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Edição: Set 2021
Nº Páginas: 312
Sinopse:
As recordações são como as nuvens, aparecem subitamente num céu límpido, avolumam-se, por vezes desfazem-se em chuva, outras desaparecem na profundeza do azul do céu. Nem umas nem outras respeitam previsões antecipadas, aparecem e desaparecem a seu bel-prazer. Quando olho para o meu passado, as recordações não obedecem nem a uma ordem cronológica nem à importância emotiva, familiar ou profissional. Vêm porque vêm, e também, vão quando vão. Quando comecei a escrever estas páginas, pensava escrever exclusivamente sobre os episódios bons e maus, curiosos ou divertidos, importantes e marcantes da minha longa vida de editor (sessenta e tal anos). Mas com o tempo saltaram à minha memória, e aos meus dedos, algumas cenas que nada têm a ver com a minha vida de editor, mas sim com ela globalmente. Ou seja, na sua sequência, alguns textos revelam a minha trajetória editorial, outros apenas algo da minha vidinha. Não posso dizer se a minha trajetória de vida foi, ou não, prejudicada por ter sido um contestatário político, ou emigrante. Apesar de tudo, considero que tive uma boa vida. Porém, rolei como um seixo no leito de um rio de caudal forte. Talvez tenha sido isso que alisou a minha alma e mente, de tal forma, que agora revejo todos esses anos vividos, um a um, mês a mês, semana a semana, hora a hora, e acho que valeu a pena, que posso dizer sem falsa modéstia, que plantei sonhos dos quais colhi os frutos.
Nº Páginas: 312
Sinopse:
As recordações são como as nuvens, aparecem subitamente num céu límpido, avolumam-se, por vezes desfazem-se em chuva, outras desaparecem na profundeza do azul do céu. Nem umas nem outras respeitam previsões antecipadas, aparecem e desaparecem a seu bel-prazer. Quando olho para o meu passado, as recordações não obedecem nem a uma ordem cronológica nem à importância emotiva, familiar ou profissional. Vêm porque vêm, e também, vão quando vão. Quando comecei a escrever estas páginas, pensava escrever exclusivamente sobre os episódios bons e maus, curiosos ou divertidos, importantes e marcantes da minha longa vida de editor (sessenta e tal anos). Mas com o tempo saltaram à minha memória, e aos meus dedos, algumas cenas que nada têm a ver com a minha vida de editor, mas sim com ela globalmente. Ou seja, na sua sequência, alguns textos revelam a minha trajetória editorial, outros apenas algo da minha vidinha. Não posso dizer se a minha trajetória de vida foi, ou não, prejudicada por ter sido um contestatário político, ou emigrante. Apesar de tudo, considero que tive uma boa vida. Porém, rolei como um seixo no leito de um rio de caudal forte. Talvez tenha sido isso que alisou a minha alma e mente, de tal forma, que agora revejo todos esses anos vividos, um a um, mês a mês, semana a semana, hora a hora, e acho que valeu a pena, que posso dizer sem falsa modéstia, que plantei sonhos dos quais colhi os frutos.
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Edição: Jun 2017
Nº Páginas: 208
Sinopse:
UM RELATO APROFUNDADO SOBRE O DIA-A-DIA DAS RECLUSAS DO ESTABELECIMENTO PRISIONAL FEMININO DE ODEMIRA. Em Mulheres Condenadas, o leitor é convidado a "entrar na prisão" — que, neste caso, tem apenas cinquenta camas e se situa numa sossegada vila alentejana — e, através das narrativas das reclusas, compreender os sentidos e significados da punição. Lugar de ambivalências, a prisão continua a despertar medo e curiosidade. Muitas histórias se escondem atrás dos muros, onde o tempo fica suspenso, numa interrupção involuntária da vida em sociedade. Mas o que sabemos sobre quem ali vive? Considerando trajectórias pessoais, experiências de violência, exclusão social e pobreza, bem como o contexto da prática de crimes e de encarceramento, este livro assume-se como um contributo para a reflexão sobre o sistema penitenciário português.
Nº Páginas: 208
Sinopse:
UM RELATO APROFUNDADO SOBRE O DIA-A-DIA DAS RECLUSAS DO ESTABELECIMENTO PRISIONAL FEMININO DE ODEMIRA. Em Mulheres Condenadas, o leitor é convidado a "entrar na prisão" — que, neste caso, tem apenas cinquenta camas e se situa numa sossegada vila alentejana — e, através das narrativas das reclusas, compreender os sentidos e significados da punição. Lugar de ambivalências, a prisão continua a despertar medo e curiosidade. Muitas histórias se escondem atrás dos muros, onde o tempo fica suspenso, numa interrupção involuntária da vida em sociedade. Mas o que sabemos sobre quem ali vive? Considerando trajectórias pessoais, experiências de violência, exclusão social e pobreza, bem como o contexto da prática de crimes e de encarceramento, este livro assume-se como um contributo para a reflexão sobre o sistema penitenciário português.
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Edição: Mar 2013
Nº Páginas: 200
Sinopse:
Maria, 67 anos, morreu com a ajuda da Dignitas, na Suíça. Foi a primeira portuguesa a recorrer a esta associação de apoio ao suicídio assistido. Tinha um cancro em fase terminal, um prognóstico de menos de 12 meses de vida e passava por um grande sofrimento. Preferiu procurar uma morte digna, em vez de esperar e "desaparecer aos bocados". Dois amigos, próximos da família, acompanharam-na nesta derradeira viagem e testemunharam os seus últimos momentos. Este livro relata a história de Maria através destas duas pessoas - o que os levou a acompanhar a amiga, apesar de nunca terem ouvido falar de suicídio assistido, e o que sentem por terem de guardar esse segredo como se tivessem cometido um crime. Morte Assistida conta ainda com o testemunho de outros portugueses que se confrontam diariamente com a iminência do final da vida. Alguns não têm perspectiva de recuperação, restando-lhes apenas um tratamento paliativo, e todos gostariam que a morte assistida fosse legislada e despenalizada em Portugal. No nosso país, o incitamento ou ajuda ao suicídio é penalizado com pena de prisão até três anos. Portugal também é dos poucos países da Europa que não tem uma associação right-to-die, que defenda os direitos dos doentes e a liberdade de escolha no fim de vida
Nº Páginas: 200
Sinopse:
Maria, 67 anos, morreu com a ajuda da Dignitas, na Suíça. Foi a primeira portuguesa a recorrer a esta associação de apoio ao suicídio assistido. Tinha um cancro em fase terminal, um prognóstico de menos de 12 meses de vida e passava por um grande sofrimento. Preferiu procurar uma morte digna, em vez de esperar e "desaparecer aos bocados". Dois amigos, próximos da família, acompanharam-na nesta derradeira viagem e testemunharam os seus últimos momentos. Este livro relata a história de Maria através destas duas pessoas - o que os levou a acompanhar a amiga, apesar de nunca terem ouvido falar de suicídio assistido, e o que sentem por terem de guardar esse segredo como se tivessem cometido um crime. Morte Assistida conta ainda com o testemunho de outros portugueses que se confrontam diariamente com a iminência do final da vida. Alguns não têm perspectiva de recuperação, restando-lhes apenas um tratamento paliativo, e todos gostariam que a morte assistida fosse legislada e despenalizada em Portugal. No nosso país, o incitamento ou ajuda ao suicídio é penalizado com pena de prisão até três anos. Portugal também é dos poucos países da Europa que não tem uma associação right-to-die, que defenda os direitos dos doentes e a liberdade de escolha no fim de vida
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Edição: Mar 2020
Nº Páginas: 195
Sinopse:
Um livro corajoso e único sobre a morte e os mistérios da vida. Inês de Barros Baptista reúne testemunhos surpreendentes e desassombrados, sobre pessoas que perderam entes queridos. São histórias de vida que nos tocam pela capacidade de transmitir sentimentos e emoções, sem máscaras, e que nos inspiram pela força inusitada destas experiências.
