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Edição: Abr 2000
Nº Páginas: 352
Sinopse:
Fábulas e contos italianos recolhidos da tradição popular durante os últimos cem anos e transcritos dos vários dialectos para a Língua italiana
Nº Páginas: 352
Sinopse:
Fábulas e contos italianos recolhidos da tradição popular durante os últimos cem anos e transcritos dos vários dialectos para a Língua italiana
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Edição: Out 2019
Nº Páginas: 184
Sinopse:
"A desinformação é um processo, uma sequência de actos concebidos por alguém com o objectivo de manipular as convicções do maior número possível de pessoas." Um pouco por todo o mundo, as infames fake news têm-se revelado um verdadeiro entrave à democracia e uma incubadora de ódio social. Seja no Brexit, na eleição de Trump ou de Jair Bolsonaro, o efeito da desinformação e das mentiras propagadas como se notícias fossem pode ter sido determinante para decidir o voto de muitos eleitores. Em Portugal, onde 63% das pessoas afirmam receber as notícias que as mantêm informadas através das redes sociais, mentiras meticulosamente plantadas no mural certo, à hora certa podem fazer a diferença num momento decisivo. Mas como chegámos aqui? Quem fabrica estas "notícias" e por que o faz? Numa investigação de fôlego em coordenação com organismos internacionais, o premiado jornalista Paulo Pena lança-se numa viagem aos bastidores das fake news, nacionais e internacionais, para nos mostrar que a era da desinformação chegou e que está nas nossas mãos combatê-la.
Nº Páginas: 184
Sinopse:
"A desinformação é um processo, uma sequência de actos concebidos por alguém com o objectivo de manipular as convicções do maior número possível de pessoas." Um pouco por todo o mundo, as infames fake news têm-se revelado um verdadeiro entrave à democracia e uma incubadora de ódio social. Seja no Brexit, na eleição de Trump ou de Jair Bolsonaro, o efeito da desinformação e das mentiras propagadas como se notícias fossem pode ter sido determinante para decidir o voto de muitos eleitores. Em Portugal, onde 63% das pessoas afirmam receber as notícias que as mantêm informadas através das redes sociais, mentiras meticulosamente plantadas no mural certo, à hora certa podem fazer a diferença num momento decisivo. Mas como chegámos aqui? Quem fabrica estas "notícias" e por que o faz? Numa investigação de fôlego em coordenação com organismos internacionais, o premiado jornalista Paulo Pena lança-se numa viagem aos bastidores das fake news, nacionais e internacionais, para nos mostrar que a era da desinformação chegou e que está nas nossas mãos combatê-la.
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Edição: Nov 2025
Nº Páginas: 312
Sinopse:
O impacto demolidor e duradouro da revolução de abril na vida dos empresários e trabalhadores. Entre o 25 de Abril de 1974 e o 25 de Novembro de 1975, milhares de empresas foram palco de uma intensa luta de poder e choque de classes. Neste período assistiu-se a uma avalanche de greves, ocupações, manifestações, saneamentos e acusações de sabotagem económica. Com a liberdade chegou a explosão nos salários e nas reivindicações por melhores condições de trabalho, a transformação e a criação de sindicatos, o direito à greve, a criação de comissões de trabalhadores, as nacionalizações e a reforma agrária. Com base em entrevistas pessoais, investigação histórica, consulta da imprensa e testemunhos públicos dos principais protagonistas da época, este livro pretende retratar o quotidiano nas empresas nacionais e estrangeiras e como reagiram os empresários e os trabalhadores que, sem o saberem, estavam a fazer História.
Nº Páginas: 312
Sinopse:
O impacto demolidor e duradouro da revolução de abril na vida dos empresários e trabalhadores. Entre o 25 de Abril de 1974 e o 25 de Novembro de 1975, milhares de empresas foram palco de uma intensa luta de poder e choque de classes. Neste período assistiu-se a uma avalanche de greves, ocupações, manifestações, saneamentos e acusações de sabotagem económica. Com a liberdade chegou a explosão nos salários e nas reivindicações por melhores condições de trabalho, a transformação e a criação de sindicatos, o direito à greve, a criação de comissões de trabalhadores, as nacionalizações e a reforma agrária. Com base em entrevistas pessoais, investigação histórica, consulta da imprensa e testemunhos públicos dos principais protagonistas da época, este livro pretende retratar o quotidiano nas empresas nacionais e estrangeiras e como reagiram os empresários e os trabalhadores que, sem o saberem, estavam a fazer História.
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Edição: Jun 2018
Nº Páginas: 408
Sinopse:
No centenário do nascimento de Vitorino Magalhães Godinho, reeditamos o livro que melhor explica os descobrimentos portugueses. "Pluralidade de interesses, nem sempre compatíveis, motivações diversas põem em cena mercadores, escudeiros e cavaleiros, e também instituições - a Coroa, a Ordem de Cristo, casas senhoriais. São aventuras ou tratos de agentes individuais ou de grupo, são acções de envergadura planeadas com intencionalidade, conscientemente concebidas. Dirigem-se aos espaços conhecidos - Marrocos, o Mediterrâneo, os centros europeus. Mas a até aí não sonhada novidade é a busca de espaços desconhecidos, antevistos tão-só por lendas e mitos, como igualmente a abertura de rotas que levem ao rico Oriente, ligando oceanos."
Nº Páginas: 408
Sinopse:
No centenário do nascimento de Vitorino Magalhães Godinho, reeditamos o livro que melhor explica os descobrimentos portugueses. "Pluralidade de interesses, nem sempre compatíveis, motivações diversas põem em cena mercadores, escudeiros e cavaleiros, e também instituições - a Coroa, a Ordem de Cristo, casas senhoriais. São aventuras ou tratos de agentes individuais ou de grupo, são acções de envergadura planeadas com intencionalidade, conscientemente concebidas. Dirigem-se aos espaços conhecidos - Marrocos, o Mediterrâneo, os centros europeus. Mas a até aí não sonhada novidade é a busca de espaços desconhecidos, antevistos tão-só por lendas e mitos, como igualmente a abertura de rotas que levem ao rico Oriente, ligando oceanos."
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Edição: Out 2017
Nº Páginas: 272
Sinopse:
Eutanásia, suicídio ajudado, barrigas de aluguer são questões que a todos afectam, que não nos podem deixar indiferentes. As respostas que lhes damos - e as que lhes saibamos vir a dar - afectam a nossa vida, a nossa dignidade, os valores que praticamos e legamos aos nossos filhos. São questões que exigem um informado e sereno debate de cidadãos, timbre de uma genuína democracia participativa. Mas não basta questionar-se e questionar: há que transformar estas realidades. Perante o alargamento de direitos individuais nos extremos da vida humana, somos responsáveis pelo modo como o Estado assegura ou não a protecção dos mais vulneráveis: os jovens produto de tecnologias genéticas e reprodutivas, e as pessoas humanas em sofrimento intolerável que reclamam querer morrer. Como ser equitativo no acesso a estas tecnologias, e qual é aqui a relação entre o Serviço Nacional de Saúde e o sector privado? Quando, e como, têm os pais a obrigação de assegurar que os seus filhos possam conhecer a verdade sobre a sua história biológica: quem lhes deu o esperma ou o óvulo, qual a mulher que os gerou e pariu, quantos meios-irmãos poderá ter? Como deve o Estado responder ao pedido de eutanásia e suicídio ajudado? Na crescente tensão entre direitos fundamentais nestas áreas, aonde os novos e velhos deveres e o seu instável ponto de equilíbrio, numa sociedade tolerante e plural?
