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Edição: Jan 2025
Nº Páginas: 424
Sinopse:
Como será o mundo em 2050? Como é que forças complexas de mudança - a demografia, a pressão sobre os recursos e o ambiente, o comércio e finanças internacionais, a tecnologia e o papel dos governos - afetarão a nossa sociedade global? E como é que, com tantas incógnitas, nos podemos preparar para o futuro? Hamish McRae é uma das vozes mais importantes sobre as tendências globais na economia, nos negócios e na sociedade, e nesta obra leva-nos numa viagem emocionante pelo futuro da humanidade. Com base em décadas de investigação e conciliando análise económica e perspetiva histórica, Hamish McRae pondera as oportunidades e os perigos que enfrentamos para nos ajudar a traçar um mapa do futuro. Por exemplo: em 2050, cerca de dois terços da população mundial terão níveis de vida de classe média ou superiores
Nº Páginas: 424
Sinopse:
Como será o mundo em 2050? Como é que forças complexas de mudança - a demografia, a pressão sobre os recursos e o ambiente, o comércio e finanças internacionais, a tecnologia e o papel dos governos - afetarão a nossa sociedade global? E como é que, com tantas incógnitas, nos podemos preparar para o futuro? Hamish McRae é uma das vozes mais importantes sobre as tendências globais na economia, nos negócios e na sociedade, e nesta obra leva-nos numa viagem emocionante pelo futuro da humanidade. Com base em décadas de investigação e conciliando análise económica e perspetiva histórica, Hamish McRae pondera as oportunidades e os perigos que enfrentamos para nos ajudar a traçar um mapa do futuro. Por exemplo: em 2050, cerca de dois terços da população mundial terão níveis de vida de classe média ou superiores
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Edição: Jan 2025
Nº Páginas: 256
Sinopse:
Com o final da Guerra Civil Chinesa, em 1949, nasceram duas Chinas. Os comunistas de Mao venceram e tomaram o território continental
Nº Páginas: 256
Sinopse:
Com o final da Guerra Civil Chinesa, em 1949, nasceram duas Chinas. Os comunistas de Mao venceram e tomaram o território continental
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Edição: Mar 2025
Nº Páginas: 256
Sinopse:
Apresentada tradicionalmente como uma mulher sem escrúpulos, ambiciosa e hostil a Portugal, Carlota Joaquina é ainda hoje uma das mais controversas figuras da história. Com apenas dez anos de idade, chegou a Lisboa casada com o futuro D. João VI, sendo de imediato objecto de escrutínio geral - por parte da corte, da nobreza, da burguesia e do povo, que viam na infanta espanhola um instrumento ao serviço do seu país. Numa época marcada por grandes convulsões na Europa e no mundo, Carlota Joaquina desde cedo demonstrou sentido de dever, visão estratégica e capacidade de liderança, não temendo afirmar a sua autoridade e de exercer o poder e os direitos inerentes à condição de rainha consorte. Resultado de profunda e rigorosa investigação, esta obra rejeita simplificações e narrativas baseadas em preconceitos, convidando os leitores à reflexão sobre os limites do poder e as ambiguidades da condição feminina. Não pretendendo reabilitar ou glorificar uma das mais complexas figuras da História de Portugal, D. Carlota Joaquina - Entre o Dever e a Transgressão analisa a princesa do Brasil a partir de um novo prisma e enquadra o seu comportamento e a sua acção num contexto mais amplo, num esforço de compreender a rainha e a mulher na sua pluralidade.
Nº Páginas: 256
Sinopse:
Apresentada tradicionalmente como uma mulher sem escrúpulos, ambiciosa e hostil a Portugal, Carlota Joaquina é ainda hoje uma das mais controversas figuras da história. Com apenas dez anos de idade, chegou a Lisboa casada com o futuro D. João VI, sendo de imediato objecto de escrutínio geral - por parte da corte, da nobreza, da burguesia e do povo, que viam na infanta espanhola um instrumento ao serviço do seu país. Numa época marcada por grandes convulsões na Europa e no mundo, Carlota Joaquina desde cedo demonstrou sentido de dever, visão estratégica e capacidade de liderança, não temendo afirmar a sua autoridade e de exercer o poder e os direitos inerentes à condição de rainha consorte. Resultado de profunda e rigorosa investigação, esta obra rejeita simplificações e narrativas baseadas em preconceitos, convidando os leitores à reflexão sobre os limites do poder e as ambiguidades da condição feminina. Não pretendendo reabilitar ou glorificar uma das mais complexas figuras da História de Portugal, D. Carlota Joaquina - Entre o Dever e a Transgressão analisa a princesa do Brasil a partir de um novo prisma e enquadra o seu comportamento e a sua acção num contexto mais amplo, num esforço de compreender a rainha e a mulher na sua pluralidade.
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Edição: Jan 2025
Nº Páginas: 192
Sinopse:
Princesas portuguesas rainhas no estrangeiro apresenta ao leitor a biografia de dezoito infantas que ao longo dos séculos ocuparam poderosos tronos na Europa. Utilizadas ao longo dos tempos como mais um elemento em complexas manobras de poder ou como meros peões em alianças estratégicas, as infantas portuguesas que reinaram no estrangeiro foram também importantes embaixadoras de Portugal, divulgando além-fronteiras a tradição, a cultura, os usos e os costumes nacionais. De D. Urraca, filha de D. Afonso Henriques e de D. Mafalda, a D. Maria Isabel, filha de D. João VI e de Carlota Joaquina, este livro dá a conhecer a vida de mulheres que foram amadas, influentes e admiradas, mas também de soberanas que conheceram a traição, a infelicidade ou o repúdio. Com a publicação de Princesas portuguesas rainhas no estrangeiro, as Edições Parsifal mostram uma faceta pouco conhecida da História de Portugal e desvendam percursos de vida que surpreenderão os leitores.
Nº Páginas: 192
Sinopse:
Princesas portuguesas rainhas no estrangeiro apresenta ao leitor a biografia de dezoito infantas que ao longo dos séculos ocuparam poderosos tronos na Europa. Utilizadas ao longo dos tempos como mais um elemento em complexas manobras de poder ou como meros peões em alianças estratégicas, as infantas portuguesas que reinaram no estrangeiro foram também importantes embaixadoras de Portugal, divulgando além-fronteiras a tradição, a cultura, os usos e os costumes nacionais. De D. Urraca, filha de D. Afonso Henriques e de D. Mafalda, a D. Maria Isabel, filha de D. João VI e de Carlota Joaquina, este livro dá a conhecer a vida de mulheres que foram amadas, influentes e admiradas, mas também de soberanas que conheceram a traição, a infelicidade ou o repúdio. Com a publicação de Princesas portuguesas rainhas no estrangeiro, as Edições Parsifal mostram uma faceta pouco conhecida da História de Portugal e desvendam percursos de vida que surpreenderão os leitores.
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Edição: Jan 2025
Nº Páginas: 120
Sinopse:
Os sinais de alarme provocados por um eventual retorno do fascismo estão a disparar na direção errada. A atenção dos democratas intranquilos tem vindo a concentrar-se nas demonstrações mais evidentes do fenómeno: gestos identitários (saudações romanas, cruzes célticas), violência física, manifestações de ódio racial. Porém, a tudo isto - que é evidentemente condenável - sobrepõe-se algo mais perigoso e menos óbvio: os movimentos políticos que operam dentro das regras do jogo democrático, manifestando, simultaneamente, características herdadas do fascismo do século XX. Esses partidos - muitas vezes difíceis de classificar nas categorias de direita e esquerda - são convencionalmente definidos como populistas ou soberanistas. Enquanto os nostálgicos declarados do nazifascismo não passam de um fenómeno de nicho, os populistas europeus e americanos descendem - conscientemente ou não - não do Mussolini fundador do partido fascista, mas do Mussolini que primeiro intuiu os mecanismos de sedução política na sociedade de massas. Neste livro, Scurati identifica as leis e armadilhas do fascismo, oferecendo-nos um texto fundamental para entender a época inquietante que estamos a atravessar.
