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Edição: Abr 2024
Nº Páginas: 488
Sinopse: Esta é a história da terceira esposa do imperador Cláudio, e uma das mulheres mais influentes do período romano. Inteligente, apaixonada e implacável, Messalina representa o auge da dinastia Julio-Claudiana, com sua política implacável e luxos incomparáveis. Para lá das histórias mais obscenas, encontramos uma mulher que luta para afirmar a sua posição no mundo predominantemente masculino da alta política romana - e que logra o sucesso.
Edição: Mar 2007
Nº Páginas: 864
Sinopse: Toda a civilização grega tem o homem como ponto de partida e como objecto. Procede das suas necessidades, procura a sua utilidade e o seu progresso. Para aí chegar, desbrava ao mesmo tempo o mundo e o homem, e um pelo outro. O homem e o mundo são, para ela, espelhos um do outro, espelhos que se defrontam e se lêem mutuamente. A civilização grega articula um no outro o mundo e o homem. Casa-os na luta e no combate, numa fecunda amizade, que tem por nome harmonia.
Edição: Mai 2026
Nº Páginas: 240
Sinopse: Será a morte o fim da nossa existência? O que acontece no limiar entre a vida e a morte? Que lugar ocupam as experiências limitadas no nosso conhecimento do cérebro e da consciência? É possível investigá-los sem cair na superstição ou no ceticismo dogmático? A Ciência dos Limiares da Vida convida-nos a atravessar um limiar desconfortável, mas fascinante: o do território para o qual a ciência ainda não tem respostas definitivas. Álex Gómez-Marín, neurocientista e investigador do Instituto de Neurociências de Alicante (CSIC-UMH), convida-nos para uma cativante viagem pelos limites da consciência. Após uma experiência de quase-morte em 2021, este físico teórico ficou marcado pela necessidade de investigar os limites entre o mensurável e o inexplicável da ciência. Ao longo do livro, o autor explora temas como a consciência para além da morte, experiências fora do corpo, sincronicidades A Ciência dos Limiares da Vida não só desafia o paradigma atual da neurociência, como também desbrava um terreno que até há pouco tempo era considerado pseudociência. Uma reflexão profunda sobre os mistérios da mente e o potencial da ciência e da espiritualidade para revelar novas verdades sobre a nossa existência e consciência.
Edição: Mai 2026
Nº Páginas: 280
Sinopse: Marignan, Lépante, Vauban, Pedro, o Grande, Napoleão Bonaparte são nomes que ressoam na história da guerra moderna e atravessaram os séculos xvi, xvii e xviii continuam a ser os grandes séculos da inovação no campo da guerra. A guerra moderna espalha-se por terra e por mar. Nenhum lugar do globo é poupado. Os europeus, a começar pelos portugueses, no seu expansionismo, confrontam-se, primeiro, com as populações locais e, depois, esses campos de batalha tornam-se locais de conflitos entre as nações ocidentais, dando à guerra uma dimensão mundial. As revoluções científicas e técnicas, as reformas tácticas e estratégicas servirão aos impérios e reinos e favorecerão o desenvolvimento de novas formas de combate: pólvora negra e canhões, artilharia de campanha, guerra de corso, criação de uma administração estatal estruturada Em Atlas das Guerras Época Moderna: séculos xvi, xvii e xviii todas estas transformações, representadas por mais de
Edição: Mai 2026
Nº Páginas: 288
Sinopse: Num registo autobiográfico, José Manuel Castanheira atravessa, neste Pedra da Paciência, a história mundial dos séculos XX e XXI através da narração das suas viagens, encontros com personalidades, espectáculos e do olhar da sua companheira Mila. Um tratado sobre as artes cénicas, em que o autor presta homenagem ao universo do teatro, do espectador ao actor, da música à pintura, da arquitectura à dança, da escultura à literatura, do cinema à fotografia. Rico de experiências pessoais e profissionais, Pedra da Paciência constitui-se de fragmentos dispersos no tempo que procuram expressar o carácter complexo das ideias, sublinhando como a cega especialização bloqueia qualquer ideia de futuro. Entre o olhar e o tempo, entre o desenho e as palavras, no fim uma pergunta fica: quem estará sentado nesta PEDRA DA PACIÊNCIA?
