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Edição: Set 2022
Nº Páginas: 200
Sinopse:
Numa época em que a incerteza sobre o mundo atravessa todas as dimensões da nossa vida, olhar para os quatro milénios de democracia, bem como para o seu verdadeiro valor, pode ser a chave para perspetivar o futuro. Dos primórdios da democracia - que viu a luz do dia na Mesopotâmia, antes de Atenas - até ao papel que teve no fervor revolucionário em França e na América, esta palavra de dez letras mudou por completo a nossa história. A verdade é que o conceito de democracia desfez o jogo do poder privilegiado porque, com ela, somos impelidos a acreditar em algo radical: juntos, podemos ser iguais e decidir o que queremos fazer da nossa vida, do nosso futuro. Esta é a história - turbulenta, luminosa, controversa e incontornável - do nascimento, crescimento e disseminação da democracia, escrita por um dos mais importantes pensadores políticos mundiais, John Keane. São mais de quatro mil anos que desembocam num panorama da atualidade, agora que a multiplicidade de regimes democráticos - fertilizada pela América liberal, mas não só - atinge o seu auge, com variantes regionais em todos os pontos do globo. A democracia tem futuro? Ou irão os demagogos e os déspotas ganhar? Estamos prestes a descobrir. A história completa da democracia, dos seus grandes defensores aos seus não menos importantes detratores, das assembleias da antiga Mesopotâmia até aos perigos que assolam a sua vida no século XXI num livro imprescindível.
Nº Páginas: 200
Sinopse:
Numa época em que a incerteza sobre o mundo atravessa todas as dimensões da nossa vida, olhar para os quatro milénios de democracia, bem como para o seu verdadeiro valor, pode ser a chave para perspetivar o futuro. Dos primórdios da democracia - que viu a luz do dia na Mesopotâmia, antes de Atenas - até ao papel que teve no fervor revolucionário em França e na América, esta palavra de dez letras mudou por completo a nossa história. A verdade é que o conceito de democracia desfez o jogo do poder privilegiado porque, com ela, somos impelidos a acreditar em algo radical: juntos, podemos ser iguais e decidir o que queremos fazer da nossa vida, do nosso futuro. Esta é a história - turbulenta, luminosa, controversa e incontornável - do nascimento, crescimento e disseminação da democracia, escrita por um dos mais importantes pensadores políticos mundiais, John Keane. São mais de quatro mil anos que desembocam num panorama da atualidade, agora que a multiplicidade de regimes democráticos - fertilizada pela América liberal, mas não só - atinge o seu auge, com variantes regionais em todos os pontos do globo. A democracia tem futuro? Ou irão os demagogos e os déspotas ganhar? Estamos prestes a descobrir. A história completa da democracia, dos seus grandes defensores aos seus não menos importantes detratores, das assembleias da antiga Mesopotâmia até aos perigos que assolam a sua vida no século XXI num livro imprescindível.
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Edição: Set 2022
Nº Páginas: 416
Sinopse:
Quando a poderosa Roma foi tomada pelos Bárbaros em 410, ficando reduzida a ruínas, acabava uma era - e começavam mais de mil anos que nos transformariam profundamente. Numa narrativa fascinante, onde os grandes nomes inundam as páginas - de Santo Agostinho a Átila, o Huno, passando pelo profeta Maomé e Leonor de Aquitânia - Dan Jones toma conta de um milénio da nossa história e oferece-nos uma perspetiva fresca, poderosa e surpreendente da Idade Média. Século após século, vemos o nascimento da Europa, as grandes capitais da Antiguidade, as cidades mais influentes do Ocidente Islâmico e as primeiras viagens europeias à América. O mundo medieval foi - lembremo-nos - forjado pelas grandes forças que ainda são combustível da atualidade: alterações climáticas, pandemias, migração em grande escala, revoluções tecnológicas. Aquele tempo foi o que viu nascer as grandes nacionalidades europeias
Nº Páginas: 416
Sinopse:
Quando a poderosa Roma foi tomada pelos Bárbaros em 410, ficando reduzida a ruínas, acabava uma era - e começavam mais de mil anos que nos transformariam profundamente. Numa narrativa fascinante, onde os grandes nomes inundam as páginas - de Santo Agostinho a Átila, o Huno, passando pelo profeta Maomé e Leonor de Aquitânia - Dan Jones toma conta de um milénio da nossa história e oferece-nos uma perspetiva fresca, poderosa e surpreendente da Idade Média. Século após século, vemos o nascimento da Europa, as grandes capitais da Antiguidade, as cidades mais influentes do Ocidente Islâmico e as primeiras viagens europeias à América. O mundo medieval foi - lembremo-nos - forjado pelas grandes forças que ainda são combustível da atualidade: alterações climáticas, pandemias, migração em grande escala, revoluções tecnológicas. Aquele tempo foi o que viu nascer as grandes nacionalidades europeias
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Edição: Jun 2022
Nº Páginas: 248
Sinopse:
Esta é a história da ascensão e da queda de um império - e do que emergiu das suas cinzas -, escrita por uma das maiores autoridades mundiais no que à Rússia Soviética diz respeito. A Rússia Soviética nasceu acidentalmente e desfez-se de forma inesperada. Mais de cem anos depois da Revolução, a tumultuosa história da União Soviética continua a fascinar e a influenciar o pensamento político em todo o mundo. Este livro é uma introdução tão completa quanto democrática e tão imparcial quanto vigorosa a uma das histórias mais cativantes dos últimos dois séculos do mundo. da Revolução e de Lenine às Grandes Purgas de Estaline, da Segunda Guerra Mundial à perestroika de Gorbachov, eis, nestas páginas, um relato vívido dos setenta e cinco anos de domínio comunista e do colapso desse império. Pela mão da aclamada historiadora Sheila Fitzpatrick, o leitor perspetiva o século XX e a era atual, integrando os vários quadrantes de análise sobre a era soviética, hoje uma espécie de fénix renascida no imaginário de Putin.
Nº Páginas: 248
Sinopse:
Esta é a história da ascensão e da queda de um império - e do que emergiu das suas cinzas -, escrita por uma das maiores autoridades mundiais no que à Rússia Soviética diz respeito. A Rússia Soviética nasceu acidentalmente e desfez-se de forma inesperada. Mais de cem anos depois da Revolução, a tumultuosa história da União Soviética continua a fascinar e a influenciar o pensamento político em todo o mundo. Este livro é uma introdução tão completa quanto democrática e tão imparcial quanto vigorosa a uma das histórias mais cativantes dos últimos dois séculos do mundo. da Revolução e de Lenine às Grandes Purgas de Estaline, da Segunda Guerra Mundial à perestroika de Gorbachov, eis, nestas páginas, um relato vívido dos setenta e cinco anos de domínio comunista e do colapso desse império. Pela mão da aclamada historiadora Sheila Fitzpatrick, o leitor perspetiva o século XX e a era atual, integrando os vários quadrantes de análise sobre a era soviética, hoje uma espécie de fénix renascida no imaginário de Putin.
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Edição: Fev 2022
Nº Páginas: 256
Sinopse:
As pessoas referidas neste livro propuseram-se mudar o mundo com a sua nova descoberta ou invenção. Na melhor das hipóteses, falharam monumentalmente; na pior, mudaram o mundo de uma forma que ninguém lhes agradecerá. As Piores Invenções da História é um olhar divertido sobre os fracassos de inventores célebres e pioneiros menos conhecidos (por um bom motivo). O livro inclui o sobretudo paraquedas (o seu inventor saltou da Torre Eiffel para demonstrá-lo e mergulhou para a morte), a locomotiva de Trevithick (demasiado pesada para os carris e partiu-os) e cãos antitanques soviéticos (com minas amarradas no dorso, voltaram-se contra os seus proprietários e fizeram explodir uma divisão inteira do Exército Vermelho). Um compêndio de disparates, As Piores Invenções da História fornece um aviso claro: é muito fácil entrar para a História como um idiota!
