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Edição: Mar 2017
Nº Páginas: 384
Sinopse:
Terão já passado os melhores dias de Portugal? O declínio do país tem sido um tema recorrentemente exposto por historiadores e comentadores que focam a sua atenção na era dourada dos Descobrimentos, o Império e o papel de Lisboa como grande potência atlântica. Neste novo livro, Neill Lochery contraria a ideia de que Portugal esteja em decadência inevitável, sugerindo, pelo contrário, que se trata de uma nação entusiasmante e vibrante a emergir finalmente das sombras lançadas pelas dificuldades políticas e económicas. Tendo como início a Revolução dos Cravos, em abril de 1974, e contextualizando com o fim do Estado Novo (que vigorava desde 1933), o novo período da democracia, a presidência portuguesa da União Europeia e a crise económica que atingiu o país em 2010, este livro é um contributo fascinante e profundamente envolvente para o conhecimento de Portugal nas últimas décadas do século XX e inícios do século XXI. Com um acesso sem precedentes a fontes diplomáticas privilegiadas, incluindo altos funcionários do Departamento de Estado norte-americano, bem como diplomatas britânicos e portugueses, Neill Lochery apresenta um relato de leitura aliciante sobre um país atualmente mais conhecido como destino de férias e como um membro pobre da União Europeia. Portugal - Saído das Sombras cativa qualquer leitor interessado em perceber como este país maravilhoso e lutador conseguiu emergir das sombras e lançar-se numa nova era.
Nº Páginas: 384
Sinopse:
Terão já passado os melhores dias de Portugal? O declínio do país tem sido um tema recorrentemente exposto por historiadores e comentadores que focam a sua atenção na era dourada dos Descobrimentos, o Império e o papel de Lisboa como grande potência atlântica. Neste novo livro, Neill Lochery contraria a ideia de que Portugal esteja em decadência inevitável, sugerindo, pelo contrário, que se trata de uma nação entusiasmante e vibrante a emergir finalmente das sombras lançadas pelas dificuldades políticas e económicas. Tendo como início a Revolução dos Cravos, em abril de 1974, e contextualizando com o fim do Estado Novo (que vigorava desde 1933), o novo período da democracia, a presidência portuguesa da União Europeia e a crise económica que atingiu o país em 2010, este livro é um contributo fascinante e profundamente envolvente para o conhecimento de Portugal nas últimas décadas do século XX e inícios do século XXI. Com um acesso sem precedentes a fontes diplomáticas privilegiadas, incluindo altos funcionários do Departamento de Estado norte-americano, bem como diplomatas britânicos e portugueses, Neill Lochery apresenta um relato de leitura aliciante sobre um país atualmente mais conhecido como destino de férias e como um membro pobre da União Europeia. Portugal - Saído das Sombras cativa qualquer leitor interessado em perceber como este país maravilhoso e lutador conseguiu emergir das sombras e lançar-se numa nova era.
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Edição: Mai 2014
Nº Páginas: 240
Sinopse:
Conta-se a história dos erros cometidos por Marcello Caetano e seus partidários, que permitiram a ascensão das forças sociais e políticas que fizeram o 25 de Abril e puseram fim ao Estado Novo.Da importância da má condução política da guerra de África pelo regime e de como isso foi vital para que a Revolução fosse bem sucedida.
Nº Páginas: 240
Sinopse:
Conta-se a história dos erros cometidos por Marcello Caetano e seus partidários, que permitiram a ascensão das forças sociais e políticas que fizeram o 25 de Abril e puseram fim ao Estado Novo.Da importância da má condução política da guerra de África pelo regime e de como isso foi vital para que a Revolução fosse bem sucedida.
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Edição: Jun 2021
Nº Páginas: 248
Sinopse:
Todos vivemos segundo um mandamento implícito: "Darás aos teus filhos mais e melhor do que aquilo que recebeste dos teus pais." Este mandamento reflete o verdadeiro progresso económico e social que devemos desejar. Nos anos 70, 80 e 90, Portugal cresceu acima da média europeia e parecia estar no bom caminho mas, a partir do início do século xxi, estagnou e começámos a divergir, caindo para a cauda da Europa. Esta estagnação assenta num modelo de sociedade e de economia profundamente errado e que urge alterar, sob pena de prosseguirmos com mais 20 ou 30 anos de estagnação e pobreza. Para entendermos Portugal e o porquê de estar na cauda da Europa, é preciso fazer um bom diagnóstico e entender a fundo as causas da pobreza do país, e por isso este livro começa por diagnosticar o seu "calcanhar de Aquiles" - uma economia e uma sociedade pouco livres e pouco competitivas -, identificando, depois, as suas principais causas e consequências. Para resgatarmos Portugal a esta aparente maldição, Joaquim Miranda Sarmento defende uma atuação em quatro grandes eixos: a reforma das instituições, a valorização do capital humano, a melhoria da competitividade da economia e o confronto com a questão demográfica. Um plano político audaz, humano e urgente, aqui delineado com fluidez e detalhe. Essencial para quem não desistiu de pensar Portugal.
Nº Páginas: 248
Sinopse:
Todos vivemos segundo um mandamento implícito: "Darás aos teus filhos mais e melhor do que aquilo que recebeste dos teus pais." Este mandamento reflete o verdadeiro progresso económico e social que devemos desejar. Nos anos 70, 80 e 90, Portugal cresceu acima da média europeia e parecia estar no bom caminho mas, a partir do início do século xxi, estagnou e começámos a divergir, caindo para a cauda da Europa. Esta estagnação assenta num modelo de sociedade e de economia profundamente errado e que urge alterar, sob pena de prosseguirmos com mais 20 ou 30 anos de estagnação e pobreza. Para entendermos Portugal e o porquê de estar na cauda da Europa, é preciso fazer um bom diagnóstico e entender a fundo as causas da pobreza do país, e por isso este livro começa por diagnosticar o seu "calcanhar de Aquiles" - uma economia e uma sociedade pouco livres e pouco competitivas -, identificando, depois, as suas principais causas e consequências. Para resgatarmos Portugal a esta aparente maldição, Joaquim Miranda Sarmento defende uma atuação em quatro grandes eixos: a reforma das instituições, a valorização do capital humano, a melhoria da competitividade da economia e o confronto com a questão demográfica. Um plano político audaz, humano e urgente, aqui delineado com fluidez e detalhe. Essencial para quem não desistiu de pensar Portugal.
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Edição: Set 2014
Nº Páginas: 304
Sinopse:
"Portugal não é um problema, mas indiscutivelmente tem problemas.O principal desses problemas é que ele permanece muito desconhecido aos seus. Inúmeras pessoas que vivem em Portugal desde pequenas, que o conhecem por dentro, que falam a cada passo sobre ele, de facto ignoram alguns traços principais da sua realidade."
Nº Páginas: 304
Sinopse:
"Portugal não é um problema, mas indiscutivelmente tem problemas.O principal desses problemas é que ele permanece muito desconhecido aos seus. Inúmeras pessoas que vivem em Portugal desde pequenas, que o conhecem por dentro, que falam a cada passo sobre ele, de facto ignoram alguns traços principais da sua realidade."