Nº Páginas: 195
Sinopse:
Um livro corajoso e único sobre a morte e os mistérios da vida. Inês de Barros Baptista reúne testemunhos surpreendentes e desassombrados, sobre pessoas que perderam entes queridos. São histórias de vida que nos tocam pela capacidade de transmitir sentimentos e emoções, sem máscaras, e que nos inspiram pela força inusitada destas experiências.
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Edição: Fev 2016
Nº Páginas: 96
Sinopse:
A escrita deste livro sobre Montaigne ocupou os últimos anos de Stefan Zweig, ajudando-o a tirar sentido da sua própria vida e de algumas das suas obsessões — a liberdade individual e a santidade do indivíduo. Com a prosa elegante e intensamente psicológica tão característica da ficção de Zweig, este relato da vida de Montaigne pergunta-nos como devemos pensar e como devemos viver. E é um maravilhoso vislumbre sobre as vidas de biógrafo e biografado — "Quando leio os "Ensaios", o papel impresso desaparece na penumbra da sala. Alguém respira, alguém vive em mim, um estranho veio ao meu encontro, deixando de ser um estranho mas um amigo que eu sinto muito próximo."
Nº Páginas: 96
Sinopse:
A escrita deste livro sobre Montaigne ocupou os últimos anos de Stefan Zweig, ajudando-o a tirar sentido da sua própria vida e de algumas das suas obsessões — a liberdade individual e a santidade do indivíduo. Com a prosa elegante e intensamente psicológica tão característica da ficção de Zweig, este relato da vida de Montaigne pergunta-nos como devemos pensar e como devemos viver. E é um maravilhoso vislumbre sobre as vidas de biógrafo e biografado — "Quando leio os "Ensaios", o papel impresso desaparece na penumbra da sala. Alguém respira, alguém vive em mim, um estranho veio ao meu encontro, deixando de ser um estranho mas um amigo que eu sinto muito próximo."
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Edição: Set 2017
Nº Páginas: 232
Sinopse:
"Olá, chamo-me Miguel, tenho cinco anos e o Sinatra é o meu cão. Eu e o Sinatra brincamos juntos, dormimos juntos, fazemos bolos juntos. Ele dorme comigo, nos meus pés. No outro dia comeu o nariz do meu boneco novo, o Marshall, e ficou de castigo: dormiu no chão. Só eu é que tenho um cão assim especial."A vida de Miguel podia ser mais uma história de amizade entre uma criança e o seu cão. Mas ela é muito mais do que isso. A vida de Miguel é uma emotiva história de superação que não deixa ninguém indiferente.O crescimento de Miguel assemelhava-se ao das outras crianças, até ao dia em que deixou de falar. Nem sequer chamava pelo seu melhor amigo, Sinatra, o cão da família. Foi nesse momento que os pais decidiram procurar respostas para o que se estaria a passar com o filho. Se outros ficariam arrasados com um diagnóstico de "autismo", Mafalda e Daniel não. A determinação de ambos e o apoio de Sinatra foram fundamentais para a recuperação de Miguel.Este livro não é sobre autismo. É a história de como o amor de um cão pode mudar a vida de uma criança.
Nº Páginas: 232
Sinopse:
"Olá, chamo-me Miguel, tenho cinco anos e o Sinatra é o meu cão. Eu e o Sinatra brincamos juntos, dormimos juntos, fazemos bolos juntos. Ele dorme comigo, nos meus pés. No outro dia comeu o nariz do meu boneco novo, o Marshall, e ficou de castigo: dormiu no chão. Só eu é que tenho um cão assim especial."A vida de Miguel podia ser mais uma história de amizade entre uma criança e o seu cão. Mas ela é muito mais do que isso. A vida de Miguel é uma emotiva história de superação que não deixa ninguém indiferente.O crescimento de Miguel assemelhava-se ao das outras crianças, até ao dia em que deixou de falar. Nem sequer chamava pelo seu melhor amigo, Sinatra, o cão da família. Foi nesse momento que os pais decidiram procurar respostas para o que se estaria a passar com o filho. Se outros ficariam arrasados com um diagnóstico de "autismo", Mafalda e Daniel não. A determinação de ambos e o apoio de Sinatra foram fundamentais para a recuperação de Miguel.Este livro não é sobre autismo. É a história de como o amor de um cão pode mudar a vida de uma criança.
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Edição: Fev 2015
Nº Páginas: 200
Sinopse:
Humberto Delgado ficou conhecido como General sem Medo, pela coragem com que enfrentou a ditadura de Salazar. Aclamado por multidões de norte a sul de Portugal, lutou pela Liberdade até à sua morte às mãos da PIDE, em 13 de Fevereiro de 1965.O livro de memórias de sua filha revela-nos o lado íntimo dessa figura carismática. Humberto Delgado é recordado no seu bom humor e na sua generosidade, como pai a um tempo rigoroso e criador de elos afetivos.A presente obra inclui correspondência violada pela PIDE e uma extraordinária coleção de fotografias na maior parte inéditas. Iva Delgado deixa-nos um testemunho ímpar sobre um homem que se tornou um mito do século XX português.
Nº Páginas: 200
Sinopse:
Humberto Delgado ficou conhecido como General sem Medo, pela coragem com que enfrentou a ditadura de Salazar. Aclamado por multidões de norte a sul de Portugal, lutou pela Liberdade até à sua morte às mãos da PIDE, em 13 de Fevereiro de 1965.O livro de memórias de sua filha revela-nos o lado íntimo dessa figura carismática. Humberto Delgado é recordado no seu bom humor e na sua generosidade, como pai a um tempo rigoroso e criador de elos afetivos.A presente obra inclui correspondência violada pela PIDE e uma extraordinária coleção de fotografias na maior parte inéditas. Iva Delgado deixa-nos um testemunho ímpar sobre um homem que se tornou um mito do século XX português.
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Edição: Set 2023
Nº Páginas: 168
Sinopse:
Com apenas 13 anos, Tony Miranda fugiu a salto sozinho para França. A primeira vez que tinha visto televisão, no salão paroquial da sua aldeia, a freguesia de Torrados, em Felgueiras, um programa mudara-lhe a vida: queria chegar ao cintilante mundo da Alta-Costura parisiense. Foi homem do lixo, dormiu na rua, comeu o pão que o diabo amassou, mas nunca perdeu de vista o seu sonho. E lutou. No final dos anos 60, entrou na Ted Lapidus, marca que revolucionou, com o seu pronto-a-vestir, a moda francesa. Mais tarde, abriu o seu próprio atelier na mesma rua da maison Chanel. Até hoje, Tony Miranda foi o único português a chegar ao mundo da Alta-Costura. Sem rodeios e sem filtros, ele relata a dura vida dos portugueses emigrados clandestinamente para Paris, bem como o inimaginável mundo de luxo, poder e sedução em que se movimentou durante anos. Escritas na primeira pessoa, eis as histórias fascinantes de viagens em jactos privados para vestir presidentes africanos e príncipes sauditas, das provas de roupa a Brigitte Bardot, das conversas com Jacques Brel ou Charles Aznavour ou de grandes festas em Cannes e no Mónaco. Uma vida surpreendente e inspiradora, a de Tony Miranda.