Nº Páginas: 256
Sinopse:
As pessoas referidas neste livro propuseram-se mudar o mundo com a sua nova descoberta ou invenção. Na melhor das hipóteses, falharam monumentalmente; na pior, mudaram o mundo de uma forma que ninguém lhes agradecerá. As Piores Invenções da História é um olhar divertido sobre os fracassos de inventores célebres e pioneiros menos conhecidos (por um bom motivo). O livro inclui o sobretudo paraquedas (o seu inventor saltou da Torre Eiffel para demonstrá-lo e mergulhou para a morte), a locomotiva de Trevithick (demasiado pesada para os carris e partiu-os) e cãos antitanques soviéticos (com minas amarradas no dorso, voltaram-se contra os seus proprietários e fizeram explodir uma divisão inteira do Exército Vermelho). Um compêndio de disparates, As Piores Invenções da História fornece um aviso claro: é muito fácil entrar para a História como um idiota!
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Edição: Out 2021
Nº Páginas: 352
Sinopse:
Quem é Maui, o deus impostor? O que é o Hidromel da Poesia e que presente concedeu àqueles que o beberam? Que diz a mitologia egípcia sobre o Submundo? Este livro analisa estas e outras questões à medida que explora mais de 80 mitos do mundo inteiro. Escrito numa linguagem simples e acessível, "O Livro da Mitologia" está repleto de ilustrações e histórias cativantes e lança um novo olhar sobre os mitos e o seu significado para as culturas que os criaram. De Loki e Thor a Viracocha e Cúchulainn, cada entrada explora as personagens e os seus feitos, assim como os temas e os significados por detrás das histórias.
Nº Páginas: 352
Sinopse:
Quem é Maui, o deus impostor? O que é o Hidromel da Poesia e que presente concedeu àqueles que o beberam? Que diz a mitologia egípcia sobre o Submundo? Este livro analisa estas e outras questões à medida que explora mais de 80 mitos do mundo inteiro. Escrito numa linguagem simples e acessível, "O Livro da Mitologia" está repleto de ilustrações e histórias cativantes e lança um novo olhar sobre os mitos e o seu significado para as culturas que os criaram. De Loki e Thor a Viracocha e Cúchulainn, cada entrada explora as personagens e os seus feitos, assim como os temas e os significados por detrás das histórias.
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Edição: Fev 2016
Nº Páginas: 392
Sinopse:
O historiador Roger Crowley conta-nos como Portugal construiu um grande império marítimo europeu, dando origem à primeira economia global. Numa narrativa empolgante e solidamente documentada, que equilibra a vertente humana e as dimensões geopolítica e religiosa, o aclamado autor aborda a supremacia marítima de Portugal, com a descoberta do caminho marítimo para a Índia no seu âmago, as vitórias sobre governantes muçulmanos e o domínio do comércio das especiarias, revelando-nos o alcance do império português e dando vida a personalidades como D. Manuel I, D. João II, Afonso de Albuquerque e Vasco da Gama. O relato essencial e atualizado de como uma das nações mais pequenas e pobres da Europa pôs em movimento as forças da globalização que hoje dão forma ao mundo. Uma obra que dará a conhecer ao leitor português a sua própria história na perspetiva de um investigador estrangeiro.
Nº Páginas: 392
Sinopse:
O historiador Roger Crowley conta-nos como Portugal construiu um grande império marítimo europeu, dando origem à primeira economia global. Numa narrativa empolgante e solidamente documentada, que equilibra a vertente humana e as dimensões geopolítica e religiosa, o aclamado autor aborda a supremacia marítima de Portugal, com a descoberta do caminho marítimo para a Índia no seu âmago, as vitórias sobre governantes muçulmanos e o domínio do comércio das especiarias, revelando-nos o alcance do império português e dando vida a personalidades como D. Manuel I, D. João II, Afonso de Albuquerque e Vasco da Gama. O relato essencial e atualizado de como uma das nações mais pequenas e pobres da Europa pôs em movimento as forças da globalização que hoje dão forma ao mundo. Uma obra que dará a conhecer ao leitor português a sua própria história na perspetiva de um investigador estrangeiro.
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Edição: Abr 2024
Nº Páginas: 976
Sinopse:
Durante as últimas quatro décadas, milhares de portugueses leram e formaram-se com aquela que é hoje considerada uma das mais importantes Histórias de Portugal. Obra de valor incalculável, não só pelo trabalho de investigação e escrita que condensa, mas também pelo que deu e continua a dar a gerações sucessivas de leitores, História de Portugal é um livro indispensável em qualquer estante.
Nº Páginas: 976
Sinopse:
Durante as últimas quatro décadas, milhares de portugueses leram e formaram-se com aquela que é hoje considerada uma das mais importantes Histórias de Portugal. Obra de valor incalculável, não só pelo trabalho de investigação e escrita que condensa, mas também pelo que deu e continua a dar a gerações sucessivas de leitores, História de Portugal é um livro indispensável em qualquer estante.
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Edição: Mar 2024
Nº Páginas: 312
Sinopse:
Sete temas, treze testemunhos, muito debate. Um livro para pensar o Portugal que fomos (em 1973), o Portugal que construímos (entre 1973 e 2023), o Portugal que queremos ser amanhã. Uma visita guiada aos últimos 50 anos, uma homenagem ao 25 de Abril. Diogo Abreu, Eduardo Anselmo, Boaventura de Sousa Santos, Helena Roseta, Paulo Marques, Abílio Hernandez, Maria Vlachou, Joaquim Furtado, Clara Almeida Santos, António Leuschner, Margaria Pedroso de Lima, André Barata e Manuela Cruzeiro são os nossos guias. De gerações diferentes, com experiências distintas e olhares contrastantes. Dos desequilíbrios da demografia à urgência de um planeamento rigoroso. Da história dos progressos e fracassos da cidadania à convivência (im)possível entre capitalismo e democracia. Das angústias dos jovens de hoje no acesso ao emprego ao dilema da habitação. Da democratização do ensino superior ao papel crucial da cultura e das artes. Da reação entre jornalismo e democracia às desordens informativas e aos desafios da inteligência artificial. Do que é a doença mental aos caminhos para um envelhecimento saudável. Do que fazemos com o tempo e o lugar na hipermodernidade à utopia como ideal que conduz a nossa ação. Um livro ousado, mas necessário. Um contributo para um 25 de Abril festivo, mas também autocrítico e virado para o futuro. Naquela madrugada libertadora, os militares saíram à rua sem saber se nos outros quartéis todos cumpririam a sua parte do plano. Arriscaram as suas vidas e as suas carreiras. Fizeram-no por Portugal. Honremos a sua memória e contribuamos para um país melhor, em que o lema do Movimento das Forças Armadas (MFA) («Democratizar, Descolonizar, Desenvolver») se cumpra em toda a sua plenitude.
