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Edição: Mai 2014
Nº Páginas: 256
Sinopse:
No ano em que se comemora o centenário do início da Primeira Guerra Mundial justifica-se uma reflexão sobre um conflito que contou com a participação dos portugueses e mudou para sempre a vida da humanidade. Desapareceram impérios, redefiniram-se fronteiras, a ciência e a tecnologia foram colocadas de forma sistematizada ao serviço da capacidade destruidora dos instrumentos de guerra e várias nações, líderes do desenvolvimento industrial e cultural do mundo. Entre julho de 1914 e novembro de 1918, os portugueses participaram em três frentes de combate: Angola, Moçambique e Flandres. Portugal tinha recentemente implantado a república e a vida social, económica e política do país evidenciava uma forte e natural instabilidade que foi acelerada pela cisão do velho Partido Republicano Português e pelas diferentes tentativas de restauração da monarquia. Por detrás desta nossa participação encontram-se algumas relações causais entre a maçonaria e as decisões de diferentes governos republicanos que originaram o envolvimento de Portugal na Grande Guerra.
Nº Páginas: 256
Sinopse:
No ano em que se comemora o centenário do início da Primeira Guerra Mundial justifica-se uma reflexão sobre um conflito que contou com a participação dos portugueses e mudou para sempre a vida da humanidade. Desapareceram impérios, redefiniram-se fronteiras, a ciência e a tecnologia foram colocadas de forma sistematizada ao serviço da capacidade destruidora dos instrumentos de guerra e várias nações, líderes do desenvolvimento industrial e cultural do mundo. Entre julho de 1914 e novembro de 1918, os portugueses participaram em três frentes de combate: Angola, Moçambique e Flandres. Portugal tinha recentemente implantado a república e a vida social, económica e política do país evidenciava uma forte e natural instabilidade que foi acelerada pela cisão do velho Partido Republicano Português e pelas diferentes tentativas de restauração da monarquia. Por detrás desta nossa participação encontram-se algumas relações causais entre a maçonaria e as decisões de diferentes governos republicanos que originaram o envolvimento de Portugal na Grande Guerra.
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Edição: Set 2010
Nº Páginas: 236
Sinopse:
No ano em que se comemora o centenário da implantação da República em Portugal, torna-se quase obrigatório tentar compreender as circunstâncias que permitiram que essa eclosão se verificasse numa Europa de monarquias. O que terá acontecido para que o "doce" e "pacato" Portugal, no primeiro decénio do século XX, fosse extremando posições chegando ao ponto de, por via revolucionária, depor a monarquia da Casa de Bragança? Neste livro, dirigido ao grande público, os autores esboçam o quadro de referência geral que possibilita compreender a emergência do regime e das instituições republicanas. Além de um enquadramento histórico, estrutural e longo, não circunscrito exclusivamente a Portugal, Pedro Brandão e António Chaves Fidalgo descrevem a acção da Maçonaria e as suas relações, quer com a Carbonária, quer com o Directório do Partido Republicano, na coordenação do movimento insurreccional que começa na madrugada de três de Outubro e termina na manhã de cinco de 1910.
Nº Páginas: 236
Sinopse:
No ano em que se comemora o centenário da implantação da República em Portugal, torna-se quase obrigatório tentar compreender as circunstâncias que permitiram que essa eclosão se verificasse numa Europa de monarquias. O que terá acontecido para que o "doce" e "pacato" Portugal, no primeiro decénio do século XX, fosse extremando posições chegando ao ponto de, por via revolucionária, depor a monarquia da Casa de Bragança? Neste livro, dirigido ao grande público, os autores esboçam o quadro de referência geral que possibilita compreender a emergência do regime e das instituições republicanas. Além de um enquadramento histórico, estrutural e longo, não circunscrito exclusivamente a Portugal, Pedro Brandão e António Chaves Fidalgo descrevem a acção da Maçonaria e as suas relações, quer com a Carbonária, quer com o Directório do Partido Republicano, na coordenação do movimento insurreccional que começa na madrugada de três de Outubro e termina na manhã de cinco de 1910.
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Edição: Jun 2016
Nº Páginas: 208
Sinopse:
Biografia do Padre Joaquim Carreira, personagem muito relevante da História de Portugal no século XX, mas quase desconhecido no nosso país. Escrita por António Marujo, que tem investigado sobre a vida deste padre nos últimos anos, esta obra mostrará como Joaquim Carreira abrigou judeus durante a ocupação nazi de Roma, entre Setembro de 1943 e Julho de 1944, quando era reitor do Colégio Pontifício Português da capital italiana. Os seus esforços e coragem foram já reconhecidos pelo Yad Vashem, o Memorial do Holocausto de Jerusalém, tendo sido o quarto português a entrar na lista desta instituição.
Nº Páginas: 208
Sinopse:
Biografia do Padre Joaquim Carreira, personagem muito relevante da História de Portugal no século XX, mas quase desconhecido no nosso país. Escrita por António Marujo, que tem investigado sobre a vida deste padre nos últimos anos, esta obra mostrará como Joaquim Carreira abrigou judeus durante a ocupação nazi de Roma, entre Setembro de 1943 e Julho de 1944, quando era reitor do Colégio Pontifício Português da capital italiana. Os seus esforços e coragem foram já reconhecidos pelo Yad Vashem, o Memorial do Holocausto de Jerusalém, tendo sido o quarto português a entrar na lista desta instituição.
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Edição: Jun 2015
Nº Páginas: 104
Sinopse:
Com o romance "O Que Diz Molero", Dinis Machado mudou de forma permanente o panorama literário português. Corriam os anos 70, e o 25 de Abril ainda não tinha acontecido. Mais de quarenta anos volvidos, este objecto raro das nossas letras mantém a sua imensa originalidade e frescura. Dinis Machado não publicou outros romances (a não ser os policiais que escreveu com o pseudónimo Denis McShade), mas continuou a escrever regularmente, durante mais de três décadas, em jornais e revistas sobre os mais variados temas, de entre eles duas das suas grandes paixões: futebol e cinema. Depois de "Reduto Quase Final, seguido de Discurso de Alfredo Marceneiro a Gabriel García Márquez" e de "Gráfico de Vendas com Orquídea", a Quetzal dá continuidade à recolha dos melhores textos dispersos de Dinis Machado em livro.
Nº Páginas: 104
Sinopse:
Com o romance "O Que Diz Molero", Dinis Machado mudou de forma permanente o panorama literário português. Corriam os anos 70, e o 25 de Abril ainda não tinha acontecido. Mais de quarenta anos volvidos, este objecto raro das nossas letras mantém a sua imensa originalidade e frescura. Dinis Machado não publicou outros romances (a não ser os policiais que escreveu com o pseudónimo Denis McShade), mas continuou a escrever regularmente, durante mais de três décadas, em jornais e revistas sobre os mais variados temas, de entre eles duas das suas grandes paixões: futebol e cinema. Depois de "Reduto Quase Final, seguido de Discurso de Alfredo Marceneiro a Gabriel García Márquez" e de "Gráfico de Vendas com Orquídea", a Quetzal dá continuidade à recolha dos melhores textos dispersos de Dinis Machado em livro.
