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Edição: Abr 2005
Nº Páginas: 316
Sinopse:
"Palavra de Mulher" é uma recolha de pequenas histórias que marcam o Sol e a Lua da Maria João nas páginas do Expresso, Diário de Notícias, Semanário, GQ e Euronotícias. Palavras do direito e do avesso, sentidas ou pensadas. Palavras ditas ora na ponta da língua ora de coração na boca. Palavras segredadas ao ouvido com mágoa ou doçura, mordazes e muito críticas. Palavras que redimem, perdoam, sorriem ou espantam. Como estados de alma, as palavras da Maria João descrevem as pessoas, os gestos e os sentidos pelo prisma mais saboroso de todos: o que se ri de si mesmo.
Nº Páginas: 316
Sinopse:
"Palavra de Mulher" é uma recolha de pequenas histórias que marcam o Sol e a Lua da Maria João nas páginas do Expresso, Diário de Notícias, Semanário, GQ e Euronotícias. Palavras do direito e do avesso, sentidas ou pensadas. Palavras ditas ora na ponta da língua ora de coração na boca. Palavras segredadas ao ouvido com mágoa ou doçura, mordazes e muito críticas. Palavras que redimem, perdoam, sorriem ou espantam. Como estados de alma, as palavras da Maria João descrevem as pessoas, os gestos e os sentidos pelo prisma mais saboroso de todos: o que se ri de si mesmo.
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Edição: Jun 2015
Nº Páginas: 272
Sinopse:
É quase impossível percorrer Portugal de Norte a Sul sem me deparar com um palácio ou uma casa senhorial que me deslumbre com a sua beleza, grandiosidade e capacidade de me fazer sonhar com o passado e com a nossa História. O Palácio dos Duques de Cadaval, em Évora, faz parte de mim, daquilo que sou. Na minha família há mais de 600 anos, é aqui que estão as minhas origens e representa uma parte incontornável da minha vida. Mas há tantos edifícios nobres por este país… Falar do Palácio Nacional da Ajuda, em Lisboa, é também relembrar a rainha D. Maria Pia, que fez dele a sua casa e que ali deixou tantas memórias. O Palácio das Necessidades estará para sempre ligado à Família Real portuguesa, à morte de D. Pedro V e à partida de D. Manuel II, o último rei de Portugal, para o exílio. No Palácio dos Duques de Bragança, em Vila Viçosa, vivem memórias da Restauração da Independência e de D. João IV. Mas há joias escondidas que muitos não conhecemos. Qual não foi a minha surpresa ao visitar o Paço de Calheiros, em Ponte de Lima, e descobrir uma casa senhorial lindíssima e recheada de histórias com uma vista deslumbrante, ou voltar à Casa de Água de Peixes, no Alvito, que pertence à Família Cadaval e é um tesouro oculto na planície alentejana? Neste livro levo-o por uma visita guiada pelos palácios e casas senhoriais de Portugal. Por aqueles que são incontornáveis no património arquitetónico português, mas também pelos que me trazem memórias de infância, recordações de momentos vividos em família ou com amigos, pelos que se encontram na Casa Cadaval há várias gerações ou que considero pontos de passagem obrigatórios num passeio por Portugal. Estes palácios e casas senhoriais destacam-se pela sua arquitetura imponente, mas se olharmos bem para eles e percorrermos os corredores do passado, descobrimos uma parte fundamental da nossa História - além das histórias de pessoas que construíram e deram alma a estes lugares mágicos e surpreendentes.
Nº Páginas: 272
Sinopse:
É quase impossível percorrer Portugal de Norte a Sul sem me deparar com um palácio ou uma casa senhorial que me deslumbre com a sua beleza, grandiosidade e capacidade de me fazer sonhar com o passado e com a nossa História. O Palácio dos Duques de Cadaval, em Évora, faz parte de mim, daquilo que sou. Na minha família há mais de 600 anos, é aqui que estão as minhas origens e representa uma parte incontornável da minha vida. Mas há tantos edifícios nobres por este país… Falar do Palácio Nacional da Ajuda, em Lisboa, é também relembrar a rainha D. Maria Pia, que fez dele a sua casa e que ali deixou tantas memórias. O Palácio das Necessidades estará para sempre ligado à Família Real portuguesa, à morte de D. Pedro V e à partida de D. Manuel II, o último rei de Portugal, para o exílio. No Palácio dos Duques de Bragança, em Vila Viçosa, vivem memórias da Restauração da Independência e de D. João IV. Mas há joias escondidas que muitos não conhecemos. Qual não foi a minha surpresa ao visitar o Paço de Calheiros, em Ponte de Lima, e descobrir uma casa senhorial lindíssima e recheada de histórias com uma vista deslumbrante, ou voltar à Casa de Água de Peixes, no Alvito, que pertence à Família Cadaval e é um tesouro oculto na planície alentejana? Neste livro levo-o por uma visita guiada pelos palácios e casas senhoriais de Portugal. Por aqueles que são incontornáveis no património arquitetónico português, mas também pelos que me trazem memórias de infância, recordações de momentos vividos em família ou com amigos, pelos que se encontram na Casa Cadaval há várias gerações ou que considero pontos de passagem obrigatórios num passeio por Portugal. Estes palácios e casas senhoriais destacam-se pela sua arquitetura imponente, mas se olharmos bem para eles e percorrermos os corredores do passado, descobrimos uma parte fundamental da nossa História - além das histórias de pessoas que construíram e deram alma a estes lugares mágicos e surpreendentes.
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Edição: Out 2018
Nº Páginas: 192
Sinopse:
Em média, uma mãe ou um pai passam 37 minutos por dia com o seu filho. Uma criança até aos 10 anos passa diariamente 8 horas na escola. Um recluso passa mais tempo ao ar livre do que uma criança em idade escolar. Uma criança ou adolescente passa mais de 2 horas e meia por dia diante de um ecrã. Num tempo em que as relações são substituídas pelas conexões, em que tudo se tornou público e potencialmente "viral", desde a barriga da mãe durante a gravidez ao primeiro choro do bebé quando nasce, não espanta que certos jovens sonhem ser youtubers profissionais, para serem conhecidos em todo o mundo e ficarem ricos sem fazer quase nada. Estar on tornou-se, sem dúvida alguma, estar in e contar likes a solução omnipotente para evitar o contratempo de um dislike. A exposição do próprio perante o outro é um pilar do modelo prioritário de comunicação e relação e a epidemia da criança superprotegida que se torna "rei" ou "rainha" e tiraniza a vida dos pais é uma realidade que tem tanto de confrangedor como de assustador - a sociedade atual parece incapaz de lidar com o seu próprio limite. Hoje, é comum os pais estarem em contacto permanente, obrigados a responder ao minuto, ou até ao segundo, tanto no trabalho, do qual sentem dificuldade em desligar-se, como na vida pessoal e familiar. O ritmo de vida é diabolicamente rápido. Quanto mais se faz ou responde, mais necessidades se criam. A espiral não para e induz a presença da mesma queixa comum entre pais e filhos: não há tempo! Neste livro, o prestigiado pedopsiquiatra Pedro Strecht defende que é urgente evitar que o tempo tecnológico nos controle a nós e aos nossos filhos e se nos imponha de modo ditatorial. A falta de distância expulsa a proximidade. Impõe-se, por isso, a necessidade de repensarmos a vida familiar, repleta de tarefas e de horários exigentes, e de a alinharmos pela noção temporal que a natureza oferece. Porém, embora o tempo natural esteja intimamente ligado ao tempo biológico, isto é, àquele que preside ao desenvolvimento físico e emocional das pessoas, o contacto das crianças portuguesas com a natureza tem-se tornado deficitário. Há, então, que modelar ritmos e desenvolver novos padrões de vida e isso implica uma noção consciente e integrada do tempo. Porque o ócio nos parece um luxo, é fundamental saber parar, organizar, construir novas rotinas, que alternem velocidade, resposta e eficácia com desaceleração, pausa, tranquilidade e harmonia. Pais Sem Pressa é um convite ao que parece ser a necessidade de um novo paradigma de vida psicossocial: a presença da pausa.
