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Edição: Nov 2009
Nº Páginas: 350
Sinopse:
Esta é a história do maior império que até hoje o Mundo conheceu. Nela, Simon Baker conta a história da ascensão e da queda da primeira superpotência global, concentrando-se nos seis pontos de viragem fundamentais que deram forma à história de Roma. Sejam bem vindos a uma Roma que nunca antes viram: terrível e esplêndida, enérgica e sórdida. No centro desta apaixonante narrativa histórica estão as personalidades dinâmicas e complexas, mas também imperfeitas, dos mais poderosos senhores de Roma: homens como Pompeu, o Grande, Júlio César, Augusto, Nero e Constantino. Esta soberba narrativa, repleta de energia e de imaginação, é um inteligente resumo dos mais recentes estudos e trabalhos académicos e um relato maravilhosamente evocativo da Roma Antiga.
Nº Páginas: 350
Sinopse:
Esta é a história do maior império que até hoje o Mundo conheceu. Nela, Simon Baker conta a história da ascensão e da queda da primeira superpotência global, concentrando-se nos seis pontos de viragem fundamentais que deram forma à história de Roma. Sejam bem vindos a uma Roma que nunca antes viram: terrível e esplêndida, enérgica e sórdida. No centro desta apaixonante narrativa histórica estão as personalidades dinâmicas e complexas, mas também imperfeitas, dos mais poderosos senhores de Roma: homens como Pompeu, o Grande, Júlio César, Augusto, Nero e Constantino. Esta soberba narrativa, repleta de energia e de imaginação, é um inteligente resumo dos mais recentes estudos e trabalhos académicos e um relato maravilhosamente evocativo da Roma Antiga.
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Edição: Mai 2017
Nº Páginas: 232
Sinopse:
Uma portuguesa de 74 anos contraria o medo que sente no Rio de Janeiro e sai de casa à noite, para se encontrar com o seu advogado. Horas depois é assassinada com tiros no peito e na cabeça. O corpo acaba estendido à beira de uma estrada de terra batida, sem luz, e ali permanece até ao amanhecer, quando moradores da região o avistam. Por pouco não é enterrada como indigente, por não ter identificação. Seria uma grande ironia do destino. A idosa fora companheira de um dos homens mais ricos do mundo, Lúcio Tomé Feteira. Só duas semanas depois se ligou o seu desaparecimento ao corpo encontrado em Saquarema. Questionado pela polícia, o seu advogado português conta que levou a cliente para um encontro com uma mulher misteriosa, cuja existência nunca se provou. A disputar parte de uma imensa fortuna, a idosa passou os últimos anos de vida em lutas judiciais no Brasil, em Portugal e na Suíça. Um jornalista português, que acompanhou a investigação, e um comissário da Polícia Civil do Rio de Janeiro, que esteve à frente do caso, revelam os bastidores de um complexo puzzle, que se desdobra em diversas geografias e atinge a elite nacional.
Nº Páginas: 232
Sinopse:
Uma portuguesa de 74 anos contraria o medo que sente no Rio de Janeiro e sai de casa à noite, para se encontrar com o seu advogado. Horas depois é assassinada com tiros no peito e na cabeça. O corpo acaba estendido à beira de uma estrada de terra batida, sem luz, e ali permanece até ao amanhecer, quando moradores da região o avistam. Por pouco não é enterrada como indigente, por não ter identificação. Seria uma grande ironia do destino. A idosa fora companheira de um dos homens mais ricos do mundo, Lúcio Tomé Feteira. Só duas semanas depois se ligou o seu desaparecimento ao corpo encontrado em Saquarema. Questionado pela polícia, o seu advogado português conta que levou a cliente para um encontro com uma mulher misteriosa, cuja existência nunca se provou. A disputar parte de uma imensa fortuna, a idosa passou os últimos anos de vida em lutas judiciais no Brasil, em Portugal e na Suíça. Um jornalista português, que acompanhou a investigação, e um comissário da Polícia Civil do Rio de Janeiro, que esteve à frente do caso, revelam os bastidores de um complexo puzzle, que se desdobra em diversas geografias e atinge a elite nacional.
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Edição: Out 2014
Nº Páginas: 240
Sinopse:
Como o povo português tem sobrevivido às crises políticas, económicas e às suas elites. A história de uma gente que existe há muito tempo e que, apesar das contrariedades, tem tido uma "rica vida".
Nº Páginas: 240
Sinopse:
Como o povo português tem sobrevivido às crises políticas, económicas e às suas elites. A história de uma gente que existe há muito tempo e que, apesar das contrariedades, tem tido uma "rica vida".
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Edição: Abr 2012
Nº Páginas: 296
Sinopse:
"Este livro é polémico porque ancora em si visões diferentes e teoricamente distintas, mas tem uma espinha dorsal comum: ele foi escrito por um grupo de cientistas sociais, historiadores, que olham a história como um processo, feito de sujeitos sociais, classes e suas frações, e que tem como núcleo explicativo do processo histórico o conflito social"
Nº Páginas: 296
Sinopse:
"Este livro é polémico porque ancora em si visões diferentes e teoricamente distintas, mas tem uma espinha dorsal comum: ele foi escrito por um grupo de cientistas sociais, historiadores, que olham a história como um processo, feito de sujeitos sociais, classes e suas frações, e que tem como núcleo explicativo do processo histórico o conflito social"
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Edição: Fev 2024
Nº Páginas: 96
Sinopse:
O que não mudou com o 25 de Abril? Apesar de todas as conquistas de cinco décadas de democracia, há características na sociedade portuguesa que se mantêm quase inalteradas. Este livro investiga duas delas: o elitismo na política e o machismo na justiça. o recrutamento para a classe política dirigente praticamente não abrange pessoas não licenciadas e com contacto com a pobreza, e quase não há mobilidade do poder local para o poder nacional. No sistema judicial, a entrada das mulheres na magistratura e a mudança para leis mais progressistas não alteraram um padrão de baixas condenações por crimes sexuais, cometidos sobretudo contra mulheres. Cruzando factos e testemunhos, este é o retrato de um Portugal onde a revolução pela igualdade está ainda inacabada.
Nº Páginas: 96
Sinopse:
O que não mudou com o 25 de Abril? Apesar de todas as conquistas de cinco décadas de democracia, há características na sociedade portuguesa que se mantêm quase inalteradas. Este livro investiga duas delas: o elitismo na política e o machismo na justiça. o recrutamento para a classe política dirigente praticamente não abrange pessoas não licenciadas e com contacto com a pobreza, e quase não há mobilidade do poder local para o poder nacional. No sistema judicial, a entrada das mulheres na magistratura e a mudança para leis mais progressistas não alteraram um padrão de baixas condenações por crimes sexuais, cometidos sobretudo contra mulheres. Cruzando factos e testemunhos, este é o retrato de um Portugal onde a revolução pela igualdade está ainda inacabada.