Nº Páginas: 120
Sinopse:
Os sinais de alarme provocados por um eventual retorno do fascismo estão a disparar na direção errada. A atenção dos democratas intranquilos tem vindo a concentrar-se nas demonstrações mais evidentes do fenómeno: gestos identitários (saudações romanas, cruzes célticas), violência física, manifestações de ódio racial. Porém, a tudo isto - que é evidentemente condenável - sobrepõe-se algo mais perigoso e menos óbvio: os movimentos políticos que operam dentro das regras do jogo democrático, manifestando, simultaneamente, características herdadas do fascismo do século XX. Esses partidos - muitas vezes difíceis de classificar nas categorias de direita e esquerda - são convencionalmente definidos como populistas ou soberanistas. Enquanto os nostálgicos declarados do nazifascismo não passam de um fenómeno de nicho, os populistas europeus e americanos descendem - conscientemente ou não - não do Mussolini fundador do partido fascista, mas do Mussolini que primeiro intuiu os mecanismos de sedução política na sociedade de massas. Neste livro, Scurati identifica as leis e armadilhas do fascismo, oferecendo-nos um texto fundamental para entender a época inquietante que estamos a atravessar.
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Edição: Nov 2024
Nº Páginas: 424
Sinopse:
Uma outra visão do nosso passado através de 100 histórias notáveis e inesquecíveis. Do domínio de Gengis Khan sobre a Terra aos primeiros passos de Armstrong na Lua, esta obra abrangente e original apresenta 100 momentos que definiram a humanidade e mudaram o nosso mundo para sempre. O prestigiado arqueólogo britânico Neil Oliver leva-nos numa viagem pelo globo para nos apresentar uma visão única e fundamental sobre grandes acontecimentos históricos ao longo de um vasto período. Estes 100 momentos são cruciais para compreender o mundo que hoje conhecemos. A obra inclui factos, personagens e ações incontornáveis, dando-nos uma visão única, original e surpreendente sobre a nossa história coletiva. Para quem quer um relato extraordinário de como o nosso mundo foi feito desde cinco mil anos antes de Cristo até ao presente.
Nº Páginas: 424
Sinopse:
Uma outra visão do nosso passado através de 100 histórias notáveis e inesquecíveis. Do domínio de Gengis Khan sobre a Terra aos primeiros passos de Armstrong na Lua, esta obra abrangente e original apresenta 100 momentos que definiram a humanidade e mudaram o nosso mundo para sempre. O prestigiado arqueólogo britânico Neil Oliver leva-nos numa viagem pelo globo para nos apresentar uma visão única e fundamental sobre grandes acontecimentos históricos ao longo de um vasto período. Estes 100 momentos são cruciais para compreender o mundo que hoje conhecemos. A obra inclui factos, personagens e ações incontornáveis, dando-nos uma visão única, original e surpreendente sobre a nossa história coletiva. Para quem quer um relato extraordinário de como o nosso mundo foi feito desde cinco mil anos antes de Cristo até ao presente.
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Edição: Fev 2025
Nº Páginas: 176
Sinopse:
O mais célebre dos monstros do século XX finalmente desmistificado. Em Hitler, Verdades e Lendas, o historiador Claude Quétel traça o retrato de uma figura enigmática em si mesma um tema universal. Que mais se pode dizer sobre Hitler após a publicação de milhares de artigos e livros? Na verdade, não se trata de dizer mais, mas de dizer a coisa certa. Baseando-se nos avanços mais recentes da imensa bibliografia consagrada ao ditador nazi, Claude Quétel responde, em 20 capítulos, às perguntas que todos fazem, mas às quais poucos conseguem responder: Hitler teve uma infância feliz? Era realmente um estratega? Era viciado em trabalho? Foi sempre antissemita? Foi um herói da I Grande Guerra? Numa síntese que lança uma luz diferente sobre a verdadeira personalidade da figura do nazismo, Claude Quétel demonstra que a redacção de Mein Kampf não tinha por trás um plano. Que a sua marcha para o poder poderia ter sido travada. Que Adolf Hitler era um mau estratega.
Nº Páginas: 176
Sinopse:
O mais célebre dos monstros do século XX finalmente desmistificado. Em Hitler, Verdades e Lendas, o historiador Claude Quétel traça o retrato de uma figura enigmática em si mesma um tema universal. Que mais se pode dizer sobre Hitler após a publicação de milhares de artigos e livros? Na verdade, não se trata de dizer mais, mas de dizer a coisa certa. Baseando-se nos avanços mais recentes da imensa bibliografia consagrada ao ditador nazi, Claude Quétel responde, em 20 capítulos, às perguntas que todos fazem, mas às quais poucos conseguem responder: Hitler teve uma infância feliz? Era realmente um estratega? Era viciado em trabalho? Foi sempre antissemita? Foi um herói da I Grande Guerra? Numa síntese que lança uma luz diferente sobre a verdadeira personalidade da figura do nazismo, Claude Quétel demonstra que a redacção de Mein Kampf não tinha por trás um plano. Que a sua marcha para o poder poderia ter sido travada. Que Adolf Hitler era um mau estratega.
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Edição: Fev 2025
Nº Páginas: 144
Sinopse:
O pacto entre nazis e comunistas ofereceu a Hitler as asas da guerra. O Pacto Nazi-Soviético, da autoria de Manuel S. Fonseca, apresenta aos leitores portugueses um conjunto de documentos essenciais para se compreender o começo da II Guerra Mundial. Hitler e Estaline assinaram um Pacto de Não Agressão, em 23 de Agosto de 1939. Oito dias depois Hitler invadiu a Polónia. Se o pacto era um acordo de paz, como foi possível que tenha sido, como o foi, o tiro de partido para a guerra? Se Hitler e Estaline assinaram um acordo de paz, por que razão não há no pacto nenhuma cláusula que desobrigue as partes no caso de um deles começar uma guerra de agressão? O pacto era só o texto, que foi anunciado candidamente ao mundo, ou havia, por baixo da mesa, protocolos secretos? Se a União Soviética queria a paz, até para recuperar o seu exército, que as purgas de Estaline teriam enfraquecido, por que
Nº Páginas: 144
Sinopse:
O pacto entre nazis e comunistas ofereceu a Hitler as asas da guerra. O Pacto Nazi-Soviético, da autoria de Manuel S. Fonseca, apresenta aos leitores portugueses um conjunto de documentos essenciais para se compreender o começo da II Guerra Mundial. Hitler e Estaline assinaram um Pacto de Não Agressão, em 23 de Agosto de 1939. Oito dias depois Hitler invadiu a Polónia. Se o pacto era um acordo de paz, como foi possível que tenha sido, como o foi, o tiro de partido para a guerra? Se Hitler e Estaline assinaram um acordo de paz, por que razão não há no pacto nenhuma cláusula que desobrigue as partes no caso de um deles começar uma guerra de agressão? O pacto era só o texto, que foi anunciado candidamente ao mundo, ou havia, por baixo da mesa, protocolos secretos? Se a União Soviética queria a paz, até para recuperar o seu exército, que as purgas de Estaline teriam enfraquecido, por que
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Edição: Fev 2025
Nº Páginas: 304
Sinopse:
Os grande reis da nossa história numa análise única e distinta de Helena Sacadura Cabral. Ao longo da nossa História, vários foram os reis que tiveram papéis determinantes na definição daquele que é hoje o nosso país. Helena Sacadura Cabral faz uma leitura pessoal de nove séculos de governação, escolhendo os reis que se distinguiram no exercício do poder e se revelaram seres humanos especiais. Da fundação da nacionalidade com D. Afonso Henriques ao fim da monarquia com D. Carlos I, este livro percorre os reinados marcantes de D. Dinis, D. João I, D. João II, D. Manuel I, D. João IV, D. José I e D. João VI. A autora faz um retrato destes nove reis com o objetivo de descobrir quem foram de facto as pessoas que se esconderam por detrás das personagens que a vida encarregou de colocar, ao longo dos séculos, como nossos governantes, marcando o rumo de Portugal.
