1918 produtos
Ordenar por:
1918 produtos
Edição: Mar 2026
Nº Páginas: 272
Sinopse: Bartolomeu Lourenço de Gusmão nasceu em Santos, então vila do Brasil, em 1685, e faleceu em Toledo, aos 38 anos, quando protagonizava uma fuga das malhas punitivas do Tribunal do Santo Ofício. É comum afirmar-se que a sua obra se circunscreve à «Passarola», engenho aerostático que concebeu em 1709. Na verdade, estamos em presença de um autor polígrafo, que cultivou a poesia, a reflexão filosófica, a ciência, a oratória sacra, o ensaio histórico, a jurisprudência e a decifração de códigos secretos.Apesar de ser o inventor dos balões, 74 anos antes dos irmãos Montgolfier, o seu espólio foi queimado pela Inquisição, que impôs igualmente a proibição, durante um século, de ser sequer nomeado. A presente obra traz à colação múltiplos inéditos, exumados da poeira dos arquivos nacionais e estrangeiros.Faz-se, assim, justiça a um visionário, intelectualmultímodo, humanista e arauto do porvir.
Edição: Mar 2026
Nº Páginas: 296
Sinopse: Reflexões pertinentes sobre o poder da cultura e sobre a vitalidade do cultural enquanto sistema vivo e criativo, dotado de sentido, capaz de resistência, sustento e esperança colectiva. Esta obra aborda a cultura enquanto testemunho dos desafios de diferentes tempos, e da memória, enquanto instrumento essencial para a compreensão do mundo actual e do talento colectivo de agir sobre ele. As tecnologias, a sociedade em rede e a mediação da comunicação marcam novas realidades e a forma como nos relacionamos com o outro; o panorama geopolítico mundial transforma-se a cada minuto obrigando as democracias a exercícios de prova de vida; as migrações reconfiguram o patchwork social e cultural da Europa e as práticas artísticas são agora os abrigos de identidades individuais e coletivas.
Edição: Mar 2026
Nº Páginas: 224
Sinopse: N.º 1 top de vendas internacional A vida dos endinheirados brasileiros Há um traço comum a boa parte dos endinheirados brasileiros: eles não se consideram ricos. Por mais variados que sejam os costumes, a origem e a quantidade de dinheiro, o facto é que não existe um critério absoluto para a riqueza no Brasil. Por lá, ela é relacional. Haverá sempre alguém com mais dinheiro, mais pompa, mais património, mais próximo do topo da pirâmide. Logo, os ricos são sempre os outros. Com base nessa constatação, o antropólogo Michel Alcoforado faz um mergulho no mundo das elites brasileiras e destrincha tipos facilmente reconhecíveis: o casal emergente da Barra da Tijuca que vai a Miami comprar roupas de marca; a herdeira de um banqueiro que leva uma vida longe dos holofotes na Suíça; o embaixador carioca inconformado que o Itamaraty não é o mesmo desde o aumento de vagas para a carreira diplomática. Capaz de traduzir um vasto repertório antropológico numa descrição analítica e cheia de humor, Michel Alcoforado traz para este livro a experiência acumulada de anos a atuar como «antropólogo do luxo», condição que lhe franqueou acesso aos círculos mais restritos da elite brasileira. Durante a pesquisa, ficou claro que, a partir de certo patamar, aos ricos já não interessa o tamanho da conta bancária, mas os códigos que precisam de dominar para fazer parte das altas-rodas. Exibir marcas espalhafatosas faz sentido para os emergentes empenhados em ostentar a nova posição, porém é sinal de arrivismo aos olhos de um rico tradicional, que tende a optar por roupas discretas e só reconhecíveis por quem domina o mesmo repertório. O jogo de distinção está em toda a parte: na escolha dos bairros para morar, na arquitetura e na decoração das casas, nos destinos de viagem, nos estudos e na linguagem. Coisa de Rico examina as regras desse jogo. Com verve de comunicador tarimbado, acostumado ao léxico dos podcasts e das redes sociais, Michel Alcoforado faz um diagnóstico mordaz e preciso das contradições da elite brasileira.
