691 produtos
Ordenar por:
691 produtos
Sinopse:
"O Antropoceno" é o período de tempo que corresponde à era geológica que vivemos atualmente. A humanidade tem vindo a reconfigurar o planeta, bem como a sua biodiversidade, e John Green faz uma análise crítica dessa intervenção, usando para isso uma escala de cinco estrelas. Nesta notável coletânea de ensaios, que surgiram a partir do seu revolucionário podcast, o autor bestseller fala-nos dos seus temas mais queridos. Desde obras de arte famosas ao cometa Halley, do ar condicionado aos gansos do Canadá ou à Internet, nada lhe escapa. Divertidas e sofisticadas, as suas opiniões registam as contradições da condição humana. Enquanto espécie, somos a um tempo demasiado poderosos e desprovidos de poder, paradoxo que se evidenciou durante a recente pandemia, a qual - como não podia deixar de ser! - nos afastou e ao mesmo tempo nos uniu. O talento de John Green como contador de histórias está bem patente ao longo das páginas deste livro. De coração aberto, o autor celebra, sem ironias, o ato de nos apaixonarmos pelo nosso mundo. Trata-se de um livro que não podia vir em melhor altura. O certo é que nos fará refletir sobre as nossas prioridades, e não deixará ninguém indiferente.
Sinopse:
O primeiro trabalho clínico que reúne os protagonistas da criminologia portuguesa, uma viagem ao recôndito das suas mentes perversas, uma descida às suas doentes e pérfidas motivações. Psicopatas Portugueses é também um trabalho de Psicologia Forense e procura revelar o quanto o assassínio é complexo, um fenómeno intricado que ocorre no contexto de uma imensa multiplicidade de factores pessoais e culturais.
Edição: Set 2026
Nº Páginas: 256
Sinopse: Sabia que o seu estatuto social é quase tão hereditário como a sua altura? Ou que a maior parte das desigualdades sociais ficam marcadas nos primeiros anos de vida dos bebés e das crianças, muito antes de entrarem para a escola? Ninguém escolhe nascer rico ou pobre, imigrante ou nacional, num país desenvolvido ou desgraçado. Ninguém tem culpa ou mérito de nascer como «nós» ou como «eles», seja lá isso o que for. Em Gente Como Nós, Miguel Herdade agita as águas da meritocracia e escreve sobre como a classe social, a geografia e a família em que se nasce condicionam a vida e a liberdade. É um livro sobre ricos e pobres, betos e populares, privilégio e azar. O autor senta Portugal numa sala onde estão trabalhadores do McDonalds, gente de «boas famílias», imigrantes, alunos de escolas de elite, habitantes de bairros segregados, grávidas e professores não valorizados. Disseca o país com números e cores, encontrando problemas e propondo soluções. Defende que a mistura entre pessoas de contextos sociais diferentes é uma possível resposta para a pobreza e a desigualdade. Gente Como Nós é o ensaio social-pop mais relevante dos últimos anos.
Edição: Set 2026
Nº Páginas: 272
Sinopse: Será a intervenção pública na economia um motor para a prosperidade? «Este livro tem um título enganador. É que a política industrial não é bem uma política, nem é apenas sobre a indústria. É uma abordagem ao desenvolvimento em que o Estado procura induzir a mudança estrutural das economias em certas direcções. Na essência, é esta a questão central deste livro: O que podem fazer os Estados para transformar a estrutura das actividades produtivas tendo em vista determinados objectivos públicos?» Se durante muitos anos a convicção geral era de que o Estado deveria intervir o mínimo possível na economia, remetendo-se a um papel de mero legislador e regulador para garantir o funcionamento eficiente dos mercados, o século XXI voltou a trazer a política industrial para o centro do debate político e económico. Nesta obra, o economista Ricardo Paes Mamede mostra-nos os prós e os contras da intervenção estatal enquanto modelador das estruturas produtivas, bem como na promoção de actividades específicas. Deve o Estado promover a especialização num sector ou encorajar a diversificação produtiva? Determinar quais as suas vantagens comparativas e tirar o melhor partido delas ou, pelo contrário, desafiá-las? Substituir as importações ou promover as exportações? Quais devem ser as prioridades e instrumentos da política industrial na governação? As perguntas e respostas que abrem caminhos para uma discussão séria sobre um tema actual e mais urgente do que nunca.
