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Nº Páginas: 544
Sinopse:
Um estudo sobre a história da Humanidade e as relações entre cultura guerreira e civilização.
Nº Páginas: 368
Sinopse:
Plano Nacional de Leitura Livro recomendado para apoio a projetos relacionados com a História de Portugal no Ensino Secundário. Especializado na história do Estado Novo, Fernando Rosas publica finalmente o livro que vai ao cerne da questão fundamental acerca deste período: quais as verdadeiras razões para que o regime salazarista durasse 48 anos (a mais longa ditadura da Europa do século XX). Os leitores irão compreender que as explicações simplistas, mais ou menos decorrentes do senso comum, são simultaneamente as mais ideológicas e as menos esclarecedoras.
Nº Páginas: 472
Sinopse:
"História de Angola" resulta de um incomparável trabalho de investigação e, simultaneamente, de síntese, levado a cabo por dois historiadores do colonialismo africano internacionalmente consagrados. Num só volume, ficamos a conhecer a composição social do território angolano, a evolução do domínio português e as formas de organização económica e política ainda no tempo da mais dura escravatura, bem como o lentíssimo avanço para formas mais modernas de organização colonial. Ficamos também a compreender a inexorável formação dos inúmeros movimentos nacionalistas angolanos - dos europeus independentistas às tribos associadas em torno de líderes carismáticos -, até à formação de partidos políticos consistentes, disputando o país contra Portugal e entre si próprios. Finalmente, ao desfecho da conquista da independência segue-se um resumo dos violentos anos de guerra civil, rematados pela recente história de relativa acalmia política, com enfoque nas condições socioeconómicas da Angola contemporânea. Neste livro, os leitores podem ainda usufruir de uma extensa bibliografia internacional, única em Portugal, com as mais diversas perspectivas sobre Angola.
Nº Páginas: 384
Sinopse:
As travestis trabalhadoras do sexo são representadas no imaginário social como "aberrações": pessoas "doentes", com personalidade instável, sexualmente "promíscuas", "violentas", que frequentemente se encontram envolvidas em roubos e drogas. São, no fundo, pessoas a evitar. A difusão reiterada destes discursos, produzidos na sua maioria a partir de um contacto superficial com a realidade das travestis, tem tido um efeito profundamente estigmatizador, incitando ao ódio, promovendo um clima de violência socialmente aceite, empurrando-as para territórios periféricos, marginais e ligados ao submundo. Tentando contrariar esta tendência, ao longo de cinco anos, Nélson Alves Ramalho mergulhou no mundo da prostituição travesti para compreender as suas trajectórias pessoais, a sua identidade, os seus modos de vida e os processos de exclusão social a que diariamente estão sujeitas.
Nº Páginas: 312
Sinopse:
"Olhe que não, olhe que não!" foi como Álvaro Cunhal reagiu aos constantes ataques e acusações de Mário Soares num célebre debate promovido pela RTP na noite de 6 de Novembro de 1975, que prendeu o país inteiro ao pequeno ecrã. Apesar de ter sido ignorada por toda a imprensa, a surpreendente resposta do líder comunista, repetida meia dúzia de vezes, marcou de tal forma o confronto com o secretário-geral dos socialistas que acabou por se colar à simples evocação do debate, onde ficaram patentes, como nunca, duas personalidades políticas, duas concepções do mundo, dois modelos de sociedade e duas estratégias bem distintas e por vezes antagónicas. Realizado pouco depois do assalto à embaixada de Espanha em Lisboa e uma semana antes do cerco à Assembleia Constituinte, já com cheiro ao golpe de 25 de Novembro, o debate faz parte da história não apenas da RTP, mas da televisão e da própria democracia.
Nº Páginas: 208
Sinopse:
Já ouviu dizer que a ciência é sexista, que não existe sexo biológico e que ser obeso é saudável? Ou que apenas determinadas pessoas - dependendo da raça, do género ou da identidade - deveriam poder usar certas roupas, cozinhar determinados alimentos ou interpretar certos papéis? Confuso com estas ideias? Pergunta-se como é que elas conseguiram desafiar tão depressa a lógica da nossa sociedade? Esta é uma adaptação do best-seller internacional "Teorias Cínicas", com as principais ideias da ensaísta Helen Pluckrose e do matemático James Lindsay, que demostram que o movimento woke e os estudos activistas e radicais, com a sua cultura de guerra e de cancelamento, fazem mais mal do que bem às comunidades minoritárias que juram defender. Esta obra expõe, de forma clara e acessível, os dogmas em que assentam aquelas ideias, desde as origens no pós-modernismo francês ao seu actual refinamento por académicos activistas, e analisa e opõe-se a teorias tão absurdas como estas: "o conhecimento é uma construção social»; «a ciência e a razão são ferramentas de opressão»; «todas as interacções humanas são fontes do exercício opressor do poder".
