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Edição: Mai 2018
Nº Páginas: 232
Sinopse:
Na cidade da morte a vida não pára. O Estado Islâmico é, provavelmente, de todas as realidades do século XXI, a mais difícil de compreender. nas regiões que controla é impossível entrar. Eu quis aproximar-me o mais possível. E foi ali, em Mossul, em noites de calor escaldante, moscas, cavalos e cães selvagens, que escrevi este livro. Quando cheguei a Lisboa editei, acrescentei, organizei o texto, mas o lugar da escrita, o ponto de vista, a minha casa, foi ali, rente ao palco do massacre, na fornalha de Julho e da guerra.
Nº Páginas: 232
Sinopse:
Na cidade da morte a vida não pára. O Estado Islâmico é, provavelmente, de todas as realidades do século XXI, a mais difícil de compreender. nas regiões que controla é impossível entrar. Eu quis aproximar-me o mais possível. E foi ali, em Mossul, em noites de calor escaldante, moscas, cavalos e cães selvagens, que escrevi este livro. Quando cheguei a Lisboa editei, acrescentei, organizei o texto, mas o lugar da escrita, o ponto de vista, a minha casa, foi ali, rente ao palco do massacre, na fornalha de Julho e da guerra.
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Edição: Set 2019
Nº Páginas: 296
Sinopse:
Em 1958, em plena ditadura, as eleições preparavam-se para ser mais uma encenação para manter aparências. Mas, ao contrário do que Salazar desejaria, a corrida para a Presidência da República foi um agitar sem precedentes das águas paradas do Estado Novo: Humberto Delgado, um homem do regime e militar no activo, juntou-se à oposição e candidatou-se, apesar da censura, das intimidações da PIDE e do desfecho previsível e condicionado nas mesas de voto. Influenciado pelos anos que viveu nos EUA, o "General sem Medo" lançou-se numa campanha com um profissionalismo comunicacional inédito no país, de aproximação às pessoas, com slogans e soundbites que perduraram muito além do período eleitoral - como "Obviamente, demito-o" ou "o medo acabou" -, e encheu praças e auditórios pelo país numa onda de entusiasmo democrático há muito apagado. Como este livro reconstitui, a campanha de Humberto Delgado foi um verdadeiro "terramoto político", e a maior ameaça que o Estado Novo enfrentou nos seus 40 anos de existência.
Nº Páginas: 296
Sinopse:
Em 1958, em plena ditadura, as eleições preparavam-se para ser mais uma encenação para manter aparências. Mas, ao contrário do que Salazar desejaria, a corrida para a Presidência da República foi um agitar sem precedentes das águas paradas do Estado Novo: Humberto Delgado, um homem do regime e militar no activo, juntou-se à oposição e candidatou-se, apesar da censura, das intimidações da PIDE e do desfecho previsível e condicionado nas mesas de voto. Influenciado pelos anos que viveu nos EUA, o "General sem Medo" lançou-se numa campanha com um profissionalismo comunicacional inédito no país, de aproximação às pessoas, com slogans e soundbites que perduraram muito além do período eleitoral - como "Obviamente, demito-o" ou "o medo acabou" -, e encheu praças e auditórios pelo país numa onda de entusiasmo democrático há muito apagado. Como este livro reconstitui, a campanha de Humberto Delgado foi um verdadeiro "terramoto político", e a maior ameaça que o Estado Novo enfrentou nos seus 40 anos de existência.
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Edição: Nov 2025
Nº Páginas: 208
Sinopse:
O Japão é um país com uma história rica e fascinante, marcada por milénios de transformação e adaptação constante. Desde as primeiras comunidades costeiras da era Jomon até à ascensão dos samurais, passando pela influência da China e da Coreia, a chegada desafiante do Ocidente e os traumas da modernidade e da guerra, o arquipélago tem navegado por séculos de mudança radical. Em "Uma Breve História do Japão", Christopher Harding oferece uma introdução essencial e perspicaz à construção de uma sociedade e cultura únicas. Longe de se limitar a datas, batalhas e grandes acontecimentos, o autor mergulha na vida quotidiana dos japoneses ao longo do tempo, explorando a sua visão do mundo através da cerâmica, do teatro "No" e "Kabuki", da arquitetura, da comida e das artes marciais. Com base na mais recente investigação académica, Harding revela a natureza única do Japão - um país que soube filtrar e adaptar influências externas de forma criativa, mantendo valores intrínsecos que lhe permitiram superar desafios e prosperar. Uma leitura envolvente que irá transformar a sua perceção deste país extraordinário e resiliente.
Nº Páginas: 208
Sinopse:
O Japão é um país com uma história rica e fascinante, marcada por milénios de transformação e adaptação constante. Desde as primeiras comunidades costeiras da era Jomon até à ascensão dos samurais, passando pela influência da China e da Coreia, a chegada desafiante do Ocidente e os traumas da modernidade e da guerra, o arquipélago tem navegado por séculos de mudança radical. Em "Uma Breve História do Japão", Christopher Harding oferece uma introdução essencial e perspicaz à construção de uma sociedade e cultura únicas. Longe de se limitar a datas, batalhas e grandes acontecimentos, o autor mergulha na vida quotidiana dos japoneses ao longo do tempo, explorando a sua visão do mundo através da cerâmica, do teatro "No" e "Kabuki", da arquitetura, da comida e das artes marciais. Com base na mais recente investigação académica, Harding revela a natureza única do Japão - um país que soube filtrar e adaptar influências externas de forma criativa, mantendo valores intrínsecos que lhe permitiram superar desafios e prosperar. Uma leitura envolvente que irá transformar a sua perceção deste país extraordinário e resiliente.
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Edição: Jan 2019
Nº Páginas: 208
Sinopse:
Os textos recolhidos neste livro testemunham, e são testemunho, de alguma da minha experiência europeia. O entusiasmo com a perspectiva da adesão - que parecia um sonho inatingível para quem saía das águas pardas e cinzentas do Estado Novo, que projectava no exterior uma imagem de um Portugal fechado, retrógrado e pobre, enquanto no interior tínhamos a sensação de não participar no banquete de democracia, prosperidade e vitalidade em que se deliciava a Europa Ocidental, ou seja, a que ficava para além dos Pirenéus. A experiência exaltante dos primeiros anos após a adesão, coincidente com a fase de aprofundamento das Comunidades Europeias de que Delors foi, e continua a ser, o expoente. A maturidade mais cautelosa face à adaptação das ainda Comunidades às alterações decorrentes da queda da URSS, e os consequentes saltos voluntaristas da União Monetária e da União Política.
Nº Páginas: 208
Sinopse:
Os textos recolhidos neste livro testemunham, e são testemunho, de alguma da minha experiência europeia. O entusiasmo com a perspectiva da adesão - que parecia um sonho inatingível para quem saía das águas pardas e cinzentas do Estado Novo, que projectava no exterior uma imagem de um Portugal fechado, retrógrado e pobre, enquanto no interior tínhamos a sensação de não participar no banquete de democracia, prosperidade e vitalidade em que se deliciava a Europa Ocidental, ou seja, a que ficava para além dos Pirenéus. A experiência exaltante dos primeiros anos após a adesão, coincidente com a fase de aprofundamento das Comunidades Europeias de que Delors foi, e continua a ser, o expoente. A maturidade mais cautelosa face à adaptação das ainda Comunidades às alterações decorrentes da queda da URSS, e os consequentes saltos voluntaristas da União Monetária e da União Política.
