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Edição: Jan 2020
Nº Páginas: 448
Sinopse:
Desde as civilizações mais antigas, passando por continentes perdidos e lendários, até um passado mais recente, a História está repleta de grandes mistérios. O código dos Templários Hitler e o Obscurantismo O assassínio dos Médici As pirâmides secretas do Japão As respostas aos temas mais controversos e inquietantes da Humanidade estão neste livro, uma obra apaixonante e esclarecedora em que dezenas de segredos, profecias, mitos e acontecimentos sem explicação são de novo colocados debaixo dos holofotes de conceituados historiadores e explicados à luz do conhecimento atual. Para os leitores ávidos de conhecimento, este livro apresenta de forma concisa, rigorosa e muito abrangente, as respostas que há muito procuram.
Nº Páginas: 448
Sinopse:
Desde as civilizações mais antigas, passando por continentes perdidos e lendários, até um passado mais recente, a História está repleta de grandes mistérios. O código dos Templários Hitler e o Obscurantismo O assassínio dos Médici As pirâmides secretas do Japão As respostas aos temas mais controversos e inquietantes da Humanidade estão neste livro, uma obra apaixonante e esclarecedora em que dezenas de segredos, profecias, mitos e acontecimentos sem explicação são de novo colocados debaixo dos holofotes de conceituados historiadores e explicados à luz do conhecimento atual. Para os leitores ávidos de conhecimento, este livro apresenta de forma concisa, rigorosa e muito abrangente, as respostas que há muito procuram.
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Edição: Jul 2019
Nº Páginas: 288
Sinopse:
Uma história fascinante de desastres naturais, do seu impacto na nossa cultura e das formas de pensar sobre os que estão por vir. Terramotos, inundações, tsunamis, furacões, vulcões, todos são consequência das mesmas forças que dão vida ao planeta. Quando estas forças excedem a nossa capacidade de lhes resistir, tornam-se grandes desastres. Moldam as nossas cidades, elevam líderes, e derrubam governos e influenciam a maneira como pensamos, sentimos, lutamos, nos unimos e rezamos. A história dos desastres naturais é a história da humanidade. A erupção vulcânica em Pompeia e o terramoto de 1755 em Lisboa desafiaram e reforçaram as visões predominantes da religião; o furacão Katrina e o tsunami de 2004 dizem-nos muito sobre governos e globalização. Com a população em regiões perigosas a crescer e o aumento global das temperaturas, os desastres naturais são cada vez mais inevitáveis. Mas as catástrofes humanas podem ser prevenidas!
Nº Páginas: 288
Sinopse:
Uma história fascinante de desastres naturais, do seu impacto na nossa cultura e das formas de pensar sobre os que estão por vir. Terramotos, inundações, tsunamis, furacões, vulcões, todos são consequência das mesmas forças que dão vida ao planeta. Quando estas forças excedem a nossa capacidade de lhes resistir, tornam-se grandes desastres. Moldam as nossas cidades, elevam líderes, e derrubam governos e influenciam a maneira como pensamos, sentimos, lutamos, nos unimos e rezamos. A história dos desastres naturais é a história da humanidade. A erupção vulcânica em Pompeia e o terramoto de 1755 em Lisboa desafiaram e reforçaram as visões predominantes da religião; o furacão Katrina e o tsunami de 2004 dizem-nos muito sobre governos e globalização. Com a população em regiões perigosas a crescer e o aumento global das temperaturas, os desastres naturais são cada vez mais inevitáveis. Mas as catástrofes humanas podem ser prevenidas!
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Edição: Fev 2017
Nº Páginas: 304
Sinopse:
"Os Flechas" conta a história pouco conhecida desta força paramilitar. Constituída por bosquímanos que, perseguidos e escravizados ao longo de séculos pelos povos Banto, se aliaram aos portugueses no contexto da Guerra Colonial, os Flechas foram alargando progressivamente o seu espectro de acção, não só sob a alçada da PIDE, mas também em apoio às operações das Forças Armadas. Os seus conhecimentos do terreno e das populações autóctones, as suas qualidades como pisteiros e a sua grande resistência às condições ambientais locais foram de grande utilidade ao esforço de guerra português.
Nº Páginas: 304
Sinopse:
"Os Flechas" conta a história pouco conhecida desta força paramilitar. Constituída por bosquímanos que, perseguidos e escravizados ao longo de séculos pelos povos Banto, se aliaram aos portugueses no contexto da Guerra Colonial, os Flechas foram alargando progressivamente o seu espectro de acção, não só sob a alçada da PIDE, mas também em apoio às operações das Forças Armadas. Os seus conhecimentos do terreno e das populações autóctones, as suas qualidades como pisteiros e a sua grande resistência às condições ambientais locais foram de grande utilidade ao esforço de guerra português.
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Edição: Mai 2015
Nº Páginas: 304
Sinopse:
Este volume narra a história de umas bodas de sangue, legitimadas por um razoável contrato de agregação, seguido, ao longo de sessenta anos, por frequentes episódios de violência doméstica. O contrato de agregação, aprovado pelas Cortes de Tomar, garantia formalmente a Portugal a continuidade das suas instituições, das suas leis gerais, mas retirava-lhe a independência, proporcionada por um "rei nacional". A política, a paz e a guerra passaram a ser traçadas em Madrid. E o contrato de agregação não era entre parceiros iguais. Basta um apontamento para que não restem dúvidas. Os titulares de Castela dialogavam com o rei de chapéu na cabeça, mas os duques de Bragança, de Aveiro, os titulares e fidalgos portugueses tinham de tirar o chapéu ou o barrete. A agregação dos Estados e territórios da Península sob a coroa dos Filipes não seguiu um ideal de união de iguais nem assentava num sentimento dominante de identidade hispânica. Materializava a ambição de juntar mais território, mais soldados, mais riqueza para manter e ampliar a posição dominante e prosseguir a cruzada utópica de restabelecer, sobre a Europa luterana e calvinista, a monarquia universal católica e de a alargar aos povos dos outros continentes, com as armadas de comércio, de guerra, e a pregação dos soldados de Cristo.
Nº Páginas: 304
Sinopse:
Este volume narra a história de umas bodas de sangue, legitimadas por um razoável contrato de agregação, seguido, ao longo de sessenta anos, por frequentes episódios de violência doméstica. O contrato de agregação, aprovado pelas Cortes de Tomar, garantia formalmente a Portugal a continuidade das suas instituições, das suas leis gerais, mas retirava-lhe a independência, proporcionada por um "rei nacional". A política, a paz e a guerra passaram a ser traçadas em Madrid. E o contrato de agregação não era entre parceiros iguais. Basta um apontamento para que não restem dúvidas. Os titulares de Castela dialogavam com o rei de chapéu na cabeça, mas os duques de Bragança, de Aveiro, os titulares e fidalgos portugueses tinham de tirar o chapéu ou o barrete. A agregação dos Estados e territórios da Península sob a coroa dos Filipes não seguiu um ideal de união de iguais nem assentava num sentimento dominante de identidade hispânica. Materializava a ambição de juntar mais território, mais soldados, mais riqueza para manter e ampliar a posição dominante e prosseguir a cruzada utópica de restabelecer, sobre a Europa luterana e calvinista, a monarquia universal católica e de a alargar aos povos dos outros continentes, com as armadas de comércio, de guerra, e a pregação dos soldados de Cristo.
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Edição: Nov 2016
Nº Páginas: 242
Sinopse:
Até 1945, os seus pais eram heróis. Depois da derrota alemã, o mundo passou a chamar-lhes carrascos. Gudrun, Edda, Niklas, entre outros, são filhos de Himmler, Göring, Hess, Frank, Bormann, Höss, Speer e Mengele, apelidos que são sinónimos do terror nazi. Estas crianças alemãs passaram a II Guerra Mundial no meio do luxo, acarinhados por pais afectuosos, que ao fim do dia regressavam a casa após uma jornada de morte. Para eles, o fim do III Reich foi um desastre. Inocentes, tiveram de lidar com os crimes perpetrados pelos pais: uns condenaram--nos, outros continuaram a reverenciá-los. Crianças assombradas por uma herança que não puderam repudiar. Que ligações mantiveram com os seus pais? Como se vive com um nome diabolizado pela História e pela Humanidade? Sentir-se-ão responsáveis pelas atrocidades nazis? Setenta anos depois, quando a memória se começa a perder, este é um documento perturbador, um documento apaixonante, um documento essencial.
