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Edição: Jun 2020
Nº Páginas: 224
Sinopse:
Em ensaio admirável que devolve à humanidade a história das suas origens e a possibilidade de enfrentar o futuro. No princípio, era o caos. Talvez os gregos tivessem razão, já que muitas observações da física moderna parecem confirmá-lo. Mas o que aconteceu realmente nos primeiros instantes da vida do universo? Do caos descrito por Hesíodo ao bosão de Higgs, Guido Tonelli, renomado físico do CERN e professor na universidade de Pisa, emula a estrutura narrativa bíblica da criação do mundo em sete dias para relatar, em sete capítulos e assinalável fascínio, a estranha singularidade que permitiu a formação do universo e a sopa primordial de onde surgiu a Vida. Com inesperada simplicidade e incontestável poesia, Tonelli segue o fio condutor da consciência para responder à sempiterna pergunta: De onde vem tudo isto? A narração de como tudo começou, da formação das partículas, da matéria, das estrelas, dos humanos e do seu pensamento simbólico, de tudo quanto existe, portanto, é acompanhada pela recuperação dos mitos ancestrais criados e transmitidos de geração em geração em torno da origem do universo, bem como do relato de histórias fascinantes de cientistas que dedicaram a vida à investigação do enigma da origem, de Galileu a Stephen Hawking, com os seus momentos Eureka! e as histórias anedócticas que entraram para a história da ciência e do mundo.
Nº Páginas: 224
Sinopse:
Em ensaio admirável que devolve à humanidade a história das suas origens e a possibilidade de enfrentar o futuro. No princípio, era o caos. Talvez os gregos tivessem razão, já que muitas observações da física moderna parecem confirmá-lo. Mas o que aconteceu realmente nos primeiros instantes da vida do universo? Do caos descrito por Hesíodo ao bosão de Higgs, Guido Tonelli, renomado físico do CERN e professor na universidade de Pisa, emula a estrutura narrativa bíblica da criação do mundo em sete dias para relatar, em sete capítulos e assinalável fascínio, a estranha singularidade que permitiu a formação do universo e a sopa primordial de onde surgiu a Vida. Com inesperada simplicidade e incontestável poesia, Tonelli segue o fio condutor da consciência para responder à sempiterna pergunta: De onde vem tudo isto? A narração de como tudo começou, da formação das partículas, da matéria, das estrelas, dos humanos e do seu pensamento simbólico, de tudo quanto existe, portanto, é acompanhada pela recuperação dos mitos ancestrais criados e transmitidos de geração em geração em torno da origem do universo, bem como do relato de histórias fascinantes de cientistas que dedicaram a vida à investigação do enigma da origem, de Galileu a Stephen Hawking, com os seus momentos Eureka! e as histórias anedócticas que entraram para a história da ciência e do mundo.
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Edição: Mai 2018
Nº Páginas: 224
Sinopse:
"Filhos do vento": as crianças que os militares portugueses deixaram na Guerra Colonial Chamavam "resto de tuga" a Fernando e ele não percebia porquê; Adulai era acusado de tudo pelos irmãos e era sovado todos os dias pelo padrasto por ter nascido com a pele mais clara; e os gémeos Celestina e Celestino guardam, aos 40 anos, uma fotografia desbotada de um jovem militar que não os quer conhecer, nem com o incentivo da "Exma. Mana" portuguesa. Foi para ir atrás destas histórias que Catarina Gomes partiu para a Guiné-Bissau em 2013, levando na mala um dos maiores tabus entre os militares portugueses: os filhos da guerra, crianças que ficaram para trás depois da Guerra Colonial, e que chegaram ao mundo como filhas do "inimigo" e condenadas a não conhecer os pais. Além do círculo masculino de silêncios que os mantém afastados, estes filhos africanos são também ignorados pelo Estado português, que nunca fez um esforço por conhecer a dimensão desta realidade ou por lhes garantir quaisquer direitos. Estão há anos em busca de uma identidade perdida, mas esta é a primeira vez que alguém conta a sua história. "Os filhos nascidos da guerra sofrem com a falta de conhecimento em relação aos seus pais biológicos. Os governos, assim como as instituições nacionais e internacionais, são incentivados a pôr de pé medidas que garantam o seu direito à identidade e, tanto quanto possível, a conhecerem os seus pais." (Recomendação da organização internacional Chibow: Children Born of War)
Nº Páginas: 224
Sinopse:
"Filhos do vento": as crianças que os militares portugueses deixaram na Guerra Colonial Chamavam "resto de tuga" a Fernando e ele não percebia porquê; Adulai era acusado de tudo pelos irmãos e era sovado todos os dias pelo padrasto por ter nascido com a pele mais clara; e os gémeos Celestina e Celestino guardam, aos 40 anos, uma fotografia desbotada de um jovem militar que não os quer conhecer, nem com o incentivo da "Exma. Mana" portuguesa. Foi para ir atrás destas histórias que Catarina Gomes partiu para a Guiné-Bissau em 2013, levando na mala um dos maiores tabus entre os militares portugueses: os filhos da guerra, crianças que ficaram para trás depois da Guerra Colonial, e que chegaram ao mundo como filhas do "inimigo" e condenadas a não conhecer os pais. Além do círculo masculino de silêncios que os mantém afastados, estes filhos africanos são também ignorados pelo Estado português, que nunca fez um esforço por conhecer a dimensão desta realidade ou por lhes garantir quaisquer direitos. Estão há anos em busca de uma identidade perdida, mas esta é a primeira vez que alguém conta a sua história. "Os filhos nascidos da guerra sofrem com a falta de conhecimento em relação aos seus pais biológicos. Os governos, assim como as instituições nacionais e internacionais, são incentivados a pôr de pé medidas que garantam o seu direito à identidade e, tanto quanto possível, a conhecerem os seus pais." (Recomendação da organização internacional Chibow: Children Born of War)
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Edição: Jul 2017
Nº Páginas: 208
Sinopse:
Em nome da independência e da democracia em Angola, Jonuel Gonçalves passou por várias estruturas e formas de luta: o movimento independentista, os bastidores da guerrilha, a assunção do poder pelo MPLA, as batalhas da guerra civil. A partir da sua própria experiência e de testemunhos de outros resistentes empenhados nesses combates, revela arriscadas formas de oposição e de militância e o contributo que deram ao processo de abertura em Angola. Todos os movimentos angolanos criados na segunda metade do século XX tiveram origem em pequenos grupos - às vezes uma célula - clandestinos ou exilados. Três cresceram e criaram grandes estruturas partidárias, tendo surgido dissidências no interior dos mesmos por reivindicações democráticas. Antes e depois da independência, também surgiram grupos informais anónimos, de duração variável e renovação constante. Após os anos 90, a crítica informal manteve-se, com vários riscos mas sem clandestinidade. Este contexto, revelador da dinâmica cívica angolana, é aqui analisado na perspetiva de um franco-atirador, ou seja, de alguém que preserva a liberdade e a independência críticas.
Nº Páginas: 208
Sinopse:
Em nome da independência e da democracia em Angola, Jonuel Gonçalves passou por várias estruturas e formas de luta: o movimento independentista, os bastidores da guerrilha, a assunção do poder pelo MPLA, as batalhas da guerra civil. A partir da sua própria experiência e de testemunhos de outros resistentes empenhados nesses combates, revela arriscadas formas de oposição e de militância e o contributo que deram ao processo de abertura em Angola. Todos os movimentos angolanos criados na segunda metade do século XX tiveram origem em pequenos grupos - às vezes uma célula - clandestinos ou exilados. Três cresceram e criaram grandes estruturas partidárias, tendo surgido dissidências no interior dos mesmos por reivindicações democráticas. Antes e depois da independência, também surgiram grupos informais anónimos, de duração variável e renovação constante. Após os anos 90, a crítica informal manteve-se, com vários riscos mas sem clandestinidade. Este contexto, revelador da dinâmica cívica angolana, é aqui analisado na perspetiva de um franco-atirador, ou seja, de alguém que preserva a liberdade e a independência críticas.
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Edição: Jun 2014
Nº Páginas: 664
Sinopse:
Belo e profundamente ameaçador, o Kremlin domina Moscovo há muitos séculos. É um dos poucos edifícios de todo o mundo que ainda conserva a sua função original do fim da Idade Média: um palácio construído para intimidar os súbditos do monarca e assustar os emissários estrangeiros. "Fortaleza Vermelha" transmite, de uma forma brilhante, a ideia do Kremlin como um palco de acontecimentos cruciais, que mantém, na era de Vladimir Putin, a mesma importância do passado.
