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Edição: Outubro 2023
Sinopse:
No coração da Europa, em meados do século XX, os regimes Nazi e Soviético mataram 14 milhões de pessoas na Terra Sangrenta, os territórios situados entre Berlim e Moscovo. Durante um período de doze anos, nesses campos de morte - as atuais Ucrânia, Bielorrússia, Polónia, Rússia ocidental e costa Leste do Báltico - foram assassinadas, em média, por ano, um milhão de pessoas, devido a políticas deliberadas não relacionadas com confrontos militares. Neste livro extraordinariamente bem investigado e fundamentado, Timothy Snyder apresenta um trabalho pioneiro sobre a motivação e os métodos empregados por Estaline e Hitler nessa região, e demonstra que os massacres em massa então cometidos eram duas faces da mesma moeda. Integrando um novo epílogo sobre a relevância destes acontecimentos no atual declínio da democracia, Terra Sangrenta é de leitura obrigatória para entender uma das maiores tragédias da história moderna - e como ela se liga ao tempo presente.
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No coração da Europa, em meados do século XX, os regimes Nazi e Soviético mataram 14 milhões de pessoas na Terra Sangrenta, os territórios situados entre Berlim e Moscovo. Durante um período de doze anos, nesses campos de morte - as atuais Ucrânia, Bielorrússia, Polónia, Rússia ocidental e costa Leste do Báltico - foram assassinadas, em média, por ano, um milhão de pessoas, devido a políticas deliberadas não relacionadas com confrontos militares. Neste livro extraordinariamente bem investigado e fundamentado, Timothy Snyder apresenta um trabalho pioneiro sobre a motivação e os métodos empregados por Estaline e Hitler nessa região, e demonstra que os massacres em massa então cometidos eram duas faces da mesma moeda. Integrando um novo epílogo sobre a relevância destes acontecimentos no atual declínio da democracia, Terra Sangrenta é de leitura obrigatória para entender uma das maiores tragédias da história moderna - e como ela se liga ao tempo presente.
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Edição: Outubro 2023
Sinopse:
Dos autores de "The First Conspiracy" e "The Lincoln Conspiracy", bestsellers do The New York Times, chega-nos a história verdadeira e pouco conhecida de uma conspiração nazi para matar F. D. Roosevelt, Joseph Estaline e Winston Churchill no auge da Segunda Guerra Mundial. Em 1943, enquanto a guerra contra a Alemanha nazi se desenrolava no estrangeiro, o Presidente Franklin Roosevelt tinha um objetivo crucial: um encontro frente a frente com os seus aliados Joseph Estaline e Winston Churchill. Esta primeira reunião de sempre dos Três Grandes em Teerão, no Irão, iria decidir alguns dos pormenores estratégicos mais cruciais da guerra. No entanto, quando os nazis souberam da mesma, o seu próprio plano secreto tomou forma — um plano de assassinato que teria mudado o curso da história. Uma história verídica repleta de salvamentos ousados, duplos e intrigas políticas, A Conspiração Nazi detalha a reunião crucial de Franklin D. Roosevelt em Teerão e a mortífera conspiração nazi contra os chefes de Estado das três maiores potências aliadas que nela participaram. Com todas as características de um livro de Brad Meltzer e Josh Mensch, A Conspiração Nazi explora as grandes mentes políticas do século XX, investigando os anos cruciais da guerra ao detalhe. Esta reunião dos Três Grandes mudou o curso da Segunda Guerra Mundial. Aqui, é revelada a história interna daquilo que quase levou a um desastre mundial.
Sinopse:
Dos autores de "The First Conspiracy" e "The Lincoln Conspiracy", bestsellers do The New York Times, chega-nos a história verdadeira e pouco conhecida de uma conspiração nazi para matar F. D. Roosevelt, Joseph Estaline e Winston Churchill no auge da Segunda Guerra Mundial. Em 1943, enquanto a guerra contra a Alemanha nazi se desenrolava no estrangeiro, o Presidente Franklin Roosevelt tinha um objetivo crucial: um encontro frente a frente com os seus aliados Joseph Estaline e Winston Churchill. Esta primeira reunião de sempre dos Três Grandes em Teerão, no Irão, iria decidir alguns dos pormenores estratégicos mais cruciais da guerra. No entanto, quando os nazis souberam da mesma, o seu próprio plano secreto tomou forma — um plano de assassinato que teria mudado o curso da história. Uma história verídica repleta de salvamentos ousados, duplos e intrigas políticas, A Conspiração Nazi detalha a reunião crucial de Franklin D. Roosevelt em Teerão e a mortífera conspiração nazi contra os chefes de Estado das três maiores potências aliadas que nela participaram. Com todas as características de um livro de Brad Meltzer e Josh Mensch, A Conspiração Nazi explora as grandes mentes políticas do século XX, investigando os anos cruciais da guerra ao detalhe. Esta reunião dos Três Grandes mudou o curso da Segunda Guerra Mundial. Aqui, é revelada a história interna daquilo que quase levou a um desastre mundial.
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Edição: Outubro 2023
Sinopse:
Este livro reconstitui os acontecimentos que foram a antecâmara da tentativa de golpe de Estado de 25 de Novembro de 1975, data que ditou o fim do PREC e o início da normalização da democracia portuguesa. No dia 12 de novembro desse ano, uma enorme manifestação constituída maioritariamente por trabalhadores da construção civil em luta pela assinatura do contrato coletivo de trabalho cerca o Palácio de São Bento, onde decorrem os trabalhos da Assembleia Constituinte. Os manifestantes, calculados em cerca de 100 mil, segundo a imprensa da época, impedem os deputados de sair durante 36 horas. Também a residência oficial do Primeiro-Ministro, contígua ao Palácio de São Bento, é controlada, mantendo sequestrado o Chefe do Governo Pinheiro de Azevedo. História de um incidente que poderia ter acabado num banho de sangue e mudado drasticamente o futuro de Portugal.
Sinopse:
Este livro reconstitui os acontecimentos que foram a antecâmara da tentativa de golpe de Estado de 25 de Novembro de 1975, data que ditou o fim do PREC e o início da normalização da democracia portuguesa. No dia 12 de novembro desse ano, uma enorme manifestação constituída maioritariamente por trabalhadores da construção civil em luta pela assinatura do contrato coletivo de trabalho cerca o Palácio de São Bento, onde decorrem os trabalhos da Assembleia Constituinte. Os manifestantes, calculados em cerca de 100 mil, segundo a imprensa da época, impedem os deputados de sair durante 36 horas. Também a residência oficial do Primeiro-Ministro, contígua ao Palácio de São Bento, é controlada, mantendo sequestrado o Chefe do Governo Pinheiro de Azevedo. História de um incidente que poderia ter acabado num banho de sangue e mudado drasticamente o futuro de Portugal.
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Edição: Setembro 2023
Sinopse:
"Quer se goste, ou não, a ditadura do Estado Novo representa quase meio século da História de Portugal. E ninguém, melhor do que Oliveira Salazar, personifica o regime pautado pela ordem em prol do progresso. Não há que glorificar a personagem, mas não temos tão-pouco que abjurá-la. […] Embora na maioria esmagadora de cariz oficial, as citações ilustram um carácter, uma personalidade e uma ideologia. Mais intimistas as opiniões dadas ao Embaixador Franco Nogueira, que as fez chegar até nós. No meio termo, situam-se as entrevistas a António Ferro e a Christine Garnier, em ambos os casos sempre revistas pelo entrevistado". Fernando de Castro Brandão in Apresentação.
Sinopse:
"Quer se goste, ou não, a ditadura do Estado Novo representa quase meio século da História de Portugal. E ninguém, melhor do que Oliveira Salazar, personifica o regime pautado pela ordem em prol do progresso. Não há que glorificar a personagem, mas não temos tão-pouco que abjurá-la. […] Embora na maioria esmagadora de cariz oficial, as citações ilustram um carácter, uma personalidade e uma ideologia. Mais intimistas as opiniões dadas ao Embaixador Franco Nogueira, que as fez chegar até nós. No meio termo, situam-se as entrevistas a António Ferro e a Christine Garnier, em ambos os casos sempre revistas pelo entrevistado". Fernando de Castro Brandão in Apresentação.