Nº Páginas: 242
Sinopse:
Até 1945, os seus pais eram heróis. Depois da derrota alemã, o mundo passou a chamar-lhes carrascos. Gudrun, Edda, Niklas, entre outros, são filhos de Himmler, Göring, Hess, Frank, Bormann, Höss, Speer e Mengele, apelidos que são sinónimos do terror nazi. Estas crianças alemãs passaram a II Guerra Mundial no meio do luxo, acarinhados por pais afectuosos, que ao fim do dia regressavam a casa após uma jornada de morte. Para eles, o fim do III Reich foi um desastre. Inocentes, tiveram de lidar com os crimes perpetrados pelos pais: uns condenaram--nos, outros continuaram a reverenciá-los. Crianças assombradas por uma herança que não puderam repudiar. Que ligações mantiveram com os seus pais? Como se vive com um nome diabolizado pela História e pela Humanidade? Sentir-se-ão responsáveis pelas atrocidades nazis? Setenta anos depois, quando a memória se começa a perder, este é um documento perturbador, um documento apaixonante, um documento essencial.
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Edição: Jun 2020
Nº Páginas: 242
Sinopse:
Até 1945, os seus pais eram heróis. Depois da derrota alemã, o mundo passou a chamar-lhes carrascos. Gudrun, Edda, Niklas, entre outros, são filhos de Himmler, Göring, Hess, Frank, Bormann, Höss, Speer e Mengele, apelidos que são sinónimos do terror nazi. Estas crianças alemãs passaram a II Guerra Mundial no meio do luxo, acarinhados por pais afectuosos, que ao fim do dia regressavam a casa após uma jornada de morte. Para eles, o fim do III Reich foi um desastre. Inocentes, tiveram de lidar com os crimes perpetrados pelos pais: uns condenaram-nos, outros continuaram a reverenciá-los. Crianças assombradas por uma herança que não puderam repudiar. Que ligações mantiveram com os seus pais? Como se vive com um nome diabolizado pela História e pela Humanidade? Sentir-se-ão responsáveis pelas atrocidades nazis?
Nº Páginas: 242
Sinopse:
Até 1945, os seus pais eram heróis. Depois da derrota alemã, o mundo passou a chamar-lhes carrascos. Gudrun, Edda, Niklas, entre outros, são filhos de Himmler, Göring, Hess, Frank, Bormann, Höss, Speer e Mengele, apelidos que são sinónimos do terror nazi. Estas crianças alemãs passaram a II Guerra Mundial no meio do luxo, acarinhados por pais afectuosos, que ao fim do dia regressavam a casa após uma jornada de morte. Para eles, o fim do III Reich foi um desastre. Inocentes, tiveram de lidar com os crimes perpetrados pelos pais: uns condenaram-nos, outros continuaram a reverenciá-los. Crianças assombradas por uma herança que não puderam repudiar. Que ligações mantiveram com os seus pais? Como se vive com um nome diabolizado pela História e pela Humanidade? Sentir-se-ão responsáveis pelas atrocidades nazis?
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Edição: Abr 2014
Nº Páginas: 272
Sinopse:
Tudo começou com um "e-mail": "Sou um alto funcionário dos serviços secretos…" O que se seguiu transformou-se na mais impressionante fuga de informação alguma vez testemunhada pelo mundo moderno. As consequências abalaram líderes de inúmeras nações: de Obama a Cameron, aos presidentes do Brasil, França e Indonésia, passando pela chanceler alemã. Edward Snowden, um jovem génio informático a trabalhar para a Agência de Segurança Nacional americana (NSA), ousou tornar público o programa secreto de espionagem mundial. Levado a cabo com o beneplácito do governo dos Estados Unidos da América, esse plano é defendido como sendo essencial à vigilância de eventuais atos terroristas. No entanto, para o cidadão comum trata-se de um feroz atentado à privacidade. Desde logo, urgia pensar nas motivações de Snowden e nas consequências que a sua revelação teria a nível mundial. Este trabalho, apresentado pelo premiado jornalista do "The Guardian", Luke Harding, dá a conhecer todos os pormenores do caso Snowden: o dia em que este abandona a namorada no Havai e parte para Hong Kong com quatro computadores carregados de informações secretas, as semanas posteriores à divulgação do programa da NSA e a procura incessante de asilo político. Agora, em Moscovo, Edward Snowden enfrenta as acusações de espionagem por parte dos Estados Unidos da América e um futuro incerto no exílio.
Nº Páginas: 272
Sinopse:
Tudo começou com um "e-mail": "Sou um alto funcionário dos serviços secretos…" O que se seguiu transformou-se na mais impressionante fuga de informação alguma vez testemunhada pelo mundo moderno. As consequências abalaram líderes de inúmeras nações: de Obama a Cameron, aos presidentes do Brasil, França e Indonésia, passando pela chanceler alemã. Edward Snowden, um jovem génio informático a trabalhar para a Agência de Segurança Nacional americana (NSA), ousou tornar público o programa secreto de espionagem mundial. Levado a cabo com o beneplácito do governo dos Estados Unidos da América, esse plano é defendido como sendo essencial à vigilância de eventuais atos terroristas. No entanto, para o cidadão comum trata-se de um feroz atentado à privacidade. Desde logo, urgia pensar nas motivações de Snowden e nas consequências que a sua revelação teria a nível mundial. Este trabalho, apresentado pelo premiado jornalista do "The Guardian", Luke Harding, dá a conhecer todos os pormenores do caso Snowden: o dia em que este abandona a namorada no Havai e parte para Hong Kong com quatro computadores carregados de informações secretas, as semanas posteriores à divulgação do programa da NSA e a procura incessante de asilo político. Agora, em Moscovo, Edward Snowden enfrenta as acusações de espionagem por parte dos Estados Unidos da América e um futuro incerto no exílio.
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Edição: Fev 2019
Nº Páginas: 336
Sinopse:
A história de como Salazar, resolutamente e com grande secretismo, apoiou os independentistas do Biafra na sangrenta Guerra Civil da Nigéria (1967-1970). Das razões da comunidade internacional se ter dividido entre o apoio ao governo nigeriano dado pelos ingleses (ex-colonizadores), americanos e soviéticos, e o apoio à causa biafrense prestado pelos portugueses, franceses e pelo Vaticano. Da bravura de um grupo de aviadores portugueses - "os Falcões do Biafra" -, que cruzou o céu africano para entregar ao povo biafrense cercado alimentos e medicamentos, armas e munições. E de como a PIDE o seguiu à distância e registou as suas movimentações em Lisboa, Faro, Bissau e São Tomé e Príncipe.
Nº Páginas: 336
Sinopse:
A história de como Salazar, resolutamente e com grande secretismo, apoiou os independentistas do Biafra na sangrenta Guerra Civil da Nigéria (1967-1970). Das razões da comunidade internacional se ter dividido entre o apoio ao governo nigeriano dado pelos ingleses (ex-colonizadores), americanos e soviéticos, e o apoio à causa biafrense prestado pelos portugueses, franceses e pelo Vaticano. Da bravura de um grupo de aviadores portugueses - "os Falcões do Biafra" -, que cruzou o céu africano para entregar ao povo biafrense cercado alimentos e medicamentos, armas e munições. E de como a PIDE o seguiu à distância e registou as suas movimentações em Lisboa, Faro, Bissau e São Tomé e Príncipe.