Nº Páginas: 304
Sinopse:
Os grande reis da nossa história numa análise única e distinta de Helena Sacadura Cabral. Ao longo da nossa História, vários foram os reis que tiveram papéis determinantes na definição daquele que é hoje o nosso país. Helena Sacadura Cabral faz uma leitura pessoal de nove séculos de governação, escolhendo os reis que se distinguiram no exercício do poder e se revelaram seres humanos especiais. Da fundação da nacionalidade com D. Afonso Henriques ao fim da monarquia com D. Carlos I, este livro percorre os reinados marcantes de D. Dinis, D. João I, D. João II, D. Manuel I, D. João IV, D. José I e D. João VI. A autora faz um retrato destes nove reis com o objetivo de descobrir quem foram de facto as pessoas que se esconderam por detrás das personagens que a vida encarregou de colocar, ao longo dos séculos, como nossos governantes, marcando o rumo de Portugal.
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Edição: Nov 2024
Nº Páginas: 408
Sinopse:
A emocionante história verídica do Agente A12, o mais antigo inimigo dos nazis e o primeiro espião a decifrar o mais mortífero código secreto de Hitler: a estrutura da solução final. Todos conheciam o Dr. Winthrop Bell como professor de Filosofia de Harvard e um homem de negócios rico. Mas vivia uma vida dupla. Como espião do MI6, o agente secreto A12 levou uma vida cheia de ação para desvendar a emergente conspiração nazi em Berlim, em 1919. Os seus relatórios, o primeiro aviso da conspiração nazi para a Segunda Guerra Mundial, foram diretamente enviados a um homem conhecido como C, o misterioso fundador do MI6, e a vários primeiros-ministros. Nessa época, um poderoso político fascista trabalhou discretamente para suprimir estes alertas. No entanto, os serviços secretos do Dr. Bell sabotaram os nazis de formas só agora reveladas, neste livro. Com a aproximação da Segunda Guerra Mundial, Bell tornou-se novamente um espião. Em 1939, foi o primeiro a decifrar o código secreto mais mortífero de Hitler: o plano para o Holocausto. Com a popularidade de Hitler na altura, poderia alguém acreditar no aviso chocante de Bell? Ao travar uma guerra de informações épica entre a Ucrânia, a Rússia e a Polónia, a França, a Alemanha, o Canadá e Washington, D.C., o A12 era o 007 da vida real, lutando sozinho contra loucos determinados a destruir o mundo. Sem a coragem espantosa de Bell, os nazis poderiam ter ganhado a guerra.
Nº Páginas: 408
Sinopse:
A emocionante história verídica do Agente A12, o mais antigo inimigo dos nazis e o primeiro espião a decifrar o mais mortífero código secreto de Hitler: a estrutura da solução final. Todos conheciam o Dr. Winthrop Bell como professor de Filosofia de Harvard e um homem de negócios rico. Mas vivia uma vida dupla. Como espião do MI6, o agente secreto A12 levou uma vida cheia de ação para desvendar a emergente conspiração nazi em Berlim, em 1919. Os seus relatórios, o primeiro aviso da conspiração nazi para a Segunda Guerra Mundial, foram diretamente enviados a um homem conhecido como C, o misterioso fundador do MI6, e a vários primeiros-ministros. Nessa época, um poderoso político fascista trabalhou discretamente para suprimir estes alertas. No entanto, os serviços secretos do Dr. Bell sabotaram os nazis de formas só agora reveladas, neste livro. Com a aproximação da Segunda Guerra Mundial, Bell tornou-se novamente um espião. Em 1939, foi o primeiro a decifrar o código secreto mais mortífero de Hitler: o plano para o Holocausto. Com a popularidade de Hitler na altura, poderia alguém acreditar no aviso chocante de Bell? Ao travar uma guerra de informações épica entre a Ucrânia, a Rússia e a Polónia, a França, a Alemanha, o Canadá e Washington, D.C., o A12 era o 007 da vida real, lutando sozinho contra loucos determinados a destruir o mundo. Sem a coragem espantosa de Bell, os nazis poderiam ter ganhado a guerra.
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Edição: Nov 2024
Nº Páginas: 456
Sinopse:
A leitura incontornável sobre a nossa história e epopeia global. Sem uma razão de ser geográfica e sem raízes políticas óbvias no passado romano, germânico ou islâmico, Portugal permaneceu por muito tempo um pequeno reino em dificuldades na periferia da Europa. Então, no início do século XV, este improvável povo volta-se para o mar e constrói um império global. Como foi possível essa transformação? Que factos marcaram a constituição de Portugal e moldaram o caráter luso? Baseando-se maioritariamente em estudos históricos posteriores ao 25 de Abril, esta obra apresenta uma visão abrangente e fundamentada da História de Portugal desde os tempos pré-romanos até à invasão francesa de 1807.
Nº Páginas: 456
Sinopse:
A leitura incontornável sobre a nossa história e epopeia global. Sem uma razão de ser geográfica e sem raízes políticas óbvias no passado romano, germânico ou islâmico, Portugal permaneceu por muito tempo um pequeno reino em dificuldades na periferia da Europa. Então, no início do século XV, este improvável povo volta-se para o mar e constrói um império global. Como foi possível essa transformação? Que factos marcaram a constituição de Portugal e moldaram o caráter luso? Baseando-se maioritariamente em estudos históricos posteriores ao 25 de Abril, esta obra apresenta uma visão abrangente e fundamentada da História de Portugal desde os tempos pré-romanos até à invasão francesa de 1807.
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Edição: Nov 2024
Nº Páginas: 208
Sinopse:
Para Jaime Nogueira Pinto a resposta está no longo tempo de domínio cultural da Esquerda no mundo euroamericano, particularmente em Portugal, onde esse domínio é até anterior à revolução, e no consequente desconhecimento da história e do pensamento de uma Direita quase sempre amalgamada e definida pelos seus inimigos. Mas, afinal, o que é que define a Direita? Haverá um núcleo duro identitário, um pessimismo antropológico à Maquiavel ou uma consciência da persistência do pecado original na natureza humana que a definam como um todo contra o suposto optimismo antropológico à Rousseau da Esquerda? Ou será a sua identificação como Direita - e a sua demarcação da Esquerda - quase sempre feita de alianças circunstanciais perante inimigos ou um inimigo principal? Numa viagem ao longo da História, Jaime Nogueira Pinto reflecte sobre as diferentes famílias políticas direitistas e traça a filiação das novas direitas populares, confrontando-as com os movimentos fascistas de há um século.