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Edição: Mar 2014
Nº Páginas: 500
Sinopse:
Organizadores: António Marujo e a Maria Julieta Mendes Dias Escreveu o padre Anselmo Borges acerca da teologia de Bento Domingues: "Trata-se de uma teologia do Reino de Deus [que é] o futuro de Deus enquanto ‘o horizonte mais abrangente de esperança’ para o mundo em todos os domínios da vida, incluindo, portanto, a política, a cultura, a economia, a ecologia." De todos esses temas tratam as crónicas antologiadas neste volume e dedicadas a questões sociais e políticas: a presente crise económico-financeira e os estragos que ela está a provocar à democracia e à Europa, a reflexão ética sobre o exercício do poder, o escândalo gritante da miséria de tantos em contraste com a opulência de alguns, a busca da justiça social, o absurdo da guerra e da corrida armamentista, o diálogo entre culturas e religiões como caminho para a paz, a laicidade como possibilidade de exercício da dimensão religiosa das pessoas em sociedades democráticas. Também a (falta de) alma da Europa, o desafio da paz, da esperança e da justiça no Médio Oriente, as ilusões e utopias da América Latina ou a busca de novos rumos para a martirizada África marcam a reflexão que aqui se reúne. Uma reflexão caracterizada pela lucidez, liberdade e bom humor, na forma de fazer teologia na praça pública a que frei Bento Domingues nos habituou.
Nº Páginas: 500
Sinopse:
Organizadores: António Marujo e a Maria Julieta Mendes Dias Escreveu o padre Anselmo Borges acerca da teologia de Bento Domingues: "Trata-se de uma teologia do Reino de Deus [que é] o futuro de Deus enquanto ‘o horizonte mais abrangente de esperança’ para o mundo em todos os domínios da vida, incluindo, portanto, a política, a cultura, a economia, a ecologia." De todos esses temas tratam as crónicas antologiadas neste volume e dedicadas a questões sociais e políticas: a presente crise económico-financeira e os estragos que ela está a provocar à democracia e à Europa, a reflexão ética sobre o exercício do poder, o escândalo gritante da miséria de tantos em contraste com a opulência de alguns, a busca da justiça social, o absurdo da guerra e da corrida armamentista, o diálogo entre culturas e religiões como caminho para a paz, a laicidade como possibilidade de exercício da dimensão religiosa das pessoas em sociedades democráticas. Também a (falta de) alma da Europa, o desafio da paz, da esperança e da justiça no Médio Oriente, as ilusões e utopias da América Latina ou a busca de novos rumos para a martirizada África marcam a reflexão que aqui se reúne. Uma reflexão caracterizada pela lucidez, liberdade e bom humor, na forma de fazer teologia na praça pública a que frei Bento Domingues nos habituou.
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Edição: Abr 2003
Nº Páginas: 360
Sinopse:
“Para onde caminha o mundo se deixarmos aprofundar o fosso que separa irremediavelmente os ricos — os imensamente ricos — dos pobres, mesmo nas sociedades mais desenvolvidas? “Se nada fizermos para regulamentar a ordem internacional, no sentido da paz, da justiça e do direito — revigorando a ONU e recusando o ‘directório dos países ricos’, criado com que legitimidade? Se não formos capazes de corrigir os atentados contra os equilíbrios ecológicos do Planeta, que estão a pôr em risco a biodiversidade e a própria sobrevivência da espécie humana? Se não conseguirmos dar resposta — e de forma global — aos desafios com que estamos confrontados, neste nosso novo século, que ultrapassam obviamente os Estados nacionais e pressupõem uma consciência ou uma cidadania global?” Neste seu novo livro, Mário Soares, ex-presidente da República e um dos mais proeminentes políticos do século XX português, reúne um conjunto de artigos publicados em jornais sobre variados temas actuais e polémicos como a globalização, a cimeira da Terra, a convenção europeia, a estratégia anti-terrorista, o 11 de Setembro, o regresso dos Bush e do partido republicano, a guerra no Iraque e o anti-americanismo.
Nº Páginas: 360
Sinopse:
“Para onde caminha o mundo se deixarmos aprofundar o fosso que separa irremediavelmente os ricos — os imensamente ricos — dos pobres, mesmo nas sociedades mais desenvolvidas? “Se nada fizermos para regulamentar a ordem internacional, no sentido da paz, da justiça e do direito — revigorando a ONU e recusando o ‘directório dos países ricos’, criado com que legitimidade? Se não formos capazes de corrigir os atentados contra os equilíbrios ecológicos do Planeta, que estão a pôr em risco a biodiversidade e a própria sobrevivência da espécie humana? Se não conseguirmos dar resposta — e de forma global — aos desafios com que estamos confrontados, neste nosso novo século, que ultrapassam obviamente os Estados nacionais e pressupõem uma consciência ou uma cidadania global?” Neste seu novo livro, Mário Soares, ex-presidente da República e um dos mais proeminentes políticos do século XX português, reúne um conjunto de artigos publicados em jornais sobre variados temas actuais e polémicos como a globalização, a cimeira da Terra, a convenção europeia, a estratégia anti-terrorista, o 11 de Setembro, o regresso dos Bush e do partido republicano, a guerra no Iraque e o anti-americanismo.
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Edição: Mai 2020
Nº Páginas: 144
Sinopse:
Magnífica combinação de texto e imagem reflectindo e dialogando com o confinamento e os efeitos que ele teve na nossa paisagem psicológica e física. José Jorge Letria escreveu e Inácio Ludgero fotografou. Neste livro e nesse encontro da escrita e da fotografia somos surpreendidos e comovidos pela incrível mudança das ruas, dos jardins, dos transportes públicos, dos seres humanos. A Covid-19 e o confinamento que ela causou deram lugar a um mundo de ausência e abandono, como nunca o tínhamos lido, como nunca o tínhamos visto.
Nº Páginas: 144
Sinopse:
Magnífica combinação de texto e imagem reflectindo e dialogando com o confinamento e os efeitos que ele teve na nossa paisagem psicológica e física. José Jorge Letria escreveu e Inácio Ludgero fotografou. Neste livro e nesse encontro da escrita e da fotografia somos surpreendidos e comovidos pela incrível mudança das ruas, dos jardins, dos transportes públicos, dos seres humanos. A Covid-19 e o confinamento que ela causou deram lugar a um mundo de ausência e abandono, como nunca o tínhamos lido, como nunca o tínhamos visto.