Nº Páginas: 192
Sinopse:
Em média, uma mãe ou um pai passam 37 minutos por dia com o seu filho. Uma criança até aos 10 anos passa diariamente 8 horas na escola. Um recluso passa mais tempo ao ar livre do que uma criança em idade escolar. Uma criança ou adolescente passa mais de 2 horas e meia por dia diante de um ecrã. Num tempo em que as relações são substituídas pelas conexões, em que tudo se tornou público e potencialmente "viral", desde a barriga da mãe durante a gravidez ao primeiro choro do bebé quando nasce, não espanta que certos jovens sonhem ser youtubers profissionais, para serem conhecidos em todo o mundo e ficarem ricos sem fazer quase nada. Estar on tornou-se, sem dúvida alguma, estar in e contar likes a solução omnipotente para evitar o contratempo de um dislike. A exposição do próprio perante o outro é um pilar do modelo prioritário de comunicação e relação e a epidemia da criança superprotegida que se torna "rei" ou "rainha" e tiraniza a vida dos pais é uma realidade que tem tanto de confrangedor como de assustador - a sociedade atual parece incapaz de lidar com o seu próprio limite. Hoje, é comum os pais estarem em contacto permanente, obrigados a responder ao minuto, ou até ao segundo, tanto no trabalho, do qual sentem dificuldade em desligar-se, como na vida pessoal e familiar. O ritmo de vida é diabolicamente rápido. Quanto mais se faz ou responde, mais necessidades se criam. A espiral não para e induz a presença da mesma queixa comum entre pais e filhos: não há tempo! Neste livro, o prestigiado pedopsiquiatra Pedro Strecht defende que é urgente evitar que o tempo tecnológico nos controle a nós e aos nossos filhos e se nos imponha de modo ditatorial. A falta de distância expulsa a proximidade. Impõe-se, por isso, a necessidade de repensarmos a vida familiar, repleta de tarefas e de horários exigentes, e de a alinharmos pela noção temporal que a natureza oferece. Porém, embora o tempo natural esteja intimamente ligado ao tempo biológico, isto é, àquele que preside ao desenvolvimento físico e emocional das pessoas, o contacto das crianças portuguesas com a natureza tem-se tornado deficitário. Há, então, que modelar ritmos e desenvolver novos padrões de vida e isso implica uma noção consciente e integrada do tempo. Porque o ócio nos parece um luxo, é fundamental saber parar, organizar, construir novas rotinas, que alternem velocidade, resposta e eficácia com desaceleração, pausa, tranquilidade e harmonia. Pais Sem Pressa é um convite ao que parece ser a necessidade de um novo paradigma de vida psicossocial: a presença da pausa.
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Edição: Fev 2019
Nº Páginas: 240
Sinopse:
Nunca houve, na história da Humanidade, tanta qualidade de vida como hoje. Mas, infelizmente, o ritmo de vida moderno tornou-se insustentável. Ainda de madrugada, sempre sob a tirania do relógio, começamos a correr de um lado para o outro. Com os filhos atracados, mais o computador e o telemóvel, entramos numa espiral trituradora que nos devora a alma, a saúde e o bem-estar. Os filhos dão-nos trabalho, como é normal, só que o sentimos como extenuante, indesejável, e são muitos (demais!) os momentos em que nos apetece fugir para uma ilha deserta. Pais apressados, subjugados pela ditadura do fazer e do ter, esquecem-se do ser e do estar, e as crianças sofrem e acabam stressadas com estes péssimos modelos. "Pais Apressados, Filhos Stressados" convida-o a refletir sobre tudo o que pode fazer para mudar a sua vida. Pequenas ou grandes decisões que vão ter um enorme impacto na sua qualidade de vida, e também na da sua família. A primeira decisão? Ler este livro e preparar-se para a mudança.
Nº Páginas: 240
Sinopse:
Nunca houve, na história da Humanidade, tanta qualidade de vida como hoje. Mas, infelizmente, o ritmo de vida moderno tornou-se insustentável. Ainda de madrugada, sempre sob a tirania do relógio, começamos a correr de um lado para o outro. Com os filhos atracados, mais o computador e o telemóvel, entramos numa espiral trituradora que nos devora a alma, a saúde e o bem-estar. Os filhos dão-nos trabalho, como é normal, só que o sentimos como extenuante, indesejável, e são muitos (demais!) os momentos em que nos apetece fugir para uma ilha deserta. Pais apressados, subjugados pela ditadura do fazer e do ter, esquecem-se do ser e do estar, e as crianças sofrem e acabam stressadas com estes péssimos modelos. "Pais Apressados, Filhos Stressados" convida-o a refletir sobre tudo o que pode fazer para mudar a sua vida. Pequenas ou grandes decisões que vão ter um enorme impacto na sua qualidade de vida, e também na da sua família. A primeira decisão? Ler este livro e preparar-se para a mudança.
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Edição: Fev 2014
Nº Páginas: 160
Sinopse:
Este volume de "Páginas Escolhidas" reúne alguns dos seus textos mais famosos ("Em Total Defesa dos Censores das Artes do Palco", "Ensaio sobre os Epitáfios", "Sobre a Teoria e a Prática", "Os Benefícios da Sociedade Humana", "O Papel do Homem de Letras", "Sobre o Dever do Jornalista" ou "Consolação Diante da Morte", entre outros), apresentando ao leitor português um dos grandes talentos da nossa tradição literária ocidental. "Há, de facto, um grande número de pessoas cuja curiosidade em adquirir um conhecimento mais íntimo dos escritores de sucesso, contudo, não se sente atraída por alguma ideia que eles possam apresentar no sentido de podermos melhorar; em vez disso, deles não esperam, naturalmente, argumentos contra o vício ou dissertações sobre a temperança e a justiça, mas voos espirituosos, umas boas saídas com piada ou, pelo menos, comentários agudos, distinções agradáveis, justeza de sentimentos e elegância na dicção. Esta expectativa é de facto especiosa e provável e, no entanto, tal o destino de todas as esperanças humanas, é muitas vezes frustrada e, naqueles que suscitam admiração devido aos seus livros, constatamos por outro lado que a sua companhia causa repulsa."
Nº Páginas: 160
Sinopse:
Este volume de "Páginas Escolhidas" reúne alguns dos seus textos mais famosos ("Em Total Defesa dos Censores das Artes do Palco", "Ensaio sobre os Epitáfios", "Sobre a Teoria e a Prática", "Os Benefícios da Sociedade Humana", "O Papel do Homem de Letras", "Sobre o Dever do Jornalista" ou "Consolação Diante da Morte", entre outros), apresentando ao leitor português um dos grandes talentos da nossa tradição literária ocidental. "Há, de facto, um grande número de pessoas cuja curiosidade em adquirir um conhecimento mais íntimo dos escritores de sucesso, contudo, não se sente atraída por alguma ideia que eles possam apresentar no sentido de podermos melhorar; em vez disso, deles não esperam, naturalmente, argumentos contra o vício ou dissertações sobre a temperança e a justiça, mas voos espirituosos, umas boas saídas com piada ou, pelo menos, comentários agudos, distinções agradáveis, justeza de sentimentos e elegância na dicção. Esta expectativa é de facto especiosa e provável e, no entanto, tal o destino de todas as esperanças humanas, é muitas vezes frustrada e, naqueles que suscitam admiração devido aos seus livros, constatamos por outro lado que a sua companhia causa repulsa."
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Edição: Mai 2021
Nº Páginas: 272
Sinopse:
É um truísmo muitas vezes repetido que quem não conhece a sua História está condenado a repeti-la, e neste livro também se encontram casos exemplares dessa lição, mas é também verdade que a História está repleta de casos interessantes e ignorados. Este é um livro de descobertas – cultas, lúdicas, sérias, surpreendentes; nele os nexos entre o passado e o presente nunca estão muito longe da superfície. Nesta coleção de histórias da História, vai encontrar aspetos desconhecidos de episódios famosos, bem como relatos de factos históricos que poucos conhecem e que são um prazer ler e partilhar.