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Edição: Fev 2020
Nº Páginas: 288
Sinopse:
Das grandes conquistas e descobertas que enriqueceram a nação aos grandes protagonistas que levaram o nome de Portugal mais longe. Este livro oferece uma introdução imperdível ao povo e à cultura de Portugal, aos seus três impérios na Ásia, na América e em África e à sua busca por modernização económica, estabilidade política e parceria internacional. David Birmingham, conceituado professor de História na Universidade de Kent, narra a fascinante história do nosso país, já que, para compreender a atualidade, é preciso conhecer o passado. Ao longo de 800 anos, Portugal adquiriu autonomia política e cultural no seio da Europa, tendo deixado a sua marca em todos os cantos do planeta. Mas foi mais do que um pequeno país sobrevivente e tenaz da História moderna: foi também pioneiro em muitos dos desenvolvimentos históricos do mundo europeu, como a descoberta do caminho marítimo para a Índia, que alteraria de forma irreversível o comércio entre o Oriente e o Ocidente. Resultado de aturada pesquisa, este livro faz o retrato histórico de Portugal, da instauração da nacionalidade ao presente.
Nº Páginas: 288
Sinopse:
Das grandes conquistas e descobertas que enriqueceram a nação aos grandes protagonistas que levaram o nome de Portugal mais longe. Este livro oferece uma introdução imperdível ao povo e à cultura de Portugal, aos seus três impérios na Ásia, na América e em África e à sua busca por modernização económica, estabilidade política e parceria internacional. David Birmingham, conceituado professor de História na Universidade de Kent, narra a fascinante história do nosso país, já que, para compreender a atualidade, é preciso conhecer o passado. Ao longo de 800 anos, Portugal adquiriu autonomia política e cultural no seio da Europa, tendo deixado a sua marca em todos os cantos do planeta. Mas foi mais do que um pequeno país sobrevivente e tenaz da História moderna: foi também pioneiro em muitos dos desenvolvimentos históricos do mundo europeu, como a descoberta do caminho marítimo para a Índia, que alteraria de forma irreversível o comércio entre o Oriente e o Ocidente. Resultado de aturada pesquisa, este livro faz o retrato histórico de Portugal, da instauração da nacionalidade ao presente.
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Edição: Out 2016
Nº Páginas: 436
Sinopse:
Ao longo destes 26 anos, alguns problemas ambientais revelam uma inquietante persistência na sociedade portuguesa: saneamento básico, poluição dos rios, ocupação do litoral, de bons solos agrícolas e de áreas naturais, suburbanização imparável, grandes incêndios são problemas que nunca saem da agenda por nunca se chegarem a resolver. Organizado em nove grandes temas - "Águas, esgotos e tratamento", "Resíduos: urbanos, industriais, hospitalares"; "Ares, poluições e saúde pública", "Alterações climáticas, das emissões às políticas", "Energias, das clássicas às renováveis", "Ordenamento do território e paisagem", "Conservação da natureza, floresta e biodiversidade", "Litoral e o mar" e "Cidadania, participação e informação" - este livro explica-nos o que melhorou, o que se mantém e o que piorou em matéria de ambiente em Portugal.
Nº Páginas: 436
Sinopse:
Ao longo destes 26 anos, alguns problemas ambientais revelam uma inquietante persistência na sociedade portuguesa: saneamento básico, poluição dos rios, ocupação do litoral, de bons solos agrícolas e de áreas naturais, suburbanização imparável, grandes incêndios são problemas que nunca saem da agenda por nunca se chegarem a resolver. Organizado em nove grandes temas - "Águas, esgotos e tratamento", "Resíduos: urbanos, industriais, hospitalares"; "Ares, poluições e saúde pública", "Alterações climáticas, das emissões às políticas", "Energias, das clássicas às renováveis", "Ordenamento do território e paisagem", "Conservação da natureza, floresta e biodiversidade", "Litoral e o mar" e "Cidadania, participação e informação" - este livro explica-nos o que melhorou, o que se mantém e o que piorou em matéria de ambiente em Portugal.
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Edição: Mar 2014
Nº Páginas: 232
Sinopse:
Com a democracia fizemos escolhas. As escolhas fundadoras da nossa jovem democracia, os choques externos sobre a nossa economia e as preferências europeias acabaram por interagir imprimindo uma dinâmica à nossa vida económica e social que puseram Portugal de joelhos.Portugal é um dos "elos mais fracos do sistema do euro". As deficiências na criação do euro converteram-nos num alvo de sucessivos ataques dos mercados financeiros, a que sucumbimos aumentando a nossa dívida externa e reduzindo drasticamente a nossa liberdade de acção presente e futura.Temos de rever as nossas escolhas fundadoras: é preciso mudar o modelo económico e social; é preciso alterar o nosso compromisso europeu.
Nº Páginas: 232
Sinopse:
Com a democracia fizemos escolhas. As escolhas fundadoras da nossa jovem democracia, os choques externos sobre a nossa economia e as preferências europeias acabaram por interagir imprimindo uma dinâmica à nossa vida económica e social que puseram Portugal de joelhos.Portugal é um dos "elos mais fracos do sistema do euro". As deficiências na criação do euro converteram-nos num alvo de sucessivos ataques dos mercados financeiros, a que sucumbimos aumentando a nossa dívida externa e reduzindo drasticamente a nossa liberdade de acção presente e futura.Temos de rever as nossas escolhas fundadoras: é preciso mudar o modelo económico e social; é preciso alterar o nosso compromisso europeu.
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Edição: Set 2021
Nº Páginas: 224
Sinopse:
No ano em que celebra o seu nonagésimo aniversário, Germano Silva regressa à publicação em livro das crónicas jornalísticas com que brinda os leitores do Jornal de Notícias há mais de 30 anos. Nas palavras do autor, estão aqui compiladas “algumas das mais sugestivas pequenas histórias da grande História do Porto”. A elas somou um texto inédito que dá a conhecer o Porto de 1931, ano do seu nascimento, no qual Germano Silva revela que outros nascimentos houve, nesse mesmo ano, na cidade que o recebeu. Quererá isto dizer que, aos 90 anos, o Germano deixará de sujar os sapatos a percorrer os recantos da cidade e as esquinas da memória para depois nos devolver esse Porto em letra redonda? Ah, desenganem-se… […] Como as crónicas que aqui se publicam demonstram, o ocaso pode, pois, esperar sentado. E nós, se não arrepiarmos caminho para acompanhar a passada do Germano pelo Porto – e em nome do Porto –, é que ficaremos para trás. Miguel Carvalho in Prefácio
Nº Páginas: 224
Sinopse:
No ano em que celebra o seu nonagésimo aniversário, Germano Silva regressa à publicação em livro das crónicas jornalísticas com que brinda os leitores do Jornal de Notícias há mais de 30 anos. Nas palavras do autor, estão aqui compiladas “algumas das mais sugestivas pequenas histórias da grande História do Porto”. A elas somou um texto inédito que dá a conhecer o Porto de 1931, ano do seu nascimento, no qual Germano Silva revela que outros nascimentos houve, nesse mesmo ano, na cidade que o recebeu. Quererá isto dizer que, aos 90 anos, o Germano deixará de sujar os sapatos a percorrer os recantos da cidade e as esquinas da memória para depois nos devolver esse Porto em letra redonda? Ah, desenganem-se… […] Como as crónicas que aqui se publicam demonstram, o ocaso pode, pois, esperar sentado. E nós, se não arrepiarmos caminho para acompanhar a passada do Germano pelo Porto – e em nome do Porto –, é que ficaremos para trás. Miguel Carvalho in Prefácio
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Edição: Nov 2016
Nº Páginas: 208
Sinopse:
"Esta obra não é mais do que uma viagem no tempo por uma cidade, que é o Porto." Assim descreve Germano Silva esta edição especial, que revisita o Porto através das suas palavras. Nela participam seis dos seus (muitos) admiradores, ilustres portuenses por nascimento ou paixão: Jorge Gabriel, Jorge Nuno Pinto da Costa, Judite de Sousa, Manuel Sobrinho Simões, Pedro Abrunhosa e Sónia Araújo aceitaram escolher algumas das melhores histórias de Germano Silva sobre a cidade. A eles juntou-se Pedro Olavo Simões, que assim se torna, poderá dizer-se, no primeiro biógrafo oficial do autor. Mas como há ainda tanto a descobrir sobre o passado da cidade e tanto a aprender com as palavras do jornalista, que, "aos 85 anos, orienta passeios temáticos em que participam pequenas multidões, sofrendo estas para lhe acompanhar a passada", aqui se apresentam também três textos inéditos do autor. Neste livro celebra-se mais do que o afeto que Germano tem pelo Porto. Celebra-se o incomparável afeto que os portuenses têm pelo Porto e por Germano.
