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Edição: Dez 2025
Nº Páginas: 256
Sinopse:
Robert D. Kaplan, um dos mais perspicazes autores de geopolítica, analisa os grandes problemas do nosso mundo. Neste novo livro, Kaplan liga o panorama geopolítico a fenómenos sociais contemporâneos, baseando-se em obras fundamentais da filosofia, da política e da literatura, incluindo o poema que deu origem ao título da obra. Enquanto a obra de T. S. Eliot, publicada após a Primeira Guerra Mundial, abordava a rutura e o colapso da civilização, Kaplan defende que o mundo pós-Guerra Fria tem girado em torno da auto-obsessão. Uma reflexão incontornável sobre uma sociedade em crise, em que cada desastre regional ameaça tornar-se um conflito global. Um livro abrangente, provocatório e pertinente. Essencial para todos os que se preocupam com o futuro do nosso mundo.
Nº Páginas: 256
Sinopse:
Robert D. Kaplan, um dos mais perspicazes autores de geopolítica, analisa os grandes problemas do nosso mundo. Neste novo livro, Kaplan liga o panorama geopolítico a fenómenos sociais contemporâneos, baseando-se em obras fundamentais da filosofia, da política e da literatura, incluindo o poema que deu origem ao título da obra. Enquanto a obra de T. S. Eliot, publicada após a Primeira Guerra Mundial, abordava a rutura e o colapso da civilização, Kaplan defende que o mundo pós-Guerra Fria tem girado em torno da auto-obsessão. Uma reflexão incontornável sobre uma sociedade em crise, em que cada desastre regional ameaça tornar-se um conflito global. Um livro abrangente, provocatório e pertinente. Essencial para todos os que se preocupam com o futuro do nosso mundo.
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Edição: Set 2020
Nº Páginas: 320
Sinopse:
De uma jornalista premiada, conselheira do primeiro-ministro britânico David Cameron, uma análise profunda de um dos maiores desafios que a população humana enfrenta atualmente. O mundo está a passar por uma mudança demográfica dramática. Pela primeira vez na história, o número de pessoas com mais de 65 anos supera o das crianças com menos de 5 anos. Mas os sistemas de saúde e de segurança social não estão a acompanhar esta realidade. Precisamos de ser mais ambiciosos. É fundamental deixar de pensar que alguém com 60 anos é "velho", na reforma antecipada como algo desejável, na demência como inevitável e em boas ideias e energia a virem apenas dos "jovens". Neste livro, a autora embarca numa viagem para ver como diferentes países estão a responder a estes desafios sem precedentes, abrindo um debate sobre como os governos, as empresas, os meios de comunicação e cada um de nós deve lidar com a segunda metade da vida. Longe de serem um fardo, os mais velhos, pela sua experiência e sabedoria, podem contribuir de forma positiva para a resolução de todos os tipos de problemas sociais. Para tal, é necessária uma mudança radical de mentalidade. Estaremos preparados para dar esse passo?
Nº Páginas: 320
Sinopse:
De uma jornalista premiada, conselheira do primeiro-ministro britânico David Cameron, uma análise profunda de um dos maiores desafios que a população humana enfrenta atualmente. O mundo está a passar por uma mudança demográfica dramática. Pela primeira vez na história, o número de pessoas com mais de 65 anos supera o das crianças com menos de 5 anos. Mas os sistemas de saúde e de segurança social não estão a acompanhar esta realidade. Precisamos de ser mais ambiciosos. É fundamental deixar de pensar que alguém com 60 anos é "velho", na reforma antecipada como algo desejável, na demência como inevitável e em boas ideias e energia a virem apenas dos "jovens". Neste livro, a autora embarca numa viagem para ver como diferentes países estão a responder a estes desafios sem precedentes, abrindo um debate sobre como os governos, as empresas, os meios de comunicação e cada um de nós deve lidar com a segunda metade da vida. Longe de serem um fardo, os mais velhos, pela sua experiência e sabedoria, podem contribuir de forma positiva para a resolução de todos os tipos de problemas sociais. Para tal, é necessária uma mudança radical de mentalidade. Estaremos preparados para dar esse passo?
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Edição: Jun 2017
Nº Páginas: 272
Sinopse:
Depois de mais de 400 crónicas na revista do "Expresso" sobre "coisas de homens", o que é que fica, o que é que sobrevive à passagem do fim de semana? Cibercondria, porno virtual. "Foodgasm", praxes, depressões masculinas, filosofia da "dick-pic", o fugidio Ponto G, Angola Democracia e Facebook, vudu do Haiti, escravos do Níger, ataques de pânico e decisões sobre se ainda se paga o jantar no primeiro encontro. Afinal, o leque temático é vasto.
Nº Páginas: 272
Sinopse:
Depois de mais de 400 crónicas na revista do "Expresso" sobre "coisas de homens", o que é que fica, o que é que sobrevive à passagem do fim de semana? Cibercondria, porno virtual. "Foodgasm", praxes, depressões masculinas, filosofia da "dick-pic", o fugidio Ponto G, Angola Democracia e Facebook, vudu do Haiti, escravos do Níger, ataques de pânico e decisões sobre se ainda se paga o jantar no primeiro encontro. Afinal, o leque temático é vasto.
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Edição: Set 2011
Nº Páginas: 256
Sinopse:
Entre Julho e Novembro de 1975, quase 200 mil portugueses interromperam abruptamente uma vida inteira passada em Angola e vieram para Portugal através de uma das maiores pontes aéreas de resgate de civis jamais implementadas. Aviões da TAP e de várias companhias estrangeiras voaram sem pausas entre Lisboa e África para trazer todos os que quisessem sair das cidades e dos confins de Angola antes da independência. O desespero dos últimos meses e o medo de morrer às mãos dos chamados movimentos de libertação levaram milhares de colonos a correr para os aeroportos à procura de um lugar nos aviões que partiam de Luanda e Nova Lisboa a toda a hora e sobrelotados, com pessoas a viajar em porões e casas de banho para aproveitar o espaço ao máximo. Comissários e assistentes de bordo trabalharam sem folgas nesses meses loucos, acompanhando homens, mulheres, crianças, famílias inteiras desamparadas e soldados à beira da morte. As tripulações, exaustas, nunca conseguiram esquecer esses dias, nem as mães que lhes pediam para ficarem com os filhos. Recuperando esse tempo de angústia e agitação, S.O.S. Angola é um livro dramático e profundamente enternecedor, que revela cada pormenor desta epopeia e evoca as tragédias pessoais de quem teve de sair de África sem nada em direcção a um país desconhecido que, ainda por cima, acabara de viver uma revolução. Para os passageiros da Ponte Aérea, o futuro não podia ser mais aterrador.