Nº Páginas: 272
Sinopse:
É um truísmo muitas vezes repetido que quem não conhece a sua História está condenado a repeti-la, e neste livro também se encontram casos exemplares dessa lição, mas é também verdade que a História está repleta de casos interessantes e ignorados. Este é um livro de descobertas – cultas, lúdicas, sérias, surpreendentes; nele os nexos entre o passado e o presente nunca estão muito longe da superfície. Nesta coleção de histórias da História, vai encontrar aspetos desconhecidos de episódios famosos, bem como relatos de factos históricos que poucos conhecem e que são um prazer ler e partilhar.
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Edição: Nov 2023
Nº Páginas: 272
Sinopse:
"Ouro Branco" descreve uma situação quase desconhecida da História: os milhões de europeus raptados das suas casas e levados para os grandes mercados de escravos no norte de África. Forçados a suportar condições degradantes, poucos foram os que sobreviveram para contar a história. Baseando-se no testemunho de Thomas Pellow, um desses escravos brancos capturado no mar, Giles Milton reconstrói vividamente um capítulo perturbador e inexplorado da História. Thomas foi comprado pelo tirânico sultão de Marrocos, que construía um palácio imperial de enorme grandeza, exclusivamente com trabalho escravo cristão. Depois de longos períodos de tortura, Thomas converteu-se ao Islão e tornou-se no escravo pessoal do sultão - testemunhando o esplendor da corte imperial e o terror diário de um regime cruel -, antes de finalmente conseguir escapar. Arrepiante, impecavelmente investigado e brilhantemente conseguido, "Ouro Branco" narra um capítulo explosivo da História com o ritmo e entusiasmo dos melhores historiadores.
Nº Páginas: 272
Sinopse:
"Ouro Branco" descreve uma situação quase desconhecida da História: os milhões de europeus raptados das suas casas e levados para os grandes mercados de escravos no norte de África. Forçados a suportar condições degradantes, poucos foram os que sobreviveram para contar a história. Baseando-se no testemunho de Thomas Pellow, um desses escravos brancos capturado no mar, Giles Milton reconstrói vividamente um capítulo perturbador e inexplorado da História. Thomas foi comprado pelo tirânico sultão de Marrocos, que construía um palácio imperial de enorme grandeza, exclusivamente com trabalho escravo cristão. Depois de longos períodos de tortura, Thomas converteu-se ao Islão e tornou-se no escravo pessoal do sultão - testemunhando o esplendor da corte imperial e o terror diário de um regime cruel -, antes de finalmente conseguir escapar. Arrepiante, impecavelmente investigado e brilhantemente conseguido, "Ouro Branco" narra um capítulo explosivo da História com o ritmo e entusiasmo dos melhores historiadores.
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Edição: Set 2019
Nº Páginas: 192
Sinopse:
Habituámo-nos a olhar para a História como um campo de batalha onde, de um lado, se celebram os vencedores e, do outro, jazem os vencidos. Não paramos para pensar, porém, que a História é feita por pessoas, que, vencedoras ou não, nunca o poderiam ser em permanência. Dizer que a História é escrita pelos vencedores é um lugar-comum, por isso, e para o contrariar, José Jorge Letria celebra os derrotados, escrevendo-os, com a firme convicção de que, foram, ainda assim, a força motriz de outras vitórias. Conheça o outro lado dos protagonistas das mais diversas épocas: os exploradores, os políticos, os mártires da guerra e da paz. De Fernão de Magalhães a Che Guevara, de Júlio César a Napoleão, de Anne Frank a Aristides de Sousa Mendes, várias figuras prometem surpreendê-lo na viagem pelo tempo que aqui começa.
Nº Páginas: 192
Sinopse:
Habituámo-nos a olhar para a História como um campo de batalha onde, de um lado, se celebram os vencedores e, do outro, jazem os vencidos. Não paramos para pensar, porém, que a História é feita por pessoas, que, vencedoras ou não, nunca o poderiam ser em permanência. Dizer que a História é escrita pelos vencedores é um lugar-comum, por isso, e para o contrariar, José Jorge Letria celebra os derrotados, escrevendo-os, com a firme convicção de que, foram, ainda assim, a força motriz de outras vitórias. Conheça o outro lado dos protagonistas das mais diversas épocas: os exploradores, os políticos, os mártires da guerra e da paz. De Fernão de Magalhães a Che Guevara, de Júlio César a Napoleão, de Anne Frank a Aristides de Sousa Mendes, várias figuras prometem surpreendê-lo na viagem pelo tempo que aqui começa.
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Edição: Abr 2016
Nº Páginas: 272
Sinopse:
O extraordinário diário de Anne Frank tem vindo a comover milhares de leitores em todo o mundo, sendo um testemunho pungente e humano da perseguição aos judeus durante a Segunda Guerra Mundial. No entanto, sabe-se muito pouco da vida desta jovem após a sua captura, a 4 de agosto de 1944, e posterior envio para os campos de concentração. Como suportou ela a brutalidade do regime nazi? As respostas são-nos dadas, neste livro, pelas mulheres cujas vidas se cruzaram com Anne Frank em Westerbork, Auschwitz e Bergen-Belsen.Willy Lindwer, cineasta holandês, realizou um documentário televisivo intitulado Os Últimos Sete Meses de Anne Frank, pelo qual recebeu um Emmy. Impressionado com as entrevistas que levou a cabo com seis mulheres que viveram e partilharam com Anne Frank os dias de horror nos campos de concentração nazis, Lindwer decidiu publicá-las integralmente, dando origem a este livro.Cada uma das seis entrevistadas tem uma história extraordinária para contar - exemplos de um terror inimaginável, mas, simultaneamente, histórias de coragem e compaixão.A vida de Anne Frank terminou pouco antes do seu décimo sexto aniversário. Estas mulheres tiveram mais sorte. Sobreviveram.
Nº Páginas: 272
Sinopse:
O extraordinário diário de Anne Frank tem vindo a comover milhares de leitores em todo o mundo, sendo um testemunho pungente e humano da perseguição aos judeus durante a Segunda Guerra Mundial. No entanto, sabe-se muito pouco da vida desta jovem após a sua captura, a 4 de agosto de 1944, e posterior envio para os campos de concentração. Como suportou ela a brutalidade do regime nazi? As respostas são-nos dadas, neste livro, pelas mulheres cujas vidas se cruzaram com Anne Frank em Westerbork, Auschwitz e Bergen-Belsen.Willy Lindwer, cineasta holandês, realizou um documentário televisivo intitulado Os Últimos Sete Meses de Anne Frank, pelo qual recebeu um Emmy. Impressionado com as entrevistas que levou a cabo com seis mulheres que viveram e partilharam com Anne Frank os dias de horror nos campos de concentração nazis, Lindwer decidiu publicá-las integralmente, dando origem a este livro.Cada uma das seis entrevistadas tem uma história extraordinária para contar - exemplos de um terror inimaginável, mas, simultaneamente, histórias de coragem e compaixão.A vida de Anne Frank terminou pouco antes do seu décimo sexto aniversário. Estas mulheres tiveram mais sorte. Sobreviveram.
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Edição: Set 2023
Nº Páginas: 288
Sinopse:
No seu papel de jornalista, José Pedro Castanheira teve oportunidade de conhecer e fazer vários trabalhos de investigação sobre alguns dos principais derrotados do 25 de Abril — o último director da censura, o último presidente do partido único, o último responsável do campo de concentração do Tarrafal, os membros do último Governo da ditadura, o último secretário particular de Marcello Caetano, o seu último porta-voz. Este livro reúne esses trabalhos que o autor fez ao longo de 30 anos, aumentados e melhorados, paralelamente com grandes reportagens em torno de episódios e acontecimentos marcantes, precisamente por terem sido os derradeiros do género a ocorrer durante o Estado Novo: o último deportado, os últimos presos políticos, a última entrevista concedida por Oliveira Salazar, mas também as relações que este mantinha com o último chefe da sua polícia política.
