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Edição: Ago 2021
Nº Páginas: 140
Sinopse:
O futebol não tem muitos mistérios: uns toques de joelhos, umas fintas, a alegria de um golo. Já o mistério da infância não tem fim, e sobre ele escreveu como ninguém Fernando Assis Pacheco nestas 30 crónicas publicadas aos sábados pelo jornal Record em 1972, entretanto tornadas icónicas num livro que andava esgotado. Jogatanas de rua, cromos que se trocam, o miúdo que vai à baliza, a máquina Peyroteo e outras aventuras e dislates do "maior da Rua Guerra Junqueiro", que são na verdade, de forma divertida e comovente, um diálogo entre um adulto, a criança que já foi e a criança que todos nós ainda somos.
Nº Páginas: 140
Sinopse:
O futebol não tem muitos mistérios: uns toques de joelhos, umas fintas, a alegria de um golo. Já o mistério da infância não tem fim, e sobre ele escreveu como ninguém Fernando Assis Pacheco nestas 30 crónicas publicadas aos sábados pelo jornal Record em 1972, entretanto tornadas icónicas num livro que andava esgotado. Jogatanas de rua, cromos que se trocam, o miúdo que vai à baliza, a máquina Peyroteo e outras aventuras e dislates do "maior da Rua Guerra Junqueiro", que são na verdade, de forma divertida e comovente, um diálogo entre um adulto, a criança que já foi e a criança que todos nós ainda somos.
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Edição: Abr 2004
Nº Páginas: 350
Sinopse:
Apresentado ao público nos trinta anos do 25 de Abril, este livro é muito mais do que um imprescindível e precioso documento com que enriquecemos o nosso espólio de História Oral e que entendemos ser o momento de oferecer quer a quem viveu a Revolução, quer a quem a estuda, quer finalmente a quem se sinta minimamente comprometido com a História deste país. É também a nossa homenagem a Ernesto Melo Antunes e aos companheiros que no seu exemplo se revêem e se encontram. Homenagem ao que a História regista e é passado. Mas também às sementes de futuro que nela lançaram. A experiência destes trinta anos ensina-nos que muitas caíram em terrenos estéreis, mas também sabemos que os ventos são caprichosos e que há terras sedentas de sementes.
Nº Páginas: 350
Sinopse:
Apresentado ao público nos trinta anos do 25 de Abril, este livro é muito mais do que um imprescindível e precioso documento com que enriquecemos o nosso espólio de História Oral e que entendemos ser o momento de oferecer quer a quem viveu a Revolução, quer a quem a estuda, quer finalmente a quem se sinta minimamente comprometido com a História deste país. É também a nossa homenagem a Ernesto Melo Antunes e aos companheiros que no seu exemplo se revêem e se encontram. Homenagem ao que a História regista e é passado. Mas também às sementes de futuro que nela lançaram. A experiência destes trinta anos ensina-nos que muitas caíram em terrenos estéreis, mas também sabemos que os ventos são caprichosos e que há terras sedentas de sementes.
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Edição: Jan 2023
Nº Páginas: 376
Sinopse:
O economista de renome mundial Nouriel Roubini foi apelidado de Dr. Catástrofe até que as suas previsões acerca da crise imobiliária de 2008 e a Grande Crise Financeira se tornaram uma realidade - quando já era tarde demais. Roubini apresenta uma análise lúcida e realista da situação atual que vivemos. Uma análise que não deveríamos ignorar. Há nada menos do que dez ameaças que estão interligadas, que se sobrepõem, reforçam e potenciam, e que são tão sérias que o autor as descreve como mega-ameaças. Da pior crise da dívida que o mundo já viu à inflação, ao crescimento do populismo, à ascensão de uma nova competição de superpotências entre a China e os EUA, à normalização das pandemias, à crise climática, ao impacto da inteligência artificial nos nossos empregos, ao colapso demográfico, à desglobalização da economia. Há uma pequena hipótese de evitar o desastre e garantir um futuro mais pacífico e próspero, se começarmos a trabalhar em conjunto e a agir - mas temos de o fazer já. Nouriel Roubini não o quer assustar. A realidade é que estas 10 ameaças vão remodelar o mundo tal como o conhecemos. E é preciso estar preparado.
Nº Páginas: 376
Sinopse:
O economista de renome mundial Nouriel Roubini foi apelidado de Dr. Catástrofe até que as suas previsões acerca da crise imobiliária de 2008 e a Grande Crise Financeira se tornaram uma realidade - quando já era tarde demais. Roubini apresenta uma análise lúcida e realista da situação atual que vivemos. Uma análise que não deveríamos ignorar. Há nada menos do que dez ameaças que estão interligadas, que se sobrepõem, reforçam e potenciam, e que são tão sérias que o autor as descreve como mega-ameaças. Da pior crise da dívida que o mundo já viu à inflação, ao crescimento do populismo, à ascensão de uma nova competição de superpotências entre a China e os EUA, à normalização das pandemias, à crise climática, ao impacto da inteligência artificial nos nossos empregos, ao colapso demográfico, à desglobalização da economia. Há uma pequena hipótese de evitar o desastre e garantir um futuro mais pacífico e próspero, se começarmos a trabalhar em conjunto e a agir - mas temos de o fazer já. Nouriel Roubini não o quer assustar. A realidade é que estas 10 ameaças vão remodelar o mundo tal como o conhecemos. E é preciso estar preparado.
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Edição: Abr 2019
Nº Páginas: 264
Sinopse:
Matadores, homicidas e assassinos serão significados diferentes para o mesmo resultado - a morte - ou atos de significado diferente com o mesmo resultado? Como distingui-los? Como agem os polícias em cenários de crime? E como se procede para apurar uma causa de morte? Do mais reconhecido jornalista da área da criminologia, que é simultaneamente um dos profissionais de televisão com mais investigações de relevo realizadas ao longo das últimas duas décadas, a Contraponto publica um livro de enorme pertinência para a compreensão da sociedade de hoje. Encerrando características diferentes entre si, estes atos homicidas ou a inação das autoridades suscitam várias reflexões ao cidadão comum. Afinal, que tratamento e proteção dá o país às vítimas? O que é um crime? Como se desenvolve uma investigação judiciária? Que buracos e obstáculos tem a lei? Como funciona o RASI e porque não tem crédito internacional? Em Matadores - Como Matam Os Portugueses No Século XXI, Hernâni Carvalho, jornalista doutorado na área da psicologia forense, apresenta algumas respostas, a partir do relato de dez casos de portugueses que, no século XXI, mataram mais de três pessoas de uma só vez. Ao jeito daquilo a que nos habituou na televisão, em registo de conversa com o cidadão comum, que vive e sente a vida do país, Hernâni Carvalho mostra que, por estranho que pareça, todos somos capazes de matar.
Nº Páginas: 264
Sinopse:
Matadores, homicidas e assassinos serão significados diferentes para o mesmo resultado - a morte - ou atos de significado diferente com o mesmo resultado? Como distingui-los? Como agem os polícias em cenários de crime? E como se procede para apurar uma causa de morte? Do mais reconhecido jornalista da área da criminologia, que é simultaneamente um dos profissionais de televisão com mais investigações de relevo realizadas ao longo das últimas duas décadas, a Contraponto publica um livro de enorme pertinência para a compreensão da sociedade de hoje. Encerrando características diferentes entre si, estes atos homicidas ou a inação das autoridades suscitam várias reflexões ao cidadão comum. Afinal, que tratamento e proteção dá o país às vítimas? O que é um crime? Como se desenvolve uma investigação judiciária? Que buracos e obstáculos tem a lei? Como funciona o RASI e porque não tem crédito internacional? Em Matadores - Como Matam Os Portugueses No Século XXI, Hernâni Carvalho, jornalista doutorado na área da psicologia forense, apresenta algumas respostas, a partir do relato de dez casos de portugueses que, no século XXI, mataram mais de três pessoas de uma só vez. Ao jeito daquilo a que nos habituou na televisão, em registo de conversa com o cidadão comum, que vive e sente a vida do país, Hernâni Carvalho mostra que, por estranho que pareça, todos somos capazes de matar.
