopse:
Após a publicação de De Passagem em 2018, considerado por alguns críticos como o melhor livro de poesia publicado nesse ano, Rectificação da Linha Geral é o mais recente livro de José Alberto Oliveira, do qual aqui deixamos um poema: ARCHIE SHEPP Digam o que disserem os pirrónicos, os diletantes, os libertinos, mesmo os ateus, é límpido que a vida tem sentido: ouvir Archie Shepp, beber whisky, fumar cigarros, escrever propostas que não afirmo...
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Edição: Nov 2014
Nº Páginas: 104
Sinopse:
Mia Couto habituou o leitor à sua escrita aglutinada, justaposta, criadora e inovadora, musical, intensa, profundamente meiga e crua, poética.Dialoga com o leitor com a maior das intimidades, numa quase perfeita sintonia. "Raiz de Orvalho e Outros Poemas" é uma recolha de poemas com datas diversas, com um conjunto de novos poemas (todos da década de 80) e seleção de outros que faziam parte da edição moçambicana, publicada em Maputo, em 1983, com o título "Raiz de Orvalho". Segundo o próprio autor, alguns não resistiram ao tempo, noutros ele próprio não se reconhece já. Mas todos estes versos fazem parte do seu percurso. E daqui ele partiu a desvendar outros terrenos. Terrenos que afortunadamente hoje podemos conhecer.
Nº Páginas: 104
Sinopse:
Mia Couto habituou o leitor à sua escrita aglutinada, justaposta, criadora e inovadora, musical, intensa, profundamente meiga e crua, poética.Dialoga com o leitor com a maior das intimidades, numa quase perfeita sintonia. "Raiz de Orvalho e Outros Poemas" é uma recolha de poemas com datas diversas, com um conjunto de novos poemas (todos da década de 80) e seleção de outros que faziam parte da edição moçambicana, publicada em Maputo, em 1983, com o título "Raiz de Orvalho". Segundo o próprio autor, alguns não resistiram ao tempo, noutros ele próprio não se reconhece já. Mas todos estes versos fazem parte do seu percurso. E daqui ele partiu a desvendar outros terrenos. Terrenos que afortunadamente hoje podemos conhecer.
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Edição: Abr 2008
Nº Páginas: 152
Sinopse:
Dividido em quatro partes - algumas asserções sobre o real, oscilações e penumbras, fulgurações, o rosto (o rasto) da escrita- ao longo das páginas deste livro confirma-se o lugar ímpar do autor no panorama da poesia portuguesa contemporânea.
Nº Páginas: 152
Sinopse:
Dividido em quatro partes - algumas asserções sobre o real, oscilações e penumbras, fulgurações, o rosto (o rasto) da escrita- ao longo das páginas deste livro confirma-se o lugar ímpar do autor no panorama da poesia portuguesa contemporânea.
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Edição: Nov 2020
Nº Páginas: 48
Sinopse:
Quando é um longo poema que não tem interrogação mas que nos interroga. Que nos faz lembrar Senhora das Tempestades mas, aqui, com dez cantos, com os quais Manuel Alegre pretende dar-nos um testemunho. Um emocionante testemunho de vida, de mundo, de poesia. Nele, o leitor é confrontado com a passagem do tempo: o tempo que passou, as vivências; o tempo presente que é um tempo fechado; e as várias pragas que tapam o horizonte, o tempo que há-de vir. Aqui está a vida de todos nós. Na leitura destas estrofes encontramos referências a Homero, Virgílio, Dante, Camões e Shakespeare mas também a Bob Dylan e a Mandela, à guerra colonial, a Staline, ao Maio de 68 e até à América onde se twita. Um texto de uma modernidade que impressiona e que nos leva a ver nele Os Lusíadas para o século XXI. Não estaremos a exagerar se afirmarmos que este será o grande poema da vida de Manuel Alegre.
Nº Páginas: 48
Sinopse:
Quando é um longo poema que não tem interrogação mas que nos interroga. Que nos faz lembrar Senhora das Tempestades mas, aqui, com dez cantos, com os quais Manuel Alegre pretende dar-nos um testemunho. Um emocionante testemunho de vida, de mundo, de poesia. Nele, o leitor é confrontado com a passagem do tempo: o tempo que passou, as vivências; o tempo presente que é um tempo fechado; e as várias pragas que tapam o horizonte, o tempo que há-de vir. Aqui está a vida de todos nós. Na leitura destas estrofes encontramos referências a Homero, Virgílio, Dante, Camões e Shakespeare mas também a Bob Dylan e a Mandela, à guerra colonial, a Staline, ao Maio de 68 e até à América onde se twita. Um texto de uma modernidade que impressiona e que nos leva a ver nele Os Lusíadas para o século XXI. Não estaremos a exagerar se afirmarmos que este será o grande poema da vida de Manuel Alegre.
