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Edição: Ago 2025
Nº Páginas: 240
Sinopse:
Que grupos participaram na construção e consolidação do império colonial português sem ver a sua ação devidamente reconhecida? A resposta vai além da ação da Coroa e dos colonizadores: os grupos marginalizados. Esta obra dá voz aos indígenas africanos e americanos cujas histórias, aspirações e resistências constituíram parte ativa do processo de desenvolvimento do Atlântico português. Por meio de petições e documentos pessoais dirigidos ao rei, este livro desmistifica a ideia de que esses grupos eram passivos, revelando como, mesmo à margem da sociedade, traçaram estratégias, negociaram e influenciaram o centro de poder em Lisboa. As suas lutas, fugas, manobras diplomáticas ou esperanças traduzem um império menos consolidado e mais dinâmico nas suas redes, constantemente moldadas por quem estava na periferia dos centros de decisão.
Nº Páginas: 240
Sinopse:
Que grupos participaram na construção e consolidação do império colonial português sem ver a sua ação devidamente reconhecida? A resposta vai além da ação da Coroa e dos colonizadores: os grupos marginalizados. Esta obra dá voz aos indígenas africanos e americanos cujas histórias, aspirações e resistências constituíram parte ativa do processo de desenvolvimento do Atlântico português. Por meio de petições e documentos pessoais dirigidos ao rei, este livro desmistifica a ideia de que esses grupos eram passivos, revelando como, mesmo à margem da sociedade, traçaram estratégias, negociaram e influenciaram o centro de poder em Lisboa. As suas lutas, fugas, manobras diplomáticas ou esperanças traduzem um império menos consolidado e mais dinâmico nas suas redes, constantemente moldadas por quem estava na periferia dos centros de decisão.
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Edição: Ago 2025
Nº Páginas: 224
Sinopse:
A ascensão da China, o regresso da Rússia a uma lógica de confronto direto com o Ocidente e a perceção global de declínio norte-americano abrem caminho a uma nova ordem mundial tripolar, incerta e desafiante. Neste livro, Sónia Sénica, professora de Relações Internacionais e comentadora de política internacional na CNN Portugal, analisa com rigor e clareza o reposicionamento das três grandes potências do nosso tempo face aos desafios do presente: os Estados Unidos da América, a Federação Russa e a República Popular da China. A partir de uma leitura crítica, sem filtros eurocêntricos ou ocidentais, o livro propõe compreender os motivos, estratégias e visões de cada um dos principais atores da política internacional. Da invasão da Ucrânia ao reforço do eixo sino-russo, passando pela fragilidade das instituições multilaterais e o impacto das novas formas de guerra híbrida, este livro atual e fundamental, desenha um retrato inquietante do mundo em
Nº Páginas: 224
Sinopse:
A ascensão da China, o regresso da Rússia a uma lógica de confronto direto com o Ocidente e a perceção global de declínio norte-americano abrem caminho a uma nova ordem mundial tripolar, incerta e desafiante. Neste livro, Sónia Sénica, professora de Relações Internacionais e comentadora de política internacional na CNN Portugal, analisa com rigor e clareza o reposicionamento das três grandes potências do nosso tempo face aos desafios do presente: os Estados Unidos da América, a Federação Russa e a República Popular da China. A partir de uma leitura crítica, sem filtros eurocêntricos ou ocidentais, o livro propõe compreender os motivos, estratégias e visões de cada um dos principais atores da política internacional. Da invasão da Ucrânia ao reforço do eixo sino-russo, passando pela fragilidade das instituições multilaterais e o impacto das novas formas de guerra híbrida, este livro atual e fundamental, desenha um retrato inquietante do mundo em
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Edição: Jul 2025
Nº Páginas: 360
Sinopse:
Por entre as sombras do mito renascem as mulheres da História Emily Hauser, premiada classicista e historiadora da Antiguidade, leva os leitores numa jornada épica para descobrir a surpreendente história real das mulheres por detrás de uma das maiores lendas da Grécia antiga: a Ilíada. Ao contrário das perceções construídas ao longo de três milénios, a história antiga não é só sobre homens e não são apenas as histórias dos homens que merecem ser contadas. Em Míticas As Mulheres da Ilíada, Emily Hauser mergulha na história por detrás da Ilíada, um dos grandes poemas épicos de Homero. Cruzando dados dos textos originais, recentes descobertas arqueológicas surpreendentes e os mais recentes estudos de ADN, a autora revela quem eram essas mulheres rainhas, mães, guerreiras, escravas ¿, como viveram e como a história as tem recordado (ou não¿) até agora. Uma nova história fascinante do Egeu da Idade do Bronze e uma viagem pelos épicos de Homero mapeados inteiramente por mulheres (de Helena de Troia a Briseida, Cassandra, Afrodite, Hera, Andrómaca ou Hécuba), Míticas As Mulheres da Ilíada é uma reavaliação inovadora da realidade por trás das mulheres muitas vezes mitificadas dos maiores épicos da Grécia, e do próprio mundo antigo sobre o qual vamos adquirindo cada vez mais conhecimentos.
Nº Páginas: 360
Sinopse:
Por entre as sombras do mito renascem as mulheres da História Emily Hauser, premiada classicista e historiadora da Antiguidade, leva os leitores numa jornada épica para descobrir a surpreendente história real das mulheres por detrás de uma das maiores lendas da Grécia antiga: a Ilíada. Ao contrário das perceções construídas ao longo de três milénios, a história antiga não é só sobre homens e não são apenas as histórias dos homens que merecem ser contadas. Em Míticas As Mulheres da Ilíada, Emily Hauser mergulha na história por detrás da Ilíada, um dos grandes poemas épicos de Homero. Cruzando dados dos textos originais, recentes descobertas arqueológicas surpreendentes e os mais recentes estudos de ADN, a autora revela quem eram essas mulheres rainhas, mães, guerreiras, escravas ¿, como viveram e como a história as tem recordado (ou não¿) até agora. Uma nova história fascinante do Egeu da Idade do Bronze e uma viagem pelos épicos de Homero mapeados inteiramente por mulheres (de Helena de Troia a Briseida, Cassandra, Afrodite, Hera, Andrómaca ou Hécuba), Míticas As Mulheres da Ilíada é uma reavaliação inovadora da realidade por trás das mulheres muitas vezes mitificadas dos maiores épicos da Grécia, e do próprio mundo antigo sobre o qual vamos adquirindo cada vez mais conhecimentos.
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Edição: Jul 2025
Nº Páginas: 408
Sinopse:
"Nesta reveladora história da medicina, Karen Gevirtz desafia os mitos do triunfo da ciência e desvenda a fascinante verdade dos sistemas de saúde vigentes a nível global. Ao contrário do que se costuma dizer, a medicação não melhorou durante a Revolução Científica. No entanto, de alguma forma, entre 1650 e 1740, a mulher doméstica e o médico trocaram de lugar na consciência cultural: ela tornou-se a curandeira ineficaz e potencialmente perigosa; ele, o especialista conhecedor e fiável. Os profissionais normalizaram a ideia de as pessoas lhes pagarem por aquilo que já recebiam em casa gratuitamente, lançando as bases da chamada Big Pharma e do atual sistema global de medicamentos com fins lucrativos. Através de uma rigorosa investigação de arquivos, a autora analisa questões relacionadas com os cuidados de saúde globais, tanto no passado como no presente, abrangendo um vasto leque de lugares em todo o mundo."
Nº Páginas: 408
Sinopse:
"Nesta reveladora história da medicina, Karen Gevirtz desafia os mitos do triunfo da ciência e desvenda a fascinante verdade dos sistemas de saúde vigentes a nível global. Ao contrário do que se costuma dizer, a medicação não melhorou durante a Revolução Científica. No entanto, de alguma forma, entre 1650 e 1740, a mulher doméstica e o médico trocaram de lugar na consciência cultural: ela tornou-se a curandeira ineficaz e potencialmente perigosa; ele, o especialista conhecedor e fiável. Os profissionais normalizaram a ideia de as pessoas lhes pagarem por aquilo que já recebiam em casa gratuitamente, lançando as bases da chamada Big Pharma e do atual sistema global de medicamentos com fins lucrativos. Através de uma rigorosa investigação de arquivos, a autora analisa questões relacionadas com os cuidados de saúde globais, tanto no passado como no presente, abrangendo um vasto leque de lugares em todo o mundo."