Nº Páginas: 208
Sinopse:
Para Jaime Nogueira Pinto a resposta está no longo tempo de domínio cultural da Esquerda no mundo euroamericano, particularmente em Portugal, onde esse domínio é até anterior à revolução, e no consequente desconhecimento da história e do pensamento de uma Direita quase sempre amalgamada e definida pelos seus inimigos. Mas, afinal, o que é que define a Direita? Haverá um núcleo duro identitário, um pessimismo antropológico à Maquiavel ou uma consciência da persistência do pecado original na natureza humana que a definam como um todo contra o suposto optimismo antropológico à Rousseau da Esquerda? Ou será a sua identificação como Direita - e a sua demarcação da Esquerda - quase sempre feita de alianças circunstanciais perante inimigos ou um inimigo principal? Numa viagem ao longo da História, Jaime Nogueira Pinto reflecte sobre as diferentes famílias políticas direitistas e traça a filiação das novas direitas populares, confrontando-as com os movimentos fascistas de há um século.
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Edição: Out 2024
Nº Páginas: 376
Sinopse:
Embora muito tenha mudado ao longo dos milénios, a natureza humana permanece inalterada. Por isso mesmo, as sociedades modernas não estão imunes ao horror de guerras como as que dizimaram diversas culturas milenares, poderosas e, aparentemente, indestrutíveis.
Nº Páginas: 376
Sinopse:
Embora muito tenha mudado ao longo dos milénios, a natureza humana permanece inalterada. Por isso mesmo, as sociedades modernas não estão imunes ao horror de guerras como as que dizimaram diversas culturas milenares, poderosas e, aparentemente, indestrutíveis.
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Edição: Out 2024
Nº Páginas: 652
Sinopse:
A década de 1980 em Portugal foi a primeira a começar em democracia - a primeira em que toda uma geração viveu sem a sombra da ditadura. Os portugueses fizeram dessa época um tempo extraordinário, dominados pela sensação de que cada novo ano seria ainda mais espantoso do que o anterior. Nem tudo foi bom, é certo. Dramas como o trabalho infantil, a heroína, a SIDA, os bairros de lata ou a vulgarização dos salários em atraso escurecem as recordações mais otimistas. No entanto, esse lado negro não é o que prevalece naqueles que cresceram nessa era. Se a década começou triste, atrasada e falida, avançou numa crescente sede de modernidade e num ambiente de despreocupação, sobretudo entre os mais novos, que hoje parecem irrepetíveis. E quando os anos oitenta terminaram, Portugal era um país promissor, de mangas arregaçadas a encarar o futuro. Entre a memória autobiográfica e a evocação de alguns dos acontecimentos que mais marcaram o país e o mundo nesses anos, A Década Prodigiosa é uma viagem a um passado onde tudo parecia possível, numa narrativa em que o retrato de época se cruza com a inevitável nostalgia de uma certa inocência perdida.
Nº Páginas: 652
Sinopse:
A década de 1980 em Portugal foi a primeira a começar em democracia - a primeira em que toda uma geração viveu sem a sombra da ditadura. Os portugueses fizeram dessa época um tempo extraordinário, dominados pela sensação de que cada novo ano seria ainda mais espantoso do que o anterior. Nem tudo foi bom, é certo. Dramas como o trabalho infantil, a heroína, a SIDA, os bairros de lata ou a vulgarização dos salários em atraso escurecem as recordações mais otimistas. No entanto, esse lado negro não é o que prevalece naqueles que cresceram nessa era. Se a década começou triste, atrasada e falida, avançou numa crescente sede de modernidade e num ambiente de despreocupação, sobretudo entre os mais novos, que hoje parecem irrepetíveis. E quando os anos oitenta terminaram, Portugal era um país promissor, de mangas arregaçadas a encarar o futuro. Entre a memória autobiográfica e a evocação de alguns dos acontecimentos que mais marcaram o país e o mundo nesses anos, A Década Prodigiosa é uma viagem a um passado onde tudo parecia possível, numa narrativa em que o retrato de época se cruza com a inevitável nostalgia de uma certa inocência perdida.
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Edição: Mar 2025
Nº Páginas: 184
Sinopse:
O escaldante Verão em que alunas e alunos de liceu foram abertura de telejornais e tema de debate no parlamento. Os Putos do PREC ¿ Os Estudantes no Verão Quente de 1975, de Pedro Prostes da Fonseca, é o fantástico retrato de um tempo anacrónico aos olhos de hoje, com os liceus e as escolas em deli-rante sublevação. 1975. Um ano após a Revolução dos Cravos. Têm 14, 15, 16 anos e estão autorizados a participar em órgãos de gestão das escolas secundárias. São activos; devoram livros políticos. A sociedade está agitada, eles estão hiperagitados. No liceu Pedro Nunes, o Ministério da Educação coloca sargentos para controlar a pancadaria entre os alunos. Um dos mi¬litares é barbaramente agredido por jovens do MRPP. O caos no D. Dinis, outro liceu de Lisboa em ebulição, chega a ser tema de discussão na Assembleia da República. Há as passagens administrativas, as aulas a arrancar em Janeiro, o serviço cívico, as campanhas de alfabetização. Adolescentes
Nº Páginas: 184
Sinopse:
O escaldante Verão em que alunas e alunos de liceu foram abertura de telejornais e tema de debate no parlamento. Os Putos do PREC ¿ Os Estudantes no Verão Quente de 1975, de Pedro Prostes da Fonseca, é o fantástico retrato de um tempo anacrónico aos olhos de hoje, com os liceus e as escolas em deli-rante sublevação. 1975. Um ano após a Revolução dos Cravos. Têm 14, 15, 16 anos e estão autorizados a participar em órgãos de gestão das escolas secundárias. São activos; devoram livros políticos. A sociedade está agitada, eles estão hiperagitados. No liceu Pedro Nunes, o Ministério da Educação coloca sargentos para controlar a pancadaria entre os alunos. Um dos mi¬litares é barbaramente agredido por jovens do MRPP. O caos no D. Dinis, outro liceu de Lisboa em ebulição, chega a ser tema de discussão na Assembleia da República. Há as passagens administrativas, as aulas a arrancar em Janeiro, o serviço cívico, as campanhas de alfabetização. Adolescentes
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Edição: Out 2024
Nº Páginas: 264
Sinopse:
Os antigos persas debatiam as questões políticas duas vezes: uma bêbedos e outra sóbrios. Os vikings acreditavam que o hidromel era a fonte da poesia. A punição asteca para a embriaguez era o estrangulamento público. E os londrinos do século XVIII viram-se obrigados a comprar gin a um gato mecânico. Ao longo da História, cada civilização encontrou uma forma de celebrar, ou de controlar, a eterna tendência humana para se enfrascar. Em quase todas as culturas do mundo há bebidas alcoólicas, e onde há álcool há bebedeira. Mas em cada época e em cada lugar a embriaguez é um pouco diferente. Pode ser de cariz religioso ou sexual. Pode ser o dever dos reis ou o alívio dos camponeses. Pode ser uma oferenda aos antepassados ou uma forma de assinalar o fim de um dia de trabalho. Pode levar uma pessoa a dormir ou prepará-la para combater. Fazendo paragens pelo mundo, a Breve História da Bebedeira celebra a paixão que a humanidade tem pelo álcool, desde os nossos antepassados primatas até aos refratários à Lei Seca americana, respondendo a todas as perguntas possíveis ao longo do caminho: o que é que as pessoas bebiam? Quanto? Quem é que bebia? Entre as muitas razões possíveis, porquê? Ficará maravilhado com a forma como os gregos ficavam grossos e os sumérios apanhavam bebedeiras de caixão à cova
Nº Páginas: 264
Sinopse:
Os antigos persas debatiam as questões políticas duas vezes: uma bêbedos e outra sóbrios. Os vikings acreditavam que o hidromel era a fonte da poesia. A punição asteca para a embriaguez era o estrangulamento público. E os londrinos do século XVIII viram-se obrigados a comprar gin a um gato mecânico. Ao longo da História, cada civilização encontrou uma forma de celebrar, ou de controlar, a eterna tendência humana para se enfrascar. Em quase todas as culturas do mundo há bebidas alcoólicas, e onde há álcool há bebedeira. Mas em cada época e em cada lugar a embriaguez é um pouco diferente. Pode ser de cariz religioso ou sexual. Pode ser o dever dos reis ou o alívio dos camponeses. Pode ser uma oferenda aos antepassados ou uma forma de assinalar o fim de um dia de trabalho. Pode levar uma pessoa a dormir ou prepará-la para combater. Fazendo paragens pelo mundo, a Breve História da Bebedeira celebra a paixão que a humanidade tem pelo álcool, desde os nossos antepassados primatas até aos refratários à Lei Seca americana, respondendo a todas as perguntas possíveis ao longo do caminho: o que é que as pessoas bebiam? Quanto? Quem é que bebia? Entre as muitas razões possíveis, porquê? Ficará maravilhado com a forma como os gregos ficavam grossos e os sumérios apanhavam bebedeiras de caixão à cova
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Edição: Out 2024
Nº Páginas: 552
Sinopse:
Depois do sucesso do seu podcast, Paul Cooper lança agora o livro A Queda das Civilizações: Histórias de Grandeza e Declínio. Partindo de uma investigação minuciosa, entretecida numa narrativa com a ilustração de mapas, fotografias e outros documentos, o autor dá a conhecer o dia a dia de impérios que viram o seu apogeu e queda. Uma viagem pelos vários continentes, dos famosíssimos maias aos misteriosos rapanui, da Ilha da Páscoa, podemos aqui descobrir não apenas o esplendor e a relevância destas comunidades, mas também os perigos que as fizeram ruir, questionando o que terão sentido aqueles que testemunharam o fim do único mundo que conheciam. Lançando mão do rigor de historiador e da criatividade de romancista, o autor termina esta odisseia imaginando que fim nos aguarda: os nossos automóveis obsoletos à beira da estrada, paisagens sem fim de prédios colossais. Mas nem tudo precisa de um desfecho apocalíptico: é possível aprender com os erros do passado e ensinar às gerações presentes como reedificar as nossas sociedades.
Nº Páginas: 552
Sinopse:
Depois do sucesso do seu podcast, Paul Cooper lança agora o livro A Queda das Civilizações: Histórias de Grandeza e Declínio. Partindo de uma investigação minuciosa, entretecida numa narrativa com a ilustração de mapas, fotografias e outros documentos, o autor dá a conhecer o dia a dia de impérios que viram o seu apogeu e queda. Uma viagem pelos vários continentes, dos famosíssimos maias aos misteriosos rapanui, da Ilha da Páscoa, podemos aqui descobrir não apenas o esplendor e a relevância destas comunidades, mas também os perigos que as fizeram ruir, questionando o que terão sentido aqueles que testemunharam o fim do único mundo que conheciam. Lançando mão do rigor de historiador e da criatividade de romancista, o autor termina esta odisseia imaginando que fim nos aguarda: os nossos automóveis obsoletos à beira da estrada, paisagens sem fim de prédios colossais. Mas nem tudo precisa de um desfecho apocalíptico: é possível aprender com os erros do passado e ensinar às gerações presentes como reedificar as nossas sociedades.
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Edição: Fev 2025
Nº Páginas: 272
Sinopse:
Não existe um momento do mundo alheio ao conflito, um momento em que a guerra não faça parte da cultura: carregamo-la no nosso passado e a sua sombra está, sempre, projetada no nosso futuro, como uma ameaça. Mas o que é a guerra para quem nunca a viveu? De onde vem o manancial de imagens e relatos que alimentam e formatam o nosso conhecimento do fenómeno? Serão imparciais? Ou obedecem a determinados códigos? Neste ensaio, analisando exemplos de várias artes - literatura, artes plásticas ou cinema -, Antonio Monegal tenta definir uma ética da representação da guerra capaz de fazer justiça ao indizível.
Nº Páginas: 272
Sinopse:
Não existe um momento do mundo alheio ao conflito, um momento em que a guerra não faça parte da cultura: carregamo-la no nosso passado e a sua sombra está, sempre, projetada no nosso futuro, como uma ameaça. Mas o que é a guerra para quem nunca a viveu? De onde vem o manancial de imagens e relatos que alimentam e formatam o nosso conhecimento do fenómeno? Serão imparciais? Ou obedecem a determinados códigos? Neste ensaio, analisando exemplos de várias artes - literatura, artes plásticas ou cinema -, Antonio Monegal tenta definir uma ética da representação da guerra capaz de fazer justiça ao indizível.
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Edição: Set 2024
Nº Páginas: 160
Sinopse:
7 de outubro de 2023 tornou-se uma das datas mais devastadoras da história contemporânea de Israel. Nesse sábado negro, a brutalidade e a escala do ataque do Hamas chocaram Israel e o mundo. Mas a indignação generalizada durou pouco. Ainda os cadáveres não tinham sido todos sepultados, já o massacre era relativizado, contextualizado, apesar das imagens de violência extrema captadas pelos próprios autores da chacina, das provas encontradas nos telemóveis das vítimas e dos testemunhos angustiantes dos sobreviventes. A dimensão do terror que o Hamas lançara no sul de Israel era evidente e comprovada por várias fontes, porém, depressa se ouviram muitas vozes a tentar justificar o injustificável. Resultado de uma reportagem de várias semanas no terreno, esta é a história do 7 de outubro contada por aqueles que o viveram e lhe sobreviveram. Um testemunho contra o esquecimento.
Nº Páginas: 160
Sinopse:
7 de outubro de 2023 tornou-se uma das datas mais devastadoras da história contemporânea de Israel. Nesse sábado negro, a brutalidade e a escala do ataque do Hamas chocaram Israel e o mundo. Mas a indignação generalizada durou pouco. Ainda os cadáveres não tinham sido todos sepultados, já o massacre era relativizado, contextualizado, apesar das imagens de violência extrema captadas pelos próprios autores da chacina, das provas encontradas nos telemóveis das vítimas e dos testemunhos angustiantes dos sobreviventes. A dimensão do terror que o Hamas lançara no sul de Israel era evidente e comprovada por várias fontes, porém, depressa se ouviram muitas vozes a tentar justificar o injustificável. Resultado de uma reportagem de várias semanas no terreno, esta é a história do 7 de outubro contada por aqueles que o viveram e lhe sobreviveram. Um testemunho contra o esquecimento.
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Edição: Ago 2024
Nº Páginas: 336
Sinopse:
A comida, assim como as suas histórias, ensinam-nos muito sobre a evolução humana. A formação das sociedades, os seus hábitos e as suas crenças, todos são moldados pela maneira como nos alimentamos. E vice-versa. "À Mesa Não Se Envelhece" aborda as origens de pratos icónicos, utensílios de mesa e costumes alimentares, explorando a sua evolução ao longo do tempo. Nestas páginas, descobrimos como as diferentes culturas influenciaram e foram influenciadas pela comida, desde as contribuições de Leonardo da Vinci para a cozinha moderna até aos paralelismos entre pratos portugueses e receitas de países distantes. São reveladas as histórias por trás de alimentos tão comuns como o arroz, o tomate e o bacalhau, pelos quais se travaram guerras e moldaram religiões. Como é que as pessoas viviam? · Como é que produziam e guardavam os seus alimentos? · Como é que o fizeram em momentos de guerra, doença ou catástrofes naturais? · Quem inventou o esparguete? · Onde nasceu a feijoada? · Porque usamos garfos e colheres? · Como surgiram as boas maneiras à mesa? · Onde foi o primeiro restaurante?