Nº Páginas: 288
Sinopse:
No seu papel de jornalista, José Pedro Castanheira teve oportunidade de conhecer e fazer vários trabalhos de investigação sobre alguns dos principais derrotados do 25 de Abril — o último director da censura, o último presidente do partido único, o último responsável do campo de concentração do Tarrafal, os membros do último Governo da ditadura, o último secretário particular de Marcello Caetano, o seu último porta-voz. Este livro reúne esses trabalhos que o autor fez ao longo de 30 anos, aumentados e melhorados, paralelamente com grandes reportagens em torno de episódios e acontecimentos marcantes, precisamente por terem sido os derradeiros do género a ocorrer durante o Estado Novo: o último deportado, os últimos presos políticos, a última entrevista concedida por Oliveira Salazar, mas também as relações que este mantinha com o último chefe da sua polícia política.
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Edição: Out 2022
Nº Páginas: 328
Sinopse:
Terminada a Segunda Guerra Mundial, havia um grande mistério a resolver: o que teria acontecido a Adolf Hitler? O seu perturbador desaparecimento alimentava rumores de uma possível fuga, promovidos pelos soviéticos. A inteligência britânica resolveu então contratar Hugh Trevor-Roper, um jovem oficial e historiador, para investigar os últimos dias do Führer e produzir um relatório definitivo sobre a sua morte. Este livro é o resultado dessa investigação, publicada pela primeira vez em 1947 e continuamente reeditada e enriquecida com novos testemunhos, revisões e descobertas. Considerada um clássico fundamental para compreender o funcionamento e a estrutura do regime nazi e as suas figuras mais marcantes, esta obra histórica reconstrói os últimos momentos do Terceiro Reich, marcados pela dicotomia nazi entre a vitória total ou a aniquilação: o encontro de Hitler com os seus generais, a traição de Himmler, o fim de Goebbels e a família, o casamento com Eva Braun, o testamento e o suicídio.
Nº Páginas: 328
Sinopse:
Terminada a Segunda Guerra Mundial, havia um grande mistério a resolver: o que teria acontecido a Adolf Hitler? O seu perturbador desaparecimento alimentava rumores de uma possível fuga, promovidos pelos soviéticos. A inteligência britânica resolveu então contratar Hugh Trevor-Roper, um jovem oficial e historiador, para investigar os últimos dias do Führer e produzir um relatório definitivo sobre a sua morte. Este livro é o resultado dessa investigação, publicada pela primeira vez em 1947 e continuamente reeditada e enriquecida com novos testemunhos, revisões e descobertas. Considerada um clássico fundamental para compreender o funcionamento e a estrutura do regime nazi e as suas figuras mais marcantes, esta obra histórica reconstrói os últimos momentos do Terceiro Reich, marcados pela dicotomia nazi entre a vitória total ou a aniquilação: o encontro de Hitler com os seus generais, a traição de Himmler, o fim de Goebbels e a família, o casamento com Eva Braun, o testamento e o suicídio.
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Edição: Jul 2010
Nº Páginas: 336
Sinopse:
Após trinta e cinco anos como monarca absoluto, Henrique VIII era um homem velho, hediondamente obeso, perverso e raras vezes visto em público. Governou pelo terror e foi pioneiro em muitos métodos que os ditadores do século XX tornaram banais. Henrique VIII criou o moderno "julgamento fantasma" e manipulou as facções rivais com um brilhantismo cínico. O relato que Robert Hutchinson nos traz dos últimos anos de Henrique VIII tem inúmeras revelações espantosas. Hutchinson desenterrou sentenças de morte, confissões, pedidos de clemência desesperados, provas de chantagem, inclusive as cartas de amor entre Katherine Parr, a última rainha de Henrique VIII, e o almirante Thomas Seymour, que se julgavam perdidas.
Nº Páginas: 336
Sinopse:
Após trinta e cinco anos como monarca absoluto, Henrique VIII era um homem velho, hediondamente obeso, perverso e raras vezes visto em público. Governou pelo terror e foi pioneiro em muitos métodos que os ditadores do século XX tornaram banais. Henrique VIII criou o moderno "julgamento fantasma" e manipulou as facções rivais com um brilhantismo cínico. O relato que Robert Hutchinson nos traz dos últimos anos de Henrique VIII tem inúmeras revelações espantosas. Hutchinson desenterrou sentenças de morte, confissões, pedidos de clemência desesperados, provas de chantagem, inclusive as cartas de amor entre Katherine Parr, a última rainha de Henrique VIII, e o almirante Thomas Seymour, que se julgavam perdidas.
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Edição: Mar 2015
Nº Páginas: 328
Sinopse:
O III Reich durou apenas doze anos, mas marcou profundamente a História alemã e mundial. Nas últimas décadas muito se tem descoberto sobre este regime que semeou o terror e a morte por toda a Europa. Mas muito estava ainda por desvendar. Guido Knopp, jornalista especializado em História alemã, revela-nos neste livro muitos dos segredos do III Reich desconhecidos até agora. As verdadeiras origens familiares de Hitler, sobre as quais tentou criar um verdadeiro mito; a proveniência do dinheiro que permitiu ao Führer financiar as suas campanhas e sustentar uma vida luxuosa; ou os mistérios sobre as suas mulheres, uma história que começa com a estranha morte da sua sobrinha e termina com o suicídio de Eva Braun. Mas também outras figuras do regime estavam envoltas em mistério: as lendas que envolvem a história de Erwin Rommel, as mentiras a partir das quais Albert Speer construiu a sua biografia de "bom nazi" ou a vida privada de Himmler, as suas fantasias, os crimes por si cometidos e a sua enigmática morte. Um livro indispensável para compreender melhor o fenómeno do nazismo e a tragédia da Segunda Guerra Mundial.
Nº Páginas: 328
Sinopse:
O III Reich durou apenas doze anos, mas marcou profundamente a História alemã e mundial. Nas últimas décadas muito se tem descoberto sobre este regime que semeou o terror e a morte por toda a Europa. Mas muito estava ainda por desvendar. Guido Knopp, jornalista especializado em História alemã, revela-nos neste livro muitos dos segredos do III Reich desconhecidos até agora. As verdadeiras origens familiares de Hitler, sobre as quais tentou criar um verdadeiro mito; a proveniência do dinheiro que permitiu ao Führer financiar as suas campanhas e sustentar uma vida luxuosa; ou os mistérios sobre as suas mulheres, uma história que começa com a estranha morte da sua sobrinha e termina com o suicídio de Eva Braun. Mas também outras figuras do regime estavam envoltas em mistério: as lendas que envolvem a história de Erwin Rommel, as mentiras a partir das quais Albert Speer construiu a sua biografia de "bom nazi" ou a vida privada de Himmler, as suas fantasias, os crimes por si cometidos e a sua enigmática morte. Um livro indispensável para compreender melhor o fenómeno do nazismo e a tragédia da Segunda Guerra Mundial.
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Edição: Fev 2023
Nº Páginas: 360
Sinopse:
Ao longo de toda a Era do Comércio Heroico, do século xvii ao século xix, um conjunto de lendários "reis mercadores" desprovidos de escrúpulos governou vastas partes do mundo e expandiu os seus imensos monopólios com o objetivo de gerar receita para os respetivos investidores, encher os próprios bolsos e satisfazer a vaidade e a curiosidade que os moviam. As suas proezas transformaram o mundo numa época de desenfreada globalização que espelha a sociedade que hoje conhecemos. "Os Reis Mercadores" observa cada um dos monopólios governantes através dos seus maiores líderes e, pela primeira vez, reúne num só volume as suas histórias, incluindo: Jan Pieterszoon, da Companhia Neerlandesa das Índias Orientais; Pieter Stuyvesant, da Companhia Neerlandesa das Índias Ocidentais; Robert Clive, da Companhia Inglesa das Índias Orientais; Aleksandr Baranov, da Companhia Russo-Americana; George Simpson, da Companhia da Baía de Hudson; e Cecil Rhodes, da Companhia Britânica da África do Sul.