Nº Páginas: 168
Sinopse:
Com apenas 13 anos, Tony Miranda fugiu a salto sozinho para França. A primeira vez que tinha visto televisão, no salão paroquial da sua aldeia, a freguesia de Torrados, em Felgueiras, um programa mudara-lhe a vida: queria chegar ao cintilante mundo da Alta-Costura parisiense. Foi homem do lixo, dormiu na rua, comeu o pão que o diabo amassou, mas nunca perdeu de vista o seu sonho. E lutou. No final dos anos 60, entrou na Ted Lapidus, marca que revolucionou, com o seu pronto-a-vestir, a moda francesa. Mais tarde, abriu o seu próprio atelier na mesma rua da maison Chanel. Até hoje, Tony Miranda foi o único português a chegar ao mundo da Alta-Costura. Sem rodeios e sem filtros, ele relata a dura vida dos portugueses emigrados clandestinamente para Paris, bem como o inimaginável mundo de luxo, poder e sedução em que se movimentou durante anos. Escritas na primeira pessoa, eis as histórias fascinantes de viagens em jactos privados para vestir presidentes africanos e príncipes sauditas, das provas de roupa a Brigitte Bardot, das conversas com Jacques Brel ou Charles Aznavour ou de grandes festas em Cannes e no Mónaco. Uma vida surpreendente e inspiradora, a de Tony Miranda.
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Edição: Set 2020
Nº Páginas: 96
Sinopse:
Verdadeiros tesouros para ler, reler e partilhar, estas Mensagens do Avô são antes de mais um surpreendente espelho das emoções que moldam o relacionamento entre avós e netos. Intemporais e universais, elas ficarão para a posteridade como uma ode ao amor genuíno.
Nº Páginas: 96
Sinopse:
Verdadeiros tesouros para ler, reler e partilhar, estas Mensagens do Avô são antes de mais um surpreendente espelho das emoções que moldam o relacionamento entre avós e netos. Intemporais e universais, elas ficarão para a posteridade como uma ode ao amor genuíno.
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Edição: Set 2020
Nº Páginas: 384
Sinopse:
Effie e Luella Tildon são duas irmãs privilegiadas e pouco habituadas à dureza das ruas de Nova Iorque. Mas perto da mansão da família, ergue-se a sombria House of Mercy, o lar austero onde as raparigas rebeldes da cidade são internadas. As irmãs crescem sem nunca se esquecerem de que nada - nem mesmo uma fortuna como a delas - lhes dará a liberdade de quebrarem as regras. Effie nasceu no dia 1 de janeiro de 1900 com um coração imperfeito, um problema que deveria ter-lhe custado a vida na infância. No entanto, aos 13 anos, é uma menina cheia de imaginação e força de vontade, surpreendendo todos com o seu coração que teima em bater. A irmã mais velha, Luella, é bailarina como a mãe e sonha com uma vida diferente e menos convencional. Quando as irmãs descobrem um segredo chocante sobre o pai, a ânsia de liberdade de Luella intensifica-se e a jovem torna-se cada vez mais ousada. Mas a sua rebeldia tem consequências e um dia ela desaparece misteriosamente. Destroçada, Effie traça um plano para resgatar a irmã, que acredita ter sido enviada para a House of Mercy por ordem do pai. Uma vez lá dentro, o que descobre deixa-a desesperada. Agora, fugir é impossível, e Effie necessitará de toda a sua força e coragem para sobreviver, pondo o coração e a esperança à prova. "Meninas Sem Nome" dá vida a uma Nova Iorque no início do século XX, uma cidade prodigiosa em que as sufragistas marchavam nas ruas, os trabalhadores lutavam por melhores condições - mas a rebeldia das mais jovens era punida com a prisão na House of Mercy.
Nº Páginas: 384
Sinopse:
Effie e Luella Tildon são duas irmãs privilegiadas e pouco habituadas à dureza das ruas de Nova Iorque. Mas perto da mansão da família, ergue-se a sombria House of Mercy, o lar austero onde as raparigas rebeldes da cidade são internadas. As irmãs crescem sem nunca se esquecerem de que nada - nem mesmo uma fortuna como a delas - lhes dará a liberdade de quebrarem as regras. Effie nasceu no dia 1 de janeiro de 1900 com um coração imperfeito, um problema que deveria ter-lhe custado a vida na infância. No entanto, aos 13 anos, é uma menina cheia de imaginação e força de vontade, surpreendendo todos com o seu coração que teima em bater. A irmã mais velha, Luella, é bailarina como a mãe e sonha com uma vida diferente e menos convencional. Quando as irmãs descobrem um segredo chocante sobre o pai, a ânsia de liberdade de Luella intensifica-se e a jovem torna-se cada vez mais ousada. Mas a sua rebeldia tem consequências e um dia ela desaparece misteriosamente. Destroçada, Effie traça um plano para resgatar a irmã, que acredita ter sido enviada para a House of Mercy por ordem do pai. Uma vez lá dentro, o que descobre deixa-a desesperada. Agora, fugir é impossível, e Effie necessitará de toda a sua força e coragem para sobreviver, pondo o coração e a esperança à prova. "Meninas Sem Nome" dá vida a uma Nova Iorque no início do século XX, uma cidade prodigiosa em que as sufragistas marchavam nas ruas, os trabalhadores lutavam por melhores condições - mas a rebeldia das mais jovens era punida com a prisão na House of Mercy.
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Edição: Out 2016
Nº Páginas: 208
Sinopse:
"Chegada a esta fase da minha vida, torna-se, enfim, possível falar de mim, sem qualquer artifício, numa tentativa de dar testemunho de que viver pode ser difícil, mas também pode ser uma prova de superação de nós próprios." Pela primeira vez, Helena Sacadura Cabral aceita abrir o seu baú de memórias. Numa história de vida que corre em paralelo com a de um país em transformação, estas memórias começam na infância, rodeada dos irmãos e dos primos, muito acarinhada por uma família grande e uns avós extremosos, e terminam quando, com um casamento soçobrado e dois filhos, Helena persegue o sonho de começar uma nova vida. É, no fundo, a história de uma mulher que ousou abrir caminho num país em que isso não era garantido, que fez das muitas conquistas a motivação para continuar e transformou as vicissitudes em força renovada para seguir em frente.
Nº Páginas: 208
Sinopse:
"Chegada a esta fase da minha vida, torna-se, enfim, possível falar de mim, sem qualquer artifício, numa tentativa de dar testemunho de que viver pode ser difícil, mas também pode ser uma prova de superação de nós próprios." Pela primeira vez, Helena Sacadura Cabral aceita abrir o seu baú de memórias. Numa história de vida que corre em paralelo com a de um país em transformação, estas memórias começam na infância, rodeada dos irmãos e dos primos, muito acarinhada por uma família grande e uns avós extremosos, e terminam quando, com um casamento soçobrado e dois filhos, Helena persegue o sonho de começar uma nova vida. É, no fundo, a história de uma mulher que ousou abrir caminho num país em que isso não era garantido, que fez das muitas conquistas a motivação para continuar e transformou as vicissitudes em força renovada para seguir em frente.
