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Edição: Fev 2014
Nº Páginas: 0
Sinopse:
Vítor Gaspar fala pela primeira vez sobre os seus dois anos enquanto ministro das Finanças. O episódio da carta de demissão, as negociações à porta fechada com a Troika, as verdades desconhecidas sobre o PEC IV, o convite para ser ministro das Finanças, a relação com Paulo Portas, o presente e o futuro de Portugal, e muito mais, é pela primeira vez contado ao grande público. Um livro de entrevistas conduzido por Maria João Avillez, em que finalmente se fica a saber quem é Vítor Gaspar.
Nº Páginas: 0
Sinopse:
Vítor Gaspar fala pela primeira vez sobre os seus dois anos enquanto ministro das Finanças. O episódio da carta de demissão, as negociações à porta fechada com a Troika, as verdades desconhecidas sobre o PEC IV, o convite para ser ministro das Finanças, a relação com Paulo Portas, o presente e o futuro de Portugal, e muito mais, é pela primeira vez contado ao grande público. Um livro de entrevistas conduzido por Maria João Avillez, em que finalmente se fica a saber quem é Vítor Gaspar.
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Edição: Fev 2020
Nº Páginas: 240
Sinopse:
"Este livro nasceu do sentimento de que, no contrato que estabelecemos com o Estado, somos nós, cidadãos, quem geralmente perde." Nestas páginas, Maria Filomena Mónica visita os lugares do poder, onde ele se exerce ou exibe - no Parlamento, nos tribunais, nas reuniões camarárias, nos congressos dos partidos, nas repartições ou na Igreja Católica. Vai como uma repórter, captando as palavras dos políticos e dos burocratas, mas também o de pessoas comuns que enfrentam o poder demolidor do Estado e das instituições que deviam servir os cidadãos e que, pelo contrário, são monstros inamovíveis. Complicam a nossa vida, isolam-se, tornam-se demasiado poderosos e, ao mesmo tempo, ridículos e enfadonhos, como acontece com os políticos: "Tão enfadonhos que cheguei a suspeitar que os seus discursos constituíam uma estratégia deliberada para adormecer o país, a fim de poderem atuar à vontade." A reedição deste livro prova a sua imensa atualidade.
Nº Páginas: 240
Sinopse:
"Este livro nasceu do sentimento de que, no contrato que estabelecemos com o Estado, somos nós, cidadãos, quem geralmente perde." Nestas páginas, Maria Filomena Mónica visita os lugares do poder, onde ele se exerce ou exibe - no Parlamento, nos tribunais, nas reuniões camarárias, nos congressos dos partidos, nas repartições ou na Igreja Católica. Vai como uma repórter, captando as palavras dos políticos e dos burocratas, mas também o de pessoas comuns que enfrentam o poder demolidor do Estado e das instituições que deviam servir os cidadãos e que, pelo contrário, são monstros inamovíveis. Complicam a nossa vida, isolam-se, tornam-se demasiado poderosos e, ao mesmo tempo, ridículos e enfadonhos, como acontece com os políticos: "Tão enfadonhos que cheguei a suspeitar que os seus discursos constituíam uma estratégia deliberada para adormecer o país, a fim de poderem atuar à vontade." A reedição deste livro prova a sua imensa atualidade.
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Edição: Out 2018
Nº Páginas: 208
Sinopse:
Dos primeiros computadores às redes sociais: descubra quem sonhou revolucionar a nossa vida Quem foram os homens e as mulheres que nos últimos cem anos revolucionaram as tecnologias de informação? Visionários conta a história de cientistas, inventores e empresários cuja visão única do mundo mudou a nossa forma de comunicar, comprar, trabalhar e até de viver. Dos computadores da Segunda Guerra Mundial aos smartphones, da Inteligência Artificial ao turbilhão de likes das redes sociais, o mundo nunca mudou tão depressa e em tão pouco tempo. Por detrás desse turbilhão de imprevisibilidade e crescimento exponencial estão eles, os Visionários. Uns verdadeiramente visionários e geniais, outros mais oportunistas e astutos, todos nos sentimos fascinados por estas personagens, esquecendo, por vezes, o lado mais negro do mundo que ajudaram a criar.
Nº Páginas: 208
Sinopse:
Dos primeiros computadores às redes sociais: descubra quem sonhou revolucionar a nossa vida Quem foram os homens e as mulheres que nos últimos cem anos revolucionaram as tecnologias de informação? Visionários conta a história de cientistas, inventores e empresários cuja visão única do mundo mudou a nossa forma de comunicar, comprar, trabalhar e até de viver. Dos computadores da Segunda Guerra Mundial aos smartphones, da Inteligência Artificial ao turbilhão de likes das redes sociais, o mundo nunca mudou tão depressa e em tão pouco tempo. Por detrás desse turbilhão de imprevisibilidade e crescimento exponencial estão eles, os Visionários. Uns verdadeiramente visionários e geniais, outros mais oportunistas e astutos, todos nos sentimos fascinados por estas personagens, esquecendo, por vezes, o lado mais negro do mundo que ajudaram a criar.
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Edição: Out 2019
Nº Páginas: 224
Sinopse:
A difusão de informação falsa ou enganadora não é um fenómeno novo. Mas o desenvolvimento tecnológico e a consagração das plataformas digitais como principal fonte de informação resultaram num agravamento do fenómeno, atingindo um nível de virulência que o transforma numa das mais prementes ameaças às sociedades livres, plurais e democráticas. Enfrentamos uma epidemia de fake news, parte integrante de uma mais ampla guerra da desinformação e cujos efeitos são evidentes: do Brexit e eleição de Donald Trump, ambos em 2016, à vitória de Jair Bolsonaro nas eleições presidenciais do Brasil em 2018, passando pelo crescimento de movimentos antivacinação, negacionistas das alterações climáticas ou vendedores de curas milagrosas, por entre inúmeras fraudes, mentiras e teorias de conspiração. A produção de fake news está a funcionar como uma indústria poluente, tão lucrativa para os que a exploram quanto nociva para os que a consomem. E a partir do momento em que é utilizada como instrumento de propaganda política, desinformação e manipulação da opinião pública, torna-se urgente a neutralização do vírus. Objectivo para o qual este livro, da autoria do director e do director-adjunto do Polígrafo (o primeiro jornal português de fact-checking), visa contribuir, explicando e reflectindo sobre o fenómeno e apresentando medidas de profilaxia eficazes que consistem na promoção da literacia mediática e da verificação de factos.
Nº Páginas: 224
Sinopse:
A difusão de informação falsa ou enganadora não é um fenómeno novo. Mas o desenvolvimento tecnológico e a consagração das plataformas digitais como principal fonte de informação resultaram num agravamento do fenómeno, atingindo um nível de virulência que o transforma numa das mais prementes ameaças às sociedades livres, plurais e democráticas. Enfrentamos uma epidemia de fake news, parte integrante de uma mais ampla guerra da desinformação e cujos efeitos são evidentes: do Brexit e eleição de Donald Trump, ambos em 2016, à vitória de Jair Bolsonaro nas eleições presidenciais do Brasil em 2018, passando pelo crescimento de movimentos antivacinação, negacionistas das alterações climáticas ou vendedores de curas milagrosas, por entre inúmeras fraudes, mentiras e teorias de conspiração. A produção de fake news está a funcionar como uma indústria poluente, tão lucrativa para os que a exploram quanto nociva para os que a consomem. E a partir do momento em que é utilizada como instrumento de propaganda política, desinformação e manipulação da opinião pública, torna-se urgente a neutralização do vírus. Objectivo para o qual este livro, da autoria do director e do director-adjunto do Polígrafo (o primeiro jornal português de fact-checking), visa contribuir, explicando e reflectindo sobre o fenómeno e apresentando medidas de profilaxia eficazes que consistem na promoção da literacia mediática e da verificação de factos.