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Edição: Dez 2014
Nº Páginas: 288
Sinopse:
Jornalista, director do Diário de Notícias nos anos quentes da Revolução, Mário Mesquita acompanhou de perto o percurso político de Mário Soares. Este livro reúne entrevistas históricas desde os tempos do exílio, passando pelos governos minoritários, até à Presidência. Entrevistas (1972-1993)- A estratégia dos socialistas em tempo de exílio (27 de Abril de 1974)- A crise da "unicidade sindical" (31 de Janeiro de 1975)- Tempo de instabilidade com governos minoritários (7 de Junho de 1977)- A procura do semipresidencialismo nos primeiros dez anos de democracia (24 de Abril de 1984)- De primeiro-ministro questionado a Presidente superconsensual (17 de Abril de 1990)- Arrogância conservadora em Portugal em plena celebração dos 20 anos do PS (19 de Abril de 1993)- Epílogo Em tempos de crise e austeridade epílogo em forma de entrevista (Outubro de 2013)
Nº Páginas: 288
Sinopse:
Jornalista, director do Diário de Notícias nos anos quentes da Revolução, Mário Mesquita acompanhou de perto o percurso político de Mário Soares. Este livro reúne entrevistas históricas desde os tempos do exílio, passando pelos governos minoritários, até à Presidência. Entrevistas (1972-1993)- A estratégia dos socialistas em tempo de exílio (27 de Abril de 1974)- A crise da "unicidade sindical" (31 de Janeiro de 1975)- Tempo de instabilidade com governos minoritários (7 de Junho de 1977)- A procura do semipresidencialismo nos primeiros dez anos de democracia (24 de Abril de 1984)- De primeiro-ministro questionado a Presidente superconsensual (17 de Abril de 1990)- Arrogância conservadora em Portugal em plena celebração dos 20 anos do PS (19 de Abril de 1993)- Epílogo Em tempos de crise e austeridade epílogo em forma de entrevista (Outubro de 2013)
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Edição: Fev 2019
Nº Páginas: 240
Sinopse:
Poucos políticos portugueses alcançaram a popularidade de Marcelo Rebelo de Sousa. Com ele, a Presidência da República foi para a rua ao encontro do povo, quebrando formalismos e protocolos. Este Presidente é a prova de como os afetos contam em política e de como podem ajudar a travar outros populismos, ainda que corra o risco de ser acusado de banalizar a função. Sem deixar de ser um homem de consensos, Marcelo também não deixou de pressionar o Governo e de condicionar a oposição, nem de marcar pontos na política internacional. Seguindo Marcelo Rebelo de Sousa no terreno, consultando centenas de trabalhos que relatam o seu percurso e falando com muitos dos que o acompanham, este livro é o retrato vivo de um Presidente da República singular, que já marcou a forma como se faz política em Portugal.
Nº Páginas: 240
Sinopse:
Poucos políticos portugueses alcançaram a popularidade de Marcelo Rebelo de Sousa. Com ele, a Presidência da República foi para a rua ao encontro do povo, quebrando formalismos e protocolos. Este Presidente é a prova de como os afetos contam em política e de como podem ajudar a travar outros populismos, ainda que corra o risco de ser acusado de banalizar a função. Sem deixar de ser um homem de consensos, Marcelo também não deixou de pressionar o Governo e de condicionar a oposição, nem de marcar pontos na política internacional. Seguindo Marcelo Rebelo de Sousa no terreno, consultando centenas de trabalhos que relatam o seu percurso e falando com muitos dos que o acompanham, este livro é o retrato vivo de um Presidente da República singular, que já marcou a forma como se faz política em Portugal.
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Edição: Mar 2017
Nº Páginas: 384
Sinopse:
Alguns dos acontecimentos mundiais mais importantes de que nos recordamos não aconteceram exatamente como nos foi dado a saber. As operações de falsa bandeira são tão antigas quanto a guerra, mas continuam a ser um método muito eficaz usado pelos Estados para manipular a opinião pública e justificar ações bélicas ou intervenções duvidosas. Do conveniente incêndio do Reichstag em 1933, orquestrado por Hitler, à recente tentativa de golpe de Estado na Turquia, Eric Frattini mostra-nos que nem tudo é o que parece. A Manipulação da Verdade levanta o véu sobre as operações de falsa bandeira mais relevantes da nossa História recente, produto de uma investigação apurada e bem documentada, e apresenta-nos os factos como eles são.
Nº Páginas: 384
Sinopse:
Alguns dos acontecimentos mundiais mais importantes de que nos recordamos não aconteceram exatamente como nos foi dado a saber. As operações de falsa bandeira são tão antigas quanto a guerra, mas continuam a ser um método muito eficaz usado pelos Estados para manipular a opinião pública e justificar ações bélicas ou intervenções duvidosas. Do conveniente incêndio do Reichstag em 1933, orquestrado por Hitler, à recente tentativa de golpe de Estado na Turquia, Eric Frattini mostra-nos que nem tudo é o que parece. A Manipulação da Verdade levanta o véu sobre as operações de falsa bandeira mais relevantes da nossa História recente, produto de uma investigação apurada e bem documentada, e apresenta-nos os factos como eles são.
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Edição: Set 2021
Nº Páginas: 352
Sinopse:
O que têm em comum as escolas mais bem-sucedidas, com projetos educativos ricos e inovadores? Há princípios, práticas e dinâmicas que distinguem as melhores escolas. Manifesto para uma Escola (Quase) Perfeita identifica os factores que fazem a diferença para a harmonia e o sucesso e assume-se como um convite a todos os profissionais da educação, pais e alunos para que se juntem a este movimento de ação e transformação das escolas portuguesas.
Nº Páginas: 352
Sinopse:
O que têm em comum as escolas mais bem-sucedidas, com projetos educativos ricos e inovadores? Há princípios, práticas e dinâmicas que distinguem as melhores escolas. Manifesto para uma Escola (Quase) Perfeita identifica os factores que fazem a diferença para a harmonia e o sucesso e assume-se como um convite a todos os profissionais da educação, pais e alunos para que se juntem a este movimento de ação e transformação das escolas portuguesas.
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Edição: Mai 2013
Nº Páginas: 128
Sinopse:
Publicado em 1915 o "Manifesto Anti-Dantas" foi uma reacção pública e veemente de Almada Negreiros contra a oposição crítica e conservadora ao movimento modernista português, aqui personificada por Júlio Dantas. A edição que agora se apresenta, da responsabilidade de Sara Afonso Ferreira, inclui uma gravação inédita do Manifesto Anti-Dantas lido pelo próprio Almada Negreiros. [Contém 1 CD com 22'41'']
Nº Páginas: 128
Sinopse:
Publicado em 1915 o "Manifesto Anti-Dantas" foi uma reacção pública e veemente de Almada Negreiros contra a oposição crítica e conservadora ao movimento modernista português, aqui personificada por Júlio Dantas. A edição que agora se apresenta, da responsabilidade de Sara Afonso Ferreira, inclui uma gravação inédita do Manifesto Anti-Dantas lido pelo próprio Almada Negreiros. [Contém 1 CD com 22'41'']
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Edição: Jan 2010
Nº Páginas: 416
Sinopse:
Antes de fugir para o Brasil, D. Maria I já se encontrava louca. Passava por períodos de frenesi e supunha que o seu próprio corpo estava oco. No Rio de Janeiro, imaginava que o Diabo se escondia no Pão de Açúcar. Como foi que a vida sexual de D. Afonso VI e os seus órgãos genitais acabaram escrutinados num tribunal que ambicionava demonstrar que o soberano era impotente, louco e incapaz de governar? Hoje é possível entender os bastidores das acções destes monarcas? O Marquês de Pombal encontrar-se-ia tão obcecado com os jesuítas que só admitia conversas que os visassem. Entre os muitos que encarcerou e matou, conta-se o padre Malagrida. Qual dos dois era menos equilibrado? O iluminista que do beato fez herege para o queimar na fogueira ou o roupeta-preta que assumia a autoria de milagres e exorcismos? Um dia, Antero de Quental sentou-se num banco de um jardim público e deu dois tiros na cabeça. Porque foi que esse poeta-herói encerrou assim a sua vida? Fernando Pessoa revelou, desde cedo, uma grande preocupação com a sua própria sanidade mental, adoptando diferentes classificações psiquiátricas para si mesmo. Estaria louco ou apenas com medo? A psicóloga clínica Joana Amaral Dias traça o retrato psicológico destas e de outras personagens tidas como loucas. Baseada numa investigação histórica cuidada e na leitura de escritos e registos biográficos e autobiográficos - cartas, diários, etc. -, a autora revela-nos a dor psíquica destas figuras, bem como o seu respectivo diagnóstico clínico. Porém Joana Amaral Dias vai mais longe e, nesta viagem aos universos mentais de portugueses célebres, questiona os rótulos com que estes foram marcados e os tratamentos a que foram sujeitos - da fogueira a sanguessugas, dos banhos gelados aos choques eléctricos, das tareias ao apedrejamento. Uma reflexão original sobre a forma como ao longo dos tempos a sociedade encarou a doença mental e acerca das alianças que a Psiquiatria estabeleceu com o poder e a própria loucura.