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Edição: Setembro 2023
Sinopse:
A história da unidade clandestina britânica na Segunda Guerra Mundial. No verão de 1941, no auge da Segunda Guerra Mundial, em África, no Deserto Ocidental, David Stirling, um jovem oficial aristocrata, entediado e excêntrico, apareceu com um plano radical e inteiramente contrário às regras: uma pequena unidade clandestina capaz de criar o caos na retaguarda das linhas inimigas. Apesar de uma intensa oposição, Winston Churchill deu pessoalmente autorização a Stirling para recrutar os soldados mais duros, brilhantes e implacáveis que conseguisse encontrar. Assim começou o regimento militar mais celebrado e misterioso do mundo: o SAS. Só 75 anos mais tarde decidiu o SAS contar a sua assombrosa história. Abriu pela primeira vez os arquivos, concedendo ao aclamado historiador Ben Macintyre acesso total a um valioso acervo de relatórios, memorandos, diários, cartas, mapas e fotografias nunca vistos, bem como carta-branca para entrevistar os envolvidos ainda vivos e aqueles que os conheceram. O resultado é este livro universalmente aclamado: um relato empolgante de temeridade e heroísmo, ousadia e tragédia. A história de um grupo de renegados que assumiu riscos monumentais.
Sinopse:
A história da unidade clandestina britânica na Segunda Guerra Mundial. No verão de 1941, no auge da Segunda Guerra Mundial, em África, no Deserto Ocidental, David Stirling, um jovem oficial aristocrata, entediado e excêntrico, apareceu com um plano radical e inteiramente contrário às regras: uma pequena unidade clandestina capaz de criar o caos na retaguarda das linhas inimigas. Apesar de uma intensa oposição, Winston Churchill deu pessoalmente autorização a Stirling para recrutar os soldados mais duros, brilhantes e implacáveis que conseguisse encontrar. Assim começou o regimento militar mais celebrado e misterioso do mundo: o SAS. Só 75 anos mais tarde decidiu o SAS contar a sua assombrosa história. Abriu pela primeira vez os arquivos, concedendo ao aclamado historiador Ben Macintyre acesso total a um valioso acervo de relatórios, memorandos, diários, cartas, mapas e fotografias nunca vistos, bem como carta-branca para entrevistar os envolvidos ainda vivos e aqueles que os conheceram. O resultado é este livro universalmente aclamado: um relato empolgante de temeridade e heroísmo, ousadia e tragédia. A história de um grupo de renegados que assumiu riscos monumentais.
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Edição: Junho 2023
Sinopse:
Um livro profundamente humanista e surpreendente, escrito por um militar com larga experiência no terreno e conhecedor dos conflitos que grassam pelo mundo. Testemunha direta do sofrimento causado pela guerra, mas também da capacidade de abnegação do ser humano em situações-limite, o major-general Nuno Lemos Pires recorre a vários exemplos ao longo da História - desde as guerras púnicas aos conflitos mundiais do século XX, passando pelas invasões napoleónicas e por casos bem recentes de resistência, como os de Timor e da Ucrânia - para realçar as principais caraterísticas dos combatentes mais inconformados e estabelecer pontos em comum entre os homens e as mulheres que, ontem como hoje, se rebelaram contra o avanço dos invasores. Uma reflexão envolvente sobre o poder galvanizador das ideias de nação, de comunidade e de família, enquanto valores defendidos pelos resistentes até às últimas consequências e, em simultâneo, um manifesto contra a indiferença generalizada pelos dramas vividos em guerras distantes.
Sinopse:
Um livro profundamente humanista e surpreendente, escrito por um militar com larga experiência no terreno e conhecedor dos conflitos que grassam pelo mundo. Testemunha direta do sofrimento causado pela guerra, mas também da capacidade de abnegação do ser humano em situações-limite, o major-general Nuno Lemos Pires recorre a vários exemplos ao longo da História - desde as guerras púnicas aos conflitos mundiais do século XX, passando pelas invasões napoleónicas e por casos bem recentes de resistência, como os de Timor e da Ucrânia - para realçar as principais caraterísticas dos combatentes mais inconformados e estabelecer pontos em comum entre os homens e as mulheres que, ontem como hoje, se rebelaram contra o avanço dos invasores. Uma reflexão envolvente sobre o poder galvanizador das ideias de nação, de comunidade e de família, enquanto valores defendidos pelos resistentes até às últimas consequências e, em simultâneo, um manifesto contra a indiferença generalizada pelos dramas vividos em guerras distantes.
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Edição: Junho 2023
Sinopse:
25 de Abril de 1974: Portugal liberta-se do Estado Novo. O autoritarismo de direita acabou, mas no horizonte desenha-se um outro de sentido contrário, comunista, sob tutela soviética. Os anos seguintes deixam o país a ferro e fogo, com clivagens sociais pronunciadas e projetos políticos inconciliáveis. É neste contexto que surge o Movimento Democrático de Libertação de Portugal (MDLP), um movimento terrorista dirigido, na parte operacional, pelo comandante Alpoim Calvão e encabeçado, a partir do Brasil, por António de Spínola. O seu objetivo: perpetrar ações violentas contra os comunistas e incentivar a população a combater a onda de extrema-esquerda que passara a controlar a governação de Portugal. Os atos terroristas do MDLP iriam aterrorizar Portugal e condicionar o futuro do novo regime que despontava. Fernando Ângelo Cavaleiro, autor de "DINFO" e de "Os Flechas", regressa com uma mais uma investigação notável, desta vez sobre o terrorismo de extrema-direita no Portugal do pós-25 de Abril. Repleto de histórias e de dados até agora desconhecidos, este livro vem confirmar o autor como o grande divulgador da história dos serviços de informação em Portugal.
Sinopse:
25 de Abril de 1974: Portugal liberta-se do Estado Novo. O autoritarismo de direita acabou, mas no horizonte desenha-se um outro de sentido contrário, comunista, sob tutela soviética. Os anos seguintes deixam o país a ferro e fogo, com clivagens sociais pronunciadas e projetos políticos inconciliáveis. É neste contexto que surge o Movimento Democrático de Libertação de Portugal (MDLP), um movimento terrorista dirigido, na parte operacional, pelo comandante Alpoim Calvão e encabeçado, a partir do Brasil, por António de Spínola. O seu objetivo: perpetrar ações violentas contra os comunistas e incentivar a população a combater a onda de extrema-esquerda que passara a controlar a governação de Portugal. Os atos terroristas do MDLP iriam aterrorizar Portugal e condicionar o futuro do novo regime que despontava. Fernando Ângelo Cavaleiro, autor de "DINFO" e de "Os Flechas", regressa com uma mais uma investigação notável, desta vez sobre o terrorismo de extrema-direita no Portugal do pós-25 de Abril. Repleto de histórias e de dados até agora desconhecidos, este livro vem confirmar o autor como o grande divulgador da história dos serviços de informação em Portugal.
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Edição: Maio 2023
Sinopse:
Em "Liderança" Kissinger analisa as vidas de seis líderes extraordinários à luz das estratégias políticas distintas que ele considerava terem adotado. No pós-Segunda Guerra Mundial, Konrad Adenauer recuperou a Alemanha derrotada e moralmente falida para a comunidade internacional através da, nas palavras de Kissinger, estratégia da humildade. Charles de Gaulle integrou a França nas potências aliadas vitoriosas e renovou a sua grandeza histórica com a estratégia da vontade. Durante a Guerra Fria, Richard Nixon conseguiu dar vantagem geoestratégica aos Estados Unidos concebendo a estratégia do equilíbrio. Após vinte e cinco anos de conflito, Anwar Sadat criou um cenário de paz para o Médio Oriente com a estratégia de transcendência. Contra todas expetativas, Lee Kuan Yew criou uma poderosa cidade-estado, Singapura, seguindo a estratégia da excelência. Apesar do Reino Unido ser o homem doente da Europa, quando chegou ao poder, Margaret Thatcher renovou a posição moral e internacional do país seguindo a estratégia da convicção.
Sinopse:
Em "Liderança" Kissinger analisa as vidas de seis líderes extraordinários à luz das estratégias políticas distintas que ele considerava terem adotado. No pós-Segunda Guerra Mundial, Konrad Adenauer recuperou a Alemanha derrotada e moralmente falida para a comunidade internacional através da, nas palavras de Kissinger, estratégia da humildade. Charles de Gaulle integrou a França nas potências aliadas vitoriosas e renovou a sua grandeza histórica com a estratégia da vontade. Durante a Guerra Fria, Richard Nixon conseguiu dar vantagem geoestratégica aos Estados Unidos concebendo a estratégia do equilíbrio. Após vinte e cinco anos de conflito, Anwar Sadat criou um cenário de paz para o Médio Oriente com a estratégia de transcendência. Contra todas expetativas, Lee Kuan Yew criou uma poderosa cidade-estado, Singapura, seguindo a estratégia da excelência. Apesar do Reino Unido ser o homem doente da Europa, quando chegou ao poder, Margaret Thatcher renovou a posição moral e internacional do país seguindo a estratégia da convicção.
