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Edição: Jun 2020
Nº Páginas: 352
Sinopse:
Este livro é uma biografia com uma perspectiva original sobre a história do ditador português. É a sua História escrita de dentro para fora e não de fora para dentro, como quase sempre se faz. Muita gente olha para os factos históricos à luz dos conceitos de hoje. Falamos de colonialismo com base nas ideias de hoje. Este livro coloca-se na época, tenta percebê-la por dentro, projectá-la de dentro para fora para a mostrar aos leitores como era o tempo resultando numa verdadeira história do Estado Novo. Normalmente, as histórias do Estado Novo são histórias da oposição ao Estado Novo, das torturas da PIDE, das revoltas contra Salazar, das eleições de Delgado, do desvio do Santa Maria, etc. Ora esta história, tendo esses episódios, tem sobretudo uma visão sobre o próprio Estado Novo, das suas figuras, das relações entre elas, os seus conflitos, dos seus projectos, das suas ambições, das suas realizações. Trata-se de uma reconstituição histórica e não de uma história académica, que procura descrever os acontecimentos com o seu colorido, explicados no contexto da época, reproduz diálogos, conversas, factos, como se o autor estivesse a assistir a eles e os relatasse, como um repórter jornalístico, sem qualquer preconceito político.
Nº Páginas: 352
Sinopse:
Este livro é uma biografia com uma perspectiva original sobre a história do ditador português. É a sua História escrita de dentro para fora e não de fora para dentro, como quase sempre se faz. Muita gente olha para os factos históricos à luz dos conceitos de hoje. Falamos de colonialismo com base nas ideias de hoje. Este livro coloca-se na época, tenta percebê-la por dentro, projectá-la de dentro para fora para a mostrar aos leitores como era o tempo resultando numa verdadeira história do Estado Novo. Normalmente, as histórias do Estado Novo são histórias da oposição ao Estado Novo, das torturas da PIDE, das revoltas contra Salazar, das eleições de Delgado, do desvio do Santa Maria, etc. Ora esta história, tendo esses episódios, tem sobretudo uma visão sobre o próprio Estado Novo, das suas figuras, das relações entre elas, os seus conflitos, dos seus projectos, das suas ambições, das suas realizações. Trata-se de uma reconstituição histórica e não de uma história académica, que procura descrever os acontecimentos com o seu colorido, explicados no contexto da época, reproduz diálogos, conversas, factos, como se o autor estivesse a assistir a eles e os relatasse, como um repórter jornalístico, sem qualquer preconceito político.
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Edição: Nov 2022
Nº Páginas: 672
Sinopse:
Em 1917, assistiu-se a uma luta devastadora na Rússia após o colapso do império czarista. Muitos consideram esta selvagem guerra civil como o evento mais influente da era moderna. A guerra civil russa não foi apenas um conflito interno entre os vermelhos, em torno do Exército Vermelho de Trotsky e da ditadura comunista de Lenine, e os brancos, uma aliança incompatível composta por socialistas moderados e monárquicos reacionários. O receio de que a revolução se estendesse para fora da Rússia levou à intervenção de diversos exércitos estrangeiros - Grã-Bretanha, França, EUA, Japão, Itália, Sérvia e Roménia - bem como de antigas partes do império russo - Finlândia, Estónia, Letónia, Lituânia, Polónia e Geórgia. o Exército Vermelho incluiu, ainda, muitas unidades de voluntários "internacionais", ex-prisioneiros de guerra dos exércitos alemão, austríaco, húngaro e búlgaro. Examinar a crueldade desta guerra na qual morreram mais de dez milhões de pessoas é de vital importância. em todo o mundo, os seus horrores e destruição desencadearam o terror do bolchevismo e da vingança branca. e essa divisão criou o círculo vicioso de medo e aversão que levou à Segunda Guerra Mundial.
Nº Páginas: 672
Sinopse:
Em 1917, assistiu-se a uma luta devastadora na Rússia após o colapso do império czarista. Muitos consideram esta selvagem guerra civil como o evento mais influente da era moderna. A guerra civil russa não foi apenas um conflito interno entre os vermelhos, em torno do Exército Vermelho de Trotsky e da ditadura comunista de Lenine, e os brancos, uma aliança incompatível composta por socialistas moderados e monárquicos reacionários. O receio de que a revolução se estendesse para fora da Rússia levou à intervenção de diversos exércitos estrangeiros - Grã-Bretanha, França, EUA, Japão, Itália, Sérvia e Roménia - bem como de antigas partes do império russo - Finlândia, Estónia, Letónia, Lituânia, Polónia e Geórgia. o Exército Vermelho incluiu, ainda, muitas unidades de voluntários "internacionais", ex-prisioneiros de guerra dos exércitos alemão, austríaco, húngaro e búlgaro. Examinar a crueldade desta guerra na qual morreram mais de dez milhões de pessoas é de vital importância. em todo o mundo, os seus horrores e destruição desencadearam o terror do bolchevismo e da vingança branca. e essa divisão criou o círculo vicioso de medo e aversão que levou à Segunda Guerra Mundial.
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Edição: Jun 2015
Nº Páginas: 464
Sinopse:
A ideia de império nasceu na Roma antiga e ainda hoje o Império Romano surge com uma poderosa imagem. Vestígios dos seus monumentos e literatura encontram-se espalhados por toda a Europa, Próximo Oriente e Norte de África. Ao cobrir a totalidade da vasta expansão do império e ao começar pelas suas origens, "Roma: A História de Um Império" combina três perspetivas. Primeiro, trata-se de uma história abrangente do império: como foi criado, como resistiu às crises e como se moldou ao mundo dos seus dirigentes e dos seus súbditos, desde o século viii a.C. até à alvorada da Idade Média; depois descreve o que as últimas pesquisas históricas e arqueológicas revelaram sobre os segredos do domínio romano; por último, explora as grandes questões. De entre todos os impérios, porque terá Roma resistido tanto tempo? Porque teve um impacto tão profundo e serviu de modelo explícito para outros imperialismos? Como demonstra Greg Woolf, jamais alguém planeou criar um Estado que iria durar mais de um milénio e meio, no entanto, a política de alianças de curto prazo entre grupos cada vez mais amplos criou uma estrutura de extraordinária estabilidade.
Nº Páginas: 464
Sinopse:
A ideia de império nasceu na Roma antiga e ainda hoje o Império Romano surge com uma poderosa imagem. Vestígios dos seus monumentos e literatura encontram-se espalhados por toda a Europa, Próximo Oriente e Norte de África. Ao cobrir a totalidade da vasta expansão do império e ao começar pelas suas origens, "Roma: A História de Um Império" combina três perspetivas. Primeiro, trata-se de uma história abrangente do império: como foi criado, como resistiu às crises e como se moldou ao mundo dos seus dirigentes e dos seus súbditos, desde o século viii a.C. até à alvorada da Idade Média; depois descreve o que as últimas pesquisas históricas e arqueológicas revelaram sobre os segredos do domínio romano; por último, explora as grandes questões. De entre todos os impérios, porque terá Roma resistido tanto tempo? Porque teve um impacto tão profundo e serviu de modelo explícito para outros imperialismos? Como demonstra Greg Woolf, jamais alguém planeou criar um Estado que iria durar mais de um milénio e meio, no entanto, a política de alianças de curto prazo entre grupos cada vez mais amplos criou uma estrutura de extraordinária estabilidade.
