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Nº Páginas: 720
Sinopse:
Valeu a pena estudar a fundo a separação Estado-Igreja Católica durante a Primeira República, pois quase nada fica de pé nas narrativas dominantes da vida política portuguesa contemporânea: - Os católicos portugueses desobedecem aos bispos portugueses e os bispos portugueses ao Papa – enquanto o catolicismo se diferencia e fortalece. -Afonso Costa é ‘‘convertido’’ ao cristianismo e surge-nos na sua verdadeira posição de salvador da Igreja. - D. Manuel II, o rei exilado, recebe pela primeira vez um papel central. - Os tradicionalistas e o Centro Católico aliam-se aos republicanos para evitarem o regresso da monarquia liberal. Partindo da separação, este livro propõe-nos uma renovada compreensão da Primeira República e do catolicismo português contemporâneo e, noutro plano, desafia-nos a reinterpretarmos o Estado Novo, o 25 de Abril e a modernidade portuguesa." - Nota do autor.
Nº Páginas: 440
Sinopse:
Sob a coordenação de Raquel Varela, os autores deste volume conseguiram cumprir três tarefas principais. Em primeiro lugar, apresentam-nos as diversas variedades da precarização, do empobrecimento e da exclusão social que atualmente ameaçam devastar a sociedade portuguesa. Em segundo lugar, refutam completamente os muitos mitos propagados pelo establishment académico e político. E em terceiro lugar, discutem a necessidade e as dificuldades de uma resistência massiva.
Nº Páginas: 1008
Sinopse:
A Segunda Guerra Mundial encontra-se entre os conflitos mais devastadores da história da humanidade: mais de quarenta milhões de militares e civis pereceram, muitos deles, em circunstâncias de uma crueldade prolongada e terrível. Inevitavelmente, e porque foram quem mais sofreu com a guerra, são esses milhões de vítimas que preenchem boa parte das páginas desta obra. A fim de assinalar o septuagésimo aniversário do início da conflagração, as Publicações Dom Quixote editam A Segunda Guerra Mundial, de Martin Gilbert, reputado historiador inglês, internacionalmente celebrado pela sua monumental biografia de Winston Churchill. Abordando, com larga documentação, todos os aspectos e implicações do tema, desde as questões políticas, diplomáticas e militares, às da vida civil, da espionagem, do crescimento e empobrecimento económicos, da liderança nas diversas nações combatentes e do debate ideológico na época, a presente obra é uma inesgotável fonte de conhecimento sobre o maior dos conflitos armados mundiais e o mais sombrio momento da Idade Contemporânea.
Nº Páginas: 336
Sinopse:
Antes de ler este livro, encha um frasco com feijões e conte-os. Depois junte um grupo heterogéneo de amigos e peça que adivinhem o número correto. Chegará então a duas conclusões: nenhum dos seus amigos acertou e o melhor palpite é a média de todos os palpites individuais. Bem-vindo ao fascinante universo de "A Sabedoria das Multidões", o livro de culto de Silicon Valley que se tornou num "bestseller" internacional. James Surowiecki descobriu que os grupos podem revelar uma inteligência superior à dos peritos. Nas circunstâncias certas, são melhores a resolver problemas, a tomar decisões e até a prever o futuro. Lembram-se do concurso Quem Quer Ser Milionário? As respostas certas nunca vinham do amigo especialista, mas sim do público em estúdio. Recordam-se da explosão do Columbia? Muito antes da NASA, já os corretores da bolsa tinham descoberto qual das companhias envolvidas na construção do space shutlle falhara. O autor defende a sua tese apoiado no comportamento dos mercados, na psicologia, na biologia e até na história militar. Explica como e quando as multidões erram ou como e quando acertam em cheio, oferecendo uma ferramenta preciosa para as empresas, os governantes e a sociedade em geral.
