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Edição: Abr 2008
Nº Páginas: 448
Sinopse:
D. FIlipe III de Portugal nasceu em Valhadolid em 8 de Abril de 1605. Ascendeu ao trono da monarquia Católica, à qual portugal se encontrava unido desde 1580, em 31 de março de 1621. Ao assumir a realeaza, o jovem Filipe IV de espanha, III de Portugal, recebeu uma pesada herança e um projecto político de relançamento de poderio da monarquia- sustentado pelo seu valido, o conde-duque de Olivares-, que acabará por esgotá-la ao longo de guerras intermináveis. As rebeliões da catalunha e de Portugal pioraram a situação. A notícia da vitória portuguesa em montes Claros terá apressado a morte do rei, em 17 de julho de 1665. Pessoa sensível, com gosto pelas artes e letras, não foi feliz quanto aos projectos políticos que o governo lhe foi apresentado. Respeitador das decisões dos conselhos e imbuído de uma fé religiosa que o levava a aceitar as vitórias e as derrotas como desígnios de deus, « foi praia de resignação constante perante o embate das ondas». Contudo, não é verdade que não tenha feito todos os esforços para recuperar a importante parte da Monarquia Católica que Portugal constítuia. Uma revolução preparada em segredo havia tomado o poder em Lisboa, no Primeiro de Dezembro de 1640, entregando-o a quem o havia prometido. Os sinais múltiplos que anunciavam o divórcio da união política, incentivado pelas provocações de uma das partes, não haviam sido captadas com sabedoria.
Nº Páginas: 448
Sinopse:
D. FIlipe III de Portugal nasceu em Valhadolid em 8 de Abril de 1605. Ascendeu ao trono da monarquia Católica, à qual portugal se encontrava unido desde 1580, em 31 de março de 1621. Ao assumir a realeaza, o jovem Filipe IV de espanha, III de Portugal, recebeu uma pesada herança e um projecto político de relançamento de poderio da monarquia- sustentado pelo seu valido, o conde-duque de Olivares-, que acabará por esgotá-la ao longo de guerras intermináveis. As rebeliões da catalunha e de Portugal pioraram a situação. A notícia da vitória portuguesa em montes Claros terá apressado a morte do rei, em 17 de julho de 1665. Pessoa sensível, com gosto pelas artes e letras, não foi feliz quanto aos projectos políticos que o governo lhe foi apresentado. Respeitador das decisões dos conselhos e imbuído de uma fé religiosa que o levava a aceitar as vitórias e as derrotas como desígnios de deus, « foi praia de resignação constante perante o embate das ondas». Contudo, não é verdade que não tenha feito todos os esforços para recuperar a importante parte da Monarquia Católica que Portugal constítuia. Uma revolução preparada em segredo havia tomado o poder em Lisboa, no Primeiro de Dezembro de 1640, entregando-o a quem o havia prometido. Os sinais múltiplos que anunciavam o divórcio da união política, incentivado pelas provocações de uma das partes, não haviam sido captadas com sabedoria.
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Edição: Nov 2008
Nº Páginas: 416
Sinopse:
O reinado durante o qual se venceram as mais importantes batalhas com a monarquia hispânica. Nascido em Lisboa, em 1643, e falecido em Sintra, em 1683, D. Afonso VI recebeu o cognome de "Vitorioso" por ter sido durante o seu reinado que se venceram as batalhas mais importantes da guerra que opôs o reino de Portugal à Monarquia Hispânica desde o movimento separatista de 1640. Contudo, na memória colectiva a sua reputação é bem menos elogiosa, sendo lembrado, sobretudo, pela sua alegada incapacidade em gerar filhos, pela sua menoridade intelectual e pelo desregramento comportamental. Entre memória e história, a sua vida decorreu num período conturbado do passado europeu, no qual não só externamente mas também internamente se configuravam variadas alternativas para os destinos da monarquia portuguesa. Primando pelo excesso de presença ou por uma avassaladora ausência, o rei D. Afonso não deixou de participar em nenhum destes cenários, a ele associando a figura emblemática do conde de Castelo Melhor, Luís de Vasconcelos e Sousa, da enigmática Maria Francisca Isabel de Sabóia, mas também do seu ambivalente irmão D. Pedro e do incontornável padre António Vieira. OU ainda, a maior distância, de Luís XIV e de Carlos II de Inglaterra.
Nº Páginas: 416
Sinopse:
O reinado durante o qual se venceram as mais importantes batalhas com a monarquia hispânica. Nascido em Lisboa, em 1643, e falecido em Sintra, em 1683, D. Afonso VI recebeu o cognome de "Vitorioso" por ter sido durante o seu reinado que se venceram as batalhas mais importantes da guerra que opôs o reino de Portugal à Monarquia Hispânica desde o movimento separatista de 1640. Contudo, na memória colectiva a sua reputação é bem menos elogiosa, sendo lembrado, sobretudo, pela sua alegada incapacidade em gerar filhos, pela sua menoridade intelectual e pelo desregramento comportamental. Entre memória e história, a sua vida decorreu num período conturbado do passado europeu, no qual não só externamente mas também internamente se configuravam variadas alternativas para os destinos da monarquia portuguesa. Primando pelo excesso de presença ou por uma avassaladora ausência, o rei D. Afonso não deixou de participar em nenhum destes cenários, a ele associando a figura emblemática do conde de Castelo Melhor, Luís de Vasconcelos e Sousa, da enigmática Maria Francisca Isabel de Sabóia, mas também do seu ambivalente irmão D. Pedro e do incontornável padre António Vieira. OU ainda, a maior distância, de Luís XIV e de Carlos II de Inglaterra.
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Edição: Nov 2020
Nº Páginas: 512
Sinopse:
D. Carlos I (1863-1908) foi um dos mais inteligentes e capazes reis do seu tempo, quando a Europa era ainda, com excepção da França e da Suíça, um conjunto de monarquias. D. Carlos correspondia bem, pelas suas ideias e interesses, ao tipo do fidalgo liberal, o equivalente português da aristocracia whig inglesa. Tinha 26 anos quando foi aclamado rei, a 19 de Outubro de 1889, e apenas 44 quando foi assassinado a 1 de Fevereiro de 1908. Como já acontecera a seu pai, teve de viver com um movimento político entre os seus súbditos que se propunha abertamente destruir a monarquia. Nos seus últimos dias, porém, julgou que estava no caminho certo para assegurar a continuidade da monarquia constitucional, através de uma renovação das lideranças partidárias e de uma reafirmação dos princípios do liberalismo, sinceramente por si partilhados. Independente, sensato e corajoso, conseguia suportar grandes pressões e tomar decisões arriscadas quando se impunham. Morreu por causa das suas qualidades, não por causa dos seus defeitos.
Nº Páginas: 512
Sinopse:
D. Carlos I (1863-1908) foi um dos mais inteligentes e capazes reis do seu tempo, quando a Europa era ainda, com excepção da França e da Suíça, um conjunto de monarquias. D. Carlos correspondia bem, pelas suas ideias e interesses, ao tipo do fidalgo liberal, o equivalente português da aristocracia whig inglesa. Tinha 26 anos quando foi aclamado rei, a 19 de Outubro de 1889, e apenas 44 quando foi assassinado a 1 de Fevereiro de 1908. Como já acontecera a seu pai, teve de viver com um movimento político entre os seus súbditos que se propunha abertamente destruir a monarquia. Nos seus últimos dias, porém, julgou que estava no caminho certo para assegurar a continuidade da monarquia constitucional, através de uma renovação das lideranças partidárias e de uma reafirmação dos princípios do liberalismo, sinceramente por si partilhados. Independente, sensato e corajoso, conseguia suportar grandes pressões e tomar decisões arriscadas quando se impunham. Morreu por causa das suas qualidades, não por causa dos seus defeitos.