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Edição: Set 2019
Nº Páginas: 400
Sinopse:
Em 2013, Edward Snowden, aos 29 anos, surpreendeu o mundo quando trouxe à luz alguns dos segredos mais bem guardados da Inteligência americana, a deriva autoritária do Estado e a sua compilação, categorização e uso indiscriminado da informação privada dos cidadãos, incluindo chefes de Estado e de governo. “Vigilância Massiva, Registo Permanente” denuncia a colaboração entre a espionagem e as grandes multinacionais da era digital, que mostra como somos vigiados e se vende a nossa informação pessoal. Porque, como avisa, "a luta pelo direito à intimidade é a nova luta pela nossa liberdade". Um livro explosivo com o testemunho de uma das pessoas mais procuradas do mundo que irá abalar a geopolítica mundial e que irá fazer reflectir o leitor e mudar a sua perspectiva como utilizador da internet.
Nº Páginas: 400
Sinopse:
Em 2013, Edward Snowden, aos 29 anos, surpreendeu o mundo quando trouxe à luz alguns dos segredos mais bem guardados da Inteligência americana, a deriva autoritária do Estado e a sua compilação, categorização e uso indiscriminado da informação privada dos cidadãos, incluindo chefes de Estado e de governo. “Vigilância Massiva, Registo Permanente” denuncia a colaboração entre a espionagem e as grandes multinacionais da era digital, que mostra como somos vigiados e se vende a nossa informação pessoal. Porque, como avisa, "a luta pelo direito à intimidade é a nova luta pela nossa liberdade". Um livro explosivo com o testemunho de uma das pessoas mais procuradas do mundo que irá abalar a geopolítica mundial e que irá fazer reflectir o leitor e mudar a sua perspectiva como utilizador da internet.
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Edição: Jun 2009
Nº Páginas: 440
Sinopse:
Jan Morris é hoje o nome mais importante de entre os autores vivos de literatura de viagens. Nas palavras de Paul Theroux, outro dos grandes escritores viajantes do nosso tempo, é "um dos maiores escritores descritivos da língua inglesa". De hoje e de sempre, depreende-se. Por isso ele lhe chama também "um génio da viagem". O livro que tem nas mãos, caro leitor, é já um clássico. Publicado originalmente há meio século, é muitas vezes referido como o livro sobre Veneza. Nele, Jan Morris entrelaça o H grande da História com um apuradíssimo sentido de observação para o h pequeno das histórias do quotidiano. É assim - para dar apenas um exemplo comezinho - que ficamos a saber porque há tantos gatos e porque deixou de haver cavalos em Veneza. A autora, que publicou pela primeira vez este livro, em 1960, ainda com o nome de James Morris e cuja mudança de sexo na década seguinte acrescentou notoriedade à sua já famosa carreira jornalística, é uma figura extraordinária também por razões biográficas. É numa permanente inquietação da viagem que Jan Morris, percorrendo o mundo para o interpretar, tenta revelar o enigma dos lugares que visita tal como se propõe desvendar o seu próprio enigma interior. "Por vezes, rio abaixo, quase penso que o consigo; mas então a luz muda, o vento vira, uma nuvem atravessa-se à frente do sol e o significado de tudo isto volta uma vez mais a escapar-me."
Nº Páginas: 440
Sinopse:
Jan Morris é hoje o nome mais importante de entre os autores vivos de literatura de viagens. Nas palavras de Paul Theroux, outro dos grandes escritores viajantes do nosso tempo, é "um dos maiores escritores descritivos da língua inglesa". De hoje e de sempre, depreende-se. Por isso ele lhe chama também "um génio da viagem". O livro que tem nas mãos, caro leitor, é já um clássico. Publicado originalmente há meio século, é muitas vezes referido como o livro sobre Veneza. Nele, Jan Morris entrelaça o H grande da História com um apuradíssimo sentido de observação para o h pequeno das histórias do quotidiano. É assim - para dar apenas um exemplo comezinho - que ficamos a saber porque há tantos gatos e porque deixou de haver cavalos em Veneza. A autora, que publicou pela primeira vez este livro, em 1960, ainda com o nome de James Morris e cuja mudança de sexo na década seguinte acrescentou notoriedade à sua já famosa carreira jornalística, é uma figura extraordinária também por razões biográficas. É numa permanente inquietação da viagem que Jan Morris, percorrendo o mundo para o interpretar, tenta revelar o enigma dos lugares que visita tal como se propõe desvendar o seu próprio enigma interior. "Por vezes, rio abaixo, quase penso que o consigo; mas então a luz muda, o vento vira, uma nuvem atravessa-se à frente do sol e o significado de tudo isto volta uma vez mais a escapar-me."
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Edição: Out 2015
Nº Páginas: 360
Sinopse:
"Este não é um livro de crónicas. É um livro de obsessões. As minhas, entre 2008 e 2015, devidamente exorcizadas nas folhas da "Folha de S. Paulo", às segundas ou terças, com maníaca pontualidade. A paleta cromática é ampla. Mas, no meio do colorido, percebo agora que as crónicas aqui escolhidas têm o mesmo vestuário. No tom, uma certa recusa em comentar a loucura do mundo com a loucura da seriedade. E se falamos dos temas, dos persecutórios temas, eles lidam precisamente com esta nova "era da brutalidade" - política, social, intelectual, estética - que emergiu quando a história não chegou ao fim. Os dois primeiros capítulos, na aparente diversidade de assuntos, recolhem e apresentam este novo estágio em que vivemos. Ao contrário do que sucede no célebre poema de Kavafys, os bárbaros não chegam porque eles já estão dentro da cidade. Mas se os bárbaros estão cá dentro, que podemos nós fazer? Denunciá-los e combatê-los, sem dúvidas. […] Os dois capítulos seguintes procuram realizar essa modesta e solitária tarefa."
Nº Páginas: 360
Sinopse:
"Este não é um livro de crónicas. É um livro de obsessões. As minhas, entre 2008 e 2015, devidamente exorcizadas nas folhas da "Folha de S. Paulo", às segundas ou terças, com maníaca pontualidade. A paleta cromática é ampla. Mas, no meio do colorido, percebo agora que as crónicas aqui escolhidas têm o mesmo vestuário. No tom, uma certa recusa em comentar a loucura do mundo com a loucura da seriedade. E se falamos dos temas, dos persecutórios temas, eles lidam precisamente com esta nova "era da brutalidade" - política, social, intelectual, estética - que emergiu quando a história não chegou ao fim. Os dois primeiros capítulos, na aparente diversidade de assuntos, recolhem e apresentam este novo estágio em que vivemos. Ao contrário do que sucede no célebre poema de Kavafys, os bárbaros não chegam porque eles já estão dentro da cidade. Mas se os bárbaros estão cá dentro, que podemos nós fazer? Denunciá-los e combatê-los, sem dúvidas. […] Os dois capítulos seguintes procuram realizar essa modesta e solitária tarefa."