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Edição: Jun 2025
Nº Páginas: 204
Sinopse:
Em Da Jugoslávia ao Kosovo: A Mais Breve História de Um Conflito, Amílcar Correia une a boa escola de repórter a um conhecimento aprofundado sobre a região dos Balcãs. Passados mais de 25 anos das guerras balcânicas, numa altura em que a Rússia tenta esticar a sua influência para lá do Danúbio, o «conflito congelado» está na iminência de se reanimar.
Nº Páginas: 204
Sinopse:
Em Da Jugoslávia ao Kosovo: A Mais Breve História de Um Conflito, Amílcar Correia une a boa escola de repórter a um conhecimento aprofundado sobre a região dos Balcãs. Passados mais de 25 anos das guerras balcânicas, numa altura em que a Rússia tenta esticar a sua influência para lá do Danúbio, o «conflito congelado» está na iminência de se reanimar.
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Edição: Jun 2025
Nº Páginas: 456
Sinopse:
José Manuel Garcia traz para o presente a voz dos protagonistas dos Descobrimentos Portugueses, numa nova obra que aprofunda o estudo sobre esta época fascinante da História de Portugal e da Humanidade. O prestigiado historiador José Manuel Garcia apresenta uma nova História, revista e minuciosa, dos Descobrimentos Portugueses. Uma abordagem mais atualizada e esclarecedora sobre o papel decisivo que os portugueses tiveram na História ao terem revelado o Mundo e unidade da Humanidade na sua diversidade. Organizada em três partes - Os Espaços do Atlântico, Os Espaços do Índico e Os Espaços do Pacífico -, a obra contextualiza o período histórico que deu origem aos Descobrimentos, destacando os protagonistas e as conquistas que marcaram a expansão portuguesa. Nesta obra, o autor revisita os feitos emblemáticos dos portugueses desde os tempos henriquinos até à descoberta do Japão, passando por grandes temas como o descobrimento do caminho marítimo para a Índia e o Brasil, e discutindo também o impacto dos Descobrimentos a nível nacional e global. Recorrendo à análise e interpretação de fontes históricas diversas, esta obra visa não só corrigir mitos e interpretações erróneas, mas sobretudo evidenciar o significado universal da gesta portuguesa, que, ao conectar povos e culturas, ajudou a dar um sentido humanista ao mundo moderno.
Nº Páginas: 456
Sinopse:
José Manuel Garcia traz para o presente a voz dos protagonistas dos Descobrimentos Portugueses, numa nova obra que aprofunda o estudo sobre esta época fascinante da História de Portugal e da Humanidade. O prestigiado historiador José Manuel Garcia apresenta uma nova História, revista e minuciosa, dos Descobrimentos Portugueses. Uma abordagem mais atualizada e esclarecedora sobre o papel decisivo que os portugueses tiveram na História ao terem revelado o Mundo e unidade da Humanidade na sua diversidade. Organizada em três partes - Os Espaços do Atlântico, Os Espaços do Índico e Os Espaços do Pacífico -, a obra contextualiza o período histórico que deu origem aos Descobrimentos, destacando os protagonistas e as conquistas que marcaram a expansão portuguesa. Nesta obra, o autor revisita os feitos emblemáticos dos portugueses desde os tempos henriquinos até à descoberta do Japão, passando por grandes temas como o descobrimento do caminho marítimo para a Índia e o Brasil, e discutindo também o impacto dos Descobrimentos a nível nacional e global. Recorrendo à análise e interpretação de fontes históricas diversas, esta obra visa não só corrigir mitos e interpretações erróneas, mas sobretudo evidenciar o significado universal da gesta portuguesa, que, ao conectar povos e culturas, ajudou a dar um sentido humanista ao mundo moderno.
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Edição: Jun 2025
Nº Páginas: 448
Sinopse:
QUEM SÃO, AFINAL, OS ILLUMINATI? PODERÃO OS GOVERNOS, OS MERCADOS E AS NOSSAS CONSCIÊNCIAS ESTAREM A SER INFLUENCIADOS POR UMA ELITE INVISÍVEL QUE SE ENCONTRA NOS BASTIDORES DO PODER MUNDIAL? HAVERÁ UMA CONSPIRAÇÃO SECRETA PARA DECIDIR O CURSO DA HISTÓRIA? Iniciações arrepiantes. Grandes bancos e manipulação de dinheiro. Possíveis conexões entre as famílias mais poderosas do mundoO nome Illuminati tem significado muita coisa para muitas pessoas diferentes, mas a maioria concorda que os Illuminati e aqueles que seguem a sua doutrina tentaram obter um certo controlo sobre os seus semelhan¬tes, bem como sobre as instituições políticas e religiosas do seu tempo. UMA INVESTIGAÇÃO PROFUNDA ÀS ORIGENS, HISTÓRIA, MEMBROS E ATIVIDADES DOS ILLUMINATI. Afastando-se de toda a especulação apocalíptica, mas também das tentativas de silenciamento de uma espécie de pacto secreto com a intenção de controlar e manipular o nosso destino global, o premiado jornalista Jim Marrs explora as evidências, documentos e ligações e lança uma nova luz sobre a história, o funcionamento, a influência e o poder dos Illuminati. «Chegará o tempo em que os homens se confrontarão com a História ou com algum jornal velho diante de si e perguntarão, incrédulos: ¿Existiu um mundo assim?¿» H. G. Wells *** «Somos confrontados em todo o mundo com uma conspiração monolítica e implacável que procura expandir a sua esfera de influên¬cia. É um sistema que recrutou vastos recursos para a construção de uma máquina extremamente coesa e eficaz que combina operações militares, diplomáticas, de informação, económicas, científicas e políticas.» John F. Kennedy «O propósito por trás da conspiração dos Illuminati passa por criar, e depois gerir, crises que convençam as massas de que o globalismo, com o seu controlo económico centralizado e ética religiosa unimundial, é a solução necessária para os problemas do mundo. Esta estrutura, geralmente conhecida como A Nova Ordem Mundial, será, obviamente, governada pelos Illuminati.» Robert Kiyosaki
Nº Páginas: 448
Sinopse:
QUEM SÃO, AFINAL, OS ILLUMINATI? PODERÃO OS GOVERNOS, OS MERCADOS E AS NOSSAS CONSCIÊNCIAS ESTAREM A SER INFLUENCIADOS POR UMA ELITE INVISÍVEL QUE SE ENCONTRA NOS BASTIDORES DO PODER MUNDIAL? HAVERÁ UMA CONSPIRAÇÃO SECRETA PARA DECIDIR O CURSO DA HISTÓRIA? Iniciações arrepiantes. Grandes bancos e manipulação de dinheiro. Possíveis conexões entre as famílias mais poderosas do mundoO nome Illuminati tem significado muita coisa para muitas pessoas diferentes, mas a maioria concorda que os Illuminati e aqueles que seguem a sua doutrina tentaram obter um certo controlo sobre os seus semelhan¬tes, bem como sobre as instituições políticas e religiosas do seu tempo. UMA INVESTIGAÇÃO PROFUNDA ÀS ORIGENS, HISTÓRIA, MEMBROS E ATIVIDADES DOS ILLUMINATI. Afastando-se de toda a especulação apocalíptica, mas também das tentativas de silenciamento de uma espécie de pacto secreto com a intenção de controlar e manipular o nosso destino global, o premiado jornalista Jim Marrs explora as evidências, documentos e ligações e lança uma nova luz sobre a história, o funcionamento, a influência e o poder dos Illuminati. «Chegará o tempo em que os homens se confrontarão com a História ou com algum jornal velho diante de si e perguntarão, incrédulos: ¿Existiu um mundo assim?¿» H. G. Wells *** «Somos confrontados em todo o mundo com uma conspiração monolítica e implacável que procura expandir a sua esfera de influên¬cia. É um sistema que recrutou vastos recursos para a construção de uma máquina extremamente coesa e eficaz que combina operações militares, diplomáticas, de informação, económicas, científicas e políticas.» John F. Kennedy «O propósito por trás da conspiração dos Illuminati passa por criar, e depois gerir, crises que convençam as massas de que o globalismo, com o seu controlo económico centralizado e ética religiosa unimundial, é a solução necessária para os problemas do mundo. Esta estrutura, geralmente conhecida como A Nova Ordem Mundial, será, obviamente, governada pelos Illuminati.» Robert Kiyosaki
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Edição: Jun 2025
Nº Páginas: 264
Sinopse:
UMA OBRA IMPRESCINDÍVEL PARA TODOS OS QUE DESEJAM COMPREENDER A ALEMANHA MODERNA, OS LEGADOS DO NAZISMO E OS RISCOS DO NEGACIONISMO HISTÓRICO. Como é que um país reconstrói a democracia sem enfrentar os seus fantasmas? E que perigos nascem quando o silêncio substitui a justiça? Em A Herança Nazi, Helmut Ortner conduz-nos por uma investigação impressionante sobre a forma como a Alemanha do pós-guerra lidou ou evitou lidar com o legado do nazismo. A «desnazificação», prometida após a queda do Terceiro Reich, revelou-se superficial: antigos criminosos nazis mantiveram-se em funções públicas, juristas do regime participaram na nova ordem jurídica e a sociedade preferiu esquecer em vez de recordar. Com um estilo envolvente e rigoroso, Ortner denuncia esta cultura do esquecimento e revela como o passado continua a projetar sombras perigosas sobre o presente. Trata-se de uma obra de memória, justiça e alerta um testemunho indispensável num tempo em que o revisionismo histórico e a banalização do mal voltam a ameaçar a verdade. UM LIVRO ESSENCIAL PARA QUEM ACREDITA QUE A DEMOCRACIA EXIGE MEMÓRIA. «Um livro incisivo de uma força comovente.» Deutschlandfunk «Brilhante e implacavelmente lúcido.» Die Rheinpfalz «É triste que livros assim ainda sejam necessários. Que existam, é mérito de autores como Helmut Ortner.» Frankfurter Rundschau *** Como pode um povo inteiro preferir desviar o olhar ? Como se ergueu a Alemanha sobre as ruínas da barbárie e do silêncio? Em A Herança Nazi, Helmut Ortner conduz o leitor por treze investigações densas, emocionantes e inquietantes, que expõem a continuidade do pensamento autoritário, a falência da justiça de transição e o pacto social do esquecimento. Através de retratos concretos, decisões judiciais ignoradas, biografias silenciadas e políticas de memória seletiva, o autor traça uma linha direta entre o passado sombrio e os perigos do presente.