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Edição: Maio 2023
Sinopse:
"Ah! Porque não tinha eu vindo simplesmente como turista! Ou como naturalista, encantado por ali encontrar uma série de plantas novas, por reconhecer nos planaltos a escabiosa do Cáucaso do meu jardim... Mas não foi isso que vim procurar na URSS. O que me interessa é o homem, os homens, e o que pode ser feito com eles, o que tem sido feito com eles. A floresta que me atrai, terrivelmente densa, e onde me perco, é a das questões sociais. Na URSS estas questões interpelam-nos, pressionam-nos e oprimem-nos em toda a parte."
"Regresso da URSS", publicado pela primeira vez em 1936, e "Apontamentos" no ano seguinte, causaram sensação. Os dois livros mantêm-se um testemunho capital. As Publicações Dom Quixote recuperam-nos num único volume apresentado por Paulo Tunhas.
Sinopse:
"Ah! Porque não tinha eu vindo simplesmente como turista! Ou como naturalista, encantado por ali encontrar uma série de plantas novas, por reconhecer nos planaltos a escabiosa do Cáucaso do meu jardim... Mas não foi isso que vim procurar na URSS. O que me interessa é o homem, os homens, e o que pode ser feito com eles, o que tem sido feito com eles. A floresta que me atrai, terrivelmente densa, e onde me perco, é a das questões sociais. Na URSS estas questões interpelam-nos, pressionam-nos e oprimem-nos em toda a parte."
"Regresso da URSS", publicado pela primeira vez em 1936, e "Apontamentos" no ano seguinte, causaram sensação. Os dois livros mantêm-se um testemunho capital. As Publicações Dom Quixote recuperam-nos num único volume apresentado por Paulo Tunhas.
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Edição: Abril 2023
Sinopse:
Em 1942, numa pacata aldeia da região verdejante de Cotswolds, no centro de Inglaterra, uma mulher magra e elegante vivia numa pequena casa de campo com os três filhos e o marido, que trabalhava nas imediações como maquinista. Ursula Burton era afetuosa, mas reservada, e falava inglês com um ligeiro sotaque forasteiro. Parecia viver uma vida simples, humilde. Os vizinhos de aldeia sabiam pouco sobre ela. Não sabiam que, na verdade, era uma oficial de alta patente da espionagem soviética. Não sabiam que o marido também era espião, nem que ela comandava uma poderosa rede de agentes a operar na Europa. Por detrás da fachada da sua vida pitoresca, Burton era uma comunista convicta, uma coronel soviética, uma agente experiente que recolhia segredos científicos que permitiriam à União Soviética construir a bomba atómica. Esta história verdadeira, de espionagem, é uma obra-prima sobre a mulher com nome de código "Sonya". Ao longo da sua carreira foi perseguida pelos chineses, japoneses e nazis, pelo MI5, MI6 e o FBI, sem nunca ter sido apanhada. A sua história reflete o grande confronto ideológico do século XX entre o comunismo, o fascismo e a democracia ocidental, e lança uma nova luz sobre as lutas e as lealdades instáveis dos espiões no nosso tempo.
Sinopse:
Em 1942, numa pacata aldeia da região verdejante de Cotswolds, no centro de Inglaterra, uma mulher magra e elegante vivia numa pequena casa de campo com os três filhos e o marido, que trabalhava nas imediações como maquinista. Ursula Burton era afetuosa, mas reservada, e falava inglês com um ligeiro sotaque forasteiro. Parecia viver uma vida simples, humilde. Os vizinhos de aldeia sabiam pouco sobre ela. Não sabiam que, na verdade, era uma oficial de alta patente da espionagem soviética. Não sabiam que o marido também era espião, nem que ela comandava uma poderosa rede de agentes a operar na Europa. Por detrás da fachada da sua vida pitoresca, Burton era uma comunista convicta, uma coronel soviética, uma agente experiente que recolhia segredos científicos que permitiriam à União Soviética construir a bomba atómica. Esta história verdadeira, de espionagem, é uma obra-prima sobre a mulher com nome de código "Sonya". Ao longo da sua carreira foi perseguida pelos chineses, japoneses e nazis, pelo MI5, MI6 e o FBI, sem nunca ter sido apanhada. A sua história reflete o grande confronto ideológico do século XX entre o comunismo, o fascismo e a democracia ocidental, e lança uma nova luz sobre as lutas e as lealdades instáveis dos espiões no nosso tempo.
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Edição: Março 2023
Sinopse:
Hjalmar Schacht é um dos protagonistas mais peculiares do nazismo. Foi graças a este génio financeiro que Adolf Hitler subiu ao poder e que as forças armadas do III Reich se tornaram as mais poderosas do mundo. Schacht esteve também ao serviço da perseguição aos judeus, depois conspirou contra o regime e foi encarcerado em cadeias e campos de concentração, num processo a que só milagrosamente escapou com vida. A traição a Hitler não evitou que viesse a ser julgado no pós-guerra, ao lado de Göring, Speer e outros acusados de crimes contra a humanidade, com os soviéticos a pedirem a sua condenação à morte. No entanto, o homem que por essa altura já salvara a Alemanha da ruína por três vezes - ao controlar a hiperinflação dos anos 20, ao neutralizar a pressão dos vencedores da I Grande Guerra para que o seu país pagasse as reparações exigidas pelo Tratado de Versalhes e, ainda, ao resolver o problema dos 7 milhões de desempregados herdados por Hitler - acabou por morrer tranquilamente na sua cama, aos 93 anos, já depois de trabalhar como conselheiro de várias economias emergentes do movimento dos não-alinhados. Esta é a história de um dos economistas mais brilhantes do século XX, uma personalidade altamente controversa, mas com muito para ensinar aos dirigentes da atualidade.
Sinopse:
Hjalmar Schacht é um dos protagonistas mais peculiares do nazismo. Foi graças a este génio financeiro que Adolf Hitler subiu ao poder e que as forças armadas do III Reich se tornaram as mais poderosas do mundo. Schacht esteve também ao serviço da perseguição aos judeus, depois conspirou contra o regime e foi encarcerado em cadeias e campos de concentração, num processo a que só milagrosamente escapou com vida. A traição a Hitler não evitou que viesse a ser julgado no pós-guerra, ao lado de Göring, Speer e outros acusados de crimes contra a humanidade, com os soviéticos a pedirem a sua condenação à morte. No entanto, o homem que por essa altura já salvara a Alemanha da ruína por três vezes - ao controlar a hiperinflação dos anos 20, ao neutralizar a pressão dos vencedores da I Grande Guerra para que o seu país pagasse as reparações exigidas pelo Tratado de Versalhes e, ainda, ao resolver o problema dos 7 milhões de desempregados herdados por Hitler - acabou por morrer tranquilamente na sua cama, aos 93 anos, já depois de trabalhar como conselheiro de várias economias emergentes do movimento dos não-alinhados. Esta é a história de um dos economistas mais brilhantes do século XX, uma personalidade altamente controversa, mas com muito para ensinar aos dirigentes da atualidade.
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Edição: Março 2023
Sinopse:
"O propósito deste trabalho é o de apresentar uma visão de conjunto da diplomacia do Estado Novo no período entre a ascensão de Salazar à chefia do Governo, em julho de 1932, e a adesão de Portugal à Aliança Atlântica, em 1949. Mais do que uma interpretação das grandes linhas da política externa portuguesa nesses anos, este livro pretende ser uma crónica das múltiplas crises e desafios com que Portugal se viu confrontado e das respostas que o regime lhes deu, essencialmente no plano diplomático. O período em questão é notoriamente rico. Nele se destacam dois acontecimentos que tiveram um enorme impacto em Portugal: a Guerra Civil de Espanha e a Segunda Guerra Mundial. Para além das coleções documentais publicadas, numerosos estudos académicos debruçaram-se já, em pormenor, sobre variados aspetos da política de Salazar nessa época. Reunir numa obra de síntese, rigorosa mas acessível, o fruto desse imenso trabalho - acrescentando-lhe aqui e ali alguma investigação original - foi o que pretendi fazer."
