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Edição: Out 2018
Nº Páginas: 392
Sinopse:
Na Mouraria, cruzam-se dois mundos quando a noite cai. O dos marujos, dos rufiões, das mulheres de má vida, as tabernas enchem-se com os filhos enjeitados da cidade. À procura de consolo, de um regaço pago, de vinho e de fadistagem. Vão eles e os nobres, embuçados, em busca do fruto proibido.Longe do São Carlos, onde as damas e as joias são legítimas, dos palácios nas Laranjeiras, mergulham no mundo sórdido e apaixonante onde se canta e bate o fado. E ninguém o faz melhor do que Severa, filha de cigano e de meretriz. Do pai herda o tom de pele, o sangue quente; da mãe a profissão e as artes de prender os homens.São muitos os que a visitam, mas só um lhe deixa marca, o conde de Vimioso. É dele e da Severa esta história, nascida entre corridas de toiros, casas de má fama, recitais privados. É esse o amor proibido que Maria João Lopo de Carvalho tão bem evoca, num tom que nos remete para uma Lisboa feroz e verdadeira.
Nº Páginas: 392
Sinopse:
Na Mouraria, cruzam-se dois mundos quando a noite cai. O dos marujos, dos rufiões, das mulheres de má vida, as tabernas enchem-se com os filhos enjeitados da cidade. À procura de consolo, de um regaço pago, de vinho e de fadistagem. Vão eles e os nobres, embuçados, em busca do fruto proibido.Longe do São Carlos, onde as damas e as joias são legítimas, dos palácios nas Laranjeiras, mergulham no mundo sórdido e apaixonante onde se canta e bate o fado. E ninguém o faz melhor do que Severa, filha de cigano e de meretriz. Do pai herda o tom de pele, o sangue quente; da mãe a profissão e as artes de prender os homens.São muitos os que a visitam, mas só um lhe deixa marca, o conde de Vimioso. É dele e da Severa esta história, nascida entre corridas de toiros, casas de má fama, recitais privados. É esse o amor proibido que Maria João Lopo de Carvalho tão bem evoca, num tom que nos remete para uma Lisboa feroz e verdadeira.
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Edição: Fev 2015
Nº Páginas: 736
Sinopse:
Agostinho da Silva é um dos maiores filósofos portugueses e uma figura singular e interveniente na sociedade e na cultura do século XX. A sua obra centra-se na ideia de liberdade como atributo supremo da condição humana. "[…] os passos numa aldeia da raia, os estudos na Invicta, os primeiros amores, os trabalhos em Lisboa, as investigações em Paris e em Madrid, as paixões em São Paulo, os entusiasmos em Montevideu, as estranhezas em Buenos Aires, os recolhimentos em Itatiaia, os estudos no Rio, as aulas em Niterói, as campanhas na Paraíba, as descobertas no Ibapuera, as ações em Santa Catarina e na Baía, os novos amores em Brasília, as realizações no Japão, em Timor e em Nova Iorque, os empenhos na Galiza, as explosões em Sesimbra, Monsaraz e Príncipe Real, a participação na Revolução dos Cravos e no novo Portugal livre. Ficou ainda a obra colossal, que o génio do seu espírito, a agilidade da sua mão, a acutilância do seu pensamento nos legou […]. Quem foi George Agostinho Baptista da Silva? A resposta é infinita, tantos os ângulos esquinados desta vida: prosador de altíssimos dons, narrador inventivo, cronista subtil, biógrafo monumental, pedagogo de largo esforço, monitor de fina manha, professor de sucesso, pensador destemido, poeta bissexto, gramático de muita língua, estoico severo, homem de desleixada túnica, entomologista, tradutor, criador do Centro de Estudos Afro-Orientais, escândalo bíblico, trickster, ogã de terreiro baiano, patriarca de larga tribo, povoador, amante, perrexil, poliglota, sonhador, farsante, polígamo, explicador, joaquimita, gato, galo, sábio, escuteiro, pop-star, colosso, bandeirante, franciscano anormal, homem do tá-tá-tá, aprendiz de valsa, cidadão do mundo, aldeão antigo, monstro, vadio truculento, marau divino, criança eterna, biógrafo de Miguel Ângelo, homem de cinco cabeças e 10 instrumentos […], o otimista, o entusiasta, sem a mais pequena mancha de desânimo no futuro."
Nº Páginas: 736
Sinopse:
Agostinho da Silva é um dos maiores filósofos portugueses e uma figura singular e interveniente na sociedade e na cultura do século XX. A sua obra centra-se na ideia de liberdade como atributo supremo da condição humana. "[…] os passos numa aldeia da raia, os estudos na Invicta, os primeiros amores, os trabalhos em Lisboa, as investigações em Paris e em Madrid, as paixões em São Paulo, os entusiasmos em Montevideu, as estranhezas em Buenos Aires, os recolhimentos em Itatiaia, os estudos no Rio, as aulas em Niterói, as campanhas na Paraíba, as descobertas no Ibapuera, as ações em Santa Catarina e na Baía, os novos amores em Brasília, as realizações no Japão, em Timor e em Nova Iorque, os empenhos na Galiza, as explosões em Sesimbra, Monsaraz e Príncipe Real, a participação na Revolução dos Cravos e no novo Portugal livre. Ficou ainda a obra colossal, que o génio do seu espírito, a agilidade da sua mão, a acutilância do seu pensamento nos legou […]. Quem foi George Agostinho Baptista da Silva? A resposta é infinita, tantos os ângulos esquinados desta vida: prosador de altíssimos dons, narrador inventivo, cronista subtil, biógrafo monumental, pedagogo de largo esforço, monitor de fina manha, professor de sucesso, pensador destemido, poeta bissexto, gramático de muita língua, estoico severo, homem de desleixada túnica, entomologista, tradutor, criador do Centro de Estudos Afro-Orientais, escândalo bíblico, trickster, ogã de terreiro baiano, patriarca de larga tribo, povoador, amante, perrexil, poliglota, sonhador, farsante, polígamo, explicador, joaquimita, gato, galo, sábio, escuteiro, pop-star, colosso, bandeirante, franciscano anormal, homem do tá-tá-tá, aprendiz de valsa, cidadão do mundo, aldeão antigo, monstro, vadio truculento, marau divino, criança eterna, biógrafo de Miguel Ângelo, homem de cinco cabeças e 10 instrumentos […], o otimista, o entusiasta, sem a mais pequena mancha de desânimo no futuro."
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Edição: Ago 2021
Nº Páginas: 352
Sinopse:
Cativante saga familiar e apaixonante incursão pelo mundo das artes, da política e da História da Europa do século XX. Certas famílias excecionais passam por entre as malhas da História, embora, no seu tempo, tenham sido incontornáveis. Os Brunhoff pertencem a esta categoria. Durante a Belle Époque, em Montparnasse, dançavam já em cima do vulcão. Nos anos 20 incarnavam o Tout-Paris, o mesmo que dizer, o centro do mundo. A imprensa, a edição, a moda, a fotografia, a arte moderna: os Brunhoff estavam implicados em cada um destes domínios. Inovadores nas artes, eles foram também os postos avançados da luta contra o fascismo e estiveram estreitamente ligados ao movimento pacifista. Esta dinastia de origem báltica e germânica assistiu de perto à tragédia da Europa: da guerra franco-prussiana à Segunda Guerra Mundial, a família (…) atravessou as tempestades com o panache dos grandes exploradores do nosso tempo.