Nº Páginas: 360
Sinopse:
Ao longo de toda a Era do Comércio Heroico, do século xvii ao século xix, um conjunto de lendários "reis mercadores" desprovidos de escrúpulos governou vastas partes do mundo e expandiu os seus imensos monopólios com o objetivo de gerar receita para os respetivos investidores, encher os próprios bolsos e satisfazer a vaidade e a curiosidade que os moviam. As suas proezas transformaram o mundo numa época de desenfreada globalização que espelha a sociedade que hoje conhecemos. "Os Reis Mercadores" observa cada um dos monopólios governantes através dos seus maiores líderes e, pela primeira vez, reúne num só volume as suas histórias, incluindo: Jan Pieterszoon, da Companhia Neerlandesa das Índias Orientais; Pieter Stuyvesant, da Companhia Neerlandesa das Índias Ocidentais; Robert Clive, da Companhia Inglesa das Índias Orientais; Aleksandr Baranov, da Companhia Russo-Americana; George Simpson, da Companhia da Baía de Hudson; e Cecil Rhodes, da Companhia Britânica da África do Sul.
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Edição: Out 2012
Nº Páginas: 272
Sinopse:
Cerca de quinhentas mil pessoas chegaram a Portugal com a independência das colónias africanas. Para elas, acabava dessa forma abrupta uma vida próspera construída no ultramar e começava um futuro incerto numa sociedade que desconheciam e que chegava a revelar-se hostil à sua presença. Se os que vinham de África preferiam lá ter ficado, os que cá estavam receberam-nos com desconfiança. Nos primeiros tempos os colonos passaram fome e frio, enfrentaram o desemprego e viveram amontoados em quartos ou casas degradadas. Alguns preferiram emigrar a sujeitar-se à discriminação e à falta de perspectivas; outros encontraram no suicídio a única saída. "Os que vieram de África" é um livro de investigação empolgante e minucioso, que reconstitui tempos conturbados do nosso passado recente. Traçando o retrato de um pequeno país a braços com uma tarefa colossal, revela histórias comoventes de sobrevivência protagonizadas por homens e mulheres atirados para um lugar distante chamado Portugal - um lugar radicalmente diferente da terra que amavam e que o curso dos acontecimentos lhes retirou.
Nº Páginas: 272
Sinopse:
Cerca de quinhentas mil pessoas chegaram a Portugal com a independência das colónias africanas. Para elas, acabava dessa forma abrupta uma vida próspera construída no ultramar e começava um futuro incerto numa sociedade que desconheciam e que chegava a revelar-se hostil à sua presença. Se os que vinham de África preferiam lá ter ficado, os que cá estavam receberam-nos com desconfiança. Nos primeiros tempos os colonos passaram fome e frio, enfrentaram o desemprego e viveram amontoados em quartos ou casas degradadas. Alguns preferiram emigrar a sujeitar-se à discriminação e à falta de perspectivas; outros encontraram no suicídio a única saída. "Os que vieram de África" é um livro de investigação empolgante e minucioso, que reconstitui tempos conturbados do nosso passado recente. Traçando o retrato de um pequeno país a braços com uma tarefa colossal, revela histórias comoventes de sobrevivência protagonizadas por homens e mulheres atirados para um lugar distante chamado Portugal - um lugar radicalmente diferente da terra que amavam e que o curso dos acontecimentos lhes retirou.
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Edição: Nov 2014
Nº Páginas: 320
Sinopse:
Neste novo e ousado livro, George Friedman, fundador da STRATFOR, foca-se naquilo que melhor conhece: o futuro. Advoga que a nossa civilização está prestes a entrar numa nova era, e oferece uma previsão lúcida e estimulante das alterações que podemos esperar ao longo do século XXI. Explica onde, por que razões e como serão travadas as guerras futuras, quais as nações que irão ganhar e perder poder económico e político, e ainda as tendências culturais que vão alterar o nosso modo de vida.
Nº Páginas: 320
Sinopse:
Neste novo e ousado livro, George Friedman, fundador da STRATFOR, foca-se naquilo que melhor conhece: o futuro. Advoga que a nossa civilização está prestes a entrar numa nova era, e oferece uma previsão lúcida e estimulante das alterações que podemos esperar ao longo do século XXI. Explica onde, por que razões e como serão travadas as guerras futuras, quais as nações que irão ganhar e perder poder económico e político, e ainda as tendências culturais que vão alterar o nosso modo de vida.
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Edição: Jul 2013
Nº Páginas: 248
Sinopse:
Dos 230 deputados à Assembleia da República, 117 estão em regime de part-time, acumulando as funções parlamentares com outras atividades profissionais no setor privado. Advogados, juristas, médicos, engenheiros, consultores, empresários, etc. Em diversos casos, prestando serviços remunerados a empresas que operam em setores de atividade fiscalizados por comissões parlamentares que os mesmos deputados integram. Ao que se acrescem as ligações a empresas (cargos de administração, participações acionistas, serviços de consultoria, etc.) que beneficiam de iniciativas legislativas, subsídios públicos ou contratos adjudicados por entidades públicas visando a execução de obras, o fornecimento de produtos ou a prestação de serviços. Conflitos de interesses? Dezenas de exemplos concretos são apresentados nas páginas deste livro. Dos corredores do poder político para as salas de reunião dos conselhos de administração, e demais órgãos sociais, das maiores empresas portuguesas, com ou sem período de nojo. Um fluxo recorrente entre cargos públicos e privados. Das 20 empresas cotadas no índice PSI 20, por exemplo, 16 contam com ex-políticos em cargos de administração. Por vezes são ex-governantes que decidiram sobre matérias que implicam as empresas para as quais vão depois trabalhar, ou até administrar. Sabia que as subvenções vitalícias dos políticos foram criadas numa altura em que Portugal estava sob assistência financeira do FMI? Que foram alvo de um veto presidencial? Que duplicam de valor quando o beneficiário alcança os 60 anos de idade? Que apesar de terem sido revogadas há 8 anos, o número de beneficiários continua a aumentar? Que a identidade dos beneficiários passou a ser secreta? Ou que há políticos que a requereram com idade inferior a 50 anos? Pedro Passos Coelho prometeu que iria fazer nomeações com base no mérito e não nas ligações partidárias. Apesar da maior transparência, as 142 nomeações com ligações partidárias para altos cargos dirigentes na Administração Pública, identificadas neste livro, demonstram que os boys continuam a ser favorecidos. O jornalista Gustavo Sampaio traz-nos um livro revelador, onde depois de uma exaustiva e rigorosa pesquisa, apresenta-nos as zonas cinzentas entre o interesse público e privado, e faz as ligações que nos permitem perceber como políticas e ex-políticos gerem interesses, movem influências e beneficiam de direitos adquiridos.
Nº Páginas: 248
Sinopse:
Dos 230 deputados à Assembleia da República, 117 estão em regime de part-time, acumulando as funções parlamentares com outras atividades profissionais no setor privado. Advogados, juristas, médicos, engenheiros, consultores, empresários, etc. Em diversos casos, prestando serviços remunerados a empresas que operam em setores de atividade fiscalizados por comissões parlamentares que os mesmos deputados integram. Ao que se acrescem as ligações a empresas (cargos de administração, participações acionistas, serviços de consultoria, etc.) que beneficiam de iniciativas legislativas, subsídios públicos ou contratos adjudicados por entidades públicas visando a execução de obras, o fornecimento de produtos ou a prestação de serviços. Conflitos de interesses? Dezenas de exemplos concretos são apresentados nas páginas deste livro. Dos corredores do poder político para as salas de reunião dos conselhos de administração, e demais órgãos sociais, das maiores empresas portuguesas, com ou sem período de nojo. Um fluxo recorrente entre cargos públicos e privados. Das 20 empresas cotadas no índice PSI 20, por exemplo, 16 contam com ex-políticos em cargos de administração. Por vezes são ex-governantes que decidiram sobre matérias que implicam as empresas para as quais vão depois trabalhar, ou até administrar. Sabia que as subvenções vitalícias dos políticos foram criadas numa altura em que Portugal estava sob assistência financeira do FMI? Que foram alvo de um veto presidencial? Que duplicam de valor quando o beneficiário alcança os 60 anos de idade? Que apesar de terem sido revogadas há 8 anos, o número de beneficiários continua a aumentar? Que a identidade dos beneficiários passou a ser secreta? Ou que há políticos que a requereram com idade inferior a 50 anos? Pedro Passos Coelho prometeu que iria fazer nomeações com base no mérito e não nas ligações partidárias. Apesar da maior transparência, as 142 nomeações com ligações partidárias para altos cargos dirigentes na Administração Pública, identificadas neste livro, demonstram que os boys continuam a ser favorecidos. O jornalista Gustavo Sampaio traz-nos um livro revelador, onde depois de uma exaustiva e rigorosa pesquisa, apresenta-nos as zonas cinzentas entre o interesse público e privado, e faz as ligações que nos permitem perceber como políticas e ex-políticos gerem interesses, movem influências e beneficiam de direitos adquiridos.
