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Edição: Out 2017
Nº Páginas: 472
Sinopse:
Numa altura em que se fala tanto na Revolução Russa e na Rússia actual de Putin, José Milhazes e João Domingues propõem a leitura dos excertos mais importantes dos grandes autores do pensamento geopolítico e filosófico daquele país: Lenine, Bakunine, Tolstoi, Estaline, Soljenitsin e muitos outros. Cada autor leva uma pequena biografia e retrato, um texto explicativo da importância da sua obra para a Rússia, e finalmente os textos que escreveu mais importantes. O prefácio é de Jaime Gama.
Nº Páginas: 472
Sinopse:
Numa altura em que se fala tanto na Revolução Russa e na Rússia actual de Putin, José Milhazes e João Domingues propõem a leitura dos excertos mais importantes dos grandes autores do pensamento geopolítico e filosófico daquele país: Lenine, Bakunine, Tolstoi, Estaline, Soljenitsin e muitos outros. Cada autor leva uma pequena biografia e retrato, um texto explicativo da importância da sua obra para a Rússia, e finalmente os textos que escreveu mais importantes. O prefácio é de Jaime Gama.
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Edição: Mai 2016
Nº Páginas: 224
Sinopse:
Uma história que faltava contar sobre Angola após a descolonização: a perspetiva de quem acompanhou os bastidores das conversações de paz, as manobras políticas que determinavam os avanços e recuos da guerra, os pactos e os interesses que manobraram a vida de um povo.Um livro que resgata do esquecimento as histórias da vaga de refugiados portugueses que viraram costas a Portugal e a quem Portugal virou por sua vez costas. Inclui 32 páginas com fotografias inéditas.
Nº Páginas: 224
Sinopse:
Uma história que faltava contar sobre Angola após a descolonização: a perspetiva de quem acompanhou os bastidores das conversações de paz, as manobras políticas que determinavam os avanços e recuos da guerra, os pactos e os interesses que manobraram a vida de um povo.Um livro que resgata do esquecimento as histórias da vaga de refugiados portugueses que viraram costas a Portugal e a quem Portugal virou por sua vez costas. Inclui 32 páginas com fotografias inéditas.
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Edição: Out 2016
Nº Páginas: 160
Sinopse:
A liberdade de expressão é essencial para um regime livre e democrático. Posição defendida por grandes nomes da filosofia, como Norberto Bobbio, John Stuart Mill ou Habermas, e pelo actual sistema de defesa e protecção internacional dos direitos Humanos, de que Angola é signatária. Mas a defesa teórica e formal deste princípio não impede a sua destruição por Estados autoritários. É necessário estar atento. Domingos da Cruz comprova a censura e violação sistemáticas da liberdade política em Angola. Esta é uma investigação fundamentada e honesta sobre um país e um regime com conhecidas ligações a Portugal. Fruto de uma tese louvada pela academia, analisa em profundidade os ataques à liberdade de expressão, perpetrados pelo regime angolano. Possivelmente, este ensaio foi mais uma acha para a fogueira que condenou o autor a oito anos de cadeia. Inclui-se uma lista impressionante de histórias verídicas de ataques a jornalistas e activistas dos direitos Humanos, que, algumas vezes, acabaram em assassínio.
Nº Páginas: 160
Sinopse:
A liberdade de expressão é essencial para um regime livre e democrático. Posição defendida por grandes nomes da filosofia, como Norberto Bobbio, John Stuart Mill ou Habermas, e pelo actual sistema de defesa e protecção internacional dos direitos Humanos, de que Angola é signatária. Mas a defesa teórica e formal deste princípio não impede a sua destruição por Estados autoritários. É necessário estar atento. Domingos da Cruz comprova a censura e violação sistemáticas da liberdade política em Angola. Esta é uma investigação fundamentada e honesta sobre um país e um regime com conhecidas ligações a Portugal. Fruto de uma tese louvada pela academia, analisa em profundidade os ataques à liberdade de expressão, perpetrados pelo regime angolano. Possivelmente, este ensaio foi mais uma acha para a fogueira que condenou o autor a oito anos de cadeia. Inclui-se uma lista impressionante de histórias verídicas de ataques a jornalistas e activistas dos direitos Humanos, que, algumas vezes, acabaram em assassínio.
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Edição: Jan 2011
Nº Páginas: 279
Sinopse:
O "Custo" humano e económico da Guerra Colonial foi um grande fardo para o país. No plano económico, os gastos representaram cerca de 40% das despesas do Estado, tendo a economia portuguesa entrado num regime deficitário. No plano humano, a guerra trouxe não poucos sofrimentos, com mortos, feridos e estropiados não só do lado português, mas também e sobretudo do lado dos angolanos, guineenses e moçambicanos. E os ódios, acumulados durante os anos de dominação colonial, tornaram-se ainda mais profundos com a guerra, dificultando o processo de descolonização.
Nº Páginas: 279
Sinopse:
O "Custo" humano e económico da Guerra Colonial foi um grande fardo para o país. No plano económico, os gastos representaram cerca de 40% das despesas do Estado, tendo a economia portuguesa entrado num regime deficitário. No plano humano, a guerra trouxe não poucos sofrimentos, com mortos, feridos e estropiados não só do lado português, mas também e sobretudo do lado dos angolanos, guineenses e moçambicanos. E os ódios, acumulados durante os anos de dominação colonial, tornaram-se ainda mais profundos com a guerra, dificultando o processo de descolonização.
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Edição: Jul 2017
Nº Páginas: 480
Sinopse:
Este livro conta uma história que se passou há mais de 40 anos. Entre 1975 e 1976, o essencial do Alentejo agrário produtivo mudou de mãos. Mais de um milhão de hectares e explorações agrícolas foram ocupados pelos trabalhadores organizados em sindicatos e unidades colectivas de produção. Tudo se passou sob a orientação do Partido Comunista Português, com o apoio das unidades militares da região, do governo, dos funcionários do Ministério da Agricultura e de outros grupos políticos de menor importância. Foi um processo revolucionário rápido que usou de intimidação e terror, mas não, graças à presença das forças armadas, de violência física.
Nº Páginas: 480
Sinopse:
Este livro conta uma história que se passou há mais de 40 anos. Entre 1975 e 1976, o essencial do Alentejo agrário produtivo mudou de mãos. Mais de um milhão de hectares e explorações agrícolas foram ocupados pelos trabalhadores organizados em sindicatos e unidades colectivas de produção. Tudo se passou sob a orientação do Partido Comunista Português, com o apoio das unidades militares da região, do governo, dos funcionários do Ministério da Agricultura e de outros grupos políticos de menor importância. Foi um processo revolucionário rápido que usou de intimidação e terror, mas não, graças à presença das forças armadas, de violência física.
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Edição: Jan 2011
Nº Páginas: 384
Sinopse:
Narra todos os pormenores de uma história real e apaixonante: a 23 de Fevereiro de 1981 o exército espanhol ocupou pelas armas o Congresso dos Deputados para impor um governo militar. Havia apenas seis anos que Franco tinha morrido e que Espanha entrara num titubeante processo de transição democrática. As câmaras de televisão gravaram durante meia-hora o assalto ao Congresso. As imagens revelam como todos os congressistas se atiraram para o chão assustados com as balas dos fuzis, à excepção de um, o presidente, Adolfo Suárez, que se manteve erguido na sua cadeira. A partir desse gesto, Cercas leva a cabo uma lúcida e reveladora anatomia desse instante, que encerra todos os matizes de um golpe de Estado que pode mudar a história de um país.