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Edição: Mar 2018
Nº Páginas: 200
Sinopse:
publicação da mortalidade reúne a obra poética de Valter Hugo Mãe, que para esta edição eliminou poemas, trabalhou os que ficaram e acrescentou um importante número de inéditos. poemas são transumâncias de deuses pastam nos versos a infinita criação
Nº Páginas: 200
Sinopse:
publicação da mortalidade reúne a obra poética de Valter Hugo Mãe, que para esta edição eliminou poemas, trabalhou os que ficaram e acrescentou um importante número de inéditos. poemas são transumâncias de deuses pastam nos versos a infinita criação
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Edição: Abr 2025
Nº Páginas: 320
Sinopse:
Agora numa edição integralmente em inglês: O essencial da prosa de Fernando Pessoa e seus principais heterónimos, numa edição de Jerónimo Pizarro. Para ler esta antologia, é preciso aceitar primeiro aquela que pode ser uma estranha constatação para os admiradores do poeta: "A maior parte do espólio pessoano está em ‘prosa’", diz a introdução. Assim, depois do volume dedicado à poesia, esta Antologia Mínima vai além do Livro do Desassossego, rumo a "escritos sociopolíticos, filosóficos, esotéricos, epistolares, teóricos". Há alguns mais conhecidos, como a carta a João Gaspar Simões sobre a génese dos heterónimos, outros mais divertidos - aforismos, ficções breves, cartas a Ofélia… - mas também há surpresas, até para os mais conhecedores, como a "Crónica Decorativa". Bons pretextos para embarcar mais uma vez nesta nova forma de "desaprender Pessoa", citando o mestre Alberto Caeiro, e lê-lo como se o descobríssemos pela primeira vez. Tradução de John Pedro Schwartz e Robert N. Schwartz.
Nº Páginas: 320
Sinopse:
Agora numa edição integralmente em inglês: O essencial da prosa de Fernando Pessoa e seus principais heterónimos, numa edição de Jerónimo Pizarro. Para ler esta antologia, é preciso aceitar primeiro aquela que pode ser uma estranha constatação para os admiradores do poeta: "A maior parte do espólio pessoano está em ‘prosa’", diz a introdução. Assim, depois do volume dedicado à poesia, esta Antologia Mínima vai além do Livro do Desassossego, rumo a "escritos sociopolíticos, filosóficos, esotéricos, epistolares, teóricos". Há alguns mais conhecidos, como a carta a João Gaspar Simões sobre a génese dos heterónimos, outros mais divertidos - aforismos, ficções breves, cartas a Ofélia… - mas também há surpresas, até para os mais conhecedores, como a "Crónica Decorativa". Bons pretextos para embarcar mais uma vez nesta nova forma de "desaprender Pessoa", citando o mestre Alberto Caeiro, e lê-lo como se o descobríssemos pela primeira vez. Tradução de John Pedro Schwartz e Robert N. Schwartz.
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Edição: Jan 2007
Nº Páginas: 480
Sinopse:
"No trecho do Livro do Desassossego que começa "Prefiro a prosa ao verso como modo de arte" e que constitui, todo ele, uma magnífica apologia da prosa como forma artística superior, lemos: "Na prosa se engloba toda a arte — em parte porque na palavra se contém todo o mundo, em parte porque na palavra livre se contém toda a possibilidade de o dizer e pensar". O presente volume, que reúne a grande maioria dos textos em prosa publicados em vida de Pessoa, confirma a verdade dessa afirmação — pela enorme variedade temática dos textos, pela sua diversificação estilística, pela sua originalidade expressiva e pela ausência de ideias e opiniões rígidas, ou melhor: pela convivência de elementos díspares e até contraditórios. […] Mas Pessoa era fundamentalmente um poeta, mesmo quando disfarçado do ajudante de guarda-livros que se dizia "incapaz de escrever em verso". Era poeta, mesmo na prosa, por sonhar alto e nos fazer sentir tais alturas; por poder sentir pensando e pensar sentindo, vendo e exprimindo o que existe (ou não existe) como se fosse pela primeira vez; por querer — e conseguir — dizer mais do que as palavras dizem. […] A invulgar inteligência, o enorme poder analítico e a incansável curiosidade intelectual são ingredientes essenciais do génio de Fernando Pessoa, mas não haveria génio nenhum sem a sua alma "não-aristotélica", que soube saltar para além do que é racional e mensurável, dando origem a obras, ou melhor, a uma Obra, que extravasa com não sabemos o que seja (chamemos-lhe "beleza", chamemos-lhe "verdade"), precisamente nas suas lacunas, nas hesitações, no que tem de inevitavelmente fragmentário, naquilo que o raciocinador não conseguiu explicar, mas que o poeta sussurra, ainda hoje, ao ouvido atento." Do Prefácio de Richard Zenith, editor da obra.