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Edição: Abr 2011
Nº Páginas: 400
Sinopse:
Em meados de Abril de 1975, Kenneth Kaunda visitou Washington e encontrou-se com Gerald Ford e Henry Kissinger. A viagem, que tinha sido combinada meses antes, devia ser rotineira, não se esperando que tivesse qualquer resultado importante, pretendendo, à partida, servir apenas como uma cortesia para com um dos pioneiros da luta pela independência em África. Porém, o almoço de 19 de Abril na Casa Branca entre o presidente da Zâmbia, o seu homólogo norte-americano e o secretário de Estado Kissinger acabou por se constituir como o momento de viragem na política dos EUA para Angola e mesmo para o continente africano. Kaunda convenceu Ford de que a URSS estava a intervir em Angola com conselheiros militares e armamento, o que podia ajudar o MPLA a tomar o poder, devendo os Estados Unidos opor-se a tal acção em defesa dos vizinhos daquele país. No fundo, a mensagem que o presidente zambiano trazia era que a intervenção de Moscovo tinha ultrapassado os limites aceitáveis para os Estados Unidos."
Nº Páginas: 400
Sinopse:
Em meados de Abril de 1975, Kenneth Kaunda visitou Washington e encontrou-se com Gerald Ford e Henry Kissinger. A viagem, que tinha sido combinada meses antes, devia ser rotineira, não se esperando que tivesse qualquer resultado importante, pretendendo, à partida, servir apenas como uma cortesia para com um dos pioneiros da luta pela independência em África. Porém, o almoço de 19 de Abril na Casa Branca entre o presidente da Zâmbia, o seu homólogo norte-americano e o secretário de Estado Kissinger acabou por se constituir como o momento de viragem na política dos EUA para Angola e mesmo para o continente africano. Kaunda convenceu Ford de que a URSS estava a intervir em Angola com conselheiros militares e armamento, o que podia ajudar o MPLA a tomar o poder, devendo os Estados Unidos opor-se a tal acção em defesa dos vizinhos daquele país. No fundo, a mensagem que o presidente zambiano trazia era que a intervenção de Moscovo tinha ultrapassado os limites aceitáveis para os Estados Unidos."
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Edição: Out 2018
Nº Páginas: 400
Sinopse:
Há cinquenta anos, em setembro de 1968, quando Marcello Caetano substituiu António Oliveira Salazar, o programa de governo escorava-se em políticas de desenvolvimento económico, na liberalização económica regulada e num forte programa de investimento público e privado permitido pelas exportações, investimento e remessas dos emigrantes. Foram lançados vários projetos industriais como a criação de um polo em Sines, três novas fábricas de cerveja, quatro novas empresas de celulose, duas novas fábricas de cimento; bem como a construção da barragem do Alqueva, do novo aeroporto de Lisboa e de uma rede de quase 400 quilómetros de auto-estradas. O sopro de liberalização e o pacote de investimentos atiçou o conflito entre grupos económicos, tensões entre estes e o Estado numa guerra de baixa intensidade permanente como revelam as trocas de correspondência entre Marcello Caetano e empresários, gestores e advogados. Lutas e guerras pelo controlo de bancos, com a Bolsa em alta, a criação de novos impérios químicos e da energia, a compra desenfreada de jornais, as multinacionais a cimentarem a sua presença, depois de décadas a serem hostilizadas. Os "plutocratas", como lhe chamava Marcello Caetano, ou "grandes monopolistas", como os denominava o PCP, digladiavam-se. Miguel Quina desafia Marcello Caetano contra Jorge de Brito e o Grupo Mello, António Champalimaud, foragido entre 1968 e 1973, provoca e guerreia Marcello Caetano quando tentava comprar bancos à sua revelia, manifestava-se contra a concorrência nos cimentos em favor de Manuel Queirós Pereira, familiar de Marcello Caetano. Por sua vez, Artur Cupertino de Miranda estava no centro de conflitos de negócio com António Champalimaud, João Rocha e Lúcio Tomé Feteira.
Nº Páginas: 400
Sinopse:
Há cinquenta anos, em setembro de 1968, quando Marcello Caetano substituiu António Oliveira Salazar, o programa de governo escorava-se em políticas de desenvolvimento económico, na liberalização económica regulada e num forte programa de investimento público e privado permitido pelas exportações, investimento e remessas dos emigrantes. Foram lançados vários projetos industriais como a criação de um polo em Sines, três novas fábricas de cerveja, quatro novas empresas de celulose, duas novas fábricas de cimento; bem como a construção da barragem do Alqueva, do novo aeroporto de Lisboa e de uma rede de quase 400 quilómetros de auto-estradas. O sopro de liberalização e o pacote de investimentos atiçou o conflito entre grupos económicos, tensões entre estes e o Estado numa guerra de baixa intensidade permanente como revelam as trocas de correspondência entre Marcello Caetano e empresários, gestores e advogados. Lutas e guerras pelo controlo de bancos, com a Bolsa em alta, a criação de novos impérios químicos e da energia, a compra desenfreada de jornais, as multinacionais a cimentarem a sua presença, depois de décadas a serem hostilizadas. Os "plutocratas", como lhe chamava Marcello Caetano, ou "grandes monopolistas", como os denominava o PCP, digladiavam-se. Miguel Quina desafia Marcello Caetano contra Jorge de Brito e o Grupo Mello, António Champalimaud, foragido entre 1968 e 1973, provoca e guerreia Marcello Caetano quando tentava comprar bancos à sua revelia, manifestava-se contra a concorrência nos cimentos em favor de Manuel Queirós Pereira, familiar de Marcello Caetano. Por sua vez, Artur Cupertino de Miranda estava no centro de conflitos de negócio com António Champalimaud, João Rocha e Lúcio Tomé Feteira.
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Edição: Mar 2020
Nº Páginas: 184
Sinopse:
Os Donos Angolanos de Portugal foi publicado pela primeira vez em 2014. Descreveu então detalhadamente os circuitos de enriquecimento, de corrupção e de cumplicidade entre capitais angolanos e portugueses e, em particular, a forma como os círculos do poder, organizados em torno da família e aliados de José Eduardo dos Santos, pilhavam Angola e reciclavam os seus rendimentos através de Portugal. O livro registou os principais articuladores desse investimento em Portugal: Isabel dos Santos, Manuel Vicente, José Leitão, Kopelipa. Contámos ainda a história do BES em Angola, dos seus contactos chineses e russos e da turbulenta aliança com o regime de Luanda. No início de 2020, a revelação dos Luanda Leaks pelo Consórcio Internacional de Jornalistas de Investigação trouxe novos dados sobre o modo de operação de Isabel dos Santos, os seus financiamentos, as suas transferências de capital e outras operações. Na sequência destas revelações e da ação de autoridades judiciais em Angola e de reguladores em Portugal, tardia que fosse, uma parte das suas propriedades portuguesas foi posta à venda. Esta edição revista e aumentada inclui a análise do fim do império do BES, bem como do caso Isabel dos Santos.
Nº Páginas: 184
Sinopse:
Os Donos Angolanos de Portugal foi publicado pela primeira vez em 2014. Descreveu então detalhadamente os circuitos de enriquecimento, de corrupção e de cumplicidade entre capitais angolanos e portugueses e, em particular, a forma como os círculos do poder, organizados em torno da família e aliados de José Eduardo dos Santos, pilhavam Angola e reciclavam os seus rendimentos através de Portugal. O livro registou os principais articuladores desse investimento em Portugal: Isabel dos Santos, Manuel Vicente, José Leitão, Kopelipa. Contámos ainda a história do BES em Angola, dos seus contactos chineses e russos e da turbulenta aliança com o regime de Luanda. No início de 2020, a revelação dos Luanda Leaks pelo Consórcio Internacional de Jornalistas de Investigação trouxe novos dados sobre o modo de operação de Isabel dos Santos, os seus financiamentos, as suas transferências de capital e outras operações. Na sequência destas revelações e da ação de autoridades judiciais em Angola e de reguladores em Portugal, tardia que fosse, uma parte das suas propriedades portuguesas foi posta à venda. Esta edição revista e aumentada inclui a análise do fim do império do BES, bem como do caso Isabel dos Santos.