"(In)justiça Social" desmonta com racionalidade a inconsistência das teorias identitárias, racializadas e de género que pretendem impor-nos uma nova Inquisição, ameaçando a democracia liberal. Este é um apelo à honestidade intelectual e uma defesa da liberdade de expressão. Um livro sobre o que realmente significa ter uma sociedade justa e igualitária - e a melhor forma de a alcançar. Adaptado por Rebecca Christiansen (romancista e ensaísta).
Nº Páginas: 328
Sinopse:
Mergulhando nas diferentes formas de afetos a partir de dados da biologia, da química, da neurociência, da psicologia e da sociologia, Anna Machin procura, numa prosa envolvente e acessível, uma resposta tão inclusiva quanto o possível. Indo muito além do estudo sobre o amor romântico, a autora investiga também a amizade, a família, as relações poliamorosas, as famílias «escolhidas», o amor gay, o amor que sentimos por animais de estimação, por celebridades e por divindades. Mas a autora analisa também as consequências mais sombrias do amor - a sua natureza viciante que nos pode levar a sermos manipulados, coagidos e até vítimas de violência. O seu objetivo é expandir a nossa compreensão e revigorar o nosso espanto perante as complexidades do coração humano. Baseando-se na tradição de escritores como Esther Perel, Alain de Botton, Erich Fromm ou Helen Fisher, a profundidade da investigação e a capacidade de empatia de Anna Machin representa um grande salto no eterno projeto de compreensão de nós mesmos.
Edição: Mar 2026
Nº Páginas: 272
Sinopse: Nos últimos vinte anos, o mundo enfrentou uma sucessão de crises - na finança global, migrações, a pandemia de covid-19 e uma guerra de agressão em grande escala no continente europeu -, com consequências sociais, económicas e políticas graves, que resultaram em frustração, medo e ira. Ao apoiar-se no descontentamento social, o extremismo propõe soluções simplistas e estereotipadas em resposta às ansiedades e incertezas que afetam as nossas sociedades. E a consequência é que, por todo o mundo, os alicerces da democracia estão a ser corroídos. Neste livro, analisam-se as razões e o modo como isto está a acontecer e propõem-se soluções - ou, pelo menos, melhoramentos. Porque o que as democracias oferecem aos seus povos em matéria de liberdades civis, direitos humanos e Estado de direito é demasiado precioso para se perder. Ainda vamos a tempo de resistir.
Edição: Fev 2026
Nº Páginas: 232
Sinopse: Portugal enfrenta hoje uma escolha decisiva: adaptar-se aos imperialismos da nova ordem multipolar ou aceitar a irrelevância geopolítica e o empobrecimento. Este livro parte dessa encruzilhada para propor uma visão clara, realista e pragmática sobre os desafios para a soberania de Portugal no século XXI. Através de uma análise rigorosa dos grandes jogadores globais e dos tabuleiros onde se decide o futuro da humanidade, João Annes constrói uma proposta integrada para o Estado português. Por isso, Nação Valente não é apenas um livro de análise. É um roteiro de ação para todos os portugueses que recusam assistir passivamente aos impactos políticos, económicos e sociais das crises do nosso tempo. No centro da obra está uma estratégia 4P: - Como prevenir as ameaças reais (da guerra híbrida à grande migração); - Como proteger o que é nosso (soberania, democracia, identidade, educação e saúde); - Como projetar Portugal como ponte geopolítica entre continentes; - Como prosperar criando riqueza (economia digital, energia verde, indústrias críticas). Uma estratégia ancorada na História, mas orientada para o futuro; fiel à identidade nacional, mas aberta ao mundo. João Annes defende que Portugal pode ser mais resiliente e seguro sem abdicar do respeito pelos direitos, liberdades e garantias dos seus cidadãos. O equilíbrio entre uma estratégia de defesa eficaz que nos protege a todos e, simultaneamente, preserva os valores democráticos que nos definem. É possível. É necessário. É urgente. Este é um ensaio de intervenção cívica que transforma complexidade geopolítica em decisões estratégicas claras. Porque mais valente que reconhecer os perigos, é ter a coragem de os enfrentar. Somos uma Nação com 900 anos de História. Somos resilientes. Somos engenhosos. Todos somos necessários. Ninguém está dispensado. Este livro mostra-nos o caminho. Prefácio de Álvaro Beleza.