Nº Páginas: 312
Sinopse:
Sete temas, treze testemunhos, muito debate. Um livro para pensar o Portugal que fomos (em 1973), o Portugal que construímos (entre 1973 e 2023), o Portugal que queremos ser amanhã. Uma visita guiada aos últimos 50 anos, uma homenagem ao 25 de Abril. Diogo Abreu, Eduardo Anselmo, Boaventura de Sousa Santos, Helena Roseta, Paulo Marques, Abílio Hernandez, Maria Vlachou, Joaquim Furtado, Clara Almeida Santos, António Leuschner, Margaria Pedroso de Lima, André Barata e Manuela Cruzeiro são os nossos guias. De gerações diferentes, com experiências distintas e olhares contrastantes. Dos desequilíbrios da demografia à urgência de um planeamento rigoroso. Da história dos progressos e fracassos da cidadania à convivência (im)possível entre capitalismo e democracia. Das angústias dos jovens de hoje no acesso ao emprego ao dilema da habitação. Da democratização do ensino superior ao papel crucial da cultura e das artes. Da reação entre jornalismo e democracia às desordens informativas e aos desafios da inteligência artificial. Do que é a doença mental aos caminhos para um envelhecimento saudável. Do que fazemos com o tempo e o lugar na hipermodernidade à utopia como ideal que conduz a nossa ação. Um livro ousado, mas necessário. Um contributo para um 25 de Abril festivo, mas também autocrítico e virado para o futuro. Naquela madrugada libertadora, os militares saíram à rua sem saber se nos outros quartéis todos cumpririam a sua parte do plano. Arriscaram as suas vidas e as suas carreiras. Fizeram-no por Portugal. Honremos a sua memória e contribuamos para um país melhor, em que o lema do Movimento das Forças Armadas (MFA) («Democratizar, Descolonizar, Desenvolver») se cumpra em toda a sua plenitude.
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Edição: Mar 2023
Nº Páginas: 160
Sinopse:
Denúncia apaixonada da loucura que incita os homens a matarem-se uns aos outros em nome de uma etnia, língua ou religião, As Identidades Assassinas é uma tentativa de perceber porque é que, na história da humanidade, a afirmação de um sempre significou a negação do outro. Na sua condição de homem situado entre o Oriente e o Ocidente, que gravita sobre toda a sua obra, seja ela literária - como em "A Odisseia de Baldassare" ou "Escalas do Levante" - ou histórica - como em "As Cruzadas Vistas pelos Árabes" -, quando se pergunta a Amin Maalouf se se sente mais libanês ou mais francês, ele responde: "O que me torna eu mesmo e não outra pessoa é que estou na estrema de dois países, duas ou três línguas, várias tradições culturais. É precisamente isso que define a minha identidade. Seria eu mais autêntico se amputasse uma parte de mim mesmo?".
Nº Páginas: 160
Sinopse:
Denúncia apaixonada da loucura que incita os homens a matarem-se uns aos outros em nome de uma etnia, língua ou religião, As Identidades Assassinas é uma tentativa de perceber porque é que, na história da humanidade, a afirmação de um sempre significou a negação do outro. Na sua condição de homem situado entre o Oriente e o Ocidente, que gravita sobre toda a sua obra, seja ela literária - como em "A Odisseia de Baldassare" ou "Escalas do Levante" - ou histórica - como em "As Cruzadas Vistas pelos Árabes" -, quando se pergunta a Amin Maalouf se se sente mais libanês ou mais francês, ele responde: "O que me torna eu mesmo e não outra pessoa é que estou na estrema de dois países, duas ou três línguas, várias tradições culturais. É precisamente isso que define a minha identidade. Seria eu mais autêntico se amputasse uma parte de mim mesmo?".
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Edição: Fev 2023
Nº Páginas: 360
Sinopse:
Em 2011, um impressionante tsunami embateu numa central nuclear de Fukushima, no Japão. nos dias que se seguiram, as explosões desfizeram edifícios por inteiro, três reatores colapsaram e toda a área circundante foi tomada por água radioativa. Hoje, olhamos para Fukushima como um dos piores desastres nucleares de sempre - mas não foi o primeiro
Nº Páginas: 360
Sinopse:
Em 2011, um impressionante tsunami embateu numa central nuclear de Fukushima, no Japão. nos dias que se seguiram, as explosões desfizeram edifícios por inteiro, três reatores colapsaram e toda a área circundante foi tomada por água radioativa. Hoje, olhamos para Fukushima como um dos piores desastres nucleares de sempre - mas não foi o primeiro
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Edição: Fev 2023
Nº Páginas: 144
Sinopse:
Que país é este, a China? Todos temos uma ideia formada sobre o papel que desempenha na geopolítica e na economia global. Mas estará essa imagem realmente assente na realidade? Quanto do que pensamos saber estará deturpado ou condicionado pela nossa visão ocidental? Não há um único dia em que não falemos da China: nas notícias, nas redes sociais, um pouco por todo o mundo. Porém, os temas que envolvem a China são muitas vezes abordados, em público e em privado, com uma narrativa simplista, que tende a pintar tudo de preto e branco, ao mesmo tempo que diaboliza o país ou o proclama como o mais eficiente de todos. Ora, nem a China é o mal supremo nem é o paraíso na Terra. Qualquer uma dessas visões é enganadora. Neste livro, a jornalista e sinóloga Giada Messetti dá-nos um retrato real do país e dos seus traços fundamentais, desenhando um mapa - político, cultural, económico e social, em amplo sentido - da China atual. É esse mapa o ponto de partida para, derrubando clichés, nos aproximarmos do país e das pessoas e vermos uma civilização milenar, labiríntica, pelo que ela é: do fascínio da escrita à conceção de sociedade e tempo
Nº Páginas: 144
Sinopse:
Que país é este, a China? Todos temos uma ideia formada sobre o papel que desempenha na geopolítica e na economia global. Mas estará essa imagem realmente assente na realidade? Quanto do que pensamos saber estará deturpado ou condicionado pela nossa visão ocidental? Não há um único dia em que não falemos da China: nas notícias, nas redes sociais, um pouco por todo o mundo. Porém, os temas que envolvem a China são muitas vezes abordados, em público e em privado, com uma narrativa simplista, que tende a pintar tudo de preto e branco, ao mesmo tempo que diaboliza o país ou o proclama como o mais eficiente de todos. Ora, nem a China é o mal supremo nem é o paraíso na Terra. Qualquer uma dessas visões é enganadora. Neste livro, a jornalista e sinóloga Giada Messetti dá-nos um retrato real do país e dos seus traços fundamentais, desenhando um mapa - político, cultural, económico e social, em amplo sentido - da China atual. É esse mapa o ponto de partida para, derrubando clichés, nos aproximarmos do país e das pessoas e vermos uma civilização milenar, labiríntica, pelo que ela é: do fascínio da escrita à conceção de sociedade e tempo
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Edição: Jan 2023
Nº Páginas: 136
Sinopse:
O livro que levou aos quatro cantos do mundo os sete valores do caminho do guerreiro. Que virtudes fazem do Japão um dos países mais admirados em todo o mundo? Que tem de mais profundo e transversal este povo, geograficamente tão longínquo, e que em nós, ocidentais, desperta tanta curiosidade? Há um século, Inazo Nitobé não fez estas perguntas, mas quis olhar para o seu país, o Japão no seu despertar como nação moderna, e perceber onde tinha nascido a ética do seu povo. Foi assim, nessa demanda, que encontrou no bushido, o caminho do guerreiro, os valores que até hoje mais lhe reconhecemos: a retidão, a coragem, a benevolência, a cortesia, a sinceridade, a honra, a lealdade e o autodomínio. Estes princípios, que formam o código moral do guerreiro samurai, são o ponto de partida da viagem que se inicia na cultura tradicional nipónica e desemboca no ocidente, conseguindo um efeito único: um livro que nos oferece a alma do Japão clássico, que faz a ponte para a longa tradição ocidental e nos mostra, ao mesmo tempo, de que forma podemos incorporar, em todas as áreas da nossa vida, os valores e a força do guerreiro.