Nº Páginas: 352
Sinopse:
Cativante saga familiar e apaixonante incursão pelo mundo das artes, da política e da História da Europa do século XX. Certas famílias excecionais passam por entre as malhas da História, embora, no seu tempo, tenham sido incontornáveis. Os Brunhoff pertencem a esta categoria. Durante a Belle Époque, em Montparnasse, dançavam já em cima do vulcão. Nos anos 20 incarnavam o Tout-Paris, o mesmo que dizer, o centro do mundo. A imprensa, a edição, a moda, a fotografia, a arte moderna: os Brunhoff estavam implicados em cada um destes domínios. Inovadores nas artes, eles foram também os postos avançados da luta contra o fascismo e estiveram estreitamente ligados ao movimento pacifista. Esta dinastia de origem báltica e germânica assistiu de perto à tragédia da Europa: da guerra franco-prussiana à Segunda Guerra Mundial, a família (…) atravessou as tempestades com o panache dos grandes exploradores do nosso tempo.
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Edição: Mar 2013
Nº Páginas: 168
Sinopse:
Em 1943, Milão está sob as bombas dos Aliados, e nas proximidades da via Padova, uma criança extraordinariamente curiosa, inicia a sua aprendizagem de vida. Chama-se Sveva e tem 5 anos. É este o contexto de "O Diabo e a Gemada", um relato autobiográfico em que a autora percorre os anos da Segunda Guerra Mundial, que se desenrolam entre a casa de família em Milão e uma quinta, nos arrozais de Trezzano sul Naviglio, na Lombardia. A comida é o fio condutor que atravessa os episódios deste relato, em que se entrelaçam memórias e emoções, sabores e receitas e cujos acontecimentos estão sempre ligados à elaboração de um prato ou a uma refeição partilhada.Com uma descrição cuidada e rigorosa de pessoas, sabores e costumes, Sveva Casati Modignani devolve-nos um mundo, não tão longínquo, mas do qual estamos a perder a memória.
Nº Páginas: 168
Sinopse:
Em 1943, Milão está sob as bombas dos Aliados, e nas proximidades da via Padova, uma criança extraordinariamente curiosa, inicia a sua aprendizagem de vida. Chama-se Sveva e tem 5 anos. É este o contexto de "O Diabo e a Gemada", um relato autobiográfico em que a autora percorre os anos da Segunda Guerra Mundial, que se desenrolam entre a casa de família em Milão e uma quinta, nos arrozais de Trezzano sul Naviglio, na Lombardia. A comida é o fio condutor que atravessa os episódios deste relato, em que se entrelaçam memórias e emoções, sabores e receitas e cujos acontecimentos estão sempre ligados à elaboração de um prato ou a uma refeição partilhada.Com uma descrição cuidada e rigorosa de pessoas, sabores e costumes, Sveva Casati Modignani devolve-nos um mundo, não tão longínquo, mas do qual estamos a perder a memória.
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Edição: Nov 2010
Nº Páginas: 136
Sinopse:
A história do autor do hino nacional português Neste ensaio, vamos procurar devolver Keil à época em que viveu.
Nº Páginas: 136
Sinopse:
A história do autor do hino nacional português Neste ensaio, vamos procurar devolver Keil à época em que viveu.
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Edição: Jul 2024
Nº Páginas: 160
Sinopse:
Em 2018, a polícia dos EUA anunciou a prisão do Golden State Killer, responsável por mais de 200 assaltos, 50 violações e pelo menos 13 assassínios nas décadas de 1970 e 1980. É o culminar de mais de 40 anos de caça ao homem, que o jornalista William Thorp vai recuperar, no decorrer de uma investigação totalmente nova e extensa. Na paisagem idílica da Califórnia, toda uma era vai tomando forma, a dos hippies e dos subúrbios tranquilos. Mas esse cenário é manchado por pequenos crimes sem conexão aparente, bastante inofensivos. Assaltos, numerosos, e sempre na mesma área geográfica do condado de Sacramento. Depois, surgem violações sucessivas, sempre com um padrão idêntico. Passarão vários anos até que os investigadores consigam estabelecer uma ligação entre todos estes casos. E serão necessários ainda mais anos para os ligar a uma série de homicídios sangrentos. É graças à implacabilidade da polícia, combinada com o progresso científico (os testes de ADN de parentesco), que o Golden State Killer será finalmente identificado e detido. Nesta investigação onde tudo é verdade, é o retrato de um homem, uma época e a história de uma investigação que nos permitem perceber como a selvajaria deste criminoso foi desencadeada impunemente.
Nº Páginas: 160
Sinopse:
Em 2018, a polícia dos EUA anunciou a prisão do Golden State Killer, responsável por mais de 200 assaltos, 50 violações e pelo menos 13 assassínios nas décadas de 1970 e 1980. É o culminar de mais de 40 anos de caça ao homem, que o jornalista William Thorp vai recuperar, no decorrer de uma investigação totalmente nova e extensa. Na paisagem idílica da Califórnia, toda uma era vai tomando forma, a dos hippies e dos subúrbios tranquilos. Mas esse cenário é manchado por pequenos crimes sem conexão aparente, bastante inofensivos. Assaltos, numerosos, e sempre na mesma área geográfica do condado de Sacramento. Depois, surgem violações sucessivas, sempre com um padrão idêntico. Passarão vários anos até que os investigadores consigam estabelecer uma ligação entre todos estes casos. E serão necessários ainda mais anos para os ligar a uma série de homicídios sangrentos. É graças à implacabilidade da polícia, combinada com o progresso científico (os testes de ADN de parentesco), que o Golden State Killer será finalmente identificado e detido. Nesta investigação onde tudo é verdade, é o retrato de um homem, uma época e a história de uma investigação que nos permitem perceber como a selvajaria deste criminoso foi desencadeada impunemente.
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Edição: Out 2021
Nº Páginas: 256
Sinopse:
Em 1936, a convite do editor Victor Gollancz, George Orwell deixou Londres e rumou ao Norte, para passar dois meses lado a lado com a comunidade operária de Yorkshire e Lancashire. Encontrou sujidade, pobreza, fome, terríveis condições de trabalho nas minas e, fora delas, um desemprego crescente. O Caminho para Wigan Pier é o testemunho brilhante, franco, por vezes polémico e provocatório desse período, cujo impacto político continua a reverberar até hoje, questionando privilégios de classe e apelando a um humanismo concreto.
Nº Páginas: 256
Sinopse:
Em 1936, a convite do editor Victor Gollancz, George Orwell deixou Londres e rumou ao Norte, para passar dois meses lado a lado com a comunidade operária de Yorkshire e Lancashire. Encontrou sujidade, pobreza, fome, terríveis condições de trabalho nas minas e, fora delas, um desemprego crescente. O Caminho para Wigan Pier é o testemunho brilhante, franco, por vezes polémico e provocatório desse período, cujo impacto político continua a reverberar até hoje, questionando privilégios de classe e apelando a um humanismo concreto.
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Edição: Set 2013
Nº Páginas: 328
Sinopse:
A última grande tertúlia de Lisboa - que marcou culturalmente, politicamente várias décadas portuguesas - teve lugar no Botequim, bar do Largo da Graça criado e projectado por Natália Correia. Nele fizeram-se, desfizeram-se revoluções, governos, obras de arte, movimentos cívicos; por ele passaram presidentes da República, governantes, embaixadores, militares, juízes, revolucionários, heróis, escritores, poetas, artistas, cientistas, assassinos, loucos, amantes em madrugadas de vertigem, de desmesura. A magia do Botequim tornava-se, nas noites de festa, feérica. Como num iate de luxo, navegava-se delirantemente (é uma viagem assim que neste livro se propõe) em demanda de continentes venturosos, de ilhas de amores a encontrar. O futuro foi ali, como em nenhuma outra parte do País, festivamente antecipado - nunca houve, nem por certo haverá, nada igual entre nós.