Nº Páginas: 272
Sinopse:
Eutanásia, suicídio ajudado, barrigas de aluguer são questões que a todos afectam, que não nos podem deixar indiferentes. As respostas que lhes damos - e as que lhes saibamos vir a dar - afectam a nossa vida, a nossa dignidade, os valores que praticamos e legamos aos nossos filhos. São questões que exigem um informado e sereno debate de cidadãos, timbre de uma genuína democracia participativa. Mas não basta questionar-se e questionar: há que transformar estas realidades. Perante o alargamento de direitos individuais nos extremos da vida humana, somos responsáveis pelo modo como o Estado assegura ou não a protecção dos mais vulneráveis: os jovens produto de tecnologias genéticas e reprodutivas, e as pessoas humanas em sofrimento intolerável que reclamam querer morrer. Como ser equitativo no acesso a estas tecnologias, e qual é aqui a relação entre o Serviço Nacional de Saúde e o sector privado? Quando, e como, têm os pais a obrigação de assegurar que os seus filhos possam conhecer a verdade sobre a sua história biológica: quem lhes deu o esperma ou o óvulo, qual a mulher que os gerou e pariu, quantos meios-irmãos poderá ter? Como deve o Estado responder ao pedido de eutanásia e suicídio ajudado? Na crescente tensão entre direitos fundamentais nestas áreas, aonde os novos e velhos deveres e o seu instável ponto de equilíbrio, numa sociedade tolerante e plural?
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Edição: Mar 2020
Nº Páginas: 88
Sinopse:
Ao votar num Partido tem que se saber o que é que os deputados vão decidir em questões de importância superlativa e não dar um cheque em branco em temas não discutidos e ausentes dos programas dos maiores partidos. Não é saudável para a democracia que decisões com tremendas consequências - acabar com vidas humanas - mudem em menos de dois anos em função de maiorias sempre conjunturais. A maioria da Assembleia da República tem legitimidade formal mas não substancial: não tem mandato nem delegação para decidir sobre uma questão de vida e morte. Seria, nisto, uma AR representativa (formalmente) a praticar um acto não representativo (eticamente). O recurso ao referendo, precedido de séria e ampla mobilização e discussão pelos cidadãos, é a única saída aceitável nas circunstâncias actuais e concretas.
Nº Páginas: 88
Sinopse:
Ao votar num Partido tem que se saber o que é que os deputados vão decidir em questões de importância superlativa e não dar um cheque em branco em temas não discutidos e ausentes dos programas dos maiores partidos. Não é saudável para a democracia que decisões com tremendas consequências - acabar com vidas humanas - mudem em menos de dois anos em função de maiorias sempre conjunturais. A maioria da Assembleia da República tem legitimidade formal mas não substancial: não tem mandato nem delegação para decidir sobre uma questão de vida e morte. Seria, nisto, uma AR representativa (formalmente) a praticar um acto não representativo (eticamente). O recurso ao referendo, precedido de séria e ampla mobilização e discussão pelos cidadãos, é a única saída aceitável nas circunstâncias actuais e concretas.
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Edição: Out 2015
Nº Páginas: 216
Sinopse:
A globalização colocou os EUA no vértice de um triângulo que envolveu a Ásia e as economias petrolíferas do golfo Pérsico. De 1979 a 1989, os EUA geriram a rivalidade que culminou com a implosão da URSS, surgindo a nova China que hoje conhecemos. O fim da Guerra Fria pôs os EUA no papel de único guardião do mundo. EUA versus China analisa as linhas de força que nos levaram à crise financeira de 2008 e a resposta da nova administração dos EUA, com a consequente e profunda mudança do exercício do poder no sistema mundial, num período em que: - A China, com um "novo imperador", está a organizar-se para disputar aos EUA a posição de Império do Meio, com a Ásia no centro das ambições.¿ - O mundo muçulmano, xiitas contra sunitas, persas contra árabes, atravessa um período de guerra civil religiosa e civilizacional. - A viabilidade do reforço da integração europeia, ocorrida como resposta à reunificação da Alemanha, é cada vez menos reconhecível.¿ Neste contexto, os EUA são o pilar-chave do Ocidente e será em torno deles - e não de um qualquer império eurocontinental - que se tem de organizar o futuro da globalização e da emergência de novos atores como a Índia e o regresso de velhos atores como a Rússia.
Nº Páginas: 216
Sinopse:
A globalização colocou os EUA no vértice de um triângulo que envolveu a Ásia e as economias petrolíferas do golfo Pérsico. De 1979 a 1989, os EUA geriram a rivalidade que culminou com a implosão da URSS, surgindo a nova China que hoje conhecemos. O fim da Guerra Fria pôs os EUA no papel de único guardião do mundo. EUA versus China analisa as linhas de força que nos levaram à crise financeira de 2008 e a resposta da nova administração dos EUA, com a consequente e profunda mudança do exercício do poder no sistema mundial, num período em que: - A China, com um "novo imperador", está a organizar-se para disputar aos EUA a posição de Império do Meio, com a Ásia no centro das ambições.¿ - O mundo muçulmano, xiitas contra sunitas, persas contra árabes, atravessa um período de guerra civil religiosa e civilizacional. - A viabilidade do reforço da integração europeia, ocorrida como resposta à reunificação da Alemanha, é cada vez menos reconhecível.¿ Neste contexto, os EUA são o pilar-chave do Ocidente e será em torno deles - e não de um qualquer império eurocontinental - que se tem de organizar o futuro da globalização e da emergência de novos atores como a Índia e o regresso de velhos atores como a Rússia.
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Edição: Set 2012
Nº Páginas: 184
Sinopse:
Podem as palavras mudar o mundo? Ou palavras leva-as o vento? Por vezes, quando as circunstâncias envolventes parecem demasiado negras para haver qualquer esperança, são palavras que envolvem, elevam e motivam populações a lutar. As palavras podem desafiar ditadores: "lutaremos nas praias"; podem começar revoluções: "Liberdade, Igualdade, Fraternidade"; podem criar novas nações. "consideramos estas verdades como auto-evidentes". Outras, dão início a novas ideologias: "os fracos herdarão a terra". Este livro apresenta momentos memoráveis em que o futuro foi decidido por palavras pronunciadas por homens e mulheres de fortes convicções. Desde palavras absurdas a inspiradoras, de divinas a diabólicas, estes são os discursos que mudaram a História e deixaram a sua marca no mundo actual.
Nº Páginas: 184
Sinopse:
Podem as palavras mudar o mundo? Ou palavras leva-as o vento? Por vezes, quando as circunstâncias envolventes parecem demasiado negras para haver qualquer esperança, são palavras que envolvem, elevam e motivam populações a lutar. As palavras podem desafiar ditadores: "lutaremos nas praias"; podem começar revoluções: "Liberdade, Igualdade, Fraternidade"; podem criar novas nações. "consideramos estas verdades como auto-evidentes". Outras, dão início a novas ideologias: "os fracos herdarão a terra". Este livro apresenta momentos memoráveis em que o futuro foi decidido por palavras pronunciadas por homens e mulheres de fortes convicções. Desde palavras absurdas a inspiradoras, de divinas a diabólicas, estes são os discursos que mudaram a História e deixaram a sua marca no mundo actual.
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Edição: Mar 2019
Nº Páginas: 528
Sinopse:
Numa cidade hoje pouco conhecida, mas que foi um importante centro cultural da Europa de Leste, "a pequena Paris da Ucrânia", a um tempo chamada de Lemberg, Lwów, Lvov ou Lviv, consoante a potência ocupadora, uma estrada percorria-a de leste a oeste. Ao longo dessa estrada, em momentos diferentes, moraram três homens: Leon Buchholz, avô do autor, Hersch Lauterpacht, que viria a cunhar a expressão crimes contra a humanidade, e Rafael Lemkin, que criaria o conceito de genocídio, apresentados pela primeira vez nos julgamentos de Nuremberga. Este livro narra a evolução pessoal e intelectual de Lauterpacht e Lemkin, ambos estudantes de Direito na Universidade de Lviv, cada um dos quais considerado o pai do moderno Direito Internacional, ambos presentes em Nuremberga, alheios ao facto de que o homem que julgam - Hans Frank, governador-geral da Polónia ocupada - pode ter sido o responsável pelo assassínio da quase totalidade das suas famílias. Mas este livro é também a memória de uma família, com o autor a traçar a história do seu avô, uma vida envolta em segredos, com muitas perguntas e poucas ou nenhumas respostas, e da sua fuga pela Europa em face das atrocidades nazis.
