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Edição: Dez 2000
Nº Páginas: 272
Sinopse:
No ano de 356 antes de Cristo, foi reduzido a escombros o orgulho da cidade de Éfeso, o Templo de Artemisa, por Heróstrato, que deitou fogo ao edifício pensando que a sua destruição seria a única oportunidade de alcançar a fama imortal. Confrontados com tal acto os cidadãos de Éfeso promulgaram um decreto determinando a pena de morte para quem mencionasse o nome de Heróstrato na cidade, numa tentativa vã de que este fosse esquecido. Como refere Richard Zenith, o intuito de Fernando Pessoa neste livro, "era estudar a imortalidade - entendida como celebridade póstuma, sobrevivência na história - nas suas várias causas e manifestações: génio, notoriedade, produção artística, actuação política, fama dos indivíduos, fama das nações, tirania, santidade, poder militar, poder mental, grandes conquistas, grandes escândalos". Contudo, contrariando os seus propósitos, acabará por se centrar no problema da sobrevivência das obras literárias, concluindo que é impossível saber quem ficará para a história (sendo que o ideal, como afirma Pessoa, "seria uma epopeia que resistisse como Milton e interessasse como Conan Doyle").
Nº Páginas: 272
Sinopse:
No ano de 356 antes de Cristo, foi reduzido a escombros o orgulho da cidade de Éfeso, o Templo de Artemisa, por Heróstrato, que deitou fogo ao edifício pensando que a sua destruição seria a única oportunidade de alcançar a fama imortal. Confrontados com tal acto os cidadãos de Éfeso promulgaram um decreto determinando a pena de morte para quem mencionasse o nome de Heróstrato na cidade, numa tentativa vã de que este fosse esquecido. Como refere Richard Zenith, o intuito de Fernando Pessoa neste livro, "era estudar a imortalidade - entendida como celebridade póstuma, sobrevivência na história - nas suas várias causas e manifestações: génio, notoriedade, produção artística, actuação política, fama dos indivíduos, fama das nações, tirania, santidade, poder militar, poder mental, grandes conquistas, grandes escândalos". Contudo, contrariando os seus propósitos, acabará por se centrar no problema da sobrevivência das obras literárias, concluindo que é impossível saber quem ficará para a história (sendo que o ideal, como afirma Pessoa, "seria uma epopeia que resistisse como Milton e interessasse como Conan Doyle").
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Edição: Out 2012
Nº Páginas: 200
Sinopse:
Um livro sobre determinação e coragem que nos fala da guerra como o maior desafio à superação individual. Entre 1961 e 1974, centenas de milhares de portugueses combateram em Angola, em Moçambique e na Guiné. Mas, como acontece em todos os conflitos, só alguns combatentes se destacaram. Heróis do Ultramar traça o retrato de um punhado de homens que se distinguiram nos campos de batalha da Guerra Colonial e que ainda hoje são recordados pela sua bravura extrema. Portugueses que, independentemente do curso da História, da política ditada pelo governo de Lisboa, das suas próprias convicções e até das suas personalidades por vezes polémicas, demonstraram uma extraordinária capacidade de liderança debaixo de fogo e uma determinação inabalável perante a adversidade e o terror que só uma guerra consegue despertar. Escrito a partir de vários testemunhos e das memórias dos combatentes, Heróis do Ultramar reúne alguns dos episódios mais ousados e dramáticos das três frentes do conflito português em África, na perspectiva dos seus principais protagonistas no terreno.
Nº Páginas: 200
Sinopse:
Um livro sobre determinação e coragem que nos fala da guerra como o maior desafio à superação individual. Entre 1961 e 1974, centenas de milhares de portugueses combateram em Angola, em Moçambique e na Guiné. Mas, como acontece em todos os conflitos, só alguns combatentes se destacaram. Heróis do Ultramar traça o retrato de um punhado de homens que se distinguiram nos campos de batalha da Guerra Colonial e que ainda hoje são recordados pela sua bravura extrema. Portugueses que, independentemente do curso da História, da política ditada pelo governo de Lisboa, das suas próprias convicções e até das suas personalidades por vezes polémicas, demonstraram uma extraordinária capacidade de liderança debaixo de fogo e uma determinação inabalável perante a adversidade e o terror que só uma guerra consegue despertar. Escrito a partir de vários testemunhos e das memórias dos combatentes, Heróis do Ultramar reúne alguns dos episódios mais ousados e dramáticos das três frentes do conflito português em África, na perspectiva dos seus principais protagonistas no terreno.
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Edição: Ago 2020
Nº Páginas: 148
Sinopse:
O que é um Herói? Será alguém que sofreu e superou algum tipo de provação, como Nun’Álvares Pereira, herói de Aljubarrota, ou Fernão de Magalhães, obstinado em provar que se podia, por mar, dar a volta ao mundo? E não será herói Luís de Camões, que sobre si mesmo se fecha para escrever Os Lusíadas? Ou Aristides Sousa Mendes por ter preferido seguir um imperativo ético em vez de se submeter ao poder de Salazar? Neste tempo de descrença e pessimismo, sabe bem recordar os Heróis da nossa História. Sabe bem ler a história de homens e mulheres que foram um exemplo de coragem física, de abnegação, de construção de imaginário, de desenvolvimento científico, de mudança dos costumes, de firmeza moral, de coerência política. O autor, Pedro Marta Santos, dá-nos, com emoção e verdade, a história de 19 Heróis da História de Portugal. São 19 histórias que nos contam a História como nunca tinha sido contada.
Nº Páginas: 148
Sinopse:
O que é um Herói? Será alguém que sofreu e superou algum tipo de provação, como Nun’Álvares Pereira, herói de Aljubarrota, ou Fernão de Magalhães, obstinado em provar que se podia, por mar, dar a volta ao mundo? E não será herói Luís de Camões, que sobre si mesmo se fecha para escrever Os Lusíadas? Ou Aristides Sousa Mendes por ter preferido seguir um imperativo ético em vez de se submeter ao poder de Salazar? Neste tempo de descrença e pessimismo, sabe bem recordar os Heróis da nossa História. Sabe bem ler a história de homens e mulheres que foram um exemplo de coragem física, de abnegação, de construção de imaginário, de desenvolvimento científico, de mudança dos costumes, de firmeza moral, de coerência política. O autor, Pedro Marta Santos, dá-nos, com emoção e verdade, a história de 19 Heróis da História de Portugal. São 19 histórias que nos contam a História como nunca tinha sido contada.
Viriato - Afonso Henriques - Egas Moniz - Rainha Santa Isabel - Nun’Álvares Pereira - Infante D. Henrique - Álvaro Gonçalves Coutinho, O Magriço - D. João II - Afonso de Albuquerque - Fernão De Magalhães - O Elefante Salomão - Luís Vaz de Camões - Damião De Góis - Fernão Mendes Pinto - Pedro Nunes - Carolina Beatriz Ângelo - Aníbal Milhais, O Soldado Milhões - Aristides de Sousa Mendes - Salgueiro Maia
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Edição: Nov 2016
Nº Páginas: 240
Sinopse:
O jornalista Nuno Tiago Pinto leva-nos numa viagem às verdadeiras motivações que levaram Mário Nunes, e muitos outros, a abandonar a segurança e o conforto para lutar contra o Estado Islâmico.
Nº Páginas: 240
Sinopse:
O jornalista Nuno Tiago Pinto leva-nos numa viagem às verdadeiras motivações que levaram Mário Nunes, e muitos outros, a abandonar a segurança e o conforto para lutar contra o Estado Islâmico.
