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Edição: Jan 2016
Nº Páginas: 376
Sinopse:
Este livro conta o percurso da China desde os seus primórdios até à transformação em superpotência económica. O autor percorre toda a história do país, das gloriosas dinastias Tang e Song, durante as quais nasceriam as grandes cidades chinesas, ao período de declínio e do esforço ocidental para dominar este vasto território, incluindo os anos conturbados da Revolução Chinesa e as mudanças progressivas que foram ocorrendo desde os anos 70 até aos dias de hoje. A transferência dos últimos territórios sob controlo ocidental para o governo chinês e o desenvolvimento fulminante da economia nas últimas décadas são os grandes temas abordados no final deste volume.
Nº Páginas: 376
Sinopse:
Este livro conta o percurso da China desde os seus primórdios até à transformação em superpotência económica. O autor percorre toda a história do país, das gloriosas dinastias Tang e Song, durante as quais nasceriam as grandes cidades chinesas, ao período de declínio e do esforço ocidental para dominar este vasto território, incluindo os anos conturbados da Revolução Chinesa e as mudanças progressivas que foram ocorrendo desde os anos 70 até aos dias de hoje. A transferência dos últimos territórios sob controlo ocidental para o governo chinês e o desenvolvimento fulminante da economia nas últimas décadas são os grandes temas abordados no final deste volume.
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Edição: Out 2013
Nº Páginas: 288
Sinopse:
Entre 1830 e 1880, Portugal passou por profundas mudanças, com a construção de um Estado-nação moderno e o ressurgimento do projecto imperial africano. O triunfo dos liberais na guerra civil, em 1834, assinala a instauração definitiva do regime monárquico constitucional. A nova fase que então se abriu, de início designada "Regeneração", teve como características a negociação e o compromisso, associados a uma dinâmica de modernização socioeconómica, em que o investimento público nas infra-estruturas deveria desempenhar um papel fundamental. Este impulso modernizador, que começa a dar sinais de erosão na viragem para a década de 1890, embora tenha introduzido grandes transformações, não permitiu vencer alguns dos pesados atrasos estruturais e culturais do país, nem alterar a sua posição periférica no contexto europeu.
Nº Páginas: 288
Sinopse:
Entre 1830 e 1880, Portugal passou por profundas mudanças, com a construção de um Estado-nação moderno e o ressurgimento do projecto imperial africano. O triunfo dos liberais na guerra civil, em 1834, assinala a instauração definitiva do regime monárquico constitucional. A nova fase que então se abriu, de início designada "Regeneração", teve como características a negociação e o compromisso, associados a uma dinâmica de modernização socioeconómica, em que o investimento público nas infra-estruturas deveria desempenhar um papel fundamental. Este impulso modernizador, que começa a dar sinais de erosão na viragem para a década de 1890, embora tenha introduzido grandes transformações, não permitiu vencer alguns dos pesados atrasos estruturais e culturais do país, nem alterar a sua posição periférica no contexto europeu.
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Edição: Fev 2015
Nº Páginas: 284
Sinopse:
Mais um volume de uma coleção de extrema importância no conhecimento da História contemporânea. Neste livro é abordado o período entre 1930 e 1960, em que Portugal olhou para dentro e procurou encontrar rumo próprio na definição de uma trajetória política, económica, social e cultural.
Nº Páginas: 284
Sinopse:
Mais um volume de uma coleção de extrema importância no conhecimento da História contemporânea. Neste livro é abordado o período entre 1930 e 1960, em que Portugal olhou para dentro e procurou encontrar rumo próprio na definição de uma trajetória política, económica, social e cultural.
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Edição: Abr 2015
Nº Páginas: 236
Sinopse:
Este é mais um volume de uma Colecção única e fundamental no conhecimento da História contemporânea. Abarca o período entre 1960 e o fim do séc. XX, altura em que Portugal conheceu um movimento de crescimento económico, um simultâneo processo de democratização e descolonização e de adesão à União Europeia.
Nº Páginas: 236
Sinopse:
Este é mais um volume de uma Colecção única e fundamental no conhecimento da História contemporânea. Abarca o período entre 1960 e o fim do séc. XX, altura em que Portugal conheceu um movimento de crescimento económico, um simultâneo processo de democratização e descolonização e de adesão à União Europeia.
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Edição: Out 2014
Nº Páginas: 300
Sinopse:
Entre 1890 e 1930, Portugal é marcado pela mudança. Por uma aceleração, aparentemente, vertiginosa de acontecimentos políticos que pontuam a sua História: o Ultimatum inglês e a difícil afirmação do Império Colonial; o regicídio e a queda da Monarquia; a implantação da República e a intervenção na Grande Guerra; a ditadura militar e o caminho para o Estado Novo. Mas é, ao mesmo tempo, atravessado pela continuidade. Pela persistência de movimentos de mais longa duração e que acompanham todo o período: o peso do mundo rural e a lenta industrialização; a urbanização crescente e a constante emigração; a persistência das palavras num mundo, cada vez mais, de imagens; e, enfim, pela crise do liberalismo. Na verdade, quando a República cai, abrindo caminho ao Estado Novo, leva com ela todo o sistema liberal e democrático que vigorava há quase um século, abrindo caminho a outro meio século de um sistema autoritário e corporativo.
Nº Páginas: 300
Sinopse:
Entre 1890 e 1930, Portugal é marcado pela mudança. Por uma aceleração, aparentemente, vertiginosa de acontecimentos políticos que pontuam a sua História: o Ultimatum inglês e a difícil afirmação do Império Colonial; o regicídio e a queda da Monarquia; a implantação da República e a intervenção na Grande Guerra; a ditadura militar e o caminho para o Estado Novo. Mas é, ao mesmo tempo, atravessado pela continuidade. Pela persistência de movimentos de mais longa duração e que acompanham todo o período: o peso do mundo rural e a lenta industrialização; a urbanização crescente e a constante emigração; a persistência das palavras num mundo, cada vez mais, de imagens; e, enfim, pela crise do liberalismo. Na verdade, quando a República cai, abrindo caminho ao Estado Novo, leva com ela todo o sistema liberal e democrático que vigorava há quase um século, abrindo caminho a outro meio século de um sistema autoritário e corporativo.
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Edição: Jun 2021
Nº Páginas: 512
Sinopse:
Incontroverso enquanto notável comunicador, José Hermano Saraiva é ainda hoje responsável pelo gosto pela história do nosso país de várias gerações de portugueses. Apesar de ter sido também advogado, político – vereador da Câmara Municipal de Lisboa, deputado à Assembleia Nacional, Ministro da Educação – e diplomata durante a ditadura, foi como comunicador de história na televisão que, fazendo uso dos recursos adquiridos enquanto professor e investigador, ficou na memória de mais gente. Esta História Concisa de Portugal, traduzida em várias línguas, é a mais bem-sucedida das suas obras em livro, e, com ela, o autor procurou dar resposta aos muitos pedidos que, ao longo dos anos, foi recebendo para indicar uma "história de Portugal" abreviada, um livro "que não demorasse muito tempo a ler, mas desse uma imagem global da evolução histórica do povo português", que não contivesse "mais do que o essencial", mas não se ficasse pelo veiculado de forma elementar pelos manuais escolares. Foi esse livro que procurou escrever e que, por apresentar a história de Portugal de forma apaixonada e apaixonante, continua ainda hoje a ser procurado, lido e relido.