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Edição: Out 2015
Nº Páginas: 216
Sinopse:
Um grande Homem de Estado (1212-1279) Uma análise minuciosa e inovadora sobre o quinto rei de Portugal, D. Afonso III, o Bolonhês, que em 1248 sucedeu ao seu irmão D. Sancho II e que Freitas do Amaral considera um dos principais monarcas da História de Portugal. Um estudo que acompanha o percurso de vida de D. Afonso III, desde a sua educação em França até ao seu reinado em Portugal, sublinhando e tentando interpretar a importância de um monarca que cunha de forma indelével a vida nacional. Freitas do Amaral destaca os pontos que considera mais marcantes no exercício do poder de D. Afonso III, sem esquecer que o Bolonhês foi o monarca que pela primeira vez convocou as Cortes - assembleia geral do reino - com representantes de toda a sociedade, que definiu Lisboa como capital do reino e que definiu o território continental sensivelmente com as mesmas fronteiras que tem hoje.
Nº Páginas: 216
Sinopse:
Um grande Homem de Estado (1212-1279) Uma análise minuciosa e inovadora sobre o quinto rei de Portugal, D. Afonso III, o Bolonhês, que em 1248 sucedeu ao seu irmão D. Sancho II e que Freitas do Amaral considera um dos principais monarcas da História de Portugal. Um estudo que acompanha o percurso de vida de D. Afonso III, desde a sua educação em França até ao seu reinado em Portugal, sublinhando e tentando interpretar a importância de um monarca que cunha de forma indelével a vida nacional. Freitas do Amaral destaca os pontos que considera mais marcantes no exercício do poder de D. Afonso III, sem esquecer que o Bolonhês foi o monarca que pela primeira vez convocou as Cortes - assembleia geral do reino - com representantes de toda a sociedade, que definiu Lisboa como capital do reino e que definiu o território continental sensivelmente com as mesmas fronteiras que tem hoje.
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Edição: Fev 2016
Nº Páginas: 320
Sinopse:
Afonso Henriques nasce com uma perna enferma, imprestável, e é entregue aos Moniz, que o levam da corte para as terras dos de Ribadouro. Cresce sagaz e escorreito, por intervenção divina ou por engenho. Quando conhece a mãe tem 16 anos, porte sem defeito e poderoso; os traços são duros, algo rurais, mas temperados pelos olhos de um azul intenso e profundo. D. Teresa impressiona-se e confirma-o herdeiro do trono do Condado. Mas é nessa noite que Afonso comprova que os irmãos estrangeiros Peres de Trava estão mais próximos dela do que ele. Querem o Condado, e sabem como a conduzir, onde preciso for - e nos lençóis que foram do pai dele. E ali dá o primeiro dos passos há muito desenhados. E outros se seguem. Primeiro contra os estrangeiros que nestas terras mandavam, depois perante a Galiza, Leão e Castela. Até tomar Lisboa, elevando-a a centro de uma identidade nacional que a Santa Sé reconhece, como Reino soberano de Portugal, e a D. Afonso Henriques como seu Rei.
Nº Páginas: 320
Sinopse:
Afonso Henriques nasce com uma perna enferma, imprestável, e é entregue aos Moniz, que o levam da corte para as terras dos de Ribadouro. Cresce sagaz e escorreito, por intervenção divina ou por engenho. Quando conhece a mãe tem 16 anos, porte sem defeito e poderoso; os traços são duros, algo rurais, mas temperados pelos olhos de um azul intenso e profundo. D. Teresa impressiona-se e confirma-o herdeiro do trono do Condado. Mas é nessa noite que Afonso comprova que os irmãos estrangeiros Peres de Trava estão mais próximos dela do que ele. Querem o Condado, e sabem como a conduzir, onde preciso for - e nos lençóis que foram do pai dele. E ali dá o primeiro dos passos há muito desenhados. E outros se seguem. Primeiro contra os estrangeiros que nestas terras mandavam, depois perante a Galiza, Leão e Castela. Até tomar Lisboa, elevando-a a centro de uma identidade nacional que a Santa Sé reconhece, como Reino soberano de Portugal, e a D. Afonso Henriques como seu Rei.
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Edição: Out 2012
Nº Páginas: 648
Sinopse:
Este livro aborda os episódios remotos e centrais do Antigo e Novo Testamento; a emergência dos Estados e a epopeia da modernização, as revoluções e a democracia; a evolução da Literatura, a Arte e a Música através das suas grandes obras; o desenvolvimento da Ciência e da Filosofia, o campo de batalha das ideologias, cosmogonias e teorias, mas também a educação que dão os livros, os colégios ou as universidades, os jornais e os foros de opinião. Um quadro cronológico, uma breve relação dos livros que mudaram o mundo e conselhos de leitura aumentam a utilidade desta obra imprescindível.
Nº Páginas: 648
Sinopse:
Este livro aborda os episódios remotos e centrais do Antigo e Novo Testamento; a emergência dos Estados e a epopeia da modernização, as revoluções e a democracia; a evolução da Literatura, a Arte e a Música através das suas grandes obras; o desenvolvimento da Ciência e da Filosofia, o campo de batalha das ideologias, cosmogonias e teorias, mas também a educação que dão os livros, os colégios ou as universidades, os jornais e os foros de opinião. Um quadro cronológico, uma breve relação dos livros que mudaram o mundo e conselhos de leitura aumentam a utilidade desta obra imprescindível.
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Edição: Mai 2017
Nº Páginas: 312
Sinopse:
"Crepúsculo do Colonialismo" é a continuação de "A Diplomacia de Salazar", publicado em outubro de 2012. O volume anterior cobriu o período entre a ascensão de Salazar à chefia do Governo e a adesão de Portugal à NATO. O atual narra os anos de 1949 a 1961, culminando com a invasão de Goa, em dezembro desse ano.
Nº Páginas: 312
Sinopse:
"Crepúsculo do Colonialismo" é a continuação de "A Diplomacia de Salazar", publicado em outubro de 2012. O volume anterior cobriu o período entre a ascensão de Salazar à chefia do Governo e a adesão de Portugal à NATO. O atual narra os anos de 1949 a 1961, culminando com a invasão de Goa, em dezembro desse ano.
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Edição: Out 2017
Nº Páginas: 472
Sinopse:
Os alemães estavam convencidos de que ataque aéreo a Creta em 1941 lhes garantiria uma vitória fácil e sem surpresas. Não faziam ideia de que os britânicos tinham intercetado as suas comunicações e preparado uma armadilha. Mas as coisas também não correram como planeado para as forças britânicas: um mal-entendido fatal ditou o desenlace trágico da batalha. Derrotados, os combatentes gregos organizaram-se numa resistência feroz e heroica, apoiada pelos oficiais britânicos do SOE.