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Edição: Out 2025
Nº Páginas: 496
Sinopse:
Dan Jones, um dos mais importantes historiadores medievais do nosso tempo, dá vida de forma inesquecível à ascensão surpreendente de Henrique V, que sobreviveu a uma rebelião, a um ferimento de flecha quase fatal e a um longo e precário aprendizado enquanto príncipe para se tornar o maior rei guerreiro da Inglaterra. Henrique V reinou somente nove anos e quatro meses e morreu com apenas 35 anos, mas paira sobre a paisagem do final da Idade Média e para lá dela. Vencedor da Batalha de Agincourt, imortalizada por William Shakespeare, foi um rei modelo para os seus sucessores. Salvou um país devastado da ruína económica, reprimiu rebeliões e protegeu as fronteiras do reino, enquanto na diplomacia externa fez com que a Inglaterra se tornasse uma potência novamente importante. Porém, as suas conquistas no norte da França seriam a génese para três gerações de calamidades no seu país, sob a forma das Guerras das Rosas.
Nº Páginas: 496
Sinopse:
Dan Jones, um dos mais importantes historiadores medievais do nosso tempo, dá vida de forma inesquecível à ascensão surpreendente de Henrique V, que sobreviveu a uma rebelião, a um ferimento de flecha quase fatal e a um longo e precário aprendizado enquanto príncipe para se tornar o maior rei guerreiro da Inglaterra. Henrique V reinou somente nove anos e quatro meses e morreu com apenas 35 anos, mas paira sobre a paisagem do final da Idade Média e para lá dela. Vencedor da Batalha de Agincourt, imortalizada por William Shakespeare, foi um rei modelo para os seus sucessores. Salvou um país devastado da ruína económica, reprimiu rebeliões e protegeu as fronteiras do reino, enquanto na diplomacia externa fez com que a Inglaterra se tornasse uma potência novamente importante. Porém, as suas conquistas no norte da França seriam a génese para três gerações de calamidades no seu país, sob a forma das Guerras das Rosas.
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Edição: Nov 2016
Nº Páginas: 920
Sinopse:
Responsável máximo das SS, chefe da polícia alemã, comissário do Reich para o Fortalecimento do Povo Alemão e ministro do Interior do Reich, Heinrich Himmler gozou de uma posição de poder quase sem paralelo na Alemanha Nazi. Talvez mais do que qualquer outro líder nazi para além de Hitler, o seu nome tornou-se sinónimo do terror, repressão e destruição que caracterizaram o Terceiro Reich. Os seus amplos poderes determinaram que fosse tão responsável pela repressão interna do povo alemão, como pelas atrocidades perpetradas pelas SS na Frente Leste. E no entanto, apesar do seu papel central nos crimes daquele regime, até agora Himmler mantinha-se uma figura indefinida e esquiva nos relatos deste período histórico.
Nº Páginas: 920
Sinopse:
Responsável máximo das SS, chefe da polícia alemã, comissário do Reich para o Fortalecimento do Povo Alemão e ministro do Interior do Reich, Heinrich Himmler gozou de uma posição de poder quase sem paralelo na Alemanha Nazi. Talvez mais do que qualquer outro líder nazi para além de Hitler, o seu nome tornou-se sinónimo do terror, repressão e destruição que caracterizaram o Terceiro Reich. Os seus amplos poderes determinaram que fosse tão responsável pela repressão interna do povo alemão, como pelas atrocidades perpetradas pelas SS na Frente Leste. E no entanto, apesar do seu papel central nos crimes daquele regime, até agora Himmler mantinha-se uma figura indefinida e esquiva nos relatos deste período histórico.
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Edição: Set 2021
Nº Páginas: 464
Sinopse:
Em "Hegemonia - Sete Duelos pelo Poder Global", Jaime Nogueira Pinto evoca e analisa os grandes conflitos pelo domínio do mundo a Guerra de Peloponeso, as Guerras Púnicas, as Guerras de Carlos V, as Guerras franco-britânicas, as Guerras da Alemanha e a Guerra Fria para terminar no frente-a-frente China - Estados Unidos da América a que hoje assistimos e que promete dominar o futuro. Ao longo destas páginas e dos séculos que percorremos percebemos que há constantes nas causas, nas motivações dos seus protagonistas, no modo de defesa e ataque, que se repetem. Em todas elas, na geopolítica dos interesses e na luta pela hegemonia, estiveram sempre os motores primeiros da acção humana, segundo Tucídides: o medo, a glória e a cobiça dos chefes e dos povos.
Nº Páginas: 464
Sinopse:
Em "Hegemonia - Sete Duelos pelo Poder Global", Jaime Nogueira Pinto evoca e analisa os grandes conflitos pelo domínio do mundo a Guerra de Peloponeso, as Guerras Púnicas, as Guerras de Carlos V, as Guerras franco-britânicas, as Guerras da Alemanha e a Guerra Fria para terminar no frente-a-frente China - Estados Unidos da América a que hoje assistimos e que promete dominar o futuro. Ao longo destas páginas e dos séculos que percorremos percebemos que há constantes nas causas, nas motivações dos seus protagonistas, no modo de defesa e ataque, que se repetem. Em todas elas, na geopolítica dos interesses e na luta pela hegemonia, estiveram sempre os motores primeiros da acção humana, segundo Tucídides: o medo, a glória e a cobiça dos chefes e dos povos.
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Edição: Out 2019
Nº Páginas: 248
Sinopse:
Nas palavras do seu autor, "É provável que aquilo que, subterraneamente, palpite neste livro seja uma modesta teoria sobre o ser humano, mas sem qualquer pretensão lógica ou sistemática. (A citação de Jung, que está no início do livro, é uma crítica severa às atitudes puramente racionalistas.) Estes textos têm também uma premeditada e radical simplicidade que não é passível de, enganadoramente, ser confundida com ingenuidade, desafinada como está hoje a nossa sensibilidade ante o pensamento dominante e a libérrima, mas oca, expressão das formas e dos conteúdos literários. [...] Estes Três Tratados da Harmonia são, de entre os meus livros, aqueles que prefiro. Por vezes, naquele momento em que o leitor anónimo me pede que lhe recomende um só dos meus livros, eu costumo sugerir-lhe estes Tratados. Porquê? Talvez porque eles formam uma obra que revela muito bem o escritor que, essencialmente, eu quis ser [...]" - [Antonio Colinas]
Nº Páginas: 248
Sinopse:
Nas palavras do seu autor, "É provável que aquilo que, subterraneamente, palpite neste livro seja uma modesta teoria sobre o ser humano, mas sem qualquer pretensão lógica ou sistemática. (A citação de Jung, que está no início do livro, é uma crítica severa às atitudes puramente racionalistas.) Estes textos têm também uma premeditada e radical simplicidade que não é passível de, enganadoramente, ser confundida com ingenuidade, desafinada como está hoje a nossa sensibilidade ante o pensamento dominante e a libérrima, mas oca, expressão das formas e dos conteúdos literários. [...] Estes Três Tratados da Harmonia são, de entre os meus livros, aqueles que prefiro. Por vezes, naquele momento em que o leitor anónimo me pede que lhe recomende um só dos meus livros, eu costumo sugerir-lhe estes Tratados. Porquê? Talvez porque eles formam uma obra que revela muito bem o escritor que, essencialmente, eu quis ser [...]" - [Antonio Colinas]
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Edição: Fev 2022
Nº Páginas: 728
Sinopse:
Anne Applebaum faz uma reconstrução histórica da origem e evolução dos campos de concentração soviéticos, colocando esta terrível realidade no centro da História do século XX. Com detalhe e precisão, a partir de memórias de prisioneiros e documentação histórica, é-nos relatado o quotidiano no campo: as automutilações para evitar o trabalho forçado, os casamentos entre prisioneiros, a vida de mulheres e crianças, rebeliões e tentativas de fuga. Bem documentado e rigoroso, o livro demonstra que o Gulag nasceu não só da necessidade de isolar aqueles que o Partido Comunista considerava inimigos, mas também para obter uma vasta mão-de-obra escrava que trabalhava a troco de comida em projetos gigantescos como o do canal do mar Branco ou as minas de Kolimá. Depois de descrever o horror organizado pelo regime soviético, Gulag narra como Gorbachev, cuja família foi vítima desta política repressiva, pôs fim a este regime prisional, libertando os cidadãos de um dos sistemas mais perversos e cruéis que o mundo já conheceu.