Nº Páginas: 512
Sinopse:
Incontroverso enquanto notável comunicador, José Hermano Saraiva é ainda hoje responsável pelo gosto pela história do nosso país de várias gerações de portugueses. Apesar de ter sido também advogado, político – vereador da Câmara Municipal de Lisboa, deputado à Assembleia Nacional, Ministro da Educação – e diplomata durante a ditadura, foi como comunicador de história na televisão que, fazendo uso dos recursos adquiridos enquanto professor e investigador, ficou na memória de mais gente. Esta História Concisa de Portugal, traduzida em várias línguas, é a mais bem-sucedida das suas obras em livro, e, com ela, o autor procurou dar resposta aos muitos pedidos que, ao longo dos anos, foi recebendo para indicar uma "história de Portugal" abreviada, um livro "que não demorasse muito tempo a ler, mas desse uma imagem global da evolução histórica do povo português", que não contivesse "mais do que o essencial", mas não se ficasse pelo veiculado de forma elementar pelos manuais escolares. Foi esse livro que procurou escrever e que, por apresentar a história de Portugal de forma apaixonada e apaixonante, continua ainda hoje a ser procurado, lido e relido.
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Edição: Fev 2018
Nº Páginas: 176
Sinopse:
O livro da grande série da RTP sobre o colonialismo, "História a História - África" A partir de uma perspectiva informada por décadas de investigação destes temas, e escrito num tom acessível ao grande público, "História a História - África" constitui um grande fresco sobre as décadas mais conturbadas do século XX português. Fernando Rosas fez um périplo pelos lugares mais simbólicos das antigas colónias africanas portuguesas, recontextualizando problemas e polémicas antigas: o que resta das "aldeias portuguesas" do antigo colonato do Limpopo, a histórica barragem de Cahora Bassa, em Moçambique, Batepá e as praias são-tomenses onde a repressão colonial andou à solta, o campo de concentração do Tarrafal, em Cabo Verde, a ilha de Soga, nos Bijagós, de onde partiu a "Operação Mar Verde"; sem esquecer os locais em Lisboa e Coimbra onde, nos anos 50 e 60, no coração do poder colonial, a Casa dos Estudantes do Império, se reacendeu a chama da libertação das nações sob domínio colonial português. "O livro que agora vem a público surge no decurso desse debate surdo acerca da alegada excecionalidade lusotropicalista do colonialismo português, os seus tão glosados "brandos costumes". […] Olhou-se para alguns momentos decisivos da guerra e para os efeitos sociais da débacle final do regime colonial: o início sangrento da guerra colonial em Angola no ano de 1961, a desesperada revolta de parte da população branca da então Lourenço Marques contra os acordos de Lusaka, em 1974, a desastrosa aventura militar spinolista de ataque à Guiné Conacri, a "Operação Mar Verde", em 1970. Para encerrar, a dramática fuga e o retorno a Portugal de 500 a 700 mil colonos brancos de Angola e Moçambique, e o singular caso de sucesso que acabou por ser a sua integração no então jovem Portugal democrático."
Nº Páginas: 176
Sinopse:
O livro da grande série da RTP sobre o colonialismo, "História a História - África" A partir de uma perspectiva informada por décadas de investigação destes temas, e escrito num tom acessível ao grande público, "História a História - África" constitui um grande fresco sobre as décadas mais conturbadas do século XX português. Fernando Rosas fez um périplo pelos lugares mais simbólicos das antigas colónias africanas portuguesas, recontextualizando problemas e polémicas antigas: o que resta das "aldeias portuguesas" do antigo colonato do Limpopo, a histórica barragem de Cahora Bassa, em Moçambique, Batepá e as praias são-tomenses onde a repressão colonial andou à solta, o campo de concentração do Tarrafal, em Cabo Verde, a ilha de Soga, nos Bijagós, de onde partiu a "Operação Mar Verde"; sem esquecer os locais em Lisboa e Coimbra onde, nos anos 50 e 60, no coração do poder colonial, a Casa dos Estudantes do Império, se reacendeu a chama da libertação das nações sob domínio colonial português. "O livro que agora vem a público surge no decurso desse debate surdo acerca da alegada excecionalidade lusotropicalista do colonialismo português, os seus tão glosados "brandos costumes". […] Olhou-se para alguns momentos decisivos da guerra e para os efeitos sociais da débacle final do regime colonial: o início sangrento da guerra colonial em Angola no ano de 1961, a desesperada revolta de parte da população branca da então Lourenço Marques contra os acordos de Lusaka, em 1974, a desastrosa aventura militar spinolista de ataque à Guiné Conacri, a "Operação Mar Verde", em 1970. Para encerrar, a dramática fuga e o retorno a Portugal de 500 a 700 mil colonos brancos de Angola e Moçambique, e o singular caso de sucesso que acabou por ser a sua integração no então jovem Portugal democrático."
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Edição: Abr 2018
Nº Páginas: 258
Sinopse:
A conceituada "História de Portugal" de A.H. de Oliveira Marques, numa versão abreviada, há décadas ausente das livrarias. Edição simultânea em português, inglês e francês. A história de Portugal é longa e complexa, e por isso o próprio de Oliveira Marques começou por fixá-la em três volumes que se tornaram um clássico da historiografia nacional. Mas foi também ele, um dos mais eminentes historiadores portugueses, a preparar a partir daí esta versão brevíssima, com todas as linhas essenciais concentradas em apenas 250 páginas, num pequeno formato raro, há muito esgotado. Uma versão que conserva todo o rigor e alcance histórico das edições mais alargadas, privilegiando uma relação mais directa, clara e certeira com o leitor, útil tanto para estudiosos como para curiosos.
Nº Páginas: 258
Sinopse:
A conceituada "História de Portugal" de A.H. de Oliveira Marques, numa versão abreviada, há décadas ausente das livrarias. Edição simultânea em português, inglês e francês. A história de Portugal é longa e complexa, e por isso o próprio de Oliveira Marques começou por fixá-la em três volumes que se tornaram um clássico da historiografia nacional. Mas foi também ele, um dos mais eminentes historiadores portugueses, a preparar a partir daí esta versão brevíssima, com todas as linhas essenciais concentradas em apenas 250 páginas, num pequeno formato raro, há muito esgotado. Uma versão que conserva todo o rigor e alcance histórico das edições mais alargadas, privilegiando uma relação mais directa, clara e certeira com o leitor, útil tanto para estudiosos como para curiosos.
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Edição: Nov 2016
Nº Páginas: 200
Sinopse:
Hillary Rodham Clinton concretizou o sonho da sua vida e é a primeira mulher a chegar à Presidência dos Estados Unidos. Este livro traça-nos o perfil desta mulher singular e obstinada, conta-nos o seu percurso, ideias e paixões e revela ainda pormenores essenciais da corrida eleitoral mais imprevista das últimas décadas nos Estados Unidos da América.