Edição: Mar 2026
Nº Páginas: 432
Sinopse: Uma fascinante viagem através dos milénios, que revela a vibrante trajetória de Alexandria, uma das cidades mais importantes da história da humanidade. Fundada por Alexandre, o Grande, a cidade de Alexandria floresceu como um centro de cosmopolitismo e saber, sendo palco de importantes marcos histórico-culturais que moldaram o nosso mundo. Embora Alexandre nunca tenha visto a sua obra concluída, a sua visão foi determinante para o nascimento de uma megalópole onde o conhecimento se tornou central e onde culturas distintas coexistiram, criando uma das cidades mais influentes da Antiguidade. O historiador Islam Issa, uma das vozes atuais mais relevantes na investigação entre o mundo islâmico e o europeu, percorre o esplendor da dinastia ptolemaica, a ascensão da famosa Biblioteca de Alexandria, a ligação de figuras míticas como Helena de Troia e Cleópatra, e a influência duradoura de Alexandria em várias civilizações. O autor explora ainda as dinâmicas sociais contemporâneas da cidade, oferecendo uma perspetiva única da Alexandria moderna e da sua diversidade cultural, que perdura por séculos. No decorrer da narrativa envolvente e da abordagem profunda, o autor homenageia esta cidade intemporal, oferecendo uma obra rica em detalhes históricos, reflexões culturais e uma visão única sobre a cidade que, durante mais de dois milénios, continua a desafiar o mundo com o seu legado intelectual, artístico e multicultural
Edição: Mar 2026
Nº Páginas: 472
Sinopse: Com tradução de Pedro Madeira e Sebastião Belfort Cerqueira, precedido de Premissas e Primícias e sucedido de Adenda Lukácsiana Talvez a explicação para o facto de estes autores terem conseguido com tanta frequência que os quadros do passado que apresentam sejam convincentes esteja na sua sensibilidade para a realidade do presente, mais do que em qualquer outra coisa. Salvo algumas raras excepções, fizeram-no sem recorrer a arcaísmos ou apoiar-se demasiado no uso de adereços históricos. Não tiveram medo de lidar com a miséria, o tédio, o pó ou a sordidez da morte. Apresentaram muitas vezes heróis despretensiosos afligidos por dilemas nada pitorescos. Apresentaram heróis históricos sem assumir que o seu único atractivo concebível reside nas vitórias que obtiveram. A sua abordagem do passado pode ser designada como reconstrução, se por essa palavra se entender a reconstituição funcional e essencialmente destituída de sentimentalismo de um dado período histórico, dando mais atenção à descoberta dos usos a que se presta do que à singularidade pitoresca, a fim de lhe fixar com precisão um lugar no continuum da história humana. Há um processo alternativo, mais romântico e sentimental, a que se pode chamar restauro. Compraz-se na exibição de quadros estáticos e na recuperação minuciosa de figurinos e cenários. Faz desfilar, com o entusiasmo de um antiquário, os seus homens e mulheres em majestosas procissões e copia a sua fala na linguagem tortuosa de Wardour Street. Tais atitudes talvez ainda não se tenham perdido completamente, mas estão hoje muito menos em evidência do que estavam há meio século. Tendo chegado ao fim da sua história, o herói desta linhagem antiga recapitula as suas aventuras num espírito de reminiscência jovial. Os pássaros cantam nas árvores, o aroma fresco de maio entra-lhe pela janela e algures no interior da casa espaçosa ouve-se a voz alegre da mulher que entoa uma canção que traz à memória as horas agridoces dos primeiros amores, das guerras, das despedidas e das reconciliações. Agora tudo é paz, e, durante um momento, o tempo parou. O futuro não pode trazer senão felicidade e memórias gratas.