Nº Páginas: 728
Sinopse:
Anne Applebaum faz uma reconstrução histórica da origem e evolução dos campos de concentração soviéticos, colocando esta terrível realidade no centro da História do século XX. Com detalhe e precisão, a partir de memórias de prisioneiros e documentação histórica, é-nos relatado o quotidiano no campo: as automutilações para evitar o trabalho forçado, os casamentos entre prisioneiros, a vida de mulheres e crianças, rebeliões e tentativas de fuga. Bem documentado e rigoroso, o livro demonstra que o Gulag nasceu não só da necessidade de isolar aqueles que o Partido Comunista considerava inimigos, mas também para obter uma vasta mão-de-obra escrava que trabalhava a troco de comida em projetos gigantescos como o do canal do mar Branco ou as minas de Kolimá. Depois de descrever o horror organizado pelo regime soviético, Gulag narra como Gorbachev, cuja família foi vítima desta política repressiva, pôs fim a este regime prisional, libertando os cidadãos de um dos sistemas mais perversos e cruéis que o mundo já conheceu.
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Edição: Nov 2011
Nº Páginas: 368
Sinopse:
Por mais voltas que se dê, é impossível contar a história do Brasil sem falar de Portugal. A vida dos dois países sempre se cruzou mais do que se podia supor. Um enfoque novo e original.É hora de atirar tomates à historiografia politicamente correta. Este guia reúne histórias que chocam diretamente com ela. Neste livro mencionamos os erros das vítimas e dos heróis da bondade, bem como as virtudes daqueles que são considerados vilões. Alguém poderá dizer que se trata de um esforço semelhante ao dos historiadores militantes, só que na direção oposta. É verdade. Quer dizer, mais ou menos. Este livro não quer ser um falso estudo académico, como o daqueles estudiosos, e sim uma provocação. Uma pequena coletânea de pesquisas históricas sérias, irritantes e desagradáveis, escolhidas com o objetivo de enfurecer um bom número de cidadãos.
Nº Páginas: 368
Sinopse:
Por mais voltas que se dê, é impossível contar a história do Brasil sem falar de Portugal. A vida dos dois países sempre se cruzou mais do que se podia supor. Um enfoque novo e original.É hora de atirar tomates à historiografia politicamente correta. Este guia reúne histórias que chocam diretamente com ela. Neste livro mencionamos os erros das vítimas e dos heróis da bondade, bem como as virtudes daqueles que são considerados vilões. Alguém poderá dizer que se trata de um esforço semelhante ao dos historiadores militantes, só que na direção oposta. É verdade. Quer dizer, mais ou menos. Este livro não quer ser um falso estudo académico, como o daqueles estudiosos, e sim uma provocação. Uma pequena coletânea de pesquisas históricas sérias, irritantes e desagradáveis, escolhidas com o objetivo de enfurecer um bom número de cidadãos.
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Edição: Out 2019
Nº Páginas: 600
Sinopse:
Nos últimos três mil anos, a China passou pelo menos onze séculos em guerra. O Império Romano esteve em combate no mínimo durante metade da sua existência. Desde o ano da sua independência, em 1776, os Estados Unidos envolveram-se em diversos conflitos armados num total de mais de cem anos. Se o sonho de paz tem sido universal ao longo da história da humanidade, por que razão é tão difícil de alcançar? Neste livro surpreendente, Jonathan Holslag propõe-nos uma nova história do mundo, desde a Idade do Ferro até ao presente, centrada nos conflitos entre impérios, nações e povos, e no impacto da diplomacia e do cosmopolitismo. Uma visão global de três mil anos de história, o livro descreve e explica os sucessivos períodos de guerra e de paz, desde o Antigo Egito até à Dinastia Han, da Pax Romana ao surgimento do Islão, das primeiras conferências de paz à criação das Nações Unidas. Esta aventura histórica épica permite a Holslag estabelecer padrões entre diferentes eras e regiões, denunciar mitos generalizados sobre a guerra e discorrer sobre questões essenciais da natureza da política global. É mesmo verdade que o comércio fomenta a paz? Como é que as alterações climáticas afetam a estabilidade das sociedades? Será que a participação democrática é um travão à agressão? É a guerra um pecado universal do poder? Num momento de tensões geopolíticas crescentes, "Guerra e Paz - Uma História Política do Mundo" mostra como é que chegámos aonde estamos atualmente - e porque é que não devemos dar por certa a paz.
Nº Páginas: 600
Sinopse:
Nos últimos três mil anos, a China passou pelo menos onze séculos em guerra. O Império Romano esteve em combate no mínimo durante metade da sua existência. Desde o ano da sua independência, em 1776, os Estados Unidos envolveram-se em diversos conflitos armados num total de mais de cem anos. Se o sonho de paz tem sido universal ao longo da história da humanidade, por que razão é tão difícil de alcançar? Neste livro surpreendente, Jonathan Holslag propõe-nos uma nova história do mundo, desde a Idade do Ferro até ao presente, centrada nos conflitos entre impérios, nações e povos, e no impacto da diplomacia e do cosmopolitismo. Uma visão global de três mil anos de história, o livro descreve e explica os sucessivos períodos de guerra e de paz, desde o Antigo Egito até à Dinastia Han, da Pax Romana ao surgimento do Islão, das primeiras conferências de paz à criação das Nações Unidas. Esta aventura histórica épica permite a Holslag estabelecer padrões entre diferentes eras e regiões, denunciar mitos generalizados sobre a guerra e discorrer sobre questões essenciais da natureza da política global. É mesmo verdade que o comércio fomenta a paz? Como é que as alterações climáticas afetam a estabilidade das sociedades? Será que a participação democrática é um travão à agressão? É a guerra um pecado universal do poder? Num momento de tensões geopolíticas crescentes, "Guerra e Paz - Uma História Política do Mundo" mostra como é que chegámos aonde estamos atualmente - e porque é que não devemos dar por certa a paz.
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Edição: Set 2021
Nº Páginas: 368
Sinopse:
Será a paz uma exceção? O instinto de lutar poderá ser inato à natureza humana, mas a guerra - violência organizada - acontece na sociedade organizada. A guerra moldou a história da humanidade, as suas instituições sociais e políticas, valores e ideias. Margaret MacMillan, autora do best-seller A Guerra que Acabou com a Paz, apresenta a sua visão pessoal da guerra como uma componente essencial da humanidade. Analisando as consequências das guerras ao longo da história, da Antiguidade ao presente, a autora revela as muitas faces da guerra: o modo como define o nosso passado, o nosso futuro, a nossa mundivisão e a forma como nos vemos a nós próprios.