Nº Páginas: 120
Sinopse:
Concursos como Passa a Palavra, A Visita da Cornélia ou Zip Zip eram verdadeiros campeões de audiências — existe até o mito das falhas no abastecimento de água durante os intervalos, porque toda a gente aproveitava para ir à casa de banho. O teleteatro e os musicais contavam com nomes como Eunice Muñoz, Amália Rodrigues ou António Feio. E o humor florescia com Raul Solnado, Nicolau Breyner ou Herman José. Não tivesse sido a preto e branco, e poderia falar-se de uma era dourada da televisão portuguesa, aquela que nasceu com a RTP a 7 de Março de 1957 e que fica para a posteridade em A RTP em Imagens - O entretenimento na era do preto e branco, 1957-1979. Celebrando os 60 anos da RTP, este livro reúne fotografias de cena que se fizeram destas emissões e constitui o registo de uma memória colectiva partilhada por gerações e gerações de telespectadores.
Nº Páginas: 320
Sinopse:
Chamam-lhe síntese, pequena introdução, história breve, mas nada disso é para diminuir A Revolução Russa, da historiadora Sheila Fitzpatrick. Pelo contrário: este livro, publicado pela primeira vez ainda durante a Guerra Fria, tornou-se um clássico e é uma referência até hoje para todos os que procuram uma abordagem directa, acrítica, acessível, e ainda assim abrangente, de um tema que, cem anos depois, continua a ser complexo. Actualizado ao longo dos tempos à luz de novos arquivos que se foram abrindo desde o fim da União Soviética, A Revolução Russa vai muito além do momento das revoluções de Fevereiro e Outubro de 1917. Oferece o contexto, passa pela Guerra Civil de 1918-20, segue a transformação da sociedade e do Partido Bolchevique ainda com Lenine, e chega até à designada revolução de Estaline, culminando já nos anos 1930, com a Grande Purga. Um dos eventos centrais do século XX é então aqui relatado com o entusiasmo narrativo que merece: a história de uma revolução que quis mudar o mundo, que deu origem a grandes vitórias e grandes sofrimentos, e que, tal como já tinha acontecido antes com a Revolução Francesa, acabou por devorar os seus próprios filhos.
Nº Páginas: 212
Sinopse:
A Revolução dia a dia, do enforcamento do irmão de Lenine à morte e entrada de Lenine no mausoléu. Deixemos falar os factos: a maioria da esquerda russa, um bolchevique como Gorki, um marxista como Plekhanov, pensava de Lenine e da Revolução de Outubro o que Maomé pensa do toucinho. Outubro pôs fim ao pluralismo da esquerda e à extraordinária democracia participativa que a Revolução de Fevereiro criou na Rússia. Como pôde um partido minoritário e extremista tomar o poder no maior país do mundo? Sem a I Grande Guerra, não teria havido revolução. Sem Lenine, a Revolução não teria sido em Outubro. Sem o Terror Vermelho, o povo teria apeado os bolcheviques do poder.
Nº Páginas: 248
Sinopse:
Uma larga frente, estruturada na organização social e política dos concelhos, frente que envolvia os ventres ao sol (os que não tinham armadura para encorajarem a barriga), os burgueses (não já habitantes do burgo mas no sentido moderno de alugadores da força de trabalho nos campos, nos ofícios e detentores de capitais) e também elementos da pequena nobreza, empunhando a bandeira da independência nacional, ousou derrubar o governo legal quase sagrado, arrear o poder senhorial em numerosas cidades e vilas, quebrar cadeias servis que sufocavam a produção agrícola mercantil, abrir largamente o aparelho de Estado às novas forças sociais, transformando-o em aparelho nacional, largamente ao serviço da produção mercantil e do comércio marítimo (a própria guerra, o próprio ofício de defensor não consegue libertar-se mais da inserção numa estratégia comandada pelo mercado e a colonização capitalista). Tudo isto é uma outra maneira de dizer, explicando, que, em 1383, se iniciou a primeira revolução burguesa nacional triunfante.
Nº Páginas: 242
Sinopse:
Perante a diversidade actual dos modelos familiares, fará sentido continuar a falar da importância da família? Os valores que cimentaram a História de uma geração devem ser esquecidos ou, pelo contrário, transmitidos aos mais novos? A fragmentação de muitos casais pelo processo de divórcio conduz sempre a um corte emocional com a família alargada, ou pode proporcionar uma reflexão sobre a continuidade dos elos significativos através das diversas gerações? Qual o papel dos avós: transmissores de afectos sem regras ou, pelo contrário, a garantia de continuidade da família? Como se pode educar nos tempos de hoje, em que alguns reclamam mais autoridade e outros parece recearem a palavra?