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Edição: Nov 2020
Nº Páginas: 512
Sinopse:
Da linguagem à cultura, da idade da pedra à era virtual, o relato de como os humanos inventaram a história. Quando analisava três livros de História sem relação aparente, Tamim Ansary reparou num facto curioso e provocador: a construção da Grande Muralha da China influenciou a queda do Império Romano. Intrigado com esta interligação, prosseguiu a sua investigação e encontrou mais exemplos. A conquista de Jerusalém no século XII podia ser ligada à perda de colheitas na Escandinávia séculos antes. A invenção do descaroçador de algodão nos Estados Unidos devastou a vida familiar na África subsariana… e a lista parecia não ter fim. Embora estejamos cada vez mais interligados, vivemos em muitos mundos diferentes. O que conhecemos como História do Mundo é uma mera narrativa social centrada em alguém, dependente de fatores geográficos, religiosos ou políticos. Há uma narrativa eurocêntrica, uma islamocêntrica, uma sinocêntrica e muitas outras. Elas cimentam-se à medida que rejeitam as ideias que desgastam a sua estrutura e acolhem as ideias que a corroboram. Todos queremos fazer parte de algo maior, mas, para entrevermos a estrada à nossa frente, temos de olhar para a que ficou para trás. Como foi que chegámos aqui? E, no mundo extraordinário de hoje, podemos criar novas narrativas suficientemente inclusivas e globais para construir um futuro melhor para a humanidade?
Nº Páginas: 512
Sinopse:
Da linguagem à cultura, da idade da pedra à era virtual, o relato de como os humanos inventaram a história. Quando analisava três livros de História sem relação aparente, Tamim Ansary reparou num facto curioso e provocador: a construção da Grande Muralha da China influenciou a queda do Império Romano. Intrigado com esta interligação, prosseguiu a sua investigação e encontrou mais exemplos. A conquista de Jerusalém no século XII podia ser ligada à perda de colheitas na Escandinávia séculos antes. A invenção do descaroçador de algodão nos Estados Unidos devastou a vida familiar na África subsariana… e a lista parecia não ter fim. Embora estejamos cada vez mais interligados, vivemos em muitos mundos diferentes. O que conhecemos como História do Mundo é uma mera narrativa social centrada em alguém, dependente de fatores geográficos, religiosos ou políticos. Há uma narrativa eurocêntrica, uma islamocêntrica, uma sinocêntrica e muitas outras. Elas cimentam-se à medida que rejeitam as ideias que desgastam a sua estrutura e acolhem as ideias que a corroboram. Todos queremos fazer parte de algo maior, mas, para entrevermos a estrada à nossa frente, temos de olhar para a que ficou para trás. Como foi que chegámos aqui? E, no mundo extraordinário de hoje, podemos criar novas narrativas suficientemente inclusivas e globais para construir um futuro melhor para a humanidade?
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Edição: Out 2015
Nº Páginas: 200
Sinopse:
A queda da PT, vendida ao desbarato à Altice em 2015, é um espelho de duas décadas de democracia em Portugal. Uma empresa que chegou a ter cerca de 20 mil trabalhadores, e cujas acções valeram 13,9 euros, é hoje um gigante ferido. O valor bolsista caiu para mínimos históricos e a força de trabalho foi quase reduzida metade. Como é que tudo isso aconteceu? Alda Martins e Alexandra Machado escreveram sobre a PT ao longo de anos. E neste livro reúnem a história possível daquela que foi a jóia da coroa do nosso tecido empresarial. Uma empresa tecnologicamente inovadora, com uma estratégia clara e ambições globais, que não resistiu à crise, à ganância dos accionistas, à ingenuidade gritante de alguns dos seus gestores e à implosão do BES. Entre o início e o fim, desfilam os casos que fizeram as manchetes dos jornais. Lucros fabulosos, dividendos chorudos, a épica entrada na Bolsa de Nova Iorque, a compra da Vivo (que se perderia mais tarde); e depois o reverso da medalha, o enorme rombo no porta-aviões que foi a OPA da Sonae, as golden-share de José Sócrates, o descalabro do Banco Espírito Santo, a perda do braço de ferro com os brasileiros da Oi. É uma história com protagonistas claros: de gestores estrela como Zeinal Bava (que acumularam prémios mas caíram em desgraça) a accionistas fulgurantes como a Ongoing (que hoje lutam pela sobrevivência). E revela uma enorme promiscuidade entre a classe política e a PT, numa imparável dança dos gestores do governo para a administração. Sempre com Ricardo Salgado nos bastidores, sempre com o BES a receber comissões sonantes.
Nº Páginas: 200
Sinopse:
A queda da PT, vendida ao desbarato à Altice em 2015, é um espelho de duas décadas de democracia em Portugal. Uma empresa que chegou a ter cerca de 20 mil trabalhadores, e cujas acções valeram 13,9 euros, é hoje um gigante ferido. O valor bolsista caiu para mínimos históricos e a força de trabalho foi quase reduzida metade. Como é que tudo isso aconteceu? Alda Martins e Alexandra Machado escreveram sobre a PT ao longo de anos. E neste livro reúnem a história possível daquela que foi a jóia da coroa do nosso tecido empresarial. Uma empresa tecnologicamente inovadora, com uma estratégia clara e ambições globais, que não resistiu à crise, à ganância dos accionistas, à ingenuidade gritante de alguns dos seus gestores e à implosão do BES. Entre o início e o fim, desfilam os casos que fizeram as manchetes dos jornais. Lucros fabulosos, dividendos chorudos, a épica entrada na Bolsa de Nova Iorque, a compra da Vivo (que se perderia mais tarde); e depois o reverso da medalha, o enorme rombo no porta-aviões que foi a OPA da Sonae, as golden-share de José Sócrates, o descalabro do Banco Espírito Santo, a perda do braço de ferro com os brasileiros da Oi. É uma história com protagonistas claros: de gestores estrela como Zeinal Bava (que acumularam prémios mas caíram em desgraça) a accionistas fulgurantes como a Ongoing (que hoje lutam pela sobrevivência). E revela uma enorme promiscuidade entre a classe política e a PT, numa imparável dança dos gestores do governo para a administração. Sempre com Ricardo Salgado nos bastidores, sempre com o BES a receber comissões sonantes.
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Edição: Nov 2017
Nº Páginas: 320
Sinopse:
Do autor de a Teoria de Tudo, este é o relato da angústia que a Grã-Bretanha viveu em 1940, a partir do dia 10, quando as tropas de Hitler começaram a invasão da Holanda, até ao dia 29, quando os soldados derrotados pelos alemães, embarcaram em Dunquerque para se refugiarem na Inglaterra. Esta história é frequentemente contada em tom épico, mas desta feita o relato centra-se na figura de Winston Churchill, no contexto frágil e único daqueles dias incertos, reconstruído com base em extensa documentação, incluindo as discussões do governo, dentro e fora do parlamento e com os testemunhos dos seus contemporâneos. Anthony McCarten mostra-nos a dúvida de Churchill - que admitiu negociar com Hitler, aceitando a vitória que colocou toda a Europa nas suas mãos - e descobre-nos a evolução que levou o primeiro-ministro britânico a manifestar, a 4 de junho, a decisão final de não se render, num discurso que mudaria o curso da história.
