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Edição: Mar 2020
Nº Páginas: 184
Sinopse:
Os Donos Angolanos de Portugal foi publicado pela primeira vez em 2014. Descreveu então detalhadamente os circuitos de enriquecimento, de corrupção e de cumplicidade entre capitais angolanos e portugueses e, em particular, a forma como os círculos do poder, organizados em torno da família e aliados de José Eduardo dos Santos, pilhavam Angola e reciclavam os seus rendimentos através de Portugal. O livro registou os principais articuladores desse investimento em Portugal: Isabel dos Santos, Manuel Vicente, José Leitão, Kopelipa. Contámos ainda a história do BES em Angola, dos seus contactos chineses e russos e da turbulenta aliança com o regime de Luanda. No início de 2020, a revelação dos Luanda Leaks pelo Consórcio Internacional de Jornalistas de Investigação trouxe novos dados sobre o modo de operação de Isabel dos Santos, os seus financiamentos, as suas transferências de capital e outras operações. Na sequência destas revelações e da ação de autoridades judiciais em Angola e de reguladores em Portugal, tardia que fosse, uma parte das suas propriedades portuguesas foi posta à venda. Esta edição revista e aumentada inclui a análise do fim do império do BES, bem como do caso Isabel dos Santos.
Nº Páginas: 184
Sinopse:
Os Donos Angolanos de Portugal foi publicado pela primeira vez em 2014. Descreveu então detalhadamente os circuitos de enriquecimento, de corrupção e de cumplicidade entre capitais angolanos e portugueses e, em particular, a forma como os círculos do poder, organizados em torno da família e aliados de José Eduardo dos Santos, pilhavam Angola e reciclavam os seus rendimentos através de Portugal. O livro registou os principais articuladores desse investimento em Portugal: Isabel dos Santos, Manuel Vicente, José Leitão, Kopelipa. Contámos ainda a história do BES em Angola, dos seus contactos chineses e russos e da turbulenta aliança com o regime de Luanda. No início de 2020, a revelação dos Luanda Leaks pelo Consórcio Internacional de Jornalistas de Investigação trouxe novos dados sobre o modo de operação de Isabel dos Santos, os seus financiamentos, as suas transferências de capital e outras operações. Na sequência destas revelações e da ação de autoridades judiciais em Angola e de reguladores em Portugal, tardia que fosse, uma parte das suas propriedades portuguesas foi posta à venda. Esta edição revista e aumentada inclui a análise do fim do império do BES, bem como do caso Isabel dos Santos.
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Edição: Mar 2017
Nº Páginas: 304
Sinopse:
O que têm em comum os dias 22 de Abril de 1500, 1 de Dezembro de 1640, 25 de Abril de 1974 e 10 de Julho de 2016? Foram dias em que os Portugueses experimentaram uma genuína sensação de felicidade! Em 1500 descobriram o Brasil, em 1640 reconquistaram a independência, em 1974 voltaram a saborear a liberdade, e no Verão de 2016 foram campeões da Europa de futebol. Foram dias que trouxeram orgulho à história de Portugal. Este é o livro desses momentos em que os Portugueses foram grandes, generosos e iluminaram o resto da humanidade. De Janeiro a Dezembro, ao longo do ano, descubra ou recorde os momentos mais exaltantes da nossa história. Descubra no passado as razões pelas quais Portugal tem futuro.
Nº Páginas: 304
Sinopse:
O que têm em comum os dias 22 de Abril de 1500, 1 de Dezembro de 1640, 25 de Abril de 1974 e 10 de Julho de 2016? Foram dias em que os Portugueses experimentaram uma genuína sensação de felicidade! Em 1500 descobriram o Brasil, em 1640 reconquistaram a independência, em 1974 voltaram a saborear a liberdade, e no Verão de 2016 foram campeões da Europa de futebol. Foram dias que trouxeram orgulho à história de Portugal. Este é o livro desses momentos em que os Portugueses foram grandes, generosos e iluminaram o resto da humanidade. De Janeiro a Dezembro, ao longo do ano, descubra ou recorde os momentos mais exaltantes da nossa história. Descubra no passado as razões pelas quais Portugal tem futuro.
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Edição: Mai 2015
Nº Páginas: 152
Sinopse:
As cosmogonias são textos antigos presentes em todas as civilizações. Estes textos pretendem explicar a origem do mundo, com a intervenção ou não de deuses, em escritos que podem ser mais ou menos mitológicos e filosóficos. São textos muito antigos que descrevem tempos históricos incertos nas civilizações às quais pertencem. O presente livro é uma pequena coleção de textos cosmogónicos que cobrem um período de tempo de quatro mil anos, desde a Suméria até aos Evangelhos, passando pelas cosmogonias gregas e pelo canto da criação védico. O nosso objetivo é oferecer ao leitor português a possibilidade de poder ter num só livro um conjunto de cosmogonias diversas, umas menos conhecidas e outras mais. Os textos foram traduzidos das línguas originais pelo autor.
Nº Páginas: 152
Sinopse:
As cosmogonias são textos antigos presentes em todas as civilizações. Estes textos pretendem explicar a origem do mundo, com a intervenção ou não de deuses, em escritos que podem ser mais ou menos mitológicos e filosóficos. São textos muito antigos que descrevem tempos históricos incertos nas civilizações às quais pertencem. O presente livro é uma pequena coleção de textos cosmogónicos que cobrem um período de tempo de quatro mil anos, desde a Suméria até aos Evangelhos, passando pelas cosmogonias gregas e pelo canto da criação védico. O nosso objetivo é oferecer ao leitor português a possibilidade de poder ter num só livro um conjunto de cosmogonias diversas, umas menos conhecidas e outras mais. Os textos foram traduzidos das línguas originais pelo autor.