Nº Páginas: 472
Sinopse:
Os alemães estavam convencidos de que ataque aéreo a Creta em 1941 lhes garantiria uma vitória fácil e sem surpresas. Não faziam ideia de que os britânicos tinham intercetado as suas comunicações e preparado uma armadilha. Mas as coisas também não correram como planeado para as forças britânicas: um mal-entendido fatal ditou o desenlace trágico da batalha. Derrotados, os combatentes gregos organizaram-se numa resistência feroz e heroica, apoiada pelos oficiais britânicos do SOE.
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Edição: Ago 2010
Nº Páginas: 248
Sinopse:
Durante quase dois anos servi com o capitão Alatriste nas galés de Nápoles. Por isso falarei agora de escaramuças, corsários, abordagens, matanças e saques. Assim vossas mercês saberão como era respeitado, temido e odiado o nome da minha pátria também nos mares do Levante. Perseguições e batalhas navais um pouco por todo o Levante, perigosos galanteios em Nápoles, a luta contra os Turcos e saques no Chipre marcam a nova aventura do capitão Alatriste nas turbulentas águas do Mediterrâneo do século XVII.
Nº Páginas: 248
Sinopse:
Durante quase dois anos servi com o capitão Alatriste nas galés de Nápoles. Por isso falarei agora de escaramuças, corsários, abordagens, matanças e saques. Assim vossas mercês saberão como era respeitado, temido e odiado o nome da minha pátria também nos mares do Levante. Perseguições e batalhas navais um pouco por todo o Levante, perigosos galanteios em Nápoles, a luta contra os Turcos e saques no Chipre marcam a nova aventura do capitão Alatriste nas turbulentas águas do Mediterrâneo do século XVII.
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Edição: Out 2017
Nº Páginas: 840
Sinopse:
"Após a Segunda Guerra Mundial, a ameaça de partilha das colónias portuguesas desvaneceu-se, dando lugar a uma outra - a da descolonização, tocando sucessivamente a Ásia e a África. É da evolução do sistema colonial português nesta nova situação que trata o presente livro - estudando a descolonização e as resistências que Portugal lhe opôs, não, como tem sido habitual, numa perspetiva de tempo curto (incidindo no período que vai da revolução do 25 de Abril de 1974 até à data da proclamação da independência de Angola, a 11 de novembro do ano seguinte), mas numa análise de um tempo mais longo e de ordem comparativa. [...] Deve salientar-se, no entanto, que este não é um trabalho sobre Salazar e a sua política. A partir da documentação do seu arquivo - e com o recurso, sempre que necessário, a fontes de outra natureza -, procurámos ir mais longe, seguindo a evolução do Império, nos seus diversos aspetos: o da política colonial; o da economia colonial; o da política externa; o das relações entre o Estado português e a Igreja Católica; e o da defesa militar e policial." Da Introdução
Nº Páginas: 840
Sinopse:
"Após a Segunda Guerra Mundial, a ameaça de partilha das colónias portuguesas desvaneceu-se, dando lugar a uma outra - a da descolonização, tocando sucessivamente a Ásia e a África. É da evolução do sistema colonial português nesta nova situação que trata o presente livro - estudando a descolonização e as resistências que Portugal lhe opôs, não, como tem sido habitual, numa perspetiva de tempo curto (incidindo no período que vai da revolução do 25 de Abril de 1974 até à data da proclamação da independência de Angola, a 11 de novembro do ano seguinte), mas numa análise de um tempo mais longo e de ordem comparativa. [...] Deve salientar-se, no entanto, que este não é um trabalho sobre Salazar e a sua política. A partir da documentação do seu arquivo - e com o recurso, sempre que necessário, a fontes de outra natureza -, procurámos ir mais longe, seguindo a evolução do Império, nos seus diversos aspetos: o da política colonial; o da economia colonial; o da política externa; o das relações entre o Estado português e a Igreja Católica; e o da defesa militar e policial." Da Introdução
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Edição: Out 2016
Nº Páginas: 304
Sinopse:
Enquanto o mundo vivia um dos maiores conflitos de sempre - a II Guerra Mundial -, Lisboa celebrava o duplo centenário da Independência (1140) e da Restauração (1640), e o povo agradecia a Salazar por manter Portugal em aparente neutralidade. Nesta viagem aos anos 40 do século XX, encontramos uma década de grandes acontecimentos e muitos contrastes, narrados em jeito de crónica, na perspectiva de um contemporâneo da época, o narrador ficcionado Alberto Matias, que o autor conheceu no emblemático Café Gelo. Dos refugiados acolhidos no nosso país aos espiões infiltrados na capital, passando pela consagração de Egas Moniz com o Nobel da Medicina, ou os filmes, peças de teatro e músicas que marcaram uma geração, são passados em revista os momentos que marcaram a política, as artes, o desporto ou a economia, incluindo os menos conhecidos, sobretudo pelos mais novos.
Nº Páginas: 304
Sinopse:
Enquanto o mundo vivia um dos maiores conflitos de sempre - a II Guerra Mundial -, Lisboa celebrava o duplo centenário da Independência (1140) e da Restauração (1640), e o povo agradecia a Salazar por manter Portugal em aparente neutralidade. Nesta viagem aos anos 40 do século XX, encontramos uma década de grandes acontecimentos e muitos contrastes, narrados em jeito de crónica, na perspectiva de um contemporâneo da época, o narrador ficcionado Alberto Matias, que o autor conheceu no emblemático Café Gelo. Dos refugiados acolhidos no nosso país aos espiões infiltrados na capital, passando pela consagração de Egas Moniz com o Nobel da Medicina, ou os filmes, peças de teatro e músicas que marcaram uma geração, são passados em revista os momentos que marcaram a política, as artes, o desporto ou a economia, incluindo os menos conhecidos, sobretudo pelos mais novos.
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Edição: Out 2018
Nº Páginas: 768
Sinopse:
Do autor de "Hitler, Até ao Fim" e de "À Beira do Abismo", esta é a história da Europa desde o pós-Segunda Guerra Mundial até à actualidade. "Continente Dividido" traça um grande panorama do mundo em que vivemos e do seu passado. Obriga-nos a repensar o que significa ser europeu. Uma obra de referência e de grande actualidade.
Nº Páginas: 768
Sinopse:
Do autor de "Hitler, Até ao Fim" e de "À Beira do Abismo", esta é a história da Europa desde o pós-Segunda Guerra Mundial até à actualidade. "Continente Dividido" traça um grande panorama do mundo em que vivemos e do seu passado. Obriga-nos a repensar o que significa ser europeu. Uma obra de referência e de grande actualidade.
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Edição: Set 2014
Nº Páginas: 246
Sinopse:
"Condor" é um tributo à memória das vítimas da Operação Condor, um plano militar secreto instituído em 1975 por seis países latino-americanos, governados por ditaduras militares de extrema-direita, para eliminar a oposição política. Esta operação resultou na morte de cerca de 60 mil pessoas. Durante aproximadamente uma década, João Pina viajou de forma extensiva pela Argentina, Brasil, Bolívia, Chile, Paraguai e Uruguai para documentar o que restou da época do Condor.