Nº Páginas: 528
Sinopse:
Numa cidade hoje pouco conhecida, mas que foi um importante centro cultural da Europa de Leste, "a pequena Paris da Ucrânia", a um tempo chamada de Lemberg, Lwów, Lvov ou Lviv, consoante a potência ocupadora, uma estrada percorria-a de leste a oeste. Ao longo dessa estrada, em momentos diferentes, moraram três homens: Leon Buchholz, avô do autor, Hersch Lauterpacht, que viria a cunhar a expressão crimes contra a humanidade, e Rafael Lemkin, que criaria o conceito de genocídio, apresentados pela primeira vez nos julgamentos de Nuremberga. Este livro narra a evolução pessoal e intelectual de Lauterpacht e Lemkin, ambos estudantes de Direito na Universidade de Lviv, cada um dos quais considerado o pai do moderno Direito Internacional, ambos presentes em Nuremberga, alheios ao facto de que o homem que julgam - Hans Frank, governador-geral da Polónia ocupada - pode ter sido o responsável pelo assassínio da quase totalidade das suas famílias. Mas este livro é também a memória de uma família, com o autor a traçar a história do seu avô, uma vida envolta em segredos, com muitas perguntas e poucas ou nenhumas respostas, e da sua fuga pela Europa em face das atrocidades nazis.
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Edição: Set 2022
Nº Páginas: 144
Sinopse:
Ao longo de um mês, Hélder Silva e David Araújo viveram uma das experiências pessoais e profissionais mais enriquecedoras e marcantes das suas vidas. Na qualidade de enviados especiais da RTP, conseguiram entrar na Venezuela praticamente fechada à imprensa estrangeira numa aventura que se estendeu à savana colombiana e ao estado do Amazonas, onde vigora a lei da bala imposta pelo Exército de Libertação Nacional, composto por dissidentes das FARC. Recolheram testemunhos impressionantes de mulheres que vendem o próprio cabelo para comprarem bens de primeira necessidade; de pessoas às portas da morte sem acesso a medicamentos que lhes poderiam salvar a vida; de crianças que fazem apenas uma refeição por dia em Petare, em Caracas, na maior favela da América Latina; e ouviram o relato de um dos líderes dos colectivos, os grupos paramilitares fiéis ao regime de Nicolás Maduro, que, a meio da entrevista, puxou de uma faca de guerra. Este livro conta como, poucos dias depois de terem chegado a Caracas, os autores conseguiram entrevistar Juan Guaidó, o homem que grande parte do mundo reconheceu como presidente interino da Venezuela em 2019. E não termina sem um relato detalhado dos momentos de maior terror que viveram na fronteira da Venezuela com a Colômbia, onde, a 23 de fevereiro desse ano, os militares "bolivarianos" impediram a entrada de ajuda humanitária disparando sobre civis que tentavam levar comida, roupa e medicamentos para território venezuelano. David Araújo, inclusive, acabou por ser sequestrado pelos colectivos
Nº Páginas: 144
Sinopse:
Ao longo de um mês, Hélder Silva e David Araújo viveram uma das experiências pessoais e profissionais mais enriquecedoras e marcantes das suas vidas. Na qualidade de enviados especiais da RTP, conseguiram entrar na Venezuela praticamente fechada à imprensa estrangeira numa aventura que se estendeu à savana colombiana e ao estado do Amazonas, onde vigora a lei da bala imposta pelo Exército de Libertação Nacional, composto por dissidentes das FARC. Recolheram testemunhos impressionantes de mulheres que vendem o próprio cabelo para comprarem bens de primeira necessidade; de pessoas às portas da morte sem acesso a medicamentos que lhes poderiam salvar a vida; de crianças que fazem apenas uma refeição por dia em Petare, em Caracas, na maior favela da América Latina; e ouviram o relato de um dos líderes dos colectivos, os grupos paramilitares fiéis ao regime de Nicolás Maduro, que, a meio da entrevista, puxou de uma faca de guerra. Este livro conta como, poucos dias depois de terem chegado a Caracas, os autores conseguiram entrevistar Juan Guaidó, o homem que grande parte do mundo reconheceu como presidente interino da Venezuela em 2019. E não termina sem um relato detalhado dos momentos de maior terror que viveram na fronteira da Venezuela com a Colômbia, onde, a 23 de fevereiro desse ano, os militares "bolivarianos" impediram a entrada de ajuda humanitária disparando sobre civis que tentavam levar comida, roupa e medicamentos para território venezuelano. David Araújo, inclusive, acabou por ser sequestrado pelos colectivos
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Edição: Jul 2020
Nº Páginas: 104
Sinopse:
Em "Este Vírus Que Nos Enlouquece", Bernard-Henri Lévy contesta os que querem aproveitar o coronavírus para arrasar o que a civilização ocidental tem de melhor. Contra os que pretendem ver no vírus uma mensagem, contra o alarmismo do apocalipse, contra os obcecados pelo decrescimento e contra outros defensores da penitência, Lévy contesta a ideia de que no recomeço, após a pandemia, "nada deve ser como antes". Pelo contrário, contra um mundo refém do medo, temos de voltar à confiança do aperto de mão, dos abraços e das viagens. Neste livro, o filósofo denuncia a tentativa visível de utilização da pandemia pelos usurários da morte e pelos tiranos da obediência, cujo objectivo é estrangularem a liberdade dos cidadãos a coberto da urgência sanitária e do delírio higienista. Estamos perante o que chama "O Primeiro Medo Mundial" e um vento de loucura assola o planeta: este livro recorre ao pensamento, à história e à filosofia para nos ajudar a encarar com racionalidade uma pandemia que não é a primeira, nem foi a mais mortífera que a humanidade até hoje conheceu. Um livro em defesa da vida em toda a sua plenitude, convivial, amorosa, política. Um livro em defesa das portas da liberdade que são aeroportos, viagens, cosmopolitismo e comércio.
Nº Páginas: 104
Sinopse:
Em "Este Vírus Que Nos Enlouquece", Bernard-Henri Lévy contesta os que querem aproveitar o coronavírus para arrasar o que a civilização ocidental tem de melhor. Contra os que pretendem ver no vírus uma mensagem, contra o alarmismo do apocalipse, contra os obcecados pelo decrescimento e contra outros defensores da penitência, Lévy contesta a ideia de que no recomeço, após a pandemia, "nada deve ser como antes". Pelo contrário, contra um mundo refém do medo, temos de voltar à confiança do aperto de mão, dos abraços e das viagens. Neste livro, o filósofo denuncia a tentativa visível de utilização da pandemia pelos usurários da morte e pelos tiranos da obediência, cujo objectivo é estrangularem a liberdade dos cidadãos a coberto da urgência sanitária e do delírio higienista. Estamos perante o que chama "O Primeiro Medo Mundial" e um vento de loucura assola o planeta: este livro recorre ao pensamento, à história e à filosofia para nos ajudar a encarar com racionalidade uma pandemia que não é a primeira, nem foi a mais mortífera que a humanidade até hoje conheceu. Um livro em defesa da vida em toda a sua plenitude, convivial, amorosa, política. Um livro em defesa das portas da liberdade que são aeroportos, viagens, cosmopolitismo e comércio.