Nº Páginas: 336
Sinopse:
A comida, assim como as suas histórias, ensinam-nos muito sobre a evolução humana. A formação das sociedades, os seus hábitos e as suas crenças, todos são moldados pela maneira como nos alimentamos. E vice-versa. "À Mesa Não Se Envelhece" aborda as origens de pratos icónicos, utensílios de mesa e costumes alimentares, explorando a sua evolução ao longo do tempo. Nestas páginas, descobrimos como as diferentes culturas influenciaram e foram influenciadas pela comida, desde as contribuições de Leonardo da Vinci para a cozinha moderna até aos paralelismos entre pratos portugueses e receitas de países distantes. São reveladas as histórias por trás de alimentos tão comuns como o arroz, o tomate e o bacalhau, pelos quais se travaram guerras e moldaram religiões. Como é que as pessoas viviam? · Como é que produziam e guardavam os seus alimentos? · Como é que o fizeram em momentos de guerra, doença ou catástrofes naturais? · Quem inventou o esparguete? · Onde nasceu a feijoada? · Porque usamos garfos e colheres? · Como surgiram as boas maneiras à mesa? · Onde foi o primeiro restaurante?
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Edição: Jul 2024
Nº Páginas: 256
Sinopse:
Uma ponte aérea constituída por 905 voos de companhias nacionais e estrangeiras fez desembarcar em Lisboa, na segunda metade de 1975, milhares de famílias de refugiados de Angola, incapazes de suportar a perseguição, a instabilidade e o conflito entre as facções que disputavam o poder nas vésperas da independência. Perante a ocupação das suas casas, a apropriação dos seus bens, as ameaças físicas e os confrontos diários em todo o território, só lhes restava uma saída: esquecer toda uma vida e fugir. Eram portugueses, mas muitos nunca haviam estado em Portugal, onde o povo pouco ou nada sabia sobre as tragédias e os perigos que tinham vivido em África. E para o Governo, a braços com as réplicas do 25 de Abril, os retornados não eram uma prioridade.
Nº Páginas: 256
Sinopse:
Uma ponte aérea constituída por 905 voos de companhias nacionais e estrangeiras fez desembarcar em Lisboa, na segunda metade de 1975, milhares de famílias de refugiados de Angola, incapazes de suportar a perseguição, a instabilidade e o conflito entre as facções que disputavam o poder nas vésperas da independência. Perante a ocupação das suas casas, a apropriação dos seus bens, as ameaças físicas e os confrontos diários em todo o território, só lhes restava uma saída: esquecer toda uma vida e fugir. Eram portugueses, mas muitos nunca haviam estado em Portugal, onde o povo pouco ou nada sabia sobre as tragédias e os perigos que tinham vivido em África. E para o Governo, a braços com as réplicas do 25 de Abril, os retornados não eram uma prioridade.
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Edição: Jan 2025
Nº Páginas: 160
Sinopse:
Um guia indispensável para entender o conflito entre Israel e a Palestina e como (ainda) podemos encontrar uma solução para a paz. Os horrores de 7 de outubro de 2023 e os que se seguiram surpreenderam o mundo, mas o conflito israelo-palestiniano não começou nesse famigerado dia. Também não teve início em 1967, quando Israel ocupou a Cisjordânia, nem em 1948, quando o Estado de Israel foi declarado: tudo começou em 1882, quando os primeiros colonos sionistas chegaram à então Palestina otomana. Em Israel vs. Palestina, o consagrado historiador Ilan Pappé relata, de forma concisa e rigorosa, uma cronologia nascida dos equívocos da comunidade internacional e que é, há mais de um século, constantemente marcada por tensão, atrocidades e resistência.
Nº Páginas: 160
Sinopse:
Um guia indispensável para entender o conflito entre Israel e a Palestina e como (ainda) podemos encontrar uma solução para a paz. Os horrores de 7 de outubro de 2023 e os que se seguiram surpreenderam o mundo, mas o conflito israelo-palestiniano não começou nesse famigerado dia. Também não teve início em 1967, quando Israel ocupou a Cisjordânia, nem em 1948, quando o Estado de Israel foi declarado: tudo começou em 1882, quando os primeiros colonos sionistas chegaram à então Palestina otomana. Em Israel vs. Palestina, o consagrado historiador Ilan Pappé relata, de forma concisa e rigorosa, uma cronologia nascida dos equívocos da comunidade internacional e que é, há mais de um século, constantemente marcada por tensão, atrocidades e resistência.
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Edição: Jan 2025
Nº Páginas: 224
Sinopse:
Ex líder israelita partilha o seu conhecimento profundo, fundamental para as novas gerações de líderes na política, nos negócios e na nobre missão de construir um mundo mais seguro, mais justo e em paz. Em 1934, Shimon Peres, com 11 anos, abandonou a Polónia com destino a Israel, deixando para trás muitos familiares que viriam a ser vítimas do Holocausto. Na época, seria impossível prever que aquele jovem rapaz viria a ser uma das grandes personalidades da política mundial do século XX. Foi Presidente, primeiro-ministro, ministro dos Negócios Estrangeiros, entre outras pastas, tendo sido decisivo para o fortalecimento do poder militar, nuclear e político do Estado de Israel. Neste livro, terminado semanas antes da sua morte, Peres olha para os momentos cruciais da história de Israel, como decisor e como testemunha privilegiada. Não há sonhos impossíveis cobre diversas décadas e eventos, não tanto relatando o que aconteceu, mas sim porque aconteceu. Shimon Peres mostra de que matéria são feitos os grandes líderes, como tomar decisões difíceis em momentos de incerteza e instabilidade, o desafio entre os princípios e as políticas e o papel determinante da imaginação e da inovação. "Acredito na Paz. Acredito na luta de Shimon Peres. Acredito que a Paz se faz com vontade de fazer e não de desfazer, com diálogo e não com arrogância - de qualquer dos que a devem construir -, com espírito paciente, mas inspirador." - Marcelo Rebelo de Sousa, in Prefácio
Nº Páginas: 224
Sinopse:
Ex líder israelita partilha o seu conhecimento profundo, fundamental para as novas gerações de líderes na política, nos negócios e na nobre missão de construir um mundo mais seguro, mais justo e em paz. Em 1934, Shimon Peres, com 11 anos, abandonou a Polónia com destino a Israel, deixando para trás muitos familiares que viriam a ser vítimas do Holocausto. Na época, seria impossível prever que aquele jovem rapaz viria a ser uma das grandes personalidades da política mundial do século XX. Foi Presidente, primeiro-ministro, ministro dos Negócios Estrangeiros, entre outras pastas, tendo sido decisivo para o fortalecimento do poder militar, nuclear e político do Estado de Israel. Neste livro, terminado semanas antes da sua morte, Peres olha para os momentos cruciais da história de Israel, como decisor e como testemunha privilegiada. Não há sonhos impossíveis cobre diversas décadas e eventos, não tanto relatando o que aconteceu, mas sim porque aconteceu. Shimon Peres mostra de que matéria são feitos os grandes líderes, como tomar decisões difíceis em momentos de incerteza e instabilidade, o desafio entre os princípios e as políticas e o papel determinante da imaginação e da inovação. "Acredito na Paz. Acredito na luta de Shimon Peres. Acredito que a Paz se faz com vontade de fazer e não de desfazer, com diálogo e não com arrogância - de qualquer dos que a devem construir -, com espírito paciente, mas inspirador." - Marcelo Rebelo de Sousa, in Prefácio
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Edição: Mar 2025
Nº Páginas: 248
Sinopse:
“Um livro extraordinário, que nos ajuda a compreender a complexidade do presente com um vasto conhecimento do passado.” GERMANO ALMEIDA JORNALISTA E ANALISTA DE POLÍTICA INTERNACIONAL As origens e o futuro de um país constantemente dividido e adiado A INVASÃO ISRAELITA DE OUTUBRO DE 2024 NÃO É NOVIDADE PARA O POVO DO LÍBANO: O TERRITÓRIO É DISPUTADO DESDE HÁ MILÉNIOS. Pela região que é hoje conhecida como Líbano passaram fenícios, assírios, persas, gregos, romanos, bizantinos, turcos otomanos, franceses…Estes povos costuraram uma história rica e uma identidade cultural única, que chegou a dar ao país o rótulo de “Suíça do Médio Oriente”, numa promessa que ficou sempre por cumprir. O final da Segunda Guerra Mundial, primeiro, e a chegada de refugiados sírios e palestinianos, depois, ressuscitaram o sonho de uma nação árabe, mas ali surgiu também o Hezbollah, um Estado dentro do Estado que viria a ser o rastilho de sucessivos conflitos. Território de montanhas e belezas naturais oníricas, o Líbano é hoje um país dividido por credos e fações como nenhum outro, que o levou a aprender a ser de todos – só ainda não aprendeu a ser de si próprio, nem nunca sentiu o sabor da paz social.