Nº Páginas: 664
Sinopse:
Belo e profundamente ameaçador, o Kremlin domina Moscovo há muitos séculos. É um dos poucos edifícios de todo o mundo que ainda conserva a sua função original do fim da Idade Média: um palácio construído para intimidar os súbditos do monarca e assustar os emissários estrangeiros. "Fortaleza Vermelha" transmite, de uma forma brilhante, a ideia do Kremlin como um palco de acontecimentos cruciais, que mantém, na era de Vladimir Putin, a mesma importância do passado.
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Edição: Fev 2016
Nº Páginas: 472
Sinopse:
"A questão central que pretendo esclarecer neste trabalho não decorre da avaliação do que foi a política do fontismo, das suas concretizações e inconsequências ou do impacto que teve no desenvolvimento económico e social do Portugal oitocentista. […]O que me interessa compreender e explicar é o contexto da acção e das estratégias políticas, não as suas consequências. Interessa-me compreender e explicar porque foram adotadas determinadas políticas e não outras, porque se deu prioridade a determinado tipo de investimentos e não a outros, em que bases assentou a continuidade, pelo menos durante cerca de quatro décadas, de um projecto de mudança económica e social que melhor ou pior se identifica com esse termo peculiar fontismo."
Nº Páginas: 472
Sinopse:
"A questão central que pretendo esclarecer neste trabalho não decorre da avaliação do que foi a política do fontismo, das suas concretizações e inconsequências ou do impacto que teve no desenvolvimento económico e social do Portugal oitocentista. […]O que me interessa compreender e explicar é o contexto da acção e das estratégias políticas, não as suas consequências. Interessa-me compreender e explicar porque foram adotadas determinadas políticas e não outras, porque se deu prioridade a determinado tipo de investimentos e não a outros, em que bases assentou a continuidade, pelo menos durante cerca de quatro décadas, de um projecto de mudança económica e social que melhor ou pior se identifica com esse termo peculiar fontismo."
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Edição: Mai 2015
Nº Páginas: 376
Sinopse:
A Europa moderna - e a formação da União Europeia - foram concebidas para minimizar as tensões existentes que originaram as guerras catastróficas, mas como Friedman demonstra, aqueles planos falharam. Os focos de tensão estão agora a fervilhar tão perigosamente como no início do século XX. Concentrando-se numa meia dúzia de lugares, zonas fronteiriças e dinâmicas culturais, George Friedman faz o que poucos historiadores conseguem: explica, com precisão, em que medida certas tendências são imparáveis e o que nos reserva o futuro… tanto em termos de conflito como também de oportunidade.
Nº Páginas: 376
Sinopse:
A Europa moderna - e a formação da União Europeia - foram concebidas para minimizar as tensões existentes que originaram as guerras catastróficas, mas como Friedman demonstra, aqueles planos falharam. Os focos de tensão estão agora a fervilhar tão perigosamente como no início do século XX. Concentrando-se numa meia dúzia de lugares, zonas fronteiriças e dinâmicas culturais, George Friedman faz o que poucos historiadores conseguem: explica, com precisão, em que medida certas tendências são imparáveis e o que nos reserva o futuro… tanto em termos de conflito como também de oportunidade.
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Edição: Ago 2021
Nº Páginas: 192
Sinopse:
As crianças têm um dom inato para o espanto e uma curiosidade sem limites, duas características que os convertem em pequenos grandes filósofos. Filosofia para Crianças é uma ferramenta para, tanto em casa como na escola, potenciar o pensamento crítico e a inteligência filosófica das crianças, permitindo fazer delas cidadãos ativos e comprometidos. Este livro está organizado em duas partes: a primeira explana a história da Filosofia para crianças e os benefícios da educação filosófica para o desenvolvimento intelectual, pessoal e social das crianças. A segunda parte é constituída por 12 perguntas-chave, cada uma delas ligada a uma área da Filosofia e a um filósofo, que é explorada e dinamizada através de um conto e exercícios ou jogos de escrita, debate, expressão plástica.
Nº Páginas: 192
Sinopse:
As crianças têm um dom inato para o espanto e uma curiosidade sem limites, duas características que os convertem em pequenos grandes filósofos. Filosofia para Crianças é uma ferramenta para, tanto em casa como na escola, potenciar o pensamento crítico e a inteligência filosófica das crianças, permitindo fazer delas cidadãos ativos e comprometidos. Este livro está organizado em duas partes: a primeira explana a história da Filosofia para crianças e os benefícios da educação filosófica para o desenvolvimento intelectual, pessoal e social das crianças. A segunda parte é constituída por 12 perguntas-chave, cada uma delas ligada a uma área da Filosofia e a um filósofo, que é explorada e dinamizada através de um conto e exercícios ou jogos de escrita, debate, expressão plástica.
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Edição: Abr 2017
Nº Páginas: 360
Sinopse:
"Em Filhos da América, Nélida Piñon escreve sobre Machado de Assis e José de Alencar, escritores que considera dois dos principais intérpretes do Brasil na literatura; perfila a atriz Marília Pêra, exalta a escrita de Rachel de Queiroz, saúda a chegada de Antônio Torres à Academia Brasileira de Letras e, entre outros temas, homenageia a amiga Carmen Balcells, que morreu em 2015 e foi agente literária dos maiores escritores da América Latina. Neste que também é um livro sobre memória, Nélida rende tributos à literatura ibero-americana, passeia pela Galiza da sua infância e a que restou na vida dos parentes que com ela vieram para o Brasil, recorda os caminhos que a levaram a escrever livros como A República dos Sonhos, sobre imigração, e Vozes do Deserto, sobre as narrativas árabes, que tem Scherezade como protagonista. Grande contadora de histórias e exímia ouvinte, a autora circula por todos os ambientes, desde as esquinas de seu bairro até os salões mais nobres, recolhendo, da vida e da relação com as pessoas, memórias que transbordam em seguida para a sua escrita. Este livro é, portanto, um registo das suas experiências, da cultura e das pessoas."
Nº Páginas: 360
Sinopse:
"Em Filhos da América, Nélida Piñon escreve sobre Machado de Assis e José de Alencar, escritores que considera dois dos principais intérpretes do Brasil na literatura; perfila a atriz Marília Pêra, exalta a escrita de Rachel de Queiroz, saúda a chegada de Antônio Torres à Academia Brasileira de Letras e, entre outros temas, homenageia a amiga Carmen Balcells, que morreu em 2015 e foi agente literária dos maiores escritores da América Latina. Neste que também é um livro sobre memória, Nélida rende tributos à literatura ibero-americana, passeia pela Galiza da sua infância e a que restou na vida dos parentes que com ela vieram para o Brasil, recorda os caminhos que a levaram a escrever livros como A República dos Sonhos, sobre imigração, e Vozes do Deserto, sobre as narrativas árabes, que tem Scherezade como protagonista. Grande contadora de histórias e exímia ouvinte, a autora circula por todos os ambientes, desde as esquinas de seu bairro até os salões mais nobres, recolhendo, da vida e da relação com as pessoas, memórias que transbordam em seguida para a sua escrita. Este livro é, portanto, um registo das suas experiências, da cultura e das pessoas."
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Edição: Mai 2021
Nº Páginas: 216
Sinopse:
É no pequeno detalhe, na traição de alcova e na inócua anedota contada entre quatro paredes que, muitas vezes, os destinos se cruzam ou separam para sempre. Com este livro, Luís Osório recupera ficheiros da política e da sociedade portuguesas que pertenciam à categoria do que nunca se soube e desvenda acontecimentos guardados no fundo do baú do que estava por contar. Saiba tudo sobre o último encontro entre Cunhal e Soares antes do 25 de Abril - o que discutiram e o que ficou acordado. Conheça a história nunca contada do ataque que estava planeado às sedes do PCP se Freitas do Amaral tivesse vencido as presidenciais de 86. Saiba que Maria Barroso votou contra a fundação do PS. Ou que Alberto João Jardim cantou para Salazar. E que o homem que Vasco Gonçalves mais amou era um salazarista fanático. Conheça o sobrinho do ditador que vive casto em memória do tio e as mulheres que no Vimieiro se lembram de lhe lavar os pés. Fique a saber o que se passou no dia em que Pinto Balsemão esperou por Isabel do Carmo com uma pistola em cima da mesa. Perceba como a morte do pequeno Chico, irmão de José Saramago, determinou a vida do escritor. Ou como a morte do amor da vida de Siza Vieira lhe definiu o destino. Saiba como foi o dia em que o pai de Manoel de Oliveira, no leito da morte, quis que ele conhecesse dois irmãos de uma relação bastarda. Conheça a solidão de Amália Rodrigues e fique a saber que, ao contrário do que se dizia, detestava vinho. Surpreenda-se com a noite em que Fernando Carvalho Rodrigues se fez passar por Pavarotti. Leia a extraordinária história do último leproso português e da tenebrosa leprosaria construída pelo Estado Novo.