Edição: Jan 2022
Nº Páginas: 770
Sinopse: Uma empolgante história dos povos e das tribos árabes que explora o papel da língua como pedra de toque cultural. Esta obra caleidoscópica abrange os quase 3000 anos da história árabe e lança luz sobre os povos e as tribos que conquistaram territórios e disseminaram a sua língua e cultura ao longo de uma vasta área geográfica. Ao fazer coincidir o início desse processo com a origem da língua árabe, e não com o surgimento do Islão, Tim Mackintosh-Smith faz recuar o começo da sua narrativa a mais de mil anos antes de Maomé, focando-se em vez disso no modo como a língua árabe, tanto escrita como falada, funcionou como fonte vital de uma identidade cultural partilhada ao longo de milénios
Edição: Mai 2019
Nº Páginas: 636
Sinopse: Ao longo da história, os mapas têm sido fundamentais para moldar a nossa visão do mundo e o lugar que nele ocupamos. Longe de serem objetos puramente científicos, os mapas do mundo são inevitavelmente ideológicos e subjetivos, intimamente ligados aos sistemas de poder e à autoridade de determinados tempos e lugares. Os cartógrafos não representam simplesmente o mundo, também o constroem a partir das ideias da sua época. Neste livro brilhante, Jerry Brotton examina o significado de 12 mapas - desde as representações quase místicas da Antiguidade até as imagens provenientes de satélites muito recentes. O autor recria vividamente os ambientes e as circunstâncias em que cada um dos mapas foi feito, mostrando como cada um transmite uma visão altamente individual do mundo. Brotton mostra como cada um dos seus mapas influenciou e refletiu os eventos contemporâneos e como, considerando as suas subtilezas e omissões, podemos compreender melhor o mundo que os produziu. Embora a forma como mapeamos o nosso ambiente seja mais precisa do que nunca, Brotton argumenta que os mapas de hoje não são mais definitivos ou objetivos do que noutros tempos. Traduzido em mais de uma dezena de línguas e considerado um bestseller do New York Times, História do Mundo em 12 Mapas mudará, para sempre, a forma como o leitor olhará para um mapa.
Edição: Mai 2026
Nº Páginas: 200
Sinopse: A experiência de uma médica como ferramenta para todos os cuidadores. Há momentos em que quem cuida deixa de se reconhecer na forma como exerce o seu trabalho, a sua obrigação. Não são crises dramáticas, mas sinais discretos: respostas apressadas, irritações inesperadas, a sensação de que a escuta já não é total, mesmo quando tudo parece estar a ser feito «como deve ser». Este livro parte desses sinais pequenos, repetidos e frequentemente ignorados e leva-os a sério. Explora o impacto acumulado do cansaço, da pressão e das expectativas, mostrando como tudo molda silenciosamente o julgamento de quem cuida. A autora, a médica Joana Mendes Pereira, escreve a partir dessa interseção entre a prática clínica e a reflexão rigorosa. Sem moralizar nem propor soluções simplistas, A Experiência Demasiado Humana oferece ferramentas práticas numa linguagem precisa, para que o leitor compreenda o que sente, interrompa automatismos desadequados e reencontre o significado de cuidar humanamente de alguém. O que acontece a quem trata de outro, quando ninguém está a ver?
Edição: Mai 2026
Nº Páginas: 260
Sinopse: Sabe o que foi a Ala dos Namorados? E qual é o mais antigo texto escrito em português? Por que razão D. João Il rejeitou a proposta de Colombo? Será que o rosto do Infante D. Henrique não é o que se julga? Qual foi a maior catástrofe da História nacional? Houve soldados portugueses a combater pelos nazis? É verdade que a primeira mulher a votar em todo o mundo foi portuguesa? E quem foi o famoso Repórter X? Ou qual foi o nosso primeiro livro de culinária? Sabia que, estranhamente, a primeira vítima mortal de um desastre de automóvel em Portugal foi...? Estas e muitas outras perguntas sobre a nossa história são colocadas em Foi assim que aconteceu? de Sérgio Luís de Carvalho. As respostas desvendam mitos e esclarecem enigmas que atravessam as várias épocas da história de Portugal. Se já perguntou e ninguém lhe respondeu, quem sabe se não encontra aqui o que procura?