Edição: Set 2026
Nº Páginas: 272
Sinopse: «Sábio, maravilhoso, comovente e brilhante... Deixará o seu coração num lugar muito melhor.» Stylist Depois de anos a sentir que o amor estava sempre fora do seu alcance, a jornalista Natasha Lunn quis entender como os relacionamentos funcionam e como evoluem ao longo das nossas vidas. Lunn recorreu a autores e especialistas para aprender mais sobre as experiências de cada um, além de fazer uma avaliação própria, perguntando: «Como encontramos o amor?», «Como o sustentamos?» e «Como sobrevivemos quando o perdemos?» Em Conversas Sobre o Amor vai encontrar respostas para: se apaixonar lentamente, com Philippa Perry a vulnerabilidade, com Dolly Alderton aceitar a mudança, com Stephen Grosz a amizade, com Candice Carty-Williams a solidão da perda, com Lisa Taddeo a paternidade, com Diana Evans a ciência do sexo, com Emily Nagoski a psicologia de estar sozinho, com Alain de Botton as expetativas irreais, com Esther Perel redefinir o romance, com Roxane Gay e muitos mais «Um livro rico e inteligente sobre todas as formas de amor. Deve pegar-lhe e folheá-lo até qualquer página qualquer página, literalmente , e encontrar uma pérola para acalmar e fortalecer a sua alma.» Pandora Sykes
Edição: Mai 2026
Nº Páginas: 64
Sinopse: «Somos seres entrelaçados com narrativas, bordados com fios de vozes, de história, de filosofia e de ciência, de leis e de lendas. Portanto, a leitura continuará a cuidar de nós se cuidarmos dela. O que nos salva não pode desaparecer. Os livros recordam-nos, serenos e sempre prontos a desdobrar-se diante dos nossos olhos, que a saúde das palavras está enraizada nas editoras, nas livrarias, nos círculos de leitura partilhada, nas bibliotecas, nas escolas. É aí que imaginamos o futuro que nos une.» Manifesto pela Leitura é a defesa intransigente da importância de livros e leituras. Um pequeno livro que a escritora torna tão grande que nele está contido tudo o que é essencial.
Edição: Set 2026
Nº Páginas: 320
Sinopse: UMA VIAGEM PELOS PERCURSOS DE JOVENS TRANS E NÃO BINÁRIOS, CRUZANDO A EXPERIÊNCIA INDIVIDUAL COM AS ESTRUTURAS SOCIAIS QUE MOLDAM IDENTIDADE, AFECTOS E POSSIBILIDADES Ancorado numa perspectiva sociológica realista, relacional, materialista e interseccional, Elus mostra como os percursos de género são inseparáveis das condições materiais de vida, das desigualdades sociais e das relações de poder que atravessam a família, a escola, as amizades, os activismos e as instituições. Longe de reduzir estas trajectórias ao momento da transição, o livro acompanha infâncias, processos de socialização e de afirmação, revelando que cada percurso é singular, plural e atravessado por múltiplas formas de pertença e de desigualdade. Entre histórias de vida e análise sociológica, Elus desafia certezas, amplia horizontes e convida leitoras e leitores a olhar as vidas trans e não binárias na sua complexidade, contribuindo para o reconhecimento e a compreensão num mundo em que o preconceito se transforma no olhar comum.