Edição: Mar 2026
Nº Páginas: 448
Sinopse: 50 anos após a implementação do Planeamento Familiar, um livro que relata o percurso percorrido e o que ainda falta fazer. 50 anos após a legalização do Planeamento Familiar são muitos os velhos e novos desafios que cidadãos responsáveis e profissionais de saúde (cuja larga maioria é cada vez mais feminina, coisa nada indiferente) têm de debater e responder no espaço público, no âmbito de uma participada democracia sanitária que informe e influencie decisores políticos. Este é um tempo e um mundo novo: até hoje nenhuma política pró-natalista alcançou e alcançará na Europa os seus objectivos (mesmo com imigração) repor gerações, combater o envelhecimento populacional e a tecnologia já permite (agora aos mais poderosos, mais tarde também a outros), num inaudito desafio à Ética, escolher o sexo das crianças e características genéticas em embriões humanos por motivos não médicos um novo eugenismo, uma nova distopia.
Edição: Mar 2026
Nº Páginas: 384
Sinopse: Do advento da Geringonça à ascensão do CHEGA, 2015-2015 As observações mordazes da mais acelerada década política de Portugal. Nos últimos dez anos, marcados pela ascensão da Geringonça e o advento do Chega, Portugal viveu entre o deslumbramento e o cansaço. De 2015 a 2025, com sucessivos governos socialistas, escândalos públicos e a crescente erosão moral das instituições, o país habituou-se, primeiro, e reagiu, depois, numa espécie de revolução em câmara lenta. Reunindo cerca de uma centena de crónicas, este livro é uma análise crua e de certa forma literária de uma nação resignada à mediocridade. Cada texto constitui uma peça de um mosaico sobre o poder, o Estado e o desinteresse cívico, tornando-se o seu tom mais grave à medida que o tempo avança e o autor assiste ao aparente apocalipse em que a sociedade portuguesa se deixou enredar.
Edição: Mar 2026
Nº Páginas: 224
Sinopse: Nesta obra original e audaciosa, George Steiner revela o segredo de sete livros que não escreveu porque as indiscrições eram excessivamente intimidantes, porque o tema provocava demasiada dor, porque o desafio emocional e intelectual se revelava superior às suas capacidades. Os temas tratados variam muito e desafiam tabus convencionais: a experiência do sexo em línguas diferentes, as reivindicações do sionismo, um amor mais intenso pelos animais do que pelos seres humanos, o privilégio dispendioso do exílio ou a teologia do vazio. Com uma honestidade desarmante, Steiner passa além da sua enorme erudição e da racionalidade pela racionalidade para nos mostrar «unicórnios no jardim da razão». Uma percepção unificadora subjaz à diversidade de Os Livros Que Não Escrevi: o melhor que temos ou podemos produzir é apenas a ponta do icebergue. Por detrás de cada bom livro encontra-se o livro que ficou por escrever. Aquele que teria fracassado melhor?
Edição: Mar 2026
Nº Páginas: 368
Sinopse: Finalista do prémio The National Book Critics Circle, O Fantasma do Rei Leopoldo é o relato verdadeiro e assombroso do regime brutal do rei Leopoldo e do seu efeito duradouro numa nação arruinada, que, nesta nova edição, conta com uma introdução da premiada romancista Barbara Kingsolver.
Edição: Mar 2026
Nº Páginas: 428
Sinopse: Porto, Junho de 1975.No auge do Verão Quente da revolução,Portugal arrisca cair na órbita soviética e tornar-se numa ditadura comunista.Sucedem-se as prisões de políticos de direita,de empresários e de centenas de pessoas suspeitas de resistência ao processo revolucionário. Ruy Höfle Moreira,então dono da Molaflex,está detido há três meses,acusado de actividades contra-revolucionárias.Trata-se de meras suposições,das quais nunca haverá uma acusação oficial ao longo do período de detenção,que durará oito meses. Em pleno PREC,mais de mil trabalhadores da Molaflex manifestam-se pacificamente em frente ao Quartel-General.Não querem causar tumultos nem estão contra o 25 de Abril;apenas pedem que os militares lhes expliquem a situação do patrão.São atacados e agredidos por militantes revolucionários,que os acusam de serem fascistas;vários trabalhadores são detidos pelos militares. Esta foi no Portugal democrático,em pleno PREC,a primeira manifestação