Nº Páginas: 384
Sinopse:
Narra todos os pormenores de uma história real e apaixonante: a 23 de Fevereiro de 1981 o exército espanhol ocupou pelas armas o Congresso dos Deputados para impor um governo militar. Havia apenas seis anos que Franco tinha morrido e que Espanha entrara num titubeante processo de transição democrática. As câmaras de televisão gravaram durante meia-hora o assalto ao Congresso. As imagens revelam como todos os congressistas se atiraram para o chão assustados com as balas dos fuzis, à excepção de um, o presidente, Adolfo Suárez, que se manteve erguido na sua cadeira. A partir desse gesto, Cercas leva a cabo uma lúcida e reveladora anatomia desse instante, que encerra todos os matizes de um golpe de Estado que pode mudar a história de um país.
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Edição: Out 2015
Nº Páginas: 232
Sinopse:
Entre 1934 e 1943, um casal de namorados, Alfredo e Maria de Lourdes, escreveu mais de seiscentas cartas, recentemente encontradas no lixo. Ela era costureira, ele, empregado de escritório. Apesar de namorarem e depois casarem, passam muito pouco tempo juntos, encontrando nas cartas uma forma de comunicar. Ela escreve com muitos erros de ortografia, ele escreve melhor. Falam dos seus encontros e desencontros, da vida comum de pessoas comuns, do muito cinema que vêem, dos poucos livros que lêem, das festas a que vão. Fora do seu pequeno mundo, o que acontece pouco lhes interessa. Falam também da "embriaguez", ou seja, do sexo, sobre o qual ele sabe demais e ela parece saber de menos. Não há nada de excepcional nas suas vidas e nas suas cartas, salvo constituírem um testemunho único e real da vida dos portugueses comuns. Também por isso, quando se começa a ler estas cartas, não se consegue parar.
Nº Páginas: 232
Sinopse:
Entre 1934 e 1943, um casal de namorados, Alfredo e Maria de Lourdes, escreveu mais de seiscentas cartas, recentemente encontradas no lixo. Ela era costureira, ele, empregado de escritório. Apesar de namorarem e depois casarem, passam muito pouco tempo juntos, encontrando nas cartas uma forma de comunicar. Ela escreve com muitos erros de ortografia, ele escreve melhor. Falam dos seus encontros e desencontros, da vida comum de pessoas comuns, do muito cinema que vêem, dos poucos livros que lêem, das festas a que vão. Fora do seu pequeno mundo, o que acontece pouco lhes interessa. Falam também da "embriaguez", ou seja, do sexo, sobre o qual ele sabe demais e ela parece saber de menos. Não há nada de excepcional nas suas vidas e nas suas cartas, salvo constituírem um testemunho único e real da vida dos portugueses comuns. Também por isso, quando se começa a ler estas cartas, não se consegue parar.
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Edição: Out 2019
Nº Páginas: 136
Sinopse:
A Terra vive um período de alterações climáticas e de aquecimento global. Sabemos que o comportamento humano e as emissões de CO2 associadas contribuem para esse aquecimento. Mas tanto as alterações climáticas como a sua solução foram ampla e excessivamente simplificadas. De uma forma precoce, uma hipótese passou a teoria dominante, proibindo outras hipóteses e enviesando a investigação científica. Com clareza e frontalidade, uma cientista opõe-se ao actual consenso, que considera desvirtuar o método científico e ser determinado por razões políticas. São muitas as incertezas relativas às interacções gravitacionais e magnéticas do sistema solar, aos vulcões subaquáticos, às oscilações oceânicas a longo prazo e, por isso, este é um livro que nos alerta para o perigo de agirmos sem conhecimento: não resolveremos as alterações climáticas e podemos provocar uma catástrofe humana, gerando atraso, pobreza e morte. Judith A. Curry é climatologista e está na linha da frente do movimento climático céptico. Há 40 anos que a sua investigação incide em furacões, detecção remota, modelação atmosférica, climas polares e interacção ar-mar.
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Sinopse:
A Terra vive um período de alterações climáticas e de aquecimento global. Sabemos que o comportamento humano e as emissões de CO2 associadas contribuem para esse aquecimento. Mas tanto as alterações climáticas como a sua solução foram ampla e excessivamente simplificadas. De uma forma precoce, uma hipótese passou a teoria dominante, proibindo outras hipóteses e enviesando a investigação científica. Com clareza e frontalidade, uma cientista opõe-se ao actual consenso, que considera desvirtuar o método científico e ser determinado por razões políticas. São muitas as incertezas relativas às interacções gravitacionais e magnéticas do sistema solar, aos vulcões subaquáticos, às oscilações oceânicas a longo prazo e, por isso, este é um livro que nos alerta para o perigo de agirmos sem conhecimento: não resolveremos as alterações climáticas e podemos provocar uma catástrofe humana, gerando atraso, pobreza e morte. Judith A. Curry é climatologista e está na linha da frente do movimento climático céptico. Há 40 anos que a sua investigação incide em furacões, detecção remota, modelação atmosférica, climas polares e interacção ar-mar.
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Edição: Out 2020
Nº Páginas: 240
Sinopse:
Viaje no tempo e descubra os momentos e as figuras que marcaram a História de Portugal em cada mês do ano. De Janeiro a Dezembro, o professor José Martinho Gaspar revela a origem do mês correspondente e apresenta secções informativas e curiosas relacionadas com o respectivo mês: - Este dia na História - Neste mês nasceu… - Nunca mais fomos os mesmos - A figura do mês - A batalha do mês - O acordo - Cultura | Sociedade - Curiosidade - Dos fracos não reza a História.
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Sinopse:
Viaje no tempo e descubra os momentos e as figuras que marcaram a História de Portugal em cada mês do ano. De Janeiro a Dezembro, o professor José Martinho Gaspar revela a origem do mês correspondente e apresenta secções informativas e curiosas relacionadas com o respectivo mês: - Este dia na História - Neste mês nasceu… - Nunca mais fomos os mesmos - A figura do mês - A batalha do mês - O acordo - Cultura | Sociedade - Curiosidade - Dos fracos não reza a História.
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Edição: Fev 2023
Nº Páginas: 256
Sinopse:
Mais de dez anos depois de "Caderno Afegão", de Alexandra Lucas Coelho, a Colecção de Literatura de Viagens volta a apresentar a estreia em livro de uma grande repórter portuguesa. A 23 de Fevereiro de 2022, um dia antes do início oficial da guerra na Ucrânia, Ana França, jornalista, estava de férias em Trieste. E é nesse dia, o último antes de o mundo mudar irremediavelmente, que começa este livro. A 26 de Fevereiro já a repórter chegava a Lviv, iniciando assim o primeiro período de cerca de um mês que viveu numa Ucrânia em guerra, com dois regressos posteriores, completando um arco temporal até 5 de Maio a trabalhar no terreno, a conversar com as pessoas, seguindo de lugar em lugar — Lviv, Bucha, Irpin, Kyiv, Mykolaiv e muitos outros — para contar o que via através de uma sequência de reportagens feitas para o Expresso, que agora se transformam em livro e testemunho vivo de uma guerra ainda em curso.