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Edição: Mar 2017
Nº Páginas: 304
Sinopse:
O que têm em comum os dias 22 de Abril de 1500, 1 de Dezembro de 1640, 25 de Abril de 1974 e 10 de Julho de 2016? Foram dias em que os Portugueses experimentaram uma genuína sensação de felicidade! Em 1500 descobriram o Brasil, em 1640 reconquistaram a independência, em 1974 voltaram a saborear a liberdade, e no Verão de 2016 foram campeões da Europa de futebol. Foram dias que trouxeram orgulho à história de Portugal. Este é o livro desses momentos em que os Portugueses foram grandes, generosos e iluminaram o resto da humanidade. De Janeiro a Dezembro, ao longo do ano, descubra ou recorde os momentos mais exaltantes da nossa história. Descubra no passado as razões pelas quais Portugal tem futuro.
Nº Páginas: 304
Sinopse:
O que têm em comum os dias 22 de Abril de 1500, 1 de Dezembro de 1640, 25 de Abril de 1974 e 10 de Julho de 2016? Foram dias em que os Portugueses experimentaram uma genuína sensação de felicidade! Em 1500 descobriram o Brasil, em 1640 reconquistaram a independência, em 1974 voltaram a saborear a liberdade, e no Verão de 2016 foram campeões da Europa de futebol. Foram dias que trouxeram orgulho à história de Portugal. Este é o livro desses momentos em que os Portugueses foram grandes, generosos e iluminaram o resto da humanidade. De Janeiro a Dezembro, ao longo do ano, descubra ou recorde os momentos mais exaltantes da nossa história. Descubra no passado as razões pelas quais Portugal tem futuro.
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Edição: Mai 2015
Nº Páginas: 152
Sinopse:
As cosmogonias são textos antigos presentes em todas as civilizações. Estes textos pretendem explicar a origem do mundo, com a intervenção ou não de deuses, em escritos que podem ser mais ou menos mitológicos e filosóficos. São textos muito antigos que descrevem tempos históricos incertos nas civilizações às quais pertencem. O presente livro é uma pequena coleção de textos cosmogónicos que cobrem um período de tempo de quatro mil anos, desde a Suméria até aos Evangelhos, passando pelas cosmogonias gregas e pelo canto da criação védico. O nosso objetivo é oferecer ao leitor português a possibilidade de poder ter num só livro um conjunto de cosmogonias diversas, umas menos conhecidas e outras mais. Os textos foram traduzidos das línguas originais pelo autor.
Nº Páginas: 152
Sinopse:
As cosmogonias são textos antigos presentes em todas as civilizações. Estes textos pretendem explicar a origem do mundo, com a intervenção ou não de deuses, em escritos que podem ser mais ou menos mitológicos e filosóficos. São textos muito antigos que descrevem tempos históricos incertos nas civilizações às quais pertencem. O presente livro é uma pequena coleção de textos cosmogónicos que cobrem um período de tempo de quatro mil anos, desde a Suméria até aos Evangelhos, passando pelas cosmogonias gregas e pelo canto da criação védico. O nosso objetivo é oferecer ao leitor português a possibilidade de poder ter num só livro um conjunto de cosmogonias diversas, umas menos conhecidas e outras mais. Os textos foram traduzidos das línguas originais pelo autor.
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Edição: Jul 2021
Nº Páginas: 472
Sinopse:
Em começos de 1961, três grandes convulsões, em zonas geográficas diferentes, abalaram o domínio colonial em Angola - a revolta de Baixa de Cassange, de janeiro a março; o assalto às prisões de Luanda, em fevereiro; e a insurreição no norte do território, a partir de 15 de março. O estudo destas rebeliões e das suas repercussões políticas e sociais em todo o território angolano ocupa a primeira parte do livro. A segunda aborda as consequências desses eventos na vida política da metrópole: a alteração profunda do quadro de relações internacionais em que Portugal se movia; as reações das várias forças políticas, do regime e da oposição; e as turbulências no meio militar, que conduziram ao movimento conhecido por Abrilada, levada a cabo pelas mais altas instâncias das Forças Armadas, pondo em causa o poder de Salazar. "Quebrando o mito da pax lusitana, as revoltas de inícios de 1961 em Angola marcam de modo indelével a História de Portugal no século XX, não apenas porque abriram caminho a uma guerra de 13 anos, mas também porque foram, em si, um terramoto que abalou e transformou a vida da colónia, com repercussões profundas na metrópole e em todo o império. Ainda hoje, é difícil ao País lidar com elas. Este livro representa um esforço para as tratar com o distanciamento que deve ser o apanágio do historiador, votado, não a julgar, mas a interpretar e a compreender, na medida em que lhe é possível - o que não significa de modo algum justificar ou minimizar atos e comportamentos, aqui descritos em toda a sua crueza. Ao leitor de fazer o seu juízo." Da Introdução
Nº Páginas: 472
Sinopse:
Em começos de 1961, três grandes convulsões, em zonas geográficas diferentes, abalaram o domínio colonial em Angola - a revolta de Baixa de Cassange, de janeiro a março; o assalto às prisões de Luanda, em fevereiro; e a insurreição no norte do território, a partir de 15 de março. O estudo destas rebeliões e das suas repercussões políticas e sociais em todo o território angolano ocupa a primeira parte do livro. A segunda aborda as consequências desses eventos na vida política da metrópole: a alteração profunda do quadro de relações internacionais em que Portugal se movia; as reações das várias forças políticas, do regime e da oposição; e as turbulências no meio militar, que conduziram ao movimento conhecido por Abrilada, levada a cabo pelas mais altas instâncias das Forças Armadas, pondo em causa o poder de Salazar. "Quebrando o mito da pax lusitana, as revoltas de inícios de 1961 em Angola marcam de modo indelével a História de Portugal no século XX, não apenas porque abriram caminho a uma guerra de 13 anos, mas também porque foram, em si, um terramoto que abalou e transformou a vida da colónia, com repercussões profundas na metrópole e em todo o império. Ainda hoje, é difícil ao País lidar com elas. Este livro representa um esforço para as tratar com o distanciamento que deve ser o apanágio do historiador, votado, não a julgar, mas a interpretar e a compreender, na medida em que lhe é possível - o que não significa de modo algum justificar ou minimizar atos e comportamentos, aqui descritos em toda a sua crueza. Ao leitor de fazer o seu juízo." Da Introdução
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Edição: Jul 2020
Nº Páginas: 400
Sinopse:
A Casa de Bragança forneceu os reis e as rainhas de Portugal durante 270 anos. Neste livro, Malyn Newitt conta a surpreendente e desconhecida história desta família que reinou em Portugal até 1910 e que marcou o nosso país até à actualidade. Descreve as personalidades, histórias, disputas, ambições, excentricidades, conquistas e derrotas destes monarcas, e como eles marcaram os acontecimentos políticos, sociais e económicos da época.
Nº Páginas: 400
Sinopse:
A Casa de Bragança forneceu os reis e as rainhas de Portugal durante 270 anos. Neste livro, Malyn Newitt conta a surpreendente e desconhecida história desta família que reinou em Portugal até 1910 e que marcou o nosso país até à actualidade. Descreve as personalidades, histórias, disputas, ambições, excentricidades, conquistas e derrotas destes monarcas, e como eles marcaram os acontecimentos políticos, sociais e económicos da época.