Nº Páginas: 328
Sinopse:
A última grande tertúlia de Lisboa - que marcou culturalmente, politicamente várias décadas portuguesas - teve lugar no Botequim, bar do Largo da Graça criado e projectado por Natália Correia. Nele fizeram-se, desfizeram-se revoluções, governos, obras de arte, movimentos cívicos; por ele passaram presidentes da República, governantes, embaixadores, militares, juízes, revolucionários, heróis, escritores, poetas, artistas, cientistas, assassinos, loucos, amantes em madrugadas de vertigem, de desmesura. A magia do Botequim tornava-se, nas noites de festa, feérica. Como num iate de luxo, navegava-se delirantemente (é uma viagem assim que neste livro se propõe) em demanda de continentes venturosos, de ilhas de amores a encontrar. O futuro foi ali, como em nenhuma outra parte do País, festivamente antecipado - nunca houve, nem por certo haverá, nada igual entre nós.
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Edição: Out 2020
Nº Páginas: 176
Sinopse:
Neste "O Avesso do Direto", Teresa Guilherme abre literalmente o livro e revela na primeira pessoa histórias nunca antes contadas da televisão portuguesa. Prepare-se para descobrir os segredos até hoje mais bem guardados de programas de sucesso, como Não Se Esqueça da Escova de Dentes, Big Brother e Casa dos Segredos. Descubra toda a verdade sobre a entrada do mítico Zé Maria no Big Brother I. Saiba quem foi a cantora famosa que mentiu para entrar no Cantigas da Rua. Surpreenda-se ao descobrir que um conhecido apresentador fez um direto de duas horas com um dente colado com cola-tudo. Entre muitos outros segredos, curiosidades e histórias de bastidores. Neste livro, Teresa Guilherme conta-lhe tudo e não lhe esconde nada.
Nº Páginas: 176
Sinopse:
Neste "O Avesso do Direto", Teresa Guilherme abre literalmente o livro e revela na primeira pessoa histórias nunca antes contadas da televisão portuguesa. Prepare-se para descobrir os segredos até hoje mais bem guardados de programas de sucesso, como Não Se Esqueça da Escova de Dentes, Big Brother e Casa dos Segredos. Descubra toda a verdade sobre a entrada do mítico Zé Maria no Big Brother I. Saiba quem foi a cantora famosa que mentiu para entrar no Cantigas da Rua. Surpreenda-se ao descobrir que um conhecido apresentador fez um direto de duas horas com um dente colado com cola-tudo. Entre muitos outros segredos, curiosidades e histórias de bastidores. Neste livro, Teresa Guilherme conta-lhe tudo e não lhe esconde nada.
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Edição: Jun 2018
Nº Páginas: 420
Sinopse:
Neste volume da sua famosa autobiografia, tendo como pano de fundo a admiração pelo escritor vienense Karl Kraus, o seu grande mentor, e a paixão por Veza, a sua primeira mulher, Canetti transporta o leitor até aos politicamente agitados e culturalmente intensos anos 20 do século XX. Emergem à luz também personagens e recantos mais obscuros, sejam a sua bizarra senhoria, por exemplo, que percorria as divisões da casa lambendo a parte de trás de todas as fotografias emolduradas do seu falecido marido, ou o sanatório defronte de sua casa, cujos pacientes serviram de inspiração para personagens em Auto-de-Fé. Num registo que tem tanto de pessoal, como de universal, Canetti traça o quadro de uma época onde sobressaem episódios históricos como o incêndio do Palácio de Justiça, em Viena, ponto de partida para a redação do fundamental ensaio Massa e Poder, ou o ambiente artístico de Berlim em 1928, onde o autor trava conhecimento direto com personalidades marcantes, como Brecht, Isaac Babel ou George Grosz. "O Archote no Ouvido" é uma oportunidade única de, na primeira pessoa, poder-se acompanhar um dos grandes autores do século XX numa viagem ao mundo e pelas pessoas que exerceram influência decisiva no seu percurso de escritor.
Nº Páginas: 420
Sinopse:
Neste volume da sua famosa autobiografia, tendo como pano de fundo a admiração pelo escritor vienense Karl Kraus, o seu grande mentor, e a paixão por Veza, a sua primeira mulher, Canetti transporta o leitor até aos politicamente agitados e culturalmente intensos anos 20 do século XX. Emergem à luz também personagens e recantos mais obscuros, sejam a sua bizarra senhoria, por exemplo, que percorria as divisões da casa lambendo a parte de trás de todas as fotografias emolduradas do seu falecido marido, ou o sanatório defronte de sua casa, cujos pacientes serviram de inspiração para personagens em Auto-de-Fé. Num registo que tem tanto de pessoal, como de universal, Canetti traça o quadro de uma época onde sobressaem episódios históricos como o incêndio do Palácio de Justiça, em Viena, ponto de partida para a redação do fundamental ensaio Massa e Poder, ou o ambiente artístico de Berlim em 1928, onde o autor trava conhecimento direto com personalidades marcantes, como Brecht, Isaac Babel ou George Grosz. "O Archote no Ouvido" é uma oportunidade única de, na primeira pessoa, poder-se acompanhar um dos grandes autores do século XX numa viagem ao mundo e pelas pessoas que exerceram influência decisiva no seu percurso de escritor.
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Edição: Dez 2017
Nº Páginas: 180
Sinopse:
É assim que Joan Didion inicia a sua viagem pela memória do ano mais transformador da sua vida, começando na noite em que o marido, o escritor John Dunne, com quem foi casada mais de 30 anos, morre de ataque cardíaco, e a sua única ¿lha está em coma no hospital. Com uma escrita tão assertiva como limpa, tão honesta como desarmante, Didion investiga os vivos que sobrevivem aos mortos, revelando, através da sua experiência pessoal, aquilo que é universal a todos: a dor da perda, a necessidade da superação quando tudo parece inútil. Num registo por vezes jornalístico, recorrendo a estudos, especialistas ou a poemas e obras de arte, outras vezes confessional e literário, mas escapando da autopiedade, Didion deixa o luxo da sua consciência viajar pelas memórias do casamento, pela experiência da maternidade e da escrita, recordações que emergem a cada momento, quando trata do funeral do marido ou visita a ilha inconsciente no hospital.
Nº Páginas: 180
Sinopse:
É assim que Joan Didion inicia a sua viagem pela memória do ano mais transformador da sua vida, começando na noite em que o marido, o escritor John Dunne, com quem foi casada mais de 30 anos, morre de ataque cardíaco, e a sua única ¿lha está em coma no hospital. Com uma escrita tão assertiva como limpa, tão honesta como desarmante, Didion investiga os vivos que sobrevivem aos mortos, revelando, através da sua experiência pessoal, aquilo que é universal a todos: a dor da perda, a necessidade da superação quando tudo parece inútil. Num registo por vezes jornalístico, recorrendo a estudos, especialistas ou a poemas e obras de arte, outras vezes confessional e literário, mas escapando da autopiedade, Didion deixa o luxo da sua consciência viajar pelas memórias do casamento, pela experiência da maternidade e da escrita, recordações que emergem a cada momento, quando trata do funeral do marido ou visita a ilha inconsciente no hospital.
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Edição: Ago 2022
Nº Páginas: 288
Sinopse:
É assim que Joan Didion inicia a sua viagem pela memória do ano mais transformador da sua vida, começando na noite em que o seu marido, com quem foi casada mais de 30 anos, morre de ataque cardíaco. Com uma escrita tão assertiva como limpa, tão honesta como desarmante, Didion investiga os vivos que sobrevivem aos mortos, revelando, através da sua experiência pessoal, aquilo que é universal a todos: a dor da perda, a necessidade da superação quando tudo parece inútil.