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Edição: Nov 2020
Nº Páginas: 160
Sinopse:
Andrew Solomon, conhecido dos leitores portugueses através dos livros O Demónio da Depressão e Longe da Árvore, reúne neste volume uma série de textos sobre o suicídio, analisado sempre a partir de uma história pessoal ou de um caso concreto: quer do círculo mais íntimo do autor, como, por exemplo, o inesperado suicídio do exuberante amigo Terry, ou o suicídio assistido da mãe; quer de figuras públicas, como os de Anthony Bourdain ou Robin Williams, ou até os de celebridades literárias, como David Foster Wallace ou Sylvia Plath. Um Crime da Solidão reflete sobre o suicídio, as suas causas e circunstâncias (solidão, depressão), o efeito de imitação, os aspetos facilitadores (como o fácil acesso a armas) e a incompreensível incidência em pessoas aparentemente realizadas e bem-sucedidas. São nove magníficos textos, na prosa sempre inteligente e cativante de Andrew Solomon.
Nº Páginas: 160
Sinopse:
Andrew Solomon, conhecido dos leitores portugueses através dos livros O Demónio da Depressão e Longe da Árvore, reúne neste volume uma série de textos sobre o suicídio, analisado sempre a partir de uma história pessoal ou de um caso concreto: quer do círculo mais íntimo do autor, como, por exemplo, o inesperado suicídio do exuberante amigo Terry, ou o suicídio assistido da mãe; quer de figuras públicas, como os de Anthony Bourdain ou Robin Williams, ou até os de celebridades literárias, como David Foster Wallace ou Sylvia Plath. Um Crime da Solidão reflete sobre o suicídio, as suas causas e circunstâncias (solidão, depressão), o efeito de imitação, os aspetos facilitadores (como o fácil acesso a armas) e a incompreensível incidência em pessoas aparentemente realizadas e bem-sucedidas. São nove magníficos textos, na prosa sempre inteligente e cativante de Andrew Solomon.
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Edição: Nov 2020
Nº Páginas: 256
Sinopse:
Este livro tem a modesta ambição de contribuir para a nossa reflexão coletiva, como interessados no futuro da saúde do nosso país. Para esse feito, recorrendo-me à arte médica, extrapolei para esta publicação uma organização de conteúdos em três partes. Iniciei esta reflexão procurando fazer o diagnóstico detalhado da situação presente e da sua evolução ao longo das quatro décadas de existência do Serviço Nacional de Saúde. Feita essa análise, e estabelecido o diagnóstico, procurarei oferecer um conjunto de opções terapêuticas para o futuro do sistema de saúde português. A profundidade e nível de detalhe das propostas e ideias que vão sendo apresentadas têm geometria. Isto leva-nos à última parte do livro: o caminho para a cura. Expostas que estão as opções terapêuticas é fundamental que todos tenham uma palavra a dizer sobre qual o caminho que devemos seguir enquanto país, para garantir o pleno cumprimento do sonho de uma cobertura universal da saúde e do bem-estar da população.
Nº Páginas: 256
Sinopse:
Este livro tem a modesta ambição de contribuir para a nossa reflexão coletiva, como interessados no futuro da saúde do nosso país. Para esse feito, recorrendo-me à arte médica, extrapolei para esta publicação uma organização de conteúdos em três partes. Iniciei esta reflexão procurando fazer o diagnóstico detalhado da situação presente e da sua evolução ao longo das quatro décadas de existência do Serviço Nacional de Saúde. Feita essa análise, e estabelecido o diagnóstico, procurarei oferecer um conjunto de opções terapêuticas para o futuro do sistema de saúde português. A profundidade e nível de detalhe das propostas e ideias que vão sendo apresentadas têm geometria. Isto leva-nos à última parte do livro: o caminho para a cura. Expostas que estão as opções terapêuticas é fundamental que todos tenham uma palavra a dizer sobre qual o caminho que devemos seguir enquanto país, para garantir o pleno cumprimento do sonho de uma cobertura universal da saúde e do bem-estar da população.
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Edição: Out 2012
Nº Páginas: 164
Sinopse:
"Últimato - o antes e o depois do 15 de Setembro" é um olhar cirúrgico sobre a actual crise política e o estado da nação. O livro está organizado em 12 capítulos sobre as principais questões que preocupam o país: como a ‘Fadiga Fiscal’, ‘Gorduras do Estado’ as ‘PPP,’ entre outros temas. Por último ‘Como Sair da Crise’, as respostas esperadas a todas estas análises. De matriz ideológica centro/direita, ‘Ultimato’ não deixa de ser dessa forma uma visão independente e sobretudo apartidária. Um livro, polémico, destinado a um público interessado em compreender os meandros da actual crise política e escrito numa linguagem acessível ao cidadão comum. Os mesmos cidadãos que inundaram as ruas de Portugal a 15 de Setembro.
Nº Páginas: 164
Sinopse:
"Últimato - o antes e o depois do 15 de Setembro" é um olhar cirúrgico sobre a actual crise política e o estado da nação. O livro está organizado em 12 capítulos sobre as principais questões que preocupam o país: como a ‘Fadiga Fiscal’, ‘Gorduras do Estado’ as ‘PPP,’ entre outros temas. Por último ‘Como Sair da Crise’, as respostas esperadas a todas estas análises. De matriz ideológica centro/direita, ‘Ultimato’ não deixa de ser dessa forma uma visão independente e sobretudo apartidária. Um livro, polémico, destinado a um público interessado em compreender os meandros da actual crise política e escrito numa linguagem acessível ao cidadão comum. Os mesmos cidadãos que inundaram as ruas de Portugal a 15 de Setembro.
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Edição: Set 2019
Nº Páginas: 160
Sinopse:
Pensava-se que tivesse aparecido algures na África Oriental há 200 mil anos e eis que a sua presença é detetada muito antes e em todo o continente. Julgava-se que saíra do seu berço há 80 mil anos, até se terem descoberto, na China, fósseis muito mais antigos. Além disso, a genética mostrou que há 400 mil anos partilhávamos o planeta com outras três espécies do género Homo, hoje desaparecidas e com as quais nos miscigenámos! É pois urgente fazer o ponto da situação relativamente aos nossos antepassados e ouvir as últimas notícias do Sapiens. Dos australopitecos ao Neolítico, os autores contam-nos a fascinante saga de um estranho primata, transformado para todo o sempre pela evolução e pelo nosso bem mais precioso: a cultura.
Nº Páginas: 160
Sinopse:
Pensava-se que tivesse aparecido algures na África Oriental há 200 mil anos e eis que a sua presença é detetada muito antes e em todo o continente. Julgava-se que saíra do seu berço há 80 mil anos, até se terem descoberto, na China, fósseis muito mais antigos. Além disso, a genética mostrou que há 400 mil anos partilhávamos o planeta com outras três espécies do género Homo, hoje desaparecidas e com as quais nos miscigenámos! É pois urgente fazer o ponto da situação relativamente aos nossos antepassados e ouvir as últimas notícias do Sapiens. Dos australopitecos ao Neolítico, os autores contam-nos a fascinante saga de um estranho primata, transformado para todo o sempre pela evolução e pelo nosso bem mais precioso: a cultura.