Nº Páginas: 256
Sinopse:
Mais de dez anos depois de "Caderno Afegão", de Alexandra Lucas Coelho, a Colecção de Literatura de Viagens volta a apresentar a estreia em livro de uma grande repórter portuguesa. A 23 de Fevereiro de 2022, um dia antes do início oficial da guerra na Ucrânia, Ana França, jornalista, estava de férias em Trieste. E é nesse dia, o último antes de o mundo mudar irremediavelmente, que começa este livro. A 26 de Fevereiro já a repórter chegava a Lviv, iniciando assim o primeiro período de cerca de um mês que viveu numa Ucrânia em guerra, com dois regressos posteriores, completando um arco temporal até 5 de Maio a trabalhar no terreno, a conversar com as pessoas, seguindo de lugar em lugar — Lviv, Bucha, Irpin, Kyiv, Mykolaiv e muitos outros — para contar o que via através de uma sequência de reportagens feitas para o Expresso, que agora se transformam em livro e testemunho vivo de uma guerra ainda em curso.
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Edição: Out 2025
Nº Páginas: 448
Sinopse:
Neste livro, Adolfo Mesquita Nunes mostra que a Inteligência Artificial não é apenas uma inovação tecnológica, mas um dos maiores desafios à sobrevivência das democracias liberais. "Algoritmocracia" é um alerta e um manifesto. A IA já molda o nosso quotidiano: organiza o que vemos, condiciona o que pensamos, influencia as nossas escolhas. É útil, mas também está a alterar o espaço político, amplificando populismos, radicalizando discursos e fragilizando a confiança nas instituições. O livro explica que a verdade partilhada é o ponto de partida da vida em comum e mostra como a IA está a corroer essa base, mudando a nossa relação com os factos e com a realidade. Mais do que um diagnóstico, lança um debate e propõe caminhos para defender a liberdade de pensamento e a vitalidade da democracia liberal. Depois de "A Grande Escolha - Mundo global ou países fechados" (2020), Adolfo Mesquita Nunes regressa com uma reflexão incisiva e urgente sobre o poder imenso dos algoritmos na política - um poder que já governa parte da nossa vida, sem nunca ter sido eleito.
Nº Páginas: 448
Sinopse:
Neste livro, Adolfo Mesquita Nunes mostra que a Inteligência Artificial não é apenas uma inovação tecnológica, mas um dos maiores desafios à sobrevivência das democracias liberais. "Algoritmocracia" é um alerta e um manifesto. A IA já molda o nosso quotidiano: organiza o que vemos, condiciona o que pensamos, influencia as nossas escolhas. É útil, mas também está a alterar o espaço político, amplificando populismos, radicalizando discursos e fragilizando a confiança nas instituições. O livro explica que a verdade partilhada é o ponto de partida da vida em comum e mostra como a IA está a corroer essa base, mudando a nossa relação com os factos e com a realidade. Mais do que um diagnóstico, lança um debate e propõe caminhos para defender a liberdade de pensamento e a vitalidade da democracia liberal. Depois de "A Grande Escolha - Mundo global ou países fechados" (2020), Adolfo Mesquita Nunes regressa com uma reflexão incisiva e urgente sobre o poder imenso dos algoritmos na política - um poder que já governa parte da nossa vida, sem nunca ter sido eleito.
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Edição: Out 2021
Nº Páginas: 360
Sinopse:
A Ahnenerbe, ou Sociedade para a Investigação e Ensino da Herança Ancestral Alemã, foi um departamento das SS criado por Himmler (e disputado por Goebbels) com três objetivos: pesquisar o alcance territorial do espírito da "raça germânica", investigar e recuperar as tradições alemãs e difundir a cultura tradicional alemã entre a povoação. Na verdade, sob a capa da Antropologia, da Arqueologia e da Medicina, escondia-se uma ferramenta de propagação da política racial do Terceiro Reich, que combinava ocultismo, pseudociência e ideologia e procurava reunir evidências (ou falsificá-las) que fundamentassem a ideologia nacional-socialista e justificassem as Leis de Nuremberga. Neste livro, Eric Frattini explica o que foi a Ahnenerbe, por que foi fundada e como foi possível o patrocínio científico de um misticismo conspiratório, paranoico e racista no qual participaram mentes tão torpes quanto inteligentes.
Nº Páginas: 360
Sinopse:
A Ahnenerbe, ou Sociedade para a Investigação e Ensino da Herança Ancestral Alemã, foi um departamento das SS criado por Himmler (e disputado por Goebbels) com três objetivos: pesquisar o alcance territorial do espírito da "raça germânica", investigar e recuperar as tradições alemãs e difundir a cultura tradicional alemã entre a povoação. Na verdade, sob a capa da Antropologia, da Arqueologia e da Medicina, escondia-se uma ferramenta de propagação da política racial do Terceiro Reich, que combinava ocultismo, pseudociência e ideologia e procurava reunir evidências (ou falsificá-las) que fundamentassem a ideologia nacional-socialista e justificassem as Leis de Nuremberga. Neste livro, Eric Frattini explica o que foi a Ahnenerbe, por que foi fundada e como foi possível o patrocínio científico de um misticismo conspiratório, paranoico e racista no qual participaram mentes tão torpes quanto inteligentes.
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Edição: Nov 2023
Nº Páginas: 664
Sinopse:
Seis memórias do último milénio, mais um epílogo: esta é a caixa com a colecção completa de Agora, Agora e mais Agora O agora, agora e mais agora de vários passados sucessivos talvez ajude a iluminar melhor o presente (e o futuro?) do que saturarmo-nos de tudo aquilo que nos acontece hoje. Esta colecção de livros, que foi também um podcast, recupera seis memórias do último milénio — uma história alternativa da modernidade, e dos conceitos que confluíram na noção de dignidade e direitos humanos, através dos agoras dos nossos antepassados. Lista de volumes: 1. Prospeto & Memória Primeira: Do fanatismo 2. Memória Segunda: Da polarização 3. Memória Terceira: Da globalização 4. Memória Quarta: Da emancipação 5. Memória Quinta: Do ódio 6. Memória Sexta: A pergunta 7. Epílogo: Figos e filosofia
Nº Páginas: 664
Sinopse:
Seis memórias do último milénio, mais um epílogo: esta é a caixa com a colecção completa de Agora, Agora e mais Agora O agora, agora e mais agora de vários passados sucessivos talvez ajude a iluminar melhor o presente (e o futuro?) do que saturarmo-nos de tudo aquilo que nos acontece hoje. Esta colecção de livros, que foi também um podcast, recupera seis memórias do último milénio — uma história alternativa da modernidade, e dos conceitos que confluíram na noção de dignidade e direitos humanos, através dos agoras dos nossos antepassados. Lista de volumes: 1. Prospeto & Memória Primeira: Do fanatismo 2. Memória Segunda: Da polarização 3. Memória Terceira: Da globalização 4. Memória Quarta: Da emancipação 5. Memória Quinta: Do ódio 6. Memória Sexta: A pergunta 7. Epílogo: Figos e filosofia
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Edição: Mai 2016
Nº Páginas: 376
Sinopse:
Corte, cruzada e império "Afonso de Albuquerque é uma das personalidades históricas mais afamadas em Portugal, mercê da atração multissecular que foi capaz de gerar. Por um lado, há o papel fulcral por ele desempenhado no estabelecimento da presença portuguesa na Ásia, nos alvores da era quinhentista, e, por outro, a riqueza e a densidade psicológicas que lhe assistiam. Com efeito, Albuquerque surge ligado à matéria dos Descobrimentos e das subsequentes dinâmicas de expansão levadas a cabo pelos portugueses além-mar, a qual se reveste de importância intrínseca e insofismável, tanto no contexto da história nacional como no da história global."