Sinopse:
"O propósito deste trabalho é o de apresentar uma visão de conjunto da diplomacia do Estado Novo no período entre a ascensão de Salazar à chefia do Governo, em julho de 1932, e a adesão de Portugal à Aliança Atlântica, em 1949. Mais do que uma interpretação das grandes linhas da política externa portuguesa nesses anos, este livro pretende ser uma crónica das múltiplas crises e desafios com que Portugal se viu confrontado e das respostas que o regime lhes deu, essencialmente no plano diplomático. O período em questão é notoriamente rico. Nele se destacam dois acontecimentos que tiveram um enorme impacto em Portugal: a Guerra Civil de Espanha e a Segunda Guerra Mundial. Para além das coleções documentais publicadas, numerosos estudos académicos debruçaram-se já, em pormenor, sobre variados aspetos da política de Salazar nessa época. Reunir numa obra de síntese, rigorosa mas acessível, o fruto desse imenso trabalho - acrescentando-lhe aqui e ali alguma investigação original - foi o que pretendi fazer."
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Edição: Fevereiro 2023
Sinopse:
"A História Secreta dos Alimentos" é de leitura obrigatória para os verdadeiros amantes de comida, revelando factos improváveis e desconhecidos sobre tudo aquilo que consumimos. de forma divertida e controversa, Matt Siegel desvenda toda uma nova perspetiva sobre os alimentos, desmontando mitos e abordando histórias e tradições mal contadas. Será o azeite realmente italiano, ou estaremos a mergulhar o pão em óleo de candeeiro? Porque é que, de forma algo masoquista,nos sentimos atraídos por alimentos que nos podem fazer mal, como as malaguetas? Apesar de ser um clássico americano, será a tarte de maçã originalmente... inglesa? "Como espécie animal, estamos geneticamente programados para ser obcecados por comida", explica Matt Siegel enquanto revela o lado oculto de tudo aquilo que metemos nas bocas. Siegel explora várias temáticas: os mitos - e realidades - sobre uma fruta afrodisíaca, como uma das mais raras e exóticas especiarias do mundo (baunilha) passou a ser sinónimo de tendências sexuais inesperadas e qual o papel da comida nos contos populares. E ainda consegue argumentar como é que o gelado ajudou a derrotar os Nazis. "A História Secreta dos Alimentos" é uma rica e prazerosa exploração das subculturas históricas, culturais, científicas, sexuais, e, sim, culinárias, deste tão essencial reino que são os alimentos. Pode comparar-se a destreza culinária de Siegel à de Anthony Bourdain, pelo que, ao invés da faca de chef, surge equipado com um conhecimento gastronómico que foi beber a manuscritos medievais, pergaminhos chineses antigos e revistas obscuras de culinária. Divertido e fascinante, é um livro essencial para todos os foodies.
Sinopse:
"A História Secreta dos Alimentos" é de leitura obrigatória para os verdadeiros amantes de comida, revelando factos improváveis e desconhecidos sobre tudo aquilo que consumimos. de forma divertida e controversa, Matt Siegel desvenda toda uma nova perspetiva sobre os alimentos, desmontando mitos e abordando histórias e tradições mal contadas. Será o azeite realmente italiano, ou estaremos a mergulhar o pão em óleo de candeeiro? Porque é que, de forma algo masoquista,nos sentimos atraídos por alimentos que nos podem fazer mal, como as malaguetas? Apesar de ser um clássico americano, será a tarte de maçã originalmente... inglesa? "Como espécie animal, estamos geneticamente programados para ser obcecados por comida", explica Matt Siegel enquanto revela o lado oculto de tudo aquilo que metemos nas bocas. Siegel explora várias temáticas: os mitos - e realidades - sobre uma fruta afrodisíaca, como uma das mais raras e exóticas especiarias do mundo (baunilha) passou a ser sinónimo de tendências sexuais inesperadas e qual o papel da comida nos contos populares. E ainda consegue argumentar como é que o gelado ajudou a derrotar os Nazis. "A História Secreta dos Alimentos" é uma rica e prazerosa exploração das subculturas históricas, culturais, científicas, sexuais, e, sim, culinárias, deste tão essencial reino que são os alimentos. Pode comparar-se a destreza culinária de Siegel à de Anthony Bourdain, pelo que, ao invés da faca de chef, surge equipado com um conhecimento gastronómico que foi beber a manuscritos medievais, pergaminhos chineses antigos e revistas obscuras de culinária. Divertido e fascinante, é um livro essencial para todos os foodies.
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Edição: Novembro 2022
Sinopse:
Antes de 1490, navegadores portugueses visitaram e mapearam secretamente as penínsulas da Florida, Nova Escócia e Labrador, bem como a ilha da Terra Nova, tal como mostram os mapas de Henricus Martellus e de Cristóvão Colombo, de 1490. Antes de 1501, os portugueses também já tinham mapeado a costa leste dos atuais Estados Unidos da América, desde a foz do Rio Mississippi, no Golfo do México, até Cape Cod, no Massachusetts, como se pode verificar no mapa de Cantino e noutras cartas elaboradas nos anos seguintes com base neste planisfério inovador. Antes de 1504, os portugueses descobriram a ponta mais a sul do continente americano, o Cabo Horn, e a costa do Pacífico da América do Sul e Central, como revela o globo terrestre em casca de ovo de avestruz - o Ostrich Egg Globe - feito precisamente em 1504. Antes de 1507, toda a costa ocidental do México, dos Estados Unidos da América e uma parte da costa ocidental do Canadá estavam registadas em mapas secretos portugueses, que foram levados para os grandes centros de saber da Europa e serviram de base ao mapa-mundo de Martim Waldseemuller, datado desse ano. Neste livro surpreendente e elucidativo, em que as imagens desempenham um papel central, o jornalista José Gomes Ferreira recorre a documentos até agora pouco conhecidos do grande público, bem como ao trabalho de numerosos investigadores independentes, para nos revelar as provas da descoberta portuguesa das Américas, que a História oficial teima em ignorar.
Sinopse:
Antes de 1490, navegadores portugueses visitaram e mapearam secretamente as penínsulas da Florida, Nova Escócia e Labrador, bem como a ilha da Terra Nova, tal como mostram os mapas de Henricus Martellus e de Cristóvão Colombo, de 1490. Antes de 1501, os portugueses também já tinham mapeado a costa leste dos atuais Estados Unidos da América, desde a foz do Rio Mississippi, no Golfo do México, até Cape Cod, no Massachusetts, como se pode verificar no mapa de Cantino e noutras cartas elaboradas nos anos seguintes com base neste planisfério inovador. Antes de 1504, os portugueses descobriram a ponta mais a sul do continente americano, o Cabo Horn, e a costa do Pacífico da América do Sul e Central, como revela o globo terrestre em casca de ovo de avestruz - o Ostrich Egg Globe - feito precisamente em 1504. Antes de 1507, toda a costa ocidental do México, dos Estados Unidos da América e uma parte da costa ocidental do Canadá estavam registadas em mapas secretos portugueses, que foram levados para os grandes centros de saber da Europa e serviram de base ao mapa-mundo de Martim Waldseemuller, datado desse ano. Neste livro surpreendente e elucidativo, em que as imagens desempenham um papel central, o jornalista José Gomes Ferreira recorre a documentos até agora pouco conhecidos do grande público, bem como ao trabalho de numerosos investigadores independentes, para nos revelar as provas da descoberta portuguesa das Américas, que a História oficial teima em ignorar.
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Edição: Outubro 2022
Sinopse:
O "grande contador da história da Rússia" (Financial Times). Nenhum país está tão dividido sobre o seu passado quanto a Rússia. Nenhum outro tem alterado a sua história tão frequentemente. O que os russos dizem dela, e como a reinventam ao longo do tempo, é um aspeto fundamental da sua memória, cultura e crenças. De forma a compreender o que o futuro da Rússia reserva - descortinar o que o regime de Putin significa para o seu povo e para o mundo - primeiro temos de compreender as ideias e significados dessa história. Em "A História da Rússia", Orlando Figes põe em evidência as vibrantes personagens que integram o riquíssimo passado daquele país, e o que elas fizeram que permanece determinante para que a atual maior nação do mundo faça sentido - da coroação de Ivan, o Terrível aos 16 anos numa catedral iluminada à luz das velas, à surpreendente prisão por parte de Catarina a Grande do marido no palácio dele, e ao fim trágico dos Romanov.
Sinopse:
O "grande contador da história da Rússia" (Financial Times). Nenhum país está tão dividido sobre o seu passado quanto a Rússia. Nenhum outro tem alterado a sua história tão frequentemente. O que os russos dizem dela, e como a reinventam ao longo do tempo, é um aspeto fundamental da sua memória, cultura e crenças. De forma a compreender o que o futuro da Rússia reserva - descortinar o que o regime de Putin significa para o seu povo e para o mundo - primeiro temos de compreender as ideias e significados dessa história. Em "A História da Rússia", Orlando Figes põe em evidência as vibrantes personagens que integram o riquíssimo passado daquele país, e o que elas fizeram que permanece determinante para que a atual maior nação do mundo faça sentido - da coroação de Ivan, o Terrível aos 16 anos numa catedral iluminada à luz das velas, à surpreendente prisão por parte de Catarina a Grande do marido no palácio dele, e ao fim trágico dos Romanov.