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Edição: Nov 2015
Nº Páginas: 400
Sinopse:
Conseguirá o papa Francisco ter êxito onde todos os seus antecessores falharam? Um profundo relato, exposto em ritmo acelerado, do dinheiro e dos clérigos-magnatas no coração do Vaticano - a maior e mais poderosa instituição religiosa do mundo. Escrito por um mestre, "Os Banqueiros de Deus" traça uma intriga política e mecanismos internos da Igreja Católica. Este livro revela informações sobre a acumulação de riqueza da Igreja e os seus envolvimentos financeiros bizantinos pelo mundo fora. Através de duzentos anos de prelados, bispos, cardinais, e os papas que supervisionaram tudo, Gerald Posner revela o poder inquietante, incluindo o incrível poder financeiro, de uma das organizações mais influentes do mundo. "Os Banqueiros de Deus" tem tudo: é uma reveladora e espantosa saga marcada por titãs empresariais envenenados, procuradores assassinados e mortes misteriosas apresentadas como suicídios; um carnaval de personagens desde empresários e mafiosos, a reis e primeiros-ministros; um conjunto de circunstâncias morais e políticas que clarificam não só as ambições e objetivos da Igreja, mas refletem as grandes tensões da História recente. Posner ainda olha para o futuro numa conjetura: conseguirá o papa Francisco ter êxito onde todos os seus antecessores falharam? Conseguirá superar a resistência e recuperar as rédeas nos excessos do lamaçal financeiro incontrolável do Banco do Vaticano? Metade thriller, metade um conta-tudo financeiro, este livro revela com extraordinária precisão como é que o Vaticano tem evoluído desde ser a base da fé até se tornar numa corporação de poderes e riquezas extremos.
Nº Páginas: 400
Sinopse:
Conseguirá o papa Francisco ter êxito onde todos os seus antecessores falharam? Um profundo relato, exposto em ritmo acelerado, do dinheiro e dos clérigos-magnatas no coração do Vaticano - a maior e mais poderosa instituição religiosa do mundo. Escrito por um mestre, "Os Banqueiros de Deus" traça uma intriga política e mecanismos internos da Igreja Católica. Este livro revela informações sobre a acumulação de riqueza da Igreja e os seus envolvimentos financeiros bizantinos pelo mundo fora. Através de duzentos anos de prelados, bispos, cardinais, e os papas que supervisionaram tudo, Gerald Posner revela o poder inquietante, incluindo o incrível poder financeiro, de uma das organizações mais influentes do mundo. "Os Banqueiros de Deus" tem tudo: é uma reveladora e espantosa saga marcada por titãs empresariais envenenados, procuradores assassinados e mortes misteriosas apresentadas como suicídios; um carnaval de personagens desde empresários e mafiosos, a reis e primeiros-ministros; um conjunto de circunstâncias morais e políticas que clarificam não só as ambições e objetivos da Igreja, mas refletem as grandes tensões da História recente. Posner ainda olha para o futuro numa conjetura: conseguirá o papa Francisco ter êxito onde todos os seus antecessores falharam? Conseguirá superar a resistência e recuperar as rédeas nos excessos do lamaçal financeiro incontrolável do Banco do Vaticano? Metade thriller, metade um conta-tudo financeiro, este livro revela com extraordinária precisão como é que o Vaticano tem evoluído desde ser a base da fé até se tornar numa corporação de poderes e riquezas extremos.
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Edição: Jun 2017
Nº Páginas: 368
Sinopse:
O estudo dos apelidos é, antes de mais, matéria estreitamente ligada à história das famílias em geral e de cada família em particular. Saber como se formam e transmitem os apelidos, que importância se lhes atribuiu ao longo dos tempos, que esforços se fizeram para conservá-los ou para os manter fora do alcance de famílias estranhas a eles, é uma das primeiras preocupações de todo aquele que estuda a evolução da sociedade sob a perspectiva dos seus componentes elementares.
Nº Páginas: 368
Sinopse:
O estudo dos apelidos é, antes de mais, matéria estreitamente ligada à história das famílias em geral e de cada família em particular. Saber como se formam e transmitem os apelidos, que importância se lhes atribuiu ao longo dos tempos, que esforços se fizeram para conservá-los ou para os manter fora do alcance de famílias estranhas a eles, é uma das primeiras preocupações de todo aquele que estuda a evolução da sociedade sob a perspectiva dos seus componentes elementares.
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Edição: Mai 2013
Nº Páginas: 336
Sinopse:
O livro Os Antigos Reinos de Timor-Leste (Reys de Lorosay e Reys de Lorothoba, Coronéis e Datos) trata da história dos régulos (chefes) timorenses e dos governadores portugueses. O livro foi escrito para comemorar os quinhentos anos da descoberta da Ilha de Timor (1513?-2013) e o primeiro centenário da Guerra de Manufahi (1912-2012). Consta essencialmente de seis partes: 1.ª parte: Os reinos de Timor ao longo dos séculos; 2.ª parte: Usos e costumes de Timor; 3.ª parte: Reinos por distritos e subdistritos; 4.ª parte. A lista dos régulos por ordem cronológica; 5.ª parte: governadores portugueses; 6.ª parte anexos. Os Antigos Reinos de Timor-Leste pretende ser um subsídio para a História da República Democrática de Timor-Leste e um incentivo aos timorenses para conhecerem o seu passado histórico, caracterizado por guerras constantes, contra Portugal, Macau, holandeses e contra reinos das ilhas vizinhas.Finalmente, o livro pretende ser um convite expresso aos descendentes dos régulos e liurais para escreverem sobre as suas "casas reais" e, assim, poderem perpetuar a memória dos seus antepassados.
Nº Páginas: 336
Sinopse:
O livro Os Antigos Reinos de Timor-Leste (Reys de Lorosay e Reys de Lorothoba, Coronéis e Datos) trata da história dos régulos (chefes) timorenses e dos governadores portugueses. O livro foi escrito para comemorar os quinhentos anos da descoberta da Ilha de Timor (1513?-2013) e o primeiro centenário da Guerra de Manufahi (1912-2012). Consta essencialmente de seis partes: 1.ª parte: Os reinos de Timor ao longo dos séculos; 2.ª parte: Usos e costumes de Timor; 3.ª parte: Reinos por distritos e subdistritos; 4.ª parte. A lista dos régulos por ordem cronológica; 5.ª parte: governadores portugueses; 6.ª parte anexos. Os Antigos Reinos de Timor-Leste pretende ser um subsídio para a História da República Democrática de Timor-Leste e um incentivo aos timorenses para conhecerem o seu passado histórico, caracterizado por guerras constantes, contra Portugal, Macau, holandeses e contra reinos das ilhas vizinhas.Finalmente, o livro pretende ser um convite expresso aos descendentes dos régulos e liurais para escreverem sobre as suas "casas reais" e, assim, poderem perpetuar a memória dos seus antepassados.
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Edição: Jun 2022
Nº Páginas: 312
Sinopse:
Os cinco homens que mudaram Portugal para sempre são os políticos responsáveis pela mudança mais importante da história moderna do País: a transição para a democracia. Aqui se conta como foram as suas vidas, os seus sucessos e insucessos, o que mais os marcou e o que os fez lutar - e como todos estes cinco homens se cruzaram nesse período extraordinário saído de quarenta anos de ditadura. Se Mário Soares regressa a Portugal quatro dias depois do 25 de Abril, Álvaro Cunhal chegará logo a seguir. Ambos tinham uma multidão à espera, mas cada um deu um rumo diferente à revolução. Enquanto os dois exilados testavam um lugar na vida portuguesa, Francisco Sá Carneiro era chamado do Porto a Lisboa para se reunir com Spínola, o presidente da Junta de Salvação Nacional. Por esses primeiros dias de liberdade, havia ainda espaço para a democracia cristã liderada por Diogo Freitas do Amaral. E embora António Ramalho Eanes estivesse em África no dia da revolução, o general ficaria para sempre associado ao 25 de novembro de 1975, quando a instabilidade do Verão Quente amaina e tudo, ou quase tudo, se clarifica... Soares, Cunhal, Sá Carneiro, Freitas do Amaral e Ramalho Eanes: sem estes homens, é difícil imaginar a nossa democracia.