Nº Páginas: 480
Sinopse:
"No trecho do Livro do Desassossego que começa "Prefiro a prosa ao verso como modo de arte" e que constitui, todo ele, uma magnífica apologia da prosa como forma artística superior, lemos: "Na prosa se engloba toda a arte — em parte porque na palavra se contém todo o mundo, em parte porque na palavra livre se contém toda a possibilidade de o dizer e pensar". O presente volume, que reúne a grande maioria dos textos em prosa publicados em vida de Pessoa, confirma a verdade dessa afirmação — pela enorme variedade temática dos textos, pela sua diversificação estilística, pela sua originalidade expressiva e pela ausência de ideias e opiniões rígidas, ou melhor: pela convivência de elementos díspares e até contraditórios. […] Mas Pessoa era fundamentalmente um poeta, mesmo quando disfarçado do ajudante de guarda-livros que se dizia "incapaz de escrever em verso". Era poeta, mesmo na prosa, por sonhar alto e nos fazer sentir tais alturas; por poder sentir pensando e pensar sentindo, vendo e exprimindo o que existe (ou não existe) como se fosse pela primeira vez; por querer — e conseguir — dizer mais do que as palavras dizem. […] A invulgar inteligência, o enorme poder analítico e a incansável curiosidade intelectual são ingredientes essenciais do génio de Fernando Pessoa, mas não haveria génio nenhum sem a sua alma "não-aristotélica", que soube saltar para além do que é racional e mensurável, dando origem a obras, ou melhor, a uma Obra, que extravasa com não sabemos o que seja (chamemos-lhe "beleza", chamemos-lhe "verdade"), precisamente nas suas lacunas, nas hesitações, no que tem de inevitavelmente fragmentário, naquilo que o raciocinador não conseguiu explicar, mas que o poeta sussurra, ainda hoje, ao ouvido atento." Do Prefácio de Richard Zenith, editor da obra.
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Edição: Out 2012
Nº Páginas: 112
Sinopse:
Este livro marca o início da coleção Obras de Eugénio de Andrade no catálogo da Assírio & Alvim. A obra do autor inicia-se em 1942 com "Adolescente", livro que acaba por renegar, tal como "Pureza", de 1945. Desses dois livros faz mais tarde uma breve seleção intitulada "Primeiros Poemas", que integra a presente edição. "As Mãos e os Frutos" é publicado em 1948 tendo merecido críticas elogiosas de Vitorino Nemésio, Jorge de Sena e Eduardo Lourenço, entre outros. Dois anos mais tarde, Eugénio publica "Os Amantes sem Dinheiro", um livro notável e central na sua obra poética. Nas palavras de Gastão Cruz, no seu prefácio, "A poesia de Eugénio de Andrade criou, para dele falar, uma linguagem que é, simultaneamente, simples e espessa, eufórica e trágica, direta e metafórica. A sábia dosagem destes elementos afastou-a completamente dos perigos de uma aproximação excessiva do real prosaico e vulgar que tem inquinado tanta pretensa poesia, dita do quotidiano e "da experiência", e avessa à metáfora."