Nº Páginas: 246
Sinopse:
"Condor" é um tributo à memória das vítimas da Operação Condor, um plano militar secreto instituído em 1975 por seis países latino-americanos, governados por ditaduras militares de extrema-direita, para eliminar a oposição política. Esta operação resultou na morte de cerca de 60 mil pessoas. Durante aproximadamente uma década, João Pina viajou de forma extensiva pela Argentina, Brasil, Bolívia, Chile, Paraguai e Uruguai para documentar o que restou da época do Condor.
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Edição: Set 2019
Nº Páginas: 192
Sinopse:
Existiu um movimento concelhio peninsular, não no sentido de política administrativa ou de organização do território impulsionada de cima por monarcas e senhores mas no de forças sociais e políticas organizadas de baixo e por fim vitoriosas? Estaria a resposta nos forais, esses "livros de linhagens" da liberdade popular? A quem a iniciativa destes monumentos jurídicos? À aristocracia senhorial? Visariam os forais fins exclusivamente económicos, fiscais e administrativos, na intenção expressa de povoar e defender o território, ou resultariam, tácita ou abertamente, desse movimento que irrompe de baixo? Isto é, o movimento concelhio impôs-se ou não com o impacto e as armas de uma verdadeira revolução? Não é o que inculcam as transformações sociais que se escondem por trás do formulário jurídico? Mas acaso os concelhos teriam alcançado a força de órgãos do poder político? Constituiriam verdadeiras comunas? O que se entende por comuna? De que classe ou classes serão então estas comunas ou concelhos o instrumento? Mas haveria mesmo classes sociais ou apenas ordens? Constituiriam comunas todos os concelhos? Que acontecimentos são marcados pela mesma força? Por exemplo, que relações tem o movimento concelhio com os episódios da Reconquista? Que esclarecem eles sobre o povoar e o ermar?
Nº Páginas: 192
Sinopse:
Existiu um movimento concelhio peninsular, não no sentido de política administrativa ou de organização do território impulsionada de cima por monarcas e senhores mas no de forças sociais e políticas organizadas de baixo e por fim vitoriosas? Estaria a resposta nos forais, esses "livros de linhagens" da liberdade popular? A quem a iniciativa destes monumentos jurídicos? À aristocracia senhorial? Visariam os forais fins exclusivamente económicos, fiscais e administrativos, na intenção expressa de povoar e defender o território, ou resultariam, tácita ou abertamente, desse movimento que irrompe de baixo? Isto é, o movimento concelhio impôs-se ou não com o impacto e as armas de uma verdadeira revolução? Não é o que inculcam as transformações sociais que se escondem por trás do formulário jurídico? Mas acaso os concelhos teriam alcançado a força de órgãos do poder político? Constituiriam verdadeiras comunas? O que se entende por comuna? De que classe ou classes serão então estas comunas ou concelhos o instrumento? Mas haveria mesmo classes sociais ou apenas ordens? Constituiriam comunas todos os concelhos? Que acontecimentos são marcados pela mesma força? Por exemplo, que relações tem o movimento concelhio com os episódios da Reconquista? Que esclarecem eles sobre o povoar e o ermar?
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Edição: Out 2019
Nº Páginas: 512
Sinopse:
Jared Diamond transformou o nosso entendimento das causas da ascensão e queda das civilizações. Neste livro revela como as nações bem-sucedidas recuperam das crises quando adotam mudanças seletivas. Adicionando uma dimensão psicológica à profunda análise histórica, geográfica, biológica e antropológica que caracteriza todos os livros de Diamond, a presente obra revela os fatores que influenciam a maneira como tanto as nações como os indivíduos reagem aos grandes desafios. O resultado é um livro de um fôlego gigantesco, mas também o mais pessoal que o autor escreveu até hoje.
Nº Páginas: 512
Sinopse:
Jared Diamond transformou o nosso entendimento das causas da ascensão e queda das civilizações. Neste livro revela como as nações bem-sucedidas recuperam das crises quando adotam mudanças seletivas. Adicionando uma dimensão psicológica à profunda análise histórica, geográfica, biológica e antropológica que caracteriza todos os livros de Diamond, a presente obra revela os fatores que influenciam a maneira como tanto as nações como os indivíduos reagem aos grandes desafios. O resultado é um livro de um fôlego gigantesco, mas também o mais pessoal que o autor escreveu até hoje.
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Edição: Jun 2019
Nº Páginas: 208
Sinopse:
Em anos recentes, a curiosidade quanto ao termo fascismo transformou-se num fenómeno mundial. Mas o que levou a isso? Jason Stanley, filho de refugiados da Segunda Guerra Mundial, explica fenómenos como a presidência de Trump, o Brexit, o movimento italiano Cinco Estrelas e a liderança autoritária de Erdogan, entre outros - dando a conhecer os 10 pilares fundamentais do fascismo, entre os quais a ideia de reviver um passado mítico e glorioso; a política da lei e da ordem baseada na ideia de grupos minoritários criminosos; e a valorização do "trabalho duro" em prejuízo de sistemas de bem-estar social. Toda uma linguagem e crenças que separam as pessoas entre "nós" e "eles". Refletindo sobre história, filosofia, sociologia e teoria crítica da raça, este é um livro pertinente e atual que expõe como Estados democráticos estão a sucumbir a discursos populistas. A história mostra-nos o imenso perigo de subestimar o poder cumulativo das táticas fascistas, que deixam a sociedade cada vez mais vulnerável aos apelos da liderança autoritária. E somente quando as identificamos é que podemos resistir aos seus efeitos mais danosos e regressar aos ideais democráticos. O fascismo não é coisa do passado. Infiltrou-se no presente. E pode ser o futuro se nada fizermos para o impedir.
Nº Páginas: 208
Sinopse:
Em anos recentes, a curiosidade quanto ao termo fascismo transformou-se num fenómeno mundial. Mas o que levou a isso? Jason Stanley, filho de refugiados da Segunda Guerra Mundial, explica fenómenos como a presidência de Trump, o Brexit, o movimento italiano Cinco Estrelas e a liderança autoritária de Erdogan, entre outros - dando a conhecer os 10 pilares fundamentais do fascismo, entre os quais a ideia de reviver um passado mítico e glorioso; a política da lei e da ordem baseada na ideia de grupos minoritários criminosos; e a valorização do "trabalho duro" em prejuízo de sistemas de bem-estar social. Toda uma linguagem e crenças que separam as pessoas entre "nós" e "eles". Refletindo sobre história, filosofia, sociologia e teoria crítica da raça, este é um livro pertinente e atual que expõe como Estados democráticos estão a sucumbir a discursos populistas. A história mostra-nos o imenso perigo de subestimar o poder cumulativo das táticas fascistas, que deixam a sociedade cada vez mais vulnerável aos apelos da liderança autoritária. E somente quando as identificamos é que podemos resistir aos seus efeitos mais danosos e regressar aos ideais democráticos. O fascismo não é coisa do passado. Infiltrou-se no presente. E pode ser o futuro se nada fizermos para o impedir.
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Edição: Nov 2019
Nº Páginas: 216
Sinopse:
Nas décadas posteriores à Segunda Guerra Mundial e sobretudo após a queda do regime soviético, a democracia parecia imparável. A convicção era geral, no final do século XX, de que a democracia era o regime político definitivo, prometendo a prosperidade e a dignidade. Hoje é vista com desconfiança e cepticismo. Porquê? David Runciman, um académico de Cambridge, procura as respostas numa excelente prosa, num tom não académico mas rigoroso e sem alarmismos. Separa o trigo do joio, ao mesmo tempo que olha para algumas alternativas à democracia. Examina as suas debilidades e a História para concluir que devemos evitar a armadilha de estabelecer paralelismos com o passado. As ameaças à democracia são reais, afirma, ainda que também sejam inéditas. Não vem aí nenhum Hitler ou Estaline, há antes uma crise de meia-idade, de expectativas exageradas e o impacto tremendo mas de contornos imprevisíveis do rápido avanço tecnológico sobre as sociedades democráticas.