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Edição: Out 2022
Nº Páginas: 328
Sinopse:
Mais ou menos discreto, o registo da religião esteve quase sempre ou mesmo sempre activo nos acontecimentos e conflitos na História. Com o seu saber estelar e o conhecimento singular da História da região e da especialidade em causa, este livro de Luís Filipe Thomaz revela essa dimensão no drama da Ucrânia. Dimensão que estando bem presente - e sendo mesmo, porventura, determinante - tem sido ignorada ou é subestimada. A visão e o contributo de novidade que é uma lufada de ar fresco no que se ouve e se vai lendo na enxurrada de comentários que se repetem.
Nº Páginas: 328
Sinopse:
Mais ou menos discreto, o registo da religião esteve quase sempre ou mesmo sempre activo nos acontecimentos e conflitos na História. Com o seu saber estelar e o conhecimento singular da História da região e da especialidade em causa, este livro de Luís Filipe Thomaz revela essa dimensão no drama da Ucrânia. Dimensão que estando bem presente - e sendo mesmo, porventura, determinante - tem sido ignorada ou é subestimada. A visão e o contributo de novidade que é uma lufada de ar fresco no que se ouve e se vai lendo na enxurrada de comentários que se repetem.
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Edição: Mai 2025
Nº Páginas: 200
Sinopse:
"U.S.E.R." convida o leitor a refletir sobre os riscos que o universo digital representa para a saúde mental e, mais do que isso, a tomar medidas para os prevenir. Através de uma análise crítica sobre o uso da tecnologia no nosso dia a dia, este livro fornece um vasto conjunto de pistas e orientações para que famílias, educadores e todos nós tenhamos uma relação mais equilibrada com um fenómeno inescapável que, apesar de suscitar particular apreensão no caso das crianças e dos adolescentes, também afeta os adultos. Com base em histórias reais e pesquisas científicas aprofundadas, as psicólogas clínicas Rosário Carmona e Costa, Débora Carvalhosa e Leonor Nápoles discutem temas como dependência da Internet, o impacto da utilização de smartphones nas escolas, os efeitos da imersão excessiva no digital ou o crescimento da inteligência artificial, um campo de inovações surpreendentes mas também de fortes preocupações sobre a privacidade e segurança das pessoas ou do futuro da interação humana. Uma obra que mergulha nas complexidades do mundo atual, revela a uma visão abrangente dos desafios que enfrentamos e apresenta formas e fórmulas para se chegar a um equilíbrio saudável entre o mundo real e o virtual.
Nº Páginas: 200
Sinopse:
"U.S.E.R." convida o leitor a refletir sobre os riscos que o universo digital representa para a saúde mental e, mais do que isso, a tomar medidas para os prevenir. Através de uma análise crítica sobre o uso da tecnologia no nosso dia a dia, este livro fornece um vasto conjunto de pistas e orientações para que famílias, educadores e todos nós tenhamos uma relação mais equilibrada com um fenómeno inescapável que, apesar de suscitar particular apreensão no caso das crianças e dos adolescentes, também afeta os adultos. Com base em histórias reais e pesquisas científicas aprofundadas, as psicólogas clínicas Rosário Carmona e Costa, Débora Carvalhosa e Leonor Nápoles discutem temas como dependência da Internet, o impacto da utilização de smartphones nas escolas, os efeitos da imersão excessiva no digital ou o crescimento da inteligência artificial, um campo de inovações surpreendentes mas também de fortes preocupações sobre a privacidade e segurança das pessoas ou do futuro da interação humana. Uma obra que mergulha nas complexidades do mundo atual, revela a uma visão abrangente dos desafios que enfrentamos e apresenta formas e fórmulas para se chegar a um equilíbrio saudável entre o mundo real e o virtual.
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Edição: Ago 2024
Nº Páginas: 392
Sinopse:
As noções de verdade, identidade e realidade entraram em crise no último meio século. O pensamento pós-moderno, que nasceu com intuitos subversivos, acabou cooptado pelo capitalismo neo-liberal. Tornámo-nos consumidores, mais do que cidadãos. Esta é, pois, a história de uma ideia perigosa. A narrativa começa nos anos 70. Tudo o que era dado por adquirido foi posto em causa. A contra-cultura tornou-se cultura dominante. As grandes narrativas deram lugar ao primado da ironia. As palavras de ordem passaram a ser fluidez e flexibilidade. Ironicamente, nada é mais fluido e flexível do que o mercado. Como já alguém disse: em Wall Street ninguém acredita em verdades absolutas. Aquilo que começou como uma atitude subversiva acabou integrado no espectáculo global da chamada "pós-verdade".
Nº Páginas: 392
Sinopse:
As noções de verdade, identidade e realidade entraram em crise no último meio século. O pensamento pós-moderno, que nasceu com intuitos subversivos, acabou cooptado pelo capitalismo neo-liberal. Tornámo-nos consumidores, mais do que cidadãos. Esta é, pois, a história de uma ideia perigosa. A narrativa começa nos anos 70. Tudo o que era dado por adquirido foi posto em causa. A contra-cultura tornou-se cultura dominante. As grandes narrativas deram lugar ao primado da ironia. As palavras de ordem passaram a ser fluidez e flexibilidade. Ironicamente, nada é mais fluido e flexível do que o mercado. Como já alguém disse: em Wall Street ninguém acredita em verdades absolutas. Aquilo que começou como uma atitude subversiva acabou integrado no espectáculo global da chamada "pós-verdade".
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Edição: Abr 2001
Nº Páginas: 200
Sinopse:
Daniel Sampaio, psiquiatra, terapeuta familiar e professor, tem tido nos últimos anos um papel fundamental em intervenções várias nos jornais, rádio e televisão, na abordagem da adolescência. Publicou ainda várias obras, bem conhecidas do público, onde aborda temas como a escola, a família, o suicídio. Depois de "A Arte da Fuga", chega agora um novo livro, "Tudo o que Temos cá Dentro", a meio caminho entre o romance e a descrição de uma psicoterapia, que tem o suicídio como ponto de partida. Temos o relato ficcional que o terapeuta faz das sessões, um monólogo interior do paciente e uma espécie de carta pos-mortem do suicida, uma história envolvendo os vários pontos de vista dos seus protagonistas. Uma leitura fundamental para todos os que se interessam pela adolescência e pelos problemas que lhe vêm associados.
Nº Páginas: 200
Sinopse:
Daniel Sampaio, psiquiatra, terapeuta familiar e professor, tem tido nos últimos anos um papel fundamental em intervenções várias nos jornais, rádio e televisão, na abordagem da adolescência. Publicou ainda várias obras, bem conhecidas do público, onde aborda temas como a escola, a família, o suicídio. Depois de "A Arte da Fuga", chega agora um novo livro, "Tudo o que Temos cá Dentro", a meio caminho entre o romance e a descrição de uma psicoterapia, que tem o suicídio como ponto de partida. Temos o relato ficcional que o terapeuta faz das sessões, um monólogo interior do paciente e uma espécie de carta pos-mortem do suicida, uma história envolvendo os vários pontos de vista dos seus protagonistas. Uma leitura fundamental para todos os que se interessam pela adolescência e pelos problemas que lhe vêm associados.