Nº Páginas: 208
Sinopse:
"Esta obra não é mais do que uma viagem no tempo por uma cidade, que é o Porto." Assim descreve Germano Silva esta edição especial, que revisita o Porto através das suas palavras. Nela participam seis dos seus (muitos) admiradores, ilustres portuenses por nascimento ou paixão: Jorge Gabriel, Jorge Nuno Pinto da Costa, Judite de Sousa, Manuel Sobrinho Simões, Pedro Abrunhosa e Sónia Araújo aceitaram escolher algumas das melhores histórias de Germano Silva sobre a cidade. A eles juntou-se Pedro Olavo Simões, que assim se torna, poderá dizer-se, no primeiro biógrafo oficial do autor. Mas como há ainda tanto a descobrir sobre o passado da cidade e tanto a aprender com as palavras do jornalista, que, "aos 85 anos, orienta passeios temáticos em que participam pequenas multidões, sofrendo estas para lhe acompanhar a passada", aqui se apresentam também três textos inéditos do autor. Neste livro celebra-se mais do que o afeto que Germano tem pelo Porto. Celebra-se o incomparável afeto que os portuenses têm pelo Porto e por Germano.
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Edição: Out 2013
Nº Páginas: 224
Sinopse:
Sabia que: os Clérigos comemoram 250 anos de existência em 2013, ano de edição deste livro? no local onde atualmente funciona a Reitoria da Universidade do Porto existiu, no século XII, a ermida de Nossa Senhora da Graça? o café Majestic foi considerado, por uma prestigiada revista de turismo, um dos cafés mais bonitos do mundo? Camilo Castelo Branco escreveu o romance "Amor de Perdição" em apenas 15 dias, enquanto esteve preso na Cadeia da Relação? Neste novo livro, Germano Silva é, uma vez mais, o seu guia num percurso pela história e cultura da cidade Invicta, marcada pelo granito e pelo espírito das gentes. Deixe-se levar nesta viagem ao passado. "Germano Silva é um poeta. Um poeta do Porto. Na sua pena e na sua mente, as avenidas rimam com praças, os quelhos com ruas, as travessas, os largos, os terreiros ritmam melodias de um passado rico de estórias fascinantes." Alberto S. Santos, "in" Prefácio
Nº Páginas: 224
Sinopse:
Sabia que: os Clérigos comemoram 250 anos de existência em 2013, ano de edição deste livro? no local onde atualmente funciona a Reitoria da Universidade do Porto existiu, no século XII, a ermida de Nossa Senhora da Graça? o café Majestic foi considerado, por uma prestigiada revista de turismo, um dos cafés mais bonitos do mundo? Camilo Castelo Branco escreveu o romance "Amor de Perdição" em apenas 15 dias, enquanto esteve preso na Cadeia da Relação? Neste novo livro, Germano Silva é, uma vez mais, o seu guia num percurso pela história e cultura da cidade Invicta, marcada pelo granito e pelo espírito das gentes. Deixe-se levar nesta viagem ao passado. "Germano Silva é um poeta. Um poeta do Porto. Na sua pena e na sua mente, as avenidas rimam com praças, os quelhos com ruas, as travessas, os largos, os terreiros ritmam melodias de um passado rico de estórias fascinantes." Alberto S. Santos, "in" Prefácio
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Edição: Jul 2009
Nº Páginas: 160
Sinopse:
Família. Escola. Política. Porquê? Porque sim. Pois, como diz o autor, "continuo a acreditar que vale a pena participar e que o caminho estará na atenção aos sentimentos do outro e à possibilidade de nos reconectarmos a todos os níveis. Num momento em que se privilegia a socialização à distância pela Internet, nunca é demais salientar a importância de criar proximidade com quem está ao alcance do nosso olhar, num movimento renovado de criação de laços afectivos tanto quanto possível duradouros".
Nº Páginas: 160
Sinopse:
Família. Escola. Política. Porquê? Porque sim. Pois, como diz o autor, "continuo a acreditar que vale a pena participar e que o caminho estará na atenção aos sentimentos do outro e à possibilidade de nos reconectarmos a todos os níveis. Num momento em que se privilegia a socialização à distância pela Internet, nunca é demais salientar a importância de criar proximidade com quem está ao alcance do nosso olhar, num movimento renovado de criação de laços afectivos tanto quanto possível duradouros".
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Edição: Jun 2018
Nº Páginas: 120
Sinopse:
Como se celebrava Portugal há quase um século? Que ideia se tinha de Pátria? A mesma de hoje? A Guerra & Paz foi desencantar esta obra em louvor de uma certa ideia de Pátria, da autoria de Albino Forjaz de Sampaio. Nela se cantam "belezas e primores" nacionais. Forjaz de Sampaio enumera os motivos pelos quais se orgulha de ser lusitano: a história do país, as glórias e os feitos portugueses, a terra, a língua, as mulheres, uma nação valente. O seu maior desejo é o de "criar esse orgulho pátrio que faz os povos fortes". Será este um livro nado e criado em pleno Estado Novo? Deixemos falar os factos. O livro antecede-o, a primeira edição é de 1926. O Secretariado de Propaganda Nacional promoveu a obra pelo seu conteúdo, é um facto, mas o que moveu o autor, confessa ele, "foi sim o coração e o espírito do autor que nunca deixou de sonhar cada vez mais alto com a ideia da sua Pátria". Numa perspectiva bem actual, este texto bem poderia servir às agências de turismo que tanto têm feito para dar a conhecer as maravilhas e os ícones de Portugal, que, cada vez mais, é visitado por milhões de estrangeiros vindos de todo o mundo. Esta é a prosa de alguém que acredita que "O patriotismo é um sentimento construtivo". O autor sonhou e, movido pelo amor, a obra nasceu.
Nº Páginas: 120
Sinopse:
Como se celebrava Portugal há quase um século? Que ideia se tinha de Pátria? A mesma de hoje? A Guerra & Paz foi desencantar esta obra em louvor de uma certa ideia de Pátria, da autoria de Albino Forjaz de Sampaio. Nela se cantam "belezas e primores" nacionais. Forjaz de Sampaio enumera os motivos pelos quais se orgulha de ser lusitano: a história do país, as glórias e os feitos portugueses, a terra, a língua, as mulheres, uma nação valente. O seu maior desejo é o de "criar esse orgulho pátrio que faz os povos fortes". Será este um livro nado e criado em pleno Estado Novo? Deixemos falar os factos. O livro antecede-o, a primeira edição é de 1926. O Secretariado de Propaganda Nacional promoveu a obra pelo seu conteúdo, é um facto, mas o que moveu o autor, confessa ele, "foi sim o coração e o espírito do autor que nunca deixou de sonhar cada vez mais alto com a ideia da sua Pátria". Numa perspectiva bem actual, este texto bem poderia servir às agências de turismo que tanto têm feito para dar a conhecer as maravilhas e os ícones de Portugal, que, cada vez mais, é visitado por milhões de estrangeiros vindos de todo o mundo. Esta é a prosa de alguém que acredita que "O patriotismo é um sentimento construtivo". O autor sonhou e, movido pelo amor, a obra nasceu.