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Edição: Jul 2021
Nº Páginas: 472
Sinopse:
Em começos de 1961, três grandes convulsões, em zonas geográficas diferentes, abalaram o domínio colonial em Angola - a revolta de Baixa de Cassange, de janeiro a março; o assalto às prisões de Luanda, em fevereiro; e a insurreição no norte do território, a partir de 15 de março. O estudo destas rebeliões e das suas repercussões políticas e sociais em todo o território angolano ocupa a primeira parte do livro. A segunda aborda as consequências desses eventos na vida política da metrópole: a alteração profunda do quadro de relações internacionais em que Portugal se movia; as reações das várias forças políticas, do regime e da oposição; e as turbulências no meio militar, que conduziram ao movimento conhecido por Abrilada, levada a cabo pelas mais altas instâncias das Forças Armadas, pondo em causa o poder de Salazar. "Quebrando o mito da pax lusitana, as revoltas de inícios de 1961 em Angola marcam de modo indelével a História de Portugal no século XX, não apenas porque abriram caminho a uma guerra de 13 anos, mas também porque foram, em si, um terramoto que abalou e transformou a vida da colónia, com repercussões profundas na metrópole e em todo o império. Ainda hoje, é difícil ao País lidar com elas. Este livro representa um esforço para as tratar com o distanciamento que deve ser o apanágio do historiador, votado, não a julgar, mas a interpretar e a compreender, na medida em que lhe é possível - o que não significa de modo algum justificar ou minimizar atos e comportamentos, aqui descritos em toda a sua crueza. Ao leitor de fazer o seu juízo." Da Introdução
Nº Páginas: 472
Sinopse:
Em começos de 1961, três grandes convulsões, em zonas geográficas diferentes, abalaram o domínio colonial em Angola - a revolta de Baixa de Cassange, de janeiro a março; o assalto às prisões de Luanda, em fevereiro; e a insurreição no norte do território, a partir de 15 de março. O estudo destas rebeliões e das suas repercussões políticas e sociais em todo o território angolano ocupa a primeira parte do livro. A segunda aborda as consequências desses eventos na vida política da metrópole: a alteração profunda do quadro de relações internacionais em que Portugal se movia; as reações das várias forças políticas, do regime e da oposição; e as turbulências no meio militar, que conduziram ao movimento conhecido por Abrilada, levada a cabo pelas mais altas instâncias das Forças Armadas, pondo em causa o poder de Salazar. "Quebrando o mito da pax lusitana, as revoltas de inícios de 1961 em Angola marcam de modo indelével a História de Portugal no século XX, não apenas porque abriram caminho a uma guerra de 13 anos, mas também porque foram, em si, um terramoto que abalou e transformou a vida da colónia, com repercussões profundas na metrópole e em todo o império. Ainda hoje, é difícil ao País lidar com elas. Este livro representa um esforço para as tratar com o distanciamento que deve ser o apanágio do historiador, votado, não a julgar, mas a interpretar e a compreender, na medida em que lhe é possível - o que não significa de modo algum justificar ou minimizar atos e comportamentos, aqui descritos em toda a sua crueza. Ao leitor de fazer o seu juízo." Da Introdução
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Edição: Set 2015
Nº Páginas: 360
Sinopse:
Frequentemente vistos como personagens de filmes e livros, os espiões são homens e mulheres bem reais, que circulam entre nós, apesar do manto de secretismo e mistério que os envolve. O jornalista António José Vilela mostra-nos neste livro como é a vida dos espiões portugueses, através de uma série de casos e episódios que nos proporcionam uma visão abrangente sobre o extraordinário mundo dos serviços secretos nacionais:
Nº Páginas: 360
Sinopse:
Frequentemente vistos como personagens de filmes e livros, os espiões são homens e mulheres bem reais, que circulam entre nós, apesar do manto de secretismo e mistério que os envolve. O jornalista António José Vilela mostra-nos neste livro como é a vida dos espiões portugueses, através de uma série de casos e episódios que nos proporcionam uma visão abrangente sobre o extraordinário mundo dos serviços secretos nacionais:
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Edição: Jan 2019
Nº Páginas: 504
Sinopse:
A prestigiada historiadora Irene Flunser Pimentel apresenta-nos um retrato rigoroso de cinco das principais figuras que marcaram a PIDE/DGS pelas suas actividades, atitudes e tomadas de decisão: Barbieri Cardoso, Álvaro Pereira de Carvalho, José Barreto Sacchetti, Casimiro Monteiro e António Rosa Casaco.
Nº Páginas: 504
Sinopse:
A prestigiada historiadora Irene Flunser Pimentel apresenta-nos um retrato rigoroso de cinco das principais figuras que marcaram a PIDE/DGS pelas suas actividades, atitudes e tomadas de decisão: Barbieri Cardoso, Álvaro Pereira de Carvalho, José Barreto Sacchetti, Casimiro Monteiro e António Rosa Casaco.
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Edição: Jul 2020
Nº Páginas: 400
Sinopse:
A Casa de Bragança forneceu os reis e as rainhas de Portugal durante 270 anos. Neste livro, Malyn Newitt conta a surpreendente e desconhecida história desta família que reinou em Portugal até 1910 e que marcou o nosso país até à actualidade. Descreve as personalidades, histórias, disputas, ambições, excentricidades, conquistas e derrotas destes monarcas, e como eles marcaram os acontecimentos políticos, sociais e económicos da época.
Nº Páginas: 400
Sinopse:
A Casa de Bragança forneceu os reis e as rainhas de Portugal durante 270 anos. Neste livro, Malyn Newitt conta a surpreendente e desconhecida história desta família que reinou em Portugal até 1910 e que marcou o nosso país até à actualidade. Descreve as personalidades, histórias, disputas, ambições, excentricidades, conquistas e derrotas destes monarcas, e como eles marcaram os acontecimentos políticos, sociais e económicos da época.
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Edição: Nov 2015
Nº Páginas: 400
Sinopse:
Conseguirá o papa Francisco ter êxito onde todos os seus antecessores falharam? Um profundo relato, exposto em ritmo acelerado, do dinheiro e dos clérigos-magnatas no coração do Vaticano - a maior e mais poderosa instituição religiosa do mundo. Escrito por um mestre, "Os Banqueiros de Deus" traça uma intriga política e mecanismos internos da Igreja Católica. Este livro revela informações sobre a acumulação de riqueza da Igreja e os seus envolvimentos financeiros bizantinos pelo mundo fora. Através de duzentos anos de prelados, bispos, cardinais, e os papas que supervisionaram tudo, Gerald Posner revela o poder inquietante, incluindo o incrível poder financeiro, de uma das organizações mais influentes do mundo. "Os Banqueiros de Deus" tem tudo: é uma reveladora e espantosa saga marcada por titãs empresariais envenenados, procuradores assassinados e mortes misteriosas apresentadas como suicídios; um carnaval de personagens desde empresários e mafiosos, a reis e primeiros-ministros; um conjunto de circunstâncias morais e políticas que clarificam não só as ambições e objetivos da Igreja, mas refletem as grandes tensões da História recente. Posner ainda olha para o futuro numa conjetura: conseguirá o papa Francisco ter êxito onde todos os seus antecessores falharam? Conseguirá superar a resistência e recuperar as rédeas nos excessos do lamaçal financeiro incontrolável do Banco do Vaticano? Metade thriller, metade um conta-tudo financeiro, este livro revela com extraordinária precisão como é que o Vaticano tem evoluído desde ser a base da fé até se tornar numa corporação de poderes e riquezas extremos.
Nº Páginas: 400
Sinopse:
Conseguirá o papa Francisco ter êxito onde todos os seus antecessores falharam? Um profundo relato, exposto em ritmo acelerado, do dinheiro e dos clérigos-magnatas no coração do Vaticano - a maior e mais poderosa instituição religiosa do mundo. Escrito por um mestre, "Os Banqueiros de Deus" traça uma intriga política e mecanismos internos da Igreja Católica. Este livro revela informações sobre a acumulação de riqueza da Igreja e os seus envolvimentos financeiros bizantinos pelo mundo fora. Através de duzentos anos de prelados, bispos, cardinais, e os papas que supervisionaram tudo, Gerald Posner revela o poder inquietante, incluindo o incrível poder financeiro, de uma das organizações mais influentes do mundo. "Os Banqueiros de Deus" tem tudo: é uma reveladora e espantosa saga marcada por titãs empresariais envenenados, procuradores assassinados e mortes misteriosas apresentadas como suicídios; um carnaval de personagens desde empresários e mafiosos, a reis e primeiros-ministros; um conjunto de circunstâncias morais e políticas que clarificam não só as ambições e objetivos da Igreja, mas refletem as grandes tensões da História recente. Posner ainda olha para o futuro numa conjetura: conseguirá o papa Francisco ter êxito onde todos os seus antecessores falharam? Conseguirá superar a resistência e recuperar as rédeas nos excessos do lamaçal financeiro incontrolável do Banco do Vaticano? Metade thriller, metade um conta-tudo financeiro, este livro revela com extraordinária precisão como é que o Vaticano tem evoluído desde ser a base da fé até se tornar numa corporação de poderes e riquezas extremos.