Nº Páginas: 288
Sinopse:
É assim que Joan Didion inicia a sua viagem pela memória do ano mais transformador da sua vida, começando na noite em que o seu marido, com quem foi casada mais de 30 anos, morre de ataque cardíaco. Com uma escrita tão assertiva como limpa, tão honesta como desarmante, Didion investiga os vivos que sobrevivem aos mortos, revelando, através da sua experiência pessoal, aquilo que é universal a todos: a dor da perda, a necessidade da superação quando tudo parece inútil.
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Edição: Ago 2020
Nº Páginas: 288
Sinopse:
Com "O Ano do Macaco" Patti Smith continua a publicar as suas memórias e a estabelecer laços profundos entre o rock e a literatura que nunca deixou de amar. É um grande momento. O ano do seu septuagésimo aniversário - e de itinerância entre concertos - começa com a chegada de Patti Smith ao motel Dream Inn em Santa Cruz, Califórnia. Nessa madrugada, em que ela transita livremente entre um sono leve e uma vigília povoada de sonhos, tudo parece dotado de vida e voz humanas: os objetos falam, os mortos falam e interpelam a mulher que, enrolada numa manta, deambula pela paisagem. Muitos serão os encontros e as perdas neste ano Chinês do Macaco e aqui, no terceiro livro de memórias de Patti Smith, haverá poesia, cafés, viagens à boleia, Bolaño, Pessoa e Lisboa; e a sua última estadia com Sam Shepard, amigo de toda a vida, para o ajudar a acabar o seu derradeiro livro ("Espião na Primeira Pessoa", publicado pela Quetzal em 2018). Em pano de fundo, o mundo da política agita-se numa eleição tóxica. Em primeiro plano, o desaparecimento de dois grandes amigos: além de Shepard, Sandy Pearlman. Em Epílogo, o início de 2020, o Ano do Rato, e da nova e estranha era em que agora vivemos.
Nº Páginas: 288
Sinopse:
Com "O Ano do Macaco" Patti Smith continua a publicar as suas memórias e a estabelecer laços profundos entre o rock e a literatura que nunca deixou de amar. É um grande momento. O ano do seu septuagésimo aniversário - e de itinerância entre concertos - começa com a chegada de Patti Smith ao motel Dream Inn em Santa Cruz, Califórnia. Nessa madrugada, em que ela transita livremente entre um sono leve e uma vigília povoada de sonhos, tudo parece dotado de vida e voz humanas: os objetos falam, os mortos falam e interpelam a mulher que, enrolada numa manta, deambula pela paisagem. Muitos serão os encontros e as perdas neste ano Chinês do Macaco e aqui, no terceiro livro de memórias de Patti Smith, haverá poesia, cafés, viagens à boleia, Bolaño, Pessoa e Lisboa; e a sua última estadia com Sam Shepard, amigo de toda a vida, para o ajudar a acabar o seu derradeiro livro ("Espião na Primeira Pessoa", publicado pela Quetzal em 2018). Em pano de fundo, o mundo da política agita-se numa eleição tóxica. Em primeiro plano, o desaparecimento de dois grandes amigos: além de Shepard, Sandy Pearlman. Em Epílogo, o início de 2020, o Ano do Rato, e da nova e estranha era em que agora vivemos.
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Edição: Ago 2017
Nº Páginas: 512
Sinopse:
Nelson Rodrigues é um mito do século XX brasileiro, e um dos escritores mais prolíferos e aclamados. Nasceu no Recife em 1912, mudando-se em 1916 para o Rio de Janeiro, cidade que seria o cenário privilegiado de toda a sua obra. Começou a trabalhar como jornalista aos 13 anos, logo na secção policial, num jornal fundado pelo pai, e nunca mais parou. Fez da crónica e da escrita um hábito diário e destacou-se em todos os géneros literários, pela qualidade e pela quantidade: escreveu 17 peças de teatro, nove romances e milhares de páginas de contos e crónicas, que mais tarde deram origem a várias edições de textos reunidos, assim como a adaptações para teatro, cinema e televisão. Idolatrado e odiado, politicamente conservador, Nelson Rodrigues tanto apoiou a ditadura militar brasileira como foi, mais tarde, defensor acérrimo das suas vítimas. Reaccionário assumido, desencadeou sempre sentimentos fortes, não só devido à sua obra como também à sua vida pública e privada. Morreu no Rio de Janeiro em 1980. Além de escritor prolífico, com uma produção a todos os títulos espantosa, Nelson Rodrigues foi protagonista de uma vida extraordinária: pobreza, fome, cegueira, sucesso, doenças fatais e sucessivos golpes à sua vasta família trágica, desde homicídios a desastres naturais. Por seu lado, Ruy Castro é o grande nome da biografia no Brasil, respeitado romancista, historiador e jornalista, conhecido por investigar até onde ninguém antes alcançou. Escreveu livros também emblemáticos sobre Garrincha e Carmen Miranda. É deste encontro de forças desmedidas que nasce O Anjo Pornográfico, livro que reconstitui a assombrosa história de Nelson Rodrigues, desde a vida dos seus pais até ao momento da sua morte. A partir de entrevistas a 125 pessoas que conheceram o escritor, Ruy Castro segue o rasto das muitas obsessões que marcam também a obra de Nelson Rodrigues - sobretudo o sexo e a morte - e tenta resolver as muitas questões que pairam sobre a forte impressão que deixou: Génio ou louco? Tarado ou pudico? Reaccionário ou revolucionário? Raivoso ou apaixonado?
Nº Páginas: 512
Sinopse:
Nelson Rodrigues é um mito do século XX brasileiro, e um dos escritores mais prolíferos e aclamados. Nasceu no Recife em 1912, mudando-se em 1916 para o Rio de Janeiro, cidade que seria o cenário privilegiado de toda a sua obra. Começou a trabalhar como jornalista aos 13 anos, logo na secção policial, num jornal fundado pelo pai, e nunca mais parou. Fez da crónica e da escrita um hábito diário e destacou-se em todos os géneros literários, pela qualidade e pela quantidade: escreveu 17 peças de teatro, nove romances e milhares de páginas de contos e crónicas, que mais tarde deram origem a várias edições de textos reunidos, assim como a adaptações para teatro, cinema e televisão. Idolatrado e odiado, politicamente conservador, Nelson Rodrigues tanto apoiou a ditadura militar brasileira como foi, mais tarde, defensor acérrimo das suas vítimas. Reaccionário assumido, desencadeou sempre sentimentos fortes, não só devido à sua obra como também à sua vida pública e privada. Morreu no Rio de Janeiro em 1980. Além de escritor prolífico, com uma produção a todos os títulos espantosa, Nelson Rodrigues foi protagonista de uma vida extraordinária: pobreza, fome, cegueira, sucesso, doenças fatais e sucessivos golpes à sua vasta família trágica, desde homicídios a desastres naturais. Por seu lado, Ruy Castro é o grande nome da biografia no Brasil, respeitado romancista, historiador e jornalista, conhecido por investigar até onde ninguém antes alcançou. Escreveu livros também emblemáticos sobre Garrincha e Carmen Miranda. É deste encontro de forças desmedidas que nasce O Anjo Pornográfico, livro que reconstitui a assombrosa história de Nelson Rodrigues, desde a vida dos seus pais até ao momento da sua morte. A partir de entrevistas a 125 pessoas que conheceram o escritor, Ruy Castro segue o rasto das muitas obsessões que marcam também a obra de Nelson Rodrigues - sobretudo o sexo e a morte - e tenta resolver as muitas questões que pairam sobre a forte impressão que deixou: Génio ou louco? Tarado ou pudico? Reaccionário ou revolucionário? Raivoso ou apaixonado?