Edição: Mar 2026
Nº Páginas: 320
Sinopse: Da obscuridade à traição, um homem mudou as regras do jogo ao expor os ficheiros mais secretos alguma vez conhecidos. Como se rouba uma biblioteca? Não é uma biblioteca qualquer, mas o arquivo mais secreto do mundo. A resposta é: sendo bibliotecário. Mantendo-se tão quieto que ninguém sabe o que se está a fazer enquanto se vai trabalhando de forma discreta ao longo de décadas. Tão discreta que, mesmo depois da fuga, com o auxílio do MI6 o Serviço Secreto de Inteligência britânico no estrangeiro , ninguém se apercebe de que o bibliotecário se foi embora. O Espião no Arquivo é a história sensacional de como Vasili Mitrokhin um arquivista introvertido que não amava mais nada para além dos arquivos empoeirados acabou por mudar o mundo. Como bibliotecário do KGB, os segredos a que foi exposto nas salas dos arquivos transformaram-no: primeiro, num dissidente, e, depois, num espião. Um homem determinado a expor a verdade sobre as forças obscuras que subverteram a Rússia, forças que ainda hoje estão em ação no país. Esta é a história da viagem de um homem desde o coração do Estado soviético até à desilusão, à traição e à sua determinação em enfrentar a instituição mais poderosa do mundo. «Poucos autores conhecerão melhor do que Gordon Corera os meandros da guerra permanente de espionagem entre o Ocidente e o Leste.» Ben MacIntyre, The Times «Uma leitura compulsiva! Combina o talento para contar uma boa história com o conhecimento subtil dos métodos de espionagem antigos e modernos.» Luke Harding, The Guardian «Escrito como um romance, resultante de uma profunda investigação, este relato de ritmo poderoso é leitura obrigatória para todos os leitores que gostam de espionagem.» Publishers Weekly
Edição: Mar 2026
Nº Páginas: 96
Sinopse: Há alimento mais popular e universal do que o pão? Esta obra reúne vasta e surpreendente informação sobre este alimento, recuperando e explicando centenas de provérbios, adágios e expressões populares sobre o pão. Inclui também as mais populares receitas com pão e reúne as mais célebres lendas populares em que ele ocupa papel de destaque. Apresenta, igualmente, a história do pão em Portugal, condensa sobre ele inúmeras curiosidades e, no último capítulo, salienta a sua importância na religiosidade popular e na nossa memória (festividades e tradições associadas ao culto, atividades, santos padreiros, etc.).
Edição: Mar 2026
Nº Páginas: 136
Sinopse: Um livro inspirador sobre como podemos remodelar a nossa sociedade em torno da abundância, reciprocidade e generosidade Em A Economia da Dádiva, Robin Wall Kimmerer reflete sobre a ética da reciprocidade que está no cerne da economia da dádiva. Como podemos inspirar-nos no mundo natural para reimaginar as nossas prioridades? A nossa economia baseia-se na escassez, na competição e na acumulação de recursos, e cedemos os nossos valores a um sistema que prejudica aquilo que amamos. O livro é um antídoto para as ligações quebradas e os objetivos equivocados dos nossos tempos, e um lembrete de que não será a acumulação individual que nos salvará: a prosperidade é sempre partilhada. Um hino ao mundo natural e uma exploração profunda de como podemos viver de forma diferente a nossa relação com a natureza e uns com os outros, combinando a observação científica, memórias e uma reflexão filosófica.
Edição: Mar 2026
Nº Páginas: 80
Sinopse: Antologia dos versos mais célebres de Fernando Pessoa «Tudo o que chega, chega sempre por alguma razão.» Muitas frases de Fernando Pessoa são comummente consideradas reflexões úteis para a vida. As 140 citações contidas neste ABC testemunham o génio e dão a conhecer o homem por detrás do mito. Com temas tão diversos como a vida, o envelhecimento e a morte; o amor, o desejo e o ódio; a escrita, a leitura, o sonho e a viagem, esta obra é um tesouro de sensibilidade e de sabedoria retirada da poesia e prosa de Pessoa e seus heterónimos.
