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Edição: Ago 2021
Nº Páginas: 224
Sinopse:
Mais actual que nunca, este livro segue a vida de Inês, que aparenta ser a menina perfeita. Frequenta um dos melhores colégios nos arredores de Lisboa e relaciona-se com filhos de embaixadores e presidentes de grandes empresas. Mas na verdade os seus dias são passados com os seus amigos consumidores regulares de drogas, em arriscados jogos sexuais e uma utilização abusiva e desregulada das redes sociais onde trocam nudes e partilham o seu estilo de vida caótico. As suas vidas são uma espiral marcada pelo descontrolo físico e emocional. Francisco Salgueiro dá voz à história real e chocante de uma adolescente portuguesa, contada na primeira pessoa. Um aviso para os pais estarem mais atentos ao que se passa nas suas casas.
Nº Páginas: 224
Sinopse:
Mais actual que nunca, este livro segue a vida de Inês, que aparenta ser a menina perfeita. Frequenta um dos melhores colégios nos arredores de Lisboa e relaciona-se com filhos de embaixadores e presidentes de grandes empresas. Mas na verdade os seus dias são passados com os seus amigos consumidores regulares de drogas, em arriscados jogos sexuais e uma utilização abusiva e desregulada das redes sociais onde trocam nudes e partilham o seu estilo de vida caótico. As suas vidas são uma espiral marcada pelo descontrolo físico e emocional. Francisco Salgueiro dá voz à história real e chocante de uma adolescente portuguesa, contada na primeira pessoa. Um aviso para os pais estarem mais atentos ao que se passa nas suas casas.
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Edição: Mar 2018
Nº Páginas: 544
Sinopse:
Confrontado com o desmoronar dos valores americanos e das fundações da economia ocidental, Joseph Stiglitz traça o caminho para a verdadeira recuperação económica e para uma sociedade mais igualitária. Nos últimos anos, Stiglitz tem denunciado com insistência os maiores desafios económicos com que os Estados Unidos da América se deparam, começando pela Grande Recessão e culminando no diagnóstico da crescente desigualdade social e económica do seu país. "O Fim da Desigualdade" colige alguns dos seus ensaios mais provocadores sobre este tema, começando pelo artigo que deu origem ao slogan do movimento Occupy Wall Street, "Nós somos os 99 %", e prosseguindo para textos que demonstram que a igualdade de oportunidade é um mito e que a enorme desigualdade hoje registada é uma escolha. Sempre proativo, Stiglitz termina com propostas concretas sobre como fomentar o desenvolvimento, criar oportunidades e reduzir a desigualdade.
Nº Páginas: 544
Sinopse:
Confrontado com o desmoronar dos valores americanos e das fundações da economia ocidental, Joseph Stiglitz traça o caminho para a verdadeira recuperação económica e para uma sociedade mais igualitária. Nos últimos anos, Stiglitz tem denunciado com insistência os maiores desafios económicos com que os Estados Unidos da América se deparam, começando pela Grande Recessão e culminando no diagnóstico da crescente desigualdade social e económica do seu país. "O Fim da Desigualdade" colige alguns dos seus ensaios mais provocadores sobre este tema, começando pelo artigo que deu origem ao slogan do movimento Occupy Wall Street, "Nós somos os 99 %", e prosseguindo para textos que demonstram que a igualdade de oportunidade é um mito e que a enorme desigualdade hoje registada é uma escolha. Sempre proativo, Stiglitz termina com propostas concretas sobre como fomentar o desenvolvimento, criar oportunidades e reduzir a desigualdade.
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Edição: Abr 2009
Nº Páginas: 192
Sinopse:
A actual crise financeira e económica tem suscitado um renovado interesse pelo Estado, pela sua intervenção, pela sua virtual capacidade de pilotagem e conformação social (ou, mais precisamente, "societal"). Este "entusiasmo pelo Estado", prenhe de um Keynesianismo romanceado, não olha para o Estado enquanto forma histórica de organização politica das comunidades humanas. Olha, isso sim, com zelo pragmático e nostalgia ideológica, para uma das "formas de vida", hipóstases ou "incarnações" do Estado: a do Estado interventor. No actual patamar de desenvolvimento das formas de composição politica, talvez seja ainda suficiente, mas é inegavelmente pouco.
Nº Páginas: 192
Sinopse:
A actual crise financeira e económica tem suscitado um renovado interesse pelo Estado, pela sua intervenção, pela sua virtual capacidade de pilotagem e conformação social (ou, mais precisamente, "societal"). Este "entusiasmo pelo Estado", prenhe de um Keynesianismo romanceado, não olha para o Estado enquanto forma histórica de organização politica das comunidades humanas. Olha, isso sim, com zelo pragmático e nostalgia ideológica, para uma das "formas de vida", hipóstases ou "incarnações" do Estado: a do Estado interventor. No actual patamar de desenvolvimento das formas de composição politica, talvez seja ainda suficiente, mas é inegavelmente pouco.
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Edição: Jan 2013
Nº Páginas: 72
Sinopse:
Após Perdoar Helena José Tolentino Mendonça regressa ao teatro com uma nova peça onde interagem cinco personagens: 3 homens e 2 mulheres. John Wolf, o guia da floresta; 2 caminhantes: Peter Weil (meia idade) e Jacob (mais novo). E duas mulheres: a jovem Viviane Mars e o Destino."Um dia os homens deixarão os aviões, os transatlânticos, os comboios de alta velocidade, os automóveis para regressar aos caminhos do bosque."
Nº Páginas: 72
Sinopse:
Após Perdoar Helena José Tolentino Mendonça regressa ao teatro com uma nova peça onde interagem cinco personagens: 3 homens e 2 mulheres. John Wolf, o guia da floresta; 2 caminhantes: Peter Weil (meia idade) e Jacob (mais novo). E duas mulheres: a jovem Viviane Mars e o Destino."Um dia os homens deixarão os aviões, os transatlânticos, os comboios de alta velocidade, os automóveis para regressar aos caminhos do bosque."
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Edição: Fev 2020
Nº Páginas: 264
Sinopse:
Um dos mais eminentes filósofos da mente propõe um argumento lúcido e provocador que cria uma imagem radicalmente nova da consciência humana: o pampsiquismo. Compreender a maneira como o cérebro produz a consciência é um dos maiores desafios científicos do nosso tempo. Philip Goff propõe uma alternativa empolgante que poderá desbravar novos caminhos. Com raízes numa análise dos fundamentos filosóficos da ciência moderna e baseado na obra, que remonta ao princípio do século XX, de Arthur Eddington e Bertrand Russell, Goff apresenta argumentos convincentes a favor do pampsiquismo, uma teoria que propõe que a consciência não está confinada às entidades biológicas mas é uma característica fundamental de toda a matéria física, das partículas subatómicas ao cérebro humano.
Nº Páginas: 264
Sinopse:
Um dos mais eminentes filósofos da mente propõe um argumento lúcido e provocador que cria uma imagem radicalmente nova da consciência humana: o pampsiquismo. Compreender a maneira como o cérebro produz a consciência é um dos maiores desafios científicos do nosso tempo. Philip Goff propõe uma alternativa empolgante que poderá desbravar novos caminhos. Com raízes numa análise dos fundamentos filosóficos da ciência moderna e baseado na obra, que remonta ao princípio do século XX, de Arthur Eddington e Bertrand Russell, Goff apresenta argumentos convincentes a favor do pampsiquismo, uma teoria que propõe que a consciência não está confinada às entidades biológicas mas é uma característica fundamental de toda a matéria física, das partículas subatómicas ao cérebro humano.