Nº Páginas: 320
Sinopse:
Do autor de a Teoria de Tudo, este é o relato da angústia que a Grã-Bretanha viveu em 1940, a partir do dia 10, quando as tropas de Hitler começaram a invasão da Holanda, até ao dia 29, quando os soldados derrotados pelos alemães, embarcaram em Dunquerque para se refugiarem na Inglaterra. Esta história é frequentemente contada em tom épico, mas desta feita o relato centra-se na figura de Winston Churchill, no contexto frágil e único daqueles dias incertos, reconstruído com base em extensa documentação, incluindo as discussões do governo, dentro e fora do parlamento e com os testemunhos dos seus contemporâneos. Anthony McCarten mostra-nos a dúvida de Churchill - que admitiu negociar com Hitler, aceitando a vitória que colocou toda a Europa nas suas mãos - e descobre-nos a evolução que levou o primeiro-ministro britânico a manifestar, a 4 de junho, a decisão final de não se render, num discurso que mudaria o curso da história.
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Edição: Ago 2021
Nº Páginas: 816
Sinopse:
Provavelmente a mais importante obra sobre a Segunda Guerra Mundial. Desde a sua criação em 1933 até à morte de Hitler em 1945, quem residisse em território controlado pelos nazis vivia com medo de receber uma visita da Gestapo, a polícia política do III Reich. Ninguém estava livre das atenções de uma organização brutalmente eficiente que alastrava a sua influência a todos os cantos da Europa à medida que os alemães iam ocupando mais territórios. "A História Secreta da Gestapo" é o documento mais completo e rigoroso sobre a mais cruel organização da História. Sob as suas ordens, muitos milhares de pessoas foram torturadas e assassinadas, e muitas outras deportadas para campos de concentração. Baseada nos arquivos da Gestapo e em registos de testemunhas, os autores descrevem as origens e os mecanismos da organização, as figuras-chave, os métodos atrozes e como a Gestapo lidou com a segurança interna da Alemanha, incluindo as tentativas de assassinar Hitler. Mergulhar nos horrores da Gestapo é perceber o contexto que levou ao conflito mais sangrento da História, a razão de os nazis enveredarem por um caminho de horror sem paralelo e, em última instância, o porquê de sofrerem uma derrota ignominiosa.
Nº Páginas: 816
Sinopse:
Provavelmente a mais importante obra sobre a Segunda Guerra Mundial. Desde a sua criação em 1933 até à morte de Hitler em 1945, quem residisse em território controlado pelos nazis vivia com medo de receber uma visita da Gestapo, a polícia política do III Reich. Ninguém estava livre das atenções de uma organização brutalmente eficiente que alastrava a sua influência a todos os cantos da Europa à medida que os alemães iam ocupando mais territórios. "A História Secreta da Gestapo" é o documento mais completo e rigoroso sobre a mais cruel organização da História. Sob as suas ordens, muitos milhares de pessoas foram torturadas e assassinadas, e muitas outras deportadas para campos de concentração. Baseada nos arquivos da Gestapo e em registos de testemunhas, os autores descrevem as origens e os mecanismos da organização, as figuras-chave, os métodos atrozes e como a Gestapo lidou com a segurança interna da Alemanha, incluindo as tentativas de assassinar Hitler. Mergulhar nos horrores da Gestapo é perceber o contexto que levou ao conflito mais sangrento da História, a razão de os nazis enveredarem por um caminho de horror sem paralelo e, em última instância, o porquê de sofrerem uma derrota ignominiosa.
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Edição: Mai 2011
Nº Páginas: 256
Sinopse:
"A História Não Acabou" é um livro de um "apolítico", no sentido que Thomas Mann deu à expressão - alguém que, como a maior parte de nós, encontra mais prazer num dia de praia do que na crónica política. Porém, quando o corpo social se deteriora, se desgasta pela agressão, pondo em jogo os valores em que acreditamos, então são necessários o protesto, o testemunho, a tomada de posição, a análise, a sátira. Nascidos de artigos escritos para o jornal Corriere della Sera, os capítulos de "A História Não Acabou" abordam, entre muitas outras questões incontornáveis nas sociedades contemporâneas, a laicidade, liberta do equívoco que a contrapõe à fé; a necessidade e os limites do diálogo entre as culturas; a relação entre o Estado e a Igreja ou entre a ética e o direito; o espírito religioso; a crescente regressão irracionalista; a involução política que nos últimos anos tem feito perigar os valores elementares da democracia e do liberalismo.
Nº Páginas: 256
Sinopse:
"A História Não Acabou" é um livro de um "apolítico", no sentido que Thomas Mann deu à expressão - alguém que, como a maior parte de nós, encontra mais prazer num dia de praia do que na crónica política. Porém, quando o corpo social se deteriora, se desgasta pela agressão, pondo em jogo os valores em que acreditamos, então são necessários o protesto, o testemunho, a tomada de posição, a análise, a sátira. Nascidos de artigos escritos para o jornal Corriere della Sera, os capítulos de "A História Não Acabou" abordam, entre muitas outras questões incontornáveis nas sociedades contemporâneas, a laicidade, liberta do equívoco que a contrapõe à fé; a necessidade e os limites do diálogo entre as culturas; a relação entre o Estado e a Igreja ou entre a ética e o direito; o espírito religioso; a crescente regressão irracionalista; a involução política que nos últimos anos tem feito perigar os valores elementares da democracia e do liberalismo.
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Edição: Abr 2018
Nº Páginas: 900
Sinopse:
A história dos Judeus é sobre, e para, toda a humanidade. E na nossa época de chegadas ansiosas e partidas forçadas, a memória da procura de um lar pelos Judeus tem uma importância sem precedentes. Esta obra é uma história cultural extraordinária, palpitante de energia e cor, que se estende por séculos e continentes: partindo da expulsão dos Judeus de Espanha em 1492, navega por milagres e massacres, deambulações, discriminação, harmonia e tolerância até aos alvores do século XX, que parecia trazer uma esperança profunda para todos.
Nº Páginas: 900
Sinopse:
A história dos Judeus é sobre, e para, toda a humanidade. E na nossa época de chegadas ansiosas e partidas forçadas, a memória da procura de um lar pelos Judeus tem uma importância sem precedentes. Esta obra é uma história cultural extraordinária, palpitante de energia e cor, que se estende por séculos e continentes: partindo da expulsão dos Judeus de Espanha em 1492, navega por milagres e massacres, deambulações, discriminação, harmonia e tolerância até aos alvores do século XX, que parecia trazer uma esperança profunda para todos.