Nº Páginas: 256
Sinopse:
Entre Julho e Novembro de 1975, quase 200 mil portugueses interromperam abruptamente uma vida inteira passada em Angola e vieram para Portugal através de uma das maiores pontes aéreas de resgate de civis jamais implementadas. Aviões da TAP e de várias companhias estrangeiras voaram sem pausas entre Lisboa e África para trazer todos os que quisessem sair das cidades e dos confins de Angola antes da independência. O desespero dos últimos meses e o medo de morrer às mãos dos chamados movimentos de libertação levaram milhares de colonos a correr para os aeroportos à procura de um lugar nos aviões que partiam de Luanda e Nova Lisboa a toda a hora e sobrelotados, com pessoas a viajar em porões e casas de banho para aproveitar o espaço ao máximo. Comissários e assistentes de bordo trabalharam sem folgas nesses meses loucos, acompanhando homens, mulheres, crianças, famílias inteiras desamparadas e soldados à beira da morte. As tripulações, exaustas, nunca conseguiram esquecer esses dias, nem as mães que lhes pediam para ficarem com os filhos. Recuperando esse tempo de angústia e agitação, S.O.S. Angola é um livro dramático e profundamente enternecedor, que revela cada pormenor desta epopeia e evoca as tragédias pessoais de quem teve de sair de África sem nada em direcção a um país desconhecido que, ainda por cima, acabara de viver uma revolução. Para os passageiros da Ponte Aérea, o futuro não podia ser mais aterrador.
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Edição: Abr 2018
Nº Páginas: 288
Sinopse:
O livro pega nos filmes do nosso tempo para reflectir sobre as grandes questões da sociedade actual. Temas de sempre como o amor, a morte e a violência; e questões específicas do nosso tempo como a cultura de celebridades, o consumismo e o poder dos media são esmiuçados com graça, engenho e originalidade por Joana Amaral Dias.
Nº Páginas: 288
Sinopse:
O livro pega nos filmes do nosso tempo para reflectir sobre as grandes questões da sociedade actual. Temas de sempre como o amor, a morte e a violência; e questões específicas do nosso tempo como a cultura de celebridades, o consumismo e o poder dos media são esmiuçados com graça, engenho e originalidade por Joana Amaral Dias.
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Edição: Out 2010
Nº Páginas: 96
Sinopse:
Neste pequeno livro Walter Benjamin faz uma fascinante digressão acerca do haxixe, dos seus efeitos, e também acerca de outras drogas, como a mescalina.
Nº Páginas: 96
Sinopse:
Neste pequeno livro Walter Benjamin faz uma fascinante digressão acerca do haxixe, dos seus efeitos, e também acerca de outras drogas, como a mescalina.
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Edição: Mar 2007
Nº Páginas: 192
Sinopse:
A maioria dos filósofos ocidentais, desde Platão, diz-nos o mesmo: somos humanos. John Gray defende precisamente o contrário: se olharmos bem para o espelho, veremos um animal. Para provar a sua tese ele revê a história da humanidade. Procura os momentos chave que revelam a nossa bestialidade, observa-nos numa perspectiva interdisciplinar, socorre-se da biologia, da zoologia. E procura em 2.500 anos de pensamento as raras vozes - como as de Charles Darwin ou Fernando Pessoa - que corajosamente nos viram como de facto somos: os mais sofisticados predadores à face da Terra.
Nº Páginas: 192
Sinopse:
A maioria dos filósofos ocidentais, desde Platão, diz-nos o mesmo: somos humanos. John Gray defende precisamente o contrário: se olharmos bem para o espelho, veremos um animal. Para provar a sua tese ele revê a história da humanidade. Procura os momentos chave que revelam a nossa bestialidade, observa-nos numa perspectiva interdisciplinar, socorre-se da biologia, da zoologia. E procura em 2.500 anos de pensamento as raras vozes - como as de Charles Darwin ou Fernando Pessoa - que corajosamente nos viram como de facto somos: os mais sofisticados predadores à face da Terra.
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Edição: Out 2021
Nº Páginas: 256
Sinopse:
Numa época de rios eletrificados, animais e plantas geneticamente modificados e geoengenharia, na qual a Natureza já quase nada tem de natural, poderá a salvação do Homem e do nosso planeta depender de intervenções ainda mais profundas no meio ambiente ou será esse, como muitos defendem, "o caminho mais direto para o inferno"? Prosseguindo o trabalho de investigação sobre a era do Antropoceno iniciado em "A Sexta Extinção", Elizabeth Kolbert descreve neste seu novo livro os mais recentes e controversos projetos na área da conservação ambiental e da intervenção climática, que conjugam ciência e ousadia. v Assim, a solução para o colapso iminente da Grande Barreira de Coral Australiana poderá passar pelo desenvolvimento genético de um "supercoral", a preservação da espécie de peixe mais rara do mundo depender da minuciosa simulação artificial do seu meio ambiente ou o aquecimento global conhecer uma drástica diminuição através do lançamento de gigantescas quantidades de partículas de calcite para a estratosfera, ainda que, como consequência, o preço a pagar pela humanidade seja viver sob um céu branco. Um livro tão fascinante e esperançoso quanto perturbador, que nos confronta com escolhas difíceis e decisões derradeiras acerca do nosso futuro. Obra amplamente elogiada pela crítica internacional e recomendada por personalidades como Bill Gates, Barack Obama ou Al Gore.
Nº Páginas: 256
Sinopse:
Numa época de rios eletrificados, animais e plantas geneticamente modificados e geoengenharia, na qual a Natureza já quase nada tem de natural, poderá a salvação do Homem e do nosso planeta depender de intervenções ainda mais profundas no meio ambiente ou será esse, como muitos defendem, "o caminho mais direto para o inferno"? Prosseguindo o trabalho de investigação sobre a era do Antropoceno iniciado em "A Sexta Extinção", Elizabeth Kolbert descreve neste seu novo livro os mais recentes e controversos projetos na área da conservação ambiental e da intervenção climática, que conjugam ciência e ousadia. v Assim, a solução para o colapso iminente da Grande Barreira de Coral Australiana poderá passar pelo desenvolvimento genético de um "supercoral", a preservação da espécie de peixe mais rara do mundo depender da minuciosa simulação artificial do seu meio ambiente ou o aquecimento global conhecer uma drástica diminuição através do lançamento de gigantescas quantidades de partículas de calcite para a estratosfera, ainda que, como consequência, o preço a pagar pela humanidade seja viver sob um céu branco. Um livro tão fascinante e esperançoso quanto perturbador, que nos confronta com escolhas difíceis e decisões derradeiras acerca do nosso futuro. Obra amplamente elogiada pela crítica internacional e recomendada por personalidades como Bill Gates, Barack Obama ou Al Gore.
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Edição: Jul 2021
Nº Páginas: 208
Sinopse:
Transportando-nos para o dia-a-dia da empresa, Gonçalo Reis percorre os bastidores da organização do Festival Eurovisão em Lisboa ou do lançamento dos arquivos históricos online, ao mesmo tempo que passa em revista a internacionalização da produção de séries, a chegada de conteúdos da televisão pública à Netflix, as sucessivas apostas no digital e, igualmente, temas controversos como a importância das audiências, o apoio ao cinema português, as opções editoriais e o orçamento da RTP. Numa escrita límpida e envolvente, Serviço Público traz-nos também matéria de reflexão, que importa explorar, sobre o potencial da indústria dos conteúdos e sobre a relevância do sector cultural para a afirmação de um certo conceito de país, deixando ainda propostas para uma gestão mais eficaz das empresas públicas e a transformação do próprio Estado.