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Edição: Out 2020
Nº Páginas: 600
Sinopse:
Dos autores do bestseller internacional Porque Falham as Nações, uma nova obra crucial que responde à pergunta "porque floresce a liberdade em alguns Estados mas é presa do autoritarismo e da anarquia noutros?" e que nos explica como podemos preservar a liberdade, apesar das novas ameaças que pesam sobre ela. Em Porque Falham as Nações, Acemoglu e Robinson demonstraram que a ascensão e a queda dos países dependem não da cultura, geografia ou acaso, mas do poder das instituições. No presente livro, constroem uma nova teoria sobre a liberdade e as formas de a alcançar, recorrendo a numerosos exemplos, tanto da atualidade como de vários períodos da história mundial.
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Dos autores do bestseller internacional Porque Falham as Nações, uma nova obra crucial que responde à pergunta "porque floresce a liberdade em alguns Estados mas é presa do autoritarismo e da anarquia noutros?" e que nos explica como podemos preservar a liberdade, apesar das novas ameaças que pesam sobre ela. Em Porque Falham as Nações, Acemoglu e Robinson demonstraram que a ascensão e a queda dos países dependem não da cultura, geografia ou acaso, mas do poder das instituições. No presente livro, constroem uma nova teoria sobre a liberdade e as formas de a alcançar, recorrendo a numerosos exemplos, tanto da atualidade como de vários períodos da história mundial.
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Edição: Dez 2008
Nº Páginas: 402
Sinopse:
"O Enigma de Sophia de Mello Breyner Andresen: Da Sombra à Claridade" é uma reflexão abrangente sobre toda a obra de Sophia, poetisa singular da literatura portuguesa, através da análise das principais temáticas que a estruturam e que constituem as três partes deste livro: - "No Tempo Dividido", estudo aprofundado do tempo, tema central na sua obra; - "Navegações", sobre a eterna viagem de descoberta, onde Sophia recria o percurso da aventura portuguesa dos Descobrimentos para o transformar numa viagem iniciática de descoberta do Eu e do Outro; - "O Nome das Coisas", uma abordagem transversal em que, através do paralelismo com outros autores, como fernando Pessoa ou Jorge Luís Borges, melhor se revela a especificidade da obra de Sophia.
Nº Páginas: 402
Sinopse:
"O Enigma de Sophia de Mello Breyner Andresen: Da Sombra à Claridade" é uma reflexão abrangente sobre toda a obra de Sophia, poetisa singular da literatura portuguesa, através da análise das principais temáticas que a estruturam e que constituem as três partes deste livro: - "No Tempo Dividido", estudo aprofundado do tempo, tema central na sua obra; - "Navegações", sobre a eterna viagem de descoberta, onde Sophia recria o percurso da aventura portuguesa dos Descobrimentos para o transformar numa viagem iniciática de descoberta do Eu e do Outro; - "O Nome das Coisas", uma abordagem transversal em que, através do paralelismo com outros autores, como fernando Pessoa ou Jorge Luís Borges, melhor se revela a especificidade da obra de Sophia.
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Edição: Jan 2019
Nº Páginas: 192
Sinopse:
Em 2017, a cidade de Lisboa foi a Capital Ibero-Americana de Cultura, uma iniciativa cultural de programação intensa e diversa, que incluiu um importante ciclo de conferências protagonizado por personalidades de relevo dos países envolvidos. Estes livros são o resultado desse ciclo de conferências. "Não é de todo possível fazer uma síntese da América Latina, conceito que tem pouco mais de 150 anos, ou sequer do iberoamericanismo, conceito ainda mais ambíguo, nem essa foi alguma vez uma ilusão da programação de Passado e Presente — Lisboa, Capital Iberoamericana de Cultura 2017. O que se ensaia fazer é dar a ver e ouvir as falas das Américas, as suas múltiplas e diversas falas. Não só as que dizem respeito ao mundo tal como ele é olhado do lado de lá — enquadradas pelas novas narrativas que, com argumentos sólidos, se iniciaram na década de 1970 e que continuam hoje, com os contributos de intérpretes da diáspora latinoamericana —, mas também as falas e os contributos de europeus atentos à necessidade de olhar de novo a expansão, o colonial, e de encontrar novas fontes documentais, não para proceder a uma síntese, à fabricação de uma história única, mas sim para desocultar o que precisa de ser desocultado."
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Sinopse:
Em 2017, a cidade de Lisboa foi a Capital Ibero-Americana de Cultura, uma iniciativa cultural de programação intensa e diversa, que incluiu um importante ciclo de conferências protagonizado por personalidades de relevo dos países envolvidos. Estes livros são o resultado desse ciclo de conferências. "Não é de todo possível fazer uma síntese da América Latina, conceito que tem pouco mais de 150 anos, ou sequer do iberoamericanismo, conceito ainda mais ambíguo, nem essa foi alguma vez uma ilusão da programação de Passado e Presente — Lisboa, Capital Iberoamericana de Cultura 2017. O que se ensaia fazer é dar a ver e ouvir as falas das Américas, as suas múltiplas e diversas falas. Não só as que dizem respeito ao mundo tal como ele é olhado do lado de lá — enquadradas pelas novas narrativas que, com argumentos sólidos, se iniciaram na década de 1970 e que continuam hoje, com os contributos de intérpretes da diáspora latinoamericana —, mas também as falas e os contributos de europeus atentos à necessidade de olhar de novo a expansão, o colonial, e de encontrar novas fontes documentais, não para proceder a uma síntese, à fabricação de uma história única, mas sim para desocultar o que precisa de ser desocultado."
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Edição: Jan 2019
Nº Páginas: 156
Sinopse:
Em 2017, a cidade de Lisboa foi a Capital Ibero-Americana de Cultura, uma iniciativa cultural de programação intensa e diversa, que incluiu um importante ciclo de conferências protagonizado por personalidades de relevo dos países envolvidos. Estes livros são o resultado desse ciclo de conferências. "Não é de todo possível fazer uma síntese da América Latina, conceito que tem pouco mais de 150 anos, ou sequer do iberoamericanismo, conceito ainda mais ambíguo, nem essa foi alguma vez uma ilusão da programação de Passado e Presente — Lisboa, Capital Iberoamericana de Cultura 2017. O que se ensaia fazer é dar a ver e ouvir as falas das Américas, as suas múltiplas e diversas falas. Não só as que dizem respeito ao mundo tal como ele é olhado do lado de lá — enquadradas pelas novas narrativas que, com argumentos sólidos, se iniciaram na década de 1970 e que continuam hoje, com os contributos de intérpretes da diáspora latinoamericana —, mas também as falas e os contributos de europeus atentos à necessidade de olhar de novo a expansão, o colonial, e de encontrar novas fontes documentais, não para proceder a uma síntese, à fabricação de uma história única, mas sim para desocultar o que precisa de ser desocultado."