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Edição: Abr 2018
Nº Páginas: 240
Sinopse:
Um manual acessível e de consulta obrigatória sobre o Século XX. Fruto das necessidades decorrentes do comércio internacional e de conflitos armados - como as duas guerras mundiais na primeira metade do século -, registaram-se, durante esses cem anos, colossais progressos científicos, tecnológicos e sociais, que conduziram ao advento do avião comercial, do automóvel, da primeira alunagem, às descobertas no campo das vacinas e dos medicamentos e em inúmeras outras áreas. Do fim dos impérios coloniais à era nuclear, passando por conquistas notáveis dos direitos humanos e a - até então inimaginável - Revolução Digital, o ritmo e o alcance das transformações ocorridas foram extraordinários. Neste livro, conciso mas profundamente rico em conteúdo, as autoras abordam os acontecimentos impressionantes que tiveram lugar num século incomparável, e identificam as personalidades e os momentos mais marcantes desse período da História da Humanidade.
Nº Páginas: 240
Sinopse:
Um manual acessível e de consulta obrigatória sobre o Século XX. Fruto das necessidades decorrentes do comércio internacional e de conflitos armados - como as duas guerras mundiais na primeira metade do século -, registaram-se, durante esses cem anos, colossais progressos científicos, tecnológicos e sociais, que conduziram ao advento do avião comercial, do automóvel, da primeira alunagem, às descobertas no campo das vacinas e dos medicamentos e em inúmeras outras áreas. Do fim dos impérios coloniais à era nuclear, passando por conquistas notáveis dos direitos humanos e a - até então inimaginável - Revolução Digital, o ritmo e o alcance das transformações ocorridas foram extraordinários. Neste livro, conciso mas profundamente rico em conteúdo, as autoras abordam os acontecimentos impressionantes que tiveram lugar num século incomparável, e identificam as personalidades e os momentos mais marcantes desse período da História da Humanidade.
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Edição: Abr 2011
Nº Páginas: 400
Sinopse:
A partir de um extenso trabalho de pesquisa, a autora relata e demarca o papel que o Partido Comunista Português na revolução de Abril de 1974 e nos momentos que a sucederam. Aliando o rigor científico - o texto parte da sua tese, coordenada pelo historiador António Costa Pinto e pelo politólogo Carlos Taibo, professor da Universidade Autónoma de Madrid e colunista, entre outros, do El País e da rádio Cadena Ser - ao texto para o grande público, a autora oferece um documento de enorme importância para a compreensão de um dos momentos ainda mais discutidos da História recente de Portugal
Nº Páginas: 400
Sinopse:
A partir de um extenso trabalho de pesquisa, a autora relata e demarca o papel que o Partido Comunista Português na revolução de Abril de 1974 e nos momentos que a sucederam. Aliando o rigor científico - o texto parte da sua tese, coordenada pelo historiador António Costa Pinto e pelo politólogo Carlos Taibo, professor da Universidade Autónoma de Madrid e colunista, entre outros, do El País e da rádio Cadena Ser - ao texto para o grande público, a autora oferece um documento de enorme importância para a compreensão de um dos momentos ainda mais discutidos da História recente de Portugal
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Edição: Nov 2020
Nº Páginas: 280
Sinopse:
A História de Jesus para Pessoas com Pressa apresenta-nos Jesus, o homem e o seu legado duradouro. Separando os factos da ficção, o Professor Le Donne situa Jesus no contexto da vida judaica do século I, explorando discussões sobre a sua condição de "Filho de Deus" entre os primeiros cristãos. Le Donne faz uma digressão pela arte medieval europeia, pelas histórias revisionistas, pelos memes contemporâneos da Internet, comparando os vários Jesuses culturais no pensamento do Iluminismo e do pós-Iluminismo.
Nº Páginas: 280
Sinopse:
A História de Jesus para Pessoas com Pressa apresenta-nos Jesus, o homem e o seu legado duradouro. Separando os factos da ficção, o Professor Le Donne situa Jesus no contexto da vida judaica do século I, explorando discussões sobre a sua condição de "Filho de Deus" entre os primeiros cristãos. Le Donne faz uma digressão pela arte medieval europeia, pelas histórias revisionistas, pelos memes contemporâneos da Internet, comparando os vários Jesuses culturais no pensamento do Iluminismo e do pós-Iluminismo.
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Edição: Abr 2011
Nº Páginas: 608
Sinopse:
8ª Edição. Um importante trabalho sobre a nossa história mais recente, a levar-nos aos calabouços da PIDE, aos meandros do poder político, ao lado mais negro da ditadura. A Polícia Internacional de Defesa do Estado (PIDE), criada em 1945, a partir da Polícia de Vigilância e Defesa do Estado (PVDE, 1933-1945), e a sua sucessora, Direção Geral de Segurança (DGS), instituída em 1969, constituíram a polícia política do regime ditatorial que vigorou em Portugal até 1974. A PIDE/DGS serviu, por um lado, para intimidar e, deste modo, prevenir a contestação pública ao regime e, por outro lado, para destruir toda a oposição organizada contra o Estado Novo. Na presente obra analisa-se a forma como a polícia política reprimiu todos aqueles que revelavam qualquer dissidência social, política e até religiosa; como se estruturava e quais eram os seus método; quantos e quem foram os detidos políticos; como era a vida nas prisões da PIDE/DGS e o julgamento político nos tribunais plenários; quais eram as relações entre a polícia política e o aparelho judicial político; e, por fim, descreve a forma como a DGS soçobrou no dia 25 de abril de 1974.
Nº Páginas: 608
Sinopse:
8ª Edição. Um importante trabalho sobre a nossa história mais recente, a levar-nos aos calabouços da PIDE, aos meandros do poder político, ao lado mais negro da ditadura. A Polícia Internacional de Defesa do Estado (PIDE), criada em 1945, a partir da Polícia de Vigilância e Defesa do Estado (PVDE, 1933-1945), e a sua sucessora, Direção Geral de Segurança (DGS), instituída em 1969, constituíram a polícia política do regime ditatorial que vigorou em Portugal até 1974. A PIDE/DGS serviu, por um lado, para intimidar e, deste modo, prevenir a contestação pública ao regime e, por outro lado, para destruir toda a oposição organizada contra o Estado Novo. Na presente obra analisa-se a forma como a polícia política reprimiu todos aqueles que revelavam qualquer dissidência social, política e até religiosa; como se estruturava e quais eram os seus método; quantos e quem foram os detidos políticos; como era a vida nas prisões da PIDE/DGS e o julgamento político nos tribunais plenários; quais eram as relações entre a polícia política e o aparelho judicial político; e, por fim, descreve a forma como a DGS soçobrou no dia 25 de abril de 1974.