Nº Páginas: 368
Sinopse:
Será a paz uma exceção? O instinto de lutar poderá ser inato à natureza humana, mas a guerra - violência organizada - acontece na sociedade organizada. A guerra moldou a história da humanidade, as suas instituições sociais e políticas, valores e ideias. Margaret MacMillan, autora do best-seller A Guerra que Acabou com a Paz, apresenta a sua visão pessoal da guerra como uma componente essencial da humanidade. Analisando as consequências das guerras ao longo da história, da Antiguidade ao presente, a autora revela as muitas faces da guerra: o modo como define o nosso passado, o nosso futuro, a nossa mundivisão e a forma como nos vemos a nós próprios.
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Edição: Jul 2013
Nº Páginas: 232
Sinopse:
"Guerra - Uma breve história" é a admirável síntese dos conflitos armados ao longo do tempo: da sofisticação militar do Império Assírio à notável máquina de guerra dos generais romanos, passando pela importância dos arqueiros portugueses na Batalha de Aljubarrota, o império naval inglês dos séculos XVII e XVIII, as inovadoras campanhas militares de Napoleão Bonaparte e a actual Guerra ao Terror movida pelos Estados Unidos. Escrita pelo reputado especialista em história militar Prof. Jeremy Black, "Guerra - Uma breve história" é a obra incontornável que explica com clareza e rigor académico as principais técnicas e armas, batalhas e chefes militares de todos os tempos.
Nº Páginas: 232
Sinopse:
"Guerra - Uma breve história" é a admirável síntese dos conflitos armados ao longo do tempo: da sofisticação militar do Império Assírio à notável máquina de guerra dos generais romanos, passando pela importância dos arqueiros portugueses na Batalha de Aljubarrota, o império naval inglês dos séculos XVII e XVIII, as inovadoras campanhas militares de Napoleão Bonaparte e a actual Guerra ao Terror movida pelos Estados Unidos. Escrita pelo reputado especialista em história militar Prof. Jeremy Black, "Guerra - Uma breve história" é a obra incontornável que explica com clareza e rigor académico as principais técnicas e armas, batalhas e chefes militares de todos os tempos.
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Edição: Out 2020
Nº Páginas: 584
Sinopse:
Fenómeno de primeira grandeza na História pátria, a guerra colonial permitiu a este pequeno país estar no centro do movimento descolonizador pós-Segunda Guerra Mundial, que retirou a Europa dos territórios onde se havia instalado. Nesta obra, procurou-se primeiro perceber quais os motivos da opção pela guerra, o pilar que desde 1961 sustentou o regime de Salazar, corroído pelos anos de poder e ameaçado pelos "ventos da mudança", e que desmoronou após treze anos perdidos sem um vislumbre de solução, arrastando consigo a ditadura e o colonialismo, considerando o panorama nacional e internacional; também o impacto do conflito na sociedade portuguesa, na economia, nos movimentos sociais, políticos e religiosos; e o modo de fazer a guerra, desde a organização das forças terrestres, aéreas e navais, e das forças locais, à relação dos militares com as populações. Em seguida, são descritas e analisadas as teses da guerra ganha ou guerra perdida; a teia das conspirações, versando os desfechos para o conflito armado e a questão colonial, urdida entre as várias fações do regime; e por fim as tentativas de solução para a guerra.
Nº Páginas: 584
Sinopse:
Fenómeno de primeira grandeza na História pátria, a guerra colonial permitiu a este pequeno país estar no centro do movimento descolonizador pós-Segunda Guerra Mundial, que retirou a Europa dos territórios onde se havia instalado. Nesta obra, procurou-se primeiro perceber quais os motivos da opção pela guerra, o pilar que desde 1961 sustentou o regime de Salazar, corroído pelos anos de poder e ameaçado pelos "ventos da mudança", e que desmoronou após treze anos perdidos sem um vislumbre de solução, arrastando consigo a ditadura e o colonialismo, considerando o panorama nacional e internacional; também o impacto do conflito na sociedade portuguesa, na economia, nos movimentos sociais, políticos e religiosos; e o modo de fazer a guerra, desde a organização das forças terrestres, aéreas e navais, e das forças locais, à relação dos militares com as populações. Em seguida, são descritas e analisadas as teses da guerra ganha ou guerra perdida; a teia das conspirações, versando os desfechos para o conflito armado e a questão colonial, urdida entre as várias fações do regime; e por fim as tentativas de solução para a guerra.
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Edição: Jun 2013
Nº Páginas: 204
Sinopse:
…mas que são de outros tempos, de outras épocas. Muitos serão automaticamente reconhecidos pelo leitor, outros nem tanto. Penso que nestes últimos a leitura terá um travo especial, desvendando em cada virar de página mais um mistério. São histórias cheias de emoção com personagens de carne e osso. Pessoas aparentemente comuns, mas que, em algum momento das suas vidas, se tornaram diferentes, especiais. Aventureiros por natureza, sem dúvida." Pêro da Covilhã, Vasco da Gama, Pedro Álvares Cabral, Fernão de Magalhães, Cristóvão de Mendonça, Diogo Álvares Correia, António de Andrade, António Raposo Tavares, Hermenegildo Capelo, Gago Coutinho, Carlos Bleck, João Garcia
Nº Páginas: 204
Sinopse:
…mas que são de outros tempos, de outras épocas. Muitos serão automaticamente reconhecidos pelo leitor, outros nem tanto. Penso que nestes últimos a leitura terá um travo especial, desvendando em cada virar de página mais um mistério. São histórias cheias de emoção com personagens de carne e osso. Pessoas aparentemente comuns, mas que, em algum momento das suas vidas, se tornaram diferentes, especiais. Aventureiros por natureza, sem dúvida." Pêro da Covilhã, Vasco da Gama, Pedro Álvares Cabral, Fernão de Magalhães, Cristóvão de Mendonça, Diogo Álvares Correia, António de Andrade, António Raposo Tavares, Hermenegildo Capelo, Gago Coutinho, Carlos Bleck, João Garcia
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Edição: Fev 2013
Nº Páginas: 408
Sinopse:
Numa altura em que Portugal atravessa mais um momento conturbado, erguem-se vozes clamando por alguém que lidere o país na direcção da prosperidade. Alguém que se destaque pelas qualidades de autoridade, competência, poder de decisão e capacidade de liderança; em suma, um "chefe". Mas a chefia não se limita a acções, traduz-se, também, por ideias, que, embora nem sempre vencendo no tempo em que foram pela primeira vez formuladas, acabarão por marcar o nosso destino. Ao longo da nossa História várias foram as figuras que, em determinado momento ou área, personificaram os valores que associamos a um bom líder. Este livro aborda os temas da chefia e da liderança e a figura do chefe, o seu trajecto, influência e simbolismo, em várias áreas humanas, sociais e políticas ao longo do tempo, exemplificando com figuras e episódios relevantes. Cada modelo de chefia é representativo, à sua maneira, de autoridade - formal ou informal - e de influência - passageira ou perene.
Nº Páginas: 408
Sinopse:
Numa altura em que Portugal atravessa mais um momento conturbado, erguem-se vozes clamando por alguém que lidere o país na direcção da prosperidade. Alguém que se destaque pelas qualidades de autoridade, competência, poder de decisão e capacidade de liderança; em suma, um "chefe". Mas a chefia não se limita a acções, traduz-se, também, por ideias, que, embora nem sempre vencendo no tempo em que foram pela primeira vez formuladas, acabarão por marcar o nosso destino. Ao longo da nossa História várias foram as figuras que, em determinado momento ou área, personificaram os valores que associamos a um bom líder. Este livro aborda os temas da chefia e da liderança e a figura do chefe, o seu trajecto, influência e simbolismo, em várias áreas humanas, sociais e políticas ao longo do tempo, exemplificando com figuras e episódios relevantes. Cada modelo de chefia é representativo, à sua maneira, de autoridade - formal ou informal - e de influência - passageira ou perene.