Nº Páginas: 384
Sinopse:
Salazar caiu de uma cadeira, isso sabe-se. Mas não se tem a certeza, até hoje, meio século mais tarde, se o ditador chegou a ter consciência de que fora exonerado, ou se acreditou na farsa de que ainda era o presidente do Conselho. "Correram comigo brutalmente", terá dito à governanta poucos dias antes de morrer. Ou não? Tal como este, muitos outros episódios da vida de Salazar continuam envoltos em mistério, com versões contraditórias ou intencionalmente manipulados, herdeiros ainda do secretismo político do regime: — Que injecções tomava todas as semanas? — Um chefe de Estado pode só ter viajado uma vez de avião? — Afinal Marcello Caetano visitou-o no hospital antes do AVC? Os jornalistas António Caeiro, José Pedro Castanheira e Natal Vaz reuniram centenas de testemunhos, encontraram documentação que permaneceu inédita, e apresentam-nos A Queda de Salazar — O princípio do fim da ditadura, com muitos episódios até agora desconhecidos da governação e da vida do ditador.
Nº Páginas: 552
Sinopse:
Antony Beevor, fazendo uso de novos factos retirados de antigos arquivos soviéticos, da antiga República Democrática Alemã e ainda americanos, ingleses, franceses e suecos, reconstruiu as experiências vividas por milhões de indivíduos apanhados no meio do pesadelo do colapso final do Terceiro Reich. A Queda de Berlim - 1945 é um testemunho terrível que fala de orgulho, de estupidez, de fanatismo, de vingança e de brutalidade, mas é também o testemunho sobre a resistência, a abnegação e a sobrevivência.
Nº Páginas: 320
Sinopse:
No clima apocalíptico do fim do século, a profunda intolerância dos costumes nacionais ressuscitou. Portugal era uma nação antiga e homogénea, com fronteiras fixas há muito, onde só se conhecia uma língua e se praticava uma religião, um pais pouco propicio a discussão racional, ao debate calmo, ao pluralismo. Com a crise de 1890, o clima harmónico da Regeneração desapareceu. Ao modificar o sistema politico num sentido repressivo, a Monarquia conseguiu suster, provisoriamente, a maré de descontentamento. Mas, quando chegou o momento decisivo, ninguém quis morrer por ela.
Nº Páginas: 344
Sinopse:
A Quarta Revolução aborda a crise de governação e a ineficácia do Estado no Ocidente. Defende que é necessário revolucionar o sistema político e traça caminhos para melhorar o futuro da nossa sociedade."O Estado está a ponto de mudar. Está no ar uma revolução, movida em parte pela necessidade que advém da escassez de recursos, pela lógica de uma renovada concorrência entre os Estados-nação e também pela oportunidade de fazer melhor as coisas."Na maior parte do Ocidente, a desilusão com os governos tornou-se endémica. Há paralisia na América; fúria na maior parte da Europa; cinismo na Grã-Bretanha; legitimidade decrescente em todo o lado. A maioria de nós resignou-se e considera que nada vai alguma vez mudar. Mas como John Micklethwait e Adrian Wooldridge nos demonstram neste livro estimulante, esta é uma visão profundamente limitada das coisas. Em resposta às crises anteriores de governação existiram três grandes revoluções, que por sua vez produziram respetivamente o Estado-Nação, o Estado liberal e o Estado Social. Em cada uma delas, a Europa e a América deram o exemplo. Dizem os autores que estamos agora no início de uma quarta revolução na história do Estado Nação, mas que desta vez o Ocidente corre o perigo de ficar para trás.
Nº Páginas: 152
Sinopse:
Em agosto de 1519, Fernão de Magalhães içou âncoras do porto de Sevilha, ao serviço da Coroa espanhola. Tinha início a primeira viagem em redor do Mundo, que descobriria novas rotas de navegação e alteraria todos os mapas da Terra existentes até então. Comandava cinco navios e 237 homens. Embarcado como representante da corte de Veneza na expedição espanhola, Antonio Pigafetta sobreviveu à terrível viagem e celebrizou-se como cronista da grande aventura. Cruzaram aquele que seria batizado de estreito de Magalhães, descobriram o maior oceano da Terra (o Pacífico), passaram pela Ásia - onde Magalhães foi tragicamente morto por nativos filipinos -, contornaram a África e então regressaram a Espanha, em setembro de 1522. A armada havia sido reduzida a um só navio, o Victoria, e 18 homens famintos, entre eles Pigafetta.
