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Edição: Nov 2012
Nº Páginas: 272
Sinopse:
Todos conhecemos os pontos nevrálgicos da História de Portugal, um dos mais antigos estados-nação do mundo, casa paterna de um dos idiomas mais falados no planeta e paciente assaltado por recorrentes crises de auto-estima. Mas saberemos das zonas cinzentas? Das pequenas histórias? Dos episódios passados na sombra dos acontecimentos ditos históricos? Ao longo de 15 histórias que encerram muitas outras dentro si, contamos a pequena História de Portugal, a versão menos conhecida dos factos, tal como foi vivida pelos reis portugueses, não esquecendo alguns daqueles que, tendo nascido em Portugal, reinaram longe do solo pátrio, ou outros que, não sendo formalmente reconhecidos como tal, foram para o povo, em determinadas circunstâncias e lugares, verdadeiramente reis. Da ante-câmara espiritual e cultural do reino fundado por Afonso Henriques aos ecos que ainda ressoam nos nossos dias. Da intimidade torturada de soberanos confrontados com o destino às grandes vitórias nacionais. Este é um lado B possível da nossa História. E a História não é o que aconteceu. É a razão de estarmos aqui e agora, da forma como aqui e agora estamos.
Nº Páginas: 272
Sinopse:
Todos conhecemos os pontos nevrálgicos da História de Portugal, um dos mais antigos estados-nação do mundo, casa paterna de um dos idiomas mais falados no planeta e paciente assaltado por recorrentes crises de auto-estima. Mas saberemos das zonas cinzentas? Das pequenas histórias? Dos episódios passados na sombra dos acontecimentos ditos históricos? Ao longo de 15 histórias que encerram muitas outras dentro si, contamos a pequena História de Portugal, a versão menos conhecida dos factos, tal como foi vivida pelos reis portugueses, não esquecendo alguns daqueles que, tendo nascido em Portugal, reinaram longe do solo pátrio, ou outros que, não sendo formalmente reconhecidos como tal, foram para o povo, em determinadas circunstâncias e lugares, verdadeiramente reis. Da ante-câmara espiritual e cultural do reino fundado por Afonso Henriques aos ecos que ainda ressoam nos nossos dias. Da intimidade torturada de soberanos confrontados com o destino às grandes vitórias nacionais. Este é um lado B possível da nossa História. E a História não é o que aconteceu. É a razão de estarmos aqui e agora, da forma como aqui e agora estamos.
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Edição: Out 2018
Nº Páginas: 144
Sinopse:
"Dei-me conta de que os livros perdidos têm algo que os outros não possuem: deixam-nos, a nós, não leitores, a possibilidade de imaginá-los, de contá-los, de reinventá-los." Ernest Hemingway, George Byron, Sylvia Plath, Nikolai Gógol, Malcolm Lowry, Bruno Schulz, Romano Bilenchi, Walter Benjamin… Histórias de oito livros perdidos, queimados, rasgados, roubados, simplesmente desaparecidos, que sabemos terem sido escritos, que sabemos existirem. As pistas são fracas e a esperança de os encontrar reduzida, mas procurá-los não será já um modo de os lermos? Da Florença deste século à Londres regencial, da estepe russa à Praga da Segunda Guerra Mundial, Giorgio Van Straten, no papel de detetive de livros perdidos, guia o leitor pelo espaço e pelo tempo numa viagem fascinante, desenterrando histórias de infâmia, tragédia e oportunidades (de leitura) perdidas.
Nº Páginas: 144
Sinopse:
"Dei-me conta de que os livros perdidos têm algo que os outros não possuem: deixam-nos, a nós, não leitores, a possibilidade de imaginá-los, de contá-los, de reinventá-los." Ernest Hemingway, George Byron, Sylvia Plath, Nikolai Gógol, Malcolm Lowry, Bruno Schulz, Romano Bilenchi, Walter Benjamin… Histórias de oito livros perdidos, queimados, rasgados, roubados, simplesmente desaparecidos, que sabemos terem sido escritos, que sabemos existirem. As pistas são fracas e a esperança de os encontrar reduzida, mas procurá-los não será já um modo de os lermos? Da Florença deste século à Londres regencial, da estepe russa à Praga da Segunda Guerra Mundial, Giorgio Van Straten, no papel de detetive de livros perdidos, guia o leitor pelo espaço e pelo tempo numa viagem fascinante, desenterrando histórias de infâmia, tragédia e oportunidades (de leitura) perdidas.
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Edição: Mar 2020
Nº Páginas: 160
Sinopse:
Enquanto advogado, António Canêdo Berenguel tem-se cruzado com histórias de vida inenarráveis, mas foi nos fundos judiciais que encontrou as mais incríveis e surpreendentes. Entre maços e maços de processos, selecciona histórias judiciais do século XIX e do início do século XX, que conta na rubrica Histórias da Justiça, na TSF. Agora, reuniu la crème de la crème neste livro homónimo. De notas falsas em ceroulas a barbeiros abortadeiros, passando por furtos de galinhas, porcos, queijos e presuntos, há de tudo nos arquivos dos tribunais. Conheça a história do político local que mudou a hora nacional e a dos ex-namorados que foram parar ao tribunal por causa, não do euromilhões, mas de… sabonetes. Há histórias de amor e de ódio de outros tempos, peritos de tudo e de nada, juízes e procuradores probos e austeros, advogados e funcionários judiciais zelosos, conflituosos ou apaixonados, nesta selecção proveniente de um acervo documental único.