Edição: Mar 2026
Nº Páginas: 256
Sinopse: Uma investigação séria e apaixonante sobre a história e os usos da canábis. Um guia sobre a erva mágica. Neste livro, o neurocientista Sidarta Ribeiro apresenta uma breve história da erva milenar e descreve como os feitos humanos coletivos conseguiram domesticar uma planta de incrível versatilidade, cuja história se confunde com a da nossa espécie. Fosse cânhamo para produtos navais na Europa e teares na China ou unguento medicinal na Índia e em África, a canábis esteve sempre presente na sociedade e evoluiu connosco, elevando a qualidade de vida da humanidade. Depois de inúmeros estudos e descobertas relativas ao tratamento da epilepsia, o uso medicinal da marijuana já não é questionado pela ciência. E ainda há muito a descobrir sobre as suas potencialidades: ansiedade, depressão, Parkinson, Alzheimer e esclerose múltipla são algumas das doenças que podem ser se não curadas, pelo menos mitigadas com o consumo desta planta. Indicada principalmente para pessoas adultas, vai muito além das múltiplas prescrições medicinais, podendo contribuir para o bem-estar geral, também pelo seu uso recreativo. As Flores do Bem propõe um diálogo contra a desinformação, recorrendo à história, à cultura e a testemunhos pessoais, sempre com rigor científico mencionando os benefícios do uso da canábis em muitos aspetos da vida: desporto, trabalho, estudo, sexo, sono, religião, além de grande aliado da criatividade e da ampliação dos sentidos.
Edição: Mar 2026
Nº Páginas: 256
Sinopse: Todos os dias ouvimos falar sobre a União Europeia, mas nunca foi tão importante sabermos o que a ela devemos e o quanto dela precisamos. A União Europeia ocupa um lugar fundamental no nosso quotidiano. Está nas grandes decisões estratégicas e nas discussões políticas sobre o futuro do nosso país, mas também, de forma mais mundana, no que comemos e vestimos. O seu passado, porém, continua relativamente desconhecido para o público português. Com uma linguagem clara e precisa, esta obra vem suprir essa lacuna. O seu autor, através de uma investigação rigorosa e ancorada historicamente, reconstrói o percurso desta organização incontornável e sui generis, as suas crises e as suas inovações. Essencial para compreender o presente e o futuro do nosso continente
Nº Páginas: 104
Sinopse:
Sabia que, entre novas e antigas, as ditaduras comandam hoje mais de um terço do mundo? Pois é, os regimes autoritários estão de regresso, e impõe-se identificá-los e aos seus mecanismos. Cresceram em número, mas sobretudo em variedade. Destacam-se em quase todo o território da ex-URSS, assomam na Turquia e na Hungria e dominam potências como a Rússia e a China ou países com grande importância estratégica, como a Arábia Saudita, as Monarquias do Golfo ou a Venezuela. O presente ensaio apresenta e explica o mapa-mundo actual das ditaduras. Disseca os modos de dominação predominantes e salienta como, cada vez mais, os regimes autoritários "se vestem como democracias". Assinala continuidades e mudanças e permite uma premente visão global do autoritarismo político contemporâneo, confirmando-o no pólo oposto da governação democrática.