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Edição: Jan 2016
Nº Páginas: 272
Sinopse:
Esta nova edição do livro Tratados da União Europeia apresenta agora a imagem gráfica que é já habitual na Coleção Legislação. No que respeita ao conteúdo, esta obra reúne, tal como a edição anterior: • o Tratado de Lisboa e respetivos Protocolos, Anexo e Declarações; • o Tratado da União Europeia (consolidado de acordo com as alterações introduzidas pelo Tratado de Lisboa); • o Tratado sobre o Funcionamento da União Europeia (também consolidado de acordo com as alterações introduzidas pelo Tratado de Lisboa); • a Carta dos Direitos Fundamentais da União Europeia. A nova edição mantém, também, o útil índice remissivo e as já imprescindíveis atualizações online, que pode descarregar e imprimir gratuitamente, em www.portoeditora.pt/direito, até à preparação de uma nova edição. Pretendemos, assim, disponibilizar-lhe uma ferramenta atual, jovem e dinâmica, e que se mantém útil e fiável como sempre, tanto para profissionais como para estudantes de Direito Europeu, Internacional ou outros ramos do direito que necessitem da consulta das normas constantes dos Tratados da União Europeia.
Nº Páginas: 272
Sinopse:
Esta nova edição do livro Tratados da União Europeia apresenta agora a imagem gráfica que é já habitual na Coleção Legislação. No que respeita ao conteúdo, esta obra reúne, tal como a edição anterior: • o Tratado de Lisboa e respetivos Protocolos, Anexo e Declarações; • o Tratado da União Europeia (consolidado de acordo com as alterações introduzidas pelo Tratado de Lisboa); • o Tratado sobre o Funcionamento da União Europeia (também consolidado de acordo com as alterações introduzidas pelo Tratado de Lisboa); • a Carta dos Direitos Fundamentais da União Europeia. A nova edição mantém, também, o útil índice remissivo e as já imprescindíveis atualizações online, que pode descarregar e imprimir gratuitamente, em www.portoeditora.pt/direito, até à preparação de uma nova edição. Pretendemos, assim, disponibilizar-lhe uma ferramenta atual, jovem e dinâmica, e que se mantém útil e fiável como sempre, tanto para profissionais como para estudantes de Direito Europeu, Internacional ou outros ramos do direito que necessitem da consulta das normas constantes dos Tratados da União Europeia.
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Edição: Abr 2012
Nº Páginas: 224
Sinopse:
"O político em Espinosa é ainda e sempre um modo da natureza e, nessa medida, tanto o soberano como os súbditos, tanto o estado como os diversos grupos que se constituem no seu interior, afirmam a sua individualidade através da resistência a todos os que tentem subordiná-los à sua jurisdição. A actividade de cada ser constitui sempre um esforço de libertação, de redução da dependência. Não quer dizer que a única situação imaginável entre os indivíduos seja a de conflito. Os indivíduos, da mesma forma que podem entrar em guerra e, com isso, aumentar conjuntamente a impotência, podem igualmente encontrar modos de cooperação mutuamente vantajosa, não universal nem definitivamente, mas em agregados mais ou menos ocasionais, formados por situações ou desafios comuns que geram afectos igualmente comuns, de medo ou de esperança, superando assim as divergências e anulando, tendencial e provisoriamente, a instabilidade nas relações."
Nº Páginas: 224
Sinopse:
"O político em Espinosa é ainda e sempre um modo da natureza e, nessa medida, tanto o soberano como os súbditos, tanto o estado como os diversos grupos que se constituem no seu interior, afirmam a sua individualidade através da resistência a todos os que tentem subordiná-los à sua jurisdição. A actividade de cada ser constitui sempre um esforço de libertação, de redução da dependência. Não quer dizer que a única situação imaginável entre os indivíduos seja a de conflito. Os indivíduos, da mesma forma que podem entrar em guerra e, com isso, aumentar conjuntamente a impotência, podem igualmente encontrar modos de cooperação mutuamente vantajosa, não universal nem definitivamente, mas em agregados mais ou menos ocasionais, formados por situações ou desafios comuns que geram afectos igualmente comuns, de medo ou de esperança, superando assim as divergências e anulando, tendencial e provisoriamente, a instabilidade nas relações."
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Edição: Nov 2015
Nº Páginas: 176
Sinopse:
Com a mestria, o rigor e o tom vivaz e irónico a que já nos habituou, Sérgio Luís de Carvalho volta a fazer história da História de Portugal, através do fulgor e fascínio que nos inspiram os grandes traidores aqui tratados.A partir de alguns traidores - mas também de verdadeiros heróis - eis mais um delicioso périplo pela História de Portugal.
Nº Páginas: 176
Sinopse:
Com a mestria, o rigor e o tom vivaz e irónico a que já nos habituou, Sérgio Luís de Carvalho volta a fazer história da História de Portugal, através do fulgor e fascínio que nos inspiram os grandes traidores aqui tratados.A partir de alguns traidores - mas também de verdadeiros heróis - eis mais um delicioso périplo pela História de Portugal.
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Edição: Jul 2012
Nº Páginas: 204
Sinopse:
Em 1941, os ingleses temiam que Hitler, depois de subjugar a França, avançasse para a Península Ibérica. Receando essa invasão e desconfiando das intenções de Salazar, decidiram montar em Portugal uma rede clandestina que deveria destruir pontes, estradas e outras infra-estruturas para travar as tropas nazis. Com esta difícil missão, foi enviado para Lisboa um agente do SOE, o serviço de operações especiais britânico encarregue da "guerra não cavalheiresca". John Grosvenor Beevor instalou-se em Lisboa e recrutou os elementos desta rede constituída por ingleses e portugueses, entre os quais vários funcionários da empresa Shell e personalidades como o barão de Vilalva ou Cândido de Oliveira, mais tarde fundador do jornal A Bola. Mas quando Beevor decidiu convencer a Legião Portuguesa a alinhar nos seus planos, Salazar depressa reagiu. O ditador estava atento aos propósitos secretos de Londres. "Traição a Salazar" reconstitui com minúcia uma história de intrigas e conjuras, de espionagem e contra-espionagem, uma conspiração que pôs em causa a mais antiga aliança diplomática do mundo.
Nº Páginas: 204
Sinopse:
Em 1941, os ingleses temiam que Hitler, depois de subjugar a França, avançasse para a Península Ibérica. Receando essa invasão e desconfiando das intenções de Salazar, decidiram montar em Portugal uma rede clandestina que deveria destruir pontes, estradas e outras infra-estruturas para travar as tropas nazis. Com esta difícil missão, foi enviado para Lisboa um agente do SOE, o serviço de operações especiais britânico encarregue da "guerra não cavalheiresca". John Grosvenor Beevor instalou-se em Lisboa e recrutou os elementos desta rede constituída por ingleses e portugueses, entre os quais vários funcionários da empresa Shell e personalidades como o barão de Vilalva ou Cândido de Oliveira, mais tarde fundador do jornal A Bola. Mas quando Beevor decidiu convencer a Legião Portuguesa a alinhar nos seus planos, Salazar depressa reagiu. O ditador estava atento aos propósitos secretos de Londres. "Traição a Salazar" reconstitui com minúcia uma história de intrigas e conjuras, de espionagem e contra-espionagem, uma conspiração que pôs em causa a mais antiga aliança diplomática do mundo.