Nº Páginas: 216
Sinopse:
Nas décadas posteriores à Segunda Guerra Mundial e sobretudo após a queda do regime soviético, a democracia parecia imparável. A convicção era geral, no final do século XX, de que a democracia era o regime político definitivo, prometendo a prosperidade e a dignidade. Hoje é vista com desconfiança e cepticismo. Porquê? David Runciman, um académico de Cambridge, procura as respostas numa excelente prosa, num tom não académico mas rigoroso e sem alarmismos. Separa o trigo do joio, ao mesmo tempo que olha para algumas alternativas à democracia. Examina as suas debilidades e a História para concluir que devemos evitar a armadilha de estabelecer paralelismos com o passado. As ameaças à democracia são reais, afirma, ainda que também sejam inéditas. Não vem aí nenhum Hitler ou Estaline, há antes uma crise de meia-idade, de expectativas exageradas e o impacto tremendo mas de contornos imprevisíveis do rápido avanço tecnológico sobre as sociedades democráticas.
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Edição: Fev 2019
Nº Páginas: 192
Sinopse:
Que pensava Adolf Hitler? Era a favor do capitalismo ou era anticapitalista? Era cristão ou era anticristão? Se quis ser pintor, porque é que odiava tanto a arte contemporânea, em particular Picasso? Citações de Adolf Hitler reúne tudo o que Hitler pensava sobre a burguesia, o comunismo, a democracia, o marxismo, o nacional-socialismo. Entre o ódio aos judeus e aos negros, haveria espaço para o amor? E como é que um dos maiores monstros de sempre via a mulher, a prostituição, o sacrifício ou o dinheiro? Estas foram as ideias que levaram ao Holocausto. É melhor sabermos quais são, para não as repetirmos. Às citações, juntam-se ainda listas dos gostos e ódios de Hitler, as mulheres com quem viveu, mentores, ídolos, livros e filmes favoritos, datas marcantes e muitos outros factos.
Nº Páginas: 192
Sinopse:
Que pensava Adolf Hitler? Era a favor do capitalismo ou era anticapitalista? Era cristão ou era anticristão? Se quis ser pintor, porque é que odiava tanto a arte contemporânea, em particular Picasso? Citações de Adolf Hitler reúne tudo o que Hitler pensava sobre a burguesia, o comunismo, a democracia, o marxismo, o nacional-socialismo. Entre o ódio aos judeus e aos negros, haveria espaço para o amor? E como é que um dos maiores monstros de sempre via a mulher, a prostituição, o sacrifício ou o dinheiro? Estas foram as ideias que levaram ao Holocausto. É melhor sabermos quais são, para não as repetirmos. Às citações, juntam-se ainda listas dos gostos e ódios de Hitler, as mulheres com quem viveu, mentores, ídolos, livros e filmes favoritos, datas marcantes e muitos outros factos.
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Edição: Fev 2013
Nº Páginas: 208
Sinopse:
António de Oliveira Salazar, personalidade que marcou a História portuguesa do século XX, liderando uma ditadura durante várias décadas, continua a ser, muitos anos passados sobre o seu falecimento, odiado ou idolatrado por grande parte dos portugueses, sendo raro quem não tenha uma opinião forte e emotiva sobre a doutrina e obra de Salazar. Surgido num tempo de instabilidade política nacional, Salazar conseguiu impor as suas ideias nacionalistas, ajudado pela reputação que granjeou ao resolver a crise financeira, criando um pacto de consenso de governo nacional reunindo diferentes facções incluindo monárquicos, católicos, republicanos e maçons. Afirmando que não defendia nenhum sistema político, e menos ainda a democracia, pelo efeito nefasto que afirmava que tinha o jogo de interesses privados e ideologias rígidas que orientavam os partidos políticos, atalhou caminho para um governo estável da nação proibindo estes e ainda a liberdade de imprensa, em nome do que considerava ser a paz social. Não tendo deixado obra escrita, foram no entanto inúmeras as suas intervenções, artigos de imprensa, participação em conferências, entrevistas e discursos, deixando as suas ideias expressas, antes e durante o seu governo, em milhares e milhares de páginas.
Nº Páginas: 208
Sinopse:
António de Oliveira Salazar, personalidade que marcou a História portuguesa do século XX, liderando uma ditadura durante várias décadas, continua a ser, muitos anos passados sobre o seu falecimento, odiado ou idolatrado por grande parte dos portugueses, sendo raro quem não tenha uma opinião forte e emotiva sobre a doutrina e obra de Salazar. Surgido num tempo de instabilidade política nacional, Salazar conseguiu impor as suas ideias nacionalistas, ajudado pela reputação que granjeou ao resolver a crise financeira, criando um pacto de consenso de governo nacional reunindo diferentes facções incluindo monárquicos, católicos, republicanos e maçons. Afirmando que não defendia nenhum sistema político, e menos ainda a democracia, pelo efeito nefasto que afirmava que tinha o jogo de interesses privados e ideologias rígidas que orientavam os partidos políticos, atalhou caminho para um governo estável da nação proibindo estes e ainda a liberdade de imprensa, em nome do que considerava ser a paz social. Não tendo deixado obra escrita, foram no entanto inúmeras as suas intervenções, artigos de imprensa, participação em conferências, entrevistas e discursos, deixando as suas ideias expressas, antes e durante o seu governo, em milhares e milhares de páginas.
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Edição: Set 2016
Nº Páginas: 200
Sinopse:
PRIMEIRO VOLUME DA GRANDE COLECÇÃO DEDICADA AO PROJECTO DE HABITAÇÃO SAAL, UMA EXPERIÊNCIA URBANÍSTICA E SOCIAL ÚNICA NO PAÍS Como cantava Zeca Afonso, "Quem aqui vier morar/ Não traga mesa nem cama/ Com sete palmos de terra/ Se constrói uma cabana." A música "Os Índios da Meia Praia" evocava já o espírito do SAAL [Serviço Ambulatório de Apoio Local], um projecto de habitação para populações carenciadas, nascido com o 25 de Abril de 1974 e pioneiro na sua lógica de proximidade e entreajuda. A colecção Cidade Participada: Arquitectura e Democracia, que se inicia com este volume dedicado a Oeiras, regista de forma inédita os processos, as populações envolvidas e as consequências desta experiência urbanística e social única no país, abrindo caminho para um debate mais amplo sobre as formas de pensar a cidade e o direito à habitação.