Nº Páginas: 160
Sinopse:
Enquanto advogado, António Canêdo Berenguel tem-se cruzado com histórias de vida inenarráveis, mas foi nos fundos judiciais que encontrou as mais incríveis e surpreendentes. Entre maços e maços de processos, selecciona histórias judiciais do século XIX e do início do século XX, que conta na rubrica Histórias da Justiça, na TSF. Agora, reuniu la crème de la crème neste livro homónimo. De notas falsas em ceroulas a barbeiros abortadeiros, passando por furtos de galinhas, porcos, queijos e presuntos, há de tudo nos arquivos dos tribunais. Conheça a história do político local que mudou a hora nacional e a dos ex-namorados que foram parar ao tribunal por causa, não do euromilhões, mas de… sabonetes. Há histórias de amor e de ódio de outros tempos, peritos de tudo e de nada, juízes e procuradores probos e austeros, advogados e funcionários judiciais zelosos, conflituosos ou apaixonados, nesta selecção proveniente de um acervo documental único.
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Edição: Mar 2015
Nº Páginas: 224
Sinopse:
"Não são abundantes os livros, nem mesmo os artigos, em que o historiador português reflete sobre a História que faz e que os outros historiadores fazem ou, na generalidade, sobre o conceito de História na sua conceção historiográfica, ou na sua aceção teórica ou filosófica, sobre o seu ensino e mesmo sobre a sua divulgação. Esta obra não pretende ser um estudo de teoria da História, a juntar às reflexões de autores citados e mesmo a alguns artigos que fomos publicando sobre a temática. Pretendo apenas refletir interrogativamente, na primeira pessoa e como historiador, sobre o sentido da História, a fim de evitar que se confunda a História como ciência como uma mera narrativa de curiosidades, mesmo como uma simples obra de divulgação fácil, com um livro de memórias, até com a literatura de costumes de época ou com algumas biografias a que por vezes se quer dar o valor da História (ressalvando outras, que são obras de historiadores), mesmo com as ideias singelas e esquemáticas (mas às vezes escritas com densidade e muito rigor) que se apresentam nos manuais pedagógicos de História ou até com trivialidades que se dizem em discursos oportunistas como sendo ‘verdades históricas’. O que pretendo é dar uma noção simples e ao mesmo tempo complexa de História, definir a sua linha de rumo científico e separar águas sem nunca depreciar outros registos que são muitas vezes considerados incorretamente como História, a não ser que se queira fazer identificações abusivas."
Nº Páginas: 224
Sinopse:
"Não são abundantes os livros, nem mesmo os artigos, em que o historiador português reflete sobre a História que faz e que os outros historiadores fazem ou, na generalidade, sobre o conceito de História na sua conceção historiográfica, ou na sua aceção teórica ou filosófica, sobre o seu ensino e mesmo sobre a sua divulgação. Esta obra não pretende ser um estudo de teoria da História, a juntar às reflexões de autores citados e mesmo a alguns artigos que fomos publicando sobre a temática. Pretendo apenas refletir interrogativamente, na primeira pessoa e como historiador, sobre o sentido da História, a fim de evitar que se confunda a História como ciência como uma mera narrativa de curiosidades, mesmo como uma simples obra de divulgação fácil, com um livro de memórias, até com a literatura de costumes de época ou com algumas biografias a que por vezes se quer dar o valor da História (ressalvando outras, que são obras de historiadores), mesmo com as ideias singelas e esquemáticas (mas às vezes escritas com densidade e muito rigor) que se apresentam nos manuais pedagógicos de História ou até com trivialidades que se dizem em discursos oportunistas como sendo ‘verdades históricas’. O que pretendo é dar uma noção simples e ao mesmo tempo complexa de História, definir a sua linha de rumo científico e separar águas sem nunca depreciar outros registos que são muitas vezes considerados incorretamente como História, a não ser que se queira fazer identificações abusivas."
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Edição: Mar 2019
Nº Páginas: 464
Sinopse:
Este livro reúne notas e ensaios de uma história cultural, publicados nos últimos anos. Começa por analisar representações quinhentistas de Lisboa à China e de descrições de missionários e historiadores europeus, do Renascimento ao Iluminismo, relativas a várias partes da Ásia. Depois, aborda configurações e contextos em que se situam autores e textos, literários, artísticos e historiográficos. Por último, procura articular um tempo longo, do século XVI à atualidade, e criar várias formas de distância, destinadas a ganhar perspetiva crítica em relação à história da nação e do império português, abordando questões de racismo, de distinção social e de género, sem esquecer outros padrões identitários, como o brasileiro.
Nº Páginas: 464
Sinopse:
Este livro reúne notas e ensaios de uma história cultural, publicados nos últimos anos. Começa por analisar representações quinhentistas de Lisboa à China e de descrições de missionários e historiadores europeus, do Renascimento ao Iluminismo, relativas a várias partes da Ásia. Depois, aborda configurações e contextos em que se situam autores e textos, literários, artísticos e historiográficos. Por último, procura articular um tempo longo, do século XVI à atualidade, e criar várias formas de distância, destinadas a ganhar perspetiva crítica em relação à história da nação e do império português, abordando questões de racismo, de distinção social e de género, sem esquecer outros padrões identitários, como o brasileiro.
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Edição: Jan 2013
Nº Páginas: 144
Sinopse:
Neste livro caem os mitos que giram em torno de Salazar, Cunhal e Soares, as três figuras mais maquilhadas e desmaquilhadas pelas narrativas do costume na análise da História de Portugal.Henrique Raposo, com rigor e sem medo confronta-nos com factos e conclusões que nos fazem repensar Portugal. Uma pedrada no charco da análise política contemporânea.Um livro que vai provocar forte debate mediático!
