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Edição: Set 2025
Nº Páginas: 208
Sinopse: Com o olhar de quem viveu, acompanhou e reflectiu sobre a Revolução Portuguesa de 1974-75, retoma-se também nesta obra a análise da Comuna de Paris, da Revolução Russa e da Revolução Alemã, numa tentativa de entender os elementos que afastam ou aproximam estes grandes momentos históricos.
Edição: Fev 2025
Nº Páginas: 232
Sinopse: O nome de Herodes faz-nos pensar num tirano cujo governo sangrento deixou um rasto de sofrimento na história. Tanto judeus como cristãos criaram mitos sobre a sua crueldade e imprudência: na tradição bíblica ficou conhecido como o rei que ordenou o Massacre dos Inocentes; no Talmude surge como um perseguidor de rabinos. Mas quem foi, afinal, Herodes? Martin Goodman oferece-nos uma visão nova e multifacetada sobre esta personagem histórica, situando-a no seu tempo e no seu espaço: contemporâneo de Júlio César, Augusto, Marco António e Cleópatra, Herodes não foi apenas um déspota. Foi também um político astuto que governou a Judeia no tumultuoso contexto da República Romana e dos inícios do Império. Os abundantes dados literários e arqueológicos disponíveis sobre Herodes permitem que Martin Goodman nos proporcione um relato vívido do rei e da sua ação: as suas origens idumeias, a nomeação por Roma como rei da Judeia, a amizade com influentes personalidades romanas, os grandiosos projetos arquitetónicos e a imagem que quis dar de si próprio como judeu, principalmente através da reconstrução do Templo de Jerusalém. Estas páginas revelam um homem complexo e mostram-nos o seu brilhantismo político e o seu impacto duradouro na região que é hoje Israel.
Edição: Set 2024
Nº Páginas: 192
Sinopse: as fotografias tiradas por soldados portugueses em angola, guiné-bissau e mocambique durante a guerra colonial entre 1961 e 1974, milhares de homens mobilizados para angola, guiné¿bissau e mocambique tiraram fotografias daquilo que os rodeava. conservadas para si ou enviadas pelo correio como prova de vida à distância, estas imagens e as histórias que elas escondem foram mantidas durante anos na estreiteza dos seus círculos pessoais. cinquenta anos depois do fim do conflito, este livro, tal como a exposicão homónima no museu do aljube que lhe deu origem, parte da pesquisa etnográfica com ex-combatentes e suas coleccões fotográficas para explorar as ligacões entre fotografia, memória e história da guerra colonial. às imagens juntam-se ainda textos de investigadores e obras de artistas e compositores que, de diversas formas, reflectem sobre o colonialismo, a guerra e o fim do império português. «é cruzando olhares, atravessando campos disciplinares e multiplicando perguntas que poderemos escavar as muitas camadas de sentido contidas nas fotografias e nas histórias pessoais desta guerra.» ¿ maria josé lobo antunes e inês ponte, coordenacão
Edição: Mar 2024
Nº Páginas: 168
Sinopse: festa. este livro festeja os 50 anos do dia que derrubou uma ditadura de 48 anos. o 25 de abril, catarse e delírio, foi uma das mais impressionantes algazarras de liberdade, loucura, e inocente destrambelhamento colectivo que o modesto povo português já viveu. a liberdade chegou como uma inundacão: proliferaram partidos polí¬ticos; levantaram-se do chão incendiários educadores do povo; agitaram¬-se estandartes; colaram-se cartazes; pichagens pintaram paredes; ruas, largos e avenidas entupiram-se com torrentes de gente em loucas manifs. de tudo isso este livro quer ser a mais despretensiosa ¿ e divertida ¿ testemunha. primeiro, num preâmbulo mansinho, nocturno, visitamos e descrevemos, hora a hora, os incidentes e o suspense da noite de 24 de abril, da madrugada e do dia 25 em que os militares de abril derruba¬ram o estado do estado a que isto chegara.