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Edição: Jun 2017
Nº Páginas: 368
Sinopse:
O estudo dos apelidos é, antes de mais, matéria estreitamente ligada à história das famílias em geral e de cada família em particular. Saber como se formam e transmitem os apelidos, que importância se lhes atribuiu ao longo dos tempos, que esforços se fizeram para conservá-los ou para os manter fora do alcance de famílias estranhas a eles, é uma das primeiras preocupações de todo aquele que estuda a evolução da sociedade sob a perspectiva dos seus componentes elementares.
Nº Páginas: 368
Sinopse:
O estudo dos apelidos é, antes de mais, matéria estreitamente ligada à história das famílias em geral e de cada família em particular. Saber como se formam e transmitem os apelidos, que importância se lhes atribuiu ao longo dos tempos, que esforços se fizeram para conservá-los ou para os manter fora do alcance de famílias estranhas a eles, é uma das primeiras preocupações de todo aquele que estuda a evolução da sociedade sob a perspectiva dos seus componentes elementares.
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Edição: Mai 2013
Nº Páginas: 336
Sinopse:
O livro Os Antigos Reinos de Timor-Leste (Reys de Lorosay e Reys de Lorothoba, Coronéis e Datos) trata da história dos régulos (chefes) timorenses e dos governadores portugueses. O livro foi escrito para comemorar os quinhentos anos da descoberta da Ilha de Timor (1513?-2013) e o primeiro centenário da Guerra de Manufahi (1912-2012). Consta essencialmente de seis partes: 1.ª parte: Os reinos de Timor ao longo dos séculos; 2.ª parte: Usos e costumes de Timor; 3.ª parte: Reinos por distritos e subdistritos; 4.ª parte. A lista dos régulos por ordem cronológica; 5.ª parte: governadores portugueses; 6.ª parte anexos. Os Antigos Reinos de Timor-Leste pretende ser um subsídio para a História da República Democrática de Timor-Leste e um incentivo aos timorenses para conhecerem o seu passado histórico, caracterizado por guerras constantes, contra Portugal, Macau, holandeses e contra reinos das ilhas vizinhas.Finalmente, o livro pretende ser um convite expresso aos descendentes dos régulos e liurais para escreverem sobre as suas "casas reais" e, assim, poderem perpetuar a memória dos seus antepassados.
Nº Páginas: 336
Sinopse:
O livro Os Antigos Reinos de Timor-Leste (Reys de Lorosay e Reys de Lorothoba, Coronéis e Datos) trata da história dos régulos (chefes) timorenses e dos governadores portugueses. O livro foi escrito para comemorar os quinhentos anos da descoberta da Ilha de Timor (1513?-2013) e o primeiro centenário da Guerra de Manufahi (1912-2012). Consta essencialmente de seis partes: 1.ª parte: Os reinos de Timor ao longo dos séculos; 2.ª parte: Usos e costumes de Timor; 3.ª parte: Reinos por distritos e subdistritos; 4.ª parte. A lista dos régulos por ordem cronológica; 5.ª parte: governadores portugueses; 6.ª parte anexos. Os Antigos Reinos de Timor-Leste pretende ser um subsídio para a História da República Democrática de Timor-Leste e um incentivo aos timorenses para conhecerem o seu passado histórico, caracterizado por guerras constantes, contra Portugal, Macau, holandeses e contra reinos das ilhas vizinhas.Finalmente, o livro pretende ser um convite expresso aos descendentes dos régulos e liurais para escreverem sobre as suas "casas reais" e, assim, poderem perpetuar a memória dos seus antepassados.
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Edição: Jun 2022
Nº Páginas: 312
Sinopse:
Os cinco homens que mudaram Portugal para sempre são os políticos responsáveis pela mudança mais importante da história moderna do País: a transição para a democracia. Aqui se conta como foram as suas vidas, os seus sucessos e insucessos, o que mais os marcou e o que os fez lutar - e como todos estes cinco homens se cruzaram nesse período extraordinário saído de quarenta anos de ditadura. Se Mário Soares regressa a Portugal quatro dias depois do 25 de Abril, Álvaro Cunhal chegará logo a seguir. Ambos tinham uma multidão à espera, mas cada um deu um rumo diferente à revolução. Enquanto os dois exilados testavam um lugar na vida portuguesa, Francisco Sá Carneiro era chamado do Porto a Lisboa para se reunir com Spínola, o presidente da Junta de Salvação Nacional. Por esses primeiros dias de liberdade, havia ainda espaço para a democracia cristã liderada por Diogo Freitas do Amaral. E embora António Ramalho Eanes estivesse em África no dia da revolução, o general ficaria para sempre associado ao 25 de novembro de 1975, quando a instabilidade do Verão Quente amaina e tudo, ou quase tudo, se clarifica... Soares, Cunhal, Sá Carneiro, Freitas do Amaral e Ramalho Eanes: sem estes homens, é difícil imaginar a nossa democracia.
Nº Páginas: 312
Sinopse:
Os cinco homens que mudaram Portugal para sempre são os políticos responsáveis pela mudança mais importante da história moderna do País: a transição para a democracia. Aqui se conta como foram as suas vidas, os seus sucessos e insucessos, o que mais os marcou e o que os fez lutar - e como todos estes cinco homens se cruzaram nesse período extraordinário saído de quarenta anos de ditadura. Se Mário Soares regressa a Portugal quatro dias depois do 25 de Abril, Álvaro Cunhal chegará logo a seguir. Ambos tinham uma multidão à espera, mas cada um deu um rumo diferente à revolução. Enquanto os dois exilados testavam um lugar na vida portuguesa, Francisco Sá Carneiro era chamado do Porto a Lisboa para se reunir com Spínola, o presidente da Junta de Salvação Nacional. Por esses primeiros dias de liberdade, havia ainda espaço para a democracia cristã liderada por Diogo Freitas do Amaral. E embora António Ramalho Eanes estivesse em África no dia da revolução, o general ficaria para sempre associado ao 25 de novembro de 1975, quando a instabilidade do Verão Quente amaina e tudo, ou quase tudo, se clarifica... Soares, Cunhal, Sá Carneiro, Freitas do Amaral e Ramalho Eanes: sem estes homens, é difícil imaginar a nossa democracia.