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Edição: Nov 2009
Nº Páginas: 350
Sinopse:
Esta é a história do maior império que até hoje o Mundo conheceu. Nela, Simon Baker conta a história da ascensão e da queda da primeira superpotência global, concentrando-se nos seis pontos de viragem fundamentais que deram forma à história de Roma. Sejam bem vindos a uma Roma que nunca antes viram: terrível e esplêndida, enérgica e sórdida. No centro desta apaixonante narrativa histórica estão as personalidades dinâmicas e complexas, mas também imperfeitas, dos mais poderosos senhores de Roma: homens como Pompeu, o Grande, Júlio César, Augusto, Nero e Constantino. Esta soberba narrativa, repleta de energia e de imaginação, é um inteligente resumo dos mais recentes estudos e trabalhos académicos e um relato maravilhosamente evocativo da Roma Antiga.
Nº Páginas: 350
Sinopse:
Esta é a história do maior império que até hoje o Mundo conheceu. Nela, Simon Baker conta a história da ascensão e da queda da primeira superpotência global, concentrando-se nos seis pontos de viragem fundamentais que deram forma à história de Roma. Sejam bem vindos a uma Roma que nunca antes viram: terrível e esplêndida, enérgica e sórdida. No centro desta apaixonante narrativa histórica estão as personalidades dinâmicas e complexas, mas também imperfeitas, dos mais poderosos senhores de Roma: homens como Pompeu, o Grande, Júlio César, Augusto, Nero e Constantino. Esta soberba narrativa, repleta de energia e de imaginação, é um inteligente resumo dos mais recentes estudos e trabalhos académicos e um relato maravilhosamente evocativo da Roma Antiga.
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Edição: Out 2014
Nº Páginas: 240
Sinopse:
Como o povo português tem sobrevivido às crises políticas, económicas e às suas elites. A história de uma gente que existe há muito tempo e que, apesar das contrariedades, tem tido uma "rica vida".
Nº Páginas: 240
Sinopse:
Como o povo português tem sobrevivido às crises políticas, económicas e às suas elites. A história de uma gente que existe há muito tempo e que, apesar das contrariedades, tem tido uma "rica vida".
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Edição: Abr 2012
Nº Páginas: 296
Sinopse:
"Este livro é polémico porque ancora em si visões diferentes e teoricamente distintas, mas tem uma espinha dorsal comum: ele foi escrito por um grupo de cientistas sociais, historiadores, que olham a história como um processo, feito de sujeitos sociais, classes e suas frações, e que tem como núcleo explicativo do processo histórico o conflito social"
Nº Páginas: 296
Sinopse:
"Este livro é polémico porque ancora em si visões diferentes e teoricamente distintas, mas tem uma espinha dorsal comum: ele foi escrito por um grupo de cientistas sociais, historiadores, que olham a história como um processo, feito de sujeitos sociais, classes e suas frações, e que tem como núcleo explicativo do processo histórico o conflito social"
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Edição: Fev 2024
Nº Páginas: 96
Sinopse:
O que não mudou com o 25 de Abril? Apesar de todas as conquistas de cinco décadas de democracia, há características na sociedade portuguesa que se mantêm quase inalteradas. Este livro investiga duas delas: o elitismo na política e o machismo na justiça. o recrutamento para a classe política dirigente praticamente não abrange pessoas não licenciadas e com contacto com a pobreza, e quase não há mobilidade do poder local para o poder nacional. No sistema judicial, a entrada das mulheres na magistratura e a mudança para leis mais progressistas não alteraram um padrão de baixas condenações por crimes sexuais, cometidos sobretudo contra mulheres. Cruzando factos e testemunhos, este é o retrato de um Portugal onde a revolução pela igualdade está ainda inacabada.
Nº Páginas: 96
Sinopse:
O que não mudou com o 25 de Abril? Apesar de todas as conquistas de cinco décadas de democracia, há características na sociedade portuguesa que se mantêm quase inalteradas. Este livro investiga duas delas: o elitismo na política e o machismo na justiça. o recrutamento para a classe política dirigente praticamente não abrange pessoas não licenciadas e com contacto com a pobreza, e quase não há mobilidade do poder local para o poder nacional. No sistema judicial, a entrada das mulheres na magistratura e a mudança para leis mais progressistas não alteraram um padrão de baixas condenações por crimes sexuais, cometidos sobretudo contra mulheres. Cruzando factos e testemunhos, este é o retrato de um Portugal onde a revolução pela igualdade está ainda inacabada.
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Edição: Set 2021
Nº Páginas: 384
Sinopse:
"Resistências" reúne 50 histórias de revolta ocorridas em territórios sob domínio português ao longo de três séculos e meio: de 1500 a 1850. Muitos deles desconhecidos do grande público, estes casos foram seleccionados, investigados e escritos por mais de 30 historiadores de diversas entidades e países. Passam-se em diferentes épocas e geografias, mas todos relatam o combate à opressão e às injustiças impostas pelos poderes de um mundo que se estendia do Brasil a Timor, passando por África, Índia, Malaca, Macau e, naturalmente, Portugal. Os protagonistas de Resistências são pessoas discriminadas em função do género, religião, etnia, raça ou nível de riqueza, e os episódios são quase sempre narrados a partir do seu ponto de vista, revelando Portugal e o seu império como um espaço onde tanto circulavam leis e formas institucionais como ideias subversivas…
Nº Páginas: 384
Sinopse:
"Resistências" reúne 50 histórias de revolta ocorridas em territórios sob domínio português ao longo de três séculos e meio: de 1500 a 1850. Muitos deles desconhecidos do grande público, estes casos foram seleccionados, investigados e escritos por mais de 30 historiadores de diversas entidades e países. Passam-se em diferentes épocas e geografias, mas todos relatam o combate à opressão e às injustiças impostas pelos poderes de um mundo que se estendia do Brasil a Timor, passando por África, Índia, Malaca, Macau e, naturalmente, Portugal. Os protagonistas de Resistências são pessoas discriminadas em função do género, religião, etnia, raça ou nível de riqueza, e os episódios são quase sempre narrados a partir do seu ponto de vista, revelando Portugal e o seu império como um espaço onde tanto circulavam leis e formas institucionais como ideias subversivas…
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Edição: Mai 2019
Nº Páginas: 232
Sinopse:
Um ensaio notável que entrelaça escrita autobiográfica com reflexão sociológica. Ao analisar a história da sua família e a vida social e intelectual a partir de 1950, Didier Eribon procura também explicar muitas das questões do nosso tempo, nomeadamente por que motivo grande parte da classe trabalhadora francesa se virou para a Frente Nacional. Após a morte do pai, o filósofo francês Didier Eribon regressa à sua terra natal, Reims, e reencontra o ambiente de classe trabalhadora que havia deixado trinta anos antes ao voltar costas ao passado. Aos poucos, vai-se apercebendo de que a rutura com a família não se explica nem pela sua homossexualidade nem pela homofobia do ambiente doméstico, mas pela vergonha que tem da sua origem social. Eribon decide então mergulhar no passado e traçar a história da sua família. Evocando o mundo operário da sua infância e reconstituindo a sua ascensão social, o autor mistura, em cada etapa dessa narrativa íntima e comovente, os elementos de uma reflexão sobre classes sociais, o sistema escolar, a criação de identidades, a sexualidade e a diferença de género, a política, a democracia e a mudança de padrões de voto da classe trabalhadora - refletida pela própria família de Eribon, que alterou a sua lealdade do Partido Comunista para o de Le Pen.