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Edição: Fev 2018
Nº Páginas: 768
Sinopse:
Este livro retrata a vida e obra de um dos grandes pensadores do século XX. Através das suas memórias, Raymond Aron proporciona ao leitor uma extraordinária reflexão política sobre um século de grandes mudanças, onde se analisam aspectos como a ascensão do nazismo na Alemanha, a crítica ao comunismo e às suas ideologias, a análise sobre a Guerra Fria, as guerras do Vietname e da Argélia, a descolonização francesa e a excessiva valorização do Maio de 1968. São também examinadas, de modo genuíno, as ideias maiores do seu tempo: o marxismo, o existencialismo, o liberalismo. Essa análise é tão habilitada quanto Aron conheceu de perto algumas das mais importantes figuras da sua época, como Charles de Gaulle, André Malraux, Henry Kissinger ou Giscard D’Estaing. Os retratos que faz destes homens são ao mesmo tempo isentos de contemplações e de malícia. Um livro essencial para quem se interessa pelas ideias e políticas que fizeram o século XX, que é também um poderoso testemunho de alguém que se interroga sobre si próprio e sobre a sua obra, sobre as pessoas e sobre a vida e o mundo em geral, numa tentativa de perceber como esse influencia o seu sentir e, sobretudo, o seu pensar.
Nº Páginas: 768
Sinopse:
Este livro retrata a vida e obra de um dos grandes pensadores do século XX. Através das suas memórias, Raymond Aron proporciona ao leitor uma extraordinária reflexão política sobre um século de grandes mudanças, onde se analisam aspectos como a ascensão do nazismo na Alemanha, a crítica ao comunismo e às suas ideologias, a análise sobre a Guerra Fria, as guerras do Vietname e da Argélia, a descolonização francesa e a excessiva valorização do Maio de 1968. São também examinadas, de modo genuíno, as ideias maiores do seu tempo: o marxismo, o existencialismo, o liberalismo. Essa análise é tão habilitada quanto Aron conheceu de perto algumas das mais importantes figuras da sua época, como Charles de Gaulle, André Malraux, Henry Kissinger ou Giscard D’Estaing. Os retratos que faz destes homens são ao mesmo tempo isentos de contemplações e de malícia. Um livro essencial para quem se interessa pelas ideias e políticas que fizeram o século XX, que é também um poderoso testemunho de alguém que se interroga sobre si próprio e sobre a sua obra, sobre as pessoas e sobre a vida e o mundo em geral, numa tentativa de perceber como esse influencia o seu sentir e, sobretudo, o seu pensar.
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Edição: Mai 2009
Nº Páginas: 336
Sinopse:
Escritas em árduas condições no exílio, publicadas em Londres em 1964, as Memórias de Humberto Delgado abarcam os períodos mais relevantes da nossa história contemporânea, desde a implantação da República, passando pela ditadura de Sidónio Pais, pelo 28 de Maio, pela ascensão de Salazar, pela odisseia de Humberto Delgado durante a Segunda Guerra Mundial, até à campanha eleitoral de 1958, que quase derrubou o Estado Novo. Do período do exílio, Humberto Delgado conta a sua experiência no Brasil, a sua viagem pela Europa como líder de Oposição, o caso do "Santa Maria" e a revolta de Beja quando entrou clandestinamente em Portugal. O livro termina em 1962, quando pensa abandonar o Brasil e deslocar-se para a Argélia, a fim de desencadear uma revolta armada contra o regime.
Nº Páginas: 336
Sinopse:
Escritas em árduas condições no exílio, publicadas em Londres em 1964, as Memórias de Humberto Delgado abarcam os períodos mais relevantes da nossa história contemporânea, desde a implantação da República, passando pela ditadura de Sidónio Pais, pelo 28 de Maio, pela ascensão de Salazar, pela odisseia de Humberto Delgado durante a Segunda Guerra Mundial, até à campanha eleitoral de 1958, que quase derrubou o Estado Novo. Do período do exílio, Humberto Delgado conta a sua experiência no Brasil, a sua viagem pela Europa como líder de Oposição, o caso do "Santa Maria" e a revolta de Beja quando entrou clandestinamente em Portugal. O livro termina em 1962, quando pensa abandonar o Brasil e deslocar-se para a Argélia, a fim de desencadear uma revolta armada contra o regime.
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Edição: Out 2011
Nº Páginas: 408
Sinopse:
"As memórias de António Sala, o homem que se tornou uma espécie de «amigo» dos portugueses, que passaram anos a fio de ouvido colado à rádio com o programa «Despertar». Aqui se conta a história (quase) toda, desde as reminiscências de menino, no tempo em que inventou uma máquina de projectar filmes caseiros que ameaçava deitar fogo à casa, até aos dias mais recentes, em que entrevistava políticos e cantores, escritores e outros que tais. Escusado será dizer que por um livro desta natureza passam dezenas, para não dizer centenas de outras pessoas bem conhecidas da nossa praça, radialistas e famosos do mundo da televisão, artistas (Amália é figura de referência) e escritores admirados, como Lobo Antunes, com direito a citação na epígrafe." - Prefácio de José Rodrigues dos Santos
Nº Páginas: 408
Sinopse:
"As memórias de António Sala, o homem que se tornou uma espécie de «amigo» dos portugueses, que passaram anos a fio de ouvido colado à rádio com o programa «Despertar». Aqui se conta a história (quase) toda, desde as reminiscências de menino, no tempo em que inventou uma máquina de projectar filmes caseiros que ameaçava deitar fogo à casa, até aos dias mais recentes, em que entrevistava políticos e cantores, escritores e outros que tais. Escusado será dizer que por um livro desta natureza passam dezenas, para não dizer centenas de outras pessoas bem conhecidas da nossa praça, radialistas e famosos do mundo da televisão, artistas (Amália é figura de referência) e escritores admirados, como Lobo Antunes, com direito a citação na epígrafe." - Prefácio de José Rodrigues dos Santos
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Edição: Mar 2017
Nº Páginas: 468
Sinopse:
José Medeiros Ferreira (1942-2014) distinguiu-se como dirigente estudantil e opositor ao regime salazarista, como governante em particular na fase fundadora da democracia portuguesa, como interventor no espaço público e como académico e historiador. Nos múltiplos campos do seu multifacetado percurso, José Medeiros Ferreira mostrou possuir uma rara capacidade de pensamento livre e autónomo, uma aguda clarividência quanto ao devir da sociedade portuguesa, um reconhecido talento de análise prospetiva alimentado por uma vasta cultura e visão históricas, uma elevada noção da intervenção política e cívica - que exerceu com inteligência, empenhamento e pautada pelos valores da liberdade e da democracia.
Nº Páginas: 468
Sinopse:
José Medeiros Ferreira (1942-2014) distinguiu-se como dirigente estudantil e opositor ao regime salazarista, como governante em particular na fase fundadora da democracia portuguesa, como interventor no espaço público e como académico e historiador. Nos múltiplos campos do seu multifacetado percurso, José Medeiros Ferreira mostrou possuir uma rara capacidade de pensamento livre e autónomo, uma aguda clarividência quanto ao devir da sociedade portuguesa, um reconhecido talento de análise prospetiva alimentado por uma vasta cultura e visão históricas, uma elevada noção da intervenção política e cívica - que exerceu com inteligência, empenhamento e pautada pelos valores da liberdade e da democracia.