Nº Páginas: 144
Sinopse:
Neste livro caem os mitos que giram em torno de Salazar, Cunhal e Soares, as três figuras mais maquilhadas e desmaquilhadas pelas narrativas do costume na análise da História de Portugal.Henrique Raposo, com rigor e sem medo confronta-nos com factos e conclusões que nos fazem repensar Portugal. Uma pedrada no charco da análise política contemporânea.Um livro que vai provocar forte debate mediático!
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Edição: Out 2020
Nº Páginas: 664
Sinopse:
"Portugal foi ponto de chegada e de partida de gentes, culturas, línguas, ideias, tendências de gosto, comportamentos, crenças, instituições, produtos que sempre foram variáveis e que aqui e nos ubíquos lugares onde chegaram imprimiram sinais de miscigenação plurimodal, que foram enriquecendo as cores do mundo, mas também provocando disrupções, violência, tantas vezes guerra, sofrimento e fenómenos de resistência. Portugal é o resultado de incontáveis dinâmicas de diálogo e de choque com outros lugares. E o mundo tem traços das mediações que os habitantes do espaço de Portugal espalharam. É esta fascinante história que aqui se pretende contar para melhor percebermos quem somos e o mundo em que vivemos." Coordenação científica João Luís Cardoso (Pré-História e Proto-História) Carlos Fabião (Antiguidade) Bernardo Vasconcelos e Sousa (Idade Média) Cátia Antunes (Época Moderna) António Costa Pinto (Época Contemporânea)
Nº Páginas: 664
Sinopse:
"Portugal foi ponto de chegada e de partida de gentes, culturas, línguas, ideias, tendências de gosto, comportamentos, crenças, instituições, produtos que sempre foram variáveis e que aqui e nos ubíquos lugares onde chegaram imprimiram sinais de miscigenação plurimodal, que foram enriquecendo as cores do mundo, mas também provocando disrupções, violência, tantas vezes guerra, sofrimento e fenómenos de resistência. Portugal é o resultado de incontáveis dinâmicas de diálogo e de choque com outros lugares. E o mundo tem traços das mediações que os habitantes do espaço de Portugal espalharam. É esta fascinante história que aqui se pretende contar para melhor percebermos quem somos e o mundo em que vivemos." Coordenação científica João Luís Cardoso (Pré-História e Proto-História) Carlos Fabião (Antiguidade) Bernardo Vasconcelos e Sousa (Idade Média) Cátia Antunes (Época Moderna) António Costa Pinto (Época Contemporânea)
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Edição: Nov 2020
Nº Páginas: 480
Sinopse:
A história da evolução do gosto, que levou à educação do paladar e à eleição da gastronomia como uma arte, percorreu um longuíssimo caminho, desde a Idade da Pedra até aos nossos dias. Esse percurso é aqui narrado através de acontecimentos passados nos cinco continentes, episódios históricos e mitos nacionais e universais, personalidades que refletiram e influenciaram o mundo dos paladares (reis, filósofos, cientistas, escritores) e também mais de 250 receitas que atravessaram séculos ou mesmo milénios, por via oral, manuscrita ou impressa, através de incontáveis gerações, chegando quase inalteradas aos nossos dias. A vastidão do tema levou a autora a dividir a obra em dois volumes, que se completam, embora com perspetivas distintas: o de Sedução, o primeiro, gira em torno dos paladares mais viscerais e que mais apelo fazem aos sentidos.
Nº Páginas: 480
Sinopse:
A história da evolução do gosto, que levou à educação do paladar e à eleição da gastronomia como uma arte, percorreu um longuíssimo caminho, desde a Idade da Pedra até aos nossos dias. Esse percurso é aqui narrado através de acontecimentos passados nos cinco continentes, episódios históricos e mitos nacionais e universais, personalidades que refletiram e influenciaram o mundo dos paladares (reis, filósofos, cientistas, escritores) e também mais de 250 receitas que atravessaram séculos ou mesmo milénios, por via oral, manuscrita ou impressa, através de incontáveis gerações, chegando quase inalteradas aos nossos dias. A vastidão do tema levou a autora a dividir a obra em dois volumes, que se completam, embora com perspetivas distintas: o de Sedução, o primeiro, gira em torno dos paladares mais viscerais e que mais apelo fazem aos sentidos.
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Edição: Mai 2023
Nº Páginas: 648
Sinopse:
A primeira história do trabalho verdadeiramente global, uma análise dinâmica desde a era da caça-recoleção até ao presente. Jan Lucassen oferece-nos uma história inclusiva do labor incansável da humanidade. Cobrindo a China, a Índia, África, as Américas e a Europa, Lucassen investiga os modos como as pessoas organizam o trabalho: no agregado familiar, na tribo, na cidade e no Estado. O autor examina a forma como o trabalho é dividido entre os homens, as mulheres e as crianças; o momento crítico da invenção do dinheiro; a ação coletiva dos trabalhadores; e o impacto da migração, da escravatura e da ideia do lazer. Dos agricultores nas primeiras sociedades agrárias à existência precária dos trabalhadores temporários atuais pagos à tarefa, esta narrativa surpreendente acerca da cooperação e da subordinação no trabalho projeta uma luz essencial sobre os desafios que enfrentamos atualmente.
Nº Páginas: 648
Sinopse:
A primeira história do trabalho verdadeiramente global, uma análise dinâmica desde a era da caça-recoleção até ao presente. Jan Lucassen oferece-nos uma história inclusiva do labor incansável da humanidade. Cobrindo a China, a Índia, África, as Américas e a Europa, Lucassen investiga os modos como as pessoas organizam o trabalho: no agregado familiar, na tribo, na cidade e no Estado. O autor examina a forma como o trabalho é dividido entre os homens, as mulheres e as crianças; o momento crítico da invenção do dinheiro; a ação coletiva dos trabalhadores; e o impacto da migração, da escravatura e da ideia do lazer. Dos agricultores nas primeiras sociedades agrárias à existência precária dos trabalhadores temporários atuais pagos à tarefa, esta narrativa surpreendente acerca da cooperação e da subordinação no trabalho projeta uma luz essencial sobre os desafios que enfrentamos atualmente.