Nº Páginas: 376
Sinopse:
Corte, cruzada e império "Afonso de Albuquerque é uma das personalidades históricas mais afamadas em Portugal, mercê da atração multissecular que foi capaz de gerar. Por um lado, há o papel fulcral por ele desempenhado no estabelecimento da presença portuguesa na Ásia, nos alvores da era quinhentista, e, por outro, a riqueza e a densidade psicológicas que lhe assistiam. Com efeito, Albuquerque surge ligado à matéria dos Descobrimentos e das subsequentes dinâmicas de expansão levadas a cabo pelos portugueses além-mar, a qual se reveste de importância intrínseca e insofismável, tanto no contexto da história nacional como no da história global."
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Edição: Fev 2022
Nº Páginas: 228
Sinopse:
Em outubro de 2019 teve lugar em Nova Iorque o Evento 201, um encontro do mais alto nível no qual compareceram as principais agências globalistas. Aí, simulou-se a irrupção de uma pandemia que se espalharia por todo o mundo devido a um novo coronavírus particularmente contagioso baseado no SARS e que, procedente de um morcego, passava para os humanos através de um animal intermediário. A hipótese incluía a ausência de vacina durante o primeiro ano. As consequências sociais e económicas da pandemia revelavam-se devastadoras. Três meses depois, a OMS, apoiada pelos interesses privados de Bill Gates e das farmacêuticas, declarou a pandemia de covid-19. Desde então fomos confinados, embuçados e vacinados. Os ataques à liberdade foram ferozes, as redes sociais fecharam milhares de contas, verificadoras imbuídas de ideologia determinam o que é verdade e o que é mentira, Donald Trump foi expulso da presidência dos Estados Unidos e a Agenda 2030 antecipa-nos que deixaremos de comer carne e de viajar de avião. O mundo precipita-se para uma crise da qual não se vê saída enquanto a China e as farmacêuticas obtêm lucros fabulosos impondo a vacinação geral, inclusive às crianças e aos animais de estimação. A imigração ilegal dispara mas limita-se drasticamente a circulação legal das pessoas. Tudo isto é produto das políticas das elites. O que está a acontecer? E, sobretudo, qual é o futuro que as elites projetaram para nós?
Nº Páginas: 228
Sinopse:
Em outubro de 2019 teve lugar em Nova Iorque o Evento 201, um encontro do mais alto nível no qual compareceram as principais agências globalistas. Aí, simulou-se a irrupção de uma pandemia que se espalharia por todo o mundo devido a um novo coronavírus particularmente contagioso baseado no SARS e que, procedente de um morcego, passava para os humanos através de um animal intermediário. A hipótese incluía a ausência de vacina durante o primeiro ano. As consequências sociais e económicas da pandemia revelavam-se devastadoras. Três meses depois, a OMS, apoiada pelos interesses privados de Bill Gates e das farmacêuticas, declarou a pandemia de covid-19. Desde então fomos confinados, embuçados e vacinados. Os ataques à liberdade foram ferozes, as redes sociais fecharam milhares de contas, verificadoras imbuídas de ideologia determinam o que é verdade e o que é mentira, Donald Trump foi expulso da presidência dos Estados Unidos e a Agenda 2030 antecipa-nos que deixaremos de comer carne e de viajar de avião. O mundo precipita-se para uma crise da qual não se vê saída enquanto a China e as farmacêuticas obtêm lucros fabulosos impondo a vacinação geral, inclusive às crianças e aos animais de estimação. A imigração ilegal dispara mas limita-se drasticamente a circulação legal das pessoas. Tudo isto é produto das políticas das elites. O que está a acontecer? E, sobretudo, qual é o futuro que as elites projetaram para nós?
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Edição: Ago 2010
Nº Páginas: 112
Sinopse:
" (…) reconheçamos que Nuno Júdice escreve coisas sensatas neste pequeno manual de título poudiano, e que cita os mestres da matéria, de Eliot a Bloom. A crítica, diz Júdice, não é uma reacção imediata a um objecto, nem uma elaboração teórica, mas a leitura inteligente de um texto." Pedro Mexia, Público
Nº Páginas: 112
Sinopse:
" (…) reconheçamos que Nuno Júdice escreve coisas sensatas neste pequeno manual de título poudiano, e que cita os mestres da matéria, de Eliot a Bloom. A crítica, diz Júdice, não é uma reacção imediata a um objecto, nem uma elaboração teórica, mas a leitura inteligente de um texto." Pedro Mexia, Público
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Edição: Fev 2018
Nº Páginas: 232
Sinopse:
Novos movimentos identitários, Radicalismos, linchamentos virtuais e redes sociais: Francisco Bosco analisa o novo espaço público em que vivemos. A luta política tem vindo a radicalizar-se. O debate público ganhou novas vozes, como os movimentos negros ou feministas, e tomou as redes sociais, numa democratização que, ao contrário do que seria de esperar, está a criar um ambiente marcado pela estridência e pela intolerância. Em A Vítima Tem Sempre Razão?, Francisco Bosco, um dos mais brilhantes e argutos pensadores do Brasil actual, analisa este preocupante panorama a que chegámos, provocando ele próprio reacções extremadas, e apresentando outras polémicas muito recentes, como por exemplo: — Os blocos de samba no Rio de Janeiro e em São Paulo que, em 2017, deixaram de tocar grandes clássicos da música brasileira ("Olha a cabeleira do Zézé") por serem considerados preconceituosos; — A mulher branca que foi confrontada por usar um turbante, acusada de apropriação cultural; — Um vídeo de Mallu Magalhães, atacado por fazer uma representação sexualizada dos negros que dançam ao som da música.
Nº Páginas: 232
Sinopse:
Novos movimentos identitários, Radicalismos, linchamentos virtuais e redes sociais: Francisco Bosco analisa o novo espaço público em que vivemos. A luta política tem vindo a radicalizar-se. O debate público ganhou novas vozes, como os movimentos negros ou feministas, e tomou as redes sociais, numa democratização que, ao contrário do que seria de esperar, está a criar um ambiente marcado pela estridência e pela intolerância. Em A Vítima Tem Sempre Razão?, Francisco Bosco, um dos mais brilhantes e argutos pensadores do Brasil actual, analisa este preocupante panorama a que chegámos, provocando ele próprio reacções extremadas, e apresentando outras polémicas muito recentes, como por exemplo: — Os blocos de samba no Rio de Janeiro e em São Paulo que, em 2017, deixaram de tocar grandes clássicos da música brasileira ("Olha a cabeleira do Zézé") por serem considerados preconceituosos; — A mulher branca que foi confrontada por usar um turbante, acusada de apropriação cultural; — Um vídeo de Mallu Magalhães, atacado por fazer uma representação sexualizada dos negros que dançam ao som da música.
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Edição: Mai 2016
Nº Páginas: 224
Sinopse:
Esta é uma obra fundamental, que revela a ostentação e a celebração vividas no regime autoritário do Estado Novo.Com o final da Segunda Guerra Mundial, Portugal conheceu um crescimento económico invulgar, contexto no qual se potenciou o poder e a riqueza dos mais influentes grupos económico-financeiros da ditadura, protegidos pelo regime salazarista. Nesses anos, era luxuosa, mas discreta, a vida dos membros das elites. Preservava-se a tradição familiar e investia-se fortemente na educação, num contraste evidente em relação às condições de vida da esmagadora maioria da população. Apesar das transformações sociais geradas pelo 25 de abril, estas famílias mantêm hoje a sua influência económica e política, sendo ainda das mais ricas do país.Com recurso a depoimentos inéditos, Conceição Queiroz, jornalista premiada e pivot dos noticiários da TVI24, desmonta neste livro os sentidos das principais práticas sociais que unem os elementos das elites portuguesas no período de 1945-1968. São exemplos as idas ao Teatro Nacional de São Carlos para a ópera e para o ballet, as caçadas, o hipismo, o golfe e o ténis, os passeios de iate, as idas à neve, os encontros no Hotel Ritz, na Parada de Cascais e no Turf Club, as viagens intercontinentais ou as sofisticadas festas.Com base na investigação que realizou para a sua tese de mestrado em História Moderna e Contemporânea, a autora revela como as festas das elites eram meros pretextos para que "as grandes famílias" pudessem circular pelos mesmos espaços e a manter interesses em comum, que passavam de geração, em plena ditadura.