Nº Páginas: 312
Sinopse:
Os cinco homens que mudaram Portugal para sempre são os políticos responsáveis pela mudança mais importante da história moderna do País: a transição para a democracia. Aqui se conta como foram as suas vidas, os seus sucessos e insucessos, o que mais os marcou e o que os fez lutar - e como todos estes cinco homens se cruzaram nesse período extraordinário saído de quarenta anos de ditadura. Se Mário Soares regressa a Portugal quatro dias depois do 25 de Abril, Álvaro Cunhal chegará logo a seguir. Ambos tinham uma multidão à espera, mas cada um deu um rumo diferente à revolução. Enquanto os dois exilados testavam um lugar na vida portuguesa, Francisco Sá Carneiro era chamado do Porto a Lisboa para se reunir com Spínola, o presidente da Junta de Salvação Nacional. Por esses primeiros dias de liberdade, havia ainda espaço para a democracia cristã liderada por Diogo Freitas do Amaral. E embora António Ramalho Eanes estivesse em África no dia da revolução, o general ficaria para sempre associado ao 25 de novembro de 1975, quando a instabilidade do Verão Quente amaina e tudo, ou quase tudo, se clarifica... Soares, Cunhal, Sá Carneiro, Freitas do Amaral e Ramalho Eanes: sem estes homens, é difícil imaginar a nossa democracia.
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Edição: Out 2019
Nº Páginas: 432
Sinopse:
Terra, vento, água e fogo foram fundamentais para a história da Humanidade. Como o mundo físico moldou a história da nossa espécie. Quando falamos de história humana, concentramo-nos em geral em grandes líderes, forças populacionais e guerras decisivas. Mas como determinou a terra o nosso destino? O nosso planeta oscila, impulsionando mudanças no clima que forçaram a transição do nomadismo para a agricultura. O terreno montanhoso levou ao desenvolvimento da democracia na Grécia. "Porque é o mundo como é? "Não digo isto como modo de meditação filosófica - porque estamos todos aqui? -, mas sim num profundo sentido científico: quais são as razões por detrás das principais características do mundo, da paisagem física de continentes e oceanos, montanhas e desertos? E como é que os terrenos e as atividades do nosso planeta e, além dele, do nosso ambiente cósmico, afetaram o surgimento e o desenvolvimento da nossa espécie e a história das nossas sociedades e civilizações? Em que medida a própria Terra foi a protagonista no momento de dar forma à história humana - uma personagem com traços distintivos, um humor variável e dada a ocasionais explosões irascíveis?
Nº Páginas: 432
Sinopse:
Terra, vento, água e fogo foram fundamentais para a história da Humanidade. Como o mundo físico moldou a história da nossa espécie. Quando falamos de história humana, concentramo-nos em geral em grandes líderes, forças populacionais e guerras decisivas. Mas como determinou a terra o nosso destino? O nosso planeta oscila, impulsionando mudanças no clima que forçaram a transição do nomadismo para a agricultura. O terreno montanhoso levou ao desenvolvimento da democracia na Grécia. "Porque é o mundo como é? "Não digo isto como modo de meditação filosófica - porque estamos todos aqui? -, mas sim num profundo sentido científico: quais são as razões por detrás das principais características do mundo, da paisagem física de continentes e oceanos, montanhas e desertos? E como é que os terrenos e as atividades do nosso planeta e, além dele, do nosso ambiente cósmico, afetaram o surgimento e o desenvolvimento da nossa espécie e a história das nossas sociedades e civilizações? Em que medida a própria Terra foi a protagonista no momento de dar forma à história humana - uma personagem com traços distintivos, um humor variável e dada a ocasionais explosões irascíveis?
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Edição: Out 2012
Nº Páginas: 252
Sinopse:
Viajante habitual, o autor percorre o trilho dos vestígios da cultura e presença portuguesa pelo Oriente. Neste livro, embaixador itinerante por Macau, Japão, Mongólia, Camboja, Xinjiang e Vietname onde Portugal permanece teimosamente presente - apesar da perda do protagonismo. Presença essa bem viva, não só nos vocábulos da língua-mãe de inúmeros povos, mas também nas suas tradições, cultos religiosos ou nas recordações dos mais velhos.
Nº Páginas: 252
Sinopse:
Viajante habitual, o autor percorre o trilho dos vestígios da cultura e presença portuguesa pelo Oriente. Neste livro, embaixador itinerante por Macau, Japão, Mongólia, Camboja, Xinjiang e Vietname onde Portugal permanece teimosamente presente - apesar da perda do protagonismo. Presença essa bem viva, não só nos vocábulos da língua-mãe de inúmeros povos, mas também nas suas tradições, cultos religiosos ou nas recordações dos mais velhos.
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Edição: Fev 2015
Nº Páginas: 792
Sinopse:
As Origens da Ordem Política foi classificado por David Gress, no The Wall Street Journal, como sendo "magistral na sua sabedoria e admirável na sua ambição". Michael Lind, no The New York Times Book Review, descreveu o livro como "um grande empreendimento, escrito por um dos intelectuais mais importantes do nosso tempo", enquanto no The Washington Post Gerard DeGrott afirmou que "esta é uma obra que será lembrada. Aguardamos pelo segundo volume." O segundo volume finalmente chegou, completando a obra de ciência política mais importante das últimas décadas. Partindo da questão essencial de como as sociedades desenvolvem instituições políticas fortes, impessoais e responsabilizáveis, Fukuyama narra os acontecimentos desde a Revolução Francesa até à chamada Primavera Árabe, bem como as relevantes disfunções da política contemporânea norte-americana. Examina os efeitos da corrupção nas instituições governativas, e as razões porque algumas sociedades conseguiram extirpá-la com sucesso. Explora os diferentes legados do colonialismo na América Latina, África e Ásia, e oferece um relato lúcido da razão de algumas regiões se terem desenvolvido e prosperado mais rapidamente do que outras. Com coragem, ajusta também contas com o futuro da democracia, face ao aparecimento de uma classe média global e à paralisia política no Ocidente. Uma magistral e decisiva narrativa da luta pela criação de um estado moderno e eficaz, Ordem Política e Decadência Política está destinado a tornar-se um clássico.
Nº Páginas: 792
Sinopse:
As Origens da Ordem Política foi classificado por David Gress, no The Wall Street Journal, como sendo "magistral na sua sabedoria e admirável na sua ambição". Michael Lind, no The New York Times Book Review, descreveu o livro como "um grande empreendimento, escrito por um dos intelectuais mais importantes do nosso tempo", enquanto no The Washington Post Gerard DeGrott afirmou que "esta é uma obra que será lembrada. Aguardamos pelo segundo volume." O segundo volume finalmente chegou, completando a obra de ciência política mais importante das últimas décadas. Partindo da questão essencial de como as sociedades desenvolvem instituições políticas fortes, impessoais e responsabilizáveis, Fukuyama narra os acontecimentos desde a Revolução Francesa até à chamada Primavera Árabe, bem como as relevantes disfunções da política contemporânea norte-americana. Examina os efeitos da corrupção nas instituições governativas, e as razões porque algumas sociedades conseguiram extirpá-la com sucesso. Explora os diferentes legados do colonialismo na América Latina, África e Ásia, e oferece um relato lúcido da razão de algumas regiões se terem desenvolvido e prosperado mais rapidamente do que outras. Com coragem, ajusta também contas com o futuro da democracia, face ao aparecimento de uma classe média global e à paralisia política no Ocidente. Uma magistral e decisiva narrativa da luta pela criação de um estado moderno e eficaz, Ordem Política e Decadência Política está destinado a tornar-se um clássico.
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Edição: Abr 2021
Nº Páginas: 304
Sinopse:
Passados 50 anos sobre a data desta temerária operação militar, cumpridos em 2020, e 60 sobre o início da Guerra Colonial, assinalados neste ano de 2021, a reedição deste livro, publicado há década e meia, é uma oportunidade para reviver um acontecimento que nem consagra heróis, nem renega o passado histórico. «O homem é o homem e a sua circunstância», escreveu Ortega y Gasset. A frase aplica-se como uma luva aos homens que aqui são referidos, a maioria já desaparecida. Aos que atacaram a cidade de Conakry, aos que a defenderam e aos que foram libertados por aquela acção ilegal à luz do direito internacional. Aqui fica, com a objectividade possível, a história de uma operação secreta realizada pelo exército português num país estrangeiro, nunca reconhecida até hoje pelo Estado português. Nome de código: Mar Verde.