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Edição: Out 2019
Nº Páginas: 432
Sinopse:
Terra, vento, água e fogo foram fundamentais para a história da Humanidade. Como o mundo físico moldou a história da nossa espécie. Quando falamos de história humana, concentramo-nos em geral em grandes líderes, forças populacionais e guerras decisivas. Mas como determinou a terra o nosso destino? O nosso planeta oscila, impulsionando mudanças no clima que forçaram a transição do nomadismo para a agricultura. O terreno montanhoso levou ao desenvolvimento da democracia na Grécia. "Porque é o mundo como é? "Não digo isto como modo de meditação filosófica - porque estamos todos aqui? -, mas sim num profundo sentido científico: quais são as razões por detrás das principais características do mundo, da paisagem física de continentes e oceanos, montanhas e desertos? E como é que os terrenos e as atividades do nosso planeta e, além dele, do nosso ambiente cósmico, afetaram o surgimento e o desenvolvimento da nossa espécie e a história das nossas sociedades e civilizações? Em que medida a própria Terra foi a protagonista no momento de dar forma à história humana - uma personagem com traços distintivos, um humor variável e dada a ocasionais explosões irascíveis?
Nº Páginas: 432
Sinopse:
Terra, vento, água e fogo foram fundamentais para a história da Humanidade. Como o mundo físico moldou a história da nossa espécie. Quando falamos de história humana, concentramo-nos em geral em grandes líderes, forças populacionais e guerras decisivas. Mas como determinou a terra o nosso destino? O nosso planeta oscila, impulsionando mudanças no clima que forçaram a transição do nomadismo para a agricultura. O terreno montanhoso levou ao desenvolvimento da democracia na Grécia. "Porque é o mundo como é? "Não digo isto como modo de meditação filosófica - porque estamos todos aqui? -, mas sim num profundo sentido científico: quais são as razões por detrás das principais características do mundo, da paisagem física de continentes e oceanos, montanhas e desertos? E como é que os terrenos e as atividades do nosso planeta e, além dele, do nosso ambiente cósmico, afetaram o surgimento e o desenvolvimento da nossa espécie e a história das nossas sociedades e civilizações? Em que medida a própria Terra foi a protagonista no momento de dar forma à história humana - uma personagem com traços distintivos, um humor variável e dada a ocasionais explosões irascíveis?
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Edição: Out 2012
Nº Páginas: 252
Sinopse:
Viajante habitual, o autor percorre o trilho dos vestígios da cultura e presença portuguesa pelo Oriente. Neste livro, embaixador itinerante por Macau, Japão, Mongólia, Camboja, Xinjiang e Vietname onde Portugal permanece teimosamente presente - apesar da perda do protagonismo. Presença essa bem viva, não só nos vocábulos da língua-mãe de inúmeros povos, mas também nas suas tradições, cultos religiosos ou nas recordações dos mais velhos.
Nº Páginas: 252
Sinopse:
Viajante habitual, o autor percorre o trilho dos vestígios da cultura e presença portuguesa pelo Oriente. Neste livro, embaixador itinerante por Macau, Japão, Mongólia, Camboja, Xinjiang e Vietname onde Portugal permanece teimosamente presente - apesar da perda do protagonismo. Presença essa bem viva, não só nos vocábulos da língua-mãe de inúmeros povos, mas também nas suas tradições, cultos religiosos ou nas recordações dos mais velhos.
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Edição: Fev 2015
Nº Páginas: 792
Sinopse:
As Origens da Ordem Política foi classificado por David Gress, no The Wall Street Journal, como sendo "magistral na sua sabedoria e admirável na sua ambição". Michael Lind, no The New York Times Book Review, descreveu o livro como "um grande empreendimento, escrito por um dos intelectuais mais importantes do nosso tempo", enquanto no The Washington Post Gerard DeGrott afirmou que "esta é uma obra que será lembrada. Aguardamos pelo segundo volume." O segundo volume finalmente chegou, completando a obra de ciência política mais importante das últimas décadas. Partindo da questão essencial de como as sociedades desenvolvem instituições políticas fortes, impessoais e responsabilizáveis, Fukuyama narra os acontecimentos desde a Revolução Francesa até à chamada Primavera Árabe, bem como as relevantes disfunções da política contemporânea norte-americana. Examina os efeitos da corrupção nas instituições governativas, e as razões porque algumas sociedades conseguiram extirpá-la com sucesso. Explora os diferentes legados do colonialismo na América Latina, África e Ásia, e oferece um relato lúcido da razão de algumas regiões se terem desenvolvido e prosperado mais rapidamente do que outras. Com coragem, ajusta também contas com o futuro da democracia, face ao aparecimento de uma classe média global e à paralisia política no Ocidente. Uma magistral e decisiva narrativa da luta pela criação de um estado moderno e eficaz, Ordem Política e Decadência Política está destinado a tornar-se um clássico.
Nº Páginas: 792
Sinopse:
As Origens da Ordem Política foi classificado por David Gress, no The Wall Street Journal, como sendo "magistral na sua sabedoria e admirável na sua ambição". Michael Lind, no The New York Times Book Review, descreveu o livro como "um grande empreendimento, escrito por um dos intelectuais mais importantes do nosso tempo", enquanto no The Washington Post Gerard DeGrott afirmou que "esta é uma obra que será lembrada. Aguardamos pelo segundo volume." O segundo volume finalmente chegou, completando a obra de ciência política mais importante das últimas décadas. Partindo da questão essencial de como as sociedades desenvolvem instituições políticas fortes, impessoais e responsabilizáveis, Fukuyama narra os acontecimentos desde a Revolução Francesa até à chamada Primavera Árabe, bem como as relevantes disfunções da política contemporânea norte-americana. Examina os efeitos da corrupção nas instituições governativas, e as razões porque algumas sociedades conseguiram extirpá-la com sucesso. Explora os diferentes legados do colonialismo na América Latina, África e Ásia, e oferece um relato lúcido da razão de algumas regiões se terem desenvolvido e prosperado mais rapidamente do que outras. Com coragem, ajusta também contas com o futuro da democracia, face ao aparecimento de uma classe média global e à paralisia política no Ocidente. Uma magistral e decisiva narrativa da luta pela criação de um estado moderno e eficaz, Ordem Política e Decadência Política está destinado a tornar-se um clássico.
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Edição: Abr 2021
Nº Páginas: 304
Sinopse:
Passados 50 anos sobre a data desta temerária operação militar, cumpridos em 2020, e 60 sobre o início da Guerra Colonial, assinalados neste ano de 2021, a reedição deste livro, publicado há década e meia, é uma oportunidade para reviver um acontecimento que nem consagra heróis, nem renega o passado histórico. «O homem é o homem e a sua circunstância», escreveu Ortega y Gasset. A frase aplica-se como uma luva aos homens que aqui são referidos, a maioria já desaparecida. Aos que atacaram a cidade de Conakry, aos que a defenderam e aos que foram libertados por aquela acção ilegal à luz do direito internacional. Aqui fica, com a objectividade possível, a história de uma operação secreta realizada pelo exército português num país estrangeiro, nunca reconhecida até hoje pelo Estado português. Nome de código: Mar Verde.