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Edição: Nov 2020
Nº Páginas: 344
Sinopse:
"A minha visão da História humana, da História-vivida é contemplativa." Esta obra de José Mattoso reúne palestras e artigos surgidos entre 1996 e 2013, que abordam temas tão diversos como as relações entre mouros e cristãos no século XI ibérico, as particularidades da religiosidade dos alentejanos, os contactos do Portugal recém-nascido com o mundo, a importância dos lugares e monumentos portugueses classificados como património mundial pela Unesco ou também a vida de Beatriz da Silva, santa portuguesa do século XV. A abrir o livro, um ensaio escrito expressamente para esta edição o qual pode ser visto como uma súmula do pensamento de José Mattoso, um dos mais notáveis historiadores portugueses de sempre, que vê a História como a "base do conhecimento da condição humana" ou mesmo como uma "mestra da vida" que, ao invocar feitos do passado, nos orienta em resoluções do presente. "A minha visão da História humana, da História-vivida é contemplativa. Requer um olhar atento, global, pacífico, não interventivo. Um olhar que capta as relações do pequeno com o grande, do singular com o plural, do diferente com o semelhante, do mesmo com o contrário. Um olhar que coloca as coisas na sua ordem, que permite descobrir os géneros e as espécies, que classifica os conjuntos e lhes atribui qualidades. Um olhar que reconhece o movimento e as mutações, sem que a diferença de tempo altere a identidade. Um olhar que compreende os percursos e os destinos da Humanidade, a atração e a repulsa, o amor e o ódio." José Mattoso
Nº Páginas: 344
Sinopse:
"A minha visão da História humana, da História-vivida é contemplativa." Esta obra de José Mattoso reúne palestras e artigos surgidos entre 1996 e 2013, que abordam temas tão diversos como as relações entre mouros e cristãos no século XI ibérico, as particularidades da religiosidade dos alentejanos, os contactos do Portugal recém-nascido com o mundo, a importância dos lugares e monumentos portugueses classificados como património mundial pela Unesco ou também a vida de Beatriz da Silva, santa portuguesa do século XV. A abrir o livro, um ensaio escrito expressamente para esta edição o qual pode ser visto como uma súmula do pensamento de José Mattoso, um dos mais notáveis historiadores portugueses de sempre, que vê a História como a "base do conhecimento da condição humana" ou mesmo como uma "mestra da vida" que, ao invocar feitos do passado, nos orienta em resoluções do presente. "A minha visão da História humana, da História-vivida é contemplativa. Requer um olhar atento, global, pacífico, não interventivo. Um olhar que capta as relações do pequeno com o grande, do singular com o plural, do diferente com o semelhante, do mesmo com o contrário. Um olhar que coloca as coisas na sua ordem, que permite descobrir os géneros e as espécies, que classifica os conjuntos e lhes atribui qualidades. Um olhar que reconhece o movimento e as mutações, sem que a diferença de tempo altere a identidade. Um olhar que compreende os percursos e os destinos da Humanidade, a atração e a repulsa, o amor e o ódio." José Mattoso
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Edição: Set 2018
Nº Páginas: 432
Sinopse:
Seis homens, um objetivo: derrotar Hitler. Na primavera de 1939, nasceu em Londres uma organização secreta com o objetivo de planear a destruição da máquina de guerra de Hitler através de espetaculares atos de sabotagem. A campanha de guerra de guerrilha que se seguiu revelou-se tão extraordinária quanto os homens que a dirigiam. Um deles era Cecil Clarke, um engenheiro que inventou várias bombas sujas, entre elas a que matou Reinhard Heydrich, o "Carniceiro de Praga". Outro dos homens era William Fairbairn, um reformado corpulento especialista na arte de matar silenciosamente. Liderados pelo escocês Colin Gubbins, estes homens — juntamente com outros três — foram escolhidos por Churchill, pela sua criatividade e desprezo pelas regras de cavalheirismo, para formarem o seu Ministério da Guerra Suja. Relatada com o entusiasmo e atenção aos pormenores de Giles Milton, esta talvez seja a última grande história por contar da Segunda Guerra Mundial.
Nº Páginas: 432
Sinopse:
Seis homens, um objetivo: derrotar Hitler. Na primavera de 1939, nasceu em Londres uma organização secreta com o objetivo de planear a destruição da máquina de guerra de Hitler através de espetaculares atos de sabotagem. A campanha de guerra de guerrilha que se seguiu revelou-se tão extraordinária quanto os homens que a dirigiam. Um deles era Cecil Clarke, um engenheiro que inventou várias bombas sujas, entre elas a que matou Reinhard Heydrich, o "Carniceiro de Praga". Outro dos homens era William Fairbairn, um reformado corpulento especialista na arte de matar silenciosamente. Liderados pelo escocês Colin Gubbins, estes homens — juntamente com outros três — foram escolhidos por Churchill, pela sua criatividade e desprezo pelas regras de cavalheirismo, para formarem o seu Ministério da Guerra Suja. Relatada com o entusiasmo e atenção aos pormenores de Giles Milton, esta talvez seja a última grande história por contar da Segunda Guerra Mundial.
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Edição: Out 2016
Nº Páginas: 680
Sinopse:
Os espiões e as mensagens em código tiveram um papel crucial na Segunda Guerra Mundial, sendo explorados por todas as nações envolvidas no conflito, para tentar obter conhecimento privilegiado dos inimigos e gerar o caos nos bastidores. Em Secret War, o conhecido jornalista e historiador Sir Max Hastings apresenta um conjunto vasto de personagens fundamentais da Segunda Guerra Mundial, de praticamente todos os países envolvidos, bem como das sagas de informação, resistência e ataque em que se envolveram, com isso revelando uma nova perspetiva sobre o maior conflito da História.
Nº Páginas: 680
Sinopse:
Os espiões e as mensagens em código tiveram um papel crucial na Segunda Guerra Mundial, sendo explorados por todas as nações envolvidas no conflito, para tentar obter conhecimento privilegiado dos inimigos e gerar o caos nos bastidores. Em Secret War, o conhecido jornalista e historiador Sir Max Hastings apresenta um conjunto vasto de personagens fundamentais da Segunda Guerra Mundial, de praticamente todos os países envolvidos, bem como das sagas de informação, resistência e ataque em que se envolveram, com isso revelando uma nova perspetiva sobre o maior conflito da História.
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Edição: Out 2018
Nº Páginas: 336
Sinopse:
Durante o Renascimento, a arte militar ocidental sofreu profundas alterações: os exércitos tornaram-se maiores e mais centralizados, assistiu-se a uma generalização das armas de fogo, a logística tornou-se mais sofisticada e a instrução mais cuidadosa e regulamentada. De que forma Portugal se adaptou a estas alterações de modo a criar forças militares que correspondessem à nova realidade? Gonçalo Couceiro Feio, investigador no Centro de História da Universidade de Lisboa, explica como Portugal se adaptou a estes novos requisitos, como funcionava a máquina militar - o recrutamento, a instrução, a disciplina a remuneração do serviço militar, a logística, o armamento -, qual era o perfil dos soldados e comandantes portugueses e de que forma foi feita a transferência de saberes e permuta cultural entre as forças militares portuguesas e outras de várias nacionalidades. Uma obra fundamental para conhecer a História Militar portuguesa na época de D. Manuel I a Felipe II.