Nº Páginas: 264
Sinopse:
UMA OBRA IMPRESCINDÍVEL PARA TODOS OS QUE DESEJAM COMPREENDER A ALEMANHA MODERNA, OS LEGADOS DO NAZISMO E OS RISCOS DO NEGACIONISMO HISTÓRICO. Como é que um país reconstrói a democracia sem enfrentar os seus fantasmas? E que perigos nascem quando o silêncio substitui a justiça? Em A Herança Nazi, Helmut Ortner conduz-nos por uma investigação impressionante sobre a forma como a Alemanha do pós-guerra lidou ou evitou lidar com o legado do nazismo. A «desnazificação», prometida após a queda do Terceiro Reich, revelou-se superficial: antigos criminosos nazis mantiveram-se em funções públicas, juristas do regime participaram na nova ordem jurídica e a sociedade preferiu esquecer em vez de recordar. Com um estilo envolvente e rigoroso, Ortner denuncia esta cultura do esquecimento e revela como o passado continua a projetar sombras perigosas sobre o presente. Trata-se de uma obra de memória, justiça e alerta um testemunho indispensável num tempo em que o revisionismo histórico e a banalização do mal voltam a ameaçar a verdade. UM LIVRO ESSENCIAL PARA QUEM ACREDITA QUE A DEMOCRACIA EXIGE MEMÓRIA. «Um livro incisivo de uma força comovente.» Deutschlandfunk «Brilhante e implacavelmente lúcido.» Die Rheinpfalz «É triste que livros assim ainda sejam necessários. Que existam, é mérito de autores como Helmut Ortner.» Frankfurter Rundschau *** Como pode um povo inteiro preferir desviar o olhar ? Como se ergueu a Alemanha sobre as ruínas da barbárie e do silêncio? Em A Herança Nazi, Helmut Ortner conduz o leitor por treze investigações densas, emocionantes e inquietantes, que expõem a continuidade do pensamento autoritário, a falência da justiça de transição e o pacto social do esquecimento. Através de retratos concretos, decisões judiciais ignoradas, biografias silenciadas e políticas de memória seletiva, o autor traça uma linha direta entre o passado sombrio e os perigos do presente.
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Edição: Jun 2025
Nº Páginas: 360
Sinopse:
Num tempo em que a nação volta a estar no centro da política das grandes potências, a originalidade do nacionalismo defensivo e identitário da revolução portuguesa de 1383-1385 ganha nova actualidade. Foi graças à vontade política de Nuno Álvares Pereira, ao seu génio militar e à sua integridade que os portugueses, na grande crise do século XIV, conseguiram derrotar as forças de D. João de Castela, contrariando a ordem internacional dinástica que os tornava súbditos de um rei estrangeiro. Mas o que sabemos do «cavaleiro-monge» que foi motor e braço do movimento interclassista e protodemocrático que guardou a nação independente, preparando-a para o novo tempo português de navegação e expansão além-mar? Pode um santo ser guerreiro e um guerreiro ser santo? Jaime Nogueira Pinto reconstitui o carácter e o percurso excep-cional de Nun¿Álvares, entre as intrigas da corrupta corte fernandina e o poder e a glória da Casa de Avis, nas horas difíceis da revolução de Lisboa e nas batalhas de Atoleiros Aljubarrota e Valverde. Interpretando e integrando a História portuguesa na História europeia medieval, marcada pela Guerra dos Cem Anos, e a partir de uma releitura das fontes tradicionais, o autor transporta-nos para o tempo e para o lugar do pajem, do cavaleiro, do chefe militar e do homem de fé da Guerra da Independência.
Nº Páginas: 360
Sinopse:
Num tempo em que a nação volta a estar no centro da política das grandes potências, a originalidade do nacionalismo defensivo e identitário da revolução portuguesa de 1383-1385 ganha nova actualidade. Foi graças à vontade política de Nuno Álvares Pereira, ao seu génio militar e à sua integridade que os portugueses, na grande crise do século XIV, conseguiram derrotar as forças de D. João de Castela, contrariando a ordem internacional dinástica que os tornava súbditos de um rei estrangeiro. Mas o que sabemos do «cavaleiro-monge» que foi motor e braço do movimento interclassista e protodemocrático que guardou a nação independente, preparando-a para o novo tempo português de navegação e expansão além-mar? Pode um santo ser guerreiro e um guerreiro ser santo? Jaime Nogueira Pinto reconstitui o carácter e o percurso excep-cional de Nun¿Álvares, entre as intrigas da corrupta corte fernandina e o poder e a glória da Casa de Avis, nas horas difíceis da revolução de Lisboa e nas batalhas de Atoleiros Aljubarrota e Valverde. Interpretando e integrando a História portuguesa na História europeia medieval, marcada pela Guerra dos Cem Anos, e a partir de uma releitura das fontes tradicionais, o autor transporta-nos para o tempo e para o lugar do pajem, do cavaleiro, do chefe militar e do homem de fé da Guerra da Independência.