Nº Páginas: 304
Sinopse:
Passados 50 anos sobre a data desta temerária operação militar, cumpridos em 2020, e 60 sobre o início da Guerra Colonial, assinalados neste ano de 2021, a reedição deste livro, publicado há década e meia, é uma oportunidade para reviver um acontecimento que nem consagra heróis, nem renega o passado histórico. «O homem é o homem e a sua circunstância», escreveu Ortega y Gasset. A frase aplica-se como uma luva aos homens que aqui são referidos, a maioria já desaparecida. Aos que atacaram a cidade de Conakry, aos que a defenderam e aos que foram libertados por aquela acção ilegal à luz do direito internacional. Aqui fica, com a objectividade possível, a história de uma operação secreta realizada pelo exército português num país estrangeiro, nunca reconhecida até hoje pelo Estado português. Nome de código: Mar Verde.
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Edição: Jun 2019
Nº Páginas: 72
Sinopse:
Um livro que apresenta uma análise sobre a conversa fiada, o embuste e a mentira e como estas três fontes de engano nos iludem todos os dias sem darmos por isso. Com a sua capacidade de combinar a acuidade filosófica, a perceção psicológica e o humor irónico, Harry G. Frankfurt, um dos filósofos mais influentes dos nossos tempos, explora como o conceito de conversa fiada e o conceito de embuste, são distintos da mentira.
Nº Páginas: 72
Sinopse:
Um livro que apresenta uma análise sobre a conversa fiada, o embuste e a mentira e como estas três fontes de engano nos iludem todos os dias sem darmos por isso. Com a sua capacidade de combinar a acuidade filosófica, a perceção psicológica e o humor irónico, Harry G. Frankfurt, um dos filósofos mais influentes dos nossos tempos, explora como o conceito de conversa fiada e o conceito de embuste, são distintos da mentira.
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Edição: Out 2011
Nº Páginas: 248
Sinopse:
Fundada em 1925, a Oliva tornou-se numa marca nacional fortemente associada ao fabrico de maquinas de costura e que perdura no imaginário de muitos portugueses. A sua gestão vanguardista fez dela uma das maiores empresas do pais, chegando a empregar cerca de tres mil trabalhadores. Actualmente, e com satisfação que assistimos a uma "apropriação" colectiva da identidade visual da Oliva enquanto marca de produtos genuinamente portugueses. Esse interesse ajuda-nos a compreender os casos de sucesso de algumas empresas nacionais, que descobriram nas suas antigas marcas uma sustentável valorização da sua história e dos seus espólios gráficos, dando desta forma resposta a uma procura cada vez maior das nossas memorias industriais, sociais e culturais (são disso exemplos a Saboaria e Perfumaria Confiança, a Viarco, a Pasta Couto, etc.). As fotografias e os documentos gráficos apresentados neste álbum tem um extraordinário valor histórico e estético. Quer pela sua cuidada actividade promocional e propagandística, quer pelo seu empenho em manter um registo fotográfico do património da empresa, a Oliva deixou-nos testemunhos essenciais para uma arqueologia da industria portuguesa.
Nº Páginas: 248
Sinopse:
Fundada em 1925, a Oliva tornou-se numa marca nacional fortemente associada ao fabrico de maquinas de costura e que perdura no imaginário de muitos portugueses. A sua gestão vanguardista fez dela uma das maiores empresas do pais, chegando a empregar cerca de tres mil trabalhadores. Actualmente, e com satisfação que assistimos a uma "apropriação" colectiva da identidade visual da Oliva enquanto marca de produtos genuinamente portugueses. Esse interesse ajuda-nos a compreender os casos de sucesso de algumas empresas nacionais, que descobriram nas suas antigas marcas uma sustentável valorização da sua história e dos seus espólios gráficos, dando desta forma resposta a uma procura cada vez maior das nossas memorias industriais, sociais e culturais (são disso exemplos a Saboaria e Perfumaria Confiança, a Viarco, a Pasta Couto, etc.). As fotografias e os documentos gráficos apresentados neste álbum tem um extraordinário valor histórico e estético. Quer pela sua cuidada actividade promocional e propagandística, quer pelo seu empenho em manter um registo fotográfico do património da empresa, a Oliva deixou-nos testemunhos essenciais para uma arqueologia da industria portuguesa.
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Edição: Abr 2002
Nº Páginas: 164
Sinopse:
Será que a política já não "apaixona" os públicos? Será que os programas de informação política estão condenados à "guetização" nas grelhas de programas por força do audimetro e da tirania dos resultados? Será que os políticos estão reféns dos media num sistema que alguns consideram estar dominado pela comunicação? Para os políticos, a entrevista e o debate são instrumentos importantes na relação com os eleitores. Na entrevista, os políticos arriscam o jogo da verdade que uma parte da sociedade civil julga estar ausente das instituições. Este é um breve registo sobre a comunicação, o jornalismo, a política e os políticos. Mas também sobre outros intérpretes da realidade. Um registo onde se cruzam duas vozes: a minha e a da Mariana. Pela minha parte, solto as palavras sobre as pequenas coisas que sempre ficam por contar em televisão: as dúvidas, os medos, as alegrias, as decepções. Quanto a Mariana, ela é uma jovem que me critica e que me interroga. Afinal, este é um livro sobre a difícil arte de interrogar - a entrevista - porque "a vida não é nada excepto perguntar sobre si mesma".
Nº Páginas: 164
Sinopse:
Será que a política já não "apaixona" os públicos? Será que os programas de informação política estão condenados à "guetização" nas grelhas de programas por força do audimetro e da tirania dos resultados? Será que os políticos estão reféns dos media num sistema que alguns consideram estar dominado pela comunicação? Para os políticos, a entrevista e o debate são instrumentos importantes na relação com os eleitores. Na entrevista, os políticos arriscam o jogo da verdade que uma parte da sociedade civil julga estar ausente das instituições. Este é um breve registo sobre a comunicação, o jornalismo, a política e os políticos. Mas também sobre outros intérpretes da realidade. Um registo onde se cruzam duas vozes: a minha e a da Mariana. Pela minha parte, solto as palavras sobre as pequenas coisas que sempre ficam por contar em televisão: as dúvidas, os medos, as alegrias, as decepções. Quanto a Mariana, ela é uma jovem que me critica e que me interroga. Afinal, este é um livro sobre a difícil arte de interrogar - a entrevista - porque "a vida não é nada excepto perguntar sobre si mesma".