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Edição: Jun 2021
Nº Páginas: 336
Sinopse:
O trabalho define quem somos. Determina a nossa condição social; como, onde e com quem passamos a maior parte do tempo; influencia a nossa autoestima e até os nossos valores. Mas será que estamos programados para trabalhar tanto? Qual a razão para, numa época de abundância, trabalharmos mais do que nunca? E como seria um mundo em que o trabalho desempenhasse um papel menos importante? Para responder a estas questões, James Suzman traça a grande história do “trabalho” desde as origens da vida até ao presente, desafiando algumas das crenças mais profundas acerca de quem somos. Recorrendo à antropologia, arqueologia, biologia evolutiva, zoologia, física e economia, demonstra que, durante a maioria da história da Humanidade, os nossos antepassados trabalhavam menos e encaravam o trabalho de forma muito diferente. O nosso sentido do que é ser humano foi transformado pela transição da busca de alimentos para a produção alimentar e, mais tarde, pela migração para as cidades. Desde então, as nossas relações uns com os outros e com o meio ambiente, e até o nosso sentido da passagem do tempo, nunca mais foram os mesmos. Defendendo que estamos a meio de um período transformativo na História, Suzman demonstra como a automação poderá revolucionar a nossa relação com o trabalho e, ao fazê-lo, conduzir a um futuro mais equitativo e sustentável, para o mundo e para nós próprios.
Nº Páginas: 336
Sinopse:
O trabalho define quem somos. Determina a nossa condição social; como, onde e com quem passamos a maior parte do tempo; influencia a nossa autoestima e até os nossos valores. Mas será que estamos programados para trabalhar tanto? Qual a razão para, numa época de abundância, trabalharmos mais do que nunca? E como seria um mundo em que o trabalho desempenhasse um papel menos importante? Para responder a estas questões, James Suzman traça a grande história do “trabalho” desde as origens da vida até ao presente, desafiando algumas das crenças mais profundas acerca de quem somos. Recorrendo à antropologia, arqueologia, biologia evolutiva, zoologia, física e economia, demonstra que, durante a maioria da história da Humanidade, os nossos antepassados trabalhavam menos e encaravam o trabalho de forma muito diferente. O nosso sentido do que é ser humano foi transformado pela transição da busca de alimentos para a produção alimentar e, mais tarde, pela migração para as cidades. Desde então, as nossas relações uns com os outros e com o meio ambiente, e até o nosso sentido da passagem do tempo, nunca mais foram os mesmos. Defendendo que estamos a meio de um período transformativo na História, Suzman demonstra como a automação poderá revolucionar a nossa relação com o trabalho e, ao fazê-lo, conduzir a um futuro mais equitativo e sustentável, para o mundo e para nós próprios.
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Edição: Mai 2015
Nº Páginas: 112
Sinopse:
"Peço-vos que sonhem e planeiem um mundo diferente. Um mundo mais justo. Um mundo de homens e mulheres mais felizes, mais fiéis a si mesmos. E é assim que devemos começar: precisamos de criar as nossas filhas de uma maneira diferente. Também precisamos de criar os nossos filhos de uma maneira diferente." O que é que o feminismo significa hoje em dia? Neste ensaio pessoal - adaptado de uma conferência TED - Chimamanda Ngozi Adichie apresenta uma definição única do feminismo no século XXI. A escritora parte da sua experiência pessoal para defender a inclusão e a consciência nesta admirável exploração sobre o que significa ser mulher nos dias de hoje. Um desafio lançado a mulheres e homens, porque todos devemos ser feministas.
Nº Páginas: 112
Sinopse:
"Peço-vos que sonhem e planeiem um mundo diferente. Um mundo mais justo. Um mundo de homens e mulheres mais felizes, mais fiéis a si mesmos. E é assim que devemos começar: precisamos de criar as nossas filhas de uma maneira diferente. Também precisamos de criar os nossos filhos de uma maneira diferente." O que é que o feminismo significa hoje em dia? Neste ensaio pessoal - adaptado de uma conferência TED - Chimamanda Ngozi Adichie apresenta uma definição única do feminismo no século XXI. A escritora parte da sua experiência pessoal para defender a inclusão e a consciência nesta admirável exploração sobre o que significa ser mulher nos dias de hoje. Um desafio lançado a mulheres e homens, porque todos devemos ser feministas.
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Edição: Mai 2014
Nº Páginas: 280
Sinopse:
Com este segundo volume de "Toda a China", fecha-se o ciclo das peregrinações de António Graça de Abreu pelo velho e actual Império do Meio. Após seis anos de vida em Pequim e Xangai, entre 1977 e 1983, o autor continuou a viajar exaustivamente por todo o mundo chinês, da Manchúria às fronteiras com o Laos, da Mongólia Interior a Taiwan, de Macau ao Tibete. Todas as 22 províncias, 5 regiões autónomas, 4 municípios centrais e 2 regiões administrativas especiais, mais Taiwan, foram visitadas ao longo de trinta e sete anos de viagens e estadas na vasta China, tão grande como a Europa. Pouquíssimos estrangeiros e não muitos chineses conhecerão o mundo chinês de forma tão exaustiva: são quase quatro décadas de extraordinárias jornadas contidas em livro. António Graça de Abreu traz-nos, numa escrita descomplexada e fascinante, o testemunho das suas múltiplas vivências em viagens de terra em terra, pelas grandes cidades ou pelo infindável campo chinês, pelas montanhas sagradas do Império ou por templos budistas e taoistas perdidos nos confins da China, pela magia das terras tibetanas, por desertos inóspitos ou por luxuriantes ilhas e praias do Pacífico. É a completa imersão em todo o mundo chinês, plurifacetado e complexo, na sua história, património cultural, transformações sociais e políticas, na descoberta surpreendente de ligações com Portugal, na vida quotidiana de centenas de milhões de cidadãos tão diferentes de nós mas com um mesmo coração a bater ao compasso de um mesmo tempo. "Toda a China" é ilustrado com fotografias do autor.
Nº Páginas: 280
Sinopse:
Com este segundo volume de "Toda a China", fecha-se o ciclo das peregrinações de António Graça de Abreu pelo velho e actual Império do Meio. Após seis anos de vida em Pequim e Xangai, entre 1977 e 1983, o autor continuou a viajar exaustivamente por todo o mundo chinês, da Manchúria às fronteiras com o Laos, da Mongólia Interior a Taiwan, de Macau ao Tibete. Todas as 22 províncias, 5 regiões autónomas, 4 municípios centrais e 2 regiões administrativas especiais, mais Taiwan, foram visitadas ao longo de trinta e sete anos de viagens e estadas na vasta China, tão grande como a Europa. Pouquíssimos estrangeiros e não muitos chineses conhecerão o mundo chinês de forma tão exaustiva: são quase quatro décadas de extraordinárias jornadas contidas em livro. António Graça de Abreu traz-nos, numa escrita descomplexada e fascinante, o testemunho das suas múltiplas vivências em viagens de terra em terra, pelas grandes cidades ou pelo infindável campo chinês, pelas montanhas sagradas do Império ou por templos budistas e taoistas perdidos nos confins da China, pela magia das terras tibetanas, por desertos inóspitos ou por luxuriantes ilhas e praias do Pacífico. É a completa imersão em todo o mundo chinês, plurifacetado e complexo, na sua história, património cultural, transformações sociais e políticas, na descoberta surpreendente de ligações com Portugal, na vida quotidiana de centenas de milhões de cidadãos tão diferentes de nós mas com um mesmo coração a bater ao compasso de um mesmo tempo. "Toda a China" é ilustrado com fotografias do autor.