Nº Páginas: 208
Sinopse:
Um livro sobre livros que é uma ode à leitura e às histórias que nos formam. Este livro é uma carta de amor aos livros, mesmo que isso pareça redundante. Desafiámos os autores da Tinta-da-china a escreverem um texto original sobre um livro que os tenha marcado: aquele livro a que voltamos muitas vezes, aquele que nos fez descobrir a leitura, aquele que nos acompanhou numa viagem ou que simplesmente nunca nos saiu da cabeça. São esses livros que estão aqui, numa partilha única e generosa de escritores-leitores com leitores que querem sempre descobrir novos escritores, e como todos os que compreendem o impacto que um livro pode ter na nossa vida. Com textos de: A.M. Pires Cabral, Ana França, Andreia Faria, Antonio Prata, Catarina Gomes, Daniel Blaufuks, Dulce Maria Cardoso, Eliane Robert Moraes, Francisco Bosco, Giovana Madalosso, Gregorio Duvivier, Gustavo Pacheco, José Maria Vieira Mendes, Luísa Costa Gomes, Margarida Vale de Gato, Marta Hugon, Natalia Timerman, Paulo Scott, Pedro Mexia, Raquel Nobre Guerra, Rosa Oliveira, Rui Cardoso Martins, Rui Tavares, Ruy Castro, Tati Bernardi, Tatiana Faia, Tiago Ferro, Valério Romão Prefácio de: Alberto Manguel Os direitos deste livro revertem a favor do Mbongi 67 — um colectivo de acção cultural, criativa e artística da Damaia, com livraria e pólo de bibliotecas na periferia de Lisboa.
Nº Páginas: 184
Sinopse:
Os filósofos podem combater a estupidez e considerá-la um adversário - e até, pelo menos teoricamente, uma forma de inteligência. Para isso, podem descobri-la através da opinião, dos preconceitos, da arrogância, da superstição, da intolerância, do dogmatismo, do niilismo, etc. Isto pode esclarecer a natureza da estupidez e ajudar a combatê-la — mas o problema são os estúpidos. É essa a pergunta: e os estúpidos que encontramos no dia a dia, no emprego, nos transportes, na família, entre os nossos vizinhos, amigos e amantes? Os estúpidos são um problema delicado e muito mais importante do que a estupidez propriamente dita. A sua existência constitui um problema teórico e filosófico extremamente complexo. São obstinados, agressivos, oportunistas - e, às vezes, inteligentes. O que fazer deles? Com humor, ironia e recurso à filosofia, Maxime Rovere trata de explicar como resistir-lhes, como escutá-los, como o Estado os protege, como nos ameaçam - e porque é que eles preferem destruir a construir, por que motivo governam o mundo e ganham sempre.
Nº Páginas: 288
Sinopse:
Este livro debruça-se sobre a relação dos jovens portugueses com a cultura das celebridades, procurando compreender as suas diferentes posições de audiência. Tornou-se um lugar-comum citar Andy Warhol e a sua profecia de que "no futuro, todos terão os seus 15 minutos de fama". Esse "futuro" é o nosso presente, mas essa profecia corre o risco de se tornar ultrapassada por uma fama ainda mais fugaz e transitória, trazida pela voragem de uma televisão fragmentada e pelos media digitais. Por outro lado, tornou-se também um cliché considerar que os jovens querem ser famosos quando crescerem, mesmo que não saibam em quê. Este livro pretende dar conta da relação dos jovens portugueses com a cultura das celebridades no contexto das suas práticas quotidianas, da sua inserção na família, na escola e em outros círculos sociais e culturais.
Nº Páginas: 200
Sinopse:
O professor e investigador Victor Correia analisa o significado de um dos conceitos mais actuais do mundo de hoje: o radicalismo. Neste livro, examina a que áreas este conceito se aplica - na política (de direita e de esquerda), na religião (o fundamentalismo), na filosofia (as ideias filosóficas ditas radicais), e na arte (o vandalismo) -, abrindo caminhos para a compreensão dessas áreas a partir do conceito de radicalismo e, no sentido inverso, desse conceito a partir das áreas às quais se aplica. Mostra também o que existe de comum e de diferente no radicalismo em cada uma das áreas. Numa linguagem acessível à generalidade do público, relaciona o conceito de radicalismo com outros conceitos semelhantes, analisando os pontos de convergência e de divergência, e mostra a sua ambiguidade e subjectividade. Na sociedade de hoje, predominantemente progressista, mais aberta e tolerante a novos valores, o radicalismo assume novos contornos.