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Edição: Fev 2025
Nº Páginas: 384
Sinopse:
Numa reflexão crítica sobre o que é liderar e governar no século xxi, num cenário de crescente complexidade social, de luta contra o simplismo populista e de necessidade de encontrar respostas e soluções para os problemas das pessoas, António Costa Silva faz um balanço da sua experiência governativa à luz dos princípios de gestão e organização aprendidos no mundo empresarial, mas sem esquecer que gerir uma empresa é diferente de gerir a Administração Pública. Tendo como ponto de partida o seu trabalho na preparação da Visão Estratégica para o Plano de Recuperação Económica de Portugal 2020-2030, que se traduziria no PRR que está em execução e que pode transformar a economia e a sociedade portuguesas, o autor questiona práticas e processos instituídos, partilha casos de sucesso e propõe alternativas para tornar a Administração e o Estado mais eficazes.Descreve também os desafios enfrentados na formulação, execução e avaliação das políticas públicas em Portugal na área económica e que, consequentemente, se colocam à governação e à liderança. Nesta obra, António Costa Silva deixa-nos um repto: liderar e governar no século xxi fazendo acreditar. Porque só construindo a confiança, demolindo mitos instalados e contrariando o negativismo que nos caracteriza conseguiremos agir coletivamente, promover a capacidade de diálogo e de cooperação entre cidadãos, empresas, associações, universidades, cientistas, centros tecnológicos e construir um país com menos eus» e mais nós», capaz de assumir o compromisso fundamental para transformar o país.
Nº Páginas: 384
Sinopse:
Numa reflexão crítica sobre o que é liderar e governar no século xxi, num cenário de crescente complexidade social, de luta contra o simplismo populista e de necessidade de encontrar respostas e soluções para os problemas das pessoas, António Costa Silva faz um balanço da sua experiência governativa à luz dos princípios de gestão e organização aprendidos no mundo empresarial, mas sem esquecer que gerir uma empresa é diferente de gerir a Administração Pública. Tendo como ponto de partida o seu trabalho na preparação da Visão Estratégica para o Plano de Recuperação Económica de Portugal 2020-2030, que se traduziria no PRR que está em execução e que pode transformar a economia e a sociedade portuguesas, o autor questiona práticas e processos instituídos, partilha casos de sucesso e propõe alternativas para tornar a Administração e o Estado mais eficazes.Descreve também os desafios enfrentados na formulação, execução e avaliação das políticas públicas em Portugal na área económica e que, consequentemente, se colocam à governação e à liderança. Nesta obra, António Costa Silva deixa-nos um repto: liderar e governar no século xxi fazendo acreditar. Porque só construindo a confiança, demolindo mitos instalados e contrariando o negativismo que nos caracteriza conseguiremos agir coletivamente, promover a capacidade de diálogo e de cooperação entre cidadãos, empresas, associações, universidades, cientistas, centros tecnológicos e construir um país com menos eus» e mais nós», capaz de assumir o compromisso fundamental para transformar o país.
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Edição: Jan 2020
Nº Páginas: 560
Sinopse:
Num período de 100 anos, um punhado de homens e mulheres transformaram o mundo e o nosso olhar sobre ele. Muitos são sobejamente conhecidos – Marx, Freud, Proust, Einstein, Kafka. Outros desapareceram da memória coletiva, apesar do seu impacto indelével no nosso quotidiano. Sem Karl Landsteiner, não haveria transfusões sanguíneas. Sem Paul Ehrlich não teríamos quimioterapia. Sem Siegfried Marcus não existiria o automóvel a gasolina. Sem Rosalind Franklin a genética seria bem diferente. Sem Fritz Haber não haveria culturas suficientes para alimentar a população atual. O que é que estes visionários têm em comum? As suas origens judaicas. O dom de pensar fora da caixa. O raciocínio rápido. Em 1847, menos de 0,25% da população era de origem judaica, contudo eles moldaram o século XX e viram o que os outros não conseguiram. Como?
Nº Páginas: 560
Sinopse:
Num período de 100 anos, um punhado de homens e mulheres transformaram o mundo e o nosso olhar sobre ele. Muitos são sobejamente conhecidos – Marx, Freud, Proust, Einstein, Kafka. Outros desapareceram da memória coletiva, apesar do seu impacto indelével no nosso quotidiano. Sem Karl Landsteiner, não haveria transfusões sanguíneas. Sem Paul Ehrlich não teríamos quimioterapia. Sem Siegfried Marcus não existiria o automóvel a gasolina. Sem Rosalind Franklin a genética seria bem diferente. Sem Fritz Haber não haveria culturas suficientes para alimentar a população atual. O que é que estes visionários têm em comum? As suas origens judaicas. O dom de pensar fora da caixa. O raciocínio rápido. Em 1847, menos de 0,25% da população era de origem judaica, contudo eles moldaram o século XX e viram o que os outros não conseguiram. Como?
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Edição: Mai 2018
Nº Páginas: 224
Sinopse:
"Filhos do vento": as crianças que os militares portugueses deixaram na Guerra Colonial Chamavam "resto de tuga" a Fernando e ele não percebia porquê; Adulai era acusado de tudo pelos irmãos e era sovado todos os dias pelo padrasto por ter nascido com a pele mais clara; e os gémeos Celestina e Celestino guardam, aos 40 anos, uma fotografia desbotada de um jovem militar que não os quer conhecer, nem com o incentivo da "Exma. Mana" portuguesa. Foi para ir atrás destas histórias que Catarina Gomes partiu para a Guiné-Bissau em 2013, levando na mala um dos maiores tabus entre os militares portugueses: os filhos da guerra, crianças que ficaram para trás depois da Guerra Colonial, e que chegaram ao mundo como filhas do "inimigo" e condenadas a não conhecer os pais. Além do círculo masculino de silêncios que os mantém afastados, estes filhos africanos são também ignorados pelo Estado português, que nunca fez um esforço por conhecer a dimensão desta realidade ou por lhes garantir quaisquer direitos. Estão há anos em busca de uma identidade perdida, mas esta é a primeira vez que alguém conta a sua história. "Os filhos nascidos da guerra sofrem com a falta de conhecimento em relação aos seus pais biológicos. Os governos, assim como as instituições nacionais e internacionais, são incentivados a pôr de pé medidas que garantam o seu direito à identidade e, tanto quanto possível, a conhecerem os seus pais." (Recomendação da organização internacional Chibow: Children Born of War)
Nº Páginas: 224
Sinopse:
"Filhos do vento": as crianças que os militares portugueses deixaram na Guerra Colonial Chamavam "resto de tuga" a Fernando e ele não percebia porquê; Adulai era acusado de tudo pelos irmãos e era sovado todos os dias pelo padrasto por ter nascido com a pele mais clara; e os gémeos Celestina e Celestino guardam, aos 40 anos, uma fotografia desbotada de um jovem militar que não os quer conhecer, nem com o incentivo da "Exma. Mana" portuguesa. Foi para ir atrás destas histórias que Catarina Gomes partiu para a Guiné-Bissau em 2013, levando na mala um dos maiores tabus entre os militares portugueses: os filhos da guerra, crianças que ficaram para trás depois da Guerra Colonial, e que chegaram ao mundo como filhas do "inimigo" e condenadas a não conhecer os pais. Além do círculo masculino de silêncios que os mantém afastados, estes filhos africanos são também ignorados pelo Estado português, que nunca fez um esforço por conhecer a dimensão desta realidade ou por lhes garantir quaisquer direitos. Estão há anos em busca de uma identidade perdida, mas esta é a primeira vez que alguém conta a sua história. "Os filhos nascidos da guerra sofrem com a falta de conhecimento em relação aos seus pais biológicos. Os governos, assim como as instituições nacionais e internacionais, são incentivados a pôr de pé medidas que garantam o seu direito à identidade e, tanto quanto possível, a conhecerem os seus pais." (Recomendação da organização internacional Chibow: Children Born of War)
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Edição: Jul 2017
Nº Páginas: 208
Sinopse:
Em nome da independência e da democracia em Angola, Jonuel Gonçalves passou por várias estruturas e formas de luta: o movimento independentista, os bastidores da guerrilha, a assunção do poder pelo MPLA, as batalhas da guerra civil. A partir da sua própria experiência e de testemunhos de outros resistentes empenhados nesses combates, revela arriscadas formas de oposição e de militância e o contributo que deram ao processo de abertura em Angola. Todos os movimentos angolanos criados na segunda metade do século XX tiveram origem em pequenos grupos - às vezes uma célula - clandestinos ou exilados. Três cresceram e criaram grandes estruturas partidárias, tendo surgido dissidências no interior dos mesmos por reivindicações democráticas. Antes e depois da independência, também surgiram grupos informais anónimos, de duração variável e renovação constante. Após os anos 90, a crítica informal manteve-se, com vários riscos mas sem clandestinidade. Este contexto, revelador da dinâmica cívica angolana, é aqui analisado na perspetiva de um franco-atirador, ou seja, de alguém que preserva a liberdade e a independência críticas.