Edição: Mai 2018
Nº Páginas: 154
Sinopse: Este livro parte de uma análise da atual Coreia do Norte a partir da perspetiva do autor, ex-diplomata em Pyongyang que recorre um pouco a um passado mais longínquo para definir os valores fundamentais em causa da Coreia do Norte, enquanto país com uma cultura milenar de raiz chinesa. Além de uma breve história da Coreia do Norte, pretende-se dar um enquadramento cultural do país para que se possa compreender o quadro de uma intriga internacional.
Edição: Jan 2022
Nº Páginas: 464
Sinopse: A Maçonaria sempre foi vista como uma entidade misteriosa e suspeita. No entanto, sua história é povoada por alguns dos homens mais ilustres dos últimos três séculos. Fundada em Londres em 1717, espalhou-se pelo mundo e sobre ele tem exercido uma influência generalizada. Tem sido, ao mesmo tempo, uma ferramenta de autoritarismo e um disfarce para conspirações revolucionárias. A Maçonaria, de John Dickie, é um estudo surpreendente e cativante de um movimento que não só ajudou a forjar a sociedade moderna, mas que ainda exerce uma influência substancial sobre a mesma. Com cerca de seis milhões de membros ativos em todo o mundo, entender o papel da Maçonaria é tão importante hoje como foi no passado
Edição: Jun 2008
Nº Páginas: 208
Sinopse: As últimas eleições legislativas, que ditaram a eleição de um deputado do Chega, terão marcado o fim da imunidade portuguesa à extrema-direita? Este livro, de cariz divulgativo e assumidamente isento, traça as linhas gerais do que são os movimentos nacionalistas, populistas, de extrema direita e direita radical, definindo-os e fixando os conceitos, para depois descrever o contexto português, nomeadamente o partido Chega. Explica a fundação do partido, apresenta os seus fundadores e quadros, e, claro, a indissociável figura de André Ventura. Aponta, ainda, o caminho a trilhar por esta nova força política, os objetivos a que se propõe o partido e possíveis consequências no panorama político e no contexto nacional.
Nº Páginas: 304
Sinopse:
Durante três séculos e meio, o Império Romano cresceu em esplendor e extensão, e acabou por perder ambos. As transformações geográficas, étnicas, religiosas e culturais sofridas durante estes 350 anos foram tão grandes que Augusto, o seu primeiro imperador, não teria reconhecido o território que Constantino veio a governar. Dez Césares - Volume I: De Augusto a Trajano cobre mais de um século e meio de história, desde a extinção da República, em 44 a.C., aos últimos dias de Trajano, em 117 d.C. São cinco os imperadores aqui retratados: Augusto, Tibério, Nero, Vespasiano e Trajano, mas esta história é também um retrato das mulheres mais poderosas da época. De Lívia, mulher de Augusto, passando por Agripina, mãe de Nero, e Antónia Cénis, que se diz ter sido amante de Vespasiano, o poder das mulheres na Roma Antiga não era menos real por ter de ser escondido.
Nº Páginas: 240
Sinopse:
Se julga que tem todas as certezas do mundo em relação ao que o rodeia, pense duas vezes… - O Chocolate faz borbulhas; - As Avestruzes escondem a cabeça na areia; - Não se deve acordar um sonâmbulo. Também acredita nestes mitos? Pois é, a informação que nos rodeia é tanta que nem conseguimos parar para separar aquilo que é mito daquilo que é verdade científica. "Em Cem Mitos Sem Lógica", a jornalista de ciência Sara Sá e o neurocientista Pedro Ferreira mostram como a ciência e a história nem sempre confirmam o senso comum. Afinal, o Universo e a nossa cultura são muito mais interessantes e ricos do que parece à primeira vista. Venha surpreender-se!