Nº Páginas: 136
Sinopse:
Donald Trump, Beppe Grillo, Marine Le Pen e Nicolás Maduro - os populistas estão em alta no mundo inteiro. Mas, exactamente, o que é o populismo? São populistas todos os críticos de Wall Street e da União Europeia? E qual é a diferença entre o populismo de direita e o de esquerda? Os movimentos populistas propõem governos mais próximos do povo ou são uma ameaça à democracia? E já agora: quem é "o povo" que se menciona tanto? E quem pode falar em seu nome? Estas questões nunca foram tão prementes como na actualidade.
Nº Páginas: 448
Sinopse:
DA QUEDA DO MURO DE BERLIM AO 11 DE SETEMBRO: COMO A GUERRA FRIA MUDOU O MUNDO Por Carlos Gaspar, um dos maiores investigadores de política internacional Depois da queda do Muro de Berlim, o fim da Guerra Fria foi assegurado pela concertação entre os Estados Unidos e a União Soviética. A nova ordem do mundo, fundada sob o signo da democracia liberal e da preponderância norte-americana, representou uma mudança mas preservou intactas as instituições do sistema multilateral criado no fim da Segunda Guerra Mundial. A "paz americana" durou até ao 11 de Setembro: a resposta dos Estados Unidos, com a invasão do Iraque, abriu um novo ciclo de crises. Nos últimos dez anos, temos assistido a um declínio ocidental. A ordem democrática estará ameaçada?
Nº Páginas: 192
Sinopse:
O fenómeno intrusivo que mina a democracia portuguesa. A corrupção mata a esperança no futuro de Portugal. O fenómeno ganhou raízes e é, infelizmente, uma das marcas distintivas do regime democrático português. Bastará estar atento às notícias para constatar que a corrupção contaminou muitas áreas da nossa sociedade, do futebol à cultura, passando pela justiça e pela política. Casos e Protagonistas de A a Z Com este livro, Paulo de Morais apresenta um registo, para memória futura, do flagelo da corrupção. Retratam-se casos e protagonistas, essencialmente na esfera da política, para que fiquem identificadas as causas do fenómeno e os seus principais responsáveis. Mas também se evidencia o esforço de jornalistas e ativistas que combatem a corrupção de diversas formas, bem como das organizações em que se agregam. O autor é um ativista na denúncia dos mecanismos da corrupção em Portugal. Faz apresentações e conferências pelo país sobre o tema e foi membro do núcleo fundador da Associação Cívica Transparência e Integridade, capítulo nacional da organização não-governamental Transparency Internacional, de que foi vice-presidente. Conhecer o fenómeno. Travar a corrupção. Somos todos precisos.
Nº Páginas: 208
Sinopse:
Este é um livro de heróis universais, que se destacaram pela coragem, valentia e força de carácter e que, com os seus feitos, contribuíram para grandes mudanças na humanidade. Foram exploradores, líderes, visionários, que lutaram pela liberdade ou pela conquista de novos mundos. Muitas vezes, correram risco de vida, tendo mesmo, nalguns casos, morrido pelos ideais que defendiam. Dos feitos militares de Ramsés II à luta pela liberdade e justiça de Nelson Mandela, percorremos o tempo e o espaço em busca dos homens que ficaram para a história pelos ideais por que se bateram. Num livro de heróis de todo o mundo, destacamos os portugueses Vasco da Gama, Fernão de Magalhães e Aristides de Sousa Mendes, mas também homens da ciência, como Galileu Galilei ou Charles Darwin. E ainda grandes líderes: George Washington, Napoleão Bonaparte, Simón Bolívar, Abraham Lincoln, Winston Churchill, Mahatma Gandhi. Foi no exemplo pacifista de Gandhi que se inspirou outro dos nossos heróis, Martin Luther King. Redescubra as histórias de ousadia e auto-superação.
Nº Páginas: 232
Sinopse:
Histórias inspiradoras de mulheres que mudaram o mundo. Este é um livro de heroínas mundiais, mulheres que se destacaram pela coragem, valentia e força de carácter e que, com os seus feitos, contribuíram para grandes mudanças na humanidade. Foram exploradoras, líderes, visionárias, que lutaram pela liberdade ou pela conquista de novos mundos. Muitas vezes, correram risco de vida, tendo mesmo, nalguns casos, morrido pelos ideais que defendiam.