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Edição: Set 2018
Nº Páginas: 216
Sinopse:
A psicologia e a sociologia das nossas escolhas alimentares Melanie Joy cunhou o termo "carnismo" para se referir às razões culturais que condicionam o consumo ocidental de carne e o que nos leva a eleger, por exemplo, cães e gatos como animais de estimação e vacas e porcos como fonte de alimentação. Neste livro, a psicóloga social Melanie Joy explora a realidade da indústria pecuária, expondo a crueldade com que os animais são tratados, o impacto que essa crueldade tem nos próprios trabalhadores e as repercussões dessa indústria no meio ambiente. Controverso e desafiante, este livro mudará para sempre o modo como pensa sobre a sua comida e incita-o a fazer escolhas alimentares mais autênticas e racionais. Baseado em 20 anos de investigação sobre a psicologia dos nossos hábitos alimentares.
Nº Páginas: 216
Sinopse:
A psicologia e a sociologia das nossas escolhas alimentares Melanie Joy cunhou o termo "carnismo" para se referir às razões culturais que condicionam o consumo ocidental de carne e o que nos leva a eleger, por exemplo, cães e gatos como animais de estimação e vacas e porcos como fonte de alimentação. Neste livro, a psicóloga social Melanie Joy explora a realidade da indústria pecuária, expondo a crueldade com que os animais são tratados, o impacto que essa crueldade tem nos próprios trabalhadores e as repercussões dessa indústria no meio ambiente. Controverso e desafiante, este livro mudará para sempre o modo como pensa sobre a sua comida e incita-o a fazer escolhas alimentares mais autênticas e racionais. Baseado em 20 anos de investigação sobre a psicologia dos nossos hábitos alimentares.
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Edição: Fev 2013
Nº Páginas: 620
Sinopse:
Porque são umas nações ricas e outras pobres? Serão os responsáveis a cultura, as condições meteorológicas, a geografia? Ou talvez a ignorância de quais são as políticas certas? Pura e simplesmente, não. Nenhum destes fatores é definitivo ou constitui um destino. Se assim não for, como explicar por que razão o Botsuana se tornou um dos países de crescimento mais rápido do mundo, enquanto outras nações africanas, como o Zimbabué, o Congo e a Serra Leoa, estão atoladas na pobreza e na violência? Daron Acemoglu e James Robinson mostram, de uma forma conclusiva, que são as instituições políticas e económicas criadas pela humanidade que estão subjacentes ao êxito económico (ou à falta dele). Baseando-se em quinze anos de investigação, reuniram indícios históricos espantosos sobre o Império Romano, as cidades-estado maias, a Veneza medieval, a União Soviética, a América Latina, Inglaterra, Europa, Estados Unidos e África para elaborarem uma nova teoria de economia política com enorme relevância para as grandes questões atuais, nomeadamente: a China criou uma máquina de crescimento autoritário, continuará a crescer a uma velocidade tão elevada que esmagará o Ocidente?; os melhores dias da América pertencerão já ao passado?; estaremos a passar de um círculo virtuoso, em que o esforço das elites para iluminar o poder são alvo de resistência para outro círculo vicioso, que enriquece e dá poder a uma pequena minoria?; qual é a forma mais eficaz de ajudar a transferir milhões de pessoas da rotina da pobreza para a prosperidade? Residirá em mais filantropia por parte das nações ricas do Ocidente?.
Nº Páginas: 620
Sinopse:
Porque são umas nações ricas e outras pobres? Serão os responsáveis a cultura, as condições meteorológicas, a geografia? Ou talvez a ignorância de quais são as políticas certas? Pura e simplesmente, não. Nenhum destes fatores é definitivo ou constitui um destino. Se assim não for, como explicar por que razão o Botsuana se tornou um dos países de crescimento mais rápido do mundo, enquanto outras nações africanas, como o Zimbabué, o Congo e a Serra Leoa, estão atoladas na pobreza e na violência? Daron Acemoglu e James Robinson mostram, de uma forma conclusiva, que são as instituições políticas e económicas criadas pela humanidade que estão subjacentes ao êxito económico (ou à falta dele). Baseando-se em quinze anos de investigação, reuniram indícios históricos espantosos sobre o Império Romano, as cidades-estado maias, a Veneza medieval, a União Soviética, a América Latina, Inglaterra, Europa, Estados Unidos e África para elaborarem uma nova teoria de economia política com enorme relevância para as grandes questões atuais, nomeadamente: a China criou uma máquina de crescimento autoritário, continuará a crescer a uma velocidade tão elevada que esmagará o Ocidente?; os melhores dias da América pertencerão já ao passado?; estaremos a passar de um círculo virtuoso, em que o esforço das elites para iluminar o poder são alvo de resistência para outro círculo vicioso, que enriquece e dá poder a uma pequena minoria?; qual é a forma mais eficaz de ajudar a transferir milhões de pessoas da rotina da pobreza para a prosperidade? Residirá em mais filantropia por parte das nações ricas do Ocidente?.
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Edição: Jun 2017
Nº Páginas: 108
Sinopse:
Como conter a vaga populista que ameaça as nossas democracias? Como impedir a desagregação da União Europeia? Para pôr fim a políticas económicas desacreditadas, para triunfar sobre a austeridade e combater as desigualdades, é urgente democratizar a governação da zona euro. Redigido por uma equipa pluridisciplinar composta por juristas, especialistas em ciência política e economistas, este projeto de tratado, aqui apresentado e comentado, institui uma assembleia parlamentar da zona euro, visando a promoção da justiça fiscal e social. Este tratado pode ser adotado desde já pelos países que a ele aderirem. O texto do tratado é antecedido de uma introdução que apresenta de forma pedagógica a sua implementação. O objetivo é que cada cidadão se aproprie do debate europeu e que as diferentes forças sociais e políticas contribuam para a melhoria deste projeto e para nos ajudar a sair desta sinistrose que nos rodeia.
Nº Páginas: 108
Sinopse:
Como conter a vaga populista que ameaça as nossas democracias? Como impedir a desagregação da União Europeia? Para pôr fim a políticas económicas desacreditadas, para triunfar sobre a austeridade e combater as desigualdades, é urgente democratizar a governação da zona euro. Redigido por uma equipa pluridisciplinar composta por juristas, especialistas em ciência política e economistas, este projeto de tratado, aqui apresentado e comentado, institui uma assembleia parlamentar da zona euro, visando a promoção da justiça fiscal e social. Este tratado pode ser adotado desde já pelos países que a ele aderirem. O texto do tratado é antecedido de uma introdução que apresenta de forma pedagógica a sua implementação. O objetivo é que cada cidadão se aproprie do debate europeu e que as diferentes forças sociais e políticas contribuam para a melhoria deste projeto e para nos ajudar a sair desta sinistrose que nos rodeia.