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Edição: Mar 2019
Nº Páginas: 184
Sinopse:
O TRABALHO PRECÁRIO EM PORTUGAL - Um fenómeno quase invisível, reflexo de um mal-estar social e com consequências devastadoras. O Brexit em Inglaterra, a eleição de Donald Trump e de Jair Bolsonaro, a ascensão da extrema-direita em vários países da Europa: tudo isto são sintomas de um enorme mal-estar social. Neste contexto de esvaziamento de aspirações e expectativas em relação ao futuro, há um fenómeno devastador em crescimento no mercado de trabalho europeu e português, que continua a ser "invisível": a precariedade laboral. Este livro, que conta com o testemunho de 24 jovens portugueses, olha para um dos grupos mais afectados pela crise económica-financeira, procurando aferir o verdadeiro impacto da banalização do trabalho precário. Muitos jovens enfrentam hoje situações de estágios não-remunerados, bolsas de investigação consecutivas, contratos a termo, recibos verdes e outros, muitas vezes durante vários anos, mergulhando num ciclo de incerteza que não compromete apenas o seu presente - rouba-lhes a possibilidade de traçarem projectos de vida e tem consequências sociais para todos nós.
Nº Páginas: 184
Sinopse:
O TRABALHO PRECÁRIO EM PORTUGAL - Um fenómeno quase invisível, reflexo de um mal-estar social e com consequências devastadoras. O Brexit em Inglaterra, a eleição de Donald Trump e de Jair Bolsonaro, a ascensão da extrema-direita em vários países da Europa: tudo isto são sintomas de um enorme mal-estar social. Neste contexto de esvaziamento de aspirações e expectativas em relação ao futuro, há um fenómeno devastador em crescimento no mercado de trabalho europeu e português, que continua a ser "invisível": a precariedade laboral. Este livro, que conta com o testemunho de 24 jovens portugueses, olha para um dos grupos mais afectados pela crise económica-financeira, procurando aferir o verdadeiro impacto da banalização do trabalho precário. Muitos jovens enfrentam hoje situações de estágios não-remunerados, bolsas de investigação consecutivas, contratos a termo, recibos verdes e outros, muitas vezes durante vários anos, mergulhando num ciclo de incerteza que não compromete apenas o seu presente - rouba-lhes a possibilidade de traçarem projectos de vida e tem consequências sociais para todos nós.
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Edição: Out 2007
Nº Páginas: 180
Sinopse:
"Responde Se És Homem - Epístolas aos incrédulos" é um grito de protestode Rita Ferro contra o exasperante silêncio dos homens face àsconstantes provocações que as mulheres lhes fazem, todos os dias ea todas as horas, designadamente em questões que põem em causa asua coragem, o seu carácter ou a sua virilidade. Talvez por isso, demoroua escolher o alvo para descarregar a perplexidade e a frustraçãoque lhe causam o que ela própria considera a "insultuosa demissãomasculina". Será desamor? Despotismo? Indiferença? Ou, pior ainda,preguiça? Felizmente, encontrou, no perfil de Raul Miguel Rosado Fernandes,insuspeito a todos os títulos, alguém capaz de responder emnome do seu género, lastimando-o ou defendendo-o, sem batotas,com a distância dos sábios e a ironia dos maduros. Um diálogo apaixonante,onde a vida e a história se entrelaçam num duelo divertido,vivo, inteligente e sexuado.
Nº Páginas: 180
Sinopse:
"Responde Se És Homem - Epístolas aos incrédulos" é um grito de protestode Rita Ferro contra o exasperante silêncio dos homens face àsconstantes provocações que as mulheres lhes fazem, todos os dias ea todas as horas, designadamente em questões que põem em causa asua coragem, o seu carácter ou a sua virilidade. Talvez por isso, demoroua escolher o alvo para descarregar a perplexidade e a frustraçãoque lhe causam o que ela própria considera a "insultuosa demissãomasculina". Será desamor? Despotismo? Indiferença? Ou, pior ainda,preguiça? Felizmente, encontrou, no perfil de Raul Miguel Rosado Fernandes,insuspeito a todos os títulos, alguém capaz de responder emnome do seu género, lastimando-o ou defendendo-o, sem batotas,com a distância dos sábios e a ironia dos maduros. Um diálogo apaixonante,onde a vida e a história se entrelaçam num duelo divertido,vivo, inteligente e sexuado.
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Edição: Set 2021
Nº Páginas: 384
Sinopse:
"Resistências" reúne 50 histórias de revolta ocorridas em territórios sob domínio português ao longo de três séculos e meio: de 1500 a 1850. Muitos deles desconhecidos do grande público, estes casos foram seleccionados, investigados e escritos por mais de 30 historiadores de diversas entidades e países. Passam-se em diferentes épocas e geografias, mas todos relatam o combate à opressão e às injustiças impostas pelos poderes de um mundo que se estendia do Brasil a Timor, passando por África, Índia, Malaca, Macau e, naturalmente, Portugal. Os protagonistas de Resistências são pessoas discriminadas em função do género, religião, etnia, raça ou nível de riqueza, e os episódios são quase sempre narrados a partir do seu ponto de vista, revelando Portugal e o seu império como um espaço onde tanto circulavam leis e formas institucionais como ideias subversivas…
Nº Páginas: 384
Sinopse:
"Resistências" reúne 50 histórias de revolta ocorridas em territórios sob domínio português ao longo de três séculos e meio: de 1500 a 1850. Muitos deles desconhecidos do grande público, estes casos foram seleccionados, investigados e escritos por mais de 30 historiadores de diversas entidades e países. Passam-se em diferentes épocas e geografias, mas todos relatam o combate à opressão e às injustiças impostas pelos poderes de um mundo que se estendia do Brasil a Timor, passando por África, Índia, Malaca, Macau e, naturalmente, Portugal. Os protagonistas de Resistências são pessoas discriminadas em função do género, religião, etnia, raça ou nível de riqueza, e os episódios são quase sempre narrados a partir do seu ponto de vista, revelando Portugal e o seu império como um espaço onde tanto circulavam leis e formas institucionais como ideias subversivas…
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Edição: Set 2015
Nº Páginas: 352
Sinopse:
Um livro para conhecer, no terreno, junto dos empresários, chefias e trabalhadores, as histórias de luta, foco e garra. Portugal não é um país cor-de-rosa. Mas esta descida ao país real, sem esconder os problemas, mostra quem faz bem e procura sempre fazer melhor
Nº Páginas: 352
Sinopse:
Um livro para conhecer, no terreno, junto dos empresários, chefias e trabalhadores, as histórias de luta, foco e garra. Portugal não é um país cor-de-rosa. Mas esta descida ao país real, sem esconder os problemas, mostra quem faz bem e procura sempre fazer melhor
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Edição: Mai 2019
Nº Páginas: 232
Sinopse:
Um ensaio notável que entrelaça escrita autobiográfica com reflexão sociológica. Ao analisar a história da sua família e a vida social e intelectual a partir de 1950, Didier Eribon procura também explicar muitas das questões do nosso tempo, nomeadamente por que motivo grande parte da classe trabalhadora francesa se virou para a Frente Nacional. Após a morte do pai, o filósofo francês Didier Eribon regressa à sua terra natal, Reims, e reencontra o ambiente de classe trabalhadora que havia deixado trinta anos antes ao voltar costas ao passado. Aos poucos, vai-se apercebendo de que a rutura com a família não se explica nem pela sua homossexualidade nem pela homofobia do ambiente doméstico, mas pela vergonha que tem da sua origem social. Eribon decide então mergulhar no passado e traçar a história da sua família. Evocando o mundo operário da sua infância e reconstituindo a sua ascensão social, o autor mistura, em cada etapa dessa narrativa íntima e comovente, os elementos de uma reflexão sobre classes sociais, o sistema escolar, a criação de identidades, a sexualidade e a diferença de género, a política, a democracia e a mudança de padrões de voto da classe trabalhadora - refletida pela própria família de Eribon, que alterou a sua lealdade do Partido Comunista para o de Le Pen.