Edição: Mar 2026
Nº Páginas: 480
Sinopse: Do ultimato britânico e de Salazar à revolta utópica de Tom Gallagher. Uma história de Portugal do século XX vista de fora Este livro analisa o complexo papel de Portugal durante o período transformador da história ocidental desde 1890 até 1975, quando os conflitos ideológicos e os realinhamentos geopolíticos reformularam a ordem global. Traçando a trajetória de Portugal de nação periférica a ator momentaneamente autónomo, revela como o país, sob a liderança conservadora de António de Oliveira Salazar, assegurou a sua soberania e identidade Euro-Africanas perante as ambições competitivas das grandes potências. Através de uma análise meticulosa, este estudo investiga as manobras estratégicas de Portugal, incluindo a sua emergência como país fundador da NATO em 1949, e a sua resistência às correntes pósnacionais que redefiniram o Ocidente nos anos 1960. Também investiga as consequências do golpe de Estado de 1974, que acabou com o regime autoritário e deu origem a uma retirada caótica de África, reduzindo a influência de Portugal a nível internacional. Baseado em conhecimento histórico e geopolítico, Portugal e o Ocidente oferece uma perspetiva diferenciada do governo de uma pequena nação num contexto global conturbado. Esclarece a interação entre o interesse nacional, as correntes ideológicas, e as forças transnacionais, tornando a sua leitura essencial para todos os que se interessam pelo papel de Portugal no mundo durante o século XX.
Edição: Mar 2026
Nº Páginas: 384
Sinopse: Em 1187, os exércitos de Saladino sitiaram a cidade sagrada de Jerusalém. Atrás das altas muralhas da cidade, uma defesa desesperada era liderada por um trio improvável - incluindo Sibila, rainha de Jerusalém. Embora muitos livros tenham sido escritos sobre as Cruzadas, um aspeto está visivelmente ausente: as histórias das mulheres. Rainhas e princesas tendem a ser apresentadas como transmissoras passivas de terras e sangue real. Na realidade, as mulheres governavam, conduziam negociações diplomáticas, tomavam decisões militares, forjavam alianças, rebelavam-se e empreendiam projetos arquitetónicos. Este é o relato das mulheres negligenciadas pela História, mulheres fortes, poderosas e que deixaram uma marca profunda na política do Médio Oriente medieval.
Edição: Mar 2026
Nº Páginas: 344
Sinopse: A epopeia de uma língua antiga que se tornou global e a investigação científica das suas origens. Quando o planeta emergiu da última era glacial, uma língua nasceu entre a Europa e a Ásia, junto ao mar Negro. Essa língua antiga, a que chamamos protoindo-europeu, não tardou a sair do seu berço, mudando e fragmentando-se à medida que progredia no espaço, até os seus descendentes serem falados da Escócia à China. Hoje, esses descendentes constituem a maior família linguística do mundo, o fio que liga culturas díspares: do Inferno de Dante ao Rig Veda, dO Senhor dos Anéis à poesia amorosa de Rumi. «Uma obra de divulgação científica rara que cita Keats, Seamus Heaney e Ismail Kadaré.» Laura Miller, Slate «A história de como uma língua deixou as estepes da Ucrânia para se transformar na família linguística dominante na Terra, narrada da forma mais clara e emocionante que já encontrei. Recomendo vivamente este livro que a curiosidade, a diligência e o talento literário da autora transformam numa referência para as gerações futuras.» John McWhorter, linguista, Universidade de Columbia
Edição: Mar 2024
Nº Páginas: 416
Sinopse: No dia 11 de Maio de 1960, agentes da Mossad capturaram Adolf Eichmann nos arredores de Buenos Aires, quando, no final de um dia de trabalho, regressava a casa. Quem era este homem que levava então uma vida vulgar, mas que se podia vangloriar da morte de milhões de seres humanos? É o que podemos ver em Eichmann em Jerusalém através do olhar de Hannah Arendt, que assistiu ao julgamento iniciado a 11 de Abril de 1961 em Israel. o processo durou cerca de quatro meses.hannah arendt tinha oferecido os seus servicos à the new yorker, e, para ela, como judia que tivera de fugir da alemanha com a ascensão de hitler ao poder, foi um meio de ajustar contas com o passado. presenciar o julgamento de eichmann não foi tanto uma oportunidade de compreender os meandros da alma humana e de indagar a psicologia de um dirigente nazi, mas de lancar um olhar crítico à natureza do regime nacional-socialista. arendt assistiu apenas a uma parte do julgamento. mas os cinco artigos que escreveu para a the new yorker e seriam publicados em livro suscitaram uma enorme polémica sobre o seu conceito de banalidade do mal.