Nº Páginas: 448
Sinopse:
Como evoluíram os valores humanos Nos dias de hoje a grande parte dos cidadãos ocidentais considera a democracia e a igualdade de género coisas boas e a violência e a desigualdade más. Mas a maioria das pessoas que viveram nos 10 000 anos anteriores ao século XIX pensava justamente o contrário. Recorrendo à arqueologia, à antropologia, à biologia e à história, Ian Morris explica-nos porquê. O resultado é um novo olhar sobre a evolução dos valores humanos, com profundas implicações na forma como entendemos o passado e antevemos o futuro. Morris defende que, a longo prazo, as mudanças de valores fundamentais são movidas pela força mais básica de todas: a energia. Os seres humanos tiveram três principais fontes para obterem a energia de que necessitaram: forrageamento, agricultura e combustíveis fósseis. Cada fonte de energia estabelece os limites estritos dentro dos quais as sociedades podem ter sucesso, e cada tipo de sociedade recompensa valores específicos. Nos pequenos grupos forrageiros, as pessoas que valorizam a igualdade mas que estão prontas para resolver os problemas violentamente têm melhor desempenho do que as que não estão; nas grandes sociedades agrícolas, as pessoas que valorizam a hierarquia e que estão menos dispostas a usar a violência têm melhores desempenhos; e nas grandes sociedades de combustíveis fósseis, o pêndulo oscilou em direção à igualdade, mas afastou-se ainda mais da violência. Mas se o nosso mundo de combustíveis fósseis favorece sociedades abertas e democráticas, a revolução em curso na captação de energia pode significar que os nossos valores mais queridos podem, muito em breve, deixar de o ser.
Nº Páginas: 216
Sinopse:
No seu novo e surpreendente livro, Ave-Marias, Hernâni Carvalho analisa o papel da mulher tendo como ponto de partida aquele que é o texto fundamental em que se baseia a nossa cultura ocidental: a Bíblia Sagrada. Votadas desde a Antiguidade ao silêncio e limitadas à reprodução e às atividades domésticas, ao longo da História as mulheres foram sempre remetidas para a sombra. E na Bíblia acontece o mesmo. A mulher bíblica era, essencialmente, amante, esposa e mãe. O seu papel era na vida familiar. Na vida social, económica, política e religiosa do país, permanecia sempre na dependência do seu marido ou pai. Calada, à margem e, na maior parte dos casos, anónima. Muitas das que ali se referem são pessoas sem rosto, que nem sequer têm o direito de ver os seus nomes inscritos nas Sagradas Escrituras. O que ali se define é, isso sim, o lugar da mulher: um lugar secundário, acessório, carregado de deveres e sem direitos, numa visão cultural que a encarava apenas de forma utilitária, como servente, como reprodutora, como objeto de prazer ou, quando muito, como meio de obter influência. Meros instrumentos, figurantes, por vezes quase adereços. Em Ave-Marias, Hernâni Carvalho, num registo diferente do habitual, apresenta um olhar sobre essas mulheres, mulheres reais, que por vezes desempenharam papéis determinantes e acabaram retratadas como meras espectadoras, e convida a uma reflexão sobre o tratamento subalterno que ainda hoje, séculos e séculos depois, se dá às mulheres em muitos lugares.
Nº Páginas: 216
Sinopse:
Ainda se lembra das suas primeiras Sanjo? E da revista O Falcão? Ainda se recorda do dia em que viu o homem pisar a Lua? É de memórias e nostalgia que se faz este livro, de saudades desse tempo da nossa juventude, um tempo em que os telemóveis eram coisa de ficção científica e em que uma viagem de Lisboa ao Porto demorava meio dia. Mário Augusto abre o baú das recordações e guia-nos numa viagem ao arquipélago da memória, parando em todas as estações e apeadeiros e promete não deixar marco histórico por visitar. Dos livros da escola primária ao suplemento juvenil d’O Século, do Tintin ao Sandokan, da bola de espelhos às cassetes piratas, dos gelados Rajá à primeira Coca-Cola, está tudo aqui.