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Edição: Nov 2015
Nº Páginas: 288
Sinopse:
Uma viagem histórica pelos 365 dias do ano, em que se revisitam alguns dos eventos mais significativos de Portugal e do mundo.A execução de Inês de Castro por ordem de D. Afonso IV, pai de D. Pedro, foi um dos momentos mais marcantes da História de Portugal. A descoberta de quatro luas de Júpiter por Galileu e o estabelecimento da primeira ligação telefónica transatlântica, que reduziu a distância de Nova Iorque para Londres, são eventos determinantes na História Universal. O que têm em comum estes acontecimentos tão diferentes, separados por séculos? A data em que ocorreram: 7 de janeiro.Tem curiosidade em saber que episódios históricos fundamentais ocorreram nas datas especiais da sua vida?Com Este Dia na História poderá descobri-lo. Resultado de uma investigação cuidada do jornalista João Bonifácio, e escrito numa linguagem acessível, este livro mostra-lhe factos admiráveis ocorridos no mesmo dia e que juntam protagonistas tão diferentes como, por exemplo, Sophia de Mello Breyner, Charlie Chaplin, D. Afonso Henriques e Cristiano Ronaldo.Este Dia na História é a leitura perfeita para todos os dias do ano. "Este livro não ambiciona ser uma História de Portugal e do Mundo, embora queira, de forma leve, recuperar os eventos mais importantes do nosso passado. (…) Se muitas entradas são sobre a História de Portugal, outras referem-se ao mundo todo - e versam conquistas e descobertas, invenções e figuras determinantes. (…) Que vos entretenha e que vos elucide, que complexifique a ideia que tinham de Portugal e do mundo, e que vos divirta tanto quanto me divertiu pesquisá-lo em livros e jornais antigos - é o que espero que este livro faça."João Bonifácio
Nº Páginas: 288
Sinopse:
Uma viagem histórica pelos 365 dias do ano, em que se revisitam alguns dos eventos mais significativos de Portugal e do mundo.A execução de Inês de Castro por ordem de D. Afonso IV, pai de D. Pedro, foi um dos momentos mais marcantes da História de Portugal. A descoberta de quatro luas de Júpiter por Galileu e o estabelecimento da primeira ligação telefónica transatlântica, que reduziu a distância de Nova Iorque para Londres, são eventos determinantes na História Universal. O que têm em comum estes acontecimentos tão diferentes, separados por séculos? A data em que ocorreram: 7 de janeiro.Tem curiosidade em saber que episódios históricos fundamentais ocorreram nas datas especiais da sua vida?Com Este Dia na História poderá descobri-lo. Resultado de uma investigação cuidada do jornalista João Bonifácio, e escrito numa linguagem acessível, este livro mostra-lhe factos admiráveis ocorridos no mesmo dia e que juntam protagonistas tão diferentes como, por exemplo, Sophia de Mello Breyner, Charlie Chaplin, D. Afonso Henriques e Cristiano Ronaldo.Este Dia na História é a leitura perfeita para todos os dias do ano. "Este livro não ambiciona ser uma História de Portugal e do Mundo, embora queira, de forma leve, recuperar os eventos mais importantes do nosso passado. (…) Se muitas entradas são sobre a História de Portugal, outras referem-se ao mundo todo - e versam conquistas e descobertas, invenções e figuras determinantes. (…) Que vos entretenha e que vos elucide, que complexifique a ideia que tinham de Portugal e do mundo, e que vos divirta tanto quanto me divertiu pesquisá-lo em livros e jornais antigos - é o que espero que este livro faça."João Bonifácio
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Edição: Set 2020
Nº Páginas: 288
Sinopse:
Escrito em co-autoria pelo aclamado realizador Oliver Stone. De acordo com o Relógio do Juízo Final, um contador simbólico que reflete a perigosidade do mundo, mantido pelo Bulletin of the Atomic Scientists, nos últimos anos estivemos mais perto de um Armagedão nuclear do que durante toda a Guerra Fria. Vivemos tempos históricos e disso não restam dúvidas. Como se ergueu o impensável em que agora vivemos? A resposta poderá ser encontrada nas transformações a nível mundial que ocorreram entre os anos de 2012 e 2018, e que tiveram os Estados (des)Unidos da América como ator principal. Da autoria de Oliver Stone e Peter Kuznick, este livro relata-nos esse período da vida do país, com foco na sua política externa, nas relações com os diferentes países do Médio Oriente e nas tensões mais evidentes com a China, a Coreia do Norte e a Rússia. Relatando o fim da era Obama e a ascensão de Trump, esta obra traz-nos um melhor entendimento de como o populismo se tornou o cerne da atual vida política. Mesmo que muitas vezes sejam referidos factos que se podem confundir com ficção, este é um livro que nos relata a dura realidade que foi (e é) percorrer o caminho para o momento que agora se vive. "Andávamos às voltas, para a frente e para trás. E então apaixonámo-nos, OK? Não, a sério. Ele escreveu-me cartas muito bonitas, e são ótimas cartas. Apaixonámo-nos." - Declarações de Donald Trump em setembro de 2018, referindo-se ao líder da Coreia do Norte, Kim Jong-un A continuação e conclusão do monumental trabalho iniciado pelo historiador e pelo cineasta, que resultou no livro "História Não Contada dos Estados Unidos", publicado pela Vogais, e num documentário com dez episódios.
Nº Páginas: 288
Sinopse:
Escrito em co-autoria pelo aclamado realizador Oliver Stone. De acordo com o Relógio do Juízo Final, um contador simbólico que reflete a perigosidade do mundo, mantido pelo Bulletin of the Atomic Scientists, nos últimos anos estivemos mais perto de um Armagedão nuclear do que durante toda a Guerra Fria. Vivemos tempos históricos e disso não restam dúvidas. Como se ergueu o impensável em que agora vivemos? A resposta poderá ser encontrada nas transformações a nível mundial que ocorreram entre os anos de 2012 e 2018, e que tiveram os Estados (des)Unidos da América como ator principal. Da autoria de Oliver Stone e Peter Kuznick, este livro relata-nos esse período da vida do país, com foco na sua política externa, nas relações com os diferentes países do Médio Oriente e nas tensões mais evidentes com a China, a Coreia do Norte e a Rússia. Relatando o fim da era Obama e a ascensão de Trump, esta obra traz-nos um melhor entendimento de como o populismo se tornou o cerne da atual vida política. Mesmo que muitas vezes sejam referidos factos que se podem confundir com ficção, este é um livro que nos relata a dura realidade que foi (e é) percorrer o caminho para o momento que agora se vive. "Andávamos às voltas, para a frente e para trás. E então apaixonámo-nos, OK? Não, a sério. Ele escreveu-me cartas muito bonitas, e são ótimas cartas. Apaixonámo-nos." - Declarações de Donald Trump em setembro de 2018, referindo-se ao líder da Coreia do Norte, Kim Jong-un A continuação e conclusão do monumental trabalho iniciado pelo historiador e pelo cineasta, que resultou no livro "História Não Contada dos Estados Unidos", publicado pela Vogais, e num documentário com dez episódios.