Nº Páginas: 136
Sinopse:
O livro que levou aos quatro cantos do mundo os sete valores do caminho do guerreiro. Que virtudes fazem do Japão um dos países mais admirados em todo o mundo? Que tem de mais profundo e transversal este povo, geograficamente tão longínquo, e que em nós, ocidentais, desperta tanta curiosidade? Há um século, Inazo Nitobé não fez estas perguntas, mas quis olhar para o seu país, o Japão no seu despertar como nação moderna, e perceber onde tinha nascido a ética do seu povo. Foi assim, nessa demanda, que encontrou no bushido, o caminho do guerreiro, os valores que até hoje mais lhe reconhecemos: a retidão, a coragem, a benevolência, a cortesia, a sinceridade, a honra, a lealdade e o autodomínio. Estes princípios, que formam o código moral do guerreiro samurai, são o ponto de partida da viagem que se inicia na cultura tradicional nipónica e desemboca no ocidente, conseguindo um efeito único: um livro que nos oferece a alma do Japão clássico, que faz a ponte para a longa tradição ocidental e nos mostra, ao mesmo tempo, de que forma podemos incorporar, em todas as áreas da nossa vida, os valores e a força do guerreiro.
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Edição: Fev 2022
Nº Páginas: 280
Sinopse:
A extraordinária história dos Europeus Africanos. Que papel, tão desconhecido, tiveram na evolução do continente europeu? É amplamente difundida - e aceite, pela generalidade das pessoas - a ideia de que a presença de africanos na Europa é recente. Em Europeus Africanos, Olivette Otele, uma das grandes historiadoras da atualidade, desfaz esse lugar-comum e oferece-nos a inédita história dos europeus de ascendência africana na Europa. Do século III até ao século XXI, a autora resgata a longa herança africana através da vida de pessoas comuns e extraordinárias, traçando uma história desconhecida. Nada é deixado ao acaso: o longo caminho de Europeus Africanos vai do imperador Sétimo Severo aos escravos africanos que viveram na Europa do Renascimento, desembocando nos atuais movimentos migratórios que hoje vemos nas cidades do velho continente. E é por investigar, explorar e recuperar em linhas bem definidas - sem com isso deixar de pôr em evidência os matizes, as razões e as contradições - uma história tão esquecida que Olivette Otele dá um enorme contributo para pensarmos algumas das questões mais importantes da atualidade: racismo, identidade, cidadania, poder. Um livro essencial para repensar o passado, trazer nova luz sobre o presente e projetar o futuro.
Nº Páginas: 280
Sinopse:
A extraordinária história dos Europeus Africanos. Que papel, tão desconhecido, tiveram na evolução do continente europeu? É amplamente difundida - e aceite, pela generalidade das pessoas - a ideia de que a presença de africanos na Europa é recente. Em Europeus Africanos, Olivette Otele, uma das grandes historiadoras da atualidade, desfaz esse lugar-comum e oferece-nos a inédita história dos europeus de ascendência africana na Europa. Do século III até ao século XXI, a autora resgata a longa herança africana através da vida de pessoas comuns e extraordinárias, traçando uma história desconhecida. Nada é deixado ao acaso: o longo caminho de Europeus Africanos vai do imperador Sétimo Severo aos escravos africanos que viveram na Europa do Renascimento, desembocando nos atuais movimentos migratórios que hoje vemos nas cidades do velho continente. E é por investigar, explorar e recuperar em linhas bem definidas - sem com isso deixar de pôr em evidência os matizes, as razões e as contradições - uma história tão esquecida que Olivette Otele dá um enorme contributo para pensarmos algumas das questões mais importantes da atualidade: racismo, identidade, cidadania, poder. Um livro essencial para repensar o passado, trazer nova luz sobre o presente e projetar o futuro.
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Edição: Out 2021
Nº Páginas: 296
Sinopse:
"Esta é a história da última batalha dos cruzados na Terra Santa, o clímax sangrento de duzentos anos de cristianismo em terras do Oriente, quando o último bastião cristão caiu nas mãos do exército muçulmano em 1291. O cerco de Acre, em 1291, foi a última batalha sangrenta das cruzadas cristãs pela Terra Santa. Após seis semanas desesperadas, a cidadela sitiada rendeu-se aos mamelucos, pondo fim à aventura de duzentos anos da Cristandade no Médio Oriente. Em A Torre Maldita, Roger Crowley oferece-nos uma narrativa vívida sobre os acontecimentos que culminariam no cerco de Acre até à batalha final. Baseando-se em fontes árabes, bem como em documentos latinos que até agora não tinham sido traduzidos, Crowley argumenta que Acre se notabilizou pelos avanços técnicos em termos de planeamento militar e de guerra de cerco, destacando-se ainda pelo heroísmo dos seus defensores. Descrição arrebatadora da era dos cruzados, contada através dos seus dramáticos últimos momentos, A Torre Maldita oferece-nos uma nova visão sobre um ponto de viragem crucial na história mundial. "
Nº Páginas: 296
Sinopse:
"Esta é a história da última batalha dos cruzados na Terra Santa, o clímax sangrento de duzentos anos de cristianismo em terras do Oriente, quando o último bastião cristão caiu nas mãos do exército muçulmano em 1291. O cerco de Acre, em 1291, foi a última batalha sangrenta das cruzadas cristãs pela Terra Santa. Após seis semanas desesperadas, a cidadela sitiada rendeu-se aos mamelucos, pondo fim à aventura de duzentos anos da Cristandade no Médio Oriente. Em A Torre Maldita, Roger Crowley oferece-nos uma narrativa vívida sobre os acontecimentos que culminariam no cerco de Acre até à batalha final. Baseando-se em fontes árabes, bem como em documentos latinos que até agora não tinham sido traduzidos, Crowley argumenta que Acre se notabilizou pelos avanços técnicos em termos de planeamento militar e de guerra de cerco, destacando-se ainda pelo heroísmo dos seus defensores. Descrição arrebatadora da era dos cruzados, contada através dos seus dramáticos últimos momentos, A Torre Maldita oferece-nos uma nova visão sobre um ponto de viragem crucial na história mundial. "
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Edição: Jan 2023
Nº Páginas: 384
Sinopse:
Esta é a absolutamente notável nova história da Idade Média, pela mão de um dos melhores e mais lidos historiadores da atualidade. Aquela a que chamamos Idade das Trevas surge iluminada, apontando o caminho da era moderna. Quando a poderosa Roma foi tomada pelos Bárbaros em 410, ficando reduzida a ruínas, acabava uma era - e começavam mais de mil anos que nos transformariam profundamente. Numa narrativa fascinante, onde os grandes nomes inundam as páginas - de Santo Agostinho a Átila, o Huno, passando pelo profeta Maomé e Leonor de Aquitânia -, Dan Jones toma conta de um milénio da nossa história e oferece-nos uma perspetiva fresca, poderosa e surpreendente da Idade Média. Século após século, vemos o nascimento da Europa, as grandes capitais da Antiguidade, as cidades mais influentes do Ocidente Islâmico e as primeiras viagens europeias à América. O mundo medieval foi - lembremo-nos - forjado pelas grandes forças que ainda são combustível da atualidade: alterações climáticas, pandemias, migração em grande escala, revoluções tecnológicas. Aquele tempo foi o que viu nascer as grandes nacionalidades europeias
Nº Páginas: 384
Sinopse:
Esta é a absolutamente notável nova história da Idade Média, pela mão de um dos melhores e mais lidos historiadores da atualidade. Aquela a que chamamos Idade das Trevas surge iluminada, apontando o caminho da era moderna. Quando a poderosa Roma foi tomada pelos Bárbaros em 410, ficando reduzida a ruínas, acabava uma era - e começavam mais de mil anos que nos transformariam profundamente. Numa narrativa fascinante, onde os grandes nomes inundam as páginas - de Santo Agostinho a Átila, o Huno, passando pelo profeta Maomé e Leonor de Aquitânia -, Dan Jones toma conta de um milénio da nossa história e oferece-nos uma perspetiva fresca, poderosa e surpreendente da Idade Média. Século após século, vemos o nascimento da Europa, as grandes capitais da Antiguidade, as cidades mais influentes do Ocidente Islâmico e as primeiras viagens europeias à América. O mundo medieval foi - lembremo-nos - forjado pelas grandes forças que ainda são combustível da atualidade: alterações climáticas, pandemias, migração em grande escala, revoluções tecnológicas. Aquele tempo foi o que viu nascer as grandes nacionalidades europeias
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Edição: Set 2022
Nº Páginas: 512
Sinopse:
Assistimos na era moderna ao aparecimento de indivíduos que controlaram um conjunto aterrador de instrumentos de controlo, persuasão e morte. Sociedades inteiras foram reconfiguradas e guerras foram combatidas, muitas vezes no desrespeito cruel pelas regras mais elementares. Na cúpula dessas sociedades estavam líderes cujas personalidades de alguma forma lhes possibilitaram fazer o que quisessem. O novo livro de Ian Kershaw é uma tentativa cativante, lúcida e provocadora de entender esses líderes, quer operassem a nível global (Lenine, Estaline, Hitler, Mussolini), quer tivessem um impacto sobretudo nacional (Tito e Franco). Que tinham estes líderes, e que tempos foram aqueles em que viveram, que lhes permitiu terem um poder irrestrito e mortífero? E o que suscitou o fim dessa era? Num grupo contrastante de personalidades (Churchill, De Gaulle, Adenauer, Gorbatchev, Thatcher e Kohl), Kershaw emprega as suas excepcionais qualidades para reflectir sobre como estas outras figuras tão diferentes chegaram a poder.