Nº Páginas: 232
Sinopse:
Um ensaio notável que entrelaça escrita autobiográfica com reflexão sociológica. Ao analisar a história da sua família e a vida social e intelectual a partir de 1950, Didier Eribon procura também explicar muitas das questões do nosso tempo, nomeadamente por que motivo grande parte da classe trabalhadora francesa se virou para a Frente Nacional. Após a morte do pai, o filósofo francês Didier Eribon regressa à sua terra natal, Reims, e reencontra o ambiente de classe trabalhadora que havia deixado trinta anos antes ao voltar costas ao passado. Aos poucos, vai-se apercebendo de que a rutura com a família não se explica nem pela sua homossexualidade nem pela homofobia do ambiente doméstico, mas pela vergonha que tem da sua origem social. Eribon decide então mergulhar no passado e traçar a história da sua família. Evocando o mundo operário da sua infância e reconstituindo a sua ascensão social, o autor mistura, em cada etapa dessa narrativa íntima e comovente, os elementos de uma reflexão sobre classes sociais, o sistema escolar, a criação de identidades, a sexualidade e a diferença de género, a política, a democracia e a mudança de padrões de voto da classe trabalhadora - refletida pela própria família de Eribon, que alterou a sua lealdade do Partido Comunista para o de Le Pen.
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Edição: Set 2017
Nº Páginas: 184
Sinopse:
Hoje, uma em cada 113 pessoas na Terra está deslocada, refugiada ou à espera de asilo. É a maior crise migratória forçada desde a Segunda Guerra Mundial: 65,6 milhões de seres humanos precisam de ajuda e protecção. E eles podem ajudar-nos mais do que parece. Afinal, Albert Einstein, Sigmund Freud, Victor Hugo, Karl Popper eram refugiados. Conheça a história de superação de 50 refugiados que fizeram do nosso mundo, um mundo melhor. O mundo ajudou-os, eles devolveram em dobro a ajuda que receberam.
Nº Páginas: 184
Sinopse:
Hoje, uma em cada 113 pessoas na Terra está deslocada, refugiada ou à espera de asilo. É a maior crise migratória forçada desde a Segunda Guerra Mundial: 65,6 milhões de seres humanos precisam de ajuda e protecção. E eles podem ajudar-nos mais do que parece. Afinal, Albert Einstein, Sigmund Freud, Victor Hugo, Karl Popper eram refugiados. Conheça a história de superação de 50 refugiados que fizeram do nosso mundo, um mundo melhor. O mundo ajudou-os, eles devolveram em dobro a ajuda que receberam.
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Edição: Set 2018
Nº Páginas: 104
Sinopse:
Castela ainda ficara com a coutada do reino de Granada para o saque e a pilhagem. Os portugueses, esses, tinham de ir assaltar as terras de além-mar e depressa enquanto os poderosos vizinhos se entretinham a mastigar aquele saboroso bocado peninsular. Depois seria mais difícil e, mesmo agora, não deixarão de invocar na Cúria Pontifícia o seu direito à conquista de Belamarim. E eis que, anos depois da vitória de Aljubarrota, uma armada de 200 velas aporta de surpresa à velha cidade mourisca, sangrando lhe completamente a riqueza. Este foi o livro que, em 1964, levou o autor a um longo interrogatório na Pide, sob a alegação de que "o declarante desvirtua algumas das páginas mais brilhantes da nossa História, adulterando sacrilegamente [sic] os factos e classificando de "abutres" homens que foram heróis e foram santos"
Nº Páginas: 104
Sinopse:
Castela ainda ficara com a coutada do reino de Granada para o saque e a pilhagem. Os portugueses, esses, tinham de ir assaltar as terras de além-mar e depressa enquanto os poderosos vizinhos se entretinham a mastigar aquele saboroso bocado peninsular. Depois seria mais difícil e, mesmo agora, não deixarão de invocar na Cúria Pontifícia o seu direito à conquista de Belamarim. E eis que, anos depois da vitória de Aljubarrota, uma armada de 200 velas aporta de surpresa à velha cidade mourisca, sangrando lhe completamente a riqueza. Este foi o livro que, em 1964, levou o autor a um longo interrogatório na Pide, sob a alegação de que "o declarante desvirtua algumas das páginas mais brilhantes da nossa História, adulterando sacrilegamente [sic] os factos e classificando de "abutres" homens que foram heróis e foram santos"
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Edição: Mar 2022
Nº Páginas: 384
Sinopse:
Uma rainha deveria ser recatada, inspirar respeito e admiração e ser um modelo de virtude para todas as mulheres do reino. Enquanto princesa, recebia uma educação que a preparava para servir ao marido e ao Estado. Uma vez mulher do monarca reinante, a sua principal obrigação era prover a Coroa de herdeiros varões. Contudo, algumas soberanas que dominaram a Europa do século XVI ao século XIX decidiram romper com o padrão de retidão feminina que lhes fora imposto, adotando uma nova conduta social e mudando o rumo da História. Em "Rainhas Trágicas", o historiador Renato Drummond Neto apresenta 15 soberanas que deixaram a sua marca e mostra de que forma transcenderam as regras do período em que viveram, pagando, por vezes, um preço demasiado alto. Soberanas retratadas: Isabel de York; Margarida de Valois; Isabel I de Castela; Vitória do Reino Unido; Joana I de Castela; Maria I de Portugal; Ana Bolena; Maria I de Inglaterra; Isabel I de Inglaterra; Maria Stuart; Catarina de Médici; Maria Antonieta; Carlota Joaquina; Amélia de Leuchtenberg; Maria Leopoldina de Áustria.
Nº Páginas: 384
Sinopse:
Uma rainha deveria ser recatada, inspirar respeito e admiração e ser um modelo de virtude para todas as mulheres do reino. Enquanto princesa, recebia uma educação que a preparava para servir ao marido e ao Estado. Uma vez mulher do monarca reinante, a sua principal obrigação era prover a Coroa de herdeiros varões. Contudo, algumas soberanas que dominaram a Europa do século XVI ao século XIX decidiram romper com o padrão de retidão feminina que lhes fora imposto, adotando uma nova conduta social e mudando o rumo da História. Em "Rainhas Trágicas", o historiador Renato Drummond Neto apresenta 15 soberanas que deixaram a sua marca e mostra de que forma transcenderam as regras do período em que viveram, pagando, por vezes, um preço demasiado alto. Soberanas retratadas: Isabel de York; Margarida de Valois; Isabel I de Castela; Vitória do Reino Unido; Joana I de Castela; Maria I de Portugal; Ana Bolena; Maria I de Inglaterra; Isabel I de Inglaterra; Maria Stuart; Catarina de Médici; Maria Antonieta; Carlota Joaquina; Amélia de Leuchtenberg; Maria Leopoldina de Áustria.