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Edição: Mai 2025
Nº Páginas: 328
Sinopse:
Oito maneiras de entender o mundo de forma errada Os nossos mapas podem já não ser dominados por dragões e monstros, mas as nossas perceções do mundo continuam a ser moldadas por mitos geográficos. Mitos como o de que a Europa é o centro do mundo, que os muros nas fronteiras são a solução para a imigração, ou que a Rússia está predestinada a ameaçar os seus vizinhos. Neste livro, Paul Richardson desafia os argumentos mais popularizados sobre o determinismo geográfico, mostrando que a forma como o mundo é representado não significa verdadeiramente, na sua maioria, que o mapa em si seja o território. Oito capítulos muito bem fundamentados que põem em causa suposições há muito defendidas como: O mito dos continentes e por que razão não correspondem à realidade O mito das fronteiras e porque é que muros como os de Trump não funcionam O mito da nação e as fronteiras difusas O mito da soberania e a recuperação do controlo O mito do crescimento económico e porque não vale a pena morrer por ele O mito do inevitável expansionismo da Rússia O mito da nova Rota da Seda da China O mito de uma África condenada
Nº Páginas: 328
Sinopse:
Oito maneiras de entender o mundo de forma errada Os nossos mapas podem já não ser dominados por dragões e monstros, mas as nossas perceções do mundo continuam a ser moldadas por mitos geográficos. Mitos como o de que a Europa é o centro do mundo, que os muros nas fronteiras são a solução para a imigração, ou que a Rússia está predestinada a ameaçar os seus vizinhos. Neste livro, Paul Richardson desafia os argumentos mais popularizados sobre o determinismo geográfico, mostrando que a forma como o mundo é representado não significa verdadeiramente, na sua maioria, que o mapa em si seja o território. Oito capítulos muito bem fundamentados que põem em causa suposições há muito defendidas como: O mito dos continentes e por que razão não correspondem à realidade O mito das fronteiras e porque é que muros como os de Trump não funcionam O mito da nação e as fronteiras difusas O mito da soberania e a recuperação do controlo O mito do crescimento económico e porque não vale a pena morrer por ele O mito do inevitável expansionismo da Rússia O mito da nova Rota da Seda da China O mito de uma África condenada
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Edição: Mai 2025
Nº Páginas: 224
Sinopse:
A batalha que alterou o rumo da História de Portugal Em 2025, a Batalha de Aljubarrota continua a gerar fascínio e admiração. E não é caso para menos. Afinal, uma batalha campal um acontecimento já de si raro durante o período medieval veio a ter um desfecho decisivo que alterou, definitivamente, o rumo da História não só da Península Ibérica, mas também do próprio mundo. Basta pensar que, caso a sorte das armas não tivesse estado do lado de D. João I e Nuno Álvares Pereira, dificilmente se poderia imaginar a sobrevivência de Portugal enquanto reino independente. Como se explica, no seu tempo e espaço, um acontecimento de tal magnitude? Dividido em quatro partes distintas que têm como fi o condutor os acontecimentos em Portugal em finais do século XIV, este livro enquadra o desfecho de Aljubarrota no seu contexto mais próximo: a Crise de 1383¿1385, um período de convulsões políticas e sociais iniciado com a morte de D. Fernando I, que levou ao eclodir de uma guerra civil e a uma invasão castelhana, apenas para ser encerrado com a eleição de D. João I como rei nas Cortes de Coimbra e com a vitória sobre Juan I de Castela em Aljubarrota.
Nº Páginas: 224
Sinopse:
A batalha que alterou o rumo da História de Portugal Em 2025, a Batalha de Aljubarrota continua a gerar fascínio e admiração. E não é caso para menos. Afinal, uma batalha campal um acontecimento já de si raro durante o período medieval veio a ter um desfecho decisivo que alterou, definitivamente, o rumo da História não só da Península Ibérica, mas também do próprio mundo. Basta pensar que, caso a sorte das armas não tivesse estado do lado de D. João I e Nuno Álvares Pereira, dificilmente se poderia imaginar a sobrevivência de Portugal enquanto reino independente. Como se explica, no seu tempo e espaço, um acontecimento de tal magnitude? Dividido em quatro partes distintas que têm como fi o condutor os acontecimentos em Portugal em finais do século XIV, este livro enquadra o desfecho de Aljubarrota no seu contexto mais próximo: a Crise de 1383¿1385, um período de convulsões políticas e sociais iniciado com a morte de D. Fernando I, que levou ao eclodir de uma guerra civil e a uma invasão castelhana, apenas para ser encerrado com a eleição de D. João I como rei nas Cortes de Coimbra e com a vitória sobre Juan I de Castela em Aljubarrota.
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Edição: Jun 2025
Nº Páginas: 272
Sinopse:
Em Líbano, uma biografia, Safaa Dib reconstrói uma cronologia familiar ao longo de gerações, que se cruza com a história libanesa desde o final do Império Otomano até aos dias de hoje, passando por revoltas, fomes, guerras mundiais e civis, fugas pela sobrevivência ou explosões devastadoras.
Nº Páginas: 272
Sinopse:
Em Líbano, uma biografia, Safaa Dib reconstrói uma cronologia familiar ao longo de gerações, que se cruza com a história libanesa desde o final do Império Otomano até aos dias de hoje, passando por revoltas, fomes, guerras mundiais e civis, fugas pela sobrevivência ou explosões devastadoras.
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Edição: Jun 2025
Nº Páginas: 272
Sinopse:
Numa viagem de 12 mil quilómetros pela Amazónia, entre a luxúria vegetal, a savana, o novo mundo da soja e as fronteiras da devastação, mergulha-se a fundo no destempero da voracidade humana. Tanto como um prodígio da natureza, a Amazónia é um monumento à humanidade. Que a desbravou, a amou, a explorou, a destruiu e lhe deixou feridas. Curá-las é um desafio global.
Nº Páginas: 272
Sinopse:
Numa viagem de 12 mil quilómetros pela Amazónia, entre a luxúria vegetal, a savana, o novo mundo da soja e as fronteiras da devastação, mergulha-se a fundo no destempero da voracidade humana. Tanto como um prodígio da natureza, a Amazónia é um monumento à humanidade. Que a desbravou, a amou, a explorou, a destruiu e lhe deixou feridas. Curá-las é um desafio global.
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Edição: Jul 2025
Nº Páginas: 384
Sinopse:
A breve vida de D. Luís Filipe de Bragança, 1887-1908 A 1 de Fevereiro de 1908, foram assassinados no Terreiro do Paço, em Lisboa, el-rei D. Carlos e o príncipe D. Luís Filipe, seu filho. O príncipe, de quem se dizia ter todas as qualidades para ser um grande monarca, não pôde sê-lo nem sequer nos breves instantes em que o foi. Porque, nos escassos minutos em que sobreviveu ao pai, o príncipe foi rei mas um rei que não reinou. É a sua história, breve e trágica, que se pode ler nesta biografia, porventura a mais completa até hoje publicada.
Nº Páginas: 384
Sinopse:
A breve vida de D. Luís Filipe de Bragança, 1887-1908 A 1 de Fevereiro de 1908, foram assassinados no Terreiro do Paço, em Lisboa, el-rei D. Carlos e o príncipe D. Luís Filipe, seu filho. O príncipe, de quem se dizia ter todas as qualidades para ser um grande monarca, não pôde sê-lo nem sequer nos breves instantes em que o foi. Porque, nos escassos minutos em que sobreviveu ao pai, o príncipe foi rei mas um rei que não reinou. É a sua história, breve e trágica, que se pode ler nesta biografia, porventura a mais completa até hoje publicada.