Nº Páginas: 400
Sinopse:
A democracia está a consumir-se a si própria, as desigualdades estão a aumentar e o sistema está a colapsar. Porquê? Porque em 1962 alguns banqueiros londrinos tiveram uma ideia que mudou o mundo. Essa ideia chamava-se offshore e significava que, pela primeira vez, os ladrões podiam sonhar em grande — podiam roubar tudo. Este livro é a estonteante história da riqueza e poder no século XXI — é uma viagem ao mundo oculto dos novos cleptocratas e criminosos globais, passando pelos países pobres em que o dinheiro público é roubado e pelos países ricos onde é investido. De Angola à Ucrânia, do Reino Unido a Malta, O País do Dinheiro denuncia as instituições que se estão a transformar em operações de lavagem de dinheiro. É também um alerta para a forma como a manipulação das leis de uns países afeta as fundações de outros, incluindo alguns dos países mais estáveis do mundo. O cenário é negro, mas ainda há tempo para resgatar a democracia das garras da corrupção.
Nº Páginas: 432
Sinopse:
Pode um bilionário ser arauto e servidor de um povo revoltado? E é esta revolta real ou fabricada? E que revolta é, se for? Na sociedade, na economia, nos estados, no próprio modelo federal? É o "novo contrato" prometido por Trump uma visão, ou um disfarce? O "populismo" triunfante durará? Haverá resistência nacional? E é Trump um revolucionário, um contra-revolucionário ou um reaccionário? Este livro procura analisar as causas, profundas e visíveis, longínquas e próximas, provadas e prováveis, do triunfo de Donald Trump. Investiga também as consequências dessa eleição, para a América e para o mundo, incluindo Portugal. E traça um retrato histórico da "civilização" dos EUA. Com fontes, documentos e testemunhos inéditos, eis a primeira obra mundial sobre um fenómeno que dará que falar, quer seja vitorioso até 2021, quer morra pelo caminho.
Nº Páginas: 336
Sinopse:
Entre 1961 e 1974, o regime português enviou para África uma geração inteira de jovens inexperientes na vida e no manejo das armas. Que realidade encontraram naquele continente desconhecido? O que faziam no tempo livre? Que episódios trouxeram para contar? O cabo Domingos, conhecido como "Belle Dominique", rapidamente percebeu que a vida fora do quartel tinha mais encanto e arranjou maneira de só lá ir uma vez por mês. No resto do tempo, gozava a vida e pagava aos colegas para o substituírem nos turnos do quartel. Um dos pontos altos dessas escapadas foi um certo desfile de Misters em trajos femininos em casa de um amigo… Um outro soldado não morreu afogado porque conseguiu abraçar-se a um peixe moribundo que flutuava rio abaixo. Ou seja, o animal - mesmo morto - tinha salvado um homem… O ator João Maria Pinto fez a guerra com armas alternativas. Combateu no Ultramar, sem dúvida, e com todo o empenho, mas as armas que usou foram a voz e a guitarra. A autora, que entrevistou mais de 50 militares de carreira, milicianos e também artistas como Rui Mendes, Vítor Norte, Manuela Maria ou Io Apolloni, mostra-nos que ainda há muito por contar sobre o conflito português no Ultramar: as histórias insólitas, divertidas ou caricatas, as condições logísticas e o "desenrascanço", as namoradas e as prostitutas, os acidentes e a vida boémia, as saudades de casa e o convívio com povos e costumes tão diferentes dos portugueses.