Nº Páginas: 216
Sinopse:
É no pequeno detalhe, na traição de alcova e na inócua anedota contada entre quatro paredes que, muitas vezes, os destinos se cruzam ou separam para sempre. Com este livro, Luís Osório recupera ficheiros da política e da sociedade portuguesas que pertenciam à categoria do que nunca se soube e desvenda acontecimentos guardados no fundo do baú do que estava por contar. Saiba tudo sobre o último encontro entre Cunhal e Soares antes do 25 de Abril - o que discutiram e o que ficou acordado. Conheça a história nunca contada do ataque que estava planeado às sedes do PCP se Freitas do Amaral tivesse vencido as presidenciais de 86. Saiba que Maria Barroso votou contra a fundação do PS. Ou que Alberto João Jardim cantou para Salazar. E que o homem que Vasco Gonçalves mais amou era um salazarista fanático. Conheça o sobrinho do ditador que vive casto em memória do tio e as mulheres que no Vimieiro se lembram de lhe lavar os pés. Fique a saber o que se passou no dia em que Pinto Balsemão esperou por Isabel do Carmo com uma pistola em cima da mesa. Perceba como a morte do pequeno Chico, irmão de José Saramago, determinou a vida do escritor. Ou como a morte do amor da vida de Siza Vieira lhe definiu o destino. Saiba como foi o dia em que o pai de Manoel de Oliveira, no leito da morte, quis que ele conhecesse dois irmãos de uma relação bastarda. Conheça a solidão de Amália Rodrigues e fique a saber que, ao contrário do que se dizia, detestava vinho. Surpreenda-se com a noite em que Fernando Carvalho Rodrigues se fez passar por Pavarotti. Leia a extraordinária história do último leproso português e da tenebrosa leprosaria construída pelo Estado Novo.
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Edição: Set 2019
Nº Páginas: 184
Sinopse:
A 8 de Março de 2019, a primeira greve nacional feminista em Portugal esvaziou locais de trabalho e encheu as ruas de homens e mulheres em protesto contra a desigualdade social e laboral, a violência de género e todas as formas de descriminação a que as mulheres estão, ainda, sujeitas. Num país onde, em 2018, 28 mulheres foram vítimas de femicídio e onde a diferença salarial entre um homem e uma mulher pode atingir os 26%, o feminismo é uma urgência, não um capricho. A igualdade de direitos, de deveres e de oportunidade para todos, independentemente do seu género, credo ou raça, está prevista na lei. A vida das pessoas e os números a que dão origem, porém, demonstram que a concretização desta prerrogativa continua longe do horizonte da maioria. No entanto, "feminismo" e "feminista" ainda são palavras que provocam desdém e desconfiança em muitos, que vêem nele uma guerra vingativa contra os homens e contra a sociedade. O feminismo pode lutar com todas as suas armas contra as desigualdades sociais e contra o machismo, mas o seu maior inimigo continua a ser a desinformação. Feminismo de A a Ser é uma espécie de manual do utilizador feminista, para que todos conheçam a história deste movimento, as suas reivindicações, as suas personagens e momentos mais marcantes, os seus dados mais relevantes, de onde vem e para onde quer ir.
Nº Páginas: 184
Sinopse:
A 8 de Março de 2019, a primeira greve nacional feminista em Portugal esvaziou locais de trabalho e encheu as ruas de homens e mulheres em protesto contra a desigualdade social e laboral, a violência de género e todas as formas de descriminação a que as mulheres estão, ainda, sujeitas. Num país onde, em 2018, 28 mulheres foram vítimas de femicídio e onde a diferença salarial entre um homem e uma mulher pode atingir os 26%, o feminismo é uma urgência, não um capricho. A igualdade de direitos, de deveres e de oportunidade para todos, independentemente do seu género, credo ou raça, está prevista na lei. A vida das pessoas e os números a que dão origem, porém, demonstram que a concretização desta prerrogativa continua longe do horizonte da maioria. No entanto, "feminismo" e "feminista" ainda são palavras que provocam desdém e desconfiança em muitos, que vêem nele uma guerra vingativa contra os homens e contra a sociedade. O feminismo pode lutar com todas as suas armas contra as desigualdades sociais e contra o machismo, mas o seu maior inimigo continua a ser a desinformação. Feminismo de A a Ser é uma espécie de manual do utilizador feminista, para que todos conheçam a história deste movimento, as suas reivindicações, as suas personagens e momentos mais marcantes, os seus dados mais relevantes, de onde vem e para onde quer ir.
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Edição: Set 2018
Nº Páginas: 208
Sinopse:
Historicamente, Fátima não está sozinha, ela constitui-se como o cume da história mítica portuguesa e representa-se, no século XX, ao nível da religião popular, como Fernando Pessoa ao nível de um cristianismo esotérico e sófico. De certo modo, na contemporaneidade, a Senhora, Aquela por quem os portugueses sempre esperam e que os ampara nas horas difíceis, veio substituir, no imaginário popular e segundo a estética de um espectáculo barroco, o mito sebastianista, o rei que, regressado, implantaria em Portugal um reino de justiça e abastança. "… mais do que optar entre milagre e maquinação, o importante é perceber que Fátima é produto de uma mistura contingente entre a tradição mítica, profética e messiânica portuguesa, a mentalidade religiosa católica historicamente debilitada em 1917, a oportunidade social circunstancial e a experiência assombrosa das três crianças."
Nº Páginas: 208
Sinopse:
Historicamente, Fátima não está sozinha, ela constitui-se como o cume da história mítica portuguesa e representa-se, no século XX, ao nível da religião popular, como Fernando Pessoa ao nível de um cristianismo esotérico e sófico. De certo modo, na contemporaneidade, a Senhora, Aquela por quem os portugueses sempre esperam e que os ampara nas horas difíceis, veio substituir, no imaginário popular e segundo a estética de um espectáculo barroco, o mito sebastianista, o rei que, regressado, implantaria em Portugal um reino de justiça e abastança. "… mais do que optar entre milagre e maquinação, o importante é perceber que Fátima é produto de uma mistura contingente entre a tradição mítica, profética e messiânica portuguesa, a mentalidade religiosa católica historicamente debilitada em 1917, a oportunidade social circunstancial e a experiência assombrosa das três crianças."
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Edição: Mar 2017
Nº Páginas: 272
Sinopse:
A 13 de maio de 1917 três pastorinhos analfabetos tornaram-se o símbolo de uma Mensagem, já comparada pela Igreja aos textos da Sagrada Escritura, e fizeram de Fátima um santuário que atrai milhões de peregrinos todos os anos, superando os grandes centros de fé mundiais. Esta mensagem continha uma profecia tão ameaçadora que o papa Pio XII depositou o envelope onde está escrita no Arquivo Secreto do Santo Ofício e proibiu a sua divulgação. O Segredo tem obrigado todos os sumos pontífices (desde a eleição de Paulo VI) a vergarem-se às exigências de Lúcia e a prestarem vassalagem pessoalmente à Senhora da Cova da Iria. Desde então nenhum papa deixou de ir à Praça Branca - assim chamada por oposição à Praça Vermelha de Moscovo -, ou de submeter o seu pontificado à proteção de Nossa Senhora, como fez o papa Francisco nos dias imediatos à sua nomeação. Já antes, enquanto teólogo, Bento XVI elaborara uma polémica explicação para a terceira parte do Segredo. Nesta sua investigação, João Céu e Silva procura explicar Fátima em toda a sua dimensão, enriquecendo-a com depoimentos de teólogos portugueses e estrangeiros, bem como de responsáveis do próprio Santuário. E revela a razão que teima em assustar o Vaticano relativamente à terceira parte do Segredo, que João Paulo II tão bem utilizou para explicar o atentado de que foi vítima.
Nº Páginas: 272
Sinopse:
A 13 de maio de 1917 três pastorinhos analfabetos tornaram-se o símbolo de uma Mensagem, já comparada pela Igreja aos textos da Sagrada Escritura, e fizeram de Fátima um santuário que atrai milhões de peregrinos todos os anos, superando os grandes centros de fé mundiais. Esta mensagem continha uma profecia tão ameaçadora que o papa Pio XII depositou o envelope onde está escrita no Arquivo Secreto do Santo Ofício e proibiu a sua divulgação. O Segredo tem obrigado todos os sumos pontífices (desde a eleição de Paulo VI) a vergarem-se às exigências de Lúcia e a prestarem vassalagem pessoalmente à Senhora da Cova da Iria. Desde então nenhum papa deixou de ir à Praça Branca - assim chamada por oposição à Praça Vermelha de Moscovo -, ou de submeter o seu pontificado à proteção de Nossa Senhora, como fez o papa Francisco nos dias imediatos à sua nomeação. Já antes, enquanto teólogo, Bento XVI elaborara uma polémica explicação para a terceira parte do Segredo. Nesta sua investigação, João Céu e Silva procura explicar Fátima em toda a sua dimensão, enriquecendo-a com depoimentos de teólogos portugueses e estrangeiros, bem como de responsáveis do próprio Santuário. E revela a razão que teima em assustar o Vaticano relativamente à terceira parte do Segredo, que João Paulo II tão bem utilizou para explicar o atentado de que foi vítima.