Nº Páginas: 224
Sinopse:
Esta é uma obra fundamental, que revela a ostentação e a celebração vividas no regime autoritário do Estado Novo.Com o final da Segunda Guerra Mundial, Portugal conheceu um crescimento económico invulgar, contexto no qual se potenciou o poder e a riqueza dos mais influentes grupos económico-financeiros da ditadura, protegidos pelo regime salazarista. Nesses anos, era luxuosa, mas discreta, a vida dos membros das elites. Preservava-se a tradição familiar e investia-se fortemente na educação, num contraste evidente em relação às condições de vida da esmagadora maioria da população. Apesar das transformações sociais geradas pelo 25 de abril, estas famílias mantêm hoje a sua influência económica e política, sendo ainda das mais ricas do país.Com recurso a depoimentos inéditos, Conceição Queiroz, jornalista premiada e pivot dos noticiários da TVI24, desmonta neste livro os sentidos das principais práticas sociais que unem os elementos das elites portuguesas no período de 1945-1968. São exemplos as idas ao Teatro Nacional de São Carlos para a ópera e para o ballet, as caçadas, o hipismo, o golfe e o ténis, os passeios de iate, as idas à neve, os encontros no Hotel Ritz, na Parada de Cascais e no Turf Club, as viagens intercontinentais ou as sofisticadas festas.Com base na investigação que realizou para a sua tese de mestrado em História Moderna e Contemporânea, a autora revela como as festas das elites eram meros pretextos para que "as grandes famílias" pudessem circular pelos mesmos espaços e a manter interesses em comum, que passavam de geração, em plena ditadura.
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Edição: Jan 2020
Nº Páginas: 168
Sinopse:
A corte, o espaço referencial do sistema monárquico, constituía uma estrutura multifacetada de caráter político e social onde o soberano, coadjuvado pelo aparelho governativo, traçava os destinos do reino, e na qual a família real e o seu séquito desfrutavam de um quotidiano festivo e de esplendor, não raramente ensombrado pela conspiração e pela intriga. O rei, centro do poder curial, afirmava a sua majestade pela sumptuosidade dos palácios, pela ritualização dos banquetes e pela exuberância das indumentárias. A celebração dos eventos relevantes do "ciclo humano da família real" proporcionava momentos estratégicos de afirmação de poder e de visibilidade da corte. Casamentos, aclamações e funerais constituíam pretexto para aparatosas encenações, que traziam para a praça pública os rituais e a etiqueta da corte, com o objetivo de exaltar a figura do rei e suscitar a admiração dos súbditos. Este é um percurso histórico de 760 anos da corte portuguesa, que revela os hábitos do dia a dia, as indumentárias e a exuberância dos banquetes dos nossos reis e rainhas.
Nº Páginas: 168
Sinopse:
A corte, o espaço referencial do sistema monárquico, constituía uma estrutura multifacetada de caráter político e social onde o soberano, coadjuvado pelo aparelho governativo, traçava os destinos do reino, e na qual a família real e o seu séquito desfrutavam de um quotidiano festivo e de esplendor, não raramente ensombrado pela conspiração e pela intriga. O rei, centro do poder curial, afirmava a sua majestade pela sumptuosidade dos palácios, pela ritualização dos banquetes e pela exuberância das indumentárias. A celebração dos eventos relevantes do "ciclo humano da família real" proporcionava momentos estratégicos de afirmação de poder e de visibilidade da corte. Casamentos, aclamações e funerais constituíam pretexto para aparatosas encenações, que traziam para a praça pública os rituais e a etiqueta da corte, com o objetivo de exaltar a figura do rei e suscitar a admiração dos súbditos. Este é um percurso histórico de 760 anos da corte portuguesa, que revela os hábitos do dia a dia, as indumentárias e a exuberância dos banquetes dos nossos reis e rainhas.
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Edição: Jul 2020
Nº Páginas: 280
Sinopse:
José Nogueira teria doze ou treze anos quando trocou as margens do Douro por um convés de navio. Como milhares de outros portugueses atirou-se ao Atlântico para fugir à miséria daqueles meados do século XIX que ainda havia de sangrar muitas outras gerações. Fez-se marinheiro nos oceanos, homem nas ruas do Rio de Janeiro, caçador de lobos-marinhos no Pacífico Sul. Teria dezanove ou vinte anos quando decidiu lançar amarras numa terra gelada e varrida por ventos do diabo, sem serventia que se visse. Essa terra era Punta Arenas, para lá do paralelo 53 Sul, na margem norte do estreito que já levava o nome de outro português, o de Magalhães. Foi nesta desolada terra de aventureiros, desterrados, índios, caçadores, deserdados e imigrantes, um território de fronteira que já somava tragédias, que "o Português" construiu casa e fortuna e se tornou "Don José". Esta não é uma história baseada em factos reais. Esta é a história da vida de José Nogueira, marinheiro e terratenente. E é quase toda verdadeira. "Depois de Fernão de Magalhães e da dúzia de compatriotas que levou com ele na pequena frota de cinco naus que desceu o Guadalquivir para dar a volta ao mundo, outros navegantes portugueses chegariam ao estreito […]. Séculos mais tarde chegariam outros. Um deles, o primeiro a assentar arraiais no estreito seria um marinheiro, também ele com oito anos de vida nómada num convés de navio. Não era nenhum Magalhães, nem nenhum Gama, Dias ou Cabral […]. Mas vá-se lá saber o que molda as escolhas de um homem. Ele era um simples marinheiro, nem melhor nem pior do que qualquer outro, e talvez tivesse apenas chegado o momento de procurar um rumo com menos balanço e sob o seu próprio comando." Do Prólogo
Nº Páginas: 280
Sinopse:
José Nogueira teria doze ou treze anos quando trocou as margens do Douro por um convés de navio. Como milhares de outros portugueses atirou-se ao Atlântico para fugir à miséria daqueles meados do século XIX que ainda havia de sangrar muitas outras gerações. Fez-se marinheiro nos oceanos, homem nas ruas do Rio de Janeiro, caçador de lobos-marinhos no Pacífico Sul. Teria dezanove ou vinte anos quando decidiu lançar amarras numa terra gelada e varrida por ventos do diabo, sem serventia que se visse. Essa terra era Punta Arenas, para lá do paralelo 53 Sul, na margem norte do estreito que já levava o nome de outro português, o de Magalhães. Foi nesta desolada terra de aventureiros, desterrados, índios, caçadores, deserdados e imigrantes, um território de fronteira que já somava tragédias, que "o Português" construiu casa e fortuna e se tornou "Don José". Esta não é uma história baseada em factos reais. Esta é a história da vida de José Nogueira, marinheiro e terratenente. E é quase toda verdadeira. "Depois de Fernão de Magalhães e da dúzia de compatriotas que levou com ele na pequena frota de cinco naus que desceu o Guadalquivir para dar a volta ao mundo, outros navegantes portugueses chegariam ao estreito […]. Séculos mais tarde chegariam outros. Um deles, o primeiro a assentar arraiais no estreito seria um marinheiro, também ele com oito anos de vida nómada num convés de navio. Não era nenhum Magalhães, nem nenhum Gama, Dias ou Cabral […]. Mas vá-se lá saber o que molda as escolhas de um homem. Ele era um simples marinheiro, nem melhor nem pior do que qualquer outro, e talvez tivesse apenas chegado o momento de procurar um rumo com menos balanço e sob o seu próprio comando." Do Prólogo
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Edição: Out 2019
Nº Páginas: 208
Sinopse:
Um livro que permite ficar a conhecer os principais acontecimentos da História de Portugal bem como o percusro e os feitos dos Reis e Rainhas que governaram o nosso país durante mais de sete séculos. Com quatro árvores genealógicas das quatro dinastias que reinaram mais de sete séculos e ainda uma cronologia com os acontecimentos históricos do primeiro rei até à República.