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Edição: Abr 2003
Nº Páginas: 176
Sinopse:
Diogo (o filho) e Luísa (a mãe) introduzem-nos no seu mundo muito próprio através de uma permuta de confidências para a qual, enquanto leitores, somos solicitados. Diogo nasce. Diogo cresce. Luísa observa-o, em permanente sobressalto. Diogo é diferente. Nas atitudes, nos gostos, na sensibilidade, nas amizades que procura. Sente-se perdido. Não pertence a nenhum lugar. Não se "identifica". Luísa apercebe-se do sofrimento e dos permanentes conflitos íntimos do filho. Mas tem relutância em admitir aquilo que, afinal, sabe. Sempre soube. O instinto de protecção que desenvolve cada vez com mais intensidade resulta num mundo a dois, isolado do restante núcleo familiar. Um mundo que ambos partilham e percorrem numa autêntica via dolorosa. No diálogo franco e livre que sempre mantiveram, só tardiamente as palavras cruamente descodificadoras de tanta amargura aconteceram (Mãe, sou homossexual). Diogo, que fazer quando nos sentimos diferentes? Luísa, como gerir a tua frustração, a dor infinita que te consome ao tomares consciência de que este filho tão amado não te dará nunca os netos que adorarias ter, e que cultural e socialmente sabes representarem o paradigma da continuidade da família? Será suficiente a tua quase inesgotável capacidade de compreensão, de paciência, de amor? Ler estas páginas é apreender uma experiência duríssima. É reflectir profundamente sobre "o outro". Porque ser diferente não é uma questão de escolha. Vagabundos de Nós aborda o que de melhor e de pior há em cada ser humano, deixando em aberto as pistas para a problemática da condição de não haver escolha. Basta, com a humildade que dignifica, querer seguir essas pistas.
Nº Páginas: 176
Sinopse:
Diogo (o filho) e Luísa (a mãe) introduzem-nos no seu mundo muito próprio através de uma permuta de confidências para a qual, enquanto leitores, somos solicitados. Diogo nasce. Diogo cresce. Luísa observa-o, em permanente sobressalto. Diogo é diferente. Nas atitudes, nos gostos, na sensibilidade, nas amizades que procura. Sente-se perdido. Não pertence a nenhum lugar. Não se "identifica". Luísa apercebe-se do sofrimento e dos permanentes conflitos íntimos do filho. Mas tem relutância em admitir aquilo que, afinal, sabe. Sempre soube. O instinto de protecção que desenvolve cada vez com mais intensidade resulta num mundo a dois, isolado do restante núcleo familiar. Um mundo que ambos partilham e percorrem numa autêntica via dolorosa. No diálogo franco e livre que sempre mantiveram, só tardiamente as palavras cruamente descodificadoras de tanta amargura aconteceram (Mãe, sou homossexual). Diogo, que fazer quando nos sentimos diferentes? Luísa, como gerir a tua frustração, a dor infinita que te consome ao tomares consciência de que este filho tão amado não te dará nunca os netos que adorarias ter, e que cultural e socialmente sabes representarem o paradigma da continuidade da família? Será suficiente a tua quase inesgotável capacidade de compreensão, de paciência, de amor? Ler estas páginas é apreender uma experiência duríssima. É reflectir profundamente sobre "o outro". Porque ser diferente não é uma questão de escolha. Vagabundos de Nós aborda o que de melhor e de pior há em cada ser humano, deixando em aberto as pistas para a problemática da condição de não haver escolha. Basta, com a humildade que dignifica, querer seguir essas pistas.
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Edição: Jun 2021
Nº Páginas: 256
Sinopse:
Este livro não é sobre a maneira como estragámos tudo, mas sobre o tipo de mundo em que queremos viver agora. Em 2020, movimentos de protesto em todo o mundo revelaram as desigualdades incrustadas no tecido da sociedade. Os incêndios que devastaram a Austrália e a Califórnia tornaram claro que estamos no meio de uma catástrofe climática. A pandemia mostrou a todos a fragilidade da nossa economia e as teorias da conspiração que rodearam as eleições nos EUA demonstraram o mesmo em relação à democracia. Os governantes não têm respostas. Na realidade, os governantes são, muito frequentemente, o problema. A comentadora política Ece Temelkuran apresenta uma narrativa nova e convincente para o momento que atravessamos. Não para um futuro idealizado mas para o agora. E pede-nos que façamos uma escolha. Que escolhamos a determinação em vez da esperança; que enfrentemos o medo em vez de nos consolarmos com a ignorância; que poupemos a nossa energia para vigiarmos os que detêm o poder e os sistemas destrutivos por eles comandados, em vez de desperdiçarmos tempo a expelir fúria e insultos nas redes sociais.
Nº Páginas: 256
Sinopse:
Este livro não é sobre a maneira como estragámos tudo, mas sobre o tipo de mundo em que queremos viver agora. Em 2020, movimentos de protesto em todo o mundo revelaram as desigualdades incrustadas no tecido da sociedade. Os incêndios que devastaram a Austrália e a Califórnia tornaram claro que estamos no meio de uma catástrofe climática. A pandemia mostrou a todos a fragilidade da nossa economia e as teorias da conspiração que rodearam as eleições nos EUA demonstraram o mesmo em relação à democracia. Os governantes não têm respostas. Na realidade, os governantes são, muito frequentemente, o problema. A comentadora política Ece Temelkuran apresenta uma narrativa nova e convincente para o momento que atravessamos. Não para um futuro idealizado mas para o agora. E pede-nos que façamos uma escolha. Que escolhamos a determinação em vez da esperança; que enfrentemos o medo em vez de nos consolarmos com a ignorância; que poupemos a nossa energia para vigiarmos os que detêm o poder e os sistemas destrutivos por eles comandados, em vez de desperdiçarmos tempo a expelir fúria e insultos nas redes sociais.
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Edição: Nov 2020
Nº Páginas: 296
Sinopse:
"Para a vida prosperar neste planeta, tem de existir uma imensa biodiversidade. Só quando milhares de milhões de organismos conseguem tirar o máximo partido de cada recurso e oportunidade que encontram, e só quando milhões de espécies vivem vidas que se interligam de modo a sustentarem-se umas às outras é que o planeta pode funcionar com eficiência. Quanto maior for a biodiversidade, mais segura será toda a vida na Terra, incluindo nós próprios. Contudo, o modo como nós, seres humanos, vivemos hoje na Terra está a colocar a biodiversidade em declínio. O mundo natural está a desaparecer aos poucos. As provas estão por toda a parte. Aconteceu durante a minha vida. Eu vi com os meus próprios olhos. E irá levar à nossa destruição. Contudo, ainda há tempo para desligar o reator. Existe uma boa alternativa. Este livro é a história de como chegámos aqui, do nosso grande erro e de como, se agirmos já, podemos corrigi-lo."
Nº Páginas: 296
Sinopse:
"Para a vida prosperar neste planeta, tem de existir uma imensa biodiversidade. Só quando milhares de milhões de organismos conseguem tirar o máximo partido de cada recurso e oportunidade que encontram, e só quando milhões de espécies vivem vidas que se interligam de modo a sustentarem-se umas às outras é que o planeta pode funcionar com eficiência. Quanto maior for a biodiversidade, mais segura será toda a vida na Terra, incluindo nós próprios. Contudo, o modo como nós, seres humanos, vivemos hoje na Terra está a colocar a biodiversidade em declínio. O mundo natural está a desaparecer aos poucos. As provas estão por toda a parte. Aconteceu durante a minha vida. Eu vi com os meus próprios olhos. E irá levar à nossa destruição. Contudo, ainda há tempo para desligar o reator. Existe uma boa alternativa. Este livro é a história de como chegámos aqui, do nosso grande erro e de como, se agirmos já, podemos corrigi-lo."