Nº Páginas: 416
Sinopse:
Antes de fugir para o Brasil, D. Maria I já se encontrava louca. Passava por períodos de frenesi e supunha que o seu próprio corpo estava oco. No Rio de Janeiro, imaginava que o Diabo se escondia no Pão de Açúcar. Como foi que a vida sexual de D. Afonso VI e os seus órgãos genitais acabaram escrutinados num tribunal que ambicionava demonstrar que o soberano era impotente, louco e incapaz de governar? Hoje é possível entender os bastidores das acções destes monarcas? O Marquês de Pombal encontrar-se-ia tão obcecado com os jesuítas que só admitia conversas que os visassem. Entre os muitos que encarcerou e matou, conta-se o padre Malagrida. Qual dos dois era menos equilibrado? O iluminista que do beato fez herege para o queimar na fogueira ou o roupeta-preta que assumia a autoria de milagres e exorcismos? Um dia, Antero de Quental sentou-se num banco de um jardim público e deu dois tiros na cabeça. Porque foi que esse poeta-herói encerrou assim a sua vida? Fernando Pessoa revelou, desde cedo, uma grande preocupação com a sua própria sanidade mental, adoptando diferentes classificações psiquiátricas para si mesmo. Estaria louco ou apenas com medo? A psicóloga clínica Joana Amaral Dias traça o retrato psicológico destas e de outras personagens tidas como loucas. Baseada numa investigação histórica cuidada e na leitura de escritos e registos biográficos e autobiográficos - cartas, diários, etc. -, a autora revela-nos a dor psíquica destas figuras, bem como o seu respectivo diagnóstico clínico. Porém Joana Amaral Dias vai mais longe e, nesta viagem aos universos mentais de portugueses célebres, questiona os rótulos com que estes foram marcados e os tratamentos a que foram sujeitos - da fogueira a sanguessugas, dos banhos gelados aos choques eléctricos, das tareias ao apedrejamento. Uma reflexão original sobre a forma como ao longo dos tempos a sociedade encarou a doença mental e acerca das alianças que a Psiquiatria estabeleceu com o poder e a própria loucura.
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Edição: Mar 2020
Nº Páginas: 160
Sinopse:
Quem disse que as estrelas do rock and roll não acordam com as galinhas? Entre dúvidas existenciais como esta, confissões íntimas e imagens notáveis dos bastidores e dos palcos da digressão dos 40 anos da Comercial, este é o indispensável álbum de recordações dos espetáculos "Manhãs in the Night" e dos momentos de magia que o talento de um grupo muito especial levou às plateias de todo o país. Um cocktail de humor, alegria e percalços com a marca inconfundível dos ases das Manhãs da Comercial - Pedro Ribeiro, Vasco Palmeirim, Nuno Markl, Vera Fernandes e o convidado especial Ricardo Araújo Pereira.
Nº Páginas: 160
Sinopse:
Quem disse que as estrelas do rock and roll não acordam com as galinhas? Entre dúvidas existenciais como esta, confissões íntimas e imagens notáveis dos bastidores e dos palcos da digressão dos 40 anos da Comercial, este é o indispensável álbum de recordações dos espetáculos "Manhãs in the Night" e dos momentos de magia que o talento de um grupo muito especial levou às plateias de todo o país. Um cocktail de humor, alegria e percalços com a marca inconfundível dos ases das Manhãs da Comercial - Pedro Ribeiro, Vasco Palmeirim, Nuno Markl, Vera Fernandes e o convidado especial Ricardo Araújo Pereira.
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Edição: Mar 2018
Nº Páginas: 216
Sinopse:
Mamas & Badanas é um livro único que explora o mais profundo do imaginário e das motivações secre-tas dos escritores portugueses. Começa por esquartejar as badanas e contracapas dos livros, o que lhe permite desvendar factos insólitos e as mais recônditas ligações entre esses textos assombrosos e o subterrâneo psíquico dos autores nacionais. Depois analisa em profundidade a devoção contemporânea pelos peitos das senhoras, apresentados obsessivamente como um par de mamas descomunais, feitas à medida da nossa mania das grandezas e da mentira dos nossos desejos. É no cruzamento destas duas situações que o livro vai ganhando uma força tão envolvente que o leitor pasma. E estremece. Baseado numa investigação independente, que vai directa ao âmago das coisas, Mamas & Badanas entra na literatura portuguesa como uma broca num dente cariado e inaugura um género absolutamente novo em que sátira, niilismo e tragicomédia se medem frente a frente e se entrelaçam em cadências variadas. Mescla de palavras fortes, ternas e irónicas, Mamas & Badanas é a mais desconcertante obra do nosso tempo.
Nº Páginas: 216
Sinopse:
Mamas & Badanas é um livro único que explora o mais profundo do imaginário e das motivações secre-tas dos escritores portugueses. Começa por esquartejar as badanas e contracapas dos livros, o que lhe permite desvendar factos insólitos e as mais recônditas ligações entre esses textos assombrosos e o subterrâneo psíquico dos autores nacionais. Depois analisa em profundidade a devoção contemporânea pelos peitos das senhoras, apresentados obsessivamente como um par de mamas descomunais, feitas à medida da nossa mania das grandezas e da mentira dos nossos desejos. É no cruzamento destas duas situações que o livro vai ganhando uma força tão envolvente que o leitor pasma. E estremece. Baseado numa investigação independente, que vai directa ao âmago das coisas, Mamas & Badanas entra na literatura portuguesa como uma broca num dente cariado e inaugura um género absolutamente novo em que sátira, niilismo e tragicomédia se medem frente a frente e se entrelaçam em cadências variadas. Mescla de palavras fortes, ternas e irónicas, Mamas & Badanas é a mais desconcertante obra do nosso tempo.
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Edição: Abr 2003
Nº Páginas: 256
Sinopse:
Neste livro, escrito a partir dos admiráveis textos que publica na revista XIS, a autora volta a abordar sob diversos ângulos a sua mensagem: acreditar que a alegria é possível e que vale a pena insistir em viver neste mundo cheio de dificuldades, tristezas e dores. Abordando todo o tipo de problemas comportamentais que envolvem os nossos dias, as palavras de Maria José abrem portas para interpretações positivas e para soluções construtivas. No fim de cada texto, a busca do equílibrio pessoal, o reforço da alegria de viver e a crença no amor incondicional saem sempre vencedores.