Nº Páginas: 304
Sinopse:
Passados 50 anos sobre a data desta temerária operação militar, cumpridos em 2020, e 60 sobre o início da Guerra Colonial, assinalados neste ano de 2021, a reedição deste livro, publicado há década e meia, é uma oportunidade para reviver um acontecimento que nem consagra heróis, nem renega o passado histórico. «O homem é o homem e a sua circunstância», escreveu Ortega y Gasset. A frase aplica-se como uma luva aos homens que aqui são referidos, a maioria já desaparecida. Aos que atacaram a cidade de Conakry, aos que a defenderam e aos que foram libertados por aquela acção ilegal à luz do direito internacional. Aqui fica, com a objectividade possível, a história de uma operação secreta realizada pelo exército português num país estrangeiro, nunca reconhecida até hoje pelo Estado português. Nome de código: Mar Verde.
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Edição: Jun 2019
Nº Páginas: 72
Sinopse:
Um livro que apresenta uma análise sobre a conversa fiada, o embuste e a mentira e como estas três fontes de engano nos iludem todos os dias sem darmos por isso. Com a sua capacidade de combinar a acuidade filosófica, a perceção psicológica e o humor irónico, Harry G. Frankfurt, um dos filósofos mais influentes dos nossos tempos, explora como o conceito de conversa fiada e o conceito de embuste, são distintos da mentira.
Nº Páginas: 72
Sinopse:
Um livro que apresenta uma análise sobre a conversa fiada, o embuste e a mentira e como estas três fontes de engano nos iludem todos os dias sem darmos por isso. Com a sua capacidade de combinar a acuidade filosófica, a perceção psicológica e o humor irónico, Harry G. Frankfurt, um dos filósofos mais influentes dos nossos tempos, explora como o conceito de conversa fiada e o conceito de embuste, são distintos da mentira.
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Edição: Out 2011
Nº Páginas: 248
Sinopse:
Fundada em 1925, a Oliva tornou-se numa marca nacional fortemente associada ao fabrico de maquinas de costura e que perdura no imaginário de muitos portugueses. A sua gestão vanguardista fez dela uma das maiores empresas do pais, chegando a empregar cerca de tres mil trabalhadores. Actualmente, e com satisfação que assistimos a uma "apropriação" colectiva da identidade visual da Oliva enquanto marca de produtos genuinamente portugueses. Esse interesse ajuda-nos a compreender os casos de sucesso de algumas empresas nacionais, que descobriram nas suas antigas marcas uma sustentável valorização da sua história e dos seus espólios gráficos, dando desta forma resposta a uma procura cada vez maior das nossas memorias industriais, sociais e culturais (são disso exemplos a Saboaria e Perfumaria Confiança, a Viarco, a Pasta Couto, etc.). As fotografias e os documentos gráficos apresentados neste álbum tem um extraordinário valor histórico e estético. Quer pela sua cuidada actividade promocional e propagandística, quer pelo seu empenho em manter um registo fotográfico do património da empresa, a Oliva deixou-nos testemunhos essenciais para uma arqueologia da industria portuguesa.
Nº Páginas: 248
Sinopse:
Fundada em 1925, a Oliva tornou-se numa marca nacional fortemente associada ao fabrico de maquinas de costura e que perdura no imaginário de muitos portugueses. A sua gestão vanguardista fez dela uma das maiores empresas do pais, chegando a empregar cerca de tres mil trabalhadores. Actualmente, e com satisfação que assistimos a uma "apropriação" colectiva da identidade visual da Oliva enquanto marca de produtos genuinamente portugueses. Esse interesse ajuda-nos a compreender os casos de sucesso de algumas empresas nacionais, que descobriram nas suas antigas marcas uma sustentável valorização da sua história e dos seus espólios gráficos, dando desta forma resposta a uma procura cada vez maior das nossas memorias industriais, sociais e culturais (são disso exemplos a Saboaria e Perfumaria Confiança, a Viarco, a Pasta Couto, etc.). As fotografias e os documentos gráficos apresentados neste álbum tem um extraordinário valor histórico e estético. Quer pela sua cuidada actividade promocional e propagandística, quer pelo seu empenho em manter um registo fotográfico do património da empresa, a Oliva deixou-nos testemunhos essenciais para uma arqueologia da industria portuguesa.
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Edição: Abr 2002
Nº Páginas: 164
Sinopse:
Será que a política já não "apaixona" os públicos? Será que os programas de informação política estão condenados à "guetização" nas grelhas de programas por força do audimetro e da tirania dos resultados? Será que os políticos estão reféns dos media num sistema que alguns consideram estar dominado pela comunicação? Para os políticos, a entrevista e o debate são instrumentos importantes na relação com os eleitores. Na entrevista, os políticos arriscam o jogo da verdade que uma parte da sociedade civil julga estar ausente das instituições. Este é um breve registo sobre a comunicação, o jornalismo, a política e os políticos. Mas também sobre outros intérpretes da realidade. Um registo onde se cruzam duas vozes: a minha e a da Mariana. Pela minha parte, solto as palavras sobre as pequenas coisas que sempre ficam por contar em televisão: as dúvidas, os medos, as alegrias, as decepções. Quanto a Mariana, ela é uma jovem que me critica e que me interroga. Afinal, este é um livro sobre a difícil arte de interrogar - a entrevista - porque "a vida não é nada excepto perguntar sobre si mesma".
Nº Páginas: 164
Sinopse:
Será que a política já não "apaixona" os públicos? Será que os programas de informação política estão condenados à "guetização" nas grelhas de programas por força do audimetro e da tirania dos resultados? Será que os políticos estão reféns dos media num sistema que alguns consideram estar dominado pela comunicação? Para os políticos, a entrevista e o debate são instrumentos importantes na relação com os eleitores. Na entrevista, os políticos arriscam o jogo da verdade que uma parte da sociedade civil julga estar ausente das instituições. Este é um breve registo sobre a comunicação, o jornalismo, a política e os políticos. Mas também sobre outros intérpretes da realidade. Um registo onde se cruzam duas vozes: a minha e a da Mariana. Pela minha parte, solto as palavras sobre as pequenas coisas que sempre ficam por contar em televisão: as dúvidas, os medos, as alegrias, as decepções. Quanto a Mariana, ela é uma jovem que me critica e que me interroga. Afinal, este é um livro sobre a difícil arte de interrogar - a entrevista - porque "a vida não é nada excepto perguntar sobre si mesma".