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Edição: Mai 2019
Nº Páginas: 172
Sinopse:
Durante mais de dez anos, o protagonista desta história verdadeira manteve uma vida de fachada: família feliz, emprego respeitado, desafogo financeiro. Quando suspeitou de que a sua vida dupla estava prestes a ser desmascarada, Jean-Claude Romand decidiu matar toda a família. A 9 de Janeiro de 1993, os vizinhos dos Romand, atónitos diante da vivenda da família, testemunhariam a retirada de dois sacos plásticos contendo os corpos dos filhos. Em seguida, a equipa de resgate retirou a mãe das crianças, também já sem vida. Um dia mais tarde, descobriu-se que Jean-Claude matara ainda os próprios pais. Este crime brutal desassossegou Emmanuel Carrère, que começou a corresponder-se com Jean-Claude Romand: antes, durante e depois do seu julgamento. Acedendo de modo privilegiado à mente de um psicopata, e procurando transmitir ao leitor o ponto de vista do criminoso, Carrère criou um livro inquietante e inesquecível.
Nº Páginas: 172
Sinopse:
Durante mais de dez anos, o protagonista desta história verdadeira manteve uma vida de fachada: família feliz, emprego respeitado, desafogo financeiro. Quando suspeitou de que a sua vida dupla estava prestes a ser desmascarada, Jean-Claude Romand decidiu matar toda a família. A 9 de Janeiro de 1993, os vizinhos dos Romand, atónitos diante da vivenda da família, testemunhariam a retirada de dois sacos plásticos contendo os corpos dos filhos. Em seguida, a equipa de resgate retirou a mãe das crianças, também já sem vida. Um dia mais tarde, descobriu-se que Jean-Claude matara ainda os próprios pais. Este crime brutal desassossegou Emmanuel Carrère, que começou a corresponder-se com Jean-Claude Romand: antes, durante e depois do seu julgamento. Acedendo de modo privilegiado à mente de um psicopata, e procurando transmitir ao leitor o ponto de vista do criminoso, Carrère criou um livro inquietante e inesquecível.
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Edição: Mar 2018
Nº Páginas: 336
Sinopse:
Desconhecida em grande parte do mundo ocidental, Nzinga, a rainha africana do século XVII, rivalizou com Isabel I de Inglaterra e Catarina, a Grande, na astúcia política e nas proezas militares. Linda M. Heywood oferece-nos uma biografia abrangente da longa vida e da influência política de Nzinga, revelando como esta Cleópatra da África Central navegou habilmente por entre as lutas de poder sem escrúpulos, dominadas pelo mundo masculino. Em 1626, depois de ser deposta pelos Portugueses, transformou-se numa bem-sucedida vendedora de escravos e numa destemida líder militar, travando guerras contra os colonizadores portugueses e os seus aliados africanos. Sobrevivendo a várias tentativas de assassinato, Nzinga conquistou o estado vizinho de Matamba e governou como rainha de Ndongo-Matamba. No auge do seu reinado, na década de 1640, dominou quase um quarto do território do Norte da Angola de hoje. No final da sua vida, cansada de guerra, fez as pazes com Portugal e converteu-se ao Cristianismo, apesar da devoção pela sua nova fé ter sido questionada. Quem foi a rainha Nzinga? Não há uma resposta simples e linear para esta questão. Numa época em que as mulheres eram subjugadas pelos homens, ela conseguiu repetidamente dominar os seus concorrentes do sexo masculino e contornar abertamente as normas de diferença de género vigentes na época, colecionando amantes de ambos os sexos.
Nº Páginas: 336
Sinopse:
Desconhecida em grande parte do mundo ocidental, Nzinga, a rainha africana do século XVII, rivalizou com Isabel I de Inglaterra e Catarina, a Grande, na astúcia política e nas proezas militares. Linda M. Heywood oferece-nos uma biografia abrangente da longa vida e da influência política de Nzinga, revelando como esta Cleópatra da África Central navegou habilmente por entre as lutas de poder sem escrúpulos, dominadas pelo mundo masculino. Em 1626, depois de ser deposta pelos Portugueses, transformou-se numa bem-sucedida vendedora de escravos e numa destemida líder militar, travando guerras contra os colonizadores portugueses e os seus aliados africanos. Sobrevivendo a várias tentativas de assassinato, Nzinga conquistou o estado vizinho de Matamba e governou como rainha de Ndongo-Matamba. No auge do seu reinado, na década de 1640, dominou quase um quarto do território do Norte da Angola de hoje. No final da sua vida, cansada de guerra, fez as pazes com Portugal e converteu-se ao Cristianismo, apesar da devoção pela sua nova fé ter sido questionada. Quem foi a rainha Nzinga? Não há uma resposta simples e linear para esta questão. Numa época em que as mulheres eram subjugadas pelos homens, ela conseguiu repetidamente dominar os seus concorrentes do sexo masculino e contornar abertamente as normas de diferença de género vigentes na época, colecionando amantes de ambos os sexos.
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Edição: Set 2019
Nº Páginas: 184
Sinopse:
As experiências de Malala ao visitar campos de refugiados fê-la reconsiderar a sua própria migração forçada - primeiro, como Pessoa Internamente Deslocada, quando ainda era uma criança no Paquistão; e depois, como ativista internacional que podia viajar para qualquer lugar do mundo, exceto para o país que amava. Nós Somos Refugiadas é em parte um livro de memórias, mas também um relato de histórias comuns. Malala não explora apenas a sua própria história de adaptação a uma nova vida enquanto anseia pela sua casa, mas também partilha as histórias pessoais de algumas das raparigas incríveis que conheceu nas suas viagens - raparigas que perderam as suas comunidades, e com frequência o único mundo que alguma vez conheceram. Num tempo de crises migratórias, guerra e conflitos fronteiriços, Nós Somos Refugiadas, escrito por uma das mais jovens e proemientes ativistas mundiais, serve para nos recordar que cada uma das 68,5 milhões de pessoas atualmente deslocadas é um ser humano - com frequência, alguém jovem - com esperanças e sonhos, e que todas merecem direitos humanos universais e um lar seguro.
Nº Páginas: 184
Sinopse:
As experiências de Malala ao visitar campos de refugiados fê-la reconsiderar a sua própria migração forçada - primeiro, como Pessoa Internamente Deslocada, quando ainda era uma criança no Paquistão; e depois, como ativista internacional que podia viajar para qualquer lugar do mundo, exceto para o país que amava. Nós Somos Refugiadas é em parte um livro de memórias, mas também um relato de histórias comuns. Malala não explora apenas a sua própria história de adaptação a uma nova vida enquanto anseia pela sua casa, mas também partilha as histórias pessoais de algumas das raparigas incríveis que conheceu nas suas viagens - raparigas que perderam as suas comunidades, e com frequência o único mundo que alguma vez conheceram. Num tempo de crises migratórias, guerra e conflitos fronteiriços, Nós Somos Refugiadas, escrito por uma das mais jovens e proemientes ativistas mundiais, serve para nos recordar que cada uma das 68,5 milhões de pessoas atualmente deslocadas é um ser humano - com frequência, alguém jovem - com esperanças e sonhos, e que todas merecem direitos humanos universais e um lar seguro.