Nº Páginas: 160
Sinopse:
Este livro não conta a história da I República Portuguesa como sucessão de factos cronologicamente encadeados e politicamente desenvolvidos. Tal história, que é aliás indispensável, constituirá outro volume dentro desta colecção. O objectivo único deste livro foi desvelar um pouco os bastidores, analisando estruturas de base e conjunturas menos conhecidas. Procurou-se fazê-lo sem pretensões, de maneira resumida e fácil, pronta a ser assimilada por qualquer tipo de público,medianamente instruído.
Nº Páginas: 352
Sinopse:
A 1.ª invasão francesa de Portugal, em 1807 - liderada pelo general Junot, um dos mais experientes generais de Napoleão -, foi um acontecimento decisivo na longa e brutal guerra peninsular. Foi a 1.ª campanha que Sir Arthur Wellesley, mais tarde duque de Wellington, liderou na Península. David Buttery estudou esta campanha e oferece-nos uma nova perspectiva. A sua narrativa cobre a totalidade da campanha com vívidos pormenores - o surgimento da resistência popular às forças ocupantes francesas, o despoletar da guerra de guerrilha, as diferentes tácticas dos exércitos opostos, as personalidades contrastantes de Wellesley e Junot, as vitórias aliadas em Roliça e Vimieiro e a infame convenção de Sintra.
Nº Páginas: 310
Sinopse:
Quando Jonas foi engolido pelo "grande peixe", tentava apenas escapar para o território que é agora Portugal. Foi aqui que Aníbal encontrou os guerreiros, as armas e o ouro que tornaram possível a sua marcha sobre Roma; e Júlio César, a fortuna que lhe permitiu as conquistas da Gália e da Inglaterra. Durante a Alta Idade Média, mais a norte, os governantes árabes integraram Portugal na civilização mais avançada do mundo. Após a conquista de Lisboa, pelos Normandos, o novo Portugal levou Veneza à bancarrota e tornou-se a nação mais rica da Europa. Antes de ser eleito Papa, com o nome de João XXI, Pedro Hispano, nascido em Lisboa, escreveu um dos primeiros compêndios modernos sobre Medicina que, um século mais tarde, era livro de consulta obrigatória em quase toda a Europa. Os Portugueses levaram as túlipas, o chocolate e os diamantes para a Holanda, introduziram na Inglaterra o hábito do chá das cinco e deram a Bombaim a chave do Império. Ensinaram a África a proteger-se contra a malária e levaram carregamentos de escravos para a América. Introduziram, na Índia, o ensino superior, o caril e as chamuças e, no Japão, a tempura e as armas de fogo.
Nº Páginas: 504
Sinopse:
"Quando pensa que terminou a Segunda Guerra Mundial? Em Agosto de 1945, depois da rendição dos japoneses? Bem, depende da perspectiva. Se estiver convicto de que o final da guerra deveria ter proporcionado "liberdade" aos países que sofreram sob a ocupação nazi, então, para milhões de pessoas, a guerra não terminou verdadeiramente antes da queda do comunismo, há menos de vinte anos. No Verão de 1945, os povos da Polónia, dos Estados do Báltico e de alguns outros países da Europa de Leste apenas trocaram o jugo de um tirano pelo de outro. Foi com o objectivo de demonstrar esta amarga realidade que os presidentes da Estónia e da Lituânia se recusaram a visitar Moscovo em 2005, para participar nas "celebrações" que assinalaram o 60º aniversário do "fim da guerra" na Europa. Como aconteceu esta injustiça? Eis uma das questões cruciais a que este livro procura responder. E trata-se de uma história que só se tornou possível narrar após a queda do comunismo. Não só porque as cerca de cem testemunhas oculares que encontrei na antiga União Soviética e na Europa de Leste nunca poderiam ter falado abertamente sob o regime comunista, mas também porque só recentemente ficaram disponíveis importantes materiais de arquivo - que sucessivos governos soviéticos esconderam o melhor que puderam. A existência destes documentos permitiu que fosse escrita uma verdadeira história "de bastidores" das relações do Ocidente com Estaline. O que implica - assim o espero - que este livro apresente muitas novidades."