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Edição: Abr 2021
Nº Páginas: 408
Sinopse:
Serão a violência, a corrupção ou a ineficiência de vários governos as principais ameaças da democracia? Daniel Innerarity, provando uma vez mais ser um dos maiores pensadores dos nossos tempos, defende que não: a grande ameaça é a simplicidade dos conceitos políticos que tomámos de empréstimo, ignorando a complexidade crescente em que a nossa organização social se desenvolveu. Já não se trata de enfrentar os desafios dos séculos XIX e XX, mas sim os do século XXI. Uma Teoria da Democracia Complexa dirige-se àqueles que não creem nas respostas simples, mas tão-pouco querem desesperar perante a complexidade dos problemas. Nele se formula uma proposta profundamente elucidativa, a partir do pressuposto de que a renovação mais prometedora das nossas democracias será o resultado de torná-las mais complexas.
Nº Páginas: 408
Sinopse:
Serão a violência, a corrupção ou a ineficiência de vários governos as principais ameaças da democracia? Daniel Innerarity, provando uma vez mais ser um dos maiores pensadores dos nossos tempos, defende que não: a grande ameaça é a simplicidade dos conceitos políticos que tomámos de empréstimo, ignorando a complexidade crescente em que a nossa organização social se desenvolveu. Já não se trata de enfrentar os desafios dos séculos XIX e XX, mas sim os do século XXI. Uma Teoria da Democracia Complexa dirige-se àqueles que não creem nas respostas simples, mas tão-pouco querem desesperar perante a complexidade dos problemas. Nele se formula uma proposta profundamente elucidativa, a partir do pressuposto de que a renovação mais prometedora das nossas democracias será o resultado de torná-las mais complexas.
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Edição: Mar 2016
Nº Páginas: 264
Sinopse:
"Uma outra Memória" reúne textos de natureza variada que Manuel Alegre tem vindo a escrever e que, dada a sua natureza, se encontravam dispersos. Ao longo destas páginas encontramos uma visão poética do país e da História, o Poema e a Vida, os escritores e os poetas amigos, os músicos e os "camaradas dos sonhos", a política, Portugal e a Europa, a liberdade e o seu último discurso na Assembleia da República.Um livro que é uma longa declaração de amor. À escrita, aos amigos, a Portugal e à língua Portuguesa.
Nº Páginas: 264
Sinopse:
"Uma outra Memória" reúne textos de natureza variada que Manuel Alegre tem vindo a escrever e que, dada a sua natureza, se encontravam dispersos. Ao longo destas páginas encontramos uma visão poética do país e da História, o Poema e a Vida, os escritores e os poetas amigos, os músicos e os "camaradas dos sonhos", a política, Portugal e a Europa, a liberdade e o seu último discurso na Assembleia da República.Um livro que é uma longa declaração de amor. À escrita, aos amigos, a Portugal e à língua Portuguesa.
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Edição: Mai 2019
Nº Páginas: 224
Sinopse:
Depois de visitar inúmeras escolas e de entrevistar diversos professores e personalidades da educação, da cultura e da política - de Adriano Moreira a António Sampaio da Nóvoa ou Marcelo Rebelo de Sousa-, o Prof. Jorge Rio Cardoso não tem dúvidas: o grande desafio da nova escola será tornar o aluno e as suas aprendizagens no centro do processo educativo, dando-lhe a possibilidade de ser o próprio a construir o seu conhecimento. Mas, para além dos conteúdos, é essencial preparar para a vida; e as capacidades de pesquisa, análise e comunicação, as atitudes, o comportamento, o trabalho em grupo, a criatividade e a liderança são fundamentais. O autor defende uma escola que leve a realidade do mundo actual para as salas de aula, que propicie trabalho colaborativo e uma abertura ao exterior através da tecnologia. São essenciais conteúdos mais práticos e pluridisciplinares, analisados numa lógica de projecto, horários mais flexíveis e aprendizagens baseadas na aquisição de competências em final de ciclo. A sua voz é a de cada vez mais alunos, pais e professores: queremos uma escola que se reinvente em permanência, para responder aos constantes desafios com que é confrontada.
Nº Páginas: 224
Sinopse:
Depois de visitar inúmeras escolas e de entrevistar diversos professores e personalidades da educação, da cultura e da política - de Adriano Moreira a António Sampaio da Nóvoa ou Marcelo Rebelo de Sousa-, o Prof. Jorge Rio Cardoso não tem dúvidas: o grande desafio da nova escola será tornar o aluno e as suas aprendizagens no centro do processo educativo, dando-lhe a possibilidade de ser o próprio a construir o seu conhecimento. Mas, para além dos conteúdos, é essencial preparar para a vida; e as capacidades de pesquisa, análise e comunicação, as atitudes, o comportamento, o trabalho em grupo, a criatividade e a liderança são fundamentais. O autor defende uma escola que leve a realidade do mundo actual para as salas de aula, que propicie trabalho colaborativo e uma abertura ao exterior através da tecnologia. São essenciais conteúdos mais práticos e pluridisciplinares, analisados numa lógica de projecto, horários mais flexíveis e aprendizagens baseadas na aquisição de competências em final de ciclo. A sua voz é a de cada vez mais alunos, pais e professores: queremos uma escola que se reinvente em permanência, para responder aos constantes desafios com que é confrontada.
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Edição: Mar 2022
Nº Páginas: 192
Sinopse:
A solidão é o mal do século: a epidemia da Covid-19 criou desertos de solidão quase intransponíveis. Com o acesso de cada vez mais pessoas às novas tecnologias podemos estar em contacto virtual com todo o mundo, sem estarmos realmente com alguém. É cada vez mais fácil passarmos longos períodos isolados. Mas o ser humano é um animal social. Impõe-se então perguntar: Sabemos lidar com a solidão? É possível estar só e ser-se feliz? Que prejuízo pode ter para o nosso bem-estar a falta de contacto com outras pessoas? O autor dá-nos a conhecer casos de experiências de isolamento sob matizes variados, quer de figuras heroicas, quer de pessoas anónimas, introvertidas e extrovertidas, alegres e tristes, enérgicas e calmas, mais fortes ou mais frágeis do ponto de vista psicológico, solitárias e sociáveis. Genuíno Madruga na sua volta ao mundo, João Garcia no topo do monte Evereste, Michael Collins a orbitar a Lua e tantos outros. Estes homens pioneiros e corajosos partilham uma capacidade incomum: a de estarem sozinhos consigo próprios sem sentirem solidão. Mas o que é afinal a solidão? Como é que ela se distingue de estarmos sós? Como evitar sofrer quando a solidão nos toca?
Nº Páginas: 192
Sinopse:
A solidão é o mal do século: a epidemia da Covid-19 criou desertos de solidão quase intransponíveis. Com o acesso de cada vez mais pessoas às novas tecnologias podemos estar em contacto virtual com todo o mundo, sem estarmos realmente com alguém. É cada vez mais fácil passarmos longos períodos isolados. Mas o ser humano é um animal social. Impõe-se então perguntar: Sabemos lidar com a solidão? É possível estar só e ser-se feliz? Que prejuízo pode ter para o nosso bem-estar a falta de contacto com outras pessoas? O autor dá-nos a conhecer casos de experiências de isolamento sob matizes variados, quer de figuras heroicas, quer de pessoas anónimas, introvertidas e extrovertidas, alegres e tristes, enérgicas e calmas, mais fortes ou mais frágeis do ponto de vista psicológico, solitárias e sociáveis. Genuíno Madruga na sua volta ao mundo, João Garcia no topo do monte Evereste, Michael Collins a orbitar a Lua e tantos outros. Estes homens pioneiros e corajosos partilham uma capacidade incomum: a de estarem sozinhos consigo próprios sem sentirem solidão. Mas o que é afinal a solidão? Como é que ela se distingue de estarmos sós? Como evitar sofrer quando a solidão nos toca?