Nº Páginas: 496
Sinopse:
E se tudo o que julgávamos saber sobre a história estivesse errado? Niall Ferguson propõe-nos uma nova forma de olhar o mundo: reformulando cada um dos períodos transformadores da história mundial, incluindo aquele em que vivemos, evidencia a existência de um confronto intemporal entre as hierarquias do poder e as redes sociais. Grande parte da história é hierárquica: trata de papas, imperadores, presidentes, primeiros-ministros e generais. Fala-nos de Estados, exércitos e corporações. É sobre as ordens vindas de cima. Mesmo a história "da base" costuma centrar-se em sindicatos e partidos de trabalhadores. Mas e se isso acontecer simplesmente porque são as hierarquias que criam os arquivos históricos? E se estiverem a escapar-nos redes sociais igualmente poderosas mas menos visíveis, porque menos documentadas, mas que são as verdadeiras fontes de poder e os motores da mudança?
Edição: Mai 2026
Nº Páginas: 320
Sinopse: Porque é que o que acontece nos polos terrestres afeta todo o planeta? Frígidas, remotas e inóspitas, as regiões polares podem parecer muito distantes da nossa vida quotidiana. Mas esses reinos gelados e isolados exercem uma influência extraordinária na vida no resto da Terra. Com o aquecimento do planeta e o recuo do gelo, os polos estão agora no centro da crise climática. Perante esta nova realidade, a fauna nativa terá de se adaptar ou enfrentar a extinção. As comunidades indígenas assistem à transformação das suas terras no palco de uma acesa disputa ambiental e as relações internacionais azedam à medida que recursos minerais e gasosos inexplorados emergem do fundo do mar gelado. Viajando entre pinguins e ursos polares, o reputado cientista Neil Shubin pinta um retrato inédito das regiões polares. Divulgando a investigação que físicos, climatologistas, geólogos, biólogos e paleontólogos intrépidos desenvolvem nessas condições extremas, Shubin dá vida à nova e fascinante ciência que está a nascer nos confins da Terra.
Edição: Mai 2026
Nº Páginas: 360
Sinopse: Durante séculos, figuras como Cristóvão Colombo, Vasco da Gama ou Fernão de Magalhães foram celebradas como heróis da expansão marítima europeia. No entanto, que histórias ficam de fora quando olhamos apenas para os grandes feitos e para os vencedores? Sabia que na sua busca por ouro, Martin Frobisher, que se comparava a Cristóvão Colombo, transportou toneladas de pedras sem valor através do Atlântico? Já tinha ouvido a história do navio do capitão Manuel de Sousa de Sepúlveda, que, na procura de especiarias e sobrecarregado, naufragou ao largo da costa sul-africana, espalhando o seu precioso carregamento? Neste livro, Simon Park propõe uma nova forma de olhar para o passado. Recorrendo a relatos marítimos de diferentes línguas e continentes - do Brasil e do sudeste de África à Índia e às Filipinas -, apresenta histórias dramáticas sobre o mar e as consequências que tiveram em terra. O resultado é uma cronologia alternativa do século que se seguiu à viagem de Colombo em 1492, centrando-se nos fracassos, nos naufrágios e nos encontros turbulentos que acompanharam a época dos Descobrimentos. Ao destacar tudo aquilo que correu menos bem, esta obra revela o frágil equilíbrio entre potências europeias ambiciosas, intermediários locais astutos e comunidades que resistiram à invasão. Um retrato envolvente de um período turbulento, que desafia a ideia do domínio europeu inevitável e convida a repensar a história como espaço aberto, moldado por escolhas, conflitos e possibilidades.