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Edição: Outubro 2022
Sinopse:
O mundo é um lugar cada vez mais estranho. Todos os dias ocorrem mudanças que não conseguimos compreender e que nos confrontam com uma ideia preocupante de regressão civilizacional. As notícias falam de guerras inaceitáveis e brutais, cisões no plano geoestratégico, ameaças à economia global, escassez de recursos energéticos, catástrofes naturais, destruição galopante do planeta e novas e perigosas doenças, consolidando o medo generalizado dos cidadãos e fazendo crescer a suspeita de que caminhamos a passos largos para o mergulho no abismo. Na origem deste cenário negro, feito de perigos reais que pervertem a noção de progresso e colocam em causa a nossa sobrevivência e o futuro das próximas gerações, encontramos uma longa sucessão de forças na sombra que, agora como no passado, desprezam o bem-estar da Humanidade e são movidas por ambições inconfessáveis. Neste livro empolgante, simultaneamente um despertar de consciências e um desafio aos céticos, Frederico Duarte Carvalho leva-nos uma viagem pela história a esses múltiplos poderes obscuros e às conspirações por eles orquestradas - as quais moldaram, irremediavelmente, a realidade hostil em que vivemos hoje. Com base numa investigação sólida e aprofundada, a que o autor se dedicou ao longo de três décadas enquanto jornalista, As Conspirações Que Mudaram o Mundo explora as intrincadas formas de atuação de sociedades secretas, lobbies políticos, famílias influentes e indústrias tão poderosas como a do armamento, convocando para esta narrativa fluida e apaixonante dezenas de figuras controversas - de Napoleão Bonaparte a Richard Nixon e George Bush Sr., passando por Adolf Hitler, Rudolf Hess ou Vladimir Putin - e célebres vítimas de conspirações, como os irmãos John e Robert Kennedy, Martin Luther King, o Papa João Paulo I, a princesa Diana Spencer e os governantes portugueses Francisco Sá Carneiro e Adelino Amaro da Costa. Um livro inquietante, esclarecedor e especialmente oportuno, numa altura em que a possibilidade de uma III Guerra Mundial, até há pouco tempo encarada como absurda, volta a pairar no horizonte.
Sinopse:
O mundo é um lugar cada vez mais estranho. Todos os dias ocorrem mudanças que não conseguimos compreender e que nos confrontam com uma ideia preocupante de regressão civilizacional. As notícias falam de guerras inaceitáveis e brutais, cisões no plano geoestratégico, ameaças à economia global, escassez de recursos energéticos, catástrofes naturais, destruição galopante do planeta e novas e perigosas doenças, consolidando o medo generalizado dos cidadãos e fazendo crescer a suspeita de que caminhamos a passos largos para o mergulho no abismo. Na origem deste cenário negro, feito de perigos reais que pervertem a noção de progresso e colocam em causa a nossa sobrevivência e o futuro das próximas gerações, encontramos uma longa sucessão de forças na sombra que, agora como no passado, desprezam o bem-estar da Humanidade e são movidas por ambições inconfessáveis. Neste livro empolgante, simultaneamente um despertar de consciências e um desafio aos céticos, Frederico Duarte Carvalho leva-nos uma viagem pela história a esses múltiplos poderes obscuros e às conspirações por eles orquestradas - as quais moldaram, irremediavelmente, a realidade hostil em que vivemos hoje. Com base numa investigação sólida e aprofundada, a que o autor se dedicou ao longo de três décadas enquanto jornalista, As Conspirações Que Mudaram o Mundo explora as intrincadas formas de atuação de sociedades secretas, lobbies políticos, famílias influentes e indústrias tão poderosas como a do armamento, convocando para esta narrativa fluida e apaixonante dezenas de figuras controversas - de Napoleão Bonaparte a Richard Nixon e George Bush Sr., passando por Adolf Hitler, Rudolf Hess ou Vladimir Putin - e célebres vítimas de conspirações, como os irmãos John e Robert Kennedy, Martin Luther King, o Papa João Paulo I, a princesa Diana Spencer e os governantes portugueses Francisco Sá Carneiro e Adelino Amaro da Costa. Um livro inquietante, esclarecedor e especialmente oportuno, numa altura em que a possibilidade de uma III Guerra Mundial, até há pouco tempo encarada como absurda, volta a pairar no horizonte.
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Edição: Outubro 2022
Sinopse:
A Crise dos Mísseis de Cuba foi o acontecimento mais perigoso da história, quando a humanidade se deparou com o iminente confronto nuclear entre os Estados Unidos e a União Soviética. Durante esses dias, o mundo poderia ter acabado. O historiador britânico Max Hastings conta com mestria e talento ímpares o que aconteceu a partir das perspetivas dos protagonistas - desde os líderes políticos e militares diretamente envolvidos, até aos camponeses cubanos e aos apologistas britânicos do desarmamento nuclear. Recorre a testemunhas oculares, arquivos, documentos e diários, gravações da Casa Branca, e à análise da intricada teia geopolítica gerada, para descrever o ambiente da Guerra Fria naquele início da década de 1960 protagonizada pela Cuba de Fidel Castro, pela Rússia de Nikita Khrushchev e pela América de Kennedy; depois, para retratar os angustiantes Treze Dias em que o Armagedão, mais que possível, foi provável. Hastings, o historiador inglês mais popular da atualidade, começou a investigação deste livro convencido de que ia contar a história da maior crise político-diplomática do passado século XX. Mas, refletindo sobre o desfecho destes acontecimentos dramáticos, revela como eles continuam a reverberar até aos nossos dias.
Sinopse:
A Crise dos Mísseis de Cuba foi o acontecimento mais perigoso da história, quando a humanidade se deparou com o iminente confronto nuclear entre os Estados Unidos e a União Soviética. Durante esses dias, o mundo poderia ter acabado. O historiador britânico Max Hastings conta com mestria e talento ímpares o que aconteceu a partir das perspetivas dos protagonistas - desde os líderes políticos e militares diretamente envolvidos, até aos camponeses cubanos e aos apologistas britânicos do desarmamento nuclear. Recorre a testemunhas oculares, arquivos, documentos e diários, gravações da Casa Branca, e à análise da intricada teia geopolítica gerada, para descrever o ambiente da Guerra Fria naquele início da década de 1960 protagonizada pela Cuba de Fidel Castro, pela Rússia de Nikita Khrushchev e pela América de Kennedy; depois, para retratar os angustiantes Treze Dias em que o Armagedão, mais que possível, foi provável. Hastings, o historiador inglês mais popular da atualidade, começou a investigação deste livro convencido de que ia contar a história da maior crise político-diplomática do passado século XX. Mas, refletindo sobre o desfecho destes acontecimentos dramáticos, revela como eles continuam a reverberar até aos nossos dias.
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Edição: Setembro 2022
Sinopse:
"Diplomacia em Tempo de Troika" conta factos e episódios até agora desconhecidos e por si vividos directamente, e tece comentários e análises de grande alcance e pertinência acerca da acção diplomática então desenvolvida junto da sociedade e das autoridades alemãs. Um depoimento que se reveste de "uma muito invulgar importância histórica" e que é "um contributo precioso para a História Diplomática de Portugal no século XXI", este livro conta ainda com um muito relevante prefácio de Pedro Passos Coelho.
Sinopse:
"Diplomacia em Tempo de Troika" conta factos e episódios até agora desconhecidos e por si vividos directamente, e tece comentários e análises de grande alcance e pertinência acerca da acção diplomática então desenvolvida junto da sociedade e das autoridades alemãs. Um depoimento que se reveste de "uma muito invulgar importância histórica" e que é "um contributo precioso para a História Diplomática de Portugal no século XXI", este livro conta ainda com um muito relevante prefácio de Pedro Passos Coelho.