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Edição: Out 2010
Nº Páginas: 680
Sinopse:
História do Século XX relata os eventos do século mais horrível e surpreendente que o mundo jamais experimentou - extremo na miséria humana e nas realizações humanas - e tenta dar-lhes um sentido à escala global.
Nº Páginas: 680
Sinopse:
História do Século XX relata os eventos do século mais horrível e surpreendente que o mundo jamais experimentou - extremo na miséria humana e nas realizações humanas - e tenta dar-lhes um sentido à escala global.
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Edição: Nov 2016
Nº Páginas: 446
Sinopse:
Um livro imprescindível e fundamental para se conhecer a história da Europa moderna. "Pelz apresenta-nos uma alternativa desafiante às narrativas convencionais sobre a Europa moderna, colocando no centro da História as dificuldades e a resistência de homens e mulheres trabalhadores."
Nº Páginas: 446
Sinopse:
Um livro imprescindível e fundamental para se conhecer a história da Europa moderna. "Pelz apresenta-nos uma alternativa desafiante às narrativas convencionais sobre a Europa moderna, colocando no centro da História as dificuldades e a resistência de homens e mulheres trabalhadores."
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Edição: Dez 2000
Nº Páginas: 720
Sinopse:
É orgulhosa. Por ter dado nome a Portugal, por ser Invicta, Nobre e Leal. E por milhares de outras razões, todas elas válidas e presentes nas páginas de um livro que as narra - "História do Porto". Agora na sua 3.ª edição, é cada vez mais um livro notável, pela sua objectividade, clareza e actualidade, e que deve constituir uma referência para quem quiser partir à descoberta do Porto Milenar.
Nº Páginas: 720
Sinopse:
É orgulhosa. Por ter dado nome a Portugal, por ser Invicta, Nobre e Leal. E por milhares de outras razões, todas elas válidas e presentes nas páginas de um livro que as narra - "História do Porto". Agora na sua 3.ª edição, é cada vez mais um livro notável, pela sua objectividade, clareza e actualidade, e que deve constituir uma referência para quem quiser partir à descoberta do Porto Milenar.
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Edição: Dez 2014
Nº Páginas: 720
Sinopse:
Neste livro, Andrew Marr alarga a lente da História, indo para lá da Europa, até às Américas, a África e à Ásia. E, em vez de se centrar num único episódio num único local, apresenta-nos paralelos surpreendentes e ligações fascinantes, focando a sua atenção num incidente ou episódio específico para contar a história mais vasta de um continente ou época. Este é um livro sobre as grandes figuras que mudaram a História e o seu tempo, pessoas como Cleópatra, Gengis Khan ou Galileu, mas é também um livro sobre nós - pois "quanto melhor compreendermos como os governantes se distanciam da realidade, ou porque revoluções produzem ditadores mais vezes do que produzem felicidade, ou por que algumas partes do mundo são mais ricas do que outras, mais fácil é entender a nossa própria época".
Nº Páginas: 720
Sinopse:
Neste livro, Andrew Marr alarga a lente da História, indo para lá da Europa, até às Américas, a África e à Ásia. E, em vez de se centrar num único episódio num único local, apresenta-nos paralelos surpreendentes e ligações fascinantes, focando a sua atenção num incidente ou episódio específico para contar a história mais vasta de um continente ou época. Este é um livro sobre as grandes figuras que mudaram a História e o seu tempo, pessoas como Cleópatra, Gengis Khan ou Galileu, mas é também um livro sobre nós - pois "quanto melhor compreendermos como os governantes se distanciam da realidade, ou porque revoluções produzem ditadores mais vezes do que produzem felicidade, ou por que algumas partes do mundo são mais ricas do que outras, mais fácil é entender a nossa própria época".
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Edição: Jun 2024
Nº Páginas: 592
Sinopse:
O fascismo nasceu há 105 anos e este livro, História do Fascismo, do reputado investigador Emilio Gentile, é a mais monumental história desse regime que "ocupou duas décadas da vida das populações da península, e está entrelaçada na história da Itália" valendo se de fontes primárias, editadas e inéditas, para contar como se desenrolou a parábola histórica do fascismo de 1919 a 1945. Neste Volume II, Emilio Gentile fala-nos da Acção Católica pelo sim ao fascismo, do movimento que opõe o mussolinismo ao fascismo, passando pela relação do regime com a burguesia e pela trindade turatiana (Estado, Governo e Partido) no caminho para o império até à chegada do Führer e à guerra fascista, que culminaria inevitavelmente no 25 de Julho de 1943, que depõe Mussolini, iniciando-se o princípio do fim: «"Estamos no fundo do abismo", escreveu Mussolini a Clara a 20 de Novembro de 1943». Emilio Gentile, um dos maiores historiadores mundiais do fascismo, oferece-nos uma interpretação fundamental para percebermos a experiência desse movimento político e reflectirmos nos seus riscos para a liberdade humana e cívica no mundo contemporâneo.