Nº Páginas: 232
Sinopse:
Um ensaio notável que entrelaça escrita autobiográfica com reflexão sociológica. Ao analisar a história da sua família e a vida social e intelectual a partir de 1950, Didier Eribon procura também explicar muitas das questões do nosso tempo, nomeadamente por que motivo grande parte da classe trabalhadora francesa se virou para a Frente Nacional. Após a morte do pai, o filósofo francês Didier Eribon regressa à sua terra natal, Reims, e reencontra o ambiente de classe trabalhadora que havia deixado trinta anos antes ao voltar costas ao passado. Aos poucos, vai-se apercebendo de que a rutura com a família não se explica nem pela sua homossexualidade nem pela homofobia do ambiente doméstico, mas pela vergonha que tem da sua origem social. Eribon decide então mergulhar no passado e traçar a história da sua família. Evocando o mundo operário da sua infância e reconstituindo a sua ascensão social, o autor mistura, em cada etapa dessa narrativa íntima e comovente, os elementos de uma reflexão sobre classes sociais, o sistema escolar, a criação de identidades, a sexualidade e a diferença de género, a política, a democracia e a mudança de padrões de voto da classe trabalhadora - refletida pela própria família de Eribon, que alterou a sua lealdade do Partido Comunista para o de Le Pen.
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Edição: Set 2017
Nº Páginas: 184
Sinopse:
Hoje, uma em cada 113 pessoas na Terra está deslocada, refugiada ou à espera de asilo. É a maior crise migratória forçada desde a Segunda Guerra Mundial: 65,6 milhões de seres humanos precisam de ajuda e protecção. E eles podem ajudar-nos mais do que parece. Afinal, Albert Einstein, Sigmund Freud, Victor Hugo, Karl Popper eram refugiados. Conheça a história de superação de 50 refugiados que fizeram do nosso mundo, um mundo melhor. O mundo ajudou-os, eles devolveram em dobro a ajuda que receberam.
Nº Páginas: 184
Sinopse:
Hoje, uma em cada 113 pessoas na Terra está deslocada, refugiada ou à espera de asilo. É a maior crise migratória forçada desde a Segunda Guerra Mundial: 65,6 milhões de seres humanos precisam de ajuda e protecção. E eles podem ajudar-nos mais do que parece. Afinal, Albert Einstein, Sigmund Freud, Victor Hugo, Karl Popper eram refugiados. Conheça a história de superação de 50 refugiados que fizeram do nosso mundo, um mundo melhor. O mundo ajudou-os, eles devolveram em dobro a ajuda que receberam.
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Edição: Mai 2021
Nº Páginas: 312
Sinopse:
Na psiquiatria, nem todos os pacientes nascem iguais. A investigação e a experiência de vários terapeutas mostra-nos que há pacientes com quem é mais fácil de simpatizar do que outros. Os pacientes com perturbação borderline da personalidade são pessoas incompreendidas, como incompreendida é a doença que as faz sofrer. Que doença misteriosa é esta, definida com tanta imprecisão, tantas vezes ignorada ou esquecida e, contudo, capaz de gerar reações viscerais tão consistentes entre os profissionais de saúde que com ela se cruzam? E o que nos podem ensinar estes pacientes sobre o fascinante mundo da psiquiatria e sobre os mistérios da nossa mente? João Carlos Melo propõe-nos um olhar mais humano, mais terno e mais esclarecido sobre estas pessoas.
Nº Páginas: 312
Sinopse:
Na psiquiatria, nem todos os pacientes nascem iguais. A investigação e a experiência de vários terapeutas mostra-nos que há pacientes com quem é mais fácil de simpatizar do que outros. Os pacientes com perturbação borderline da personalidade são pessoas incompreendidas, como incompreendida é a doença que as faz sofrer. Que doença misteriosa é esta, definida com tanta imprecisão, tantas vezes ignorada ou esquecida e, contudo, capaz de gerar reações viscerais tão consistentes entre os profissionais de saúde que com ela se cruzam? E o que nos podem ensinar estes pacientes sobre o fascinante mundo da psiquiatria e sobre os mistérios da nossa mente? João Carlos Melo propõe-nos um olhar mais humano, mais terno e mais esclarecido sobre estas pessoas.
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Edição: Mai 2009
Nº Páginas: 112
Sinopse:
"O que sabemos de um escritor é nada se não o lermos. Este escritor, que gostava de saltimbancos e de actores, que gostava do tempo e do tabaco, que gostava dos cantos de Lisboa e dos cantos das sereias, deixounos esta espécie de autobiografia reduzida e quase final. E um discurso com destinatário." - Clara Ferreira Alves, no Prefácio
Nº Páginas: 112
Sinopse:
"O que sabemos de um escritor é nada se não o lermos. Este escritor, que gostava de saltimbancos e de actores, que gostava do tempo e do tabaco, que gostava dos cantos de Lisboa e dos cantos das sereias, deixounos esta espécie de autobiografia reduzida e quase final. E um discurso com destinatário." - Clara Ferreira Alves, no Prefácio
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Edição: Set 2018
Nº Páginas: 104
Sinopse:
Castela ainda ficara com a coutada do reino de Granada para o saque e a pilhagem. Os portugueses, esses, tinham de ir assaltar as terras de além-mar e depressa enquanto os poderosos vizinhos se entretinham a mastigar aquele saboroso bocado peninsular. Depois seria mais difícil e, mesmo agora, não deixarão de invocar na Cúria Pontifícia o seu direito à conquista de Belamarim. E eis que, anos depois da vitória de Aljubarrota, uma armada de 200 velas aporta de surpresa à velha cidade mourisca, sangrando lhe completamente a riqueza. Este foi o livro que, em 1964, levou o autor a um longo interrogatório na Pide, sob a alegação de que "o declarante desvirtua algumas das páginas mais brilhantes da nossa História, adulterando sacrilegamente [sic] os factos e classificando de "abutres" homens que foram heróis e foram santos"
Nº Páginas: 104
Sinopse:
Castela ainda ficara com a coutada do reino de Granada para o saque e a pilhagem. Os portugueses, esses, tinham de ir assaltar as terras de além-mar e depressa enquanto os poderosos vizinhos se entretinham a mastigar aquele saboroso bocado peninsular. Depois seria mais difícil e, mesmo agora, não deixarão de invocar na Cúria Pontifícia o seu direito à conquista de Belamarim. E eis que, anos depois da vitória de Aljubarrota, uma armada de 200 velas aporta de surpresa à velha cidade mourisca, sangrando lhe completamente a riqueza. Este foi o livro que, em 1964, levou o autor a um longo interrogatório na Pide, sob a alegação de que "o declarante desvirtua algumas das páginas mais brilhantes da nossa História, adulterando sacrilegamente [sic] os factos e classificando de "abutres" homens que foram heróis e foram santos"
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Edição: Mar 2022
Nº Páginas: 384
Sinopse:
Uma rainha deveria ser recatada, inspirar respeito e admiração e ser um modelo de virtude para todas as mulheres do reino. Enquanto princesa, recebia uma educação que a preparava para servir ao marido e ao Estado. Uma vez mulher do monarca reinante, a sua principal obrigação era prover a Coroa de herdeiros varões. Contudo, algumas soberanas que dominaram a Europa do século XVI ao século XIX decidiram romper com o padrão de retidão feminina que lhes fora imposto, adotando uma nova conduta social e mudando o rumo da História. Em "Rainhas Trágicas", o historiador Renato Drummond Neto apresenta 15 soberanas que deixaram a sua marca e mostra de que forma transcenderam as regras do período em que viveram, pagando, por vezes, um preço demasiado alto. Soberanas retratadas: Isabel de York; Margarida de Valois; Isabel I de Castela; Vitória do Reino Unido; Joana I de Castela; Maria I de Portugal; Ana Bolena; Maria I de Inglaterra; Isabel I de Inglaterra; Maria Stuart; Catarina de Médici; Maria Antonieta; Carlota Joaquina; Amélia de Leuchtenberg; Maria Leopoldina de Áustria.