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Edição: Setembro 2022
Sinopse:
10 de maio de 1940. O dia em que Churchill é nomeado primeiro-ministro, Adolf Hitler invade os Países Baixos e a Bélgica. Ao longo do ano seguinte, a Alemanha nazi bombardeia Inglaterra com uma intensidade inédita. Acossado, o "Velho Leão" tenta preservar, a todo o custo, o moral do seu povo… e convencer o presidente Roosevelt de que é do interesse dos Estados Unidos entrar na guerra. Se durante este período a vida pública de Churchill é simplesmente caótica, a sua vida privada não está melhor. Ele e Clementine, a sua mulher, confrontam-se com uma filha rebelde que não aceita a autoridade deles, e o filho, Randolph, debate-se com o adultério da mulher. A partir de numerosos documentos inéditos - dos diários íntimos dos protagonistas a documentos confidenciais recentemente desclassificados - Erik Larson devolve à política a sua dignidade, fazendo-nos viver ao lado de Churchill num ano absolutamente excecional. Seja no 10 de Downing Street ou na sua residência privada, este homem de recursos inesgotáveis, e sempre surpreendente, dará provas de liderança fora do comum, que lhe permitirá manter todo um país - e a sua uma família - unidos.
Sinopse:
10 de maio de 1940. O dia em que Churchill é nomeado primeiro-ministro, Adolf Hitler invade os Países Baixos e a Bélgica. Ao longo do ano seguinte, a Alemanha nazi bombardeia Inglaterra com uma intensidade inédita. Acossado, o "Velho Leão" tenta preservar, a todo o custo, o moral do seu povo… e convencer o presidente Roosevelt de que é do interesse dos Estados Unidos entrar na guerra. Se durante este período a vida pública de Churchill é simplesmente caótica, a sua vida privada não está melhor. Ele e Clementine, a sua mulher, confrontam-se com uma filha rebelde que não aceita a autoridade deles, e o filho, Randolph, debate-se com o adultério da mulher. A partir de numerosos documentos inéditos - dos diários íntimos dos protagonistas a documentos confidenciais recentemente desclassificados - Erik Larson devolve à política a sua dignidade, fazendo-nos viver ao lado de Churchill num ano absolutamente excecional. Seja no 10 de Downing Street ou na sua residência privada, este homem de recursos inesgotáveis, e sempre surpreendente, dará provas de liderança fora do comum, que lhe permitirá manter todo um país - e a sua uma família - unidos.
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Edição: Setembro 2022
Sinopse:
"Desde o Ultimato de 1890, a defesa do Ultramar era uma constante da política portuguesa. Atravessara intacta as últimas décadas da monarquia e toda a época conturbada da Primeira República. Para os ideólogos do Estado Novo, formados no culto da Nação, proteger esse legado sagrado tornara-se a razão de ser do regime. Alienar qualquer parte do que consideravam ser o território nacional parecia-lhes um sacrilégio. Para esses, o regime representava a própria emanação da pátria e do seu destino histórico. Para os outros era apenas a situação, que garantia a tranquila existência das elites e a preservação dos seus privilégios. A defesa das colónias e a defesa do regime tornaram-se consubstanciais. Não era possível desistir de uma sem abandonar a outra. Para Salazar, abdicar de qualquer parcela do território nacional era impensável. Marcelo Caetano, quando chegou ao poder em 1968, teve a oportunidade de procurar uma saída para uma situação de impasse que já se tornara notória. Ainda hoje é difícil explicar porque não o tentou." - Bernardo Futscher Pereira
Sinopse:
"Desde o Ultimato de 1890, a defesa do Ultramar era uma constante da política portuguesa. Atravessara intacta as últimas décadas da monarquia e toda a época conturbada da Primeira República. Para os ideólogos do Estado Novo, formados no culto da Nação, proteger esse legado sagrado tornara-se a razão de ser do regime. Alienar qualquer parte do que consideravam ser o território nacional parecia-lhes um sacrilégio. Para esses, o regime representava a própria emanação da pátria e do seu destino histórico. Para os outros era apenas a situação, que garantia a tranquila existência das elites e a preservação dos seus privilégios. A defesa das colónias e a defesa do regime tornaram-se consubstanciais. Não era possível desistir de uma sem abandonar a outra. Para Salazar, abdicar de qualquer parcela do território nacional era impensável. Marcelo Caetano, quando chegou ao poder em 1968, teve a oportunidade de procurar uma saída para uma situação de impasse que já se tornara notória. Ainda hoje é difícil explicar porque não o tentou." - Bernardo Futscher Pereira
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Edição: Agosto 2022
Sinopse:
Quando se consumou a independência do Brasil: em 1822, quando foi proclamada, ou em 1808, com a chegada da corte ao Rio de Janeiro? Como se pode explicar que o Brasil tenha nascido como uma monarquia constitucional no meio das recém-proclamadas repúblicas hispano-americanas? De que forma, nos planos político, ritual e simbólico, a legitimidade dinástica se combinou com o novo estatuto atribuído à nação nos dois lados do Atlântico? Qual o papel da imprensa e do publicismo nos anos de rutura? De que forma o liberalismo político pôde coexistir com a escravatura? Por que razão as diferentes capitanias do Brasil não se fragmentaram no processo de independência, como aconteceu nos territórios hispânicos vizinhos? Como surgiu a ideia do Brasil como uma unidade política e dos brasileiros como uma identidade e uma cidadania diferenciadas?
Sinopse:
Quando se consumou a independência do Brasil: em 1822, quando foi proclamada, ou em 1808, com a chegada da corte ao Rio de Janeiro? Como se pode explicar que o Brasil tenha nascido como uma monarquia constitucional no meio das recém-proclamadas repúblicas hispano-americanas? De que forma, nos planos político, ritual e simbólico, a legitimidade dinástica se combinou com o novo estatuto atribuído à nação nos dois lados do Atlântico? Qual o papel da imprensa e do publicismo nos anos de rutura? De que forma o liberalismo político pôde coexistir com a escravatura? Por que razão as diferentes capitanias do Brasil não se fragmentaram no processo de independência, como aconteceu nos territórios hispânicos vizinhos? Como surgiu a ideia do Brasil como uma unidade política e dos brasileiros como uma identidade e uma cidadania diferenciadas?
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Edição: Julho 2022
Sinopse:
Em 1968, o chancelar alemão Kurt Georg Kiesinger foi esbofeteado em público, perante as câmaras de televisão, por uma jovem e atraente caçadora de nazis chamada Beate Klarsfeld. O momento seria o princípio do fim da carreira de um dos muitos cúmplices de Adolf Hitler que, apesar do seu currículo maldito, triunfaram de forma retumbante no pós-guerra. Mas ao contrário de Kiesinger, denunciado nesse instante de vergonha pelos seus antecedentes sombrios, muitos outros destacados nazis mantiveram-se impunes e não encontraram obstáculos à sua ascensão, fosse na própria Alemanha, fosse em países vencedores do conflito como os Estados Unidos. Reinhard Gehlen, criminoso de guerra e responsável pela inteligência militar na frente leste, fundou e dirigiu os serviços secretos da República Federal Alemã. Adolf Heusinger, chefe de operações no alto comando das forças armadas de Hitler, alcançou a presidência do comité militar da NATO. Ernst Achenbach, grande angariador de fundos para o Partido Nacional Socialista e organizador do saque à economia da França sob ocupação, esteve à frente da comissão dos Negócios Estrangeiros do parlamento germânico e chegou até a ser indicado para comissário europeu. Rudolf Diels, primeiro chefe da Gestapo, membro das SS e figura envolvida no incêndio do Reichstag em 1933, acontecimento decisivo para consolidar o poder nazi, foi contratado pela CIA como caçador de comunistas. Otto Skorzeny, protagonista de numerosas operações especiais rocambolescas, entre as quais o rapto de Mussolini de uma fortaleza inexpugnável, tornou-se espião ao serviço de Israel, personificando uma das reviravoltas mais insólitas e irónicas deste conjunto de figuras. E há ainda os casos de Albert Speer, Wernher von Braun e Friedrich Paulus, entre outros militares, políticos e espiões que ocultaram o seu currículo manchado de sangue para renascer das cinzas do Terceiro Reich ou que, bem pelo contrário, se serviram precisamente da experiência adquirida no regime nazi para triunfar num tempo que estende os seus tentáculos até aos dias hoje, de forma frequentemente inesperada… Éric Branca, jornalista e historiador francês, desmonta de forma implacável o percurso de uma galeria de personagens negras nesta saga que se lê com sofreguidão.