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Edição: Mai 2025
Nº Páginas: 160
Sinopse:
"Abril, dia 25, ano de 1974. Portugal saía de uma longa ditadura. Um País em entusiasmo, mas muito pouco preparado para os desafios que o esperavam. Verão Quente de 1975: Tudo Era Permitido, de Pedro Prostes da Fonseca, faz luz sobre a forma exaltada como se viveram 1974 e 1975, os dois primeiros anos após a Revolução dos Cravos. Foi um tempo pejado de episódios alucinantes: da «caça aos fascistas», fossem-no ou não, passando pelos mandados em branco que podiam ditar a prisão sem culpa formada, até ao famoso cerco à Assembleia da República. Houve delírios: um militar de Abril ia de chaimite tomar café; o herói da revolução, Otelo Saraiva de Carvalho, quase seria linchado por uma população confusa e em histeria; alunos a sanearem professores; soldados guedelhudos a espiolhar carros à procura de armas; livre acesso ao voyeurismo sexual em cinemas que passariam exclusivamente filmes pornográficos.. Mas também foi o tempo de realizações há muito adiadas. E de
Nº Páginas: 160
Sinopse:
"Abril, dia 25, ano de 1974. Portugal saía de uma longa ditadura. Um País em entusiasmo, mas muito pouco preparado para os desafios que o esperavam. Verão Quente de 1975: Tudo Era Permitido, de Pedro Prostes da Fonseca, faz luz sobre a forma exaltada como se viveram 1974 e 1975, os dois primeiros anos após a Revolução dos Cravos. Foi um tempo pejado de episódios alucinantes: da «caça aos fascistas», fossem-no ou não, passando pelos mandados em branco que podiam ditar a prisão sem culpa formada, até ao famoso cerco à Assembleia da República. Houve delírios: um militar de Abril ia de chaimite tomar café; o herói da revolução, Otelo Saraiva de Carvalho, quase seria linchado por uma população confusa e em histeria; alunos a sanearem professores; soldados guedelhudos a espiolhar carros à procura de armas; livre acesso ao voyeurismo sexual em cinemas que passariam exclusivamente filmes pornográficos.. Mas também foi o tempo de realizações há muito adiadas. E de
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Edição: Mai 2025
Nº Páginas: 280
Sinopse:
Durante séculos, fraudes, encobrimentos e distorções da verdade foram usados para manipular sociedades, justificar guerras e até reescrever o passado. Algumas dessas mentiras foram desmascaradas. Outras ainda estão por aí, escondidas sob a aparência de «factos históricos». Se acha que conhece a história do mundo… pense de novo. Este livro desmonta narrativas falsas, revela conspirações históricas e mostra que, às vezes, a verdade foi apagada, manipulada e reinventada. Desde a Roma Antiga até aos dias de hoje, de Júlio César a Chernobyl, das Cruzadas à Guerra Fria, descubra como a verdade foi manipulada para atender aos interesses dos mais fortes. Entre as histórias que vai poder conhecer neste livro, contam-se, por exemplo: - Um golpe medieval que fortaleceu o poder do Vaticano: a «doação de Constantino», um documento fraudulento que mudou a história da Igreja. - Quando a imprensa ajudou a esconder genocídios: como a fome na Ucrânia foi abafada e ainda rendeu um Prémio Pulitzer ao jornalista que encobriu os factos. - As distorções que mancharam reputações: a imperatriz Wu Zetian foi realmente um monstro, ou a sua história foi manipulada para apagar o legado de uma mulher no poder? - As mentiras que ainda ecoam no presente: a experiência Tuskegee e como ajudou a alimentar desconfianças na ciência e na medicina até hoje. SE A HISTÓRIA É ESCRITA PELOS VENCEDORES… EM QUANTAS MENTIRAS A HUMANIDADE JÁ ACREDITOU? Este livro leva os leitores numa viagem global pela História humana, ao longo da qual a historiadora Natasha Tidd examina como as mentiras podem mudar o mundo ao nosso redor, desde a máquina de relações públicas enganosa de Júlio César até aos encobrimentos que causaram Chernobyl. Uma Breve História do Mundo em 50 Mentiras detalha o impacto profundo deste lado secreto da História e mostra que a verdade é realmente mais estranha - e muito mais perigosa - do que qualquer ficção.
Nº Páginas: 280
Sinopse:
Durante séculos, fraudes, encobrimentos e distorções da verdade foram usados para manipular sociedades, justificar guerras e até reescrever o passado. Algumas dessas mentiras foram desmascaradas. Outras ainda estão por aí, escondidas sob a aparência de «factos históricos». Se acha que conhece a história do mundo… pense de novo. Este livro desmonta narrativas falsas, revela conspirações históricas e mostra que, às vezes, a verdade foi apagada, manipulada e reinventada. Desde a Roma Antiga até aos dias de hoje, de Júlio César a Chernobyl, das Cruzadas à Guerra Fria, descubra como a verdade foi manipulada para atender aos interesses dos mais fortes. Entre as histórias que vai poder conhecer neste livro, contam-se, por exemplo: - Um golpe medieval que fortaleceu o poder do Vaticano: a «doação de Constantino», um documento fraudulento que mudou a história da Igreja. - Quando a imprensa ajudou a esconder genocídios: como a fome na Ucrânia foi abafada e ainda rendeu um Prémio Pulitzer ao jornalista que encobriu os factos. - As distorções que mancharam reputações: a imperatriz Wu Zetian foi realmente um monstro, ou a sua história foi manipulada para apagar o legado de uma mulher no poder? - As mentiras que ainda ecoam no presente: a experiência Tuskegee e como ajudou a alimentar desconfianças na ciência e na medicina até hoje. SE A HISTÓRIA É ESCRITA PELOS VENCEDORES… EM QUANTAS MENTIRAS A HUMANIDADE JÁ ACREDITOU? Este livro leva os leitores numa viagem global pela História humana, ao longo da qual a historiadora Natasha Tidd examina como as mentiras podem mudar o mundo ao nosso redor, desde a máquina de relações públicas enganosa de Júlio César até aos encobrimentos que causaram Chernobyl. Uma Breve História do Mundo em 50 Mentiras detalha o impacto profundo deste lado secreto da História e mostra que a verdade é realmente mais estranha - e muito mais perigosa - do que qualquer ficção.
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Edição: Fev 2022
Nº Páginas: 568
Sinopse:
"Doce Amargura" é a história da Sena Sugar Estates e da aliança anglo-portuguesa entre John Peter Hornung (Pitt) e Laura de Paiva Raposo que lhe deu origem. John Peter Hornung, um ousado jovem inglês de origem húngara, introduziu, no final do século XIX, o cultivo comercial da cana-de-açúcar no Baixo Delta do Rio Zambeze, numa aventura pioneira de criação de várias plantações de açúcar, que se pautou pela introdução de maquinaria industrial, novas técnicas, investigação e modernização das práticas agrícolas, lançando as bases para aquela que acabou por se tornar não apenas na maior empresa açucareira de Moçambique, mas também numa das maiores do mundo. Numa história que cobre 100 anos da história de África e da Europa, a Sena Sugar Estates evoluiu ao longo de décadas alcançando vitórias e sofrendo contrariedades
Nº Páginas: 568
Sinopse:
"Doce Amargura" é a história da Sena Sugar Estates e da aliança anglo-portuguesa entre John Peter Hornung (Pitt) e Laura de Paiva Raposo que lhe deu origem. John Peter Hornung, um ousado jovem inglês de origem húngara, introduziu, no final do século XIX, o cultivo comercial da cana-de-açúcar no Baixo Delta do Rio Zambeze, numa aventura pioneira de criação de várias plantações de açúcar, que se pautou pela introdução de maquinaria industrial, novas técnicas, investigação e modernização das práticas agrícolas, lançando as bases para aquela que acabou por se tornar não apenas na maior empresa açucareira de Moçambique, mas também numa das maiores do mundo. Numa história que cobre 100 anos da história de África e da Europa, a Sena Sugar Estates evoluiu ao longo de décadas alcançando vitórias e sofrendo contrariedades
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Edição: Fev 2022
Nº Páginas: 592
Sinopse:
Heinrich Himmler, o segundo homem mais poderoso da Alemanha nazi, estava convencido de que a ciência ignorava os feitos heróicos de uma raça primordial: os arianos. A convicção do líder das SS, povoada por homens e mulheres louros e de olhos azuis, não passava de pura fantasia - mas era inabalável. Em 1935, Himmler fundou um instituto de investigação no âmbito das SS destinado a produzir alegadas provas arqueológicas dessa e de outras ficções do III Reich: o Ahnenerbe. Para alcançar o objetivo, que mais não era do que reescrever a história da Humanidade, o arquiteto da Solução Final recrutou uma mistura bizarra de aventureiros, místicos e, também, mais de uma centena de respeitáveis cientistas e académicos alemães. As finalidades de tão excêntrica missão, que passaria por expedições a lugares como o Tibete, o Iraque ou a Finlândia, eram decididamente políticas - e, como não tardaria a verificar-se, teriam efeitos criminosos a uma escala até então impossível de conceber.
Nº Páginas: 592
Sinopse:
Heinrich Himmler, o segundo homem mais poderoso da Alemanha nazi, estava convencido de que a ciência ignorava os feitos heróicos de uma raça primordial: os arianos. A convicção do líder das SS, povoada por homens e mulheres louros e de olhos azuis, não passava de pura fantasia - mas era inabalável. Em 1935, Himmler fundou um instituto de investigação no âmbito das SS destinado a produzir alegadas provas arqueológicas dessa e de outras ficções do III Reich: o Ahnenerbe. Para alcançar o objetivo, que mais não era do que reescrever a história da Humanidade, o arquiteto da Solução Final recrutou uma mistura bizarra de aventureiros, místicos e, também, mais de uma centena de respeitáveis cientistas e académicos alemães. As finalidades de tão excêntrica missão, que passaria por expedições a lugares como o Tibete, o Iraque ou a Finlândia, eram decididamente políticas - e, como não tardaria a verificar-se, teriam efeitos criminosos a uma escala até então impossível de conceber.