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Edição: Fev 2013
Nº Páginas: 464
Sinopse:
Estefânia de Hohenzollern-Sigmaringen nasceu em 1837 no principado de Sigmaringen, no atual estado alemão de Baden-Wurtemberg. Era neta do príncipe reinante, filha dos príncipes herdeiros e parente próxima dos Bonaparte. Rainha de Portugal pelo seu casamento com D. Pedro V em 1858, faleceu em Lisboa no ano seguinte. A sua curta vida, tão ao gosto romântico, foi rapidamente idealizada. Mulher instruída, com convicções políticas firmes e espírito reformador, foi, contudo, incapaz de ter a influência que desejava. Quanto à apreciação da relação conjugal, também aqui este livro se afasta da interpretação comum. Maria Pia de Saboia nasceu em 1847 em Turim, capital do reino da Sardenha. Era neta do rei Carlos Alberto, filha dos príncipes-herdeiros, Vítor Manuel de Saboia e Maria Adelaide de Habsburgo. Tornou-se rainha de Portugal em 1862, não tendo ainda 15 anos.A figura de Maria Pia tem sido tratada com displicência, dela se forjando uma imagem distorcida. O recurso a documentação privada permite rever profundamente a sua personalidade.Mulher inteligente, generosa, arrojada e majestosa, foi a rainha mais amada no século XIX, a que mais tempo "reinou" e a que mais contribuiu para a boa imagem da família real, apesar dos seus gastos. Manteve com D. Luís uma relação terna e cúmplice, inclusive em assuntos políticos. No reinado de D. Carlos exerceu ação diplomática até agora ignorada. Quanto ao rumor sobre a sua loucura após o Regicídio, não se encontraram provas que o sustentem. Faleceu no seu Piemonte natal em 1911, após 9 meses de exílio.
Nº Páginas: 464
Sinopse:
Estefânia de Hohenzollern-Sigmaringen nasceu em 1837 no principado de Sigmaringen, no atual estado alemão de Baden-Wurtemberg. Era neta do príncipe reinante, filha dos príncipes herdeiros e parente próxima dos Bonaparte. Rainha de Portugal pelo seu casamento com D. Pedro V em 1858, faleceu em Lisboa no ano seguinte. A sua curta vida, tão ao gosto romântico, foi rapidamente idealizada. Mulher instruída, com convicções políticas firmes e espírito reformador, foi, contudo, incapaz de ter a influência que desejava. Quanto à apreciação da relação conjugal, também aqui este livro se afasta da interpretação comum. Maria Pia de Saboia nasceu em 1847 em Turim, capital do reino da Sardenha. Era neta do rei Carlos Alberto, filha dos príncipes-herdeiros, Vítor Manuel de Saboia e Maria Adelaide de Habsburgo. Tornou-se rainha de Portugal em 1862, não tendo ainda 15 anos.A figura de Maria Pia tem sido tratada com displicência, dela se forjando uma imagem distorcida. O recurso a documentação privada permite rever profundamente a sua personalidade.Mulher inteligente, generosa, arrojada e majestosa, foi a rainha mais amada no século XIX, a que mais tempo "reinou" e a que mais contribuiu para a boa imagem da família real, apesar dos seus gastos. Manteve com D. Luís uma relação terna e cúmplice, inclusive em assuntos políticos. No reinado de D. Carlos exerceu ação diplomática até agora ignorada. Quanto ao rumor sobre a sua loucura após o Regicídio, não se encontraram provas que o sustentem. Faleceu no seu Piemonte natal em 1911, após 9 meses de exílio.
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Edição: Out 2021
Nº Páginas: 240
Sinopse:
São mulheres guerreiras, inovadoras, poderosas, espíritos livres e rebeldes, rainhas cujos feitos e sacrifícios foram deixados na sombra pela História, deixando mesmo que os seus nomes e as suas vidas se percam com o passar do tempo... Se a rainha Isabel I e Catarina, a Grande da Rússia, são conhecidas e celebradas, muitas outras têm sido ignoradas, pouco estudadas ou até mesmo difamadas por historiadores, ou então vistas somente como figuras de segundo plano. Até agora. Este livro narra a história de rainhas esquecidas de todo o mundo, da Europa à África, das Américas ao Médio Oriente, aquelas que governaram por seu próprio direito, mas também as que foram esposas ou mães de reis reinantes. Todos conhecemos os grandes imperadores romanos, mas o que dizer da rainha Zenóbia, uma rainha rebelde do Oriente, que enfrentou o Império Romano? William, o Conquistador, o invasor normando da Inglaterra em 1066, é uma figura icónica na história, mas será que já ouviu falar da sua poderosa aliada e esposa Matilda de Flanders? Henrietta Maria, rainha consorte do rei inglês Charles I, é lembrada apenas como impopular, mas acredite-se ou não foi ela a responsável pela queda da monarquia, entre 1649 e 1660. Na história de Inglaterra, o rei Henrique VIII é um dos nomes lendários e Catarina de Aragão, simplesmente, a sua primeira esposa, mas o que terá motivado o rei a tão desesperadamente querer divorciar-se dela? Estas são 40 rainhas inesquecíveis que merecem um lugar na História.
Nº Páginas: 240
Sinopse:
São mulheres guerreiras, inovadoras, poderosas, espíritos livres e rebeldes, rainhas cujos feitos e sacrifícios foram deixados na sombra pela História, deixando mesmo que os seus nomes e as suas vidas se percam com o passar do tempo... Se a rainha Isabel I e Catarina, a Grande da Rússia, são conhecidas e celebradas, muitas outras têm sido ignoradas, pouco estudadas ou até mesmo difamadas por historiadores, ou então vistas somente como figuras de segundo plano. Até agora. Este livro narra a história de rainhas esquecidas de todo o mundo, da Europa à África, das Américas ao Médio Oriente, aquelas que governaram por seu próprio direito, mas também as que foram esposas ou mães de reis reinantes. Todos conhecemos os grandes imperadores romanos, mas o que dizer da rainha Zenóbia, uma rainha rebelde do Oriente, que enfrentou o Império Romano? William, o Conquistador, o invasor normando da Inglaterra em 1066, é uma figura icónica na história, mas será que já ouviu falar da sua poderosa aliada e esposa Matilda de Flanders? Henrietta Maria, rainha consorte do rei inglês Charles I, é lembrada apenas como impopular, mas acredite-se ou não foi ela a responsável pela queda da monarquia, entre 1649 e 1660. Na história de Inglaterra, o rei Henrique VIII é um dos nomes lendários e Catarina de Aragão, simplesmente, a sua primeira esposa, mas o que terá motivado o rei a tão desesperadamente querer divorciar-se dela? Estas são 40 rainhas inesquecíveis que merecem um lugar na História.