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Edição: Nov 2009
Nº Páginas: 250
Sinopse:
A liberdade de expressão, os problemas de condomínio, um simples acidente com o seu carro ou o direito de morrer com dignidade são assuntos que nos interessam a todos. Por essa razão, "Faça-se Justiça!" pretende dar a conhecer o mundo das leis e das decisões judiciais que regulam o nosso quotidiano, procurando referir, de uma forma directa, acessível e divertida, casos que ajudam a compreender algumas das ferramentas legais que o leitor tem à sua disposição para se defender dos abusos do poder. Baseado nos textos que o autor publica com grande sucesso há mais de uma década no jornal Público, este livro é um bom conselheiro e um precioso instrumento de consulta que ajudará o leitor a perceber melhor o mundo em que vivemos.
Nº Páginas: 250
Sinopse:
A liberdade de expressão, os problemas de condomínio, um simples acidente com o seu carro ou o direito de morrer com dignidade são assuntos que nos interessam a todos. Por essa razão, "Faça-se Justiça!" pretende dar a conhecer o mundo das leis e das decisões judiciais que regulam o nosso quotidiano, procurando referir, de uma forma directa, acessível e divertida, casos que ajudam a compreender algumas das ferramentas legais que o leitor tem à sua disposição para se defender dos abusos do poder. Baseado nos textos que o autor publica com grande sucesso há mais de uma década no jornal Público, este livro é um bom conselheiro e um precioso instrumento de consulta que ajudará o leitor a perceber melhor o mundo em que vivemos.
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Edição: Abr 2000
Nº Páginas: 352
Sinopse:
Fábulas e contos italianos recolhidos da tradição popular durante os últimos cem anos e transcritos dos vários dialectos para a Língua italiana
Nº Páginas: 352
Sinopse:
Fábulas e contos italianos recolhidos da tradição popular durante os últimos cem anos e transcritos dos vários dialectos para a Língua italiana
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Edição: Out 2019
Nº Páginas: 184
Sinopse:
"A desinformação é um processo, uma sequência de actos concebidos por alguém com o objectivo de manipular as convicções do maior número possível de pessoas." Um pouco por todo o mundo, as infames fake news têm-se revelado um verdadeiro entrave à democracia e uma incubadora de ódio social. Seja no Brexit, na eleição de Trump ou de Jair Bolsonaro, o efeito da desinformação e das mentiras propagadas como se notícias fossem pode ter sido determinante para decidir o voto de muitos eleitores. Em Portugal, onde 63% das pessoas afirmam receber as notícias que as mantêm informadas através das redes sociais, mentiras meticulosamente plantadas no mural certo, à hora certa podem fazer a diferença num momento decisivo. Mas como chegámos aqui? Quem fabrica estas "notícias" e por que o faz? Numa investigação de fôlego em coordenação com organismos internacionais, o premiado jornalista Paulo Pena lança-se numa viagem aos bastidores das fake news, nacionais e internacionais, para nos mostrar que a era da desinformação chegou e que está nas nossas mãos combatê-la.
Nº Páginas: 184
Sinopse:
"A desinformação é um processo, uma sequência de actos concebidos por alguém com o objectivo de manipular as convicções do maior número possível de pessoas." Um pouco por todo o mundo, as infames fake news têm-se revelado um verdadeiro entrave à democracia e uma incubadora de ódio social. Seja no Brexit, na eleição de Trump ou de Jair Bolsonaro, o efeito da desinformação e das mentiras propagadas como se notícias fossem pode ter sido determinante para decidir o voto de muitos eleitores. Em Portugal, onde 63% das pessoas afirmam receber as notícias que as mantêm informadas através das redes sociais, mentiras meticulosamente plantadas no mural certo, à hora certa podem fazer a diferença num momento decisivo. Mas como chegámos aqui? Quem fabrica estas "notícias" e por que o faz? Numa investigação de fôlego em coordenação com organismos internacionais, o premiado jornalista Paulo Pena lança-se numa viagem aos bastidores das fake news, nacionais e internacionais, para nos mostrar que a era da desinformação chegou e que está nas nossas mãos combatê-la.
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Edição: Nov 2025
Nº Páginas: 312
Sinopse:
O impacto demolidor e duradouro da revolução de abril na vida dos empresários e trabalhadores. Entre o 25 de Abril de 1974 e o 25 de Novembro de 1975, milhares de empresas foram palco de uma intensa luta de poder e choque de classes. Neste período assistiu-se a uma avalanche de greves, ocupações, manifestações, saneamentos e acusações de sabotagem económica. Com a liberdade chegou a explosão nos salários e nas reivindicações por melhores condições de trabalho, a transformação e a criação de sindicatos, o direito à greve, a criação de comissões de trabalhadores, as nacionalizações e a reforma agrária. Com base em entrevistas pessoais, investigação histórica, consulta da imprensa e testemunhos públicos dos principais protagonistas da época, este livro pretende retratar o quotidiano nas empresas nacionais e estrangeiras e como reagiram os empresários e os trabalhadores que, sem o saberem, estavam a fazer História.
Nº Páginas: 312
Sinopse:
O impacto demolidor e duradouro da revolução de abril na vida dos empresários e trabalhadores. Entre o 25 de Abril de 1974 e o 25 de Novembro de 1975, milhares de empresas foram palco de uma intensa luta de poder e choque de classes. Neste período assistiu-se a uma avalanche de greves, ocupações, manifestações, saneamentos e acusações de sabotagem económica. Com a liberdade chegou a explosão nos salários e nas reivindicações por melhores condições de trabalho, a transformação e a criação de sindicatos, o direito à greve, a criação de comissões de trabalhadores, as nacionalizações e a reforma agrária. Com base em entrevistas pessoais, investigação histórica, consulta da imprensa e testemunhos públicos dos principais protagonistas da época, este livro pretende retratar o quotidiano nas empresas nacionais e estrangeiras e como reagiram os empresários e os trabalhadores que, sem o saberem, estavam a fazer História.
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Edição: Jun 2018
Nº Páginas: 408
Sinopse:
No centenário do nascimento de Vitorino Magalhães Godinho, reeditamos o livro que melhor explica os descobrimentos portugueses. "Pluralidade de interesses, nem sempre compatíveis, motivações diversas põem em cena mercadores, escudeiros e cavaleiros, e também instituições - a Coroa, a Ordem de Cristo, casas senhoriais. São aventuras ou tratos de agentes individuais ou de grupo, são acções de envergadura planeadas com intencionalidade, conscientemente concebidas. Dirigem-se aos espaços conhecidos - Marrocos, o Mediterrâneo, os centros europeus. Mas a até aí não sonhada novidade é a busca de espaços desconhecidos, antevistos tão-só por lendas e mitos, como igualmente a abertura de rotas que levem ao rico Oriente, ligando oceanos."
Nº Páginas: 408
Sinopse:
No centenário do nascimento de Vitorino Magalhães Godinho, reeditamos o livro que melhor explica os descobrimentos portugueses. "Pluralidade de interesses, nem sempre compatíveis, motivações diversas põem em cena mercadores, escudeiros e cavaleiros, e também instituições - a Coroa, a Ordem de Cristo, casas senhoriais. São aventuras ou tratos de agentes individuais ou de grupo, são acções de envergadura planeadas com intencionalidade, conscientemente concebidas. Dirigem-se aos espaços conhecidos - Marrocos, o Mediterrâneo, os centros europeus. Mas a até aí não sonhada novidade é a busca de espaços desconhecidos, antevistos tão-só por lendas e mitos, como igualmente a abertura de rotas que levem ao rico Oriente, ligando oceanos."
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Edição: Out 2017
Nº Páginas: 272
Sinopse:
Eutanásia, suicídio ajudado, barrigas de aluguer são questões que a todos afectam, que não nos podem deixar indiferentes. As respostas que lhes damos - e as que lhes saibamos vir a dar - afectam a nossa vida, a nossa dignidade, os valores que praticamos e legamos aos nossos filhos. São questões que exigem um informado e sereno debate de cidadãos, timbre de uma genuína democracia participativa. Mas não basta questionar-se e questionar: há que transformar estas realidades. Perante o alargamento de direitos individuais nos extremos da vida humana, somos responsáveis pelo modo como o Estado assegura ou não a protecção dos mais vulneráveis: os jovens produto de tecnologias genéticas e reprodutivas, e as pessoas humanas em sofrimento intolerável que reclamam querer morrer. Como ser equitativo no acesso a estas tecnologias, e qual é aqui a relação entre o Serviço Nacional de Saúde e o sector privado? Quando, e como, têm os pais a obrigação de assegurar que os seus filhos possam conhecer a verdade sobre a sua história biológica: quem lhes deu o esperma ou o óvulo, qual a mulher que os gerou e pariu, quantos meios-irmãos poderá ter? Como deve o Estado responder ao pedido de eutanásia e suicídio ajudado? Na crescente tensão entre direitos fundamentais nestas áreas, aonde os novos e velhos deveres e o seu instável ponto de equilíbrio, numa sociedade tolerante e plural?