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Edição: Jan 2015
Nº Páginas: 240
Sinopse:
Ao ver a avó que o criou enfrentar o triste dia-a-dia de um doente de Alzheimer, Fernando Aguzzoli decidiu largar tudo que tinha - emprego, carreira, estudos - para tentar amenizar o sofrimento com muito amor e riso.Este é um livro que fala da relação entre uma avó e um neto, uma relação de amor incondicional que, no final da vida, vence todos os obstáculos, mesmo aqueles que vêm para devastar o que temos de melhor, as nossas memórias.
Nº Páginas: 240
Sinopse:
Ao ver a avó que o criou enfrentar o triste dia-a-dia de um doente de Alzheimer, Fernando Aguzzoli decidiu largar tudo que tinha - emprego, carreira, estudos - para tentar amenizar o sofrimento com muito amor e riso.Este é um livro que fala da relação entre uma avó e um neto, uma relação de amor incondicional que, no final da vida, vence todos os obstáculos, mesmo aqueles que vêm para devastar o que temos de melhor, as nossas memórias.
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Edição: Mai 2022
Nº Páginas: 248
Sinopse:
Quem foi Sebastião José de Carvalho e Melo, conde de Oeiras e marquês de Pombal? Um grande homem ou um déspota cruel? Camilo Castelo Branco escreveu este livro em resposta às celebrações do centenário da morte de Pombal, em 1882, mostrando o lado negro da vida do governante. Mais do que um perfil, é uma acusação e, por isso, tomámos a liberdade, nesta nova edição, de lhe dar um novo título, retirado do último capítulo da obra: "Marquês de Pombal - Réu Confesso". Camilo, o grande romancista, apresenta-se aqui numa faceta menos divulgada, a de biógrafo e historiador, numa obra que pretendia isenta e que, além do valor literário, propicia uma enriquecedora reflexão sobre um governante que despertou paixões e ódios, num período marcante da história de Portugal.
Nº Páginas: 248
Sinopse:
Quem foi Sebastião José de Carvalho e Melo, conde de Oeiras e marquês de Pombal? Um grande homem ou um déspota cruel? Camilo Castelo Branco escreveu este livro em resposta às celebrações do centenário da morte de Pombal, em 1882, mostrando o lado negro da vida do governante. Mais do que um perfil, é uma acusação e, por isso, tomámos a liberdade, nesta nova edição, de lhe dar um novo título, retirado do último capítulo da obra: "Marquês de Pombal - Réu Confesso". Camilo, o grande romancista, apresenta-se aqui numa faceta menos divulgada, a de biógrafo e historiador, numa obra que pretendia isenta e que, além do valor literário, propicia uma enriquecedora reflexão sobre um governante que despertou paixões e ódios, num período marcante da história de Portugal.
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Edição: Jan 2019
Nº Páginas: 304
Sinopse:
Yusra Mardini abandonou a Síria em 2015, com apenas 17 anos, depois de uma bomba destruir o telhado da piscina onde costumava treinar. Juntamente com a irmã mais velha, embarcou num bote sobrelotado de refugiados em direção à costa da Turquia. Quando a embarcação se começou a afundar, Yusra tomou uma decisão arrojada que mudou a sua vida e salvou os restantes passageiros: atirou-se ao mar para fazer avançar o bote até à costa de Lesbos. A viagem durou várias horas. Mariposa conta a história da jovem Yusra, da Síria devastada pela guerra até aos jogos olímpicos no Rio de Janeiro, onde competiu na recém-formada Equipa Olímpica de Refugiados e realizou o seu sonho de se tornar nadadora olímpica. Ao contar a sua história, a jovem demonstra-nos que os refugiados são pessoas comuns em circunstâncias extraordinárias, que fogem das suas casas para não morrerem dentro delas.
Nº Páginas: 304
Sinopse:
Yusra Mardini abandonou a Síria em 2015, com apenas 17 anos, depois de uma bomba destruir o telhado da piscina onde costumava treinar. Juntamente com a irmã mais velha, embarcou num bote sobrelotado de refugiados em direção à costa da Turquia. Quando a embarcação se começou a afundar, Yusra tomou uma decisão arrojada que mudou a sua vida e salvou os restantes passageiros: atirou-se ao mar para fazer avançar o bote até à costa de Lesbos. A viagem durou várias horas. Mariposa conta a história da jovem Yusra, da Síria devastada pela guerra até aos jogos olímpicos no Rio de Janeiro, onde competiu na recém-formada Equipa Olímpica de Refugiados e realizou o seu sonho de se tornar nadadora olímpica. Ao contar a sua história, a jovem demonstra-nos que os refugiados são pessoas comuns em circunstâncias extraordinárias, que fogem das suas casas para não morrerem dentro delas.
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Edição: Fev 2013
Nº Páginas: 864
Sinopse:
A carreira política de Mário Soares não se compara, na realidade, com a de nenhum outro português. No seu currículo conta com 70 anos de vida política ativa. Durante este período foi: cabeça de lista ou em nome individual, disputou 10 atos eleitorais, dos quais venceu seis (constituintes de 1975, legislativas de 1976 e 1983, presidenciais de 1986 e 1991 e europeias de 1999) e perdeu quatro (legislativas de 1969, 1979 e 1980 e presidenciais de 2006). Não admira, por isso que Mário Soares seja considerado um nome maior do século XX português e o pai da democracia portuguesa. Hoje, aos 88 anos, continua a ser uma voz ativa na política, considerada pela sociedade civil. Um verdadeiro senador. A apetência pelo poder nasceu cedo, estimulada por uma educação de príncipe que parecia programá-lo para o destino que viria a ter. Mas o seu período de formação decorreu contudo em ambiente hostil, no qual teve de enfrentar a cadeia por 12 vezes. Teria sido mais fácil abandonar os desígnios políticos e enveredar por uma carreira profissional estável e próspera como advogado. Resistiu. Ganhou fibra, a mesma que viria a manifestar em diferentes situações ao longo da vida, como, por exemplo, na rutura com os comunistas, no lançamento de um movimento social-democrata em plena ditadura, no patrocínio jurídico à causa da família do assassinado general Humberto Delgado, na teimosa opção por uma candidatura separada do resto da oposição em 1969, na fundação do Partido Socialista, na liderança do movimento contra a radicalização no período revolucionário, na defesa da integração europeia de Portugal, na rutura com António Ramalho Eanes, ou nas opções para a revisão constitucional de 1982. Soares mostrou-se sempre à frente do seu tempo. Para os portugueses sempre foi o "Bochechas". O homem que todos gritavam na rua "Soares é fixe". Afinal, Soares não se portava como um político remetido ao seu Olimpo, mas como um português comum, com as suas dúvidas e hesitações, baralhando números e menosprezando estudos, capaz de dialogar de igual para igual tanto com príncipes como com plebeus, relevando da mesma maneira as cerimónias oficiais e os contactos de rua, sorrindo até nas mais adversas circunstâncias, bonacheirão, atencioso, incapaz de dispensar os melhores confortos, um bom almoço ou uma sesta retemperadora. Sempre foi o presidente de todos os portugueses. O jornalista Joaquim Vieira, depois de vários anos de investigação, e de entrevistas ao próprio biografado, a amigos e inimigos, traça-nos a história de uma vida complexa, com algumas sombras por revelar, como o caso do fax de Macau.Um livro fundamental não só para perceber o homem, mas também a História recente de Portugal.