Nº Páginas: 208
Sinopse:
Um livro que permite ficar a conhecer os principais acontecimentos da História de Portugal bem como o percusro e os feitos dos Reis e Rainhas que governaram o nosso país durante mais de sete séculos. Com quatro árvores genealógicas das quatro dinastias que reinaram mais de sete séculos e ainda uma cronologia com os acontecimentos históricos do primeiro rei até à República.
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Edição: Nov 2016
Nº Páginas: 216
Sinopse:
Há década e meia, banqueiros, empresários e políticos envolvem-se numa "grande farra" de dívida. Crédito a rodos: a mais básica e antiga atividade dos bancos torna-se a mãe de todos os males da banca portuguesa. Com esse crédito fabricaram-se banqueiros, empresários de sucesso, milionários e poderosos, e até políticos. Quando chegou a conta, os cofres estavam vazios, o capital nunca tinha existido, e os "bons negócios" (feitos por "bons rapazes") tinham produzido pouco mais do que falências em cadeia, dívidas acumuladas e a tentação de aprisionar o país nas malhas de uma nova oligarquia da finança e da política. Em sete anos morreram quatro bancos em Portugal, um deles nas mãos de uma família centenária de banqueiros. O país aproximou-se da bancarrota. E, afinal, para onde foram todos aqueles milhões que financiaram dívidas, partidos, vaidades e falências? É a esta questão - a questão de vários milhares de milhões de euros - que o livro de Helena Garrido, resultado de várias conversas com banqueiros e economistas, responde, abrindo as portas de reuniões secretas, revelando operações financeiras no fio da navalha e mostrando aquilo que os poderosos apanhados na rede não querem admitir: eles sabiam que o edifício estava a ruir, mas, mesmo assim, insistiram em fazer desaparecer o nosso dinheiro. Desde as privatizações até aos nossos dias, ganância, ambição, poder e incompetência orquestraram negócios ruinosos com os depósitos dos clientes. Este é o livro que explica todo o processo de destruição da banca portuguesa - que, aliás, ainda está em curso.
Nº Páginas: 216
Sinopse:
Há década e meia, banqueiros, empresários e políticos envolvem-se numa "grande farra" de dívida. Crédito a rodos: a mais básica e antiga atividade dos bancos torna-se a mãe de todos os males da banca portuguesa. Com esse crédito fabricaram-se banqueiros, empresários de sucesso, milionários e poderosos, e até políticos. Quando chegou a conta, os cofres estavam vazios, o capital nunca tinha existido, e os "bons negócios" (feitos por "bons rapazes") tinham produzido pouco mais do que falências em cadeia, dívidas acumuladas e a tentação de aprisionar o país nas malhas de uma nova oligarquia da finança e da política. Em sete anos morreram quatro bancos em Portugal, um deles nas mãos de uma família centenária de banqueiros. O país aproximou-se da bancarrota. E, afinal, para onde foram todos aqueles milhões que financiaram dívidas, partidos, vaidades e falências? É a esta questão - a questão de vários milhares de milhões de euros - que o livro de Helena Garrido, resultado de várias conversas com banqueiros e economistas, responde, abrindo as portas de reuniões secretas, revelando operações financeiras no fio da navalha e mostrando aquilo que os poderosos apanhados na rede não querem admitir: eles sabiam que o edifício estava a ruir, mas, mesmo assim, insistiram em fazer desaparecer o nosso dinheiro. Desde as privatizações até aos nossos dias, ganância, ambição, poder e incompetência orquestraram negócios ruinosos com os depósitos dos clientes. Este é o livro que explica todo o processo de destruição da banca portuguesa - que, aliás, ainda está em curso.
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Edição: Set 2016
Nº Páginas: 376
Sinopse:
As Schutzstaffel surgiram da obsessão de Adolf Hitler e de Heinrich Himmler de impedir a repetição do que eles consideravam ser a perfídia da capitulação da Alemanha na Primeira Guerra Mundial. Constituídas enquanto um corpo de elite de soldados politicamente evoluídos, o seu objectivo principal era prevenir o enfraquecimento do Partido Nazi através da neutralização dos seus inimigos. Esta obra perturbadora de Robert Lewis Koehl revela não apenas a forma como estes soldados pretensamente superiores combateram ao lado da Wehrmacht na Segunda Guerra Mundial (tendo sofrido mais de um milhão de mortos), mas também como constituíram a principal força de ocupação em vários territórios conquistados, dirigiram o sistema de campos de concentração, atuaram no interior do Reich enquanto polícia secreta e eram os artífices de um projeto cultural sem precedentes que incluía desde escavações arqueológicas na Alemanha até expedições no Tibete.
Nº Páginas: 376
Sinopse:
As Schutzstaffel surgiram da obsessão de Adolf Hitler e de Heinrich Himmler de impedir a repetição do que eles consideravam ser a perfídia da capitulação da Alemanha na Primeira Guerra Mundial. Constituídas enquanto um corpo de elite de soldados politicamente evoluídos, o seu objectivo principal era prevenir o enfraquecimento do Partido Nazi através da neutralização dos seus inimigos. Esta obra perturbadora de Robert Lewis Koehl revela não apenas a forma como estes soldados pretensamente superiores combateram ao lado da Wehrmacht na Segunda Guerra Mundial (tendo sofrido mais de um milhão de mortos), mas também como constituíram a principal força de ocupação em vários territórios conquistados, dirigiram o sistema de campos de concentração, atuaram no interior do Reich enquanto polícia secreta e eram os artífices de um projeto cultural sem precedentes que incluía desde escavações arqueológicas na Alemanha até expedições no Tibete.
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Edição: Set 2017
Nº Páginas: 296
Sinopse:
Em dez anos de crise bancária a classe política portuguesa começou por nacionalizar e garantir bancos falidos; mudou de posição prometendo obrigar os banqueiros e os investidores a pagar pelos seus erros. Mas na fase final, o Governo, a Presidência da República, o Parlamento e o Banco de Portugal acabaram por contornar o passado e obrigaram os contribuintes a assumir de novo praticamente todos os custos. As consequências do regime político que Ricardo Salgado moldou à sua maneira, com o apoio dos outros banqueiros, voltaram a pesar fortemente nos bolsos dos portugueses, que são obrigados a pagar as dívidas deixadas na banca nacional pelo menos durante os próximos 40 anos. Uma história em que nenhum político, regulador ou banqueiro é inocente, mas uns são mais culpados do que outros.