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Edição: Fev 2016
Nº Páginas: 424
Sinopse:
A crise económica que assombra a Europa nos últimos anos teve um impacto profundo em Portugal, onde acentuou também a polarização entre direita e esquerda em várias dimensões da vida política e social. O regresso em força do termo "direita" à sombra do governo PSD-CDS (2011-2015) sugere a necessidade de uma reflexão aprofundada sobre esta categoria do político e sobre a sua evolução ao longo dos quarenta anos da democracia.Este livro oferece um conjunto de reflexões e análises acerca de várias dimensões de actuação desta família política. Os autores focalizam a evolução da opinião pública e dos dois principais partidos (PSD e CDS) em termos de oferta e procura política, assim como de modificação da proposta programática e até abandono das raízes doutrinárias originárias. A actuação das direitas em âmbitos relevantes como a cultura, os valores e a economia permite, assim, especificar as diferenças internas a esta mesma família política.
Nº Páginas: 424
Sinopse:
A crise económica que assombra a Europa nos últimos anos teve um impacto profundo em Portugal, onde acentuou também a polarização entre direita e esquerda em várias dimensões da vida política e social. O regresso em força do termo "direita" à sombra do governo PSD-CDS (2011-2015) sugere a necessidade de uma reflexão aprofundada sobre esta categoria do político e sobre a sua evolução ao longo dos quarenta anos da democracia.Este livro oferece um conjunto de reflexões e análises acerca de várias dimensões de actuação desta família política. Os autores focalizam a evolução da opinião pública e dos dois principais partidos (PSD e CDS) em termos de oferta e procura política, assim como de modificação da proposta programática e até abandono das raízes doutrinárias originárias. A actuação das direitas em âmbitos relevantes como a cultura, os valores e a economia permite, assim, especificar as diferenças internas a esta mesma família política.
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Edição: Jun 2019
Nº Páginas: 320
Sinopse:
A primeira biografia de D. Beatriz, viúva do infante D. Fernando, 2º duque de Viseu, uma das grandes figuras do século XV português. Uma mulher extraordinária que viveu numa época extraordinária, tanto para a História de Portugal como para a História da Humanidade - a grande época dos Descobrimentos.
Nº Páginas: 320
Sinopse:
A primeira biografia de D. Beatriz, viúva do infante D. Fernando, 2º duque de Viseu, uma das grandes figuras do século XV português. Uma mulher extraordinária que viveu numa época extraordinária, tanto para a História de Portugal como para a História da Humanidade - a grande época dos Descobrimentos.
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Edição: Mai 2018
Nº Páginas: 320
Sinopse:
O populismo contemporâneo aumentou o desdém pelos peritos e elites de todo o género, seja na política externa, na cultura, na economia, e até mesmo na ciência e na saúde. Enquanto a Internet permitiu que mais pessoas tenham mais acesso a mais informação do que nunca, também lhes deu a ilusão do conhecimento, quando na verdade elas estão afogadas em dados. Daí resulta um manancial inesgotável de rumores, mentiras, análise pouco séria, especulação e propaganda - e a tendência para "procurar informações que apenas confirmam aquilo em que acreditamos". Os ataques ao conhecimento e à cultura levam à convicção irracional de que qualquer um - depois de frequentar os fóruns da Internet - é tão inteligente e tão bem preparado como um perito para discutir seja que assunto for. As pessoas acreditam que ter direitos políticos iguais significa que a opinião do cidadão comum vale tanto como a de um especialista.
Nº Páginas: 320
Sinopse:
O populismo contemporâneo aumentou o desdém pelos peritos e elites de todo o género, seja na política externa, na cultura, na economia, e até mesmo na ciência e na saúde. Enquanto a Internet permitiu que mais pessoas tenham mais acesso a mais informação do que nunca, também lhes deu a ilusão do conhecimento, quando na verdade elas estão afogadas em dados. Daí resulta um manancial inesgotável de rumores, mentiras, análise pouco séria, especulação e propaganda - e a tendência para "procurar informações que apenas confirmam aquilo em que acreditamos". Os ataques ao conhecimento e à cultura levam à convicção irracional de que qualquer um - depois de frequentar os fóruns da Internet - é tão inteligente e tão bem preparado como um perito para discutir seja que assunto for. As pessoas acreditam que ter direitos políticos iguais significa que a opinião do cidadão comum vale tanto como a de um especialista.
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Edição: Ago 2018
Nº Páginas: 456
Sinopse:
As monarquias constitucionais de Portugal e do Brasil terminaram em repúblicas, a do Brasil em 1889 e a de Portugal em 1910. O projecto de uma monarquia atlântica, em que o reino de Portugal e o do Brasil fariam parte de um Reino Unido, fora desmantelado em consequência das revoluções liberais em Portugal e no Brasil a partir de 1820 - revoluções encaradas em ambos os reinos como uma questão de "independência nacional". As diferenças entre Portugal e Brasil são grandes, como não podia deixar de ser quando se considera a localização dos dois Estados no globo. Mas por isso mesmo faz sentido esta análise a partir do que parece ser mais análogo - a monarquia constitucional dos Braganças. Como é que princípios políticos que eram aparentemente os mesmos se desenvolveram em dois mundos diferentes? Poder-se-á falar, a propósito das monarquias constitucionais de Portugal e do Brasil, de dois países e um mesmo sistema?
Nº Páginas: 456
Sinopse:
As monarquias constitucionais de Portugal e do Brasil terminaram em repúblicas, a do Brasil em 1889 e a de Portugal em 1910. O projecto de uma monarquia atlântica, em que o reino de Portugal e o do Brasil fariam parte de um Reino Unido, fora desmantelado em consequência das revoluções liberais em Portugal e no Brasil a partir de 1820 - revoluções encaradas em ambos os reinos como uma questão de "independência nacional". As diferenças entre Portugal e Brasil são grandes, como não podia deixar de ser quando se considera a localização dos dois Estados no globo. Mas por isso mesmo faz sentido esta análise a partir do que parece ser mais análogo - a monarquia constitucional dos Braganças. Como é que princípios políticos que eram aparentemente os mesmos se desenvolveram em dois mundos diferentes? Poder-se-á falar, a propósito das monarquias constitucionais de Portugal e do Brasil, de dois países e um mesmo sistema?
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Edição: Nov 2021
Nº Páginas: 216
Sinopse:
Na era do desenvolvimento sustentável, em que as organizações internacionais definem estratégias, agendas, metas e objetivos como os Objetivos de Desenvolvimento Sustentável da Agenda 2030, o Acordo de Paris, a Nova Agenda Urbana ou o novo Green Deal, cabe cada vez mais às cidades o papel de implementar ações e medidas que contribuam para tais compromissos e que envolvam mais as comunidades, através da cooperação multilateral e do trabalho em rede ao nível internacional, transnacional e intergovernamental. O crescimento demográfico global, a concentração da população em áreas urbanas e o aumento insustentável do consumo têm levado a um aumento da pegada ecológica sem precedentes, provocando impactos devastadores no planeta. Neste livro, dá-se destaque ao papel que as cidades podem e devem desempenhar no panorama internacional em prol da sustentabilidade e da saúde planetária.