Nº Páginas: 272
Sinopse:
Eutanásia, suicídio ajudado, barrigas de aluguer são questões que a todos afectam, que não nos podem deixar indiferentes. As respostas que lhes damos - e as que lhes saibamos vir a dar - afectam a nossa vida, a nossa dignidade, os valores que praticamos e legamos aos nossos filhos. São questões que exigem um informado e sereno debate de cidadãos, timbre de uma genuína democracia participativa. Mas não basta questionar-se e questionar: há que transformar estas realidades. Perante o alargamento de direitos individuais nos extremos da vida humana, somos responsáveis pelo modo como o Estado assegura ou não a protecção dos mais vulneráveis: os jovens produto de tecnologias genéticas e reprodutivas, e as pessoas humanas em sofrimento intolerável que reclamam querer morrer. Como ser equitativo no acesso a estas tecnologias, e qual é aqui a relação entre o Serviço Nacional de Saúde e o sector privado? Quando, e como, têm os pais a obrigação de assegurar que os seus filhos possam conhecer a verdade sobre a sua história biológica: quem lhes deu o esperma ou o óvulo, qual a mulher que os gerou e pariu, quantos meios-irmãos poderá ter? Como deve o Estado responder ao pedido de eutanásia e suicídio ajudado? Na crescente tensão entre direitos fundamentais nestas áreas, aonde os novos e velhos deveres e o seu instável ponto de equilíbrio, numa sociedade tolerante e plural?
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Edição: Mar 2020
Nº Páginas: 88
Sinopse:
Ao votar num Partido tem que se saber o que é que os deputados vão decidir em questões de importância superlativa e não dar um cheque em branco em temas não discutidos e ausentes dos programas dos maiores partidos. Não é saudável para a democracia que decisões com tremendas consequências - acabar com vidas humanas - mudem em menos de dois anos em função de maiorias sempre conjunturais. A maioria da Assembleia da República tem legitimidade formal mas não substancial: não tem mandato nem delegação para decidir sobre uma questão de vida e morte. Seria, nisto, uma AR representativa (formalmente) a praticar um acto não representativo (eticamente). O recurso ao referendo, precedido de séria e ampla mobilização e discussão pelos cidadãos, é a única saída aceitável nas circunstâncias actuais e concretas.
Nº Páginas: 88
Sinopse:
Ao votar num Partido tem que se saber o que é que os deputados vão decidir em questões de importância superlativa e não dar um cheque em branco em temas não discutidos e ausentes dos programas dos maiores partidos. Não é saudável para a democracia que decisões com tremendas consequências - acabar com vidas humanas - mudem em menos de dois anos em função de maiorias sempre conjunturais. A maioria da Assembleia da República tem legitimidade formal mas não substancial: não tem mandato nem delegação para decidir sobre uma questão de vida e morte. Seria, nisto, uma AR representativa (formalmente) a praticar um acto não representativo (eticamente). O recurso ao referendo, precedido de séria e ampla mobilização e discussão pelos cidadãos, é a única saída aceitável nas circunstâncias actuais e concretas.
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Edição: Mai 2018
Nº Páginas: 256
Sinopse:
No dia 13 de maio de 2017, Portugal parava para assistir à votação da final do Festival da Eurovisão. A frase "Portugal… 12 pontos", repetida 18 vezes ao longo da noite, fazia com que a esperança crescesse e a atenção se focasse apenas em Salvador Sobral e na canção "Amar pelos Dois". Depois chegaram os pontos do televoto... E quando os comentadores da RTP, Nuno Galopim e José Carlos Malato, disseram "Ganhámos!", o país festejou uma vitória inédita no maior espetáculo televisivo musical de todo o Mundo, pela qual esperava desde a sua estreia no concurso, em 1964. Em 1956, o Festival da Eurovisão nasceu numa Europa que tinha arrumado as armas há apenas 11 anos. Pelo palco, em Lugano, desfilaram nessa noite canções de sete países, e entre os cantores concorrentes havia um que tinha vivido anos de detenção num campo de concentração nazi. Em 1974, os Abba venceram com "Waterloo", canção que representa o paradigma maior do sucesso eurovisivo. Em 1986, Sandra Kim deixou a Europa a trautear "J’aime la Vie". Dois anos depois, Celine Dion arrecadou o troféu em Dublin e deu-se a conhecer ao mundo. Em 1998, Dana International, uma cantora transsexual, deu a terceira vitória a Israel, marcando a história do festival como espaço de diversidade e inclusão, tal como o faria depois a austríaca Conchita Wurst, em 2014. A história da Eurovisão junta mais de 60 anos de memórias entre as quais estão as "avozinhas" russas que conquistaram a Europa, em 2012, a inglesa Sandie Shaw, que, em 1967, interpretou a canção do Reino Unido descalça, os quatro vencedores ex aequo de 1969, o protesto contra Salazar e Franco, em 1964, a improvável vitória do grupo de metal finlandês Lordi em 2006, as três canções que Serge Gainsbourg compôs para três países diferentes, a exuberância provocadora de Verka Serduchka ou o inspirador discurso de Salvador Sobral: "A música não é fogo-de-artifício, é sentimento." Pelo meio desfilaram perto de 1500 canções. Algumas ficaram para sempre na nossa memória coletiva. Outras marcaram pela sua exuberância ou capacidade de inovar. Um ano depois da vitória em Kiev, Nuno Galopim, supervisor criativo do Festival da Eurovisão de 2018, leva-nos numa viagem por 63 anos de história: o Festival da Canção português, os artistas, como Simone de Oliveira, Paulo de Carvalho, Maria Guinot, Carlos Paião, as Doce, entre tantos outros, que nos representaram, o Festival da Eurovisão ano a ano, os bastidores e as suas histórias. Há livros que se ouvem bem!
Nº Páginas: 256
Sinopse:
No dia 13 de maio de 2017, Portugal parava para assistir à votação da final do Festival da Eurovisão. A frase "Portugal… 12 pontos", repetida 18 vezes ao longo da noite, fazia com que a esperança crescesse e a atenção se focasse apenas em Salvador Sobral e na canção "Amar pelos Dois". Depois chegaram os pontos do televoto... E quando os comentadores da RTP, Nuno Galopim e José Carlos Malato, disseram "Ganhámos!", o país festejou uma vitória inédita no maior espetáculo televisivo musical de todo o Mundo, pela qual esperava desde a sua estreia no concurso, em 1964. Em 1956, o Festival da Eurovisão nasceu numa Europa que tinha arrumado as armas há apenas 11 anos. Pelo palco, em Lugano, desfilaram nessa noite canções de sete países, e entre os cantores concorrentes havia um que tinha vivido anos de detenção num campo de concentração nazi. Em 1974, os Abba venceram com "Waterloo", canção que representa o paradigma maior do sucesso eurovisivo. Em 1986, Sandra Kim deixou a Europa a trautear "J’aime la Vie". Dois anos depois, Celine Dion arrecadou o troféu em Dublin e deu-se a conhecer ao mundo. Em 1998, Dana International, uma cantora transsexual, deu a terceira vitória a Israel, marcando a história do festival como espaço de diversidade e inclusão, tal como o faria depois a austríaca Conchita Wurst, em 2014. A história da Eurovisão junta mais de 60 anos de memórias entre as quais estão as "avozinhas" russas que conquistaram a Europa, em 2012, a inglesa Sandie Shaw, que, em 1967, interpretou a canção do Reino Unido descalça, os quatro vencedores ex aequo de 1969, o protesto contra Salazar e Franco, em 1964, a improvável vitória do grupo de metal finlandês Lordi em 2006, as três canções que Serge Gainsbourg compôs para três países diferentes, a exuberância provocadora de Verka Serduchka ou o inspirador discurso de Salvador Sobral: "A música não é fogo-de-artifício, é sentimento." Pelo meio desfilaram perto de 1500 canções. Algumas ficaram para sempre na nossa memória coletiva. Outras marcaram pela sua exuberância ou capacidade de inovar. Um ano depois da vitória em Kiev, Nuno Galopim, supervisor criativo do Festival da Eurovisão de 2018, leva-nos numa viagem por 63 anos de história: o Festival da Canção português, os artistas, como Simone de Oliveira, Paulo de Carvalho, Maria Guinot, Carlos Paião, as Doce, entre tantos outros, que nos representaram, o Festival da Eurovisão ano a ano, os bastidores e as suas histórias. Há livros que se ouvem bem!