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Edição: Jun 2021
Nº Páginas: 296
Sinopse:
"Na verdade, é a "liberdade" que está em questão nesta obra. É a liberdade que se opõe ao absolutismo, mas também quando, na polémica sobre a Instrução Pública, os liberais mais coerentes pretendem criar (sem o conseguir) um novo edifício, baseado na cidadania, para substituir o do hierarquizado "Antigo Regime". É a liberdade que está em causa quando, em nome da "ordem" e perante a guerrilha liberal, outra vez saída do Porto, o absolutismo miguelista castiga, com o apoio da libertinagem de rua, os alegados estudantes radicais e "criminosos" (defensores, a seu modo, da liberdade), com uma execução exemplar. E é, enfim, também a liberdade, mas a liberdade económica - ideia utilizada por liberais, mas também por antiliberais - que se propõe em favor do desenvolvimento, mas também indiciadora da luta pelos interesses privados. "Liberdade" é, pois, uma palavra nobre, polissémica e ambígua. É nessa múltipla significação que o liberalismo, seu defensor contra a monarquia absoluta, a usa e dela abusa para fins privados. Essa palavra, "liberdade", é, pois, o que analisei neste discurso histórico, sempre cheio de interrogações. Será um conceito sempre a rever, no período que abordamos e nos dias que correm." "Da Introdução" "Na linha da obra que ora tenho a honra de apresentar urge estudar, investigar, mas também desenvolver a ação pedagógica, no sentido da melhor historiografia, sem tentações "presentistas". É o devir que constitui a História. Daí a importância do conhecimento e da perspetiva crítica. Eis a matéria-prima de que se faz este livro, sobre sementes perenes de modernidade." "Do Prefácio de Guilherme d’Oliveira Martins"
Nº Páginas: 296
Sinopse:
"Na verdade, é a "liberdade" que está em questão nesta obra. É a liberdade que se opõe ao absolutismo, mas também quando, na polémica sobre a Instrução Pública, os liberais mais coerentes pretendem criar (sem o conseguir) um novo edifício, baseado na cidadania, para substituir o do hierarquizado "Antigo Regime". É a liberdade que está em causa quando, em nome da "ordem" e perante a guerrilha liberal, outra vez saída do Porto, o absolutismo miguelista castiga, com o apoio da libertinagem de rua, os alegados estudantes radicais e "criminosos" (defensores, a seu modo, da liberdade), com uma execução exemplar. E é, enfim, também a liberdade, mas a liberdade económica - ideia utilizada por liberais, mas também por antiliberais - que se propõe em favor do desenvolvimento, mas também indiciadora da luta pelos interesses privados. "Liberdade" é, pois, uma palavra nobre, polissémica e ambígua. É nessa múltipla significação que o liberalismo, seu defensor contra a monarquia absoluta, a usa e dela abusa para fins privados. Essa palavra, "liberdade", é, pois, o que analisei neste discurso histórico, sempre cheio de interrogações. Será um conceito sempre a rever, no período que abordamos e nos dias que correm." "Da Introdução" "Na linha da obra que ora tenho a honra de apresentar urge estudar, investigar, mas também desenvolver a ação pedagógica, no sentido da melhor historiografia, sem tentações "presentistas". É o devir que constitui a História. Daí a importância do conhecimento e da perspetiva crítica. Eis a matéria-prima de que se faz este livro, sobre sementes perenes de modernidade." "Do Prefácio de Guilherme d’Oliveira Martins"
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Edição: Jun 2015
Nº Páginas: 104
Sinopse:
O que são, afinal, a esquerda e a direita políticas? Trata-se de conceitos estanques, flutuantes, ou relativos? Quando foi que começámos a usar estes termos para designar enquadramentos políticos? Esquerda e direita: Guia histórico para o século XXI é um ensaio historiográfico, político e filosófico no qual Rui Tavares responde a estas questões e explica por que razão a terminologia "esquerda / direita" não só continua a ser relevante, como poderá fazer hoje mais sentido do que nunca.
Nº Páginas: 104
Sinopse:
O que são, afinal, a esquerda e a direita políticas? Trata-se de conceitos estanques, flutuantes, ou relativos? Quando foi que começámos a usar estes termos para designar enquadramentos políticos? Esquerda e direita: Guia histórico para o século XXI é um ensaio historiográfico, político e filosófico no qual Rui Tavares responde a estas questões e explica por que razão a terminologia "esquerda / direita" não só continua a ser relevante, como poderá fazer hoje mais sentido do que nunca.
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Edição: Abr 2019
Nº Páginas: 168
Sinopse:
Seis nomes sem biografia, encontrados no virar de uma página, são como seis cadáveres desconhecidos. Objetos de curiosidade mórbida e de indignação momentânea, que depressa acabam esquecidos. A 25 de Abril de 1974, cinco portugueses, quatro civis e um funcionário da PIDE, morreram na rua António Maria Cardoso; no dia seguinte, um agente da PSP foi assassinado no Largo de Camões. Fala-nos de João Guilherme de Rego Arruda, José James Harteley Barneto, Fernando Luís Barreiros dos Reis, Fernando Carvalho Giesteira, António Lage e Manuel Cândido Martins Costa. "Esquecidos em Abril" é uma investigação jornalística que dá corpo à memória dos mortos do golpe de Estado, pela primeira vez em 45 anos, expondo o mito da Revolução sem Sangue, que habita grande parte da consciência coletiva nacional. Nem todo o encarnado do "dia inicial inteiro e limpo" pertenceu aos cravos nos canos das espingardas.
Nº Páginas: 168
Sinopse:
Seis nomes sem biografia, encontrados no virar de uma página, são como seis cadáveres desconhecidos. Objetos de curiosidade mórbida e de indignação momentânea, que depressa acabam esquecidos. A 25 de Abril de 1974, cinco portugueses, quatro civis e um funcionário da PIDE, morreram na rua António Maria Cardoso; no dia seguinte, um agente da PSP foi assassinado no Largo de Camões. Fala-nos de João Guilherme de Rego Arruda, José James Harteley Barneto, Fernando Luís Barreiros dos Reis, Fernando Carvalho Giesteira, António Lage e Manuel Cândido Martins Costa. "Esquecidos em Abril" é uma investigação jornalística que dá corpo à memória dos mortos do golpe de Estado, pela primeira vez em 45 anos, expondo o mito da Revolução sem Sangue, que habita grande parte da consciência coletiva nacional. Nem todo o encarnado do "dia inicial inteiro e limpo" pertenceu aos cravos nos canos das espingardas.
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Edição: Jun 2015
Nº Páginas: 440
Sinopse:
"É possível, senhor, que para se castigar qualquer delinquente, posto que notoriamente o seja, e para se condenar alguém em quatro ou seis mil réis, não podem as justiças e não costuma Vossa Alteza dar sentença, nem tomar resolução, sem ouvir ou sem citar as partes ambas; e agora se castigam tantos milhares de pessoas na perda da honra, da pátria, dos ofícios e da fazenda, sem os ouvir, e sem lhes mandar que respondam? Sirva-se Vossa Alteza de considerar que quando se procede contra partes não ouvidas, ainda que se pronuncie o que é justiça, sempre se procede sem justiça." Padre António Vieira
Nº Páginas: 440
Sinopse:
"É possível, senhor, que para se castigar qualquer delinquente, posto que notoriamente o seja, e para se condenar alguém em quatro ou seis mil réis, não podem as justiças e não costuma Vossa Alteza dar sentença, nem tomar resolução, sem ouvir ou sem citar as partes ambas; e agora se castigam tantos milhares de pessoas na perda da honra, da pátria, dos ofícios e da fazenda, sem os ouvir, e sem lhes mandar que respondam? Sirva-se Vossa Alteza de considerar que quando se procede contra partes não ouvidas, ainda que se pronuncie o que é justiça, sempre se procede sem justiça." Padre António Vieira
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Edição: Nov 2017
Nº Páginas: 128
Sinopse:
Que sabemos nós sobre a história da escravatura dos africanos? E sobre o envolvimento de Portugal nessa história? Este livro constrói-se à volta de 24 questões e respectivas respostas, que irão permitir ao leitor ver que a história da escravatura é muito menos linear do que parece à primeira vista, que é mais surpreendente do que lhe fizeram crer e que não se dá bem com apressadas e vesgas culpabilizações.
Nº Páginas: 128
Sinopse:
Que sabemos nós sobre a história da escravatura dos africanos? E sobre o envolvimento de Portugal nessa história? Este livro constrói-se à volta de 24 questões e respectivas respostas, que irão permitir ao leitor ver que a história da escravatura é muito menos linear do que parece à primeira vista, que é mais surpreendente do que lhe fizeram crer e que não se dá bem com apressadas e vesgas culpabilizações.