Nº Páginas: 592
Sinopse:
O fascismo nasceu há 105 anos e este livro, História do Fascismo, do reputado investigador Emilio Gentile, é a mais monumental história desse regime que "ocupou duas décadas da vida das populações da península, e está entrelaçada na história da Itália" valendo se de fontes primárias, editadas e inéditas, para contar como se desenrolou a parábola histórica do fascismo de 1919 a 1945. Neste Volume II, Emilio Gentile fala-nos da Acção Católica pelo sim ao fascismo, do movimento que opõe o mussolinismo ao fascismo, passando pela relação do regime com a burguesia e pela trindade turatiana (Estado, Governo e Partido) no caminho para o império até à chegada do Führer e à guerra fascista, que culminaria inevitavelmente no 25 de Julho de 1943, que depõe Mussolini, iniciando-se o princípio do fim: «"Estamos no fundo do abismo", escreveu Mussolini a Clara a 20 de Novembro de 1943». Emilio Gentile, um dos maiores historiadores mundiais do fascismo, oferece-nos uma interpretação fundamental para percebermos a experiência desse movimento político e reflectirmos nos seus riscos para a liberdade humana e cívica no mundo contemporâneo.
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Edição: Mai 2024
Nº Páginas: 680
Sinopse:
Em 1944, um antifascista anónimo publicou um panfleto cujo primeiro capítulo se intitulava O fascismo nunca existiu. Cinquenta anos mais tarde, um ilustre intelectual antifascista declarou: O fascismo é eterno. A história do fascismo foi muitas vezes contada para apoiar ou refutar uma teoria. Esta História do Fascismo não pressupõe nem propõe uma teoria. Conta os factos, tal como foi possível conhecê-los através de documentos. Sendo uma história e não uma crónica, o autor deu ênfase às pessoas, aos momentos, às condições e aos acontecimentos que mais contribuíram para transformar o pequeno movimento de 1919 num regime totalitário em 1926, com tudo o que se seguiu nos dezanove anos seguintes.
Nº Páginas: 680
Sinopse:
Em 1944, um antifascista anónimo publicou um panfleto cujo primeiro capítulo se intitulava O fascismo nunca existiu. Cinquenta anos mais tarde, um ilustre intelectual antifascista declarou: O fascismo é eterno. A história do fascismo foi muitas vezes contada para apoiar ou refutar uma teoria. Esta História do Fascismo não pressupõe nem propõe uma teoria. Conta os factos, tal como foi possível conhecê-los através de documentos. Sendo uma história e não uma crónica, o autor deu ênfase às pessoas, aos momentos, às condições e aos acontecimentos que mais contribuíram para transformar o pequeno movimento de 1919 num regime totalitário em 1926, com tudo o que se seguiu nos dezanove anos seguintes.
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Edição: Abr 2017
Nº Páginas: 288
Sinopse:
Num conceito original, partindo de objectos, todos com imagens a cores, o autor conta 40 episódios da História de Portugal ao longo dos séculos. São 40 objectos que atravessam e desvendam mais um pouco da história de Portugal, desde antes da sua fundação até ao século XX. Livro ilustrado, de leitura rápida cativante, repleto de pormenores surpreendentes.
Nº Páginas: 288
Sinopse:
Num conceito original, partindo de objectos, todos com imagens a cores, o autor conta 40 episódios da História de Portugal ao longo dos séculos. São 40 objectos que atravessam e desvendam mais um pouco da história de Portugal, desde antes da sua fundação até ao século XX. Livro ilustrado, de leitura rápida cativante, repleto de pormenores surpreendentes.
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Edição: Set 2013
Nº Páginas: 296
Sinopse:
Os portugueses tinham fé, lei e rei. A fé amarrava-os a uma crença e a um ritual da vida e da morte, legitimava a perseguição civil e armada aos mouros e aos "luteros"; a lei e o rei integravam-nos na comunidade que se individualizara no território ocidental da Hispânia desde o século XII. Outro laço, fortíssimo, provinha da partilha de uma língua que se estruturava na fala e na escrita e gerava um tesouro, hoje quase escondido, de textos geográficos, antropológicos, literários, históricos, linguísticos e científicos.
Nº Páginas: 296
Sinopse:
Os portugueses tinham fé, lei e rei. A fé amarrava-os a uma crença e a um ritual da vida e da morte, legitimava a perseguição civil e armada aos mouros e aos "luteros"; a lei e o rei integravam-nos na comunidade que se individualizara no território ocidental da Hispânia desde o século XII. Outro laço, fortíssimo, provinha da partilha de uma língua que se estruturava na fala e na escrita e gerava um tesouro, hoje quase escondido, de textos geográficos, antropológicos, literários, históricos, linguísticos e científicos.
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Edição: Jan 2012
Nº Páginas: 312
Sinopse:
Milhares de navegantes portugueses sulcam o Atlântico nas armadas e nos navios de comércio. Descobrem e cartografam; usam os ventos e as correntes marítimas; aprendem a situar pelas estrelas o lugar e a rota dos navios; registam o valor das mercadorias; usam intérpretes africanos; caçam e resgatam escravos. Levam a cruz pintada nas velas, mas podem cair sobre a presa como o albatroz. Trocam gestos, cerimónias, roupas, vocábulos. Experimentam as armas e os corpos. O barco é o veículo, a casa, a fortaleza, o templo, a oficina, o armazém, o porta escravos, o porta navios, o caixão.
Nº Páginas: 312
Sinopse:
Milhares de navegantes portugueses sulcam o Atlântico nas armadas e nos navios de comércio. Descobrem e cartografam; usam os ventos e as correntes marítimas; aprendem a situar pelas estrelas o lugar e a rota dos navios; registam o valor das mercadorias; usam intérpretes africanos; caçam e resgatam escravos. Levam a cruz pintada nas velas, mas podem cair sobre a presa como o albatroz. Trocam gestos, cerimónias, roupas, vocábulos. Experimentam as armas e os corpos. O barco é o veículo, a casa, a fortaleza, o templo, a oficina, o armazém, o porta escravos, o porta navios, o caixão.