Nº Páginas: 360
Sinopse:
Este é um relato inédito sobre as dificuldades e as virtudes da governação em Portugal, que revela episódios políticos até agora desconhecidos, destacando as resistências que tentaram, sem sucesso, travar a primeira reforma estratégica e consistente da administração local executada em Portugal desde o século XIX. Partindo das suas experiências e vivências pessoais, Miguel Relvas e Paulo Júlio falam das grandes manifestações contra a reforma, das complexas negociações com a "troika", das relações infrutíferas com o PS e das relações politicamente exigentes com a Associação Nacional dos Municípios Portugueses e com a ANAFRE, além de outros temas controversos e pouco conhecidos da opinião pública, como as reservas de setores da maioria que apoiava o Governo e as divergências com o CDS por causa da lei eleitoral autárquica. Com prefácio de José Maria Aznar e testemunhos de diversas figuras da política nacional (como Fernando Ruas, Marcelo Rebelo de Sousa, Pedro Santana Lopes e Luís Marques Mendes, entre outros), esta obra apresenta-se como uma análise inédita da história política e institucional contemporânea de Portugal, abrindo novas perspetivas sobre o futuro da governação do país. Aceda aqui aos materiais complementares referidos na obra: Anexo_1_Reforma Administrativa de março de 2004 Anexo_2_Resolução do Conselho de Ministros n.º 40-2011 Anexo_3_Lei n.º 55-2011 Anexo_4_Número de Municípios que perderam População - Censos 2011 Anexo_5_População Residente - Censos 2011 Anexo_6_Despacho conjunto PAEL Prog II Anexo_7_Lei n.º 22-2012 Anexo_8_Número de Municípios na Europa Anexo_9_Lei n.º 11-A-2013
Nº Páginas: 224
Sinopse:
Foi em 1975 que Sophia publicou o seu magistral ensaio sobre a arte e o corpo na antiga Grécia, "O Nu na Antiguidade Clássica", a que acrescentaria em edição posterior um capítulo dedicado aos bronzes de Riace, entretanto encontrados. Há muito esgotado, a Assírio & Alvim volta a publicá-lo agora, no ano do centenário do nascimento da autora, em conjunto com uma antologia significativa de poemas dedicados à antiguidade clássica, selecionados por Maria Andresen de Sousa Tavares. "O texto que agora se reedita não é uma história da arte grega, nem a isso se propõe; não é igualmente um texto de académica erudição, procurando inserir-se e porventura dilatar o largo caudal da tradição universitária. Embora nobre, tal não constitui a sua intencionalidade primordial. "O Nu na Antiguidade Clássica" ergue-se a partir de intuições nucleares, ardentes fachos concedidos pelos deuses, intuições cerzidas e estendidas em abissais vivências, em que o épico resplendor do Sol se mistura com o abissal e trágico canto da Esfinge." [do prefácio de José Pedro Serra] Dionysos Entre as árvores escuras e caladas O céu vermelho arde, E nascido da secreta cor da tarde Dionysos passa na poeira das estradas. A abundância dos frutos de Setembro Habita a sua face e cada membro Tem essa perfeição vermelha e plena, Essa glória ardente e serena Que distinguia os deuses dos mortais.
Nº Páginas: 198
Sinopse:
Como nasceu o país do terror! Desde os terríveis eventos de 11 de Setembro, muita coisa mudou secretamente nas organizações jihadistas. Explorando os passos em falso que o Ocidente deu nas guerras do Afeganistão, Iraque, Líbia e os seus erros de avaliação relativamente à posição da Síria e às revoltas da Primavera Árabe, as organizações jihadistas crescem de um modo inimaginável e expandem rapidamente a sua influência de dia para dia. Na altura não tinham território e faziam atentados pontuais. Hoje controlam uma área maior que a Grã-Bretanha. Depois de conquistar Mosul, em junho de 2014, o líder do EIIL foi declarado líder de um novo califado que exige obediência a todos os muçulmanos. A política secular foi sepultada e regressou a Jihad. Enquanto o Estado Islâmico proclamado pelo EIIL enfrenta os inimigos, existe a promessa de o Ocidente voltar a ser o alvo principal de todos os ataques terroristas. E citando uma fonte direta de Cockburn, "sem exceção, todos os rebeldes expressaram entusiasmo pelos ataques de 11 de Setembro e esperam voltar a fazer o mesmo na Europa e nos Estados Unidos." Os seus planos são recuperar todo o território que em tempos pertenceu ao mundo islâmico. Portugal e Espanha incluídos… Descubra neste livro o desenrolar de um dos maiores desastres diplomáticos do Ocidente e saiba tudo sobre a ascensão dos novos jihadistas até à criação de um novo Estado.