Nº Páginas: 864
Sinopse:
A carreira política de Mário Soares não se compara, na realidade, com a de nenhum outro português. No seu currículo conta com 70 anos de vida política ativa. Durante este período foi: cabeça de lista ou em nome individual, disputou 10 atos eleitorais, dos quais venceu seis (constituintes de 1975, legislativas de 1976 e 1983, presidenciais de 1986 e 1991 e europeias de 1999) e perdeu quatro (legislativas de 1969, 1979 e 1980 e presidenciais de 2006). Não admira, por isso que Mário Soares seja considerado um nome maior do século XX português e o pai da democracia portuguesa. Hoje, aos 88 anos, continua a ser uma voz ativa na política, considerada pela sociedade civil. Um verdadeiro senador. A apetência pelo poder nasceu cedo, estimulada por uma educação de príncipe que parecia programá-lo para o destino que viria a ter. Mas o seu período de formação decorreu contudo em ambiente hostil, no qual teve de enfrentar a cadeia por 12 vezes. Teria sido mais fácil abandonar os desígnios políticos e enveredar por uma carreira profissional estável e próspera como advogado. Resistiu. Ganhou fibra, a mesma que viria a manifestar em diferentes situações ao longo da vida, como, por exemplo, na rutura com os comunistas, no lançamento de um movimento social-democrata em plena ditadura, no patrocínio jurídico à causa da família do assassinado general Humberto Delgado, na teimosa opção por uma candidatura separada do resto da oposição em 1969, na fundação do Partido Socialista, na liderança do movimento contra a radicalização no período revolucionário, na defesa da integração europeia de Portugal, na rutura com António Ramalho Eanes, ou nas opções para a revisão constitucional de 1982. Soares mostrou-se sempre à frente do seu tempo. Para os portugueses sempre foi o "Bochechas". O homem que todos gritavam na rua "Soares é fixe". Afinal, Soares não se portava como um político remetido ao seu Olimpo, mas como um português comum, com as suas dúvidas e hesitações, baralhando números e menosprezando estudos, capaz de dialogar de igual para igual tanto com príncipes como com plebeus, relevando da mesma maneira as cerimónias oficiais e os contactos de rua, sorrindo até nas mais adversas circunstâncias, bonacheirão, atencioso, incapaz de dispensar os melhores confortos, um bom almoço ou uma sesta retemperadora. Sempre foi o presidente de todos os portugueses. O jornalista Joaquim Vieira, depois de vários anos de investigação, e de entrevistas ao próprio biografado, a amigos e inimigos, traça-nos a história de uma vida complexa, com algumas sombras por revelar, como o caso do fax de Macau.Um livro fundamental não só para perceber o homem, mas também a História recente de Portugal.
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Edição: Jul 2018
Nº Páginas: 368
Sinopse:
D. Mariana Vitória de Bourbon (1718-1781), mulher de D. José I, rainha consorte de Portugal, era filha de Filipe V de Espanha e de Isabel Farnesio. Viveu na corte de Versalhes, pois a sua mão esteve prometida a Luís XV, rei de França. Casou aos 10 anos de idade por procuração em Madrid com o herdeiro da coroa portuguesa, futuro D. José I. O casamento foi consumado quatro anos depois, no dia em que completou 14 anos de idade. Foi mãe de quatro filhas, uma delas a futura D. Maria I. Mulher decidida, prudente, sensata, devota, esmoler e culta, adorava divertir-se na caça, na equitação, nas touradas, na música e em jogos diversos ao uso do seu tempo. D. José I, que nela confiava plenamente, encarregou-a duas vezes do governo do reino. Conselheira de sua filha, a rainha D. Maria I, passou um ano em Espanha ajudando a selar a paz entre as duas monarquias ibéricas.
Nº Páginas: 368
Sinopse:
D. Mariana Vitória de Bourbon (1718-1781), mulher de D. José I, rainha consorte de Portugal, era filha de Filipe V de Espanha e de Isabel Farnesio. Viveu na corte de Versalhes, pois a sua mão esteve prometida a Luís XV, rei de França. Casou aos 10 anos de idade por procuração em Madrid com o herdeiro da coroa portuguesa, futuro D. José I. O casamento foi consumado quatro anos depois, no dia em que completou 14 anos de idade. Foi mãe de quatro filhas, uma delas a futura D. Maria I. Mulher decidida, prudente, sensata, devota, esmoler e culta, adorava divertir-se na caça, na equitação, nas touradas, na música e em jogos diversos ao uso do seu tempo. D. José I, que nela confiava plenamente, encarregou-a duas vezes do governo do reino. Conselheira de sua filha, a rainha D. Maria I, passou um ano em Espanha ajudando a selar a paz entre as duas monarquias ibéricas.
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Edição: Jun 2013
Nº Páginas: 132
Sinopse:
Biografia e retrato da vida Maria José Nogueira Pinto. Uma visão ampla de uma mulher exemplar, mãe de família, que marcou indelevelmente a política e as instituições por onde passou. "Uma mulher inteira, forte e corajosa (…) que perdia o seu tempo com as pessoas. Grandes e pequenas."
Nº Páginas: 132
Sinopse:
Biografia e retrato da vida Maria José Nogueira Pinto. Uma visão ampla de uma mulher exemplar, mãe de família, que marcou indelevelmente a política e as instituições por onde passou. "Uma mulher inteira, forte e corajosa (…) que perdia o seu tempo com as pessoas. Grandes e pequenas."
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Edição: Abr 2016
Nº Páginas: 192
Sinopse:
A biografia da mulher que deu à luz Cristo, dividindo a História em antes e depois Esta é a biografia de Maria, uma mulher e uma mãe que os católicos acreditam ser santa. O autor visitou lugares sagrados e sítios arqueológicos, consultou textos bíblicos e documentos históricos - incluindo do acervo do Vaticano - e recolheu relatos não reconhecidos pela Igreja Católica. O resultado é um amplo retrato de Maria e a reconstituição dos seus passos - da infância à escolha do marido José, da gravidez controversa à fuga para o Egito, das pregações do filho adolescente ao milagre nas Bodas de Caná, das visões em Guadalupe às aparições em Lourdes e Fátima. Aliando o rigor jornalístico a uma investigação profunda, este livro é essencial para que todos, católicos, agnósticos ou ateus, conheçam melhor aquela que é, sem dúvida, uma das mulheres mais importantes da História.
Nº Páginas: 192
Sinopse:
A biografia da mulher que deu à luz Cristo, dividindo a História em antes e depois Esta é a biografia de Maria, uma mulher e uma mãe que os católicos acreditam ser santa. O autor visitou lugares sagrados e sítios arqueológicos, consultou textos bíblicos e documentos históricos - incluindo do acervo do Vaticano - e recolheu relatos não reconhecidos pela Igreja Católica. O resultado é um amplo retrato de Maria e a reconstituição dos seus passos - da infância à escolha do marido José, da gravidez controversa à fuga para o Egito, das pregações do filho adolescente ao milagre nas Bodas de Caná, das visões em Guadalupe às aparições em Lourdes e Fátima. Aliando o rigor jornalístico a uma investigação profunda, este livro é essencial para que todos, católicos, agnósticos ou ateus, conheçam melhor aquela que é, sem dúvida, uma das mulheres mais importantes da História.