Nº Páginas: 200
Sinopse:
PRIMEIRO VOLUME DA GRANDE COLECÇÃO DEDICADA AO PROJECTO DE HABITAÇÃO SAAL, UMA EXPERIÊNCIA URBANÍSTICA E SOCIAL ÚNICA NO PAÍS Como cantava Zeca Afonso, "Quem aqui vier morar/ Não traga mesa nem cama/ Com sete palmos de terra/ Se constrói uma cabana." A música "Os Índios da Meia Praia" evocava já o espírito do SAAL [Serviço Ambulatório de Apoio Local], um projecto de habitação para populações carenciadas, nascido com o 25 de Abril de 1974 e pioneiro na sua lógica de proximidade e entreajuda. A colecção Cidade Participada: Arquitectura e Democracia, que se inicia com este volume dedicado a Oeiras, regista de forma inédita os processos, as populações envolvidas e as consequências desta experiência urbanística e social única no país, abrindo caminho para um debate mais amplo sobre as formas de pensar a cidade e o direito à habitação.
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Edição: Jan 2018
Nº Páginas: 432
Sinopse:
Catarina de Aragão nasce Catarina, infanta da Espanha, filha mais nova dos Reis Católicos. Aos três anos foi prometida ao príncipe Artur, filho e herdeiro de Henrique VII de Inglaterra, e é educada para se tornar princesa de Gales. Sabe que o seu destino é reinar sobre aquela terra distante, húmida e fria. A sua fé é posta à prova quando o futuro sogro a recebe no novo país afrontando-a; Artur parece ser pouco mais do que uma criança; a comida não é boa e os costumes são vulgares. Lentamente, adapta-se à corte Tudor, e a vida como mulher de Artur torna-se suportável. De forma inesperada, neste casamento combinado nasce um amor terno e apaixonado. Mas, quando Artur morre, Catarina tem de lutar pelo futuro: como pode ser rainha da Inglaterra e fundar uma dinastia? Só casando como irmão mais novo de Artur, o alegre, mas mimado Henrique. O pai e a avó de Henrique são contra e os poderosos pais de Catarina revelam-se de pouca utilidade. No entanto, Catarina possui um espírito lutador é indomável e fará tudo para alcançar o seu objectivo; mesmo que tal implique contar a maior das mentiras e mantê-la.
Nº Páginas: 432
Sinopse:
Catarina de Aragão nasce Catarina, infanta da Espanha, filha mais nova dos Reis Católicos. Aos três anos foi prometida ao príncipe Artur, filho e herdeiro de Henrique VII de Inglaterra, e é educada para se tornar princesa de Gales. Sabe que o seu destino é reinar sobre aquela terra distante, húmida e fria. A sua fé é posta à prova quando o futuro sogro a recebe no novo país afrontando-a; Artur parece ser pouco mais do que uma criança; a comida não é boa e os costumes são vulgares. Lentamente, adapta-se à corte Tudor, e a vida como mulher de Artur torna-se suportável. De forma inesperada, neste casamento combinado nasce um amor terno e apaixonado. Mas, quando Artur morre, Catarina tem de lutar pelo futuro: como pode ser rainha da Inglaterra e fundar uma dinastia? Só casando como irmão mais novo de Artur, o alegre, mas mimado Henrique. O pai e a avó de Henrique são contra e os poderosos pais de Catarina revelam-se de pouca utilidade. No entanto, Catarina possui um espírito lutador é indomável e fará tudo para alcançar o seu objectivo; mesmo que tal implique contar a maior das mentiras e mantê-la.
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Edição: Jan 2017
Nº Páginas: 280
Sinopse:
Filha mais nova de Joana de Castela e de Filipe, o Belo, Catarina era o fruto de uma união dinástica que reuniu a Casa Real de Espanha com as dinastias borgonhesa e de Habsburgo. Mulher culta e inteligente, teve um casamento feliz com D. João III e governou Portugal como rainha consorte e como regente por mais de cinquenta anos. Catarina de Áustria era uma estadista dotada, uma filantropa e uma grande colecionadora de arte. A sua coleção de arte asiática incluía mais objetos não europeus do que qualquer outra coleção contemporânea anterior ao século XVI. A ela se deve também a conclusão da atual capela-mor do Mosteiro dos Jerónimos. Tal como era esperado de uma rainha consorte, deu à luz um herdeiro da Coroa e vários príncipes reais. Contudo, os seus nove filhos não lhe sobreviveram.
Nº Páginas: 280
Sinopse:
Filha mais nova de Joana de Castela e de Filipe, o Belo, Catarina era o fruto de uma união dinástica que reuniu a Casa Real de Espanha com as dinastias borgonhesa e de Habsburgo. Mulher culta e inteligente, teve um casamento feliz com D. João III e governou Portugal como rainha consorte e como regente por mais de cinquenta anos. Catarina de Áustria era uma estadista dotada, uma filantropa e uma grande colecionadora de arte. A sua coleção de arte asiática incluía mais objetos não europeus do que qualquer outra coleção contemporânea anterior ao século XVI. A ela se deve também a conclusão da atual capela-mor do Mosteiro dos Jerónimos. Tal como era esperado de uma rainha consorte, deu à luz um herdeiro da Coroa e vários príncipes reais. Contudo, os seus nove filhos não lhe sobreviveram.
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Edição: Mai 2017
Nº Páginas: 264
Sinopse:
Para mim, esta é a verdadeira face humana da "Casa". Uma Associação de jovens onde há de tudo, dos mal-humorados, aos eternos bem-dispostos, dos estudantes exemplares, aos maus estudantes, dos sócios dedicados e empenhados, aos pouco participativos, dos engajados politicamente, aos "apolíticos", dos simpáticos aos antipáticos. Nós eramos como outros jovens nos condicionalismos daquela época. Éramos humanos, com tudo o que há de grandeza na natureza humana e com tudo o que pode haver de mesquinhez. Transformarem-nos hoje em "heróis" é desumanizar-nos!" (Helder Martins) "Este livro de memórias duma época é o testemunho duma etapa histórica da vida de muitos estudantes, que das Colónias vinham para Portugal fazer os estudos superiores". (in Prefácio, Fernando Vaz)
Nº Páginas: 264
Sinopse:
Para mim, esta é a verdadeira face humana da "Casa". Uma Associação de jovens onde há de tudo, dos mal-humorados, aos eternos bem-dispostos, dos estudantes exemplares, aos maus estudantes, dos sócios dedicados e empenhados, aos pouco participativos, dos engajados politicamente, aos "apolíticos", dos simpáticos aos antipáticos. Nós eramos como outros jovens nos condicionalismos daquela época. Éramos humanos, com tudo o que há de grandeza na natureza humana e com tudo o que pode haver de mesquinhez. Transformarem-nos hoje em "heróis" é desumanizar-nos!" (Helder Martins) "Este livro de memórias duma época é o testemunho duma etapa histórica da vida de muitos estudantes, que das Colónias vinham para Portugal fazer os estudos superiores". (in Prefácio, Fernando Vaz)
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Edição: Jan 2021
Nº Páginas: 80
Sinopse:
"A carta de Caminha é algo inteiramente novo e, repitase, um documento único na história da humanidade. Estou consciente de que me restrinjo à «humanidade europeia» (e especificamente ocidental), mas na minha vasta ignorância não tenho notícia de nada que se lhe assemelhe. Nem Marco Polo revela tal candura perante o inesperado, o maravilhoso descoberto, mesmo se planeado (e a isso já iremos mais adiante). A narrativa de Pêro Vaz de Caminha confesso que prefiro não entrar em pormenores sobre ela para que o leitor a descubra virgem, e a aprecie por si próprio, pois ela dispensa glosas basta lê-la atentamente para nos darmos conta da abertura de horizontes dos recém-chegados a um universo novo, inteiramente inesperado. Vemo-los fascinados perante a natureza e a beleza de um povo que os deslumbra. Tudo surge descrito numa linguagem gostosa, ditada por um olhar eivado de quase ingénua inocência." Onésimo Teotónio Almeida
Nº Páginas: 80
Sinopse:
"A carta de Caminha é algo inteiramente novo e, repitase, um documento único na história da humanidade. Estou consciente de que me restrinjo à «humanidade europeia» (e especificamente ocidental), mas na minha vasta ignorância não tenho notícia de nada que se lhe assemelhe. Nem Marco Polo revela tal candura perante o inesperado, o maravilhoso descoberto, mesmo se planeado (e a isso já iremos mais adiante). A narrativa de Pêro Vaz de Caminha confesso que prefiro não entrar em pormenores sobre ela para que o leitor a descubra virgem, e a aprecie por si próprio, pois ela dispensa glosas basta lê-la atentamente para nos darmos conta da abertura de horizontes dos recém-chegados a um universo novo, inteiramente inesperado. Vemo-los fascinados perante a natureza e a beleza de um povo que os deslumbra. Tudo surge descrito numa linguagem gostosa, ditada por um olhar eivado de quase ingénua inocência." Onésimo Teotónio Almeida
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Edição: Set 2008
Nº Páginas: 400
Sinopse:
Este livro surgiu no contexto de um projecto de investigação sobre as relações entre Portugal e os Estados Unidos no período da transição para a democracia no nosso país, proposto pelo Instituto Português de Relações Internacionais e pela Fundação Luso-Americana para o Desenvolvimento. O presente estudo é sobre a visão e a acção política dos Estados Unidos em Portugal durante a transição democrática, não devendo ser entendido como uma história da revolução portuguesa. Isto é, o seu objectivo consiste em avaliar o impacte da actuação norte-americana no resultado final da passagem do regime autoritário para a democracia em Portugal. Para esse efeito, desenvolveu-se durante quatro anos um extenso trabalho de investigação nos EUA e em Portugal, privilegiando-se a consulta de fontes primárias, muito em especial as fontes de arquivo norte-americanas e portuguesas, constituindo muitas delas documentos inéditos.
Nº Páginas: 400
Sinopse:
Este livro surgiu no contexto de um projecto de investigação sobre as relações entre Portugal e os Estados Unidos no período da transição para a democracia no nosso país, proposto pelo Instituto Português de Relações Internacionais e pela Fundação Luso-Americana para o Desenvolvimento. O presente estudo é sobre a visão e a acção política dos Estados Unidos em Portugal durante a transição democrática, não devendo ser entendido como uma história da revolução portuguesa. Isto é, o seu objectivo consiste em avaliar o impacte da actuação norte-americana no resultado final da passagem do regime autoritário para a democracia em Portugal. Para esse efeito, desenvolveu-se durante quatro anos um extenso trabalho de investigação nos EUA e em Portugal, privilegiando-se a consulta de fontes primárias, muito em especial as fontes de arquivo norte-americanas e portuguesas, constituindo muitas delas documentos inéditos.
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Edição: Jan 2019
Nº Páginas: 388
Sinopse:
Em 1807, perante a invasão de Portugal pelas tropas napoleónicas, a corte transferiu-se para o Brasil. D. Carlota Joaquina, mulher do príncipe regente, o futuro D. João VI, tornar-se-ia rainha de Portugal já no Novo Mundo, destino que seria partilhado com a sua futura nora, D. Leopoldina de Habsburgo, mulher de D. Pedro IV, imperatriz do Brasil e rainha de Portugal. Carlota Joaquina (1775-1830) é talvez a mais controversa rainha de Portugal. A imagem negativa que dela ficou construiu-se em torno do seu aspeto físico, longe da harmonia e da beleza desejáveis numa princesa, e das suas características morais, sendo acusada de ambição política desmedida, de dissimulação e de traição. Carlota Joaquina manobrou habilmente nos meandros políticos peninsulares e americanos, sempre descontente com a sua situação de consorte. Acompanhou a corte na deslocação para o Brasil, onde foi motivo de embaraços diplomáticos, e, de regresso a Lisboa em 1821, assumiu posições polémicas ao rejeitar a Constituição, convertendo-se num polo aglutinador das forças antiliberais. Leopoldina de Habsburgo nasceu em Viena, em 1797. Aos 20 anos atravessou o oceano para viver no Brasil, então sede do Reino Unido luso-brasileiro, consciente da missão que lhe cabia ao casar com o príncipe herdeiro do trono português, D. Pedro, seguindo a estratégia traçada pelas casas de Bragança e de Habsburgo, com vista à consolidação do governo monárquico absolutista na América e o seu consequente revigoramento na Europa. Cultivadora das artes e do conhecimento científico, mulher erudita e apaixonada, agente expoente na criação do Império do Brasil, faleceu ainda jovem, aos 29 anos, deixando cinco filhos pequenos, entre eles: a rainha de Portugal, D. Maria II, e o segundo imperador do Brasil, D. Pedro II.
Nº Páginas: 388
Sinopse:
Em 1807, perante a invasão de Portugal pelas tropas napoleónicas, a corte transferiu-se para o Brasil. D. Carlota Joaquina, mulher do príncipe regente, o futuro D. João VI, tornar-se-ia rainha de Portugal já no Novo Mundo, destino que seria partilhado com a sua futura nora, D. Leopoldina de Habsburgo, mulher de D. Pedro IV, imperatriz do Brasil e rainha de Portugal. Carlota Joaquina (1775-1830) é talvez a mais controversa rainha de Portugal. A imagem negativa que dela ficou construiu-se em torno do seu aspeto físico, longe da harmonia e da beleza desejáveis numa princesa, e das suas características morais, sendo acusada de ambição política desmedida, de dissimulação e de traição. Carlota Joaquina manobrou habilmente nos meandros políticos peninsulares e americanos, sempre descontente com a sua situação de consorte. Acompanhou a corte na deslocação para o Brasil, onde foi motivo de embaraços diplomáticos, e, de regresso a Lisboa em 1821, assumiu posições polémicas ao rejeitar a Constituição, convertendo-se num polo aglutinador das forças antiliberais. Leopoldina de Habsburgo nasceu em Viena, em 1797. Aos 20 anos atravessou o oceano para viver no Brasil, então sede do Reino Unido luso-brasileiro, consciente da missão que lhe cabia ao casar com o príncipe herdeiro do trono português, D. Pedro, seguindo a estratégia traçada pelas casas de Bragança e de Habsburgo, com vista à consolidação do governo monárquico absolutista na América e o seu consequente revigoramento na Europa. Cultivadora das artes e do conhecimento científico, mulher erudita e apaixonada, agente expoente na criação do Império do Brasil, faleceu ainda jovem, aos 29 anos, deixando cinco filhos pequenos, entre eles: a rainha de Portugal, D. Maria II, e o segundo imperador do Brasil, D. Pedro II.