Edição: Fev 2024
Nº Páginas: 432
Sinopse: esta é uma história negligenciada. não é uma história abrangente, definitiva e exaustiva do mundo, mas algo mais silencioso, íntimo e particular. uma viagem única, a partir de 101 objetos, através das fascinantes ¿ e demasiadas vezes esquecidas ¿ histórias de mulheres.ao abrir este gabinete de curiosidades, encontrará objetos que foram muito apreciados ¿ como a tapecaria de bayeux, disputada por várias nacões ¿ e outros que são mais humildes e domésticos. alguns(como o dildo de vidro do século xvi)são objetos de prazer feminino, outros(um esmagador de polegares)de subjugacão feminina. há artefactos de mulheres celebradas pela história e de mulheres injustamente esquecidas por ela; exemplos de rebeldia feminina e de autorrevelacão; objetos que são inspiradores, curiosos ou(como o chocolate de rádio)apenas fundamentalmente mal concebidos. através da variedade e riqueza de todos estes 101 objetos, de uma pesquisa cuidadosa e de uma narrativa
Edição: Jan 2024
Nº Páginas: 248
Sinopse: O Marquês de Pombal é uma chave importante para compreendermos dimensões relevantes do Portugal e do Brasil de hoje e até de outros países que a sua ação política influenciou. A sua política reformista é fundamental para o processo de unificação do Brasil e das condições estruturantes para a futura independência deste que é um dos maiores países do mundo.
Edição: Nov 2023
Nº Páginas: 392
Sinopse: Novo volume da colecção «O 25 de Abril visto de fora»: Colectânea que representa o que de melhor escreveu um conjunto assinalável de académicos que despertaram, com o 25 de Abril, para o estudo do Portugal contemporâneo. Em parceria com a Comissão Comemorativa 50 anos 25 de Abril. «Os artigos desta coletânea, escritos para o colóquio do International Conference Group on Portugal, em Durham, no New Hampshire, em junho de 1979, tentam colocar a revolução de 25 Abril e o seu rescaldo numa perspetiva que combine a análise das condições históricas e sociais internas de Portugal com a dos acontecimentos internacionais de meados da década de 1970.
Edição: Out 2023
Nº Páginas: 264
Sinopse: Ao longo dos tempos, seja onde for que se tenha imposto um regime com estas características, cometeram-se inúmeros crimes, alguns especialmente aberrantes como os das tiranias de Estaline, Mao ou Pol Pot. O ideal comunista, que no papel é inócuo, converte-se na prática num autêntico pesadelo. Desde a primeira revolução tipicamente socialista ¿ a bolchevique ¿até ao seu epígono mais recente¿a Venezuela bolivariana ¿, a práxis revolucionária custou a vida de milhões de pessoas em todo o mundo e em menos de um século.
Edição: Out 2023
Nº Páginas: 400
Sinopse: COMO AS RAÍZES OCULTAS DA CIÊNCIA MODERNA E A BUSCA PELA VERDADE INCENDIARAM A DISPUTA ENTRE CIÊNCIA E RELIGIÃO, INCENTIVANDO A PROCURA DE CONHECIMENTO. Em 1543, no seu leito de morte, o astrónomo Nicolau Copérnico publicou uma obra fundamental que mudou o mundo, estabelecendo o modelo do cosmos centrado no Sol. Para a maioria dos historiadores, foi este facto que marcou o início da Revolução Científica, mas uma visão alternativa demonstra que ela foi desencadeada pela descoberta de antigos manuscritos egípcios há muito desaparecidos, como o Corpus Hermeticum. Os espantosos segredos dos textos herméticos espalharam o seu fascínio pelas mentes mais brilhantes da época. Pioneiros da ciência, como Copérnico, Bruno, Kepler, Galileu, Bacon, Leibniz ou Newton, inspiraram-se na sabedoria de Hermes Trismegisto para lançar as bases da revolução do pensamento científico que constituiu a base do Iluminismo.
Edição: Set 2023
Nº Páginas: 416
Sinopse: Uma reconstrução detalhada de uma época traumática da História mundial Durante três séculos, os navios negreiros transportaram milhões de pessoas das costas de África até à América. Apesar do muito que já se conhece sobre a escravatura, pouco se sabe sobre estas embarcações e os seus passageiros. Através de uma investigação detalhada, Markus Rediker recria com pormenores assustadores a vida, a morte e o terror dos escravos ¿ mas também das tripulações ¿, bem como o dia a dia nos navios e as doenças, motins e violência. Apresentando histórias reais ¿ como a do jovem raptado da sua aldeia e vendido como escravo por uma tribo vizinha, ou a do capitão que nutria um prazer sádico em manter o seu inferno particular ¿, Rediker relata a tragédia e o desespero, mas igualmente a coragem e resiliência de pessoas despojadas das suas vidas e dispostas a tudo pela sua liberdade.
Edição: Set 2023
Nº Páginas: 176
Sinopse: O que há de comum entre Vladimir Putin e Elon Musk? Uma admiração ilimitada pelos cosmistas russos.