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Edição: Jul 2021
Nº Páginas: 392
Sinopse:
À medida que James Hawes avança no tempo, de César até ao Brexit, por entre conquistas, impérios e guerras, tece uma nova e profunda narrativa de Inglaterra. A ilha-fortaleza está dividida por uma linha que é anterior à invasão dos romanos
Nº Páginas: 392
Sinopse:
À medida que James Hawes avança no tempo, de César até ao Brexit, por entre conquistas, impérios e guerras, tece uma nova e profunda narrativa de Inglaterra. A ilha-fortaleza está dividida por uma linha que é anterior à invasão dos romanos
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Edição: Abr 2025
Nº Páginas: 496
Sinopse:
O reinado de D. José (1750-1757) é dos poucos que escaparam ao geral esquecimento a que foi votada a maior parte dos factos e personagens mais remotos da história de Portugal. O terramoto de 1755, a reconstrução de Lisboa, os tiros que se dispararam contra a carruagem do rei e a repressão implacável que se lhes seguiu garantiram-lhe um lugar na memória de gerações futuras. No entanto, não é pelo nome do rei que esses anos são em regra conhecidos. O que deles se sabe é, quase sempre, pela interposta pessoa do seu ministro, Sebastião José de Carvalho e Melo, perpetuado na posteridade pelo título de Marquês de Pombal. Depois das figuras destacadas da expansão portuguesa dos séculos XV e XVI, raras personagens são recordadas por públicos amplos. A esse destino obscuro escapou o valido do rei, por força tanto das celebrações encomiásticas quanto das críticas enfáticas que conheceu, dentro e fora de Portugal, em vida como na morte. No cenário político do reinado, cuja ribalta foi exuberantemente ocupada por Pombal, qual o lugar que cabe ao D. José? Boa parte das páginas deste livro, agora revisto, centram-se nas relações entre o rei e o ministro, para explicar como se foram tecendo, mas também para apreender nos traços da personalidade e da vida do rei os rasgos que o fizeram enveredar pelo caminho que seguiu, na sombra do valido.
Nº Páginas: 496
Sinopse:
O reinado de D. José (1750-1757) é dos poucos que escaparam ao geral esquecimento a que foi votada a maior parte dos factos e personagens mais remotos da história de Portugal. O terramoto de 1755, a reconstrução de Lisboa, os tiros que se dispararam contra a carruagem do rei e a repressão implacável que se lhes seguiu garantiram-lhe um lugar na memória de gerações futuras. No entanto, não é pelo nome do rei que esses anos são em regra conhecidos. O que deles se sabe é, quase sempre, pela interposta pessoa do seu ministro, Sebastião José de Carvalho e Melo, perpetuado na posteridade pelo título de Marquês de Pombal. Depois das figuras destacadas da expansão portuguesa dos séculos XV e XVI, raras personagens são recordadas por públicos amplos. A esse destino obscuro escapou o valido do rei, por força tanto das celebrações encomiásticas quanto das críticas enfáticas que conheceu, dentro e fora de Portugal, em vida como na morte. No cenário político do reinado, cuja ribalta foi exuberantemente ocupada por Pombal, qual o lugar que cabe ao D. José? Boa parte das páginas deste livro, agora revisto, centram-se nas relações entre o rei e o ministro, para explicar como se foram tecendo, mas também para apreender nos traços da personalidade e da vida do rei os rasgos que o fizeram enveredar pelo caminho que seguiu, na sombra do valido.
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Edição: Set 2020
Nº Páginas: 200
Sinopse:
Numa madrugada de Novembro de 1967, a população da grande Lisboa, desde Estoril e Oeiras até Alenquer e Vila Franca de Xira, passando por Queluz, Loures ou Odivelas, acordou em sobressalto e deu de caras com a morte e a destruição. Em algumas horas, caiu a chuva equivalente à de um mês inteiro. O nível da água do Tejo subiu quatro metros. Os cursos de água em redor de Lisboa transbordaram. De um momento para o outro, centenas de rios e ribeiros invadiram as ruas da capital e arredores. Pessoas, animais, barracas, automóveis, mobílias e destroços diversos foram levados pela água e engrossaram caudais mortíferos que levavam tudo à sua frente, afogando homens e mulheres, arrancando árvores, demolindo habitações. Embora as estatísticas da época de pouco valham, mais de mil pessoas terão morrido nessa noite. As maiores vítimas foram os que residiam em construções precárias e em barracas. Apesar dos esforços do governo de Salazar para ocultar a dimensão da tragédia, as Grandes Cheias de 1967 revelaram o atraso e a miséria em que se vivia no país presépio apregoado pelo ditador. Este Dilúvio sem Deus despertou a consciência social e política de estudantes, católicos progressistas e muitos outros portugueses e funcionou como a espécie de antecâmara para o derrube da ditadora, escassos sete anos depois.
Nº Páginas: 200
Sinopse:
Numa madrugada de Novembro de 1967, a população da grande Lisboa, desde Estoril e Oeiras até Alenquer e Vila Franca de Xira, passando por Queluz, Loures ou Odivelas, acordou em sobressalto e deu de caras com a morte e a destruição. Em algumas horas, caiu a chuva equivalente à de um mês inteiro. O nível da água do Tejo subiu quatro metros. Os cursos de água em redor de Lisboa transbordaram. De um momento para o outro, centenas de rios e ribeiros invadiram as ruas da capital e arredores. Pessoas, animais, barracas, automóveis, mobílias e destroços diversos foram levados pela água e engrossaram caudais mortíferos que levavam tudo à sua frente, afogando homens e mulheres, arrancando árvores, demolindo habitações. Embora as estatísticas da época de pouco valham, mais de mil pessoas terão morrido nessa noite. As maiores vítimas foram os que residiam em construções precárias e em barracas. Apesar dos esforços do governo de Salazar para ocultar a dimensão da tragédia, as Grandes Cheias de 1967 revelaram o atraso e a miséria em que se vivia no país presépio apregoado pelo ditador. Este Dilúvio sem Deus despertou a consciência social e política de estudantes, católicos progressistas e muitos outros portugueses e funcionou como a espécie de antecâmara para o derrube da ditadora, escassos sete anos depois.
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Edição: Set 2020
Nº Páginas: 240
Sinopse:
Neste relato pessoal, irónico e sempre sagaz, Arturo Pérez-Reverte conta a acidentada história do nosso país vizinho. Uma obra concebida, segundo o autor, como "um pretexto para olhar para trás desde os tempos remotos até ao presente, refletir um pouco sobre ele e contá-lo por escrito de uma forma pouco ortodoxa". Das origens de Espanha até ao final da transição para o regime democrático, os principais acontecimentos da história do nosso vizinho ibérico são narrados com um olhar único, construído com as doses certas de leituras, experiência e senso comum. "O olhar com que escrevo romances e artigos, não fui eu que o escolhi - diz o autor -, é, sim, o resultado de todas essas coisas: a visão, mais ácida do que doce, de quem, como diz um dos meus personagens, sabe que ser lúcido em Espanha acarreta sempre muita amargura, muita solidão e pouca esperança."
Nº Páginas: 240
Sinopse:
Neste relato pessoal, irónico e sempre sagaz, Arturo Pérez-Reverte conta a acidentada história do nosso país vizinho. Uma obra concebida, segundo o autor, como "um pretexto para olhar para trás desde os tempos remotos até ao presente, refletir um pouco sobre ele e contá-lo por escrito de uma forma pouco ortodoxa". Das origens de Espanha até ao final da transição para o regime democrático, os principais acontecimentos da história do nosso vizinho ibérico são narrados com um olhar único, construído com as doses certas de leituras, experiência e senso comum. "O olhar com que escrevo romances e artigos, não fui eu que o escolhi - diz o autor -, é, sim, o resultado de todas essas coisas: a visão, mais ácida do que doce, de quem, como diz um dos meus personagens, sabe que ser lúcido em Espanha acarreta sempre muita amargura, muita solidão e pouca esperança."