Edição: Set 2025
Nº Páginas: 88
Sinopse: A AUDÁCIA DE DUVIDAR Aristóteles definiu a coragem como uma das virtudes decisivas. No tempo das redes sociais, a coragem foi confiscada pelos extremos: o radical apresenta-se como destemido; omoderado, como hipócrita, frouxo,«moderadito». Diego S. Garrocho viraoargumento do avesso. Convocandouma tradição que vai de Tucídides aHannah Arendt, mostra que a coragemgenuína está hoje em quem aceitaduvidar, escutar quem pensa diferentee mudar de opinião quando a realidadeoimpõe. A radicalidade, longe de serousadia, é quase sempre o sintoma dafragilidade de quem teme questionar-se.Um ensaio breve e luminoso sobre o quedistingue moderação de tibieza e sobreopreço de pensar em contra-corrente.
Edição: Set 2026
Nº Páginas: 84
Sinopse: A HISTÓRIA NÃO NOS SALVA A acusação de «fascista» tem vindo a banalizar-se. Com ou sem razão? Este ensaio desloca a pergunta que tem gerado polémicas e confrontos retóricos. Não se discute aqui se é rigoroso ou abusivo usar hoje a palavra; pergunta-se que emoção move quem a profere para a lançar sobre um adversário. E descobre, no reflexo antifascista contemporâneo, um pormenor sinistro que o próprio enunciador não percebe. Convocando ofamoso poema atribuído a Brecht(que era afinal de Niemöller), mostra como a história, quando invocada como profecia, deixa de pensar. Talvez a história não nos salve e o automatismo da sua evocação esconda, afinal, qualquer coisa de sinistro. Um ensaio incómodo para um debate necessário.
Edição: Set 2026
Nº Páginas: 172
Sinopse: O QUE DECIDIMOS NÃO VER Há cenas que vemos passar nos ecrãs e diante das quais já não nos comovemos: campos de refugiados, prisões, corpos que se tornaram invisíveis. Enrique Díaz Álvarez argumenta, neste livro, que o intolerável não está apenas no que o poder faz aos vulneráveis, mas na complacência com que o resto de nós assiste ao cruel espectáculo do mundo. Em diálogo com Foucault, Angela Davis e John Berger, defende que olhar pode ser um acto de resistência, e que a repulsa, a vergonha e a responsabilidade colectiva são as emoções políticas que ainda restam contra a indiferença. Um ensaio breve e perturbador para um tempo em que a crueldade se tornou paisagem.
Edição: Set 2026
Nº Páginas: 400
Sinopse: A perigosa corrida à autossuficiência já começou. Esteja atento. As nações estão a afastar-se umas das outras. A fé na globalização foi fatalmente minada pela pandemia, pela crise energética, pelo aumento dos conflitos comerciais e pela rivalidade crescente entre as grandes potências. Uma nova visão disputa o lugar daquilo que conhecemos há muitas décadas. Esta visão a «Economia de Exílio» implica uma rejeição da interdependência, uma desvalorização da colaboração multilateral e a procura de uma maior autossuficiência nacional. Os defensores desta nova ordem argumentam que ela irá estabelecer segurança, prosperidade e paz genuínas. Mas será esta promessa exequível? Ou tão-só uma ilusão sedutora? «Ben Chu é um guia brilhante tanto para as teorias económicas como para a dura realidade da economia. Este seu livro é um relato inteligente e vivo sobre a forma como o mundo funciona e sobre os perigos atuais que todos enfrentamos.» Tim Harford, economista e jornalista «Neste livro magnificamente escrito e documentado, Ben Chu expõe de forma clara e convincente por que razão a procura da autossuficiência em todos os domínios, da alimentação à energia, da tecnologia ao talento tem mais probabilidades de minar do que de reforçar o crescimento e a segurança, dada a interdependência das cadeias de abastecimento modernas.» Andy Haldane, ex-economista-chefe do Banco de Inglaterra e diretor executivo da Royal Society of Arts
Edição: Ago 2026
Nº Páginas: 320
Sinopse: Após a queda do Muro de Berlim, Anna Funder instala-se na Alemanha e inicia uma investigação profunda sobre o legado da Stasi, a temida polícia secreta da República Democrática Alemã. Através de entrevistas com antigos dissidentes, cidadãos comuns e ex-agentes do regime, constrói um retrato íntimo e perturbador de um Estado assente na vigilância total. Mais do que um relato histórico, Stasiland é um livro sobre memória, trauma e responsabilidade moral. Com rigor jornalístico e uma escrita literária envolvente, Funder mostra como o passado recente continua a ecoar no presente, levantando questões universais sobre liberdade, poder e verdade. Um retrato envolvente do horror e dos absurdos da opressão estatal.