Nº Páginas: 384
Sinopse:
Uma rainha deveria ser recatada, inspirar respeito e admiração e ser um modelo de virtude para todas as mulheres do reino. Enquanto princesa, recebia uma educação que a preparava para servir ao marido e ao Estado. Uma vez mulher do monarca reinante, a sua principal obrigação era prover a Coroa de herdeiros varões. Contudo, algumas soberanas que dominaram a Europa do século XVI ao século XIX decidiram romper com o padrão de retidão feminina que lhes fora imposto, adotando uma nova conduta social e mudando o rumo da História. Em "Rainhas Trágicas", o historiador Renato Drummond Neto apresenta 15 soberanas que deixaram a sua marca e mostra de que forma transcenderam as regras do período em que viveram, pagando, por vezes, um preço demasiado alto. Soberanas retratadas: Isabel de York; Margarida de Valois; Isabel I de Castela; Vitória do Reino Unido; Joana I de Castela; Maria I de Portugal; Ana Bolena; Maria I de Inglaterra; Isabel I de Inglaterra; Maria Stuart; Catarina de Médici; Maria Antonieta; Carlota Joaquina; Amélia de Leuchtenberg; Maria Leopoldina de Áustria.
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Edição: Fev 2013
Nº Páginas: 464
Sinopse:
Estefânia de Hohenzollern-Sigmaringen nasceu em 1837 no principado de Sigmaringen, no atual estado alemão de Baden-Wurtemberg. Era neta do príncipe reinante, filha dos príncipes herdeiros e parente próxima dos Bonaparte. Rainha de Portugal pelo seu casamento com D. Pedro V em 1858, faleceu em Lisboa no ano seguinte. A sua curta vida, tão ao gosto romântico, foi rapidamente idealizada. Mulher instruída, com convicções políticas firmes e espírito reformador, foi, contudo, incapaz de ter a influência que desejava. Quanto à apreciação da relação conjugal, também aqui este livro se afasta da interpretação comum. Maria Pia de Saboia nasceu em 1847 em Turim, capital do reino da Sardenha. Era neta do rei Carlos Alberto, filha dos príncipes-herdeiros, Vítor Manuel de Saboia e Maria Adelaide de Habsburgo. Tornou-se rainha de Portugal em 1862, não tendo ainda 15 anos.A figura de Maria Pia tem sido tratada com displicência, dela se forjando uma imagem distorcida. O recurso a documentação privada permite rever profundamente a sua personalidade.Mulher inteligente, generosa, arrojada e majestosa, foi a rainha mais amada no século XIX, a que mais tempo "reinou" e a que mais contribuiu para a boa imagem da família real, apesar dos seus gastos. Manteve com D. Luís uma relação terna e cúmplice, inclusive em assuntos políticos. No reinado de D. Carlos exerceu ação diplomática até agora ignorada. Quanto ao rumor sobre a sua loucura após o Regicídio, não se encontraram provas que o sustentem. Faleceu no seu Piemonte natal em 1911, após 9 meses de exílio.
Nº Páginas: 464
Sinopse:
Estefânia de Hohenzollern-Sigmaringen nasceu em 1837 no principado de Sigmaringen, no atual estado alemão de Baden-Wurtemberg. Era neta do príncipe reinante, filha dos príncipes herdeiros e parente próxima dos Bonaparte. Rainha de Portugal pelo seu casamento com D. Pedro V em 1858, faleceu em Lisboa no ano seguinte. A sua curta vida, tão ao gosto romântico, foi rapidamente idealizada. Mulher instruída, com convicções políticas firmes e espírito reformador, foi, contudo, incapaz de ter a influência que desejava. Quanto à apreciação da relação conjugal, também aqui este livro se afasta da interpretação comum. Maria Pia de Saboia nasceu em 1847 em Turim, capital do reino da Sardenha. Era neta do rei Carlos Alberto, filha dos príncipes-herdeiros, Vítor Manuel de Saboia e Maria Adelaide de Habsburgo. Tornou-se rainha de Portugal em 1862, não tendo ainda 15 anos.A figura de Maria Pia tem sido tratada com displicência, dela se forjando uma imagem distorcida. O recurso a documentação privada permite rever profundamente a sua personalidade.Mulher inteligente, generosa, arrojada e majestosa, foi a rainha mais amada no século XIX, a que mais tempo "reinou" e a que mais contribuiu para a boa imagem da família real, apesar dos seus gastos. Manteve com D. Luís uma relação terna e cúmplice, inclusive em assuntos políticos. No reinado de D. Carlos exerceu ação diplomática até agora ignorada. Quanto ao rumor sobre a sua loucura após o Regicídio, não se encontraram provas que o sustentem. Faleceu no seu Piemonte natal em 1911, após 9 meses de exílio.
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Edição: Out 2021
Nº Páginas: 240
Sinopse:
São mulheres guerreiras, inovadoras, poderosas, espíritos livres e rebeldes, rainhas cujos feitos e sacrifícios foram deixados na sombra pela História, deixando mesmo que os seus nomes e as suas vidas se percam com o passar do tempo... Se a rainha Isabel I e Catarina, a Grande da Rússia, são conhecidas e celebradas, muitas outras têm sido ignoradas, pouco estudadas ou até mesmo difamadas por historiadores, ou então vistas somente como figuras de segundo plano. Até agora. Este livro narra a história de rainhas esquecidas de todo o mundo, da Europa à África, das Américas ao Médio Oriente, aquelas que governaram por seu próprio direito, mas também as que foram esposas ou mães de reis reinantes. Todos conhecemos os grandes imperadores romanos, mas o que dizer da rainha Zenóbia, uma rainha rebelde do Oriente, que enfrentou o Império Romano? William, o Conquistador, o invasor normando da Inglaterra em 1066, é uma figura icónica na história, mas será que já ouviu falar da sua poderosa aliada e esposa Matilda de Flanders? Henrietta Maria, rainha consorte do rei inglês Charles I, é lembrada apenas como impopular, mas acredite-se ou não foi ela a responsável pela queda da monarquia, entre 1649 e 1660. Na história de Inglaterra, o rei Henrique VIII é um dos nomes lendários e Catarina de Aragão, simplesmente, a sua primeira esposa, mas o que terá motivado o rei a tão desesperadamente querer divorciar-se dela? Estas são 40 rainhas inesquecíveis que merecem um lugar na História.