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Edição: Out 2015
Nº Páginas: 216
Sinopse:
A globalização colocou os EUA no vértice de um triângulo que envolveu a Ásia e as economias petrolíferas do golfo Pérsico. De 1979 a 1989, os EUA geriram a rivalidade que culminou com a implosão da URSS, surgindo a nova China que hoje conhecemos. O fim da Guerra Fria pôs os EUA no papel de único guardião do mundo. EUA versus China analisa as linhas de força que nos levaram à crise financeira de 2008 e a resposta da nova administração dos EUA, com a consequente e profunda mudança do exercício do poder no sistema mundial, num período em que: - A China, com um "novo imperador", está a organizar-se para disputar aos EUA a posição de Império do Meio, com a Ásia no centro das ambições.¿ - O mundo muçulmano, xiitas contra sunitas, persas contra árabes, atravessa um período de guerra civil religiosa e civilizacional. - A viabilidade do reforço da integração europeia, ocorrida como resposta à reunificação da Alemanha, é cada vez menos reconhecível.¿ Neste contexto, os EUA são o pilar-chave do Ocidente e será em torno deles - e não de um qualquer império eurocontinental - que se tem de organizar o futuro da globalização e da emergência de novos atores como a Índia e o regresso de velhos atores como a Rússia.
Nº Páginas: 216
Sinopse:
A globalização colocou os EUA no vértice de um triângulo que envolveu a Ásia e as economias petrolíferas do golfo Pérsico. De 1979 a 1989, os EUA geriram a rivalidade que culminou com a implosão da URSS, surgindo a nova China que hoje conhecemos. O fim da Guerra Fria pôs os EUA no papel de único guardião do mundo. EUA versus China analisa as linhas de força que nos levaram à crise financeira de 2008 e a resposta da nova administração dos EUA, com a consequente e profunda mudança do exercício do poder no sistema mundial, num período em que: - A China, com um "novo imperador", está a organizar-se para disputar aos EUA a posição de Império do Meio, com a Ásia no centro das ambições.¿ - O mundo muçulmano, xiitas contra sunitas, persas contra árabes, atravessa um período de guerra civil religiosa e civilizacional. - A viabilidade do reforço da integração europeia, ocorrida como resposta à reunificação da Alemanha, é cada vez menos reconhecível.¿ Neste contexto, os EUA são o pilar-chave do Ocidente e será em torno deles - e não de um qualquer império eurocontinental - que se tem de organizar o futuro da globalização e da emergência de novos atores como a Índia e o regresso de velhos atores como a Rússia.
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Edição: Set 2012
Nº Páginas: 184
Sinopse:
Podem as palavras mudar o mundo? Ou palavras leva-as o vento? Por vezes, quando as circunstâncias envolventes parecem demasiado negras para haver qualquer esperança, são palavras que envolvem, elevam e motivam populações a lutar. As palavras podem desafiar ditadores: "lutaremos nas praias"; podem começar revoluções: "Liberdade, Igualdade, Fraternidade"; podem criar novas nações. "consideramos estas verdades como auto-evidentes". Outras, dão início a novas ideologias: "os fracos herdarão a terra". Este livro apresenta momentos memoráveis em que o futuro foi decidido por palavras pronunciadas por homens e mulheres de fortes convicções. Desde palavras absurdas a inspiradoras, de divinas a diabólicas, estes são os discursos que mudaram a História e deixaram a sua marca no mundo actual.
Nº Páginas: 184
Sinopse:
Podem as palavras mudar o mundo? Ou palavras leva-as o vento? Por vezes, quando as circunstâncias envolventes parecem demasiado negras para haver qualquer esperança, são palavras que envolvem, elevam e motivam populações a lutar. As palavras podem desafiar ditadores: "lutaremos nas praias"; podem começar revoluções: "Liberdade, Igualdade, Fraternidade"; podem criar novas nações. "consideramos estas verdades como auto-evidentes". Outras, dão início a novas ideologias: "os fracos herdarão a terra". Este livro apresenta momentos memoráveis em que o futuro foi decidido por palavras pronunciadas por homens e mulheres de fortes convicções. Desde palavras absurdas a inspiradoras, de divinas a diabólicas, estes são os discursos que mudaram a História e deixaram a sua marca no mundo actual.
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Edição: Mar 2019
Nº Páginas: 528
Sinopse:
Numa cidade hoje pouco conhecida, mas que foi um importante centro cultural da Europa de Leste, "a pequena Paris da Ucrânia", a um tempo chamada de Lemberg, Lwów, Lvov ou Lviv, consoante a potência ocupadora, uma estrada percorria-a de leste a oeste. Ao longo dessa estrada, em momentos diferentes, moraram três homens: Leon Buchholz, avô do autor, Hersch Lauterpacht, que viria a cunhar a expressão crimes contra a humanidade, e Rafael Lemkin, que criaria o conceito de genocídio, apresentados pela primeira vez nos julgamentos de Nuremberga. Este livro narra a evolução pessoal e intelectual de Lauterpacht e Lemkin, ambos estudantes de Direito na Universidade de Lviv, cada um dos quais considerado o pai do moderno Direito Internacional, ambos presentes em Nuremberga, alheios ao facto de que o homem que julgam - Hans Frank, governador-geral da Polónia ocupada - pode ter sido o responsável pelo assassínio da quase totalidade das suas famílias. Mas este livro é também a memória de uma família, com o autor a traçar a história do seu avô, uma vida envolta em segredos, com muitas perguntas e poucas ou nenhumas respostas, e da sua fuga pela Europa em face das atrocidades nazis.
Nº Páginas: 528
Sinopse:
Numa cidade hoje pouco conhecida, mas que foi um importante centro cultural da Europa de Leste, "a pequena Paris da Ucrânia", a um tempo chamada de Lemberg, Lwów, Lvov ou Lviv, consoante a potência ocupadora, uma estrada percorria-a de leste a oeste. Ao longo dessa estrada, em momentos diferentes, moraram três homens: Leon Buchholz, avô do autor, Hersch Lauterpacht, que viria a cunhar a expressão crimes contra a humanidade, e Rafael Lemkin, que criaria o conceito de genocídio, apresentados pela primeira vez nos julgamentos de Nuremberga. Este livro narra a evolução pessoal e intelectual de Lauterpacht e Lemkin, ambos estudantes de Direito na Universidade de Lviv, cada um dos quais considerado o pai do moderno Direito Internacional, ambos presentes em Nuremberga, alheios ao facto de que o homem que julgam - Hans Frank, governador-geral da Polónia ocupada - pode ter sido o responsável pelo assassínio da quase totalidade das suas famílias. Mas este livro é também a memória de uma família, com o autor a traçar a história do seu avô, uma vida envolta em segredos, com muitas perguntas e poucas ou nenhumas respostas, e da sua fuga pela Europa em face das atrocidades nazis.