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Edição: Set 2018
Nº Páginas: 752
Sinopse:
Este instinto para recorrer a todos os meios, mesmo os mais violentos para defender o povo judeu está incrustado no ADN de Israel. Desde a fundação do Estado de Israel em 1948, proteger a nação constitui a responsabilidade dos serviços secretos e das forças armadas, e existe uma arma no seu vasto arsenal que tem sido usada para eliminar as ameaças mais graves: os assassínios seletivos foram utilizados com frequência, contra inimigos de todas as dimensões, umas vezes em resposta a ataques contra o povo israelita, outras como medida preventiva. Bergman contou com a colaboração extraordinariamente rara de muitos dos atuais e antigos membros do governo israelita, como os primeiros-ministros Shimon Peres, Ehud Barak, Ariel Sharon e Benjamin Netanyahu, assim como de altos quadros dos serviços militar e de espionagem do país: Forças de Defesa de Israel (FDI), Mossad (os serviços secretos mais temidos do mundo), Cesareia (uma «Mossad dentro da Mossad» que realiza os ataques aos alvos mais mais relevantes) e Shin Bet (uma agência de segurança interna que realizou a maior campanha de assassínios seletivos de sempre, de maneira a pôr cobro a algo que parecia imparável: o terrorismo suicida). Incluindo histórias até hoje desconhecidas sobre os bastidores de operações especiais e baseando-se em centena de entrevistas oficiais e em milhares de arquivos aos quais Bergman teve acesso exclusivo durante décadas de experiência jornalística, este livro leva-os ao cerne das atividades mais secretas de Israel. Da fundação do Estado de Israel à atualidade, Bergman evoca os acontecimentos terríveis e as espinhosas questões éticas subjacentes à campanha de assassínios seletivos, que marcaram a nação israelita, o Médio Oriente e o mundo inteiro.
Nº Páginas: 752
Sinopse:
Este instinto para recorrer a todos os meios, mesmo os mais violentos para defender o povo judeu está incrustado no ADN de Israel. Desde a fundação do Estado de Israel em 1948, proteger a nação constitui a responsabilidade dos serviços secretos e das forças armadas, e existe uma arma no seu vasto arsenal que tem sido usada para eliminar as ameaças mais graves: os assassínios seletivos foram utilizados com frequência, contra inimigos de todas as dimensões, umas vezes em resposta a ataques contra o povo israelita, outras como medida preventiva. Bergman contou com a colaboração extraordinariamente rara de muitos dos atuais e antigos membros do governo israelita, como os primeiros-ministros Shimon Peres, Ehud Barak, Ariel Sharon e Benjamin Netanyahu, assim como de altos quadros dos serviços militar e de espionagem do país: Forças de Defesa de Israel (FDI), Mossad (os serviços secretos mais temidos do mundo), Cesareia (uma «Mossad dentro da Mossad» que realiza os ataques aos alvos mais mais relevantes) e Shin Bet (uma agência de segurança interna que realizou a maior campanha de assassínios seletivos de sempre, de maneira a pôr cobro a algo que parecia imparável: o terrorismo suicida). Incluindo histórias até hoje desconhecidas sobre os bastidores de operações especiais e baseando-se em centena de entrevistas oficiais e em milhares de arquivos aos quais Bergman teve acesso exclusivo durante décadas de experiência jornalística, este livro leva-os ao cerne das atividades mais secretas de Israel. Da fundação do Estado de Israel à atualidade, Bergman evoca os acontecimentos terríveis e as espinhosas questões éticas subjacentes à campanha de assassínios seletivos, que marcaram a nação israelita, o Médio Oriente e o mundo inteiro.
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Edição: Mar 2015
Nº Páginas: 160
Sinopse:
Saberá o leitor quem foi, de facto, Viriato? O que trazia a Rainha Santa Isabel no regaço aquando do milagre das rosas, sabe? E o feito de Martim Moniz, será lenda? Conhece a verdadeira história de brites de almeida, a padeira de Aljubarrota? Este livro não tem como missão (se alguma missão tem) revelar quaisquer falsificações, omissões, ocultações ou erros que os historiadores pratiquem, consciente ou inconscientemente. Nem para tal eu tenho competência ou mandato. Este livro tem outro objetivo. É o de esclarecer temas e assuntos da História portuguesa que são popularmente alvo de erros, de preconceitos e de equívocos na sua interpretação comum. Dito de outra forma, o objetivo deste livro é o de afirmar a verdade histórica de determinados assuntos que têm sido alvo de deturpação ao longo do tempo. Não se pretende desfazer alegadas falsidades forjadas pelos historiadores por motivos tenebrosos, mas antes repor os factos tal como são (à luz dos atuais conhecimentos historiográficos) desfazendo mitos vulgares, que popularmente sobre eles ainda pendem.
Nº Páginas: 160
Sinopse:
Saberá o leitor quem foi, de facto, Viriato? O que trazia a Rainha Santa Isabel no regaço aquando do milagre das rosas, sabe? E o feito de Martim Moniz, será lenda? Conhece a verdadeira história de brites de almeida, a padeira de Aljubarrota? Este livro não tem como missão (se alguma missão tem) revelar quaisquer falsificações, omissões, ocultações ou erros que os historiadores pratiquem, consciente ou inconscientemente. Nem para tal eu tenho competência ou mandato. Este livro tem outro objetivo. É o de esclarecer temas e assuntos da História portuguesa que são popularmente alvo de erros, de preconceitos e de equívocos na sua interpretação comum. Dito de outra forma, o objetivo deste livro é o de afirmar a verdade histórica de determinados assuntos que têm sido alvo de deturpação ao longo do tempo. Não se pretende desfazer alegadas falsidades forjadas pelos historiadores por motivos tenebrosos, mas antes repor os factos tal como são (à luz dos atuais conhecimentos historiográficos) desfazendo mitos vulgares, que popularmente sobre eles ainda pendem.
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Edição: Out 2009
Nº Páginas: 344
Sinopse:
Uma antologia das melhores entrevistas realizadas por jornalistas da histórica revista literária 'Paris Review', traduzidas por Carlos Vaz Marques. Entrevistas únicas a escritores como Jorge Luis Borges, Ernest Hemingway, William Faulkner, Jack Kerouac, Graham Greene, entre vários outros. "...a Paris Review tem mostrado a personagem por trás de cada colecção de personagens que alimentam uma obra." Expresso, atual.
Nº Páginas: 344
Sinopse:
Uma antologia das melhores entrevistas realizadas por jornalistas da histórica revista literária 'Paris Review', traduzidas por Carlos Vaz Marques. Entrevistas únicas a escritores como Jorge Luis Borges, Ernest Hemingway, William Faulkner, Jack Kerouac, Graham Greene, entre vários outros. "...a Paris Review tem mostrado a personagem por trás de cada colecção de personagens que alimentam uma obra." Expresso, atual.
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Edição: Abr 2003
Nº Páginas: 262
Sinopse:
Prefácio de Fernando Rosas Trata-se de uma compilação das célebres entrevistas do futuro "ministro" da propaganda do Estado Novo a Salazar que vieram ao lume no "Diário de Notícias", na década de 30. Esta publicação tem oito entrevistas realizadas a Salazar, os anexos "O Ditador e a Multidão" e "A Política do Espírito", para além de integrar também alguns textos do estadista.
Nº Páginas: 262
Sinopse:
Prefácio de Fernando Rosas Trata-se de uma compilação das célebres entrevistas do futuro "ministro" da propaganda do Estado Novo a Salazar que vieram ao lume no "Diário de Notícias", na década de 30. Esta publicação tem oito entrevistas realizadas a Salazar, os anexos "O Ditador e a Multidão" e "A Política do Espírito", para além de integrar também alguns textos do estadista.