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Edição: Mar 2009
Nº Páginas: 416
Sinopse:
José Saramago, Prémio Nobel da Literatura em 1998, é certamente o escritor português mais traduzido, e mais lido, no estrangeiro. E, no entanto, talvez não seja tão profundamente conhecido no seu próprio país como seria de esperar. Portugal reconhece-o pelos livros que escreveu e que surpreenderam muitos milhares de leitores, mas desconhece-o porventura em muito da sua intimidade e até do seu pensamento. Durante as dezenas de horas de conversas sem tabus de que resultou Uma Longa Viagem com José Saramago, procurou-se ir além de algumas verdades feitas sobre o autor que reinterpreta o Evangelho, que optou pelo exílio ou que profetiza a inevitabilidade da União Ibérica.As respostas de José Saramago foram analisadas por vinte e quatro outros entrevistados, que comentam as suas declarações e a sua prática da escrita, tudo isto num cenário de reportagem dos lugares por onde a sua vida passou e de investigação e análise da sua obra.Há palavras nunca ditas e outras reditas sob o olhar da atualidade. Sem reticências, como compete a quem durante tão grande conversa começou e acabou um novo livro, e a meio achou que não teria mais vida para terminar o desafio de se revelar num diálogo pouco habitual por tão extenso. Uma Longa Viagem com José Saramago será, a partir de agora, uma peça imprescindível para conhecer melhor a vida e a obra de um grande escritor português.
Nº Páginas: 416
Sinopse:
José Saramago, Prémio Nobel da Literatura em 1998, é certamente o escritor português mais traduzido, e mais lido, no estrangeiro. E, no entanto, talvez não seja tão profundamente conhecido no seu próprio país como seria de esperar. Portugal reconhece-o pelos livros que escreveu e que surpreenderam muitos milhares de leitores, mas desconhece-o porventura em muito da sua intimidade e até do seu pensamento. Durante as dezenas de horas de conversas sem tabus de que resultou Uma Longa Viagem com José Saramago, procurou-se ir além de algumas verdades feitas sobre o autor que reinterpreta o Evangelho, que optou pelo exílio ou que profetiza a inevitabilidade da União Ibérica.As respostas de José Saramago foram analisadas por vinte e quatro outros entrevistados, que comentam as suas declarações e a sua prática da escrita, tudo isto num cenário de reportagem dos lugares por onde a sua vida passou e de investigação e análise da sua obra.Há palavras nunca ditas e outras reditas sob o olhar da atualidade. Sem reticências, como compete a quem durante tão grande conversa começou e acabou um novo livro, e a meio achou que não teria mais vida para terminar o desafio de se revelar num diálogo pouco habitual por tão extenso. Uma Longa Viagem com José Saramago será, a partir de agora, uma peça imprescindível para conhecer melhor a vida e a obra de um grande escritor português.
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Edição: Out 2020
Nº Páginas: 208
Sinopse:
"Os factos e os dados objetivos apresentados neste livro demonstram bem que a única experiência governativa portuguesa de aplicação de um conjunto coerente de princípios da social-democracia que até hoje existiu foi altamente benéfica para Portugal e para os Portugueses. Os valores da social-democracia moderna, com destaque para a dignidade da pessoa humana, a democracia pluralista, a justiça social, a igualdade de oportunidades, o acesso aos cuidados de saúde, a difusão cultural, a defesa do ambiente, a economia de mercado e a livre iniciativa privada como fonte primária do crescimento económico, a concertação social e o reformismo, continuam a ser desafios para os governos da atualidade. Estou firmemente convencido de que a repetição de uma experiência de social-democracia, adaptada aos tempos do século XXI, produziria resultados igualmente positivos."
Nº Páginas: 208
Sinopse:
"Os factos e os dados objetivos apresentados neste livro demonstram bem que a única experiência governativa portuguesa de aplicação de um conjunto coerente de princípios da social-democracia que até hoje existiu foi altamente benéfica para Portugal e para os Portugueses. Os valores da social-democracia moderna, com destaque para a dignidade da pessoa humana, a democracia pluralista, a justiça social, a igualdade de oportunidades, o acesso aos cuidados de saúde, a difusão cultural, a defesa do ambiente, a economia de mercado e a livre iniciativa privada como fonte primária do crescimento económico, a concertação social e o reformismo, continuam a ser desafios para os governos da atualidade. Estou firmemente convencido de que a repetição de uma experiência de social-democracia, adaptada aos tempos do século XXI, produziria resultados igualmente positivos."
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Edição: Jan 2019
Nº Páginas: 232
Sinopse:
Nesta obra, são alvo de análise os diversos aspectos do actual puzzle geopolítico, económico e social do continente africano, nomeadamente: a criação e desenvolvimento de instituições eficazes e transparentes, o investimento na educação, a renovação de estruturas de diversificação da economia, os dilemas da industrialização e a imperiosa necessidade de dar e ouvir a voz da sociedade civil.
Nº Páginas: 232
Sinopse:
Nesta obra, são alvo de análise os diversos aspectos do actual puzzle geopolítico, económico e social do continente africano, nomeadamente: a criação e desenvolvimento de instituições eficazes e transparentes, o investimento na educação, a renovação de estruturas de diversificação da economia, os dilemas da industrialização e a imperiosa necessidade de dar e ouvir a voz da sociedade civil.
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Edição: Mar 2014
Nº Páginas: 500
Sinopse:
Organizadores: António Marujo e a Maria Julieta Mendes Dias Escreveu o padre Anselmo Borges acerca da teologia de Bento Domingues: "Trata-se de uma teologia do Reino de Deus [que é] o futuro de Deus enquanto ‘o horizonte mais abrangente de esperança’ para o mundo em todos os domínios da vida, incluindo, portanto, a política, a cultura, a economia, a ecologia." De todos esses temas tratam as crónicas antologiadas neste volume e dedicadas a questões sociais e políticas: a presente crise económico-financeira e os estragos que ela está a provocar à democracia e à Europa, a reflexão ética sobre o exercício do poder, o escândalo gritante da miséria de tantos em contraste com a opulência de alguns, a busca da justiça social, o absurdo da guerra e da corrida armamentista, o diálogo entre culturas e religiões como caminho para a paz, a laicidade como possibilidade de exercício da dimensão religiosa das pessoas em sociedades democráticas. Também a (falta de) alma da Europa, o desafio da paz, da esperança e da justiça no Médio Oriente, as ilusões e utopias da América Latina ou a busca de novos rumos para a martirizada África marcam a reflexão que aqui se reúne. Uma reflexão caracterizada pela lucidez, liberdade e bom humor, na forma de fazer teologia na praça pública a que frei Bento Domingues nos habituou.
Nº Páginas: 500
Sinopse:
Organizadores: António Marujo e a Maria Julieta Mendes Dias Escreveu o padre Anselmo Borges acerca da teologia de Bento Domingues: "Trata-se de uma teologia do Reino de Deus [que é] o futuro de Deus enquanto ‘o horizonte mais abrangente de esperança’ para o mundo em todos os domínios da vida, incluindo, portanto, a política, a cultura, a economia, a ecologia." De todos esses temas tratam as crónicas antologiadas neste volume e dedicadas a questões sociais e políticas: a presente crise económico-financeira e os estragos que ela está a provocar à democracia e à Europa, a reflexão ética sobre o exercício do poder, o escândalo gritante da miséria de tantos em contraste com a opulência de alguns, a busca da justiça social, o absurdo da guerra e da corrida armamentista, o diálogo entre culturas e religiões como caminho para a paz, a laicidade como possibilidade de exercício da dimensão religiosa das pessoas em sociedades democráticas. Também a (falta de) alma da Europa, o desafio da paz, da esperança e da justiça no Médio Oriente, as ilusões e utopias da América Latina ou a busca de novos rumos para a martirizada África marcam a reflexão que aqui se reúne. Uma reflexão caracterizada pela lucidez, liberdade e bom humor, na forma de fazer teologia na praça pública a que frei Bento Domingues nos habituou.