Nº Páginas: 200
Sinopse:
Hillary Rodham Clinton concretizou o sonho da sua vida e é a primeira mulher a chegar à Presidência dos Estados Unidos. Este livro traça-nos o perfil desta mulher singular e obstinada, conta-nos o seu percurso, ideias e paixões e revela ainda pormenores essenciais da corrida eleitoral mais imprevista das últimas décadas nos Estados Unidos da América.
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Edição: Dez 2000
Nº Páginas: 272
Sinopse:
No ano de 356 antes de Cristo, foi reduzido a escombros o orgulho da cidade de Éfeso, o Templo de Artemisa, por Heróstrato, que deitou fogo ao edifício pensando que a sua destruição seria a única oportunidade de alcançar a fama imortal. Confrontados com tal acto os cidadãos de Éfeso promulgaram um decreto determinando a pena de morte para quem mencionasse o nome de Heróstrato na cidade, numa tentativa vã de que este fosse esquecido. Como refere Richard Zenith, o intuito de Fernando Pessoa neste livro, "era estudar a imortalidade - entendida como celebridade póstuma, sobrevivência na história - nas suas várias causas e manifestações: génio, notoriedade, produção artística, actuação política, fama dos indivíduos, fama das nações, tirania, santidade, poder militar, poder mental, grandes conquistas, grandes escândalos". Contudo, contrariando os seus propósitos, acabará por se centrar no problema da sobrevivência das obras literárias, concluindo que é impossível saber quem ficará para a história (sendo que o ideal, como afirma Pessoa, "seria uma epopeia que resistisse como Milton e interessasse como Conan Doyle").
Nº Páginas: 272
Sinopse:
No ano de 356 antes de Cristo, foi reduzido a escombros o orgulho da cidade de Éfeso, o Templo de Artemisa, por Heróstrato, que deitou fogo ao edifício pensando que a sua destruição seria a única oportunidade de alcançar a fama imortal. Confrontados com tal acto os cidadãos de Éfeso promulgaram um decreto determinando a pena de morte para quem mencionasse o nome de Heróstrato na cidade, numa tentativa vã de que este fosse esquecido. Como refere Richard Zenith, o intuito de Fernando Pessoa neste livro, "era estudar a imortalidade - entendida como celebridade póstuma, sobrevivência na história - nas suas várias causas e manifestações: génio, notoriedade, produção artística, actuação política, fama dos indivíduos, fama das nações, tirania, santidade, poder militar, poder mental, grandes conquistas, grandes escândalos". Contudo, contrariando os seus propósitos, acabará por se centrar no problema da sobrevivência das obras literárias, concluindo que é impossível saber quem ficará para a história (sendo que o ideal, como afirma Pessoa, "seria uma epopeia que resistisse como Milton e interessasse como Conan Doyle").
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Edição: Out 2012
Nº Páginas: 200
Sinopse:
Um livro sobre determinação e coragem que nos fala da guerra como o maior desafio à superação individual. Entre 1961 e 1974, centenas de milhares de portugueses combateram em Angola, em Moçambique e na Guiné. Mas, como acontece em todos os conflitos, só alguns combatentes se destacaram. Heróis do Ultramar traça o retrato de um punhado de homens que se distinguiram nos campos de batalha da Guerra Colonial e que ainda hoje são recordados pela sua bravura extrema. Portugueses que, independentemente do curso da História, da política ditada pelo governo de Lisboa, das suas próprias convicções e até das suas personalidades por vezes polémicas, demonstraram uma extraordinária capacidade de liderança debaixo de fogo e uma determinação inabalável perante a adversidade e o terror que só uma guerra consegue despertar. Escrito a partir de vários testemunhos e das memórias dos combatentes, Heróis do Ultramar reúne alguns dos episódios mais ousados e dramáticos das três frentes do conflito português em África, na perspectiva dos seus principais protagonistas no terreno.
Nº Páginas: 200
Sinopse:
Um livro sobre determinação e coragem que nos fala da guerra como o maior desafio à superação individual. Entre 1961 e 1974, centenas de milhares de portugueses combateram em Angola, em Moçambique e na Guiné. Mas, como acontece em todos os conflitos, só alguns combatentes se destacaram. Heróis do Ultramar traça o retrato de um punhado de homens que se distinguiram nos campos de batalha da Guerra Colonial e que ainda hoje são recordados pela sua bravura extrema. Portugueses que, independentemente do curso da História, da política ditada pelo governo de Lisboa, das suas próprias convicções e até das suas personalidades por vezes polémicas, demonstraram uma extraordinária capacidade de liderança debaixo de fogo e uma determinação inabalável perante a adversidade e o terror que só uma guerra consegue despertar. Escrito a partir de vários testemunhos e das memórias dos combatentes, Heróis do Ultramar reúne alguns dos episódios mais ousados e dramáticos das três frentes do conflito português em África, na perspectiva dos seus principais protagonistas no terreno.
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Edição: Ago 2020
Nº Páginas: 148
Sinopse:
O que é um Herói? Será alguém que sofreu e superou algum tipo de provação, como Nun’Álvares Pereira, herói de Aljubarrota, ou Fernão de Magalhães, obstinado em provar que se podia, por mar, dar a volta ao mundo? E não será herói Luís de Camões, que sobre si mesmo se fecha para escrever Os Lusíadas? Ou Aristides Sousa Mendes por ter preferido seguir um imperativo ético em vez de se submeter ao poder de Salazar? Neste tempo de descrença e pessimismo, sabe bem recordar os Heróis da nossa História. Sabe bem ler a história de homens e mulheres que foram um exemplo de coragem física, de abnegação, de construção de imaginário, de desenvolvimento científico, de mudança dos costumes, de firmeza moral, de coerência política. O autor, Pedro Marta Santos, dá-nos, com emoção e verdade, a história de 19 Heróis da História de Portugal. São 19 histórias que nos contam a História como nunca tinha sido contada.
Nº Páginas: 148
Sinopse:
O que é um Herói? Será alguém que sofreu e superou algum tipo de provação, como Nun’Álvares Pereira, herói de Aljubarrota, ou Fernão de Magalhães, obstinado em provar que se podia, por mar, dar a volta ao mundo? E não será herói Luís de Camões, que sobre si mesmo se fecha para escrever Os Lusíadas? Ou Aristides Sousa Mendes por ter preferido seguir um imperativo ético em vez de se submeter ao poder de Salazar? Neste tempo de descrença e pessimismo, sabe bem recordar os Heróis da nossa História. Sabe bem ler a história de homens e mulheres que foram um exemplo de coragem física, de abnegação, de construção de imaginário, de desenvolvimento científico, de mudança dos costumes, de firmeza moral, de coerência política. O autor, Pedro Marta Santos, dá-nos, com emoção e verdade, a história de 19 Heróis da História de Portugal. São 19 histórias que nos contam a História como nunca tinha sido contada.