Nº Páginas: 256
Sinopse:
Neste livro, escrito a partir dos admiráveis textos que publica na revista XIS, a autora volta a abordar sob diversos ângulos a sua mensagem: acreditar que a alegria é possível e que vale a pena insistir em viver neste mundo cheio de dificuldades, tristezas e dores. Abordando todo o tipo de problemas comportamentais que envolvem os nossos dias, as palavras de Maria José abrem portas para interpretações positivas e para soluções construtivas. No fim de cada texto, a busca do equílibrio pessoal, o reforço da alegria de viver e a crença no amor incondicional saem sempre vencedores.
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Edição: Out 2012
Nº Páginas: 288
Sinopse:
As primeiras boîtes, os livros proibidos, os concursos de mini-saias e de ié-ié. As vedetas da TV, os bordéis, os mamarrachos, um ditador. A vida na Lisboa dos anos 60 é tudo isto, e muito mais. Baseado em factos históricos e memórias reais, esta cápsula do tempo é um antídoto para o esquecimento. Resgata personagens, cristaliza lugares, recorda escândalos e aventuras. Uma viagem surpreendente a um passado tão recente e já tão desconhecido.
Nº Páginas: 288
Sinopse:
As primeiras boîtes, os livros proibidos, os concursos de mini-saias e de ié-ié. As vedetas da TV, os bordéis, os mamarrachos, um ditador. A vida na Lisboa dos anos 60 é tudo isto, e muito mais. Baseado em factos históricos e memórias reais, esta cápsula do tempo é um antídoto para o esquecimento. Resgata personagens, cristaliza lugares, recorda escândalos e aventuras. Uma viagem surpreendente a um passado tão recente e já tão desconhecido.
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Edição: Set 2017
Nº Páginas: 240
Sinopse:
É impossível passar pela Quinta do Comandante, em Oliveira de Azeméis, e ficar indiferente ao edifício em avançado estado de degradação que ali se ergue. Atrás daquelas paredes em ruínas tanto se escondem histórias de amor como episódios trágicos com um final surpreendente. Numa certa noite, o comandante Batista de Carvalho juntou um grupo de amigos e familiares para uma festa. A meio do jantar levantou-se, dirigiu-se ao quarto, pegou num revólver e suicidou-se. Não é caso único nas tragédias que assolam os lugares abandonados de Portugal. A 10 de Julho de 1957, a GNR avançou sobre a população do Colmeal, em Figueira de Castelo Rodrigo. Houve mortos, feridos e no fim da luta, ninguém ficou na aldeia para contar a história. O silêncio passou a ser o único habitante daquela que é apenas uma das muitas aldeias abandonadas de Portugal. Na quinta da Arealva, à beira Tejo, em Almada, ainda restam os armazéns, o cais e até os rótulos dos vinhos, negócio que, em 1757, trouxe os O'Neill para Portugal. A família viveu na quinta por várias gerações, mas a azáfama acabou por dar lugar ao vazio que ali perdura. Os lugares abandonados são uma viagem fascinante ao passado. Saber o que foi aquele lugar, quem ali viveu, o que aconteceu e porquê, perceber o que restou, de tudo isso nos falam os escombros ou as paredes que se mantiveram de pé. De uma forma geral, somos surpreendidos com o que descobrimos. Neste livro, a jornalista Vanessa Fidalgo percorre o país de norte a sul e revela-nos a história de dezenas de lugares abandonados. Recupera personagens que os habitaram, as suas vivências, amores e desamores, os episódios que conferiram a esses locais uma alma e uma memória. São histórias de aldeias inteiras que, de um dia para o outro, ficaram abandonadas; de estações ferroviárias onde o apito dos comboios deixou de se ouvir; de mansões e palacetes em que o silêncio se instalou como uma herança maldita.
Nº Páginas: 240
Sinopse:
É impossível passar pela Quinta do Comandante, em Oliveira de Azeméis, e ficar indiferente ao edifício em avançado estado de degradação que ali se ergue. Atrás daquelas paredes em ruínas tanto se escondem histórias de amor como episódios trágicos com um final surpreendente. Numa certa noite, o comandante Batista de Carvalho juntou um grupo de amigos e familiares para uma festa. A meio do jantar levantou-se, dirigiu-se ao quarto, pegou num revólver e suicidou-se. Não é caso único nas tragédias que assolam os lugares abandonados de Portugal. A 10 de Julho de 1957, a GNR avançou sobre a população do Colmeal, em Figueira de Castelo Rodrigo. Houve mortos, feridos e no fim da luta, ninguém ficou na aldeia para contar a história. O silêncio passou a ser o único habitante daquela que é apenas uma das muitas aldeias abandonadas de Portugal. Na quinta da Arealva, à beira Tejo, em Almada, ainda restam os armazéns, o cais e até os rótulos dos vinhos, negócio que, em 1757, trouxe os O'Neill para Portugal. A família viveu na quinta por várias gerações, mas a azáfama acabou por dar lugar ao vazio que ali perdura. Os lugares abandonados são uma viagem fascinante ao passado. Saber o que foi aquele lugar, quem ali viveu, o que aconteceu e porquê, perceber o que restou, de tudo isso nos falam os escombros ou as paredes que se mantiveram de pé. De uma forma geral, somos surpreendidos com o que descobrimos. Neste livro, a jornalista Vanessa Fidalgo percorre o país de norte a sul e revela-nos a história de dezenas de lugares abandonados. Recupera personagens que os habitaram, as suas vivências, amores e desamores, os episódios que conferiram a esses locais uma alma e uma memória. São histórias de aldeias inteiras que, de um dia para o outro, ficaram abandonadas; de estações ferroviárias onde o apito dos comboios deixou de se ouvir; de mansões e palacetes em que o silêncio se instalou como uma herança maldita.
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Edição: Nov 2024
Nº Páginas: 368
Sinopse:
O nosso mundo tem inúmeras fronteiras, das óbvias, como um oceano, às mais subtis, como as diferenças na língua ou no clima. Todos os dias, deparamo-nos e cruzamos linhas invisíveis que se moldam conforme agimos, sentimos ou vivemos... e nem sequer pensamos nelas. Em Linhas Invisíveis, o geógrafo Maxim Samson apresenta 30 destes limites invisíveis, exemplos intrigantes e inesperados das múltiplas formas como nos relacionamos e experienciamos o mundo. Dos fãs de futebol de Buenos Aires à qualidade do ar na China ou à Faixa da Malária subsariana, a existência — ou a perceção de existência — de linhas divisórias tem múltiplas implicações para os seres humanos, a vida selvagem e a própria localização dessas linhas. Ilustrado com mapas de cada região, este livro revela as formas extraordinárias como tentamos tornar o planeta mais habitável e inteligível. Um guia fundamental para apreender e compreender o nosso mundo em toda a sua consistência — mas também em toda a sua diversidade.
Nº Páginas: 368
Sinopse:
O nosso mundo tem inúmeras fronteiras, das óbvias, como um oceano, às mais subtis, como as diferenças na língua ou no clima. Todos os dias, deparamo-nos e cruzamos linhas invisíveis que se moldam conforme agimos, sentimos ou vivemos... e nem sequer pensamos nelas. Em Linhas Invisíveis, o geógrafo Maxim Samson apresenta 30 destes limites invisíveis, exemplos intrigantes e inesperados das múltiplas formas como nos relacionamos e experienciamos o mundo. Dos fãs de futebol de Buenos Aires à qualidade do ar na China ou à Faixa da Malária subsariana, a existência — ou a perceção de existência — de linhas divisórias tem múltiplas implicações para os seres humanos, a vida selvagem e a própria localização dessas linhas. Ilustrado com mapas de cada região, este livro revela as formas extraordinárias como tentamos tornar o planeta mais habitável e inteligível. Um guia fundamental para apreender e compreender o nosso mundo em toda a sua consistência — mas também em toda a sua diversidade.