Edição: Abr 2026
Nº Páginas: 560
Sinopse: Em 1946, nos julgamentos de Nuremberga, alguns dos maiores criminosos de guerra da História foram condenados à morte, mas muitos ex-nazis ficaram em liberdade. Na Alemanha e entre os Aliados, o desejo de deixar o passado para trás prevalecia, e o Holocausto corria o risco de ser esquecido. Com base em documentos familiares inéditos, registos recentemente desclassificados e entrevistas exclusivas, Jack Fairweather dá vida nestas páginas à história de Fritz Bauer, um magistrado e jurista judeu e homossexual que, ao regressar à Alemanha depois de um exílio forçado na Suécia, trabalhou incansavelmente para obrigar os seus compatriotas a reconhecerem a responsabilidade e ampla cumplicidade nos horrores nazis. O que emerge é um retrato de uma Alemanha sombria, perturbadora, homofóbica e racista, mesmo no período pós-1945, onde criminosos de guerra ocupavam cargos importantes em ministérios e a CIA financiava a antiga rede de espionagem de Hitler. Muitos tentaram deter Fritz Bauer, mas ele recusou-se a ser intimidado. E, graças à sua luta pela verdade, centenas de nazis foram levados à justiça.
Edição: Abr 2026
Nº Páginas: 384
Sinopse: 9.º VOLUME DA COLECÇÃO «O 25 DE ABRIL VISTO DE FORA», EM PARCERIA COM A COMISSÃO COMEMORATIVA 50 ANOS 25 DE ABRIL: A EVOLUÇÃO POLÍTICA E SOCIAL DOS NOVOS PAÍSES NASCIDOS COM A DESCOLONIZAÇÃO PORTUGUESA ANGOLA | CABO VERDE | GUINÉ-BISSAU | MOÇAMBIQUE | SÃO TOMÉ E PRÍNCIPE «Este volume tem por objetivo apresentar uma história abrangente dos cinco países africanos de língua portuguesa desde que se tornaram independentes de Portugal, em 1974-1975. Foi uma tarefa exigente. Com efeito, à primeira vista, parece haver pouca ligação entre estes cinco países tão diferentes além do facto de terem sido colónias portuguesas. No entanto, estão ligados por uma longa história colonial que remonta ao século xv, quando os portugueses contornaram o continente pela primeira vez, e isso não pode deixar de ter exercido uma forte influência em aspetos fundamentais do seu desenvolvimento. [] O objetivo é superar a perspetiva especificamente lusófona que penaliza a maioria das descrições da África de língua portuguesa.» Patrick Chabal
Edição: Abr 2026
Nº Páginas: 352
Sinopse: De onde viemos e como chegámos aqui? Viajemos no tempo pela história de todas as espécies que já existiram com o professor Max Telford. Numa viagem de quatro mil milhões de anos pela evolução do nosso planeta, A Árvore da Vida conta a fascinante história da gigantesca árvore genealógica que regista as relações entre todos os seres vivos: dos humanos, dos peixes e das borboletas até aos carvalhos, aos cogumelos e às bactérias. Compreender como surgiu a incrível diversidade da vida na Terra é um dos maiores enigmas da biologia. E este livro, repleto de histórias vivas e fascinantes, leva-nos diretamente ao seu interior: descobrimos por que motivo os lobos estão mais próximos das baleias do que dos lobos-da-tasmânia; como as mudanças geológicas e as catástrofes ambientais deixaram as suas marcas no genoma; por que não temos caudas, mas somos a única espécie com queixo Desde os primeiros esboços de Darwin até aos vastos diagramas gerados por computador que os cientistas constroem na atualidade, A Árvore da Vida explica como podemos conhecer a nossa árvore genealógica e conta a história épica das várias maneiras pelas quais foi possível existirem seres vivos. Esta é a nossa história muito pessoal, que começou com o minúsculo antepassado de toda a vida há milhares de milhões de anos e termina consigo e comigo. «Combinando as mais recentes descobertas da genética, uma pitada de história e criaturas incrivelmente bizarras, este relato infinitamente divertido e emocionante é uma leitura obrigatória.» Matthew Cobb, Universidade de Manchester Poucos teriam a coragem ou os conhecimentos para escrever este livro, mas Telford é rico em ambos. Uma obra extraordinária e aventureira.» Charles Foster, Times Literary Supplement «Uma obra-prima fabulosa sobre a evolução do mundo natural; através de células, peixes, seres humanos, vermes e muito mais, Telford revela as complexidades da vida com uma combinação extraordinária de humor, história e sabedoria.» Seirian Sumner, University College London