Edição: Ago 2026
Nº Páginas: 224
Sinopse: QUE PREÇO PAGARAM AS MULHERES PARA ENTRAREM NA HISTÓRIA DA LITERATURA? Durante séculos, escrever foi para elas um acto de rebelião e publicar, quase sempre, um exercício de dissimulação. Para fazerem ouvir a sua voz, muitas tiveram de se esconder por trás de um pseudónimo masculino, de um anonimato calculado ou de um marido de conveniência. Rachilde, Isabelle Eberhardt, Radclyffe Hall, Alice Sheldon: Catherine Sauvat reconstitui, com erudição e paixão, os destinos complexos e singulares de mulheres que foram, simultaneamente, actrizes e testemunhas do seu tempo. Histórias de coragem e de astúcia, mas também da longa conquista do direito a assinar com o próprio nome.
Edição: Ago 2026
Nº Páginas: 296
Sinopse: O autor do bestseller internacional A Vida Secreta das Árvores volta a revelar-nos um mundo fascinante e surpreendente: o dos organismos microscópicos e omnipresentes que estiveram na origem da vida tal como a conhecemos. Há mais de quatro biliões de anos que as bactérias dominam este planeta, criando organismos multicelulares para garantir a sua sobrevivência e expansão. Estes organismos incluem, claro, plantas, animais e nós, seres humanos. Sem bactérias, não existiriam formas de vida complexas. Presentes em cada célula do corpo, elas controlam muitos dos elementos que determinam os nossos desejos e necessidades produzindo, por exemplo, as hormonas que tanto influenciam o nosso humor. As bactérias são, na verdade, pequenos milagres benfeitores da natureza, criando e condicionando ecossistemas das mais diversas formas de vida desde o nosso corpo até à atmosfera do planeta. Compreender como vivem e interagem, entre si e connosco, estes nossos ubíquos vizinhos invisíveis é fundamental para termos uma visão mais completa e integral da vida. Uma leitura irresistível, que nos leva a ver o mundo à nossa volta e dentro de nós! com um olhar inteiramente novo.
Edição: Ago 2026
Nº Páginas: 88
Sinopse: As palestras de Rutger Bregman abordam a ascensão do autoritarismo, o fracasso das elites em fazer-lhe frente e a crescente pressão sobre as instituições democráticas. Mesmo antes da primeira emissão, a sua análise revelou-se surpreendentemente precisa: a BBC praticava autocensura sob pressão política do outro lado do Atlântico. Um tabloide britânico, citando uma única fonte anónima, afirmou que as palestras equivaleriam a uma «tirada anti-Trump». A Casa Branca respondeu rotulando Bregman como uma «raivosa figura anti-Trump». Estas reações ocorreram no contexto de uma discussão em curso entre Donald Trump e a BBC sobre o que Trump descreveu como «edições enganosas» num documentário anterior do programa Panorama sobre a tomada do Capitólio a 6 de janeiro de 2021. Pouco depois, a BBC interveio nos discursos de Rutger Bregman. Uma frase que descrevia Trump como «o presidente mais abertamente corrupto da história americana» foi retirada da primeira palestra. Esta intervenção ocorreu após o processo editorial ter sido concluído, foi ordenada pelos mais altos níveis da gestão da emissora e teve lugar sem o consentimento de Bregman. Este ato de censura afeta-nos a todos. «As democracias não colapsam da noite para o dia», escreve Rutger Bregman. «Elas vão-se erodindo gradualmente através de atos de medo. Não tenhamos medo de dizer o que está a acontecer. E não tenhamos medo de dizer a verdade.»