Nº Páginas: 208
Sinopse:
Em nome da independência e da democracia em Angola, Jonuel Gonçalves passou por várias estruturas e formas de luta: o movimento independentista, os bastidores da guerrilha, a assunção do poder pelo MPLA, as batalhas da guerra civil. A partir da sua própria experiência e de testemunhos de outros resistentes empenhados nesses combates, revela arriscadas formas de oposição e de militância e o contributo que deram ao processo de abertura em Angola. Todos os movimentos angolanos criados na segunda metade do século XX tiveram origem em pequenos grupos - às vezes uma célula - clandestinos ou exilados. Três cresceram e criaram grandes estruturas partidárias, tendo surgido dissidências no interior dos mesmos por reivindicações democráticas. Antes e depois da independência, também surgiram grupos informais anónimos, de duração variável e renovação constante. Após os anos 90, a crítica informal manteve-se, com vários riscos mas sem clandestinidade. Este contexto, revelador da dinâmica cívica angolana, é aqui analisado na perspetiva de um franco-atirador, ou seja, de alguém que preserva a liberdade e a independência críticas.
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Edição: Jun 2014
Nº Páginas: 664
Sinopse:
Belo e profundamente ameaçador, o Kremlin domina Moscovo há muitos séculos. É um dos poucos edifícios de todo o mundo que ainda conserva a sua função original do fim da Idade Média: um palácio construído para intimidar os súbditos do monarca e assustar os emissários estrangeiros. "Fortaleza Vermelha" transmite, de uma forma brilhante, a ideia do Kremlin como um palco de acontecimentos cruciais, que mantém, na era de Vladimir Putin, a mesma importância do passado.
Nº Páginas: 664
Sinopse:
Belo e profundamente ameaçador, o Kremlin domina Moscovo há muitos séculos. É um dos poucos edifícios de todo o mundo que ainda conserva a sua função original do fim da Idade Média: um palácio construído para intimidar os súbditos do monarca e assustar os emissários estrangeiros. "Fortaleza Vermelha" transmite, de uma forma brilhante, a ideia do Kremlin como um palco de acontecimentos cruciais, que mantém, na era de Vladimir Putin, a mesma importância do passado.
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Edição: Fev 2016
Nº Páginas: 472
Sinopse:
"A questão central que pretendo esclarecer neste trabalho não decorre da avaliação do que foi a política do fontismo, das suas concretizações e inconsequências ou do impacto que teve no desenvolvimento económico e social do Portugal oitocentista. […]O que me interessa compreender e explicar é o contexto da acção e das estratégias políticas, não as suas consequências. Interessa-me compreender e explicar porque foram adotadas determinadas políticas e não outras, porque se deu prioridade a determinado tipo de investimentos e não a outros, em que bases assentou a continuidade, pelo menos durante cerca de quatro décadas, de um projecto de mudança económica e social que melhor ou pior se identifica com esse termo peculiar fontismo."
Nº Páginas: 472
Sinopse:
"A questão central que pretendo esclarecer neste trabalho não decorre da avaliação do que foi a política do fontismo, das suas concretizações e inconsequências ou do impacto que teve no desenvolvimento económico e social do Portugal oitocentista. […]O que me interessa compreender e explicar é o contexto da acção e das estratégias políticas, não as suas consequências. Interessa-me compreender e explicar porque foram adotadas determinadas políticas e não outras, porque se deu prioridade a determinado tipo de investimentos e não a outros, em que bases assentou a continuidade, pelo menos durante cerca de quatro décadas, de um projecto de mudança económica e social que melhor ou pior se identifica com esse termo peculiar fontismo."
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Edição: Mai 2015
Nº Páginas: 376
Sinopse:
A Europa moderna - e a formação da União Europeia - foram concebidas para minimizar as tensões existentes que originaram as guerras catastróficas, mas como Friedman demonstra, aqueles planos falharam. Os focos de tensão estão agora a fervilhar tão perigosamente como no início do século XX. Concentrando-se numa meia dúzia de lugares, zonas fronteiriças e dinâmicas culturais, George Friedman faz o que poucos historiadores conseguem: explica, com precisão, em que medida certas tendências são imparáveis e o que nos reserva o futuro… tanto em termos de conflito como também de oportunidade.
Nº Páginas: 376
Sinopse:
A Europa moderna - e a formação da União Europeia - foram concebidas para minimizar as tensões existentes que originaram as guerras catastróficas, mas como Friedman demonstra, aqueles planos falharam. Os focos de tensão estão agora a fervilhar tão perigosamente como no início do século XX. Concentrando-se numa meia dúzia de lugares, zonas fronteiriças e dinâmicas culturais, George Friedman faz o que poucos historiadores conseguem: explica, com precisão, em que medida certas tendências são imparáveis e o que nos reserva o futuro… tanto em termos de conflito como também de oportunidade.
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Edição: Ago 2021
Nº Páginas: 192
Sinopse:
As crianças têm um dom inato para o espanto e uma curiosidade sem limites, duas características que os convertem em pequenos grandes filósofos. Filosofia para Crianças é uma ferramenta para, tanto em casa como na escola, potenciar o pensamento crítico e a inteligência filosófica das crianças, permitindo fazer delas cidadãos ativos e comprometidos. Este livro está organizado em duas partes: a primeira explana a história da Filosofia para crianças e os benefícios da educação filosófica para o desenvolvimento intelectual, pessoal e social das crianças. A segunda parte é constituída por 12 perguntas-chave, cada uma delas ligada a uma área da Filosofia e a um filósofo, que é explorada e dinamizada através de um conto e exercícios ou jogos de escrita, debate, expressão plástica.
Nº Páginas: 192
Sinopse:
As crianças têm um dom inato para o espanto e uma curiosidade sem limites, duas características que os convertem em pequenos grandes filósofos. Filosofia para Crianças é uma ferramenta para, tanto em casa como na escola, potenciar o pensamento crítico e a inteligência filosófica das crianças, permitindo fazer delas cidadãos ativos e comprometidos. Este livro está organizado em duas partes: a primeira explana a história da Filosofia para crianças e os benefícios da educação filosófica para o desenvolvimento intelectual, pessoal e social das crianças. A segunda parte é constituída por 12 perguntas-chave, cada uma delas ligada a uma área da Filosofia e a um filósofo, que é explorada e dinamizada através de um conto e exercícios ou jogos de escrita, debate, expressão plástica.