Nº Páginas: 208
Sinopse:
Transportando-nos para o dia-a-dia da empresa, Gonçalo Reis percorre os bastidores da organização do Festival Eurovisão em Lisboa ou do lançamento dos arquivos históricos online, ao mesmo tempo que passa em revista a internacionalização da produção de séries, a chegada de conteúdos da televisão pública à Netflix, as sucessivas apostas no digital e, igualmente, temas controversos como a importância das audiências, o apoio ao cinema português, as opções editoriais e o orçamento da RTP. Numa escrita límpida e envolvente, Serviço Público traz-nos também matéria de reflexão, que importa explorar, sobre o potencial da indústria dos conteúdos e sobre a relevância do sector cultural para a afirmação de um certo conceito de país, deixando ainda propostas para uma gestão mais eficaz das empresas públicas e a transformação do próprio Estado.
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Edição: Jun 2021
Nº Páginas: 296
Sinopse:
Os humanos são os animais mais curiosos, emotivos, imaginativos, agressivos e misteriosos do planeta. São também animais que não se veem a si próprios como animais. Mas será que os humanos se conhecem assim tão bem? "Ser Animal, Ser Humano" conta a história do que significa ser humano e defende que, no cerne da nossa existência, há uma luta profunda com o facto de sermos também animais. A nossa psique esforça-se por separar a humanidade do resto da natureza, e inventou ideologias sofisticadas para reforçar esta tese. Além de decifrar o mistério de como evoluiu este modo de pensar, este livro examina as formas diversificadas como ele afeta a nossa vida, da política ao modo como nos distanciámos das outras espécies. Viajamos desde a origem do Homo sapiens, passando pelas revoluções agrária e industrial, até à era da internet e mais além, ao futuro da Inteligência Artificial e das interfaces humano-máquina. Melanie Challenger analisa o modo como a tecnologia influencia a visão que temos da nossa natureza animal e o nosso relacionamento com as outras espécies com quem partilhamos o nosso frágil planeta.
Nº Páginas: 296
Sinopse:
Os humanos são os animais mais curiosos, emotivos, imaginativos, agressivos e misteriosos do planeta. São também animais que não se veem a si próprios como animais. Mas será que os humanos se conhecem assim tão bem? "Ser Animal, Ser Humano" conta a história do que significa ser humano e defende que, no cerne da nossa existência, há uma luta profunda com o facto de sermos também animais. A nossa psique esforça-se por separar a humanidade do resto da natureza, e inventou ideologias sofisticadas para reforçar esta tese. Além de decifrar o mistério de como evoluiu este modo de pensar, este livro examina as formas diversificadas como ele afeta a nossa vida, da política ao modo como nos distanciámos das outras espécies. Viajamos desde a origem do Homo sapiens, passando pelas revoluções agrária e industrial, até à era da internet e mais além, ao futuro da Inteligência Artificial e das interfaces humano-máquina. Melanie Challenger analisa o modo como a tecnologia influencia a visão que temos da nossa natureza animal e o nosso relacionamento com as outras espécies com quem partilhamos o nosso frágil planeta.
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Edição: Jan 2016
Nº Páginas: 208
Sinopse:
A Segurança Privada é uma atividade de destaque no contexto económico português.Este livro acentua a relevância da atividade de Segurança Privada, com uma caraterização alargada contribuindo para uma visão abrangente sobre a atividade, o setor e os principais e mais significativos requisitos, obrigações e formalismos inerentes.Esta obra reveste-se de especial interesse na medida em que apresenta dados sobre os três conceitos em análise recolhidos na base do setor, ou seja, no Pessoal de Vigilância.
Nº Páginas: 208
Sinopse:
A Segurança Privada é uma atividade de destaque no contexto económico português.Este livro acentua a relevância da atividade de Segurança Privada, com uma caraterização alargada contribuindo para uma visão abrangente sobre a atividade, o setor e os principais e mais significativos requisitos, obrigações e formalismos inerentes.Esta obra reveste-se de especial interesse na medida em que apresenta dados sobre os três conceitos em análise recolhidos na base do setor, ou seja, no Pessoal de Vigilância.
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Edição: Out 2015
Nº Páginas: 256
Sinopse:
De uma campanha eleitoral, todos ficamos a conhecer os temas principais, as palavras mais fortes, as sondagens diárias, as promessas e as acusações, as melhores imagens e os momentos decisivos. Tudo isto é dissecado ao pormenor por um vasto leque de comentadores dispersos pelos mais variados meios de comunicação, fazedores de opinião de diferentes quadrantes políticos que detêm, também eles, muito poder. Fomos saber o que pensam sobre isto alguns dos mais importantes comentadores do país: António Vitorino, Bagão Félix, Bernardino Soares, Fernando Rosas, Francisco Louçã, Jorge Coelho, Luís Marques Mendes, Marcelo Rebelo de Sousa, Pedro Marques Lopes, Pedro Santana Lopes e Otávio Teixeira. Com a tensão a crescer a cada dia, a emoção da campanha culmina, por fim, na noite de todas as decisões: vitória para uns, decepção para outros. Tudo isto é público. Mas há muito numa eleição para lá do que o cidadão comum vê e sabe. Entre as conturbadas negociações para a realização do debate televisivo, a minuciosa preparação dos candidatos para o combate, as intrigas nos bastidores e os segredos dos negócios televisivos, ficaram muitas histórias por contar. Conheça-as aqui, pela mão de uma das mais relevantes jornalistas portuguesas.
Nº Páginas: 256
Sinopse:
De uma campanha eleitoral, todos ficamos a conhecer os temas principais, as palavras mais fortes, as sondagens diárias, as promessas e as acusações, as melhores imagens e os momentos decisivos. Tudo isto é dissecado ao pormenor por um vasto leque de comentadores dispersos pelos mais variados meios de comunicação, fazedores de opinião de diferentes quadrantes políticos que detêm, também eles, muito poder. Fomos saber o que pensam sobre isto alguns dos mais importantes comentadores do país: António Vitorino, Bagão Félix, Bernardino Soares, Fernando Rosas, Francisco Louçã, Jorge Coelho, Luís Marques Mendes, Marcelo Rebelo de Sousa, Pedro Marques Lopes, Pedro Santana Lopes e Otávio Teixeira. Com a tensão a crescer a cada dia, a emoção da campanha culmina, por fim, na noite de todas as decisões: vitória para uns, decepção para outros. Tudo isto é público. Mas há muito numa eleição para lá do que o cidadão comum vê e sabe. Entre as conturbadas negociações para a realização do debate televisivo, a minuciosa preparação dos candidatos para o combate, as intrigas nos bastidores e os segredos dos negócios televisivos, ficaram muitas histórias por contar. Conheça-as aqui, pela mão de uma das mais relevantes jornalistas portuguesas.