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Edição: Set 2020
Nº Páginas: 512
Sinopse:
Verão de 1940: Witold Pilecki, um polaco combatente da Resistência, aceitou a missão audaciosa de descobrir o destino de milhares de detidos num novo campo de concentração, de denunciar os crimes nazis e de criar uma rede de resistência para levar a cabo uma revolta. O nome do campo era Auschwitz. Nos dois anos e meio seguintes, Witold formou um exército clandestino que sabotou instalações, eliminou informadores e oficiais nazis e reuniu provas das terríveis atrocidades e assassínios em massa. Sacrificaria a sua vida para salvar a de milhares de outras pessoas? Ao constatar a horrível realidade de que o campo se estava a tornar o epicentro dos planos nazis de exterminar os judeus da Europa, percebeu que teria de arriscar os seus homens, a sua vida e a sua família para alertar o Ocidente. Mas fazer isso significava tentar o impossível: fugir de Auschwitz. Com imagens dramáticas de Auschwitz
Nº Páginas: 512
Sinopse:
Verão de 1940: Witold Pilecki, um polaco combatente da Resistência, aceitou a missão audaciosa de descobrir o destino de milhares de detidos num novo campo de concentração, de denunciar os crimes nazis e de criar uma rede de resistência para levar a cabo uma revolta. O nome do campo era Auschwitz. Nos dois anos e meio seguintes, Witold formou um exército clandestino que sabotou instalações, eliminou informadores e oficiais nazis e reuniu provas das terríveis atrocidades e assassínios em massa. Sacrificaria a sua vida para salvar a de milhares de outras pessoas? Ao constatar a horrível realidade de que o campo se estava a tornar o epicentro dos planos nazis de exterminar os judeus da Europa, percebeu que teria de arriscar os seus homens, a sua vida e a sua família para alertar o Ocidente. Mas fazer isso significava tentar o impossível: fugir de Auschwitz. Com imagens dramáticas de Auschwitz
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Edição: Dez 2020
Nº Páginas: 184
Sinopse:
Em tempo de pandemia, espectáculos foram cancelados, salas de cinema permaneceram vazias, portas de universidades fecharam-se - autores e criadores foram todos para casa, levando a cultura consigo. Durante três longos meses, José Jorge Letria entrevistou dezassete figuras da vida cultural portuguesa, de Lídia Jorge e Mário de Carvalho a Fernando Tordo, o cientista Carlos Fiolhais, Pacheco Pereira e Barata-Moura, Fernando Rosas e Olga Roriz. Com olhares atentos e críticos às mudanças que ocorreram neste período à escala nacional e mundial, os entrevistados contam o impacto que esta nova realidade teve nas suas vidas profissionais e pessoais e reflectem sobre um hipotético futuro que advirá do medo e necessidade de combater o novo vírus. Reúne-se aqui uma colectânea de relatos que espelham não só perfis distintos mas também preocupações vividas, em cada momento, na relação com o quotidiano, a política, a ciência e a cultura. Um testemunho para memória futura. Fernando Rosas · José de Guimarães · Mário De Carvalho · António Victorino D’Almeida · Carlos Fiolhais · Rui Vieira Nery · José Manuel Castanheira · Mário Vieira de Carvalho · Lídia Jorge · Mário Mesquita · Nicolau Santos · Olga Roriz · Álvaro Cassuto · José Barata -Moura · José Pacheco Pereira · Fernando Tordo · Jorge Paixão da Costa
Nº Páginas: 184
Sinopse:
Em tempo de pandemia, espectáculos foram cancelados, salas de cinema permaneceram vazias, portas de universidades fecharam-se - autores e criadores foram todos para casa, levando a cultura consigo. Durante três longos meses, José Jorge Letria entrevistou dezassete figuras da vida cultural portuguesa, de Lídia Jorge e Mário de Carvalho a Fernando Tordo, o cientista Carlos Fiolhais, Pacheco Pereira e Barata-Moura, Fernando Rosas e Olga Roriz. Com olhares atentos e críticos às mudanças que ocorreram neste período à escala nacional e mundial, os entrevistados contam o impacto que esta nova realidade teve nas suas vidas profissionais e pessoais e reflectem sobre um hipotético futuro que advirá do medo e necessidade de combater o novo vírus. Reúne-se aqui uma colectânea de relatos que espelham não só perfis distintos mas também preocupações vividas, em cada momento, na relação com o quotidiano, a política, a ciência e a cultura. Um testemunho para memória futura. Fernando Rosas · José de Guimarães · Mário De Carvalho · António Victorino D’Almeida · Carlos Fiolhais · Rui Vieira Nery · José Manuel Castanheira · Mário Vieira de Carvalho · Lídia Jorge · Mário Mesquita · Nicolau Santos · Olga Roriz · Álvaro Cassuto · José Barata -Moura · José Pacheco Pereira · Fernando Tordo · Jorge Paixão da Costa
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Edição: Set 2021
Nº Páginas: 224
Sinopse:
Nos últimos 20 anos, houve milhares de relatos sobre os acontecimentos do 11 de Setembro de 2001, mas nenhum resgata as histórias de vida dos afegãos, iraquianos e paquistaneses cujas existências foram estilhaçadas quando, após a queda da Torres Gémeas, o vento mudou de direcção e se abateu com fúria sobre as suas casas e o seu dia-a-dia. Neste livro, a jornalista Simone Duarte reabilita a humanidade de algumas dessas vítimas esquecidas: um rapaz treinado para ser um bombista suicida, outro que atravessou oito países para escapar aos talibãs, uma afegã em fuga da ocupação americana, um espião dos serviços secretos paquistaneses ou o jornalista a quem Bin Laden deu a última entrevista antes dos ataques. Um livro inesquecível e perturbador que nos mostra uma perspectiva incomum sobre as consequências devastadoras do dia que mudou por completo a face do mundo moderno.
Nº Páginas: 224
Sinopse:
Nos últimos 20 anos, houve milhares de relatos sobre os acontecimentos do 11 de Setembro de 2001, mas nenhum resgata as histórias de vida dos afegãos, iraquianos e paquistaneses cujas existências foram estilhaçadas quando, após a queda da Torres Gémeas, o vento mudou de direcção e se abateu com fúria sobre as suas casas e o seu dia-a-dia. Neste livro, a jornalista Simone Duarte reabilita a humanidade de algumas dessas vítimas esquecidas: um rapaz treinado para ser um bombista suicida, outro que atravessou oito países para escapar aos talibãs, uma afegã em fuga da ocupação americana, um espião dos serviços secretos paquistaneses ou o jornalista a quem Bin Laden deu a última entrevista antes dos ataques. Um livro inesquecível e perturbador que nos mostra uma perspectiva incomum sobre as consequências devastadoras do dia que mudou por completo a face do mundo moderno.
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Edição: Abr 2017
Nº Páginas: 304
Sinopse:
Américo Thomaz, o último Presidente da República do Estado Novo, é frequentemente recordado como uma figura patética: o caricato corta- -fitas do regime fundado por Salazar com o apoio dos militares que cometia gafes e falava com exasperante lentidão. Bastará, porém, acompanhar a biografia que lhe traça Orlando Raimundo para perceber que essa é uma perspectiva manifestamente redutora e que o seu papel como facilitador das manobras da ditadura ao longo de quase quarenta anos de vida política teve consequências bastante mais nefastas do que as anedotas que sobre ele se contam fariam adivinhar. Entre muitos episódios em que participou e que condicionaram a história portuguesa do século xx, a sua intervenção foi determinante quando traiu o general Botelho Moniz, fazendo abortar o golpe que iria derrubar Salazar, e no momento em que obrigou Marcello Caetano a assumir o compromisso solene de não abrir mão das Colónias. Como nos diz o autor do presente volume, "na procissão dos devotos do salazarismo [Thomaz] esteve sempre na linha da frente, a segurar o andor". Deste modo, justifica-se amplamente dar a conhecer essa outra face de Américo Thomaz e revelar dados menos conhecidos deste Presidente da República que - pasme-se - era um adepto da monarquia. Até para evitar que a tragédia possa dar lugar à farsa.
Nº Páginas: 304
Sinopse:
Américo Thomaz, o último Presidente da República do Estado Novo, é frequentemente recordado como uma figura patética: o caricato corta- -fitas do regime fundado por Salazar com o apoio dos militares que cometia gafes e falava com exasperante lentidão. Bastará, porém, acompanhar a biografia que lhe traça Orlando Raimundo para perceber que essa é uma perspectiva manifestamente redutora e que o seu papel como facilitador das manobras da ditadura ao longo de quase quarenta anos de vida política teve consequências bastante mais nefastas do que as anedotas que sobre ele se contam fariam adivinhar. Entre muitos episódios em que participou e que condicionaram a história portuguesa do século xx, a sua intervenção foi determinante quando traiu o general Botelho Moniz, fazendo abortar o golpe que iria derrubar Salazar, e no momento em que obrigou Marcello Caetano a assumir o compromisso solene de não abrir mão das Colónias. Como nos diz o autor do presente volume, "na procissão dos devotos do salazarismo [Thomaz] esteve sempre na linha da frente, a segurar o andor". Deste modo, justifica-se amplamente dar a conhecer essa outra face de Américo Thomaz e revelar dados menos conhecidos deste Presidente da República que - pasme-se - era um adepto da monarquia. Até para evitar que a tragédia possa dar lugar à farsa.
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