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Edição: Out 2019
Nº Páginas: 216
Sinopse:
Vivemos numa época de incerteza. As sociedades anteriores à nossa viveram com um futuro talvez mais sombrio, mas a estabilidade das suas condições de vida – por muito negativas que fossem – permitia-lhes pensar que o porvir não ia lhes trazer demasiadas surpresas. A perplexidade é uma situação própria das sociedades em que o horizonte do possível se abriu tanto que os nossos cálculos acerca do futuro são especialmente incertos. O século XXI estreou-se com a convulsão da crise económica, que produziu vagas de indignação, mas não ocasionou uma especial perplexidade; contribuiu até para reafirmar as nossas principais orientações: quem eram os malvados e quem eram os bons, por exemplo. O mundo voltou a categorizar-se com nitidez entre perdedores e ganhadores, entre o povo e a casta, entre quem manda e quem sofre, ao mesmo tempo que se atribuíam as responsabilidades com relativa segurança. Mas a atual paisagem política encheu-se de uma deceção generalizada que já não se refere a algo concreto, mas sim a uma situação em geral. E sabemos que o mal-estar, quando se torna difuso, provoca perplexidade. Irrita-nos um estado de coisas que não pode contar com a nossa aprovação, mas irrita-nos ainda mais não sabermos como identificar esse mal-estar, quem culpar por ele e a quem confiar a mudança da referida situação.
Nº Páginas: 216
Sinopse:
Vivemos numa época de incerteza. As sociedades anteriores à nossa viveram com um futuro talvez mais sombrio, mas a estabilidade das suas condições de vida – por muito negativas que fossem – permitia-lhes pensar que o porvir não ia lhes trazer demasiadas surpresas. A perplexidade é uma situação própria das sociedades em que o horizonte do possível se abriu tanto que os nossos cálculos acerca do futuro são especialmente incertos. O século XXI estreou-se com a convulsão da crise económica, que produziu vagas de indignação, mas não ocasionou uma especial perplexidade; contribuiu até para reafirmar as nossas principais orientações: quem eram os malvados e quem eram os bons, por exemplo. O mundo voltou a categorizar-se com nitidez entre perdedores e ganhadores, entre o povo e a casta, entre quem manda e quem sofre, ao mesmo tempo que se atribuíam as responsabilidades com relativa segurança. Mas a atual paisagem política encheu-se de uma deceção generalizada que já não se refere a algo concreto, mas sim a uma situação em geral. E sabemos que o mal-estar, quando se torna difuso, provoca perplexidade. Irrita-nos um estado de coisas que não pode contar com a nossa aprovação, mas irrita-nos ainda mais não sabermos como identificar esse mal-estar, quem culpar por ele e a quem confiar a mudança da referida situação.
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Edição: Jan 2016
Nº Páginas: 96
Sinopse:
Este ensaio tem como propósito debater as questões relativas à relação, cada vez mais íntima, entre as esferas da política e do entretenimento, com o propósito de estimular o debate e o pensamento crítico a respeito deste fenómeno incontornável nas sociedades democráticas.
Nº Páginas: 96
Sinopse:
Este ensaio tem como propósito debater as questões relativas à relação, cada vez mais íntima, entre as esferas da política e do entretenimento, com o propósito de estimular o debate e o pensamento crítico a respeito deste fenómeno incontornável nas sociedades democráticas.
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Edição: Mar 2020
Nº Páginas: 256
Sinopse:
Em 1964, Saul Friedländer, um dos mais prestigiados historiadores e investigadores da questão da Shoah, dava a público pela primeira vez o fruto das suas pesquisas nos arquivos do Terceiro Reich relativas às relações entre a Santa Sé e a Alemanha nacional- -socialista. Completados por documentos originários dos arquivos norte-americanos e israelitas, essa documentação lançava nova luz sobre alguns assuntos quentes: a atitude do Sumo Pontífice perante a questão polaca, a derrota da França, o ataque alemão contra a União Soviética e a entrada dos Estados Unidos na guerra; e também sobre os crimes nazis, nomeadamente a exterminação dos Judeus. No momento da sua publicação, "Pio XII e O Terceiro Reich" suscitou uma avalanche de reações apaixonadas e contraditórias, impondo-se depois como um livro de referência. Perto de meio século mais tarde, em 2009, quando o Vaticano tinha já posto em marcha o processo de beatificação e canonização de Pio XII, Saul Friedländer reinterpretou todo este material à luz de novos dados, dando origem ao livro que agora publicamos, no momento em que são finalmente abertos, por decisão do papa Francisco, os arquivos do Vaticano referentes ao papado de Pio XII.
Nº Páginas: 256
Sinopse:
Em 1964, Saul Friedländer, um dos mais prestigiados historiadores e investigadores da questão da Shoah, dava a público pela primeira vez o fruto das suas pesquisas nos arquivos do Terceiro Reich relativas às relações entre a Santa Sé e a Alemanha nacional- -socialista. Completados por documentos originários dos arquivos norte-americanos e israelitas, essa documentação lançava nova luz sobre alguns assuntos quentes: a atitude do Sumo Pontífice perante a questão polaca, a derrota da França, o ataque alemão contra a União Soviética e a entrada dos Estados Unidos na guerra; e também sobre os crimes nazis, nomeadamente a exterminação dos Judeus. No momento da sua publicação, "Pio XII e O Terceiro Reich" suscitou uma avalanche de reações apaixonadas e contraditórias, impondo-se depois como um livro de referência. Perto de meio século mais tarde, em 2009, quando o Vaticano tinha já posto em marcha o processo de beatificação e canonização de Pio XII, Saul Friedländer reinterpretou todo este material à luz de novos dados, dando origem ao livro que agora publicamos, no momento em que são finalmente abertos, por decisão do papa Francisco, os arquivos do Vaticano referentes ao papado de Pio XII.
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Edição: Jun 2009
Nº Páginas: 280
Sinopse:
Não gostam de pezinhos de coentrada? Bom, também não interessa pois este livro nada tem a ver com culinária. É verdade que fala de tostas mistas, "ketchup". hambúrgueres e queijo, muito queijo…, mas também podemos aqui encontrar o Elton John, a Verónica Lake e o Leonardo di Caprio. Cruzamo-nos com taxistas e floristas, juízes e réus, carteiros e jornalistas. Percorremos as mais bonitas cidades europeias. Encontramos referências a teatro, cinema e música. Tropeçamos em escolas e entramos no universo mágico das crianças. Experimentamos namoriscos, paixões e também algumas raivas. E até somos surpreendidos com o ingrato papel da colher de inox! "Pezinhos de Coentrada" são, na prática, pequenas e belas histórias que constituem o quotidiano de qualquer um de nós. Pequenas histórias escritas com o humor, a sensibilidade e a magia a que Alice Vieira nos habituou.
Nº Páginas: 280
Sinopse:
Não gostam de pezinhos de coentrada? Bom, também não interessa pois este livro nada tem a ver com culinária. É verdade que fala de tostas mistas, "ketchup". hambúrgueres e queijo, muito queijo…, mas também podemos aqui encontrar o Elton John, a Verónica Lake e o Leonardo di Caprio. Cruzamo-nos com taxistas e floristas, juízes e réus, carteiros e jornalistas. Percorremos as mais bonitas cidades europeias. Encontramos referências a teatro, cinema e música. Tropeçamos em escolas e entramos no universo mágico das crianças. Experimentamos namoriscos, paixões e também algumas raivas. E até somos surpreendidos com o ingrato papel da colher de inox! "Pezinhos de Coentrada" são, na prática, pequenas e belas histórias que constituem o quotidiano de qualquer um de nós. Pequenas histórias escritas com o humor, a sensibilidade e a magia a que Alice Vieira nos habituou.