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Edição: Set 2020
Nº Páginas: 512
Sinopse:
Verão de 1940: Witold Pilecki, um polaco combatente da Resistência, aceitou a missão audaciosa de descobrir o destino de milhares de detidos num novo campo de concentração, de denunciar os crimes nazis e de criar uma rede de resistência para levar a cabo uma revolta. O nome do campo era Auschwitz. Nos dois anos e meio seguintes, Witold formou um exército clandestino que sabotou instalações, eliminou informadores e oficiais nazis e reuniu provas das terríveis atrocidades e assassínios em massa. Sacrificaria a sua vida para salvar a de milhares de outras pessoas? Ao constatar a horrível realidade de que o campo se estava a tornar o epicentro dos planos nazis de exterminar os judeus da Europa, percebeu que teria de arriscar os seus homens, a sua vida e a sua família para alertar o Ocidente. Mas fazer isso significava tentar o impossível: fugir de Auschwitz. Com imagens dramáticas de Auschwitz
Nº Páginas: 512
Sinopse:
Verão de 1940: Witold Pilecki, um polaco combatente da Resistência, aceitou a missão audaciosa de descobrir o destino de milhares de detidos num novo campo de concentração, de denunciar os crimes nazis e de criar uma rede de resistência para levar a cabo uma revolta. O nome do campo era Auschwitz. Nos dois anos e meio seguintes, Witold formou um exército clandestino que sabotou instalações, eliminou informadores e oficiais nazis e reuniu provas das terríveis atrocidades e assassínios em massa. Sacrificaria a sua vida para salvar a de milhares de outras pessoas? Ao constatar a horrível realidade de que o campo se estava a tornar o epicentro dos planos nazis de exterminar os judeus da Europa, percebeu que teria de arriscar os seus homens, a sua vida e a sua família para alertar o Ocidente. Mas fazer isso significava tentar o impossível: fugir de Auschwitz. Com imagens dramáticas de Auschwitz
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Edição: Dez 2020
Nº Páginas: 184
Sinopse:
Em tempo de pandemia, espectáculos foram cancelados, salas de cinema permaneceram vazias, portas de universidades fecharam-se - autores e criadores foram todos para casa, levando a cultura consigo. Durante três longos meses, José Jorge Letria entrevistou dezassete figuras da vida cultural portuguesa, de Lídia Jorge e Mário de Carvalho a Fernando Tordo, o cientista Carlos Fiolhais, Pacheco Pereira e Barata-Moura, Fernando Rosas e Olga Roriz. Com olhares atentos e críticos às mudanças que ocorreram neste período à escala nacional e mundial, os entrevistados contam o impacto que esta nova realidade teve nas suas vidas profissionais e pessoais e reflectem sobre um hipotético futuro que advirá do medo e necessidade de combater o novo vírus. Reúne-se aqui uma colectânea de relatos que espelham não só perfis distintos mas também preocupações vividas, em cada momento, na relação com o quotidiano, a política, a ciência e a cultura. Um testemunho para memória futura. Fernando Rosas · José de Guimarães · Mário De Carvalho · António Victorino D’Almeida · Carlos Fiolhais · Rui Vieira Nery · José Manuel Castanheira · Mário Vieira de Carvalho · Lídia Jorge · Mário Mesquita · Nicolau Santos · Olga Roriz · Álvaro Cassuto · José Barata -Moura · José Pacheco Pereira · Fernando Tordo · Jorge Paixão da Costa
Nº Páginas: 184
Sinopse:
Em tempo de pandemia, espectáculos foram cancelados, salas de cinema permaneceram vazias, portas de universidades fecharam-se - autores e criadores foram todos para casa, levando a cultura consigo. Durante três longos meses, José Jorge Letria entrevistou dezassete figuras da vida cultural portuguesa, de Lídia Jorge e Mário de Carvalho a Fernando Tordo, o cientista Carlos Fiolhais, Pacheco Pereira e Barata-Moura, Fernando Rosas e Olga Roriz. Com olhares atentos e críticos às mudanças que ocorreram neste período à escala nacional e mundial, os entrevistados contam o impacto que esta nova realidade teve nas suas vidas profissionais e pessoais e reflectem sobre um hipotético futuro que advirá do medo e necessidade de combater o novo vírus. Reúne-se aqui uma colectânea de relatos que espelham não só perfis distintos mas também preocupações vividas, em cada momento, na relação com o quotidiano, a política, a ciência e a cultura. Um testemunho para memória futura. Fernando Rosas · José de Guimarães · Mário De Carvalho · António Victorino D’Almeida · Carlos Fiolhais · Rui Vieira Nery · José Manuel Castanheira · Mário Vieira de Carvalho · Lídia Jorge · Mário Mesquita · Nicolau Santos · Olga Roriz · Álvaro Cassuto · José Barata -Moura · José Pacheco Pereira · Fernando Tordo · Jorge Paixão da Costa
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Edição: Set 2021
Nº Páginas: 224
Sinopse:
Nos últimos 20 anos, houve milhares de relatos sobre os acontecimentos do 11 de Setembro de 2001, mas nenhum resgata as histórias de vida dos afegãos, iraquianos e paquistaneses cujas existências foram estilhaçadas quando, após a queda da Torres Gémeas, o vento mudou de direcção e se abateu com fúria sobre as suas casas e o seu dia-a-dia. Neste livro, a jornalista Simone Duarte reabilita a humanidade de algumas dessas vítimas esquecidas: um rapaz treinado para ser um bombista suicida, outro que atravessou oito países para escapar aos talibãs, uma afegã em fuga da ocupação americana, um espião dos serviços secretos paquistaneses ou o jornalista a quem Bin Laden deu a última entrevista antes dos ataques. Um livro inesquecível e perturbador que nos mostra uma perspectiva incomum sobre as consequências devastadoras do dia que mudou por completo a face do mundo moderno.
Nº Páginas: 224
Sinopse:
Nos últimos 20 anos, houve milhares de relatos sobre os acontecimentos do 11 de Setembro de 2001, mas nenhum resgata as histórias de vida dos afegãos, iraquianos e paquistaneses cujas existências foram estilhaçadas quando, após a queda da Torres Gémeas, o vento mudou de direcção e se abateu com fúria sobre as suas casas e o seu dia-a-dia. Neste livro, a jornalista Simone Duarte reabilita a humanidade de algumas dessas vítimas esquecidas: um rapaz treinado para ser um bombista suicida, outro que atravessou oito países para escapar aos talibãs, uma afegã em fuga da ocupação americana, um espião dos serviços secretos paquistaneses ou o jornalista a quem Bin Laden deu a última entrevista antes dos ataques. Um livro inesquecível e perturbador que nos mostra uma perspectiva incomum sobre as consequências devastadoras do dia que mudou por completo a face do mundo moderno.
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Edição: Abr 2017
Nº Páginas: 304
Sinopse:
Américo Thomaz, o último Presidente da República do Estado Novo, é frequentemente recordado como uma figura patética: o caricato corta- -fitas do regime fundado por Salazar com o apoio dos militares que cometia gafes e falava com exasperante lentidão. Bastará, porém, acompanhar a biografia que lhe traça Orlando Raimundo para perceber que essa é uma perspectiva manifestamente redutora e que o seu papel como facilitador das manobras da ditadura ao longo de quase quarenta anos de vida política teve consequências bastante mais nefastas do que as anedotas que sobre ele se contam fariam adivinhar. Entre muitos episódios em que participou e que condicionaram a história portuguesa do século xx, a sua intervenção foi determinante quando traiu o general Botelho Moniz, fazendo abortar o golpe que iria derrubar Salazar, e no momento em que obrigou Marcello Caetano a assumir o compromisso solene de não abrir mão das Colónias. Como nos diz o autor do presente volume, "na procissão dos devotos do salazarismo [Thomaz] esteve sempre na linha da frente, a segurar o andor". Deste modo, justifica-se amplamente dar a conhecer essa outra face de Américo Thomaz e revelar dados menos conhecidos deste Presidente da República que - pasme-se - era um adepto da monarquia. Até para evitar que a tragédia possa dar lugar à farsa.