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Edição: Jan 2013
Nº Páginas: 360
Sinopse:
Em "Segredos da Maçonaria Portuguesa" conta-se as histórias dos pedidos de favores maçónicos a Paulo Portas e os convites do GOL e da GLLP/GLRP a Pedro Passos Coelho e António José Seguro. Mas também a revolta maçónica contra o gestor António Mexia, a iniciação de Isaltino Morais, a festa maçónica com o cantor-imitador Fernando Pereira, o episódio do mestre maçon que mudou de sexo e todos os pormenores da sessão em que Nuno Vasconcellos foi eleito venerável da Loja Mozart. Nesta investigação inédita, o jornalista António José Vilela, que há mais de dez anos investiga este tema, desvenda por completo os segredos das duas maiores correntes maçónicas portuguesas, o Grande Oriente Lusitano (GOL) e a Grande Loja Legal de Portugal/Grande Loja Regular de Portugal (GLLP/GLRP), o seu poder e a sua influência na sociedade e no mundo da política nacional. Através dos próprios documentos secretos internos maçónicos, reproduzidos nesta obra, ficamos a saber como são feitas as iniciações de novos membros, quem guarda os livros dos maiores segredos da Irmandade do Bairro Alto, quais são os sinais secretos usados entre maçons e como funcionam os principais órgãos da maçonaria. Conhecemos ainda o vasto património da maçonaria, quem são os maçons eleitos para o Parlamento do GOL, o que dizem as atas confidenciais das sessões, onde, entre outros assuntos, já se votou a criação de serviços de "inteligence" e as ligações do espião Jorge Silva Carvalho aos altos graus da maçonaria e ao atual ministro Miguel Relvas. Hoje, há maçons em todos os distritos de Portugal. E quando um novo membro é recrutado para o GOL, os irmãos exigem-lhe que identifique por escrito quais são os seus inimigos. Porventura, o seu nome já lá está…
Nº Páginas: 360
Sinopse:
Em "Segredos da Maçonaria Portuguesa" conta-se as histórias dos pedidos de favores maçónicos a Paulo Portas e os convites do GOL e da GLLP/GLRP a Pedro Passos Coelho e António José Seguro. Mas também a revolta maçónica contra o gestor António Mexia, a iniciação de Isaltino Morais, a festa maçónica com o cantor-imitador Fernando Pereira, o episódio do mestre maçon que mudou de sexo e todos os pormenores da sessão em que Nuno Vasconcellos foi eleito venerável da Loja Mozart. Nesta investigação inédita, o jornalista António José Vilela, que há mais de dez anos investiga este tema, desvenda por completo os segredos das duas maiores correntes maçónicas portuguesas, o Grande Oriente Lusitano (GOL) e a Grande Loja Legal de Portugal/Grande Loja Regular de Portugal (GLLP/GLRP), o seu poder e a sua influência na sociedade e no mundo da política nacional. Através dos próprios documentos secretos internos maçónicos, reproduzidos nesta obra, ficamos a saber como são feitas as iniciações de novos membros, quem guarda os livros dos maiores segredos da Irmandade do Bairro Alto, quais são os sinais secretos usados entre maçons e como funcionam os principais órgãos da maçonaria. Conhecemos ainda o vasto património da maçonaria, quem são os maçons eleitos para o Parlamento do GOL, o que dizem as atas confidenciais das sessões, onde, entre outros assuntos, já se votou a criação de serviços de "inteligence" e as ligações do espião Jorge Silva Carvalho aos altos graus da maçonaria e ao atual ministro Miguel Relvas. Hoje, há maçons em todos os distritos de Portugal. E quando um novo membro é recrutado para o GOL, os irmãos exigem-lhe que identifique por escrito quais são os seus inimigos. Porventura, o seu nome já lá está…
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Edição: Jul 2015
Nº Páginas: 192
Sinopse:
A espiral de gastos com saúde é controlável? Os hospitais públicos estão condenados à ineficiência? A privatização da oferta é a solução para a crise? Ambicionar um SNS geral e universal é um sonho ou um pesadelo? Uma obra essencial para compreender a organização do sistema de cuidados de saúde, escrita por uma das personalidades mais idóneas e respeitadas deste setor. Um livro em linguagem acessível, fluente mas rigorosa, que é um guia indispensável para profissionais de saúde, políticos, jornalistas e todos os interessados em entender as diferentes opções que se colocam e perceber os sacrifícios que necessariamente encerram. Correia de Campos conduz o leitor numa visita guiada a um conjunto de falácias e inverdades sobre a saúde, que de tantas vezes amplificadas pelos meios de comunicação social tendem a assumir-se como senso comum. Elas são aqui pacientemente desmontadas e escalpelizadas, permitindo ao leitor formar convicções próprias e sustentar as suas escolhas.
Nº Páginas: 192
Sinopse:
A espiral de gastos com saúde é controlável? Os hospitais públicos estão condenados à ineficiência? A privatização da oferta é a solução para a crise? Ambicionar um SNS geral e universal é um sonho ou um pesadelo? Uma obra essencial para compreender a organização do sistema de cuidados de saúde, escrita por uma das personalidades mais idóneas e respeitadas deste setor. Um livro em linguagem acessível, fluente mas rigorosa, que é um guia indispensável para profissionais de saúde, políticos, jornalistas e todos os interessados em entender as diferentes opções que se colocam e perceber os sacrifícios que necessariamente encerram. Correia de Campos conduz o leitor numa visita guiada a um conjunto de falácias e inverdades sobre a saúde, que de tantas vezes amplificadas pelos meios de comunicação social tendem a assumir-se como senso comum. Elas são aqui pacientemente desmontadas e escalpelizadas, permitindo ao leitor formar convicções próprias e sustentar as suas escolhas.
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Edição: Jun 2020
Nº Páginas: 320
Sinopse:
Um apelo urgente e impossível de ignorar que nos força a abrir os olhos e a mente para o estado de emergência climática que vivemos hoje. Jonathan Safran Foer, um dos mais brilhantes, originais e promissores escritores da sua geração, sabe que é da maior gravidade a crise ambiental que vivemos hoje, e que é vital o envolvimento de todos nós na solução deste problema. Por isso, escreveu "Salvar o Planeta Começa ao Pequeno-Almoço Porque o clima somos nós". Porque é urgente conhecermos os números, mas mais importante ainda é sentirmos que eles têm um efeito directo nas nossas vidas e, sobretudo, que cada um, individualmente, apesar da nossa humana relutância em mudarmos os nossos hábitos, pode fazer um mundo de diferença.
Nº Páginas: 320
Sinopse:
Um apelo urgente e impossível de ignorar que nos força a abrir os olhos e a mente para o estado de emergência climática que vivemos hoje. Jonathan Safran Foer, um dos mais brilhantes, originais e promissores escritores da sua geração, sabe que é da maior gravidade a crise ambiental que vivemos hoje, e que é vital o envolvimento de todos nós na solução deste problema. Por isso, escreveu "Salvar o Planeta Começa ao Pequeno-Almoço Porque o clima somos nós". Porque é urgente conhecermos os números, mas mais importante ainda é sentirmos que eles têm um efeito directo nas nossas vidas e, sobretudo, que cada um, individualmente, apesar da nossa humana relutância em mudarmos os nossos hábitos, pode fazer um mundo de diferença.
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Edição: Abr 2016
Nº Páginas: 232
Sinopse:
Neste novo livro de Daniel Sampaio encontramos algumas respostas para temas dos nossos dias. Algumas questões tratadas para as quais encontrará propostas de solução:· Como proceder perante a utilização excessiva dos computadores pelos mais novos.· O que se entende por alienação parental, guarda partilhada e responsabilidades parentais em divórcios litigiosos.· O que são pais tóxicos e como podem os filhos reagir.· O padrasto pode fazer de pai ou não? O livro diz que sim.· Por que razão está tão difícil a relação entre o professor e o aluno nas nossas escolas? Que poderemos melhorar?· Vale a pena ensinar "Os Lusíadas" como se faz agora?· Que atitude tomar perante os jovens que bebem em excesso?· Que fazer com as recordações do Natal da nossa infância?· Vale a pena acreditar na mentira do ranking das escolas? O autor diz que não.Se gosta de ler também aqui encontrará críticas a livros de ficção. Se prefere cinema leia também apreciações a filmes recentes. São textos curtos que não o deixarão indiferente.