Viriato - Afonso Henriques - Egas Moniz - Rainha Santa Isabel - Nun’Álvares Pereira - Infante D. Henrique - Álvaro Gonçalves Coutinho, O Magriço - D. João II - Afonso de Albuquerque - Fernão De Magalhães - O Elefante Salomão - Luís Vaz de Camões - Damião De Góis - Fernão Mendes Pinto - Pedro Nunes - Carolina Beatriz Ângelo - Aníbal Milhais, O Soldado Milhões - Aristides de Sousa Mendes - Salgueiro Maia
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Edição: Nov 2011
Nº Páginas: 208
Sinopse:
O que é um Herói? Será alguém que sofreu e superou algum tipo de provação, como Nun’Álvares Pereira, herói de Aljubarrota, ou Fernão de Magalhães, obstinado em provar que se podia, por mar, dar a volta ao mundo? E não será herói Luis de Camões, que sobre si mesmo se fecha para escrever "Os Lusíadas"? Ou Aristides Sousa Mendes por ter preferido seguir um imperativo ético em vez de se submeter ao Poder de Salazar? Neste tempo de descrença e pessimismo, sabe bem recordar os Heróis da nossa história. Sabe bem ler a história de homens e mulheres que foram um exemplo de coragem física, de abnegação, de construção de imaginário, de desenvolvimento científico, de mudança dos costumes, de firmeza moral, de coerência política. O autor, Pedro Marta Santos dá-nos, com emoção e verdade, a história de 19 Heróis da História de Portugal. São 19 histórias que nos contam a História como nunca tinha sido contada. Uma narrativa a que as ilustrações de Tiago Gonçalves oferecem um contraponto visual. "Heróis da História de Portugal" é o livro do reencontro com as nossas figuras maiores: com as suas aventuras e com as suas imagens.
Nº Páginas: 208
Sinopse:
O que é um Herói? Será alguém que sofreu e superou algum tipo de provação, como Nun’Álvares Pereira, herói de Aljubarrota, ou Fernão de Magalhães, obstinado em provar que se podia, por mar, dar a volta ao mundo? E não será herói Luis de Camões, que sobre si mesmo se fecha para escrever "Os Lusíadas"? Ou Aristides Sousa Mendes por ter preferido seguir um imperativo ético em vez de se submeter ao Poder de Salazar? Neste tempo de descrença e pessimismo, sabe bem recordar os Heróis da nossa história. Sabe bem ler a história de homens e mulheres que foram um exemplo de coragem física, de abnegação, de construção de imaginário, de desenvolvimento científico, de mudança dos costumes, de firmeza moral, de coerência política. O autor, Pedro Marta Santos dá-nos, com emoção e verdade, a história de 19 Heróis da História de Portugal. São 19 histórias que nos contam a História como nunca tinha sido contada. Uma narrativa a que as ilustrações de Tiago Gonçalves oferecem um contraponto visual. "Heróis da História de Portugal" é o livro do reencontro com as nossas figuras maiores: com as suas aventuras e com as suas imagens.
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Edição: Nov 2016
Nº Páginas: 240
Sinopse:
O jornalista Nuno Tiago Pinto leva-nos numa viagem às verdadeiras motivações que levaram Mário Nunes, e muitos outros, a abandonar a segurança e o conforto para lutar contra o Estado Islâmico.
Nº Páginas: 240
Sinopse:
O jornalista Nuno Tiago Pinto leva-nos numa viagem às verdadeiras motivações que levaram Mário Nunes, e muitos outros, a abandonar a segurança e o conforto para lutar contra o Estado Islâmico.
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Edição: Out 2025
Nº Páginas: 496
Sinopse:
Dan Jones, um dos mais importantes historiadores medievais do nosso tempo, dá vida de forma inesquecível à ascensão surpreendente de Henrique V, que sobreviveu a uma rebelião, a um ferimento de flecha quase fatal e a um longo e precário aprendizado enquanto príncipe para se tornar o maior rei guerreiro da Inglaterra. Henrique V reinou somente nove anos e quatro meses e morreu com apenas 35 anos, mas paira sobre a paisagem do final da Idade Média e para lá dela. Vencedor da Batalha de Agincourt, imortalizada por William Shakespeare, foi um rei modelo para os seus sucessores. Salvou um país devastado da ruína económica, reprimiu rebeliões e protegeu as fronteiras do reino, enquanto na diplomacia externa fez com que a Inglaterra se tornasse uma potência novamente importante. Porém, as suas conquistas no norte da França seriam a génese para três gerações de calamidades no seu país, sob a forma das Guerras das Rosas.
Nº Páginas: 496
Sinopse:
Dan Jones, um dos mais importantes historiadores medievais do nosso tempo, dá vida de forma inesquecível à ascensão surpreendente de Henrique V, que sobreviveu a uma rebelião, a um ferimento de flecha quase fatal e a um longo e precário aprendizado enquanto príncipe para se tornar o maior rei guerreiro da Inglaterra. Henrique V reinou somente nove anos e quatro meses e morreu com apenas 35 anos, mas paira sobre a paisagem do final da Idade Média e para lá dela. Vencedor da Batalha de Agincourt, imortalizada por William Shakespeare, foi um rei modelo para os seus sucessores. Salvou um país devastado da ruína económica, reprimiu rebeliões e protegeu as fronteiras do reino, enquanto na diplomacia externa fez com que a Inglaterra se tornasse uma potência novamente importante. Porém, as suas conquistas no norte da França seriam a génese para três gerações de calamidades no seu país, sob a forma das Guerras das Rosas.
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Edição: Nov 2016
Nº Páginas: 920
Sinopse:
Responsável máximo das SS, chefe da polícia alemã, comissário do Reich para o Fortalecimento do Povo Alemão e ministro do Interior do Reich, Heinrich Himmler gozou de uma posição de poder quase sem paralelo na Alemanha Nazi. Talvez mais do que qualquer outro líder nazi para além de Hitler, o seu nome tornou-se sinónimo do terror, repressão e destruição que caracterizaram o Terceiro Reich. Os seus amplos poderes determinaram que fosse tão responsável pela repressão interna do povo alemão, como pelas atrocidades perpetradas pelas SS na Frente Leste. E no entanto, apesar do seu papel central nos crimes daquele regime, até agora Himmler mantinha-se uma figura indefinida e esquiva nos relatos deste período histórico.
Nº Páginas: 920
Sinopse:
Responsável máximo das SS, chefe da polícia alemã, comissário do Reich para o Fortalecimento do Povo Alemão e ministro do Interior do Reich, Heinrich Himmler gozou de uma posição de poder quase sem paralelo na Alemanha Nazi. Talvez mais do que qualquer outro líder nazi para além de Hitler, o seu nome tornou-se sinónimo do terror, repressão e destruição que caracterizaram o Terceiro Reich. Os seus amplos poderes determinaram que fosse tão responsável pela repressão interna do povo alemão, como pelas atrocidades perpetradas pelas SS na Frente Leste. E no entanto, apesar do seu papel central nos crimes daquele regime, até agora Himmler mantinha-se uma figura indefinida e esquiva nos relatos deste período histórico.
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Edição: Set 2021
Nº Páginas: 464
Sinopse:
Em "Hegemonia - Sete Duelos pelo Poder Global", Jaime Nogueira Pinto evoca e analisa os grandes conflitos pelo domínio do mundo a Guerra de Peloponeso, as Guerras Púnicas, as Guerras de Carlos V, as Guerras franco-britânicas, as Guerras da Alemanha e a Guerra Fria para terminar no frente-a-frente China - Estados Unidos da América a que hoje assistimos e que promete dominar o futuro. Ao longo destas páginas e dos séculos que percorremos percebemos que há constantes nas causas, nas motivações dos seus protagonistas, no modo de defesa e ataque, que se repetem. Em todas elas, na geopolítica dos interesses e na luta pela hegemonia, estiveram sempre os motores primeiros da acção humana, segundo Tucídides: o medo, a glória e a cobiça dos chefes e dos povos.