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Edição: Jan 2015
Nº Páginas: 352
Sinopse:
Margarida de Áustria, arquiduquesa de Áustria por nascimento, nasceu em 1584. Casou-se com Filipe II de Portugal, seu parente e filho do mais importante rei da Casa de Áustria. Apesar da sua juventude e da sua condição de mulher não renunciou ao protagonismo político, em defesa da família e da monarquia hispânica. Os cronistas da época louvaram as suas qualidades, e os seus súbditos não só a idealizaram como prolongaram o seu "poder" para além da morte. A rainha morreu jovem, com 26 anos, em 1611. Isabel de Bourbon, filha de Henrique IV de Bourbon e de Maria de Médicis, foi esposa de Filipe III de Portugal, rainha consorte exemplar e, no final da vida, governadora da monarquia hispânica. Tendo passado uma infância entre jogos e bailes, o seu casamento em 1615 e o nascimento do príncipe, Baltasar Carlos, em 1629, conferiram-lhe um poder notável, tendo sido "embaixadora" da paz entre o irmão, Luís XIII, e o marido. Destaca-se o seu trabalho diplomático na assinatura do Tratado de Monzón e a mediação durante a guerra de Mântua. De 1642 a 1644 assumiu as funções de regente para que Filipe se dedicasse à guerra da Catalunha. Faleceu no exercício da regência, o que ajudou a fortalecer a sua lenda.
Nº Páginas: 352
Sinopse:
Margarida de Áustria, arquiduquesa de Áustria por nascimento, nasceu em 1584. Casou-se com Filipe II de Portugal, seu parente e filho do mais importante rei da Casa de Áustria. Apesar da sua juventude e da sua condição de mulher não renunciou ao protagonismo político, em defesa da família e da monarquia hispânica. Os cronistas da época louvaram as suas qualidades, e os seus súbditos não só a idealizaram como prolongaram o seu "poder" para além da morte. A rainha morreu jovem, com 26 anos, em 1611. Isabel de Bourbon, filha de Henrique IV de Bourbon e de Maria de Médicis, foi esposa de Filipe III de Portugal, rainha consorte exemplar e, no final da vida, governadora da monarquia hispânica. Tendo passado uma infância entre jogos e bailes, o seu casamento em 1615 e o nascimento do príncipe, Baltasar Carlos, em 1629, conferiram-lhe um poder notável, tendo sido "embaixadora" da paz entre o irmão, Luís XIII, e o marido. Destaca-se o seu trabalho diplomático na assinatura do Tratado de Monzón e a mediação durante a guerra de Mântua. De 1642 a 1644 assumiu as funções de regente para que Filipe se dedicasse à guerra da Catalunha. Faleceu no exercício da regência, o que ajudou a fortalecer a sua lenda.
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Edição: Nov 2015
Nº Páginas: 584
Sinopse:
Monumental no seu alcance global e histórico, a primeira história exaustiva do racismo, das Cruzadas ao século XX. Demonstrando que não existe uma tradição contínua de racismo no Ocidente, Francisco Bethencourt revela que o racismo precedeu quaisquer teorias de raça e que deve ser visto sob o prisma e no contexto das hierarquias sociais e das condições locais. Defende que, nas suas diferentes facetas, todo o racismo foi desencadeado por projetos políticos que monopolizavam recursos económicos e sociais específicos. Uma grandiosa obra interdisciplinar que se distancia das ideias lineares ou adquiridas sobre o racismo e reformula o nosso entendimento das relações interétnicas.
Nº Páginas: 584
Sinopse:
Monumental no seu alcance global e histórico, a primeira história exaustiva do racismo, das Cruzadas ao século XX. Demonstrando que não existe uma tradição contínua de racismo no Ocidente, Francisco Bethencourt revela que o racismo precedeu quaisquer teorias de raça e que deve ser visto sob o prisma e no contexto das hierarquias sociais e das condições locais. Defende que, nas suas diferentes facetas, todo o racismo foi desencadeado por projetos políticos que monopolizavam recursos económicos e sociais específicos. Uma grandiosa obra interdisciplinar que se distancia das ideias lineares ou adquiridas sobre o racismo e reformula o nosso entendimento das relações interétnicas.
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Edição: Abr 2016
Nº Páginas: 296
Sinopse:
Historiadores, sociólogos e antropólogos reúnem num só volume as suas perspectivas sobre os protagonistas dos grandes acontecimentos históricos em Portugal e no mundo."A Expansão Portuguesa resultou da visão pioneira de um infante ou terá reflectido os interesses de um certo grupo social? E a Revolução Francesa - tratou-se de um golpe desferido por uma elite ou do levantamento de um povo? E o Holocausto - a sua culpa morre com Hitler ou tamanha tragédia deverá ser compreendida enquanto resultado de simples decisões de milhares de alemães, que assim maximizaram a potência repressiva dos estados modernos? À superfície de algumas das principais polémicas que têm ocupado os historiadores, emerge a questão do sujeito. Quem foi o protagonista daquele acontecimento? Qual foi o responsável por determinado processo histórico? Quem fez a história?" — José Neves, Introdução
Nº Páginas: 296
Sinopse:
Historiadores, sociólogos e antropólogos reúnem num só volume as suas perspectivas sobre os protagonistas dos grandes acontecimentos históricos em Portugal e no mundo."A Expansão Portuguesa resultou da visão pioneira de um infante ou terá reflectido os interesses de um certo grupo social? E a Revolução Francesa - tratou-se de um golpe desferido por uma elite ou do levantamento de um povo? E o Holocausto - a sua culpa morre com Hitler ou tamanha tragédia deverá ser compreendida enquanto resultado de simples decisões de milhares de alemães, que assim maximizaram a potência repressiva dos estados modernos? À superfície de algumas das principais polémicas que têm ocupado os historiadores, emerge a questão do sujeito. Quem foi o protagonista daquele acontecimento? Qual foi o responsável por determinado processo histórico? Quem fez a história?" — José Neves, Introdução
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Edição: Ago 2021
Nº Páginas: 168
Sinopse:
Fernando Pessoa vivia em Lisboa, animado pela centena de heterónimos que moravam dentro do seu espírito. Salazar estava no seu sossego monástico, em Coimbra. Até que, em 1926, alguns generais chamaram Salazar a Lisboa. Para ser ministro, primeiro, para mandar em Portugal, depois. Pessoa e Salazar, nunca se encontrando, partilharam então, a agitada vida do país, até 1935, ano da morte de Pessoa. O que pensava Pessoa de Salazar? Amava-o ou odiava-o? Pessoa foi alguma vez salazarista ou fascista?
Nº Páginas: 168
Sinopse:
Fernando Pessoa vivia em Lisboa, animado pela centena de heterónimos que moravam dentro do seu espírito. Salazar estava no seu sossego monástico, em Coimbra. Até que, em 1926, alguns generais chamaram Salazar a Lisboa. Para ser ministro, primeiro, para mandar em Portugal, depois. Pessoa e Salazar, nunca se encontrando, partilharam então, a agitada vida do país, até 1935, ano da morte de Pessoa. O que pensava Pessoa de Salazar? Amava-o ou odiava-o? Pessoa foi alguma vez salazarista ou fascista?