Nº Páginas: 248
Sinopse:
“Um livro extraordinário, que nos ajuda a compreender a complexidade do presente com um vasto conhecimento do passado.” GERMANO ALMEIDA JORNALISTA E ANALISTA DE POLÍTICA INTERNACIONAL As origens e o futuro de um país constantemente dividido e adiado A INVASÃO ISRAELITA DE OUTUBRO DE 2024 NÃO É NOVIDADE PARA O POVO DO LÍBANO: O TERRITÓRIO É DISPUTADO DESDE HÁ MILÉNIOS. Pela região que é hoje conhecida como Líbano passaram fenícios, assírios, persas, gregos, romanos, bizantinos, turcos otomanos, franceses…Estes povos costuraram uma história rica e uma identidade cultural única, que chegou a dar ao país o rótulo de “Suíça do Médio Oriente”, numa promessa que ficou sempre por cumprir. O final da Segunda Guerra Mundial, primeiro, e a chegada de refugiados sírios e palestinianos, depois, ressuscitaram o sonho de uma nação árabe, mas ali surgiu também o Hezbollah, um Estado dentro do Estado que viria a ser o rastilho de sucessivos conflitos. Território de montanhas e belezas naturais oníricas, o Líbano é hoje um país dividido por credos e fações como nenhum outro, que o levou a aprender a ser de todos – só ainda não aprendeu a ser de si próprio, nem nunca sentiu o sabor da paz social.
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Edição: Mar 2025
Nº Páginas: 272
Sinopse:
Na península ibérica do século XII, dois homens protagonizam uma nova história do cerco de Lisboa: Afonso Henriques e Abu'l Qasim Ahmad Ibn Qasi. D. Afonso Henriques é uma das mais míticas figuras da História de Portugal. Porém, quanto do que tendemos a saber ou pensar sobre ele é real, e quanto é mito? Azzam, autor de O Regresso de D. Sebastião volta a olhar um episódio emblemático da nossa história, o cerco de Lisboa, com uma sagacidade invulgar, própria de alguém que vê de fora, um historiador que, sem descurar a versão veiculada ao longo de muitas décadas, quer, sobretudo, procurar a perspetiva do outro, o lugar mais desconhecido, a conciliação de teses, aparentemente, antagónicas. E é aqui chegados que deparamos com Abu'l Qasim Ahmad ibn Qasi, o rebelde místico. Ibn Qasi, líder sufi aliado de Afonso Henriques que reinou sobre Mértola e Silves, era muçulmano e chamavam-lhe profeta, revoltou-se contra a liderança de Almóada e procurou no rei uma aliança com os cristãos. Foi o prenúncio da sua morte. De que forma estes dois homens, por meio do seu breve encontro, marcaram a época da Reconquista e têm outra história para contar? Tendo como ponto central o cerco de Lisboa, em 1147, símbolo primeiro de um Portugal independente, Azzam faz um novo retrato da influência muçulmana na Península Ibérica, desconstruindo o mito do invasor. Porque, entre os mundos católico e islâmico, há, talvez, um espaço de não contado que tem de ser conhecido, para percebermos, realmente, onde e como nasceu Portugal.
Nº Páginas: 272
Sinopse:
Na península ibérica do século XII, dois homens protagonizam uma nova história do cerco de Lisboa: Afonso Henriques e Abu'l Qasim Ahmad Ibn Qasi. D. Afonso Henriques é uma das mais míticas figuras da História de Portugal. Porém, quanto do que tendemos a saber ou pensar sobre ele é real, e quanto é mito? Azzam, autor de O Regresso de D. Sebastião volta a olhar um episódio emblemático da nossa história, o cerco de Lisboa, com uma sagacidade invulgar, própria de alguém que vê de fora, um historiador que, sem descurar a versão veiculada ao longo de muitas décadas, quer, sobretudo, procurar a perspetiva do outro, o lugar mais desconhecido, a conciliação de teses, aparentemente, antagónicas. E é aqui chegados que deparamos com Abu'l Qasim Ahmad ibn Qasi, o rebelde místico. Ibn Qasi, líder sufi aliado de Afonso Henriques que reinou sobre Mértola e Silves, era muçulmano e chamavam-lhe profeta, revoltou-se contra a liderança de Almóada e procurou no rei uma aliança com os cristãos. Foi o prenúncio da sua morte. De que forma estes dois homens, por meio do seu breve encontro, marcaram a época da Reconquista e têm outra história para contar? Tendo como ponto central o cerco de Lisboa, em 1147, símbolo primeiro de um Portugal independente, Azzam faz um novo retrato da influência muçulmana na Península Ibérica, desconstruindo o mito do invasor. Porque, entre os mundos católico e islâmico, há, talvez, um espaço de não contado que tem de ser conhecido, para percebermos, realmente, onde e como nasceu Portugal.
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Edição: Mar 2025
Nº Páginas: 400
Sinopse:
Uma brilhante reflexão sobre a liberdade — o que é, como tem sido mal interpretada, e porque é a nossa única hipótese de sobrevivência — pelo aclamado historiador da Universidade de Yale e autor do bestseller mundial Sobre a Tirania. Timothy Snyder é considerado "o principal estudioso dos nossos tempos sombrios." Como historiador surpreendeu-nos com novas interpretações de colapsos políticos passados e de assassínios em massa. Como figura pública, aplicou esse conhecimento histórico para dar conselhos e fazer previsões, assim combatendo o autoritarismo onde quer que ele exista no presente. O seu livro Sobre a Tirania inspirou milhões de pessoas a lutarem pela liberdade. Agora, neste tour de force da filosofia política, ajuda-nos a ver aquilo por que estamos exatamente a lutar. A liberdade é o grande compromisso ocidental, mas, como argumenta Snyder, perdemos de vista o seu significado — e isso está a conduzir-nos à crise. Demasiados de nós olham para a liberdade como a ausência de poder do Estado: pensamos que somos livres se pudermos fazer e dizer o que quisermos, e se nos protegermos da ação do Governo. No entanto, a verdadeira liberdade não é tanto a "liberdade (libertação) de", mas a "liberdade para" — liberdade para prosperar, liberdade para correr riscos com vista a futuros escolhidos por nós se trabalharmos em conjunto por eles. Daí que a liberdade seja o valor que torna possíveis todos os outros valores. Da Liberdade proporciona-nos uma estimulante viagem intelectual. Baseando-se no trabalho de filósofos e dissidentes políticos, e em conversas com pensadores contemporâneos sobre as suas próprias experiências de amadurecimento numa época atípica, Snyder identifica as práticas e atitudes — os hábitos mentais — que nos permitirão vislumbrar um governo com o qual nós e as gerações futuras possamos prosperar. Passamos a apreciar a importância das tradições (defendidas pela direita), mas também o papel das instituições (favorecidas pela esquerda). Íntimo e ambicioso, este livro procura forjar um novo consenso assente numa política de abundância, generosidade e bondade.