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Edição: Jan 2017
Nº Páginas: 248
Sinopse:
O que têm em comum Manuel Gomes de Elvas, o escravo que se tornou fidalgo, Francisca Coronel, a freira insubmissa encarcerada no convento, Luís Gomes da Mata, o correio-mor e Anne Armande du Verger, a espia francesa, amante do rei D. Pedro II e avó do primeiro duque de Lafões, Pedro Henrique de Bragança? São todos membros de uma família a quem os portugueses devem parte do seu património e cuja história é o tema deste livro. Nele se incluem alguns episódios surpreendentes do passado português: desde a peculiar obsessão do herdeiro da coroa, D. Sebastião, que o levou ao desastre de Alcácer-Quibir até ao fascínio da família real pelos autos de fé, passando pelos amores licenciosos nos conventos e os horrores da Inquisição - e, como pano de fundo, os esforços e o engenho de uma família que conseguiu sobreviver aos tumultos da nossa história. Assente em factos verdadeiros, numa investigação que levou a autora aos Arquivos Secretos do Vaticano e a outros arquivos nacionais e internacionais, o livro acompanha diversos momentos marcantes da história de Portugal, como a batalha de Alcácer-Quibir e as suas funestas consequências, a dominação filipina que se lhe seguiu, a ação persecutória do Santo Ofício, as invasões francesas e as guerras liberais.
Nº Páginas: 248
Sinopse:
O que têm em comum Manuel Gomes de Elvas, o escravo que se tornou fidalgo, Francisca Coronel, a freira insubmissa encarcerada no convento, Luís Gomes da Mata, o correio-mor e Anne Armande du Verger, a espia francesa, amante do rei D. Pedro II e avó do primeiro duque de Lafões, Pedro Henrique de Bragança? São todos membros de uma família a quem os portugueses devem parte do seu património e cuja história é o tema deste livro. Nele se incluem alguns episódios surpreendentes do passado português: desde a peculiar obsessão do herdeiro da coroa, D. Sebastião, que o levou ao desastre de Alcácer-Quibir até ao fascínio da família real pelos autos de fé, passando pelos amores licenciosos nos conventos e os horrores da Inquisição - e, como pano de fundo, os esforços e o engenho de uma família que conseguiu sobreviver aos tumultos da nossa história. Assente em factos verdadeiros, numa investigação que levou a autora aos Arquivos Secretos do Vaticano e a outros arquivos nacionais e internacionais, o livro acompanha diversos momentos marcantes da história de Portugal, como a batalha de Alcácer-Quibir e as suas funestas consequências, a dominação filipina que se lhe seguiu, a ação persecutória do Santo Ofício, as invasões francesas e as guerras liberais.
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Edição: Set 2011
Nº Páginas: 152
Sinopse:
A actualidade deste livro não resulta somente da crise do tempo presente. Desde a Antiguidade se sabe que o compromisso com a "coisa pública" exige desinteresse e virtude, ética frequentemente desmentida pela história concreta do Homem. Daí a permanente tensão entre a idealidade e a prática, pano de fundo que possibilita avanços e recuos num percurso em que, entre o consenso e a contradição, o optimismo épico da aventura humana não raro desagua no seu oposto. O livro que agora vem a lume constitui uma síntese desse itinerário, tendo como eixo a história da ideia de "res publica", bem como as suas relações com todas as demais que, combatendo o que conduz ao arbítrio e ao servilismo perante os poderes, potenciam a elevação dos indivíduos à participação cívica.
Nº Páginas: 152
Sinopse:
A actualidade deste livro não resulta somente da crise do tempo presente. Desde a Antiguidade se sabe que o compromisso com a "coisa pública" exige desinteresse e virtude, ética frequentemente desmentida pela história concreta do Homem. Daí a permanente tensão entre a idealidade e a prática, pano de fundo que possibilita avanços e recuos num percurso em que, entre o consenso e a contradição, o optimismo épico da aventura humana não raro desagua no seu oposto. O livro que agora vem a lume constitui uma síntese desse itinerário, tendo como eixo a história da ideia de "res publica", bem como as suas relações com todas as demais que, combatendo o que conduz ao arbítrio e ao servilismo perante os poderes, potenciam a elevação dos indivíduos à participação cívica.
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Edição: Out 2019
Nº Páginas: 376
Sinopse:
Preocupada em entender como será crescer no mundo do século xxi, com os registos de mal-estar emocional e psicológico vivido em Portugal e com os milhões de deslocados por guerras ou alterações climáticas, Maria Palha quis perceber como podemos apoiar as futuras gerações a quebrarem estes ciclos de sofrimento e a serem emocionalmente mais saudáveis na sua relação consigo mesmas, com os outros e com o planeta. Para isso, entrevistou centenas de especialistas que assistem diariamente a estes movimentos: crianças dos 5 aos 12 anos, oriundas de 13 países diferentes, recolhendo as suas preocupações e sugestões do que todos devemos fazer para reforçar e levar a cabo o que nos define e distingue enquanto espécie: as emoções. Com a ajuda destas crianças, foi possível criar este kit de saúde emocional que dá voz aos temas que mais as inquietam, ajudando miúdos e graúdos a refletir sobre o tipo de sociedade que estamos a construir para as futuras gerações. Aliando técnicas lúdicas e pedagógicas a uma série de práticas usadas por famílias de diferentes culturas, este kit ajuda-nos a ser os adultos de que as crianças precisam e a apoiar o crescimento de gerações com maior autoconhecimento, com melhores relações com os outros e com interações mais significativas com o planeta. Por um mundo mais humano, por um futuro sustentável e pelo bemestar comum, é urgente emocionarmo-nos.
Nº Páginas: 376
Sinopse:
Preocupada em entender como será crescer no mundo do século xxi, com os registos de mal-estar emocional e psicológico vivido em Portugal e com os milhões de deslocados por guerras ou alterações climáticas, Maria Palha quis perceber como podemos apoiar as futuras gerações a quebrarem estes ciclos de sofrimento e a serem emocionalmente mais saudáveis na sua relação consigo mesmas, com os outros e com o planeta. Para isso, entrevistou centenas de especialistas que assistem diariamente a estes movimentos: crianças dos 5 aos 12 anos, oriundas de 13 países diferentes, recolhendo as suas preocupações e sugestões do que todos devemos fazer para reforçar e levar a cabo o que nos define e distingue enquanto espécie: as emoções. Com a ajuda destas crianças, foi possível criar este kit de saúde emocional que dá voz aos temas que mais as inquietam, ajudando miúdos e graúdos a refletir sobre o tipo de sociedade que estamos a construir para as futuras gerações. Aliando técnicas lúdicas e pedagógicas a uma série de práticas usadas por famílias de diferentes culturas, este kit ajuda-nos a ser os adultos de que as crianças precisam e a apoiar o crescimento de gerações com maior autoconhecimento, com melhores relações com os outros e com interações mais significativas com o planeta. Por um mundo mais humano, por um futuro sustentável e pelo bemestar comum, é urgente emocionarmo-nos.
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Edição: Mai 2014
Nº Páginas: 400
Sinopse:
A 27 de Maio de 1977, uma manifestação contra o MPLA levou ao massacre de milhares, senão dezenas de milhares, de pessoas. Hoje, praticamente não se fala desta tragédia em Angola; no estrangeiro, ninguém sabe sequer da sua existência. A jornalista Lara Pawson investigou os acontecimentos, e considerou-os em tudo equivalentes "aos massacres ordenados por Robert Mugabe, [...] e aos assassínios em massa da ditadura de Pinochet". Entre Londres, Luanda e Lisboa, Pawson conseguiu o que até aqui nunca fora possível: passados 40 anos, vítimas e testemunhas - ainda hoje sob a tensão do medo -, e até mesmo alguns dos carrascos, decidiram falar sobre o massacre, numa série de empolgantes entrevistas. João Van Dúnem, irmão de José, um dos líderes da revolta, bem como actuais membros da elite angolana - por exemplo, Ndunduma Wé Lépi, ex-director do Jornal de Angola, ou Aníbal João da Silva Melo, deputado à Assembleia Nacional pelo MPLA - contam-se entre os muitos testemunhos que a autora reuniu. Uma leitura indispensável para a história do massacre e suas sequelas, mas também para o melhor entendimento da actualidade angolana.