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Edição: Jan 2011
Nº Páginas: 360
Sinopse:
O segundo volume da História de Portugal abraça o tempo da formação e da refundação do estado português. O território onde se desenvolveu o pequeno centro de poder, embrenhado em múltiplos poderes senhoriais , descia de Entre Douro e Minho, pelo litoral, até à foz do Mondego. A sul e a leste, os moradores, agrupados em pequenos burgos fortificados ou dispersos pelas brenhas com os seus gados, apoiados por Badajoz e Sevilha, resistiam ou afrontavam de armas na mão os cavaleiros e peões do Norte. Começava uma aventura de nove séculos.
Nº Páginas: 360
Sinopse:
O segundo volume da História de Portugal abraça o tempo da formação e da refundação do estado português. O território onde se desenvolveu o pequeno centro de poder, embrenhado em múltiplos poderes senhoriais , descia de Entre Douro e Minho, pelo litoral, até à foz do Mondego. A sul e a leste, os moradores, agrupados em pequenos burgos fortificados ou dispersos pelas brenhas com os seus gados, apoiados por Badajoz e Sevilha, resistiam ou afrontavam de armas na mão os cavaleiros e peões do Norte. Começava uma aventura de nove séculos.
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Edição: Fev 2016
Nº Páginas: 648
Sinopse:
"O livro conta a história de divergência e convergência entre a Europa e a América, procurando identificar os momentos em que as relações entre Portugal e os Estados Unidos acompanharam, ou não, esta dinâmica mais vasta."
Nº Páginas: 648
Sinopse:
"O livro conta a história de divergência e convergência entre a Europa e a América, procurando identificar os momentos em que as relações entre Portugal e os Estados Unidos acompanharam, ou não, esta dinâmica mais vasta."
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Edição: Fev 2013
Nº Páginas: 332
Sinopse:
"Com este livro procurei fazer uma reflexão sobre o que foi a história da atividade médica e assistencial em Portugal e nas terras descobertas durante um período tão intenso e extraordinário da sua história e da história do mundo, época única na qual o nosso país foi um dos principais atores. Por um lado, saber como era ser médico nessa altura, quais eram a sua formação, os seus conhecimentos e a sua prática. Depois, lembrar como foram e como funcionaram os dois principais hospitais reais de então, o Hospital Real de Todos os Santos e o Hospital Real de Goa, e pôr em relevo a visão de governantes como D. João II, D. Manuel I e D. João III e dos seus conselheiros, que precocemente perceberam a necessidade de criar mecanismos de assistência sanitária que acompanhassem o esforço dos Descobrimentos. Por outro lado, dar um panorama do que foi a "medicina e a doença embarcada" e do sofrimento que isso significou para milhares de portugueses que tiveram a coragem de demandar as Índias, o Japão ou os Brasis. Por fim, descobrir e investigar de que forma participaram os médicos e os boticários na Expansão, e relatar as novas doenças existentes ou vindas das novas terras descobertas e em especial o impacte social de uma delas, a sífilis, a mais terrível de todas."
Nº Páginas: 332
Sinopse:
"Com este livro procurei fazer uma reflexão sobre o que foi a história da atividade médica e assistencial em Portugal e nas terras descobertas durante um período tão intenso e extraordinário da sua história e da história do mundo, época única na qual o nosso país foi um dos principais atores. Por um lado, saber como era ser médico nessa altura, quais eram a sua formação, os seus conhecimentos e a sua prática. Depois, lembrar como foram e como funcionaram os dois principais hospitais reais de então, o Hospital Real de Todos os Santos e o Hospital Real de Goa, e pôr em relevo a visão de governantes como D. João II, D. Manuel I e D. João III e dos seus conselheiros, que precocemente perceberam a necessidade de criar mecanismos de assistência sanitária que acompanhassem o esforço dos Descobrimentos. Por outro lado, dar um panorama do que foi a "medicina e a doença embarcada" e do sofrimento que isso significou para milhares de portugueses que tiveram a coragem de demandar as Índias, o Japão ou os Brasis. Por fim, descobrir e investigar de que forma participaram os médicos e os boticários na Expansão, e relatar as novas doenças existentes ou vindas das novas terras descobertas e em especial o impacte social de uma delas, a sífilis, a mais terrível de todas."
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Edição: Jan 1996
Nº Páginas: 1216
Sinopse:
O objeto básico do nosso estudo é constituído pelas obras literariamente mais qualificadas de língua e autoria originariamente portuguesas, segundo uma perspetiva de desenvolvimento geral das estruturas formais e da matéria humana socialmente comunicável que lhes corresponde.
Nº Páginas: 1216
Sinopse:
O objeto básico do nosso estudo é constituído pelas obras literariamente mais qualificadas de língua e autoria originariamente portuguesas, segundo uma perspetiva de desenvolvimento geral das estruturas formais e da matéria humana socialmente comunicável que lhes corresponde.
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Edição: Jan 2016
Nº Páginas: 376
Sinopse:
Este livro conta o percurso da China desde os seus primórdios até à transformação em superpotência económica. O autor percorre toda a história do país, das gloriosas dinastias Tang e Song, durante as quais nasceriam as grandes cidades chinesas, ao período de declínio e do esforço ocidental para dominar este vasto território, incluindo os anos conturbados da Revolução Chinesa e as mudanças progressivas que foram ocorrendo desde os anos 70 até aos dias de hoje. A transferência dos últimos territórios sob controlo ocidental para o governo chinês e o desenvolvimento fulminante da economia nas últimas décadas são os grandes temas abordados no final deste volume.