Edição: Ago 2026
Nº Páginas: 280
Sinopse: O que nos leva a abrandar para ver as consequências de um acidente de viação ou a assistir a maratonas de programas sobre crimes até altas horas da noite? Por que razão alguns de nós se sentem atraídos por filmes de terror, enquanto outros estremecem só de pensar nisso? Nesta obra, o cientista Coltan Scrivner acompanha-nos numa viagem emocionante pela psicologia da curiosidade mórbida, revelando as razões por que não conseguimos resistir ao macabro. Desde horrendos assassinos em série até histórias paranormais de arrepiar, Scrivner revela as forças psicológicas que nos conduzem a explorar os nossos medos mais sombrios e explica de que maneira esta propensão não se limita a ser uma excentricidade. Corresponde a um poderoso instinto de sobrevivência, que nos prepara mentalmente para as ameaças do mundo real, sem sairmos da segurança da nossa imaginação.
Edição: Jul 2026
Nº Páginas: 508
Sinopse: Os +R6:W6mistérios da linguagem Uma investigação apaixonante Porque é que qualquer criança aprende a falar qualquer língua, em qualquer parte do mundo, e nenhum outro animal o consegue? O que se passa no cérebro quando a linguagem avaria e o fio que nos prende ao mundo se rompe? Como terá ela surgido, numa mente de há trezentos mil anos? E quando hoje as máquinas geram texto fluente sem o compreenderem, poderemos ainda afirmar que a linguagem pertence em exclusivo aos seres humanos? Da neurobiologia à evolução da espécie, do desenvolvimento da criança às fronteiras da inteligência artificial, este livro percorre os múltiplos territórios de uma faculdade que todos possuímos e que é difícil explicar cabalmente. A palavra «cachimbo», como lembrou Magritte, não é um cachimbo: existe na mente, não no mundo. É esse intervalo misterioso e o sortilégio de uma faculdade irredutivelmente humana que este livro investiga em linguagem acessível.
Edição: Jul 2026
Nº Páginas: 144
Sinopse: Considerado a Bíblia da realpolitik, lida por estrategas, homens de negócios e políticos experientes em todo o mundo, O Príncipe é, ainda hoje, um guia indispensável para obter e manter o poder num mundo perigoso. PENGUIN GREAT IDEAS - uma coleção Penguin Clássicos Ao longo da História, alguns livros tiveram o condão de mudar o mundo. Transformaram a forma como nos entendemos e nos relacionamos. Provocaram debates, ruturas, guerras e revoluções. Esclareceram, chocaram, provocaram e confortaram. Elevaram vidas e destruíram outras. Nesta coleção, damos a conhecer o trabalho dos grandes pensadores, pioneiros, radicais e visionários cujas ideias abalaram a civilização e ajudaram a trilhar o caminho que percorremos até aqui.
Edição: Jul 2026
Nº Páginas: 128
Sinopse: A demolição devastadora que Nietzsche faz da religião teve consequências sísmicas para as gerações que se lhe seguiram. Declarada a morte de Deus, o filósofo antevê um futuro radiante para a humanidade, um futuro em que cada indivíduo será, finalmente, responsável pelo seu destino. PENGUIN GREAT IDEAS - uma coleção Penguin Clássicos Ao longo da História, alguns livros tiveram o condão de mudar o mundo. Transformaram a forma como nos entendemos e nos relacionamos. Provocaram debates, ruturas, guerras e revoluções. Esclareceram, chocaram, provocaram e confortaram. Elevaram vidas e destruíram outras. Nesta coleção, damos a conhecer o trabalho dos grandes pensadores, pioneiros, radicais e visionários cujas ideias abalaram a civilização e ajudaram a trilhar o caminho que percorremos até aqui.