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Edição: Set 2022
Nº Páginas: 144
Sinopse:
Ao longo de um mês, Hélder Silva e David Araújo viveram uma das experiências pessoais e profissionais mais enriquecedoras e marcantes das suas vidas. Na qualidade de enviados especiais da RTP, conseguiram entrar na Venezuela praticamente fechada à imprensa estrangeira numa aventura que se estendeu à savana colombiana e ao estado do Amazonas, onde vigora a lei da bala imposta pelo Exército de Libertação Nacional, composto por dissidentes das FARC. Recolheram testemunhos impressionantes de mulheres que vendem o próprio cabelo para comprarem bens de primeira necessidade; de pessoas às portas da morte sem acesso a medicamentos que lhes poderiam salvar a vida; de crianças que fazem apenas uma refeição por dia em Petare, em Caracas, na maior favela da América Latina; e ouviram o relato de um dos líderes dos colectivos, os grupos paramilitares fiéis ao regime de Nicolás Maduro, que, a meio da entrevista, puxou de uma faca de guerra. Este livro conta como, poucos dias depois de terem chegado a Caracas, os autores conseguiram entrevistar Juan Guaidó, o homem que grande parte do mundo reconheceu como presidente interino da Venezuela em 2019. E não termina sem um relato detalhado dos momentos de maior terror que viveram na fronteira da Venezuela com a Colômbia, onde, a 23 de fevereiro desse ano, os militares "bolivarianos" impediram a entrada de ajuda humanitária disparando sobre civis que tentavam levar comida, roupa e medicamentos para território venezuelano. David Araújo, inclusive, acabou por ser sequestrado pelos colectivos
Nº Páginas: 144
Sinopse:
Ao longo de um mês, Hélder Silva e David Araújo viveram uma das experiências pessoais e profissionais mais enriquecedoras e marcantes das suas vidas. Na qualidade de enviados especiais da RTP, conseguiram entrar na Venezuela praticamente fechada à imprensa estrangeira numa aventura que se estendeu à savana colombiana e ao estado do Amazonas, onde vigora a lei da bala imposta pelo Exército de Libertação Nacional, composto por dissidentes das FARC. Recolheram testemunhos impressionantes de mulheres que vendem o próprio cabelo para comprarem bens de primeira necessidade; de pessoas às portas da morte sem acesso a medicamentos que lhes poderiam salvar a vida; de crianças que fazem apenas uma refeição por dia em Petare, em Caracas, na maior favela da América Latina; e ouviram o relato de um dos líderes dos colectivos, os grupos paramilitares fiéis ao regime de Nicolás Maduro, que, a meio da entrevista, puxou de uma faca de guerra. Este livro conta como, poucos dias depois de terem chegado a Caracas, os autores conseguiram entrevistar Juan Guaidó, o homem que grande parte do mundo reconheceu como presidente interino da Venezuela em 2019. E não termina sem um relato detalhado dos momentos de maior terror que viveram na fronteira da Venezuela com a Colômbia, onde, a 23 de fevereiro desse ano, os militares "bolivarianos" impediram a entrada de ajuda humanitária disparando sobre civis que tentavam levar comida, roupa e medicamentos para território venezuelano. David Araújo, inclusive, acabou por ser sequestrado pelos colectivos
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Edição: Jul 2020
Nº Páginas: 104
Sinopse:
Em "Este Vírus Que Nos Enlouquece", Bernard-Henri Lévy contesta os que querem aproveitar o coronavírus para arrasar o que a civilização ocidental tem de melhor. Contra os que pretendem ver no vírus uma mensagem, contra o alarmismo do apocalipse, contra os obcecados pelo decrescimento e contra outros defensores da penitência, Lévy contesta a ideia de que no recomeço, após a pandemia, "nada deve ser como antes". Pelo contrário, contra um mundo refém do medo, temos de voltar à confiança do aperto de mão, dos abraços e das viagens. Neste livro, o filósofo denuncia a tentativa visível de utilização da pandemia pelos usurários da morte e pelos tiranos da obediência, cujo objectivo é estrangularem a liberdade dos cidadãos a coberto da urgência sanitária e do delírio higienista. Estamos perante o que chama "O Primeiro Medo Mundial" e um vento de loucura assola o planeta: este livro recorre ao pensamento, à história e à filosofia para nos ajudar a encarar com racionalidade uma pandemia que não é a primeira, nem foi a mais mortífera que a humanidade até hoje conheceu. Um livro em defesa da vida em toda a sua plenitude, convivial, amorosa, política. Um livro em defesa das portas da liberdade que são aeroportos, viagens, cosmopolitismo e comércio.
Nº Páginas: 104
Sinopse:
Em "Este Vírus Que Nos Enlouquece", Bernard-Henri Lévy contesta os que querem aproveitar o coronavírus para arrasar o que a civilização ocidental tem de melhor. Contra os que pretendem ver no vírus uma mensagem, contra o alarmismo do apocalipse, contra os obcecados pelo decrescimento e contra outros defensores da penitência, Lévy contesta a ideia de que no recomeço, após a pandemia, "nada deve ser como antes". Pelo contrário, contra um mundo refém do medo, temos de voltar à confiança do aperto de mão, dos abraços e das viagens. Neste livro, o filósofo denuncia a tentativa visível de utilização da pandemia pelos usurários da morte e pelos tiranos da obediência, cujo objectivo é estrangularem a liberdade dos cidadãos a coberto da urgência sanitária e do delírio higienista. Estamos perante o que chama "O Primeiro Medo Mundial" e um vento de loucura assola o planeta: este livro recorre ao pensamento, à história e à filosofia para nos ajudar a encarar com racionalidade uma pandemia que não é a primeira, nem foi a mais mortífera que a humanidade até hoje conheceu. Um livro em defesa da vida em toda a sua plenitude, convivial, amorosa, política. Um livro em defesa das portas da liberdade que são aeroportos, viagens, cosmopolitismo e comércio.
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Edição: Nov 2015
Nº Páginas: 288
Sinopse:
Uma viagem histórica pelos 365 dias do ano, em que se revisitam alguns dos eventos mais significativos de Portugal e do mundo.A execução de Inês de Castro por ordem de D. Afonso IV, pai de D. Pedro, foi um dos momentos mais marcantes da História de Portugal. A descoberta de quatro luas de Júpiter por Galileu e o estabelecimento da primeira ligação telefónica transatlântica, que reduziu a distância de Nova Iorque para Londres, são eventos determinantes na História Universal. O que têm em comum estes acontecimentos tão diferentes, separados por séculos? A data em que ocorreram: 7 de janeiro.Tem curiosidade em saber que episódios históricos fundamentais ocorreram nas datas especiais da sua vida?Com Este Dia na História poderá descobri-lo. Resultado de uma investigação cuidada do jornalista João Bonifácio, e escrito numa linguagem acessível, este livro mostra-lhe factos admiráveis ocorridos no mesmo dia e que juntam protagonistas tão diferentes como, por exemplo, Sophia de Mello Breyner, Charlie Chaplin, D. Afonso Henriques e Cristiano Ronaldo.Este Dia na História é a leitura perfeita para todos os dias do ano. "Este livro não ambiciona ser uma História de Portugal e do Mundo, embora queira, de forma leve, recuperar os eventos mais importantes do nosso passado. (…) Se muitas entradas são sobre a História de Portugal, outras referem-se ao mundo todo - e versam conquistas e descobertas, invenções e figuras determinantes. (…) Que vos entretenha e que vos elucide, que complexifique a ideia que tinham de Portugal e do mundo, e que vos divirta tanto quanto me divertiu pesquisá-lo em livros e jornais antigos - é o que espero que este livro faça."João Bonifácio
Nº Páginas: 288
Sinopse:
Uma viagem histórica pelos 365 dias do ano, em que se revisitam alguns dos eventos mais significativos de Portugal e do mundo.A execução de Inês de Castro por ordem de D. Afonso IV, pai de D. Pedro, foi um dos momentos mais marcantes da História de Portugal. A descoberta de quatro luas de Júpiter por Galileu e o estabelecimento da primeira ligação telefónica transatlântica, que reduziu a distância de Nova Iorque para Londres, são eventos determinantes na História Universal. O que têm em comum estes acontecimentos tão diferentes, separados por séculos? A data em que ocorreram: 7 de janeiro.Tem curiosidade em saber que episódios históricos fundamentais ocorreram nas datas especiais da sua vida?Com Este Dia na História poderá descobri-lo. Resultado de uma investigação cuidada do jornalista João Bonifácio, e escrito numa linguagem acessível, este livro mostra-lhe factos admiráveis ocorridos no mesmo dia e que juntam protagonistas tão diferentes como, por exemplo, Sophia de Mello Breyner, Charlie Chaplin, D. Afonso Henriques e Cristiano Ronaldo.Este Dia na História é a leitura perfeita para todos os dias do ano. "Este livro não ambiciona ser uma História de Portugal e do Mundo, embora queira, de forma leve, recuperar os eventos mais importantes do nosso passado. (…) Se muitas entradas são sobre a História de Portugal, outras referem-se ao mundo todo - e versam conquistas e descobertas, invenções e figuras determinantes. (…) Que vos entretenha e que vos elucide, que complexifique a ideia que tinham de Portugal e do mundo, e que vos divirta tanto quanto me divertiu pesquisá-lo em livros e jornais antigos - é o que espero que este livro faça."João Bonifácio
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Edição: Set 2020
Nº Páginas: 288
Sinopse:
Escrito em co-autoria pelo aclamado realizador Oliver Stone. De acordo com o Relógio do Juízo Final, um contador simbólico que reflete a perigosidade do mundo, mantido pelo Bulletin of the Atomic Scientists, nos últimos anos estivemos mais perto de um Armagedão nuclear do que durante toda a Guerra Fria. Vivemos tempos históricos e disso não restam dúvidas. Como se ergueu o impensável em que agora vivemos? A resposta poderá ser encontrada nas transformações a nível mundial que ocorreram entre os anos de 2012 e 2018, e que tiveram os Estados (des)Unidos da América como ator principal. Da autoria de Oliver Stone e Peter Kuznick, este livro relata-nos esse período da vida do país, com foco na sua política externa, nas relações com os diferentes países do Médio Oriente e nas tensões mais evidentes com a China, a Coreia do Norte e a Rússia. Relatando o fim da era Obama e a ascensão de Trump, esta obra traz-nos um melhor entendimento de como o populismo se tornou o cerne da atual vida política. Mesmo que muitas vezes sejam referidos factos que se podem confundir com ficção, este é um livro que nos relata a dura realidade que foi (e é) percorrer o caminho para o momento que agora se vive. "Andávamos às voltas, para a frente e para trás. E então apaixonámo-nos, OK? Não, a sério. Ele escreveu-me cartas muito bonitas, e são ótimas cartas. Apaixonámo-nos." - Declarações de Donald Trump em setembro de 2018, referindo-se ao líder da Coreia do Norte, Kim Jong-un A continuação e conclusão do monumental trabalho iniciado pelo historiador e pelo cineasta, que resultou no livro "História Não Contada dos Estados Unidos", publicado pela Vogais, e num documentário com dez episódios.