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Edição: Nov 2019
Nº Páginas: 400
Sinopse:
" Este livro reúne ensaios inéditos de mais de 80 autores que não são geralmente identificados em publico como de esquerda, ou não se identificam a si próprios como tal. Tem idades e profissões variadas, e perspectivas e opiniões igualmente diversas. O livro tenta precisamente registar essa variedade. Para a primeira parte, os coordenadores pediram aos autores que falassem sobre muitas coisas: filosofias, personalidades e momentos históricos, princípios, estilos, lugares, e também sobre livros e filmes. Numa segunda parte, são tratados alguns dos grandes temas de debate publico, sempre com dois autores para cada tema."
Nº Páginas: 400
Sinopse:
" Este livro reúne ensaios inéditos de mais de 80 autores que não são geralmente identificados em publico como de esquerda, ou não se identificam a si próprios como tal. Tem idades e profissões variadas, e perspectivas e opiniões igualmente diversas. O livro tenta precisamente registar essa variedade. Para a primeira parte, os coordenadores pediram aos autores que falassem sobre muitas coisas: filosofias, personalidades e momentos históricos, princípios, estilos, lugares, e também sobre livros e filmes. Numa segunda parte, são tratados alguns dos grandes temas de debate publico, sempre com dois autores para cada tema."
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Edição: Abr 2016
Nº Páginas: 496
Sinopse:
Reunindo testemunhos de vários especialistas responsáveis pela tomada de decisões na área da saúde em África - ministros da Saúde, directores de instituições públicas e privadas, directores de ONG, médicos e enfermeiros -, Líderes Africanos de Saúde oferece uma perspectiva absolutamente actualizada sobre o quadro clínico do continente. O livro descreve ainda o momento de transição das prioridades na saúde que o continente atravessa actualmente - o foco já não incide apenas sobre as doenças transmissíveis, como o HIV/sida, e epidémicas, como a malária, mas também sobre as doenças resultantes de mudanças no estilo de vida, como o cancro e a diabetes -, e o modo como os especialistas e agentes de mudança têm lidado com esta transição. Líderes Africanos de Saúde é um livro repleto de casos de sucesso, que serão aplicados no futuro a um nível cada vez mais global, transformando a forma como se encara a saúde em todo o mundo.
Nº Páginas: 496
Sinopse:
Reunindo testemunhos de vários especialistas responsáveis pela tomada de decisões na área da saúde em África - ministros da Saúde, directores de instituições públicas e privadas, directores de ONG, médicos e enfermeiros -, Líderes Africanos de Saúde oferece uma perspectiva absolutamente actualizada sobre o quadro clínico do continente. O livro descreve ainda o momento de transição das prioridades na saúde que o continente atravessa actualmente - o foco já não incide apenas sobre as doenças transmissíveis, como o HIV/sida, e epidémicas, como a malária, mas também sobre as doenças resultantes de mudanças no estilo de vida, como o cancro e a diabetes -, e o modo como os especialistas e agentes de mudança têm lidado com esta transição. Líderes Africanos de Saúde é um livro repleto de casos de sucesso, que serão aplicados no futuro a um nível cada vez mais global, transformando a forma como se encara a saúde em todo o mundo.
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Edição: Abr 2002
Nº Páginas: 220
Sinopse:
Irene e Filomena, as mães, Sónia e Miguel, os filhos. Daniel Sampaio, o elemento aglutinador e reflexivo em breves incursões nos relatos-monólogos que nos vão desvendando os conflitos. E uma Casa Encantada, ponto de chegada e de passagem para a fuga. São estes os vértices de que partimos para uma viagem ao âmago do abismo em que estas quatro personagens mergulham. E arrastam-nos com elas até ao vórtice, onde os silêncios não se escutam, onde as palavras não se compreendem, onde os desencontros emergem, onde a solidão dói, a ideia da morte surge como libertação, a dor física auto-infligida serve para "trocar dores" e alivia, e a crueldade entre os jovens pode atingir o limite. Que preço tem de se pagar por se ser diferente? Em que momento a personalidade se modifica e porquê? Quando é que o ténue fio do equilíbrio emocional se quebra? Quem é responsável? A quem atribuir culpas? E será que as há? Com a sua vasta e riquíssima experiência profissional, Daniel Sampaio dá-nos as pistas, tenta encontrar as respostas, ganha a confiança de quem no maior dos desesperos o procura. Ele é a ponte para essa terrível fronteira em que a realidade se perde e o abismo espreita.
Nº Páginas: 220
Sinopse:
Irene e Filomena, as mães, Sónia e Miguel, os filhos. Daniel Sampaio, o elemento aglutinador e reflexivo em breves incursões nos relatos-monólogos que nos vão desvendando os conflitos. E uma Casa Encantada, ponto de chegada e de passagem para a fuga. São estes os vértices de que partimos para uma viagem ao âmago do abismo em que estas quatro personagens mergulham. E arrastam-nos com elas até ao vórtice, onde os silêncios não se escutam, onde as palavras não se compreendem, onde os desencontros emergem, onde a solidão dói, a ideia da morte surge como libertação, a dor física auto-infligida serve para "trocar dores" e alivia, e a crueldade entre os jovens pode atingir o limite. Que preço tem de se pagar por se ser diferente? Em que momento a personalidade se modifica e porquê? Quando é que o ténue fio do equilíbrio emocional se quebra? Quem é responsável? A quem atribuir culpas? E será que as há? Com a sua vasta e riquíssima experiência profissional, Daniel Sampaio dá-nos as pistas, tenta encontrar as respostas, ganha a confiança de quem no maior dos desesperos o procura. Ele é a ponte para essa terrível fronteira em que a realidade se perde e o abismo espreita.
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Edição: Nov 2020
Nº Páginas: 240
Sinopse:
"Estamos a criar crianças totós, de uma imaturidade inacreditável." Em 2015, esta afirmação do professor Carlos Neto tornou-se viral e fez o país acordar para a situação dramática das crianças de hoje. Em Portugal, escola e modelo de aprendizagem estão ultrapassados há muito, mas é lá que as crianças passam a maior parte do dia, fechadas dentro das salas de aula. Os períodos de recreio são cada vez mais curtos e os espaços de brincadeira padronizados, aborrecidos e pouco desafiantes. O trajeto casa-escola-casa, que antes era feito a pé juntamente com os colegas, passou a ser feito de carro. Os nossos filhos quase nem têm tempo para brincar, apenas aqueles minutos que se conseguem encaixar na agenda, por entre as inúmeras atividades extracurriculares. Fora da escola, não os deixamos brincar ao ar livre e fechamo-los em casa, numa redoma almofadada dominada pelo poder sedutor e anestesiante dos ecrãs. A rua, que desempenhou um papel determinante nas nossas infâncias e na nossa formação como adultos, tornou-se território proibido para os nossos filhos. Crianças de 3 anos queixam-se de que estão cansadas ao fim de vinte minutos de brincadeira. Outras, aos 7 anos, são capazes de programar em computador mas não sabem atar os sapatos. Quase metade das crianças do 2º ano do 1º ciclo não consegue dar uma cambalhota. É inegável: as nossas crianças brincam e mexem-se cada vez menos. O analfabetismo motor tornou-se um problema gravíssimo. Ao queremos superprotegê-las daquilo que entendemos ser perigoso, estamos a comprometer o seu desenvolvimento e a impedi-las de se tornarem adultos funcionais, tanto em termos físicos, como cognitivos. "A rua está em vias de extinção. Olhamos para a cidade e já não vemos crianças a brincar. Passeiam-se mais os cães do que as crianças."