Sinopse:
Em 1968, o chancelar alemão Kurt Georg Kiesinger foi esbofeteado em público, perante as câmaras de televisão, por uma jovem e atraente caçadora de nazis chamada Beate Klarsfeld. O momento seria o princípio do fim da carreira de um dos muitos cúmplices de Adolf Hitler que, apesar do seu currículo maldito, triunfaram de forma retumbante no pós-guerra. Mas ao contrário de Kiesinger, denunciado nesse instante de vergonha pelos seus antecedentes sombrios, muitos outros destacados nazis mantiveram-se impunes e não encontraram obstáculos à sua ascensão, fosse na própria Alemanha, fosse em países vencedores do conflito como os Estados Unidos. Reinhard Gehlen, criminoso de guerra e responsável pela inteligência militar na frente leste, fundou e dirigiu os serviços secretos da República Federal Alemã. Adolf Heusinger, chefe de operações no alto comando das forças armadas de Hitler, alcançou a presidência do comité militar da NATO. Ernst Achenbach, grande angariador de fundos para o Partido Nacional Socialista e organizador do saque à economia da França sob ocupação, esteve à frente da comissão dos Negócios Estrangeiros do parlamento germânico e chegou até a ser indicado para comissário europeu. Rudolf Diels, primeiro chefe da Gestapo, membro das SS e figura envolvida no incêndio do Reichstag em 1933, acontecimento decisivo para consolidar o poder nazi, foi contratado pela CIA como caçador de comunistas. Otto Skorzeny, protagonista de numerosas operações especiais rocambolescas, entre as quais o rapto de Mussolini de uma fortaleza inexpugnável, tornou-se espião ao serviço de Israel, personificando uma das reviravoltas mais insólitas e irónicas deste conjunto de figuras. E há ainda os casos de Albert Speer, Wernher von Braun e Friedrich Paulus, entre outros militares, políticos e espiões que ocultaram o seu currículo manchado de sangue para renascer das cinzas do Terceiro Reich ou que, bem pelo contrário, se serviram precisamente da experiência adquirida no regime nazi para triunfar num tempo que estende os seus tentáculos até aos dias hoje, de forma frequentemente inesperada… Éric Branca, jornalista e historiador francês, desmonta de forma implacável o percurso de uma galeria de personagens negras nesta saga que se lê com sofreguidão.
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Edição: Junho 2022
Sinopse:
À medida que avançamos pelo século asiático adentro, prestamos cada vez mais atenção à China - a superpotência económica, a sociedade em rapidíssima modernização, o jogador geopolítico crescentemente assertivo. Para irmos além dos chavões sobre esta antiga e prestigiada nação, devemos conhecer o seu passado vibrante e tumultuoso - uma história repleta de personagens fascinantes, de celeumas filosóficas e de golpes palacianos, de conflitos militares e de tumultos sociais, invenções artísticas e inovações tecnológicas. "A Mais Breve História da China" conta o caminho percorrido por este país, desde as suas origens tribais e eras imperiais até ao Partido Comunista liderado no presente por Xi Jinping - incluindo as pouco conhecidas histórias das mulheres chinesas que se distinguiram, e os espetros da corrupção e da desunião que continuam, ainda hoje, a ensombrar a República Popular. Uma talentosa escritora e historiadora rigorosa, a sinóloga Linda Jaivin resume, de forma magistral, o percurso desta civilização e o seu presente poder global num livro de leitura indispensável.
Sinopse:
À medida que avançamos pelo século asiático adentro, prestamos cada vez mais atenção à China - a superpotência económica, a sociedade em rapidíssima modernização, o jogador geopolítico crescentemente assertivo. Para irmos além dos chavões sobre esta antiga e prestigiada nação, devemos conhecer o seu passado vibrante e tumultuoso - uma história repleta de personagens fascinantes, de celeumas filosóficas e de golpes palacianos, de conflitos militares e de tumultos sociais, invenções artísticas e inovações tecnológicas. "A Mais Breve História da China" conta o caminho percorrido por este país, desde as suas origens tribais e eras imperiais até ao Partido Comunista liderado no presente por Xi Jinping - incluindo as pouco conhecidas histórias das mulheres chinesas que se distinguiram, e os espetros da corrupção e da desunião que continuam, ainda hoje, a ensombrar a República Popular. Uma talentosa escritora e historiadora rigorosa, a sinóloga Linda Jaivin resume, de forma magistral, o percurso desta civilização e o seu presente poder global num livro de leitura indispensável.
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Edição: Maio 2022
Sinopse:
Na Primavera de 1839, o Reino Unido invadiu o Afeganistão pela primeira vez. Aproximadamente 20000 soldados submeteram o país e repuseram Shah Shuja ul-Mulk no trono. Mas, passados dois anos da ocupação, o povo afegão aderiu à chamada para a jihad e rebelou-se com grande violência. As tropas britânicas recuaram para as montanhas enfrentando ventos gelados e foram derrotados pelas tribos afegãs - foi a maior humilhação militar britânica do século XIX. Recorrendo a uma série de fontes históricas afegãs e indianas esquecidas, a magistral narração de William Dalrymple do maior desastre imperial britânico é uma poderosa parábola da ambição colonial e de choque cultural, de loucura e de húbris. "O Regresso de um Rei" é história na sua forma mais urgente e importante.
Sinopse:
Na Primavera de 1839, o Reino Unido invadiu o Afeganistão pela primeira vez. Aproximadamente 20000 soldados submeteram o país e repuseram Shah Shuja ul-Mulk no trono. Mas, passados dois anos da ocupação, o povo afegão aderiu à chamada para a jihad e rebelou-se com grande violência. As tropas britânicas recuaram para as montanhas enfrentando ventos gelados e foram derrotados pelas tribos afegãs - foi a maior humilhação militar britânica do século XIX. Recorrendo a uma série de fontes históricas afegãs e indianas esquecidas, a magistral narração de William Dalrymple do maior desastre imperial britânico é uma poderosa parábola da ambição colonial e de choque cultural, de loucura e de húbris. "O Regresso de um Rei" é história na sua forma mais urgente e importante.
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Edição: Maio 2022
Sinopse:
Num Mundo onde as sociedades apregoam, cada vez mais, a igualdade social, a Europa alberga dez monarquias, cujos chefes de Estado são soberanos hereditários. Ontem como hoje, o fascínio pelo universo dos reis e das rainhas, dos príncipes e das princesas continua bem vivo e as novas tecnologias vieram, ainda mais, incrementar o seu mediatismo. As casas reais souberam acompanhar a evolução dos tempos e aderiram às redes sociais, promovendo o seu trabalho (e o seu glamour). Paralelamente, os fãs desta instituição e destas personalidades também criaram perfis para enaltecer os royals. Quer isto dizer que o imaginário do sonho e dos contos de fadas continua, paradoxalmente, a existir hoje, porque a realeza é uma simbiose de passado e presente, de tradição e atualidade. "As Dez Monarquias da Europa" pretende dar a conhecer melhor os chefes de Estado destas casas reais e a forma como estas funcionam atualmente é o magno objetivo desta obra, pretendendo-se ainda traçar as crónicas de vida dos soberanos; as suas histórias de amor e casamentos; as suas coroações e investiduras no papel de soberanos; e, não menos importante, abordando também os filhos, que representam, afinal, a continuidade de uma instituição tão milenar quanto fascinante. Quem escolhe o monarca? Como funciona a instituição monárquica? Que está por trás deste fascínio pelo mais antigo e exclusivo clube do Mundo, ao qual só se pertence por nascimento ou casamento? Que alterações trouxe a chegada de uma nova geração de plebeus às cortes europeias? O que significa ser rei hoje? São algumas das questões a que esta obra pretende responder.
Sinopse:
Num Mundo onde as sociedades apregoam, cada vez mais, a igualdade social, a Europa alberga dez monarquias, cujos chefes de Estado são soberanos hereditários. Ontem como hoje, o fascínio pelo universo dos reis e das rainhas, dos príncipes e das princesas continua bem vivo e as novas tecnologias vieram, ainda mais, incrementar o seu mediatismo. As casas reais souberam acompanhar a evolução dos tempos e aderiram às redes sociais, promovendo o seu trabalho (e o seu glamour). Paralelamente, os fãs desta instituição e destas personalidades também criaram perfis para enaltecer os royals. Quer isto dizer que o imaginário do sonho e dos contos de fadas continua, paradoxalmente, a existir hoje, porque a realeza é uma simbiose de passado e presente, de tradição e atualidade. "As Dez Monarquias da Europa" pretende dar a conhecer melhor os chefes de Estado destas casas reais e a forma como estas funcionam atualmente é o magno objetivo desta obra, pretendendo-se ainda traçar as crónicas de vida dos soberanos; as suas histórias de amor e casamentos; as suas coroações e investiduras no papel de soberanos; e, não menos importante, abordando também os filhos, que representam, afinal, a continuidade de uma instituição tão milenar quanto fascinante. Quem escolhe o monarca? Como funciona a instituição monárquica? Que está por trás deste fascínio pelo mais antigo e exclusivo clube do Mundo, ao qual só se pertence por nascimento ou casamento? Que alterações trouxe a chegada de uma nova geração de plebeus às cortes europeias? O que significa ser rei hoje? São algumas das questões a que esta obra pretende responder.