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Edição: Abr 2025
Nº Páginas: 528
Sinopse:
Como puderam os nazis cometer os crimes que cometeram? Por que razão comandantes de campos de concentração e de morte levaram a cabo com frequência - e, muitas vezes, entusiasticamente - assassínios em massa? Como puderam os alemães comuns tolerar as atrocidades que se perpetravam? Neste livro, o autor bestseller Laurence Rees combina testemunhos inéditos de ex-nazis e daqueles que cresceram no sistema nazi com a mais recente investigação psicológica em obediência e autoridade, para ajudar a responder a algumas das questões mais perturbadoras relativas à Segunda Guerra Mundial e ao Holocausto. Da política das franjas da década de 1920 ao triunfo eleitoral e à mobilização em massa da década de 1930, passando pelo Holocausto e pelo eventual desaparecimento do regime, Laurence Rees traça a ascensão e queda das mentalidades nazis - incluindo as condições que permitiram o florescimento de uma ideologia tão violenta e o sofisticado esforço de propaganda que a sustentou - pela lente de 12 Avisos, destacando os sinais a que devemos estar atentos nos atuais líderes.
Nº Páginas: 528
Sinopse:
Como puderam os nazis cometer os crimes que cometeram? Por que razão comandantes de campos de concentração e de morte levaram a cabo com frequência - e, muitas vezes, entusiasticamente - assassínios em massa? Como puderam os alemães comuns tolerar as atrocidades que se perpetravam? Neste livro, o autor bestseller Laurence Rees combina testemunhos inéditos de ex-nazis e daqueles que cresceram no sistema nazi com a mais recente investigação psicológica em obediência e autoridade, para ajudar a responder a algumas das questões mais perturbadoras relativas à Segunda Guerra Mundial e ao Holocausto. Da política das franjas da década de 1920 ao triunfo eleitoral e à mobilização em massa da década de 1930, passando pelo Holocausto e pelo eventual desaparecimento do regime, Laurence Rees traça a ascensão e queda das mentalidades nazis - incluindo as condições que permitiram o florescimento de uma ideologia tão violenta e o sofisticado esforço de propaganda que a sustentou - pela lente de 12 Avisos, destacando os sinais a que devemos estar atentos nos atuais líderes.
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Edição: Abr 2025
Nº Páginas: 304
Sinopse:
Ser cidadão de um Estado moderno, hoje, significa usufruir de vantagens extraordinárias, mas também enfrentar desafios de uma complexidade profunda. O paradoxo que emerge da experiência da cidadania é inescapável: será o Estado que ajudámos a construir, para nossa segurança, a nossa salvação, ou a nossa desgraça? Poderá ser ambas? Todas as ideias aqui exploradas em capítulos independentes giram em torno da noção de Estado, contribuindo para explicar as suas origens e a forma como se relaciona com muitos dos dilemas e desafios que enfrentamos. O que podem ensinar-nos as noções de Samuel Butler sobre a estranha forma como escolhemos organizar sociedades? Como conseguiu Frederick Douglass expor o horror da escravatura e liderar o movimento que a aboliria? O que predizia Nietzsche para o futuro dos homens? E qual o impacto das suas ideias na nossa conceção atual de igualdade, justiça e revolução? De Rousseau a Rawls, do fascismo ao feminismo, do prazer à anarquia, a história das ideias constitui uma introdução brilhante à modernidade.
Nº Páginas: 304
Sinopse:
Ser cidadão de um Estado moderno, hoje, significa usufruir de vantagens extraordinárias, mas também enfrentar desafios de uma complexidade profunda. O paradoxo que emerge da experiência da cidadania é inescapável: será o Estado que ajudámos a construir, para nossa segurança, a nossa salvação, ou a nossa desgraça? Poderá ser ambas? Todas as ideias aqui exploradas em capítulos independentes giram em torno da noção de Estado, contribuindo para explicar as suas origens e a forma como se relaciona com muitos dos dilemas e desafios que enfrentamos. O que podem ensinar-nos as noções de Samuel Butler sobre a estranha forma como escolhemos organizar sociedades? Como conseguiu Frederick Douglass expor o horror da escravatura e liderar o movimento que a aboliria? O que predizia Nietzsche para o futuro dos homens? E qual o impacto das suas ideias na nossa conceção atual de igualdade, justiça e revolução? De Rousseau a Rawls, do fascismo ao feminismo, do prazer à anarquia, a história das ideias constitui uma introdução brilhante à modernidade.
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Edição: Ago 2020
Nº Páginas: 392
Sinopse:
Jaime Nogueira Pinto percorre dois mil e quinhentos anos de história, arte, literatura e ciência para nos contar como têm vivido e morrido as pessoas em tempos de epidemia. É uma viagem marcada por sofrimento, carestia, doença e morte, e por grandes agitações nas sociedades, com convulsões políticas, miséria material, degradação dos costumes e desorientação espiritual. Recorrendo a fontes históricas tão diversas quanto O Livro do Apocalipse, a peça Édipo Rei, os estudos médicos de Galeno, a pintura Danças Macabras de Bernt Notke, o poema Nós, de Cesário Verde, ou o filme Philadelphia, com Tom Hanks, Contágios estabelece uma cronologia das principais epidemias que afectaram a humanidade e faz o balanço histórico das suas consequências políticas, sociais e culturais. Relato fascinante das epidemias tradicionais e das que surgiram recentemente - como o Ébola, a SIDA ou a Covid-19 - Contágios é o livro que nos ajuda a pensar sobre os fantasmas que nos assombram.
Nº Páginas: 392
Sinopse:
Jaime Nogueira Pinto percorre dois mil e quinhentos anos de história, arte, literatura e ciência para nos contar como têm vivido e morrido as pessoas em tempos de epidemia. É uma viagem marcada por sofrimento, carestia, doença e morte, e por grandes agitações nas sociedades, com convulsões políticas, miséria material, degradação dos costumes e desorientação espiritual. Recorrendo a fontes históricas tão diversas quanto O Livro do Apocalipse, a peça Édipo Rei, os estudos médicos de Galeno, a pintura Danças Macabras de Bernt Notke, o poema Nós, de Cesário Verde, ou o filme Philadelphia, com Tom Hanks, Contágios estabelece uma cronologia das principais epidemias que afectaram a humanidade e faz o balanço histórico das suas consequências políticas, sociais e culturais. Relato fascinante das epidemias tradicionais e das que surgiram recentemente - como o Ébola, a SIDA ou a Covid-19 - Contágios é o livro que nos ajuda a pensar sobre os fantasmas que nos assombram.
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Edição: Fev 2020
Nº Páginas: 144
Sinopse:
Cada família tem a sua história. No caso da família dos Santos é uma história extraordinária, em que entram um pai autoritário, uma filha milionária, um filho presidiário, um general ameaçador e um número enorme de intriguistas. O cenário é Angola, onde a grande maioria da população vive com menos de dois dólares por dia, e em particular a sua capital, Luanda, conhecida durante muito tempo como a Dubai de África. Depois de ter chegado ao poder quase por acaso, o patriarca distribui os recursos do país entre os seus próximos ao longo de trinta e oito anos. Com isto torna-se o todo-poderoso de um clã que em pouco tempo se tornou muito rico. Os seus membros são intocáveis e o seu reino anuncia-se eterno. Até ao dia em que é forçado a passar o testemunho. O novo homem forte, que, no entanto, faz parte da mesma família política, quer mudar as coisas. O seu alvo é o sistema dos Santos. Reviravoltas, golpes baixos e manipulação são os ingredientes de uma saga familiar de tirar a respiração. Uma história em que, infelizmente, tudo é verdade.
Nº Páginas: 144
Sinopse:
Cada família tem a sua história. No caso da família dos Santos é uma história extraordinária, em que entram um pai autoritário, uma filha milionária, um filho presidiário, um general ameaçador e um número enorme de intriguistas. O cenário é Angola, onde a grande maioria da população vive com menos de dois dólares por dia, e em particular a sua capital, Luanda, conhecida durante muito tempo como a Dubai de África. Depois de ter chegado ao poder quase por acaso, o patriarca distribui os recursos do país entre os seus próximos ao longo de trinta e oito anos. Com isto torna-se o todo-poderoso de um clã que em pouco tempo se tornou muito rico. Os seus membros são intocáveis e o seu reino anuncia-se eterno. Até ao dia em que é forçado a passar o testemunho. O novo homem forte, que, no entanto, faz parte da mesma família política, quer mudar as coisas. O seu alvo é o sistema dos Santos. Reviravoltas, golpes baixos e manipulação são os ingredientes de uma saga familiar de tirar a respiração. Uma história em que, infelizmente, tudo é verdade.