Nº Páginas: 112
Sinopse:
Este livro marca o início da coleção Obras de Eugénio de Andrade no catálogo da Assírio & Alvim. A obra do autor inicia-se em 1942 com "Adolescente", livro que acaba por renegar, tal como "Pureza", de 1945. Desses dois livros faz mais tarde uma breve seleção intitulada "Primeiros Poemas", que integra a presente edição. "As Mãos e os Frutos" é publicado em 1948 tendo merecido críticas elogiosas de Vitorino Nemésio, Jorge de Sena e Eduardo Lourenço, entre outros. Dois anos mais tarde, Eugénio publica "Os Amantes sem Dinheiro", um livro notável e central na sua obra poética. Nas palavras de Gastão Cruz, no seu prefácio, "A poesia de Eugénio de Andrade criou, para dele falar, uma linguagem que é, simultaneamente, simples e espessa, eufórica e trágica, direta e metafórica. A sábia dosagem destes elementos afastou-a completamente dos perigos de uma aproximação excessiva do real prosaico e vulgar que tem inquinado tanta pretensa poesia, dita do quotidiano e "da experiência", e avessa à metáfora."
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Edição: Out 2017
Nº Páginas: 216
Sinopse:
Nas palavras de Perfecto E. Cuadrado, no posfácio que escreveu para esta edição, "¿A primeira edição de "Primavera autónoma das estradas" apareceu na Assírio & Alvim em 1980. Passados vinte e cinco anos, o autor fez a revisão do texto para uma nova edição que só agora regressa definitivamente ao abrigo da mesma editora com que Mário acabaria "consubstanciando-se", como Álvaro de Campos dizia da relação de Alberto Caeiro com o (novo) paganismo. Mudou alguma coisa? Mudou, sim, apesar das afirmações joco-sérias de Mário quando em duas ou três cartas me jurava que "nunca tinha mudado uma única palavra" no percurso das edições sucessivas da sua obra poética."
Nº Páginas: 216
Sinopse:
Nas palavras de Perfecto E. Cuadrado, no posfácio que escreveu para esta edição, "¿A primeira edição de "Primavera autónoma das estradas" apareceu na Assírio & Alvim em 1980. Passados vinte e cinco anos, o autor fez a revisão do texto para uma nova edição que só agora regressa definitivamente ao abrigo da mesma editora com que Mário acabaria "consubstanciando-se", como Álvaro de Campos dizia da relação de Alberto Caeiro com o (novo) paganismo. Mudou alguma coisa? Mudou, sim, apesar das afirmações joco-sérias de Mário quando em duas ou três cartas me jurava que "nunca tinha mudado uma única palavra" no percurso das edições sucessivas da sua obra poética."
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Edição: Fev 2015
Nº Páginas: 160
Sinopse:
"Praça da Canção", de Manuel Alegre, há muito ultrapassou as fronteiras da literatura para assumir uma dimensão simbólica ou mesmo mítica. Quando saiu, no início do ano de 1965, há 50 anos, que com esta edição se assinalam, foi também um incisivo retrato de uma "[…] pátria parada / à beira de um rio triste", foi uma bandeira desfraldada e um rastilho de resistência e luta contra a ditadura. Hoje, cerca de quatro décadas depois da profunda mudança da realidade (aparentemente?) na génese da maioria dos seus poemas, e que em parte explica a sua imediata extraordinária repercussão e influência, a Praça da Canção "continua": sucessivas gerações a leram, ouviram, se calhar cantaram, de certo modo viveram. E isto diz muito, se não tudo.[…]Os versos de PdaC andaram, desde sempre, de boca em boca, de mão em mão, de coração em coração, em simultâneo singular expressão individual de um poeta e vigorosa voz coletiva de um povo.(do Prefácio de José Carlos de Vasconcelos)
Nº Páginas: 160
Sinopse:
"Praça da Canção", de Manuel Alegre, há muito ultrapassou as fronteiras da literatura para assumir uma dimensão simbólica ou mesmo mítica. Quando saiu, no início do ano de 1965, há 50 anos, que com esta edição se assinalam, foi também um incisivo retrato de uma "[…] pátria parada / à beira de um rio triste", foi uma bandeira desfraldada e um rastilho de resistência e luta contra a ditadura. Hoje, cerca de quatro décadas depois da profunda mudança da realidade (aparentemente?) na génese da maioria dos seus poemas, e que em parte explica a sua imediata extraordinária repercussão e influência, a Praça da Canção "continua": sucessivas gerações a leram, ouviram, se calhar cantaram, de certo modo viveram. E isto diz muito, se não tudo.[…]Os versos de PdaC andaram, desde sempre, de boca em boca, de mão em mão, de coração em coração, em simultâneo singular expressão individual de um poeta e vigorosa voz coletiva de um povo.(do Prefácio de José Carlos de Vasconcelos)