Nº Páginas: 216
Sinopse:
Na era do desenvolvimento sustentável, em que as organizações internacionais definem estratégias, agendas, metas e objetivos como os Objetivos de Desenvolvimento Sustentável da Agenda 2030, o Acordo de Paris, a Nova Agenda Urbana ou o novo Green Deal, cabe cada vez mais às cidades o papel de implementar ações e medidas que contribuam para tais compromissos e que envolvam mais as comunidades, através da cooperação multilateral e do trabalho em rede ao nível internacional, transnacional e intergovernamental. O crescimento demográfico global, a concentração da população em áreas urbanas e o aumento insustentável do consumo têm levado a um aumento da pegada ecológica sem precedentes, provocando impactos devastadores no planeta. Neste livro, dá-se destaque ao papel que as cidades podem e devem desempenhar no panorama internacional em prol da sustentabilidade e da saúde planetária.
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Edição: Jun 2017
Nº Páginas: 168
Sinopse:
25 de Junho de 1975. Moçambique deixa de ser uma colónia e transforma-se num jovem país. Para trás ficam 11 anos de guerra e cinco séculos de dominação colonial, que o século xx tornara mais opressiva. A data é de euforia para quase todos os moçambicanos. Mas será a independência capaz de concretizar todos os sonhos? Pouco mais de um ano volvido, Moçambique vê-se mergulhado num novo conflito, que anos mais tarde se transforma numa autêntica guerra civil. O regime de cariz socialista instaurado pelo Governo de Samora Machel diminui o analfabetismo e expande o acesso à saúde, mas aniquila direitos e liberdades individuais. Em 1986, o país chora o seu líder, que perde a vida em circunstâncias misteriosas. Como se constrói um país nestas circunstâncias? Que Pátria é hoje Moçambique?
Nº Páginas: 168
Sinopse:
25 de Junho de 1975. Moçambique deixa de ser uma colónia e transforma-se num jovem país. Para trás ficam 11 anos de guerra e cinco séculos de dominação colonial, que o século xx tornara mais opressiva. A data é de euforia para quase todos os moçambicanos. Mas será a independência capaz de concretizar todos os sonhos? Pouco mais de um ano volvido, Moçambique vê-se mergulhado num novo conflito, que anos mais tarde se transforma numa autêntica guerra civil. O regime de cariz socialista instaurado pelo Governo de Samora Machel diminui o analfabetismo e expande o acesso à saúde, mas aniquila direitos e liberdades individuais. Em 1986, o país chora o seu líder, que perde a vida em circunstâncias misteriosas. Como se constrói um país nestas circunstâncias? Que Pátria é hoje Moçambique?
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Edição: Nov 2015
Nº Páginas: 352
Sinopse:
Entre apontamentos de viagem e pormenores da sua vida, entre reflexões sobre a História e visitas a museus, entre comentários sobre as pessoas com quem se cruzou e críticas à burocracia europeia, Maria Filomena Mónica oferece-nos um olhar próprio sobre a Europa - a de ontem e a de hoje. Partindo de Portugal e passando por Espanha, conta-nos a forma como foi descobrindo o Continente para além dos Pirenéus: em Londres, Oxford, Paris, Roma, Florença, Berlim e, além de outros lugares, a cidade semi-europeia de São Petersburgo. A Minha Europa relembra o que tantas vezes tendemos a esquecer: o privilégio de se viver deste lado do mundo. «(...) por detrás da Europa padronizada - com apenas 60 anos - existe uma outra, a das grandes cidades e a das pequenas aldeias, a das nações antigas onde se fala uma única língua e a das cidades-estados com dialectos próprios, a dos povos que se sentem bem convivendo com gente diversa e a das regiões que não abdicam de ter uma cultura própria. «É nesta Europa que me sinto em casa.» «À minha maneira, sinto-me portuguesa e europeia. Gostava de pensar que a Europa saberá estar à altura dos valores que encarnou ou de que se reclama, mas, quando vejo o que se passa com os imigrantes, com o terrorismo e com a balbúrdia reinante na União Europeia, tenho dúvidas. Como escreveu Sá de Miranda, «Passam os tempos vai dia trás dia, / incertos muito mais que ao vento as naves».
Nº Páginas: 352
Sinopse:
Entre apontamentos de viagem e pormenores da sua vida, entre reflexões sobre a História e visitas a museus, entre comentários sobre as pessoas com quem se cruzou e críticas à burocracia europeia, Maria Filomena Mónica oferece-nos um olhar próprio sobre a Europa - a de ontem e a de hoje. Partindo de Portugal e passando por Espanha, conta-nos a forma como foi descobrindo o Continente para além dos Pirenéus: em Londres, Oxford, Paris, Roma, Florença, Berlim e, além de outros lugares, a cidade semi-europeia de São Petersburgo. A Minha Europa relembra o que tantas vezes tendemos a esquecer: o privilégio de se viver deste lado do mundo. «(...) por detrás da Europa padronizada - com apenas 60 anos - existe uma outra, a das grandes cidades e a das pequenas aldeias, a das nações antigas onde se fala uma única língua e a das cidades-estados com dialectos próprios, a dos povos que se sentem bem convivendo com gente diversa e a das regiões que não abdicam de ter uma cultura própria. «É nesta Europa que me sinto em casa.» «À minha maneira, sinto-me portuguesa e europeia. Gostava de pensar que a Europa saberá estar à altura dos valores que encarnou ou de que se reclama, mas, quando vejo o que se passa com os imigrantes, com o terrorismo e com a balbúrdia reinante na União Europeia, tenho dúvidas. Como escreveu Sá de Miranda, «Passam os tempos vai dia trás dia, / incertos muito mais que ao vento as naves».
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Edição: Nov 2019
Nº Páginas: 264
Sinopse:
"Alimentar-se é uma necessidade que transformámos num prazer, em torno da qual elaborámos rituais e que nos convida a todos a interrogarmo-nos e a tornarmo-nos um pouco filósofos". "À Mesa com os Filósofos" é dedicado às inúmeras ligações entre a comida e a filosofia. Bastante mais frequentado do que se possa pensar, este é um domínio de estudo dos mais apetecíveis. Na realidade, para pensar a alimentação, mobilizamos um grande número de disciplinas filosóficas, nomeadamente a ética (devemos comer carne de animais ou abster-nos de o fazer?), a estética (a culinária é uma arte ao mesmo nível que a pintura ou a música?), a epistemologia (os juízos de gosto são puramente subjetivos ou educáveis?) ou a política (devemos deixar impor-se o comércio alimentar mundial ou preferir, em seu lugar, o locavorismo?).
Nº Páginas: 264
Sinopse:
"Alimentar-se é uma necessidade que transformámos num prazer, em torno da qual elaborámos rituais e que nos convida a todos a interrogarmo-nos e a tornarmo-nos um pouco filósofos". "À Mesa com os Filósofos" é dedicado às inúmeras ligações entre a comida e a filosofia. Bastante mais frequentado do que se possa pensar, este é um domínio de estudo dos mais apetecíveis. Na realidade, para pensar a alimentação, mobilizamos um grande número de disciplinas filosóficas, nomeadamente a ética (devemos comer carne de animais ou abster-nos de o fazer?), a estética (a culinária é uma arte ao mesmo nível que a pintura ou a música?), a epistemologia (os juízos de gosto são puramente subjetivos ou educáveis?) ou a política (devemos deixar impor-se o comércio alimentar mundial ou preferir, em seu lugar, o locavorismo?).
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Edição: Jul 2021
Nº Páginas: 312
Sinopse:
Eis alguns factos: as mulheres vivem mais tempo do que os homens. Têm um sistema imunitário mais forte. Em geral, são melhores a combater o cancro e a sobreviver à fome, e até conseguem ver o mundo numa gama mais ampla de cores. As mulheres são simplesmente mais fortes do que os homens em todas as fases da vida. Mas porquê? E porque nos ensinam o contrário? Baseando-se nas suas experiências clínicas, o Dr. Shäron Moalem descobriu o porquê de as mulheres prevalecerem sobre os homens em matéria de resiliência, intelecto, vigor, imunidade e muito mais. A resposta reside na genética: os dois cromossomas X femininos proporcionam uma poderosa vantagem de sobrevivência.