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Edição: Set 2012
Nº Páginas: 312
Sinopse:
Maria de Jesus Simões Barroso nasceu no Algarve em 1925. Ainda criança muda-se para Setúbal, onde faz a escola primária, descobre o prazer da escrita e apaixona-se pela leitura. Na adolescência declamava poesia, a família descobre-lhe o talento para a representação. Ainda adolescente torna-se aluna do curso de Representação Dramática do Conservatório Nacional. Nascia uma mulher de palco. Na companhia Rey Colaço - Robles Monteiro representou, no Teatro Nacional, várias peças sempre com o aplauso da crítica e do público. Em 1945 conhece Mário Soares. Casaram, tiveram dois filhos e um percurso de vida nem sempre fácil devido às sucessivas prisões de Mário Soares, às perseguições políticas de que ambos foram vítimas. Do palco do teatro, para o palco da política, esta mulher enriqueceu a sua vida dedicando-se a muitas causas humanitárias. Criou a Pro Diginitate, a fundação onde ainda trabalha com o mesmo empenho e dedicação que sempre a caracterizaram. "Maria Barroso - Um olhar sobre a vida" é mais do que uma biografia. É uma homenagem a uma mulher ímpar na vida cultural do nosso país, uma figura incontornável, um ser humano que, com este livro, aprendemos a admirar.
Nº Páginas: 312
Sinopse:
Maria de Jesus Simões Barroso nasceu no Algarve em 1925. Ainda criança muda-se para Setúbal, onde faz a escola primária, descobre o prazer da escrita e apaixona-se pela leitura. Na adolescência declamava poesia, a família descobre-lhe o talento para a representação. Ainda adolescente torna-se aluna do curso de Representação Dramática do Conservatório Nacional. Nascia uma mulher de palco. Na companhia Rey Colaço - Robles Monteiro representou, no Teatro Nacional, várias peças sempre com o aplauso da crítica e do público. Em 1945 conhece Mário Soares. Casaram, tiveram dois filhos e um percurso de vida nem sempre fácil devido às sucessivas prisões de Mário Soares, às perseguições políticas de que ambos foram vítimas. Do palco do teatro, para o palco da política, esta mulher enriqueceu a sua vida dedicando-se a muitas causas humanitárias. Criou a Pro Diginitate, a fundação onde ainda trabalha com o mesmo empenho e dedicação que sempre a caracterizaram. "Maria Barroso - Um olhar sobre a vida" é mais do que uma biografia. É uma homenagem a uma mulher ímpar na vida cultural do nosso país, uma figura incontornável, um ser humano que, com este livro, aprendemos a admirar.
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Edição: Abr 2016
Nº Páginas: 144
Sinopse:
Biografia de uma personagem misteriosa e sedutora que marcou o seu tempo, Margarida Marante foi jornalista, estrela de televisão, temida e respeitada por políticos. Os dramas da vida pessoal levaram-na pelo perigoso caminho do consumo de drogas rumo ao abismo.
Nº Páginas: 144
Sinopse:
Biografia de uma personagem misteriosa e sedutora que marcou o seu tempo, Margarida Marante foi jornalista, estrela de televisão, temida e respeitada por políticos. Os dramas da vida pessoal levaram-na pelo perigoso caminho do consumo de drogas rumo ao abismo.
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Edição: Out 2016
Nº Páginas: 586
Sinopse:
Marcello Caetano, 1906-1980, de Francisco Martinho (académico brasileiro, "pupilo" de António Costa Pinto), retrata a vida e o homem nos seus vários quadrantes: família, academia, política e exílio. De ressaltar a enfâse dada ao exílio, apresentado como um período "desafogado" financeira e socialmente, ao contrário do que se poderá julgar. Inclusive, o autor ressalta a relação epistolar de amizade, ou algo mais -alvitra, com Maria Helena Prieto.
Nº Páginas: 586
Sinopse:
Marcello Caetano, 1906-1980, de Francisco Martinho (académico brasileiro, "pupilo" de António Costa Pinto), retrata a vida e o homem nos seus vários quadrantes: família, academia, política e exílio. De ressaltar a enfâse dada ao exílio, apresentado como um período "desafogado" financeira e socialmente, ao contrário do que se poderá julgar. Inclusive, o autor ressalta a relação epistolar de amizade, ou algo mais -alvitra, com Maria Helena Prieto.
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Edição: Nov 2014
Nº Páginas: 712
Sinopse:
"Em Janeiro de 2011, ainda antes da chegada da troika a Portugal, o país foi confrontado com o primeiro corte salarial aos funcionários públicos. Na altura lembrei-me que essa medida era expressamente rejeitada no Manual de Direito Administrativo de Marcello Caetano, que só a admitia como grave sanção penal. Escrevi, por isso, no meu blogue (http://syntagma.blogs.sapo.pt/16439.html), um pequeno texto intitulado "Recordando Marcello Caetano", no qual chamava a atenção que o regime democrático estava a permitir algo que nem o último presidente do Conselho do Estado Novo admitiria. Esse texto teve ampla repercussão na Internet, o que motivou o meu interesse em realizar uma investigação mais aprofundada sobre a vida de Marcello Caetano. Através da consulta de obras de diversos autores, de jornais antigos, bem como de documentação existente nos arquivos e espólios pessoais, procurei assim descobrir os diversos traços da personalidade complexa de Marcello Caetano e do que foi a sua vida. O consulado de Marcello Caetano é infelizmente desvalorizado na história do século xx, sendo apresentado quase como um parêntese entre o regime salazarista e o regime democrático que se seguiu à Revolução de 25 de Abril de 1974. Tal constitui uma perspetiva extremamente injusta, pois esquece a extraordinária obra do governo de Marcello Caetano, especialmente nos planos, económico, social e laboral. Na verdade, Marcello Caetano deve ser considerado como o verdadeiro fundador do Estado social em Portugal, que o regime democrático depois veio a desenvolver e cuja sustentabilidade é hoje tão questionada. Precisamente por isso, quando, passados 40 anos após a Revolução de 25 de Abril, se assiste ao desmantelamento progressivo do Estado social, convém que a História preste alguma atenção à vida do homem que o iniciou no nosso país."