Nº Páginas: 288
Sinopse:
6 de Agosto de 2016, a Ponte 25 de Abril comemora 50 anos. Pela primeira vez, um livro conta-nos os 140 anos da história que começa no momento em que o engenheiro Miguel Pais propôs, em 1876, uma rudimentar ponte de ferro entre Lisboa e Montijo. Este é também o livro dos 90 anos que decorreram desde que se avançou com a ideia de uma ponte entre Lisboa e a Margem Sul.
Nº Páginas: 384
Sinopse:
"Este livro pretende contribuir para que entendamos melhor a política, porque só assim podemos julgá-la com a seriedade que merece. Numa época de indignação que questiona e critica muitas coisas que dávamos por adquiridas, Daniel Innerarity avalia a nossa ideia de política, questionando se não chegou a hora de reequacionar a sua natureza, a quem compete fazê-la, quais as suas possibilidades e limites, se continuam válidos alguns dos habituais lugares-comuns e o que podemos esperar dela."
Nº Páginas: 152
Sinopse:
A terra é um mundo verde; é o planeta das plantas. As plantas constituem um sistema nevrálgico ou um mapa - uma "planta" sobre a qual se escreve o mundo humano. Este livro relata histórias de plantas que, entrelaçando-se com a história humana, se juntam para formar a grande narrativa da vida na Terra. Que papel tiveram as árvores na Revolução Francesa ou na Astronomia? Porque é que as árvores num bosque cooperam em vez de competir? Que relação têm as árvores com a música? Como é que a madeira foi usada para resolver alguns dos crimes mais famosos? Quais foram as primeiras plantas a viajar no espaço? Estas e outras perguntas são levantadas e respondidas através das histórias deste livro, que vai certamente transformar a forma como vê a paisagem ao seu redor.
Nº Páginas: 472
Sinopse:
É o maior empresário de futebol do mundo. A revista "Forbes" calcula que em 2016 ganhou 60 milhões de euros em comissões de transferências e que em 2015 foram quase 85 milhões. Entre os seus cerca de 80 clientes estão Cristiano Ronaldo, James Rodriguez, Renato Sanches, Diego Costa, Thiago Silva, Ángel Di María, Radamel Falcao e José Mourinho. Como se tornou este português numa das mais proeminentes figuras da economia global do futebol? Um livro que aborda pela primeira vez a rede de influências construída pelo empresário português Jorge Mendes, na qual encontramos vários dos mais importantes clubes de futebol, presidentes, treinadores, jogadores e até jornalistas. Forte, acutilante, directo, arrojado. Incómodo. Revelador e polémico. Este livro vai fazer-nos mudar a forma de olharmos o futebol mundial. Pippo Russo, jornalista italiano e sociólogo do futebol, fundamentando a sua argumentação em milhares de notícias e documentos, traça a meteórica ascensão de Jorge Mendes: do anonimato ao estrelato.
Nº Páginas: 480
Sinopse:
Henry Kissinger disponibiliza em "A Ordem Mundial" uma reflexão profunda sobre as razões da harmonia internacional e da desordem global. Escrito a partir da sua experiência enquanto um dos mais notáveis estadistas da era moderna - aconselhando presidentes norte americanos, viajando pelo mundo, observando e moldando os eventos mais marcantes da política externa das últimas décadas - Kissinger faz por fim a sua análise do maior desafio do século XXI: como construir uma ordem internacional partilhada num mundo de perspectivas históricas divergentes, conflitos violentos, proliferação tecnológica e extremismo ideológico.