Nº Páginas: 512
Sinopse:
Assistimos na era moderna ao aparecimento de indivíduos que controlaram um conjunto aterrador de instrumentos de controlo, persuasão e morte. Sociedades inteiras foram reconfiguradas e guerras foram combatidas, muitas vezes no desrespeito cruel pelas regras mais elementares. Na cúpula dessas sociedades estavam líderes cujas personalidades de alguma forma lhes possibilitaram fazer o que quisessem. O novo livro de Ian Kershaw é uma tentativa cativante, lúcida e provocadora de entender esses líderes, quer operassem a nível global (Lenine, Estaline, Hitler, Mussolini), quer tivessem um impacto sobretudo nacional (Tito e Franco). Que tinham estes líderes, e que tempos foram aqueles em que viveram, que lhes permitiu terem um poder irrestrito e mortífero? E o que suscitou o fim dessa era? Num grupo contrastante de personalidades (Churchill, De Gaulle, Adenauer, Gorbatchev, Thatcher e Kohl), Kershaw emprega as suas excepcionais qualidades para reflectir sobre como estas outras figuras tão diferentes chegaram a poder.
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Edição: Out 2023
Nº Páginas: 550
Sinopse:
A Alemanha depois da guerra. Um país em dissolução. Pessoas dispersas, desalojados, ocupantes, presos libertados, refugiados, culpados. Pilha-se, rouba-se, inventam-se novas identidades, começa-se do zero. Mas será isso realmente possível? Como se pode reconstruir uma sociedade aa partir de semelhante caos? Ter escapado à morte lança uns num estado de apatia, aos passos que noutros faz brotar uma alegria de viver sem precedentes. A vida ficou virada do avesso, mas as pessoas voltam a conviver, e o país é percecionado pelos mais jovens e destemidos como se fosse um parque recreativo, no qual todos os dias tentam a sua sorte. Harald Jähner dá-nos uma impressionante perspetiva geral dos primeiros dez anos do pós-guerra, mostrando como se reergueu a Alemanha. O recomeço - visto de um novo ângulo.
Nº Páginas: 550
Sinopse:
A Alemanha depois da guerra. Um país em dissolução. Pessoas dispersas, desalojados, ocupantes, presos libertados, refugiados, culpados. Pilha-se, rouba-se, inventam-se novas identidades, começa-se do zero. Mas será isso realmente possível? Como se pode reconstruir uma sociedade aa partir de semelhante caos? Ter escapado à morte lança uns num estado de apatia, aos passos que noutros faz brotar uma alegria de viver sem precedentes. A vida ficou virada do avesso, mas as pessoas voltam a conviver, e o país é percecionado pelos mais jovens e destemidos como se fosse um parque recreativo, no qual todos os dias tentam a sua sorte. Harald Jähner dá-nos uma impressionante perspetiva geral dos primeiros dez anos do pós-guerra, mostrando como se reergueu a Alemanha. O recomeço - visto de um novo ângulo.
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Edição: Abr 2021
Nº Páginas: 320
Sinopse:
Com Presos por um Fio chega-nos finalmente o relato livre e documentado de uma das páginas mais negras da história do Portugal recente. É o trabalho de investigação que vem resgatar do esquecimento colectivo a trágica tentativa de impor - pela força das armas e do terror - ao povo português um projecto político que ele explicita e reiteradamente rejeitara. Estudo histórico que conta pela primeira vez toda a verdade sobre as FP-25 de Abril, Presos por um Fio é também uma chamada de atenção para como uma outra vez na história contemporânea portuguesa forças de extrema-esquerda passaram do combate político ao extermínio físico daqueles que considerava seus inimigos. Este imperdível livro de estreia de Nuno Gonçalo Poças conta ainda com o prefácio de Paulo Portas.
Nº Páginas: 320
Sinopse:
Com Presos por um Fio chega-nos finalmente o relato livre e documentado de uma das páginas mais negras da história do Portugal recente. É o trabalho de investigação que vem resgatar do esquecimento colectivo a trágica tentativa de impor - pela força das armas e do terror - ao povo português um projecto político que ele explicita e reiteradamente rejeitara. Estudo histórico que conta pela primeira vez toda a verdade sobre as FP-25 de Abril, Presos por um Fio é também uma chamada de atenção para como uma outra vez na história contemporânea portuguesa forças de extrema-esquerda passaram do combate político ao extermínio físico daqueles que considerava seus inimigos. Este imperdível livro de estreia de Nuno Gonçalo Poças conta ainda com o prefácio de Paulo Portas.