Nº Páginas: 296
Sinopse:
Em dez anos de crise bancária a classe política portuguesa começou por nacionalizar e garantir bancos falidos; mudou de posição prometendo obrigar os banqueiros e os investidores a pagar pelos seus erros. Mas na fase final, o Governo, a Presidência da República, o Parlamento e o Banco de Portugal acabaram por contornar o passado e obrigaram os contribuintes a assumir de novo praticamente todos os custos. As consequências do regime político que Ricardo Salgado moldou à sua maneira, com o apoio dos outros banqueiros, voltaram a pesar fortemente nos bolsos dos portugueses, que são obrigados a pagar as dívidas deixadas na banca nacional pelo menos durante os próximos 40 anos. Uma história em que nenhum político, regulador ou banqueiro é inocente, mas uns são mais culpados do que outros.
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Edição: Abr 2022
Nº Páginas: 328
Sinopse:
As democracias liberais estão em risco. O princípio do mérito, um dos seus pilares básicos, é o responsável por essa situação. Vivemos numa constante competição. O mundo está dividido entre vencedores e perdedores. O "statu quo" é amplamente justificado pela máxima "quem muito se esforça tudo pode". O resultado? Um mundo que reforça a desigualdade social e, ao mesmo tempo, culpabiliza as pessoas. Ao analisar conceitos em torno da ética do estudo, do trabalho, do sucesso e do fracasso - e que meios são considerados legítimos para percorrer esses caminhos -, Michael J. Sandel sugere um novo olhar sobre essas relações. Salientando as contradições do discurso meritocrático, os seus contextos estruturais e a arrogância dos vencedores, o autor defende que a polarização vencedor-perdedor fez estagnar a mobilidade social, promovendo um misto de raiva e frustração que alimenta o protesto populista e a descrença nas instituições, no governo e entre cidadãos. Para ultrapassarmos as crises que afetam as nossas sociedades, precisamos de repensar as ideias de sucesso e fracasso que têm acompanhado a globalização e a crescente desigualdade. a meritocracia gera uma complacência prejudicial entre os vencedores e impõe uma sentença dura aos perdedores. Sandel, um dos filósofos mais prestigiados do nosso tempo, defende outra forma de pensar o sucesso, mais atenta ao papel da sorte, mais de acordo com uma ética de humildade e solidariedade e mais reivindicativa da dignidade do trabalho. Com base nestes fundamentos morais, "A Tirania do Mérito" apresenta uma visão esperançosa de uma nova política centrada, finalmente, no bem comum.
Nº Páginas: 328
Sinopse:
As democracias liberais estão em risco. O princípio do mérito, um dos seus pilares básicos, é o responsável por essa situação. Vivemos numa constante competição. O mundo está dividido entre vencedores e perdedores. O "statu quo" é amplamente justificado pela máxima "quem muito se esforça tudo pode". O resultado? Um mundo que reforça a desigualdade social e, ao mesmo tempo, culpabiliza as pessoas. Ao analisar conceitos em torno da ética do estudo, do trabalho, do sucesso e do fracasso - e que meios são considerados legítimos para percorrer esses caminhos -, Michael J. Sandel sugere um novo olhar sobre essas relações. Salientando as contradições do discurso meritocrático, os seus contextos estruturais e a arrogância dos vencedores, o autor defende que a polarização vencedor-perdedor fez estagnar a mobilidade social, promovendo um misto de raiva e frustração que alimenta o protesto populista e a descrença nas instituições, no governo e entre cidadãos. Para ultrapassarmos as crises que afetam as nossas sociedades, precisamos de repensar as ideias de sucesso e fracasso que têm acompanhado a globalização e a crescente desigualdade. a meritocracia gera uma complacência prejudicial entre os vencedores e impõe uma sentença dura aos perdedores. Sandel, um dos filósofos mais prestigiados do nosso tempo, defende outra forma de pensar o sucesso, mais atenta ao papel da sorte, mais de acordo com uma ética de humildade e solidariedade e mais reivindicativa da dignidade do trabalho. Com base nestes fundamentos morais, "A Tirania do Mérito" apresenta uma visão esperançosa de uma nova política centrada, finalmente, no bem comum.
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Edição: Set 2023
Nº Páginas: 368
Sinopse:
Numa viagem pelo reino dos rios da Terra, Erik Orsenna traça o retrato de trinta e três deles, dos maiores aos mais pequenos, para mostrar as causas dos males que os afetam: a escassez mundial de água, a poluição, a multiplicação de barragens que provocam a destruição dos recursos e das paisagens. E conclui que uma grande parte da violência atual deriva tanto da escassez de água como da sua má distribuição. Cada rio tem a sua singularidade e conta uma história única. O Ganges conta a história da Índia, tal como o Mississípi reflete os contornos do sul da América ou como o Tejo, doente e em perigo, é a demonstração do fim dos climas temperados. Um retrato de trinta e três rios que são fontes de água e de vida na Europa, no Levante e no Crescente Fértil, com o rio Jordão e o seu triste fim, na Ásia, do teto do mundo ao Laos e à China, na Austrália e nas Américas, com o grande Amazonas, e em África, com os seus três grandes rios Nilo, Níger e Congo.
Nº Páginas: 368
Sinopse:
Numa viagem pelo reino dos rios da Terra, Erik Orsenna traça o retrato de trinta e três deles, dos maiores aos mais pequenos, para mostrar as causas dos males que os afetam: a escassez mundial de água, a poluição, a multiplicação de barragens que provocam a destruição dos recursos e das paisagens. E conclui que uma grande parte da violência atual deriva tanto da escassez de água como da sua má distribuição. Cada rio tem a sua singularidade e conta uma história única. O Ganges conta a história da Índia, tal como o Mississípi reflete os contornos do sul da América ou como o Tejo, doente e em perigo, é a demonstração do fim dos climas temperados. Um retrato de trinta e três rios que são fontes de água e de vida na Europa, no Levante e no Crescente Fértil, com o rio Jordão e o seu triste fim, na Ásia, do teto do mundo ao Laos e à China, na Austrália e nas Américas, com o grande Amazonas, e em África, com os seus três grandes rios Nilo, Níger e Congo.
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Edição: Out 2013
Nº Páginas: 808
Sinopse:
Mais de 50 milhões de pessoas perderam a vida nos 2174 dias de duração da II Guerra Mundial. Os Aliados venceram. Mas poderia o Eixo, com uma estratégia diferente, ter ganho? O galardoado historiador Andrew Roberts parte desta nova e intrigante premissa. E coloca a questão: Os generais alemães, tão rápidos a culpar Hitler pela derrota, poderiam ter conduzido a guerra de modo diferente? Da Frente Ocidental ao Norte de África, do Mar Báltico ao Extremo Oriente, o autor conta-nos a história da guerra - as grandes estratégias e as experiências individuais, a crueldade e o heroísmo - como nunca antes foi contada. E revela numerosos documentos inéditos - como a carta de apoio de Werner von Blomberg que proporcionou poder total a Hitler; ou a Ordem de Paragem de Hitler que permitiu o Milagre de Dunquerque.
Nº Páginas: 808
Sinopse:
Mais de 50 milhões de pessoas perderam a vida nos 2174 dias de duração da II Guerra Mundial. Os Aliados venceram. Mas poderia o Eixo, com uma estratégia diferente, ter ganho? O galardoado historiador Andrew Roberts parte desta nova e intrigante premissa. E coloca a questão: Os generais alemães, tão rápidos a culpar Hitler pela derrota, poderiam ter conduzido a guerra de modo diferente? Da Frente Ocidental ao Norte de África, do Mar Báltico ao Extremo Oriente, o autor conta-nos a história da guerra - as grandes estratégias e as experiências individuais, a crueldade e o heroísmo - como nunca antes foi contada. E revela numerosos documentos inéditos - como a carta de apoio de Werner von Blomberg que proporcionou poder total a Hitler; ou a Ordem de Paragem de Hitler que permitiu o Milagre de Dunquerque.