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Edição: Abr 2003
Nº Páginas: 360
Sinopse:
“Para onde caminha o mundo se deixarmos aprofundar o fosso que separa irremediavelmente os ricos — os imensamente ricos — dos pobres, mesmo nas sociedades mais desenvolvidas? “Se nada fizermos para regulamentar a ordem internacional, no sentido da paz, da justiça e do direito — revigorando a ONU e recusando o ‘directório dos países ricos’, criado com que legitimidade? Se não formos capazes de corrigir os atentados contra os equilíbrios ecológicos do Planeta, que estão a pôr em risco a biodiversidade e a própria sobrevivência da espécie humana? Se não conseguirmos dar resposta — e de forma global — aos desafios com que estamos confrontados, neste nosso novo século, que ultrapassam obviamente os Estados nacionais e pressupõem uma consciência ou uma cidadania global?” Neste seu novo livro, Mário Soares, ex-presidente da República e um dos mais proeminentes políticos do século XX português, reúne um conjunto de artigos publicados em jornais sobre variados temas actuais e polémicos como a globalização, a cimeira da Terra, a convenção europeia, a estratégia anti-terrorista, o 11 de Setembro, o regresso dos Bush e do partido republicano, a guerra no Iraque e o anti-americanismo.
Nº Páginas: 360
Sinopse:
“Para onde caminha o mundo se deixarmos aprofundar o fosso que separa irremediavelmente os ricos — os imensamente ricos — dos pobres, mesmo nas sociedades mais desenvolvidas? “Se nada fizermos para regulamentar a ordem internacional, no sentido da paz, da justiça e do direito — revigorando a ONU e recusando o ‘directório dos países ricos’, criado com que legitimidade? Se não formos capazes de corrigir os atentados contra os equilíbrios ecológicos do Planeta, que estão a pôr em risco a biodiversidade e a própria sobrevivência da espécie humana? Se não conseguirmos dar resposta — e de forma global — aos desafios com que estamos confrontados, neste nosso novo século, que ultrapassam obviamente os Estados nacionais e pressupõem uma consciência ou uma cidadania global?” Neste seu novo livro, Mário Soares, ex-presidente da República e um dos mais proeminentes políticos do século XX português, reúne um conjunto de artigos publicados em jornais sobre variados temas actuais e polémicos como a globalização, a cimeira da Terra, a convenção europeia, a estratégia anti-terrorista, o 11 de Setembro, o regresso dos Bush e do partido republicano, a guerra no Iraque e o anti-americanismo.
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Edição: Mai 2020
Nº Páginas: 144
Sinopse:
Magnífica combinação de texto e imagem reflectindo e dialogando com o confinamento e os efeitos que ele teve na nossa paisagem psicológica e física. José Jorge Letria escreveu e Inácio Ludgero fotografou. Neste livro e nesse encontro da escrita e da fotografia somos surpreendidos e comovidos pela incrível mudança das ruas, dos jardins, dos transportes públicos, dos seres humanos. A Covid-19 e o confinamento que ela causou deram lugar a um mundo de ausência e abandono, como nunca o tínhamos lido, como nunca o tínhamos visto.
Nº Páginas: 144
Sinopse:
Magnífica combinação de texto e imagem reflectindo e dialogando com o confinamento e os efeitos que ele teve na nossa paisagem psicológica e física. José Jorge Letria escreveu e Inácio Ludgero fotografou. Neste livro e nesse encontro da escrita e da fotografia somos surpreendidos e comovidos pela incrível mudança das ruas, dos jardins, dos transportes públicos, dos seres humanos. A Covid-19 e o confinamento que ela causou deram lugar a um mundo de ausência e abandono, como nunca o tínhamos lido, como nunca o tínhamos visto.
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Edição: Nov 2020
Nº Páginas: 160
Sinopse:
Andrew Solomon, conhecido dos leitores portugueses através dos livros O Demónio da Depressão e Longe da Árvore, reúne neste volume uma série de textos sobre o suicídio, analisado sempre a partir de uma história pessoal ou de um caso concreto: quer do círculo mais íntimo do autor, como, por exemplo, o inesperado suicídio do exuberante amigo Terry, ou o suicídio assistido da mãe; quer de figuras públicas, como os de Anthony Bourdain ou Robin Williams, ou até os de celebridades literárias, como David Foster Wallace ou Sylvia Plath. Um Crime da Solidão reflete sobre o suicídio, as suas causas e circunstâncias (solidão, depressão), o efeito de imitação, os aspetos facilitadores (como o fácil acesso a armas) e a incompreensível incidência em pessoas aparentemente realizadas e bem-sucedidas. São nove magníficos textos, na prosa sempre inteligente e cativante de Andrew Solomon.
Nº Páginas: 160
Sinopse:
Andrew Solomon, conhecido dos leitores portugueses através dos livros O Demónio da Depressão e Longe da Árvore, reúne neste volume uma série de textos sobre o suicídio, analisado sempre a partir de uma história pessoal ou de um caso concreto: quer do círculo mais íntimo do autor, como, por exemplo, o inesperado suicídio do exuberante amigo Terry, ou o suicídio assistido da mãe; quer de figuras públicas, como os de Anthony Bourdain ou Robin Williams, ou até os de celebridades literárias, como David Foster Wallace ou Sylvia Plath. Um Crime da Solidão reflete sobre o suicídio, as suas causas e circunstâncias (solidão, depressão), o efeito de imitação, os aspetos facilitadores (como o fácil acesso a armas) e a incompreensível incidência em pessoas aparentemente realizadas e bem-sucedidas. São nove magníficos textos, na prosa sempre inteligente e cativante de Andrew Solomon.
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Edição: Nov 2020
Nº Páginas: 256
Sinopse:
Este livro tem a modesta ambição de contribuir para a nossa reflexão coletiva, como interessados no futuro da saúde do nosso país. Para esse feito, recorrendo-me à arte médica, extrapolei para esta publicação uma organização de conteúdos em três partes. Iniciei esta reflexão procurando fazer o diagnóstico detalhado da situação presente e da sua evolução ao longo das quatro décadas de existência do Serviço Nacional de Saúde. Feita essa análise, e estabelecido o diagnóstico, procurarei oferecer um conjunto de opções terapêuticas para o futuro do sistema de saúde português. A profundidade e nível de detalhe das propostas e ideias que vão sendo apresentadas têm geometria. Isto leva-nos à última parte do livro: o caminho para a cura. Expostas que estão as opções terapêuticas é fundamental que todos tenham uma palavra a dizer sobre qual o caminho que devemos seguir enquanto país, para garantir o pleno cumprimento do sonho de uma cobertura universal da saúde e do bem-estar da população.
Nº Páginas: 256
Sinopse:
Este livro tem a modesta ambição de contribuir para a nossa reflexão coletiva, como interessados no futuro da saúde do nosso país. Para esse feito, recorrendo-me à arte médica, extrapolei para esta publicação uma organização de conteúdos em três partes. Iniciei esta reflexão procurando fazer o diagnóstico detalhado da situação presente e da sua evolução ao longo das quatro décadas de existência do Serviço Nacional de Saúde. Feita essa análise, e estabelecido o diagnóstico, procurarei oferecer um conjunto de opções terapêuticas para o futuro do sistema de saúde português. A profundidade e nível de detalhe das propostas e ideias que vão sendo apresentadas têm geometria. Isto leva-nos à última parte do livro: o caminho para a cura. Expostas que estão as opções terapêuticas é fundamental que todos tenham uma palavra a dizer sobre qual o caminho que devemos seguir enquanto país, para garantir o pleno cumprimento do sonho de uma cobertura universal da saúde e do bem-estar da população.