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Edição: Mai 2021
Nº Páginas: 144
Sinopse:
Há apenas algumas décadas, Adolf Hitler, com a força da sua retórica demagógica, moveu multidões: o discurso de ódio pode ser muito poderoso. Depois, entre 1933 e 1945, milhões de pessoas foram encerradas em campos de concentração nazis, em condições terríveis, somando-se à fome e às doenças, a torpe submissão aos mais variados tipos de violência e humilhação, num processo atroz de profunda desumanização. A dimensão da abominação nazi, que culminou com o gaseamento e os fornos crematórios, terá atingido, em morticínios laterais à Segunda Guerra Mundial, cerca de 11 milhões de mortos. Este livro reúne as histórias de seres humanos que viveram os horrores dos campos nazis e milagrosamente sobreviveram ou conseguiram até fugir. São pessoas como nós, nascidas na Polónia, na Áustria, na Alemanha, mas também em locais improváveis, como o Brasil ou mesmo Portugal. São judeus, católicos, ciganos… Pessoas que foram espancadas, escravizadas, violadas, mas que, levando a resistência humana a limites impensáveis, sobreviveram. Importa recordar ao mundo as suas histórias. Para que não se repitam.
Nº Páginas: 144
Sinopse:
Há apenas algumas décadas, Adolf Hitler, com a força da sua retórica demagógica, moveu multidões: o discurso de ódio pode ser muito poderoso. Depois, entre 1933 e 1945, milhões de pessoas foram encerradas em campos de concentração nazis, em condições terríveis, somando-se à fome e às doenças, a torpe submissão aos mais variados tipos de violência e humilhação, num processo atroz de profunda desumanização. A dimensão da abominação nazi, que culminou com o gaseamento e os fornos crematórios, terá atingido, em morticínios laterais à Segunda Guerra Mundial, cerca de 11 milhões de mortos. Este livro reúne as histórias de seres humanos que viveram os horrores dos campos nazis e milagrosamente sobreviveram ou conseguiram até fugir. São pessoas como nós, nascidas na Polónia, na Áustria, na Alemanha, mas também em locais improváveis, como o Brasil ou mesmo Portugal. São judeus, católicos, ciganos… Pessoas que foram espancadas, escravizadas, violadas, mas que, levando a resistência humana a limites impensáveis, sobreviveram. Importa recordar ao mundo as suas histórias. Para que não se repitam.
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Edição: Nov 2020
Nº Páginas: 256
Sinopse:
Olhando para aqueles que o aplaudiam em frente da Assembleia Nacional, Marcello Caetano não podia deixar de pensar que tudo aquilo era um equívoco. Planeara reformar o Estado Novo - e os que ali estavam eram precisamente os que pretendiam que nada mudasse, eram os que o vaiariam se pretendesse encontrar uma saída para a guerra, eram os que exigiam que em Portugal e nas colónias tudo continuasse na mesma. Desgraçadamente, os que desejavam a mudança tinham- se afastado dele, deixando-o só, entregue ao inimigo. A Primavera acabara há muito e já chegara o Inverno.
Nº Páginas: 256
Sinopse:
Olhando para aqueles que o aplaudiam em frente da Assembleia Nacional, Marcello Caetano não podia deixar de pensar que tudo aquilo era um equívoco. Planeara reformar o Estado Novo - e os que ali estavam eram precisamente os que pretendiam que nada mudasse, eram os que o vaiariam se pretendesse encontrar uma saída para a guerra, eram os que exigiam que em Portugal e nas colónias tudo continuasse na mesma. Desgraçadamente, os que desejavam a mudança tinham- se afastado dele, deixando-o só, entregue ao inimigo. A Primavera acabara há muito e já chegara o Inverno.
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Edição: Mar 2018
Nº Páginas: 348
Sinopse:
"Uma seleção de textos representativos do pensamento do Padre António Vieira sobre a escravatura. Esta seleção acompanha, essencialmente, três momentos do complexo e diversificado percurso de vida de Vieira: o começo da sua atividade como pregador, ainda na Baía, durante a década de 30 do século XVII; a contenda com os colonos do Maranhão, acerca da escravatura dos ameríndios, entre a sua partida para esta região, em 1653, até à expulsão dos padres da Companhia, em 1661; a sua presença na Baía, a partir de 1681 até ao final da sua vida, em 1697, nomeadamente desempenhando o cargo de Visitador Geral das missões do Brasil, a partir de 1688." da Introdução
Nº Páginas: 348
Sinopse:
"Uma seleção de textos representativos do pensamento do Padre António Vieira sobre a escravatura. Esta seleção acompanha, essencialmente, três momentos do complexo e diversificado percurso de vida de Vieira: o começo da sua atividade como pregador, ainda na Baía, durante a década de 30 do século XVII; a contenda com os colonos do Maranhão, acerca da escravatura dos ameríndios, entre a sua partida para esta região, em 1653, até à expulsão dos padres da Companhia, em 1661; a sua presença na Baía, a partir de 1681 até ao final da sua vida, em 1697, nomeadamente desempenhando o cargo de Visitador Geral das missões do Brasil, a partir de 1688." da Introdução
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Edição: Abr 2018
Nº Páginas: 256
Sinopse:
Oito autores dão voz a Cabinda em oito ensaios, mostrando diferentes perspectivas sobre a questão e o estatuto do território. Esta é uma importante parte da história do enclave, contada por quem a viveu e a analisa. Três dos autores estiveram presos pela tomada de posição em defesa dos direitos humanos e foram, mais tarde, considerados prisioneiros de consciência pela Amnistia Internacional. Um vive há décadas no exílio. E se as autoridades angolanas dizem que não há guerra nem guerrilha em Cabinda, alguns autores falam em confrontos violentos e em notícias de assassínios e raptos, perseguição de activistas e religiosos, impedimento de realização de manifestações e imprensa limitada. Nesta obra, aborda-se a formação do território sob perspectivas históricas e jurídicas, defende-se o direito e dever de resistência contra a ocupação, fala-se de Che Guevara como "pai espiritual" da intervenção cubana em Cabinda, analisa-se o tratamento dado por Portugal durante a presidência de Cavaco Silva, descreve-se a forma como Cabinda é referida na imprensa angolana e analisa-se, ainda, o significado político e jurídico do Tratado de Simulambuco. A obra é ricamente documentada, para que a memória dos que lutam pela paz no território não se apague.
Nº Páginas: 256
Sinopse:
Oito autores dão voz a Cabinda em oito ensaios, mostrando diferentes perspectivas sobre a questão e o estatuto do território. Esta é uma importante parte da história do enclave, contada por quem a viveu e a analisa. Três dos autores estiveram presos pela tomada de posição em defesa dos direitos humanos e foram, mais tarde, considerados prisioneiros de consciência pela Amnistia Internacional. Um vive há décadas no exílio. E se as autoridades angolanas dizem que não há guerra nem guerrilha em Cabinda, alguns autores falam em confrontos violentos e em notícias de assassínios e raptos, perseguição de activistas e religiosos, impedimento de realização de manifestações e imprensa limitada. Nesta obra, aborda-se a formação do território sob perspectivas históricas e jurídicas, defende-se o direito e dever de resistência contra a ocupação, fala-se de Che Guevara como "pai espiritual" da intervenção cubana em Cabinda, analisa-se o tratamento dado por Portugal durante a presidência de Cavaco Silva, descreve-se a forma como Cabinda é referida na imprensa angolana e analisa-se, ainda, o significado político e jurídico do Tratado de Simulambuco. A obra é ricamente documentada, para que a memória dos que lutam pela paz no território não se apague.
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