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Edição: Mar 2016
Nº Páginas: 528
Sinopse:
A vida de Norton de Matos não se esgotou com o protagonismo que teve aquando da participação de Portugal na I Guerra Mundial.Ainda hoje, a sua administração é recordada em Angola. Foi um político de larga visão e irrepreensível sentido de Estado, e apesar de esquecido pelas correntes dominantes da esquerda, um dos mais sólidos adversários de Salazar.Só por isso já faria sentido recordá-lo.Mas não resta dúvida de que a sua actuação como ministro da Guerra foi um momento marcante. Amargo também. Segundo um militar daquela época, nunca houve um oficial mais odiado do que Norton de Matos "durante o período que antecedeu e acompanhou a ida de tropas para França".A participação de Portugal na I Guerra Mundial levantou, de facto, um vendaval de paixões. Ainda hoje, passados cem anos, muitos questionarão porque fomos, como fomos e que resultados obtivemos.Esta biografia de Norton de Matos, escrita de forma autêntica, muitas vezes em discurso directo, ajudará o leitor a responder a essas perguntas, permitindo-lhe envolver-se no contexto da época e seguir o percurso íntimo daquele que "só, contra tudo e contra todos", foi a imagem pública da nossa participação no sangrento conflito.
Nº Páginas: 528
Sinopse:
A vida de Norton de Matos não se esgotou com o protagonismo que teve aquando da participação de Portugal na I Guerra Mundial.Ainda hoje, a sua administração é recordada em Angola. Foi um político de larga visão e irrepreensível sentido de Estado, e apesar de esquecido pelas correntes dominantes da esquerda, um dos mais sólidos adversários de Salazar.Só por isso já faria sentido recordá-lo.Mas não resta dúvida de que a sua actuação como ministro da Guerra foi um momento marcante. Amargo também. Segundo um militar daquela época, nunca houve um oficial mais odiado do que Norton de Matos "durante o período que antecedeu e acompanhou a ida de tropas para França".A participação de Portugal na I Guerra Mundial levantou, de facto, um vendaval de paixões. Ainda hoje, passados cem anos, muitos questionarão porque fomos, como fomos e que resultados obtivemos.Esta biografia de Norton de Matos, escrita de forma autêntica, muitas vezes em discurso directo, ajudará o leitor a responder a essas perguntas, permitindo-lhe envolver-se no contexto da época e seguir o percurso íntimo daquele que "só, contra tudo e contra todos", foi a imagem pública da nossa participação no sangrento conflito.
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Edição: Mai 2019
Nº Páginas: 368
Sinopse:
Em 1942, ainda não se vislumbra um fim para a Segunda Guerra Mundial. Odette Sansom, mãe de três meninas, decide seguir o exemplo heroico do pai na Primeira Guerra Mundial e torna-se agente SOE — Executivo de Operações Especiais — para ajudar a Grã-Bretanha e a sua amada pátria, a França. Após cinco tentativas falhadas e um acidente de avião, Odette desembarca por fim na França ocupada para dar início à sua missão. E é aqui que conhece o seu oficial superior, o capitão Peter Churchill. À medida que completam com êxito missão atrás de missão, Peter e Odette apaixonam-se. Mas cada sucesso aproxima os inimigos da sua localização, até que o impensável acontece: são traídos por outro agente! Detidos e enviados para a prisão em Paris, Odette é entregue à Gestapo. Interrogada 14 vezes e sujeita a tortura, nunca quebrou. Mesmo quando foi enviada para o inferno no campo de concentração de Ravesnbrück, na Alemanha, acreditou sempre que sobreviveria para se reencontrar com Peter. Larry Loftis dá-nos a conhecer uma mulher cujas ações e altruísmo lhe granjearam as maiores honras e reconhecimento de uma nação agradecida.
Nº Páginas: 368
Sinopse:
Em 1942, ainda não se vislumbra um fim para a Segunda Guerra Mundial. Odette Sansom, mãe de três meninas, decide seguir o exemplo heroico do pai na Primeira Guerra Mundial e torna-se agente SOE — Executivo de Operações Especiais — para ajudar a Grã-Bretanha e a sua amada pátria, a França. Após cinco tentativas falhadas e um acidente de avião, Odette desembarca por fim na França ocupada para dar início à sua missão. E é aqui que conhece o seu oficial superior, o capitão Peter Churchill. À medida que completam com êxito missão atrás de missão, Peter e Odette apaixonam-se. Mas cada sucesso aproxima os inimigos da sua localização, até que o impensável acontece: são traídos por outro agente! Detidos e enviados para a prisão em Paris, Odette é entregue à Gestapo. Interrogada 14 vezes e sujeita a tortura, nunca quebrou. Mesmo quando foi enviada para o inferno no campo de concentração de Ravesnbrück, na Alemanha, acreditou sempre que sobreviveria para se reencontrar com Peter. Larry Loftis dá-nos a conhecer uma mulher cujas ações e altruísmo lhe granjearam as maiores honras e reconhecimento de uma nação agradecida.
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Edição: Mar 2022
Nº Páginas: 128
Sinopse:
"Depois da próxima guerra europeia, entender-me-ão", profetizou Nietzsche num dos seus últimos escritos. Neste ensaio biográfico, Stefan Zweig revela o homem por trás da obra, concentrando-se nos hábitos, nas paixões e nas obsessões de Friedrich Nietzsche, em combate permanente com inquietações aflitivas e impulsos ingovernáveis, esse demónio interior, a que Zweig alude. Zweig, com a sua escrita dramática e emotiva, mergulha na tragédia da existência do filósofo e no isolamento forçado em que vivia, arrastando os leitores consigo, inexoravelmente. Uma biografia fundamental para compreender o trágico do pensamento nietzschiano e analisar as tensões pessoais e filosóficas que marcaram o pensamento ocidental na passagem do século XIX para o século XX.
Nº Páginas: 128
Sinopse:
"Depois da próxima guerra europeia, entender-me-ão", profetizou Nietzsche num dos seus últimos escritos. Neste ensaio biográfico, Stefan Zweig revela o homem por trás da obra, concentrando-se nos hábitos, nas paixões e nas obsessões de Friedrich Nietzsche, em combate permanente com inquietações aflitivas e impulsos ingovernáveis, esse demónio interior, a que Zweig alude. Zweig, com a sua escrita dramática e emotiva, mergulha na tragédia da existência do filósofo e no isolamento forçado em que vivia, arrastando os leitores consigo, inexoravelmente. Uma biografia fundamental para compreender o trágico do pensamento nietzschiano e analisar as tensões pessoais e filosóficas que marcaram o pensamento ocidental na passagem do século XIX para o século XX.
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Edição: Mar 2019
Nº Páginas: 280
Sinopse:
O primeiro português a chegar à elite do motociclismo escreveu a sua história pelo próprio punho, um percurso de determinação e persistência. O caminho que o levou até ao MotoGP foi longo e cheio de curvas, de avanços e recuos, com muito menos glamour e muito mais sofrimento do que muitos imaginam. Este livro reúne histórias de amor, desilusão, persistência, mas não contabiliza as noites mal dormidas, as contas feitas e refeitas, os milhares de quilómetros em carrinhas novas, e velhas, e emprestadas que levaram Miguel Oliveira até ao seu sonho. Mas teve também momentos de alegria, profunda emoção e gargalhadas honestas contadas em 44 capítulos, o número que desenhou na sua moto e que os portugueses se habituaram a procurar nas pistas do Mundo inteiro. Miguel Oliveira demorou 15 anos a chegar ao MotoGP, o palco de sonho de qualquer piloto, dos mais afortunados aos mais talentosos. Agora, é uma nova luta, um "Next Level" onde todos querem estar.