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Edição: Abr 2017
Nº Páginas: 360
Sinopse:
"Em Filhos da América, Nélida Piñon escreve sobre Machado de Assis e José de Alencar, escritores que considera dois dos principais intérpretes do Brasil na literatura; perfila a atriz Marília Pêra, exalta a escrita de Rachel de Queiroz, saúda a chegada de Antônio Torres à Academia Brasileira de Letras e, entre outros temas, homenageia a amiga Carmen Balcells, que morreu em 2015 e foi agente literária dos maiores escritores da América Latina. Neste que também é um livro sobre memória, Nélida rende tributos à literatura ibero-americana, passeia pela Galiza da sua infância e a que restou na vida dos parentes que com ela vieram para o Brasil, recorda os caminhos que a levaram a escrever livros como A República dos Sonhos, sobre imigração, e Vozes do Deserto, sobre as narrativas árabes, que tem Scherezade como protagonista. Grande contadora de histórias e exímia ouvinte, a autora circula por todos os ambientes, desde as esquinas de seu bairro até os salões mais nobres, recolhendo, da vida e da relação com as pessoas, memórias que transbordam em seguida para a sua escrita. Este livro é, portanto, um registo das suas experiências, da cultura e das pessoas."
Nº Páginas: 360
Sinopse:
"Em Filhos da América, Nélida Piñon escreve sobre Machado de Assis e José de Alencar, escritores que considera dois dos principais intérpretes do Brasil na literatura; perfila a atriz Marília Pêra, exalta a escrita de Rachel de Queiroz, saúda a chegada de Antônio Torres à Academia Brasileira de Letras e, entre outros temas, homenageia a amiga Carmen Balcells, que morreu em 2015 e foi agente literária dos maiores escritores da América Latina. Neste que também é um livro sobre memória, Nélida rende tributos à literatura ibero-americana, passeia pela Galiza da sua infância e a que restou na vida dos parentes que com ela vieram para o Brasil, recorda os caminhos que a levaram a escrever livros como A República dos Sonhos, sobre imigração, e Vozes do Deserto, sobre as narrativas árabes, que tem Scherezade como protagonista. Grande contadora de histórias e exímia ouvinte, a autora circula por todos os ambientes, desde as esquinas de seu bairro até os salões mais nobres, recolhendo, da vida e da relação com as pessoas, memórias que transbordam em seguida para a sua escrita. Este livro é, portanto, um registo das suas experiências, da cultura e das pessoas."
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Edição: Mai 2021
Nº Páginas: 216
Sinopse:
É no pequeno detalhe, na traição de alcova e na inócua anedota contada entre quatro paredes que, muitas vezes, os destinos se cruzam ou separam para sempre. Com este livro, Luís Osório recupera ficheiros da política e da sociedade portuguesas que pertenciam à categoria do que nunca se soube e desvenda acontecimentos guardados no fundo do baú do que estava por contar. Saiba tudo sobre o último encontro entre Cunhal e Soares antes do 25 de Abril - o que discutiram e o que ficou acordado. Conheça a história nunca contada do ataque que estava planeado às sedes do PCP se Freitas do Amaral tivesse vencido as presidenciais de 86. Saiba que Maria Barroso votou contra a fundação do PS. Ou que Alberto João Jardim cantou para Salazar. E que o homem que Vasco Gonçalves mais amou era um salazarista fanático. Conheça o sobrinho do ditador que vive casto em memória do tio e as mulheres que no Vimieiro se lembram de lhe lavar os pés. Fique a saber o que se passou no dia em que Pinto Balsemão esperou por Isabel do Carmo com uma pistola em cima da mesa. Perceba como a morte do pequeno Chico, irmão de José Saramago, determinou a vida do escritor. Ou como a morte do amor da vida de Siza Vieira lhe definiu o destino. Saiba como foi o dia em que o pai de Manoel de Oliveira, no leito da morte, quis que ele conhecesse dois irmãos de uma relação bastarda. Conheça a solidão de Amália Rodrigues e fique a saber que, ao contrário do que se dizia, detestava vinho. Surpreenda-se com a noite em que Fernando Carvalho Rodrigues se fez passar por Pavarotti. Leia a extraordinária história do último leproso português e da tenebrosa leprosaria construída pelo Estado Novo.
Nº Páginas: 216
Sinopse:
É no pequeno detalhe, na traição de alcova e na inócua anedota contada entre quatro paredes que, muitas vezes, os destinos se cruzam ou separam para sempre. Com este livro, Luís Osório recupera ficheiros da política e da sociedade portuguesas que pertenciam à categoria do que nunca se soube e desvenda acontecimentos guardados no fundo do baú do que estava por contar. Saiba tudo sobre o último encontro entre Cunhal e Soares antes do 25 de Abril - o que discutiram e o que ficou acordado. Conheça a história nunca contada do ataque que estava planeado às sedes do PCP se Freitas do Amaral tivesse vencido as presidenciais de 86. Saiba que Maria Barroso votou contra a fundação do PS. Ou que Alberto João Jardim cantou para Salazar. E que o homem que Vasco Gonçalves mais amou era um salazarista fanático. Conheça o sobrinho do ditador que vive casto em memória do tio e as mulheres que no Vimieiro se lembram de lhe lavar os pés. Fique a saber o que se passou no dia em que Pinto Balsemão esperou por Isabel do Carmo com uma pistola em cima da mesa. Perceba como a morte do pequeno Chico, irmão de José Saramago, determinou a vida do escritor. Ou como a morte do amor da vida de Siza Vieira lhe definiu o destino. Saiba como foi o dia em que o pai de Manoel de Oliveira, no leito da morte, quis que ele conhecesse dois irmãos de uma relação bastarda. Conheça a solidão de Amália Rodrigues e fique a saber que, ao contrário do que se dizia, detestava vinho. Surpreenda-se com a noite em que Fernando Carvalho Rodrigues se fez passar por Pavarotti. Leia a extraordinária história do último leproso português e da tenebrosa leprosaria construída pelo Estado Novo.
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Edição: Set 2019
Nº Páginas: 184
Sinopse:
A 8 de Março de 2019, a primeira greve nacional feminista em Portugal esvaziou locais de trabalho e encheu as ruas de homens e mulheres em protesto contra a desigualdade social e laboral, a violência de género e todas as formas de descriminação a que as mulheres estão, ainda, sujeitas. Num país onde, em 2018, 28 mulheres foram vítimas de femicídio e onde a diferença salarial entre um homem e uma mulher pode atingir os 26%, o feminismo é uma urgência, não um capricho. A igualdade de direitos, de deveres e de oportunidade para todos, independentemente do seu género, credo ou raça, está prevista na lei. A vida das pessoas e os números a que dão origem, porém, demonstram que a concretização desta prerrogativa continua longe do horizonte da maioria. No entanto, "feminismo" e "feminista" ainda são palavras que provocam desdém e desconfiança em muitos, que vêem nele uma guerra vingativa contra os homens e contra a sociedade. O feminismo pode lutar com todas as suas armas contra as desigualdades sociais e contra o machismo, mas o seu maior inimigo continua a ser a desinformação. Feminismo de A a Ser é uma espécie de manual do utilizador feminista, para que todos conheçam a história deste movimento, as suas reivindicações, as suas personagens e momentos mais marcantes, os seus dados mais relevantes, de onde vem e para onde quer ir.