Nº Páginas: 376
Sinopse:
Este livro conta o percurso da China desde os seus primórdios até à transformação em superpotência económica. O autor percorre toda a história do país, das gloriosas dinastias Tang e Song, durante as quais nasceriam as grandes cidades chinesas, ao período de declínio e do esforço ocidental para dominar este vasto território, incluindo os anos conturbados da Revolução Chinesa e as mudanças progressivas que foram ocorrendo desde os anos 70 até aos dias de hoje. A transferência dos últimos territórios sob controlo ocidental para o governo chinês e o desenvolvimento fulminante da economia nas últimas décadas são os grandes temas abordados no final deste volume.
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Edição: Out 2013
Nº Páginas: 288
Sinopse:
Entre 1830 e 1880, Portugal passou por profundas mudanças, com a construção de um Estado-nação moderno e o ressurgimento do projecto imperial africano. O triunfo dos liberais na guerra civil, em 1834, assinala a instauração definitiva do regime monárquico constitucional. A nova fase que então se abriu, de início designada "Regeneração", teve como características a negociação e o compromisso, associados a uma dinâmica de modernização socioeconómica, em que o investimento público nas infra-estruturas deveria desempenhar um papel fundamental. Este impulso modernizador, que começa a dar sinais de erosão na viragem para a década de 1890, embora tenha introduzido grandes transformações, não permitiu vencer alguns dos pesados atrasos estruturais e culturais do país, nem alterar a sua posição periférica no contexto europeu.
Nº Páginas: 288
Sinopse:
Entre 1830 e 1880, Portugal passou por profundas mudanças, com a construção de um Estado-nação moderno e o ressurgimento do projecto imperial africano. O triunfo dos liberais na guerra civil, em 1834, assinala a instauração definitiva do regime monárquico constitucional. A nova fase que então se abriu, de início designada "Regeneração", teve como características a negociação e o compromisso, associados a uma dinâmica de modernização socioeconómica, em que o investimento público nas infra-estruturas deveria desempenhar um papel fundamental. Este impulso modernizador, que começa a dar sinais de erosão na viragem para a década de 1890, embora tenha introduzido grandes transformações, não permitiu vencer alguns dos pesados atrasos estruturais e culturais do país, nem alterar a sua posição periférica no contexto europeu.
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Edição: Fev 2015
Nº Páginas: 284
Sinopse:
Mais um volume de uma coleção de extrema importância no conhecimento da História contemporânea. Neste livro é abordado o período entre 1930 e 1960, em que Portugal olhou para dentro e procurou encontrar rumo próprio na definição de uma trajetória política, económica, social e cultural.
Nº Páginas: 284
Sinopse:
Mais um volume de uma coleção de extrema importância no conhecimento da História contemporânea. Neste livro é abordado o período entre 1930 e 1960, em que Portugal olhou para dentro e procurou encontrar rumo próprio na definição de uma trajetória política, económica, social e cultural.
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Edição: Abr 2015
Nº Páginas: 236
Sinopse:
Este é mais um volume de uma Colecção única e fundamental no conhecimento da História contemporânea. Abarca o período entre 1960 e o fim do séc. XX, altura em que Portugal conheceu um movimento de crescimento económico, um simultâneo processo de democratização e descolonização e de adesão à União Europeia.
Nº Páginas: 236
Sinopse:
Este é mais um volume de uma Colecção única e fundamental no conhecimento da História contemporânea. Abarca o período entre 1960 e o fim do séc. XX, altura em que Portugal conheceu um movimento de crescimento económico, um simultâneo processo de democratização e descolonização e de adesão à União Europeia.
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Edição: Out 2014
Nº Páginas: 300
Sinopse:
Entre 1890 e 1930, Portugal é marcado pela mudança. Por uma aceleração, aparentemente, vertiginosa de acontecimentos políticos que pontuam a sua História: o Ultimatum inglês e a difícil afirmação do Império Colonial; o regicídio e a queda da Monarquia; a implantação da República e a intervenção na Grande Guerra; a ditadura militar e o caminho para o Estado Novo. Mas é, ao mesmo tempo, atravessado pela continuidade. Pela persistência de movimentos de mais longa duração e que acompanham todo o período: o peso do mundo rural e a lenta industrialização; a urbanização crescente e a constante emigração; a persistência das palavras num mundo, cada vez mais, de imagens; e, enfim, pela crise do liberalismo. Na verdade, quando a República cai, abrindo caminho ao Estado Novo, leva com ela todo o sistema liberal e democrático que vigorava há quase um século, abrindo caminho a outro meio século de um sistema autoritário e corporativo.
Nº Páginas: 300
Sinopse:
Entre 1890 e 1930, Portugal é marcado pela mudança. Por uma aceleração, aparentemente, vertiginosa de acontecimentos políticos que pontuam a sua História: o Ultimatum inglês e a difícil afirmação do Império Colonial; o regicídio e a queda da Monarquia; a implantação da República e a intervenção na Grande Guerra; a ditadura militar e o caminho para o Estado Novo. Mas é, ao mesmo tempo, atravessado pela continuidade. Pela persistência de movimentos de mais longa duração e que acompanham todo o período: o peso do mundo rural e a lenta industrialização; a urbanização crescente e a constante emigração; a persistência das palavras num mundo, cada vez mais, de imagens; e, enfim, pela crise do liberalismo. Na verdade, quando a República cai, abrindo caminho ao Estado Novo, leva com ela todo o sistema liberal e democrático que vigorava há quase um século, abrindo caminho a outro meio século de um sistema autoritário e corporativo.