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Edição: Out 2012
Nº Páginas: 164
Sinopse:
"Últimato - o antes e o depois do 15 de Setembro" é um olhar cirúrgico sobre a actual crise política e o estado da nação. O livro está organizado em 12 capítulos sobre as principais questões que preocupam o país: como a ‘Fadiga Fiscal’, ‘Gorduras do Estado’ as ‘PPP,’ entre outros temas. Por último ‘Como Sair da Crise’, as respostas esperadas a todas estas análises. De matriz ideológica centro/direita, ‘Ultimato’ não deixa de ser dessa forma uma visão independente e sobretudo apartidária. Um livro, polémico, destinado a um público interessado em compreender os meandros da actual crise política e escrito numa linguagem acessível ao cidadão comum. Os mesmos cidadãos que inundaram as ruas de Portugal a 15 de Setembro.
Nº Páginas: 164
Sinopse:
"Últimato - o antes e o depois do 15 de Setembro" é um olhar cirúrgico sobre a actual crise política e o estado da nação. O livro está organizado em 12 capítulos sobre as principais questões que preocupam o país: como a ‘Fadiga Fiscal’, ‘Gorduras do Estado’ as ‘PPP,’ entre outros temas. Por último ‘Como Sair da Crise’, as respostas esperadas a todas estas análises. De matriz ideológica centro/direita, ‘Ultimato’ não deixa de ser dessa forma uma visão independente e sobretudo apartidária. Um livro, polémico, destinado a um público interessado em compreender os meandros da actual crise política e escrito numa linguagem acessível ao cidadão comum. Os mesmos cidadãos que inundaram as ruas de Portugal a 15 de Setembro.
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Edição: Mai 2025
Nº Páginas: 200
Sinopse:
"U.S.E.R." convida o leitor a refletir sobre os riscos que o universo digital representa para a saúde mental e, mais do que isso, a tomar medidas para os prevenir. Através de uma análise crítica sobre o uso da tecnologia no nosso dia a dia, este livro fornece um vasto conjunto de pistas e orientações para que famílias, educadores e todos nós tenhamos uma relação mais equilibrada com um fenómeno inescapável que, apesar de suscitar particular apreensão no caso das crianças e dos adolescentes, também afeta os adultos. Com base em histórias reais e pesquisas científicas aprofundadas, as psicólogas clínicas Rosário Carmona e Costa, Débora Carvalhosa e Leonor Nápoles discutem temas como dependência da Internet, o impacto da utilização de smartphones nas escolas, os efeitos da imersão excessiva no digital ou o crescimento da inteligência artificial, um campo de inovações surpreendentes mas também de fortes preocupações sobre a privacidade e segurança das pessoas ou do futuro da interação humana. Uma obra que mergulha nas complexidades do mundo atual, revela a uma visão abrangente dos desafios que enfrentamos e apresenta formas e fórmulas para se chegar a um equilíbrio saudável entre o mundo real e o virtual.
Nº Páginas: 200
Sinopse:
"U.S.E.R." convida o leitor a refletir sobre os riscos que o universo digital representa para a saúde mental e, mais do que isso, a tomar medidas para os prevenir. Através de uma análise crítica sobre o uso da tecnologia no nosso dia a dia, este livro fornece um vasto conjunto de pistas e orientações para que famílias, educadores e todos nós tenhamos uma relação mais equilibrada com um fenómeno inescapável que, apesar de suscitar particular apreensão no caso das crianças e dos adolescentes, também afeta os adultos. Com base em histórias reais e pesquisas científicas aprofundadas, as psicólogas clínicas Rosário Carmona e Costa, Débora Carvalhosa e Leonor Nápoles discutem temas como dependência da Internet, o impacto da utilização de smartphones nas escolas, os efeitos da imersão excessiva no digital ou o crescimento da inteligência artificial, um campo de inovações surpreendentes mas também de fortes preocupações sobre a privacidade e segurança das pessoas ou do futuro da interação humana. Uma obra que mergulha nas complexidades do mundo atual, revela a uma visão abrangente dos desafios que enfrentamos e apresenta formas e fórmulas para se chegar a um equilíbrio saudável entre o mundo real e o virtual.
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Edição: Ago 2024
Nº Páginas: 392
Sinopse:
As noções de verdade, identidade e realidade entraram em crise no último meio século. O pensamento pós-moderno, que nasceu com intuitos subversivos, acabou cooptado pelo capitalismo neo-liberal. Tornámo-nos consumidores, mais do que cidadãos. Esta é, pois, a história de uma ideia perigosa. A narrativa começa nos anos 70. Tudo o que era dado por adquirido foi posto em causa. A contra-cultura tornou-se cultura dominante. As grandes narrativas deram lugar ao primado da ironia. As palavras de ordem passaram a ser fluidez e flexibilidade. Ironicamente, nada é mais fluido e flexível do que o mercado. Como já alguém disse: em Wall Street ninguém acredita em verdades absolutas. Aquilo que começou como uma atitude subversiva acabou integrado no espectáculo global da chamada "pós-verdade".
Nº Páginas: 392
Sinopse:
As noções de verdade, identidade e realidade entraram em crise no último meio século. O pensamento pós-moderno, que nasceu com intuitos subversivos, acabou cooptado pelo capitalismo neo-liberal. Tornámo-nos consumidores, mais do que cidadãos. Esta é, pois, a história de uma ideia perigosa. A narrativa começa nos anos 70. Tudo o que era dado por adquirido foi posto em causa. A contra-cultura tornou-se cultura dominante. As grandes narrativas deram lugar ao primado da ironia. As palavras de ordem passaram a ser fluidez e flexibilidade. Ironicamente, nada é mais fluido e flexível do que o mercado. Como já alguém disse: em Wall Street ninguém acredita em verdades absolutas. Aquilo que começou como uma atitude subversiva acabou integrado no espectáculo global da chamada "pós-verdade".
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Edição: Abr 2001
Nº Páginas: 200
Sinopse:
Daniel Sampaio, psiquiatra, terapeuta familiar e professor, tem tido nos últimos anos um papel fundamental em intervenções várias nos jornais, rádio e televisão, na abordagem da adolescência. Publicou ainda várias obras, bem conhecidas do público, onde aborda temas como a escola, a família, o suicídio. Depois de "A Arte da Fuga", chega agora um novo livro, "Tudo o que Temos cá Dentro", a meio caminho entre o romance e a descrição de uma psicoterapia, que tem o suicídio como ponto de partida. Temos o relato ficcional que o terapeuta faz das sessões, um monólogo interior do paciente e uma espécie de carta pos-mortem do suicida, uma história envolvendo os vários pontos de vista dos seus protagonistas. Uma leitura fundamental para todos os que se interessam pela adolescência e pelos problemas que lhe vêm associados.