Nº Páginas: 156
Sinopse:
Em 2017, a cidade de Lisboa foi a Capital Ibero-Americana de Cultura, uma iniciativa cultural de programação intensa e diversa, que incluiu um importante ciclo de conferências protagonizado por personalidades de relevo dos países envolvidos. Estes livros são o resultado desse ciclo de conferências. "Não é de todo possível fazer uma síntese da América Latina, conceito que tem pouco mais de 150 anos, ou sequer do iberoamericanismo, conceito ainda mais ambíguo, nem essa foi alguma vez uma ilusão da programação de Passado e Presente — Lisboa, Capital Iberoamericana de Cultura 2017. O que se ensaia fazer é dar a ver e ouvir as falas das Américas, as suas múltiplas e diversas falas. Não só as que dizem respeito ao mundo tal como ele é olhado do lado de lá — enquadradas pelas novas narrativas que, com argumentos sólidos, se iniciaram na década de 1970 e que continuam hoje, com os contributos de intérpretes da diáspora latinoamericana —, mas também as falas e os contributos de europeus atentos à necessidade de olhar de novo a expansão, o colonial, e de encontrar novas fontes documentais, não para proceder a uma síntese, à fabricação de uma história única, mas sim para desocultar o que precisa de ser desocultado."
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Edição: Fev 2019
Nº Páginas: 432
Sinopse:
"Contra todas as evidências, o mundo continua a interessar-me. Os meus sobrinhos, mais do que os meus irmãos, entendem este eremitério de Moledo, a casa onde me instalei nos anos oitenta, como uma espécie de observatório inclinado sobre o mar, mas de onde suspeito que o resto do universo continua a mover-se – e de uma forma mais interessante do que Galileu Galilei imaginava."
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Sinopse:
"Contra todas as evidências, o mundo continua a interessar-me. Os meus sobrinhos, mais do que os meus irmãos, entendem este eremitério de Moledo, a casa onde me instalei nos anos oitenta, como uma espécie de observatório inclinado sobre o mar, mas de onde suspeito que o resto do universo continua a mover-se – e de uma forma mais interessante do que Galileu Galilei imaginava."
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Edição: Out 2020
Nº Páginas: 192
Sinopse:
Numa época de obsessão com a imagem, como podemos ajudar os nossos filhos a fazerem as pazes com o seu corpo quando este não corresponde aos cânones estabelecidos pela ditadura das redes sociais? Vivemos numa era em que a imagem é tudo e a padronização da beleza física assume um peso cada vez mais excessivo. Livros sobre dietas são os mais vendidos e aumenta a procura de cirurgias estéticas. O corpo passou a ser um objeto de culto a ser exposto e exibido em público. Mas o que acontece quando as crianças e adolescentes veem esse mesmo corpo transformar-se com o crescimento e o convertem numa fonte de angústia? Como explicar o aumento de situações de depressão e ansiedade em idades cada vez mais precoces, ao mesmo tempo que os episódios de automutilação em crianças e jovens se tornam mais frequentes? À medida que se vai crescendo, o corpo torna-se progressivamente um espelho bastante fidedigno de diversas experiências de vida. Em paralelo, constitui uma tela onde a identidade é vincada em marcas como tatuagens, piercings ou alargadores, e as emoções se manifestam literalmente à flor da pele. Neste novo livro, o pedopsiquiatra Pedro Strecht reflete sobre a relação conflituosa entre o corpo e a mente e o papel da construção da imagem corporal como integrante e modeladora de uma verdadeira identidade emocional. Ao mesmo tempo, aborda também a dor enquanto expressão do mal-estar físico, quase sempre ligada a um fundo emocional.
Nº Páginas: 192
Sinopse:
Numa época de obsessão com a imagem, como podemos ajudar os nossos filhos a fazerem as pazes com o seu corpo quando este não corresponde aos cânones estabelecidos pela ditadura das redes sociais? Vivemos numa era em que a imagem é tudo e a padronização da beleza física assume um peso cada vez mais excessivo. Livros sobre dietas são os mais vendidos e aumenta a procura de cirurgias estéticas. O corpo passou a ser um objeto de culto a ser exposto e exibido em público. Mas o que acontece quando as crianças e adolescentes veem esse mesmo corpo transformar-se com o crescimento e o convertem numa fonte de angústia? Como explicar o aumento de situações de depressão e ansiedade em idades cada vez mais precoces, ao mesmo tempo que os episódios de automutilação em crianças e jovens se tornam mais frequentes? À medida que se vai crescendo, o corpo torna-se progressivamente um espelho bastante fidedigno de diversas experiências de vida. Em paralelo, constitui uma tela onde a identidade é vincada em marcas como tatuagens, piercings ou alargadores, e as emoções se manifestam literalmente à flor da pele. Neste novo livro, o pedopsiquiatra Pedro Strecht reflete sobre a relação conflituosa entre o corpo e a mente e o papel da construção da imagem corporal como integrante e modeladora de uma verdadeira identidade emocional. Ao mesmo tempo, aborda também a dor enquanto expressão do mal-estar físico, quase sempre ligada a um fundo emocional.
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Edição: Nov 2017
Nº Páginas: 184
Sinopse:
Durante doze anos Dom Januário Torgal Ferreira foi bispo das Forças Armadas e de Segurança. Desempenhou de tal modo, com tal rigor e elevação, estas difíceis funções que se tornou uma das mais populares e admiradas figuras da hierarquia católica portuguesa. O presente livro ¿ com o significativo título de O Concreto da Paz Só com Justiça ¿ é uma síntese perfeita do pensamento de Dom Januário. Ao lê-lo percebemos o que pode a Igreja Católica fazer, através da ação de um dos seus membros, pela paz e pela justiça no mundo. De tal modo que, ao ler este livro, todos nós, de qualquer religião ou mesmo não professando nenhuma, nos sentimos solidários com a sua mensagem.
Nº Páginas: 184
Sinopse:
Durante doze anos Dom Januário Torgal Ferreira foi bispo das Forças Armadas e de Segurança. Desempenhou de tal modo, com tal rigor e elevação, estas difíceis funções que se tornou uma das mais populares e admiradas figuras da hierarquia católica portuguesa. O presente livro ¿ com o significativo título de O Concreto da Paz Só com Justiça ¿ é uma síntese perfeita do pensamento de Dom Januário. Ao lê-lo percebemos o que pode a Igreja Católica fazer, através da ação de um dos seus membros, pela paz e pela justiça no mundo. De tal modo que, ao ler este livro, todos nós, de qualquer religião ou mesmo não professando nenhuma, nos sentimos solidários com a sua mensagem.