Nº Páginas: 176
Sinopse:
Este é um livro sobre a medicina privada em Portugal, mas falar sobre saúde privada é falar também, e incontornavelmente, sobre o Serviço Nacional de Saúde (SNS). Portugal já tinha medicina privada antes de ter SNS - uma medicina privada muito diferente da dos dias que correm. A que temos hoje é moldada por e está dependente do SNS. Os grandes grupos económicos que dominam o sector da saúde são alimentados pelas falhas do sistema público e pelas rendas do Estado. Este livro analisa o SNS, o sector privado e a complexa relação entre ambos a partir de dados de acesso público, produzidos por instituições oficiais. Percorre a história e os resultados dos grupos José de Mello Saúde e Luz Saúde, com desvios ilustrativos acerca dos grupos Lusíadas e Champalimaud e a Associação Nacional de Farmácias.
Nº Páginas: 432
Sinopse:
Um livro escrito pela ex-directora do jornal "Público" que é publicado nos 20 anos da consulta popular que mudou os destinos daquele território. Contém documentos secretos agora desclassificados. Prefácio de António Guterres e posfácio de Jorge Sampaio. "Estou certo de que suscitará o maior interesse junto de políticos, diplomatas, académicos, jornalistas e do público em geral." "António Guterres in Prefácio" "Encontrei na leitura deste diálogo um manancial de informações interessantíssimas sobre os processos de mediação de conflitos, matéria que pessoalmente sempre me interessou, por ser uma área de confluência do direito, neste caso internacional, da política (e de intersecção entre interesses de política externa e interna), da história, da advocacia e até da psicologia." "Jorge Sampaio, no posfácio"
Nº Páginas: 792
Sinopse:
Começa no episódio dos espiões de Moisés, citado na Bíblia, e acaba na véspera da Primeira Guerra Mundial. Oferece um relato fascinante de espiões, segredos e operações de espionagem através dos séculos e traça a sua evolução no mundo antigo, desde a arte da adivinhação até à efetiva recolha de informações na condução de operações militares. Regista o subsequente desenvolvimento dos serviços secretos na condução da política dos Estados em períodos tão diversos como a Veneza renascentista, a Inglaterra de Isabel I, a França do Ancien Régime, a América revolucionária e a Rússia czarista.
Nº Páginas: 552
Sinopse:
Este livro conta a história da espionagem durante o século XX, desde a Primeira Guerra Mundial até ao presente mundo da desinformação, passando pela Segunda Guerra Mundial, a Guerra Fria e a WikiLeaks. Escrito pelo mais reputado especialista da actualidade na história dos serviços secretos, este segundo volume conclui a obra que reúne 3000 anos de operações secretas. Um livro que já se tornou um clássico.
Edição: Mar 2026
Nº Páginas: 168
Sinopse: Em As Raízes da Língua, Marco Neves mergulha-nos na história da língua portuguesa através das aventuras de 50 palavras comuns. Se imaginarmos o léxico do português como uma árvore, a raiz mais forte passa pelo latim desenvolvido na faixa ocidental da Península Ibérica, latim esse que já vem do proto-indo-europeu, falado na zona do Mar Negro há 6500 anos. A essa raiz juntam-se raízes mais estreitas ligadas às línguas que já se falavam no território onde é hoje Portugal. Há ainda as outras raízes da língua ligadas ao árabe, ao persa, a línguas africanas, a línguas da América do Sul, a línguas germânicas, ao grego, ao inglês, ao francês, entre outras. A variedade de percursos e de histórias dessas raízes é impressionante. É uma viagem desordenada, aventurosa, às vezes perigosa. Há até palavras que saíram do português, deram uma volta por outras línguas e regressaram à nossa muito mudadas. Este não é um dicionário etimológico. É um livro de viagens, um livro de histórias, um livro de crónicas (quase de mistério) sobre etimologia.