Nº Páginas: 400
Sinopse:
Uma brilhante reflexão sobre a liberdade — o que é, como tem sido mal interpretada, e porque é a nossa única hipótese de sobrevivência — pelo aclamado historiador da Universidade de Yale e autor do bestseller mundial Sobre a Tirania. Timothy Snyder é considerado "o principal estudioso dos nossos tempos sombrios." Como historiador surpreendeu-nos com novas interpretações de colapsos políticos passados e de assassínios em massa. Como figura pública, aplicou esse conhecimento histórico para dar conselhos e fazer previsões, assim combatendo o autoritarismo onde quer que ele exista no presente. O seu livro Sobre a Tirania inspirou milhões de pessoas a lutarem pela liberdade. Agora, neste tour de force da filosofia política, ajuda-nos a ver aquilo por que estamos exatamente a lutar. A liberdade é o grande compromisso ocidental, mas, como argumenta Snyder, perdemos de vista o seu significado — e isso está a conduzir-nos à crise. Demasiados de nós olham para a liberdade como a ausência de poder do Estado: pensamos que somos livres se pudermos fazer e dizer o que quisermos, e se nos protegermos da ação do Governo. No entanto, a verdadeira liberdade não é tanto a "liberdade (libertação) de", mas a "liberdade para" — liberdade para prosperar, liberdade para correr riscos com vista a futuros escolhidos por nós se trabalharmos em conjunto por eles. Daí que a liberdade seja o valor que torna possíveis todos os outros valores. Da Liberdade proporciona-nos uma estimulante viagem intelectual. Baseando-se no trabalho de filósofos e dissidentes políticos, e em conversas com pensadores contemporâneos sobre as suas próprias experiências de amadurecimento numa época atípica, Snyder identifica as práticas e atitudes — os hábitos mentais — que nos permitirão vislumbrar um governo com o qual nós e as gerações futuras possamos prosperar. Passamos a apreciar a importância das tradições (defendidas pela direita), mas também o papel das instituições (favorecidas pela esquerda). Íntimo e ambicioso, este livro procura forjar um novo consenso assente numa política de abundância, generosidade e bondade.
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Edição: Nov 2024
Nº Páginas: 288
Sinopse:
Do Mediterrâneo à China, esta obra analisa dez grandes impérios, abarcando o Império Novo do Egito
Nº Páginas: 288
Sinopse:
Do Mediterrâneo à China, esta obra analisa dez grandes impérios, abarcando o Império Novo do Egito
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Edição: Nov 2024
Nº Páginas: 184
Sinopse:
As grandes descobertas oficiais - como as das Caraíbas por Colombo, da Índia por Vasco da Gama ou do Brasil por Álvares Cabral - foram precedidas de numerosas viagens secretas de portugueses que estudaram sistemas de ventos e de correntes e mapearam ilhas e costas, num conjunto de informações que foi tratado como segredo de Estado. Ainda que secretos, porém, esses conhecimentos contribuíram para os paradoxos que os mapas do mundo dos séculos XV e XVI deixam transparecer. Alguns contêm muito mais dados do que os registos dos cronistas ao serviço dos monarcas da época
Nº Páginas: 184
Sinopse:
As grandes descobertas oficiais - como as das Caraíbas por Colombo, da Índia por Vasco da Gama ou do Brasil por Álvares Cabral - foram precedidas de numerosas viagens secretas de portugueses que estudaram sistemas de ventos e de correntes e mapearam ilhas e costas, num conjunto de informações que foi tratado como segredo de Estado. Ainda que secretos, porém, esses conhecimentos contribuíram para os paradoxos que os mapas do mundo dos séculos XV e XVI deixam transparecer. Alguns contêm muito mais dados do que os registos dos cronistas ao serviço dos monarcas da época
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Edição: Fev 2025
Nº Páginas: 584
Sinopse:
A história da Segunda Guerra através de mais de 250 mapas originais e acessíveis. Martin Gilbert apresenta graficamente a história política, militar, económica e social do conflito de 1939-1945. Ao longo de mais de 250 mapas esclarecedores, o conceituado historiador analisa os principais acontecimentos do conflito mundial desde a invasão alemã da Polónia em setembro de 1939 à derrota do Japão em agosto de 1945. Os mapas abordam pormenorizadamente uma série de factos históricos, dos mais conhecidos do grande público até aos planos que nunca chegaram a ser postos em prática. Entre outros acontecimentos em análise, destacam-se a queda da França; as campanhas militares, navais e aéreas em todas as frentes; os desembarques na Normandia; os bombardeamentos de várias cidades europeias e o impacto do conflito nos civis; os campos de concentração e de trabalhos forçados e os campos de prisioneiros de guerra na Europa, nas Américas e no Extremo Oriente; as vertentes económicas e sociais da guerra; e o pós-guerra.
Nº Páginas: 584
Sinopse:
A história da Segunda Guerra através de mais de 250 mapas originais e acessíveis. Martin Gilbert apresenta graficamente a história política, militar, económica e social do conflito de 1939-1945. Ao longo de mais de 250 mapas esclarecedores, o conceituado historiador analisa os principais acontecimentos do conflito mundial desde a invasão alemã da Polónia em setembro de 1939 à derrota do Japão em agosto de 1945. Os mapas abordam pormenorizadamente uma série de factos históricos, dos mais conhecidos do grande público até aos planos que nunca chegaram a ser postos em prática. Entre outros acontecimentos em análise, destacam-se a queda da França; as campanhas militares, navais e aéreas em todas as frentes; os desembarques na Normandia; os bombardeamentos de várias cidades europeias e o impacto do conflito nos civis; os campos de concentração e de trabalhos forçados e os campos de prisioneiros de guerra na Europa, nas Américas e no Extremo Oriente; as vertentes económicas e sociais da guerra; e o pós-guerra.
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Edição: Nov 2024
Nº Páginas: 416
Sinopse:
Durante milénios, a humanidade procurou compreender e transmitir às gerações futuras não apenas os modos de viver a vida, mas também o significado e o propósito da nossa existência, tal como declinados pela arte, pela arquitetura, pela religião e pela filosofia. Da cidade perdida de Nefertiti às peças teatrais de Wole Soyinka
Nº Páginas: 416
Sinopse:
Durante milénios, a humanidade procurou compreender e transmitir às gerações futuras não apenas os modos de viver a vida, mas também o significado e o propósito da nossa existência, tal como declinados pela arte, pela arquitetura, pela religião e pela filosofia. Da cidade perdida de Nefertiti às peças teatrais de Wole Soyinka
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