Nº Páginas: 312
Sinopse:
Eis alguns factos: as mulheres vivem mais tempo do que os homens. Têm um sistema imunitário mais forte. Em geral, são melhores a combater o cancro e a sobreviver à fome, e até conseguem ver o mundo numa gama mais ampla de cores. As mulheres são simplesmente mais fortes do que os homens em todas as fases da vida. Mas porquê? E porque nos ensinam o contrário? Baseando-se nas suas experiências clínicas, o Dr. Shäron Moalem descobriu o porquê de as mulheres prevalecerem sobre os homens em matéria de resiliência, intelecto, vigor, imunidade e muito mais. A resposta reside na genética: os dois cromossomas X femininos proporcionam uma poderosa vantagem de sobrevivência.
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Edição: Abr 2021
Nº Páginas: 256
Sinopse:
A Máquina do Ódio mostra de que forma as redes sociais são manipuladas por líderes populistas e as campanhas de difamação funcionam como uma censura trabalhada por exércitos de trolls, depois espalhados por robôs no Twitter, Facebook, Instagram e WhatsApp. Os bastidores dessas reportagens e os ataques de que Patrícia Campos Mello foi alvo servem de moldura para um quadro mais amplo sobre a liberdade de imprensa no mundo, numa prosa simultaneamente pessoal e objetiva. Acompanhando eleições na Índia, nos EUA e no Brasil, mas também campanhas violentas na Venezuela, Nicarágua ou Hungria, a repórter mostra como combate e que armas possui esse exército na sua guerra contra a verdade. Relato envolvente de um dos capítulos mais turbulentos de história recente das democracias, A Máquina do Ódio é também um manifesto em defesa da informação.
Nº Páginas: 256
Sinopse:
A Máquina do Ódio mostra de que forma as redes sociais são manipuladas por líderes populistas e as campanhas de difamação funcionam como uma censura trabalhada por exércitos de trolls, depois espalhados por robôs no Twitter, Facebook, Instagram e WhatsApp. Os bastidores dessas reportagens e os ataques de que Patrícia Campos Mello foi alvo servem de moldura para um quadro mais amplo sobre a liberdade de imprensa no mundo, numa prosa simultaneamente pessoal e objetiva. Acompanhando eleições na Índia, nos EUA e no Brasil, mas também campanhas violentas na Venezuela, Nicarágua ou Hungria, a repórter mostra como combate e que armas possui esse exército na sua guerra contra a verdade. Relato envolvente de um dos capítulos mais turbulentos de história recente das democracias, A Máquina do Ódio é também um manifesto em defesa da informação.
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Edição: Mar 2023
Nº Páginas: 256
Sinopse:
Paris, março de 1314. Jacques de Molay e Geoffroi de Charney são levados para a fogueira. Diante de uma multidão expectante, Jacques de Molay lança uma maldição aos que os condenaram injustamente. Um mês depois, o Papa Clemente V, que ajudou a condenar os Cavaleiros do Templo, morre. Filipe IV de França, outro dos perseguidores, teve o mesmo destino alguns meses mais tarde. Seguiram-se a fome, a peste e as revoltas. Seria esta a manifestação da maldição lançada por Jacques de Molay? "A Maldição dos Templários" mostra a perseguição, tortura e julgamento dos Cavaleiros do Templo, a que se seguiu um castigo eterno. Apresentando a dissolução da Ordem depois do julgamento de 1307, este livro fascinante detalha as consequências da perseguição aos Templários e o seu misterioso legado. Maldições, crueldade, intriga política, vingança… O que esteve verdadeiramente na origem da queda da Ordem Templária?
Nº Páginas: 256
Sinopse:
Paris, março de 1314. Jacques de Molay e Geoffroi de Charney são levados para a fogueira. Diante de uma multidão expectante, Jacques de Molay lança uma maldição aos que os condenaram injustamente. Um mês depois, o Papa Clemente V, que ajudou a condenar os Cavaleiros do Templo, morre. Filipe IV de França, outro dos perseguidores, teve o mesmo destino alguns meses mais tarde. Seguiram-se a fome, a peste e as revoltas. Seria esta a manifestação da maldição lançada por Jacques de Molay? "A Maldição dos Templários" mostra a perseguição, tortura e julgamento dos Cavaleiros do Templo, a que se seguiu um castigo eterno. Apresentando a dissolução da Ordem depois do julgamento de 1307, este livro fascinante detalha as consequências da perseguição aos Templários e o seu misterioso legado. Maldições, crueldade, intriga política, vingança… O que esteve verdadeiramente na origem da queda da Ordem Templária?
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Edição: Mar 2019
Nº Páginas: 296
Sinopse:
Neste seu aclamado sucesso de vendas, James Hawes conta a história do país mais admirado e temido da Europa, de Júlio César a Angela Merkel. Com mais de 100 mapas e imagens, é uma nova, concisa e acessível tentativa de responder à questão: os Alemães são, na verdade, eles ou nós?
Nº Páginas: 296
Sinopse:
Neste seu aclamado sucesso de vendas, James Hawes conta a história do país mais admirado e temido da Europa, de Júlio César a Angela Merkel. Com mais de 100 mapas e imagens, é uma nova, concisa e acessível tentativa de responder à questão: os Alemães são, na verdade, eles ou nós?
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Edição: Out 2012
Nº Páginas: 552
Sinopse:
Uma análise da Maçonaria ao longo dos tempos de rara imparcialidade e amplitude histórica. Fenómeno associativo singular, a Maçonaria, na sua expressão mais ancestral - as lojas operativas - surge, sobretudo durante o apogeu do estilo gótico, entre as corporações de construtores (arquitetos, canteiros e pedreiros) da Europa Medieval, mas é a partir do início do século XVIII que, com o novo modelo de lojas especulativas - cujo papel nas revoluções liberais foi fundamental -, começa a desfrutar de grande reconhecimento social e político. Co efeito, devido à capacidade de antecipar as mais significativas transformações sociai e políticas, a Maçonaria, soube, através das suas diferentes Obediências e respetivos Ritos, enraizar-se tão profundamente na vida das sociedades que conseguiu atrair um extraordinário número de seguidores tanto na Europa como na América: intelectuais, artistas, cientistas e políticos das mais diversas nacionalidades e convicções, inclusive religiosas. A tradição e a lenda têm transmitido ao longo dos tempos a ideia de que as Lojas maçónicas sempre operaram de forma oculta e clandestina, a fim de resguardar as suas atividades do olhar dos "profanos", e por isso as suas cerimónias, em especial a da "iniciação", continuam a ser objeto de análise e controvérsia. Este livro, escrito com rara imparcialidade e amplitude histórica, pretende abordar as práticas que essas associações de "homens livres e de bons costumes" têm vindo a desenvolver ao longo dos séculos, penetrando, tanto quanto possível, o seu significado simbólico.
Nº Páginas: 552
Sinopse:
Uma análise da Maçonaria ao longo dos tempos de rara imparcialidade e amplitude histórica. Fenómeno associativo singular, a Maçonaria, na sua expressão mais ancestral - as lojas operativas - surge, sobretudo durante o apogeu do estilo gótico, entre as corporações de construtores (arquitetos, canteiros e pedreiros) da Europa Medieval, mas é a partir do início do século XVIII que, com o novo modelo de lojas especulativas - cujo papel nas revoluções liberais foi fundamental -, começa a desfrutar de grande reconhecimento social e político. Co efeito, devido à capacidade de antecipar as mais significativas transformações sociai e políticas, a Maçonaria, soube, através das suas diferentes Obediências e respetivos Ritos, enraizar-se tão profundamente na vida das sociedades que conseguiu atrair um extraordinário número de seguidores tanto na Europa como na América: intelectuais, artistas, cientistas e políticos das mais diversas nacionalidades e convicções, inclusive religiosas. A tradição e a lenda têm transmitido ao longo dos tempos a ideia de que as Lojas maçónicas sempre operaram de forma oculta e clandestina, a fim de resguardar as suas atividades do olhar dos "profanos", e por isso as suas cerimónias, em especial a da "iniciação", continuam a ser objeto de análise e controvérsia. Este livro, escrito com rara imparcialidade e amplitude histórica, pretende abordar as práticas que essas associações de "homens livres e de bons costumes" têm vindo a desenvolver ao longo dos séculos, penetrando, tanto quanto possível, o seu significado simbólico.
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