Nº Páginas: 240
Sinopse:
São mulheres guerreiras, inovadoras, poderosas, espíritos livres e rebeldes, rainhas cujos feitos e sacrifícios foram deixados na sombra pela História, deixando mesmo que os seus nomes e as suas vidas se percam com o passar do tempo... Se a rainha Isabel I e Catarina, a Grande da Rússia, são conhecidas e celebradas, muitas outras têm sido ignoradas, pouco estudadas ou até mesmo difamadas por historiadores, ou então vistas somente como figuras de segundo plano. Até agora. Este livro narra a história de rainhas esquecidas de todo o mundo, da Europa à África, das Américas ao Médio Oriente, aquelas que governaram por seu próprio direito, mas também as que foram esposas ou mães de reis reinantes. Todos conhecemos os grandes imperadores romanos, mas o que dizer da rainha Zenóbia, uma rainha rebelde do Oriente, que enfrentou o Império Romano? William, o Conquistador, o invasor normando da Inglaterra em 1066, é uma figura icónica na história, mas será que já ouviu falar da sua poderosa aliada e esposa Matilda de Flanders? Henrietta Maria, rainha consorte do rei inglês Charles I, é lembrada apenas como impopular, mas acredite-se ou não foi ela a responsável pela queda da monarquia, entre 1649 e 1660. Na história de Inglaterra, o rei Henrique VIII é um dos nomes lendários e Catarina de Aragão, simplesmente, a sua primeira esposa, mas o que terá motivado o rei a tão desesperadamente querer divorciar-se dela? Estas são 40 rainhas inesquecíveis que merecem um lugar na História.
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Edição: Jan 2015
Nº Páginas: 352
Sinopse:
Margarida de Áustria, arquiduquesa de Áustria por nascimento, nasceu em 1584. Casou-se com Filipe II de Portugal, seu parente e filho do mais importante rei da Casa de Áustria. Apesar da sua juventude e da sua condição de mulher não renunciou ao protagonismo político, em defesa da família e da monarquia hispânica. Os cronistas da época louvaram as suas qualidades, e os seus súbditos não só a idealizaram como prolongaram o seu "poder" para além da morte. A rainha morreu jovem, com 26 anos, em 1611. Isabel de Bourbon, filha de Henrique IV de Bourbon e de Maria de Médicis, foi esposa de Filipe III de Portugal, rainha consorte exemplar e, no final da vida, governadora da monarquia hispânica. Tendo passado uma infância entre jogos e bailes, o seu casamento em 1615 e o nascimento do príncipe, Baltasar Carlos, em 1629, conferiram-lhe um poder notável, tendo sido "embaixadora" da paz entre o irmão, Luís XIII, e o marido. Destaca-se o seu trabalho diplomático na assinatura do Tratado de Monzón e a mediação durante a guerra de Mântua. De 1642 a 1644 assumiu as funções de regente para que Filipe se dedicasse à guerra da Catalunha. Faleceu no exercício da regência, o que ajudou a fortalecer a sua lenda.
Nº Páginas: 352
Sinopse:
Margarida de Áustria, arquiduquesa de Áustria por nascimento, nasceu em 1584. Casou-se com Filipe II de Portugal, seu parente e filho do mais importante rei da Casa de Áustria. Apesar da sua juventude e da sua condição de mulher não renunciou ao protagonismo político, em defesa da família e da monarquia hispânica. Os cronistas da época louvaram as suas qualidades, e os seus súbditos não só a idealizaram como prolongaram o seu "poder" para além da morte. A rainha morreu jovem, com 26 anos, em 1611. Isabel de Bourbon, filha de Henrique IV de Bourbon e de Maria de Médicis, foi esposa de Filipe III de Portugal, rainha consorte exemplar e, no final da vida, governadora da monarquia hispânica. Tendo passado uma infância entre jogos e bailes, o seu casamento em 1615 e o nascimento do príncipe, Baltasar Carlos, em 1629, conferiram-lhe um poder notável, tendo sido "embaixadora" da paz entre o irmão, Luís XIII, e o marido. Destaca-se o seu trabalho diplomático na assinatura do Tratado de Monzón e a mediação durante a guerra de Mântua. De 1642 a 1644 assumiu as funções de regente para que Filipe se dedicasse à guerra da Catalunha. Faleceu no exercício da regência, o que ajudou a fortalecer a sua lenda.
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Edição: Nov 2015
Nº Páginas: 584
Sinopse:
Monumental no seu alcance global e histórico, a primeira história exaustiva do racismo, das Cruzadas ao século XX. Demonstrando que não existe uma tradição contínua de racismo no Ocidente, Francisco Bethencourt revela que o racismo precedeu quaisquer teorias de raça e que deve ser visto sob o prisma e no contexto das hierarquias sociais e das condições locais. Defende que, nas suas diferentes facetas, todo o racismo foi desencadeado por projetos políticos que monopolizavam recursos económicos e sociais específicos. Uma grandiosa obra interdisciplinar que se distancia das ideias lineares ou adquiridas sobre o racismo e reformula o nosso entendimento das relações interétnicas.
Nº Páginas: 584
Sinopse:
Monumental no seu alcance global e histórico, a primeira história exaustiva do racismo, das Cruzadas ao século XX. Demonstrando que não existe uma tradição contínua de racismo no Ocidente, Francisco Bethencourt revela que o racismo precedeu quaisquer teorias de raça e que deve ser visto sob o prisma e no contexto das hierarquias sociais e das condições locais. Defende que, nas suas diferentes facetas, todo o racismo foi desencadeado por projetos políticos que monopolizavam recursos económicos e sociais específicos. Uma grandiosa obra interdisciplinar que se distancia das ideias lineares ou adquiridas sobre o racismo e reformula o nosso entendimento das relações interétnicas.
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Edição: Out 2018
Nº Páginas: 256
Sinopse:
O que têm em comum Henrique Raposo, Maitê Proença, José Cid e Carolina Patrocínio? Todos se viram na mira do ódio virtual. Neste livro, estas e outras figuras públicas conversam com Nelson Nunes sobre o que originou a "polémica", quais as consequências para as suas vidas e como lidaram com isso. Na Idade Média, os autos-de-fé aconteciam num lugar público, onde todos podiam ver o "penitente" a ser queimado. Hoje, as redes sociais assumiram esse papel. Um comentário fora de contexto, uma piada a que alguém não achou graça… e a indignação coletiva começa a circular e a crescer, podendo atingir a força de um furacão, destruindo tudo e todos pelo caminho! O objetivo: demonizar, ridicularizar, inferiorizar e envergonhar quem se atreveu a exprimir uma opinião. Da mesma forma que as redes sociais são um poderoso instrumento de denúncia de injustiças, a sua força pode transformar-se numa forma de controlo social, através do recurso à vergonha pública. "Quem Vamos Queimar Hoje?" é um conjunto de conversas sobre a vida moderna, repletas de verdades reveladoras acerca de como os limites do que é aceitável estão a ser redefinidos. Um retrato honesto dos ataques cometidos nas redes sociais!