Nº Páginas: 464
Sinopse:
Em "Hegemonia - Sete Duelos pelo Poder Global", Jaime Nogueira Pinto evoca e analisa os grandes conflitos pelo domínio do mundo a Guerra de Peloponeso, as Guerras Púnicas, as Guerras de Carlos V, as Guerras franco-britânicas, as Guerras da Alemanha e a Guerra Fria para terminar no frente-a-frente China - Estados Unidos da América a que hoje assistimos e que promete dominar o futuro. Ao longo destas páginas e dos séculos que percorremos percebemos que há constantes nas causas, nas motivações dos seus protagonistas, no modo de defesa e ataque, que se repetem. Em todas elas, na geopolítica dos interesses e na luta pela hegemonia, estiveram sempre os motores primeiros da acção humana, segundo Tucídides: o medo, a glória e a cobiça dos chefes e dos povos.
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Edição: Out 2019
Nº Páginas: 248
Sinopse:
Nas palavras do seu autor, "É provável que aquilo que, subterraneamente, palpite neste livro seja uma modesta teoria sobre o ser humano, mas sem qualquer pretensão lógica ou sistemática. (A citação de Jung, que está no início do livro, é uma crítica severa às atitudes puramente racionalistas.) Estes textos têm também uma premeditada e radical simplicidade que não é passível de, enganadoramente, ser confundida com ingenuidade, desafinada como está hoje a nossa sensibilidade ante o pensamento dominante e a libérrima, mas oca, expressão das formas e dos conteúdos literários. [...] Estes Três Tratados da Harmonia são, de entre os meus livros, aqueles que prefiro. Por vezes, naquele momento em que o leitor anónimo me pede que lhe recomende um só dos meus livros, eu costumo sugerir-lhe estes Tratados. Porquê? Talvez porque eles formam uma obra que revela muito bem o escritor que, essencialmente, eu quis ser [...]" - [Antonio Colinas]
Nº Páginas: 248
Sinopse:
Nas palavras do seu autor, "É provável que aquilo que, subterraneamente, palpite neste livro seja uma modesta teoria sobre o ser humano, mas sem qualquer pretensão lógica ou sistemática. (A citação de Jung, que está no início do livro, é uma crítica severa às atitudes puramente racionalistas.) Estes textos têm também uma premeditada e radical simplicidade que não é passível de, enganadoramente, ser confundida com ingenuidade, desafinada como está hoje a nossa sensibilidade ante o pensamento dominante e a libérrima, mas oca, expressão das formas e dos conteúdos literários. [...] Estes Três Tratados da Harmonia são, de entre os meus livros, aqueles que prefiro. Por vezes, naquele momento em que o leitor anónimo me pede que lhe recomende um só dos meus livros, eu costumo sugerir-lhe estes Tratados. Porquê? Talvez porque eles formam uma obra que revela muito bem o escritor que, essencialmente, eu quis ser [...]" - [Antonio Colinas]
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Edição: Fev 2022
Nº Páginas: 728
Sinopse:
Anne Applebaum faz uma reconstrução histórica da origem e evolução dos campos de concentração soviéticos, colocando esta terrível realidade no centro da História do século XX. Com detalhe e precisão, a partir de memórias de prisioneiros e documentação histórica, é-nos relatado o quotidiano no campo: as automutilações para evitar o trabalho forçado, os casamentos entre prisioneiros, a vida de mulheres e crianças, rebeliões e tentativas de fuga. Bem documentado e rigoroso, o livro demonstra que o Gulag nasceu não só da necessidade de isolar aqueles que o Partido Comunista considerava inimigos, mas também para obter uma vasta mão-de-obra escrava que trabalhava a troco de comida em projetos gigantescos como o do canal do mar Branco ou as minas de Kolimá. Depois de descrever o horror organizado pelo regime soviético, Gulag narra como Gorbachev, cuja família foi vítima desta política repressiva, pôs fim a este regime prisional, libertando os cidadãos de um dos sistemas mais perversos e cruéis que o mundo já conheceu.
Nº Páginas: 728
Sinopse:
Anne Applebaum faz uma reconstrução histórica da origem e evolução dos campos de concentração soviéticos, colocando esta terrível realidade no centro da História do século XX. Com detalhe e precisão, a partir de memórias de prisioneiros e documentação histórica, é-nos relatado o quotidiano no campo: as automutilações para evitar o trabalho forçado, os casamentos entre prisioneiros, a vida de mulheres e crianças, rebeliões e tentativas de fuga. Bem documentado e rigoroso, o livro demonstra que o Gulag nasceu não só da necessidade de isolar aqueles que o Partido Comunista considerava inimigos, mas também para obter uma vasta mão-de-obra escrava que trabalhava a troco de comida em projetos gigantescos como o do canal do mar Branco ou as minas de Kolimá. Depois de descrever o horror organizado pelo regime soviético, Gulag narra como Gorbachev, cuja família foi vítima desta política repressiva, pôs fim a este regime prisional, libertando os cidadãos de um dos sistemas mais perversos e cruéis que o mundo já conheceu.
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Edição: Nov 2011
Nº Páginas: 368
Sinopse:
Por mais voltas que se dê, é impossível contar a história do Brasil sem falar de Portugal. A vida dos dois países sempre se cruzou mais do que se podia supor. Um enfoque novo e original.É hora de atirar tomates à historiografia politicamente correta. Este guia reúne histórias que chocam diretamente com ela. Neste livro mencionamos os erros das vítimas e dos heróis da bondade, bem como as virtudes daqueles que são considerados vilões. Alguém poderá dizer que se trata de um esforço semelhante ao dos historiadores militantes, só que na direção oposta. É verdade. Quer dizer, mais ou menos. Este livro não quer ser um falso estudo académico, como o daqueles estudiosos, e sim uma provocação. Uma pequena coletânea de pesquisas históricas sérias, irritantes e desagradáveis, escolhidas com o objetivo de enfurecer um bom número de cidadãos.
Nº Páginas: 368
Sinopse:
Por mais voltas que se dê, é impossível contar a história do Brasil sem falar de Portugal. A vida dos dois países sempre se cruzou mais do que se podia supor. Um enfoque novo e original.É hora de atirar tomates à historiografia politicamente correta. Este guia reúne histórias que chocam diretamente com ela. Neste livro mencionamos os erros das vítimas e dos heróis da bondade, bem como as virtudes daqueles que são considerados vilões. Alguém poderá dizer que se trata de um esforço semelhante ao dos historiadores militantes, só que na direção oposta. É verdade. Quer dizer, mais ou menos. Este livro não quer ser um falso estudo académico, como o daqueles estudiosos, e sim uma provocação. Uma pequena coletânea de pesquisas históricas sérias, irritantes e desagradáveis, escolhidas com o objetivo de enfurecer um bom número de cidadãos.