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Edição: Nov 2019
Nº Páginas: 416
Sinopse:
Em Pessoas, Poder e Lucro, o economista Joseph Stiglitz expõe os fracassos do capitalismo à americana, mostrando como a consolidação do poder dos mercados - em especial no mundo da finança e da tecnologia - foi motor da propagação de uma desigualdade galopante e resultou num crescimento cada vez menor. Tomando como exemplo maior os Estados Unidos da América, Stiglitz revela o domínio que uns quantos grupos empresariais têm vindo a exercer sobre setores inteiros da economia. Foi assim que a indústria conseguiu escrever os seus próprios regulamentos, que as empresas de tecnologia puderam acumular dados pessoais dos seus utilizadores quase sem supervisão e que o Governo firmou acordos comerciais que em pouco ou nada defendem os interesses dos trabalhadores. Pode parecer que não há solução, mas há. Se reconceptualizarmos a aprendizagem, os avanços científicos e tecnológicos e a defesa de um estado de Direito como as verdadeiras fontes de riqueza e de qualidade de vida, é possível voltarmos a aspirar à "vida de classe média" que durante tanto tempo simbolizou o Sonho Americano e que agora parece uma miragem. O plano é simples: fazer os mercados trabalhar para nós - em vez de trabalharmos nós para eles -, limitando os seus excessos. Pessoas, Poder e Lucro traça o retrato de uma América e de um Mundo em crise e aponta o caminho para um futuro de prosperidade partilhada.
Nº Páginas: 416
Sinopse:
Em Pessoas, Poder e Lucro, o economista Joseph Stiglitz expõe os fracassos do capitalismo à americana, mostrando como a consolidação do poder dos mercados - em especial no mundo da finança e da tecnologia - foi motor da propagação de uma desigualdade galopante e resultou num crescimento cada vez menor. Tomando como exemplo maior os Estados Unidos da América, Stiglitz revela o domínio que uns quantos grupos empresariais têm vindo a exercer sobre setores inteiros da economia. Foi assim que a indústria conseguiu escrever os seus próprios regulamentos, que as empresas de tecnologia puderam acumular dados pessoais dos seus utilizadores quase sem supervisão e que o Governo firmou acordos comerciais que em pouco ou nada defendem os interesses dos trabalhadores. Pode parecer que não há solução, mas há. Se reconceptualizarmos a aprendizagem, os avanços científicos e tecnológicos e a defesa de um estado de Direito como as verdadeiras fontes de riqueza e de qualidade de vida, é possível voltarmos a aspirar à "vida de classe média" que durante tanto tempo simbolizou o Sonho Americano e que agora parece uma miragem. O plano é simples: fazer os mercados trabalhar para nós - em vez de trabalharmos nós para eles -, limitando os seus excessos. Pessoas, Poder e Lucro traça o retrato de uma América e de um Mundo em crise e aponta o caminho para um futuro de prosperidade partilhada.
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Edição: Jul 2014
Nº Páginas: 336
Sinopse:
"A cronologia habitual da História concentra-se em reis e rainhas, batalhas, grandes tratados… Mas há outra história para contar, uma história muito mais apetecível… O livro é um passeio ameno e original pelos produtos, as marcas e as pessoas que melhor representaram os diferentes desejos e aspirações ao longo dos séculos, um mundo muito mais antigo e complexo do que pode parecer à primeira vista. Qual foi a primeira marca deixada por seres humanos? É o Stradivarius a marca de violino mais cara? Que relação existe entre uma empresa de pneus e o guia de restaurantes mais selecto do mundo? Quem foi o homem mais rico da história? Porque é que o primeiro cartão de crédito do mundo se chama "Clube de jantar" (Diners Club)?
Nº Páginas: 336
Sinopse:
"A cronologia habitual da História concentra-se em reis e rainhas, batalhas, grandes tratados… Mas há outra história para contar, uma história muito mais apetecível… O livro é um passeio ameno e original pelos produtos, as marcas e as pessoas que melhor representaram os diferentes desejos e aspirações ao longo dos séculos, um mundo muito mais antigo e complexo do que pode parecer à primeira vista. Qual foi a primeira marca deixada por seres humanos? É o Stradivarius a marca de violino mais cara? Que relação existe entre uma empresa de pneus e o guia de restaurantes mais selecto do mundo? Quem foi o homem mais rico da história? Porque é que o primeiro cartão de crédito do mundo se chama "Clube de jantar" (Diners Club)?
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Edição: Abr 2016
Nº Páginas: 200
Sinopse:
Nos últimos cinco anos, a China tornou-se um dos maiores investidores em Portugal, controlando hoje algumas das suas mais lucrativas empresas. Quem diria?!Durante três décadas, até 1979, os dois países não tiveram relações diplomáticas, mas os contactos - secretos, clandestinos ou oficiosos - nunca foram interrompidos. Salazar e Mao Zedong até estavam de acordo num ponto: Macau não era uma colónia.Outra singularidade: Portugal foi um dos países europeus onde o comunismo chinês teve mais adeptos e parte da sua atual elite foi maoista durante a juventude.A "Peregrinação Vermelha" é uma história dessa atração, contada por alguns dos seus protagonistas, pela primeira vez.
Nº Páginas: 200
Sinopse:
Nos últimos cinco anos, a China tornou-se um dos maiores investidores em Portugal, controlando hoje algumas das suas mais lucrativas empresas. Quem diria?!Durante três décadas, até 1979, os dois países não tiveram relações diplomáticas, mas os contactos - secretos, clandestinos ou oficiosos - nunca foram interrompidos. Salazar e Mao Zedong até estavam de acordo num ponto: Macau não era uma colónia.Outra singularidade: Portugal foi um dos países europeus onde o comunismo chinês teve mais adeptos e parte da sua atual elite foi maoista durante a juventude.A "Peregrinação Vermelha" é uma história dessa atração, contada por alguns dos seus protagonistas, pela primeira vez.
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Edição: Fev 2024
Nº Páginas: 160
Sinopse:
Pequeno-almoço à Beira do Apocalipse é uma crónica agridoce dos dias conturbados que vivemos actualmente. Kaminer, um reconhecido mestre da ironia e do sarcasmo, é capaz de transformar numa gargalhada as mais angustiadas inquietações que estamos a atravessar. O medo do futuro tornou-se uma doença endémica. Sondagens realizadas na Alemanha revelaram que só dezanove por cento da população se declara optimista em relação ao que aí vem. Os outros, todas as manhãs tomam o pequeno-almoço à beira do apocalipse. Ainda assim, arranjámos maneira de conviver com esta circunstância. Os verdadeiros tormentos da vida residem frequentemente no desafio de procurar o carregador do telemóvel ou o nome de um tenor com nove letras. É uma sorte haver um cronista que descreve esta situação peculiar com sentido de humor e um optimismo inabalável.
Nº Páginas: 160
Sinopse:
Pequeno-almoço à Beira do Apocalipse é uma crónica agridoce dos dias conturbados que vivemos actualmente. Kaminer, um reconhecido mestre da ironia e do sarcasmo, é capaz de transformar numa gargalhada as mais angustiadas inquietações que estamos a atravessar. O medo do futuro tornou-se uma doença endémica. Sondagens realizadas na Alemanha revelaram que só dezanove por cento da população se declara optimista em relação ao que aí vem. Os outros, todas as manhãs tomam o pequeno-almoço à beira do apocalipse. Ainda assim, arranjámos maneira de conviver com esta circunstância. Os verdadeiros tormentos da vida residem frequentemente no desafio de procurar o carregador do telemóvel ou o nome de um tenor com nove letras. É uma sorte haver um cronista que descreve esta situação peculiar com sentido de humor e um optimismo inabalável.