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Edição: Fev 2018
Nº Páginas: 176
Sinopse:
O livro da grande série da RTP sobre o colonialismo, "História a História - África" A partir de uma perspectiva informada por décadas de investigação destes temas, e escrito num tom acessível ao grande público, "História a História - África" constitui um grande fresco sobre as décadas mais conturbadas do século XX português. Fernando Rosas fez um périplo pelos lugares mais simbólicos das antigas colónias africanas portuguesas, recontextualizando problemas e polémicas antigas: o que resta das "aldeias portuguesas" do antigo colonato do Limpopo, a histórica barragem de Cahora Bassa, em Moçambique, Batepá e as praias são-tomenses onde a repressão colonial andou à solta, o campo de concentração do Tarrafal, em Cabo Verde, a ilha de Soga, nos Bijagós, de onde partiu a "Operação Mar Verde"; sem esquecer os locais em Lisboa e Coimbra onde, nos anos 50 e 60, no coração do poder colonial, a Casa dos Estudantes do Império, se reacendeu a chama da libertação das nações sob domínio colonial português. "O livro que agora vem a público surge no decurso desse debate surdo acerca da alegada excecionalidade lusotropicalista do colonialismo português, os seus tão glosados "brandos costumes". […] Olhou-se para alguns momentos decisivos da guerra e para os efeitos sociais da débacle final do regime colonial: o início sangrento da guerra colonial em Angola no ano de 1961, a desesperada revolta de parte da população branca da então Lourenço Marques contra os acordos de Lusaka, em 1974, a desastrosa aventura militar spinolista de ataque à Guiné Conacri, a "Operação Mar Verde", em 1970. Para encerrar, a dramática fuga e o retorno a Portugal de 500 a 700 mil colonos brancos de Angola e Moçambique, e o singular caso de sucesso que acabou por ser a sua integração no então jovem Portugal democrático."
Nº Páginas: 176
Sinopse:
O livro da grande série da RTP sobre o colonialismo, "História a História - África" A partir de uma perspectiva informada por décadas de investigação destes temas, e escrito num tom acessível ao grande público, "História a História - África" constitui um grande fresco sobre as décadas mais conturbadas do século XX português. Fernando Rosas fez um périplo pelos lugares mais simbólicos das antigas colónias africanas portuguesas, recontextualizando problemas e polémicas antigas: o que resta das "aldeias portuguesas" do antigo colonato do Limpopo, a histórica barragem de Cahora Bassa, em Moçambique, Batepá e as praias são-tomenses onde a repressão colonial andou à solta, o campo de concentração do Tarrafal, em Cabo Verde, a ilha de Soga, nos Bijagós, de onde partiu a "Operação Mar Verde"; sem esquecer os locais em Lisboa e Coimbra onde, nos anos 50 e 60, no coração do poder colonial, a Casa dos Estudantes do Império, se reacendeu a chama da libertação das nações sob domínio colonial português. "O livro que agora vem a público surge no decurso desse debate surdo acerca da alegada excecionalidade lusotropicalista do colonialismo português, os seus tão glosados "brandos costumes". […] Olhou-se para alguns momentos decisivos da guerra e para os efeitos sociais da débacle final do regime colonial: o início sangrento da guerra colonial em Angola no ano de 1961, a desesperada revolta de parte da população branca da então Lourenço Marques contra os acordos de Lusaka, em 1974, a desastrosa aventura militar spinolista de ataque à Guiné Conacri, a "Operação Mar Verde", em 1970. Para encerrar, a dramática fuga e o retorno a Portugal de 500 a 700 mil colonos brancos de Angola e Moçambique, e o singular caso de sucesso que acabou por ser a sua integração no então jovem Portugal democrático."
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Edição: Abr 2018
Nº Páginas: 258
Sinopse:
A conceituada "História de Portugal" de A.H. de Oliveira Marques, numa versão abreviada, há décadas ausente das livrarias. Edição simultânea em português, inglês e francês. A história de Portugal é longa e complexa, e por isso o próprio de Oliveira Marques começou por fixá-la em três volumes que se tornaram um clássico da historiografia nacional. Mas foi também ele, um dos mais eminentes historiadores portugueses, a preparar a partir daí esta versão brevíssima, com todas as linhas essenciais concentradas em apenas 250 páginas, num pequeno formato raro, há muito esgotado. Uma versão que conserva todo o rigor e alcance histórico das edições mais alargadas, privilegiando uma relação mais directa, clara e certeira com o leitor, útil tanto para estudiosos como para curiosos.
Nº Páginas: 258
Sinopse:
A conceituada "História de Portugal" de A.H. de Oliveira Marques, numa versão abreviada, há décadas ausente das livrarias. Edição simultânea em português, inglês e francês. A história de Portugal é longa e complexa, e por isso o próprio de Oliveira Marques começou por fixá-la em três volumes que se tornaram um clássico da historiografia nacional. Mas foi também ele, um dos mais eminentes historiadores portugueses, a preparar a partir daí esta versão brevíssima, com todas as linhas essenciais concentradas em apenas 250 páginas, num pequeno formato raro, há muito esgotado. Uma versão que conserva todo o rigor e alcance histórico das edições mais alargadas, privilegiando uma relação mais directa, clara e certeira com o leitor, útil tanto para estudiosos como para curiosos.
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Edição: Nov 2016
Nº Páginas: 200
Sinopse:
Hillary Rodham Clinton concretizou o sonho da sua vida e é a primeira mulher a chegar à Presidência dos Estados Unidos. Este livro traça-nos o perfil desta mulher singular e obstinada, conta-nos o seu percurso, ideias e paixões e revela ainda pormenores essenciais da corrida eleitoral mais imprevista das últimas décadas nos Estados Unidos da América.
Nº Páginas: 200
Sinopse:
Hillary Rodham Clinton concretizou o sonho da sua vida e é a primeira mulher a chegar à Presidência dos Estados Unidos. Este livro traça-nos o perfil desta mulher singular e obstinada, conta-nos o seu percurso, ideias e paixões e revela ainda pormenores essenciais da corrida eleitoral mais imprevista das últimas décadas nos Estados Unidos da América.
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