Nº Páginas: 336
Sinopse:
Durante o Renascimento, a arte militar ocidental sofreu profundas alterações: os exércitos tornaram-se maiores e mais centralizados, assistiu-se a uma generalização das armas de fogo, a logística tornou-se mais sofisticada e a instrução mais cuidadosa e regulamentada. De que forma Portugal se adaptou a estas alterações de modo a criar forças militares que correspondessem à nova realidade? Gonçalo Couceiro Feio, investigador no Centro de História da Universidade de Lisboa, explica como Portugal se adaptou a estes novos requisitos, como funcionava a máquina militar - o recrutamento, a instrução, a disciplina a remuneração do serviço militar, a logística, o armamento -, qual era o perfil dos soldados e comandantes portugueses e de que forma foi feita a transferência de saberes e permuta cultural entre as forças militares portuguesas e outras de várias nacionalidades. Uma obra fundamental para conhecer a História Militar portuguesa na época de D. Manuel I a Felipe II.
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Edição: Abr 2018
Nº Páginas: 704
Sinopse:
"A Guerra Fria não decidiu tudo, mas influenciou a maior parte das coisas, com frequência para pior: o confronto ajudou a cimentar um mundo dominado por superpotências, um mundo em que o poder e a violência - ou a ameaça de violência - representavam a bitola pela qual se regiam as relações internacionais, e em que as crenças tendiam para o absoluto: só o nosso sistema era bom. O outro era, inerentemente, maléfico. Estava montado o palco para uma competição intensa, em que o objetivo era, no limite, a sobrevivência do mundo."
Nº Páginas: 704
Sinopse:
"A Guerra Fria não decidiu tudo, mas influenciou a maior parte das coisas, com frequência para pior: o confronto ajudou a cimentar um mundo dominado por superpotências, um mundo em que o poder e a violência - ou a ameaça de violência - representavam a bitola pela qual se regiam as relações internacionais, e em que as crenças tendiam para o absoluto: só o nosso sistema era bom. O outro era, inerentemente, maléfico. Estava montado o palco para uma competição intensa, em que o objetivo era, no limite, a sobrevivência do mundo."
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Edição: Abr 2017
Nº Páginas: 296
Sinopse:
A primeira grande investigação sobre a guerra civil angolana, desde 1975 até ao final do conflito, em 2002. Depois da independência, em 1975, acabada de sair da guerra colonial, Angola ficou dividida por um conflito interno que havia de durar mais de um quarto de século e que define os contornos do poder político angolano até à actualidade. A guerra civil teve de um lado a UNITA - associada aos EUA, à África do Sul do apartheid, e ao mundo rural da região central -, e do outro lado o MPLA - identificado com a União Soviética, Cuba e um universo urbano. No meio ficou sempre a população, verdadeira protagonista deste livro. A partir de centenas de entrevistas com agricultores, professores, militares, membros dos partidos e muitos outros, e sem tomar partido, Justin Pearce reconstituiu a vertente humana da mais mortífera e longa guerra civil africana, apresentando um retrato inédito da relação do povo angolano com os movimentos políticos, da sua percepção sobre o que estava em jogo, das suas estratégias de sobrevivência e da definição de uma identidade política ainda hoje afectada pela desinformação, manipulação e, sobretudo, pelo medo. Com prefácio inédito de rafael marques, autor do livro diamantes de sangue.
Nº Páginas: 296
Sinopse:
A primeira grande investigação sobre a guerra civil angolana, desde 1975 até ao final do conflito, em 2002. Depois da independência, em 1975, acabada de sair da guerra colonial, Angola ficou dividida por um conflito interno que havia de durar mais de um quarto de século e que define os contornos do poder político angolano até à actualidade. A guerra civil teve de um lado a UNITA - associada aos EUA, à África do Sul do apartheid, e ao mundo rural da região central -, e do outro lado o MPLA - identificado com a União Soviética, Cuba e um universo urbano. No meio ficou sempre a população, verdadeira protagonista deste livro. A partir de centenas de entrevistas com agricultores, professores, militares, membros dos partidos e muitos outros, e sem tomar partido, Justin Pearce reconstituiu a vertente humana da mais mortífera e longa guerra civil africana, apresentando um retrato inédito da relação do povo angolano com os movimentos políticos, da sua percepção sobre o que estava em jogo, das suas estratégias de sobrevivência e da definição de uma identidade política ainda hoje afectada pela desinformação, manipulação e, sobretudo, pelo medo. Com prefácio inédito de rafael marques, autor do livro diamantes de sangue.
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Edição: Fev 2016
Nº Páginas: 624
Sinopse:
Madrid, Julho de 1936, Calvo Sotelo acaba de ser assassinado. Cinco dias depois desencadeia-se uma revolta militar que irá culminar na Guerra Civil Espanhola. Esta prolongou-se por 33 meses… 986 dias de inferno, durante os quais mais de 600.000 pessoas encontraram a morte numa guerra cruel que deixou um país despedaçado e de luto. A Guerra Civil de Espanha é um relato fidedigno de um período negro na História não só de Espanha, mas de toda a Europa.
Nº Páginas: 624
Sinopse:
Madrid, Julho de 1936, Calvo Sotelo acaba de ser assassinado. Cinco dias depois desencadeia-se uma revolta militar que irá culminar na Guerra Civil Espanhola. Esta prolongou-se por 33 meses… 986 dias de inferno, durante os quais mais de 600.000 pessoas encontraram a morte numa guerra cruel que deixou um país despedaçado e de luto. A Guerra Civil de Espanha é um relato fidedigno de um período negro na História não só de Espanha, mas de toda a Europa.
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Edição: Nov 2018
Nº Páginas: 384
Sinopse:
O ano em que se assinala o centenário do fim da Grande Guerra "A seleção dos depoimentos obedeceu a duas preocupações principais: manter um certo equilíbrio entre autores consagrados, alguns dos quais ganharam créditos no panorama literário nacional, como Jaime Cortesão, Augusto Casimiro, André Brun e Carlos Selvagem, a par de outros que permaneceram praticamente esquecidos, e cuja bibliografia se limitou à obra que escreveram sobre a sua experiência de guerra. Procurámos contemplar as três frentes de combate - Europa, Angola e Moçambique -, com as suas especificidades. Privilegiámos a transmissão da experiência vivida, o medo e a coragem, o desespero e a esperança, o humor e o drama. Sentimentos e sensações mescladas, numa experiência única vivida durante o maior drama que a humanidade conheceu até então, e que se julgava que jamais se repetiria, dada a sua dimensão apocalíptica. Vãs esperanças. Vinte anos depois, novo conflito iria eclodir, ainda mais sangrento e destruidor, como que a demonstrar que o Homem persiste em não aprender com os erros cometidos."