Nº Páginas: 232
Sinopse:
Neste novo livro de Daniel Sampaio encontramos algumas respostas para temas dos nossos dias. Algumas questões tratadas para as quais encontrará propostas de solução:· Como proceder perante a utilização excessiva dos computadores pelos mais novos.· O que se entende por alienação parental, guarda partilhada e responsabilidades parentais em divórcios litigiosos.· O que são pais tóxicos e como podem os filhos reagir.· O padrasto pode fazer de pai ou não? O livro diz que sim.· Por que razão está tão difícil a relação entre o professor e o aluno nas nossas escolas? Que poderemos melhorar?· Vale a pena ensinar "Os Lusíadas" como se faz agora?· Que atitude tomar perante os jovens que bebem em excesso?· Que fazer com as recordações do Natal da nossa infância?· Vale a pena acreditar na mentira do ranking das escolas? O autor diz que não.Se gosta de ler também aqui encontrará críticas a livros de ficção. Se prefere cinema leia também apreciações a filmes recentes. São textos curtos que não o deixarão indiferente.
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Edição: Jan 2016
Nº Páginas: 112
Sinopse:
A História mostrou que, não obstante todas as vicissitudes e dificuldades, a Rússia é um país com fortes raízes europeias. Os grandes momentos da sua existência estão ligados ao Velho Continente. Resta apenas continuar à procura do melhor modus vivendi entre todos os povos europeus, onde as suas tradições, costumes e direitos sejam respeitados.
Nº Páginas: 112
Sinopse:
A História mostrou que, não obstante todas as vicissitudes e dificuldades, a Rússia é um país com fortes raízes europeias. Os grandes momentos da sua existência estão ligados ao Velho Continente. Resta apenas continuar à procura do melhor modus vivendi entre todos os povos europeus, onde as suas tradições, costumes e direitos sejam respeitados.
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Edição: Mai 2017
Nº Páginas: 232
Sinopse:
Uma portuguesa de 74 anos contraria o medo que sente no Rio de Janeiro e sai de casa à noite, para se encontrar com o seu advogado. Horas depois é assassinada com tiros no peito e na cabeça. O corpo acaba estendido à beira de uma estrada de terra batida, sem luz, e ali permanece até ao amanhecer, quando moradores da região o avistam. Por pouco não é enterrada como indigente, por não ter identificação. Seria uma grande ironia do destino. A idosa fora companheira de um dos homens mais ricos do mundo, Lúcio Tomé Feteira. Só duas semanas depois se ligou o seu desaparecimento ao corpo encontrado em Saquarema. Questionado pela polícia, o seu advogado português conta que levou a cliente para um encontro com uma mulher misteriosa, cuja existência nunca se provou. A disputar parte de uma imensa fortuna, a idosa passou os últimos anos de vida em lutas judiciais no Brasil, em Portugal e na Suíça. Um jornalista português, que acompanhou a investigação, e um comissário da Polícia Civil do Rio de Janeiro, que esteve à frente do caso, revelam os bastidores de um complexo puzzle, que se desdobra em diversas geografias e atinge a elite nacional.
Nº Páginas: 232
Sinopse:
Uma portuguesa de 74 anos contraria o medo que sente no Rio de Janeiro e sai de casa à noite, para se encontrar com o seu advogado. Horas depois é assassinada com tiros no peito e na cabeça. O corpo acaba estendido à beira de uma estrada de terra batida, sem luz, e ali permanece até ao amanhecer, quando moradores da região o avistam. Por pouco não é enterrada como indigente, por não ter identificação. Seria uma grande ironia do destino. A idosa fora companheira de um dos homens mais ricos do mundo, Lúcio Tomé Feteira. Só duas semanas depois se ligou o seu desaparecimento ao corpo encontrado em Saquarema. Questionado pela polícia, o seu advogado português conta que levou a cliente para um encontro com uma mulher misteriosa, cuja existência nunca se provou. A disputar parte de uma imensa fortuna, a idosa passou os últimos anos de vida em lutas judiciais no Brasil, em Portugal e na Suíça. Um jornalista português, que acompanhou a investigação, e um comissário da Polícia Civil do Rio de Janeiro, que esteve à frente do caso, revelam os bastidores de um complexo puzzle, que se desdobra em diversas geografias e atinge a elite nacional.
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Edição: Mar 2019
Nº Páginas: 184
Sinopse:
O TRABALHO PRECÁRIO EM PORTUGAL - Um fenómeno quase invisível, reflexo de um mal-estar social e com consequências devastadoras. O Brexit em Inglaterra, a eleição de Donald Trump e de Jair Bolsonaro, a ascensão da extrema-direita em vários países da Europa: tudo isto são sintomas de um enorme mal-estar social. Neste contexto de esvaziamento de aspirações e expectativas em relação ao futuro, há um fenómeno devastador em crescimento no mercado de trabalho europeu e português, que continua a ser "invisível": a precariedade laboral. Este livro, que conta com o testemunho de 24 jovens portugueses, olha para um dos grupos mais afectados pela crise económica-financeira, procurando aferir o verdadeiro impacto da banalização do trabalho precário. Muitos jovens enfrentam hoje situações de estágios não-remunerados, bolsas de investigação consecutivas, contratos a termo, recibos verdes e outros, muitas vezes durante vários anos, mergulhando num ciclo de incerteza que não compromete apenas o seu presente - rouba-lhes a possibilidade de traçarem projectos de vida e tem consequências sociais para todos nós.
Nº Páginas: 184
Sinopse:
O TRABALHO PRECÁRIO EM PORTUGAL - Um fenómeno quase invisível, reflexo de um mal-estar social e com consequências devastadoras. O Brexit em Inglaterra, a eleição de Donald Trump e de Jair Bolsonaro, a ascensão da extrema-direita em vários países da Europa: tudo isto são sintomas de um enorme mal-estar social. Neste contexto de esvaziamento de aspirações e expectativas em relação ao futuro, há um fenómeno devastador em crescimento no mercado de trabalho europeu e português, que continua a ser "invisível": a precariedade laboral. Este livro, que conta com o testemunho de 24 jovens portugueses, olha para um dos grupos mais afectados pela crise económica-financeira, procurando aferir o verdadeiro impacto da banalização do trabalho precário. Muitos jovens enfrentam hoje situações de estágios não-remunerados, bolsas de investigação consecutivas, contratos a termo, recibos verdes e outros, muitas vezes durante vários anos, mergulhando num ciclo de incerteza que não compromete apenas o seu presente - rouba-lhes a possibilidade de traçarem projectos de vida e tem consequências sociais para todos nós.