Edição: Mai 2023
Nº Páginas: 360
Sinopse: Um antropólogo audacioso conduz-nos numa viagem pelo mosaico complexo dos rituais humanos, mostrando que alguns dos nossos comportamentos mais irracionais são um fator crucial para o nosso bem-estar.
Edição: Jan 2023
Nº Páginas: 272
Sinopse: Jorge Dezcallar dedicou toda a vida profissional à diplomacia e à política externa. Uma experiência que nos últimos e turbulentos anos lhe permitiu refletir sobre a direção que o mundo toma.Fez a exposição dessas reflexões neste livro agradável, no qual nos deixa inquietações, sugestões e algumas ideias de como poderá ser o rumo da geopolítica a partir de agora. Nada escapa ao seu olhar inteligente: as mudanças provocadas pelas revoluções da tecnologia, da informação e da genética; as relações internacionais dominadas pelos Estados Unidos, pela China e pela Rússia e o papel da União Europeia; os conflitos locais na América do Sul, em África, nos países islâmicos¿; as guerras que já começaram ou estão prestes a começar¿ Tudo isso em ritmo acelerado por causa da pandemia da covid-19. Mas Dezcallar não se limita, nestas páginas, a descrever situações. Também oferece possíveis soluções e estimula o leitor a procurar as suas próprias
Edição: Ago 2022
Nº Páginas: 320
Sinopse: O ano de 1177 a. C. foi um ponto de viragem para o mundo antigo. Grupos conhecidos como Povos do Mar invadiram o Egito.
Edição: Jul 2022
Nº Páginas: 448
Sinopse: No ano de 1357 nasce João, mais um filho ilegítimo do infante D. Pedro. Ascende, ainda criança, a Mestre de Avis e, liderando a ordem e frequentando a corte, atravessará os governos de seu pai e de seu irmão D. Fernando.
Edição: Abr 2022
Nº Páginas: 416
Sinopse: Em 1965, o Governo dos EUA ajudou as forças militares indonésias a matarem cerca de um milhão de civis inocentes. Este foi um dos mais importantes pontos de viragem na história do século XX.
Edição: Abr 2022
Nº Páginas: 288
Sinopse: Durante grande parte da sua existência, a Terra foi um astro inóspito em constante fluxo químico, com mares revoltos, atividade vulcânica de proporções planetárias e uma atmosfera em permanente transformação.
Edição: Mar 2022
Nº Páginas: 232
Sinopse: Os Bourbons, a família que chegou a Espanha no ano de 1700, é a dinastia mais antiga da Europa. Se por alguma razão se distinguiu a maioria dos descendentes de Hugo Capeto, foi pela sua paixão desmedida pela prática do sexo, com uma desenvoltura e um interesse que chamaram a atenção de historiadores e romancistas de todas as épocas. Marta Cibelina, com o seu brilhantismo e a sua ousadia, inventou com este livro um novo género, o do ensaio histórico-sexual, no qual nos são descritos os gostos reais na cama, os seus desejos, os seus vícios, as suas histórias mais apaixonadas e escatológicas, as suas fantasias¿ Um périplo lúdico e rigoroso pelo submundo dos Bourbons, repleto de histórias divertidas e desconhecidas.
Edição: Nov 2021
Nº Páginas: 832
Sinopse: a história de jerusalém é a história do mundo. jerusalém é capital de dois povos, lugar santo para três religiões, é o cenário destinado ao dia do juízo final, o campo de batalha do atual choque de civilizacões. como foi que esta pequena e longínq
Edição: Nov 2021
Nº Páginas: 488
Sinopse: A magia de Pompeia redescoberta ¿ pela mão do principal arqueólogo. Com fotografias a cores e cerca de 200 imagens inéditas que revelam pela primeira vez essas descobertas recentes. Soterrada sob três camadas de lava, Pompeia só foi descoberta em 1748 ¿ ou seja, 1600 anos depois da erupção do Vesúvio ¿ durante uma escavação fortuita.
Edição: Out 2021
Nº Páginas: 384
Sinopse: «Daniel Sokatch fez um trabalho notável nesta história do conflito, usando uma linguagem clara e acessível. Nenhum leitor concordará com tudo o que ele escreve. Isso é bom! Mas todos os leitores serão capazes de reconhecer a sua honestidade, paixão, inteligência e humanidade.»