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Edição: Dez 2007
Nº Páginas: 0
Sinopse:
"O Amor Ʌ", da autoria de Júlio Machado Vaz com a colaboração de Ana Mesquita e de António Macedo, parte do programa de rádio com o mesmo nome, transmitido diariamente na "Antena 1". Esta obra reúne um conjunto de textos de Júlio Machado Vaz que giram em torno de cinco temas, correspondentes aos cinco capítulos da publicação: Dos Amores; Os Ramos que semeiam raízes; Monólogos do espectador; As "Certezas"; e Maria. Este livro é acompanhado de um CD de oferta contendo cinco programas da conhecida rubrica radiofónica de Júlio Machado Vaz com Ana Mesquita, que ainda hoje faz parelha com o sexólogo, e um programa com António Macedo, com o qual, no início, Júlio Machado Vaz fazia o programa. O CD contém ainda o tema musical "Mother Nature’s Son", interpretado por João Vaz. Sobre o livro diz Júlio Machado Vaz nas páginas do mesmo: "De alguma forma, os textos deste livro não passam de legendas, do pano de fundo sobre o qual a tecnologia permitiu bordar o som de ‘O Amor É...’". Mais adiante lê-se "O que é o amor? Não sei. Talvez o sangue da memória, não há presente nem futuro quando o passado perdeu calor e seiva. Raízes mortas não geram troncos direitos, abrindo-se em ramos, braços, flores e risos que ambicionam o alto." Nas primeiras páginas é possível descobrir os primeiros passos de Júlio Machado Vaz na rádio, ou histórias de como se falava de sexo nos media nos idos anos 80.
Nº Páginas: 0
Sinopse:
"O Amor Ʌ", da autoria de Júlio Machado Vaz com a colaboração de Ana Mesquita e de António Macedo, parte do programa de rádio com o mesmo nome, transmitido diariamente na "Antena 1". Esta obra reúne um conjunto de textos de Júlio Machado Vaz que giram em torno de cinco temas, correspondentes aos cinco capítulos da publicação: Dos Amores; Os Ramos que semeiam raízes; Monólogos do espectador; As "Certezas"; e Maria. Este livro é acompanhado de um CD de oferta contendo cinco programas da conhecida rubrica radiofónica de Júlio Machado Vaz com Ana Mesquita, que ainda hoje faz parelha com o sexólogo, e um programa com António Macedo, com o qual, no início, Júlio Machado Vaz fazia o programa. O CD contém ainda o tema musical "Mother Nature’s Son", interpretado por João Vaz. Sobre o livro diz Júlio Machado Vaz nas páginas do mesmo: "De alguma forma, os textos deste livro não passam de legendas, do pano de fundo sobre o qual a tecnologia permitiu bordar o som de ‘O Amor É...’". Mais adiante lê-se "O que é o amor? Não sei. Talvez o sangue da memória, não há presente nem futuro quando o passado perdeu calor e seiva. Raízes mortas não geram troncos direitos, abrindo-se em ramos, braços, flores e risos que ambicionam o alto." Nas primeiras páginas é possível descobrir os primeiros passos de Júlio Machado Vaz na rádio, ou histórias de como se falava de sexo nos media nos idos anos 80.
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Edição: Mar 2016
Nº Páginas: 120
Sinopse:
Este livro demonstra, em três textos lapidares, que a ortografia em vigor em Portugal é a de 1945. Em primeiro lugar, por não ter sido juridicamente revogada, em segundo lugar, porque o processo de entrada em vigor do AO de 1990, não tendo o Governo cumprido os atos jurídicos que a sua aprovação implicava, é como se legalmente não existisse.
Nº Páginas: 120
Sinopse:
Este livro demonstra, em três textos lapidares, que a ortografia em vigor em Portugal é a de 1945. Em primeiro lugar, por não ter sido juridicamente revogada, em segundo lugar, porque o processo de entrada em vigor do AO de 1990, não tendo o Governo cumprido os atos jurídicos que a sua aprovação implicava, é como se legalmente não existisse.
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Edição: Abr 2019
Nº Páginas: 224
Sinopse:
Os números estão muito mais próximos de nós do que julgamos e dominam o nosso quotidiano, mesmo que não gostemos de matemática. Mas este não é um livro de matemática, ainda que seja protagonizado por números. Confuso? Nem por isso. Este é, literalmente, um livro de cultura geral e os números são as personagens principais de histórias verídicas e cheias de informações e factos que o leitor provavelmente desconhece. Sabia que, se o ser humano conseguisse utilizar o cérebro na capacidade máxima, armazenaria 4,7 mil milhões de livros? E que os suínos em Espanha já são tantos que ultrapassam o número de cidadãos espanhóis? Ou que um estagiário na Apple aufere 5300 euros, isto é, mais do que o nosso Presidente da República? Ou ainda que a Rússia é tão grande que tem 11 fusos horários, o que faz com que de um lado do país haja habitantes que se sentam à mesa para jantar quando do outro há gente a despertar de uma noite de sono? Se sonha com dias maiores, tem conhecimento de que, daqui a 6,7 milhões de anos, os dias do Planeta terão mais 1 segundo do que agora? Fazia ideia de que as peças Lego vendidas num só ano dariam 5 vezes a volta à Terra? Ou de que a fobia à sexta-feira 13 se chama "parascavedecatriafobia"? Ou de que existem mais países filiados na FIFA do que na ONU? E de que Portugal é o terceiro país mais pacífico do mundo? 3st3 p3qu3n0 t3xt0 s3rv3 4p3n45 p4r4 m05tr4r c0m0 4 no554 c4b3ç4 c0n53gu3 f4z3r c01545 1mpr3551on4ant35! R3p4r3: n0 1n1c10 p4r3c14 c0mpl1c4d0, m45 n35T4 L1nh4, 4 5u4 c4b3ç4 v41 d3c1fr4nd0 0 c0d1g0 qu453 4ut0m4t1c4M3nt3, 53M pr3c154r d3 p3n54r mu1t0, c3rt0? 3nt40 p0d3 0rgulh4r-53 d1550. 4 5u4 c4p4c1d4d3 m3r3c3! P4r4b3ns! "Percebeu tudo à primeira? No princípio parece estranho, mas depois torna-se mais fácil. Números que contam histórias ou histórias que contam números? Que histórias podem contar essas entidades tão frias, impessoais e inquestionavelmente objetivas? Que vidas têm, afinal? Este livro é a demonstração inequívoca de como os números podem dizer muito mais do que a informação impressa pelos seus algarismos." "Do prefácio de João Duque" "André Rodrigues não tortura os números, embora alguns lhe cheguem um pouco aturdidos. Trata-os com desvelo. Com inteligência e humor conta histórias à roda dos números que captam a atenção do leitor como antes captaram a atenção do radio-ouvinte. O seu livro ajudará a formar o que se chama "literacia matemática," a capacidade de ler o mundo matematicamente." "Do posfácio de Carlos Fiolhais"
Nº Páginas: 224
Sinopse:
Os números estão muito mais próximos de nós do que julgamos e dominam o nosso quotidiano, mesmo que não gostemos de matemática. Mas este não é um livro de matemática, ainda que seja protagonizado por números. Confuso? Nem por isso. Este é, literalmente, um livro de cultura geral e os números são as personagens principais de histórias verídicas e cheias de informações e factos que o leitor provavelmente desconhece. Sabia que, se o ser humano conseguisse utilizar o cérebro na capacidade máxima, armazenaria 4,7 mil milhões de livros? E que os suínos em Espanha já são tantos que ultrapassam o número de cidadãos espanhóis? Ou que um estagiário na Apple aufere 5300 euros, isto é, mais do que o nosso Presidente da República? Ou ainda que a Rússia é tão grande que tem 11 fusos horários, o que faz com que de um lado do país haja habitantes que se sentam à mesa para jantar quando do outro há gente a despertar de uma noite de sono? Se sonha com dias maiores, tem conhecimento de que, daqui a 6,7 milhões de anos, os dias do Planeta terão mais 1 segundo do que agora? Fazia ideia de que as peças Lego vendidas num só ano dariam 5 vezes a volta à Terra? Ou de que a fobia à sexta-feira 13 se chama "parascavedecatriafobia"? Ou de que existem mais países filiados na FIFA do que na ONU? E de que Portugal é o terceiro país mais pacífico do mundo? 3st3 p3qu3n0 t3xt0 s3rv3 4p3n45 p4r4 m05tr4r c0m0 4 no554 c4b3ç4 c0n53gu3 f4z3r c01545 1mpr3551on4ant35! R3p4r3: n0 1n1c10 p4r3c14 c0mpl1c4d0, m45 n35T4 L1nh4, 4 5u4 c4b3ç4 v41 d3c1fr4nd0 0 c0d1g0 qu453 4ut0m4t1c4M3nt3, 53M pr3c154r d3 p3n54r mu1t0, c3rt0? 3nt40 p0d3 0rgulh4r-53 d1550. 4 5u4 c4p4c1d4d3 m3r3c3! P4r4b3ns! "Percebeu tudo à primeira? No princípio parece estranho, mas depois torna-se mais fácil. Números que contam histórias ou histórias que contam números? Que histórias podem contar essas entidades tão frias, impessoais e inquestionavelmente objetivas? Que vidas têm, afinal? Este livro é a demonstração inequívoca de como os números podem dizer muito mais do que a informação impressa pelos seus algarismos." "Do prefácio de João Duque" "André Rodrigues não tortura os números, embora alguns lhe cheguem um pouco aturdidos. Trata-os com desvelo. Com inteligência e humor conta histórias à roda dos números que captam a atenção do leitor como antes captaram a atenção do radio-ouvinte. O seu livro ajudará a formar o que se chama "literacia matemática," a capacidade de ler o mundo matematicamente." "Do posfácio de Carlos Fiolhais"
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Edição: Mar 2017
Nº Páginas: 200
Sinopse:
"O pecado constitui a categoria filosófica e religiosa sobre a qual a Europa cristã assentou as suas constantes culturais e civilizacionais e sobre a qual edificou a base fundamental do Poder, o poder religioso, mas sobretudo o poder político e social. Quando se refere que a Europa cristã ergueu a sua civilização com base na categoria religiosa de pecado diz-se, consequentemente, que ela assentou a sua civilização sobre o modo singular de viver com a emoção primária de Medo e com o sentimento de Culpa. Medo e Culpa constituem as duas colunas ético-morais que sustentam o edifício do Pecado. Por isso, Pecado, Medo e Culpa constituem o triângulo ético-religioso abordado neste ensaio."
Nº Páginas: 200
Sinopse:
"O pecado constitui a categoria filosófica e religiosa sobre a qual a Europa cristã assentou as suas constantes culturais e civilizacionais e sobre a qual edificou a base fundamental do Poder, o poder religioso, mas sobretudo o poder político e social. Quando se refere que a Europa cristã ergueu a sua civilização com base na categoria religiosa de pecado diz-se, consequentemente, que ela assentou a sua civilização sobre o modo singular de viver com a emoção primária de Medo e com o sentimento de Culpa. Medo e Culpa constituem as duas colunas ético-morais que sustentam o edifício do Pecado. Por isso, Pecado, Medo e Culpa constituem o triângulo ético-religioso abordado neste ensaio."
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Edição: Mar 2010
Nº Páginas: 152
Sinopse:
"Excepcional e engenhoso monólogo, o livro de Brendan Behan é um solilóquio tão emotivo quanto humorístico sobre a cidade de Nova Iorque, que o autor considera (eu também) o lugar mais fascinante do mundo. Nada – diz Behan – pode comparar-se a essa cidade eléctrica, que é o centro do universo. O resto é silêncio, flagrante obscuridade. "Depois de ter estado em Nova Iorque", diz Behan, "qualquer pessoa que regresse a casa dar-se-á conta de que o seu lugar de origem é bastante escuro." A mim acontece-me sempre isto quando deixo Nova Iorque e regresso à minha cidade, e este livro de Behan é em parte culpado de isso me acontecer, porque o livro deixou em mim uma estranha "saudade" de bares onde nunca entrei." - Enrique Vila-Matas, Prefácio.
Nº Páginas: 152
Sinopse:
"Excepcional e engenhoso monólogo, o livro de Brendan Behan é um solilóquio tão emotivo quanto humorístico sobre a cidade de Nova Iorque, que o autor considera (eu também) o lugar mais fascinante do mundo. Nada – diz Behan – pode comparar-se a essa cidade eléctrica, que é o centro do universo. O resto é silêncio, flagrante obscuridade. "Depois de ter estado em Nova Iorque", diz Behan, "qualquer pessoa que regresse a casa dar-se-á conta de que o seu lugar de origem é bastante escuro." A mim acontece-me sempre isto quando deixo Nova Iorque e regresso à minha cidade, e este livro de Behan é em parte culpado de isso me acontecer, porque o livro deixou em mim uma estranha "saudade" de bares onde nunca entrei." - Enrique Vila-Matas, Prefácio.
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Edição: Abr 2021
Nº Páginas: 176
Sinopse:
De uma das autoras mais brilhantes do mundo da literatura, um trabalho de franqueza impressionante sobre a perda de uma filha. Carregado de memórias da sua própria infância e da vida de casada com o seu marido, John Gregory Dunne, e a filha, Quintana Roo, o novo livro de Joan Didion é um relato intenso e comovente dos seus pensamentos, medos e dúvidas sobre a maternidade, a doença e o envelhecimento. Ao mesmo tempo que reflete sobre a vida da sua filha e sobre o seu papel como mãe, Didion luta com as dúvidas que todos os pais enfrentam, e contempla a sua idade, algo que para ela é difícil de admitir, e ainda de aceitar. Noites Azuis, as longas noites em que os crepúsculos se tornam longos e azuis e sinalizam o solstício do verão, "o oposto da morte da claridade, mas são também o seu alerta", como "O Ano do Pensamento Mágico", este é um livro icónico, de uma honestidade incisiva e elétrica, memorável e profundo.
Nº Páginas: 176
Sinopse:
De uma das autoras mais brilhantes do mundo da literatura, um trabalho de franqueza impressionante sobre a perda de uma filha. Carregado de memórias da sua própria infância e da vida de casada com o seu marido, John Gregory Dunne, e a filha, Quintana Roo, o novo livro de Joan Didion é um relato intenso e comovente dos seus pensamentos, medos e dúvidas sobre a maternidade, a doença e o envelhecimento. Ao mesmo tempo que reflete sobre a vida da sua filha e sobre o seu papel como mãe, Didion luta com as dúvidas que todos os pais enfrentam, e contempla a sua idade, algo que para ela é difícil de admitir, e ainda de aceitar. Noites Azuis, as longas noites em que os crepúsculos se tornam longos e azuis e sinalizam o solstício do verão, "o oposto da morte da claridade, mas são também o seu alerta", como "O Ano do Pensamento Mágico", este é um livro icónico, de uma honestidade incisiva e elétrica, memorável e profundo.