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Edição: Jun 2022
Nº Páginas: 208
Sinopse:
Esta é a história de como um obscuro agente secreto do KGB tomou conta do maior arsenal nuclear de sempre, no mais vasto país do mundo. É uma história sinistra feita de oportunismo, dissimulação e mortos, muitos mortos. Se é impressionável, evite este livro. Dormirá melhor sem saber o que aqui se conta; sem conhecer os pormenores de como uma série de explosões muito mal explicadas e as tragédias da Chechénia, de Beslan, do teatro Dubrovka ou de Alepo se tornaram estações da via sacra que colocou o mundo à beira da terceira guerra mundial.
Nº Páginas: 208
Sinopse:
Esta é a história de como um obscuro agente secreto do KGB tomou conta do maior arsenal nuclear de sempre, no mais vasto país do mundo. É uma história sinistra feita de oportunismo, dissimulação e mortos, muitos mortos. Se é impressionável, evite este livro. Dormirá melhor sem saber o que aqui se conta; sem conhecer os pormenores de como uma série de explosões muito mal explicadas e as tragédias da Chechénia, de Beslan, do teatro Dubrovka ou de Alepo se tornaram estações da via sacra que colocou o mundo à beira da terceira guerra mundial.
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Edição: Mar 2017
Nº Páginas: 560
Sinopse:
Quem foram as primeiras vítimas mortais da democracia? Por que razão foram assassinados Padre Max, Rosinda Teixeira e Joaquim Ferreira Torres? Quem protegia e que segredos escondia a rede bombista de extrema-direita? Como enfrentou o cônsul dos EUA no Porto o PREC? O que relatam os diários do norueguês baleado no Verão Quente de 1975? Como é que a Igreja mobilizou e abençoou a luta contra o comunismo? O que sabia a PJ sobre o terrorismo político e tudo o que nunca chegou a julgamento? Com recurso a centenas de documentos, entrevistas e testemunhos inéditos, esta investigação jornalística traz à luz do dia histórias secretas ou esquecidas do pós-25 de Abril. Quando Portugal ardeu e esteve à beira da guerra civil.
Nº Páginas: 560
Sinopse:
Quem foram as primeiras vítimas mortais da democracia? Por que razão foram assassinados Padre Max, Rosinda Teixeira e Joaquim Ferreira Torres? Quem protegia e que segredos escondia a rede bombista de extrema-direita? Como enfrentou o cônsul dos EUA no Porto o PREC? O que relatam os diários do norueguês baleado no Verão Quente de 1975? Como é que a Igreja mobilizou e abençoou a luta contra o comunismo? O que sabia a PJ sobre o terrorismo político e tudo o que nunca chegou a julgamento? Com recurso a centenas de documentos, entrevistas e testemunhos inéditos, esta investigação jornalística traz à luz do dia histórias secretas ou esquecidas do pós-25 de Abril. Quando Portugal ardeu e esteve à beira da guerra civil.
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Edição: Mai 2016
Nº Páginas: 368
Sinopse:
Motivada pela vontade de recordar o passado inscrito ao longo de dezenas de edições, a equipa da revista "LOUD!" encetou um processo de (re)descoberta de alguns dos discos mais emblemáticos da música pesada nacional. Falando directamente com os intervenientes e, em alguns casos, reunindo músicos que não estavam juntos há anos, pintou-se um quadro fiel das motivações, processos e consequências dos lançamentos mais importantes da música alternativa em Portugal. Reunidos pela primeira vez num livro, e com vários originais, esta é a história do movimento underground português em todas as suas variantes, contada pela voz dos seus protagonistas.
Nº Páginas: 368
Sinopse:
Motivada pela vontade de recordar o passado inscrito ao longo de dezenas de edições, a equipa da revista "LOUD!" encetou um processo de (re)descoberta de alguns dos discos mais emblemáticos da música pesada nacional. Falando directamente com os intervenientes e, em alguns casos, reunindo músicos que não estavam juntos há anos, pintou-se um quadro fiel das motivações, processos e consequências dos lançamentos mais importantes da música alternativa em Portugal. Reunidos pela primeira vez num livro, e com vários originais, esta é a história do movimento underground português em todas as suas variantes, contada pela voz dos seus protagonistas.
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Edição: Abr 2019
Nº Páginas: 304
Sinopse:
Da Grande Guerra aos conflitos da descolonização, Prisioneiros de Guerras revela um conjunto surpreendente de situações em que portugueses (civis e militares, voluntários e conscritos, com algumas memórias de cativeiro mais dolorosas) foram capturados: dos campos berberes na Guerra do Rif aos stalag alemães da Segunda Guerra Mundial, das prisões franquistas na Guerra Civil de Espanha aos cárceres privados de milícias timorenses em 1975, entre outros casos. Partindo da evocação do Centenário da Primeira Guerra Mundial e da Batalha de La Lys, a qual deu origem à maior captura em massa de soldados portugueses no século XX, este livro percorre vários conflitos e uma grande diversidade de experiências de cativeiro. Com o contributo de especialistas nacionais e internacionais, estas histórias vão revelando como as convenções internacionais que regulam o estatuto dos combatentes capturados estiveram quase sempre um passo atrás das realidades complexas criadas pelas guerras modernas, e como foi evoluindo esta categoria à luz do direito internacional e da historiografia militar.
Nº Páginas: 304
Sinopse:
Da Grande Guerra aos conflitos da descolonização, Prisioneiros de Guerras revela um conjunto surpreendente de situações em que portugueses (civis e militares, voluntários e conscritos, com algumas memórias de cativeiro mais dolorosas) foram capturados: dos campos berberes na Guerra do Rif aos stalag alemães da Segunda Guerra Mundial, das prisões franquistas na Guerra Civil de Espanha aos cárceres privados de milícias timorenses em 1975, entre outros casos. Partindo da evocação do Centenário da Primeira Guerra Mundial e da Batalha de La Lys, a qual deu origem à maior captura em massa de soldados portugueses no século XX, este livro percorre vários conflitos e uma grande diversidade de experiências de cativeiro. Com o contributo de especialistas nacionais e internacionais, estas histórias vão revelando como as convenções internacionais que regulam o estatuto dos combatentes capturados estiveram quase sempre um passo atrás das realidades complexas criadas pelas guerras modernas, e como foi evoluindo esta categoria à luz do direito internacional e da historiografia militar.