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Edição: Mar 2024
Nº Páginas: 320
Sinopse:
Resultado de 20 anos de investigação sobre o Holocausto, "As Fúrias de Hitler" é um relato impressionante sobre o papel de milhares de cidadãs alemãs nos campos de extermínio nazis, que deita por terra a ideia de uma certa passividade feminina na Alemanha de Hitler. Wendy Lower demonstra-nos claramente neste livro que as mulheres do Reich foram mais do que meras assassinas de secretária, enfermeiras, zelosas mães de família, esposas subservientes ou amantes de criminosos de guerra. Aquelas que encontramos ao longo destas páginas não ficaram atrás da conhecida frieza e crueldade dos homens do regime - aderiram com igual fervor ao nacional-socialismo e participaram ativamente no genocídio por ele desencadeado
Nº Páginas: 320
Sinopse:
Resultado de 20 anos de investigação sobre o Holocausto, "As Fúrias de Hitler" é um relato impressionante sobre o papel de milhares de cidadãs alemãs nos campos de extermínio nazis, que deita por terra a ideia de uma certa passividade feminina na Alemanha de Hitler. Wendy Lower demonstra-nos claramente neste livro que as mulheres do Reich foram mais do que meras assassinas de secretária, enfermeiras, zelosas mães de família, esposas subservientes ou amantes de criminosos de guerra. Aquelas que encontramos ao longo destas páginas não ficaram atrás da conhecida frieza e crueldade dos homens do regime - aderiram com igual fervor ao nacional-socialismo e participaram ativamente no genocídio por ele desencadeado
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Edição: Mar 2024
Nº Páginas: 208
Sinopse:
Duarte da Silva (1596-1688), cristão-novo, colocou a sua fortuna ao serviço da Restauração de Portugal. Preso pela Inquisição durante cinco anos, foi responsável pelo dote do casamento de D. Catarina de Bragança com Carlos II, que o levou à prisão durante um ano por ter falhado pagamentos. Depois de tentar o regresso a Portugal, morreu como judeu em Antuérpia. Poderia ser o resumo da sua vida num tweet. Duarte da Silva era, no reinado de D. João IV, "o homem de negócio mais importante do império, ao ponto de ser conhecido como o banqueiro do Rei". Esta figura, de que não conhecemos rosto, movia-se de forma discreta pelo mundo e pelos negócios e esteve sempre presente nos momentos em que o reino, que buscava regressar à sua independência, necessitou da sua ajuda financeira, mesmo quando se encontrava preso numa das celas no Palácio dos Estaus, sede do Tribunal da Santa Inquisição, em Lisboa, em cujos baixos, as salas de tormentos, foi torturado. A sua detenção e prisão durante cinco anos tornou-se um dos episódios mais debatidos do reinado de D. João IV, tanto na época como na historiografia portuguesa.
Nº Páginas: 208
Sinopse:
Duarte da Silva (1596-1688), cristão-novo, colocou a sua fortuna ao serviço da Restauração de Portugal. Preso pela Inquisição durante cinco anos, foi responsável pelo dote do casamento de D. Catarina de Bragança com Carlos II, que o levou à prisão durante um ano por ter falhado pagamentos. Depois de tentar o regresso a Portugal, morreu como judeu em Antuérpia. Poderia ser o resumo da sua vida num tweet. Duarte da Silva era, no reinado de D. João IV, "o homem de negócio mais importante do império, ao ponto de ser conhecido como o banqueiro do Rei". Esta figura, de que não conhecemos rosto, movia-se de forma discreta pelo mundo e pelos negócios e esteve sempre presente nos momentos em que o reino, que buscava regressar à sua independência, necessitou da sua ajuda financeira, mesmo quando se encontrava preso numa das celas no Palácio dos Estaus, sede do Tribunal da Santa Inquisição, em Lisboa, em cujos baixos, as salas de tormentos, foi torturado. A sua detenção e prisão durante cinco anos tornou-se um dos episódios mais debatidos do reinado de D. João IV, tanto na época como na historiografia portuguesa.
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Edição: Abr 2024
Nº Páginas: 856
Sinopse:
A série de acontecimentos que marcou o início da Segunda Guerra e deixou grande parte do mundo em estado de choque. De repente, parecia que tudo era possível. Para os agressores quanto ao que podiam fazer
Nº Páginas: 856
Sinopse:
A série de acontecimentos que marcou o início da Segunda Guerra e deixou grande parte do mundo em estado de choque. De repente, parecia que tudo era possível. Para os agressores quanto ao que podiam fazer
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Edição: Abr 2024
Nº Páginas: 440
Sinopse:
No final de janeiro de 1945, era evidente para a Alemanha que a guerra estava perdida. O Terceiro Reich estava em queda livre e os seus líderes, à exceção dos que se agrupavam em torno de Hitler no seu bunker de Berlim, procuravam fugir antes de serem capturados. Mas queriam levar consigo toda a sua riqueza: arte, pedras preciosas e ouro roubados. As suas rotas de fuga eram diversas: a Suécia e a Suíça ostentavam proximidade bancária e industrial, enquanto Espanha e Portugal ofereciam uma costa atlântica convidativa e rotas marítimas para a América do Sul. E, de várias formas, cada uma destas chamadas nações neutras acolheu os fugitivos nazis, com a riqueza clandestina que transportavam. Lisboa II relata a história fascinante da corrida para recuperar estes bens roubados antes que desaparecessem, e antes que a vontade de punir a Alemanha fosse substituída pelas considerações políticas da Guerra Fria, que se aproximava rapidamente. O autor de bestsellers Neill Lochery dá a conhecer, de forma brilhante e com base em informação inédita, os meandros da fuga dos tesouros roubados pelos nazis - a última grande fuga da Segunda Guerra Mundial - , em particular o papel de Portugal na mesma.
Nº Páginas: 440
Sinopse:
No final de janeiro de 1945, era evidente para a Alemanha que a guerra estava perdida. O Terceiro Reich estava em queda livre e os seus líderes, à exceção dos que se agrupavam em torno de Hitler no seu bunker de Berlim, procuravam fugir antes de serem capturados. Mas queriam levar consigo toda a sua riqueza: arte, pedras preciosas e ouro roubados. As suas rotas de fuga eram diversas: a Suécia e a Suíça ostentavam proximidade bancária e industrial, enquanto Espanha e Portugal ofereciam uma costa atlântica convidativa e rotas marítimas para a América do Sul. E, de várias formas, cada uma destas chamadas nações neutras acolheu os fugitivos nazis, com a riqueza clandestina que transportavam. Lisboa II relata a história fascinante da corrida para recuperar estes bens roubados antes que desaparecessem, e antes que a vontade de punir a Alemanha fosse substituída pelas considerações políticas da Guerra Fria, que se aproximava rapidamente. O autor de bestsellers Neill Lochery dá a conhecer, de forma brilhante e com base em informação inédita, os meandros da fuga dos tesouros roubados pelos nazis - a última grande fuga da Segunda Guerra Mundial - , em particular o papel de Portugal na mesma.
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Edição: Jun 2024
Nº Páginas: 448
Sinopse:
Navegações explora as viagens de descoberta portuguesas, situando-as nos seus contextos da Europa medieval e renascentista. Mostra como estas viagens nasceram de um espírito de cruzada, bem como do comércio de longa distância com a Ásia e África, e com os avanços técnicos na cartografia e na conceção de navios. O comércio de escravos, a diáspora dos judeus sefarditas e a disseminação intercontinental de plantas e animais conferiram a estas viagens um significado global de longo prazo. As viagens de descoberta são também narradas no contexto da política portuguesa, e este livro descreve o papel da dinastia governante portuguesa - incluindo os seus membros femininos - no florescimento do Renascimento português e na ideologia distintiva do Estado renascentista, bem como nas mudanças culturais que tiveram lugar num contexto europeu mais alargado.
Nº Páginas: 448
Sinopse:
Navegações explora as viagens de descoberta portuguesas, situando-as nos seus contextos da Europa medieval e renascentista. Mostra como estas viagens nasceram de um espírito de cruzada, bem como do comércio de longa distância com a Ásia e África, e com os avanços técnicos na cartografia e na conceção de navios. O comércio de escravos, a diáspora dos judeus sefarditas e a disseminação intercontinental de plantas e animais conferiram a estas viagens um significado global de longo prazo. As viagens de descoberta são também narradas no contexto da política portuguesa, e este livro descreve o papel da dinastia governante portuguesa - incluindo os seus membros femininos - no florescimento do Renascimento português e na ideologia distintiva do Estado renascentista, bem como nas mudanças culturais que tiveram lugar num contexto europeu mais alargado.