Edição: Jun 2026
Nº Páginas: 400
Sinopse: Muitos de nós acreditamos que a propaganda e a manipulação são prerrogativas de sociedades totalitárias e não problemas que afetam as democracias liberais. Este livro demonstra que essa avaliação otimista precisa de ser reconsiderada. Jason Stanley, autor bestseller, explica como a propaganda funciona de forma subtil. Baseando o seu diagnóstico implacável da saúde das nossas democracias - com atenção especial aos Estados Unidos - numa análise teórica do que é propaganda, como ela faz o seu trabalho de persuasão e quais os seus efeitos sobre a sociedade, expõe como a linguagem da democracia pode ser usada propagandisticamente para mascarar uma realidade antidemocrática. Recorrendo a uma ampla gama de disciplinas, incluindo a teoria feminista, a teoria crítica da raça, a epistemologia, a semântica formal, a teoria educacional e a psicologia social e cognitiva, explica como a propaganda explora - e ajuda a perpetuar - crenças e ideologias falhadas que consolidam diferenças sociais e exacerbam as injustiças contra as minorias. Este livro demonstra que a compreensão da propaganda e dos seus mecanismos é essencial para a preservação e proteção das democracias em todo o mundo.
Edição: Jun 2026
Nº Páginas: 240
Sinopse: Vigaristas, ocultistas, supremacistas brancos e a nova ordem no bem-estar Ioga Fascista é uma investigação surpreendente sobre as ligações entre espiritualidade alternativa e ideologias autoritárias. Longe de ser uma simples crítica ao ioga, do qual o autor é praticante há várias décadas, explora as zonas cinzentas onde as políticas extremistas, os movimentos esotéricos e o misticismo oriental se cruzaram ao longo do século xx. Com um olhar documental e humor ácido, Stewart Home traz-nos histórias de impostores, de gurus carismáticos, de círculos ocultistas e da apropriação de símbolos espirituais por nacionalistas e supremacistas, revelando como ideias aparentemente inofensivas são reinterpretadas em contextos políticos radicais. Um livro que, entre a investigação histórica e a sátira, convida o leitor a repensar a relação entre espiritualidade, identidade e poder. Em Ioga Fascista nada é sagrado.
Edição: Mai 2026
Nº Páginas: 720
Sinopse: (A habitação é um direito constitucional.) Uma sociedade que não garante habitação estável, acessível e digna não falhou apenas numa política pública. Falhou em quase todas as políticas públicas. E falhou na sua capacidade de estruturar o futuro. A habitação não é um setor: é a infraestrutura silenciosa de tudo o resto. Sem casa não há natalidade sustentável, nem saúde mental resiliente, nem mobilidade social, nem produtividade consistente, nem coesão territorial. Há apenas improviso, precariedade e exclusão. Tudo disfarçado de normalidade. Se esta obra cumprir o seu objetivo, não resolverá o problema da habitação em Portugal. Mas, para já, começará a elevar o debate e a integrá-lo em várias perspetivas. Num país onde se governa reagindo aos efeitos em vez de enfrentar as causas, isso, pensamos, já é um passo decisivo.
Edição: Jun 2026
Nº Páginas: 80
Sinopse: Albert Einstein tinha 47 anos e Sigmund Freud tinha 70 quando se encontraram pela primeira e última vez. O filho de Einstein, estudante de psicologia e admirador de Freud, foi quem marcou o encontro. Não se sabe ao certo acerca do que conversaram nesse dia, em 1927, em Berlim. Em 1931, o Instituto para a Cooperação Intelectual convidou Einstein, já então um físico reconhecido, para organizar um debate sobre natureza humana, política, guerra e paz com alguém cuja dimensão intelectual e cujo trabalho merecessem a admiração do próprio Einstein. Este, ainda que desconfiado da psicanálise, escolheu Sigmund Freud. O resultado está neste livro, que permite um lugar privilegiado para observar de perto o diálogo, os pensamentos e as argumentações de dois cérebros que marcaram a história e cujas ideias são ainda influentes no nosso tempo. Começa com uma inquietação de Einstein: «Existe alguma forma de livrar a Humanidade da ameaça da guerra?»