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Edição: Abr 2023
Nº Páginas: 240
Sinopse:
Desde o princípio dos tempos, a humanidade maravilhou-se com a natureza e viu o seu lado divino. Nos escritos de grandes pensadores de várias religiões, o mundo natural inspirava todos os sentimentos, do medo e da reverência à contemplação serena; Deus, ou seja o que for que represente o sublime para nós, estava presente em tudo. Mas, hoje, quando admiramos uma árvore ou uma paisagem majestosa, raramente vemos a natureza como sagrada. Karen Armstrong, uma das mais originais pensadoras do papel da religião no mundo moderno, apresenta-nos uma investigação profunda sobre o poder espiritual da natureza - e um apelo urgente para que recuperemos esse poder para a nossa vida quotidiana.
Nº Páginas: 240
Sinopse:
Desde o princípio dos tempos, a humanidade maravilhou-se com a natureza e viu o seu lado divino. Nos escritos de grandes pensadores de várias religiões, o mundo natural inspirava todos os sentimentos, do medo e da reverência à contemplação serena; Deus, ou seja o que for que represente o sublime para nós, estava presente em tudo. Mas, hoje, quando admiramos uma árvore ou uma paisagem majestosa, raramente vemos a natureza como sagrada. Karen Armstrong, uma das mais originais pensadoras do papel da religião no mundo moderno, apresenta-nos uma investigação profunda sobre o poder espiritual da natureza - e um apelo urgente para que recuperemos esse poder para a nossa vida quotidiana.
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Edição: Set 2008
Nº Páginas: 280
Sinopse:
Anahad O'Connor reuniu neste livro uma série de questões —tanto factos, como ficções criadas a partir dos mesmos —, desde as calorias dos cereais aos efeitos nocivos da luz artificial. O'Connor acaba com os mitos da impotência provocada pelo selim da bicicleta e o da artrite provocada pelo partir de nozes. Estas curiosidades e o desmistificar de muitos mitos enraizados culturalmente por todo o mundo, são-nos apresentados e debatidos de uma forma tão esclarecedora quanto divertida.
Nº Páginas: 280
Sinopse:
Anahad O'Connor reuniu neste livro uma série de questões —tanto factos, como ficções criadas a partir dos mesmos —, desde as calorias dos cereais aos efeitos nocivos da luz artificial. O'Connor acaba com os mitos da impotência provocada pelo selim da bicicleta e o da artrite provocada pelo partir de nozes. Estas curiosidades e o desmistificar de muitos mitos enraizados culturalmente por todo o mundo, são-nos apresentados e debatidos de uma forma tão esclarecedora quanto divertida.
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Edição: Set 2020
Nº Páginas: 248
Sinopse:
Quando festejou a surpreendente vitória de Trump, o seu ideólogo e diretor de campanha, Steve Bannon, terá afirmado "quero que [eles] falem de antirracismo todos os dias. Se a esquerda está focada em raça e identidade e nós avançamos com o nacionalismo económico, esmagamo-los". Desde então, esta é uma discussão acesa: será que Bannon tem razão (e deve, então, a esquerda abdicar da defesa dos direitos sociais) e a direita ganhará sempre se instrumentalizar os nacionalismos imperiais e as religiões? Em resposta a essas questões, neste livro discutimos vários processos de identificação, individual e social. Mostramos como se constroem à direita o discurso e as práticas do ódio, ou como estabelece o medo como norma social. Verificamos que a direita se radicalizou no tempo de Trump e de Bolsonaro por ser obsessivamente identitarista. E discutimos como a democracia deve responder a este autoritarismo galopante, reconhecendo as identidades como experiência da diferença e como afirmação de direitos, mas não deixando de se bater também por uma política que constitua uma resposta inclusiva e universal, promovendo a distribuição social contra a desigualdade social e económica. Assim, o livro defende que o modo de enfrentar o trumpismo é a conjugação entre reconhecimento de identidades que exprimem a vida de comunidades e uma alternativa socialista clara. Baseando-se na experiência e debates dos movimentos feminista e antirracista, bem como de movimentos sociais das últimas décadas, os autores desafiam a maldição de Bannon e apontam caminhos para uma sociedade em que posso ser quem sou e podemos ser quem somos.
Nº Páginas: 248
Sinopse:
Quando festejou a surpreendente vitória de Trump, o seu ideólogo e diretor de campanha, Steve Bannon, terá afirmado "quero que [eles] falem de antirracismo todos os dias. Se a esquerda está focada em raça e identidade e nós avançamos com o nacionalismo económico, esmagamo-los". Desde então, esta é uma discussão acesa: será que Bannon tem razão (e deve, então, a esquerda abdicar da defesa dos direitos sociais) e a direita ganhará sempre se instrumentalizar os nacionalismos imperiais e as religiões? Em resposta a essas questões, neste livro discutimos vários processos de identificação, individual e social. Mostramos como se constroem à direita o discurso e as práticas do ódio, ou como estabelece o medo como norma social. Verificamos que a direita se radicalizou no tempo de Trump e de Bolsonaro por ser obsessivamente identitarista. E discutimos como a democracia deve responder a este autoritarismo galopante, reconhecendo as identidades como experiência da diferença e como afirmação de direitos, mas não deixando de se bater também por uma política que constitua uma resposta inclusiva e universal, promovendo a distribuição social contra a desigualdade social e económica. Assim, o livro defende que o modo de enfrentar o trumpismo é a conjugação entre reconhecimento de identidades que exprimem a vida de comunidades e uma alternativa socialista clara. Baseando-se na experiência e debates dos movimentos feminista e antirracista, bem como de movimentos sociais das últimas décadas, os autores desafiam a maldição de Bannon e apontam caminhos para uma sociedade em que posso ser quem sou e podemos ser quem somos.
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Edição: Set 2018
Nº Páginas: 216
Sinopse:
Eu, tu, nós. A alquimia de um relacionamento é esta passagem de duas entidades independentes a um trio que inclui um caminho partilhado, um «nós» que nem sempre evolui no mesmo passo que o «eu» e o «tu». Neste livro para mulheres e homens, Judite Sousa, especialista em fazer as perguntas certas, e Maria do Céu Santo, especialista em ginecologia e sexualidade, exploram as questões cruciais dos relacionamentos: o amor, a sexualidade, como manter a chama viva, a ameaça da rotina e da acomodação, a dor de uma separação, o prazer… Um guia essencial para o amor, as relações e a felicidade.
Nº Páginas: 216
Sinopse:
Eu, tu, nós. A alquimia de um relacionamento é esta passagem de duas entidades independentes a um trio que inclui um caminho partilhado, um «nós» que nem sempre evolui no mesmo passo que o «eu» e o «tu». Neste livro para mulheres e homens, Judite Sousa, especialista em fazer as perguntas certas, e Maria do Céu Santo, especialista em ginecologia e sexualidade, exploram as questões cruciais dos relacionamentos: o amor, a sexualidade, como manter a chama viva, a ameaça da rotina e da acomodação, a dor de uma separação, o prazer… Um guia essencial para o amor, as relações e a felicidade.
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Edição: Jul 2010
Nº Páginas: 304
Sinopse:
A única obra não ficcional de Agatha Christie na colecção de literatura de viagens coordenada por Carlos Vaz Marques.
Nº Páginas: 304
Sinopse:
A única obra não ficcional de Agatha Christie na colecção de literatura de viagens coordenada por Carlos Vaz Marques.