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Edição: Nov 2016
Nº Páginas: 112
Sinopse:
A poesia lírica de João Melo deixa evidente o estado de alienação no qual se encontra o mundo, mesmo em transformação. Ao buscar a sistematização de sua obra, sob a luz da memória, encontro o coro em canto polifônico que atravessa o tempo. "Poiesis, polis", contracanto à História, garante que esta não será compreendida como um sistema fechado, com um fim previsto e definido pelo mito, pelo poder do mito, pelo poder em si, mas — pelo contrário — será aberta ao coro de muitas vozes, como o poeta se abre em seu compromisso com o mundo sempre em andamento, pulverizando os arquivos da Memória que se quer viva e plena de sentidos. In "Prefácio" de Mário César Lugarinho (Universidade de São Paulo, Brasil)
Nº Páginas: 112
Sinopse:
A poesia lírica de João Melo deixa evidente o estado de alienação no qual se encontra o mundo, mesmo em transformação. Ao buscar a sistematização de sua obra, sob a luz da memória, encontro o coro em canto polifônico que atravessa o tempo. "Poiesis, polis", contracanto à História, garante que esta não será compreendida como um sistema fechado, com um fim previsto e definido pelo mito, pelo poder do mito, pelo poder em si, mas — pelo contrário — será aberta ao coro de muitas vozes, como o poeta se abre em seu compromisso com o mundo sempre em andamento, pulverizando os arquivos da Memória que se quer viva e plena de sentidos. In "Prefácio" de Mário César Lugarinho (Universidade de São Paulo, Brasil)
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Edição: Fev 2020
Nº Páginas: 320
Sinopse:
A mais sintética antologia do mais vasto dos poetas numa selecção única de Jerónimo Pizarro. Depois do sucesso em língua portuguesa, esta antologia mínima da poesia pessoana (que inclui os heterónimos, claro, e não só com os mais conhecidos) passa a estar disponível também em inglês. Destina-se a quem quer descobrir Pessoa para lá do símbolo e dos contornos comerciais e turísticos, a quem o quer partilhar com outros, a quem quer voltar a viver alguns dos mais espantosos versos do século xx, aqui escolhidos a dedo por quem conhece a fundo a vastíssima obra do poeta, e até mesmo a quem vai agora, pela primeira vez, descobrir a "Ode Marítima" ou a "Tabacaria".
Nº Páginas: 320
Sinopse:
A mais sintética antologia do mais vasto dos poetas numa selecção única de Jerónimo Pizarro. Depois do sucesso em língua portuguesa, esta antologia mínima da poesia pessoana (que inclui os heterónimos, claro, e não só com os mais conhecidos) passa a estar disponível também em inglês. Destina-se a quem quer descobrir Pessoa para lá do símbolo e dos contornos comerciais e turísticos, a quem o quer partilhar com outros, a quem quer voltar a viver alguns dos mais espantosos versos do século xx, aqui escolhidos a dedo por quem conhece a fundo a vastíssima obra do poeta, e até mesmo a quem vai agora, pela primeira vez, descobrir a "Ode Marítima" ou a "Tabacaria".
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Edição: Jun 2017
Nº Páginas: 256
Sinopse:
O novo livro de Maria Teresa Horta, Poesis, é uma reflexão sobre a poesia em geral e da autora. É também um retrato poético sobre a vida da própria autora enquanto poetisa, com muitos poemas relativos ao seu percurso pessoal, abordando as dificuldades e as perseguições de que foi alvo enquanto mulher e autora de poesia erótica. Esta é a minha epopeia feita de poesia perdimentos e palavras sem deuses sem batalhas sem heróis nem lágrimas sem o bronze das armas Poema a poema a poema paixão após fulgor após beleza na sua dimensão mais ávida
Nº Páginas: 256
Sinopse:
O novo livro de Maria Teresa Horta, Poesis, é uma reflexão sobre a poesia em geral e da autora. É também um retrato poético sobre a vida da própria autora enquanto poetisa, com muitos poemas relativos ao seu percurso pessoal, abordando as dificuldades e as perseguições de que foi alvo enquanto mulher e autora de poesia erótica. Esta é a minha epopeia feita de poesia perdimentos e palavras sem deuses sem batalhas sem heróis nem lágrimas sem o bronze das armas Poema a poema a poema paixão após fulgor após beleza na sua dimensão mais ávida
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