Nº Páginas: 256
Sinopse:
O que têm em comum Henrique Raposo, Maitê Proença, José Cid e Carolina Patrocínio? Todos se viram na mira do ódio virtual. Neste livro, estas e outras figuras públicas conversam com Nelson Nunes sobre o que originou a "polémica", quais as consequências para as suas vidas e como lidaram com isso. Na Idade Média, os autos-de-fé aconteciam num lugar público, onde todos podiam ver o "penitente" a ser queimado. Hoje, as redes sociais assumiram esse papel. Um comentário fora de contexto, uma piada a que alguém não achou graça… e a indignação coletiva começa a circular e a crescer, podendo atingir a força de um furacão, destruindo tudo e todos pelo caminho! O objetivo: demonizar, ridicularizar, inferiorizar e envergonhar quem se atreveu a exprimir uma opinião. Da mesma forma que as redes sociais são um poderoso instrumento de denúncia de injustiças, a sua força pode transformar-se numa forma de controlo social, através do recurso à vergonha pública. "Quem Vamos Queimar Hoje?" é um conjunto de conversas sobre a vida moderna, repletas de verdades reveladoras acerca de como os limites do que é aceitável estão a ser redefinidos. Um retrato honesto dos ataques cometidos nas redes sociais!
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Edição: Out 2012
Nº Páginas: 472
Sinopse:
"Este livro prova com números e factos que os trabalhadores portugueses contribuem para o Estado social o necessário para pagar a sua saúde, educação, bem-estar e infraestruturas." Os diversos artigos dos autores deste livro documentam o percurso que acompanhou a consolidação do Estado Social e a importância das contribuições dos cidadãos ao longo de décadas indicando que a solidariedade social é imperativa. Também se destacam as constantes ameaças das políticas neoliberais à consolidação do Estado Social sobretudo a partir da década de 80 em todo o mundo, e que se aprofundaram ainda mais a partir da atual crise que eclodiu em 2008. Um estudo que tenta analisar alguns dos principais equívocos associados às análises economicistas justificativas do fim do Estado Social tantas vezes evocadas como se se tratassem de uma força invencível da Natureza - o Estado-providência teria fim à vista por não ser financeiramente sustentável, por provocar monstruosos défices orçamentais, estagnação económica, crescimento da dívida pública, etc. (...) Este discurso neoliberal cria uma cortina de fumo sobre a realidade que importa aclarar.
Nº Páginas: 472
Sinopse:
"Este livro prova com números e factos que os trabalhadores portugueses contribuem para o Estado social o necessário para pagar a sua saúde, educação, bem-estar e infraestruturas." Os diversos artigos dos autores deste livro documentam o percurso que acompanhou a consolidação do Estado Social e a importância das contribuições dos cidadãos ao longo de décadas indicando que a solidariedade social é imperativa. Também se destacam as constantes ameaças das políticas neoliberais à consolidação do Estado Social sobretudo a partir da década de 80 em todo o mundo, e que se aprofundaram ainda mais a partir da atual crise que eclodiu em 2008. Um estudo que tenta analisar alguns dos principais equívocos associados às análises economicistas justificativas do fim do Estado Social tantas vezes evocadas como se se tratassem de uma força invencível da Natureza - o Estado-providência teria fim à vista por não ser financeiramente sustentável, por provocar monstruosos défices orçamentais, estagnação económica, crescimento da dívida pública, etc. (...) Este discurso neoliberal cria uma cortina de fumo sobre a realidade que importa aclarar.
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Edição: Mai 2018
Nº Páginas: 216
Sinopse:
Depois de uma investigação rigorosa ao mundo dos bancos portugueses, Helena Garrido regressa para, num livro sobre a Caixa Geral de Depósitos, mostrar como o banco público serviu para negócios e operações duvidosas - sempre a mando do poder e sempre a perder dinheiro que pertence aos contribuintes. Na recente história da Caixa há de tudo. Credora discreta de homens sem dinheiro que querem ser "donos" de grandes negócios e estar na mesa do poder. Investidora em projetos de "interesse nacional" duvidoso e que veio a revelar-se catastrófico. Acionista nos bastidores a dar palco aos defensores dos "centros de decisão nacional". Canal de dinheiro para viabilizar "investimento direto estrangeiro". Financiadora de especuladores bolsistas e imobiliários. Centro de empregos, influência e poder dos governos. Capturada por todo o tipo de interesses, fragilizada na sua estrutura técnica por sucessivos governos e administrações, viveu à beira do colapso. Está a renascer. Vai ser mais pequena, menos internacional, com menos capacidade de criar um mundo empresarial de "faz de conta" como no passado. Em 2016 o Departamento Central e Investigação Penal inicia uma investigação que vai determinar se a gestão da CGD teve ou não contornos criminais. Na mira do Ministério Público está o período que vai de 2005 a 2016, com anos sucessivos de prejuízos e perdas superiores a 4 mil milhões de euros. Numa investigação prodigiosa, Helena Garrido mostra como foi possível esse desmando e como os contribuintes vão pagar caro os erros dos gestores e políticos que meteram a mão na Caixa.
Nº Páginas: 216
Sinopse:
Depois de uma investigação rigorosa ao mundo dos bancos portugueses, Helena Garrido regressa para, num livro sobre a Caixa Geral de Depósitos, mostrar como o banco público serviu para negócios e operações duvidosas - sempre a mando do poder e sempre a perder dinheiro que pertence aos contribuintes. Na recente história da Caixa há de tudo. Credora discreta de homens sem dinheiro que querem ser "donos" de grandes negócios e estar na mesa do poder. Investidora em projetos de "interesse nacional" duvidoso e que veio a revelar-se catastrófico. Acionista nos bastidores a dar palco aos defensores dos "centros de decisão nacional". Canal de dinheiro para viabilizar "investimento direto estrangeiro". Financiadora de especuladores bolsistas e imobiliários. Centro de empregos, influência e poder dos governos. Capturada por todo o tipo de interesses, fragilizada na sua estrutura técnica por sucessivos governos e administrações, viveu à beira do colapso. Está a renascer. Vai ser mais pequena, menos internacional, com menos capacidade de criar um mundo empresarial de "faz de conta" como no passado. Em 2016 o Departamento Central e Investigação Penal inicia uma investigação que vai determinar se a gestão da CGD teve ou não contornos criminais. Na mira do Ministério Público está o período que vai de 2005 a 2016, com anos sucessivos de prejuízos e perdas superiores a 4 mil milhões de euros. Numa investigação prodigiosa, Helena Garrido mostra como foi possível esse desmando e como os contribuintes vão pagar caro os erros dos gestores e políticos que meteram a mão na Caixa.