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Edição: Set 2011
Nº Páginas: 360
Sinopse:
O terrorismo e a pobreza eram os problemas do Magrebe, mas a partir do meio de Dezembro 2010, toda a região foi varrida pela revolta civil com consequências diversas: triunfou na Tunísia, dividiu a Líbia, obrigou Marrocos a acelerar a reforma, fez o regime argelino discutir as melhores formas de resposta - que começaram por ser através de subsídios de emergência - e causou perturbações relativamente menores na Mauritânia (onde as manifestações foram também menos importantes, apesar de alguns episódios dramáticos de imolação como a de Yacoub Ould Dahoud, em 17 de Janeiro).
Nº Páginas: 360
Sinopse:
O terrorismo e a pobreza eram os problemas do Magrebe, mas a partir do meio de Dezembro 2010, toda a região foi varrida pela revolta civil com consequências diversas: triunfou na Tunísia, dividiu a Líbia, obrigou Marrocos a acelerar a reforma, fez o regime argelino discutir as melhores formas de resposta - que começaram por ser através de subsídios de emergência - e causou perturbações relativamente menores na Mauritânia (onde as manifestações foram também menos importantes, apesar de alguns episódios dramáticos de imolação como a de Yacoub Ould Dahoud, em 17 de Janeiro).
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Edição: Fev 2024
Nº Páginas: 150
Sinopse:
Luís Montenegro, o persistente. O cargo de líder parlamentar, no período da troika, deu-lhe o estatuto de herdeiro do passismo. Mas as relações com Passos Coelho arrefeceram e o legado que agora persegue é outro e mais antigo. Quem o conhece bem diz que Montenegro é um fiel intérprete da velha tradição do PPD, o partido dos baronatos do Norte. Recusou por três vezes ser governante e por duas vezes foi derrotado em autárquicas. Já fez e desfez alianças, esteve politicamente morto e ressuscitou. Depois de algumas falsas partidas chegou à liderança. Mas tudo tem um preço e é o próprio a admitir que se questiona com frequência: será que vale a pena?
Nº Páginas: 150
Sinopse:
Luís Montenegro, o persistente. O cargo de líder parlamentar, no período da troika, deu-lhe o estatuto de herdeiro do passismo. Mas as relações com Passos Coelho arrefeceram e o legado que agora persegue é outro e mais antigo. Quem o conhece bem diz que Montenegro é um fiel intérprete da velha tradição do PPD, o partido dos baronatos do Norte. Recusou por três vezes ser governante e por duas vezes foi derrotado em autárquicas. Já fez e desfez alianças, esteve politicamente morto e ressuscitou. Depois de algumas falsas partidas chegou à liderança. Mas tudo tem um preço e é o próprio a admitir que se questiona com frequência: será que vale a pena?
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Edição: Out 2020
Nº Páginas: 208
Sinopse:
Mais de 500 mulheres nos últimos 15 anos. Na esmagadora maioria, as vítimas são mortas por homens em contexto de relações de intimidade ou familiares. Paulo Jorge Pereira reúne, neste livro, as histórias de vítimas e sobreviventes. Relatos emocionantes, duros e crus na primeira pessoa; exemplos deixados com a esperança de que a história de quem os lê possa ser diferente. A estas histórias juntam-se, pela primeira vez em livro, os testemunhos de profissionais que combatem o fenómeno e se empenham na defesa de quem sofre. "Murro no Estômago" apresenta a violência doméstica sob diferentes perspetivas e numa dimensão inédita. Este livro é um apelo à ação, para que todos saibamos como podemos ajudar. Está nas mãos de todos nós acabar com o fenómeno da violência doméstica. Com a participação de: - Ana Teresa Silva - Aurora Dantier - Carlos Farinha - Carolina Reis - Cátia Rodrigues - Cristina Soeiro - Daniel Cotrim - Maria Fernanda Alves
Nº Páginas: 208
Sinopse:
Mais de 500 mulheres nos últimos 15 anos. Na esmagadora maioria, as vítimas são mortas por homens em contexto de relações de intimidade ou familiares. Paulo Jorge Pereira reúne, neste livro, as histórias de vítimas e sobreviventes. Relatos emocionantes, duros e crus na primeira pessoa; exemplos deixados com a esperança de que a história de quem os lê possa ser diferente. A estas histórias juntam-se, pela primeira vez em livro, os testemunhos de profissionais que combatem o fenómeno e se empenham na defesa de quem sofre. "Murro no Estômago" apresenta a violência doméstica sob diferentes perspetivas e numa dimensão inédita. Este livro é um apelo à ação, para que todos saibamos como podemos ajudar. Está nas mãos de todos nós acabar com o fenómeno da violência doméstica. Com a participação de: - Ana Teresa Silva - Aurora Dantier - Carlos Farinha - Carolina Reis - Cátia Rodrigues - Cristina Soeiro - Daniel Cotrim - Maria Fernanda Alves
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Edição: Jul 2018
Nº Páginas: 368
Sinopse:
Camille Paglia é, desde os anos 60, uma das vozes fundamentais do feminismo, da autonomia das mulheres e dos seus combates. Mas é, também, herdeira de uma tradição intelectual de livre- -pensamento que a coloca do outro lado da barreira do feminismo atual, que Paglia classifica como "vitoriano", "burguês", "politicamente correto", "puritano" e "estalinista". Para Camille Paglia, estamos a assistir à regressão a um estádio pré-feminista, onde uma excessiva proteção às mulheres as desenha como seres frágeis e incapazes de se oporem à violência, à discriminação e às adversidades. Este livro reúne os seus melhores ensaios sobre estes assuntos. Os temas vão desde a exigência de oportunidades iguais para as mulheres até ao elogio a Madonna como verdadeira feminista, desde a crítica ao conformismo na universidade até à busca de um padrão de beleza mais exigente (que vá além da busca da juventude pela "etnologia plástica"), louvando a força libertadora do rock‘n’roll, exigindo liberdade de expressão e sem restrições nas universidades e na imprensa, cada vez mais proibicionistas. Estes ensaios são uma leitura essencial que afirma o poder de mulheres e de homens livres — e do que podem realizar juntos.
Nº Páginas: 368
Sinopse:
Camille Paglia é, desde os anos 60, uma das vozes fundamentais do feminismo, da autonomia das mulheres e dos seus combates. Mas é, também, herdeira de uma tradição intelectual de livre- -pensamento que a coloca do outro lado da barreira do feminismo atual, que Paglia classifica como "vitoriano", "burguês", "politicamente correto", "puritano" e "estalinista". Para Camille Paglia, estamos a assistir à regressão a um estádio pré-feminista, onde uma excessiva proteção às mulheres as desenha como seres frágeis e incapazes de se oporem à violência, à discriminação e às adversidades. Este livro reúne os seus melhores ensaios sobre estes assuntos. Os temas vão desde a exigência de oportunidades iguais para as mulheres até ao elogio a Madonna como verdadeira feminista, desde a crítica ao conformismo na universidade até à busca de um padrão de beleza mais exigente (que vá além da busca da juventude pela "etnologia plástica"), louvando a força libertadora do rock‘n’roll, exigindo liberdade de expressão e sem restrições nas universidades e na imprensa, cada vez mais proibicionistas. Estes ensaios são uma leitura essencial que afirma o poder de mulheres e de homens livres — e do que podem realizar juntos.