Edição: Abr 2026
Nº Páginas: 144
Sinopse: Ter ou não ter filhos? A pergunta parece simples, mas carrega dentro de si um mundo inteiro. Ruth Manus não oferece soluções milagrosas, e sim companhia. Para essa grande questão que ocupa mesas de café, sessões de terapia e madrugadas insones de tantas mulheres , não há respostas certas, mas há conversas que iluminam. Com delicadeza, ironia e uma generosidade rara, Ruth abre as portas da vida real a dela e a de tantas mulheres para falar sobre desejo, dúvida, medo, pressão, amor e exaustão. Entre dados, histórias e reflexões que acolhem, ela questiona tabus e abraça quem já é mãe, quem está decidida a ter filhos, quem não quer de modo algum e, sobretudo, quem vive naquela zona cinzenta do «talvez». Acima de tudo, mostra que toda a escolha merece respeito. Afinal, não existe caminho ideal, só o caminho possível e cada mulher tem o direito soberano de construir o seu, sem patrulha nem argumento escrito.
Edição: Abr 2026
Nº Páginas: 376
Sinopse: ELAS TAMBÉM ESTIVERAM LÁ: A REVOLUÇÃO DE ABRIL ATRAVESSOU O PAÍS RURAL DANDO VOZ A MUITAS MULHERES QUE LUTARAM PELA TERRA, POR DIREITOS E POR VIDAS MAIS DIGNAS. Entre o latifúndio do Sul e a agricultura familiar do Norte, as mulheres rurais portuguesas organizaram-se, resistiram à ditadura, participaram na Reforma Agrária e transformaram as suas comunidades. Partindo do cruzamento entre fontes escritas e testemunhos orais, Mulheres, Terra e Revolução resgata histórias silenciadas e mostra como estas mulheres foram protagonistas activas do processo revolucionário. Através de uma perspectiva de género, o livro evidencia continuidades, rupturas e a construção das identidades políticas femininas, revelando que «elas também estiveram lá» e que o seu contributo é essencial para compreender a Revolução no mundo rural. «São estas `mulheres comuns que lutaram e se rebelaram por si próprias e pelas suas famílias, mas também participaram em lutas em que se defendiam valores cívicos da vida coletiva e interesses das comunidades em que residiam.» Fernando Oliveira Baptista, Prefácio
Edição: Abr 2026
Nº Páginas: 248
Sinopse: «Abriu-lhe o seu coração. Trabalha consigo. É o candidato em quem vota nas eleições. É um psicopata, mas você não sabe. Quer aprender a identificá-lo, a lidar com ele e a defender-se?» O guia definitivo para detetar e para nos defendermos dos psicopatas que nos rodeiam. Estima-se que cerca de 1 % da população exiba altos níveis de psicopatia. Esta prevalência é ainda maior em posições de poder ou liderança, como gestores, executivos, diretores de corporações, organizações ou partidos políticos, tornando a psicopatia um dos desafios mais prementes para a humanidade. Nem todos estes indivíduos são assassinos, mas todos causam sofrimento sempre. Baseando-se em mais de vinte anos de investigação, Vicente Garrido, criminologista doutorado em Psicologia, desmonta mitos comuns e oferece uma análise clara e acessível dos «psicopatas integrados» aqueles que não cometem crimes violentos, mas que se misturam na sociedade, manipulam os outros e causam danos significativos na vida pessoal e social e nas instituições. Estas pessoas podem ser colegas de trabalho, chefes, amigos de infância, membros da família ou políticos que vemos com frequência na televisão. Como Detetar Um Psicopata dá aos leitores as ferramentas para identificar e proteger-se desses indivíduos. Apresentando os aspetos mais significativos da personalidade psicopática, as suas variedades e diferentes manifestações, explora as