Nº Páginas: 184
Sinopse:
A 8 de Março de 2019, a primeira greve nacional feminista em Portugal esvaziou locais de trabalho e encheu as ruas de homens e mulheres em protesto contra a desigualdade social e laboral, a violência de género e todas as formas de descriminação a que as mulheres estão, ainda, sujeitas. Num país onde, em 2018, 28 mulheres foram vítimas de femicídio e onde a diferença salarial entre um homem e uma mulher pode atingir os 26%, o feminismo é uma urgência, não um capricho. A igualdade de direitos, de deveres e de oportunidade para todos, independentemente do seu género, credo ou raça, está prevista na lei. A vida das pessoas e os números a que dão origem, porém, demonstram que a concretização desta prerrogativa continua longe do horizonte da maioria. No entanto, "feminismo" e "feminista" ainda são palavras que provocam desdém e desconfiança em muitos, que vêem nele uma guerra vingativa contra os homens e contra a sociedade. O feminismo pode lutar com todas as suas armas contra as desigualdades sociais e contra o machismo, mas o seu maior inimigo continua a ser a desinformação. Feminismo de A a Ser é uma espécie de manual do utilizador feminista, para que todos conheçam a história deste movimento, as suas reivindicações, as suas personagens e momentos mais marcantes, os seus dados mais relevantes, de onde vem e para onde quer ir.
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Edição: Set 2018
Nº Páginas: 208
Sinopse:
Historicamente, Fátima não está sozinha, ela constitui-se como o cume da história mítica portuguesa e representa-se, no século XX, ao nível da religião popular, como Fernando Pessoa ao nível de um cristianismo esotérico e sófico. De certo modo, na contemporaneidade, a Senhora, Aquela por quem os portugueses sempre esperam e que os ampara nas horas difíceis, veio substituir, no imaginário popular e segundo a estética de um espectáculo barroco, o mito sebastianista, o rei que, regressado, implantaria em Portugal um reino de justiça e abastança. "… mais do que optar entre milagre e maquinação, o importante é perceber que Fátima é produto de uma mistura contingente entre a tradição mítica, profética e messiânica portuguesa, a mentalidade religiosa católica historicamente debilitada em 1917, a oportunidade social circunstancial e a experiência assombrosa das três crianças."
Nº Páginas: 208
Sinopse:
Historicamente, Fátima não está sozinha, ela constitui-se como o cume da história mítica portuguesa e representa-se, no século XX, ao nível da religião popular, como Fernando Pessoa ao nível de um cristianismo esotérico e sófico. De certo modo, na contemporaneidade, a Senhora, Aquela por quem os portugueses sempre esperam e que os ampara nas horas difíceis, veio substituir, no imaginário popular e segundo a estética de um espectáculo barroco, o mito sebastianista, o rei que, regressado, implantaria em Portugal um reino de justiça e abastança. "… mais do que optar entre milagre e maquinação, o importante é perceber que Fátima é produto de uma mistura contingente entre a tradição mítica, profética e messiânica portuguesa, a mentalidade religiosa católica historicamente debilitada em 1917, a oportunidade social circunstancial e a experiência assombrosa das três crianças."
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Edição: Mar 2017
Nº Páginas: 272
Sinopse:
A 13 de maio de 1917 três pastorinhos analfabetos tornaram-se o símbolo de uma Mensagem, já comparada pela Igreja aos textos da Sagrada Escritura, e fizeram de Fátima um santuário que atrai milhões de peregrinos todos os anos, superando os grandes centros de fé mundiais. Esta mensagem continha uma profecia tão ameaçadora que o papa Pio XII depositou o envelope onde está escrita no Arquivo Secreto do Santo Ofício e proibiu a sua divulgação. O Segredo tem obrigado todos os sumos pontífices (desde a eleição de Paulo VI) a vergarem-se às exigências de Lúcia e a prestarem vassalagem pessoalmente à Senhora da Cova da Iria. Desde então nenhum papa deixou de ir à Praça Branca - assim chamada por oposição à Praça Vermelha de Moscovo -, ou de submeter o seu pontificado à proteção de Nossa Senhora, como fez o papa Francisco nos dias imediatos à sua nomeação. Já antes, enquanto teólogo, Bento XVI elaborara uma polémica explicação para a terceira parte do Segredo. Nesta sua investigação, João Céu e Silva procura explicar Fátima em toda a sua dimensão, enriquecendo-a com depoimentos de teólogos portugueses e estrangeiros, bem como de responsáveis do próprio Santuário. E revela a razão que teima em assustar o Vaticano relativamente à terceira parte do Segredo, que João Paulo II tão bem utilizou para explicar o atentado de que foi vítima.
Nº Páginas: 272
Sinopse:
A 13 de maio de 1917 três pastorinhos analfabetos tornaram-se o símbolo de uma Mensagem, já comparada pela Igreja aos textos da Sagrada Escritura, e fizeram de Fátima um santuário que atrai milhões de peregrinos todos os anos, superando os grandes centros de fé mundiais. Esta mensagem continha uma profecia tão ameaçadora que o papa Pio XII depositou o envelope onde está escrita no Arquivo Secreto do Santo Ofício e proibiu a sua divulgação. O Segredo tem obrigado todos os sumos pontífices (desde a eleição de Paulo VI) a vergarem-se às exigências de Lúcia e a prestarem vassalagem pessoalmente à Senhora da Cova da Iria. Desde então nenhum papa deixou de ir à Praça Branca - assim chamada por oposição à Praça Vermelha de Moscovo -, ou de submeter o seu pontificado à proteção de Nossa Senhora, como fez o papa Francisco nos dias imediatos à sua nomeação. Já antes, enquanto teólogo, Bento XVI elaborara uma polémica explicação para a terceira parte do Segredo. Nesta sua investigação, João Céu e Silva procura explicar Fátima em toda a sua dimensão, enriquecendo-a com depoimentos de teólogos portugueses e estrangeiros, bem como de responsáveis do próprio Santuário. E revela a razão que teima em assustar o Vaticano relativamente à terceira parte do Segredo, que João Paulo II tão bem utilizou para explicar o atentado de que foi vítima.
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Edição: Nov 2009
Nº Páginas: 250
Sinopse:
A liberdade de expressão, os problemas de condomínio, um simples acidente com o seu carro ou o direito de morrer com dignidade são assuntos que nos interessam a todos. Por essa razão, "Faça-se Justiça!" pretende dar a conhecer o mundo das leis e das decisões judiciais que regulam o nosso quotidiano, procurando referir, de uma forma directa, acessível e divertida, casos que ajudam a compreender algumas das ferramentas legais que o leitor tem à sua disposição para se defender dos abusos do poder. Baseado nos textos que o autor publica com grande sucesso há mais de uma década no jornal Público, este livro é um bom conselheiro e um precioso instrumento de consulta que ajudará o leitor a perceber melhor o mundo em que vivemos.
Nº Páginas: 250
Sinopse:
A liberdade de expressão, os problemas de condomínio, um simples acidente com o seu carro ou o direito de morrer com dignidade são assuntos que nos interessam a todos. Por essa razão, "Faça-se Justiça!" pretende dar a conhecer o mundo das leis e das decisões judiciais que regulam o nosso quotidiano, procurando referir, de uma forma directa, acessível e divertida, casos que ajudam a compreender algumas das ferramentas legais que o leitor tem à sua disposição para se defender dos abusos do poder. Baseado nos textos que o autor publica com grande sucesso há mais de uma década no jornal Público, este livro é um bom conselheiro e um precioso instrumento de consulta que ajudará o leitor a perceber melhor o mundo em que vivemos.
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