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Edição: Out 2021
Nº Páginas: 464
Sinopse:
Nos séculos XVI a XVIII, milhares de mulheres, algumas muito jovens, provenientes dos estratos superiores da sociedade portuguesa, encerraram-se ou foram encerradas para toda a vida em conventos de clausura. Muitas delas não sentiam particular vocação religiosa. Em geral, era por imposição dos pais, preocupados em deixar a herança nas mãos dos primogénitos masculinos, que faziam a sua entrada nos claustros. Essas vocações forçadas levaram a que, num grande número de conventos, o comportamento das religiosas estivesse longe do que seria esperado. A recusa da clausura esteve na origem de tentativas de fuga e de distúrbios psicológicos atribuídos a intervenção demoníaca - e objecto, por isso, da vigilância da Inquisição. Sucederam-se também graves desvios às regras estabelecidas, nomeadamente no que dizia respeito à castidade e à obediência. Até que a própria sobrevivência da instituição monástica foi sendo posta em causa.
Nº Páginas: 464
Sinopse:
Nos séculos XVI a XVIII, milhares de mulheres, algumas muito jovens, provenientes dos estratos superiores da sociedade portuguesa, encerraram-se ou foram encerradas para toda a vida em conventos de clausura. Muitas delas não sentiam particular vocação religiosa. Em geral, era por imposição dos pais, preocupados em deixar a herança nas mãos dos primogénitos masculinos, que faziam a sua entrada nos claustros. Essas vocações forçadas levaram a que, num grande número de conventos, o comportamento das religiosas estivesse longe do que seria esperado. A recusa da clausura esteve na origem de tentativas de fuga e de distúrbios psicológicos atribuídos a intervenção demoníaca - e objecto, por isso, da vigilância da Inquisição. Sucederam-se também graves desvios às regras estabelecidas, nomeadamente no que dizia respeito à castidade e à obediência. Até que a própria sobrevivência da instituição monástica foi sendo posta em causa.
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Edição: Jan 2024
Nº Páginas: 160
Sinopse:
As Lutas, As Revoltas E As Tragédias Em Portugal No Tempo Das Invasões Francesasportugal, 1808. Uma Revolução Social Acompanha Os Levantamentos Patrióticos. O Povo Insurge-Se Contra A Velha Ordem Dos Fidalgos E Eclesiásticos E, Ao Mesmo Tempo, Contra O Jugo Do Invasor Francês. Em Melgaço E Beja, Populares Lincham Os Magistrados. Em Foz Côa, Casas De Famílias Abastadas São Saqueadas. Por Outro Lado, Quem Ousa Rebelar-Se Contra Os Franceses É Punido. Os Habitantes De Vila Viçosa, Rio Maior, Alpedrinha E Régua São Brutalmente Castigados Pelos Soldados De Napoleão, Mas Nada Se Compara Aos Massacres Em Leiria E Beja. Os Ingleses Desembarcam E Os Franceses Negoceiam A Saída. Mas Regressam Menos De Um Ano Depois. A Guerrilha É Espontânea, Heróica E Impiedosa. O General Bernardim Freire De Andrade É Linchado Pelo Povo. E A Entrada Das Tropas Napoleónicas No Porto Fica Marcada Por Lutas Casa A Casa E Pelo Desastre Da Ponte Das Barcas, No Qual Milhares De Pessoas Perdem A Vida. Fuzila-Se E Incendeia-Se Como Método De Contra-Insurreição.
Nº Páginas: 160
Sinopse:
As Lutas, As Revoltas E As Tragédias Em Portugal No Tempo Das Invasões Francesasportugal, 1808. Uma Revolução Social Acompanha Os Levantamentos Patrióticos. O Povo Insurge-Se Contra A Velha Ordem Dos Fidalgos E Eclesiásticos E, Ao Mesmo Tempo, Contra O Jugo Do Invasor Francês. Em Melgaço E Beja, Populares Lincham Os Magistrados. Em Foz Côa, Casas De Famílias Abastadas São Saqueadas. Por Outro Lado, Quem Ousa Rebelar-Se Contra Os Franceses É Punido. Os Habitantes De Vila Viçosa, Rio Maior, Alpedrinha E Régua São Brutalmente Castigados Pelos Soldados De Napoleão, Mas Nada Se Compara Aos Massacres Em Leiria E Beja. Os Ingleses Desembarcam E Os Franceses Negoceiam A Saída. Mas Regressam Menos De Um Ano Depois. A Guerrilha É Espontânea, Heróica E Impiedosa. O General Bernardim Freire De Andrade É Linchado Pelo Povo. E A Entrada Das Tropas Napoleónicas No Porto Fica Marcada Por Lutas Casa A Casa E Pelo Desastre Da Ponte Das Barcas, No Qual Milhares De Pessoas Perdem A Vida. Fuzila-Se E Incendeia-Se Como Método De Contra-Insurreição.
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Edição: Abr 2024
Nº Páginas: 432
Sinopse:
Entre os séculos XV e XIX, quase 13 milhões de africanos, entre homens, mulheres e crianças, foram obrigados a deixar a sua terra, naquela que foi uma das mais numerosas e dramáticas deslocações forçadas da história da Humanidade. A maioria deles teve de atravessar o Atlântico e tornou-se, no continente americano, a mão de-obra fundamental nas plantações, nas minas ou nos serviços domésticos. Mas como encaravam os escravizados a situação que lhes tinha sido imposta? A historiografia tradicional europeia e americana, de uma forma geral, considerou sempre que a atitude comum teria sido a passividade e o conformismo. Não foi, porém, assim. Um número significativo dos escravizados recusou-se a aceitar o estatuto que lhes determinavam e as obrigações a que eram sujeitos. Essa recusa, manifestada logo nos seus lugares de origem, nos navios em trânsito entre continentes ou já nos novos destinos, assumiu formas muito diversas, dos pequenos gestos de resistência até ao suicídio e à rebelião aberta, traduzida na fuga individual e colectiva ou na revolta organizada. É sobre esses resistentes e o modo como encararam o apelo da liberdade que trata este livro, resultado da investigação inovadora de um especialista nesta área de estudo.
Nº Páginas: 432
Sinopse:
Entre os séculos XV e XIX, quase 13 milhões de africanos, entre homens, mulheres e crianças, foram obrigados a deixar a sua terra, naquela que foi uma das mais numerosas e dramáticas deslocações forçadas da história da Humanidade. A maioria deles teve de atravessar o Atlântico e tornou-se, no continente americano, a mão de-obra fundamental nas plantações, nas minas ou nos serviços domésticos. Mas como encaravam os escravizados a situação que lhes tinha sido imposta? A historiografia tradicional europeia e americana, de uma forma geral, considerou sempre que a atitude comum teria sido a passividade e o conformismo. Não foi, porém, assim. Um número significativo dos escravizados recusou-se a aceitar o estatuto que lhes determinavam e as obrigações a que eram sujeitos. Essa recusa, manifestada logo nos seus lugares de origem, nos navios em trânsito entre continentes ou já nos novos destinos, assumiu formas muito diversas, dos pequenos gestos de resistência até ao suicídio e à rebelião aberta, traduzida na fuga individual e colectiva ou na revolta organizada. É sobre esses resistentes e o modo como encararam o apelo da liberdade que trata este livro, resultado da investigação inovadora de um especialista nesta área de estudo.
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Edição: Set 2023
Nº Páginas: 356
Sinopse:
O livro que dá a conhecer o país mais importante do momento. Ucrânia: o país de que todos falamos e que todos queremos conhecer. «Terra de fronteira» entre a Europa e a Ásia, tem sido disputada ao longo do tempo por sucessivos senhores da guerra, reinos e impérios. Não são apenas os russos que a ambicionam desde tempos imemoriais também por ela lutaram tártaros-mongóis, polacos, lituanos, otomanos, austro-húngaros… Que povo é este que resiste sempre à mortandade, ruína e perda a que a História e a geografia o condena? Em que acredita e o que ambiciona? Quais os seus santos e heróis? Ao longo deste livro, José Milhazes e Vladimir Dolin apresentam-nos as grandezas e misérias, as vitórias e derrotas da Ucrânia, das origens remotas perdidas na bruma do tempo com os príncipes varegues, à importância de Kyiv e do rio Dnipro na formação do país, a especificidade da sua língua, as suas jóias arquitectónicas e os seus melhores poetas. Uma leitura apaixonante, atual e necessária, esta breve história da Ucrânia dá a conhecer um povo que todos os dias nos entra em causa por causa da atual invasão russa, mas que também por esse motivo queremos conhecer melhor.