Nº Páginas: 304
Sinopse:
Américo Thomaz, o último Presidente da República do Estado Novo, é frequentemente recordado como uma figura patética: o caricato corta- -fitas do regime fundado por Salazar com o apoio dos militares que cometia gafes e falava com exasperante lentidão. Bastará, porém, acompanhar a biografia que lhe traça Orlando Raimundo para perceber que essa é uma perspectiva manifestamente redutora e que o seu papel como facilitador das manobras da ditadura ao longo de quase quarenta anos de vida política teve consequências bastante mais nefastas do que as anedotas que sobre ele se contam fariam adivinhar. Entre muitos episódios em que participou e que condicionaram a história portuguesa do século xx, a sua intervenção foi determinante quando traiu o general Botelho Moniz, fazendo abortar o golpe que iria derrubar Salazar, e no momento em que obrigou Marcello Caetano a assumir o compromisso solene de não abrir mão das Colónias. Como nos diz o autor do presente volume, "na procissão dos devotos do salazarismo [Thomaz] esteve sempre na linha da frente, a segurar o andor". Deste modo, justifica-se amplamente dar a conhecer essa outra face de Américo Thomaz e revelar dados menos conhecidos deste Presidente da República que - pasme-se - era um adepto da monarquia. Até para evitar que a tragédia possa dar lugar à farsa.
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Edição: Mar 2020
Nº Páginas: 192
Sinopse:
Pe. Gregório Verdonk, confessor de António de Oliveira Salazar, ficou conhecido como o Padre Santo de Lisboa. Nascido em 1904, na Holanda, veio para Portugal em missão, a pedido do cardeal Cerejeira. Ganhou reputação pelos exorcismos que praticava, sendo procurado para auxílio em casos sobrenaturais. Pessoas benzidas por si descobriam-se curadas de doenças ou agraciadas em algum sofrimento, e Inês Leitão, autora deste livro, acredita que foi responsável por aquele que deveria ter sido reconhecido como o segundo Milagre da Eucaristia em Portugal, questão controversa e ainda hoje tabu para o Patriarcado de Lisboa. Os diários de Pe. Gregório Verdonk e Maria da Purificação, uma mulher com visões místicas de quem foi director espiritual, são documentos inéditos a que Inês Leitão teve acesso e que serviram de base para uma investigação com revelações surpreendentes.
Nº Páginas: 192
Sinopse:
Pe. Gregório Verdonk, confessor de António de Oliveira Salazar, ficou conhecido como o Padre Santo de Lisboa. Nascido em 1904, na Holanda, veio para Portugal em missão, a pedido do cardeal Cerejeira. Ganhou reputação pelos exorcismos que praticava, sendo procurado para auxílio em casos sobrenaturais. Pessoas benzidas por si descobriam-se curadas de doenças ou agraciadas em algum sofrimento, e Inês Leitão, autora deste livro, acredita que foi responsável por aquele que deveria ter sido reconhecido como o segundo Milagre da Eucaristia em Portugal, questão controversa e ainda hoje tabu para o Patriarcado de Lisboa. Os diários de Pe. Gregório Verdonk e Maria da Purificação, uma mulher com visões místicas de quem foi director espiritual, são documentos inéditos a que Inês Leitão teve acesso e que serviram de base para uma investigação com revelações surpreendentes.
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Edição: Jun 2017
Nº Páginas: 480
Sinopse:
A história trágica de um monarca apanhado desprevenido pelos ventos da revolução Em março de 1917, Nicolau II, o último Czar da Rússia, abdicou e a dinastia que governara o império por mais de três séculos foi forçada a ceder o poder aos revolucionários bolcheviques. Com acesso a documentos nunca antes investigados, incluindo os diários pessoais do próprio Czar, Robert Service, um dos mais respeitados especialistas na História russa, lança uma nova luz sobre os últimos meses da vida de Nicolau, entre a abdicação e o assassinato de toda a família a sangue-frio. O Último dos Czares é uma investigação admirável de um homem apanhado desprevenido pela História. E revela-nos o cenário social, económico e político que fermentava na Rússia após a tomada de poder bolchevique e no início da República Soviética de Lenine.
Nº Páginas: 480
Sinopse:
A história trágica de um monarca apanhado desprevenido pelos ventos da revolução Em março de 1917, Nicolau II, o último Czar da Rússia, abdicou e a dinastia que governara o império por mais de três séculos foi forçada a ceder o poder aos revolucionários bolcheviques. Com acesso a documentos nunca antes investigados, incluindo os diários pessoais do próprio Czar, Robert Service, um dos mais respeitados especialistas na História russa, lança uma nova luz sobre os últimos meses da vida de Nicolau, entre a abdicação e o assassinato de toda a família a sangue-frio. O Último dos Czares é uma investigação admirável de um homem apanhado desprevenido pela História. E revela-nos o cenário social, económico e político que fermentava na Rússia após a tomada de poder bolchevique e no início da República Soviética de Lenine.
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Edição: Out 2015
Nº Páginas: 304
Sinopse:
"O Último Dia de Hitler" é uma narrativa rigorosa e cronológica, vista pelos olhos daqueles que estiveram com ele nas tumultuosas horas finais, pelos que lutavam nas ruas alemãs e por aqueles que percorriam os corredores do poder em Washington, Londres e Moscovo.
Nº Páginas: 304
Sinopse:
"O Último Dia de Hitler" é uma narrativa rigorosa e cronológica, vista pelos olhos daqueles que estiveram com ele nas tumultuosas horas finais, pelos que lutavam nas ruas alemãs e por aqueles que percorriam os corredores do poder em Washington, Londres e Moscovo.
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Edição: Set 2014
Nº Páginas: 448
Sinopse:
E se o triunfo do Ocidente, afinal, se devesse à força das ideias, à força do conhecimento?Esta é uma história que muitos querem silenciar. Do legado grego aos Descobrimentos portugueses, da demanda do conhecimento e da invenção da universidade à importância do cristianismo e ao desenvolvimento do capitalismo, da indústria e da ciência, este livro mostra como a civilização ocidental criou a modernidade e como a modernidade ocidental continua a ser, hoje, a melhor alternativa civilizacional de que o mundo dispõe. A queda de Roma foi o evento singular mais benéfico na ascensão da civilização ocidental; Nunca houve nenhuma "Idade das Trevas"; As Cruzadas nada tiveram que ver com saque, ganância ou ataque não provocado ao mundo islâmico; Não houve nenhuma "revolução científica" no século XVII, houve ape¬nas o culminar de um progresso científico iniciado no século XII; A cultura grega não foi roubada ao Egipto; Os Descobrimentos europeus não foram copiados dos chineses ou dos árabes; A riqueza da Europa não resultou da pilhagem ao mundo não ocidental, pelo contrário as colónias sugaram o dinheiro da Europa; A ascensão do Ocidente não se deve a razões climatéricas favoráveis, a recursos naturais, armas, ferro ou carvão. Os portugueses têm uma razão suplementar para ler este livro que realça o papel dos Descobrimentos na História da humanidade.