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Edição: Fev 2016
Nº Páginas: 400
Sinopse:
Presentes de norte a sul do território português, os castelos e as cinturas de muralhas que serviram um dia para proteger vilas e cidades são, ainda hoje, testemunhos vivos de um dos períodos mais fascinantes e ricos da História de Portugal. Apesar de detentoras de uma inegável carga simbólica, nomeadamente enquanto formas de ostentação do estatuto social, da riqueza e da autoridade dos seus senhores, as fortalezas medievais foram erguidas sempre com um propósito claramente militar. Em resultado da missão que desempenhavam, eram constantemente alvo dos exércitos inimigos, pelo que um estudo a elas dedicado não pode deixar de contemplar uma análise da guerra de cerco e da sua importância nessa época. Guerreiros de Pedra é um documento fundamental sobre as fortificações medievais portuguesas, dando-nos a conhecer as suas características arquitectónicas, os personagens que promoveram a sua edificação, os homens que as comandavam e vigiavam, o modo como eram atacadas e defendidas, bem como alguns dos episódios militares e acontecimentos mais marcantes da sua história.
Nº Páginas: 400
Sinopse:
Presentes de norte a sul do território português, os castelos e as cinturas de muralhas que serviram um dia para proteger vilas e cidades são, ainda hoje, testemunhos vivos de um dos períodos mais fascinantes e ricos da História de Portugal. Apesar de detentoras de uma inegável carga simbólica, nomeadamente enquanto formas de ostentação do estatuto social, da riqueza e da autoridade dos seus senhores, as fortalezas medievais foram erguidas sempre com um propósito claramente militar. Em resultado da missão que desempenhavam, eram constantemente alvo dos exércitos inimigos, pelo que um estudo a elas dedicado não pode deixar de contemplar uma análise da guerra de cerco e da sua importância nessa época. Guerreiros de Pedra é um documento fundamental sobre as fortificações medievais portuguesas, dando-nos a conhecer as suas características arquitectónicas, os personagens que promoveram a sua edificação, os homens que as comandavam e vigiavam, o modo como eram atacadas e defendidas, bem como alguns dos episódios militares e acontecimentos mais marcantes da sua história.
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Edição: Out 2019
Nº Páginas: 600
Sinopse:
Nos últimos três mil anos, a China passou pelo menos onze séculos em guerra. O Império Romano esteve em combate no mínimo durante metade da sua existência. Desde o ano da sua independência, em 1776, os Estados Unidos envolveram-se em diversos conflitos armados num total de mais de cem anos. Se o sonho de paz tem sido universal ao longo da história da humanidade, por que razão é tão difícil de alcançar? Neste livro surpreendente, Jonathan Holslag propõe-nos uma nova história do mundo, desde a Idade do Ferro até ao presente, centrada nos conflitos entre impérios, nações e povos, e no impacto da diplomacia e do cosmopolitismo. Uma visão global de três mil anos de história, o livro descreve e explica os sucessivos períodos de guerra e de paz, desde o Antigo Egito até à Dinastia Han, da Pax Romana ao surgimento do Islão, das primeiras conferências de paz à criação das Nações Unidas. Esta aventura histórica épica permite a Holslag estabelecer padrões entre diferentes eras e regiões, denunciar mitos generalizados sobre a guerra e discorrer sobre questões essenciais da natureza da política global. É mesmo verdade que o comércio fomenta a paz? Como é que as alterações climáticas afetam a estabilidade das sociedades? Será que a participação democrática é um travão à agressão? É a guerra um pecado universal do poder? Num momento de tensões geopolíticas crescentes, "Guerra e Paz - Uma História Política do Mundo" mostra como é que chegámos aonde estamos atualmente - e porque é que não devemos dar por certa a paz.
Nº Páginas: 600
Sinopse:
Nos últimos três mil anos, a China passou pelo menos onze séculos em guerra. O Império Romano esteve em combate no mínimo durante metade da sua existência. Desde o ano da sua independência, em 1776, os Estados Unidos envolveram-se em diversos conflitos armados num total de mais de cem anos. Se o sonho de paz tem sido universal ao longo da história da humanidade, por que razão é tão difícil de alcançar? Neste livro surpreendente, Jonathan Holslag propõe-nos uma nova história do mundo, desde a Idade do Ferro até ao presente, centrada nos conflitos entre impérios, nações e povos, e no impacto da diplomacia e do cosmopolitismo. Uma visão global de três mil anos de história, o livro descreve e explica os sucessivos períodos de guerra e de paz, desde o Antigo Egito até à Dinastia Han, da Pax Romana ao surgimento do Islão, das primeiras conferências de paz à criação das Nações Unidas. Esta aventura histórica épica permite a Holslag estabelecer padrões entre diferentes eras e regiões, denunciar mitos generalizados sobre a guerra e discorrer sobre questões essenciais da natureza da política global. É mesmo verdade que o comércio fomenta a paz? Como é que as alterações climáticas afetam a estabilidade das sociedades? Será que a participação democrática é um travão à agressão? É a guerra um pecado universal do poder? Num momento de tensões geopolíticas crescentes, "Guerra e Paz - Uma História Política do Mundo" mostra como é que chegámos aonde estamos atualmente - e porque é que não devemos dar por certa a paz.
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Edição: Set 2021
Nº Páginas: 368
Sinopse:
Será a paz uma exceção? O instinto de lutar poderá ser inato à natureza humana, mas a guerra - violência organizada - acontece na sociedade organizada. A guerra moldou a história da humanidade, as suas instituições sociais e políticas, valores e ideias. Margaret MacMillan, autora do best-seller A Guerra que Acabou com a Paz, apresenta a sua visão pessoal da guerra como uma componente essencial da humanidade. Analisando as consequências das guerras ao longo da história, da Antiguidade ao presente, a autora revela as muitas faces da guerra: o modo como define o nosso passado, o nosso futuro, a nossa mundivisão e a forma como nos vemos a nós próprios.
Nº Páginas: 368
Sinopse:
Será a paz uma exceção? O instinto de lutar poderá ser inato à natureza humana, mas a guerra - violência organizada - acontece na sociedade organizada. A guerra moldou a história da humanidade, as suas instituições sociais e políticas, valores e ideias. Margaret MacMillan, autora do best-seller A Guerra que Acabou com a Paz, apresenta a sua visão pessoal da guerra como uma componente essencial da humanidade. Analisando as consequências das guerras ao longo da história, da Antiguidade ao presente, a autora revela as muitas faces da guerra: o modo como define o nosso passado, o nosso futuro, a nossa mundivisão e a forma como nos vemos a nós próprios.
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Edição: Jul 2013
Nº Páginas: 232
Sinopse:
"Guerra - Uma breve história" é a admirável síntese dos conflitos armados ao longo do tempo: da sofisticação militar do Império Assírio à notável máquina de guerra dos generais romanos, passando pela importância dos arqueiros portugueses na Batalha de Aljubarrota, o império naval inglês dos séculos XVII e XVIII, as inovadoras campanhas militares de Napoleão Bonaparte e a actual Guerra ao Terror movida pelos Estados Unidos. Escrita pelo reputado especialista em história militar Prof. Jeremy Black, "Guerra - Uma breve história" é a obra incontornável que explica com clareza e rigor académico as principais técnicas e armas, batalhas e chefes militares de todos os tempos.