Nº Páginas: 288
Sinopse:
Escrito em co-autoria pelo aclamado realizador Oliver Stone. De acordo com o Relógio do Juízo Final, um contador simbólico que reflete a perigosidade do mundo, mantido pelo Bulletin of the Atomic Scientists, nos últimos anos estivemos mais perto de um Armagedão nuclear do que durante toda a Guerra Fria. Vivemos tempos históricos e disso não restam dúvidas. Como se ergueu o impensável em que agora vivemos? A resposta poderá ser encontrada nas transformações a nível mundial que ocorreram entre os anos de 2012 e 2018, e que tiveram os Estados (des)Unidos da América como ator principal. Da autoria de Oliver Stone e Peter Kuznick, este livro relata-nos esse período da vida do país, com foco na sua política externa, nas relações com os diferentes países do Médio Oriente e nas tensões mais evidentes com a China, a Coreia do Norte e a Rússia. Relatando o fim da era Obama e a ascensão de Trump, esta obra traz-nos um melhor entendimento de como o populismo se tornou o cerne da atual vida política. Mesmo que muitas vezes sejam referidos factos que se podem confundir com ficção, este é um livro que nos relata a dura realidade que foi (e é) percorrer o caminho para o momento que agora se vive. "Andávamos às voltas, para a frente e para trás. E então apaixonámo-nos, OK? Não, a sério. Ele escreveu-me cartas muito bonitas, e são ótimas cartas. Apaixonámo-nos." - Declarações de Donald Trump em setembro de 2018, referindo-se ao líder da Coreia do Norte, Kim Jong-un A continuação e conclusão do monumental trabalho iniciado pelo historiador e pelo cineasta, que resultou no livro "História Não Contada dos Estados Unidos", publicado pela Vogais, e num documentário com dez episódios.
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Edição: Jun 2021
Nº Páginas: 296
Sinopse:
"Na verdade, é a "liberdade" que está em questão nesta obra. É a liberdade que se opõe ao absolutismo, mas também quando, na polémica sobre a Instrução Pública, os liberais mais coerentes pretendem criar (sem o conseguir) um novo edifício, baseado na cidadania, para substituir o do hierarquizado "Antigo Regime". É a liberdade que está em causa quando, em nome da "ordem" e perante a guerrilha liberal, outra vez saída do Porto, o absolutismo miguelista castiga, com o apoio da libertinagem de rua, os alegados estudantes radicais e "criminosos" (defensores, a seu modo, da liberdade), com uma execução exemplar. E é, enfim, também a liberdade, mas a liberdade económica - ideia utilizada por liberais, mas também por antiliberais - que se propõe em favor do desenvolvimento, mas também indiciadora da luta pelos interesses privados. "Liberdade" é, pois, uma palavra nobre, polissémica e ambígua. É nessa múltipla significação que o liberalismo, seu defensor contra a monarquia absoluta, a usa e dela abusa para fins privados. Essa palavra, "liberdade", é, pois, o que analisei neste discurso histórico, sempre cheio de interrogações. Será um conceito sempre a rever, no período que abordamos e nos dias que correm." "Da Introdução" "Na linha da obra que ora tenho a honra de apresentar urge estudar, investigar, mas também desenvolver a ação pedagógica, no sentido da melhor historiografia, sem tentações "presentistas". É o devir que constitui a História. Daí a importância do conhecimento e da perspetiva crítica. Eis a matéria-prima de que se faz este livro, sobre sementes perenes de modernidade." "Do Prefácio de Guilherme d’Oliveira Martins"
Nº Páginas: 296
Sinopse:
"Na verdade, é a "liberdade" que está em questão nesta obra. É a liberdade que se opõe ao absolutismo, mas também quando, na polémica sobre a Instrução Pública, os liberais mais coerentes pretendem criar (sem o conseguir) um novo edifício, baseado na cidadania, para substituir o do hierarquizado "Antigo Regime". É a liberdade que está em causa quando, em nome da "ordem" e perante a guerrilha liberal, outra vez saída do Porto, o absolutismo miguelista castiga, com o apoio da libertinagem de rua, os alegados estudantes radicais e "criminosos" (defensores, a seu modo, da liberdade), com uma execução exemplar. E é, enfim, também a liberdade, mas a liberdade económica - ideia utilizada por liberais, mas também por antiliberais - que se propõe em favor do desenvolvimento, mas também indiciadora da luta pelos interesses privados. "Liberdade" é, pois, uma palavra nobre, polissémica e ambígua. É nessa múltipla significação que o liberalismo, seu defensor contra a monarquia absoluta, a usa e dela abusa para fins privados. Essa palavra, "liberdade", é, pois, o que analisei neste discurso histórico, sempre cheio de interrogações. Será um conceito sempre a rever, no período que abordamos e nos dias que correm." "Da Introdução" "Na linha da obra que ora tenho a honra de apresentar urge estudar, investigar, mas também desenvolver a ação pedagógica, no sentido da melhor historiografia, sem tentações "presentistas". É o devir que constitui a História. Daí a importância do conhecimento e da perspetiva crítica. Eis a matéria-prima de que se faz este livro, sobre sementes perenes de modernidade." "Do Prefácio de Guilherme d’Oliveira Martins"
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Edição: Jun 2015
Nº Páginas: 104
Sinopse:
O que são, afinal, a esquerda e a direita políticas? Trata-se de conceitos estanques, flutuantes, ou relativos? Quando foi que começámos a usar estes termos para designar enquadramentos políticos? Esquerda e direita: Guia histórico para o século XXI é um ensaio historiográfico, político e filosófico no qual Rui Tavares responde a estas questões e explica por que razão a terminologia "esquerda / direita" não só continua a ser relevante, como poderá fazer hoje mais sentido do que nunca.
Nº Páginas: 104
Sinopse:
O que são, afinal, a esquerda e a direita políticas? Trata-se de conceitos estanques, flutuantes, ou relativos? Quando foi que começámos a usar estes termos para designar enquadramentos políticos? Esquerda e direita: Guia histórico para o século XXI é um ensaio historiográfico, político e filosófico no qual Rui Tavares responde a estas questões e explica por que razão a terminologia "esquerda / direita" não só continua a ser relevante, como poderá fazer hoje mais sentido do que nunca.
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Edição: Abr 2019
Nº Páginas: 168
Sinopse:
Seis nomes sem biografia, encontrados no virar de uma página, são como seis cadáveres desconhecidos. Objetos de curiosidade mórbida e de indignação momentânea, que depressa acabam esquecidos. A 25 de Abril de 1974, cinco portugueses, quatro civis e um funcionário da PIDE, morreram na rua António Maria Cardoso; no dia seguinte, um agente da PSP foi assassinado no Largo de Camões. Fala-nos de João Guilherme de Rego Arruda, José James Harteley Barneto, Fernando Luís Barreiros dos Reis, Fernando Carvalho Giesteira, António Lage e Manuel Cândido Martins Costa. "Esquecidos em Abril" é uma investigação jornalística que dá corpo à memória dos mortos do golpe de Estado, pela primeira vez em 45 anos, expondo o mito da Revolução sem Sangue, que habita grande parte da consciência coletiva nacional. Nem todo o encarnado do "dia inicial inteiro e limpo" pertenceu aos cravos nos canos das espingardas.
Nº Páginas: 168
Sinopse:
Seis nomes sem biografia, encontrados no virar de uma página, são como seis cadáveres desconhecidos. Objetos de curiosidade mórbida e de indignação momentânea, que depressa acabam esquecidos. A 25 de Abril de 1974, cinco portugueses, quatro civis e um funcionário da PIDE, morreram na rua António Maria Cardoso; no dia seguinte, um agente da PSP foi assassinado no Largo de Camões. Fala-nos de João Guilherme de Rego Arruda, José James Harteley Barneto, Fernando Luís Barreiros dos Reis, Fernando Carvalho Giesteira, António Lage e Manuel Cândido Martins Costa. "Esquecidos em Abril" é uma investigação jornalística que dá corpo à memória dos mortos do golpe de Estado, pela primeira vez em 45 anos, expondo o mito da Revolução sem Sangue, que habita grande parte da consciência coletiva nacional. Nem todo o encarnado do "dia inicial inteiro e limpo" pertenceu aos cravos nos canos das espingardas.
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