Nº Páginas: 384
Sinopse:
O ano em que se assinala o centenário do fim da Grande Guerra "A seleção dos depoimentos obedeceu a duas preocupações principais: manter um certo equilíbrio entre autores consagrados, alguns dos quais ganharam créditos no panorama literário nacional, como Jaime Cortesão, Augusto Casimiro, André Brun e Carlos Selvagem, a par de outros que permaneceram praticamente esquecidos, e cuja bibliografia se limitou à obra que escreveram sobre a sua experiência de guerra. Procurámos contemplar as três frentes de combate - Europa, Angola e Moçambique -, com as suas especificidades. Privilegiámos a transmissão da experiência vivida, o medo e a coragem, o desespero e a esperança, o humor e o drama. Sentimentos e sensações mescladas, numa experiência única vivida durante o maior drama que a humanidade conheceu até então, e que se julgava que jamais se repetiria, dada a sua dimensão apocalíptica. Vãs esperanças. Vinte anos depois, novo conflito iria eclodir, ainda mais sangrento e destruidor, como que a demonstrar que o Homem persiste em não aprender com os erros cometidos."
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Edição: Jun 2019
Nº Páginas: 424
Sinopse:
Este livro narra a história da Europa e dos europeus a partir do seu legado genético, da primeira onda de migração que povoou o continente até aos dias de hoje. Seguindo as pistas deixadas pelo seu ADN e viajando por locais de interesse arqueológico por toda a Europa, a autora traça o nosso passado comum da atualidade até à Pré-História. Bojs visitou vários países para conhecer geneticistas, historiadores e arqueólogos eminentes, acabando por descobrir que os seus (e os nossos) genes contam uma história fascinante, que espelha e acompanha a história da Europa. Esta narrativa científica e de viagem, na primeira pessoa, vai muito além da genealogia pessoal da autora: explora a história escondida nos nossos genes e revela a história partilhada dos povos europeus.
Nº Páginas: 424
Sinopse:
Este livro narra a história da Europa e dos europeus a partir do seu legado genético, da primeira onda de migração que povoou o continente até aos dias de hoje. Seguindo as pistas deixadas pelo seu ADN e viajando por locais de interesse arqueológico por toda a Europa, a autora traça o nosso passado comum da atualidade até à Pré-História. Bojs visitou vários países para conhecer geneticistas, historiadores e arqueólogos eminentes, acabando por descobrir que os seus (e os nossos) genes contam uma história fascinante, que espelha e acompanha a história da Europa. Esta narrativa científica e de viagem, na primeira pessoa, vai muito além da genealogia pessoal da autora: explora a história escondida nos nossos genes e revela a história partilhada dos povos europeus.
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Edição: Set 2018
Nº Páginas: 384
Sinopse:
"A Grande Estratégia" é um estudo rigoroso sobre as questões de liderança e uma análise da teoria e da prática estratégica, em períodos que vão da Antiguidade à Segunda Guerra Mundial, feita à luz do pensamento de grandes figuras como Heródoto, Tucídides, Sun Tzu, Augusto, Santo Agostinho, Maquiavel, Clausewitz, Tolstoy, Lincoln ou Franklin D. Roosevelt. Repleto de exemplos sugestivos de liderança e pensamento estratégico, de Xerxes, rei dos Persas, às estratégias de Churchill e Roosevelt na Segunda Grande Guerra, Gaddis traz-nos o seu profundo conhecimento da História num estilo de escrita ligeiro e agradável. Para todos os envolvidos em questões de liderança, ou interessados nesta arte, este livro é uma lição de alto nível.
Nº Páginas: 384
Sinopse:
"A Grande Estratégia" é um estudo rigoroso sobre as questões de liderança e uma análise da teoria e da prática estratégica, em períodos que vão da Antiguidade à Segunda Guerra Mundial, feita à luz do pensamento de grandes figuras como Heródoto, Tucídides, Sun Tzu, Augusto, Santo Agostinho, Maquiavel, Clausewitz, Tolstoy, Lincoln ou Franklin D. Roosevelt. Repleto de exemplos sugestivos de liderança e pensamento estratégico, de Xerxes, rei dos Persas, às estratégias de Churchill e Roosevelt na Segunda Grande Guerra, Gaddis traz-nos o seu profundo conhecimento da História num estilo de escrita ligeiro e agradável. Para todos os envolvidos em questões de liderança, ou interessados nesta arte, este livro é uma lição de alto nível.
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Edição: Nov 2020
Nº Páginas: 420
Sinopse:
"A Grande Escolha" é um livro para as gerações que, nos últimos vinte anos, viveram quase sempre em crise. As mesmas que têm dificuldade em se emancipar e questionam se a culpa desse estagnação não é, afinal, da globalização. Numa altura em que os populistas exploram a falta de esperança e se vive uma crise internacional sem precedentes, Adolfo Mesquita Nunes faz uma defesa apaixonada do Mundo global e diz-nos como podemos melhorar e aperfeiçoar a globalização. Apontando os erros e as consequências de os países se fecharem sobre si próprios, o autor mostra como a abertura do Mundo é o maior instrumento de progresso de toda a História e enumera sete grandes desafios da actualidade - desigualdade, emprego, salários, habitação, dependência externa, monopólios digitais e fiscalidade internacional -, traçando linhas de acção para os resolvermos quanto antes. Um livro de perguntas e respostas para quem tem dúvidas sobre o caminho que o Mundo está a tomar e desconfia de soluções fáceis para problemas complexos.
Nº Páginas: 420
Sinopse:
"A Grande Escolha" é um livro para as gerações que, nos últimos vinte anos, viveram quase sempre em crise. As mesmas que têm dificuldade em se emancipar e questionam se a culpa desse estagnação não é, afinal, da globalização. Numa altura em que os populistas exploram a falta de esperança e se vive uma crise internacional sem precedentes, Adolfo Mesquita Nunes faz uma defesa apaixonada do Mundo global e diz-nos como podemos melhorar e aperfeiçoar a globalização. Apontando os erros e as consequências de os países se fecharem sobre si próprios, o autor mostra como a abertura do Mundo é o maior instrumento de progresso de toda a História e enumera sete grandes desafios da actualidade - desigualdade, emprego, salários, habitação, dependência externa, monopólios digitais e fiscalidade internacional -, traçando linhas de acção para os resolvermos quanto antes. Um livro de perguntas e respostas para quem tem dúvidas sobre o caminho que o Mundo está a tomar e desconfia de soluções fáceis para problemas complexos.