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Edição: Abr 2016
Nº Páginas: 296
Sinopse:
Historiadores, sociólogos e antropólogos reúnem num só volume as suas perspectivas sobre os protagonistas dos grandes acontecimentos históricos em Portugal e no mundo."A Expansão Portuguesa resultou da visão pioneira de um infante ou terá reflectido os interesses de um certo grupo social? E a Revolução Francesa - tratou-se de um golpe desferido por uma elite ou do levantamento de um povo? E o Holocausto - a sua culpa morre com Hitler ou tamanha tragédia deverá ser compreendida enquanto resultado de simples decisões de milhares de alemães, que assim maximizaram a potência repressiva dos estados modernos? À superfície de algumas das principais polémicas que têm ocupado os historiadores, emerge a questão do sujeito. Quem foi o protagonista daquele acontecimento? Qual foi o responsável por determinado processo histórico? Quem fez a história?" — José Neves, Introdução
Nº Páginas: 296
Sinopse:
Historiadores, sociólogos e antropólogos reúnem num só volume as suas perspectivas sobre os protagonistas dos grandes acontecimentos históricos em Portugal e no mundo."A Expansão Portuguesa resultou da visão pioneira de um infante ou terá reflectido os interesses de um certo grupo social? E a Revolução Francesa - tratou-se de um golpe desferido por uma elite ou do levantamento de um povo? E o Holocausto - a sua culpa morre com Hitler ou tamanha tragédia deverá ser compreendida enquanto resultado de simples decisões de milhares de alemães, que assim maximizaram a potência repressiva dos estados modernos? À superfície de algumas das principais polémicas que têm ocupado os historiadores, emerge a questão do sujeito. Quem foi o protagonista daquele acontecimento? Qual foi o responsável por determinado processo histórico? Quem fez a história?" — José Neves, Introdução
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Edição: Set 2019
Nº Páginas: 124
Sinopse:
"Fascismo" é uma palavra maldita, tanto para quem o viveu de perto, como para os filhos da liberdade que a desmemória não atacou. Mas saberemos exactamente o significado do conceito ou ter-se-á o mundo encarregado de lhe alterar a semântica? Enquanto o fantasma dos "tempos da outra senhora" paira sobre as nossas democracias, materializado em figuras como Trump, Bolsonaro, Erdogan, Orbán ou Di Maio, gastamos a nossa indignação a chamálos de fascistas sem equacionarmos a possibilidade de serem uma outra coisa igualmente perigosa, mas diferente. Quem É Fascista é uma obra original do historiador Emilio Gentile. Na sugestiva forma de auto-entrevista, Gentile desmistifica e clarifica conceitos históricos há muito deturpados, explicando que a crise democrática está muito além dos velhos fantasmas.
Nº Páginas: 124
Sinopse:
"Fascismo" é uma palavra maldita, tanto para quem o viveu de perto, como para os filhos da liberdade que a desmemória não atacou. Mas saberemos exactamente o significado do conceito ou ter-se-á o mundo encarregado de lhe alterar a semântica? Enquanto o fantasma dos "tempos da outra senhora" paira sobre as nossas democracias, materializado em figuras como Trump, Bolsonaro, Erdogan, Orbán ou Di Maio, gastamos a nossa indignação a chamálos de fascistas sem equacionarmos a possibilidade de serem uma outra coisa igualmente perigosa, mas diferente. Quem É Fascista é uma obra original do historiador Emilio Gentile. Na sugestiva forma de auto-entrevista, Gentile desmistifica e clarifica conceitos históricos há muito deturpados, explicando que a crise democrática está muito além dos velhos fantasmas.
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Edição: Ago 2021
Nº Páginas: 168
Sinopse:
Fernando Pessoa vivia em Lisboa, animado pela centena de heterónimos que moravam dentro do seu espírito. Salazar estava no seu sossego monástico, em Coimbra. Até que, em 1926, alguns generais chamaram Salazar a Lisboa. Para ser ministro, primeiro, para mandar em Portugal, depois. Pessoa e Salazar, nunca se encontrando, partilharam então, a agitada vida do país, até 1935, ano da morte de Pessoa. O que pensava Pessoa de Salazar? Amava-o ou odiava-o? Pessoa foi alguma vez salazarista ou fascista?
Nº Páginas: 168
Sinopse:
Fernando Pessoa vivia em Lisboa, animado pela centena de heterónimos que moravam dentro do seu espírito. Salazar estava no seu sossego monástico, em Coimbra. Até que, em 1926, alguns generais chamaram Salazar a Lisboa. Para ser ministro, primeiro, para mandar em Portugal, depois. Pessoa e Salazar, nunca se encontrando, partilharam então, a agitada vida do país, até 1935, ano da morte de Pessoa. O que pensava Pessoa de Salazar? Amava-o ou odiava-o? Pessoa foi alguma vez salazarista ou fascista?
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Edição: Set 2019
Nº Páginas: 192
Sinopse:
Edição bilingue, em parceria com a exposição homónima, integrada na primeira edição da Porto Design Biennale (PDB’19). "NÃO HÁ PLANETA B" "FILHAS DA LUTA" "NINGUÉM É ILEGAL" Coleccionados ao longo dos últimos sete anos, os cartazes e objectos integrados neste livro percorreram ruas e avenidas de Portugal em manifestações contra a troika, marchas LGBTI+ e das Mulheres, ou greves internacionais como a Climática Estudantil. São feitos de forma artesanal, com restos de caixas de cartão, pedaços de estore, marcadores, tinta ou colagens, e representam protestos esquerdistas, ecologistas, feministas, laborais e muitos outros. Alguns apareceram nos jornais, outros foram parar ao lixo ou têm erros ortográficos, mas quase todos dizem algo sobre quem os fez e muito sobre o momento e o lugar em que se inscrevem. Mesmo nesta sua outra vida, estes cartazes de protesto conservados pelo arquivo ephemera representam e celebram o exercício da liberdade e da imaginação do futuro, nem sempre possível noutros tempos e geografias. "O rastro das manifestações continua a interessar-nos. O arquivo ephemera de há muito que se interessa pelo carácter físico das coisas, pelos objectos, num mundo que crescentemente se deslumbra com o virtual e digital. Os objectos são da dimensão do humano, dos nossos sentidos, transportam uma verdade especial, a da sua materialidade. Sartre, quando quis explicar o que era o existencialismo, usou o exemplo de uma garrafa. Lenine, quando quis gozar com a obra do bispo Berkeley, sugeriu -lhe atravessar uma rua sem olhar para os carros. Por aí adiante." "José Pacheco Pereira, Prefácio"
Nº Páginas: 192
Sinopse:
Edição bilingue, em parceria com a exposição homónima, integrada na primeira edição da Porto Design Biennale (PDB’19). "NÃO HÁ PLANETA B" "FILHAS DA LUTA" "NINGUÉM É ILEGAL" Coleccionados ao longo dos últimos sete anos, os cartazes e objectos integrados neste livro percorreram ruas e avenidas de Portugal em manifestações contra a troika, marchas LGBTI+ e das Mulheres, ou greves internacionais como a Climática Estudantil. São feitos de forma artesanal, com restos de caixas de cartão, pedaços de estore, marcadores, tinta ou colagens, e representam protestos esquerdistas, ecologistas, feministas, laborais e muitos outros. Alguns apareceram nos jornais, outros foram parar ao lixo ou têm erros ortográficos, mas quase todos dizem algo sobre quem os fez e muito sobre o momento e o lugar em que se inscrevem. Mesmo nesta sua outra vida, estes cartazes de protesto conservados pelo arquivo ephemera representam e celebram o exercício da liberdade e da imaginação do futuro, nem sempre possível noutros tempos e geografias. "O rastro das manifestações continua a interessar-nos. O arquivo ephemera de há muito que se interessa pelo carácter físico das coisas, pelos objectos, num mundo que crescentemente se deslumbra com o virtual e digital. Os objectos são da dimensão do humano, dos nossos sentidos, transportam uma verdade especial, a da sua materialidade. Sartre, quando quis explicar o que era o existencialismo, usou o exemplo de uma garrafa. Lenine, quando quis gozar com a obra do bispo Berkeley, sugeriu -lhe atravessar uma rua sem olhar para os carros. Por aí adiante." "José Pacheco Pereira, Prefácio"
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Edição: Jun 2020
Nº Páginas: 160
Sinopse:
Portugal é um dos países mais seguros e pacíficos do mundo, mas não deixa, por isso, de ser assolado por flagelos que o ameaçam, pondo em risco a segurança e o desenvolvimento do país: a corrupção, a violência doméstica, o terrorismo e as epidemias, agora a covid-19. O autor, major da GNR, propõe uma acção imediata e preventiva para estes quatro flagelos: - A corrupção generalizada, que mina as organizações e ameaça a democracia, e a importância da aprovação da delação premiada e da protecção de denunciantes no sistema jurídico português. De Rui Pinto aos paióis de Tancos, o autor esclarece alguns dos acontecimentos mais mediáticos. - A violência doméstica é um triste retrato de uma política de negligência para com as vítimas, que não vêem asseguradas as condições necessárias para se libertarem de uma situação opressora. O que podemos fazer para inverter esta situação? - O terrorismo de inspiração islâmica, que, aparecendo sob a forma de ondas de ataques, gera um período de acalmia que propicia o esquecimento do fenómeno e um relaxamento de que resulta o ambiente ideal para novas investidas. - A mais recente ameaça é a covid-19. Como enfrentar esta e futuras pandemias?