Edição: Mai 2026
Nº Páginas: 240
Sinopse: Redescubra narrativas lendárias da mitologia antiga, centradas em histórias de mulheres, nesta ousada releitura feminista escrita pela especialista em estudos clássicos Mara Gold. Os rótulos atribuídos às mulheres da mitologia ecoam ao longo da História. Estes arquétipos, criados no Mundo Antigo, ainda hoje ressoam. Será que Circe era apenas uma sedutora? Seriam as Amazonas nada mais do que guerreiras sanguinárias? E seria realmente Atena o modelo de referência de que as mulheres da Antiguidade precisavam? Desde as histórias de deusas virgens como Ártemis, às representações contrastantes do dever conjugal em Clitemnestra e Penélope, e aos êxtases frenéticos das Ménades, de Equidna - a chamada mãe de todos os monstros - e da incompreendida Medusa, Mitos e Lendas da Antiguidade sem Homens revela um mundo em que as mulheres poderosas eram, simultaneamente, veneradas e temidas. Ricamente ilustrado e narrado com clareza e humor, este livro constitui uma leitura obrigatória para amantes de mitologia e para todos aqueles que queiram revisitar estas histórias sob uma nova perspetiva. Conheça as deusas, as guerreiras, as bruxas e os monstros que moldaram - e subverteram - a condição feminina desde os primórdios, descobrindo as verdadeiras histórias das mulheres da mitologia antiga e aquilo que elas nos podem ensinar sobre o que significa ser mulher atualmente. Porque estas mulheres nunca foram apenas personagens secundárias, está na altura de elas ocuparem o lugar que lhes é devido: o centro do palco.
Nº Páginas: 448
Sinopse:
Neste livro, Adolfo Mesquita Nunes mostra que a Inteligência Artificial não é apenas uma inovação tecnológica, mas um dos maiores desafios à sobrevivência das democracias liberais. "Algoritmocracia" é um alerta e um manifesto. A IA já molda o nosso quotidiano: organiza o que vemos, condiciona o que pensamos, influencia as nossas escolhas. É útil, mas também está a alterar o espaço político, amplificando populismos, radicalizando discursos e fragilizando a confiança nas instituições. O livro explica que a verdade partilhada é o ponto de partida da vida em comum e mostra como a IA está a corroer essa base, mudando a nossa relação com os factos e com a realidade. Mais do que um diagnóstico, lança um debate e propõe caminhos para defender a liberdade de pensamento e a vitalidade da democracia liberal. Depois de "A Grande Escolha - Mundo global ou países fechados" (2020), Adolfo Mesquita Nunes regressa com uma reflexão incisiva e urgente sobre o poder imenso dos algoritmos na política - um poder que já governa parte da nossa vida, sem nunca ter sido eleito.
Nº Páginas: 272
Sinopse:
"Numa era em que a inteligência artificial se prepara para redefinir o nosso mundo, muitos de nós continuam a ignorar as suas complexidades e implicações. Artificial: a Nova Inteligência e a Fronteira do Humano preenche este vazio, com uma abordagem que contempla tanto a inteligência humana quanto a artificial. Formula perguntas profundas sobre a inteligência, a singularidade humana e o nosso papel num mundo em mudança. Este livro destaca-se pelo seu enfoque na convergência entre a essência humana e o potencial das máquinas, proporcionando uma perspetiva única a todos os que procuram compreender e dominar o futuro da IA. Não se trata apenas de algoritmos e código, mas de compreender e forjar o nosso destino na era da IA!"