Edição: Out 2021
Nº Páginas: 304
Sinopse: um retrato vivo e profusamente ilustrado da mais louca e veloz época de que há memória.entre os novos eletrodomésticos que agilizavam a vida doméstica, aos automóveis mais modernos, à frenética vida noturna, dos clubes e cabarets, dos c o mundo respirava de alivio.saida da grande guerra, ao ritmo de charlestons e foxtrots, a europa vivia um periodo de otimismo, esperanca, progresso e de alguma excentricidade.e portugal nao queria ficar de fora destes loucos anos 20.o p
Edição: Out 2025
Nº Páginas: 320
Sinopse: 29 510 PRESOS POLÍTICOS DEVIAM FALAR POR SI. MAS ESTAS HISTÓRIAS NÃO NOS DEIXAM ESQUECER A PRINCIPAL GUARDIÃ DA MAIS LONGA DITADURA PESSOAL DO SÉCULO XX. Reunião de investigações feitas pelo jornalista José Pedro Castanheira ao longo dos anos para o Expresso. Este primeiro volume reporta ao período de Salazar, o segundo incidirá sobre a época de Marcello Caetano. Em 1965, o general Humberto Delgado, inimigo público número 1 de Salazar, foi assassinado perto de Badajoz por uma brigada da PIDE. A chefiá-la estava Rosa Casaco, que, fugido do país a seguir ao 25 de Abril de 1974, viria a ser condenado a oito anos de prisão e a tornar-se, após uma entrevista incluída neste livro, um dos rostos mais emblemáticos desta força policial. Sólido e temido bastião do Estado Novo, ninguém escapava ao raio de acção da PIDE: nem Calouste Gulbenkian, o homem mais rico do mundo, que foi preso em 1942; nem o ex-presidente da República marechal Craveiro Lopes, vítima de chantagem de carácter sexual; nem sequer o bispo D. Eurico Dias Nogueira, submetido a constante vigilância, com cartas interceptadas até para o Vaticano e para o próprio Salazar. «A PIDE foi, antes de tudo o mais, o principal guardião da mais longa ditadura pessoal do século XX e um inimigo jurado da liberdade. Ao longo dos seus 41 anos de existência, sob as designações de PVDE, PIDE ou DGS, fez dezenas de milhares de vítimas. Só presos políticos nominais foram 29 510, o que dava para encher um estádio de futebol de média dimensão. E isto apenas em Portugal, já que nas colónias se ignora o seu número, mas que é seguramente muito superior, atendendo designadamente à extensão, violência e duração das três guerras coloniais.»
Edição: Out 2025
Nº Páginas: 208
Sinopse: Como o amor por um continente pode transformar tantas vidas Marta Martins Silva regressa a África e leva-nos numa viagem que se conta pelas histórias dos que lá nasceram ou viveram quando o «Império português» se estendia àquela terra que se pinta de tons ocre e onde o horizonte se mistura com um céu como não há igual. Num caleidoscópio emocional, portugueses de todas as geografias recordam o absoluto deslumbramento perante os costumes, as cores e a alegria exuberantes de um continente tão diferente da bafienta metrópole. Relembram também a vida que se fazia de misturas descomplexadas, de tempo e de liberdade, partilhando ainda a perda de quem deixou tudo de um dia para o outro e a resignação ¿ único caminho possível ¿ para tantos que tiveram de recomeçar num Portugal que lhes era estranho, sabendo-se «amputados» nas vistas e no coração. Revisitando marcos tão importantes da nossa História, como a Guerra Colonial e a Descolonização, a autora, num equilíbrio entre a acutilância experimentada do jornalismo e a sensibilidade da palavra literária, traz-nos relatos extraordinários de mulheres e homens que não resistiram ao apelo da terra-mãe e de outros que, passados tantos anos, continuam a alimentar a esperança de regressar a esta África-casa, um encontro, para muitos, continuamente adiado. Porém, quando a memória os convida, embarcam numa ponte aérea emocional que os leva a esta África (para sempre) deles e que agora partilham nestas páginas.