Nº Páginas: 448
Sinopse:
E se o triunfo do Ocidente, afinal, se devesse à força das ideias, à força do conhecimento?Esta é uma história que muitos querem silenciar. Do legado grego aos Descobrimentos portugueses, da demanda do conhecimento e da invenção da universidade à importância do cristianismo e ao desenvolvimento do capitalismo, da indústria e da ciência, este livro mostra como a civilização ocidental criou a modernidade e como a modernidade ocidental continua a ser, hoje, a melhor alternativa civilizacional de que o mundo dispõe. A queda de Roma foi o evento singular mais benéfico na ascensão da civilização ocidental; Nunca houve nenhuma "Idade das Trevas"; As Cruzadas nada tiveram que ver com saque, ganância ou ataque não provocado ao mundo islâmico; Não houve nenhuma "revolução científica" no século XVII, houve ape¬nas o culminar de um progresso científico iniciado no século XII; A cultura grega não foi roubada ao Egipto; Os Descobrimentos europeus não foram copiados dos chineses ou dos árabes; A riqueza da Europa não resultou da pilhagem ao mundo não ocidental, pelo contrário as colónias sugaram o dinheiro da Europa; A ascensão do Ocidente não se deve a razões climatéricas favoráveis, a recursos naturais, armas, ferro ou carvão. Os portugueses têm uma razão suplementar para ler este livro que realça o papel dos Descobrimentos na História da humanidade.
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Edição: Out 2018
Nº Páginas: 288
Sinopse:
Neste livro surpreendente, Roger Moorhouse, um dos mais importantes historiadores da Alemanha Nazi, apresenta-nos uma abordagem inovadora da história do Terceiro Reich. Enquadrando a narrativa em 100 objetos, esta nova obra fornece uma mistura eclética de assuntos e cobre todos os aspetos da história do Terceiro Reich - dos temas mais conhecidos do Holocausto e do conflito, até aos tópicos menos conhecidos como os avanços tecnológicos, a cultura popular e o uso da propaganda. É uma seleção vasta, abrangente e estimulante, que vai de documentos e postais a armas e objetos de uso pessoal. Os 100 objetos são ilustrados com imagens históricas e contemporâneas, que incluem a escova do bigode de Hitler, o Messerschmitt 262, o Pervitin, a pistola Luger, o carro de combate Tigre, a caixa de batons de Eva Braun, as ceroulas de Rudolf Hesse, a cápsula de cianeto usada por Hermann Göring e, claro, a suástica e o Mein Kampf.
Nº Páginas: 288
Sinopse:
Neste livro surpreendente, Roger Moorhouse, um dos mais importantes historiadores da Alemanha Nazi, apresenta-nos uma abordagem inovadora da história do Terceiro Reich. Enquadrando a narrativa em 100 objetos, esta nova obra fornece uma mistura eclética de assuntos e cobre todos os aspetos da história do Terceiro Reich - dos temas mais conhecidos do Holocausto e do conflito, até aos tópicos menos conhecidos como os avanços tecnológicos, a cultura popular e o uso da propaganda. É uma seleção vasta, abrangente e estimulante, que vai de documentos e postais a armas e objetos de uso pessoal. Os 100 objetos são ilustrados com imagens históricas e contemporâneas, que incluem a escova do bigode de Hitler, o Messerschmitt 262, o Pervitin, a pistola Luger, o carro de combate Tigre, a caixa de batons de Eva Braun, as ceroulas de Rudolf Hesse, a cápsula de cianeto usada por Hermann Göring e, claro, a suástica e o Mein Kampf.
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Edição: Ago 2012
Nº Páginas: 240
Sinopse:
Inês Brasão, investigadora e doutorada em Sociologia, venceu a edição de 2011 do prémio Maria Lamas de estudos sobre a mulher, género e igualdade, com o seu trabalho sobre a condição servil em Portugal entre 1940 e 1970. A autora recupera memórias de dominação e de resistência a partir das histórias de vida de dezenas de mulheres que em tempos trabalharam como "criadas para todo o serviço".
Nº Páginas: 240
Sinopse:
Inês Brasão, investigadora e doutorada em Sociologia, venceu a edição de 2011 do prémio Maria Lamas de estudos sobre a mulher, género e igualdade, com o seu trabalho sobre a condição servil em Portugal entre 1940 e 1970. A autora recupera memórias de dominação e de resistência a partir das histórias de vida de dezenas de mulheres que em tempos trabalharam como "criadas para todo o serviço".
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Edição: Abr 2017
Nº Páginas: 312
Sinopse:
Cem anos depois do "milagre", subsiste a questão: culto espontâneo ou fenómeno produzido e promovido pela Igreja Católica? Com as "aparições" de Fátima, nasceu na Cova da Iria um culto popular que depressa se propagou num país católico, analfabeto e dado a devoções, atravessando à época um momento dramático da sua história. Em boa hora o sol bailou para a Igreja Católica - que enfrentava uma aguerrida laicização do Estado e a perda de privilégios -, que transformou o culto num sucesso mundial e o instrumentalizou a seu favor. No ano do centenário das "aparições" de Fátima, nova edição do corajoso livro O Sol Bailou ao Meio-Dia, agora em formato económico com cantos redondos.
Nº Páginas: 312
Sinopse:
Cem anos depois do "milagre", subsiste a questão: culto espontâneo ou fenómeno produzido e promovido pela Igreja Católica? Com as "aparições" de Fátima, nasceu na Cova da Iria um culto popular que depressa se propagou num país católico, analfabeto e dado a devoções, atravessando à época um momento dramático da sua história. Em boa hora o sol bailou para a Igreja Católica - que enfrentava uma aguerrida laicização do Estado e a perda de privilégios -, que transformou o culto num sucesso mundial e o instrumentalizou a seu favor. No ano do centenário das "aparições" de Fátima, nova edição do corajoso livro O Sol Bailou ao Meio-Dia, agora em formato económico com cantos redondos.
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Edição: Jul 2020
Nº Páginas: 280
Sinopse:
Sexo e música: uma harmonia que vem de longe… Conheçamos a história que liga, desde as origens da Humanidade e em todas as culturas, a música com a sexualidade. Partindo das ligações fisiológicas entre o prazer sexual e o prazer de ouvir música, esta obra aborda, de um ponto de vista antropológico e histórico, aquilo que, em todas as épocas e em todas as latitudes, fez com que a música e o sexo se cruzassem: a música das heteras romanas, as melopeias das gueixas, as composições do romantismo alemão ou das bandas pop da década de 1970. Por último, o autor revela o que une a música e a sexualidade nas representações artísticas e culturais: da pintura chinesa à banda desenhada, passando pelas influências da música e do sexo sobre a literatura e a arte cénica, das danças da Antiguidade à cultura hip hop.
Nº Páginas: 280
Sinopse:
Sexo e música: uma harmonia que vem de longe… Conheçamos a história que liga, desde as origens da Humanidade e em todas as culturas, a música com a sexualidade. Partindo das ligações fisiológicas entre o prazer sexual e o prazer de ouvir música, esta obra aborda, de um ponto de vista antropológico e histórico, aquilo que, em todas as épocas e em todas as latitudes, fez com que a música e o sexo se cruzassem: a música das heteras romanas, as melopeias das gueixas, as composições do romantismo alemão ou das bandas pop da década de 1970. Por último, o autor revela o que une a música e a sexualidade nas representações artísticas e culturais: da pintura chinesa à banda desenhada, passando pelas influências da música e do sexo sobre a literatura e a arte cénica, das danças da Antiguidade à cultura hip hop.
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