Nº Páginas: 280
Sinopse:
O primeiro português a chegar à elite do motociclismo escreveu a sua história pelo próprio punho, um percurso de determinação e persistência. O caminho que o levou até ao MotoGP foi longo e cheio de curvas, de avanços e recuos, com muito menos glamour e muito mais sofrimento do que muitos imaginam. Este livro reúne histórias de amor, desilusão, persistência, mas não contabiliza as noites mal dormidas, as contas feitas e refeitas, os milhares de quilómetros em carrinhas novas, e velhas, e emprestadas que levaram Miguel Oliveira até ao seu sonho. Mas teve também momentos de alegria, profunda emoção e gargalhadas honestas contadas em 44 capítulos, o número que desenhou na sua moto e que os portugueses se habituaram a procurar nas pistas do Mundo inteiro. Miguel Oliveira demorou 15 anos a chegar ao MotoGP, o palco de sonho de qualquer piloto, dos mais afortunados aos mais talentosos. Agora, é uma nova luta, um "Next Level" onde todos querem estar.
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Edição: Nov 2008
Nº Páginas: 232
Sinopse:
Se bem que a principal função da PIDE fosse preservar a "paz social", durante os quase cinquenta anos de ditadura em Portugal a polícia política nunca deixou de estar atenta às empresas, aos empresários e ao mundo dos negócios, na Metrópole ou em África. Este livro revela, pela primeira vez, os segredos das relações entre as empresas e a PIDE, a vigilância que a polícia política exerceu sobre alguns empresários quando estes divergiam do regime, e as represálias que outros sentiram quando se recusavam a ceder a chantagens e a contribuir para os cofres daquela organização. Em "Negócios Vigiados", os autores revelam ainda como a PIDE evitava as greves, interferia abertamente na promoção dos trabalhadores politicamente adversos ou reprimia os seus protestos de forma a preservar a "normalidade" e a estabilidade do regime, constituindo esta obra um documento único e fundamental para um maior conhecimento de um período do Portugal Contemporâneo ainda com muito por desvendar.
Nº Páginas: 232
Sinopse:
Se bem que a principal função da PIDE fosse preservar a "paz social", durante os quase cinquenta anos de ditadura em Portugal a polícia política nunca deixou de estar atenta às empresas, aos empresários e ao mundo dos negócios, na Metrópole ou em África. Este livro revela, pela primeira vez, os segredos das relações entre as empresas e a PIDE, a vigilância que a polícia política exerceu sobre alguns empresários quando estes divergiam do regime, e as represálias que outros sentiram quando se recusavam a ceder a chantagens e a contribuir para os cofres daquela organização. Em "Negócios Vigiados", os autores revelam ainda como a PIDE evitava as greves, interferia abertamente na promoção dos trabalhadores politicamente adversos ou reprimia os seus protestos de forma a preservar a "normalidade" e a estabilidade do regime, constituindo esta obra um documento único e fundamental para um maior conhecimento de um período do Portugal Contemporâneo ainda com muito por desvendar.
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Edição: Jun 2023
Nº Páginas: 320
Sinopse:
Quem é Alexei Navalny e como seria a Rússia sob a sua liderança? Um retrato fascinante do maior opositor de Vladimir Putin. Em agosto de 2020, Navalny foi hospitalizado em estado grave depois de se ter sentido mal durante um voo para Moscovo. Dois dias mais tarde, as autoridades russas autorizaram a sua transferência para a Alemanha, onde foi tratado, durante 32 dias, por envenenamento por agentes nervosos. O político e ativista regressou à Rússia em janeiro de 2021 sob os holofotes dos media internacionais, e a sua detenção imediata no aeroporto preparou o terreno para um confronto explosivo com Putin. Mas Navalny não é visto por todos da mesma maneira. Uns consideram-no um herói democrático, outros um traidor, outros ainda um nacionalista perigoso. Este livro explora os lados contraditórios deste homem, que é a segunda figura política mais importante da Rússia — mesmo atrás das grades —, e analisa as muitas dimensões da sua vida pública, as suas investigações sobre a alegada corrupção do Estado russo, as suas ideias para a liderança do país e a sua relação com o Kremlin. Para se compreender totalmente a Rússia moderna é obrigatório compreender Alexei Navalny.
Nº Páginas: 320
Sinopse:
Quem é Alexei Navalny e como seria a Rússia sob a sua liderança? Um retrato fascinante do maior opositor de Vladimir Putin. Em agosto de 2020, Navalny foi hospitalizado em estado grave depois de se ter sentido mal durante um voo para Moscovo. Dois dias mais tarde, as autoridades russas autorizaram a sua transferência para a Alemanha, onde foi tratado, durante 32 dias, por envenenamento por agentes nervosos. O político e ativista regressou à Rússia em janeiro de 2021 sob os holofotes dos media internacionais, e a sua detenção imediata no aeroporto preparou o terreno para um confronto explosivo com Putin. Mas Navalny não é visto por todos da mesma maneira. Uns consideram-no um herói democrático, outros um traidor, outros ainda um nacionalista perigoso. Este livro explora os lados contraditórios deste homem, que é a segunda figura política mais importante da Rússia — mesmo atrás das grades —, e analisa as muitas dimensões da sua vida pública, as suas investigações sobre a alegada corrupção do Estado russo, as suas ideias para a liderança do país e a sua relação com o Kremlin. Para se compreender totalmente a Rússia moderna é obrigatório compreender Alexei Navalny.
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Edição: Jun 2010
Nº Páginas: 366
Sinopse:
O mais surpreendente best-seller do ano começa com uma simples pergunta: porque me dói o pé? Christopher McDougall estava de volta ao médico com mais uma lesão. É o início de uma aventura épica. A procura de respostas leva-o a investigar a história de uma tribo lendária, os Tarahumara, refugiada no mais inóspito canyon mexicano - e que ali sobrevivem, há séculos, graças à sua extraordinário capacidade de correr longas distâncias, centenas de quilómetros, sem nunca parar. Com a ajuda de um misterioso corredor, Cavallo Branco, o autor descobre essa misteriosa raça de superatletas, que vivem numa sociedade onde a doença foi praticamente erradicada, e a corrida, a pé descalço, é o segredo de uma vida longa. Em ritmo trepidante, o autor alterna as suas viagens ao México com a história dos cartéis de droga que perseguem os Tarahumara, fala da ciência da corrida, dos lobbis das marcas de desporto - e de como os caríssimos ténis da Nike nos podem provocar as mais graves lesões.
Nº Páginas: 366
Sinopse:
O mais surpreendente best-seller do ano começa com uma simples pergunta: porque me dói o pé? Christopher McDougall estava de volta ao médico com mais uma lesão. É o início de uma aventura épica. A procura de respostas leva-o a investigar a história de uma tribo lendária, os Tarahumara, refugiada no mais inóspito canyon mexicano - e que ali sobrevivem, há séculos, graças à sua extraordinário capacidade de correr longas distâncias, centenas de quilómetros, sem nunca parar. Com a ajuda de um misterioso corredor, Cavallo Branco, o autor descobre essa misteriosa raça de superatletas, que vivem numa sociedade onde a doença foi praticamente erradicada, e a corrida, a pé descalço, é o segredo de uma vida longa. Em ritmo trepidante, o autor alterna as suas viagens ao México com a história dos cartéis de droga que perseguem os Tarahumara, fala da ciência da corrida, dos lobbis das marcas de desporto - e de como os caríssimos ténis da Nike nos podem provocar as mais graves lesões.
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Edição: Out 2017
Nº Páginas: 368
Sinopse:
Uma biografia escrita numa perspectiva mais pessoal, que denuncia as relações entre o Estado Novo, o Presidente do Conselho e o herdeiro da Casa de Bragança, Dom Duarte Nuno. O livro recorre a testemunhos da família, incluindo os dois filhos do biografado sobreviventes, D. Duarte Pio e D. Miguel. Contém caderno com imagens e testemunhos do filho do biografado, o actual duque de Bragança.