Nº Páginas: 160
Sinopse:
Portugal é um dos países mais seguros e pacíficos do mundo, mas não deixa, por isso, de ser assolado por flagelos que o ameaçam, pondo em risco a segurança e o desenvolvimento do país: a corrupção, a violência doméstica, o terrorismo e as epidemias, agora a covid-19. O autor, major da GNR, propõe uma acção imediata e preventiva para estes quatro flagelos: - A corrupção generalizada, que mina as organizações e ameaça a democracia, e a importância da aprovação da delação premiada e da protecção de denunciantes no sistema jurídico português. De Rui Pinto aos paióis de Tancos, o autor esclarece alguns dos acontecimentos mais mediáticos. - A violência doméstica é um triste retrato de uma política de negligência para com as vítimas, que não vêem asseguradas as condições necessárias para se libertarem de uma situação opressora. O que podemos fazer para inverter esta situação? - O terrorismo de inspiração islâmica, que, aparecendo sob a forma de ondas de ataques, gera um período de acalmia que propicia o esquecimento do fenómeno e um relaxamento de que resulta o ambiente ideal para novas investidas. - A mais recente ameaça é a covid-19. Como enfrentar esta e futuras pandemias?
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Edição: Jun 2022
Nº Páginas: 208
Sinopse:
Esta é a história de como um obscuro agente secreto do KGB tomou conta do maior arsenal nuclear de sempre, no mais vasto país do mundo. É uma história sinistra feita de oportunismo, dissimulação e mortos, muitos mortos. Se é impressionável, evite este livro. Dormirá melhor sem saber o que aqui se conta; sem conhecer os pormenores de como uma série de explosões muito mal explicadas e as tragédias da Chechénia, de Beslan, do teatro Dubrovka ou de Alepo se tornaram estações da via sacra que colocou o mundo à beira da terceira guerra mundial.
Nº Páginas: 208
Sinopse:
Esta é a história de como um obscuro agente secreto do KGB tomou conta do maior arsenal nuclear de sempre, no mais vasto país do mundo. É uma história sinistra feita de oportunismo, dissimulação e mortos, muitos mortos. Se é impressionável, evite este livro. Dormirá melhor sem saber o que aqui se conta; sem conhecer os pormenores de como uma série de explosões muito mal explicadas e as tragédias da Chechénia, de Beslan, do teatro Dubrovka ou de Alepo se tornaram estações da via sacra que colocou o mundo à beira da terceira guerra mundial.
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Edição: Mar 2017
Nº Páginas: 560
Sinopse:
Quem foram as primeiras vítimas mortais da democracia? Por que razão foram assassinados Padre Max, Rosinda Teixeira e Joaquim Ferreira Torres? Quem protegia e que segredos escondia a rede bombista de extrema-direita? Como enfrentou o cônsul dos EUA no Porto o PREC? O que relatam os diários do norueguês baleado no Verão Quente de 1975? Como é que a Igreja mobilizou e abençoou a luta contra o comunismo? O que sabia a PJ sobre o terrorismo político e tudo o que nunca chegou a julgamento? Com recurso a centenas de documentos, entrevistas e testemunhos inéditos, esta investigação jornalística traz à luz do dia histórias secretas ou esquecidas do pós-25 de Abril. Quando Portugal ardeu e esteve à beira da guerra civil.
Nº Páginas: 560
Sinopse:
Quem foram as primeiras vítimas mortais da democracia? Por que razão foram assassinados Padre Max, Rosinda Teixeira e Joaquim Ferreira Torres? Quem protegia e que segredos escondia a rede bombista de extrema-direita? Como enfrentou o cônsul dos EUA no Porto o PREC? O que relatam os diários do norueguês baleado no Verão Quente de 1975? Como é que a Igreja mobilizou e abençoou a luta contra o comunismo? O que sabia a PJ sobre o terrorismo político e tudo o que nunca chegou a julgamento? Com recurso a centenas de documentos, entrevistas e testemunhos inéditos, esta investigação jornalística traz à luz do dia histórias secretas ou esquecidas do pós-25 de Abril. Quando Portugal ardeu e esteve à beira da guerra civil.
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Edição: Mai 2016
Nº Páginas: 368
Sinopse:
Motivada pela vontade de recordar o passado inscrito ao longo de dezenas de edições, a equipa da revista "LOUD!" encetou um processo de (re)descoberta de alguns dos discos mais emblemáticos da música pesada nacional. Falando directamente com os intervenientes e, em alguns casos, reunindo músicos que não estavam juntos há anos, pintou-se um quadro fiel das motivações, processos e consequências dos lançamentos mais importantes da música alternativa em Portugal. Reunidos pela primeira vez num livro, e com vários originais, esta é a história do movimento underground português em todas as suas variantes, contada pela voz dos seus protagonistas.
Nº Páginas: 368
Sinopse:
Motivada pela vontade de recordar o passado inscrito ao longo de dezenas de edições, a equipa da revista "LOUD!" encetou um processo de (re)descoberta de alguns dos discos mais emblemáticos da música pesada nacional. Falando directamente com os intervenientes e, em alguns casos, reunindo músicos que não estavam juntos há anos, pintou-se um quadro fiel das motivações, processos e consequências dos lançamentos mais importantes da música alternativa em Portugal. Reunidos pela primeira vez num livro, e com vários originais, esta é a história do movimento underground português em todas as suas variantes, contada pela voz dos seus protagonistas.
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