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Edição: Out 2007
Nº Páginas: 180
Sinopse:
"Responde Se És Homem - Epístolas aos incrédulos" é um grito de protestode Rita Ferro contra o exasperante silêncio dos homens face àsconstantes provocações que as mulheres lhes fazem, todos os dias ea todas as horas, designadamente em questões que põem em causa asua coragem, o seu carácter ou a sua virilidade. Talvez por isso, demoroua escolher o alvo para descarregar a perplexidade e a frustraçãoque lhe causam o que ela própria considera a "insultuosa demissãomasculina". Será desamor? Despotismo? Indiferença? Ou, pior ainda,preguiça? Felizmente, encontrou, no perfil de Raul Miguel Rosado Fernandes,insuspeito a todos os títulos, alguém capaz de responder emnome do seu género, lastimando-o ou defendendo-o, sem batotas,com a distância dos sábios e a ironia dos maduros. Um diálogo apaixonante,onde a vida e a história se entrelaçam num duelo divertido,vivo, inteligente e sexuado.
Nº Páginas: 180
Sinopse:
"Responde Se És Homem - Epístolas aos incrédulos" é um grito de protestode Rita Ferro contra o exasperante silêncio dos homens face àsconstantes provocações que as mulheres lhes fazem, todos os dias ea todas as horas, designadamente em questões que põem em causa asua coragem, o seu carácter ou a sua virilidade. Talvez por isso, demoroua escolher o alvo para descarregar a perplexidade e a frustraçãoque lhe causam o que ela própria considera a "insultuosa demissãomasculina". Será desamor? Despotismo? Indiferença? Ou, pior ainda,preguiça? Felizmente, encontrou, no perfil de Raul Miguel Rosado Fernandes,insuspeito a todos os títulos, alguém capaz de responder emnome do seu género, lastimando-o ou defendendo-o, sem batotas,com a distância dos sábios e a ironia dos maduros. Um diálogo apaixonante,onde a vida e a história se entrelaçam num duelo divertido,vivo, inteligente e sexuado.
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Edição: Set 2015
Nº Páginas: 352
Sinopse:
Um livro para conhecer, no terreno, junto dos empresários, chefias e trabalhadores, as histórias de luta, foco e garra. Portugal não é um país cor-de-rosa. Mas esta descida ao país real, sem esconder os problemas, mostra quem faz bem e procura sempre fazer melhor
Nº Páginas: 352
Sinopse:
Um livro para conhecer, no terreno, junto dos empresários, chefias e trabalhadores, as histórias de luta, foco e garra. Portugal não é um país cor-de-rosa. Mas esta descida ao país real, sem esconder os problemas, mostra quem faz bem e procura sempre fazer melhor
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Edição: Mai 2021
Nº Páginas: 312
Sinopse:
Na psiquiatria, nem todos os pacientes nascem iguais. A investigação e a experiência de vários terapeutas mostra-nos que há pacientes com quem é mais fácil de simpatizar do que outros. Os pacientes com perturbação borderline da personalidade são pessoas incompreendidas, como incompreendida é a doença que as faz sofrer. Que doença misteriosa é esta, definida com tanta imprecisão, tantas vezes ignorada ou esquecida e, contudo, capaz de gerar reações viscerais tão consistentes entre os profissionais de saúde que com ela se cruzam? E o que nos podem ensinar estes pacientes sobre o fascinante mundo da psiquiatria e sobre os mistérios da nossa mente? João Carlos Melo propõe-nos um olhar mais humano, mais terno e mais esclarecido sobre estas pessoas.
Nº Páginas: 312
Sinopse:
Na psiquiatria, nem todos os pacientes nascem iguais. A investigação e a experiência de vários terapeutas mostra-nos que há pacientes com quem é mais fácil de simpatizar do que outros. Os pacientes com perturbação borderline da personalidade são pessoas incompreendidas, como incompreendida é a doença que as faz sofrer. Que doença misteriosa é esta, definida com tanta imprecisão, tantas vezes ignorada ou esquecida e, contudo, capaz de gerar reações viscerais tão consistentes entre os profissionais de saúde que com ela se cruzam? E o que nos podem ensinar estes pacientes sobre o fascinante mundo da psiquiatria e sobre os mistérios da nossa mente? João Carlos Melo propõe-nos um olhar mais humano, mais terno e mais esclarecido sobre estas pessoas.
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Edição: Mai 2009
Nº Páginas: 112
Sinopse:
"O que sabemos de um escritor é nada se não o lermos. Este escritor, que gostava de saltimbancos e de actores, que gostava do tempo e do tabaco, que gostava dos cantos de Lisboa e dos cantos das sereias, deixounos esta espécie de autobiografia reduzida e quase final. E um discurso com destinatário." - Clara Ferreira Alves, no Prefácio
Nº Páginas: 112
Sinopse:
"O que sabemos de um escritor é nada se não o lermos. Este escritor, que gostava de saltimbancos e de actores, que gostava do tempo e do tabaco, que gostava dos cantos de Lisboa e dos cantos das sereias, deixounos esta espécie de autobiografia reduzida e quase final. E um discurso com destinatário." - Clara Ferreira Alves, no Prefácio
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Edição: Out 2018
Nº Páginas: 256
Sinopse:
O que têm em comum Henrique Raposo, Maitê Proença, José Cid e Carolina Patrocínio? Todos se viram na mira do ódio virtual. Neste livro, estas e outras figuras públicas conversam com Nelson Nunes sobre o que originou a "polémica", quais as consequências para as suas vidas e como lidaram com isso. Na Idade Média, os autos-de-fé aconteciam num lugar público, onde todos podiam ver o "penitente" a ser queimado. Hoje, as redes sociais assumiram esse papel. Um comentário fora de contexto, uma piada a que alguém não achou graça… e a indignação coletiva começa a circular e a crescer, podendo atingir a força de um furacão, destruindo tudo e todos pelo caminho! O objetivo: demonizar, ridicularizar, inferiorizar e envergonhar quem se atreveu a exprimir uma opinião. Da mesma forma que as redes sociais são um poderoso instrumento de denúncia de injustiças, a sua força pode transformar-se numa forma de controlo social, através do recurso à vergonha pública. "Quem Vamos Queimar Hoje?" é um conjunto de conversas sobre a vida moderna, repletas de verdades reveladoras acerca de como os limites do que é aceitável estão a ser redefinidos. Um retrato honesto dos ataques cometidos nas redes sociais!
Nº Páginas: 256
Sinopse:
O que têm em comum Henrique Raposo, Maitê Proença, José Cid e Carolina Patrocínio? Todos se viram na mira do ódio virtual. Neste livro, estas e outras figuras públicas conversam com Nelson Nunes sobre o que originou a "polémica", quais as consequências para as suas vidas e como lidaram com isso. Na Idade Média, os autos-de-fé aconteciam num lugar público, onde todos podiam ver o "penitente" a ser queimado. Hoje, as redes sociais assumiram esse papel. Um comentário fora de contexto, uma piada a que alguém não achou graça… e a indignação coletiva começa a circular e a crescer, podendo atingir a força de um furacão, destruindo tudo e todos pelo caminho! O objetivo: demonizar, ridicularizar, inferiorizar e envergonhar quem se atreveu a exprimir uma opinião. Da mesma forma que as redes sociais são um poderoso instrumento de denúncia de injustiças, a sua força pode transformar-se numa forma de controlo social, através do recurso à vergonha pública. "Quem Vamos Queimar Hoje?" é um conjunto de conversas sobre a vida moderna, repletas de verdades reveladoras acerca de como os limites do que é aceitável estão a ser redefinidos. Um retrato honesto dos ataques cometidos nas redes sociais!