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Edição: Out 2013
Nº Páginas: 400
Sinopse:
"Toda a China" é o resultado das peregrinações de António Graça de Abreu pelo velho e actual Império do Meio. Todas as 23 províncias, 5 regiões autónomas, 4 municípios centrais e 2 regiões administrativas especiais, foram visitadas ao longo de trinta e seis anos de jornadas e estadias na vasta China, tão grande como a Europa. Neste primeiro volume da sua "Toda a China", António Graça de Abreu traz-nos, o testemunho das suas múltiplas vivências em viagens pelas grandes cidades ou pelo infindável campo chinês, pelas montanhas sagradas do Império ou por templos budistas e taoistas perdidos nos confins da China.
Nº Páginas: 400
Sinopse:
"Toda a China" é o resultado das peregrinações de António Graça de Abreu pelo velho e actual Império do Meio. Todas as 23 províncias, 5 regiões autónomas, 4 municípios centrais e 2 regiões administrativas especiais, foram visitadas ao longo de trinta e seis anos de jornadas e estadias na vasta China, tão grande como a Europa. Neste primeiro volume da sua "Toda a China", António Graça de Abreu traz-nos, o testemunho das suas múltiplas vivências em viagens pelas grandes cidades ou pelo infindável campo chinês, pelas montanhas sagradas do Império ou por templos budistas e taoistas perdidos nos confins da China.
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Edição: Dez 2025
Nº Páginas: 256
Sinopse:
Robert D. Kaplan, um dos mais perspicazes autores de geopolítica, analisa os grandes problemas do nosso mundo. Neste novo livro, Kaplan liga o panorama geopolítico a fenómenos sociais contemporâneos, baseando-se em obras fundamentais da filosofia, da política e da literatura, incluindo o poema que deu origem ao título da obra. Enquanto a obra de T. S. Eliot, publicada após a Primeira Guerra Mundial, abordava a rutura e o colapso da civilização, Kaplan defende que o mundo pós-Guerra Fria tem girado em torno da auto-obsessão. Uma reflexão incontornável sobre uma sociedade em crise, em que cada desastre regional ameaça tornar-se um conflito global. Um livro abrangente, provocatório e pertinente. Essencial para todos os que se preocupam com o futuro do nosso mundo.
Nº Páginas: 256
Sinopse:
Robert D. Kaplan, um dos mais perspicazes autores de geopolítica, analisa os grandes problemas do nosso mundo. Neste novo livro, Kaplan liga o panorama geopolítico a fenómenos sociais contemporâneos, baseando-se em obras fundamentais da filosofia, da política e da literatura, incluindo o poema que deu origem ao título da obra. Enquanto a obra de T. S. Eliot, publicada após a Primeira Guerra Mundial, abordava a rutura e o colapso da civilização, Kaplan defende que o mundo pós-Guerra Fria tem girado em torno da auto-obsessão. Uma reflexão incontornável sobre uma sociedade em crise, em que cada desastre regional ameaça tornar-se um conflito global. Um livro abrangente, provocatório e pertinente. Essencial para todos os que se preocupam com o futuro do nosso mundo.
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Edição: Set 2021
Nº Páginas: 432
Sinopse:
Em janeiro de 1885, a Conferência de Berlim definia as regras para dividir o continente africano e os seus recursos entre os países europeus. Apesar de essa divisão parecer inevitável, o desenho final ainda não estava definido. Nesta rigorosa investigação, Robert Harms reconstrói o processo caótico que transformou a floresta tropical do Congo na região mais brutalmente explorada de África. Protegido durante séculos por fronteiras naturais, o Congo assistiu a partir de 1870 à chegada de exploradores oriundos da Arábia, Europa e América. Pioneiros num negócio implacável e mortal que envolvia marfim, borracha e escravos, todos eles despojaram a floresta tropical dos seus recursos naturais em busca de fama, dinheiro e poder. Oferecendo descrições vívidas das caravanas de escravos, das conferências humanitárias e dos encontros diplomáticos, "Terra de Lágrimas" revela a forma como as redes mundiais de comércio, viagens e comunicação redesenharam e arruinaram o continente africano. Uma herança que ainda se sente nos nossos dias.
Nº Páginas: 432
Sinopse:
Em janeiro de 1885, a Conferência de Berlim definia as regras para dividir o continente africano e os seus recursos entre os países europeus. Apesar de essa divisão parecer inevitável, o desenho final ainda não estava definido. Nesta rigorosa investigação, Robert Harms reconstrói o processo caótico que transformou a floresta tropical do Congo na região mais brutalmente explorada de África. Protegido durante séculos por fronteiras naturais, o Congo assistiu a partir de 1870 à chegada de exploradores oriundos da Arábia, Europa e América. Pioneiros num negócio implacável e mortal que envolvia marfim, borracha e escravos, todos eles despojaram a floresta tropical dos seus recursos naturais em busca de fama, dinheiro e poder. Oferecendo descrições vívidas das caravanas de escravos, das conferências humanitárias e dos encontros diplomáticos, "Terra de Lágrimas" revela a forma como as redes mundiais de comércio, viagens e comunicação redesenharam e arruinaram o continente africano. Uma herança que ainda se sente nos nossos dias.
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Edição: Set 2020
Nº Páginas: 320
Sinopse:
De uma jornalista premiada, conselheira do primeiro-ministro britânico David Cameron, uma análise profunda de um dos maiores desafios que a população humana enfrenta atualmente. O mundo está a passar por uma mudança demográfica dramática. Pela primeira vez na história, o número de pessoas com mais de 65 anos supera o das crianças com menos de 5 anos. Mas os sistemas de saúde e de segurança social não estão a acompanhar esta realidade. Precisamos de ser mais ambiciosos. É fundamental deixar de pensar que alguém com 60 anos é "velho", na reforma antecipada como algo desejável, na demência como inevitável e em boas ideias e energia a virem apenas dos "jovens". Neste livro, a autora embarca numa viagem para ver como diferentes países estão a responder a estes desafios sem precedentes, abrindo um debate sobre como os governos, as empresas, os meios de comunicação e cada um de nós deve lidar com a segunda metade da vida. Longe de serem um fardo, os mais velhos, pela sua experiência e sabedoria, podem contribuir de forma positiva para a resolução de todos os tipos de problemas sociais. Para tal, é necessária uma mudança radical de mentalidade. Estaremos preparados para dar esse passo?