Edição: Mar 2026
Nº Páginas: 296
Sinopse: Os mais importantes documentos produzidos antes e depois do 25 de Abril de 1974, agentes decisivos da REVOLUÇÃO. Desde o fundador Programa do Movimento das Forças Armadas Portuguesas até à Constituição da República aprovada a 2 de abril de 1976, este livro vai à origem das origens: percorre comunicados, manifestos, telegramas, abaixo-assinados e muitos outros documentos, mostrando como cada um deles teve uma contribuição, muitas vezes decisiva, para a Revolução e para o tempo que se lhe seguiu. Passando pelo «Documento dos Nove», pelo Documento do COPCON, pela Lei da Descolonização, a renúncia de Spínola e discursos de Vasco Gonçalves no I Congresso da Intersindical, Memórias de Abril é um verdadeiro roteiro para retirar do esquecimento e valorizar os documentos que também fizeram o 25 de Abril, discuti-los, contextualizá-los, recordá-los como consequência e memória dos vibrantes anos em que a liberdade foi o caminho escolhido e acabou por triunfar.
Edição: Mar 2026
Nº Páginas: 504
Sinopse: Nilo, Danúbio, Níger, Mississípi, Ganges, Yangtzé e Tamisa: estes sete rios contam uma história mundial comum e conflituosa. Funcionaram como bases de poder para impérios e motivaram guerras na sua qualidade de fronteiras. As suas bacias hidrográficas aqueles grandes sistemas de afluentes e lençóis freáticos que fluem em direção ao rio principal foram pilhadas pelo seu ouro, madeira, sal, petróleo, borracha e pessoas. Vastas redes se forjaram entre uns e outros, como a mortífera «passagem do meio» do comércio esclavagista que ligava a bacia do Níger à do Mississípi. No cerne da história estão os construtores de impérios das dinastias chinesas, romanos e hindus e os seus deuses fluviais, os Habsburgos e os otomanos, os imperadores mogóis, o povo do Níger desde a era dourada do Mali até aos dias de hoje, as lutas de vida ou morte no Mississípi e a perda do poder dos britânicos sobre os rios dos seus súbditos imperiais rebeldes. «A história no seu melhor. Um livro original e brilhantemente concebido que irá encantar e entusiasmar. Que magnífica proeza de imaginação e pesquisa contar a história humana através da beleza da água! Estas sete correntes do tempo brilham com erudição. Com os rios mundiais em crise, este livro deve ser leitura obrigatória para os decisores políticos.» Nicholas Crane, ex-presidente da Royal Geographical Society «Uma investigação profunda do modo como sete rios moldaram as sociedades humanas em todo o mundo. Os entusiastas de história vão adorar.» Publishers Weekly
Edição: Nov 2022
Nº Páginas: 136
Sinopse: O Método Montessori é uma das tendências mais importantes da educação atual, ajudando a desenvolver crianças autónomas, independentes, responsáveis e capazes de pensar por si mesmas. Maria Montessori foi médica, educadora e pedagoga. Criou um método de ensino que procura respeitar os ritmos de aprendizagem de cada criança e que defende o desenvolvimento integral do ser humano desde o nascimento. O foco está naquilo que se é, e não naquilo que se tem. O objetivo é, portanto, permitir que cada criança se torne a melhor pessoa que pode ser.
Nº Páginas: 344
Sinopse:
Para Ernst Gombrich, uma história, por mais complexa que seja, pode ser compreendida por todas as idades, desde que comunicada de forma clara e cativante. Escrita a pensar num público juvenil, "Uma Pequena História do Mundo" alcançou sucesso imediato, na Alemanha e no resto da Europa. Hoje traduzida em vinte línguas, tornou-se um clássico universal, uma referência tanto para os mais novos como para os mais velhos.