três áreas fundamentais nas quais estes indivíduos operam e causam grandes danos: a família, as empresas e as organizações políticas. «Os psicopatas mais assustadores não estão na prisão, mas andam entre nós. A análise do especialista Vicente Garrido é imperdível.» Jordi Wild, youtuber, podcaster e psicólogo «Útil, impressionante e esclarecedor. Um livro indispensável para aprender a desmascarar e lidar com os vampiros emocionais à nossa volta. Uma leitura que pode literalmente mudar a sua vida.» Carlos Quílez, jornalista e escritor «Este é um livro indispensável para nos protegermos das pessoas sem empatia, capazes de nos manipular e destruir sem remorsos. Existem em famílias, em grupos de conhecidos e empresas. Podem estar, e estão, em toda a parte.» Cristina López Schlichting, jornalista e apresentadora televisiva
Edição: Abr 2026
Nº Páginas: 416
Sinopse: UMA PERTINENTE ANÁLISE DA INFLUÊNCIA DA GEOGRAFIA NA POLÍTICA POR UM DOS MAIS PRESTIGIADOS ANALISTAS DA ATUALIDADE. Baseando-se nos conhecimentos, descobertas e teorias de grandes geógrafos e pensadores políticos ao longo dos tempos, Kaplan demonstra a influência da geografia, para o bem e para o mal, na política e geoestratégia mundial.
Edição: Abr 2026
Nº Páginas: 160
Sinopse: UMA VIDA EXTRAORDINÁRIA. Nasceu na Áustria, apaixonou-se em Portugal, morreu atrás de um sonho no México. A sua governação foi criticada pelos monárquicos que o haviam empurrado para a tragédia e pelos republicanos, que o viam como invasor e que o mandaram fuzilar em 1867. O seu final dramático suscitou múltiplos debates, originou mitos bizarros, serviu de inspiração a artistas, músicos, pintores e escritores.
Edição: Abr 026
Nº Páginas: 208
Sinopse: Uma ode à alegria de colecionar livros. Para todos os que sabem que nunca se tem livros a mais. Estas páginas reúnem uma verdadeira celebração do fascínio de viver rodeado de livros: lidos, por ler, começados e recomeçados. Inspirado no termo japonês tsundoku, que descreve o ato de acumular livros com a melhor das intenções, o típico «depois leio», este livro transforma aquilo que muitos chamam desordem ou culpa numa filosofia de vida reconfortante e profundamente humana. Entre pilhas instáveis, estantes cheias até ao limite e o ritual de folhear páginas, descobrimos que os livros não são só objetos de leitura: são promessas, companheiros, refúgios. Aqui fala-se da felicidade de escolher e comprar livros, da rebeldia contra listas de leitura, das estratégias para organizar bibliotecas impossíveis, das desculpas engenhosas para justificar mais uma aquisição e do prazer de reler. Mas, acima de tudo, esta filosofia lembra-nos que não é obrigatório termos lido todos os livros que possuímos para os amarmos incondicionalmente. Os livros não lidos também nos falam, também nos levam em viagem, também cuidam da nossa alma. Basta tocá-los, cheirá-los, abri-los ao acaso ou simplesmente saber que estão ali.
Edição: Abr 2026
Nº Páginas: 320
Sinopse: A expansão portuguesa constituiu um fenómeno histórico de grande diversidade e de muito maior heterogeneidade do que a espanhola. Estendeu-se por três oceanos e três continentes, atravessando mundos de condições geográficas, sociais, económicas e políticas radicalmente distintas. Desta experiência nasceu um império singular não um território contínuo, mas uma vasta rede marítima e comercial. Porém, esta história foi muito além das conquistas militares e da acção da Coroa, fez-se também da actividade de mercadores, aventureiros e comunidades dispersas, cuja iniciativa foi decisiva para a presença portuguesa no mundo. Neste livro, Luís Filipe Thomaz oferece uma visão abrangente e cativante, que desmonta ideias feitas e revela toda a riqueza deste momento histórico. Fruto de uma conferência proferida na Universidad de los Andes, esta é uma obra essencial para compreender um dos capítulos mais fascinantes da História portuguesa.