Nº Páginas: 232
Sinopse:
"Guerra - Uma breve história" é a admirável síntese dos conflitos armados ao longo do tempo: da sofisticação militar do Império Assírio à notável máquina de guerra dos generais romanos, passando pela importância dos arqueiros portugueses na Batalha de Aljubarrota, o império naval inglês dos séculos XVII e XVIII, as inovadoras campanhas militares de Napoleão Bonaparte e a actual Guerra ao Terror movida pelos Estados Unidos. Escrita pelo reputado especialista em história militar Prof. Jeremy Black, "Guerra - Uma breve história" é a obra incontornável que explica com clareza e rigor académico as principais técnicas e armas, batalhas e chefes militares de todos os tempos.
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Edição: Out 2020
Nº Páginas: 584
Sinopse:
Fenómeno de primeira grandeza na História pátria, a guerra colonial permitiu a este pequeno país estar no centro do movimento descolonizador pós-Segunda Guerra Mundial, que retirou a Europa dos territórios onde se havia instalado. Nesta obra, procurou-se primeiro perceber quais os motivos da opção pela guerra, o pilar que desde 1961 sustentou o regime de Salazar, corroído pelos anos de poder e ameaçado pelos "ventos da mudança", e que desmoronou após treze anos perdidos sem um vislumbre de solução, arrastando consigo a ditadura e o colonialismo, considerando o panorama nacional e internacional; também o impacto do conflito na sociedade portuguesa, na economia, nos movimentos sociais, políticos e religiosos; e o modo de fazer a guerra, desde a organização das forças terrestres, aéreas e navais, e das forças locais, à relação dos militares com as populações. Em seguida, são descritas e analisadas as teses da guerra ganha ou guerra perdida; a teia das conspirações, versando os desfechos para o conflito armado e a questão colonial, urdida entre as várias fações do regime; e por fim as tentativas de solução para a guerra.
Nº Páginas: 584
Sinopse:
Fenómeno de primeira grandeza na História pátria, a guerra colonial permitiu a este pequeno país estar no centro do movimento descolonizador pós-Segunda Guerra Mundial, que retirou a Europa dos territórios onde se havia instalado. Nesta obra, procurou-se primeiro perceber quais os motivos da opção pela guerra, o pilar que desde 1961 sustentou o regime de Salazar, corroído pelos anos de poder e ameaçado pelos "ventos da mudança", e que desmoronou após treze anos perdidos sem um vislumbre de solução, arrastando consigo a ditadura e o colonialismo, considerando o panorama nacional e internacional; também o impacto do conflito na sociedade portuguesa, na economia, nos movimentos sociais, políticos e religiosos; e o modo de fazer a guerra, desde a organização das forças terrestres, aéreas e navais, e das forças locais, à relação dos militares com as populações. Em seguida, são descritas e analisadas as teses da guerra ganha ou guerra perdida; a teia das conspirações, versando os desfechos para o conflito armado e a questão colonial, urdida entre as várias fações do regime; e por fim as tentativas de solução para a guerra.
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Edição: Jan 2013
Nº Páginas: 438
Sinopse:
A História da Expansão Portuguesa foi pautada por batalhas épicas, pelo domínio dos oceanos pelas nossas naus e pela conquista de novos continentes, mas há sempre um reverso da medalha que fica por contar. A história dos naufrágios e da luta contra o mar, um adversário intempestivo e imprevisível. Desde os primeiros séculos da nacionalidade com os navios das esquadras de D. Fuas Roupinho (1180), da conquista de Faro (1249) e de Manuel Pessanha (1337), à esquadra de Pedro Álvares Cabral, em 1500; passando pelos séculos XVI e XVII, onde, graças ao aumento do comércio originado pela Carreia da Índia, se deu não só a maioria como também as mais dramáticas tragédias marítimas portuguesas, com referência entre tantos outros, aos desastres das naus "Águia e Garça", em 1559, ou dos navios da esquadra de D. Manuel de Meneses, em 1627, terminando nos dias de hoje, em 1991, com o naufrágio do pesqueiro "Bolama". Uma recolha exaustiva de 60 naufrágios, provocados por acidentes, batalhas navais ou por falha humana, muitos deles ocorridos na traiçoeira barra do Tejo, outros em locais por todo o mundo onde os portugueses andaram, destroços que continuam por descobrir e fascinam os caçadores de tesouros que ainda sonham com as riquezas que as naus portuguesas transportavam. Um relato empolgante e original, auxiliado por um vasto conjunto de mapas e ilustrações, que nos permitem perceber uma parte fundamental e fascinante da nossa história marítima.
Nº Páginas: 438
Sinopse:
A História da Expansão Portuguesa foi pautada por batalhas épicas, pelo domínio dos oceanos pelas nossas naus e pela conquista de novos continentes, mas há sempre um reverso da medalha que fica por contar. A história dos naufrágios e da luta contra o mar, um adversário intempestivo e imprevisível. Desde os primeiros séculos da nacionalidade com os navios das esquadras de D. Fuas Roupinho (1180), da conquista de Faro (1249) e de Manuel Pessanha (1337), à esquadra de Pedro Álvares Cabral, em 1500; passando pelos séculos XVI e XVII, onde, graças ao aumento do comércio originado pela Carreia da Índia, se deu não só a maioria como também as mais dramáticas tragédias marítimas portuguesas, com referência entre tantos outros, aos desastres das naus "Águia e Garça", em 1559, ou dos navios da esquadra de D. Manuel de Meneses, em 1627, terminando nos dias de hoje, em 1991, com o naufrágio do pesqueiro "Bolama". Uma recolha exaustiva de 60 naufrágios, provocados por acidentes, batalhas navais ou por falha humana, muitos deles ocorridos na traiçoeira barra do Tejo, outros em locais por todo o mundo onde os portugueses andaram, destroços que continuam por descobrir e fascinam os caçadores de tesouros que ainda sonham com as riquezas que as naus portuguesas transportavam. Um relato empolgante e original, auxiliado por um vasto conjunto de mapas e ilustrações, que nos permitem perceber uma parte fundamental e fascinante da nossa história marítima.