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Edição: Out 2012
Nº Páginas: 472
Sinopse:
"Este livro prova com números e factos que os trabalhadores portugueses contribuem para o Estado social o necessário para pagar a sua saúde, educação, bem-estar e infraestruturas." Os diversos artigos dos autores deste livro documentam o percurso que acompanhou a consolidação do Estado Social e a importância das contribuições dos cidadãos ao longo de décadas indicando que a solidariedade social é imperativa. Também se destacam as constantes ameaças das políticas neoliberais à consolidação do Estado Social sobretudo a partir da década de 80 em todo o mundo, e que se aprofundaram ainda mais a partir da atual crise que eclodiu em 2008. Um estudo que tenta analisar alguns dos principais equívocos associados às análises economicistas justificativas do fim do Estado Social tantas vezes evocadas como se se tratassem de uma força invencível da Natureza - o Estado-providência teria fim à vista por não ser financeiramente sustentável, por provocar monstruosos défices orçamentais, estagnação económica, crescimento da dívida pública, etc. (...) Este discurso neoliberal cria uma cortina de fumo sobre a realidade que importa aclarar.
Nº Páginas: 472
Sinopse:
"Este livro prova com números e factos que os trabalhadores portugueses contribuem para o Estado social o necessário para pagar a sua saúde, educação, bem-estar e infraestruturas." Os diversos artigos dos autores deste livro documentam o percurso que acompanhou a consolidação do Estado Social e a importância das contribuições dos cidadãos ao longo de décadas indicando que a solidariedade social é imperativa. Também se destacam as constantes ameaças das políticas neoliberais à consolidação do Estado Social sobretudo a partir da década de 80 em todo o mundo, e que se aprofundaram ainda mais a partir da atual crise que eclodiu em 2008. Um estudo que tenta analisar alguns dos principais equívocos associados às análises economicistas justificativas do fim do Estado Social tantas vezes evocadas como se se tratassem de uma força invencível da Natureza - o Estado-providência teria fim à vista por não ser financeiramente sustentável, por provocar monstruosos défices orçamentais, estagnação económica, crescimento da dívida pública, etc. (...) Este discurso neoliberal cria uma cortina de fumo sobre a realidade que importa aclarar.
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Edição: Mai 2018
Nº Páginas: 216
Sinopse:
Depois de uma investigação rigorosa ao mundo dos bancos portugueses, Helena Garrido regressa para, num livro sobre a Caixa Geral de Depósitos, mostrar como o banco público serviu para negócios e operações duvidosas - sempre a mando do poder e sempre a perder dinheiro que pertence aos contribuintes. Na recente história da Caixa há de tudo. Credora discreta de homens sem dinheiro que querem ser "donos" de grandes negócios e estar na mesa do poder. Investidora em projetos de "interesse nacional" duvidoso e que veio a revelar-se catastrófico. Acionista nos bastidores a dar palco aos defensores dos "centros de decisão nacional". Canal de dinheiro para viabilizar "investimento direto estrangeiro". Financiadora de especuladores bolsistas e imobiliários. Centro de empregos, influência e poder dos governos. Capturada por todo o tipo de interesses, fragilizada na sua estrutura técnica por sucessivos governos e administrações, viveu à beira do colapso. Está a renascer. Vai ser mais pequena, menos internacional, com menos capacidade de criar um mundo empresarial de "faz de conta" como no passado. Em 2016 o Departamento Central e Investigação Penal inicia uma investigação que vai determinar se a gestão da CGD teve ou não contornos criminais. Na mira do Ministério Público está o período que vai de 2005 a 2016, com anos sucessivos de prejuízos e perdas superiores a 4 mil milhões de euros. Numa investigação prodigiosa, Helena Garrido mostra como foi possível esse desmando e como os contribuintes vão pagar caro os erros dos gestores e políticos que meteram a mão na Caixa.
Nº Páginas: 216
Sinopse:
Depois de uma investigação rigorosa ao mundo dos bancos portugueses, Helena Garrido regressa para, num livro sobre a Caixa Geral de Depósitos, mostrar como o banco público serviu para negócios e operações duvidosas - sempre a mando do poder e sempre a perder dinheiro que pertence aos contribuintes. Na recente história da Caixa há de tudo. Credora discreta de homens sem dinheiro que querem ser "donos" de grandes negócios e estar na mesa do poder. Investidora em projetos de "interesse nacional" duvidoso e que veio a revelar-se catastrófico. Acionista nos bastidores a dar palco aos defensores dos "centros de decisão nacional". Canal de dinheiro para viabilizar "investimento direto estrangeiro". Financiadora de especuladores bolsistas e imobiliários. Centro de empregos, influência e poder dos governos. Capturada por todo o tipo de interesses, fragilizada na sua estrutura técnica por sucessivos governos e administrações, viveu à beira do colapso. Está a renascer. Vai ser mais pequena, menos internacional, com menos capacidade de criar um mundo empresarial de "faz de conta" como no passado. Em 2016 o Departamento Central e Investigação Penal inicia uma investigação que vai determinar se a gestão da CGD teve ou não contornos criminais. Na mira do Ministério Público está o período que vai de 2005 a 2016, com anos sucessivos de prejuízos e perdas superiores a 4 mil milhões de euros. Numa investigação prodigiosa, Helena Garrido mostra como foi possível esse desmando e como os contribuintes vão pagar caro os erros dos gestores e políticos que meteram a mão na Caixa.
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Edição: Set 2019
Nº Páginas: 124
Sinopse:
"Fascismo" é uma palavra maldita, tanto para quem o viveu de perto, como para os filhos da liberdade que a desmemória não atacou. Mas saberemos exactamente o significado do conceito ou ter-se-á o mundo encarregado de lhe alterar a semântica? Enquanto o fantasma dos "tempos da outra senhora" paira sobre as nossas democracias, materializado em figuras como Trump, Bolsonaro, Erdogan, Orbán ou Di Maio, gastamos a nossa indignação a chamálos de fascistas sem equacionarmos a possibilidade de serem uma outra coisa igualmente perigosa, mas diferente. Quem É Fascista é uma obra original do historiador Emilio Gentile. Na sugestiva forma de auto-entrevista, Gentile desmistifica e clarifica conceitos históricos há muito deturpados, explicando que a crise democrática está muito além dos velhos fantasmas.
Nº Páginas: 124
Sinopse:
"Fascismo" é uma palavra maldita, tanto para quem o viveu de perto, como para os filhos da liberdade que a desmemória não atacou. Mas saberemos exactamente o significado do conceito ou ter-se-á o mundo encarregado de lhe alterar a semântica? Enquanto o fantasma dos "tempos da outra senhora" paira sobre as nossas democracias, materializado em figuras como Trump, Bolsonaro, Erdogan, Orbán ou Di Maio, gastamos a nossa indignação a chamálos de fascistas sem equacionarmos a possibilidade de serem uma outra coisa igualmente perigosa, mas diferente. Quem É Fascista é uma obra original do historiador Emilio Gentile. Na sugestiva forma de auto-entrevista, Gentile desmistifica e clarifica conceitos históricos há muito deturpados, explicando que a crise democrática está muito além dos velhos fantasmas.