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Edição: Mai 2017
Nº Páginas: 336
Sinopse:
"Numa manhã fria de Dezembro de 1931, um homem cumpria um sonho: embarcava no cais de Lisboa para Eretz Israel, Terra de Israel, nome que os judeus nunca deixaram de chamar à Palestina. Esse homem era o rabino Samuel Hirsh Mucznik, meu avô, e com ele seguiam a mulher Ethel e a filha Esther…"
Nº Páginas: 336
Sinopse:
"Numa manhã fria de Dezembro de 1931, um homem cumpria um sonho: embarcava no cais de Lisboa para Eretz Israel, Terra de Israel, nome que os judeus nunca deixaram de chamar à Palestina. Esse homem era o rabino Samuel Hirsh Mucznik, meu avô, e com ele seguiam a mulher Ethel e a filha Esther…"
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Edição: Jul 2019
Nº Páginas: 240
Sinopse:
Como é que o PS perdeu as eleições e formou governo com a ajuda da CDU e do Bloco de Esquerda? A Geringonça que governa Portugal nasceu como uma tábua dos afogados para salvar socialistas, comunistas, verdes e bloquistas dos seus terríveis destinos. "É Geringonça, mas funciona", disse, logo no início, António Costa. Quatro anos depois, já se pode saber como funcionou, de facto, a Geringonça. Comunistas e bloquistas não se suportam. Disputam a reivindicação de cada uma das medidas populares do PS e nunca reúnem em simultâneo com o governo. O Presidente da República, à espera de que a direita portuguesa se recomponha, tem sido o anjo da guarda deste arranjo político. A jornalista Inês Serra Lopes entrevistou políticos, economistas e professores e conta como foi possível misturar o impensável, a água e o azeite, percorrendo alguns dos casos da célebre XIII Legislatura, desde a chamada crise dos professores à bandeira da qualidade dos serviços públicos, encontrada pelo PS logo após as eleições europeias de 2019. Um livro que nos conduz pelo interior da Geringonça e nos mostra como esta se equilibrou no poder.
Nº Páginas: 240
Sinopse:
Como é que o PS perdeu as eleições e formou governo com a ajuda da CDU e do Bloco de Esquerda? A Geringonça que governa Portugal nasceu como uma tábua dos afogados para salvar socialistas, comunistas, verdes e bloquistas dos seus terríveis destinos. "É Geringonça, mas funciona", disse, logo no início, António Costa. Quatro anos depois, já se pode saber como funcionou, de facto, a Geringonça. Comunistas e bloquistas não se suportam. Disputam a reivindicação de cada uma das medidas populares do PS e nunca reúnem em simultâneo com o governo. O Presidente da República, à espera de que a direita portuguesa se recomponha, tem sido o anjo da guarda deste arranjo político. A jornalista Inês Serra Lopes entrevistou políticos, economistas e professores e conta como foi possível misturar o impensável, a água e o azeite, percorrendo alguns dos casos da célebre XIII Legislatura, desde a chamada crise dos professores à bandeira da qualidade dos serviços públicos, encontrada pelo PS logo após as eleições europeias de 2019. Um livro que nos conduz pelo interior da Geringonça e nos mostra como esta se equilibrou no poder.
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Edição: Jun 2019
Nº Páginas: 520
Sinopse:
As razões que levaram o infante D. Henrique a conduzir com invulgar tenacidade um projeto tão exigente e tão prolongado como foi o dos chamados "descobrimentos" é uma questão que ainda hoje merece análise. Este projeto não constituiu um mero episódio fugaz, que tenha aparecido e logo depois desaparecido sem consequências permanentes. Pelo contrário, os descobrimentos deram origem a uma modificação radical da História da Humanidade, que se prolonga até aos nossos dias. Na base de tudo esteve sempre a geografia, que naqueles tempos era matéria muito difícil de conhecer em vastas zonas do globo. Na presente obra o autor procura compreender de que forma o infante D. Henrique abordou esta questão, que era afinal decisiva para o sucesso do seu projeto.
Nº Páginas: 520
Sinopse:
As razões que levaram o infante D. Henrique a conduzir com invulgar tenacidade um projeto tão exigente e tão prolongado como foi o dos chamados "descobrimentos" é uma questão que ainda hoje merece análise. Este projeto não constituiu um mero episódio fugaz, que tenha aparecido e logo depois desaparecido sem consequências permanentes. Pelo contrário, os descobrimentos deram origem a uma modificação radical da História da Humanidade, que se prolonga até aos nossos dias. Na base de tudo esteve sempre a geografia, que naqueles tempos era matéria muito difícil de conhecer em vastas zonas do globo. Na presente obra o autor procura compreender de que forma o infante D. Henrique abordou esta questão, que era afinal decisiva para o sucesso do seu projeto.
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Edição: Jun 2014
Nº Páginas: 232
Sinopse:
Esta obra é um fortíssimo contributo para nos ajudar na problematização do nosso tempo e do nosso espaço - espaço geográfico (CPLP) e espaço afetivo (a língua). O autor, especialista de comércio internacional e um apaixonado do Mundo Lusófono, apresenta neste livro uma interessante descrição e reflexão sobre a situação da Economia Global em que vivemos.
Nº Páginas: 232
Sinopse:
Esta obra é um fortíssimo contributo para nos ajudar na problematização do nosso tempo e do nosso espaço - espaço geográfico (CPLP) e espaço afetivo (a língua). O autor, especialista de comércio internacional e um apaixonado do Mundo Lusófono, apresenta neste livro uma interessante descrição e reflexão sobre a situação da Economia Global em que vivemos.
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Edição: Jan 2020
Nº Páginas: 288
Sinopse:
"É nossa condição irrenunciável sermos europeus, pois a Europa é a nossa matriz geográfica e cultural. Neste globo, que ajudámos a encurtar, a geografia sempre foi condicionante da cultura. A Europa é, para nós, um facto. Mas a Europa, para além de facto, por vezes mais próximo e outras mais distante, sempre foi um mito. O historiador José Eduardo Franco, especialista dos mitos na cultura portuguesa, analisa neste livro, que percorre toda a história de Portugal, os mitos que fomos construindo a respeito do continente que integramos. Numa época em que a Europa - e nós nela e com ela - se encontra em profunda crise, recomendo vivamente esta reflexão de José Eduardo Franco, que nos permite assentar no passado as nossas reflexões sobre o futuro. O futuro é obviamente uma incógnita. Apesar de o Padre António Vieira ter escrito a História do Futuro, a Segunda Lei da Termodinâmica impõe a diferença entre passado e futuro, impedindo que exista ou venha algum dia a existir uma história do futuro. Mas haverá com toda a certeza futuro e não há futuro sem história. O conhecimento e a compreensão da história ajudam-nos a construir o futuro." Do Prefácio de Carlos Fiolhais
Nº Páginas: 288
Sinopse:
"É nossa condição irrenunciável sermos europeus, pois a Europa é a nossa matriz geográfica e cultural. Neste globo, que ajudámos a encurtar, a geografia sempre foi condicionante da cultura. A Europa é, para nós, um facto. Mas a Europa, para além de facto, por vezes mais próximo e outras mais distante, sempre foi um mito. O historiador José Eduardo Franco, especialista dos mitos na cultura portuguesa, analisa neste livro, que percorre toda a história de Portugal, os mitos que fomos construindo a respeito do continente que integramos. Numa época em que a Europa - e nós nela e com ela - se encontra em profunda crise, recomendo vivamente esta reflexão de José Eduardo Franco, que nos permite assentar no passado as nossas reflexões sobre o futuro. O futuro é obviamente uma incógnita. Apesar de o Padre António Vieira ter escrito a História do Futuro, a Segunda Lei da Termodinâmica impõe a diferença entre passado e futuro, impedindo que exista ou venha algum dia a existir uma história do futuro. Mas haverá com toda a certeza futuro e não há futuro sem história. O conhecimento e a compreensão da história ajudam-nos a construir o futuro." Do Prefácio de Carlos Fiolhais
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