Nº Páginas: 320
Sinopse:
De uma jornalista premiada, conselheira do primeiro-ministro britânico David Cameron, uma análise profunda de um dos maiores desafios que a população humana enfrenta atualmente. O mundo está a passar por uma mudança demográfica dramática. Pela primeira vez na história, o número de pessoas com mais de 65 anos supera o das crianças com menos de 5 anos. Mas os sistemas de saúde e de segurança social não estão a acompanhar esta realidade. Precisamos de ser mais ambiciosos. É fundamental deixar de pensar que alguém com 60 anos é "velho", na reforma antecipada como algo desejável, na demência como inevitável e em boas ideias e energia a virem apenas dos "jovens". Neste livro, a autora embarca numa viagem para ver como diferentes países estão a responder a estes desafios sem precedentes, abrindo um debate sobre como os governos, as empresas, os meios de comunicação e cada um de nós deve lidar com a segunda metade da vida. Longe de serem um fardo, os mais velhos, pela sua experiência e sabedoria, podem contribuir de forma positiva para a resolução de todos os tipos de problemas sociais. Para tal, é necessária uma mudança radical de mentalidade. Estaremos preparados para dar esse passo?
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Edição: Jun 2017
Nº Páginas: 272
Sinopse:
Depois de mais de 400 crónicas na revista do "Expresso" sobre "coisas de homens", o que é que fica, o que é que sobrevive à passagem do fim de semana? Cibercondria, porno virtual. "Foodgasm", praxes, depressões masculinas, filosofia da "dick-pic", o fugidio Ponto G, Angola Democracia e Facebook, vudu do Haiti, escravos do Níger, ataques de pânico e decisões sobre se ainda se paga o jantar no primeiro encontro. Afinal, o leque temático é vasto.
Nº Páginas: 272
Sinopse:
Depois de mais de 400 crónicas na revista do "Expresso" sobre "coisas de homens", o que é que fica, o que é que sobrevive à passagem do fim de semana? Cibercondria, porno virtual. "Foodgasm", praxes, depressões masculinas, filosofia da "dick-pic", o fugidio Ponto G, Angola Democracia e Facebook, vudu do Haiti, escravos do Níger, ataques de pânico e decisões sobre se ainda se paga o jantar no primeiro encontro. Afinal, o leque temático é vasto.
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Edição: Set 2011
Nº Páginas: 256
Sinopse:
Entre Julho e Novembro de 1975, quase 200 mil portugueses interromperam abruptamente uma vida inteira passada em Angola e vieram para Portugal através de uma das maiores pontes aéreas de resgate de civis jamais implementadas. Aviões da TAP e de várias companhias estrangeiras voaram sem pausas entre Lisboa e África para trazer todos os que quisessem sair das cidades e dos confins de Angola antes da independência. O desespero dos últimos meses e o medo de morrer às mãos dos chamados movimentos de libertação levaram milhares de colonos a correr para os aeroportos à procura de um lugar nos aviões que partiam de Luanda e Nova Lisboa a toda a hora e sobrelotados, com pessoas a viajar em porões e casas de banho para aproveitar o espaço ao máximo. Comissários e assistentes de bordo trabalharam sem folgas nesses meses loucos, acompanhando homens, mulheres, crianças, famílias inteiras desamparadas e soldados à beira da morte. As tripulações, exaustas, nunca conseguiram esquecer esses dias, nem as mães que lhes pediam para ficarem com os filhos. Recuperando esse tempo de angústia e agitação, S.O.S. Angola é um livro dramático e profundamente enternecedor, que revela cada pormenor desta epopeia e evoca as tragédias pessoais de quem teve de sair de África sem nada em direcção a um país desconhecido que, ainda por cima, acabara de viver uma revolução. Para os passageiros da Ponte Aérea, o futuro não podia ser mais aterrador.
Nº Páginas: 256
Sinopse:
Entre Julho e Novembro de 1975, quase 200 mil portugueses interromperam abruptamente uma vida inteira passada em Angola e vieram para Portugal através de uma das maiores pontes aéreas de resgate de civis jamais implementadas. Aviões da TAP e de várias companhias estrangeiras voaram sem pausas entre Lisboa e África para trazer todos os que quisessem sair das cidades e dos confins de Angola antes da independência. O desespero dos últimos meses e o medo de morrer às mãos dos chamados movimentos de libertação levaram milhares de colonos a correr para os aeroportos à procura de um lugar nos aviões que partiam de Luanda e Nova Lisboa a toda a hora e sobrelotados, com pessoas a viajar em porões e casas de banho para aproveitar o espaço ao máximo. Comissários e assistentes de bordo trabalharam sem folgas nesses meses loucos, acompanhando homens, mulheres, crianças, famílias inteiras desamparadas e soldados à beira da morte. As tripulações, exaustas, nunca conseguiram esquecer esses dias, nem as mães que lhes pediam para ficarem com os filhos. Recuperando esse tempo de angústia e agitação, S.O.S. Angola é um livro dramático e profundamente enternecedor, que revela cada pormenor desta epopeia e evoca as tragédias pessoais de quem teve de sair de África sem nada em direcção a um país desconhecido que, ainda por cima, acabara de viver uma revolução. Para os passageiros da Ponte Aérea, o futuro não podia ser mais aterrador.
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Edição: Out 2020
Nº Páginas: 176
Sinopse:
A conspiração para matar Hitler de Julho de 1944 foi a tentativa desesperada por parte de altas patentes do exército alemão, liderados pelo herói de guerra Claus von Stauffenberg, de recuperar a dignidade da Alemanha e de pôr um fim à Segunda Guerra Mundial. Aquela que ficou conhecida por Operação Valquíria seria um estrondoso fracasso e acabou com a execução sumária de todos os implicados. Conheça esta extraordinária história - os intervenientes, motivações, planos, execução e razões do fracasso - escrita por Ian Kershaw, o maior especialista em Nazismo.
Nº Páginas: 176
Sinopse:
A conspiração para matar Hitler de Julho de 1944 foi a tentativa desesperada por parte de altas patentes do exército alemão, liderados pelo herói de guerra Claus von Stauffenberg, de recuperar a dignidade da Alemanha e de pôr um fim à Segunda Guerra Mundial. Aquela que ficou conhecida por Operação Valquíria seria um estrondoso fracasso e acabou com a execução sumária de todos os implicados. Conheça esta extraordinária história - os intervenientes, motivações, planos, execução e razões do fracasso - escrita por Ian Kershaw, o maior especialista em Nazismo.
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Edição: Abr 2018
Nº Páginas: 288
Sinopse:
O livro pega nos filmes do nosso tempo para reflectir sobre as grandes questões da sociedade actual. Temas de sempre como o amor, a morte e a violência; e questões específicas do nosso tempo como a cultura de celebridades, o consumismo e o poder dos media são esmiuçados com graça, engenho e originalidade por Joana Amaral Dias.
Nº Páginas: 288
Sinopse:
O livro pega nos filmes do nosso tempo para reflectir sobre as grandes questões da sociedade actual. Temas de sempre como o amor, a morte e a violência; e questões específicas do nosso tempo como a cultura de celebridades, o consumismo e o poder dos media são esmiuçados com graça, engenho e originalidade por Joana Amaral Dias.
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