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Edição: Jul 2017
Nº Páginas: 256
Sinopse:
Todos os líderes mundiais enfrentam limitações geográficas. As suas decisões são condicionadas por montanhas, rios, mares e betão. Para compreender o que abala o mundo, é necessário possuir conhecimento das ideias, movimentos e povos - mas sem um conhecimento sólido de geografia, nunca conseguiremos abarcar a totalidade dos eventos. Se alguma vez se questionou sobre a razão de Putin ter uma obsessão pela Crimeia, de a paz parecer impossível no Médio Oriente, de os EUA entrarem em tantos conflitos armados ou de o poder da China continuar a crescer em todo o mundo, irá encontrar essas e muitas outras respostas neste livro. Em dez capítulos que cobrem Rússia, China, EUA, América Latina, Médio Oriente, África, Índia e Paquistão, Europa, Japão, Coreias e o Ártico, o autor faz uso de mapas, ensaios e da sua longa experiência de viagens pelo globo para oferecer uma perspetiva do passado, presente e futuro, ajudando-nos a descobrir como a geografia é um fator tão determinante para a história do mundo.
Nº Páginas: 256
Sinopse:
Todos os líderes mundiais enfrentam limitações geográficas. As suas decisões são condicionadas por montanhas, rios, mares e betão. Para compreender o que abala o mundo, é necessário possuir conhecimento das ideias, movimentos e povos - mas sem um conhecimento sólido de geografia, nunca conseguiremos abarcar a totalidade dos eventos. Se alguma vez se questionou sobre a razão de Putin ter uma obsessão pela Crimeia, de a paz parecer impossível no Médio Oriente, de os EUA entrarem em tantos conflitos armados ou de o poder da China continuar a crescer em todo o mundo, irá encontrar essas e muitas outras respostas neste livro. Em dez capítulos que cobrem Rússia, China, EUA, América Latina, Médio Oriente, África, Índia e Paquistão, Europa, Japão, Coreias e o Ártico, o autor faz uso de mapas, ensaios e da sua longa experiência de viagens pelo globo para oferecer uma perspetiva do passado, presente e futuro, ajudando-nos a descobrir como a geografia é um fator tão determinante para a história do mundo.
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Edição: Abr 2016
Nº Páginas: 480
Sinopse:
A vida e obra de alguns dos mais fascinantes e inspiradores médicos da História Na medicina sempre existiram pessoas que se dedicaram ao próximo de forma abnegada, sem outro desejo que não o de melhorar a sua arte, dando apoio nas horas mais terríveis de qualquer ser humano, como a falta de saúde e o sofrimento físico, psicológico e social. Entre este incontável número de pessoas extraordinárias, sobressaíram algumas que adicionaram à arte médica outras faces do prisma complexo que é o ser humano. E que foram, para além disso, mestres na pintura, escultura, poesia, música, literatura, política, filosofia, história ou na defesa intransigente e corajosa dos direitos humanos. São verdadeiros príncipes, que representam exemplos a analisar, admirar e seguir. Neste livro, Mário Cordeiro conta o percurso de vida de alguns destes "Príncipes da Medicina" desde a Antiguidade até aos nossos dias. Conheça um pouco mais da vida deste conjunto de pessoas extraordinárias cujo legado permanece até aos dias de hoje.
Nº Páginas: 480
Sinopse:
A vida e obra de alguns dos mais fascinantes e inspiradores médicos da História Na medicina sempre existiram pessoas que se dedicaram ao próximo de forma abnegada, sem outro desejo que não o de melhorar a sua arte, dando apoio nas horas mais terríveis de qualquer ser humano, como a falta de saúde e o sofrimento físico, psicológico e social. Entre este incontável número de pessoas extraordinárias, sobressaíram algumas que adicionaram à arte médica outras faces do prisma complexo que é o ser humano. E que foram, para além disso, mestres na pintura, escultura, poesia, música, literatura, política, filosofia, história ou na defesa intransigente e corajosa dos direitos humanos. São verdadeiros príncipes, que representam exemplos a analisar, admirar e seguir. Neste livro, Mário Cordeiro conta o percurso de vida de alguns destes "Príncipes da Medicina" desde a Antiguidade até aos nossos dias. Conheça um pouco mais da vida deste conjunto de pessoas extraordinárias cujo legado permanece até aos dias de hoje.
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Edição: Fev 2011
Nº Páginas: 232
Sinopse:
O ano de 1914 viu nascer um novo tipo de guerra e um novo tipo de mundo. O que começou por ser uma corrida às riquezas imperiais converteu-se num banho de sangue inesperadamente industrializado, cujos despojos revelaram-se totalmente desprovidos de valor. Nesta obra, Norman Stone destila uma vida de escrita, reflexão e debate para reenquadrar a tragédia fundamental do século XX.
Nº Páginas: 232
Sinopse:
O ano de 1914 viu nascer um novo tipo de guerra e um novo tipo de mundo. O que começou por ser uma corrida às riquezas imperiais converteu-se num banho de sangue inesperadamente industrializado, cujos despojos revelaram-se totalmente desprovidos de valor. Nesta obra, Norman Stone destila uma vida de escrita, reflexão e debate para reenquadrar a tragédia fundamental do século XX.
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Edição: Set 2020
Nº Páginas: 168
Sinopse:
Este livro começa no tempo do arco da velha e termina nos nossos dias, passando, como não podia deixar de ser, pelos papas de Avinhão e pela dinastia filipina. Nestas histórias do mundo poderá descobrir como funcionou o tráfico de relíquias, o que se propuseram fazer as 95 teses de Lutero, qual foi o papel de Ana de Áustria, infanta de Portugal e Espanha, na formação do rei Luís XIV, a invenção do para-raios por Benjamin Franklin e surpreender-se com a pontualidade do filósofo Immanuel Kant.
Nº Páginas: 168
Sinopse:
Este livro começa no tempo do arco da velha e termina nos nossos dias, passando, como não podia deixar de ser, pelos papas de Avinhão e pela dinastia filipina. Nestas histórias do mundo poderá descobrir como funcionou o tráfico de relíquias, o que se propuseram fazer as 95 teses de Lutero, qual foi o papel de Ana de Áustria, infanta de Portugal e Espanha, na formação do rei Luís XIV, a invenção do para-raios por Benjamin Franklin e surpreender-se com a pontualidade do filósofo Immanuel Kant.
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Edição: Set 2015
Nº Páginas: 264
Sinopse:
Toda a verdade sobre os portugueses deportados para os campos de concentração nazis.Portugal adoptou uma posição neutral durante a Segunda Guerra Mundial, mas isso não significa que os seus cidadãos se tenham mantido à margem do conflito que devastou a Europa pela segunda vez no mesmo século, depois da guerra de 1914-1918. Ao mesmo tempo que, no território nacional, se desenvolviam as contradições de uma política espartilhada entre alguma simpatia por Adolf Hitler e a antiga amizade com Inglaterra, com Salazar a fazer tudo para manter o país fora do conflito, os portugueses que tinham emigrado para França sentiam na pele os efeitos da ocupação, dos bombardeamentos e das prisões.Enquanto Lisboa era solo fértil para os espiões, e os refugiados que conseguiam ultrapassar os entraves da política salazarista aguardavam por um barco que os levaria para outros destinos, havia portugueses a juntarem-se à Resistência ou a serem apanhados em buscas a aldeias francesas, que culminavam na detenção de todos os homens que não fossem jovens ou velhos demais para trabalhar a favor do esforço de guerra alemão.Enquanto Portugal era palco de trocas de prisioneiros de guerra, alguns portugueses desapareciam no sistema de campos de concentração nazis.Este livro precioso resulta de uma investigação que deu também origem à reportagem homónima publicada em 2014 pelo jornal, vencedora, entre outros, do prémio Melhor Reportagem Multimédia, atribuído nesse ano pelo Observatório do Ciberjornalismo. O objectivo dessa reportagem foi, em primeiro lugar, descobrir se tinham existido portugueses nos campos de concentração e, em segundo, confirmada a sua existência, contar as suas histórias. Este é um trabalho fundamental, que dá a conhecer factos inéditos sobre os portugueses que, nascidos de norte a sul do país, tiveram passagem, muitas vezes fatal, pelos infames campos disseminados pelo nazismo.Com fotografias do premiado fotojornalista Nelson Garrido.