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Edição: Abril 2022
Sinopse:
Nos anos que antecederam a Segunda Guerra Mundial, numa monótona base aérea no Alabama, um pequeno grupo de pilotos rebeldes teve uma ideia radical: e se conseguíssemos fazer com que os bombardeamentos aéreos fossem tão precisos que as guerras passassem a ser totalmente travadas pelo ar? E se pudéssemos fazer com que os confrontos brutais entre exércitos terrestres fossem uma coisa do passado? Este livro conta a história do que se passou quando este sonho foi posto à prova. A Máfia dos Bombardeiros segue as histórias de um génio holandês que, sozinho, em casa, construiu um computador, de um grupo de químicos pirómanos da Universidade de Harvard, de um ameaçador amigo de Churchill, de um piloto brilhante que entoava canções à sua tripulação, e do comandante de bombardeiros Curtis Emerson LeMay, que ordenaria o ataque mais sangrento da Segunda Guerra Mundial. Nesta história de inovação e de obsessão, Gladwell interroga-se: "O que acontece quando a tecnologia e as boas intenções conflituam em tempo de guerra? E qual é o preço a pagar pelo progresso?".
Sinopse:
Nos anos que antecederam a Segunda Guerra Mundial, numa monótona base aérea no Alabama, um pequeno grupo de pilotos rebeldes teve uma ideia radical: e se conseguíssemos fazer com que os bombardeamentos aéreos fossem tão precisos que as guerras passassem a ser totalmente travadas pelo ar? E se pudéssemos fazer com que os confrontos brutais entre exércitos terrestres fossem uma coisa do passado? Este livro conta a história do que se passou quando este sonho foi posto à prova. A Máfia dos Bombardeiros segue as histórias de um génio holandês que, sozinho, em casa, construiu um computador, de um grupo de químicos pirómanos da Universidade de Harvard, de um ameaçador amigo de Churchill, de um piloto brilhante que entoava canções à sua tripulação, e do comandante de bombardeiros Curtis Emerson LeMay, que ordenaria o ataque mais sangrento da Segunda Guerra Mundial. Nesta história de inovação e de obsessão, Gladwell interroga-se: "O que acontece quando a tecnologia e as boas intenções conflituam em tempo de guerra? E qual é o preço a pagar pelo progresso?".
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Edição: Abril 2022
Sinopse:
Mulheres marcantes da História de Portugal. Este livro reúne textos sobre a vida de mulheres com relevância na história de Portugal, desde a formação do país até à república. Rainhas, infantas, poetisas, guerreiras - amantes, mães, amigas, mas acima de tudo mulheres de vontade, ambição e destino próprios - todas com percursos de vida surpreendentes que podem agora ser conhecidos. Escritos no início do século XX e dispersos pela obra de António Vasco de Melo, o conde de Sabugosa, "Donas Portuguesas de Tempos Idos" é também o retrato da sociedade portuguesa crescentemente definido pelas mulheres.
Sinopse:
Mulheres marcantes da História de Portugal. Este livro reúne textos sobre a vida de mulheres com relevância na história de Portugal, desde a formação do país até à república. Rainhas, infantas, poetisas, guerreiras - amantes, mães, amigas, mas acima de tudo mulheres de vontade, ambição e destino próprios - todas com percursos de vida surpreendentes que podem agora ser conhecidos. Escritos no início do século XX e dispersos pela obra de António Vasco de Melo, o conde de Sabugosa, "Donas Portuguesas de Tempos Idos" é também o retrato da sociedade portuguesa crescentemente definido pelas mulheres.
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Edição: Abril 2022
Sinopse:
Durante milhares de anos, a evolução da humanidade seguiu o mesmo padrão: sempre que era introduzida uma nova tecnologia (como o fogo, o arado, a roda ou a bússola), aumentava a prosperidade. Passado pouco tempo, porém, as condições de vida voltavam ao ponto de partida. Porquê? O professor de Economia da Universidade de Brown, Oded Galor, esboçou a resposta ao criar a teoria unificada do crescimento, que hoje faz escola um pouco por todo o mundo. Segundo o pensador israelita, esse círculo vicioso progresso / estagnação só acabou com a Revolução Industrial. Na altura, a diminuição da mão de obra infantil, o investimento na educação e o decréscimo na taxa de fecundidade levaram a um enriquecimento geral da população. Mas essa riqueza viria a ser distribuída de forma muito desigual, fruto de fatores históricos e geográficos quase tao antigos como as primeiras migrações do Homo sapiens. Até que chegamos ao presente. A humanidade encontra-se numa nova encruzilhada, o progresso e o meio ambiente parecem ter entrado em rota de colisão. Oded Galor revela-se, no entanto, otimista. Numa escrita ágil e económica, o autor faz as contas a fecundidade, ao impacto da inovação e da diversidade, e prevê um futuro bem mais risonho do que o geralmente esperado.
Sinopse:
Durante milhares de anos, a evolução da humanidade seguiu o mesmo padrão: sempre que era introduzida uma nova tecnologia (como o fogo, o arado, a roda ou a bússola), aumentava a prosperidade. Passado pouco tempo, porém, as condições de vida voltavam ao ponto de partida. Porquê? O professor de Economia da Universidade de Brown, Oded Galor, esboçou a resposta ao criar a teoria unificada do crescimento, que hoje faz escola um pouco por todo o mundo. Segundo o pensador israelita, esse círculo vicioso progresso / estagnação só acabou com a Revolução Industrial. Na altura, a diminuição da mão de obra infantil, o investimento na educação e o decréscimo na taxa de fecundidade levaram a um enriquecimento geral da população. Mas essa riqueza viria a ser distribuída de forma muito desigual, fruto de fatores históricos e geográficos quase tao antigos como as primeiras migrações do Homo sapiens. Até que chegamos ao presente. A humanidade encontra-se numa nova encruzilhada, o progresso e o meio ambiente parecem ter entrado em rota de colisão. Oded Galor revela-se, no entanto, otimista. Numa escrita ágil e económica, o autor faz as contas a fecundidade, ao impacto da inovação e da diversidade, e prevê um futuro bem mais risonho do que o geralmente esperado.
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Edição: Março 2022
Sinopse:
O apelido Médicis evoca uma gloriosa imagem da Itália renascentista, especialmente de Florença, com as suas valiosas obras de arte, os seus magníficos palácios e as suas fabulosas riquezas; mas ao mesmo tempo remete para um mundo mais obscuro, mas não menos atrativo, de intriga e corrupção, de luta sem tréguas pelo poder.
Sinopse:
O apelido Médicis evoca uma gloriosa imagem da Itália renascentista, especialmente de Florença, com as suas valiosas obras de arte, os seus magníficos palácios e as suas fabulosas riquezas; mas ao mesmo tempo remete para um mundo mais obscuro, mas não menos atrativo, de intriga e corrupção, de luta sem tréguas pelo poder.
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Edição: Fevereiro 2022
Sinopse:
Na História de Portugal, encontramos mitos para todos os gostos. Desde a escola náutica de Sagres que nunca existiu, ao pioneiro Viriato, que, em boa verdade, andou mais pela Andaluzia do que pela Serra da Estrela. Já para não falar da padeira de Aljubarrota, tao façanhuda como insubstancial. As inverdades e mentiras na nossa História são, elas próprias, uma história sem fim, que se estende até tempos bem mais recentes. Ainda hoje há quem acredite que, em 1975, Portugal esteve à beira de uma guerra civil e que só a vitória das forças democráticas no golpe militar de 25 de Novembro desse ano reconduziu o pais ao bom caminho. Só que esta tese é tao historicamente informada como dizer que Portugal começou com um filho a bater na mãe… Viajemos, pois, ao encontro dos mitos da Historia de Portugal.
Sinopse:
Na História de Portugal, encontramos mitos para todos os gostos. Desde a escola náutica de Sagres que nunca existiu, ao pioneiro Viriato, que, em boa verdade, andou mais pela Andaluzia do que pela Serra da Estrela. Já para não falar da padeira de Aljubarrota, tao façanhuda como insubstancial. As inverdades e mentiras na nossa História são, elas próprias, uma história sem fim, que se estende até tempos bem mais recentes. Ainda hoje há quem acredite que, em 1975, Portugal esteve à beira de uma guerra civil e que só a vitória das forças democráticas no golpe militar de 25 de Novembro desse ano reconduziu o pais ao bom caminho. Só que esta tese é tao historicamente informada como dizer que Portugal começou com um filho a bater na mãe… Viajemos, pois, ao encontro dos mitos da Historia de Portugal.
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