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Edição: Mai 2017
Nº Páginas: 200
Sinopse:
A felicidade e o direito de a tentarmos alcançar é um dos direitos consagrados pela Constituição americana e, contudo, poucos de nós se considerariam felizes. O estigma da doença e do sofrimento mental perdura, embora toda a gente conheça alguém próximo (quando não o próprio) que sofre ou sofreu de ansiedade, de depressão… Neste livro, Judite de Sousa e o psiquiatra e psicoterapeuta Diogo Telles Correia fazem uma incursão sem complexos no campo da saúde e da doença mental para mostrarem que o sofrimento não é nem uma anomalia, nem um obstáculo insuperável, e que quem precisa pode sempre encontrar ajuda.
Nº Páginas: 200
Sinopse:
A felicidade e o direito de a tentarmos alcançar é um dos direitos consagrados pela Constituição americana e, contudo, poucos de nós se considerariam felizes. O estigma da doença e do sofrimento mental perdura, embora toda a gente conheça alguém próximo (quando não o próprio) que sofre ou sofreu de ansiedade, de depressão… Neste livro, Judite de Sousa e o psiquiatra e psicoterapeuta Diogo Telles Correia fazem uma incursão sem complexos no campo da saúde e da doença mental para mostrarem que o sofrimento não é nem uma anomalia, nem um obstáculo insuperável, e que quem precisa pode sempre encontrar ajuda.
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Edição: Ago 2020
Nº Páginas: 384
Sinopse:
"Pedro Álvares Cabral ocupa um lugar proeminente na História Universal pelo que é particularmente importante evocar a sua memória quando se celebram os quinhentos anos da sua morte. O facto de ter sido o descobridor do Brasil assegura-lhe o justo protagonismo que tem, mas o significado da sua figura é muito mais importante na medida em que foi o primeiro homem a ter ido aos quatro cantos do mundo. Com efeito, entre 1500 e 1501 ele conseguiu unir por via marítima os quatro continentes ao ter saído da Europa e aí regressado, após ter passado por África, América e Ásia. Ao realizar estas conexões, Pedro Álvares Cabral tornou-se, juntamente com Fernão de Magalhães, um dos maiores símbolos do início da mundialização, a qual está na origem remota da atual globalização. Pedro Álvares Cabral, ao identificar um novo mundo, foi o último dos grandes descobridores portugueses do século xv, tendo ainda o sentido muito especial de ter iniciado a criação do Brasil e a profunda e multissecular ligação entre este país e Portugal." - Biografia de Pedro Álvares Cabral - Antecedentes do descobrimento do Brasil: o significado do Tratado de Tordesilhas e a primeira viagem de Colombo à América do Sul - A viagem da frota de Pedro Álvares Cabral entre Lisboa e a Terra da Vera Cruz: a relação da viagem e a carta de Pero Vaz de Caminha - A viagem realizada desde a Terra da Vera Cruz até Cananor: escalas em África, travessia do Índico até à Índia, venturas e desventuras em Calecut - O regresso: de Cananor ao cabo da Boa Esperança, a chegada a Lisboa e as mercadorias trazidas para Portugal - A difusão feita por italianos das informações sobre a viagem de Pedro Álvares Cabral - A memória da viagem de Pedro Álvares Cabral nos cronistas - A viagem vista do Oriente
Nº Páginas: 384
Sinopse:
"Pedro Álvares Cabral ocupa um lugar proeminente na História Universal pelo que é particularmente importante evocar a sua memória quando se celebram os quinhentos anos da sua morte. O facto de ter sido o descobridor do Brasil assegura-lhe o justo protagonismo que tem, mas o significado da sua figura é muito mais importante na medida em que foi o primeiro homem a ter ido aos quatro cantos do mundo. Com efeito, entre 1500 e 1501 ele conseguiu unir por via marítima os quatro continentes ao ter saído da Europa e aí regressado, após ter passado por África, América e Ásia. Ao realizar estas conexões, Pedro Álvares Cabral tornou-se, juntamente com Fernão de Magalhães, um dos maiores símbolos do início da mundialização, a qual está na origem remota da atual globalização. Pedro Álvares Cabral, ao identificar um novo mundo, foi o último dos grandes descobridores portugueses do século xv, tendo ainda o sentido muito especial de ter iniciado a criação do Brasil e a profunda e multissecular ligação entre este país e Portugal." - Biografia de Pedro Álvares Cabral - Antecedentes do descobrimento do Brasil: o significado do Tratado de Tordesilhas e a primeira viagem de Colombo à América do Sul - A viagem da frota de Pedro Álvares Cabral entre Lisboa e a Terra da Vera Cruz: a relação da viagem e a carta de Pero Vaz de Caminha - A viagem realizada desde a Terra da Vera Cruz até Cananor: escalas em África, travessia do Índico até à Índia, venturas e desventuras em Calecut - O regresso: de Cananor ao cabo da Boa Esperança, a chegada a Lisboa e as mercadorias trazidas para Portugal - A difusão feita por italianos das informações sobre a viagem de Pedro Álvares Cabral - A memória da viagem de Pedro Álvares Cabral nos cronistas - A viagem vista do Oriente
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Edição: Mar 2019
Nº Páginas: 272
Sinopse:
"Pedra de Afiar Livros" fala-nos de uma paixão. Não uma paixão entre duas pessoas, mas a paixão pelos livros. Como diz o autor, todos se podem apaixonar a qualquer momento, mas o objeto da paixão depende de diversos fatores, associados aos gostos, preferências e valores que cada um de nós possui. Por isso, se ama os livros, é muito provável que se apaixone por este. Aqui encontrará histórias sobre livros, sobre pessoas que vivem dos livros e sobre a relação destes com os leitores, ou seja, consigo. Estes textos foram escritos ao longo de dez anos, e retratam a experiência de Jaime Bulhosa como livreiro. Alguns foram publicados no blogue da livraria Pó dos Livros, outros escritos apenas pelo prazer de registar memórias. Histórias escritas com um humor engenhoso, algumas delas rocambolescas até, que fazem sempre, de uma forma ou de outra, referência a um livro, a algo ligado aos livros ou à vida de um livreiro. E o que é um livro senão parte da vida de alguém?
Nº Páginas: 272
Sinopse:
"Pedra de Afiar Livros" fala-nos de uma paixão. Não uma paixão entre duas pessoas, mas a paixão pelos livros. Como diz o autor, todos se podem apaixonar a qualquer momento, mas o objeto da paixão depende de diversos fatores, associados aos gostos, preferências e valores que cada um de nós possui. Por isso, se ama os livros, é muito provável que se apaixone por este. Aqui encontrará histórias sobre livros, sobre pessoas que vivem dos livros e sobre a relação destes com os leitores, ou seja, consigo. Estes textos foram escritos ao longo de dez anos, e retratam a experiência de Jaime Bulhosa como livreiro. Alguns foram publicados no blogue da livraria Pó dos Livros, outros escritos apenas pelo prazer de registar memórias. Histórias escritas com um humor engenhoso, algumas delas rocambolescas até, que fazem sempre, de uma forma ou de outra, referência a um livro, a algo ligado aos livros ou à vida de um livreiro. E o que é um livro senão parte da vida de alguém?