Nº Páginas: 712
Sinopse:
"Em Janeiro de 2011, ainda antes da chegada da troika a Portugal, o país foi confrontado com o primeiro corte salarial aos funcionários públicos. Na altura lembrei-me que essa medida era expressamente rejeitada no Manual de Direito Administrativo de Marcello Caetano, que só a admitia como grave sanção penal. Escrevi, por isso, no meu blogue (http://syntagma.blogs.sapo.pt/16439.html), um pequeno texto intitulado "Recordando Marcello Caetano", no qual chamava a atenção que o regime democrático estava a permitir algo que nem o último presidente do Conselho do Estado Novo admitiria. Esse texto teve ampla repercussão na Internet, o que motivou o meu interesse em realizar uma investigação mais aprofundada sobre a vida de Marcello Caetano. Através da consulta de obras de diversos autores, de jornais antigos, bem como de documentação existente nos arquivos e espólios pessoais, procurei assim descobrir os diversos traços da personalidade complexa de Marcello Caetano e do que foi a sua vida. O consulado de Marcello Caetano é infelizmente desvalorizado na história do século xx, sendo apresentado quase como um parêntese entre o regime salazarista e o regime democrático que se seguiu à Revolução de 25 de Abril de 1974. Tal constitui uma perspetiva extremamente injusta, pois esquece a extraordinária obra do governo de Marcello Caetano, especialmente nos planos, económico, social e laboral. Na verdade, Marcello Caetano deve ser considerado como o verdadeiro fundador do Estado social em Portugal, que o regime democrático depois veio a desenvolver e cuja sustentabilidade é hoje tão questionada. Precisamente por isso, quando, passados 40 anos após a Revolução de 25 de Abril, se assiste ao desmantelamento progressivo do Estado social, convém que a História preste alguma atenção à vida do homem que o iniciou no nosso país."
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Edição: Mai 2019
Nº Páginas: 344
Sinopse:
Conhecer o melhor possível o mundo árabe é uma necessidade imperiosa perante as crescentes perplexidades que ele nos desperta. Ultrapassar o fosso de uma certa estranheza, alimentada de ideias simplistas ou demasiado genéricas, é indispensável, muito especialmente para o leitor português que nunca deverá esquecer o contributo árabe na sua história. Além disso, redescobrir esta civilização que marcou, e marca, os destinos de todo o mundo, é também uma tarefa particularmente apaixonante. Ir à raiz é certamente a maneira mais eficaz e mais aliciante de colmatar a lacuna existente. Com "Maomé", livro onde se cruzam todos os problemas de uma religião e do nascimento de um império e de uma cultura, Maxime Rodinson dá-nos uma obra de reconhecida competência, constantemente reeditada em França e traduzida em muitos países, em que o rigor e a erudição do historiador se aliam à formação do sociólogo e do orientalista, para criar um texto claro, penetrante, e quase exaustivo.
Nº Páginas: 344
Sinopse:
Conhecer o melhor possível o mundo árabe é uma necessidade imperiosa perante as crescentes perplexidades que ele nos desperta. Ultrapassar o fosso de uma certa estranheza, alimentada de ideias simplistas ou demasiado genéricas, é indispensável, muito especialmente para o leitor português que nunca deverá esquecer o contributo árabe na sua história. Além disso, redescobrir esta civilização que marcou, e marca, os destinos de todo o mundo, é também uma tarefa particularmente apaixonante. Ir à raiz é certamente a maneira mais eficaz e mais aliciante de colmatar a lacuna existente. Com "Maomé", livro onde se cruzam todos os problemas de uma religião e do nascimento de um império e de uma cultura, Maxime Rodinson dá-nos uma obra de reconhecida competência, constantemente reeditada em França e traduzida em muitos países, em que o rigor e a erudição do historiador se aliam à formação do sociólogo e do orientalista, para criar um texto claro, penetrante, e quase exaustivo.
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Edição: Jul 2017
Nº Páginas: 160
Sinopse:
Numa conversa franca, Manuel Maria Carrilho fala do seu percurso, desde os tempos de infância, vividos entre o granito de Viseu, a universidade e as lutas estudantis, até ao reconhecimento público enquanto político e intelectual. Homem atento e interveniente, da política à cultura, passando pela filosofia, paixão de sempre, Carrilho deixou obra feita enquanto político e académico. Foi professor, ministro da Cultura e representante de Portugal na Unesco. Escreveu cerca de trinta livros de ensaios e crónicas. Hoje, continua a dedicar-se à leitura, à escrita e à reflexão. José Jorge Letria conduz com mestria uma entrevista onde se fala abertamente dos problemas que atormentam o mundo contemporâneo e onde se encontram revelações sobre a história de vida de uma das personalidades mais singulares da vida pública de Portugal.
Nº Páginas: 160
Sinopse:
Numa conversa franca, Manuel Maria Carrilho fala do seu percurso, desde os tempos de infância, vividos entre o granito de Viseu, a universidade e as lutas estudantis, até ao reconhecimento público enquanto político e intelectual. Homem atento e interveniente, da política à cultura, passando pela filosofia, paixão de sempre, Carrilho deixou obra feita enquanto político e académico. Foi professor, ministro da Cultura e representante de Portugal na Unesco. Escreveu cerca de trinta livros de ensaios e crónicas. Hoje, continua a dedicar-se à leitura, à escrita e à reflexão. José Jorge Letria conduz com mestria uma entrevista onde se fala abertamente dos problemas que atormentam o mundo contemporâneo e onde se encontram revelações sobre a história de vida de uma das personalidades mais singulares da vida pública de Portugal.
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Edição: Abr 2015
Nº Páginas: 224
Sinopse:
"Sei que terei de parar de flmar um dia. Só espero parar de viver primeiro." Manoel de Oliveira Este livro é sobre Manoel de Oliveira. São episódios da vida de um homem e do seu trabalho, evocados por ele em diversas entrevistas, documentários e um pouco também nos seus filmes, e que me ajudaram a descobrir o homem para lá do cineasta, que não se esgota nestas páginas; um Manoel de Oliveira pessoal e transmissível, imortalizado através dos filhos, netos e bisnetos, em ramificações do amor na sua fixação mais certa. Porque nem o corpo nem a alma sobrevivem ao tempo, vícios que apenas o cinema e a literatura podem ter a ambição de perpetuar.
Nº Páginas: 224
Sinopse:
"Sei que terei de parar de flmar um dia. Só espero parar de viver primeiro." Manoel de Oliveira Este livro é sobre Manoel de Oliveira. São episódios da vida de um homem e do seu trabalho, evocados por ele em diversas entrevistas, documentários e um pouco também nos seus filmes, e que me ajudaram a descobrir o homem para lá do cineasta, que não se esgota nestas páginas; um Manoel de Oliveira pessoal e transmissível, imortalizado através dos filhos, netos e bisnetos, em ramificações do amor na sua fixação mais certa. Porque nem o corpo nem a alma sobrevivem ao tempo, vícios que apenas o cinema e a literatura podem ter a ambição de perpetuar.
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Edição: Jun 2019
Nº Páginas: 256
Sinopse:
Destacado dirigente da UNITA, N'Zau Puna é um nome incontornável da história angolana. Viveu os seus momentos essenciais e privou com as suas principais figuras, revelando-os em primeira mão. Tudo é recordado, nada é esquecido. Agora que as armas se calaram, o velho guerrilheiro poisa a espingarda e pega na pena. Lega aos vindouros um testemunho imprescindível numa prosa acutilante. Sem meias-palavras, falando para o futuro, pondo a nu uma vida que se confunde com um país
Nº Páginas: 256
Sinopse:
Destacado dirigente da UNITA, N'Zau Puna é um nome incontornável da história angolana. Viveu os seus momentos essenciais e privou com as suas principais figuras, revelando-os em primeira mão. Tudo é recordado, nada é esquecido. Agora que as armas se calaram, o velho guerrilheiro poisa a espingarda e pega na pena. Lega aos vindouros um testemunho imprescindível numa prosa acutilante. Sem meias-palavras, falando para o futuro, pondo a nu uma vida que se confunde com um país
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