Nº Páginas: 368
Sinopse:
Uma biografia escrita numa perspectiva mais pessoal, que denuncia as relações entre o Estado Novo, o Presidente do Conselho e o herdeiro da Casa de Bragança, Dom Duarte Nuno. O livro recorre a testemunhos da família, incluindo os dois filhos do biografado sobreviventes, D. Duarte Pio e D. Miguel. Contém caderno com imagens e testemunhos do filho do biografado, o actual duque de Bragança.
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Edição: Set 2020
Nº Páginas: 200
Sinopse:
"Podia ser pior", disse a sua mãe, aos 16 anos, quando percebeu que tinha acabado de dar à luz uma criança sem mãos e sem pernas. Começou a escrever-se assim a história daquele que é hoje o protagonista das mais poderosas palestras motivacionais do país. Condenado a nunca conseguir caminhar, a uma vida de total dependência e a não cumprir sonho algum, Paulo Azevedo rejeitou desde cedo, com um extraordinário suporte familiar, palavras como "não" ou "impossível". Jogou futebol, aprendeu a nadar, estudou, namorou, saiu à noite, passou a conduzir uma moto 4 e depois um automóvel, tornou-se ator de teatro, televisão e cinema, foi também apresentador, venceu até um concurso televisivo de mergulhos e foi pai de duas crianças. Neste livro, estão os seus medos, as suas angústias, os seus erros, mas também os seus heróis e todos os momentos decisivos que lhe permitiram perceber qual o seu papel no mundo e encontrar o seu caminho: o de inspirar tantas pessoas quanto possível, mostrando-lhes que, se ele conseguiu, elas também conseguem, mostrando-lhes que não há impossíveis. "O homem que deu aquela palestra aos meus jogadores é hoje um dos melhores oradores motivacionais do país. Através deste livro, os leitores perceberão que ele é um motivador, um especialista em liderança, um indivíduo capaz de, no fundo, oferecer aos outros aquilo que ele tem, as qualidades fantásticas de determinação e superação que ele tem." Do prefácio de José Mourinho
Nº Páginas: 200
Sinopse:
"Podia ser pior", disse a sua mãe, aos 16 anos, quando percebeu que tinha acabado de dar à luz uma criança sem mãos e sem pernas. Começou a escrever-se assim a história daquele que é hoje o protagonista das mais poderosas palestras motivacionais do país. Condenado a nunca conseguir caminhar, a uma vida de total dependência e a não cumprir sonho algum, Paulo Azevedo rejeitou desde cedo, com um extraordinário suporte familiar, palavras como "não" ou "impossível". Jogou futebol, aprendeu a nadar, estudou, namorou, saiu à noite, passou a conduzir uma moto 4 e depois um automóvel, tornou-se ator de teatro, televisão e cinema, foi também apresentador, venceu até um concurso televisivo de mergulhos e foi pai de duas crianças. Neste livro, estão os seus medos, as suas angústias, os seus erros, mas também os seus heróis e todos os momentos decisivos que lhe permitiram perceber qual o seu papel no mundo e encontrar o seu caminho: o de inspirar tantas pessoas quanto possível, mostrando-lhes que, se ele conseguiu, elas também conseguem, mostrando-lhes que não há impossíveis. "O homem que deu aquela palestra aos meus jogadores é hoje um dos melhores oradores motivacionais do país. Através deste livro, os leitores perceberão que ele é um motivador, um especialista em liderança, um indivíduo capaz de, no fundo, oferecer aos outros aquilo que ele tem, as qualidades fantásticas de determinação e superação que ele tem." Do prefácio de José Mourinho
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Edição: Jul 2013
Nº Páginas: 192
Sinopse:
Não é o facto de não termos uma perna, ou de termos nascido com um cromossoma a mais, ou de sermos demasiado gordos que nos torna diferentes. Até porque diferentes somos todos, com ou sem deficiências visíveis a olho nu. O que verdadeiramente nos torna diferentes, a ponto de podermos fazer a diferença, é a forma como olhamos para nós, para os outros e para o mundo. Nascer com "bons olhos", aceitando que tudo na vida é como é e que cada ser é único e especial, é um dom. E saber levar a vida para a frente, mesmo quando parece que esta foi muito injusta, é a arte que as pessoas que testemunharam para este livro possuem.
Nº Páginas: 192
Sinopse:
Não é o facto de não termos uma perna, ou de termos nascido com um cromossoma a mais, ou de sermos demasiado gordos que nos torna diferentes. Até porque diferentes somos todos, com ou sem deficiências visíveis a olho nu. O que verdadeiramente nos torna diferentes, a ponto de podermos fazer a diferença, é a forma como olhamos para nós, para os outros e para o mundo. Nascer com "bons olhos", aceitando que tudo na vida é como é e que cada ser é único e especial, é um dom. E saber levar a vida para a frente, mesmo quando parece que esta foi muito injusta, é a arte que as pessoas que testemunharam para este livro possuem.
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Edição: Abr 2011
Nº Páginas: 400
Sinopse:
Este não é um livro de História. Também não é um livro de memórias, mas antes o relato de um conjunto de acontecimentos que permitem formular um juízo sobre um português que nascido em 1936, atravessou um período fundamental da nossa Pátria. Pedro Feytor Pinto escolheu como regra de vida o serviço de "uma certa ideia" do nosso país, ideia esta impregnada no seio da família de fortes princípios onde nasceu. Experimentou desaires e fracassos, acusações e absolvições, mas nada o desviou desse ideal de serviço.
Nº Páginas: 400
Sinopse:
Este não é um livro de História. Também não é um livro de memórias, mas antes o relato de um conjunto de acontecimentos que permitem formular um juízo sobre um português que nascido em 1936, atravessou um período fundamental da nossa Pátria. Pedro Feytor Pinto escolheu como regra de vida o serviço de "uma certa ideia" do nosso país, ideia esta impregnada no seio da família de fortes princípios onde nasceu. Experimentou desaires e fracassos, acusações e absolvições, mas nada o desviou desse ideal de serviço.
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Edição: Fev 2018
Nº Páginas: 864
Sinopse:
Este volume reúne os escritos de Victor Cunha Rego: os textos reunidos no volume Liberdade do qual consta o essencial da sua vasta colaboração na imprensa brasileira (1958-73), as crónicas Os Dias do Amanhã, publicadas diariamente, a partir de 1991 no Diário de Notícias, e o período intermédio durante o qual ele exerceu considerável papel na conquista, por vezes a pulso, de uma efetiva liberdade de imprensa, primeiro como diretor do estatizado Diário de Notícias e depois como fundador, inspirador e diretor de A Tarde e, sobretudo, do Semanário, durante oito anos decisivos, entre a lenta ressaca do PREC, a segunda revisão constitucional de 1989 e a iminente entrada na CEE, em 1992.
Nº Páginas: 864
Sinopse:
Este volume reúne os escritos de Victor Cunha Rego: os textos reunidos no volume Liberdade do qual consta o essencial da sua vasta colaboração na imprensa brasileira (1958-73), as crónicas Os Dias do Amanhã, publicadas diariamente, a partir de 1991 no Diário de Notícias, e o período intermédio durante o qual ele exerceu considerável papel na conquista, por vezes a pulso, de uma efetiva liberdade de imprensa, primeiro como diretor do estatizado Diário de Notícias e depois como fundador, inspirador e diretor de A Tarde e, sobretudo, do Semanário, durante oito anos decisivos, entre a lenta ressaca do PREC, a segunda revisão constitucional de 1989 e a iminente entrada na CEE, em 1992.
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