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Edição: Jun 2013
Nº Páginas: 204
Sinopse:
…mas que são de outros tempos, de outras épocas. Muitos serão automaticamente reconhecidos pelo leitor, outros nem tanto. Penso que nestes últimos a leitura terá um travo especial, desvendando em cada virar de página mais um mistério. São histórias cheias de emoção com personagens de carne e osso. Pessoas aparentemente comuns, mas que, em algum momento das suas vidas, se tornaram diferentes, especiais. Aventureiros por natureza, sem dúvida." Pêro da Covilhã, Vasco da Gama, Pedro Álvares Cabral, Fernão de Magalhães, Cristóvão de Mendonça, Diogo Álvares Correia, António de Andrade, António Raposo Tavares, Hermenegildo Capelo, Gago Coutinho, Carlos Bleck, João Garcia
Nº Páginas: 204
Sinopse:
…mas que são de outros tempos, de outras épocas. Muitos serão automaticamente reconhecidos pelo leitor, outros nem tanto. Penso que nestes últimos a leitura terá um travo especial, desvendando em cada virar de página mais um mistério. São histórias cheias de emoção com personagens de carne e osso. Pessoas aparentemente comuns, mas que, em algum momento das suas vidas, se tornaram diferentes, especiais. Aventureiros por natureza, sem dúvida." Pêro da Covilhã, Vasco da Gama, Pedro Álvares Cabral, Fernão de Magalhães, Cristóvão de Mendonça, Diogo Álvares Correia, António de Andrade, António Raposo Tavares, Hermenegildo Capelo, Gago Coutinho, Carlos Bleck, João Garcia
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Edição: Fev 2013
Nº Páginas: 408
Sinopse:
Numa altura em que Portugal atravessa mais um momento conturbado, erguem-se vozes clamando por alguém que lidere o país na direcção da prosperidade. Alguém que se destaque pelas qualidades de autoridade, competência, poder de decisão e capacidade de liderança; em suma, um "chefe". Mas a chefia não se limita a acções, traduz-se, também, por ideias, que, embora nem sempre vencendo no tempo em que foram pela primeira vez formuladas, acabarão por marcar o nosso destino. Ao longo da nossa História várias foram as figuras que, em determinado momento ou área, personificaram os valores que associamos a um bom líder. Este livro aborda os temas da chefia e da liderança e a figura do chefe, o seu trajecto, influência e simbolismo, em várias áreas humanas, sociais e políticas ao longo do tempo, exemplificando com figuras e episódios relevantes. Cada modelo de chefia é representativo, à sua maneira, de autoridade - formal ou informal - e de influência - passageira ou perene.
Nº Páginas: 408
Sinopse:
Numa altura em que Portugal atravessa mais um momento conturbado, erguem-se vozes clamando por alguém que lidere o país na direcção da prosperidade. Alguém que se destaque pelas qualidades de autoridade, competência, poder de decisão e capacidade de liderança; em suma, um "chefe". Mas a chefia não se limita a acções, traduz-se, também, por ideias, que, embora nem sempre vencendo no tempo em que foram pela primeira vez formuladas, acabarão por marcar o nosso destino. Ao longo da nossa História várias foram as figuras que, em determinado momento ou área, personificaram os valores que associamos a um bom líder. Este livro aborda os temas da chefia e da liderança e a figura do chefe, o seu trajecto, influência e simbolismo, em várias áreas humanas, sociais e políticas ao longo do tempo, exemplificando com figuras e episódios relevantes. Cada modelo de chefia é representativo, à sua maneira, de autoridade - formal ou informal - e de influência - passageira ou perene.
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Edição: Fev 2025
Nº Páginas: 384
Sinopse:
Numa reflexão crítica sobre o que é liderar e governar no século xxi, num cenário de crescente complexidade social, de luta contra o simplismo populista e de necessidade de encontrar respostas e soluções para os problemas das pessoas, António Costa Silva faz um balanço da sua experiência governativa à luz dos princípios de gestão e organização aprendidos no mundo empresarial, mas sem esquecer que gerir uma empresa é diferente de gerir a Administração Pública. Tendo como ponto de partida o seu trabalho na preparação da Visão Estratégica para o Plano de Recuperação Económica de Portugal 2020-2030, que se traduziria no PRR que está em execução e que pode transformar a economia e a sociedade portuguesas, o autor questiona práticas e processos instituídos, partilha casos de sucesso e propõe alternativas para tornar a Administração e o Estado mais eficazes.Descreve também os desafios enfrentados na formulação, execução e avaliação das políticas públicas em Portugal na área económica e que, consequentemente, se colocam à governação e à liderança. Nesta obra, António Costa Silva deixa-nos um repto: liderar e governar no século xxi fazendo acreditar. Porque só construindo a confiança, demolindo mitos instalados e contrariando o negativismo que nos caracteriza conseguiremos agir coletivamente, promover a capacidade de diálogo e de cooperação entre cidadãos, empresas, associações, universidades, cientistas, centros tecnológicos e construir um país com menos eus» e mais nós», capaz de assumir o compromisso fundamental para transformar o país.
Nº Páginas: 384
Sinopse:
Numa reflexão crítica sobre o que é liderar e governar no século xxi, num cenário de crescente complexidade social, de luta contra o simplismo populista e de necessidade de encontrar respostas e soluções para os problemas das pessoas, António Costa Silva faz um balanço da sua experiência governativa à luz dos princípios de gestão e organização aprendidos no mundo empresarial, mas sem esquecer que gerir uma empresa é diferente de gerir a Administração Pública. Tendo como ponto de partida o seu trabalho na preparação da Visão Estratégica para o Plano de Recuperação Económica de Portugal 2020-2030, que se traduziria no PRR que está em execução e que pode transformar a economia e a sociedade portuguesas, o autor questiona práticas e processos instituídos, partilha casos de sucesso e propõe alternativas para tornar a Administração e o Estado mais eficazes.Descreve também os desafios enfrentados na formulação, execução e avaliação das políticas públicas em Portugal na área económica e que, consequentemente, se colocam à governação e à liderança. Nesta obra, António Costa Silva deixa-nos um repto: liderar e governar no século xxi fazendo acreditar. Porque só construindo a confiança, demolindo mitos instalados e contrariando o negativismo que nos caracteriza conseguiremos agir coletivamente, promover a capacidade de diálogo e de cooperação entre cidadãos, empresas, associações, universidades, cientistas, centros tecnológicos e construir um país com menos eus» e mais nós», capaz de assumir o compromisso fundamental para transformar o país.
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Edição: Jan 2020
Nº Páginas: 560
Sinopse:
Num período de 100 anos, um punhado de homens e mulheres transformaram o mundo e o nosso olhar sobre ele. Muitos são sobejamente conhecidos – Marx, Freud, Proust, Einstein, Kafka. Outros desapareceram da memória coletiva, apesar do seu impacto indelével no nosso quotidiano. Sem Karl Landsteiner, não haveria transfusões sanguíneas. Sem Paul Ehrlich não teríamos quimioterapia. Sem Siegfried Marcus não existiria o automóvel a gasolina. Sem Rosalind Franklin a genética seria bem diferente. Sem Fritz Haber não haveria culturas suficientes para alimentar a população atual. O que é que estes visionários têm em comum? As suas origens judaicas. O dom de pensar fora da caixa. O raciocínio rápido. Em 1847, menos de 0,25% da população era de origem judaica, contudo eles moldaram o século XX e viram o que os outros não conseguiram. Como?
Nº Páginas: 560
Sinopse:
Num período de 100 anos, um punhado de homens e mulheres transformaram o mundo e o nosso olhar sobre ele. Muitos são sobejamente conhecidos – Marx, Freud, Proust, Einstein, Kafka. Outros desapareceram da memória coletiva, apesar do seu impacto indelével no nosso quotidiano. Sem Karl Landsteiner, não haveria transfusões sanguíneas. Sem Paul Ehrlich não teríamos quimioterapia. Sem Siegfried Marcus não existiria o automóvel a gasolina. Sem Rosalind Franklin a genética seria bem diferente. Sem Fritz Haber não haveria culturas suficientes para alimentar a população atual. O que é que estes visionários têm em comum? As suas origens judaicas. O dom de pensar fora da caixa. O raciocínio rápido. Em 1847, menos de 0,25% da população era de origem judaica, contudo eles moldaram o século XX e viram o que os outros não conseguiram. Como?
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