Nº Páginas: 264
Sinopse:
Em A Nova Inteligência, Daniel Pink mostra que o futuro e o sucesso pessoal e profissional pertencem a um novo perfil de pessoas: os designers, os inventores, os criativos, contadores de histórias, ou seja, todos aqueles cujo raciocínio privilegia o lado direito do cérebro. São pessoas imaginativas, intuitivas, capazes de gerar empatia e emoções. A boa notícia é que todas as pessoas podem desenvolver estas competências, mesmo as que têm um perfil mais racional e lógico. Neste livro, o autor apresenta exercícios simples para treinar o lado direito do cérebro e uma lista interminável de fontes de informação e explicação sobre aqueles que considera serem os novos seis pilares do sucesso: Design, História, Sinfonia, Empatia, Diversão e Sentido.
Nº Páginas: 296
Sinopse:
Apoiando-se na História e em princípios antigos, que remontam a Sun Tzu, o autor explica como funcionam atualmente os confrontos armados, e como os países se devem preparar para vencer.. Vivemos um período de agitação criado por vários fatores ascensão da China, ressurgimento da Rússia, recuo do poderio dos EUA, terrorismo global, impérios criminosos internacionais, mudanças climáticas, recursos naturais escassos e guerras civis sangrentas. Sean McFate esteve na linha de frente de vários conflitos e com base na sua experiência e conhecimento histórico alerta nos para a complexidade da atual situação geoestratégica. Um livro fundamental para perceber os conflitos internacionais, enfrentar os novos desafios e manter um cenário de paz.
Nº Páginas: 240
Sinopse:
Seremos nós a controlar as nossas vidas - ou será que, como todos os outros animais, somos guiados pelos nossos instintos? Esta parece ser a hipótese mais válida, pois, incapazes de projetar o futuro a longo prazo, tratamos apenas das nossas necessidades mais imediatas, saqueando os recursos do planeta e avançando a passos largos para a extinção. No seu fascinante novo livro, Peter Wohlleben oferece-nos uma perspetiva única sobre a verdadeira natureza humana. Através de surpreendentes comparações com os mundos da flora e da fauna, demonstra que o homem não é de todo o ápice da evolução, mas que temos ainda muito que evoluir. Só compreendendo a natureza humana e aceitando a influência tremenda que tem em nós, poderemos abrir novos caminhos, em direção a um futuro que valha a pena viver.
Edição: Jun 2023
Nº Páginas: 466
Sinopse: A guerra russo-ucraniana é a mais grave crise geopolítica desde a Segunda Guerra Mundial. Aparentemente, Vladimir Putin, até então um calculista e oportunista nato, tornou-se de repente um jogador imprudente, colocando o seu regime - e a própria Rússia - em risco de destruição. Porquê? Recorrendo a relatos de atuais e antigos membros do Kremlin e da sua máquina de propaganda, ao testemunho de soldados russos capturados e a reportagens no terreno na Rússia e na Ucrânia, Passar das Marcas conta a história não só das causas da guerra, mas também do que se passou durante o primeiro ano do conflito.
Edição: Jul 2010
Nº Páginas: 176
Sinopse: Ordem monástica constituída para defender a Cristandade na Terra Santa, os Templários têm desde sempre exercido um imenso fascínio no imaginário ocidental. Numa investigação que teve pela primeira vez acesso aos Arquivos do Vaticano, a autora traça o percurso da ordem desde a sua fundação, deslindando as causas e reais motivações por detrás do fantástico processo que no século XIV levaria à extinção dos cavaleiros do Templo.
Edição: Abr 2024
Nº Páginas: 488
Sinopse: Esta é a história da terceira esposa do imperador Cláudio, e uma das mulheres mais influentes do período romano. Inteligente, apaixonada e implacável, Messalina representa o auge da dinastia Julio-Claudiana, com sua política implacável e luxos incomparáveis. Para lá das histórias mais obscenas, encontramos uma mulher que luta para afirmar a sua posição no mundo predominantemente masculino da alta política romana - e que logra o sucesso.
Edição: Mar 2007
Nº Páginas: 864
Sinopse: Toda a civilização grega tem o homem como ponto de partida e como objecto. Procede das suas necessidades, procura a sua utilidade e o seu progresso. Para aí chegar, desbrava ao mesmo tempo o mundo e o homem, e um pelo outro. O homem e o mundo são, para ela, espelhos um do outro, espelhos que se defrontam e se lêem mutuamente. A civilização grega articula um no outro o mundo e o homem. Casa-os na luta e no combate, numa fecunda amizade, que tem por nome harmonia.