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Edição: Mai 2018
Nº Páginas: 152
Sinopse:
Do Movimento Morrer com Dignidade, com testemunhos de: Aranda da Silva, Daniel Bessa, Edite Estrela, Francisco George, Francisco Louçã, Francisco Pinto Balsemão, Júlio Machado Vaz, Maria Filomena Mónica, Mário Nogueira, Rogério Alves e Rui Rio.Discute-se no nosso país a despenalização da Morte Assistida, mas um aspeto é evidente: morre-se mal em Portugal. Em muitos casos, a morte é um processo solitário de violenta agonia e degradação física.Neste livro, da autoria do movimento cívico Direito a Morrer com Dignidade, e organizado pelo médico e político João Semedo, defende-se que cada pessoa deve poder assumir a opção que entender sobre os últimos momentos da sua vida: continuar a sofrer ou acabar com esse martírio. Seguindo-se este enquadramento profundamente democrático, ninguém é obrigado e ninguém é impedido, o único critério é a escolha de cada um.Inclui:- Prefácio de Gilberto Couto (médico) e posfácio de Lucília Galha (jornalista)- 33 questões fundamentais sobre a morte assistida- Depoimentos de personalidades destacadas da sociedade portuguesa- Textos dos autores dos projetos de lei em debate no Parlamento: Maria Antónia Almeida Santos, deputada do PS; José Manuel Pureza, deputado do BE; André Silva, deputado do PAN; Heloísa Apolónia e José Luís Ferreira, deputados do PEV.- Textos de juristas sobre a consagração da despenalização na lei portuguesa: Rafael Gonçalves, José Eduardo Martins- Sugestões de leitura.Os direitos de autor deste livro revertem por inteiro para a ONG Médicos do Mundo.
Nº Páginas: 152
Sinopse:
Do Movimento Morrer com Dignidade, com testemunhos de: Aranda da Silva, Daniel Bessa, Edite Estrela, Francisco George, Francisco Louçã, Francisco Pinto Balsemão, Júlio Machado Vaz, Maria Filomena Mónica, Mário Nogueira, Rogério Alves e Rui Rio.Discute-se no nosso país a despenalização da Morte Assistida, mas um aspeto é evidente: morre-se mal em Portugal. Em muitos casos, a morte é um processo solitário de violenta agonia e degradação física.Neste livro, da autoria do movimento cívico Direito a Morrer com Dignidade, e organizado pelo médico e político João Semedo, defende-se que cada pessoa deve poder assumir a opção que entender sobre os últimos momentos da sua vida: continuar a sofrer ou acabar com esse martírio. Seguindo-se este enquadramento profundamente democrático, ninguém é obrigado e ninguém é impedido, o único critério é a escolha de cada um.Inclui:- Prefácio de Gilberto Couto (médico) e posfácio de Lucília Galha (jornalista)- 33 questões fundamentais sobre a morte assistida- Depoimentos de personalidades destacadas da sociedade portuguesa- Textos dos autores dos projetos de lei em debate no Parlamento: Maria Antónia Almeida Santos, deputada do PS; José Manuel Pureza, deputado do BE; André Silva, deputado do PAN; Heloísa Apolónia e José Luís Ferreira, deputados do PEV.- Textos de juristas sobre a consagração da despenalização na lei portuguesa: Rafael Gonçalves, José Eduardo Martins- Sugestões de leitura.Os direitos de autor deste livro revertem por inteiro para a ONG Médicos do Mundo.
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Edição: Jul 2018
Nº Páginas: 160
Sinopse:
Nesta coletânea de textos, Ruth Manus faz uma ode a Portugal: à terra, à comida, ao humor, à língua portuguesa… mas também aos taxistas, às sobrancelhas, às rifas ou aos tombos na calçada portuguesa. Mas não espere o leitor encontrar aqui clichés. Ruth Manus tem o raro talento de, a partir de assuntos tão corriqueiros como uma ida ao supermercado ou uma reunião de condomínio, refletir sobre as grandes questões da vida humana, seja o amor, os anseios, a angústia, o trabalho, a amizade, a morte ou a vida. E escreve com fluidez, sagacidade e subtileza; desenvolve os assuntos com uma tal simplicidade, leveza e humor que é difícil o leitor não ficar encantado, comovido ou mesmo dar algumas gargalhadas. Modéstia à Parte não é apenas uma seleção de crónicas, é um retrato de Portugal da atualidade, feito por uma das mais destacadas cronistas da nova geração.
Nº Páginas: 160
Sinopse:
Nesta coletânea de textos, Ruth Manus faz uma ode a Portugal: à terra, à comida, ao humor, à língua portuguesa… mas também aos taxistas, às sobrancelhas, às rifas ou aos tombos na calçada portuguesa. Mas não espere o leitor encontrar aqui clichés. Ruth Manus tem o raro talento de, a partir de assuntos tão corriqueiros como uma ida ao supermercado ou uma reunião de condomínio, refletir sobre as grandes questões da vida humana, seja o amor, os anseios, a angústia, o trabalho, a amizade, a morte ou a vida. E escreve com fluidez, sagacidade e subtileza; desenvolve os assuntos com uma tal simplicidade, leveza e humor que é difícil o leitor não ficar encantado, comovido ou mesmo dar algumas gargalhadas. Modéstia à Parte não é apenas uma seleção de crónicas, é um retrato de Portugal da atualidade, feito por uma das mais destacadas cronistas da nova geração.
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Edição: Out 2010
Nº Páginas: 176
Sinopse:
Com 78 anos de idade, o narrador e personagem principal deste novo livro de Daniel Sampaio é um dia confrontado com uma situação comum a muitos homens da sua idade - o casamento de um neto. Convidado para a festa, feliz por não ter sido esquecido, parte para uma longa viagem mental nas profundidades da sua memória. Começa por esse neto, Afonso, que o fez sentir velho pela primeira vez, aos 60 anos; aqui recupera a memória de Luísa, a colega na escola onde ambos ensinavam e partilhavam projectos e sonhos profissionais; recua até aos 40 anos, à figura de Mariana, sua mulher e companheira de sempre, mas que por esta altura da vida o confronta com a fragilidade das relações humanas, a começar pelo amor; e enfim, chega aos 20 anos, à adolescência e à juventude, onde tudo começa, para o bem e para o mal
Nº Páginas: 176
Sinopse:
Com 78 anos de idade, o narrador e personagem principal deste novo livro de Daniel Sampaio é um dia confrontado com uma situação comum a muitos homens da sua idade - o casamento de um neto. Convidado para a festa, feliz por não ter sido esquecido, parte para uma longa viagem mental nas profundidades da sua memória. Começa por esse neto, Afonso, que o fez sentir velho pela primeira vez, aos 60 anos; aqui recupera a memória de Luísa, a colega na escola onde ambos ensinavam e partilhavam projectos e sonhos profissionais; recua até aos 40 anos, à figura de Mariana, sua mulher e companheira de sempre, mas que por esta altura da vida o confronta com a fragilidade das relações humanas, a começar pelo amor; e enfim, chega aos 20 anos, à adolescência e à juventude, onde tudo começa, para o bem e para o mal
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