Nº Páginas: 240
Sinopse:
"Estamos a criar crianças totós, de uma imaturidade inacreditável." Em 2015, esta afirmação do professor Carlos Neto tornou-se viral e fez o país acordar para a situação dramática das crianças de hoje. Em Portugal, escola e modelo de aprendizagem estão ultrapassados há muito, mas é lá que as crianças passam a maior parte do dia, fechadas dentro das salas de aula. Os períodos de recreio são cada vez mais curtos e os espaços de brincadeira padronizados, aborrecidos e pouco desafiantes. O trajeto casa-escola-casa, que antes era feito a pé juntamente com os colegas, passou a ser feito de carro. Os nossos filhos quase nem têm tempo para brincar, apenas aqueles minutos que se conseguem encaixar na agenda, por entre as inúmeras atividades extracurriculares. Fora da escola, não os deixamos brincar ao ar livre e fechamo-los em casa, numa redoma almofadada dominada pelo poder sedutor e anestesiante dos ecrãs. A rua, que desempenhou um papel determinante nas nossas infâncias e na nossa formação como adultos, tornou-se território proibido para os nossos filhos. Crianças de 3 anos queixam-se de que estão cansadas ao fim de vinte minutos de brincadeira. Outras, aos 7 anos, são capazes de programar em computador mas não sabem atar os sapatos. Quase metade das crianças do 2º ano do 1º ciclo não consegue dar uma cambalhota. É inegável: as nossas crianças brincam e mexem-se cada vez menos. O analfabetismo motor tornou-se um problema gravíssimo. Ao queremos superprotegê-las daquilo que entendemos ser perigoso, estamos a comprometer o seu desenvolvimento e a impedi-las de se tornarem adultos funcionais, tanto em termos físicos, como cognitivos. "A rua está em vias de extinção. Olhamos para a cidade e já não vemos crianças a brincar. Passeiam-se mais os cães do que as crianças."
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Edição: Ago 2015
Nº Páginas: 368
Sinopse:
""Levante-se o Réu" contava histórias dos tribunais portugueses, com pessoas reais e crimes verdadeiros, mas havia quem julgasse que eram inventados. Que os réus, acusadores, testemunhas e magistrados seriam personagens de ficção. Mas não eram nem podiam. Todas as semanas eu voltava, por assim dizer, ao local do crime: ao tribunal. Só alterava os nomes para proteger as identidades nos casos mais delicados. Não se pode mentir em jornalismo. A realidade - a chamada vida - é que tem muita imaginação." Ao longo de 20 anos, Rui Cardoso Martins assistiu a mais de 700 casos de justiça em sessões públicas de tribunal. Depois, fixou-os num registo literário de efeitos ora cómicos, ora comoventes. E sempre com uma capacidade notável para captar com empatia a justiça e a injustiça, o chocante e o caricato. "Levante-se o Réu" recupera a saudosa rubrica do Público, reunindo as cem melhores crónicas do autor.
Nº Páginas: 368
Sinopse:
""Levante-se o Réu" contava histórias dos tribunais portugueses, com pessoas reais e crimes verdadeiros, mas havia quem julgasse que eram inventados. Que os réus, acusadores, testemunhas e magistrados seriam personagens de ficção. Mas não eram nem podiam. Todas as semanas eu voltava, por assim dizer, ao local do crime: ao tribunal. Só alterava os nomes para proteger as identidades nos casos mais delicados. Não se pode mentir em jornalismo. A realidade - a chamada vida - é que tem muita imaginação." Ao longo de 20 anos, Rui Cardoso Martins assistiu a mais de 700 casos de justiça em sessões públicas de tribunal. Depois, fixou-os num registo literário de efeitos ora cómicos, ora comoventes. E sempre com uma capacidade notável para captar com empatia a justiça e a injustiça, o chocante e o caricato. "Levante-se o Réu" recupera a saudosa rubrica do Público, reunindo as cem melhores crónicas do autor.
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Edição: Set 2017
Nº Páginas: 368
Sinopse:
"A resposta à eterna pergunta da esquerda, "o que teria acontecido se Lenine tivesse vivido mais dez anos em plena saúde e conseguido depor Estaline?", não é tão clara como pode parecer." A originalidade e importância de Lenine enquanto líder revolucionário estão muitas vezes associadas ao momento da tomada do poder na Rússia, em Outubro de 1917. No entanto, neste seu mais recente e original livro, Žižek argumenta que a verdadeira grandeza do líder soviético deve ser antes compreendida analisando os últimos dois anos da sua vida: anos que legaram uma herança ainda válida para o pensamento político de hoje. Durante esses anos, a Rússia encontrava-se numa encruzilhada: depois de sobreviver a invasões, embargos e a uma terrível guerra civil, assim como a tensões e revoltas internas, o Estado encontrava-se exausto, isolado e sem uma direção definida para contrapor ao evidente recuo do sonho de uma revolução global. É neste momento, segundo Žižek, que Lenine se irá revelar enquanto verdadeiro estadista, líder e pensador, com a lucidez e a coragem de se adaptar a uma nova ordem mundial. Cem anos após a Revolução Soviética e num momento em que o mundo se encontra diante de novas e perigosas lutas pelo poder, Žižek demonstra como é urgente e necessário recuperar o exemplo que Lenine deixou como legado nos últimos anos da sua vida.
Nº Páginas: 368
Sinopse:
"A resposta à eterna pergunta da esquerda, "o que teria acontecido se Lenine tivesse vivido mais dez anos em plena saúde e conseguido depor Estaline?", não é tão clara como pode parecer." A originalidade e importância de Lenine enquanto líder revolucionário estão muitas vezes associadas ao momento da tomada do poder na Rússia, em Outubro de 1917. No entanto, neste seu mais recente e original livro, Žižek argumenta que a verdadeira grandeza do líder soviético deve ser antes compreendida analisando os últimos dois anos da sua vida: anos que legaram uma herança ainda válida para o pensamento político de hoje. Durante esses anos, a Rússia encontrava-se numa encruzilhada: depois de sobreviver a invasões, embargos e a uma terrível guerra civil, assim como a tensões e revoltas internas, o Estado encontrava-se exausto, isolado e sem uma direção definida para contrapor ao evidente recuo do sonho de uma revolução global. É neste momento, segundo Žižek, que Lenine se irá revelar enquanto verdadeiro estadista, líder e pensador, com a lucidez e a coragem de se adaptar a uma nova ordem mundial. Cem anos após a Revolução Soviética e num momento em que o mundo se encontra diante de novas e perigosas lutas pelo poder, Žižek demonstra como é urgente e necessário recuperar o exemplo que Lenine deixou como legado nos últimos anos da sua vida.
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Edição: Jan 2018
Nº Páginas: 216
Sinopse:
SERÁ QUE A LEITURA TRANSFORMA O NOSSO MODO DE OLHAR O MUNDO? Leituras para Um Século reúne um conjunto de textos que defendem esta ideia, e outras: a de que o ser humano pode influenciar activamente o mundo que o rodeia através dos livros que escolhe para ler; a de que podemos transformar-nos a nós mesmos se lermos determinados livros; a de que o universo e o nosso entendimento sobre ele se expandem quando tomamos contacto com certas ideias de certos pensadores (filósofos, biólogos, políticos, cientistas sociais, romancistas, entre outros). "O mundo compreende-se através da leitura de livros - mesmo na Era da Informação e da sociedade em rede. E este é um livro sobre livros, que procura responder a uma inquietação eterna: como perceber o mundo em que vivemos, moldá-lo e vivê-lo?" —da Introdução. As crónicas compiladas neste livro, da autoria do físico João Caraça, do sociólogo Gustavo Cardoso e do economista Sandro Mendonça, aludem a vários livros - clássicos de muitas áreas do saber e também novidades de anos recentes - que influenciaram decisivamente os autores, e que, espera-se agora, venham a influenciar os leitores.
Nº Páginas: 216
Sinopse:
SERÁ QUE A LEITURA TRANSFORMA O NOSSO MODO DE OLHAR O MUNDO? Leituras para Um Século reúne um conjunto de textos que defendem esta ideia, e outras: a de que o ser humano pode influenciar activamente o mundo que o rodeia através dos livros que escolhe para ler; a de que podemos transformar-nos a nós mesmos se lermos determinados livros; a de que o universo e o nosso entendimento sobre ele se expandem quando tomamos contacto com certas ideias de certos pensadores (filósofos, biólogos, políticos, cientistas sociais, romancistas, entre outros). "O mundo compreende-se através da leitura de livros - mesmo na Era da Informação e da sociedade em rede. E este é um livro sobre livros, que procura responder a uma inquietação eterna: como perceber o mundo em que vivemos, moldá-lo e vivê-lo?" —da Introdução. As crónicas compiladas neste livro, da autoria do físico João Caraça, do sociólogo Gustavo Cardoso e do economista Sandro Mendonça, aludem a vários livros - clássicos de muitas áreas do saber e também novidades de anos recentes - que influenciaram decisivamente os autores, e que, espera-se agora, venham a influenciar os leitores.