Edição: Out 2025
Nº Páginas: 216
Sinopse: O 25 de Abril de 1974 desencadeou um processo revolucionário, que se concluiu, dois anos depois, com a vitória do modelo de democracia pluralista e forte dimensão social consagrado na Constituição. Esta revolução democrática acabou com o ciclo colonial, recentrou Portugal na Europa e abriu caminho a uma profunda transformação em todos os domínios, da demografia aos padrões de comportamento. Obrigou os portugueses a repensarem-se como comunidade, respondendo à pergunta: quem somos nós, quem queremos ser? Este ensaio procura interpretar o 25 de Abril e a Revolução a partir da literatura e do cinema produzidos durante ou logo após o seu curso. Para isso, explora o seguinte desafio: se olharmos a partir dos romances de Lobo Antunes, Saramago, Lídia Jorge, Olga Gonçalves, Almeida Faria, ou da poesia de Sophia, Sena, Ruy Belo, Knopfli, ou dos diários de Torga, Vergílio Ferreira e Natália Correia, ou dos filmes de António Reis, Seixas Santos, Fernando Lopes, Oliveira e tantos outros, que Revolução dos Cravos vemos? «Não trato da cultura como consequência da Revolução. \[¿] O que pretendo é outra coisa: é precisamente olhar para a Revolução a partir da cultura, é usar a cultura como um prisma que permita ver de certa maneira a Revolução. É que a perspetiva cultural, que projeta imagens de certa natureza e conformação, é elemento necessário e principal do que é uma revolução: não há revolução sem as imagens a seu propósito construídas.»
Edição: Jul 2025
Nº Páginas: 280
Sinopse: Portugal foi pioneiro na abolição da escravatura? Olivença é mesmo nossa? Quando é que nasceram, de facto, os três grandes do futebol português? O 25 de Abril foi realmente uma revolução pacífica? «Fomos o primeiro país a acabar com a pena de morte!» Ora aqui está um bom exemplo de uma mentira repetida tantas vezes que acabou promovida a verdade absoluta. Infelizmente, este «orgulho nacional» não passa de um mito: não só não fomos os primeiros, como mantivemos a pena capital, em certos contextos, até bastante mais tarde do que outros países. A mentira tem perna curta, mas esta parece ter perdurado. Neste livro, Ricardo Raimundo, historiador e autor de referência na área da divulgação histórica, analisa as versões mais populares - e nem sempre verdadeiras - da nossa História. Com base numa investigação sólida, ele desmonta mitos, corrige falsidades repetidas ao longo de gerações e expõe manipulações de acontecimentos que marcaram os séculos XIX, XX e XXI. Um livro indispensável para repensar o que julgávamos saber sobre a História de Portugal.
Edição: Mar 2025
Nº Páginas: 400
Sinopse: Cleópatra, uma das figuras mais icónicas da história, é justamente lembrada como uma governante inteligente e carismática. Mas poucos hoje sabem que ela foi a última de uma longa linha de rainhas egípcias conhecidas por esse nome.¿¿ ¿Em As Cleópatras, o historiador Lloyd Llewellyn-Jones conta a história dramática dessas sete mulheres incomparáveis, reconstituindo vividamente o mundo perdido do Egito helenístico e traçando os últimos séculos do reino antes da sua queda nas mãos de Roma. As Cleópatras eram descendentes de língua grega de Ptolomeu, o general que conquistou o Egito ao lado de Alexandre, o Grande. Eram muito próximas como mães, filhas, irmãs, meias-irmãs e sobrinhas. Cada uma exercia poder absoluto, ofuscando facilmente os seus maridos ou os seus filhos, e todas demonstraram ser líderes astutas e competentes. Assumindo-se como deusas-rainhas, as Cleópatras governaram através da implantação de rituais arcanos, espetáculos opulentos e riqueza incomparável. Governaram no meio de turbulências políticas e intrigas da corte, lideraram exércitos em batalhas e comandaram frotas de navios, e impiedosamente aniquilaram os seus rivais dinásticos.¿¿¿ As Cleópatras é uma biografia fascinante e de sete mulheres extraordinárias, devolvendo-lhes o seu merecido lugar entre os maiores governantes da História.
Edição: Set 2024
Nº Páginas: 296
Sinopse: um dos aspectos muito pouco conhecidos do 25 de abril português é a relacão que teve com os militares democratas espanhóis. cinquenta anos depois da revolucão dos cravos, é hora de revelar essa história com todos os detalhes e de homenagear aqueles homens que, de ambos os lados da fronteira, lutaram pela democratizacão da península ibérica e pela sua integracão numa europa que já acabara com as ditaduras décadas antes. enquanto no país vizinho triunfava um golpe protagonizado por capitães, em espanha perseguia-se ferozmente os homens agrupados sob a sigla da união militar democrática(umd). neste livro revisita-se a história comum desses militares espanhóis e portugueses, os seus contatos clandestinos, o apoio que os capitães de abril deram à umd, bem como as viagens de uns e de outros nessas datas. uma história até agora desconhecida. a espanha democrática ainda lhes deve uma homenagem e o reconhecimento público por terem «molhado a pólvora» do