Nº Páginas: 400
Sinopse:
A 27 de Maio de 1977, uma manifestação contra o MPLA levou ao massacre de milhares, senão dezenas de milhares, de pessoas. Hoje, praticamente não se fala desta tragédia em Angola; no estrangeiro, ninguém sabe sequer da sua existência. A jornalista Lara Pawson investigou os acontecimentos, e considerou-os em tudo equivalentes "aos massacres ordenados por Robert Mugabe, [...] e aos assassínios em massa da ditadura de Pinochet". Entre Londres, Luanda e Lisboa, Pawson conseguiu o que até aqui nunca fora possível: passados 40 anos, vítimas e testemunhas - ainda hoje sob a tensão do medo -, e até mesmo alguns dos carrascos, decidiram falar sobre o massacre, numa série de empolgantes entrevistas. João Van Dúnem, irmão de José, um dos líderes da revolta, bem como actuais membros da elite angolana - por exemplo, Ndunduma Wé Lépi, ex-director do Jornal de Angola, ou Aníbal João da Silva Melo, deputado à Assembleia Nacional pelo MPLA - contam-se entre os muitos testemunhos que a autora reuniu. Uma leitura indispensável para a história do massacre e suas sequelas, mas também para o melhor entendimento da actualidade angolana.
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Edição: Nov 2015
Nº Páginas: 240
Sinopse:
O primeiro livro a fazer o balanço dos 150 anos do Grupo Espírito Santo: desde a sua fundação, com José Maria Espírito Santo, ainda no século XIX, até ao fim, entre 2013 e 2014. Escrita por Luciano Amaral, especialista em história económica portuguesa, esta obra conta a estratégia de crescimento do Grupo durante grande parte do século XX, até ao 25 de Abril. O regresso a Portugal, uma década após a sua nacionalização, foi um enorme sucesso, embora escondesse problemas estruturais que viriam a determinar a catástrofe final do Grupo.
Nº Páginas: 240
Sinopse:
O primeiro livro a fazer o balanço dos 150 anos do Grupo Espírito Santo: desde a sua fundação, com José Maria Espírito Santo, ainda no século XIX, até ao fim, entre 2013 e 2014. Escrita por Luciano Amaral, especialista em história económica portuguesa, esta obra conta a estratégia de crescimento do Grupo durante grande parte do século XX, até ao 25 de Abril. O regresso a Portugal, uma década após a sua nacionalização, foi um enorme sucesso, embora escondesse problemas estruturais que viriam a determinar a catástrofe final do Grupo.
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Edição: Jun 2023
Nº Páginas: 208
Sinopse:
Em 2019, o Papa Francisco reuniu bispos do mundo inteiro para combater o flagelo dos abusos sexuais por membros do clero. Só dois anos depois é que a Igreja portuguesa decidiu apurar a dimensão destes crimes no nosso país. A investigação do caso português foi então entregue a uma Comissão Independente, à semelhança do que já tinha acontecido noutros pontos do globo, em certos casos há mais de duas décadas. Enfrentando maior ou menor resistência, as conclusões desses estudos foram avassaladoras um pouco por todo o mundo - tanto pelo lado das vítimas, quase sempre descredibilizadas e carregando traumas para a vida, como pelo lado dos agressores, recorrentemente protegidos por uma estrutura de poder eclesiástico impenetrável. Em Portugal, quando finalmente foi levantado o pesado manto do silêncio, o retrato descoberto não foi menos chocante. "Em Nome do Pai" retrata um dos maiores abalos sofridos pela Igreja ao longo da sua história, situando o exemplo português e as suas particularidades, desde as histórias das vítimas ao perfil dos agressores, no contexto de um movimento internacional desencadeado pela própria Igreja, simultaneamente o motor e o travão das mudanças que se esperam de uma instituição dividida e avessa a transformações profundas.
Nº Páginas: 208
Sinopse:
Em 2019, o Papa Francisco reuniu bispos do mundo inteiro para combater o flagelo dos abusos sexuais por membros do clero. Só dois anos depois é que a Igreja portuguesa decidiu apurar a dimensão destes crimes no nosso país. A investigação do caso português foi então entregue a uma Comissão Independente, à semelhança do que já tinha acontecido noutros pontos do globo, em certos casos há mais de duas décadas. Enfrentando maior ou menor resistência, as conclusões desses estudos foram avassaladoras um pouco por todo o mundo - tanto pelo lado das vítimas, quase sempre descredibilizadas e carregando traumas para a vida, como pelo lado dos agressores, recorrentemente protegidos por uma estrutura de poder eclesiástico impenetrável. Em Portugal, quando finalmente foi levantado o pesado manto do silêncio, o retrato descoberto não foi menos chocante. "Em Nome do Pai" retrata um dos maiores abalos sofridos pela Igreja ao longo da sua história, situando o exemplo português e as suas particularidades, desde as histórias das vítimas ao perfil dos agressores, no contexto de um movimento internacional desencadeado pela própria Igreja, simultaneamente o motor e o travão das mudanças que se esperam de uma instituição dividida e avessa a transformações profundas.
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Edição: Set 2019
Nº Páginas: 608
Sinopse:
O modo como se processaram as últimas campanhas militares ultramarinas, entre 1954 e 1975, está longe de ser consensual na sociedade portuguesa. Bem pelo contrário, tem-na dividido profunda e transversalmente. É por isso que, tanto tempo depois, se torna imperioso encontrar consensos baseados na correcta interpretação dos factos históricos e nas verdadeiras intenções dos principais protagonistas do momento. Só assim Portugal poderá construir equilibradamente o seu futuro, com base no que só uma síntese de ilações acertadas a este respeito pode proporcionar. "Em Nome da Pátria" aborda os controversos temas da sustentabilidade das operações militares e das razões que levaram à desistência nacional de prosseguir o combate quando, aparentemente, a guerra estava ganha, e, sobretudo, da justiça e do direito do nosso país em fazer a guerra. Tudo não terá passado de uma "grande traição"? Falamos de questões incontornáveis no panorama da história contemporânea História Viva portuguesa, aqui abordadas de um modo muito pouco ortodoxo em relação às ideias que a "história oficial" nos apresenta relativamente a este tema.
Nº Páginas: 608
Sinopse:
O modo como se processaram as últimas campanhas militares ultramarinas, entre 1954 e 1975, está longe de ser consensual na sociedade portuguesa. Bem pelo contrário, tem-na dividido profunda e transversalmente. É por isso que, tanto tempo depois, se torna imperioso encontrar consensos baseados na correcta interpretação dos factos históricos e nas verdadeiras intenções dos principais protagonistas do momento. Só assim Portugal poderá construir equilibradamente o seu futuro, com base no que só uma síntese de ilações acertadas a este respeito pode proporcionar. "Em Nome da Pátria" aborda os controversos temas da sustentabilidade das operações militares e das razões que levaram à desistência nacional de prosseguir o combate quando, aparentemente, a guerra estava ganha, e, sobretudo, da justiça e do direito do nosso país em fazer a guerra. Tudo não terá passado de uma "grande traição"? Falamos de questões incontornáveis no panorama da história contemporânea História Viva portuguesa, aqui abordadas de um modo muito pouco ortodoxo em relação às ideias que a "história oficial" nos apresenta relativamente a este tema.
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Edição: Mai 2018
Nº Páginas: 200
Sinopse:
Embora não esteja aqui coligida a totalidade das suas colaborações, todos os textos deste livro foram publicados no Notícia - Semanário Ilustrado, no período em que Herberto Helder viveu em Luanda. Correspondem a pouco mais de um ano de colaboração - entre abril de 1971 e junho de 1972 - em que o poeta assinou como Herberto Helder e Luís Bernardes (ou respetivas iniciais).
Nº Páginas: 200
Sinopse:
Embora não esteja aqui coligida a totalidade das suas colaborações, todos os textos deste livro foram publicados no Notícia - Semanário Ilustrado, no período em que Herberto Helder viveu em Luanda. Correspondem a pouco mais de um ano de colaboração - entre abril de 1971 e junho de 1972 - em que o poeta assinou como Herberto Helder e Luís Bernardes (ou respetivas iniciais).
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