Nº Páginas: 264
Sinopse:
Toda a verdade sobre os portugueses deportados para os campos de concentração nazis.Portugal adoptou uma posição neutral durante a Segunda Guerra Mundial, mas isso não significa que os seus cidadãos se tenham mantido à margem do conflito que devastou a Europa pela segunda vez no mesmo século, depois da guerra de 1914-1918. Ao mesmo tempo que, no território nacional, se desenvolviam as contradições de uma política espartilhada entre alguma simpatia por Adolf Hitler e a antiga amizade com Inglaterra, com Salazar a fazer tudo para manter o país fora do conflito, os portugueses que tinham emigrado para França sentiam na pele os efeitos da ocupação, dos bombardeamentos e das prisões.Enquanto Lisboa era solo fértil para os espiões, e os refugiados que conseguiam ultrapassar os entraves da política salazarista aguardavam por um barco que os levaria para outros destinos, havia portugueses a juntarem-se à Resistência ou a serem apanhados em buscas a aldeias francesas, que culminavam na detenção de todos os homens que não fossem jovens ou velhos demais para trabalhar a favor do esforço de guerra alemão.Enquanto Portugal era palco de trocas de prisioneiros de guerra, alguns portugueses desapareciam no sistema de campos de concentração nazis.Este livro precioso resulta de uma investigação que deu também origem à reportagem homónima publicada em 2014 pelo jornal, vencedora, entre outros, do prémio Melhor Reportagem Multimédia, atribuído nesse ano pelo Observatório do Ciberjornalismo. O objectivo dessa reportagem foi, em primeiro lugar, descobrir se tinham existido portugueses nos campos de concentração e, em segundo, confirmada a sua existência, contar as suas histórias. Este é um trabalho fundamental, que dá a conhecer factos inéditos sobre os portugueses que, nascidos de norte a sul do país, tiveram passagem, muitas vezes fatal, pelos infames campos disseminados pelo nazismo.Com fotografias do premiado fotojornalista Nelson Garrido.
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Edição: Abr 2019
Nº Páginas: 624
Sinopse:
Os Portugueses costumam ser ignorados pelas outras nações e quando são mencionados, é frequente serem-no de maneira pejorativa. Para muitos estrangeiros, Portugal nem sequer é um lugar que saibam localizar no mapa. A maioria das descrições externas da expansão europeia ultramarina pouco ou nunca mencionam o pioneirismo e a importância portugueses. Cristóvão Colombo e o corsário inglês Francis Drake são muito mais referenciados do que Vasco da Gama, o infante D. Henrique e Pedro Álvares Cabral. Quando se fala de portugueses em países como França e Brasil, é para os descrever como imigrantes ignorantes, com bigode, inteligência limitada e empregos mal pagos. Para o melhor e para o pior, muitos foram os lusíadas que deixaram marcas em todo o planeta. Poucos os conhecem e, em geral, mesmo os casos conhecidos são raros. Sem transmitir a história completa, o autor procura dar uma ideia da importância da emigração portuguesa ao longo da história, visando estimular a curiosidade do leitor e, quem sabe, a vontade de se informar melhor sobre o assunto, noutras fontes.
Nº Páginas: 624
Sinopse:
Os Portugueses costumam ser ignorados pelas outras nações e quando são mencionados, é frequente serem-no de maneira pejorativa. Para muitos estrangeiros, Portugal nem sequer é um lugar que saibam localizar no mapa. A maioria das descrições externas da expansão europeia ultramarina pouco ou nunca mencionam o pioneirismo e a importância portugueses. Cristóvão Colombo e o corsário inglês Francis Drake são muito mais referenciados do que Vasco da Gama, o infante D. Henrique e Pedro Álvares Cabral. Quando se fala de portugueses em países como França e Brasil, é para os descrever como imigrantes ignorantes, com bigode, inteligência limitada e empregos mal pagos. Para o melhor e para o pior, muitos foram os lusíadas que deixaram marcas em todo o planeta. Poucos os conhecem e, em geral, mesmo os casos conhecidos são raros. Sem transmitir a história completa, o autor procura dar uma ideia da importância da emigração portuguesa ao longo da história, visando estimular a curiosidade do leitor e, quem sabe, a vontade de se informar melhor sobre o assunto, noutras fontes.
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Edição: Fev 2012
Nº Páginas: 360
Sinopse:
Portugal é um país que tem sido ocasionalmente tratado como pequeno e relativamente pouco importante.Contudo, este livro demonstra que a realidade é o oposto, mostrando que Portugal tem sido crucial para o desenvolvimento da Europa e do mundo moderno.Abarcando vários séculos, das invasões árabes ao império atlântico, as alianças com Inglaterra, as colónias africanas, o regime de Salazar e a revolução liberal de 1974, o autor tece um elogio da história portuguesa e do seu papel no mundo.
Nº Páginas: 360
Sinopse:
Portugal é um país que tem sido ocasionalmente tratado como pequeno e relativamente pouco importante.Contudo, este livro demonstra que a realidade é o oposto, mostrando que Portugal tem sido crucial para o desenvolvimento da Europa e do mundo moderno.Abarcando vários séculos, das invasões árabes ao império atlântico, as alianças com Inglaterra, as colónias africanas, o regime de Salazar e a revolução liberal de 1974, o autor tece um elogio da história portuguesa e do seu papel no mundo.
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Edição: Mar 2018
Nº Páginas: 600
Sinopse:
Os textos negam a tese de extermínio. Se as cabeças decepadas dos mouros (e cristãos) poderiam espreitar quase de casa em casa, os mouros não se ergueram da terra para serem o só alimento das espadas, primeiro no Garbe europeu, depois espetados de novo pelas lanças de Afonso V. Numa frase, mesmo quase quatro décadas depois, António Borges Coelho surpreende com este seu longo fôlego histórico. DN Artes, 9-8-2008
Nº Páginas: 600
Sinopse:
Os textos negam a tese de extermínio. Se as cabeças decepadas dos mouros (e cristãos) poderiam espreitar quase de casa em casa, os mouros não se ergueram da terra para serem o só alimento das espadas, primeiro no Garbe europeu, depois espetados de novo pelas lanças de Afonso V. Numa frase, mesmo quase quatro décadas depois, António Borges Coelho surpreende com este seu longo fôlego histórico. DN Artes, 9-8-2008
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