Nº Páginas: 200
Sinopse:
Daniel Sampaio, psiquiatra, terapeuta familiar e professor, tem tido nos últimos anos um papel fundamental em intervenções várias nos jornais, rádio e televisão, na abordagem da adolescência. Publicou ainda várias obras, bem conhecidas do público, onde aborda temas como a escola, a família, o suicídio. Depois de "A Arte da Fuga", chega agora um novo livro, "Tudo o que Temos cá Dentro", a meio caminho entre o romance e a descrição de uma psicoterapia, que tem o suicídio como ponto de partida. Temos o relato ficcional que o terapeuta faz das sessões, um monólogo interior do paciente e uma espécie de carta pos-mortem do suicida, uma história envolvendo os vários pontos de vista dos seus protagonistas. Uma leitura fundamental para todos os que se interessam pela adolescência e pelos problemas que lhe vêm associados.
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Edição: Jan 2016
Nº Páginas: 272
Sinopse:
Esta nova edição do livro Tratados da União Europeia apresenta agora a imagem gráfica que é já habitual na Coleção Legislação. No que respeita ao conteúdo, esta obra reúne, tal como a edição anterior: • o Tratado de Lisboa e respetivos Protocolos, Anexo e Declarações; • o Tratado da União Europeia (consolidado de acordo com as alterações introduzidas pelo Tratado de Lisboa); • o Tratado sobre o Funcionamento da União Europeia (também consolidado de acordo com as alterações introduzidas pelo Tratado de Lisboa); • a Carta dos Direitos Fundamentais da União Europeia. A nova edição mantém, também, o útil índice remissivo e as já imprescindíveis atualizações online, que pode descarregar e imprimir gratuitamente, em www.portoeditora.pt/direito, até à preparação de uma nova edição. Pretendemos, assim, disponibilizar-lhe uma ferramenta atual, jovem e dinâmica, e que se mantém útil e fiável como sempre, tanto para profissionais como para estudantes de Direito Europeu, Internacional ou outros ramos do direito que necessitem da consulta das normas constantes dos Tratados da União Europeia.
Nº Páginas: 272
Sinopse:
Esta nova edição do livro Tratados da União Europeia apresenta agora a imagem gráfica que é já habitual na Coleção Legislação. No que respeita ao conteúdo, esta obra reúne, tal como a edição anterior: • o Tratado de Lisboa e respetivos Protocolos, Anexo e Declarações; • o Tratado da União Europeia (consolidado de acordo com as alterações introduzidas pelo Tratado de Lisboa); • o Tratado sobre o Funcionamento da União Europeia (também consolidado de acordo com as alterações introduzidas pelo Tratado de Lisboa); • a Carta dos Direitos Fundamentais da União Europeia. A nova edição mantém, também, o útil índice remissivo e as já imprescindíveis atualizações online, que pode descarregar e imprimir gratuitamente, em www.portoeditora.pt/direito, até à preparação de uma nova edição. Pretendemos, assim, disponibilizar-lhe uma ferramenta atual, jovem e dinâmica, e que se mantém útil e fiável como sempre, tanto para profissionais como para estudantes de Direito Europeu, Internacional ou outros ramos do direito que necessitem da consulta das normas constantes dos Tratados da União Europeia.
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Edição: Abr 2012
Nº Páginas: 224
Sinopse:
"O político em Espinosa é ainda e sempre um modo da natureza e, nessa medida, tanto o soberano como os súbditos, tanto o estado como os diversos grupos que se constituem no seu interior, afirmam a sua individualidade através da resistência a todos os que tentem subordiná-los à sua jurisdição. A actividade de cada ser constitui sempre um esforço de libertação, de redução da dependência. Não quer dizer que a única situação imaginável entre os indivíduos seja a de conflito. Os indivíduos, da mesma forma que podem entrar em guerra e, com isso, aumentar conjuntamente a impotência, podem igualmente encontrar modos de cooperação mutuamente vantajosa, não universal nem definitivamente, mas em agregados mais ou menos ocasionais, formados por situações ou desafios comuns que geram afectos igualmente comuns, de medo ou de esperança, superando assim as divergências e anulando, tendencial e provisoriamente, a instabilidade nas relações."
Nº Páginas: 224
Sinopse:
"O político em Espinosa é ainda e sempre um modo da natureza e, nessa medida, tanto o soberano como os súbditos, tanto o estado como os diversos grupos que se constituem no seu interior, afirmam a sua individualidade através da resistência a todos os que tentem subordiná-los à sua jurisdição. A actividade de cada ser constitui sempre um esforço de libertação, de redução da dependência. Não quer dizer que a única situação imaginável entre os indivíduos seja a de conflito. Os indivíduos, da mesma forma que podem entrar em guerra e, com isso, aumentar conjuntamente a impotência, podem igualmente encontrar modos de cooperação mutuamente vantajosa, não universal nem definitivamente, mas em agregados mais ou menos ocasionais, formados por situações ou desafios comuns que geram afectos igualmente comuns, de medo ou de esperança, superando assim as divergências e anulando, tendencial e provisoriamente, a instabilidade nas relações."
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Edição: Mai 2015
Nº Páginas: 112
Sinopse:
"Peço-vos que sonhem e planeiem um mundo diferente. Um mundo mais justo. Um mundo de homens e mulheres mais felizes, mais fiéis a si mesmos. E é assim que devemos começar: precisamos de criar as nossas filhas de uma maneira diferente. Também precisamos de criar os nossos filhos de uma maneira diferente." O que é que o feminismo significa hoje em dia? Neste ensaio pessoal - adaptado de uma conferência TED - Chimamanda Ngozi Adichie apresenta uma definição única do feminismo no século XXI. A escritora parte da sua experiência pessoal para defender a inclusão e a consciência nesta admirável exploração sobre o que significa ser mulher nos dias de hoje. Um desafio lançado a mulheres e homens, porque todos devemos ser feministas.
Nº Páginas: 112
Sinopse:
"Peço-vos que sonhem e planeiem um mundo diferente. Um mundo mais justo. Um mundo de homens e mulheres mais felizes, mais fiéis a si mesmos. E é assim que devemos começar: precisamos de criar as nossas filhas de uma maneira diferente. Também precisamos de criar os nossos filhos de uma maneira diferente." O que é que o feminismo significa hoje em dia? Neste ensaio pessoal - adaptado de uma conferência TED - Chimamanda Ngozi Adichie apresenta uma definição única do feminismo no século XXI. A escritora parte da sua experiência pessoal para defender a inclusão e a consciência nesta admirável exploração sobre o que significa ser mulher nos dias de hoje. Um desafio lançado a mulheres e homens, porque todos devemos ser feministas.
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Edição: Out 2013
Nº Páginas: 400
Sinopse:
"Toda a China" é o resultado das peregrinações de António Graça de Abreu pelo velho e actual Império do Meio. Todas as 23 províncias, 5 regiões autónomas, 4 municípios centrais e 2 regiões administrativas especiais, foram visitadas ao longo de trinta e seis anos de jornadas e estadias na vasta China, tão grande como a Europa. Neste primeiro volume da sua "Toda a China", António Graça de Abreu traz-nos, o testemunho das suas múltiplas vivências em viagens pelas grandes cidades ou pelo infindável campo chinês, pelas montanhas sagradas do Império ou por templos budistas e taoistas perdidos nos confins da China.
Nº Páginas: 400
Sinopse:
"Toda a China" é o resultado das peregrinações de António Graça de Abreu pelo velho e actual Império do Meio. Todas as 23 províncias, 5 regiões autónomas, 4 municípios centrais e 2 regiões administrativas especiais, foram visitadas ao longo de trinta e seis anos de jornadas e estadias na vasta China, tão grande como a Europa. Neste primeiro volume da sua "Toda a China", António Graça de Abreu traz-nos, o testemunho das suas múltiplas vivências em viagens pelas grandes cidades ou pelo infindável campo chinês, pelas montanhas sagradas do Império ou por templos budistas e taoistas perdidos nos confins da China.
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