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Edição: Set 2019
Nº Páginas: 192
Sinopse:
Edição bilingue, em parceria com a exposição homónima, integrada na primeira edição da Porto Design Biennale (PDB’19). "NÃO HÁ PLANETA B" "FILHAS DA LUTA" "NINGUÉM É ILEGAL" Coleccionados ao longo dos últimos sete anos, os cartazes e objectos integrados neste livro percorreram ruas e avenidas de Portugal em manifestações contra a troika, marchas LGBTI+ e das Mulheres, ou greves internacionais como a Climática Estudantil. São feitos de forma artesanal, com restos de caixas de cartão, pedaços de estore, marcadores, tinta ou colagens, e representam protestos esquerdistas, ecologistas, feministas, laborais e muitos outros. Alguns apareceram nos jornais, outros foram parar ao lixo ou têm erros ortográficos, mas quase todos dizem algo sobre quem os fez e muito sobre o momento e o lugar em que se inscrevem. Mesmo nesta sua outra vida, estes cartazes de protesto conservados pelo arquivo ephemera representam e celebram o exercício da liberdade e da imaginação do futuro, nem sempre possível noutros tempos e geografias. "O rastro das manifestações continua a interessar-nos. O arquivo ephemera de há muito que se interessa pelo carácter físico das coisas, pelos objectos, num mundo que crescentemente se deslumbra com o virtual e digital. Os objectos são da dimensão do humano, dos nossos sentidos, transportam uma verdade especial, a da sua materialidade. Sartre, quando quis explicar o que era o existencialismo, usou o exemplo de uma garrafa. Lenine, quando quis gozar com a obra do bispo Berkeley, sugeriu -lhe atravessar uma rua sem olhar para os carros. Por aí adiante." "José Pacheco Pereira, Prefácio"
Nº Páginas: 192
Sinopse:
Edição bilingue, em parceria com a exposição homónima, integrada na primeira edição da Porto Design Biennale (PDB’19). "NÃO HÁ PLANETA B" "FILHAS DA LUTA" "NINGUÉM É ILEGAL" Coleccionados ao longo dos últimos sete anos, os cartazes e objectos integrados neste livro percorreram ruas e avenidas de Portugal em manifestações contra a troika, marchas LGBTI+ e das Mulheres, ou greves internacionais como a Climática Estudantil. São feitos de forma artesanal, com restos de caixas de cartão, pedaços de estore, marcadores, tinta ou colagens, e representam protestos esquerdistas, ecologistas, feministas, laborais e muitos outros. Alguns apareceram nos jornais, outros foram parar ao lixo ou têm erros ortográficos, mas quase todos dizem algo sobre quem os fez e muito sobre o momento e o lugar em que se inscrevem. Mesmo nesta sua outra vida, estes cartazes de protesto conservados pelo arquivo ephemera representam e celebram o exercício da liberdade e da imaginação do futuro, nem sempre possível noutros tempos e geografias. "O rastro das manifestações continua a interessar-nos. O arquivo ephemera de há muito que se interessa pelo carácter físico das coisas, pelos objectos, num mundo que crescentemente se deslumbra com o virtual e digital. Os objectos são da dimensão do humano, dos nossos sentidos, transportam uma verdade especial, a da sua materialidade. Sartre, quando quis explicar o que era o existencialismo, usou o exemplo de uma garrafa. Lenine, quando quis gozar com a obra do bispo Berkeley, sugeriu -lhe atravessar uma rua sem olhar para os carros. Por aí adiante." "José Pacheco Pereira, Prefácio"
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Edição: Jun 2020
Nº Páginas: 160
Sinopse:
Portugal é um dos países mais seguros e pacíficos do mundo, mas não deixa, por isso, de ser assolado por flagelos que o ameaçam, pondo em risco a segurança e o desenvolvimento do país: a corrupção, a violência doméstica, o terrorismo e as epidemias, agora a covid-19. O autor, major da GNR, propõe uma acção imediata e preventiva para estes quatro flagelos: - A corrupção generalizada, que mina as organizações e ameaça a democracia, e a importância da aprovação da delação premiada e da protecção de denunciantes no sistema jurídico português. De Rui Pinto aos paióis de Tancos, o autor esclarece alguns dos acontecimentos mais mediáticos. - A violência doméstica é um triste retrato de uma política de negligência para com as vítimas, que não vêem asseguradas as condições necessárias para se libertarem de uma situação opressora. O que podemos fazer para inverter esta situação? - O terrorismo de inspiração islâmica, que, aparecendo sob a forma de ondas de ataques, gera um período de acalmia que propicia o esquecimento do fenómeno e um relaxamento de que resulta o ambiente ideal para novas investidas. - A mais recente ameaça é a covid-19. Como enfrentar esta e futuras pandemias?
Nº Páginas: 160
Sinopse:
Portugal é um dos países mais seguros e pacíficos do mundo, mas não deixa, por isso, de ser assolado por flagelos que o ameaçam, pondo em risco a segurança e o desenvolvimento do país: a corrupção, a violência doméstica, o terrorismo e as epidemias, agora a covid-19. O autor, major da GNR, propõe uma acção imediata e preventiva para estes quatro flagelos: - A corrupção generalizada, que mina as organizações e ameaça a democracia, e a importância da aprovação da delação premiada e da protecção de denunciantes no sistema jurídico português. De Rui Pinto aos paióis de Tancos, o autor esclarece alguns dos acontecimentos mais mediáticos. - A violência doméstica é um triste retrato de uma política de negligência para com as vítimas, que não vêem asseguradas as condições necessárias para se libertarem de uma situação opressora. O que podemos fazer para inverter esta situação? - O terrorismo de inspiração islâmica, que, aparecendo sob a forma de ondas de ataques, gera um período de acalmia que propicia o esquecimento do fenómeno e um relaxamento de que resulta o ambiente ideal para novas investidas. - A mais recente ameaça é a covid-19. Como enfrentar esta e futuras pandemias?
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Edição: Jun 2016
Nº Páginas: 224
Sinopse:
De perto, ninguém é normal. Se pararmos um segundo para observar as pessoas com quem convivemos no dia a dia, vamos com certeza identificar o chefe obsessivo, a namorada sempre desconfiada, o amigo que sabe falar apenas de si mesmo. Eles estão à nossa volta, e não percebem o sofrimento que causam a si próprios e a quem tem de lidar com eles - são os psicopatas do quotidiano. Neste livro, Katia Mecler identifica dez tipos de transtorno de personalidade e explica os traços psicológicos característicos de cada um deles. Podemos assim descobrir como são as mentes perturbadas e aprender a lidar com elas sem abrir mão da convivência.
Nº Páginas: 224
Sinopse:
De perto, ninguém é normal. Se pararmos um segundo para observar as pessoas com quem convivemos no dia a dia, vamos com certeza identificar o chefe obsessivo, a namorada sempre desconfiada, o amigo que sabe falar apenas de si mesmo. Eles estão à nossa volta, e não percebem o sofrimento que causam a si próprios e a quem tem de lidar com eles - são os psicopatas do quotidiano. Neste livro, Katia Mecler identifica dez tipos de transtorno de personalidade e explica os traços psicológicos característicos de cada um deles. Podemos assim descobrir como são as mentes perturbadas e aprender a lidar com elas sem abrir mão da convivência.
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