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Edição: Out 2006
Nº Páginas: 348
Sinopse:
Doze anos depois da publicação do seu conhecido livro "Inventem-se Novos Pais", Daniel Sampaio actualiza as questões de relacionamento entre pais e filhos adolescentes. "Lavrar o Mar" propõe um novo olhar sobre o quotidiano das famílias: é tempo de responsabilizar os jovens pelos seus comportamentos, é o momento para deixarmos de os considerar seres imaturos a quem não podemos pedir contas. Nesta obra, salienta-se a decisiva importância de uma infância organizada à volta do amor e da disciplina, como garante de uma adolescência saudável; estimulam-se novas formas de diálogo entre pais e filhos, sem esquecer que a decisiva palavra tem de caber aos mais velhos; e são dados numerosos exemplos de possíveis conflitos quotidianos como os horários, os dinheiros, os prémios e os castigos, a Internet, o sexo, o álcool e as drogas. Em correspondência com Eulália Barros, o tema da escola é revisitado e são apontadas novas linhas de reflexão sobre o ensino e a aprendizagem. Escrito de forma clara e acessível, mas sedimentado numa vasta experiência do autor no trabalho com adolescentes, "Lavrar o Mar" é uma obra indispensável a pais e educadores e um oportuno momento de reflexão para os mais jovens.
Nº Páginas: 348
Sinopse:
Doze anos depois da publicação do seu conhecido livro "Inventem-se Novos Pais", Daniel Sampaio actualiza as questões de relacionamento entre pais e filhos adolescentes. "Lavrar o Mar" propõe um novo olhar sobre o quotidiano das famílias: é tempo de responsabilizar os jovens pelos seus comportamentos, é o momento para deixarmos de os considerar seres imaturos a quem não podemos pedir contas. Nesta obra, salienta-se a decisiva importância de uma infância organizada à volta do amor e da disciplina, como garante de uma adolescência saudável; estimulam-se novas formas de diálogo entre pais e filhos, sem esquecer que a decisiva palavra tem de caber aos mais velhos; e são dados numerosos exemplos de possíveis conflitos quotidianos como os horários, os dinheiros, os prémios e os castigos, a Internet, o sexo, o álcool e as drogas. Em correspondência com Eulália Barros, o tema da escola é revisitado e são apontadas novas linhas de reflexão sobre o ensino e a aprendizagem. Escrito de forma clara e acessível, mas sedimentado numa vasta experiência do autor no trabalho com adolescentes, "Lavrar o Mar" é uma obra indispensável a pais e educadores e um oportuno momento de reflexão para os mais jovens.
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Edição: Abr 2018
Nº Páginas: 384
Sinopse:
A reportagem definitiva sobre a investigação que abalou o Brasil e revelou um dos maiores casos de corrupção do país. O jornalista Vladimir Netto acompanha a operação Lava Jato desde o início, revelando todos os acontecimentos do maior escândalo de corrupção do Brasil. À medida que a operação avança, descobrimos quem são as personagens-chave desse processo - políticos, gestores e empreiteiros - e como se articularam para desviar milhares de milhões dos cofres estatais. Para traçar o perfil do juiz Sérgio Moro, o fio condutor desta história, o autor tenta desvendar a personalidade do homem que inspirou medo nas figuras mais poderosas do Brasil: o seu vasto conhecimento técnico, as perguntas meticulosas, as sentenças fundamentadas e a coragem de enfrentar a pressão de advogados de renome. Repleto de informações de bastidores, ligações perigosas e diálogos de um cinismo impensável, este grande livro-reportagem, com um enredo escrito num estilo policial, é um registo histórico do período conturbado que o Brasil ainda atravessa e um livro que ajuda também o leitor português a compreender a corrupção no seu próprio país.
Nº Páginas: 384
Sinopse:
A reportagem definitiva sobre a investigação que abalou o Brasil e revelou um dos maiores casos de corrupção do país. O jornalista Vladimir Netto acompanha a operação Lava Jato desde o início, revelando todos os acontecimentos do maior escândalo de corrupção do Brasil. À medida que a operação avança, descobrimos quem são as personagens-chave desse processo - políticos, gestores e empreiteiros - e como se articularam para desviar milhares de milhões dos cofres estatais. Para traçar o perfil do juiz Sérgio Moro, o fio condutor desta história, o autor tenta desvendar a personalidade do homem que inspirou medo nas figuras mais poderosas do Brasil: o seu vasto conhecimento técnico, as perguntas meticulosas, as sentenças fundamentadas e a coragem de enfrentar a pressão de advogados de renome. Repleto de informações de bastidores, ligações perigosas e diálogos de um cinismo impensável, este grande livro-reportagem, com um enredo escrito num estilo policial, é um registo histórico do período conturbado que o Brasil ainda atravessa e um livro que ajuda também o leitor português a compreender a corrupção no seu próprio país.
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Edição: Abr 2018
Nº Páginas: 184
Sinopse:
"LÁ FORA": AS CRÓNICAS ONDE PEDRO MEXIA EXPLICA PORQUE GOSTA POUCO DE SAIR DE CASA Prefácio de António Mega Ferreira Lá Fora não é um livro sobre viagens demoradas a lugares exóticos, sobre passeios venturosos a altas montanhas ou selvas escuras, ou sequer sobre grandes temporadas em metrópoles sofisticadas do mundo ocidental: aqui, Pedro Mexia, uma das grandes personalidades da cultura portuguesa contemporânea, revela, mais do que lugares físicos onde tenha estado, lugares mentais acerca dos quais pensou. Há os teatros e as livrarias de Londres, mas também a Paris, Texas, de Wim Wenders. Há a Lisboa das Avenidas Novas e do Chiado, mas também as viagens de liteira de Camilo Castelo Branco. Há os verões da infância na Figueira da Foz, mas também a ilha grega de Leonard Cohen. Deambulando por geografias de espécie diferente, Pedro Mexia — cronista, poeta, crítico literário, tradutor e editor — revela neste livro algumas das suas ideias mais interessantes sobre cinema, música, literatura, filosofia, política e religião, ao mesmo tempo que descreve lugares por onde passou e que, de alguma forma, não esqueceu. "Quem está cansado de Londres está cansado da vida, disse o Dr Johnson. Percebi o significado exacto dessa frase quando fui a Londres pela primeira vez, há dez anos. Estava cansado da vida, a vida às vezes cansa, mas em Londres descobri uma vida nova, uma espécie de epifania sóbria, contida, à inglesa. Por isso digo que foi a minha primeira vez em Londres, embora já lá tivesse ido antes: foi quando descobri que Londres me reconciliava com o facto de estar vivo. […] Em vários momentos da minha vida a ideia de "ir para Londres" ou simplesmente "ir a Londres" representou um projecto, um refúgio, um bálsamo, uma possibilidade. Foi sempre a vida que eu quis quando quis Londres. E lembro-me de um dia ter tido uma daquelas fantasias juvenis ou aventurosas que costumam aparecer em paragens mais exóticas: "viro aquela esquina e começo de novo, nunca mais sabem de mim". Outras pessoas preferem climas amenos e espaços desafogados e diversões esfuziantes. Mas a minha cidade estrangeira favorita é chuvosa, desagradável à noite, e goza-se melhor portas adentro, educada e tranquilamente, com fleuma quase infalível e aquecimento central." —Pedro Mexia
Nº Páginas: 184
Sinopse:
"LÁ FORA": AS CRÓNICAS ONDE PEDRO MEXIA EXPLICA PORQUE GOSTA POUCO DE SAIR DE CASA Prefácio de António Mega Ferreira Lá Fora não é um livro sobre viagens demoradas a lugares exóticos, sobre passeios venturosos a altas montanhas ou selvas escuras, ou sequer sobre grandes temporadas em metrópoles sofisticadas do mundo ocidental: aqui, Pedro Mexia, uma das grandes personalidades da cultura portuguesa contemporânea, revela, mais do que lugares físicos onde tenha estado, lugares mentais acerca dos quais pensou. Há os teatros e as livrarias de Londres, mas também a Paris, Texas, de Wim Wenders. Há a Lisboa das Avenidas Novas e do Chiado, mas também as viagens de liteira de Camilo Castelo Branco. Há os verões da infância na Figueira da Foz, mas também a ilha grega de Leonard Cohen. Deambulando por geografias de espécie diferente, Pedro Mexia — cronista, poeta, crítico literário, tradutor e editor — revela neste livro algumas das suas ideias mais interessantes sobre cinema, música, literatura, filosofia, política e religião, ao mesmo tempo que descreve lugares por onde passou e que, de alguma forma, não esqueceu. "Quem está cansado de Londres está cansado da vida, disse o Dr Johnson. Percebi o significado exacto dessa frase quando fui a Londres pela primeira vez, há dez anos. Estava cansado da vida, a vida às vezes cansa, mas em Londres descobri uma vida nova, uma espécie de epifania sóbria, contida, à inglesa. Por isso digo que foi a minha primeira vez em Londres, embora já lá tivesse ido antes: foi quando descobri que Londres me reconciliava com o facto de estar vivo. […] Em vários momentos da minha vida a ideia de "ir para Londres" ou simplesmente "ir a Londres" representou um projecto, um refúgio, um bálsamo, uma possibilidade. Foi sempre a vida que eu quis quando quis Londres. E lembro-me de um dia ter tido uma daquelas fantasias juvenis ou aventurosas que costumam aparecer em paragens mais exóticas: "viro aquela esquina e começo de novo, nunca mais sabem de mim". Outras pessoas preferem climas amenos e espaços desafogados e diversões esfuziantes. Mas a minha cidade estrangeira favorita é chuvosa, desagradável à noite, e goza-se melhor portas adentro, educada e tranquilamente, com fleuma quase infalível e aquecimento central." —Pedro Mexia
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Edição: Set 2013
Nº Páginas: 320
Sinopse:
1961 foi o ano mais difícil da história contemporânea das relações entre Portugal e os Estados Unidos. Salazar, a caminho dos 73 anos, era como uma velha raposa, segura no seu covil, enfrentando as ameaças com inexcedível argúcia. Kennedy, aos 43 anos, chegara à Casa Branca como um jovem leão, majestático nas características de poder e carisma com que captou a imaginação universal. José Freire Antunes tem a arte de nos conduzir minuciosamente pelos labirintos desconhecidos das relações entre os dois aliados na NATO e revela-nos os grandes segredos do dramático conflito entre as políticas de Kennedy e Salazar. O resultado é uma obra profunda, uma investigação notável, uma escrita fascinante.
Nº Páginas: 320
Sinopse:
1961 foi o ano mais difícil da história contemporânea das relações entre Portugal e os Estados Unidos. Salazar, a caminho dos 73 anos, era como uma velha raposa, segura no seu covil, enfrentando as ameaças com inexcedível argúcia. Kennedy, aos 43 anos, chegara à Casa Branca como um jovem leão, majestático nas características de poder e carisma com que captou a imaginação universal. José Freire Antunes tem a arte de nos conduzir minuciosamente pelos labirintos desconhecidos das relações entre os dois aliados na NATO e revela-nos os grandes segredos do dramático conflito entre as políticas de Kennedy e Salazar. O resultado é uma obra profunda, uma investigação notável, uma escrita fascinante.
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Edição: Nov 2016
Nº Páginas: 208
Sinopse:
D. Manuel Clemente sintetiza nestas páginas a sua visão do presente português e europeu, identificando os grandes desafios que hoje enfrentamos. É notável a capacidade que o Patriarca de Lisboa tem de tocar o nó do problema e de abrir perspetivas surpreendentes, numa viagem pela história, pela sabedoria do cristianismo e pela cultura ocidental. O seu é um olhar profundo e indispensável à construção do presente.
Nº Páginas: 208
Sinopse:
D. Manuel Clemente sintetiza nestas páginas a sua visão do presente português e europeu, identificando os grandes desafios que hoje enfrentamos. É notável a capacidade que o Patriarca de Lisboa tem de tocar o nó do problema e de abrir perspetivas surpreendentes, numa viagem pela história, pela sabedoria do cristianismo e pela cultura ocidental. O seu é um olhar profundo e indispensável à construção do presente.
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Edição: Abr 2011
Nº Páginas: 544
Sinopse:
Com 35 anos de autonomia política, Governo próprio e grossas transferências do Orçamento de Estado, a que se juntam 25 anos de generosos fundos comunitários, a Madeira modernizou-se por fora mas não se desenvolveu por dentro. Apostou no betão (que trouxe grossos benefícios a uma clientela restrita) e "esqueceu-se" do resto. Descubra quem é, no concreto, Alberto João Jardim. Como chegou ao Poder e nele se mantém. Conheça por dentro o regime, a sua ligação com a Igreja, a Justiça e os media, a teia que criou, a subsídio-dependência generalizada na ilha. Saiba quem é quem no jardinismo, medite na linguagem desbragada do chefe máximo e na sua frustração por não conseguir dar o salto da ilha.
Nº Páginas: 544
Sinopse:
Com 35 anos de autonomia política, Governo próprio e grossas transferências do Orçamento de Estado, a que se juntam 25 anos de generosos fundos comunitários, a Madeira modernizou-se por fora mas não se desenvolveu por dentro. Apostou no betão (que trouxe grossos benefícios a uma clientela restrita) e "esqueceu-se" do resto. Descubra quem é, no concreto, Alberto João Jardim. Como chegou ao Poder e nele se mantém. Conheça por dentro o regime, a sua ligação com a Igreja, a Justiça e os media, a teia que criou, a subsídio-dependência generalizada na ilha. Saiba quem é quem no jardinismo, medite na linguagem desbragada do chefe máximo e na sua frustração por não conseguir dar o salto da ilha.
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Edição: Abr 2003
Nº Páginas: 296
Sinopse:
Mário Soares foi, desde sempre, um amante dos livros. Possuidor duma vasta biblioteca, leitor ávido, ao longo da sua vida contactou e fez amizade com muitos escritores. Também revela um gosto enorme pela escrita. "Incursões Literárias" reúne textos de Mário Soares sobre a obra e personalidade de algumas das mais marcantes figuras da literatura portuguesa, vinte e seis autores, alguns dos quais de quem foi amigo e companheiro de tertúlias. Um percurso entre a agilidade da palavra política que aqui converte num encontro com figuras como Eça de Queiroz, Almeida Garrett, Aquilino Ribeiro, Miguel Torga, José Rodrigues Miguéis, Natália Correia, Fernando Namora e José Cardoso Pires, entre outros.
Nº Páginas: 296
Sinopse:
Mário Soares foi, desde sempre, um amante dos livros. Possuidor duma vasta biblioteca, leitor ávido, ao longo da sua vida contactou e fez amizade com muitos escritores. Também revela um gosto enorme pela escrita. "Incursões Literárias" reúne textos de Mário Soares sobre a obra e personalidade de algumas das mais marcantes figuras da literatura portuguesa, vinte e seis autores, alguns dos quais de quem foi amigo e companheiro de tertúlias. Um percurso entre a agilidade da palavra política que aqui converte num encontro com figuras como Eça de Queiroz, Almeida Garrett, Aquilino Ribeiro, Miguel Torga, José Rodrigues Miguéis, Natália Correia, Fernando Namora e José Cardoso Pires, entre outros.
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