Nº Páginas: 356
Sinopse:
O livro que dá a conhecer o país mais importante do momento. Ucrânia: o país de que todos falamos e que todos queremos conhecer. «Terra de fronteira» entre a Europa e a Ásia, tem sido disputada ao longo do tempo por sucessivos senhores da guerra, reinos e impérios. Não são apenas os russos que a ambicionam desde tempos imemoriais também por ela lutaram tártaros-mongóis, polacos, lituanos, otomanos, austro-húngaros… Que povo é este que resiste sempre à mortandade, ruína e perda a que a História e a geografia o condena? Em que acredita e o que ambiciona? Quais os seus santos e heróis? Ao longo deste livro, José Milhazes e Vladimir Dolin apresentam-nos as grandezas e misérias, as vitórias e derrotas da Ucrânia, das origens remotas perdidas na bruma do tempo com os príncipes varegues, à importância de Kyiv e do rio Dnipro na formação do país, a especificidade da sua língua, as suas jóias arquitectónicas e os seus melhores poetas. Uma leitura apaixonante, atual e necessária, esta breve história da Ucrânia dá a conhecer um povo que todos os dias nos entra em causa por causa da atual invasão russa, mas que também por esse motivo queremos conhecer melhor.
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Edição: Março 2024
Sinopse:
Reconhecido à data de publicação como um dos mais importantes contributos para a compreensão do totalitarismo, e mais tarde considerado um clássico, As Origens do Totalitarismo ganhou entretanto o estatuto de história definitiva sobre esta realidade política. Começa por explicar a ascenção do anti-semitismo na Europa oitocentista, para de seguida analisar o imperialismo colonial europeu desde 1884 até ao deflagrar da Primeira Guerra Mundial. A parte final do livro analisa as instituições e a acção dos movimentos totalitários, centrando-se nas duas formas genuínas de governo totalitário do nosso tempo: a Alemanha nazi e a Rússia estalinista. Neste ponto, Arendt descreve a transformação das classes em massas, o papel da propaganda na construção do mundo totalitário e ainda o uso do terror como requisito essencial para esta forma de governo. No brilhante capítulo final, Arendt analisa o estado de isolamento e de solidão dos indivíduos enquanto pré-condição para o domínio absoluto pelo Estado totalitário.
Sinopse:
Reconhecido à data de publicação como um dos mais importantes contributos para a compreensão do totalitarismo, e mais tarde considerado um clássico, As Origens do Totalitarismo ganhou entretanto o estatuto de história definitiva sobre esta realidade política. Começa por explicar a ascenção do anti-semitismo na Europa oitocentista, para de seguida analisar o imperialismo colonial europeu desde 1884 até ao deflagrar da Primeira Guerra Mundial. A parte final do livro analisa as instituições e a acção dos movimentos totalitários, centrando-se nas duas formas genuínas de governo totalitário do nosso tempo: a Alemanha nazi e a Rússia estalinista. Neste ponto, Arendt descreve a transformação das classes em massas, o papel da propaganda na construção do mundo totalitário e ainda o uso do terror como requisito essencial para esta forma de governo. No brilhante capítulo final, Arendt analisa o estado de isolamento e de solidão dos indivíduos enquanto pré-condição para o domínio absoluto pelo Estado totalitário.
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Edição: Fevereiro 2024
Sinopse:
Tortura e desespero nas vésperas da revolução. Depois de uma curta Primavera Marcelista, o país assistiu a uma escalada da violência contra todos os portugueses que enfrentavam a ditadura. Entre 1973 e 1974, mais de 500 pessoas, pertencentes a vários movimentos políticos e oriundas de diferentes classes sociais, foram presas e violentadas pela PIDE. No forte de Caxias, muitas eram sujeitas às mais sofisticadas e brutais formas de tortura, ensinadas através de um manual entregue pela CIA à polícia política portuguesa, enquanto lá fora se preparava a revolução de 25 de Abril. Depois de meses de sofrimento, os homens e mulheres detidos em Caxias enfrentaram momentos de angústia e incerteza quando souberam que houvera um golpe militar - seria um golpe da esquerda ou, tal como acontecera no Chile, da direita mais radical? Atrás das grades, os prisioneiros enfrentaram essa dúvida durante horas a fio. Sofrendo até ao fim, os últimos presos políticos do Estado Novo só conheceram a liberdade na madrugada de 27 de Abril de 1974 - dois dias depois da revolução que pôs termo a 48 anos de ditadura.
Sinopse:
Tortura e desespero nas vésperas da revolução. Depois de uma curta Primavera Marcelista, o país assistiu a uma escalada da violência contra todos os portugueses que enfrentavam a ditadura. Entre 1973 e 1974, mais de 500 pessoas, pertencentes a vários movimentos políticos e oriundas de diferentes classes sociais, foram presas e violentadas pela PIDE. No forte de Caxias, muitas eram sujeitas às mais sofisticadas e brutais formas de tortura, ensinadas através de um manual entregue pela CIA à polícia política portuguesa, enquanto lá fora se preparava a revolução de 25 de Abril. Depois de meses de sofrimento, os homens e mulheres detidos em Caxias enfrentaram momentos de angústia e incerteza quando souberam que houvera um golpe militar - seria um golpe da esquerda ou, tal como acontecera no Chile, da direita mais radical? Atrás das grades, os prisioneiros enfrentaram essa dúvida durante horas a fio. Sofrendo até ao fim, os últimos presos políticos do Estado Novo só conheceram a liberdade na madrugada de 27 de Abril de 1974 - dois dias depois da revolução que pôs termo a 48 anos de ditadura.
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Edição: Fevereiro 2024
Sinopse:
Foi uma vitória alcançada pelas armas, mas poucos saberão que ela só foi possível graças a uma operação prévia de logro e engodo, destinada a convencer os nazis que Calais e a Noruega, e não a Normandia, eram os locais de desembarque da força invasora de 150 000 homens. A equipa principal de espiões do Dia D era constituída por cinco elementos, que juntos formaram uma das unidade militares mais extravagantes jamais reunidas. Sob o comando de um excêntrico, mas brilhante, oficial de informações que trabalhava num covil fumarento em Saint James, esta equipa de espionagem criou uma teia de ilusões tão intricada, que conseguiu ludibriar o exército hitleriano e ajudou as tropas aliadas a atravessar em segurança o Canal da Mancha.
Sinopse:
Foi uma vitória alcançada pelas armas, mas poucos saberão que ela só foi possível graças a uma operação prévia de logro e engodo, destinada a convencer os nazis que Calais e a Noruega, e não a Normandia, eram os locais de desembarque da força invasora de 150 000 homens. A equipa principal de espiões do Dia D era constituída por cinco elementos, que juntos formaram uma das unidade militares mais extravagantes jamais reunidas. Sob o comando de um excêntrico, mas brilhante, oficial de informações que trabalhava num covil fumarento em Saint James, esta equipa de espionagem criou uma teia de ilusões tão intricada, que conseguiu ludibriar o exército hitleriano e ajudou as tropas aliadas a atravessar em segurança o Canal da Mancha.
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