Nº Páginas: 240
Sinopse:
Seremos nós a controlar as nossas vidas - ou será que, como todos os outros animais, somos guiados pelos nossos instintos? Esta parece ser a hipótese mais válida, pois, incapazes de projetar o futuro a longo prazo, tratamos apenas das nossas necessidades mais imediatas, saqueando os recursos do planeta e avançando a passos largos para a extinção. No seu fascinante novo livro, Peter Wohlleben oferece-nos uma perspetiva única sobre a verdadeira natureza humana. Através de surpreendentes comparações com os mundos da flora e da fauna, demonstra que o homem não é de todo o ápice da evolução, mas que temos ainda muito que evoluir. Só compreendendo a natureza humana e aceitando a influência tremenda que tem em nós, poderemos abrir novos caminhos, em direção a um futuro que valha a pena viver.
Nº Páginas: 240
Sinopse:
DOIS LIVROS DE RUI TAVARES NUM SÓ: De um lado, as crónicas que há muito alertavam para a ameaça do autoritarismo Do outro, aquelas que nos apontam o caminho para um Portugal melhor. NÃO FOI POR FALTA DE AVISO Na última década e meia, enquanto o mundo lutava com as sequelas de uma crise financeira e enfrentava uma pandemia, crescia uma ameaça maior à nossa forma democrática de vida. O regresso do autoritarismo estava à vista de todos. Mas poucos o quiseram ver, e menos ainda nomear desde tão cedo. Não Foi por Falta de Aviso é um desses raros relatos. Porque o resto da história ainda pode ser diferente. AINDA O APANHAMOS! Nos 50 anos do 25 Abril, que inaugurou o nosso regime mais livre e generoso, é tempo de revisitar uma tensão fundamental ao ser português: a tensão entre pequenez e grandeza, entre velho e novo. Esta ideia de que estamos quase sempre a chegar lá, ou prontos a desistir a meio do caminho. Para desatar o nó, não basta o «dizer umas coisas» dos populistas e não chegam as folhas de cálculo dos tecnocratas. É preciso descrever a visão de um Portugal melhor e partilhar um caminho para lá chegar.
Nº Páginas: 312
Sinopse:
Cientistas, filósofos, historiadores, escritores e outros intelectuais reputados, alguns deles vencedores dos prémios Pulitzer e Templeton, debatem as grandes questões: quem somos, a natureza da realidade, a ciência e a religião, a consciência e o materialismo, a inteligência artificial e os mistérios do tempo. Em conversas que contribuem para reduzir a separação entre a ciência e as humanidades, mostram porque é necessária a cooperação intelectual para modelar o nosso futuro coletivo.
Nº Páginas: 248
Sinopse:
"Talvez tivesse sido melhor começar por falar da decisão de me usar como personagem: tendo em conta que, numa crónica, se espera que o autor esteja mais declaradamente presente, este seria o sítio em que experimentaria não fugir de mim. Bem sei que era arriscado: vivi histórias extraordinárias, vi-me envolvida em situações terríveis, também eu se quisesse enlouquecia. Talvez não fosse prudente aventurar-me por mim adentro. Daí a autobiografia ser não autorizada. Escreveria a minha biografia à minha revelia. O ilícito desmascarado no não autorizada dizia-me exclusivamente respeito. Nunca pensei que pudesse ser de outro modo. Evidentemente que ao falar de mim falaria também daqueles que estão ou estiveram comigo, dos que passam ou passaram por mim. Não estou sozinha, nunca estive sozinha, não sei estar sozinha. Não quero estar sozinha. Os outros estariam a salvo nas minhas crónicas, eu seria a única a correr perigo: estilhaçar-me na minha memória. Não sei escrever sobre o que não amo. Escrever é descobrir, é conhecer. E conhecer, se não é amar, é pelo menos dispor-me a amar. Dispor-me a amar coisas ignóbeis, às vezes. O que também é assustador. Aqueles que não amo nunca terão lugar no que escrevo. O que escrevo é iluminado pelos que amo, são eles que escrevem o que escrevo. Ou, dito de outra maneira, eu sou os que amo, são eles que me escrevem."