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Edição: Jun 2019
Nº Páginas: 232
Sinopse:
Durante 50 anos, a Austrália conspirou para negar a Timor-Leste milhares de milhões de dólares da sua riqueza em petróleo e gás. Kim McGrath conta a história da agenda secreta da Austrália no Mar de Timor, revelando a falta de escrúpulos de sucessivos governos. A Austrália nada fez para acabar com a devastadora ocupação de Timor-Leste enquanto se perdiam 200 mil vidas de uma população de 650 mil pessoas.
Nº Páginas: 232
Sinopse:
Durante 50 anos, a Austrália conspirou para negar a Timor-Leste milhares de milhões de dólares da sua riqueza em petróleo e gás. Kim McGrath conta a história da agenda secreta da Austrália no Mar de Timor, revelando a falta de escrúpulos de sucessivos governos. A Austrália nada fez para acabar com a devastadora ocupação de Timor-Leste enquanto se perdiam 200 mil vidas de uma população de 650 mil pessoas.
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Edição: Mai 2015
Nº Páginas: 264
Sinopse:
Este livro é um ensaio sobre as prováveis saídas de desenvolvimento ou regressão social que se colocam ao país. Para organizar a sociedade e dar bem-estar a todos não é aceitável sabotar a produção, pagar para os agricultores não produzirem, encerrar fábricas e empresas, destruir capacidade produtiva, colocar 47% da população na miséria e deter o desenvolvimento da ciência e da técnica, como tem sido feito. Já não somos o país atrasado de Salazar. Somos uma sociedade urbanizada, escolarizada, que não vê a emigração como uma fatalidade, nem viver em níveis mínimos de subsistência como um destino traçado. Temos de ter a coragem de recusar o senso comum, de não ceder ao pensamento mágico. Uma sociedade que não identifica os pontos nevrálgicos dos seus dramas, porque teme as conclusões, não conseguirá sair do retrocesso histórico e está a adiar - e a agigantar - conflitos inevitáveis. Creio que há soluções, e é este o eixo do presente ensaio, que garantem uma produção racional de bens e serviços, o pleno emprego, o Estado social e o acesso ao lazer para todos. Mas todas as soluções têm problemas. E não se resolvem problemas escamoteando-os, ou omitindo-os, para não incomodar o senso comum, esse enorme balão cheio de nada. Sabemos que o mundo muda. Mesmo que a Terra pareça estar parada, ela move-se. Mas o mundo não muda sozinho para melhor. O aprofundamento da democracia é hoje um desígnio central da civilização, e exige mais intervenção da sociedade, recuperação do controlo da população sobre a rés publica, em vez de se limitar a um cheque em branco passado num ato eleitoral de quatro em quatro anos. Há anos que a coisa pública é gerida por quem a quer destruir e reerguê-la vai exigir de todos nós um nível inédito de participação política, científica, pública e coletiva.
Nº Páginas: 264
Sinopse:
Este livro é um ensaio sobre as prováveis saídas de desenvolvimento ou regressão social que se colocam ao país. Para organizar a sociedade e dar bem-estar a todos não é aceitável sabotar a produção, pagar para os agricultores não produzirem, encerrar fábricas e empresas, destruir capacidade produtiva, colocar 47% da população na miséria e deter o desenvolvimento da ciência e da técnica, como tem sido feito. Já não somos o país atrasado de Salazar. Somos uma sociedade urbanizada, escolarizada, que não vê a emigração como uma fatalidade, nem viver em níveis mínimos de subsistência como um destino traçado. Temos de ter a coragem de recusar o senso comum, de não ceder ao pensamento mágico. Uma sociedade que não identifica os pontos nevrálgicos dos seus dramas, porque teme as conclusões, não conseguirá sair do retrocesso histórico e está a adiar - e a agigantar - conflitos inevitáveis. Creio que há soluções, e é este o eixo do presente ensaio, que garantem uma produção racional de bens e serviços, o pleno emprego, o Estado social e o acesso ao lazer para todos. Mas todas as soluções têm problemas. E não se resolvem problemas escamoteando-os, ou omitindo-os, para não incomodar o senso comum, esse enorme balão cheio de nada. Sabemos que o mundo muda. Mesmo que a Terra pareça estar parada, ela move-se. Mas o mundo não muda sozinho para melhor. O aprofundamento da democracia é hoje um desígnio central da civilização, e exige mais intervenção da sociedade, recuperação do controlo da população sobre a rés publica, em vez de se limitar a um cheque em branco passado num ato eleitoral de quatro em quatro anos. Há anos que a coisa pública é gerida por quem a quer destruir e reerguê-la vai exigir de todos nós um nível inédito de participação política, científica, pública e coletiva.
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Edição: Ago 2016
Nº Páginas: 418
Sinopse:
A maior investigação jornalística dos últimos anos Tudo começou com uma mensagem anónima: "Interessado em dados? Partilho com prazer.". Ministros, presidentes, reis, artistas, estrelas do futebol, bilionários... A fonte era anónima, mas não os envolvidos. Esta é a história fascinante de uma investigação jornalística internacional, que revelou como uma pequena elite, que crê não ter que responder a ninguém, lida com grandes fortunas, livres de impostos.
Nº Páginas: 418
Sinopse:
A maior investigação jornalística dos últimos anos Tudo começou com uma mensagem anónima: "Interessado em dados? Partilho com prazer.". Ministros, presidentes, reis, artistas, estrelas do futebol, bilionários... A fonte era anónima, mas não os envolvidos. Esta é a história fascinante de uma investigação jornalística internacional, que revelou como uma pequena elite, que crê não ter que responder a ninguém, lida com grandes fortunas, livres de impostos.
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Edição: Jun 2018
Nº Páginas: 112
Sinopse:
Em 1905, Portugal conhecia, com espanto e admiração, a primeira de muitas edições de Palavras Cínicas, um dos livros mais vendidos do século XX. A crónica de crítica social catapultou-o para a fama e, aquando da morte do Autor, o livro já contava com 46 edições. Em apenas 100 páginas, destrói-se o amor, a família, a religião. Quem consegue ficar indiferente a tamanha língua viperina? A publicação das oito cartas que compõem este livro daria origem a um leque de reacções, do aplauso fervoroso à condenação feroz. O pessimismo e a mordacidade da voz de Albino Forjaz de Sampaio atingiram de forma certeira algumas das fundações do edifício português: o clericalismo enfatuado, a moral balofa, o populismo sabichão. Mais de cem anos depois, encontrarão estas cartas os mesmos destinatários? "A torpeza da vida não caberia em mil volumes como este. Que eu exagero?! Que eu exagero?! Patife, tu bem sabes que eu digo a verdade."
Nº Páginas: 112
Sinopse:
Em 1905, Portugal conhecia, com espanto e admiração, a primeira de muitas edições de Palavras Cínicas, um dos livros mais vendidos do século XX. A crónica de crítica social catapultou-o para a fama e, aquando da morte do Autor, o livro já contava com 46 edições. Em apenas 100 páginas, destrói-se o amor, a família, a religião. Quem consegue ficar indiferente a tamanha língua viperina? A publicação das oito cartas que compõem este livro daria origem a um leque de reacções, do aplauso fervoroso à condenação feroz. O pessimismo e a mordacidade da voz de Albino Forjaz de Sampaio atingiram de forma certeira algumas das fundações do edifício português: o clericalismo enfatuado, a moral balofa, o populismo sabichão. Mais de cem anos depois, encontrarão estas cartas os mesmos destinatários? "A torpeza da vida não caberia em mil volumes como este. Que eu exagero?! Que eu exagero?! Patife, tu bem sabes que eu digo a verdade."
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