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Edição: Nov 2019
Nº Páginas: 256
Sinopse:
Quem foram os Lusitanos? Como se desenrolou a Batalha de Aljubarrota? Por onde navegaram os marinheiros portugueses? Quem foi o Marquês de Pombal? Como foi a implantação da República? O que foi o 25 de Abril de 1974? Descobre os acontecimentos e as personagens mais importantes da História de Portugal desde os antecedentes da fundação da nacionalidade até à adesão de Portugal à União Europeia, numa obra de grande rigor científico e enriquecida com as mais recentes investigações. É uma história inesquecível que já conta com mais de 850 anos.
Nº Páginas: 256
Sinopse:
Quem foram os Lusitanos? Como se desenrolou a Batalha de Aljubarrota? Por onde navegaram os marinheiros portugueses? Quem foi o Marquês de Pombal? Como foi a implantação da República? O que foi o 25 de Abril de 1974? Descobre os acontecimentos e as personagens mais importantes da História de Portugal desde os antecedentes da fundação da nacionalidade até à adesão de Portugal à União Europeia, numa obra de grande rigor científico e enriquecida com as mais recentes investigações. É uma história inesquecível que já conta com mais de 850 anos.
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Edição: Abr 2025
Nº Páginas: 344
Sinopse:
Esta é a história da ascensão e queda de uma Corte iluminada pela presença de mulheres leitoras, amantes de livros, apaixonadas pela improvisação poética, cantoras afeiçoadas aos bailes, exímias dançarinas, mulheres cuja vida se compreende entre os reinados de Manuel I e Sebastião (1495-1578). Mulheres escritoras, rodopiando em salas, tocando alaúde, improvisando versos, dando conselhos a ministros e embaixadores, argumentando diante dos doutores, organizando a biblioteca das rainhas e princesas. Influenciadas pela Itália renascentista, combateram a favor de uma religião do espírito, colocando no centro do debate a ascensão da mulher e a crítica do poder, o raciocínio sobre o amor e o desejo. Durante vinte anos, os salões animaram-se com os apaixonados, desesperados perante o comando feminino da literatura. Os poetas rastejaram, perderam olhos e braços, entraram para conventos, fugiram para a Ásia, soçobraram perante os desafios do amor, enquanto as mulheres envelheciam, condenadas a uma solidão imposta, fechando a mente e o corpo em salas cobertas de luto. Mas enquanto a Corte das Mulheres existiu, brilharam a erudição de Joana Vaz, Públia Hortênsia de Castro e Luísa Sigeia, a música de Paula Vicente, o comportamento irónico e provocador de Francisca de Aragão e Guiomar de Blaesvelt, assim como os versos de Camões, Jorge de Montemor e Francisco de Morais, lidos por Cervantes, Lope de Vega e Shakespeare. Naquele tempo, os livros de amor gravitaram em torno da infanta Maria e da princesa Joana de Áustria, num exuberante mundo feminino prestes a nascer. O que aconteceu a esse século de ouro?
Nº Páginas: 344
Sinopse:
Esta é a história da ascensão e queda de uma Corte iluminada pela presença de mulheres leitoras, amantes de livros, apaixonadas pela improvisação poética, cantoras afeiçoadas aos bailes, exímias dançarinas, mulheres cuja vida se compreende entre os reinados de Manuel I e Sebastião (1495-1578). Mulheres escritoras, rodopiando em salas, tocando alaúde, improvisando versos, dando conselhos a ministros e embaixadores, argumentando diante dos doutores, organizando a biblioteca das rainhas e princesas. Influenciadas pela Itália renascentista, combateram a favor de uma religião do espírito, colocando no centro do debate a ascensão da mulher e a crítica do poder, o raciocínio sobre o amor e o desejo. Durante vinte anos, os salões animaram-se com os apaixonados, desesperados perante o comando feminino da literatura. Os poetas rastejaram, perderam olhos e braços, entraram para conventos, fugiram para a Ásia, soçobraram perante os desafios do amor, enquanto as mulheres envelheciam, condenadas a uma solidão imposta, fechando a mente e o corpo em salas cobertas de luto. Mas enquanto a Corte das Mulheres existiu, brilharam a erudição de Joana Vaz, Públia Hortênsia de Castro e Luísa Sigeia, a música de Paula Vicente, o comportamento irónico e provocador de Francisca de Aragão e Guiomar de Blaesvelt, assim como os versos de Camões, Jorge de Montemor e Francisco de Morais, lidos por Cervantes, Lope de Vega e Shakespeare. Naquele tempo, os livros de amor gravitaram em torno da infanta Maria e da princesa Joana de Áustria, num exuberante mundo feminino prestes a nascer. O que aconteceu a esse século de ouro?
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Edição: Abr 2025
Nº Páginas: 328
Sinopse:
A Mesopotâmia é conhecida como o «berço da civilização» e da escrita. No auge da sua influência, a região entre os rios Tigre e Eufrates viu nascer as primeiras cidades do mundo, o primeiro sistema de escrita, os primeiros registos históricos, bem como os mitos, a medicina, a literatura, a astronomia e a religião que revolucionariam sociedades em grande parte do mundo. A historiadora Moudhy Al-Rashid aproxima-nos deste passado antigo e das vidas das pessoas que viveram nesta sociedade extraordinária. As centenas de milhares de tabuinhas de argila da Mesopotâmia antiga contam histórias com uma maravilhosa ressonância com o nosso quotidiano: um pai a tentar desesperadamente acalmar um bebé, um adolescente entediado a fazer rabiscos durante uma aula, um cervejeiro a recolher ingredientes para fazer cerveja ou um escravo a tentar negociar a sua liberdade. Através das peças de um museu com 2500 anos, colecionadas por uma princesa que viveu há mais de vinte e cinco séculos, Al-Rashid apresenta-nos diferentes períodos da história da Mesopotâmia, revelando aspetos da sociedade e da cultura que ainda nos nossos dias nos parecem familiares, como a guerra, a educação, a língua, os direitos das mulheres, a religião e o divino. Estes artefactos não só dão vida àquela região, como nos mostram que as pessoas que consideramos «antigas» tinham, de facto, um sentido altamente desenvolvido da sua própria história. Dando vida e cor a uma sociedade complexa e surpreendentemente moderna, este livro investiga o que a história significava naquela época, o que ela significa hoje e o que podemos aprender com o passado distante.
Nº Páginas: 328
Sinopse:
A Mesopotâmia é conhecida como o «berço da civilização» e da escrita. No auge da sua influência, a região entre os rios Tigre e Eufrates viu nascer as primeiras cidades do mundo, o primeiro sistema de escrita, os primeiros registos históricos, bem como os mitos, a medicina, a literatura, a astronomia e a religião que revolucionariam sociedades em grande parte do mundo. A historiadora Moudhy Al-Rashid aproxima-nos deste passado antigo e das vidas das pessoas que viveram nesta sociedade extraordinária. As centenas de milhares de tabuinhas de argila da Mesopotâmia antiga contam histórias com uma maravilhosa ressonância com o nosso quotidiano: um pai a tentar desesperadamente acalmar um bebé, um adolescente entediado a fazer rabiscos durante uma aula, um cervejeiro a recolher ingredientes para fazer cerveja ou um escravo a tentar negociar a sua liberdade. Através das peças de um museu com 2500 anos, colecionadas por uma princesa que viveu há mais de vinte e cinco séculos, Al-Rashid apresenta-nos diferentes períodos da história da Mesopotâmia, revelando aspetos da sociedade e da cultura que ainda nos nossos dias nos parecem familiares, como a guerra, a educação, a língua, os direitos das mulheres, a religião e o divino. Estes artefactos não só dão vida àquela região, como nos mostram que as pessoas que consideramos «antigas» tinham, de facto, um sentido altamente desenvolvido da sua própria história. Dando vida e cor a uma sociedade complexa e surpreendentemente moderna, este livro investiga o que a história significava naquela época, o que ela significa hoje e o que podemos aprender com o passado distante.
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