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Edição: Set 2014
Nº Páginas: 168
Sinopse:
Imagine que Portugal saiu do euro. No dia seguinte, como vamos viver com o novo Escudo? Portugal está a ficar sem alternativas. Já vimos que a austeridade não apenas destruiu a economia, como ameaça continuar a destruí-la durante décadas. A reestruturação da dívida - que Francisco Louçã tem defendido - foi sistematicamente recusada. E da União Europeia pouco podemos esperar: o Tratado Orçamental apenas alargará ainda mais o fosso entre o centro da Europa e as suas periferias, entre os ricos e os pobres. O que nos resta então? No contexto actual, mais do que debater a saída de Portugal do Euro - conforme defende há anos João Ferreira do Amaral - assumimos uma hipótese muito realista: a de que Portugal pode não ter outra alternativa. Quer por vontade própria, quer por força das circunstâncias - pois o frágil edifício da moeda única dificilmente resistirá a uma nova crise ou à eternização da actual. A Hipótese Novo Escudo parte assim do contexto em que a saída do Euro seria um facto consumado. Os autores não debatem as vantagens ou desvantagens da opção. Preferem, isso sim, responder aos seguintes problemas concretos: sairemos ou seremos empurrados? E se sairmos, será com ou sem o acordo da União Europeia?
Nº Páginas: 168
Sinopse:
Imagine que Portugal saiu do euro. No dia seguinte, como vamos viver com o novo Escudo? Portugal está a ficar sem alternativas. Já vimos que a austeridade não apenas destruiu a economia, como ameaça continuar a destruí-la durante décadas. A reestruturação da dívida - que Francisco Louçã tem defendido - foi sistematicamente recusada. E da União Europeia pouco podemos esperar: o Tratado Orçamental apenas alargará ainda mais o fosso entre o centro da Europa e as suas periferias, entre os ricos e os pobres. O que nos resta então? No contexto actual, mais do que debater a saída de Portugal do Euro - conforme defende há anos João Ferreira do Amaral - assumimos uma hipótese muito realista: a de que Portugal pode não ter outra alternativa. Quer por vontade própria, quer por força das circunstâncias - pois o frágil edifício da moeda única dificilmente resistirá a uma nova crise ou à eternização da actual. A Hipótese Novo Escudo parte assim do contexto em que a saída do Euro seria um facto consumado. Os autores não debatem as vantagens ou desvantagens da opção. Preferem, isso sim, responder aos seguintes problemas concretos: sairemos ou seremos empurrados? E se sairmos, será com ou sem o acordo da União Europeia?
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Edição: Fev 2019
Nº Páginas: 384
Sinopse:
Leitura recomendada por Yuval Noah Harari, Al Gore, Bill Gates e Barack Obama, entre outras personalidades mundiais. Nos últimos 500 milhões de anos, a Terra passou por cinco extinções em massa, nas quais a diversidade da vida no planeta se reduziu drástica e subitamente. Atualmente, e pela primeira vez na História, decorre um processo de extinção em massa provocado por uma única espécie: o Homem. Nos últimos dois séculos, provocámos danos irreparáveis no clima e ecossistema global; como consequência direta, mais de um quarto de todos os mamíferos da Terra está hoje em vias de extinção, tal como acontece com 40% dos anfíbios, um terço dos corais e dos tubarões, um quinto dos répteis e um sexto das aves. Considerado um dos livros de divulgação científica mais relevantes dos últimos anos, "A Sexta Extinção" é leitura recomendada por personalidades como Yuval Noah Harari, Al Gore, Bill Gates ou Barack Obama. Neste seu valioso trabalho, Elizabeth Kolbert combina os resultados de uma extensa investigação no terreno com a história das ideias e o trabalho de geólogos, botânicos e biólogos marinhos, produzindo um documento inédito e, mais do que isso, um apelo urgente para que, repensando o nosso papel no planeta, não deixemos como derradeiro legado uma sexta extinção.
Nº Páginas: 384
Sinopse:
Leitura recomendada por Yuval Noah Harari, Al Gore, Bill Gates e Barack Obama, entre outras personalidades mundiais. Nos últimos 500 milhões de anos, a Terra passou por cinco extinções em massa, nas quais a diversidade da vida no planeta se reduziu drástica e subitamente. Atualmente, e pela primeira vez na História, decorre um processo de extinção em massa provocado por uma única espécie: o Homem. Nos últimos dois séculos, provocámos danos irreparáveis no clima e ecossistema global; como consequência direta, mais de um quarto de todos os mamíferos da Terra está hoje em vias de extinção, tal como acontece com 40% dos anfíbios, um terço dos corais e dos tubarões, um quinto dos répteis e um sexto das aves. Considerado um dos livros de divulgação científica mais relevantes dos últimos anos, "A Sexta Extinção" é leitura recomendada por personalidades como Yuval Noah Harari, Al Gore, Bill Gates ou Barack Obama. Neste seu valioso trabalho, Elizabeth Kolbert combina os resultados de uma extensa investigação no terreno com a história das ideias e o trabalho de geólogos, botânicos e biólogos marinhos, produzindo um documento inédito e, mais do que isso, um apelo urgente para que, repensando o nosso papel no planeta, não deixemos como derradeiro legado uma sexta extinção.
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Edição: Fev 2011
Nº Páginas: 720
Sinopse:
Valeu a pena estudar a fundo a separação Estado-Igreja Católica durante a Primeira República, pois quase nada fica de pé nas narrativas dominantes da vida política portuguesa contemporânea: - Os católicos portugueses desobedecem aos bispos portugueses e os bispos portugueses ao Papa – enquanto o catolicismo se diferencia e fortalece. -Afonso Costa é ‘‘convertido’’ ao cristianismo e surge-nos na sua verdadeira posição de salvador da Igreja. - D. Manuel II, o rei exilado, recebe pela primeira vez um papel central. - Os tradicionalistas e o Centro Católico aliam-se aos republicanos para evitarem o regresso da monarquia liberal. Partindo da separação, este livro propõe-nos uma renovada compreensão da Primeira República e do catolicismo português contemporâneo e, noutro plano, desafia-nos a reinterpretarmos o Estado Novo, o 25 de Abril e a modernidade portuguesa." - Nota do autor.
Nº Páginas: 720
Sinopse:
Valeu a pena estudar a fundo a separação Estado-Igreja Católica durante a Primeira República, pois quase nada fica de pé nas narrativas dominantes da vida política portuguesa contemporânea: - Os católicos portugueses desobedecem aos bispos portugueses e os bispos portugueses ao Papa – enquanto o catolicismo se diferencia e fortalece. -Afonso Costa é ‘‘convertido’’ ao cristianismo e surge-nos na sua verdadeira posição de salvador da Igreja. - D. Manuel II, o rei exilado, recebe pela primeira vez um papel central. - Os tradicionalistas e o Centro Católico aliam-se aos republicanos para evitarem o regresso da monarquia liberal. Partindo da separação, este livro propõe-nos uma renovada compreensão da Primeira República e do catolicismo português contemporâneo e, noutro plano, desafia-nos a reinterpretarmos o Estado Novo, o 25 de Abril e a modernidade portuguesa." - Nota do autor.
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