Edição: Mar 2023
Nº Páginas: 480
Sinopse: Esta obra apresenta uma análise profunda, revista e atualizada da guerra na Ucrânia. Nela, Paul DAnieri aborda as dinâmicas no interior da Ucrânia, o conflito entre a Ucrânia e a Rússia e entre a Rússia e o Ocidente alargado, que emergiu do colapso da União Soviética e resultou na invasão russa de 24 de fevereiro de 2022. Numa sequência cronológica, o autor mostra como a separação da Ucrânia e da Rússia em 1991, na época designada por divórcio civilizado, levou a um dos mais violentos conflitos na Europa desde a Segunda Guerra Mundial. DAnieri considera que, nesta evolução, pesaram sobretudo três fatores, a saber: a questão da segurança, o impacto da democratização na geopolítica e os objetivos incompatíveis surgidos na Europa no pós-Guerra Fria.
Edição: Set 2024
Nº Páginas: 208
Sinopse: «Em Dezembro de 1991, tinha eu 48 anos, dei uma entrevista à Marie Claire, uma revista que organizara um número sob o título O Charme das Mulheres de 50 Anos. Relendo o que disse, o que surpreende é o meu optimismo. É verdade que já então descobrira não ser imortal, o primeiro sinal de envelhecimento, ou, se preferirem, de sabedoria, mas declarava, com ar pimpão, que ter cinquenta anos era a melhor coisa do mundo. O único facto que lamentava era não poder registar, numa agenda, a data e a hora da minha morte.»
Edição: Mar 2022
Nº Páginas: 384
Sinopse: Nesta análise da Rússia contemporânea, Joshua Yaffa, correspondente da The New Yorker em Moscovo, traça um retrato das lutas internas travadas entre os que sustentam o autoritarismo de Putin. Joshua Yaffa fala-nos dos mais destacados políticos, empresários, e até artistas e historiadores, que construíram as suas carreiras e identidades à sombra do regime de Putin. Dilacerados entre as suas ambições e as exigências do Estado, cada um deles percorre um caminho individual de compromisso. Alguns reúnem astúcia e cinismo para extraírem todo o tipo de benefícios e privilégios do poder, outros, menos experimentados, são muitas vezes desmobilizados e esmagados. De qualquer modo, todos eles ficam presos num emaranhado de dilemas e contradições. Joshua Yaffa mostra-nos assim como uma burocracia repressiva constrói uma nova forma de autoritarismo moderno.
Edição: Out 2024
Nº Páginas: 312
Sinopse: Quando A Cultura do Narcisismo foi publicado pela primeira vez, tornou-se evidente que Christopher Lasch tinha identificado algo importante que estava a acontecer à sociedade norte-americana com o declínio da família ao longo do século xx. O livro tornou-se um enorme êxito. É agora publicado com um novo posfácio. «Christopher Lasch foi direito ao coração da nossa cultura. As suas abordagens à personalidade e ao seu contexto social são espantosas. É um livro corajoso e importante.» [Michael Rogin, Universidade da Califórnia, Berkeley]
Edição: Mar 2022
Nº Páginas: 264
Sinopse: A afirmação da China como superpotência global está a modificar a paisagem política internacional. À medida que o regime chinês se tornou mais assertivo, os EUA foram-no considerando o seu principal rival nos planos económico e militar. Neste livro, Oliver Letwin mostra como o ascenso da China se relaciona com o seu antigo poder imperial e enumera as principais zonas de conflito potencial entre China e EUA, com destaque para Taiwan. O autor considera que existe um risco efetivo de conflito militar entre a China, como superpotência ascendente, e os EUA, que procuram manter a supremacia mundial. Considera, no entanto, possível, embora difícil, que a guerra seja evitada.
Nº Páginas: 272
Sinopse:
A Guerra que Portugal quis Esquecer Entre 1914 e 1918 Portugal enviou mais de 20 mil soldados para Moçambique com o objetivo de garantir a defesa da colónia face aos alemães. Apesar da sua superioridade em número e no equipamento, os soldados portugueses foram condenados a uma missão impossível. As divisões internas, o desleixo com as regras sanitárias, a impreparação para as doenças tropicais, as dificuldades de um país arruinado para manter duas expedições a milhares de quilómetros de distância, a incompetência e a falta de vontade de combater tornaram a aventura moçambicana num dos maiores desastres de sempre das tropas nacionais. Na Primeira Grande Guerra morreram, em Moçambique, mais portugueses do que na frente europeia. Nascido da série de reportagens homónima com que o autor venceu o Prémio Gazeta de Imprensa em 2015, A Guerra que Portugal quis Esquecer relata as memórias dos soldados, as denúncias de cobardia e de incompetência das chefias e a vergonha pelas derrotas, fazendo justiça a uma parte da História que o Estado Novo tentou apagar.
